Diversos

FOTOS: Brasileiro se muda para a Califórnia para plantar maconha, ganha dez copas de melhor haxixe e vira ídolo

HAROLD WINSTON, O BAMF, DEIXOU O BRASIL AOS 18 ANOS PARA VIAGEM DE UMA SEMANA EM AMSTERDÃ E NÃO VOLTOU MAIS (FOTO: MALACHI BANALES/ DIVULGAÇÃO)

Proibido no Brasil e seis vezes mais caro que o ouro. O cristal de poucos centímetros, levemente amarelado, quase transparente, é exposto em lojas especializadas em maconha da Califórnia, na costa oeste dos Estados Unidos, como uma joia.

Cada grama do extrato ultraconcentrado de maconha produzido pelo brasileiro Harold Winston, mais conhecido como Bamf, de 34 anos, pode custar até US$ 250 — o equivalente a cerca de R$ 1.000. A porção é suficiente para fazer dois cigarros — misturando com tabaco ou ervas – ou usar até cinco vezes num bong — purificador, geralmente feito de vidro, utilizado para fumar maconha.

Harold deixou o Brasil em 2003, há 16 anos, atraído pelo desejo de trabalhar com cannabis. Antes de deixar o país, ele tinha plantado 400 pés de maconha no quintal da casa onde vivia com a família em Belo Horizonte. A mãe dele descobriu, destruiu o plantio e pagou ao filho uma viagem para ele passar uma semana em Amsterdã, na Holanda. Ele nem chegou a pegar o voo de volta e, desde então, só visitou a terra natal em festas de fim de ano.

Nesse período, Harold viveu cinco anos na Holanda, ganhou 10 prêmios em competições de maconha nos Estados Unidos e se tornou uma das maiores referências do mundo canábico.

No Brasil, o plantio, a venda ou a doação de maconha são considerados tráfico de drogas, crime punido com penas de 5 a 15 anos de prisão, além de multas. Usar a erva é considerada apenas uma contravenção. Nesses casos, o usuário deve prestar serviços à comunidade e fazer um curso sobre os danos causados pelo uso de drogas.

O advogado Ricardo Nemer, da Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas (Reforma) diz que muitas vezes a distinção entre usuário e traficante, feita principalmente pela Polícia Civil, é incerta e pode resultar em punições injustas.

“Depende do ‘achismo’ do delegado. Não há regra do que é pequena ou grande quantidade. Isso causa uma grande insegurança jurídica e enquadra diversos usuários como traficantes. Um exemplo são as pessoas que cultivam maconha para fazer extratos (como os produzidos por Bamf) e precisam de muitas plantas”, explica o advogado.

Mas o que há de tão especial na maconha concentrada?

“Você dá uma simples puxada e é como se você tivesse fumado uns dez baseados inteiros”, diz Fernando Badaui, de 43 anos, vocalista da banda CPM22. “Não tem nenhuma impureza. É como degustar um bom vinho. Quando você fuma uma maconha comum, tem o papel, folhas, galhos e tudo mais junto, fora a sujeira. Aquilo que o Bamf faz é o puro extrato de THC, o princípio ativo que causa a brisa. Eu já experimentei maconha em diversos países que visitei e digo que essa está entre as melhores do mundo.”

FERNANDO BADAUI (À ESQ.), VOCALISTA DA BANDA CPM22, VISITOU DIVERSAS VEZES O BRASILEIRO HAROLD WINSTON, NA CALIFÓRNIA (FOTO: FERNANDO BADAUI/ ARQUIVO PESSOAL)

Badaui é conhecido por ser um combativo ativista nas redes sociais pela liberação da maconha. No Instagram, por exemplo, ele faz constantes publicações para defender a descriminalização do uso e a regulamentação do plantio da erva no Brasil. Ele conta ter conversado com o skatista Bob Burnquist, outro assíduo defensor da cannabis.

“Falei pro Bob que a gente está junto nessa. A imagem dele é muito importante para mostrar que um atleta de elite pode usar maconha”, afirmou Badaui em entrevista à BBC News Brasil.

O brasileiro Harold diz que Badaui o visita duas vezes por ano na Califórnia e que já experimentou vários de seus produtos. “A gente virou amigo. Ele é um ativista que representa muito nossa luta e eu acho lindo todos esses caras de peso desmistificando o uso da maconha. Eles demonstram que podem fumar e serem grandes profissionais. A manifestação pública dessas pessoas é um dos caminhos para a legalização no Brasil”, afirmou.

‘Amor’ pela erva

Harold nasceu na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, mas seus pais avaliaram que não teriam condições de criá-lo. Aos três meses de idade, o bebê foi adotado por americanos que viviam em Belo Horizonte e o batizaram com o nome do avô americano.

