O Gabinete de Segurança de Israel aprovou nesta terça-feira (26) um acordo de cessar-fogo com o grupo radical libanês Hezbollah, afirmou uma autoridade israelense à CNN.
Não há confirmação, até o momento, sobre os últimos detalhes do acordo — como quando será implementado e a duração.
A negociação foi mediada pelos Estados Unidos, que enviou um representante a Israel e ao Líbano.
Na semana passada, tanto o Hezbollah, quanto o governo libanês haviam dado sinal positivo para uma proposta dos EUA, segundo o enviado americano Amos Hochstein.
Na quarta-feira (20) o líder do Hezbollah, Naim Qassem, afirmou em um discurso que o “grupo revisou e respondeu a proposta para encerrar os combates” e que a suspensão das hostilidades estava agora “nas mãos de Israel”.
Segundo uma fonte ouvida pela CNN, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, aprovou “a princípio” o acordo durante consulta de segurança com autoridades de Israel na noite do domingo (25).
O problema não é o Líbano, mas quem financia o terrorismo e é apoiado pelo presidente do Brasil, o Irã. Sem o fornecimento de armas pelo Irã não haveria guerra contra o Líbano (Hezbolah).
O presidente dos EUA, Joe Biden, autorizou a Ucrânia a utilizar mísseis de longo alcance fornecidos pelos americanos na guerra contra a Rússia, segundo o jornal “The New York Times”.
A mudança de postura do governo americano ocorre por conta do envio de tropas norte-coreanas para lutarem na guerra na Ucrânia ao lado dos russos, segundo o jornal americano. Os mísseis de longo alcance devem começar a ser utilizados contra as tropas russas e norte-coreanas na região de Kursk, no oeste da Rússia, ainda de acordo com o “The New York Times”.
A Ucrânia estava vetada de utilizar esse tipo de armamento americano até o momento. O uso dos mísseis de longo alcance fornecidos pelos EUA era um tabu na guerra contra a Rússia, porque o presidente russo, Vladimir Putin, considera que isso muda o caráter do conflito e havia prometido represálias. Entre as ameaças que fez, Putin disse que realizaria testes nucleares.
A decisão de retirar a proibição do uso dos mísseis americanos de longo alcance é uma grande mudança na postura de Biden, que se manteve cauteloso sobre esse assunto durante seu governo. A permissão ocorre também após a vitória de Trump nas eleições dos EUA. O republicano é crítico do apoio financeiro aos ucranianos e prometeu terminar a guerra “em 24 horas”, mas sem explicar como. Ainda não se sabe se Trump reverteria a decisão quando assumir a presidência, em 20 de janeiro.
A retirada da restrição ocorre em um momento de escalada nas tensões entre países da Ásia, da Europa e dos EUA. Uma nova fase da ofensiva russa em território ucraniano a partir de maio fez Otan e EUA, aliados da Ucrânia, considerarem a autorização para utilização de mísseis de longo alcance fornecidos aos ucranianos.
Com essa nova fase da guerra, os EUA começaram a levantar algumas restrições, deixando apenas a dos mísseis de longo alcance. Já países da Europa reforçaram os pacotes de ajuda financeira e o presidente da França, Emmanual Macron, chegou até a considerar enviar tropas francesas para a Ucrânia, e foi ameaçado por Putin.
Em contrapartida, Rússia e a Coreia do Norte estreitaram relações –diplomáticas e militares–, o que levou ao posicionamento de tropas norte-coreanas para lutarem na Ucrânia ao lado das russas. Diante disso, o Pentágono já havia dito que não haveria restrição de armas que a Ucrânia poderia utilizar.
Segundo as autoridades americanas ouvidas pelo “The New York Times”, o temor de que Putin suba ainda mais o tom por conta da autorização do uso de mísseis americanos pela Ucrânia ainda existe, mas foi superado pela urgência do atual cenário da guerra.
