Diversos

FOTOS: Brasileiro se muda para a Califórnia para plantar maconha, ganha dez copas de melhor haxixe e vira ídolo

HAROLD WINSTON, O BAMF, DEIXOU O BRASIL AOS 18 ANOS PARA VIAGEM DE UMA SEMANA EM AMSTERDÃ E NÃO VOLTOU MAIS (FOTO: MALACHI BANALES/ DIVULGAÇÃO)

Proibido no Brasil e seis vezes mais caro que o ouro. O cristal de poucos centímetros, levemente amarelado, quase transparente, é exposto em lojas especializadas em maconha da Califórnia, na costa oeste dos Estados Unidos, como uma joia.

Cada grama do extrato ultraconcentrado de maconha produzido pelo brasileiro Harold Winston, mais conhecido como Bamf, de 34 anos, pode custar até US$ 250 — o equivalente a cerca de R$ 1.000. A porção é suficiente para fazer dois cigarros — misturando com tabaco ou ervas – ou usar até cinco vezes num bong — purificador, geralmente feito de vidro, utilizado para fumar maconha.

Harold deixou o Brasil em 2003, há 16 anos, atraído pelo desejo de trabalhar com cannabis. Antes de deixar o país, ele tinha plantado 400 pés de maconha no quintal da casa onde vivia com a família em Belo Horizonte. A mãe dele descobriu, destruiu o plantio e pagou ao filho uma viagem para ele passar uma semana em Amsterdã, na Holanda. Ele nem chegou a pegar o voo de volta e, desde então, só visitou a terra natal em festas de fim de ano.

Nesse período, Harold viveu cinco anos na Holanda, ganhou 10 prêmios em competições de maconha nos Estados Unidos e se tornou uma das maiores referências do mundo canábico.

No Brasil, o plantio, a venda ou a doação de maconha são considerados tráfico de drogas, crime punido com penas de 5 a 15 anos de prisão, além de multas. Usar a erva é considerada apenas uma contravenção. Nesses casos, o usuário deve prestar serviços à comunidade e fazer um curso sobre os danos causados pelo uso de drogas.

O advogado Ricardo Nemer, da Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas (Reforma) diz que muitas vezes a distinção entre usuário e traficante, feita principalmente pela Polícia Civil, é incerta e pode resultar em punições injustas.

“Depende do ‘achismo’ do delegado. Não há regra do que é pequena ou grande quantidade. Isso causa uma grande insegurança jurídica e enquadra diversos usuários como traficantes. Um exemplo são as pessoas que cultivam maconha para fazer extratos (como os produzidos por Bamf) e precisam de muitas plantas”, explica o advogado.

Mas o que há de tão especial na maconha concentrada?

“Você dá uma simples puxada e é como se você tivesse fumado uns dez baseados inteiros”, diz Fernando Badaui, de 43 anos, vocalista da banda CPM22. “Não tem nenhuma impureza. É como degustar um bom vinho. Quando você fuma uma maconha comum, tem o papel, folhas, galhos e tudo mais junto, fora a sujeira. Aquilo que o Bamf faz é o puro extrato de THC, o princípio ativo que causa a brisa. Eu já experimentei maconha em diversos países que visitei e digo que essa está entre as melhores do mundo.”

FERNANDO BADAUI (À ESQ.), VOCALISTA DA BANDA CPM22, VISITOU DIVERSAS VEZES O BRASILEIRO HAROLD WINSTON, NA CALIFÓRNIA (FOTO: FERNANDO BADAUI/ ARQUIVO PESSOAL)

Badaui é conhecido por ser um combativo ativista nas redes sociais pela liberação da maconha. No Instagram, por exemplo, ele faz constantes publicações para defender a descriminalização do uso e a regulamentação do plantio da erva no Brasil. Ele conta ter conversado com o skatista Bob Burnquist, outro assíduo defensor da cannabis.

“Falei pro Bob que a gente está junto nessa. A imagem dele é muito importante para mostrar que um atleta de elite pode usar maconha”, afirmou Badaui em entrevista à BBC News Brasil.

O brasileiro Harold diz que Badaui o visita duas vezes por ano na Califórnia e que já experimentou vários de seus produtos. “A gente virou amigo. Ele é um ativista que representa muito nossa luta e eu acho lindo todos esses caras de peso desmistificando o uso da maconha. Eles demonstram que podem fumar e serem grandes profissionais. A manifestação pública dessas pessoas é um dos caminhos para a legalização no Brasil”, afirmou.

‘Amor’ pela erva

Harold nasceu na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, mas seus pais avaliaram que não teriam condições de criá-lo. Aos três meses de idade, o bebê foi adotado por americanos que viviam em Belo Horizonte e o batizaram com o nome do avô americano.

“Eu sempre fui um moleque doido, talvez pelo fato de ser adotado. Fui expulso de todas as escolas por onde passei em Belo Horizonte”, conta o brasileiro. Ele diz que ter se tornado uma referência na produção de maconha na Califórnia é a realização de seu maior sonho.

