Fotos: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil – José Cruz/Agência Brasil
Com base na legislação eleitoral, os ministros que pretendem ser candidatos devem se desincompatibilizar de seus cargos até seis meses antes das eleições, ou seja, até 1º de abril. O presidente Jair Bolsonaro admitiu que até 12 ministros deverão deixar seus cargos no governo para disputar o pleito.
Em relação aos ministérios das Comunicações, comandado por Fábio Faria (PSD), e o do Desenvolvimento Regional, liderado por Rogério Marinho, como neste ano haverá apenas uma vaga para o Senado em cada unidade da Federação, Marinho continuará no ministério, em favor da candidatura de Faria a senador pelo RN, ressalta o vice-líder do governo na Câmara, Evair de Melo (PP-ES), em reportagem do jornal Correio Braziliense.
A matéria também mostra outros ministros que devem deixar seus cargos para a disputar as eleições. O ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas disputa o governo de São Paulo; Onyx Lorenzoni, ministro do Trabalho e Previdência, disputará o governo do Rio Grande do Sul; João Roma, ministro da Cidadania, vai disputar o governo da Bahia. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina vai disputar vaga no Senado, assim como a ministra da Secretaria do Governo Flávia Arruda. O ministro do Turismo, Gilson Machado, pode disputar vaga no Senado, Câmara ou até o governo de Pernambuco.
Apoiado Bolsonaro, temos que fazer os nossos!
Em 2018 Fábio quase ficava de fora. Em 2018 Rogério ficou de fora. Em 2022 os dois ficaram de fora.
*Em 2022 os dois ficarão de fora.
Não é possível, Rogério Marinho perder para esse Pavão! Se for verdade vou procurar outro candidato para o senado.
Quase não entra como deputado, imagine como senador. A única coisa relevante que fez como ministro foi balançar a cabeça para o MINTO.