Ucrânia e Rússia estão em guerra desde fevereiro de 2022, após uma invasão de tropas russas em território ucraniano. O avanço russo continua: na última semana de outubro, tropas de Putin fizeram o avanço mais rápido desde o início do conflito. Na Ucrânia, o presidente Zelensky apresentou um “plano da vitória” na guerra contra a Rússia aos EUA e ao Parlamento ucraniano em outubro.
O Exército israelense anunciou que bombardeou uma “base de comando” do Hezbollah e uma fábrica subterrânea de armas em Beirute. Segundo a agência de notícias estatal libanesa ANI, os ataques atingiram um prédio residencial em Haret Hreik perto de uma mesquita e de um hospital.
O bairro é um dos redutos do grupo xiita pró-Irã no país. Em comunicado, o Exército israelense também anunciou que “eliminou” três funcionários com cargos importantes no Hezbollah no sul do Líbano. Em paralelo, o Exército libanês disse que três de seus soldados foram mortos por ataques israelenses em um de seus veículos no sul do país.
As mortes elevam para oito o número de militares libaneses mortos desde 23 de setembro, quando Israel intensificou os bombardeios no país.
Esse povo deveria saber que a picada de maribombo é forte, jararaca e cascavel matam, e não adianta se esconder atrás da população, que lamentavelmente pago a provocação.
As Forças de Defesa de Israel confirmaram nesta terça-feira (1) que mísseis foram lançados do Irã em direção ao país. A informação que chega é de que mísseis balísticos foram lançados. Os projéteis demoram em média cerca de 20 minutos para chegar ao território israelense, saindo o Irã.
As equipes da CNN em Israel, Jerusalém e Haifa contaram dezenas de mísseis voando sobre eles. Vários foram interceptados, mas não está claro quantos.
A equipe do correspondente da CNN, Alex Marquardt, e produtores tiveram que deixar o telhado onde fazia a transmissão ao vivo por causa do risco à segurança.
Sirenes também tocam em diferentes partes do país. Entre os possíveis alvos estão três bases aéreas israelenses e uma base de inteligência localizada ao norte de Tel Aviv, segundo informações da CNN.
A estimativa inicial do Exército israelense é que o Irã disparou 180 “projéteis” contra Israel.
“Neste momento, entendemos que foram aproximadamente 180 projéteis”, disse um porta-voz das Forças de Defesa de Israel à CNN.
“Mas isso não é definitivo, e (é) uma estimativa inicial”, adicionou.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamim Netanyahu, afirmou neste sábado (1º) que a guerra em Gaza continuará até que o Hamas seja destruído. A declaração se deu 1 dia depois de o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, apresentar uma proposta de cessar-fogo “duradoura” para a região.
“As condições de Israel para acabar com a guerra não mudaram: a destruição das capacidades militares e de governo do Hamas, a libertação de todos os reféns e a garantia de que Gaza não representa mais uma ameaça para Israel”, disse o premiê.
Na 6ª feira (31.mai), Biden apresentou uma proposta para por fim ao conflito de 8 meses na Faixa de Gaza. O plano, dividido em 3 fases, inclui a retirada das forças israelenses, um cessar-fogo imediato e a libertação de reféns em troca de prisioneiros palestinos.
O proposta detalhada pelo democrata sugere inicialmente a retirada das tropas israelenses de Gaza e a libertação de reféns, incluindo mulheres, idosos e feridos. Em contrapartida, centenas de prisioneiros palestinos seriam libertos. A 2ª fase envolve a libertação de todos os reféns restantes, seguida por uma significativa reconstrução de Gaza.
De acordo com Biden, durante a 1ª fase do plano, uma trégua para que representantes israelenses e palestinos negociem um cessar-fogo permanente seria estabelecida. No entanto, Israel afirmou que não suspenderá os ataques. O Hamas se mostrou aberto a ouvir a proposta apresentada pelos Estados Unidos.