Todo esse amor pela maconha, conta Bamf, começou assim que experimentou a erva pela primeira vez, aos 16 anos.

“O problema foi que eu gostei demais, irmão. Um dia depois de sentir aquela sensação, comprei 25 gramas (suficiente para produzir até cerca de 50 baseados). Foi doido. A partir daquele dia, eu queria ver coisas sobre maconha o dia todo, queria experimentar a melhor maconha do mundo e fiquei na caça daquilo. Naquele mesmo ano, descobri o haxixe e pirei de vez”, conta o brasileiro aos risos.

Na época, ele passou a ter acesso e consumir grandes quantidades de haxixe trazido do Paraguai. Mas ele conta que sentia desgosto por consumir algo sujo e de procedência desconhecida. Seu sonho passou a ser produzir seu próprio concentrado, de alta pureza.

400 plantas no quintal

Sem se importar com as leis brasileiras, o adolescente passou a plantar maconha no quintal de casa, em 2002. E num volume capaz de atrair muita atenção.

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

Smoke me out @bamf_extractions @bamf_genetics @bamfeastcoast #bamfextractions #diamonds #bamfgenetics #allheartnohype

Uma publicação compartilhada por BAMF (@bamf_extractions) em

“Eu meti 400 plantas lá. Falei para a minha mãe que era ayahuasca porque era legal. Mas depois de certo tempo, uma amiga dela foi lá em casa e viu o cultivo. Eu estava na esperança de que não acontecesse nada, mas essa mulher colocou algumas folhas no bolso antes de ir embora. Dois dias depois, minha mãe descobriu que era maconha, ficou puta comigo e destruiu todas as plantas”, diz Harold.

Além de sustentar seu consumo diário da erva, o cultivo fornecia material para que fizesse seus primeiros testes. Na época, ele conta que passava o dia cuidando das plantas, estudando e discutindo novas técnicas para aumentar sua produção e fazer extratos de qualidade. Sua fonte era o site brasileiro Growroom, o maior fórum online sobre maconha da América Latina, com mais de 120 mil inscritos.

“O Growroom para mim era um portal da coisa mais secreta do mundo. Passava o dia ali como um louco, como se o fórum fosse um livro aberto na minha frente. Ali, foi com certeza minha primeira escola, a base de tudo que aprendi até hoje”, relata.

Depois de duas semanas sem falar com o filho por conta da plantação em seu quintal, sua mãe, Nilza Cozac, o chamou para dar uma bronca e ter uma conversa franca. Cozac, conta Harold, foi a primeira mulher a se formar em direito em Minas Gerais e tinha um profundo conhecimento sobre a legislação.

“Minha mãe já tinha mais de 60 anos, mas era muito cabeça aberta. Ela me alertou que uma plantação daquele tamanho era motivo para o governo querer tomar nossa casa, um dos poucos assuntos que despertavam atenção do governo e policiais. E disse que me presentearia com uma viagem de uma semana para Amsterdã, na Holanda, quando completasse 18 anos. Ela queria que eu conhecesse um lugar onde pudesse fumar maconha sem problemas”, conta.

Viagem para Amsterdã

A mãe cumpriu a promessa. E ele nunca mais voltou para o Brasil.

“Eu fiquei muito louco quando cheguei lá (em 2003). Parecia uma criança em loja de brinquedo. Fiquei matutando como eu poderia ficar na Holanda e passar a vender maconha por um preço 100 vezes melhor do que as pessoas no Brasil. Minha mãe ficou desesperada quando soube”.

Harold conta que morou durante um ano em um apartamento para refugiados africanos em Amsterdã, que alugava por 300 euros. Durante esse tempo, ele fez contatos e aprimorou seus conhecimentos sobre a erva.

“Eu me envolvi com pessoas que achava que tinham maconha e haxixe bom. Na Holanda, a maconha é apenas tolerada. Durante os cinco anos que fiquei no país, vi muita gente sendo presa, inclusive conhecidos. Logo começaram a me dizer que eu estava no lugar errado, que eu deveria ir para a Califórnia”, diz.

Depois de fazer uma série de pesquisas e assistir a vídeos no YouTube, ele decidiu se mudar para os Estados Unidos.

Primeiro, ele foi para Nova York, mas depois de um ano vivendo “num frio dos infernos” e presenciando uma forte repressão policial contra usuários de maconha, ele resolveu se mudar, em 2009, para Los Angeles, na Califórnia, onde vive até hoje.

“Eu mal cheguei e enlouqueci. Eu fiquei gritando na rua, literalmente, porque a cada esquina tinha loja para você comprar equipamentos. Você fica louco mesmo. Entrei na primeira que eu vi e fiquei conversando com o dono durante horas sem parar”, lembra Bamf com euforia.

Três dias depois de chegar à “meca” da maconha, Harold comprou uma luz especial – ideal para seis plantas – e começou a plantar a própria erva dentro de casa. Seis meses depois, tinha dez lâmpadas. Um ano depois, tinha 15.

