O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) recebeu com surpresa e indignação a decisão do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu, neste domingo (4/9), o piso salarial nacional da enfermagem.
Diversos sindicatos estaduais entraram em contato com o conselho neste domingo, manifestando discordância com os termos apresentados por Barroso para justificar a medida. Além disso, diz o Cofen, entidades estaduais já comunicaram a confederação que podem organizar paralisações por todo o país.
Na decisão do ministro, fica definido prazo de 60 dias para que a categoria esclareça o impacto financeiro da medida avalizada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). O magistrado quer avaliar os riscos para empregabilidade no setor e analisar se haverá impacto na qualidade dos serviços prestados.
Esses caras são uns fdp…
Eles mesmo aprovaram 18% pra o judiciário.
Agora esse sujeito, bloqueia os direitos adquiridos pela Sanção do presidente Jair Bolsonaro.
Aperte o 13 pra eleger lula e se fuderem com esmolas.
Bando de jegues, burros.
Esse é o ministro que LULA indicou para o STF? Então, LULA também tem culpa nessa canetada? Então, LULA quer voltar e vai mandar dar canetada em tudo, isso ele inclusive falou no debate, vcs lembram quando LULA falou em tô de ameaça à Bolsonaro. Veja a turma que vcs querem no poder. Parabéns aos tolos, que deles vivem os sabidos. FORA LULA.
Dou o maior apoio aos enfermeiros ! Quem realmente trabalhou, e muito, nos últimos anos, quem levou a pandemia nas costas e GANHANDO POUCO ! Depois de 2 sessões na câmara, 2 no senado, a sanção presidencial! Aí vem UM ministro do supremo e da uma canetada derrubando todo esse trabalho !? Culpa do congresso tbm q está deixando eles governarem o Brasil passando por cima de legislativo e executivo ! Deveriam redigir leis proibindo decisões monocraticas e tbm contra decisões plenas do executivo e legislativo
A mesma situação da lei que alterou a legislação trabalhista dos empregados domésticos. A diferença é que se consegue passar sem empregados domésticos, mas sem enfermeiros não. Após governos municipais e estaduais teriam que reduzir gastos com publicidade e ONGs para colocar na saúde. Aí não pode. Recorrem ao ministro que quer governar sem receber votos. 🤦♂️ lamentável.
Quando é pra reajustar os faraônicos salários deles, não estão preocupados com “impacto financeiro”. Esse STF precisa de democracia através de concurso para acessá-lo. Nomeação feita por políticos com o rabo preso, da nisso.
Mesmo durante o recesso, ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) intensificaram articulações para reagir a uma eventual liminar do ministro Jhonatan de Jesus que poderia reverter a liquidação do Banco Master, determinada pelo Banco Central. A movimentação ganhou força com a proximidade da acareação ordenada pelo ministro Dias Toffoli, no Supremo Tribunal Federal (STF), elevando a tensão nos bastidores da Corte.
A informação é do blog da Malu Gaspar, do O Globo. O relator do caso no TCU não conta com apoio majoritário para desfazer a liquidação, mas uma decisão individual durante o recesso poderia restabelecer temporariamente o funcionamento do banco até fevereiro de 2026. Diante desse risco, parte dos ministros passou a defender a convocação de uma sessão extraordinária para analisar e derrubar rapidamente qualquer liminar, estratégia vista como necessária para evitar uma reviravolta institucional.
O Banco Master foi liquidado em novembro após o Banco Central e a Polícia Federal identificarem uma fraude de R$ 12,2 bilhões envolvendo a compra de papéis sem lastro pelo BRB, que tentou adquirir a instituição em meio a forte lobby político. A operação foi barrada pelo BC em setembro, o que desencadeou disputas judiciais e questionamentos no TCU.
Jhonatan de Jesus colocou a atuação do Banco Central sob escrutínio ao cobrar explicações sobre a liquidação, citando possível “precipitação” na adoção de uma “medida extrema”, o que gerou receio de interferência na autonomia do regulador. O BC já entregou documentos ao Tribunal, que seguem sob análise técnica e tramitam em sigilo por decisão do relator.