Veinho arroxado!
Bota pra torar nesses terroristas.
Eles que começaram a guerra, tudo tava em paz até a invasão e matança que esses sem futuros vizeram.
Quando não resta mais nenhum é que se deve para.
Eles sabiam das consequências, agora aguenta.
O Irã lançou drones em direção a Israel, disse um porta-voz das Forças de Defesa de Israel neste sábado (13).
O porta-voz as Forças de Defesa de Israel, Daniel Hagari explicou que eles estavam acompanhando a ameaça em seu espaço aéreo e acrescentou que o ataque levará algumas horas para chegar a Israel.
Mais cedo, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que Israel estava se preparando para um ataque do Irã.
“Nossos sistemas defensivos estão implantados; estamos prontos para qualquer cenário, tanto defensiva quanto ofensivamente. O Estado de Israel é forte. As Forças de Defesa são fortes. O público é forte”, afirmou Netanyahu.
O premiê agradeceu aos EUA, Reino Unido, França e seus outros aliados por “estarem ao lado de Israel”.
“Determinamos um princípio claro: quem nos ferir também será ferido. Nos defenderemos contra qualquer ameaça e faremos isso com equilíbrio e determinação”, completou.
O Irã lançou mais de 100 drones contra o território israelense, disse uma autoridade das Forças de Defesa de Israel em entrevista coletiva neste sábado (13).
No país, a expectativa é de que os ataques se aproximem de Israel nas próximas horas. As Forças de Defesa tentam rastrear e interceptar os drones, e uma operação que deve levar a quedas nos serviços de GPS em certas localidades do país está sendo conduzida.
A retaliação do Irã já estava prevista pelas autoridades israelenses, após a República Islâmica acusar Israel de realizar um ataque contra uma representação diplomática do país na Síria, na semana passada, em meio à intensificação das tensões entre os dois países nos últimos meses.
“O malicioso regime sionista será punido”, disse o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, em publicação nas redes sociais neste sábado.
Israel fecha espaço aéreo
O espaço aéreo de Israel foi fechado temporariamente para pousos e decolagens, seguindo medida que já havia sido adotada neste sábado pela vizinha Jordânia, que disse estar pronta para interceptar ataques, ainda em meio aos temores de que a retaliação ocorresse.
Mais cedo, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que o país, “especialmente nas últimas semanas”, vinha se preparando para “ataques diretos” do Irã – de maneira geral, Israel costuma ser atacado por grupos radiciais islâmicos apoiados pelos iranianos, mas não pela República Islâmica em si.
“Quem nos ferir, também será ferido. Nos defenderemos contra qualquer ameaça e faremos isso com equilíbrio e determinação”, afirmou Netanyahu.
Após as forças armadas israelenses virem a público dizer que haviam identificado ataques iranianos, os Estados Unidos saíram em defesa do país aliado, frisando que o apoio americano a Israel é “inflexível”.
Em um longo texto publicado no Telegram, no domingo (31/3), o Hamas pediu desculpas pelo sofrimento causado aos palestinos no confronto contra o exército de Israel. Apesar do pedido, o Hamas reforça o desejo de continuar com a guerra, pois acredita que permitirá a “vitória e a liberdade”.
No texto, o movimento agradeceu os moradores da Faixa de Gaza, admitindo que a população está “exausta”. Segundo informações da CBN, o Hamas pretende controlar os preços durante a guerra para tentar melhorar a situação no decorrer da guerra.
Em resposta, Israel prometeu “aniquilar” o Hamas e lançou uma ofensiva que já fez mais de 32 mil mortos, segundo o último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde do Hamas, na sexta-feira (29/3).
Acorda cagão, assista qualquer jornal de televisao, que os números são maiores ainda. O massacre contra a população é um verdadeiro extermínio.
Muita coisa seria resolvida, se o HAMAS não ficasse atrás dos palestinos colocando-os como escudo, e liberasse os reféns, infelizmente não falam nisso.