Depois da longa experiência em Amsterdã, o jovem avaliou que o mercado na Califórnia tinha bons equipamentos, uma legislação muito favorável, mas ainda era pouco desenvolvido. Sua maior surpresa, porém, foi quando assistiu à uma edição da Cannabis Cup, a maior competição de maconha dos EUA, promovida pela revista High Times.

“Eu não acreditei que os caras vacilavam tanto. Num país de primeiro mundo, com ótimos equipamentos e maconha boa, eles poderiam fazer muito mais”, relata o brasileiro. Aquele era o incentivo que faltava para ele começar sua própria produção e buscar seu espaço no mercado.

Riscos para a saúde

O professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e coordenador, há 30 anos, do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da universidade, Dartiu Xavier, condena o uso de maconha por adolescentes, como fez Harold.

“Eu acho que ninguém deveria fumar antes dos 18. Alguns autores dizem a partir dos 21. O ponto mais preocupante é que a maconha pode desencadear uma psicose, quando o usuário sai da realidade. Caso ele tenha uma predisposição para isso, a maconha pode funcionar como um gatilho”, explicou.

Por outro lado, o médico afirma que no seu ponto de vista a regulamentação do uso da maconha diminuiria o consumo da erva no país e seria um avanço na área da saúde.

“Nos lugares onde existem políticas mais tolerantes ou legalização, como a Holanda ou Estados Unidos, as pessoas não fogem das informações. Há inclusive uma grande política de redução de riscos. No clima de proibicionismo como há aqui, ninguém tem informação. A Holanda, inclusive, é um dos poucos países onde o consumo de maconha vem caindo. Uma prova cabal de que a proibição do uso aumenta o consumo”, afirmou Xavier.

Entretanto, o coordenador do Projeto Antitabágico do Hospital Universitário da USP, João Paulo Lotufo, diz que qualquer relaxamento em relação ao consumo de maconha seria um erro.

“Nos Estados Unidos e no Uruguai, onde o uso é permitido, dobrou o número de dependentes. Se hoje há um surto psicótico a cada 100 pessoas, se libera, você dobra para 2. Vai subir o número de acidentes automobilísticos causados pelo uso da droga, sem contar que as lesões causadas pela maconha no cérebro são irreversíveis”, disse o médico.

BAMF GANHOU DEZ PRÊMIOS – OITO CONSECUTIVOS – DE MELHOR EXTRAÇÃO DE MACONHA PELA REVISTA MAIS IMPORTANTE SOBRE O ASSUNTO NOS EUA (FOTO: BBC)

Lotufo diz ainda que a maconha é mais cancerígena que o tabaco (com base em estudo publicado na revista European Respiratory Journal em 2008) e que os custos arrecadados com impostos em caso de regulamentação não seriam suficientes nem mesmo para bancar o aumento dos gastos com saúde.

“O imposto arrecadado com a venda de cigarros também não cobre a lesão que o tabaco provoca no sistema de saúde. Liberar o uso no Brasil seria um absurdo. Alguns falam na internet que a maconha é medicinal, mas não tem nada disso. O canabidiol (CBD) sim é medicinal, mas trata-se de um extrato que nada tem a ver com o uso recreativo”, afirmou o médico da USP.

Para ele, a pressão para a regulamentação do uso recreativo ocorre por uma forte pressão financeira, que ignora os riscos à saúde.

Técnica secreta

O primeiro passo de Harold Winston para entrar no mercado canábico foi convencer Nikka T, produtor do que muitos consideram o melhor haxixe vendido nos EUA na época, a ensiná-lo a fazer o produto. Haxixe é uma pasta densa feita da resina de maconha, fumada em bong, narguilé ou em cigarro- misturado com tabaco ou maconha.

“Fiquei enchendo o saco dele igual um fã durante seis meses, até que um dia ele resolveu me ensinar. Ele me convidou e eu fui até o Colorado para aprender a técnica e, na semana seguinte, eu já era o melhor hashmaker (produtor de haxixe) da Califórnia. Isso foi há nove anos, na mesma época que minha mãe morreu de câncer”, relata ele.

Ao contrário do haxixe vendido no Brasil, feito com restos de maconha de baixa qualidade, muitas vezes feito das sobras de resina que grudam na mão das pessoas que colhem a planta no Paraguai, o produto de Bamf passa por um complexo processo.

Assim que ele fez o primeiro haxixe usando uma técnica de extração à base de água, sem solventes, ele teve a certeza de que tinha condições de era algo inédito e quis colocar seu produto à prova num campeonato. Mas, para isso, era necessário ser dono de um dispensário. Apenas a loja Buds and Roses aceitou o pedido.

O produto de Bamf chamou a atenção logo no momento da inscrição por conta de sua cor clara – sinal de pureza – e por ser o único feito com água. A maioria dos concentrados, conta Harold, é feita com gás butano – o mesmo usado em isqueiros.