Nos bastidores, ministros avaliam que uma eventual derrota em plenário poderia custar ao relator o controle do processo, já que o regimento prevê redistribuição da relatoria nesses casos. O episódio ocorre em paralelo às investigações conduzidas no STF, onde Toffoli manteve a acareação entre Daniel Vorcaro, Paulo Henrique Costa e representantes do BC, ampliando a pressão institucional em torno do caso.
Relatórios divulgados em dezembro de 2025 pela Instituição Fiscal Independente (IFI), ligada ao Senado, e pelo Ipea, vinculado ao próprio governo federal, convergem em um diagnóstico preocupante: a política fiscal do governo Lula até cumpre o arcabouço na forma, mas perde credibilidade e se mostra incapaz de estabilizar a dívida pública no médio prazo.
No Relatório de Acompanhamento Fiscal, a IFI afirma que o excesso de exceções às regras enfraqueceu o regime fiscal. O órgão destaca que despesas como precatórios, gastos com defesa, investimentos do PAC, ressarcimentos do INSS e a reestruturação dos Correios foram retiradas do cálculo do resultado primário, somando mais de R$ 170 bilhões fora das regras nos três primeiros anos do novo arcabouço.
Outro ponto sensível é a mudança na LDO de 2026, que passou a permitir a busca pelo piso da meta fiscal após entendimento do TCU. Para a IFI, a alteração representa um rebaixamento prático das metas e desloca o debate para a trajetória da dívida em relação ao PIB. O relatório é direto ao afirmar que os números “revelam inequivocamente a insustentabilidade do atual regime fiscal”.
Para 2026, a IFI projeta deficit primário de R$ 26,5 bilhões, mesmo após deduções expressivas, e alerta que o cumprimento da meta exigirá forte contingenciamento de despesas discricionárias. No médio prazo, o espaço fiscal tende a desaparecer, com risco de colapso já a partir de 2028.
O Ipea adota tom mais técnico, mas reconhece as mesmas tensões. O instituto aponta dificuldades para conciliar crescimento econômico, ampliação de gastos sociais e controle fiscal em um orçamento engessado, além de destacar limites políticos para aumento de receitas e corte de despesas. Até novembro de 2025, o deficit primário acumulado chegou a R$ 75,7 bilhões, enquanto Lula sancionou o Orçamento de 2026 com veto a 26 dispositivos aprovados pelo Congresso.
O início de 2026 marcou uma mudança que já começa a pesar no bolso de quem trabalha por conta própria. Com novas exigências fiscais em vigor, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a alcançar diretamente profissionais informais, como cabeleireiros, pedreiros, eletricistas, diaristas e professores particulares, que agora entram no radar da Receita Federal.
Na prática, autônomos que emitem nota fiscal no próprio CPF ficam sujeitos a uma carga tributária que pode chegar a 25% do faturamento. A obrigação vale mesmo para quem não possui empresa formalizada, o que gera apreensão entre trabalhadores que antes atuavam à margem do sistema tributário tradicional.
Há, porém, alternativas pouco divulgadas. A emissão de nota via CNPJ reduz drasticamente a tributação, e a formalização como Microempreendedor Individual (MEI) permite o pagamento apenas do DAS, com valor mensal em torno de R$ 80, englobando impostos e contribuição previdenciária.
Críticos do governo afirmam que a medida amplia a arrecadação às custas dos mais vulneráveis e reforça a percepção de avanço do Estado sobre rendas informais. A crítica ecoa discursos de líderes liberais, como o presidente argentino Javier Milei, que classificou a tributação excessiva como um obstáculo à liberdade econômica e à sobrevivência de pequenos trabalhadores.
Em meio à escalada de tensão com Washington, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou nesta quinta-feira (1) que está disposto a abrir um diálogo com os Estados Unidos para tratar de temas como petróleo, migração e combate ao narcotráfico. Segundo ele, Caracas está pronta para “conversar seriamente” caso haja interesse do governo norte-americano.
Maduro citou a possibilidade de um acordo energético que permita investimentos de empresas dos EUA, como a Chevron, atualmente a única grande petrolífera americana autorizada a exportar petróleo venezuelano. O líder chavista também sugeriu negociações sobre voos de deportação de venezuelanos e cooperação antidrogas, afirmando que os termos poderiam ser definidos “onde e como eles quiserem”.