“Eu sempre fui um moleque doido, talvez pelo fato de ser adotado. Fui expulso de todas as escolas por onde passei em Belo Horizonte”, conta o brasileiro. Ele diz que ter se tornado uma referência na produção de maconha na Califórnia é a realização de seu maior sonho.

Todo esse amor pela maconha, conta Bamf, começou assim que experimentou a erva pela primeira vez, aos 16 anos.

“O problema foi que eu gostei demais, irmão. Um dia depois de sentir aquela sensação, comprei 25 gramas (suficiente para produzir até cerca de 50 baseados). Foi doido. A partir daquele dia, eu queria ver coisas sobre maconha o dia todo, queria experimentar a melhor maconha do mundo e fiquei na caça daquilo. Naquele mesmo ano, descobri o haxixe e pirei de vez”, conta o brasileiro aos risos.

Na época, ele passou a ter acesso e consumir grandes quantidades de haxixe trazido do Paraguai. Mas ele conta que sentia desgosto por consumir algo sujo e de procedência desconhecida. Seu sonho passou a ser produzir seu próprio concentrado, de alta pureza.

400 plantas no quintal

Sem se importar com as leis brasileiras, o adolescente passou a plantar maconha no quintal de casa, em 2002. E num volume capaz de atrair muita atenção.

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

Smoke me out @bamf_extractions @bamf_genetics @bamfeastcoast #bamfextractions #diamonds #bamfgenetics #allheartnohype

Uma publicação compartilhada por BAMF (@bamf_extractions) em

“Eu meti 400 plantas lá. Falei para a minha mãe que era ayahuasca porque era legal. Mas depois de certo tempo, uma amiga dela foi lá em casa e viu o cultivo. Eu estava na esperança de que não acontecesse nada, mas essa mulher colocou algumas folhas no bolso antes de ir embora. Dois dias depois, minha mãe descobriu que era maconha, ficou puta comigo e destruiu todas as plantas”, diz Harold.

Além de sustentar seu consumo diário da erva, o cultivo fornecia material para que fizesse seus primeiros testes. Na época, ele conta que passava o dia cuidando das plantas, estudando e discutindo novas técnicas para aumentar sua produção e fazer extratos de qualidade. Sua fonte era o site brasileiro Growroom, o maior fórum online sobre maconha da América Latina, com mais de 120 mil inscritos.

“O Growroom para mim era um portal da coisa mais secreta do mundo. Passava o dia ali como um louco, como se o fórum fosse um livro aberto na minha frente. Ali, foi com certeza minha primeira escola, a base de tudo que aprendi até hoje”, relata.

Depois de duas semanas sem falar com o filho por conta da plantação em seu quintal, sua mãe, Nilza Cozac, o chamou para dar uma bronca e ter uma conversa franca. Cozac, conta Harold, foi a primeira mulher a se formar em direito em Minas Gerais e tinha um profundo conhecimento sobre a legislação.

“Minha mãe já tinha mais de 60 anos, mas era muito cabeça aberta. Ela me alertou que uma plantação daquele tamanho era motivo para o governo querer tomar nossa casa, um dos poucos assuntos que despertavam atenção do governo e policiais. E disse que me presentearia com uma viagem de uma semana para Amsterdã, na Holanda, quando completasse 18 anos. Ela queria que eu conhecesse um lugar onde pudesse fumar maconha sem problemas”, conta.

Viagem para Amsterdã

A mãe cumpriu a promessa. E ele nunca mais voltou para o Brasil.

“Eu fiquei muito louco quando cheguei lá (em 2003). Parecia uma criança em loja de brinquedo. Fiquei matutando como eu poderia ficar na Holanda e passar a vender maconha por um preço 100 vezes melhor do que as pessoas no Brasil. Minha mãe ficou desesperada quando soube”.

Harold conta que morou durante um ano em um apartamento para refugiados africanos em Amsterdã, que alugava por 300 euros. Durante esse tempo, ele fez contatos e aprimorou seus conhecimentos sobre a erva.

“Eu me envolvi com pessoas que achava que tinham maconha e haxixe bom. Na Holanda, a maconha é apenas tolerada. Durante os cinco anos que fiquei no país, vi muita gente sendo presa, inclusive conhecidos. Logo começaram a me dizer que eu estava no lugar errado, que eu deveria ir para a Califórnia”, diz.

Depois de fazer uma série de pesquisas e assistir a vídeos no YouTube, ele decidiu se mudar para os Estados Unidos.

Primeiro, ele foi para Nova York, mas depois de um ano vivendo “num frio dos infernos” e presenciando uma forte repressão policial contra usuários de maconha, ele resolveu se mudar, em 2009, para Los Angeles, na Califórnia, onde vive até hoje.