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

Follow @bamf_genetics @bamf_genetics @bamf_genetics USA RELEASE COMING SOON! #bamfgenetics #bamfextractions #allheartnohype

Uma publicação compartilhada por BAMF (@bamf_extractions) em

Em meio a 40 competidores, o brasileiro ganhou seu primeiro seu primeiro troféu. No dia seguinte, ele viu sua popularidade disparar e seu produto se tornar uma referência num dos mercados mais exigentes do mundo. A demanda foi tão grande que ele conta ter ficado sete dias sem dormir fazendo haxixe sozinho em sua casa para dar conta de alguns pedidos.

Uma das encomendas foi feita pelo grupo americano de rap Cypress Hill. “Eles encostaram na minha casa com um caminhão cheio de maconha para eu fazer haxixe para eles. Perguntei se estavam loucos porque eu demoraria um ano para terminar aquilo sozinho. Uma semana após terminar o serviço, eles levaram outro caminhão cheio”, conta.

Pouco tempo depois, Harold fundou sua própria empresa, a Bamf, que aos poucos virou o nome com o que Harold passaria a ser conhecido no mercado canábico. O nome significa Badass Motherf***er e foi inspirado em uma cena do filme Pulp Fiction.

A Bamf começou a se tornar uma referência de qualidade na Califórnia. Ganhou oito Cannabis Cups consecutivas de melhor haxixe e passou a ser cultuado por usuários de maconha não só na Califórnia, mas ao redor do mundo.

“O campeonato não dá dinheiro, mas no momento que você sai do palco com o troféu, aparecem mais de 50 donos de lojas querendo comprar tudo o que você tem. Gente tirando maços de dinheiro e do bolso. Eu pensava que era até policial querendo me pegar”, conta.

A marca começou a virar moda. A Bamf passou a vender camisetas, souvenirs e sementes. No Instagram, a marca é elogiada por diversos consumidores – alguns, famosos – americanos e brasileiros. Mas o crescimento trouxe alguns problemas para Harold e ele sente medo dessa expansão.

“A Bamf me deixou muito satisfeito e ciumento. Hoje, tenho 35 funcionários, mas sinto medo de ampliar demais, crescer, e precisar entregar meu segredo para mais pessoas. Eu criei um monstro. Imagine criar um gorila dentro de um quarto. Uma hora você vai tomar um soco. Aconteceu isso comigo. Teve gente que veio, aprendeu e hoje criaram as coisas deles. Mas como eu comecei primeiro que todo mundo, ainda estou alguns passos à frente”, afirmou.

Mesmo assim, ele revelou à BBC News Brasil alguns “segredos” da estratégia para se obter um produto de alta pureza.

“O segredo maior é olhar para as flores da maconha como se ela fosse uma vaca. No momento em que você abate a vaca, ela deve estar em ambiente refrigerado para não degenerar. Quando você corta a maconha é a mesma coisa porque ela começa a morrer. Se você não mantiver ela refrigerada em uma hora para manter ela viva, a planta começa a secar e perde óleo”, afirmou.

Harold não deu mais detalhes, mas afirmou que mantém a planta congelada até o momento da extração, e que “o solvente e o produto devem ser mantidos em temperaturas negativas”.

Maconha no Brasil

Harold diz que sua empresa está em plena expansão e conta que acabou de comprar uma área de 2 hectares – equivalente a mais de dois campos de futebol – no Estado de Oregon apenas para plantar maconha rica em CBD, usado principalmente para a produção de remédio.

Essa cepa não tem THC, o princípio ativo da planta, que causa o “barato”. Ele diz que fará isso porque se sente na obrigação de se colocar em todos os setores do mundo canábico.

Harold se diz triste com a lei de drogas brasileira. Para ele, a legalização do cultivo, comércio e consumo da erva poderiam ser de grande ajuda à combalida economia do país.

“A salvação do Brasil é a maconha. É a única coisa que pode gerar milhares de empregos e trilhões de reais no mercado econômico de maneira imediata e o povo precisa entender isso. O país está perto da linha do Equador, tem um clima perfeito e terra abundante, emprego. Sem falar que a maconha é matéria-prima de 35 mil produtos diferentes, num ciclo de dois meses. Para quê cortar árvore? Eu amo o Brasil e estou doido para e poder trabalhar com o que eu gosto no meu país”, afirmou.

Ele pondera, por outro lado, que até mesmo o mercado americano ainda não é tão claro sobre o que pode ser feito.

“Eu mesmo fui preso há três anos. Aqui é legal, mas ao mesmo tempo não é. Fui parado por um policial e tinha 20 kg de maconha no carro. Eu tinha uma licença e disse que mostraria ao policial, mas ele disse que rasgaria o documento caso eu mostrasse. A sorte é que nos EUA você não é condenado até esgotar o processo. Depois de dois anos e meio, fui absolvido”, afirmou.

Na Califórnia, a venda da maconha recreativa é legal. Por outro lado, a erva continua classificada como um narcótico ilegal sob a lei federal americana.

