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FOTOS: Brasileiro se muda para a Califórnia para plantar maconha, ganha dez copas de melhor haxixe e vira ídolo

HAROLD WINSTON, O BAMF, DEIXOU O BRASIL AOS 18 ANOS PARA VIAGEM DE UMA SEMANA EM AMSTERDÃ E NÃO VOLTOU MAIS (FOTO: MALACHI BANALES/ DIVULGAÇÃO)

Proibido no Brasil e seis vezes mais caro que o ouro. O cristal de poucos centímetros, levemente amarelado, quase transparente, é exposto em lojas especializadas em maconha da Califórnia, na costa oeste dos Estados Unidos, como uma joia.

Cada grama do extrato ultraconcentrado de maconha produzido pelo brasileiro Harold Winston, mais conhecido como Bamf, de 34 anos, pode custar até US$ 250 — o equivalente a cerca de R$ 1.000. A porção é suficiente para fazer dois cigarros — misturando com tabaco ou ervas – ou usar até cinco vezes num bong — purificador, geralmente feito de vidro, utilizado para fumar maconha.

Harold deixou o Brasil em 2003, há 16 anos, atraído pelo desejo de trabalhar com cannabis. Antes de deixar o país, ele tinha plantado 400 pés de maconha no quintal da casa onde vivia com a família em Belo Horizonte. A mãe dele descobriu, destruiu o plantio e pagou ao filho uma viagem para ele passar uma semana em Amsterdã, na Holanda. Ele nem chegou a pegar o voo de volta e, desde então, só visitou a terra natal em festas de fim de ano.

Nesse período, Harold viveu cinco anos na Holanda, ganhou 10 prêmios em competições de maconha nos Estados Unidos e se tornou uma das maiores referências do mundo canábico.

No Brasil, o plantio, a venda ou a doação de maconha são considerados tráfico de drogas, crime punido com penas de 5 a 15 anos de prisão, além de multas. Usar a erva é considerada apenas uma contravenção. Nesses casos, o usuário deve prestar serviços à comunidade e fazer um curso sobre os danos causados pelo uso de drogas.

O advogado Ricardo Nemer, da Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas (Reforma) diz que muitas vezes a distinção entre usuário e traficante, feita principalmente pela Polícia Civil, é incerta e pode resultar em punições injustas.

“Depende do ‘achismo’ do delegado. Não há regra do que é pequena ou grande quantidade. Isso causa uma grande insegurança jurídica e enquadra diversos usuários como traficantes. Um exemplo são as pessoas que cultivam maconha para fazer extratos (como os produzidos por Bamf) e precisam de muitas plantas”, explica o advogado.

Mas o que há de tão especial na maconha concentrada?

“Você dá uma simples puxada e é como se você tivesse fumado uns dez baseados inteiros”, diz Fernando Badaui, de 43 anos, vocalista da banda CPM22. “Não tem nenhuma impureza. É como degustar um bom vinho. Quando você fuma uma maconha comum, tem o papel, folhas, galhos e tudo mais junto, fora a sujeira. Aquilo que o Bamf faz é o puro extrato de THC, o princípio ativo que causa a brisa. Eu já experimentei maconha em diversos países que visitei e digo que essa está entre as melhores do mundo.”

FERNANDO BADAUI (À ESQ.), VOCALISTA DA BANDA CPM22, VISITOU DIVERSAS VEZES O BRASILEIRO HAROLD WINSTON, NA CALIFÓRNIA (FOTO: FERNANDO BADAUI/ ARQUIVO PESSOAL)

Badaui é conhecido por ser um combativo ativista nas redes sociais pela liberação da maconha. No Instagram, por exemplo, ele faz constantes publicações para defender a descriminalização do uso e a regulamentação do plantio da erva no Brasil. Ele conta ter conversado com o skatista Bob Burnquist, outro assíduo defensor da cannabis.

“Falei pro Bob que a gente está junto nessa. A imagem dele é muito importante para mostrar que um atleta de elite pode usar maconha”, afirmou Badaui em entrevista à BBC News Brasil.

O brasileiro Harold diz que Badaui o visita duas vezes por ano na Califórnia e que já experimentou vários de seus produtos. “A gente virou amigo. Ele é um ativista que representa muito nossa luta e eu acho lindo todos esses caras de peso desmistificando o uso da maconha. Eles demonstram que podem fumar e serem grandes profissionais. A manifestação pública dessas pessoas é um dos caminhos para a legalização no Brasil”, afirmou.

‘Amor’ pela erva

Harold nasceu na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, mas seus pais avaliaram que não teriam condições de criá-lo. Aos três meses de idade, o bebê foi adotado por americanos que viviam em Belo Horizonte e o batizaram com o nome do avô americano.