As declarações ocorreram no mesmo dia em que forças militares americanas realizaram um novo bombardeio contra embarcações suspeitas de tráfico de drogas na região. A ação faz parte de uma ofensiva ampliada que, nesta semana, já incluiu a confirmação de um ataque em solo venezuelano pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
A pressão sobre Maduro se intensificou desde agosto, quando Washington elevou para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levassem à prisão do venezuelano e reforçou a presença militar no Caribe. Apesar de contatos diretos entre Trump e Maduro em novembro, as conversas não avançaram. Segundo a imprensa americana, os EUA também demonstram interesse estratégico nas reservas venezuelanas, as maiores comprovadas de petróleo do mundo, enquanto seguem apreendendo embarcações e impondo bloqueios sob alegação de sanções internacionais.
Após o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) receber alta hospitalar e retornar à Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, Michelle Bolsonaro publicou uma mensagem de apoio nas redes sociais nesta quinta-feira (1º). A ex-primeira-dama afirmou que a família vai superar “os dias maus” e exaltou o marido, que segue cumprindo pena determinada pelo STF.
Na publicação no Instagram, Michelle citou uma frase atribuída a Winston Churchill — mas que, na verdade, é do escritor norte-americano John C. Maxwell — para definir Bolsonaro como um líder. Em seguida, declarou apoio público: “Você é grande, meu amor! Existe um Brasil de bem que te ama e ora por você. Vamos vencer os dias maus. Que Deus te abençoe. Te amo e estarei ao seu lado”.
Bolsonaro estava internado desde 24 de dezembro no Hospital DF Star, onde passou por uma herniorrafia inguinal bilateral, procedimentos para conter crises persistentes de soluços e uma endoscopia digestiva alta. Após a alta, a defesa solicitou ao ministro Alexandre de Moraes a concessão de prisão domiciliar humanitária, pedido que acabou sendo negado.
Na decisão, Moraes afirmou que não houve agravamento do estado de saúde do ex-presidente e que os laudos médicos indicam melhora clínica após os procedimentos. O ministro também ressaltou que todas as recomendações médicas podem ser cumpridas na sala de Estado-Maior da PF, onde Bolsonaro segue preso após condenação a 27 anos e três meses por crimes ligados à tentativa de golpe de Estado.
A proximidade das eleições de 2026 deve influenciar diretamente as negociações pelo comando das comissões permanentes da Câmara dos Deputados. Com um calendário legislativo mais curto e foco crescente nas campanhas, parlamentares passam a disputar espaços de maior visibilidade política, capazes de projetar pautas e fortalecer discursos eleitorais.
Com a retomada dos trabalhos em fevereiro, as primeiras semanas serão marcadas por intensas articulações para a definição dos presidentes dos colegiados. A escolha segue a proporcionalidade das bancadas, o que garante às maiores siglas prioridade na ocupação dos cargos. Ao todo, são 30 comissões permanentes, cuja instalação, no ano passado, levou mais de um mês devido a acordos herdados da gestão de Arthur Lira e da eleição de Hugo Motta para a presidência da Casa.
O comando dessas comissões é estratégico porque permite controlar a pauta, acelerar ou travar projetos e até impulsionar convocações de ministros. As maiores disputas costumam envolver a CCJ e colegiados ligados a áreas sensíveis ao governo, além da CMO, que neste ano será presidida por um deputado. Paralelamente, a Câmara tenta avançar em temas de forte apelo eleitoral, como segurança pública, com a PEC da Segurança e o projeto Antifacção, que podem ir direto ao plenário.
Outro movimento esperado para o início do ano legislativo é a troca de lideranças partidárias. O PT terá Pedro Uczai no lugar de Lindbergh Farias, enquanto o PSB será comandado por Jonas Donizetti. Na oposição, o PL já confirmou Cabo Gilberto Silva como líder. Algumas siglas, como União Brasil e PL, optaram por manter seus atuais comandos, em meio a um cenário de reorganização política que antecede a disputa eleitoral.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve passar por uma ampla reformulação a partir de abril, com a saída de quase metade dos ministros para disputar as eleições de 2026. A estratégia do Palácio do Planalto é preencher a maioria das vagas com os atuais secretários-executivos — os chamados “números dois” das pastas — numa tentativa de evitar descontinuidade administrativa em um ano decisivo para a reeleição do petista.