“Há um conflito de leis federais e estaduais que cria uma zona cinzenta nos Estados Unidos. Há a legalização, mas por outro lado há uma grande dificuldade para conseguir as licenças e isso causa uma grande insegurança jurídica”, diz o advogado Ricardo Nemer.

Já no Brasil, ativistas dizem que o caminho mais provável para descriminalizar o uso da maconha e dar o primeiro passo rumo à legalização é o julgamento no STF de um processo que pode revogar o artigo 28 da Lei Antidrogas. Isso permitiria a posse de pequenas quantias e plantio da erva para consumo próprio.

Esse processo, parado desde 2015 após o ministro Teori Zavascki pedir vistas, está marcado para ser retomado no dia 5 de junho. A pausa ocorre porque, depois da morte de Zavascki, o caso foi para as mãos de Alexandre de Moraes.

No ponto de vista do músico Badaui, que diz ter visitado diversos países onde há regulamentação, tolerância ou descriminalização do uso da cannabis, diz que é apenas uma questão de tempo para que o mesmo ocorra no Brasil.

“Há dez anos, esse assunto era tratado como tabu. Hoje, todos sabem que esse consumo não vai parar e que não tem como seguir outro caminho a não ser o da legalização. Por mais conservador que seja o governo, o Brasil sempre seguiu o modelo americano. É hora de desmantelar o mercado negro e explorarmos economicamente a cannabis”, afirmou o músico.

Bamf também acha que a legalização da cannabis no Brasil não deve demorar. Ele diz que diversos setores da sociedade estão fazendo uma grande pressão no sentido de permitir o consumo e o comércio da erva, como ocorreu antes da legalização em países como Canadá e Uruguai.

“Chega uma hora em que a polícia não tem condições de ir atrás de quem planta e fuma. Os próprios policiais se questionam se eles devem ir atrás de político ladrão e grandes bandidos ou se vão ficar perdendo tempo indo atrás de usuário de maconha num país com tanto problema de verdade.”

Época Negócios, com BBC

 

 

Opinião dos leitores

  1. Isso é uma grande notícia, quando muitos chorão os seus filhos mortos pelas drogas aí vem essa grande materia ,isso sim é louvável!!!

    1. Eu ia comentar justamente isso. Mas pelo seu Nick vc deve estar sendo irônico. Já Eu, falo sério.

  2. Reportagem muito educativa, que esse doido fique por lá mesmo, aqui já temos muitas cracolândias.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Na Copa do Mundo, o ’13’ entregou o gol para o Japão e o ’22’ salvou o Brasil

Fotos: reprodução/Getty Images

Na partida que garantiu o Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo 2026, um detalhe chamou a atenção e não passou despercebido.

O camisa 13, Danilo, errou o passe que originou a jogada do gol japonês na partida.

E o gol da virada que garantiu a vitória brasileira foi marcado por Martinelli, o camisa número 22.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

RUMO AO HEXA: Brasil vira no fim contra o Japão e avança às oitavas da Copa do Mundo

Foto: Annegret Hilse/Reuters

Casemiro empata jogo para o Brasil — Foto: REUTERS/Annegret HilseFoto: REUTERS/Annegret Hilse

Foi com emoção! O Brasil venceu o Japão de virada por 2 a 1, em Houston, nos Estados Unidos, e está classificado para as oitavas de final da Copa do Mundo 2026. Os gols da vitória foram marcados por Casemiro e Gabriel Martinelli.

A seleção brasileira volta a campo no próximo domingo, dia 5, e espera o resultado de Costa do Marfim e Noruega, que acontece nesta terça-feira (30) às 14h, para saber quem será o adversário.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Número de mortos em terremotos na Venezuela sobe para 1.719

Foto: Gaby Oraa/Reuters

O número de mortos pelos terremotos que atingiram a Venezuela subiu para 1.719, informou nesta segunda-feira (29) o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez. Segundo o governo, outras 5.034 pessoas ficaram feridas e 15.866 estão desabrigadas.

As autoridades avaliaram 855 prédios danificados, dos quais 189 desabaram completamente. No estado de La Guaira, o mais afetado pelos tremores, 90% do fornecimento de energia elétrica já foi restabelecido.

Em entrevista à CNN, um médico relatou que os hospitais de Caracas estão sobrecarregados e enfrentam falta de materiais básicos de limpeza. Oito unidades de saúde na capital e região metropolitana foram fechadas devido aos danos estruturais, e os pacientes precisaram ser transferidos para hospitais que permaneceram em funcionamento.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Alcolumbre deixa PEC da Escala 6×1 para depois do recesso e evita prazo

Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), não deve colocar em votação, antes do recesso parlamentar, marcado para o dia 18 de julho, a PEC que acaba com a escala de trabalho 6×1.

A avaliação de interlocutores de Alcolumbre é que o senador pretende ouvir o governo, mas evita cravar qualquer prazo para avancar com a proposta.

A expectativa é que o debate avance nesta quarta-feira (30), quando o Senado realiza uma audiência pública sobre a proposta, em plenário.

Além disso, Alcolumbre também deve se reunir, ainda na quarta, com a deputada Erika Hilton (PSOL-SP), autora original da PEC na Câmara.

