Judiciário

“Infundada, irresponsável e leviana”: Forças Armadas se revoltam com declaração de Gilmar Mendes, dão resposta dura e acionarão PGR

Foto: Fellipe Sampaio /SCO/STF

O Ministério da Defesa informou nesta segunda-feira (13) que encaminhará uma representação à Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes.

A medida foi anunciada por meio de nota e foi motivada pela declaração feita no último sábado (11) pelo ministro do Supremo segundo qual o Exército se associou a um “genocídio” durante a pandemia do novo coronavírus.

O ministro Gilmar Mendes informou que não vai se manifestar sobre a nota da Defesa.

A nota foi assinada pelo ministro Fernando Azevedo e Silva, que é general da reserva do Exército, e pelos comandantes das Forças Armadas: general Edson Leal Pujol (Exército), almirante Ilques Barbosa Junior (Marinha) e brigadeiro Antonio Carlos Bermudez (Aeronáutica).

O vice-presidente Hamilton Mourão também criticou a declaração do ministro Gilmar Mendes. Em uma entrevista por videoconferência transmitida ao vivo nesta segunda-feira, ele foi questionado sobre o tema e afirmou que o magistrado “ultrapassou o limite da crítica” e criou um “incidente” com o Ministério da Defesa.

“Acho que a crítica, a crítica vai ocorrer, tem que ocorrer, ela é válida, mas o ministro ultrapassou o limite de crítica nisso aí”, disse.

Para Mourão, Gilmar Mendes “cruzou a linha da bola”, expressão que no jogo de polo significa cometer uma falta. “Cruzou a linha da bola querer comparar genocídio, fato das mortes ocorridas aqui no Brasil na pandemia, atribuir essa culpa ao Exército porque tem um oficial-general do Exército como ministro interino da Saúde”, acrescentou.

No sábado, durante uma transmissão ao vivo, Mendes disse que o Exército se associou a um “genocídio”, em referência à atuação de militares no Ministério da Saúde, entre os quais, o atual ministro interino, general Eduardo Pazuello.

“Não podemos mais tolerar essa situação que se passa no Ministério da Saúde. Não é aceitável que se tenha esse vazio. Pode até se dizer: a estratégia é tirar o protagonismo do governo federal, é atribuir a responsabilidade a estados e municípios. Se for essa a intenção é preciso se fazer alguma coisa. Isso é péssimo para a imagem das Forças Armadas. É preciso dizer isso de maneira muito clara: o Exército está se associando a esse genocídio, não é razoável. É preciso pôr fim a isso”, disse Gilmar Mendes.

Em meio à pandemia, o Ministério da Saúde está desde maio sem um titular. Pazuello comanda a pasta interinamente após a saída de dois ministros que discordaram do presidente Jair Bolsonaro sobre métodos para conter a pandemia: Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich.

À frente da pasta, Pazuello nomeou uma série de militares para postos-chave.

Ainda no fim de semana, a Defesa divulgou uma nota defendendo o trabalho dos militares na pandemia. A pasta informou que o contingente de militares mobilizado para a contenção do coronavírus é maior que o enviado pelo Brasil para a Segunda Guerra Mundial.

Nesta segunda-feira, o ministro e os comandantes das Forças divulgaram uma nova nota, na qual disseram repudiar “veementemente a acusação” feita por Gilmar Mendes. Segundo a manifestação, ataques gratuito a uma instituição de Estado não fortalecem a democracia no país.

“Comentários dessa natureza, completamente afastados dos fatos, causam indignação. Trata-se de uma acusação grave, além de infundada, irresponsável e sobretudo leviana. O ataque gratuito a instituições de Estado não fortalece a democracia”, diz trecho da nota.

A cúpula militar ainda destacou que genocídio é “um crime gravíssimo” no Brasil e na justiça internacional. Os militares ainda disseram que as Forças Armadas “estão completamente empenhadas justamente em preservar vidas”.

Leia a íntegra da nota do Ministério da Defesa

O Ministro da Defesa e os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica repudiam veementemente a acusação apresentada pelo senhor Gilmar Mendes, contra o Exército Brasileiro, durante evento realizado no dia 11 de julho, quando afirmou: “É preciso dizer isso de maneira muito clara: o Exército está se associando a esse genocídio, não é razoável”.

Comentários dessa natureza, completamente afastados dos fatos, causam indignação. Trata-se de uma acusação grave, além de infundada, irresponsável e sobretudo leviana. O ataque gratuito a instituições de Estado não fortalece a democracia.