“Eu sempre fui um moleque doido, talvez pelo fato de ser adotado. Fui expulso de todas as escolas por onde passei em Belo Horizonte”, conta o brasileiro. Ele diz que ter se tornado uma referência na produção de maconha na Califórnia é a realização de seu maior sonho.

Todo esse amor pela maconha, conta Bamf, começou assim que experimentou a erva pela primeira vez, aos 16 anos.

“O problema foi que eu gostei demais, irmão. Um dia depois de sentir aquela sensação, comprei 25 gramas (suficiente para produzir até cerca de 50 baseados). Foi doido. A partir daquele dia, eu queria ver coisas sobre maconha o dia todo, queria experimentar a melhor maconha do mundo e fiquei na caça daquilo. Naquele mesmo ano, descobri o haxixe e pirei de vez”, conta o brasileiro aos risos.

Na época, ele passou a ter acesso e consumir grandes quantidades de haxixe trazido do Paraguai. Mas ele conta que sentia desgosto por consumir algo sujo e de procedência desconhecida. Seu sonho passou a ser produzir seu próprio concentrado, de alta pureza.

400 plantas no quintal

Sem se importar com as leis brasileiras, o adolescente passou a plantar maconha no quintal de casa, em 2002. E num volume capaz de atrair muita atenção.

 

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“Eu meti 400 plantas lá. Falei para a minha mãe que era ayahuasca porque era legal. Mas depois de certo tempo, uma amiga dela foi lá em casa e viu o cultivo. Eu estava na esperança de que não acontecesse nada, mas essa mulher colocou algumas folhas no bolso antes de ir embora. Dois dias depois, minha mãe descobriu que era maconha, ficou puta comigo e destruiu todas as plantas”, diz Harold.

Além de sustentar seu consumo diário da erva, o cultivo fornecia material para que fizesse seus primeiros testes. Na época, ele conta que passava o dia cuidando das plantas, estudando e discutindo novas técnicas para aumentar sua produção e fazer extratos de qualidade. Sua fonte era o site brasileiro Growroom, o maior fórum online sobre maconha da América Latina, com mais de 120 mil inscritos.

“O Growroom para mim era um portal da coisa mais secreta do mundo. Passava o dia ali como um louco, como se o fórum fosse um livro aberto na minha frente. Ali, foi com certeza minha primeira escola, a base de tudo que aprendi até hoje”, relata.

Depois de duas semanas sem falar com o filho por conta da plantação em seu quintal, sua mãe, Nilza Cozac, o chamou para dar uma bronca e ter uma conversa franca. Cozac, conta Harold, foi a primeira mulher a se formar em direito em Minas Gerais e tinha um profundo conhecimento sobre a legislação.

“Minha mãe já tinha mais de 60 anos, mas era muito cabeça aberta. Ela me alertou que uma plantação daquele tamanho era motivo para o governo querer tomar nossa casa, um dos poucos assuntos que despertavam atenção do governo e policiais. E disse que me presentearia com uma viagem de uma semana para Amsterdã, na Holanda, quando completasse 18 anos. Ela queria que eu conhecesse um lugar onde pudesse fumar maconha sem problemas”, conta.

Viagem para Amsterdã

A mãe cumpriu a promessa. E ele nunca mais voltou para o Brasil.

“Eu fiquei muito louco quando cheguei lá (em 2003). Parecia uma criança em loja de brinquedo. Fiquei matutando como eu poderia ficar na Holanda e passar a vender maconha por um preço 100 vezes melhor do que as pessoas no Brasil. Minha mãe ficou desesperada quando soube”.

Harold conta que morou durante um ano em um apartamento para refugiados africanos em Amsterdã, que alugava por 300 euros. Durante esse tempo, ele fez contatos e aprimorou seus conhecimentos sobre a erva.

“Eu me envolvi com pessoas que achava que tinham maconha e haxixe bom. Na Holanda, a maconha é apenas tolerada. Durante os cinco anos que fiquei no país, vi muita gente sendo presa, inclusive conhecidos. Logo começaram a me dizer que eu estava no lugar errado, que eu deveria ir para a Califórnia”, diz.

Depois de fazer uma série de pesquisas e assistir a vídeos no YouTube, ele decidiu se mudar para os Estados Unidos.

Primeiro, ele foi para Nova York, mas depois de um ano vivendo “num frio dos infernos” e presenciando uma forte repressão policial contra usuários de maconha, ele resolveu se mudar, em 2009, para Los Angeles, na Califórnia, onde vive até hoje.

“Eu mal cheguei e enlouqueci. Eu fiquei gritando na rua, literalmente, porque a cada esquina tinha loja para você comprar equipamentos. Você fica louco mesmo. Entrei na primeira que eu vi e fiquei conversando com o dono durante horas sem parar”, lembra Bamf com euforia.