“Eu mal cheguei e enlouqueci. Eu fiquei gritando na rua, literalmente, porque a cada esquina tinha loja para você comprar equipamentos. Você fica louco mesmo. Entrei na primeira que eu vi e fiquei conversando com o dono durante horas sem parar”, lembra Bamf com euforia.

Três dias depois de chegar à “meca” da maconha, Harold comprou uma luz especial – ideal para seis plantas – e começou a plantar a própria erva dentro de casa. Seis meses depois, tinha dez lâmpadas. Um ano depois, tinha 15.

Depois da longa experiência em Amsterdã, o jovem avaliou que o mercado na Califórnia tinha bons equipamentos, uma legislação muito favorável, mas ainda era pouco desenvolvido. Sua maior surpresa, porém, foi quando assistiu à uma edição da Cannabis Cup, a maior competição de maconha dos EUA, promovida pela revista High Times.

“Eu não acreditei que os caras vacilavam tanto. Num país de primeiro mundo, com ótimos equipamentos e maconha boa, eles poderiam fazer muito mais”, relata o brasileiro. Aquele era o incentivo que faltava para ele começar sua própria produção e buscar seu espaço no mercado.

Riscos para a saúde

O professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e coordenador, há 30 anos, do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da universidade, Dartiu Xavier, condena o uso de maconha por adolescentes, como fez Harold.

“Eu acho que ninguém deveria fumar antes dos 18. Alguns autores dizem a partir dos 21. O ponto mais preocupante é que a maconha pode desencadear uma psicose, quando o usuário sai da realidade. Caso ele tenha uma predisposição para isso, a maconha pode funcionar como um gatilho”, explicou.

Por outro lado, o médico afirma que no seu ponto de vista a regulamentação do uso da maconha diminuiria o consumo da erva no país e seria um avanço na área da saúde.

“Nos lugares onde existem políticas mais tolerantes ou legalização, como a Holanda ou Estados Unidos, as pessoas não fogem das informações. Há inclusive uma grande política de redução de riscos. No clima de proibicionismo como há aqui, ninguém tem informação. A Holanda, inclusive, é um dos poucos países onde o consumo de maconha vem caindo. Uma prova cabal de que a proibição do uso aumenta o consumo”, afirmou Xavier.

Entretanto, o coordenador do Projeto Antitabágico do Hospital Universitário da USP, João Paulo Lotufo, diz que qualquer relaxamento em relação ao consumo de maconha seria um erro.

“Nos Estados Unidos e no Uruguai, onde o uso é permitido, dobrou o número de dependentes. Se hoje há um surto psicótico a cada 100 pessoas, se libera, você dobra para 2. Vai subir o número de acidentes automobilísticos causados pelo uso da droga, sem contar que as lesões causadas pela maconha no cérebro são irreversíveis”, disse o médico.

BAMF GANHOU DEZ PRÊMIOS – OITO CONSECUTIVOS – DE MELHOR EXTRAÇÃO DE MACONHA PELA REVISTA MAIS IMPORTANTE SOBRE O ASSUNTO NOS EUA (FOTO: BBC)

Lotufo diz ainda que a maconha é mais cancerígena que o tabaco (com base em estudo publicado na revista European Respiratory Journal em 2008) e que os custos arrecadados com impostos em caso de regulamentação não seriam suficientes nem mesmo para bancar o aumento dos gastos com saúde.

“O imposto arrecadado com a venda de cigarros também não cobre a lesão que o tabaco provoca no sistema de saúde. Liberar o uso no Brasil seria um absurdo. Alguns falam na internet que a maconha é medicinal, mas não tem nada disso. O canabidiol (CBD) sim é medicinal, mas trata-se de um extrato que nada tem a ver com o uso recreativo”, afirmou o médico da USP.

Para ele, a pressão para a regulamentação do uso recreativo ocorre por uma forte pressão financeira, que ignora os riscos à saúde.

Técnica secreta

O primeiro passo de Harold Winston para entrar no mercado canábico foi convencer Nikka T, produtor do que muitos consideram o melhor haxixe vendido nos EUA na época, a ensiná-lo a fazer o produto. Haxixe é uma pasta densa feita da resina de maconha, fumada em bong, narguilé ou em cigarro- misturado com tabaco ou maconha.

“Fiquei enchendo o saco dele igual um fã durante seis meses, até que um dia ele resolveu me ensinar. Ele me convidou e eu fui até o Colorado para aprender a técnica e, na semana seguinte, eu já era o melhor hashmaker (produtor de haxixe) da Califórnia. Isso foi há nove anos, na mesma época que minha mãe morreu de câncer”, relata ele.

Ao contrário do haxixe vendido no Brasil, feito com restos de maconha de baixa qualidade, muitas vezes feito das sobras de resina que grudam na mão das pessoas que colhem a planta no Paraguai, o produto de Bamf passa por um complexo processo.