As IDF (Forças de Defesa de Israel, em tradução livre) informaram neste domingo (17) que destruíram uma rede 2,5 km de túneis do Hamas.
Segundo o exército israelense, a rede subterrânea se estendia da região norte da cidade de Gaza até a região sul. Em vídeo divulgado em seu perfil do X (antigo Twitter), as IDF definiram a operação como “a destruição do maior túnel de terror da Faixa de Gaza”.
Nas imagens, um soldado caminha ao longo de um túnel. Em seguida, é possível ver, em uma imagem aérea, o momento em que a rede é explodida.
Matou mais algumas centenas de pessoas, principalmente crianças e mulheres, mas isso é só um detalhe. Todo dia uma nova versão para os milhares de mortes no campo de concentração de Gaza, os famintos se jogaram debaixo dos caminhões, se suicidaram, atiraram uns contra os outros…..
Caro Bosco, com todo respeito, não entendi nada do seu comentário.
É só o hamas devolver os reféns que a guerra acaba amanhã. Devolve? não! por que? Porque o hamas está pouco se lixando para o próprio povo que morre enquanto eles mesmos roubam cargas de comida destinadas a civis e se escondem feito ratos embaixo de creches e hospitais para continuar sua guerra “santa”. Outra pergunta interessante… por quê o Egito que também é maioria árabe e maioria islâmica não abre as fronteiras para os próprios “irmãos” palestinos saírem de Rafá? Pode falar o que quiser de Israel, mas pelo menos os soldados de Israel ficam na linha de frente enquanto as mulheres e crianças israelenses ficam atrás.
Joao Macena, acredito que só vc mereça uma resposta, o resto tem dificuldade de leituras, de interpretação nem se fala. Estou dizendo que Israel está usando força desproporcional contra civis palestinos, principalmente crianças e mulheres, em vista do assassinato brutal que seus terroristas fizeram contra civis de Israel. Quase quarenta mil mortos e 3 milhões de palestinos sendo massacrados diariamente, além de falta de água, alimento, energia, medicamentos e combustível, é disso que estou falando. Muitos líderes mundiais já fizeram essa crítica, porém Israel tem o apoio dos EUA, aí tudo pode fazer com quem contrariar seus objetivos. Tem outros detalhes, mas aqui não seria o lugar adequado para se debater tais questões.
Esse bosco é um nazifacista da esquerda brasileira! Adoradores de Hitler e do PARTIDO do Nacional Socialismo DOS TRABALHADORES Alemâes!
VPAF, faço minhas suas palavras, Parabéns….
Hamas que se passar por vítima, na verdade são uns corvades.
Israel avante, sempre…
Bosco, imagine eu pegar várias crianças como escudo e sair nas ruas matando pessoas sem parar, ninguém reage porque senão pode atingir as crianças, eles continuam matando e rindo porque o plano é um sucesso…seria… se a mentalidade da vítima fosse de um tolo ou de um covarde.
Enviada especial da ONU: “Temos informações que violência sexual, incluindo estupro, tortura sexual, tratamento cruel, desumano e degradante foram cometidos contra reféns israelenses por elementos do Hamas”.
A relatora especial da ONU sobre violência sexual em conflitos armados afirmou nesta segunda-feira ter “informações claras e convincentes” de que mulheres sequestradas pelo grupo terrorista Hamas, no dia 7 de outubro do ano passado, foram e estão sendo submetidas a violência sexual, e de outros tipos, no cativeiro. A divulgação do relatório era aguardada pelo governo de Israel, que há meses aponta para casos de estupro durante os ataques de outubro, e acusa a ONU de “inação” diante das denúncias.
“Com base nas informações obtidas, equipe da missão encontrou evidências claras e convincentes de que violência sexual, incluindo estupro, tortura sexualizada e tratamento cruel, desumano e degradante foram cometidos contra reféns, e há razões para se acreditar que essa violência pode estar sendo realizada contra os que estão no cativeiro”, afirmou o escritório da relatora, Pramila Patten, em comunicado à imprensa.