Segundo o próprio Lula, ao menos 18 ministros devem deixar o governo, número que pode chegar a 22. Entre os primeiros nomes cotados para a saída estão Fernando Haddad (Fazenda) e Ricardo Lewandowski (Justiça). Embora nenhum dos dois pretenda disputar cargos eletivos, Haddad é pressionado pelo PT a concorrer em São Paulo, enquanto Lewandowski avalia que sua missão no governo já foi cumprida. A tendência é que a Fazenda fique sob comando do secretário-executivo Dario Durigan.
Mudanças também devem atingir o núcleo do Planalto. Rui Costa deve deixar a Casa Civil para disputar o Senado pela Bahia, abrindo espaço para Miriam Belchior. Gleisi Hoffmann tende a concorrer a mais um mandato pelo Paraná, o que provocaria troca na Secretaria de Relações Institucionais. Há ainda a possibilidade de Sidônio Palmeira deixar a Comunicação Social para assumir o marketing da campanha presidencial.
Fora do Planalto, ministros como Marina Silva, Simone Tebet, Renan Filho, Silvio Costa Filho, Waldez Góes, Jader Filho e André Fufuca estão entre os que avaliam disputar cargos em 2026. Renan Filho é o único cotado para tentar um governo estadual, em Alagoas. A maioria deve concorrer ao Senado ou à Câmara, enquanto Lula acompanha de perto casos mais sensíveis, como os de Marina e Tebet.
A diretriz predominante no Planalto é apostar em soluções internas, promovendo quadros técnicos já integrados às pastas, especialmente na área de infraestrutura. A avaliação é que a “troca controlada” reduz riscos de paralisia, preserva entregas e permite ao governo atravessar o ano eleitoral com menos turbulência política.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), usou o primeiro dia de 2026 para provocar o PT e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em publicação nas redes sociais, Tarcísio escreveu que “a fórmula é simples” e concluiu: “Feliz 2026 = Fora PT”, em referência direta ao cenário eleitoral do próximo ano.
A postagem foi acompanhada por um vídeo em tom de ironia, no qual o governador aparece resolvendo uma “equação” em uma lousa até chegar ao resultado que associa a saída do PT a um ano feliz. Na gravação, Tarcísio veste uma camisa da Seleção Brasileira, símbolo amplamente associado ao bolsonarismo desde o governo Jair Bolsonaro (PL), de quem é aliado político.
A mensagem reforça a associação de Tarcísio ao campo da direita e alimenta especulações sobre seu papel nas eleições de 2026. O governador é citado como possível adversário de Lula na disputa presidencial, embora aliados avaliem que o caminho mais provável seja a tentativa de reeleição ao Palácio dos Bandeirantes.
Enquanto isso, Tarcísio enfrenta ruídos na própria base. O PP passou a pressionar publicamente o governador e avalia lançar candidatura própria ao governo paulista. Em nota, o diretório estadual da sigla cita descontentamento de prefeitos, dificuldades de diálogo e reclamações sobre a falta de espaço para parlamentares do partido.
O Progressistas também vê como estratégico alinhar o governo de São Paulo ao projeto nacional da legenda, especialmente diante da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência. A avaliação interna é que um governador mais afinado com esse plano fortaleceria as chapas proporcionais em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, ampliando a tensão política em torno do futuro de Tarcísio.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) empenhou quase a totalidade das emendas parlamentares previstas no Orçamento de 2025, em um movimento claro de reaproximação com o Congresso Nacional. Até 31 de dezembro, o Planalto reservou cerca de R$ 46,2 bilhões para investimentos indicados por deputados e senadores, o equivalente a 95,35% do total autorizado, que soma quase R$ 48,5 bilhões.
O empenho representa a penúltima etapa da execução orçamentária e indica que os recursos já foram separados para pagamento. Do total reservado, aproximadamente R$ 31 bilhões — cerca de 64% — já haviam sido efetivamente pagos até o fim do ano, segundo dados oficiais.
