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FOTOS: Brasileiro se muda para a Califórnia para plantar maconha, ganha dez copas de melhor haxixe e vira ídolo

HAROLD WINSTON, O BAMF, DEIXOU O BRASIL AOS 18 ANOS PARA VIAGEM DE UMA SEMANA EM AMSTERDÃ E NÃO VOLTOU MAIS (FOTO: MALACHI BANALES/ DIVULGAÇÃO)

Proibido no Brasil e seis vezes mais caro que o ouro. O cristal de poucos centímetros, levemente amarelado, quase transparente, é exposto em lojas especializadas em maconha da Califórnia, na costa oeste dos Estados Unidos, como uma joia.

Cada grama do extrato ultraconcentrado de maconha produzido pelo brasileiro Harold Winston, mais conhecido como Bamf, de 34 anos, pode custar até US$ 250 — o equivalente a cerca de R$ 1.000. A porção é suficiente para fazer dois cigarros — misturando com tabaco ou ervas – ou usar até cinco vezes num bong — purificador, geralmente feito de vidro, utilizado para fumar maconha.

Harold deixou o Brasil em 2003, há 16 anos, atraído pelo desejo de trabalhar com cannabis. Antes de deixar o país, ele tinha plantado 400 pés de maconha no quintal da casa onde vivia com a família em Belo Horizonte. A mãe dele descobriu, destruiu o plantio e pagou ao filho uma viagem para ele passar uma semana em Amsterdã, na Holanda. Ele nem chegou a pegar o voo de volta e, desde então, só visitou a terra natal em festas de fim de ano.

Nesse período, Harold viveu cinco anos na Holanda, ganhou 10 prêmios em competições de maconha nos Estados Unidos e se tornou uma das maiores referências do mundo canábico.

No Brasil, o plantio, a venda ou a doação de maconha são considerados tráfico de drogas, crime punido com penas de 5 a 15 anos de prisão, além de multas. Usar a erva é considerada apenas uma contravenção. Nesses casos, o usuário deve prestar serviços à comunidade e fazer um curso sobre os danos causados pelo uso de drogas.

O advogado Ricardo Nemer, da Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas (Reforma) diz que muitas vezes a distinção entre usuário e traficante, feita principalmente pela Polícia Civil, é incerta e pode resultar em punições injustas.

“Depende do ‘achismo’ do delegado. Não há regra do que é pequena ou grande quantidade. Isso causa uma grande insegurança jurídica e enquadra diversos usuários como traficantes. Um exemplo são as pessoas que cultivam maconha para fazer extratos (como os produzidos por Bamf) e precisam de muitas plantas”, explica o advogado.

Mas o que há de tão especial na maconha concentrada?

“Você dá uma simples puxada e é como se você tivesse fumado uns dez baseados inteiros”, diz Fernando Badaui, de 43 anos, vocalista da banda CPM22. “Não tem nenhuma impureza. É como degustar um bom vinho. Quando você fuma uma maconha comum, tem o papel, folhas, galhos e tudo mais junto, fora a sujeira. Aquilo que o Bamf faz é o puro extrato de THC, o princípio ativo que causa a brisa. Eu já experimentei maconha em diversos países que visitei e digo que essa está entre as melhores do mundo.”

FERNANDO BADAUI (À ESQ.), VOCALISTA DA BANDA CPM22, VISITOU DIVERSAS VEZES O BRASILEIRO HAROLD WINSTON, NA CALIFÓRNIA (FOTO: FERNANDO BADAUI/ ARQUIVO PESSOAL)

Badaui é conhecido por ser um combativo ativista nas redes sociais pela liberação da maconha. No Instagram, por exemplo, ele faz constantes publicações para defender a descriminalização do uso e a regulamentação do plantio da erva no Brasil. Ele conta ter conversado com o skatista Bob Burnquist, outro assíduo defensor da cannabis.

“Falei pro Bob que a gente está junto nessa. A imagem dele é muito importante para mostrar que um atleta de elite pode usar maconha”, afirmou Badaui em entrevista à BBC News Brasil.

O brasileiro Harold diz que Badaui o visita duas vezes por ano na Califórnia e que já experimentou vários de seus produtos. “A gente virou amigo. Ele é um ativista que representa muito nossa luta e eu acho lindo todos esses caras de peso desmistificando o uso da maconha. Eles demonstram que podem fumar e serem grandes profissionais. A manifestação pública dessas pessoas é um dos caminhos para a legalização no Brasil”, afirmou.

‘Amor’ pela erva

Harold nasceu na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, mas seus pais avaliaram que não teriam condições de criá-lo. Aos três meses de idade, o bebê foi adotado por americanos que viviam em Belo Horizonte e o batizaram com o nome do avô americano.

“Eu sempre fui um moleque doido, talvez pelo fato de ser adotado. Fui expulso de todas as escolas por onde passei em Belo Horizonte”, conta o brasileiro. Ele diz que ter se tornado uma referência na produção de maconha na Califórnia é a realização de seu maior sonho.

Todo esse amor pela maconha, conta Bamf, começou assim que experimentou a erva pela primeira vez, aos 16 anos.

“O problema foi que eu gostei demais, irmão. Um dia depois de sentir aquela sensação, comprei 25 gramas (suficiente para produzir até cerca de 50 baseados). Foi doido. A partir daquele dia, eu queria ver coisas sobre maconha o dia todo, queria experimentar a melhor maconha do mundo e fiquei na caça daquilo. Naquele mesmo ano, descobri o haxixe e pirei de vez”, conta o brasileiro aos risos.

Na época, ele passou a ter acesso e consumir grandes quantidades de haxixe trazido do Paraguai. Mas ele conta que sentia desgosto por consumir algo sujo e de procedência desconhecida. Seu sonho passou a ser produzir seu próprio concentrado, de alta pureza.

400 plantas no quintal

Sem se importar com as leis brasileiras, o adolescente passou a plantar maconha no quintal de casa, em 2002. E num volume capaz de atrair muita atenção.

 

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“Eu meti 400 plantas lá. Falei para a minha mãe que era ayahuasca porque era legal. Mas depois de certo tempo, uma amiga dela foi lá em casa e viu o cultivo. Eu estava na esperança de que não acontecesse nada, mas essa mulher colocou algumas folhas no bolso antes de ir embora. Dois dias depois, minha mãe descobriu que era maconha, ficou puta comigo e destruiu todas as plantas”, diz Harold.

Além de sustentar seu consumo diário da erva, o cultivo fornecia material para que fizesse seus primeiros testes. Na época, ele conta que passava o dia cuidando das plantas, estudando e discutindo novas técnicas para aumentar sua produção e fazer extratos de qualidade. Sua fonte era o site brasileiro Growroom, o maior fórum online sobre maconha da América Latina, com mais de 120 mil inscritos.

“O Growroom para mim era um portal da coisa mais secreta do mundo. Passava o dia ali como um louco, como se o fórum fosse um livro aberto na minha frente. Ali, foi com certeza minha primeira escola, a base de tudo que aprendi até hoje”, relata.

Depois de duas semanas sem falar com o filho por conta da plantação em seu quintal, sua mãe, Nilza Cozac, o chamou para dar uma bronca e ter uma conversa franca. Cozac, conta Harold, foi a primeira mulher a se formar em direito em Minas Gerais e tinha um profundo conhecimento sobre a legislação.

“Minha mãe já tinha mais de 60 anos, mas era muito cabeça aberta. Ela me alertou que uma plantação daquele tamanho era motivo para o governo querer tomar nossa casa, um dos poucos assuntos que despertavam atenção do governo e policiais. E disse que me presentearia com uma viagem de uma semana para Amsterdã, na Holanda, quando completasse 18 anos. Ela queria que eu conhecesse um lugar onde pudesse fumar maconha sem problemas”, conta.

Viagem para Amsterdã

A mãe cumpriu a promessa. E ele nunca mais voltou para o Brasil.

“Eu fiquei muito louco quando cheguei lá (em 2003). Parecia uma criança em loja de brinquedo. Fiquei matutando como eu poderia ficar na Holanda e passar a vender maconha por um preço 100 vezes melhor do que as pessoas no Brasil. Minha mãe ficou desesperada quando soube”.

Harold conta que morou durante um ano em um apartamento para refugiados africanos em Amsterdã, que alugava por 300 euros. Durante esse tempo, ele fez contatos e aprimorou seus conhecimentos sobre a erva.

“Eu me envolvi com pessoas que achava que tinham maconha e haxixe bom. Na Holanda, a maconha é apenas tolerada. Durante os cinco anos que fiquei no país, vi muita gente sendo presa, inclusive conhecidos. Logo começaram a me dizer que eu estava no lugar errado, que eu deveria ir para a Califórnia”, diz.

Depois de fazer uma série de pesquisas e assistir a vídeos no YouTube, ele decidiu se mudar para os Estados Unidos.

Primeiro, ele foi para Nova York, mas depois de um ano vivendo “num frio dos infernos” e presenciando uma forte repressão policial contra usuários de maconha, ele resolveu se mudar, em 2009, para Los Angeles, na Califórnia, onde vive até hoje.

“Eu mal cheguei e enlouqueci. Eu fiquei gritando na rua, literalmente, porque a cada esquina tinha loja para você comprar equipamentos. Você fica louco mesmo. Entrei na primeira que eu vi e fiquei conversando com o dono durante horas sem parar”, lembra Bamf com euforia.

Três dias depois de chegar à “meca” da maconha, Harold comprou uma luz especial – ideal para seis plantas – e começou a plantar a própria erva dentro de casa. Seis meses depois, tinha dez lâmpadas. Um ano depois, tinha 15.

Depois da longa experiência em Amsterdã, o jovem avaliou que o mercado na Califórnia tinha bons equipamentos, uma legislação muito favorável, mas ainda era pouco desenvolvido. Sua maior surpresa, porém, foi quando assistiu à uma edição da Cannabis Cup, a maior competição de maconha dos EUA, promovida pela revista High Times.

“Eu não acreditei que os caras vacilavam tanto. Num país de primeiro mundo, com ótimos equipamentos e maconha boa, eles poderiam fazer muito mais”, relata o brasileiro. Aquele era o incentivo que faltava para ele começar sua própria produção e buscar seu espaço no mercado.

Riscos para a saúde

O professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e coordenador, há 30 anos, do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da universidade, Dartiu Xavier, condena o uso de maconha por adolescentes, como fez Harold.

“Eu acho que ninguém deveria fumar antes dos 18. Alguns autores dizem a partir dos 21. O ponto mais preocupante é que a maconha pode desencadear uma psicose, quando o usuário sai da realidade. Caso ele tenha uma predisposição para isso, a maconha pode funcionar como um gatilho”, explicou.

Por outro lado, o médico afirma que no seu ponto de vista a regulamentação do uso da maconha diminuiria o consumo da erva no país e seria um avanço na área da saúde.

“Nos lugares onde existem políticas mais tolerantes ou legalização, como a Holanda ou Estados Unidos, as pessoas não fogem das informações. Há inclusive uma grande política de redução de riscos. No clima de proibicionismo como há aqui, ninguém tem informação. A Holanda, inclusive, é um dos poucos países onde o consumo de maconha vem caindo. Uma prova cabal de que a proibição do uso aumenta o consumo”, afirmou Xavier.

Entretanto, o coordenador do Projeto Antitabágico do Hospital Universitário da USP, João Paulo Lotufo, diz que qualquer relaxamento em relação ao consumo de maconha seria um erro.

“Nos Estados Unidos e no Uruguai, onde o uso é permitido, dobrou o número de dependentes. Se hoje há um surto psicótico a cada 100 pessoas, se libera, você dobra para 2. Vai subir o número de acidentes automobilísticos causados pelo uso da droga, sem contar que as lesões causadas pela maconha no cérebro são irreversíveis”, disse o médico.

BAMF GANHOU DEZ PRÊMIOS – OITO CONSECUTIVOS – DE MELHOR EXTRAÇÃO DE MACONHA PELA REVISTA MAIS IMPORTANTE SOBRE O ASSUNTO NOS EUA (FOTO: BBC)

Lotufo diz ainda que a maconha é mais cancerígena que o tabaco (com base em estudo publicado na revista European Respiratory Journal em 2008) e que os custos arrecadados com impostos em caso de regulamentação não seriam suficientes nem mesmo para bancar o aumento dos gastos com saúde.

“O imposto arrecadado com a venda de cigarros também não cobre a lesão que o tabaco provoca no sistema de saúde. Liberar o uso no Brasil seria um absurdo. Alguns falam na internet que a maconha é medicinal, mas não tem nada disso. O canabidiol (CBD) sim é medicinal, mas trata-se de um extrato que nada tem a ver com o uso recreativo”, afirmou o médico da USP.

Para ele, a pressão para a regulamentação do uso recreativo ocorre por uma forte pressão financeira, que ignora os riscos à saúde.

Técnica secreta

O primeiro passo de Harold Winston para entrar no mercado canábico foi convencer Nikka T, produtor do que muitos consideram o melhor haxixe vendido nos EUA na época, a ensiná-lo a fazer o produto. Haxixe é uma pasta densa feita da resina de maconha, fumada em bong, narguilé ou em cigarro- misturado com tabaco ou maconha.

“Fiquei enchendo o saco dele igual um fã durante seis meses, até que um dia ele resolveu me ensinar. Ele me convidou e eu fui até o Colorado para aprender a técnica e, na semana seguinte, eu já era o melhor hashmaker (produtor de haxixe) da Califórnia. Isso foi há nove anos, na mesma época que minha mãe morreu de câncer”, relata ele.

Ao contrário do haxixe vendido no Brasil, feito com restos de maconha de baixa qualidade, muitas vezes feito das sobras de resina que grudam na mão das pessoas que colhem a planta no Paraguai, o produto de Bamf passa por um complexo processo.

Assim que ele fez o primeiro haxixe usando uma técnica de extração à base de água, sem solventes, ele teve a certeza de que tinha condições de era algo inédito e quis colocar seu produto à prova num campeonato. Mas, para isso, era necessário ser dono de um dispensário. Apenas a loja Buds and Roses aceitou o pedido.

O produto de Bamf chamou a atenção logo no momento da inscrição por conta de sua cor clara – sinal de pureza – e por ser o único feito com água. A maioria dos concentrados, conta Harold, é feita com gás butano – o mesmo usado em isqueiros.

 

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Em meio a 40 competidores, o brasileiro ganhou seu primeiro seu primeiro troféu. No dia seguinte, ele viu sua popularidade disparar e seu produto se tornar uma referência num dos mercados mais exigentes do mundo. A demanda foi tão grande que ele conta ter ficado sete dias sem dormir fazendo haxixe sozinho em sua casa para dar conta de alguns pedidos.

Uma das encomendas foi feita pelo grupo americano de rap Cypress Hill. “Eles encostaram na minha casa com um caminhão cheio de maconha para eu fazer haxixe para eles. Perguntei se estavam loucos porque eu demoraria um ano para terminar aquilo sozinho. Uma semana após terminar o serviço, eles levaram outro caminhão cheio”, conta.

Pouco tempo depois, Harold fundou sua própria empresa, a Bamf, que aos poucos virou o nome com o que Harold passaria a ser conhecido no mercado canábico. O nome significa Badass Motherf***er e foi inspirado em uma cena do filme Pulp Fiction.

A Bamf começou a se tornar uma referência de qualidade na Califórnia. Ganhou oito Cannabis Cups consecutivas de melhor haxixe e passou a ser cultuado por usuários de maconha não só na Califórnia, mas ao redor do mundo.

“O campeonato não dá dinheiro, mas no momento que você sai do palco com o troféu, aparecem mais de 50 donos de lojas querendo comprar tudo o que você tem. Gente tirando maços de dinheiro e do bolso. Eu pensava que era até policial querendo me pegar”, conta.

A marca começou a virar moda. A Bamf passou a vender camisetas, souvenirs e sementes. No Instagram, a marca é elogiada por diversos consumidores – alguns, famosos – americanos e brasileiros. Mas o crescimento trouxe alguns problemas para Harold e ele sente medo dessa expansão.

“A Bamf me deixou muito satisfeito e ciumento. Hoje, tenho 35 funcionários, mas sinto medo de ampliar demais, crescer, e precisar entregar meu segredo para mais pessoas. Eu criei um monstro. Imagine criar um gorila dentro de um quarto. Uma hora você vai tomar um soco. Aconteceu isso comigo. Teve gente que veio, aprendeu e hoje criaram as coisas deles. Mas como eu comecei primeiro que todo mundo, ainda estou alguns passos à frente”, afirmou.

Mesmo assim, ele revelou à BBC News Brasil alguns “segredos” da estratégia para se obter um produto de alta pureza.

“O segredo maior é olhar para as flores da maconha como se ela fosse uma vaca. No momento em que você abate a vaca, ela deve estar em ambiente refrigerado para não degenerar. Quando você corta a maconha é a mesma coisa porque ela começa a morrer. Se você não mantiver ela refrigerada em uma hora para manter ela viva, a planta começa a secar e perde óleo”, afirmou.

Harold não deu mais detalhes, mas afirmou que mantém a planta congelada até o momento da extração, e que “o solvente e o produto devem ser mantidos em temperaturas negativas”.

Maconha no Brasil

Harold diz que sua empresa está em plena expansão e conta que acabou de comprar uma área de 2 hectares – equivalente a mais de dois campos de futebol – no Estado de Oregon apenas para plantar maconha rica em CBD, usado principalmente para a produção de remédio.

Essa cepa não tem THC, o princípio ativo da planta, que causa o “barato”. Ele diz que fará isso porque se sente na obrigação de se colocar em todos os setores do mundo canábico.

Harold se diz triste com a lei de drogas brasileira. Para ele, a legalização do cultivo, comércio e consumo da erva poderiam ser de grande ajuda à combalida economia do país.

“A salvação do Brasil é a maconha. É a única coisa que pode gerar milhares de empregos e trilhões de reais no mercado econômico de maneira imediata e o povo precisa entender isso. O país está perto da linha do Equador, tem um clima perfeito e terra abundante, emprego. Sem falar que a maconha é matéria-prima de 35 mil produtos diferentes, num ciclo de dois meses. Para quê cortar árvore? Eu amo o Brasil e estou doido para e poder trabalhar com o que eu gosto no meu país”, afirmou.

Ele pondera, por outro lado, que até mesmo o mercado americano ainda não é tão claro sobre o que pode ser feito.

“Eu mesmo fui preso há três anos. Aqui é legal, mas ao mesmo tempo não é. Fui parado por um policial e tinha 20 kg de maconha no carro. Eu tinha uma licença e disse que mostraria ao policial, mas ele disse que rasgaria o documento caso eu mostrasse. A sorte é que nos EUA você não é condenado até esgotar o processo. Depois de dois anos e meio, fui absolvido”, afirmou.

Na Califórnia, a venda da maconha recreativa é legal. Por outro lado, a erva continua classificada como um narcótico ilegal sob a lei federal americana.

“Há um conflito de leis federais e estaduais que cria uma zona cinzenta nos Estados Unidos. Há a legalização, mas por outro lado há uma grande dificuldade para conseguir as licenças e isso causa uma grande insegurança jurídica”, diz o advogado Ricardo Nemer.

Já no Brasil, ativistas dizem que o caminho mais provável para descriminalizar o uso da maconha e dar o primeiro passo rumo à legalização é o julgamento no STF de um processo que pode revogar o artigo 28 da Lei Antidrogas. Isso permitiria a posse de pequenas quantias e plantio da erva para consumo próprio.

Esse processo, parado desde 2015 após o ministro Teori Zavascki pedir vistas, está marcado para ser retomado no dia 5 de junho. A pausa ocorre porque, depois da morte de Zavascki, o caso foi para as mãos de Alexandre de Moraes.

No ponto de vista do músico Badaui, que diz ter visitado diversos países onde há regulamentação, tolerância ou descriminalização do uso da cannabis, diz que é apenas uma questão de tempo para que o mesmo ocorra no Brasil.

“Há dez anos, esse assunto era tratado como tabu. Hoje, todos sabem que esse consumo não vai parar e que não tem como seguir outro caminho a não ser o da legalização. Por mais conservador que seja o governo, o Brasil sempre seguiu o modelo americano. É hora de desmantelar o mercado negro e explorarmos economicamente a cannabis”, afirmou o músico.

Bamf também acha que a legalização da cannabis no Brasil não deve demorar. Ele diz que diversos setores da sociedade estão fazendo uma grande pressão no sentido de permitir o consumo e o comércio da erva, como ocorreu antes da legalização em países como Canadá e Uruguai.

“Chega uma hora em que a polícia não tem condições de ir atrás de quem planta e fuma. Os próprios policiais se questionam se eles devem ir atrás de político ladrão e grandes bandidos ou se vão ficar perdendo tempo indo atrás de usuário de maconha num país com tanto problema de verdade.”

Época Negócios, com BBC

 

 

Opinião dos leitores

  1. Isso é uma grande notícia, quando muitos chorão os seus filhos mortos pelas drogas aí vem essa grande materia ,isso sim é louvável!!!

    1. Eu ia comentar justamente isso. Mas pelo seu Nick vc deve estar sendo irônico. Já Eu, falo sério.

  2. Reportagem muito educativa, que esse doido fique por lá mesmo, aqui já temos muitas cracolândias.

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Mundo

Mulher mata a tiro veterano do Exército durante disputa por vaga de estacionamento

Foto: Reprodução

Uma mulher matou a tiro um veterano do Exército, que tinha 62 anos, durante disputa por vaga de estacionamento na frente de um supermercado da rede Walmart em North Lauderdale (Flórida, EUA) na tarde da última terça-feira (30/6).

Bart Diguglielmo, um sargento reformado do Exército dos EUA, foi morto após ser baleado por uma mulher não identificada após os dois discutirem sobre uma vaga.

A autora do disparo disse ter agido em legítima defesa, informou a polícia.

“Eu estava chegando e ouvi uma mulher gritando. Ela gritava e dizia muitas coisas”, disse David Anderson à CBS News Miami.

O incidente foi registrado em vídeo. Nas imagens, os dos clientes do supermercado são vistos apontando o dedo um para o outro repetidamente durante a discussão. Bart segue a mulher ao redor de um carro enquanto ela aponta uma arma e a aponta para ele. Em seguida, ouve-se um único disparo e ele cai no chão.

 

Extra

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Geral

[VÍDEO] Senador petista é vaiado durante desfile em Salvador: “Jaques Master”

Foto: Reprodução

O senador Jaques Wagner (PT-BA) foi vaiado por manifestantes nesta quinta-feira, 2, durante o desfile do Dois de Julho, em Salvador, onde cartazes com os dizeres “Jaques Master” foram exibidos no momento de sua chegada. O episódio ocorre depois da deflagração da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que investiga um esquema bilionário de fraudes no Banco Master e apura se o senador recebeu um apartamento avaliado em R$ 2,45 milhões e atuou para favorecer o banco na tramitação de uma emenda no Congresso; Wagner já deixou a liderança do governo no Senado para se dedicar à defesa, e tanto ele quanto seus advogados negam irregularidades.

O senador Jaques Wagner (PT-BA) foi vaiado nesta quinta-feira, 2, durante sua chegada ao desfile do 2 de Julho, em Salvador. Manifestantes contrários à sua presença levantaram cartazes com a frase “Jaques Master” com uma foto do parlamentar ao lado do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Os protestos ocorrem depois de a Polícia Federal (PF) realizar buscas em endereços ligados ao parlamentar. A investigação apura um esquema de vantagens indevidas e pagamento de propina que envolve Vorcaro, ex-dono do Banco Master, e políticos, como o senador Ciro Nogueira (PP-PI).

A Operação Compliance Zero foi deflagrada pela PF em novembro de 2025, a partir de uma investigação solicitada pelo Ministério Público Federal. A apuração inicial mirava a emissão de Certificados de Depósito Bancário com rentabilidades acima das praticadas pelo mercado, sem lastro compatível com os valores captados.

A primeira fase da operação resultou na prisão de Daniel Vorcaro, de Augusto Lima, ex-sócio do Master, e de outros seis investigados. A Justiça também determinou o bloqueio de mais de R$ 5,7 bilhões em bens e ativos financeiros ligados ao grupo.

Ao longo de nove fases, a investigação passou a abranger suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e cooptação de agentes públicos. A nona fase, deflagrada em junho, incluiu buscas em endereços ligados a Wagner.

Segundo a PF, o petista teria recebido um apartamento avaliado em R$ 2,45 milhões de Augusto Lima. A corporação também apura se Wagner atuou para favorecer o Master na tramitação de uma emenda ligada ao Fundo Garantidor de Créditos, batizada de “Emenda Master”.

Wagner confirmou ter relação de amizade com Augusto Lima. O petista também admitiu ter utilizado jatinhos privados do empresário em deslocamentos pessoais.

A defesa do senador nega qualquer atuação em favor do Master e afirma que a relação com Augusto Lima não se confunde com os negócios da instituição.

Wagner deixou o cargo de líder do governo no Senado dias depois da operação da PF, para focar a sua defesa jurídica. O caso tramita sob segredo de Justiça no Supremo Tribunal Federal.

 

Com informações da Revista Oeste

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Brasil

“Lula coloca o brasileiro à beira do precipício”, diz ex-procurador


Foto: Reprodução

Em entrevista ao Pleno Time nesta quinta-feira (2), o ex-procurador e pré-candidato ao Senado Deltan Dallagnol (Novo-PR) fez duras críticas à condução da economia pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em sua opinião, o país enfrenta uma deterioração fiscal que supera os problemas registrados durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Ao comentar uma publicação recente nas redes sociais, em que afirmou estar “com saudade de Dilma Rousseff”, Dallagnol explicou o motivo da comparação.

– A gente tá praticamente com saudade da Dilma, né? Depois a gente vê o Lula conseguir fazer pior do que ela. Não só ele tá amplificando uma crise fiscal – disse.

Ele relembrou que, em sua visão, o governo Dilma foi marcado por gastos públicos elevados, aumento da inflação e pela crise fiscal que culminou no impeachment da então presidente. Segundo Dallagnol, a adoção das chamadas “pedaladas fiscais” foi uma tentativa de mascarar o desequilíbrio das contas públicas.

O ex-procurador também citou o teto de gastos criado durante o governo Michel Temer e criticou sua substituição pelo atual arcabouço fiscal.

– O Lula gasta quanto quer e essa gastança ilimitada gera não só uma pressão econômica, porque aumenta a arrecadação, aumenta os impostos – declarou.

Ao encerrar sua análise, Dallagnol disparou:

– O que o Lula tá fazendo é, na seara econômica, colocar o brasileiro à beira do precipício.

 

Pleno News

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Política

Governo Lula propõe aos EUA plano de ação para contornar investigação de tarifas

Foto: Antônio Cruz

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresentou em reunião com os Estados Unidos, nesta quinta-feira (2), um “Mapa do Caminho” com medidas que o Brasil pode adotar para contornar as investigações da chamada “seção 301”, que serve como base para a ameaça norte-americana de taxar o país em 25%.

O Brasil apresentou as medidas que poderia estabelecer para contemplar preocupações norte-americanas relacionadas a cada um dos seis eixos da investigação, que critica desde corrupção ao controle do desmatamento. O governo, contudo, voltou a dizer que o Pix é inegociável e deixou a ferramenta de fora do documento.

A gestão federal indicou que executará o “roadmap” sob a condição de os Estados Unidos não tarifarem o Brasil em 25%. O principal representante brasileiro na reunião foi o ministro do MDIC (Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), Márcio Elias. Pelo lado dos EUA, participou o chefe do USTR (escritório do representante comercial), Jamieson Greer.

Parte das medidas apresentadas pelo Brasil são textos em tramitação no Congresso Nacional ou medidas infralegais formuladas internamente no Palácio do Planalto, apurou a CNN.

Esta foi a quarta reunião entre Márcio Elias e Jamieson Greer. Anteriormente, segundo fontes próximas ao assunto, o foco foi a discussão tarifária. O Brasil acenou aos norte-americanos com a possibilidade de reduzir taxas para cerca de 300 linhas tarifárias.

Sob as diretrizes da OMC (Organização Mundial do Comércio), o Brasil não poderia baixar tarifas para um único país. Portanto, não poderia fazê-lo somente aos Estados Unidos. A solução encontrada foi acenar com a redução das taxas — a vários países — em setores nos quais os Estados Unidos teriam maiores condições de competir e que não prejudicariam a indústria nacional.

Entre os setores discutidos estão máquinas e equipamentos não produzidos no Brasil, como equipamentos para setor de saúde – especialmente de olho na forte e crescente demanda do SUS (Sistema Único de Saúde), e tecnologia de informação.

De todo modo, as conversas no grupo de trabalho para a discussão do tarifaço prosseguem. As equipes técnicas se reunirão no início da próxima semana e preparam um novo encontro entre Márcio Elias e Greer até 15 de julho, data em que os EUA devem responder sobre a recomendação de tarifas.

 

CNN

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Geral

Na Câmara, 81% dos deputados alugam carrões e contribuintes pagam a conta

Foto: Kayo Magalhães

Deputados federais de oposição têm sido investigados por gastos com aluguel de veículos, como mostrou nesta quarta (1º) outra fase da operação na Rent a Car, da Polícia Federal, mas a farra é praticada por 450 dos 513 parlamentares, equivalentes a 81% do total. Isso custou R$18,5 milhões só este ano. A coluna cruzou os valores das notas fiscais dos veículos apresentadas pelos deputados: o valor de R$18.583.763,80 contempla apenas ao que foi pago entre 1º de janeiro e a data de ontem.

Não há limite conhecido para esse tipo de despesas na Câmara, e os valores da farra de locação de veículos devem disparar até o fim do ano.

Deputado de primeiro mandato, Lula da Fonte (PP-PE) se esbaldou e foi quem mais gastou entre todos os colegas: R$113.882,52.

A lista da gastança segue com Adilson Barroso (PL-SP), que torrou, até agora, R$101,2 mil só com aluguel de belos carros.

Na gastadora trinca, ainda aparece o nome de Marcos Soares (PSDB-RJ), que não teve dó e apresentou faturas que somam R$98,4 mil.

Diário do Poder

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Política

Governador cobra respeito de Lula: ‘Lave a boca para falar de Santa Catarina’

Foto: Reprodução

O clima político esquentou no Norte de Santa Catarina nesta quarta-feira (1º). Durante a entrega de um viaduto na BR-280, em Jaraguá do Sul, o governador Jorginho Mello (PL) cobrou respeito do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em um dos trechos mais contundentes do pronunciamento, Jorginho afirmou que Lula desrespeitou os catarinenses durante uma visita recente ao Estado e declarou:

“Por isso que a gente fica indignado, a gente fica furioso quando o maior mandatário do Brasil vem aqui em Santa Catarina nos ofender, nos chamar de pracinhas. Ele precisa lavar a boca para vir falar de Santa Catarina aqui”, disparou o governador, sendo aplaudido pelo público presente.

A forte reação de Jorginho Mello faz referência a um episódio recente que gerou intensa revolta entre as lideranças políticas catarinenses. Durante sua última visita oficial ao estado, o presidente Lula utilizou o termo “pracinhas” de forma equivocada ao tentar associar Santa Catarina a movimentos extremistas de direita.

A declaração foi interpretada na região como uma ofensa coletiva ao povo catarinense, abrindo uma crise diplomática entre o Palácio do Planalto e o governo do Estado.

Além das declarações direcionadas ao presidente, Jorginho voltou a cobrar mais investimentos federais em Santa Catarina. Ao comentar as obras entregues na BR-280, afirmou que o Estado precisou assumir intervenções em uma rodovia federal por falta de apoio de Brasília.

“Nós passamos as estradas de Santa Catarina a limpo e chegamos nas rodovias federais, já que o pessoal de Brasília não nos ajuda”, afirmou durante o evento.

NDMais

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Geral

Firma sancionada nos EUA recebeu R$ 514 milhões da rede de lavagem do Careca do INSS

Foto: Divulgação

Uma das empresas sancionadas pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos nessa quarta-feira (1º/7), por suposto envolvimento com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), recebeu R$ 514 milhões de uma firma suspeita de integrar a rede de lavagem de dinheiro usada por Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS.

A notícia é do Metrópoles. A empresa em questão é a Victory Trading Intermediação de Negócios, pertencente a Victor Henrique de Oliveira Shimada.

Em apenas um ano, entre setembro de 2023 e setembro de 2024, ela recebeu R$ 514,5 milhões da Wave Intermediações, considerada um dos principais CNPJs da chamada de rede Arpar.

A rede Arpar é um grupo de mais de 40 empresas relacionadas entre si, com indícios de serem de fachada, usadas para lavagem de dinheiro, segundo a CPMI do INSS. O nome vem de uma das firmas do grupo, pertencente a um associado do Careca do INSS.

No relatório final da CPMI, elaborado pelo deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), a rede Arpar é descrita como uma “estrutura de lavagem de capitais que movimentou mais de R$ 39 bilhões e é responsável pelo branqueamento dos recursos desviados no esquema do INSS”.

A Wave Intermediações, que repassou os R$ 514 milhões para a Victory, não parece ter relação com a outra empresa sancionada pelos EUA nesta quarta-feira: a Wave Construções Inteligentes.

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Geral

Campanha Antirrábica 2026: Natal divulga locais de vacinação no próximo sábado (4)

Foto: SMS

Dando continuidade às ações da Campanha de Vacinação Antirrábica 2026, a Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ), vinculada ao Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), divulga os pontos de vacinação contra a raiva para o próximo sábado (4). Os Agentes de Combate às Endemias (ACE) percorrerão alguns bairros da capital realizando a vacinação nos domicílios. A população também poderá contar com a oferta do imunizante em pontos fixos distribuídos pela cidade.

Podem ser vacinados cães e gatos saudáveis a partir de três meses de idade, que não tenham sido submetidos a tratamento farmacológico nos últimos 30 dias e que ainda não tenham recebido a vacina antirrábica em 2026.

A raiva é uma doença viral que acomete mamíferos, incluindo cães, gatos e seres humanos. A transmissão ocorre, principalmente, por mordidas, arranhaduras ou pelo contato da saliva de um animal infectado com ferimentos ou mucosas. Como a doença apresenta letalidade próxima de 100% após o aparecimento dos sintomas, a vacinação periódica dos animais é a principal forma de prevenção e também contribui para interromper a transmissão para as pessoas.

Iniciada nesta quarta-feira (1º), a Campanha de Vacinação Antirrábica 2026 segue até 30 de setembro e terá como principal estratégia a vacinação porta a porta. O Dia D da campanha está marcado para 26 de setembro.

Locais de vacinação no próximo sábado (4):

Postos fixos

Norte II

• Unidade de Vigilância de Zoonoses – Potengi (das 8h às 16h)

Oeste

• Policlínica Oeste – Avenida Pernambuco, 251, Cidade da Esperança (das 8h às 12h)

Sul

• UBS Jiqui – Rua dos Palmares, 11, Jiqui, Neópolis (das 8h às 12h);

• UNP – Centro Médico Veterinário – Avenida Senador Salgado Filho, 1610, Lagoa Nova (das 8h às 12h).

Vacinação porta a porta (das 8h às 12h)

• Norte I: Pajuçara e Conjunto Pajuçara II;

• Norte II: Nossa Senhora da Apresentação;

• Oeste: Felipe Camarão;

• Sul: Planalto;

• Leste: Alecrim.

Caso identifique animais com comportamento agressivo ou suspeito, ou precise de mais informações, a população pode entrar em contato com a UVZ pelo WhatsApp (84) 3232-8235 ou pelo aplicativo Natal Digital.

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Política

Carla Dickson participa de evento com 4.500 mães atípicas em Natal

Foto: Divulgação

A deputada federal Carla Dickson (PL-RN) reafirmou seu compromisso com a causa das famílias atípicas ao participar de evento com cerca de 4.500 mães na tarde do último sábado (27), durante a realização do evento “Um Dia de Fuzileiro Naval e Marinheiro – Edição Famílias Atípicas”. O encontro foi promovido pela Marinha do Brasil, por meio do 3º Batalhão de Operações Litorâneas de Fuzileiros Navais.

Reconhecida nacionalmente pela atuação em defesa das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e das famílias atípicas, Carla Dickson destacou que a grande participação popular demonstra a força da mobilização em torno da inclusão.

“Foi uma tarde emocionante. Ver milhares de famílias reunidas, sendo acolhidas e vivendo momentos de alegria, reforça que estamos no caminho certo. Essa é uma causa que abracei e considero uma das mais importantes do país atualmente. Agradeço à Marinha do Brasil pelo convite e por abrir suas portas pra um evento tão grandioso e humano”, afirmou a deputada.

O evento reuniu representantes de dezenas de associações e instituições que atuam na defesa das pessoas com deficiência e das famílias atípicas, além de caravanas vindas de municípios de todas as regiões do Rio Grande do Norte, entre eles Natal, Parnamirim, Macaíba, Monte Alegre, Goianinha, Ceará-Mirim, João Câmara, São Miguel do Gostoso, Lagoa Salgada, Caiçara do Rio do Vento, Poço Branco, Jardim do Seridó, São Gonçalo do Amarante e Elói de Souza.

Para Carla Dickson, a expressiva presença de famílias e entidades de diferentes municípios consolida o fortalecimento da rede de apoio às pessoas com deficiência no Rio Grande do Norte e evidencia a importância da união entre o poder público, as instituições e a sociedade civil para ampliar a inclusão e garantir mais dignidade às famílias atípicas.

O evento proporcionou uma tarde de inclusão, acolhimento, lazer e aprendizado para crianças, jovens e adultos com deficiência, além de seus familiares. A programação contou com palestras, salas sensoriais, atividades recreativas, feira de pequenos empreendedores, apresentações culturais e musicais.

 

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Geral

Comércio de Natal terá funcionamento alterado durante jogo do Brasil neste domingo

Foto: Divulgação

O comércio de Natal terá alterações no funcionamento neste domingo (5), em razão da partida da Seleção Brasileira pelas oitavas de final da Copa do Mundo. As mudanças foram divulgadas pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal (CDL Natal) e atingem o comércio de rua, shopping centers e supermercados da capital.

De acordo com a CDL Natal, a maioria dos estabelecimentos terá horário reduzido durante a partida, com parte das operações retomando as atividades após o fim do jogo. Em alguns casos, a reabertura será facultativa, ficando a critério de cada lojista.

Confira abaixo:

Alecrim
Fechado

Centro da Cidade
Fechado

Zona Norte
Fechado

Midway Mall
Lojas e Quiosques: das 10h às 16h.
Praça de Alimentação, Lazer e Bares: aberto das 10h às 16h e facultativo das 16h às 21h.

Natal Shopping
Funcionamento obrigatório: das 10h às 16h.
Após o término da partida, a reabertura das operações será facultativa, ficando a critério de cada lojista retornar às atividades, respeitando o horário máximo de funcionamento do shopping, até 21h.
As operações de alimentação poderão permanecer em funcionamento durante a transmissão da partida, de forma facultativa, ficando a decisão de abertura a critério de cada operação.

Via Direta
Funcionam até às 16h.
A reabertura ocorre 01h após o término do jogo.

Partage Norte Shopping
Praça de Alimentação • Transmissão dos jogos ao vivo • 11h às 22h, com funcionamento obrigatório.
Lojas e Quiosques • 11h às 16h30, com funcionamento obrigatório, sem reabertura pós jogo.

Praia Shopping
Praça de Alimentação e restaurantes: a partir das 11h.
Moviecom: consultar programação em moviecom.com.br
Demais Lojas: das 11h às 16h

Cidade Verde
Funcionamento facultativo das 15 às 20hs.

Shopping Cidade Jardim
Lojas e quiosque – Abertura facultativa a partir das 14hs
Alimentação abertura a partir das 11h, com transmissão do jogo em nossas varandas gourmet

Shopping 10
Fechado

Supermercados
Fecha 1h antes dos jogos e abre 15 minutos após o jogo.

Com informações de Tribuna do Norte

 

 

 

 

 

 

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