Três dias depois de chegar à “meca” da maconha, Harold comprou uma luz especial – ideal para seis plantas – e começou a plantar a própria erva dentro de casa. Seis meses depois, tinha dez lâmpadas. Um ano depois, tinha 15.

Depois da longa experiência em Amsterdã, o jovem avaliou que o mercado na Califórnia tinha bons equipamentos, uma legislação muito favorável, mas ainda era pouco desenvolvido. Sua maior surpresa, porém, foi quando assistiu à uma edição da Cannabis Cup, a maior competição de maconha dos EUA, promovida pela revista High Times.

“Eu não acreditei que os caras vacilavam tanto. Num país de primeiro mundo, com ótimos equipamentos e maconha boa, eles poderiam fazer muito mais”, relata o brasileiro. Aquele era o incentivo que faltava para ele começar sua própria produção e buscar seu espaço no mercado.

Riscos para a saúde

O professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e coordenador, há 30 anos, do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da universidade, Dartiu Xavier, condena o uso de maconha por adolescentes, como fez Harold.

“Eu acho que ninguém deveria fumar antes dos 18. Alguns autores dizem a partir dos 21. O ponto mais preocupante é que a maconha pode desencadear uma psicose, quando o usuário sai da realidade. Caso ele tenha uma predisposição para isso, a maconha pode funcionar como um gatilho”, explicou.

Por outro lado, o médico afirma que no seu ponto de vista a regulamentação do uso da maconha diminuiria o consumo da erva no país e seria um avanço na área da saúde.

“Nos lugares onde existem políticas mais tolerantes ou legalização, como a Holanda ou Estados Unidos, as pessoas não fogem das informações. Há inclusive uma grande política de redução de riscos. No clima de proibicionismo como há aqui, ninguém tem informação. A Holanda, inclusive, é um dos poucos países onde o consumo de maconha vem caindo. Uma prova cabal de que a proibição do uso aumenta o consumo”, afirmou Xavier.

Entretanto, o coordenador do Projeto Antitabágico do Hospital Universitário da USP, João Paulo Lotufo, diz que qualquer relaxamento em relação ao consumo de maconha seria um erro.

“Nos Estados Unidos e no Uruguai, onde o uso é permitido, dobrou o número de dependentes. Se hoje há um surto psicótico a cada 100 pessoas, se libera, você dobra para 2. Vai subir o número de acidentes automobilísticos causados pelo uso da droga, sem contar que as lesões causadas pela maconha no cérebro são irreversíveis”, disse o médico.

BAMF GANHOU DEZ PRÊMIOS – OITO CONSECUTIVOS – DE MELHOR EXTRAÇÃO DE MACONHA PELA REVISTA MAIS IMPORTANTE SOBRE O ASSUNTO NOS EUA (FOTO: BBC)

Lotufo diz ainda que a maconha é mais cancerígena que o tabaco (com base em estudo publicado na revista European Respiratory Journal em 2008) e que os custos arrecadados com impostos em caso de regulamentação não seriam suficientes nem mesmo para bancar o aumento dos gastos com saúde.

“O imposto arrecadado com a venda de cigarros também não cobre a lesão que o tabaco provoca no sistema de saúde. Liberar o uso no Brasil seria um absurdo. Alguns falam na internet que a maconha é medicinal, mas não tem nada disso. O canabidiol (CBD) sim é medicinal, mas trata-se de um extrato que nada tem a ver com o uso recreativo”, afirmou o médico da USP.

Para ele, a pressão para a regulamentação do uso recreativo ocorre por uma forte pressão financeira, que ignora os riscos à saúde.

Técnica secreta

O primeiro passo de Harold Winston para entrar no mercado canábico foi convencer Nikka T, produtor do que muitos consideram o melhor haxixe vendido nos EUA na época, a ensiná-lo a fazer o produto. Haxixe é uma pasta densa feita da resina de maconha, fumada em bong, narguilé ou em cigarro- misturado com tabaco ou maconha.

“Fiquei enchendo o saco dele igual um fã durante seis meses, até que um dia ele resolveu me ensinar. Ele me convidou e eu fui até o Colorado para aprender a técnica e, na semana seguinte, eu já era o melhor hashmaker (produtor de haxixe) da Califórnia. Isso foi há nove anos, na mesma época que minha mãe morreu de câncer”, relata ele.

Ao contrário do haxixe vendido no Brasil, feito com restos de maconha de baixa qualidade, muitas vezes feito das sobras de resina que grudam na mão das pessoas que colhem a planta no Paraguai, o produto de Bamf passa por um complexo processo.

Assim que ele fez o primeiro haxixe usando uma técnica de extração à base de água, sem solventes, ele teve a certeza de que tinha condições de era algo inédito e quis colocar seu produto à prova num campeonato. Mas, para isso, era necessário ser dono de um dispensário. Apenas a loja Buds and Roses aceitou o pedido.