Genocídio é definido por lei como “a intenção de destruir, no todo ou em parte, grupo nacional, étnico, racial ou religioso” (Lei nº 2.889/1956). Trata-se de um crime gravíssimo, tanto no âmbito nacional, como na justiça internacional, o que, naturalmente, é de pleno conhecimento de um jurista.

Na atual pandemia, as Forças Armadas, incluindo a Marinha, o Exército e a Força Aérea, estão completamente empenhadas justamente em preservar vidas.

Informamos que o MD encaminhará representação ao Procurador-Geral da República (PGR) para a adoção das medidas cabíveis.

Fernando Azevedo e Silva
Ministro de Estado da Defesa

Ilques Barbosa Junior
Almirante de Esquadra
Comandante da Marinha

Edson Leal Pujol
Comandante do Exército

Antônio Carlos Moretti Bermudez
Tenente-Brigadeiro do Ar
Comandante da Aeronáutica

G1

Opinião dos leitores

  1. Senhores militares, mandar cartinha de repúdio e cartinha para ação da PGR contra o ministro não vai dar em nada, vai ser arquivada ao longo do processo.
    Saudades de 1964, naquela época tinha macho.

  2. Blá blá blá …… Bolsonaro, Gilmar Mendes, Lula e todos. Vão trabalhar para sairmos do buraco.

  3. Gilmar mendes e um agente destabilizador , ele trabalha para alguém , ja fez isso outras vezes

  4. As forças armadas tem que destituir Gilmar Mendes do cargo, pois ele já era para ter saído a muito tempo, pois só serve para expedir HC para bandidos de muita grana.

  5. O pouco de respeito q as forças armadas tinham da população foi totalmente pro ralo junto com esse governo.

  6. Brasil tem que colocar esse trambolho no canto, que lhe foi cedido por um presidente de plantão, portanto politico. Odiado até por parte dos colegas, por suas ações a atos fora do tom. Já é chegada a hora de alguém lhe dizer que no nosso país existem homens de responsabilidade e vergonha, coisa que lhe falta.
    Indivíduo decrépito, asqueroso, boca mole, sem moral, pedante e arrogante, como ministro do STF se arvora a Deus, no entanto, está longe disso.

  7. e bom esse libertador de ladrões receber mesmo uma prensa das forças armadas, alguns ministros do STF tão se achando os donos do país e esse é um dos piores, ele e o tal de Alexandre de Moraes, tá na hora de mostrar a eles a verdadeira função deles.

  8. Infeliz,desnecessaria,inoportuna. O exercito tem trabalhado e fornecendo material médico,apoio aos estados.Êle deveria dirigir as suas críticas ao presidente,que não privilegiou o isolamento social , este sim,errou!

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Rússia pede ‘firmemente’ aos EUA que libertem Maduro e esposa

Foto: EFE/EPA/VYACHESLAV PROKOFYEV / SPUTNIK / KREMLIN POOL

A Rússia condenou neste sábado (3) a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela e exigiu que Washington liberte o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, após o anúncio de captura feito pelo presidente Donald Trump.

“Pedimos firmemente às autoridades americanas que reconsiderem sua postura e libertem o presidente legalmente eleito do país soberano e sua esposa”, diz o comunicado do Ministério das Relações Exteriores russo.

A Rússia classificou a operação como um “ato de agressão armada”, afirmou que os argumentos usados pelos EUA são “insustentáveis” e criticou o que chamou de hostilidade ideológica contra um país soberano.

Moscou também cobrou esclarecimentos imediatos sobre o paradeiro de Maduro e reafirmou apoio ao líder venezuelano, um de seus principais aliados na América Latina. A Rússia foi um dos poucos países a reconhecer e parabenizar Maduro após a reeleição de 2024, cuja legitimidade é contestada internacionalmente.

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VÍDEO: Foram necessários 47 segundos para capturar Maduro, diz Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a captura de Nicolás Maduro durou 47 segundos, apesar da presença de forças de oposição e do risco de reação armada.

Segundo Trump, a operação foi planejada em sigilo para evitar vazamentos, que ele atribuiu ao Congresso americano. Apesar da rapidez, o presidente afirmou que a execução foi complexa.

“Levou 47 segundos, mas foi muito difícil. Ele chegou até a porta, mas não conseguiu fechá-la”, disse Trump, relatando que acompanhou a ação de perto.

O republicano também afirmou que as tropas enfrentaram resistência e risco de retaliação durante o avanço, destacando a presença de “muitos adversários” no local.

Treino em réplica de esconderijo e informante

Tropas de elite dos EUA, incluindo a Delta Force, criaram uma réplica do esconderijo de Maduro e treinaram a entrada na residência fortificada.