No texto, Patten afirmou que durante sua visita de 17 dias a Israel e à Cisjordânia se reuniu com autoridades, testemunhas dos ataques, parentes dos sequestrados e sobreviventes. Além das entrevistas, foram realizadas análises de imagens, fotos e relatórios de especialistas forenses.
Outra constatação foi sobre violência sexual cometida contra as vítimas civis e militares do ataque do Hamas — um dos exemplos é a ação contra o festival de música eletrônica que ocorria perto da divisa com Gaza, onde centenas de pessoas foram mortas. Segundo a relatora, de indícios de que algumas vítimas foram estupradas, em alguns casos por vários homens, antes de serem executadas.
“A equipe achou um padrão das vítimas, na maior parte mulheres, encontradas totalmente ou parcialmente nuas, amarradas e baleadas em vários locais. Apesar de circunstancial, esse padrão pode indicar várias formas de violência sexual, incluindo tortura e tratamento cruel, desumano e degradante”, afirma o comunicado.
As alegações de que o Hamas cometeu estupros durante o ataque do dia 7 de outubro e continua a cometê-los contra os reféns sequestrados são feitas há meses por organizações civis e pelo governo de Israel, e havia a expectativa de que o relatório da ONU comprovasse as denúncias. No comunicado, a relatora afirma que a completa extensão dos estupros e outros tipos de violência “pode levar meses ou anos para surgir, e talvez jamais seja conhecida por completo”. O documento não traz casos específicos, citando a necessidade da preservação da identidade das vítimas.
O exército israelense apresentou imagens que mostram um jornalista da Al Jazeera – jornal estatal do Qatar – participando de atividades militares com membros do grupo extremista Hamas. As fotos foram divulgadas no domingo (11) pelo tenente-coronel Avichay Adraee, porta-voz das FDI (Forças de Defesa de Israel).
Segundo o militar israelense, o homem nas fotos é o jornalista Muhammad Samir Muhammad Wishah. Ele é apontado como comandante do esquadrão de mísseis anti-blindagem do Hamas. “Pela manhã, jornalista da Al-Jazeera, à tarde terrorista do Hamas”, diz a publicação de Adraee.
De acordo com o exército israelense, as imagens foram encontradas em um laptop retirado de um campo do Hamas depois de uma operação das FDI.
“Quem sabe quantos detalhes revelaremos sobre a presença de outros terroristas em trajes jornalísticos num futuro próximo”, diz o final da publicação.
O governo de Israel anunciou que deseja encerrar as atividades da agência da ONU para os Refugiados Palestinos (UNRWA) em Gaza ao final da guerra. O ministro das Relações Exteriores, Israel Katz, afirmou que essa decisão é motivada pela acusação de envolvimento de alguns funcionários da agência no ataque do Hamas em território israelense, ocorrido em 7 de outubro.
A intenção do governo israelense é assegurar que a UNRWA não faça parte da solução no território palestino após o conflito com o movimento islamista palestino. Katz expressou o desejo de interromper todas as atividades da agência.
O Hamas, por sua vez, denunciou as “ameaças” israelenses à UNRWA e fez um apelo para que a ONU e outras organizações internacionais não cedam a essas pressões. A agência, em resposta, demitiu “vários funcionários” acusados de participação no ataque do Hamas. Os Estados Unidos decidiram suspender temporariamente o financiamento adicional à agência, uma medida seguida por outros países. O Departamento de Estado americano afirmou que doze funcionários “poderiam estar envolvidos” no ataque do Hamas. O diretor da UNRWA, Philippe Lazzarini, comprometeu-se a responsabilizar qualquer funcionário da agência envolvido em atos de terrorismo, inclusive por meio de ações legais.