O produto de Bamf chamou a atenção logo no momento da inscrição por conta de sua cor clara – sinal de pureza – e por ser o único feito com água. A maioria dos concentrados, conta Harold, é feita com gás butano – o mesmo usado em isqueiros.

 

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Em meio a 40 competidores, o brasileiro ganhou seu primeiro seu primeiro troféu. No dia seguinte, ele viu sua popularidade disparar e seu produto se tornar uma referência num dos mercados mais exigentes do mundo. A demanda foi tão grande que ele conta ter ficado sete dias sem dormir fazendo haxixe sozinho em sua casa para dar conta de alguns pedidos.

Uma das encomendas foi feita pelo grupo americano de rap Cypress Hill. “Eles encostaram na minha casa com um caminhão cheio de maconha para eu fazer haxixe para eles. Perguntei se estavam loucos porque eu demoraria um ano para terminar aquilo sozinho. Uma semana após terminar o serviço, eles levaram outro caminhão cheio”, conta.

Pouco tempo depois, Harold fundou sua própria empresa, a Bamf, que aos poucos virou o nome com o que Harold passaria a ser conhecido no mercado canábico. O nome significa Badass Motherf***er e foi inspirado em uma cena do filme Pulp Fiction.

A Bamf começou a se tornar uma referência de qualidade na Califórnia. Ganhou oito Cannabis Cups consecutivas de melhor haxixe e passou a ser cultuado por usuários de maconha não só na Califórnia, mas ao redor do mundo.

“O campeonato não dá dinheiro, mas no momento que você sai do palco com o troféu, aparecem mais de 50 donos de lojas querendo comprar tudo o que você tem. Gente tirando maços de dinheiro e do bolso. Eu pensava que era até policial querendo me pegar”, conta.

A marca começou a virar moda. A Bamf passou a vender camisetas, souvenirs e sementes. No Instagram, a marca é elogiada por diversos consumidores – alguns, famosos – americanos e brasileiros. Mas o crescimento trouxe alguns problemas para Harold e ele sente medo dessa expansão.

“A Bamf me deixou muito satisfeito e ciumento. Hoje, tenho 35 funcionários, mas sinto medo de ampliar demais, crescer, e precisar entregar meu segredo para mais pessoas. Eu criei um monstro. Imagine criar um gorila dentro de um quarto. Uma hora você vai tomar um soco. Aconteceu isso comigo. Teve gente que veio, aprendeu e hoje criaram as coisas deles. Mas como eu comecei primeiro que todo mundo, ainda estou alguns passos à frente”, afirmou.

Mesmo assim, ele revelou à BBC News Brasil alguns “segredos” da estratégia para se obter um produto de alta pureza.

“O segredo maior é olhar para as flores da maconha como se ela fosse uma vaca. No momento em que você abate a vaca, ela deve estar em ambiente refrigerado para não degenerar. Quando você corta a maconha é a mesma coisa porque ela começa a morrer. Se você não mantiver ela refrigerada em uma hora para manter ela viva, a planta começa a secar e perde óleo”, afirmou.

Harold não deu mais detalhes, mas afirmou que mantém a planta congelada até o momento da extração, e que “o solvente e o produto devem ser mantidos em temperaturas negativas”.

Maconha no Brasil

Harold diz que sua empresa está em plena expansão e conta que acabou de comprar uma área de 2 hectares – equivalente a mais de dois campos de futebol – no Estado de Oregon apenas para plantar maconha rica em CBD, usado principalmente para a produção de remédio.

Essa cepa não tem THC, o princípio ativo da planta, que causa o “barato”. Ele diz que fará isso porque se sente na obrigação de se colocar em todos os setores do mundo canábico.

Harold se diz triste com a lei de drogas brasileira. Para ele, a legalização do cultivo, comércio e consumo da erva poderiam ser de grande ajuda à combalida economia do país.

“A salvação do Brasil é a maconha. É a única coisa que pode gerar milhares de empregos e trilhões de reais no mercado econômico de maneira imediata e o povo precisa entender isso. O país está perto da linha do Equador, tem um clima perfeito e terra abundante, emprego. Sem falar que a maconha é matéria-prima de 35 mil produtos diferentes, num ciclo de dois meses. Para quê cortar árvore? Eu amo o Brasil e estou doido para e poder trabalhar com o que eu gosto no meu país”, afirmou.

Ele pondera, por outro lado, que até mesmo o mercado americano ainda não é tão claro sobre o que pode ser feito.