A CIA mantinha uma equipe em solo desde agosto, fornecendo informações sobre a rotina de Maduro, o que facilitou a captura, segundo uma fonte.

Outras duas fontes disseram à Reuters que a agência também contava com um informante próximo a Maduro, pronto para indicar sua localização exata durante a operação.

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China se diz “chocada” e alega que captura de Maduro viola soberania

Foto: Divulgação/Gabinete de Imprensa da Presidência da Venezuela

A China condenou neste sábado (3) a ofensiva militar dos Estados Unidos na Venezuela e a captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.

“A China está profundamente chocada e condena veementemente o uso flagrante da força pelos EUA contra um Estado soberano e a ação contra seu presidente, Nicolás Maduro”, afirmou um porta-voz da chancelaria em publicação nas redes sociais.

Segundo Pequim, a operação viola o direito internacional, fere a soberania venezuelana e representa uma ameaça à paz e à segurança da América Latina e do Caribe.

O governo chinês afirmou ainda que a ofensiva contraria os princípios da Carta das Nações Unidas e exigiu que Washington cesse imediatamente ações que comprometam a soberania de outros países.

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Ação militar dos EUA para capturar Maduro teve 150 aeronaves enviadas de 20 bases militares, diz general

Foto: Joe Raedle/Getty Images

O ataque dos Estados Unidos à Venezuela que resultou na captura de Nicolás Maduro envolveu mais de 150 aeronaves, mobilizadas a partir de 20 bases militares americanas, informou neste sábado (3) o chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Razin Caine.

Segundo ele, a operação contou com caças F-22, F-35 e F-18, aeronaves de vigilância E-2, aviões de reabastecimento e drones. As forças americanas desmantelaram o sistema de defesa aérea venezuelano antes de avançar até o local onde Maduro estava.

Helicópteros desceram sobre a instalação, isolaram a área e realizaram a captura com “precisão e rapidez”, afirmou Caine. Maduro foi então levado ao navio USS Iwo Jima, de onde segue para os EUA ao lado da esposa, Cilia Flores.

Nos Estados Unidos, o ex-presidente venezuelano foi indiciado em Nova York por crimes ligados ao tráfico de drogas e porte de armas. O governo americano ainda não divulgou provas públicas. O presidente Donald Trump afirmou que os EUA irão governar a Venezuela em um período de transição e confirmou interesse direto no setor petrolífero do país.

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Trump diz que segundo ataque à Venezuela provavelmente não será necessário

Foto: reprodução

O presidente americano, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que os Estados Unidos estavam preparados para lançar um segundo ataque à Venezuela, mas disse que isso não seria mais necessário após a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa em uma operação realizada durante a madrugada.

“Estávamos preparados para uma segunda onda, se fosse necessário — na verdade, presumimos que uma segunda onda seria necessária, mas agora provavelmente não será”, disse Trump em uma coletiva em Palm Beach, Flórida.

“A primeira onda, se quiserem chamar assim, o primeiro ataque foi tão bem-sucedido que provavelmente não precisaremos de uma segunda, mas estamos preparados para uma segunda onda, uma onda muito maior, na verdade”, continuou.

O presidente reforçou que a operação realizada na madrugada de sábado, na qual forças de elite americanas retiraram Maduro e sua esposa de seu quarto, foi “precisa”.

Ele acrescentou que operações militares subsequentes na Venezuela estavam em fase de planejamento, mas que o governo “provavelmente não precisará realizá-las”.

CNN Brasil

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VÍDEO: EUA vão estar ‘fortemente envolvidos’ na indústria petrolífera da Venezuela, afirma Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que o país terá forte envolvimento na indústria petrolífera da Venezuela. A declaração foi feita à Fox News, após a confirmação de uma operação militar que resultou na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.

Segundo Trump, a estratégia prevê a entrada de grandes empresas petrolíferas americanas no setor energético venezuelano. O anúncio ocorre em meio às incertezas sobre o futuro da PDVSA, estatal de petróleo do país.

Antes da operação militar, os EUA haviam imposto um bloqueio ao petróleo venezuelano em dezembro, reduzindo as exportações em cerca de 50%. Apesar dos ataques em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, fontes indicam que a produção e o refino seguem operando normalmente. A PDVSA, no entanto, ainda enfrenta dificuldades administrativas para se recuperar de um ataque cibernético ocorrido no fim do ano passado.