A guerra teve início com um ataque do Hamas ao sul de Israel em 7 de outubro, resultando em quase 1.140 mortes, principalmente civis, e o sequestro de outras 250 pessoas. Em resposta, Israel lançou uma ofensiva aérea e terrestre que causou a morte de pelo menos 26.257 pessoas em Gaza, a maioria mulheres e menores de idade, segundo o Ministério da Saúde do Hamas.
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, afirmou neste domingo, 28, que um dos 12 funcionários da UNRWA acusados de envolvimento no ataque do Hamas em 7 de outubro foi morto. A ONU não deu detalhes sobre as circunstâncias em que ocorreu a morte do funcionário.
De acordo com Guterres, outros nove foram demitidos da agência da ONU para refugiados palestinos.
“As Nações Unidas estão tomando medidas rápidas na sequência das alegações extremamente graves contra vários funcionários da Agência de Assistência e Obras da ONU”, afirmou o secretário-geral, acrescentando que a entidade iniciou uma investigação sobre o caso.
“Qualquer funcionário da ONU envolvido em atos de terror será responsabilizado, inclusive através de processo criminal.”
Guterres, no entanto, pediu aos países que suspenderam o financiamento da UNRWA que “garantam pelo menos” a continuação das operações da agência.
“Embora compreenda as suas preocupações, eu próprio fiquei horrorizado com estas acusações, exorto vivamente os governos que suspenderam as suas contribuições a garantirem, pelo menos, a continuidade das operações da UNRWA”, afirmou Guterres em comunicado.
Na sexta-feira, 26, os Estados Unidos anunciaram que iriam “suspender temporariamente” todos os futuros financiamentos à agência da ONU responsável pela distribuição de ajuda aos civis na Faixa de Gaza.
O país foi um dos maiores doadores da agência em 2022, assim como a Alemanha, a União Europeia e a Suécia. O Departamento de Estado dos EUA afirmou estar “extremamente preocupado” com as acusações de Israel envolvendo 12 funcionários da UNRWA, que estariam envolvidos nos ataques do Hamas.
O que a UNRWA faz?
A UNRWA – Agência das Nações Unidas de Assistência e Obras para os Refugiados da Palestina no Oriente Próximo — foi fundada em 1949, após a Guerra Árabe-Israelense de 1948. Iniciou suas operações em maio de 1950.
Com cerca de 30 mil funcionários, a agência da ONU fornece educação, cuidados de saúde e serviços sociais a refugiados palestinos na Jordânia, na Síria, no Líbano, na Cisjordânia e na Faixa de Gaza.
Como a UNRWA é financiada?
A agência recebe quase todo o seu orçamento de doações voluntárias de estados membros da ONU. Em 2022, de acordo com o site da entidade, as doações totalizaram 1,17 bilhões de dólares. Em janeiro de 2023, a organização apelou à comunidade global para aumentar o seu orçamento para 1,63 bilhões de dólares.
Os EUA, a Alemanha, a União Europeia e a Suécia foram os maiores doadores individuais da agência neste ano, contribuindo com 61% do seu financiamento global.
Vários países suspenderam o financiamento à agência das Nações Unidas de assistência aos palestinos (UNRWA), depois que a ONU demitiu 12 funcionários que são investigados por envolvimento nos ataques do Hamas, em 7 de outubro de 2023.
Os Estados Unidos foram os primeiros a suspender a ajuda financeira à agência. O anúncio foi feito pelo Departamento de Estado americano. “O secretário de Estado Antony Blinken falou com o secretário-Geral das Nações Unidas António Guterres em 25 de janeiro para enfatizar a necessidade de uma investigação completa e rápida deste assunto”, disse o porta-voz Matt Miller em um comunicado.
A Austrália seguiu os Estados Unidos na decisão e suspendeu o apoio temporariamente. “As alegações de que o pessoal da UNRWA esteve envolvido nos abomináveis ataques terroristas de 7 de outubro são profundamente preocupantes”, disse a ministra dos Negócios Estrangeiros da Austrália, Penny Wong, num comunicado publicado neste sábado (27) no X, antigo Twitter.