A maior fatia corresponde às emendas individuais, de execução obrigatória. Dos R$ 24,6 bilhões autorizados nessa modalidade, R$ 23,9 bilhões foram empenhados e R$ 19,7 bilhões pagos. Já as emendas de bancadas estaduais tiveram 85% dos recursos reservados, com R$ 10,5 bilhões empenhados e R$ 6 bilhões pagos. No caso das emendas de comissões, que não têm pagamento obrigatório, apenas 46% dos valores empenhados chegaram à fase de liberação.
A liberação acelerada ocorre em meio às dificuldades enfrentadas pelo governo no Congresso ao longo de 2025, quando o atraso no pagamento de emendas contribuiu para derrotas do Planalto em pautas sensíveis, como o PL Antifacção, além do travamento da PEC da Segurança. O desgaste também ampliou a resistência de parlamentares em votações estratégicas.
Após sucessivos atritos, Lula se comprometeu com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a empenhar todas as emendas até o fim do ano. O gesto busca recompor a base aliada e fortalecer a articulação política do governo às vésperas do ano eleitoral de 2026, quando temas como segurança pública e agenda trabalhista devem dominar o debate no Congresso.
Consagrada como uma das festas mais aguardadas do verão potiguar, a Hemotion White já olha para o futuro e prepara um novo e grandioso capítulo da sua história. A label confirmou que retorna em 2026 com uma edição totalmente inédita, em nova data, nova praia e em um novo patamar, celebrando os 20 anos do projeto.
Em publicação nas redes sociais, a organização adiantou que em janeiro também estará de férias, enquanto dedica atenção total à criação de uma experiência ainda mais especial para o próximo ano. A proposta é ir além do que já foi vivido, apostando em um novo cenário e em um formato ampliado, à altura da trajetória consolidada ao longo de duas décadas.
O anúncio veio acompanhado da mensagem “Uma pausa para algo inédito e inesperado”, reforçando o cuidado, a curadoria e o planejamento que sempre marcaram a Hemotion White e a tornaram referência entre as festas premium do Nordeste.
Com o selo #White20Anos, a Hemotion White promete surpreender mais uma vez e já desperta grande expectativa entre fãs, formadores de opinião e amantes de eventos exclusivos. Novas informações sobre data, local e atrações da edição comemorativa de 2026 serão divulgadas em breve nos perfis oficiais @hemotionwhite e @conceitohemotion.
Esses caras são uns fdp…
Eles mesmo aprovaram 18% pra o judiciário.
Agora esse sujeito, bloqueia os direitos adquiridos pela Sanção do presidente Jair Bolsonaro.
Aperte o 13 pra eleger lula e se fuderem com esmolas.
Bando de jegues, burros.
Esse é o ministro que LULA indicou para o STF? Então, LULA também tem culpa nessa canetada? Então, LULA quer voltar e vai mandar dar canetada em tudo, isso ele inclusive falou no debate, vcs lembram quando LULA falou em tô de ameaça à Bolsonaro. Veja a turma que vcs querem no poder. Parabéns aos tolos, que deles vivem os sabidos. FORA LULA.
Dou o maior apoio aos enfermeiros ! Quem realmente trabalhou, e muito, nos últimos anos, quem levou a pandemia nas costas e GANHANDO POUCO ! Depois de 2 sessões na câmara, 2 no senado, a sanção presidencial! Aí vem UM ministro do supremo e da uma canetada derrubando todo esse trabalho !? Culpa do congresso tbm q está deixando eles governarem o Brasil passando por cima de legislativo e executivo ! Deveriam redigir leis proibindo decisões monocraticas e tbm contra decisões plenas do executivo e legislativo
A mesma situação da lei que alterou a legislação trabalhista dos empregados domésticos. A diferença é que se consegue passar sem empregados domésticos, mas sem enfermeiros não. Após governos municipais e estaduais teriam que reduzir gastos com publicidade e ONGs para colocar na saúde. Aí não pode. Recorrem ao ministro que quer governar sem receber votos. 🤦♂️ lamentável.
É imoral esses urubus com uma simples canetada, tira o direito de milhares de enfermeiro em todo país, Palhaço 👎
Os sindicatos estão todos calados.
Se fosse um veto dado pelo presidente Bolsonaro, o falatório seria grande.
Quando é pra reajustar os faraônicos salários deles, não estão preocupados com “impacto financeiro”. Esse STF precisa de democracia através de concurso para acessá-lo. Nomeação feita por políticos com o rabo preso, da nisso.