“Eu mesmo fui preso há três anos. Aqui é legal, mas ao mesmo tempo não é. Fui parado por um policial e tinha 20 kg de maconha no carro. Eu tinha uma licença e disse que mostraria ao policial, mas ele disse que rasgaria o documento caso eu mostrasse. A sorte é que nos EUA você não é condenado até esgotar o processo. Depois de dois anos e meio, fui absolvido”, afirmou.

Na Califórnia, a venda da maconha recreativa é legal. Por outro lado, a erva continua classificada como um narcótico ilegal sob a lei federal americana.

“Há um conflito de leis federais e estaduais que cria uma zona cinzenta nos Estados Unidos. Há a legalização, mas por outro lado há uma grande dificuldade para conseguir as licenças e isso causa uma grande insegurança jurídica”, diz o advogado Ricardo Nemer.

Já no Brasil, ativistas dizem que o caminho mais provável para descriminalizar o uso da maconha e dar o primeiro passo rumo à legalização é o julgamento no STF de um processo que pode revogar o artigo 28 da Lei Antidrogas. Isso permitiria a posse de pequenas quantias e plantio da erva para consumo próprio.

Esse processo, parado desde 2015 após o ministro Teori Zavascki pedir vistas, está marcado para ser retomado no dia 5 de junho. A pausa ocorre porque, depois da morte de Zavascki, o caso foi para as mãos de Alexandre de Moraes.

No ponto de vista do músico Badaui, que diz ter visitado diversos países onde há regulamentação, tolerância ou descriminalização do uso da cannabis, diz que é apenas uma questão de tempo para que o mesmo ocorra no Brasil.

“Há dez anos, esse assunto era tratado como tabu. Hoje, todos sabem que esse consumo não vai parar e que não tem como seguir outro caminho a não ser o da legalização. Por mais conservador que seja o governo, o Brasil sempre seguiu o modelo americano. É hora de desmantelar o mercado negro e explorarmos economicamente a cannabis”, afirmou o músico.

Bamf também acha que a legalização da cannabis no Brasil não deve demorar. Ele diz que diversos setores da sociedade estão fazendo uma grande pressão no sentido de permitir o consumo e o comércio da erva, como ocorreu antes da legalização em países como Canadá e Uruguai.

“Chega uma hora em que a polícia não tem condições de ir atrás de quem planta e fuma. Os próprios policiais se questionam se eles devem ir atrás de político ladrão e grandes bandidos ou se vão ficar perdendo tempo indo atrás de usuário de maconha num país com tanto problema de verdade.”

Época Negócios, com BBC

 

 

Opinião dos leitores

  1. Isso é uma grande notícia, quando muitos chorão os seus filhos mortos pelas drogas aí vem essa grande materia ,isso sim é louvável!!!

    1. Eu ia comentar justamente isso. Mas pelo seu Nick vc deve estar sendo irônico. Já Eu, falo sério.

  2. Reportagem muito educativa, que esse doido fique por lá mesmo, aqui já temos muitas cracolândias.

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Transporte intermunicipal será gratuito no RN durante o segundo turno

Reprodução

O Departamento de Estradas de Rodagem do Rio Grande do Norte (DER-RN) anunciou a gratuidade do transporte público intermunicipal e metropolitano no dia 25 de outubro, data do segundo turno das eleições. A medida segue o Decreto Estadual nº 35.957/2026 e busca facilitar o deslocamento dos eleitores para votar.

A retirada dos bilhetes para o sistema intermunicipal começou nesta segunda-feira (19) e segue até sexta-feira (23), às 20h. O benefício será válido para viagens entre municípios potiguares com a finalidade de votação e retorno à residência.

No sistema intermunicipal, a gratuidade começa às 4h30 de sábado (24), com retorno garantido até as 16h de segunda-feira (26). Nas linhas semiurbanas e metropolitanas, o benefício será válido durante todo o domingo (25).

Para embarcar, será necessário apresentar o título de eleitor, o aplicativo e-Título ou documento oficial com foto que comprove a identidade e o local de votação.

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Lula agora diz defender redução maioridade penal, mas já chamou proposta de ‘ideia da elite brasileira’

Foto: Reprodução/TV Globo

O presidente Lula (PT) passou a defender a redução da maioridade penal para autores de crimes hediondos durante a campanha eleitoral, após décadas de oposição à proposta. A mudança contrasta com declarações anteriores, nas quais classificava a medida como uma tentativa de colocar jovens na cadeia em vez de oferecer oportunidades de estudo e emprego, conforme relembrou a Folha de S.Paulo.

Durante sabatina na TV Globo, na quinta-feira (15), Lula afirmou ser favorável à redução da idade penal nesses casos. “Meu pensamento, enquanto cidadão brasileiro, é que [para] todo e qualquer crime hediondo, eu sou a favor de reduzir a maioridade”, declarou.