O ministro do Desenvolvimento Internacional do Canadá, Ahmed Hussen, fez o anúncio na sexta-feira no X. “O Canadá condena o ataque de 7 de outubro a Israel. Estou profundamente preocupado com as alegações relacionadas a alguns funcionários da UNRWA”, escreveu ele.
O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, confirmou em X que a Itália também suspendeu o financiamento da UNRWA, acrescentando que “estamos comprometidos em fornecer assistência humanitária à população palestina e proteger a segurança de Israel.”
Eis o valor da contribuição de cada um dos governos que anunciou a suspensão:
EUA – 343 milhões de dólares
Canadá – 23 milhões de dólares
Reino Unido – 21 milhões de dólares
Itália – 18 milhões de dólares
Austrália – 13 milhões de dólares
Finlândia – 7 milhões de dólares
Entenda o caso:
A agência das Nações Unidas de assistência aos palestinos (UNRWA) disse na sexta-feira que abriu uma investigação sobre funcionários suspeitos de envolvimento nos ataques de 7 de outubro em Israel pelo Hamas e que cortou os laços com esses funcionários.
“As autoridades israelenses forneceram à UNRWA informações sobre o suposto envolvimento de vários funcionários da UNRWA nos terríveis ataques a Israel em 7 de outubro”, disse Philippe Lazzarini, comissário-geral da UNRWA.
“Para proteger a capacidade da agência de prestar assistência humanitária, tomei a decisão de rescindir imediatamente os contratos desses funcionários e iniciar uma investigação para estabelecer a verdade sem demora”, afirma Lazzarini.
A UNRWA, criada em 1949 após a primeira guerra árabe-israelense, oferece serviços que incluem educação, cuidados primários de saúde e ajuda humanitária aos palestinos em Gaza, Cisjordânia, Jordânia, Síria e Líbano.
Israel propôs ao Hamas uma pausa de até 2 meses nos combates como parte de um novo acordo de cessar-fogo. Se aprovada, a proposta incluiria a libertação de todos os reféns restantes na Faixa de Gaza, segundo afirmaram autoridades israelenses nesta 2ª feira (22.jan.2024). As informações são da Axios.
A proposta, mediada pelo Qatar e pelo Egito, teria sido aprovada pelo gabinete de guerra israelense em 12 de janeiro. O acordo incluiria a libertação de todos os reféns restantes que estão vivos na Faixa de Gaza e o retorno dos corpos dos reféns no decorrer de várias fases.
Na 1ª fase, mulheres, homens com mais de 60 anos e reféns em condição médica crítica seriam libertos pelo grupo extremista. Já as próximas etapas possibilitariam progressivamente a soltura de soldados mulheres, homens com menos de 60 anos que não são soldados, homens do exército israelenses e os corpos dos reféns.
Embora a proposta não inclua um acordo para encerrar a guerra, é o período mais longo de cessar-fogo que Israel ofereceu ao Hamas desde o início do conflito em 7 de outubro.
No domingo (21.jan), o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, rejeitou uma proposta do Hamas para o encerramento da guerra e a libertação dos reféns levados à Faixa de Gaza. Ele disse que “apenas a vitória total” garantiria a eliminação do grupo extremista e o regresso de todos os que foram capturados.
“O Hamas exige, em troca da libertação dos nossos reféns, o fim da guerra, a retirada das nossas forças da Faixa de Gaza, a libertação dos assassinos e violadores de Nukhba [um braço armado do grupo] e a manutenção do Hamas”, disse Netanyahu.
Segundo as autoridades israelenses, agora Tel Aviv aguarda uma resposta do grupo à proposta de cessar-fogo e está otimista quanto à possibilidade de progredir nos próximos dias.