Assim que ele fez o primeiro haxixe usando uma técnica de extração à base de água, sem solventes, ele teve a certeza de que tinha condições de era algo inédito e quis colocar seu produto à prova num campeonato. Mas, para isso, era necessário ser dono de um dispensário. Apenas a loja Buds and Roses aceitou o pedido.

O produto de Bamf chamou a atenção logo no momento da inscrição por conta de sua cor clara – sinal de pureza – e por ser o único feito com água. A maioria dos concentrados, conta Harold, é feita com gás butano – o mesmo usado em isqueiros.

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

Follow @bamf_genetics @bamf_genetics @bamf_genetics USA RELEASE COMING SOON! #bamfgenetics #bamfextractions #allheartnohype

Uma publicação compartilhada por BAMF (@bamf_extractions) em

Em meio a 40 competidores, o brasileiro ganhou seu primeiro seu primeiro troféu. No dia seguinte, ele viu sua popularidade disparar e seu produto se tornar uma referência num dos mercados mais exigentes do mundo. A demanda foi tão grande que ele conta ter ficado sete dias sem dormir fazendo haxixe sozinho em sua casa para dar conta de alguns pedidos.

Uma das encomendas foi feita pelo grupo americano de rap Cypress Hill. “Eles encostaram na minha casa com um caminhão cheio de maconha para eu fazer haxixe para eles. Perguntei se estavam loucos porque eu demoraria um ano para terminar aquilo sozinho. Uma semana após terminar o serviço, eles levaram outro caminhão cheio”, conta.

Pouco tempo depois, Harold fundou sua própria empresa, a Bamf, que aos poucos virou o nome com o que Harold passaria a ser conhecido no mercado canábico. O nome significa Badass Motherf***er e foi inspirado em uma cena do filme Pulp Fiction.

A Bamf começou a se tornar uma referência de qualidade na Califórnia. Ganhou oito Cannabis Cups consecutivas de melhor haxixe e passou a ser cultuado por usuários de maconha não só na Califórnia, mas ao redor do mundo.

“O campeonato não dá dinheiro, mas no momento que você sai do palco com o troféu, aparecem mais de 50 donos de lojas querendo comprar tudo o que você tem. Gente tirando maços de dinheiro e do bolso. Eu pensava que era até policial querendo me pegar”, conta.

A marca começou a virar moda. A Bamf passou a vender camisetas, souvenirs e sementes. No Instagram, a marca é elogiada por diversos consumidores – alguns, famosos – americanos e brasileiros. Mas o crescimento trouxe alguns problemas para Harold e ele sente medo dessa expansão.

“A Bamf me deixou muito satisfeito e ciumento. Hoje, tenho 35 funcionários, mas sinto medo de ampliar demais, crescer, e precisar entregar meu segredo para mais pessoas. Eu criei um monstro. Imagine criar um gorila dentro de um quarto. Uma hora você vai tomar um soco. Aconteceu isso comigo. Teve gente que veio, aprendeu e hoje criaram as coisas deles. Mas como eu comecei primeiro que todo mundo, ainda estou alguns passos à frente”, afirmou.

Mesmo assim, ele revelou à BBC News Brasil alguns “segredos” da estratégia para se obter um produto de alta pureza.

“O segredo maior é olhar para as flores da maconha como se ela fosse uma vaca. No momento em que você abate a vaca, ela deve estar em ambiente refrigerado para não degenerar. Quando você corta a maconha é a mesma coisa porque ela começa a morrer. Se você não mantiver ela refrigerada em uma hora para manter ela viva, a planta começa a secar e perde óleo”, afirmou.

Harold não deu mais detalhes, mas afirmou que mantém a planta congelada até o momento da extração, e que “o solvente e o produto devem ser mantidos em temperaturas negativas”.

Maconha no Brasil

Harold diz que sua empresa está em plena expansão e conta que acabou de comprar uma área de 2 hectares – equivalente a mais de dois campos de futebol – no Estado de Oregon apenas para plantar maconha rica em CBD, usado principalmente para a produção de remédio.

Essa cepa não tem THC, o princípio ativo da planta, que causa o “barato”. Ele diz que fará isso porque se sente na obrigação de se colocar em todos os setores do mundo canábico.

Harold se diz triste com a lei de drogas brasileira. Para ele, a legalização do cultivo, comércio e consumo da erva poderiam ser de grande ajuda à combalida economia do país.

“A salvação do Brasil é a maconha. É a única coisa que pode gerar milhares de empregos e trilhões de reais no mercado econômico de maneira imediata e o povo precisa entender isso. O país está perto da linha do Equador, tem um clima perfeito e terra abundante, emprego. Sem falar que a maconha é matéria-prima de 35 mil produtos diferentes, num ciclo de dois meses. Para quê cortar árvore? Eu amo o Brasil e estou doido para e poder trabalhar com o que eu gosto no meu país”, afirmou.