Opinião dos leitores

  1. Eis o motivo: PETRÓLEO!
    Nada de direitos humanos, nada de defesa da democracia, nada de combate a ditadura.

  2. Se o Brasil decidir usar a petrobrás para ajudar o povo de verdade, algo acontece. Veja o que houve com Dilma. O EUA não aceita que petróleo seja usado para beneficiar a população local. Petróleo tem de ser usado para beneficiar o cidadão do EUA. Como eles dominam culturalmente o mundo, todos acham muito natural e justo o que aconteceu no iraque, na venezuela e em muitos outros locais do mundo. Dominação cultural com Rambo, Staallone, Filme de boneco é a ferramente mais poderosa para dominar mentes e fazer a população aceitar os crimes que são cometidos contra outros povos.

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Trump diz que EUA vão administrar a Venezuela interinamente até transição adequada, justa e legal

Imagem: reprodução

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que os Estados Unidos vão “administrar” a Venezuela de forma interina. “Nós vamos administrar o país até o momento em que pudermos, temos certeza de que haverá uma transição adequada, justa e legal. Queremos liberdade e justiça para o grande povo da Venezuela”, declarou Trump em pronunciamento para detalhar a operação de captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro.

Após meses de especulações e operações marítimas perto da costa da Venezuela, os Estados Unidos atacaram neste sábado diversos pontos de Caracas e capturaram Nicolás Maduro e sua esposa.

“Sob minhas ordens, as Forças Armadas dos Estados Unidos conduziram uma operação militar extraordinária na capital da Venezuela, empregando um poderio militar americano esmagador, aéreo, terrestre e marítimo, para lançar um ataque espetacular, um ataque como não se via desde a Segunda Guerra Mundial”, afirmou Trump.

Opinião dos leitores

  1. Resumo. Vai extrair toda riqueza e subjugar o povo. Depois, dá no pé. A história se repete sempre como farsa, foi assim na Alemanha depois da guerra e no Iraque e outras nações. A quem comemore por ignorância e ódio ao seu próprio povo. Não passa de roubo do petróleo venezuelano. Que tristeza para povo da Venezuela, se livrar de Maduro e cair nas mãos do império genocida e impiedoso com os dominados. Aos e apoiadores apontem onde uma invasão americana deu certo. Destruíram tudo, matarram, violentaram mulheres, sequestraram crianças e atrasaram tudo. Só espalharam violência.

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Trump publica foto de Maduro dentro de navio militar dos EUA após captura

Imagem: reprodução

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou uma imagem do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, após ser capturado. Maduro aparece algemado, vendado, com abafador de ruído e segurando uma garrafa de água.

Segundo Trump informou em entrevista à Fox News, e confirmou na postagem feita na rede Thruth Social, Maduro e a esposa estão em um navio militar dos EUA, Iwo Jima, com destino a Nova York, onde serão julgados por quatro crimes.

Opinião dos leitores

  1. Um lixo … vão apodrecer igual aos traficantes na cadeia … fica a dica lixos da esquerda

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RECORDE: Mega da Virada arrecada R$ 3,05 bi, e Caixa vai repassar R$ 1,1 bi para programas do governo federal

Foto: Igor Do Vale/NurPhoto via Getty Images

A Mega da Virada 2025 registrou arrecadação recorde de R$ 3,05 bilhões e vai destinar R$ 1,1 bilhão para programas sociais do governo federal, por meio da Caixa Loterias.

Os recursos serão distribuídos entre Seguridade Social (R$ 528 milhões), Segurança Pública (R$ 299 milhões), Esporte (R$ 215 milhões) e Cultura (R$ 88 milhões).

O concurso criou seis novos milionários, com prêmio individual de R$ 181,8 milhões. As dezenas sorteadas foram 09, 13, 21, 32, 33 e 59. Três apostas vencedoras foram feitas em lotéricas de Ponta Porã (MS), João Pessoa (PB) e Franco da Rocha (SP), e outras três pelo canal eletrônico.

O alto volume de apostas — 112 milhões, sendo mais de 30 milhões apenas no último dia do ano — levou a Caixa a adiar o sorteio para a manhã de 1º de janeiro de 2026.

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VÍDEO: “Não podemos arriscar deixar outra pessoa assumir de onde Maduro parou”, diz Trump sobre futuro da Venezuela

Em entrevista ao canal Fox News neste sábado (3), o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que não pode arriscar deixar outra pessoa assumir o governo venezuelano de onde Maduro parou ao comentar o futuro do país.

“Vamos tomar essa decisão agora, estamos muito envolvidos nisso. Queremos liberdade para o povo. Queremos ter um ótimo relacionamento. Acho que o povo da Venezuela está muito feliz porque eles amam os EUA. Eles eram governados por uma ditadura”, declarou Trump.

 

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