Desde que o texto chegou ao Senado, o presidente do Senado defende que a PEC seja debatida com calma e não tratada apenas como uma ratificação do que foi aprovado pela Câmara.

Segundo relatos de senadores, Davi também informou que as atividades legislativas ocorrerão de forma remota até a chegada do recesso parlamentar, reduzindo o espaço para votações de temas considerados sensíveis.

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

DATAFOLHA: 38% dos brasileiros dizem não saber ou lembrar voto para governador em 2022

Foto: Custodio Coimbra/Agência O Globo

Levantamento do Datafolha mostra que 38% dos brasileiros não se lembram em quem votaram para governador nas eleições de 2022. Outros 9% disseram que votaram em branco, nulo ou não escolheram nenhum candidato, enquanto 54% afirmaram lembrar do voto.

A pesquisa divulgada no domingo (28) aponta que o esquecimento é maior entre as mulheres (46%) do que entre os homens (28%). Entre as faixas etárias, o maior índice foi registrado entre jovens de 20 a 24 anos (45%). Já entre pessoas de 45 a 59 anos, 63% afirmam lembrar em quem votaram.

Na eleição presidencial de 2022, o índice de lembrança é bem maior: 85% dizem recordar o voto, enquanto apenas 7% afirmam não se lembrar. Outros 8% disseram não ter votado em nenhum candidato.

O Datafolha ouviu 2.004 eleitores, com mais de 16 anos, em todo o país. O nível de confiança na amostra é de 95% e representa a quantidade de vezes em que se espera que a coleta realizada represente de fato o pensamento médio da população brasileira, considerando a margem de erro. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o código BR-09956/2026.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Mais de 700 pacotes de maconha são encontrados em caminhão de ajuda humanitária para vítimas de terremotos na Venezuela

Foto: Reprodução | Redes sociais | Ministério das Relações Interiores, Justiça e Paz da Venezuela

As autoridades do estado de Falcón, na Venezuela, apreenderam uma carga de 766 pacotes de maconha escondida em um caminhão que transportava suposta ajuda humanitária para vítimas dos terremotos que provocaram uma tragédia no país com cerca de 1,5 mil mortos.

A apreensão ocorreu durante uma fiscalização de rotina no Posto de Atendimento ao Cidadão de Yaracal. Segundo as autoridades, a droga estava em um compartimento oculto no baú refrigerado do veículo, camuflada entre garrafas de água potável. A operação foi realizada neste sábado, 27 de junho.

Dois homens foram presos e tiveram celulares apreendidos. O caso foi encaminhado ao Ministério Público Venezuelano.

Com informações de O Globo

Opinião dos leitores

  1. DEVE SER O QUE SOBROU DESSA OPERAÇÃO BRILHANTE DO GOVERNO PETISTA DO CEARÁ
    👉🏿A Secretaria da Segurança do Ceará irá investigar a denúncia de “falha nos procedimentos na custódia” de uma plantação com cerca de 290 mil pés de maconha descoberta durante uma operação realizada na última quinta-feira (25), em Acopiara, no interior do Ceará.

    A investigação será feita após o deputado federal André Fernandes relatar o caso nas redes sociais. O vídeo postado por André mostra que a maior parte da plantação segue no local. Além disso, na residência do sítio, foram deixados materiais como celular e cadernos de anotações.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

ROMBO AUMENTANDO: Contas do governo registram déficit de R$ 53,3 bilhões em maio

Foto: Ana Volpe/Agência Senado

O Governo Central registrou déficit primário de R$ 53,3 bilhões em maio de 2026, alta de 26,3% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando o resultado negativo foi de R$ 40,2 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (29) pelo Tesouro Nacional.

O Governo Central, composto por Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central.

De janeiro a maio, o déficit acumulado soma R$ 44,4 bilhões, revertendo o superávit de R$ 32,9 bilhões registrado no mesmo período de 2025. Em 12 meses, o saldo negativo alcança R$ 142,3 bilhões, equivalente a 1,06% do PIB.

Segundo o Tesouro, as despesas cresceram 9,4% em termos reais, acima do avanço de 5,5% da receita líquida. O maior impacto veio das despesas discricionárias, que aumentaram 128,6%, impulsionadas principalmente pelos gastos com Saúde.

Pelo lado das receitas, a arrecadação de dividendos e participações caiu 76,4%, enquanto as receitas com exploração de recursos naturais cresceram 84,5%, favorecidas pela alta do preço do petróleo.

O déficit do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) foi de R$ 60,7 bilhões em maio, alta real de 3,1% na comparação anual.

O Tesouro também estima uma insuficiência de R$ 180,3 bilhões para cumprir a regra de ouro em 2026, o que exigirá autorização do Congresso para emissão de dívida destinada ao financiamento de despesas correntes.