Ele pondera, por outro lado, que até mesmo o mercado americano ainda não é tão claro sobre o que pode ser feito.

“Eu mesmo fui preso há três anos. Aqui é legal, mas ao mesmo tempo não é. Fui parado por um policial e tinha 20 kg de maconha no carro. Eu tinha uma licença e disse que mostraria ao policial, mas ele disse que rasgaria o documento caso eu mostrasse. A sorte é que nos EUA você não é condenado até esgotar o processo. Depois de dois anos e meio, fui absolvido”, afirmou.

Na Califórnia, a venda da maconha recreativa é legal. Por outro lado, a erva continua classificada como um narcótico ilegal sob a lei federal americana.

“Há um conflito de leis federais e estaduais que cria uma zona cinzenta nos Estados Unidos. Há a legalização, mas por outro lado há uma grande dificuldade para conseguir as licenças e isso causa uma grande insegurança jurídica”, diz o advogado Ricardo Nemer.

Já no Brasil, ativistas dizem que o caminho mais provável para descriminalizar o uso da maconha e dar o primeiro passo rumo à legalização é o julgamento no STF de um processo que pode revogar o artigo 28 da Lei Antidrogas. Isso permitiria a posse de pequenas quantias e plantio da erva para consumo próprio.

Esse processo, parado desde 2015 após o ministro Teori Zavascki pedir vistas, está marcado para ser retomado no dia 5 de junho. A pausa ocorre porque, depois da morte de Zavascki, o caso foi para as mãos de Alexandre de Moraes.

No ponto de vista do músico Badaui, que diz ter visitado diversos países onde há regulamentação, tolerância ou descriminalização do uso da cannabis, diz que é apenas uma questão de tempo para que o mesmo ocorra no Brasil.

“Há dez anos, esse assunto era tratado como tabu. Hoje, todos sabem que esse consumo não vai parar e que não tem como seguir outro caminho a não ser o da legalização. Por mais conservador que seja o governo, o Brasil sempre seguiu o modelo americano. É hora de desmantelar o mercado negro e explorarmos economicamente a cannabis”, afirmou o músico.

Bamf também acha que a legalização da cannabis no Brasil não deve demorar. Ele diz que diversos setores da sociedade estão fazendo uma grande pressão no sentido de permitir o consumo e o comércio da erva, como ocorreu antes da legalização em países como Canadá e Uruguai.

“Chega uma hora em que a polícia não tem condições de ir atrás de quem planta e fuma. Os próprios policiais se questionam se eles devem ir atrás de político ladrão e grandes bandidos ou se vão ficar perdendo tempo indo atrás de usuário de maconha num país com tanto problema de verdade.”

Época Negócios, com BBC

 

 

Opinião dos leitores

  1. Isso é uma grande notícia, quando muitos chorão os seus filhos mortos pelas drogas aí vem essa grande materia ,isso sim é louvável!!!

    1. Eu ia comentar justamente isso. Mas pelo seu Nick vc deve estar sendo irônico. Já Eu, falo sério.

  2. Reportagem muito educativa, que esse doido fique por lá mesmo, aqui já temos muitas cracolândias.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Livia nunca desistiu do sonho de ser mãe e sua história emocionou toda a equipe do DNA Fértil

A maternidade tem acontecido em diferentes tempos da vida. Muitas mulheres escolhem priorizar carreira, estabilidade emocional, relacionamentos ou simplesmente enfrentam desafios inesperados no caminho até a realização desse sonho. Com os avanços da medicina reprodutiva, histórias antes consideradas improváveis hoje se transformam em histórias de esperança, amor e perseverança.

Foi assim com Lívia Libório, que realizou o sonho da maternidade através da Fertilização In Vitro (FIV) no DNA Fértil. Mas essa história começou muito antes da gestação. Entre expectativas, tentativas e emoções intensas, ela descobriu que o tempo de uma maternidade por reprodução assistida vai muito além dos nove meses.

“Uma mãe, a partir de uma reprodução assistida, tem um ‘tempo gestacional’ muito maior que nove meses. Começa na vontade, nas tentativas e nas frustrações. No nosso caso, foram duas tentativas, muita expectativa e dois corações cheios de amor à espera do nosso tão desejado filho”, relata Lívia.

Após uma primeira tentativa sem sucesso, ela destaca que o acolhimento da equipe foi essencial para seguir acreditando. “Seguir nessa caminhada com o DNA Fértil fez toda a diferença para que a primeira frustração não tomasse o lugar da nossa esperança. A nossa fé, a empatia, o amor e o acolhimento de toda a equipe nos fizeram seguir. Todos vibravam e torciam pela realização do nosso sonho, e nós sentimos isso”, afirma.