Sob o acordo, Israel e Hamas determinariam previamente a quantidade de prisioneiros palestinos a serem libertos para cada refém israelense nas categorias específicas. Posteriormente, seriam realizadas negociações separadas para definir as identidades desses prisioneiros.
De acordo com a proposta, as IDF (Forças de Defesa de Israel) também seriam realocadas e sairiam de alguns dos principais centros populacionais da Faixa de Gaza. A mudança permitiria o retorno gradual de civis palestinos à região durante a implementação do acordo.
Vai dá um descanso para seus soldados recarregárem suas armas, e voltar para continuar o massacre dos civis palestinos. Mais dez mil crianças já foram mortas nesses 3 meses de massacre no campo de concentração de Gaza, Auschwitz deixou saudades para os judeus.
E tu está lá para saber esses números?? Quem divulgou essa possível quantidade de mortos foi o grupo terrorista que tu está defendendo e que começou essa guerra! Leva pra tua casa um de seus integrantes e deixa com tua família.
Parei de ler no “dá”.
Foram atacar os Israelenses se fud…, agora a pergunta é pra vc barbapapa, e se um bandido invadisse sua casa e estrupa-se sua mulher assassinasse seu filho vc faria o que chamaria o Batman ? ..acaba não mudo escroto !!!
Canalha
Citar números divulgados por uma organização terrorista nos diz tudo que precisamos saber sobre você. Antes de discutir medidas de afrouxamento na segurança das fronteira de Gaza e Cisjordânia, Israel precisa se certificar de que essas regiões não estejam nas mãos de terroristas, mas para entender isso tem que ter mais de 20 neurônios e um bom caráter. Não é o caso da maioria dos esquerdistas.
Atirava no bandido, né boina verde. E o que a mulher, os filhos e os pais do bandido tem haver com isso???
As agências de inteligência dos Estados Unidos estimam que as forças de segurança israelenses eliminaram apenas entre 20 a 30% dos terroristas do Hamas na Faixa de Gaza.
De acordo com o Wall Street Journal, os EUA acreditam que o grupo terrorista ainda tem munições suficientes para continuar a combater as forças israelenses durante vários meses.
Os números revelados pelo jornal americano parecem corresponder em grande parte às estimativas de Israel.
Na semana passada, como mostramos, as Forças de Defesa de Israel (FDI) disseram que mais de 9 mil membros do Hamas e outros grupos terroristas foram mortos na Faixa de Gaza desde o início da guerra, além de cerca de mil terroristas no território de Israel em 7 de outubro.
Em 2021, um comandante sênior das FDI disse acreditar que o Hamas tinha cerca de 30 mil combatentes.
As Forças de Defesa de Israel preveem que os confrontos em Gaza devem continuar ao longo de 2024. O objetivo de Israel é enfraquecer as capacidades militares e governamentais do Hamas. Além disso, prometeu continuar os esforços até a libertação de todos os reféns que ainda estão nas mãos dos terroristas.
Israel contabiliza 9 mil mortes
No Papo Antagonista de quarta-feira, 17, o major Rafael Rosenshein, porta-voz das Forças de Defesa de Israel (FDI) nascido no Brasil, falou sobre a reação do Estado judeu aos ataques do grupo terrorista Hamas. O militar afirmou que o exército israelense já eliminou 9 mil terroristas na Faixa de Gaza no conflito.
“Nós sabemos que 9 mil terroristas foram eliminados na Faixa de Gaza. Esses terroristas que foram eliminados não estão com farda, não estão uniformizados como soldados, eles estão vestidos como civis comuns e são contados pelo Hamas como civis que foram mortos por Israel.”
O problema não é o Líbano, mas quem financia o terrorismo e é apoiado pelo presidente do Brasil, o Irã. Sem o fornecimento de armas pelo Irã não haveria guerra contra o Líbano (Hezbolah).
Ter relações comerciais não tem nada a ver com apoiar atos terroristas.