Opinião dos leitores

  1. Aí nas pesquisas lula continua em primeiro…o povo brasileiro gosta dessa safadeza! Simples assim.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

SÃO JOÃO DE NATAL: Público nos polos Arena das Dunas e Nélio Dias foi superior a 945 mil pessoas

Foto: Secom

O São João de Natal encerrou, neste domingo (28), a programação de shows da edição 2026 após reunir mais de 945 mil pessoas nos polos Arena das Dunas e Nélio Dias. Ao longo de 11 dias, 42 atrações passaram pelos dois palcos, levando artistas nacionais e regionais e movimentando a economia durante o mês de junho. O encerramento aconteceu no Polo Nélio Dias, na Zona Norte, com apresentações de Chico Forrozeiro, Zé Cantor, Filho do Piseiro e Toca do Vale

Para o prefeito Paulinho Freire, a edição deste ano amplia as perspectivas para o crescimento do evento. “Conseguimos trazer grandes atrações, ampliar o número de parceiros e oferecer uma programação que fez o natalense permanecer na cidade durante o período junino. Também recebemos visitantes de diferentes lugares, fortalecendo o turismo e movimentando a economia. A tendência é continuar ampliando esse projeto nos próximos anos”, afirmou.

Com o encerramento da programação de shows, o São João de Natal agora entra em uma nova etapa. Entre os dias 9 e 12 de julho, o Palácio dos Esportes receberá o Festival de Quadrilhas, que integra a programação oficial dos festejos juninos da capital.

Para a secretária municipal de Cultura e presidente da Funcarte, Iracy Azevedo, a participação do público durante os shows confirma o interesse pelos festejos promovidos na cidade. “Encerramos a programação dos palcos com uma participação superior à expectativa, mesmo em dias de chuva e durante os jogos da Copa do Mundo. Agora seguimos com o Festival de Quadrilhas, que integra o São João de Natal e valoriza uma das manifestações mais tradicionais da cultura popular”, disse.

Além da programação cultural, o São João também movimentou diferentes setores da economia local. Ambulantes, comerciantes, permissionários da praça de alimentação, catadores de materiais recicláveis e trabalhadores de diversos segmentos atuaram durante os dias de festa. “O trabalho compensou e vou usar esse dinheiro extra para o lazer”, contou o ambulante Deiverson Amaral.

Catador cadastrado pela Urbana, Adelson Cavalcante também avaliou positivamente a iniciativa. “Além do trabalho, a Prefeitura montou um ponto de apoio muito bom para nós.”

Moradora de Natal, Francisca Freire acompanhou os shows ao lado da filha adolescente. “Achei tudo organizado. Trouxe minha filha para assistir ao show de Toca do Vale e aproveitamos bastante. Uma festa gratuita e perto de casa faz toda a diferença.”

A programação reuniu nomes como Fagner, Zezé Di Camargo & Luciano, Bruno & Marrone, Xand Avião, Natanzinho Lima, Calcinha Preta, Simone Mendes, Leonardo, Michele Andrade, Matheus Fernandes, Grafith, Seu Desejo e Toca do Vale, entre outros artistas da música brasileira.

Durante toda a programação, a Prefeitura montou uma operação envolvendo segurança, mobilidade urbana, saúde, assistência social, limpeza urbana e acessibilidade. O Centro de Controle de Operações acompanhou os eventos em tempo real, enquanto o Expresso Junino garantiu transporte gratuito ao término dos shows.

Na área da saúde, equipes da Secretaria Municipal de Saúde distribuíram mais de 100 mil insumos de prevenção às Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), realizaram testes rápidos para HIV, sífilis e hepatites virais e mantiveram atendimento durante toda a programação.

As ações de proteção às mulheres integraram o Protocolo “Não é Não”, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (Semul), com atividades de orientação, prevenção e acolhimento.

Entre as novidades desta edição estiveram a praça de alimentação com opções para pessoas com restrições alimentares e o Festival do Maior Cuscuz do Mundo, realizado no Polo Nélio Dias, onde uma tonelada de cuscuz foi preparada e distribuída gratuitamente ao público.

A Companhia de Serviços Urbanos de Natal (Urbana) também desenvolveu ações de limpeza urbana, coleta seletiva, reciclagem e inclusão socioeconômica dos catadores de materiais recicláveis durante toda a programação.

Os shows foram transmitidos ao vivo pelo canal oficial da Prefeitura do Natal no YouTube, permitindo que a programação fosse acompanhada por pessoas de diferentes localidades.

O São João de Natal 2026 é apresentado por Esportes da Sorte e Brahma, com patrocínio de Cachaça Matuta e Ballantine’s.

São João de Natal encerra programação de shows e segue com Festival de Quadrilhas

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Maria Marçal e Fernanda Brum são destaques da segunda edição do Adora Macaíba

A cidade de Macaíba se prepara para viver mais uma grande celebração de fé, louvor e comunhão. Nos dias 10 e 11 de julho, a Praça Paulo Holanda Paz será palco da segunda edição do Adora Macaíba, evento que reunirá milhares de pessoas em torno do tema “Uma Cidade, Uma Fé, Um Propósito”.