Referência em reprodução assistida no Rio Grande do Norte, o DNA Fértil acompanha diariamente histórias de mulheres que decidiram não desistir do sonho da maternidade. Em muitos casos, o suporte emocional aliado à tecnologia, ao acompanhamento individualizado e aos avanços científicos tornam possível transformar esperança em vida.

Mais do que tratamentos, cada história representa amor, persistência e a coragem de continuar acreditando.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Prefeito Jaime Calado inaugura pavimentação da estrada que liga Coqueiros a Uruaçu

Na tarde desta sexta-feira (22), o prefeito Jaime Calado, ao lado da senadora e primeira-dama Zenaide Maia, inaugurou a pavimentação da estrada que liga as comunidades de Coqueiros e Uruaçu.

A obra possui 1.258 metros de extensão e mais de 7.500 metros quadrados de pavimentação em paralelepípedo. O investimento total foi de R$ 960.019,00, com aplicação direta de R$ 742.301,61 na execução da obra.

A solenidade reuniu moradores e lideranças locais na comunidade de Coqueiros. Representando a população, Nazareno Alexandre relembrou as dificuldades enfrentadas pelos moradores nos deslocamentos diários e afirmou que a pavimentação representa “um sonho que se tornou realidade”.

Durante o evento, Zenaide destacou que a obra “é um exemplo de dignidade no acesso das pessoas às comunidades”. A senadora acrescentou que, apesar das dificuldades enfrentadas pela gestão municipal, isso não impede “o desejo de fazer mais pelo povo”.

O prefeito Jaime Calado apresentou ações realizadas durante suas gestões na região, como a reforma da Escola Municipal Maria Judite, a urbanização da comunidade com implantação de praça e a substituição de casas de taipa por moradias de alvenaria. Ele também anunciou novidades na mobilidade, entre eles uma reunião entre lideranças locais e o Departamento Municipal de Trânsito – Demutran para discutir a implantação de uma linha de transporte para a comunidade.

“A minha felicidade é ver que Coqueiros está feliz”, afirmou o prefeito. Segundo ele, a obra representa valorização para a região e põe fim às dificuldades de acesso enfrentadas pelos moradores. “Acabou o sofrimento”, declarou.

Participaram da solenidade os vereadores Nonato Queiroz, Nazareno Tavares, Ulisses Costa, Léo Medeiros, Valda Siqueira, Rayure Protásio, Delma Silva, Anderson Morcego, Aninha Siqueira, Thiago Soares e Márcia Soares, além da deputada estadual Terezinha Maia e secretários municipais.

Após a cerimônia, a programação contou com apresentação da dupla Vivi Brito e Boyzinho do Piseiro.

A obra foi viabilizada por meio de emenda parlamentar destinada pelo deputado federal Fernando Mineiro.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

PT gastou mais de R$ 500 mil para impulsionar posts nas redes sociais após áudio de Flávio a Vorcaro

Foto: Evaristo Sá/AFP e Andressa Anholete/Agência Senado

O PT gastou R$ 514 mil para impulsionar publicações no Facebook entre os dias 13 e 20 de maio, período após a divulgação do áudio em que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) conversa com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro sobre o financiamento do filme “Dark Horse”. Os dados são da biblioteca de anúncios da Meta e foram publicados pelo jornalista Lauro Jardim, em seu blog, no O Globo.

Os maiores investimentos do partido ocorreram em São Paulo, com R$ 97 mil, e Minas Gerais, com R$ 49 mil. No mesmo período, o PL gastou apenas R$ 13 mil em anúncios na plataforma.

Nos últimos 30 dias, o PT investiu R$ 1,4 milhão em publicações sobre política, eleições e temas sociais. Já o partido de Jair Bolsonaro desembolsou R$ 63 mil.

No dia em que vieram à tona as negociações entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro, o PT aplicou cerca de R$ 350 mil em posts com declarações do presidente Lula defendendo investigação rigorosa sobre o caso Banco Master e punição “independente de quem for”.

Já o PL impulsionou uma publicação com gasto inferior a R$ 5 mil. No post, o partido questiona: “Virou crime financiar filme?” e afirma que produções culturais recebem investimentos privados “toda semana”, sem uso de dinheiro público ou Lei Rouanet.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Governo Lula dobra gastos e paga R$ 21 milhões em anúncios no Instagram e Facebook

Foto: Evaristo Sá/AFP

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) gastou R$ 21 milhões em anúncios no Instagram e no Facebook até meados de maio de 2026. O valor é quase o dobro do registrado no mesmo período de 2025, quando foram gastos R$ 11,45 milhões.

Os dados são da biblioteca de anúncios da Meta, dona das duas plataformas. Pela legislação eleitoral, o governo pode divulgar programas, obras e campanhas institucionais até 4 de julho.

Parte da verba foi usada para promover ações e investimentos em estados como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Rio Grande do Sul, Ceará e Pernambuco.