A posição contrasta com manifestações anteriores do petista. Em 2003, Lula afirmou que reduzir a maioridade penal não resolveria o problema da violência. Em 2007, após outro crime de grande repercussão, questionou se a idade mínima acabaria sendo reduzida progressivamente para 15, 10 ou até nove anos.

Em 2015, durante um ato do Dia do Trabalhador, o então ex-presidente criticou a proposta e afirmou que a elite brasileira pretendia resolver a criminalidade prendendo jovens, em vez de garantir oportunidades de educação. Naquele ano, também disse que a redução transferiria aos adolescentes a responsabilidade por falhas do poder público.

A resistência continuou neste ano. Em março, o governo Lula se posicionou contra a redução da maioridade penal durante a discussão da PEC da Segurança Pública. O Ministério dos Direitos Humanos argumentou que a proposta afrontava o artigo 228 da Constituição Federal, que estabelece a inimputabilidade penal dos menores de 18 anos, sujeitos à legislação especial. Agora, Lula defende a mudança para crimes hediondos, embora tenha ressaltado que a proposta não estava contemplada na discussão da PEC da Segurança.

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ESCÂNDALO DO INSS: MPF investiga se diretor-geral da PF Andrei Rodrigues vazou informações sigilosas para proteger irmão de Lula

José Ferreira da Silva, conhecido como Frei Chico, é irmão do presidente Lula e vice-presidente do Sindnapi -Foto: Sindnapi/Reprodução

O Ministério Público Federal (MPF) abriu investigação para apurar se o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, divulgou informações sigilosas da Operação Sem Desconto ao comentar o envolvimento do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi) no esquema de fraudes contra aposentados do INSS. A informação foi publicada pelo Radar, da revista Veja.

Em abril de 2025, dois dias após a deflagração de uma operação contra entidades suspeitas de envolvimento em desvios bilionários, Rodrigues afirmou que Frei Chico, irmão do presidente Lula (PT) e vice-presidente do Sindnapi, não era alvo nem investigado naquela fase da ação.

A declaração levantou suspeitas porque o sindicato estava sob investigação e o inquérito tramitava sob sigilo. Para o MPF, é necessário apurar se houve descumprimento do dever funcional, violação do artigo 325 do Código Penal, que trata da divulgação de informações sigilosas por funcionário público, ou possível ato de improbidade administrativa.

A 7ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF rejeitou o arquivamento inicial do caso e determinou novas diligências. Entre elas, está a intimação de Andrei Rodrigues para prestar esclarecimentos sobre a entrevista.

Meses depois, o Sindnapi voltou a ser alvo de uma nova fase da Operação Sem Desconto. A Polícia Federal cumpriu 66 mandados de busca e apreensão em oito estados e no Distrito Federal. Frei Chico, porém, não foi alvo de buscas.

Procurada pelo Radar, a Polícia Federal informou que não comentaria o caso. Os demais citados não haviam se manifestado.

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[VÍDEO] “BLEFE” E “INEFICAZ”: jurista diz que Lula deveria abrir conta do Instituto Lula, não o sigilo pessoal

O jurista André Marsiglia criticou o desafio lançado pelo presidente Lula (PT) ao senador Flávio Bolsonaro (PL) durante o debate da Band, no domingo (18), para que ambos abram seus sigilos bancário, fiscal e telefônico.

“Além de um blefe, é também algo ineficaz do ponto de vista prático”, concluiu o jurista, ao comentar a proposta de abertura dos sigilos pessoais ao PlenoTime. Para o jurista, crimes como corrupção e lavagem de dinheiro podem envolver empresas e terceiros, não se limitando às contas pessoais dos investigados.

“Se o Lula quiser mesmo dar uma satisfação à sociedade, ele talvez precise abrir, por exemplo, a conta do seu instituto. Aí talvez a gente encontre outras coisas”, afirmou. Marsiglia também defendeu a análise de contas de empresas e pessoas ligadas ao presidente, argumentando que eventuais benefícios indevidos podem ocorrer por meio de terceiros.

Opinião dos leitores

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Fim da escala 6×1 pode custar R$ 811 milhões por ano às prefeituras do RN, estima Femurn

José Augusto, presidente da Femurn | Foto: Divulgação/Femurn

O fim da escala 6×1 pode gerar um custo adicional de R$ 811 milhões por ano para os municípios do Rio Grande do Norte. A estimativa é da Federação dos Municípios do RN (Femurn), que ainda avalia o impacto real da medida nas prefeituras.

O presidente da entidade, José Augusto, explica que entre 80% e 90% das despesas adicionais devem estar relacionadas a contratos de terceirização, enquanto o restante corresponde a possíveis contratações diretas. Saúde, educação, vigilância e manutenção estão entre os serviços que podem ser afetados.

Um levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) estima que a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais custaria R$ 6,6 bilhões por ano às cidades brasileiras, sendo R$ 5,1 bilhões com terceirizados e R$ 1,5 bilhão com contratações diretas.