Entre as atrações mais aguardadas estão dois dos maiores nomes da música gospel nacional: Fernanda Brum e Maria Marçal. Com carreiras marcadas por canções que inspiram e fortalecem a fé, as artistas prometem momentos de emoção e adoração durante o festival.

Fernanda Brum sobe ao palco na sexta-feira (10), levando ao público sucessos que marcaram gerações. Já Maria Marçal, um dos principais fenômenos da nova geração da música cristã brasileira, encerra a programação no sábado (11), com músicas que conquistaram milhões de ouvintes em todo o país.

Além delas, a programação contará com apresentações de Som e Louvor, Rayane Lima com participação de Letícia Trindade, Marcos Freire e Alisson Anselmo, promovendo um verdadeiro encontro de gerações da música gospel.

Com entrada gratuita, o Adora Macaíba também terá caráter solidário. O público poderá contribuir voluntariamente com a doação de alimentos não perecíveis, que serão destinados ao Centro POP , que atende pessoas do município em situação de vulnerabilidade social.

Promovido pela Prefeitura de Macaíba, o evento busca fortalecer os valores da fé, da união e da solidariedade, consolidando-se como uma das maiores celebrações cristãs do Rio Grande do Norte.

Serviço

Adora Macaíba 2026
10 e 11 de julho
A partir das 19h
Praça Paulo Holanda Paz – Centro de Macaíba
Entrada gratuita
Doação voluntária de alimentos para o Centro POP

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Cidades

Linhas do transporte público de Natal reduzem viagens por conta do jogo do Brasil nesta segunda (29)

Foto: Reprodução

A pasta informou que a estratégia foi elaborada com base no histórico operacional registrado em dias de jogos da Seleção Brasileira, quando há redução significativa na demanda pelo transporte coletivo durante as partidas.

“A medida permite otimizar a utilização da frota sem comprometer o atendimento aos usuários”, reforçou.

O jogo entre Brasil e Japão pela Copa do Mundo 2026 nesta segunda-feira (29) alterou o transporte público de Natal. Ao todo, 32 linhas tem redução no número de viagens na hora da partida, mantendo intervalo máximo de uma hora entre os ônibus (veja lista das viagens alteradas mais abaixo).

Segundo a Secretaria de Mobilidade Urbana de Natal (STTU), o objetivo é adequar a oferta de viagens “à redução temporária da demanda de passageiros durante o horário do jogo, preservando a eficiência da operação e retomando a programação normal logo após o encerramento da partida”.

Esta segunda-feira (29) também é ponto facultativo em Natal por conta do Dia de São Pedro. Já o governo do Estado alterou o expediente em dias de jogos do Brasil.

Segundo a STTU, outras 19 linhas seguem operando sem alterações.

A partida entre Brasil e Japão está marcada para começar às 14h. Segundo a STTU, os ajustes têm início por volta das 13h, com retorno à operação normal a partir das 15h, nas saídas dos terminais.

“Para os passageiros que utilizam o transporte na região central e nos shoppings, os ônibus circularão normalmente até as 14h, com a programação habitual sendo restabelecida por volta das 16h”, informou a STTU.

Viagens que NÃO serão realizadas a partir dos terminais:

  • N-02: 13h35 e 14h15
  • N-04: 13h30
  • N-07: 13h35, 13h55 e 14h25
  • N-08: 13h10 e 13h50
  • N-15: 13h25 e 14h30
  • O-21: 13h15 e 14h10
  • O-22: 13h50 e 14h45
  • O-24: 13h50 e 14h45
  • N-26: 13h20 e 14h10
  • N-27: 13h20 e 14h10
  • O-30: 14h20
  • O-33: 13h08, 13h25 e 14h
  • N-35: 13h20 e 13h40
  • O-38: 13h07, 13h19, 13h43, 13h55 e 14h07
  • O-39: 13h38 e 14h20
  • O-40: 13h05
  • O-41A: 13h45
  • L-46: 13h10, 13h25, 14h e 14h20
  • S-50: 13h10, 13h48, 14h06 e 14h42
  • O-59: 13h30 e 14h30
  • N-60: 13h10, 13h55 e 14h20
  • O-63: 13h10 e 13h40
  • N-64: 13h45 e 14h30
  • N-70: 13h30 e 14h45
  • N-72: 13h10 e 14h15
  • N-73: 13h26, 13h35, 13h55, 14h05 e 14h25
  • N-75: 14h45
  • N-77: 13h20, 13h40 e 14h20
  • N-79: 13h10, 13h30 e 14h15
  • O-83: 13h30
  • N-84: 13h40 e 14h
  • 585: 13h50, 14h05, 14h35, 14h50 e 15h30.

 

Viagens que permanecem SEM alterações:

  • N-05;
  • N-25;
  • N-29;
  • O-33A;
  • O-33B;
  • L-37;
  • N-43;
  • L-51;
  • L-52;
  • L-54;
  • L-56;
  • N-61;
  • O-76;
  • N-78;
  • 581;
  • 589;
  • 593;
  • 599.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *