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FOTOS: Brasileiro se muda para a Califórnia para plantar maconha, ganha dez copas de melhor haxixe e vira ídolo

HAROLD WINSTON, O BAMF, DEIXOU O BRASIL AOS 18 ANOS PARA VIAGEM DE UMA SEMANA EM AMSTERDÃ E NÃO VOLTOU MAIS (FOTO: MALACHI BANALES/ DIVULGAÇÃO)

Proibido no Brasil e seis vezes mais caro que o ouro. O cristal de poucos centímetros, levemente amarelado, quase transparente, é exposto em lojas especializadas em maconha da Califórnia, na costa oeste dos Estados Unidos, como uma joia.

Cada grama do extrato ultraconcentrado de maconha produzido pelo brasileiro Harold Winston, mais conhecido como Bamf, de 34 anos, pode custar até US$ 250 — o equivalente a cerca de R$ 1.000. A porção é suficiente para fazer dois cigarros — misturando com tabaco ou ervas – ou usar até cinco vezes num bong — purificador, geralmente feito de vidro, utilizado para fumar maconha.

Harold deixou o Brasil em 2003, há 16 anos, atraído pelo desejo de trabalhar com cannabis. Antes de deixar o país, ele tinha plantado 400 pés de maconha no quintal da casa onde vivia com a família em Belo Horizonte. A mãe dele descobriu, destruiu o plantio e pagou ao filho uma viagem para ele passar uma semana em Amsterdã, na Holanda. Ele nem chegou a pegar o voo de volta e, desde então, só visitou a terra natal em festas de fim de ano.

Nesse período, Harold viveu cinco anos na Holanda, ganhou 10 prêmios em competições de maconha nos Estados Unidos e se tornou uma das maiores referências do mundo canábico.

No Brasil, o plantio, a venda ou a doação de maconha são considerados tráfico de drogas, crime punido com penas de 5 a 15 anos de prisão, além de multas. Usar a erva é considerada apenas uma contravenção. Nesses casos, o usuário deve prestar serviços à comunidade e fazer um curso sobre os danos causados pelo uso de drogas.

O advogado Ricardo Nemer, da Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas (Reforma) diz que muitas vezes a distinção entre usuário e traficante, feita principalmente pela Polícia Civil, é incerta e pode resultar em punições injustas.

“Depende do ‘achismo’ do delegado. Não há regra do que é pequena ou grande quantidade. Isso causa uma grande insegurança jurídica e enquadra diversos usuários como traficantes. Um exemplo são as pessoas que cultivam maconha para fazer extratos (como os produzidos por Bamf) e precisam de muitas plantas”, explica o advogado.

Mas o que há de tão especial na maconha concentrada?

“Você dá uma simples puxada e é como se você tivesse fumado uns dez baseados inteiros”, diz Fernando Badaui, de 43 anos, vocalista da banda CPM22. “Não tem nenhuma impureza. É como degustar um bom vinho. Quando você fuma uma maconha comum, tem o papel, folhas, galhos e tudo mais junto, fora a sujeira. Aquilo que o Bamf faz é o puro extrato de THC, o princípio ativo que causa a brisa. Eu já experimentei maconha em diversos países que visitei e digo que essa está entre as melhores do mundo.”

FERNANDO BADAUI (À ESQ.), VOCALISTA DA BANDA CPM22, VISITOU DIVERSAS VEZES O BRASILEIRO HAROLD WINSTON, NA CALIFÓRNIA (FOTO: FERNANDO BADAUI/ ARQUIVO PESSOAL)

Badaui é conhecido por ser um combativo ativista nas redes sociais pela liberação da maconha. No Instagram, por exemplo, ele faz constantes publicações para defender a descriminalização do uso e a regulamentação do plantio da erva no Brasil. Ele conta ter conversado com o skatista Bob Burnquist, outro assíduo defensor da cannabis.

“Falei pro Bob que a gente está junto nessa. A imagem dele é muito importante para mostrar que um atleta de elite pode usar maconha”, afirmou Badaui em entrevista à BBC News Brasil.

O brasileiro Harold diz que Badaui o visita duas vezes por ano na Califórnia e que já experimentou vários de seus produtos. “A gente virou amigo. Ele é um ativista que representa muito nossa luta e eu acho lindo todos esses caras de peso desmistificando o uso da maconha. Eles demonstram que podem fumar e serem grandes profissionais. A manifestação pública dessas pessoas é um dos caminhos para a legalização no Brasil”, afirmou.

‘Amor’ pela erva

Harold nasceu na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, mas seus pais avaliaram que não teriam condições de criá-lo. Aos três meses de idade, o bebê foi adotado por americanos que viviam em Belo Horizonte e o batizaram com o nome do avô americano.

“Eu sempre fui um moleque doido, talvez pelo fato de ser adotado. Fui expulso de todas as escolas por onde passei em Belo Horizonte”, conta o brasileiro. Ele diz que ter se tornado uma referência na produção de maconha na Califórnia é a realização de seu maior sonho.

Todo esse amor pela maconha, conta Bamf, começou assim que experimentou a erva pela primeira vez, aos 16 anos.

“O problema foi que eu gostei demais, irmão. Um dia depois de sentir aquela sensação, comprei 25 gramas (suficiente para produzir até cerca de 50 baseados). Foi doido. A partir daquele dia, eu queria ver coisas sobre maconha o dia todo, queria experimentar a melhor maconha do mundo e fiquei na caça daquilo. Naquele mesmo ano, descobri o haxixe e pirei de vez”, conta o brasileiro aos risos.

Na época, ele passou a ter acesso e consumir grandes quantidades de haxixe trazido do Paraguai. Mas ele conta que sentia desgosto por consumir algo sujo e de procedência desconhecida. Seu sonho passou a ser produzir seu próprio concentrado, de alta pureza.

400 plantas no quintal

Sem se importar com as leis brasileiras, o adolescente passou a plantar maconha no quintal de casa, em 2002. E num volume capaz de atrair muita atenção.

 

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“Eu meti 400 plantas lá. Falei para a minha mãe que era ayahuasca porque era legal. Mas depois de certo tempo, uma amiga dela foi lá em casa e viu o cultivo. Eu estava na esperança de que não acontecesse nada, mas essa mulher colocou algumas folhas no bolso antes de ir embora. Dois dias depois, minha mãe descobriu que era maconha, ficou puta comigo e destruiu todas as plantas”, diz Harold.

Além de sustentar seu consumo diário da erva, o cultivo fornecia material para que fizesse seus primeiros testes. Na época, ele conta que passava o dia cuidando das plantas, estudando e discutindo novas técnicas para aumentar sua produção e fazer extratos de qualidade. Sua fonte era o site brasileiro Growroom, o maior fórum online sobre maconha da América Latina, com mais de 120 mil inscritos.

“O Growroom para mim era um portal da coisa mais secreta do mundo. Passava o dia ali como um louco, como se o fórum fosse um livro aberto na minha frente. Ali, foi com certeza minha primeira escola, a base de tudo que aprendi até hoje”, relata.

Depois de duas semanas sem falar com o filho por conta da plantação em seu quintal, sua mãe, Nilza Cozac, o chamou para dar uma bronca e ter uma conversa franca. Cozac, conta Harold, foi a primeira mulher a se formar em direito em Minas Gerais e tinha um profundo conhecimento sobre a legislação.

“Minha mãe já tinha mais de 60 anos, mas era muito cabeça aberta. Ela me alertou que uma plantação daquele tamanho era motivo para o governo querer tomar nossa casa, um dos poucos assuntos que despertavam atenção do governo e policiais. E disse que me presentearia com uma viagem de uma semana para Amsterdã, na Holanda, quando completasse 18 anos. Ela queria que eu conhecesse um lugar onde pudesse fumar maconha sem problemas”, conta.

Viagem para Amsterdã

A mãe cumpriu a promessa. E ele nunca mais voltou para o Brasil.

“Eu fiquei muito louco quando cheguei lá (em 2003). Parecia uma criança em loja de brinquedo. Fiquei matutando como eu poderia ficar na Holanda e passar a vender maconha por um preço 100 vezes melhor do que as pessoas no Brasil. Minha mãe ficou desesperada quando soube”.

Harold conta que morou durante um ano em um apartamento para refugiados africanos em Amsterdã, que alugava por 300 euros. Durante esse tempo, ele fez contatos e aprimorou seus conhecimentos sobre a erva.

“Eu me envolvi com pessoas que achava que tinham maconha e haxixe bom. Na Holanda, a maconha é apenas tolerada. Durante os cinco anos que fiquei no país, vi muita gente sendo presa, inclusive conhecidos. Logo começaram a me dizer que eu estava no lugar errado, que eu deveria ir para a Califórnia”, diz.

Depois de fazer uma série de pesquisas e assistir a vídeos no YouTube, ele decidiu se mudar para os Estados Unidos.

Primeiro, ele foi para Nova York, mas depois de um ano vivendo “num frio dos infernos” e presenciando uma forte repressão policial contra usuários de maconha, ele resolveu se mudar, em 2009, para Los Angeles, na Califórnia, onde vive até hoje.

“Eu mal cheguei e enlouqueci. Eu fiquei gritando na rua, literalmente, porque a cada esquina tinha loja para você comprar equipamentos. Você fica louco mesmo. Entrei na primeira que eu vi e fiquei conversando com o dono durante horas sem parar”, lembra Bamf com euforia.

Três dias depois de chegar à “meca” da maconha, Harold comprou uma luz especial – ideal para seis plantas – e começou a plantar a própria erva dentro de casa. Seis meses depois, tinha dez lâmpadas. Um ano depois, tinha 15.

Depois da longa experiência em Amsterdã, o jovem avaliou que o mercado na Califórnia tinha bons equipamentos, uma legislação muito favorável, mas ainda era pouco desenvolvido. Sua maior surpresa, porém, foi quando assistiu à uma edição da Cannabis Cup, a maior competição de maconha dos EUA, promovida pela revista High Times.

“Eu não acreditei que os caras vacilavam tanto. Num país de primeiro mundo, com ótimos equipamentos e maconha boa, eles poderiam fazer muito mais”, relata o brasileiro. Aquele era o incentivo que faltava para ele começar sua própria produção e buscar seu espaço no mercado.

Riscos para a saúde

O professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e coordenador, há 30 anos, do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da universidade, Dartiu Xavier, condena o uso de maconha por adolescentes, como fez Harold.

“Eu acho que ninguém deveria fumar antes dos 18. Alguns autores dizem a partir dos 21. O ponto mais preocupante é que a maconha pode desencadear uma psicose, quando o usuário sai da realidade. Caso ele tenha uma predisposição para isso, a maconha pode funcionar como um gatilho”, explicou.

Por outro lado, o médico afirma que no seu ponto de vista a regulamentação do uso da maconha diminuiria o consumo da erva no país e seria um avanço na área da saúde.

“Nos lugares onde existem políticas mais tolerantes ou legalização, como a Holanda ou Estados Unidos, as pessoas não fogem das informações. Há inclusive uma grande política de redução de riscos. No clima de proibicionismo como há aqui, ninguém tem informação. A Holanda, inclusive, é um dos poucos países onde o consumo de maconha vem caindo. Uma prova cabal de que a proibição do uso aumenta o consumo”, afirmou Xavier.

Entretanto, o coordenador do Projeto Antitabágico do Hospital Universitário da USP, João Paulo Lotufo, diz que qualquer relaxamento em relação ao consumo de maconha seria um erro.

“Nos Estados Unidos e no Uruguai, onde o uso é permitido, dobrou o número de dependentes. Se hoje há um surto psicótico a cada 100 pessoas, se libera, você dobra para 2. Vai subir o número de acidentes automobilísticos causados pelo uso da droga, sem contar que as lesões causadas pela maconha no cérebro são irreversíveis”, disse o médico.

BAMF GANHOU DEZ PRÊMIOS – OITO CONSECUTIVOS – DE MELHOR EXTRAÇÃO DE MACONHA PELA REVISTA MAIS IMPORTANTE SOBRE O ASSUNTO NOS EUA (FOTO: BBC)

Lotufo diz ainda que a maconha é mais cancerígena que o tabaco (com base em estudo publicado na revista European Respiratory Journal em 2008) e que os custos arrecadados com impostos em caso de regulamentação não seriam suficientes nem mesmo para bancar o aumento dos gastos com saúde.

“O imposto arrecadado com a venda de cigarros também não cobre a lesão que o tabaco provoca no sistema de saúde. Liberar o uso no Brasil seria um absurdo. Alguns falam na internet que a maconha é medicinal, mas não tem nada disso. O canabidiol (CBD) sim é medicinal, mas trata-se de um extrato que nada tem a ver com o uso recreativo”, afirmou o médico da USP.

Para ele, a pressão para a regulamentação do uso recreativo ocorre por uma forte pressão financeira, que ignora os riscos à saúde.

Técnica secreta

O primeiro passo de Harold Winston para entrar no mercado canábico foi convencer Nikka T, produtor do que muitos consideram o melhor haxixe vendido nos EUA na época, a ensiná-lo a fazer o produto. Haxixe é uma pasta densa feita da resina de maconha, fumada em bong, narguilé ou em cigarro- misturado com tabaco ou maconha.

“Fiquei enchendo o saco dele igual um fã durante seis meses, até que um dia ele resolveu me ensinar. Ele me convidou e eu fui até o Colorado para aprender a técnica e, na semana seguinte, eu já era o melhor hashmaker (produtor de haxixe) da Califórnia. Isso foi há nove anos, na mesma época que minha mãe morreu de câncer”, relata ele.

Ao contrário do haxixe vendido no Brasil, feito com restos de maconha de baixa qualidade, muitas vezes feito das sobras de resina que grudam na mão das pessoas que colhem a planta no Paraguai, o produto de Bamf passa por um complexo processo.

Assim que ele fez o primeiro haxixe usando uma técnica de extração à base de água, sem solventes, ele teve a certeza de que tinha condições de era algo inédito e quis colocar seu produto à prova num campeonato. Mas, para isso, era necessário ser dono de um dispensário. Apenas a loja Buds and Roses aceitou o pedido.

O produto de Bamf chamou a atenção logo no momento da inscrição por conta de sua cor clara – sinal de pureza – e por ser o único feito com água. A maioria dos concentrados, conta Harold, é feita com gás butano – o mesmo usado em isqueiros.

 

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Em meio a 40 competidores, o brasileiro ganhou seu primeiro seu primeiro troféu. No dia seguinte, ele viu sua popularidade disparar e seu produto se tornar uma referência num dos mercados mais exigentes do mundo. A demanda foi tão grande que ele conta ter ficado sete dias sem dormir fazendo haxixe sozinho em sua casa para dar conta de alguns pedidos.

Uma das encomendas foi feita pelo grupo americano de rap Cypress Hill. “Eles encostaram na minha casa com um caminhão cheio de maconha para eu fazer haxixe para eles. Perguntei se estavam loucos porque eu demoraria um ano para terminar aquilo sozinho. Uma semana após terminar o serviço, eles levaram outro caminhão cheio”, conta.

Pouco tempo depois, Harold fundou sua própria empresa, a Bamf, que aos poucos virou o nome com o que Harold passaria a ser conhecido no mercado canábico. O nome significa Badass Motherf***er e foi inspirado em uma cena do filme Pulp Fiction.

A Bamf começou a se tornar uma referência de qualidade na Califórnia. Ganhou oito Cannabis Cups consecutivas de melhor haxixe e passou a ser cultuado por usuários de maconha não só na Califórnia, mas ao redor do mundo.

“O campeonato não dá dinheiro, mas no momento que você sai do palco com o troféu, aparecem mais de 50 donos de lojas querendo comprar tudo o que você tem. Gente tirando maços de dinheiro e do bolso. Eu pensava que era até policial querendo me pegar”, conta.

A marca começou a virar moda. A Bamf passou a vender camisetas, souvenirs e sementes. No Instagram, a marca é elogiada por diversos consumidores – alguns, famosos – americanos e brasileiros. Mas o crescimento trouxe alguns problemas para Harold e ele sente medo dessa expansão.

“A Bamf me deixou muito satisfeito e ciumento. Hoje, tenho 35 funcionários, mas sinto medo de ampliar demais, crescer, e precisar entregar meu segredo para mais pessoas. Eu criei um monstro. Imagine criar um gorila dentro de um quarto. Uma hora você vai tomar um soco. Aconteceu isso comigo. Teve gente que veio, aprendeu e hoje criaram as coisas deles. Mas como eu comecei primeiro que todo mundo, ainda estou alguns passos à frente”, afirmou.

Mesmo assim, ele revelou à BBC News Brasil alguns “segredos” da estratégia para se obter um produto de alta pureza.

“O segredo maior é olhar para as flores da maconha como se ela fosse uma vaca. No momento em que você abate a vaca, ela deve estar em ambiente refrigerado para não degenerar. Quando você corta a maconha é a mesma coisa porque ela começa a morrer. Se você não mantiver ela refrigerada em uma hora para manter ela viva, a planta começa a secar e perde óleo”, afirmou.

Harold não deu mais detalhes, mas afirmou que mantém a planta congelada até o momento da extração, e que “o solvente e o produto devem ser mantidos em temperaturas negativas”.

Maconha no Brasil

Harold diz que sua empresa está em plena expansão e conta que acabou de comprar uma área de 2 hectares – equivalente a mais de dois campos de futebol – no Estado de Oregon apenas para plantar maconha rica em CBD, usado principalmente para a produção de remédio.

Essa cepa não tem THC, o princípio ativo da planta, que causa o “barato”. Ele diz que fará isso porque se sente na obrigação de se colocar em todos os setores do mundo canábico.

Harold se diz triste com a lei de drogas brasileira. Para ele, a legalização do cultivo, comércio e consumo da erva poderiam ser de grande ajuda à combalida economia do país.

“A salvação do Brasil é a maconha. É a única coisa que pode gerar milhares de empregos e trilhões de reais no mercado econômico de maneira imediata e o povo precisa entender isso. O país está perto da linha do Equador, tem um clima perfeito e terra abundante, emprego. Sem falar que a maconha é matéria-prima de 35 mil produtos diferentes, num ciclo de dois meses. Para quê cortar árvore? Eu amo o Brasil e estou doido para e poder trabalhar com o que eu gosto no meu país”, afirmou.

Ele pondera, por outro lado, que até mesmo o mercado americano ainda não é tão claro sobre o que pode ser feito.

“Eu mesmo fui preso há três anos. Aqui é legal, mas ao mesmo tempo não é. Fui parado por um policial e tinha 20 kg de maconha no carro. Eu tinha uma licença e disse que mostraria ao policial, mas ele disse que rasgaria o documento caso eu mostrasse. A sorte é que nos EUA você não é condenado até esgotar o processo. Depois de dois anos e meio, fui absolvido”, afirmou.

Na Califórnia, a venda da maconha recreativa é legal. Por outro lado, a erva continua classificada como um narcótico ilegal sob a lei federal americana.

“Há um conflito de leis federais e estaduais que cria uma zona cinzenta nos Estados Unidos. Há a legalização, mas por outro lado há uma grande dificuldade para conseguir as licenças e isso causa uma grande insegurança jurídica”, diz o advogado Ricardo Nemer.

Já no Brasil, ativistas dizem que o caminho mais provável para descriminalizar o uso da maconha e dar o primeiro passo rumo à legalização é o julgamento no STF de um processo que pode revogar o artigo 28 da Lei Antidrogas. Isso permitiria a posse de pequenas quantias e plantio da erva para consumo próprio.

Esse processo, parado desde 2015 após o ministro Teori Zavascki pedir vistas, está marcado para ser retomado no dia 5 de junho. A pausa ocorre porque, depois da morte de Zavascki, o caso foi para as mãos de Alexandre de Moraes.

No ponto de vista do músico Badaui, que diz ter visitado diversos países onde há regulamentação, tolerância ou descriminalização do uso da cannabis, diz que é apenas uma questão de tempo para que o mesmo ocorra no Brasil.

“Há dez anos, esse assunto era tratado como tabu. Hoje, todos sabem que esse consumo não vai parar e que não tem como seguir outro caminho a não ser o da legalização. Por mais conservador que seja o governo, o Brasil sempre seguiu o modelo americano. É hora de desmantelar o mercado negro e explorarmos economicamente a cannabis”, afirmou o músico.

Bamf também acha que a legalização da cannabis no Brasil não deve demorar. Ele diz que diversos setores da sociedade estão fazendo uma grande pressão no sentido de permitir o consumo e o comércio da erva, como ocorreu antes da legalização em países como Canadá e Uruguai.

“Chega uma hora em que a polícia não tem condições de ir atrás de quem planta e fuma. Os próprios policiais se questionam se eles devem ir atrás de político ladrão e grandes bandidos ou se vão ficar perdendo tempo indo atrás de usuário de maconha num país com tanto problema de verdade.”

Época Negócios, com BBC

 

 

Opinião dos leitores

  1. Isso é uma grande notícia, quando muitos chorão os seus filhos mortos pelas drogas aí vem essa grande materia ,isso sim é louvável!!!

    1. Eu ia comentar justamente isso. Mas pelo seu Nick vc deve estar sendo irônico. Já Eu, falo sério.

  2. Reportagem muito educativa, que esse doido fique por lá mesmo, aqui já temos muitas cracolândias.

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Geral

Refrigerantes, bebidas alcoólicas e cigarros devem ficar mais caros com novo imposto em 2027

Foto: reprodução/Imagem gerada por IA

Aprovado na reforma tributária, o Imposto Seletivo — conhecido como “Imposto do Pecado” — começará a valer em 2027. A medida tem como objetivo desestimular o consumo de produtos e atividades considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.

O novo tributo incidirá sobre bebidas alcoólicas, cigarros, refrigerantes e outras bebidas açucaradas, além de apostas, loterias, veículos mais poluentes, embarcações, aeronaves e a extração de recursos minerais.

Regulamentação ainda depende do Congresso

As alíquotas ainda não foram definidas. O governo federal informou que enviará ao Congresso, até o fim de 2026, a proposta de regulamentação com os percentuais de cobrança.

O imposto será cobrado além da CBS e do IBS, criados pela reforma tributária, e substituirá o IPI para a maior parte dos produtos.

Governo cita impacto na saúde pública

Segundo o Ministério da Fazenda, o imposto tem caráter regulatório e busca reduzir o consumo de produtos que geram custos ao sistema público de saúde.

Dados citados pelo governo apontam que:

  • O consumo de álcool gerou custo estimado de R$ 18,8 bilhões em 2019;
  • Doenças relacionadas ao tabagismo representam cerca de R$ 153,5 bilhões por ano;
  • O tratamento de doenças associadas a bebidas açucaradas custa quase R$ 3 bilhões anuais ao SUS.
    Setores demonstram preocupação

Representantes das indústrias de bebidas, cigarros e refrigerantes afirmam que a carga tributária já é elevada e alertam para possíveis impactos sobre preços, empregos e competitividade.

Entidades do setor também argumentam que aumentos excessivos de impostos podem estimular o mercado ilegal e o contrabando, especialmente nos segmentos de cigarros e bebidas alcoólicas.

As associações defendem que as futuras alíquotas sejam definidas de forma equilibrada durante a tramitação da regulamentação no Congresso Nacional.

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Geral

Seleção Brasileira sub-17 goleia EUA em amistoso na Arena das Dunas, em Natal

Foto: Léia Ventura/Universidade do Esporte

A Seleção Brasileira Sub-17 venceu os Estados Unidos por 4 a 0 neste domingo (7), na Arena das Dunas, em Natal, no primeiro de dois amistosos preparatórios para a Copa do Mundo da categoria, que será disputada no Catar entre novembro e dezembro.

Os gols da vitória brasileira foram marcados por Rodrigo Jr., Tales Beni, Kauê Furquim e Eduardo Pape. O destaque da partida foi o golaço de falta anotado por Kauê Furquim no segundo tempo.

Confira o golaço:

O Brasil controlou a partida desde o início e construiu a vantagem ainda na primeira etapa, com gols de Rodrigo Jr. e Tales Beni. Após o intervalo, os Estados Unidos tentaram equilibrar as ações, mas a seleção brasileira seguiu superior.

Aos 29 minutos do segundo tempo, Kauê Furquim cobrou falta com precisão e marcou o terceiro gol da equipe. Já nos acréscimos, Eduardo Pape fechou a goleada por 4 a 0.

As duas seleções voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira (10), novamente na Arena das Dunas, às 20h. O confronto faz parte da preparação brasileira para o Mundial Sub-17, em que o Brasil está no Grupo I, ao lado de Irlanda, Tanzânia e Costa Rica.

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Utilidade pública

Golpe do “Pix errado” usa mecanismo de devolução do sistema para enganar vítimas; saiba como se proteger

Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

O crescimento do Pix no Brasil tem sido acompanhado pelo surgimento de novas modalidades de golpe. Uma das fraudes mais recentes utiliza o próprio mecanismo de devolução do sistema para enganar vítimas e obter dinheiro de forma indevida.

Como funciona o golpe do “Pix errado”

Nesse golpe, o criminoso faz uma transferência para a conta da vítima e, em seguida, entra em contato alegando que enviou o valor por engano. Depois, pede que o dinheiro seja devolvido para uma conta diferente da que realizou a transferência.

Após receber o valor, o golpista aciona o Mecanismo Especial de Devolução (MED) junto ao banco, alegando ter sido vítima de fraude. Com isso, tenta recuperar também a transferência original, podendo receber o dinheiro duas vezes.

A orientação é devolver valores recebidos por engano apenas pela função oficial de devolução disponível no aplicativo bancário.

Golpe do Pix agendado

Outra fraude comum é o uso de comprovantes de Pix agendado. O criminoso apresenta um documento que aparenta ser uma transferência concluída, levando a vítima a entregar produtos ou prestar serviços.

Depois, o agendamento é cancelado e o dinheiro nunca chega à conta do destinatário.

Outros golpes frequentes

Também seguem em alta os golpes envolvendo:

  • Clonagem de contas de WhatsApp para pedir transferências a familiares e amigos;
  • Instalação de programas maliciosos em celulares para acesso a aplicativos bancários;
  • Falsos contatos telefônicos solicitando cadastro ou atualização de chaves Pix.

Como se proteger

O Banco Central recomenda:

  • Confirmar diretamente no aplicativo bancário se o pagamento foi efetivado;
  • Desconfiar de comprovantes enviados por mensagens;
  • Nunca cadastrar chaves Pix por telefone;
  • Utilizar apenas os canais oficiais para devolução de valores;
  • Solicitar o MED em caso de fraude com transferência concluída.

Embora os mecanismos de rastreamento tenham sido ampliados, especialistas reforçam que a principal proteção continua sendo a atenção do usuário durante as transações.

Opinião dos leitores

  1. A Receita Federal e o COAF tem q ficar atentos aos CPF’s de aluguel. No pessoal de baixa renda tem muitos.

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Geral

Governo Lula impõe sigilos de até 100 anos em processos de liberação de bets

A capa do site da 1xBet, bet de origem russa autorizada pelo Ministério da Fazenda a funcionar no Brasil | Foto: Reprodução

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) impôs sigilo a processos relacionados à autorização de funcionamento de casas de apostas no Brasil. Segundo reportagem do Estadão, em alguns casos o Ministério da Fazenda aplicou regras da Lei de Acesso à Informação (LAI) que podem restringir o acesso a determinados dados por até 100 anos.

A medida impede o acesso público a documentos apresentados pelas empresas durante o processo de autorização, além de pareceres e notas técnicas produzidos pela Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA).

Acesso negado a processo da 1xBet

Entre os pedidos negados está o acesso ao processo que autorizou a operação da 1xBet no Brasil. Segundo a Fazenda, os documentos contêm informações pessoais de sócios, administradores e beneficiários finais das empresas, protegidas pela LAI.

Com isso, também ficam indisponíveis informações sobre a tramitação dos processos, eventuais pendências documentais, formas de pagamento das outorgas de R$ 30 milhões e a identificação dos beneficiários finais das empresas.

Justificativas da Fazenda

Ao negar o acesso, o Ministério da Fazenda alegou que a análise e ocultação individual de dados sigilosos exigiria um esforço administrativo considerado desproporcional, além de limitações de pessoal na área responsável.

Em outros casos, a pasta afirmou que seus sistemas não possuem mecanismos adequados para anonimizar trechos específicos dos documentos sem comprometer a proteção das informações.

Lula critica setor de apostas

Apesar de seu governo ter regulamentado o mercado de apostas esportivas, Lula tem adotado um discurso crítico em relação ao setor.

Em entrevista recente à TV Brasil, o presidente afirmou ser favorável ao fim das bets que, segundo ele, não prestam serviços de utilidade ao país. Lula também declarou que defenderá esse tema durante a campanha eleitoral de 2026.

Setor reage

Entidades que representam as empresas de apostas criticam a possibilidade de proibição do setor. Segundo as associações, o fechamento do mercado regulamentado poderia estimular o crescimento de plataformas clandestinas, sem fiscalização e controle do poder público.

Com informações de Estadão

Opinião dos leitores

  1. CHEFE DE FACÇÃO CRIMINOSA VOLTOU AO PODER COM A AJUDA DE OUTRA FACÇÃO, AGORA PARA TIRAR ESSA FACÇÃO DO GOVERNO TEREMOS QUE TRABALHAR MUITO.

  2. Ou menino inteligente, o massa dessa brincadeira de tica esconde ou pega ladrao, é que ele tem seguidores, tudim analfabeto, sem país e mães de verdade.

  3. 👺👺👺Durante a campanha eleitoral de 2022, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez da promessa de acabar com os sigilos de 100 anos uma de suas principais bandeiras. Ele criticava o uso dessa ferramenta e afirmava que, se eleito, assinaria um decreto no primeiro dia de governo para derrubar as restrições. MAIOR ESTELIONATO ELEITORAL DO PLANETA TERRA É LULE MENTIROSE.

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Geral

EUA x Irã: Guerra completa 100 dias sem acordo definitivo; Trump afirma que acordo nuclear está próximo, mas Irã diverge

Donald Trump e Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei | Foto: AFP

A guerra entre EUA e Irã no Oriente Médio completa neste domingo (7) 100 dias sem um acordo definitivo entre as partes. Apesar de sucessivas negociações, o conflito segue marcado por violações do cessar-fogo e impasses diplomáticos.

Programa nuclear é principal obstáculo

Em entrevista à NBC News, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Washington e Teerã estão próximos de um entendimento. Segundo ele, o principal entrave continua sendo o programa nuclear iraniano.

Trump disse que o Irã teria concordado em não desenvolver armas nucleares, mas os EUA ainda buscam garantias adicionais para impedir que o país obtenha urânio enriquecido por outros meios.

Divergências sobre as negociações

As duas partes apresentam versões diferentes sobre o andamento das conversas. Enquanto autoridades americanas afirmam manter contato diário com representantes iranianos, Teerã nega negociações diretas e afirma que ainda avalia propostas. Especialistas destacam que acordos dessa natureza costumam exigir meses ou até anos de negociações.

Ameaças e mudança de tom

Trump também voltou a defender a destruição do urânio enriquecido já existente no Irã. Segundo ele, em caso de acordo, os Estados Unidos ajudariam a localizar e eliminar esse material. Caso contrário, ameaçou ampliar os ataques contra instalações militares iranianas.

Ao mesmo tempo, o presidente americano adotou um tom mais moderado em relação ao novo líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, descrevendo-o como uma liderança “mais jovem e mais racional” que a anterior.

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Geral

Cinco anos após sofrer parada cardíaca em campo na Eurocopa, dinamarquês Eriksen passa mal no gramado em amistoso às vesperas da Copa do Mundo

Imagem: reprodução/Sportv

O amistoso entre Dinamarca e Ucrânia foi encerrado aos 19 minutos do segundo tempo para atendimento a Eriksen, meia dinamarquês, que se sentiu mal em campo. A seleção dinamarquesa vencia por 2 a 1, neste domingo, na cidade de Odense-DIN.

Eriksen colocou a mão na região do tórax e caiu no gramado. As imagens de transmissão cortaram o atendimento ao jogador. Os torcedores das duas seleções ficaram de pé, aplaudiram e cantaram o nome do meia do Wolfsburg, de 34 anos. Os dois times se reuniram no centro do campo, com ambos os treinadores no meio, e fizeram uma roda.

De acordo com informações da imprensa da Dinamarca e da Federação de Futebol dinamarquesa, Eriksen está consciente e foi para o hospital realizar exames. O telão do estádio anunciou o fim do jogo e deixou uma mensagem de que o jogador passa bem:

“Partida encerrada. Eriksen está bem dentro das circunstâncias”.

Em junho de 2021, na estreia da Dinamarca na Eurocopa contra a Filândia, Eriksen caiu desacordado no gramado e precisou receber massagem cardíaca durante atendimento médico que durou cerca de 15 minutos. Foi transferido para um hospital, se recuperou e voltou a jogar em fevereiro de 2022.

A Dinamarca vencia neste domingo a Ucrânia com gols de Dorgu e Mæhle. Para a Ucrânia Viktor Tsygankov descontou. Tudo durante o primeiro tempo.

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Multidão lota segunda noite do Santo Antônio do Povo e consolida sucesso da festa em Ceará-Mirim

O Santo Antônio do Povo 2026 segue fazendo história em Ceará-Mirim. Após uma abertura marcada por grande público na sexta-feira (5), a segunda noite da festa, realizada neste sábado (6), reuniu uma verdadeira multidão e confirmou o evento como um dos maiores festejos juninos do Rio Grande do Norte.

Promovida pela Prefeitura de Ceará-Mirim, a programação deste sábado levou milhares de pessoas ao espaço do evento para acompanhar os shows de Luan Estilizado, Márcia Fellipe, Giannini Alencar, Jotavê, Magnu Show e Edyr Vaqueiro. Moradores, visitantes e turistas lotaram a arena da festa, em uma noite de muita animação, segurança e valorização da cultura nordestina.

Além do sucesso de público, o Santo Antônio do Povo segue impulsionando a economia local. Comerciantes, ambulantes, mototaxistas, taxistas, donos de bares, restaurantes, salões de beleza e diversos empreendedores comemoram o aumento das vendas e a intensa movimentação registrada na cidade durante os dias de festa.

“A maior satisfação é ouvir o mototaxista, o taxista, o ambulante, o comerciante, o dono do salão de beleza, os bares, restaurantes e tantos outros trabalhadores dizendo que a cidade está movimentada e que as vendas aumentaram. É para isso que trabalhamos: para promover uma grande festa, valorizar a nossa cultura e, ao mesmo tempo, gerar emprego, renda e oportunidades para o nosso povo. Ver Ceará-Mirim movimentada, aquecendo a economia e beneficiando quem vive do seu trabalho, é o que nos deixa mais felizes”, destacou o prefeito Antônio Henrique.

A programação será encerrada neste domingo (7) com mais uma grande noite de atrações. Sobem ao palco Mara Pavanelly, Nuzio Medeiros, Israel Fernandez, Cunhado Show, Alex do Acordeon, Fabiana Souto e Segundo Sanfoneiro.

Com uma estrutura preparada para receber moradores e visitantes com conforto, organização e segurança, o Santo Antônio do Povo segue consolidado como uma das maiores e mais tradicionais festas juninas da região do Mato Grande, fortalecendo a cultura, impulsionando a economia e gerando oportunidades para o povo de Ceará-Mirim.

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Álvaro Dias prestigia lançamento da pré-candidatura de Luiz Eduardo em evento marcado por grande mobilização popular

O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, participou na manhã deste domingo, em Natal, do lançamento da pré-candidatura à reeleição do deputado estadual Luiz Eduardo. O evento foi marcado por uma grande mobilização popular e reuniu lideranças políticas de mais de 80 municípios potiguares, demonstrando a força política do parlamentar e a ampla rede de apoios construída em todas as regiões do estado.

Entre as autoridades presentes estavam a vice-prefeita de Natal, Joana Guerra; o prefeito de Canguaretama, Leandro Varela; o prefeito de Ielmo Marinho, Fernando; a pré-candidata a deputada federal Nina Souza; o pré-candidato a deputado federal Kelps Lima; o pré-candidato a vice-governador Babá Pereira; e o pré-candidato ao Senado Federal Coronel Hélio, além de vereadores, ex-prefeitos e lideranças políticas de todas as regiões do estado.

Durante o evento, Álvaro Dias destacou a atuação parlamentar de Luiz Eduardo e atribuiu a grande participação popular ao trabalho desenvolvido pelo deputado junto aos municípios potiguares.

“Luiz Eduardo é um candidato diferente. Tem realizado um trabalho corajoso e combativo na Assembleia Legislativa, sempre defendendo os interesses da população e dos municípios. Essa multidão presente aqui hoje é o reconhecimento do trabalho que ele vem desenvolvendo ao longo dos anos junto ao povo do Rio Grande do Norte”, afirmou Álvaro.

A expressiva participação de lideranças municipais também representou um importante gesto de fortalecimento à pré-candidatura de Álvaro Dias ao Governo do Rio Grande do Norte.

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Nutricionista Cláudio Williams promove live gratuita sobre estratégias para emagrecer 5kg em 21 dias com saúde; saiba como participar

O nutricionista Claudio Williams realizará uma live no Instagram, na próxima terça-feira (9), às 19h30, para falar sobre estratégias de emagrecimento com foco na saúde e na mudança de hábitos.

Cláudio vai apresentar um passo a passo voltado para pessoas que desejam perder peso de forma orientada ao longo de 21 dias, abordando práticas relacionadas à alimentação, rotina e cuidados necessários para quem busca reduzir medidas sem comprometer a saúde.

A participação é gratuita, bastar inscrever-se neste link: https://forms.gle/mLU8ryn2woNutRrx7

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Lateral Wesley é cortado da Seleção Brasileira após lesão no amistoso contra o Egito; volante Éderson é convocado

Fotos: Maddie Meyer/Getty Images/AFP | Getty Images

Wesley não defenderá a seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026. O lateral-direito da Roma foi diagnosticado com uma lesão na perna esquerda e está fora do Mundial. Para seu lugar, Carlo Ancelotti chamou o volante Ederson, da Atalanta, que chegou a ser convocado na primeira lista do técnico italiano, em junho de 2025, mas não entrou em campo.

A CBF comunicou o corte neste domingo, após a lesão do jogador na partida contra o Egito, em Cleveland, no último amistoso de preparação antes da competição. Ele passou por exame de imagem, e a ressonância magnética constatou lesão muscular no músculo adutor da coxa esquerda.

Wesley foi substituído aos 16 minutos do primeiro tempo por Danilo no jogo contra o Egito. Ele pediu para sair após sentir dores na perna esquerda. O jogador recebeu atendimento médico de Rodrigo Lasmar e da equipe médica. Os jogadores do banco de reservas consolaram o lateral.

As opções na pré-lista de Ancelotti para a lateral direita eram Paulo Henrique, do Vasco, e Vitinho, do Botafogo. Os zagueiros eram: Alex Ribeiro (Lille), Léo Ortiz (Flamengo), Fabrício Bruno (Cruzeiro), Natan (Real Betis), Thiago Silva (Porto) e Vitor Reis (Girona).

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Opinião dos leitores

  1. Falta neymar, mas o loby não deixa! Viva os pubs e as bets com sigilo de 100 anos. Que venha mais uma decepção com a copa! ACORDA POVÃO! TEM MAIS COISAS SSE ANO EM JOGO PRA GENTE TORCER PRA DWR CERTO

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