No Rio Grande do Norte, 59 municípios informaram possuir contratos de terceirização, segundo a pesquisa. Desses, 23 têm mais de 100 postos terceirizados ativos.

A Femurn acionou sua equipe técnica para reunir dados sobre folhas de pagamento, contratos e despesas com pessoal. Após a conclusão do estudo, a entidade pretende discutir com a CNM medidas para ajudar as prefeituras a absorver os custos.

O economista Helder Cavalcanti avalia que os municípios precisarão revisar contratos, reduzir desperdícios e melhorar a arrecadação. Ele também defende articulação com os governos estadual e federal para apoiar cidades com menor capacidade financeira.

Com informações de Tribuna do Norte

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Referência no tratamento de úlceras e pé diabético no RN, CEPTUC registra mais de 250 altas na Gestão Nilda

Serviço realiza cerca de 40 atendimentos por dia e será reestruturado em novo espaço para oferecer melhores condições de assistência à população.

A Gestão Nilda vem fortalecendo a assistência especializada em saúde em Parnamirim. Referência em todo o Rio Grande do Norte no tratamento de úlceras e pé diabético, o Centro Especializado em Prevenção e Tratamento de Úlceras Crônicas (CEPTUC) já registra mais de 250 altas e realiza cerca de 40 atendimentos por dia, contribuindo para a recuperação e a qualidade de vida dos pacientes.

O serviço oferece acompanhamento especializado a pacientes com feridas crônicas e pé diabético, com cuidados específicos para favorecer a cicatrização e prevenir complicações. A atuação do centro reforça a importância do acompanhamento contínuo e humanizado para pessoas que precisam desse tipo de assistência.

O próximo passo será a reestruturação do serviço e a mudança para um novo espaço, planejado para oferecer melhores condições de atendimento, mais conforto aos pacientes e uma estrutura adequada às necessidades do trabalho realizado pela equipe.

“Estamos trabalhando para fortalecer cada vez mais os serviços de saúde de Parnamirim. O CEPTUC realiza um trabalho fundamental para pessoas que precisam de cuidados especializados, e nosso objetivo é estruturar ainda mais esse serviço, com um novo espaço que ofereça melhores condições para os profissionais e mais conforto para os pacientes. Cuidar das pessoas é uma prioridade da nossa gestão”, destacou a prefeita Nilda.

Mesmo com a redução no ritmo dos atendimentos em razão de trâmites administrativos, o serviço não parou e continua funcionando, garantindo assistência à população.

Com a reestruturação, a gestão busca ampliar as condições de funcionamento do CEPTUC e fortalecer a assistência especializada, mantendo o foco na recuperação dos pacientes e na qualidade do atendimento oferecido à população.

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Campanha de Flávio Bolsonaro chama proposta de Lula sobre abertura de sigilos de “armadilha eleitoral”

Foto: REUTERS/Jean Carniel

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) não pretende aceitar o desafio de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para abrir os sigilos bancário, fiscal e telefônico dos dois candidatos. A informação é do colunista Túlio Amâncio, do SBT News, que ouviu integrantes da campanha do candidato do PL à Presidência nesta terça-feira (20).

Integrantes da campanha de Flávio classificam a iniciativa de Lula como uma “armadilha eleitoral” para desgastar o candidato nos últimos dias antes do segundo turno, marcado para domingo (25). Segundo a avaliação da campanha, eventuais informações divulgadas não teriam tempo de ser investigadas antes da votação.

Na terça-feira (19), Lula apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um pedido para abrir seus sigilos e os de familiares, com dados referentes aos últimos oito anos. A iniciativa, porém, está condicionada à adoção da mesma medida por Flávio e seus familiares.

Opinião dos leitores

  1. As contas de Lula, quem sabe responder bem é a Lava Jato.
    Lula tá com lorota.
    Ele tá vendo que bateu no teto.
    Nada mais faz ele subir.
    Tô vendo a hora ele tomar as tadala do mundo todinhas pra ver se sobe.🤣🤣🤣🤣🤣
    🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷

  2. não é armadilha…. é mostrar a todos que nada deve… do que o Flávio tem medo??? é só dizer sim…

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[VÍDEO] Reitor UFRN anuncia apuração de atos de violência no campus central e que vai acionar o MPF, Procuradoria Federal e TRE

O reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) José Daniel Diniz Melo anunciou nesta terça-feira (20) a abertura de um processo para apurar os atos de violência e os danos ao patrimônio registrados durante uma manifestação realizada na segunda-feira (19), no campus central da instituição.

A universidade também encaminhará documentos ao Ministério Público Federal (MPF), à Procuradoria Federal e ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), com informações sobre os acontecimentos e as providências adotadas.

Em vídeo divulgado nos perfis da instituição, o reitor informou que a Diretoria de Segurança Patrimonial acompanhou e registrou a ocorrência. Uma reunião realizada na manhã desta terça-feira (20) definiu os encaminhamentos para investigar os fatos. O reitor reafirmou o compromisso da UFRN com a liberdade de expressão, mas ressaltou que a instituição não pode tolerar atos de violência nem desrespeito à universidade e à comunidade acadêmica.

Em nota divulgada mais cedo, a UFRN repudiou os atos de violência ocorridos:

NOTA OFICIAL

UFRN repudia atos de violência no Campus Central

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) manifesta seu mais veemente repúdio aos atos de violência ocorridos em 19 de outubro, no Campus Central da instituição.

A Universidade é um espaço de formação, pluralidade, diálogo e respeito às diferenças, que tem na liberdade de expressão e no estímulo ao pensamento crítico, princípios fundamentais de sua missão. A divergência de ideias, inerente à vida universitária e ao exercício democrático, não pode, sob qualquer circunstância, servir de justificativa para atos de intimidação, ameaças, violência ou desrespeito.

A mobilização política em questão, realizada sem autorização institucional e com o uso de equipamentos de som e fogos de artifício, foi acompanhada de atos de violência e ameaças à integridade física e moral de membros da comunidade acadêmica, além de danos ao patrimônio público e provocando a interrupção de aulas e atividades administrativas.

Diante da gravidade dos fatos, a administração universitária adotará as medidas administrativas e judiciais cabíveis para assegurar a rigorosa apuração das ocorrências e a responsabilização dos envolvidos.

A UFRN reafirma seu compromisso com a proteção da sua comunidade acadêmica e a defesa intransigente dos princípios democráticos, da liberdade de expressão e do respeito às diferenças.

Opinião dos leitores

  1. ELE TEM QUE APURAR MUITA COISA!

    Sem seletividade Sr. Reitor! O Sr. já devia ter vindo a público há muito tempo, são várias as aberrações que aconteceram dentro da UFRN nessa Campanha, e ao que parece, com a sua conivência. Tá na hora da onça beber água.

  2. Isso não vai dar em nada, pous a esquerda domina a UFRN.
    O reitor deveria punir os arruaceiros que fizeram baderna numa concentração pacífica.

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[VÍDEO] Nikolas Ferreira expõe relatos de moradores do Nordeste esquecidos por Lula

Relatos de moradores do Nordeste sobre falta de saneamento, dificuldades de acesso à água e despesas com medicamentos foram reunidos em um vídeo publicado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) nas redes sociais nesta terça-feira (20).

“Sou nordestina, nasci em Mundo Novo e moro aqui na Bahia. Passei a vida inteira ouvindo Lula dizer que a nossa vida ia mudar. Eu envelheci”, diz o primeiro relato.

Na gravação, entrevistados também relatam o impacto do custo de vida no orçamento familiar e a falta de oportunidades de emprego e estudo, que leva jovens a buscar melhores condições em outros estados.

Aposentados e pessoas com doenças graves afirmam enfrentar dificuldades para comprar remédios e manter as despesas domésticas, chegando a reduzir gastos com alimentação.

O vídeo traz ao final a seguinte reflexão: “Na hora de votar, não se esqueça de quem esqueceu de você”

Opinião dos leitores

  1. mais uma fofoca que o Nikolas quer aumentar pra se mostrar na mídia… mas afinal, o que o Nikolas fez pelo País que ninguém sabe???

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CNJ determina que TJRN promova Henrique Baltazar a desembargador em até 48 horas

Foto: José Aldenir

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou nesta terça-feira que o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) promova o juiz Henrique Baltazar Vilar dos Santos ao cargo de desembargador, pelo critério de antiguidade, no prazo de 48 horas.

A decisão, tomada durante a 2ª Sessão Extraordinária, também anulou a votação administrativa de 1º de julho, quando a promoção do magistrado foi rejeitada por 10 votos a 4.

O caso envolve a recusa do juiz mais antigo da Corte à vaga destinada à promoção por antiguidade e questionamentos sobre o procedimento adotado pelo tribunal. A defesa de Henrique Baltazar foi representada pelo advogado Hallrison Dantas, que acompanha o processo desde o início.

Opinião dos leitores

  1. Juiz íntegro e competente, tive a oportunidade de conhecê-lo quando ele foi juiz em Pau dos Ferros.

  2. Trabalhei com o Dr. Henrique Baltazar, muito merecedor dessa ascensão ao cargo de Desembargador. Parabéns.

  3. Parabens, juiz Baltazar, a justiça foi feita, os discipulos do Tribunal deve pedir desculpa a sociedade pela injustica cometida.Deus te abenoe.

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