O Novo PAC foi uma das principais vitrines do governo nas redes, com gasto de R$ 3,3 milhões em anúncios sobre obras e investimentos pelo país.

A campanha sobre isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil consumiu R$ 2,85 milhões em publicidade.

Outro destaque foi a divulgação da proposta de fim da escala 6×1, que recebeu cerca de R$ 2,1 milhões em anúncios. A proposta prevê redução da jornada semanal de 44 para 40 horas sem corte salarial.

A área de segurança pública também apareceu entre as prioridades, com R$ 1,5 milhão em campanhas sobre combate ao crime, golpes e violência.

O governo ainda investiu R$ 931 mil na divulgação das novas regras para obtenção da CNH, incluindo o fim da obrigatoriedade do curso teórico presencial em autoescolas.

Especialistas avaliam que o aumento dos gastos segue uma estratégia de reforçar a divulgação de entregas do governo em período pré-eleitoral.

Propaganda pré-campanha

Dez temas em que o governo gastou mais dinheiro para divulgar anúncios

  • ENTREGAS
    R$ 4.295.700 — 20,43%
  • PAC
    R$ 3.321.000 — 15,81%
  • IMPOSTO DE RENDA
    R$ 2.850.400 — 13,55%
  • 6X1
    R$ 2.096.000 — 9,98%
  • SEGURANÇA PÚBLICA
    R$ 1.505.000 — 7,16%
  • CNH
    R$ 931.900 — 4,43%
  • GÁS POPULAR
    R$ 831.800 — 3,96%
  • PÉ-DE-MEIA
    R$ 631.900 — 3,00%
  • COMBUSTÍVEIS
    R$ 586.400 — 2,79%
  • REFORMA CASA BRASIL
    R$ 552.500 — 2,63%
  • OUTROS
    R$ 3.445.300 — 16,39%

Fonte: Meta / Informação: Estadão

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Nova defesa de Vorcaro muda estratégia e quer apresentar delação mais robusta e reduzir peso das provas contra o banqueiro

Foto: divulgação

A defesa do ex-banqueiro Daniel Vorcaro decidiu mudar sua estratégia jurídica após a saída do advogado José Luís Oliveira Lima, conhecido como Juca, especialista em delação premiada.

Sem desistir de um possível acordo de colaboração, a nova defesa pretende apresentar uma proposta mais consistente às autoridades e, ao mesmo tempo, tentar afastar Vorcaro do núcleo principal das fraudes investigadas. As informações são da coluna Quarta Instância, no portal R7.

A estratégia será sustentar que não há provas de participação direta do ex-banqueiro nos crimes nem comprovação de intenção criminosa nas ações apuradas.

Juca deixou o caso depois que as primeiras negociações de delação fracassaram. A Polícia Federal rejeitou a proposta e a Procuradoria-Geral da República demonstrou forte desconfiança em relação ao acordo.

Investigadores avaliam que Vorcaro omitiu informações importantes e tentou proteger familiares e figuras políticas mencionadas nas investigações.

Com a saída de Juca, o criminalista Sérgio Leonardo, amigo pessoal de Vorcaro, passou a comandar sozinho a defesa.

Além de buscar benefícios em uma eventual colaboração premiada, a defesa também quer contestar parte das provas já reunidas pelas autoridades.

Nos bastidores, investigadores entendem que a resistência da PF à delação ocorre porque as apurações já contam com um conjunto considerado robusto de provas, sem depender exclusivamente das informações de Vorcaro.

A decisão final sobre uma possível homologação do acordo caberá ao ministro do STF André Mendonça. Segundo interlocutores, o clima no gabinete do ministro é de cautela e rigor em relação à negociação.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Quase 90% dos eleitores de Flávio Bolsonaro apoiam candidatura após o caso ‘Dark Horse’, revela Datafolha

Foto: Reprodução

Quase 90% dos eleitores que declaram voto no senador Flávio Bolsonaro (PL) defendem sua permanência na disputa presidencial mesmo após as revelações envolvendo o caso “Dark Horse”, ligado à cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (22).

De acordo com o levantamento, 88% afirmam que Flávio deve seguir na corrida eleitoral. Já 10% dizem que ele deveria desistir e apoiar outro candidato, enquanto 2% não souberam responder.

No recorte geral da pesquisa, o cenário é mais dividido: 48% dos entrevistados defendem que Flávio deveria abrir mão da candidatura, enquanto 44% afirmam que ele deve permanecer na disputa. Outros 8% não opinaram.

A pesquisa também indica que 72% dos eleitores de Flávio afirmam ter conhecimento do caso “Dark Horse”.

Entre os eleitores, 53% avaliam que ele agiu bem ao pedir recursos ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, enquanto 37% afirmam que ele agiu mal e 10% não souberam opinar.

O levantamento ainda mostra que 67% dos eleitores do senador afirmam que a confiança em Flávio Bolsonaro não mudou após a divulgação das conversas, enquanto 18% dizem que diminuiu e 14% afirmam que aumentou. Outros 1% não souberam responder.

A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre os dias 20 e 21 de maio, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o protocolo BR-07489/2026.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

[VÍDEO] INSEGURANÇA EM MOSSORÓ: Supostos integrantes da facção SDC fazem ameaças e afirmam que bairro “Malvinas é RN”

Imagens: Reprodução/Baraúna Agora

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra supostos integrantes da facção SDC-RN fazendo ameaças e afirmando que a região das Malvinas “é RN”. As imagens ganharam rápida repercussão em Mossoró e aumentaram a sensação de insegurança entre moradores de áreas periféricas da cidade.

Moradores relatam preocupação com a circulação frequente de vídeos e mensagens atribuídas a grupos criminosos, o que intensifica o clima de tensão em alguns bairros, conforme informações do perfil Baraúna Agora.

Até o momento, não há confirmação oficial das autoridades sobre a autenticidade do material divulgado nas redes sociais. O caso levanta novamente o debate sobre a falta de segurança pública no RN.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

[VÍDEO] CHURRASCO CANCELADO: Homem tenta levar quase R$ 2 mil em picanha, cerveja e carvão sem pagar e é preso

Imagens: Reprodução/Na Cidade News

Um homem foi preso em flagrante após tentar deixar um supermercado no Distrito Federal com mercadorias avaliadas em quase R$ 2 mil, segundo informações do perfil Na Cidade News.

No carrinho, o acusado levava mais de 3,6 quilos de picanha, peças de cupim, linguiça, queijo coalho, sacos de carvão vegetal e 36 garrafas de cerveja, além de itens de higiene pessoal. O valor total da compra chegou a R$ 1.993,80.

Desconfiada, a equipe de segurança do estabelecimento acionou a PM ao perceber que o suspeito não tinha a intenção de pagar pelas “compras”. Ele acabou detido antes de conseguir fugir.

Os produtos recuperados foram devolvidos ao supermercado.

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

[VÍDEO] Lula se compara a Donald Trump: “Tenho mais experiência que ele”

Imagens: Reprodução/Luiz Bacci

O presidente Lula afirmou ter mais bagagem política que o presidente norte-americano Donald Trump, em entrevista à EBC nesta sexta-feira (22). Ele afirmou ter entregue, em encontro no último dia 7 de maio nos EUA, relatórios sobre segurança pública, tráfico internacional de armas e lavagem de dinheiro a Trump.

Ele disse que cobrou maior controle das autoridades de Washington, sob a alegação de que armamentos apreendidos com criminosos no Brasil têm origem nos Estados Unidos.

O petista ironizou o momento ao citar uma piada envolvendo pessoas de 80 anos. “Nunca tenha medo de contar a mesma piada para uma pessoa de 80 anos, porque ela vai dizer que você está repetindo, mas ela já esqueceu”, disse.

Apesar das críticas, Lula afirmou que foi tratado “com muito respeito” pelo republicano durante o encontro.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Álvaro Dias participa da procissão de Santa Rita em Santa Cruz e reforça apoio do grupo de Tomba no Trairi

Foto: Divulgação

O pré-candidato ao Governo do RN, Álvaro Dias, participou, nesta sexta-feira (22), da tradicional procissão de Santa Rita de Cássia, em Santa Cruz, uma das maiores manifestações religiosas do interior potiguar. Ao lado do deputado estadual Tomba Farias, Álvaro acompanhou a celebração religiosa e recebeu o carinho da população da região Trairi durante a demonstração de fé e devoção à padroeira.

A procissão reuniu uma multidão pelas ruas da cidade santuário, com forte presença popular durante todo o percurso. Fiéis acompanharam o cortejo religioso em homenagem a Santa Rita de Cássia, transformando o município em um dos principais polos de peregrinação do estado neste período.

A presença de Álvaro ao lado de Tomba também reforçou o apoio político do grupo liderado pelo deputado estadual à pré-candidatura do ex-prefeito de Natal ao Governo do Estado.

Principal liderança política de Santa Cruz e da região Trairi, Tomba recepcionou Álvaro durante a agenda religiosa, demonstrando alinhamento político e fortalecimento da articulação em torno da pré-campanha.

Entre as autoridades presentes estavam os deputados estaduais Adjuto Dias e Tomba Farias; o pré-candidato a vice-governador Babá Pereira; o vice-prefeito de Santa Cruz, Nielmo Macedo; a vereadora de Natal e pré-candidata à Câmara Federal Nina Souza; o deputado federal General Girão, pré-candidato à reeleição; além do pré-candidato ao Senado Coronel Hélio.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *