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FOTOS: Brasileiro se muda para a Califórnia para plantar maconha, ganha dez copas de melhor haxixe e vira ídolo

HAROLD WINSTON, O BAMF, DEIXOU O BRASIL AOS 18 ANOS PARA VIAGEM DE UMA SEMANA EM AMSTERDÃ E NÃO VOLTOU MAIS (FOTO: MALACHI BANALES/ DIVULGAÇÃO)

Proibido no Brasil e seis vezes mais caro que o ouro. O cristal de poucos centímetros, levemente amarelado, quase transparente, é exposto em lojas especializadas em maconha da Califórnia, na costa oeste dos Estados Unidos, como uma joia.

Cada grama do extrato ultraconcentrado de maconha produzido pelo brasileiro Harold Winston, mais conhecido como Bamf, de 34 anos, pode custar até US$ 250 — o equivalente a cerca de R$ 1.000. A porção é suficiente para fazer dois cigarros — misturando com tabaco ou ervas – ou usar até cinco vezes num bong — purificador, geralmente feito de vidro, utilizado para fumar maconha.

Harold deixou o Brasil em 2003, há 16 anos, atraído pelo desejo de trabalhar com cannabis. Antes de deixar o país, ele tinha plantado 400 pés de maconha no quintal da casa onde vivia com a família em Belo Horizonte. A mãe dele descobriu, destruiu o plantio e pagou ao filho uma viagem para ele passar uma semana em Amsterdã, na Holanda. Ele nem chegou a pegar o voo de volta e, desde então, só visitou a terra natal em festas de fim de ano.

Nesse período, Harold viveu cinco anos na Holanda, ganhou 10 prêmios em competições de maconha nos Estados Unidos e se tornou uma das maiores referências do mundo canábico.

No Brasil, o plantio, a venda ou a doação de maconha são considerados tráfico de drogas, crime punido com penas de 5 a 15 anos de prisão, além de multas. Usar a erva é considerada apenas uma contravenção. Nesses casos, o usuário deve prestar serviços à comunidade e fazer um curso sobre os danos causados pelo uso de drogas.

O advogado Ricardo Nemer, da Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas (Reforma) diz que muitas vezes a distinção entre usuário e traficante, feita principalmente pela Polícia Civil, é incerta e pode resultar em punições injustas.

“Depende do ‘achismo’ do delegado. Não há regra do que é pequena ou grande quantidade. Isso causa uma grande insegurança jurídica e enquadra diversos usuários como traficantes. Um exemplo são as pessoas que cultivam maconha para fazer extratos (como os produzidos por Bamf) e precisam de muitas plantas”, explica o advogado.

Mas o que há de tão especial na maconha concentrada?

“Você dá uma simples puxada e é como se você tivesse fumado uns dez baseados inteiros”, diz Fernando Badaui, de 43 anos, vocalista da banda CPM22. “Não tem nenhuma impureza. É como degustar um bom vinho. Quando você fuma uma maconha comum, tem o papel, folhas, galhos e tudo mais junto, fora a sujeira. Aquilo que o Bamf faz é o puro extrato de THC, o princípio ativo que causa a brisa. Eu já experimentei maconha em diversos países que visitei e digo que essa está entre as melhores do mundo.”

FERNANDO BADAUI (À ESQ.), VOCALISTA DA BANDA CPM22, VISITOU DIVERSAS VEZES O BRASILEIRO HAROLD WINSTON, NA CALIFÓRNIA (FOTO: FERNANDO BADAUI/ ARQUIVO PESSOAL)

Badaui é conhecido por ser um combativo ativista nas redes sociais pela liberação da maconha. No Instagram, por exemplo, ele faz constantes publicações para defender a descriminalização do uso e a regulamentação do plantio da erva no Brasil. Ele conta ter conversado com o skatista Bob Burnquist, outro assíduo defensor da cannabis.

“Falei pro Bob que a gente está junto nessa. A imagem dele é muito importante para mostrar que um atleta de elite pode usar maconha”, afirmou Badaui em entrevista à BBC News Brasil.

O brasileiro Harold diz que Badaui o visita duas vezes por ano na Califórnia e que já experimentou vários de seus produtos. “A gente virou amigo. Ele é um ativista que representa muito nossa luta e eu acho lindo todos esses caras de peso desmistificando o uso da maconha. Eles demonstram que podem fumar e serem grandes profissionais. A manifestação pública dessas pessoas é um dos caminhos para a legalização no Brasil”, afirmou.

‘Amor’ pela erva

Harold nasceu na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, mas seus pais avaliaram que não teriam condições de criá-lo. Aos três meses de idade, o bebê foi adotado por americanos que viviam em Belo Horizonte e o batizaram com o nome do avô americano.

“Eu sempre fui um moleque doido, talvez pelo fato de ser adotado. Fui expulso de todas as escolas por onde passei em Belo Horizonte”, conta o brasileiro. Ele diz que ter se tornado uma referência na produção de maconha na Califórnia é a realização de seu maior sonho.

Todo esse amor pela maconha, conta Bamf, começou assim que experimentou a erva pela primeira vez, aos 16 anos.

“O problema foi que eu gostei demais, irmão. Um dia depois de sentir aquela sensação, comprei 25 gramas (suficiente para produzir até cerca de 50 baseados). Foi doido. A partir daquele dia, eu queria ver coisas sobre maconha o dia todo, queria experimentar a melhor maconha do mundo e fiquei na caça daquilo. Naquele mesmo ano, descobri o haxixe e pirei de vez”, conta o brasileiro aos risos.

Na época, ele passou a ter acesso e consumir grandes quantidades de haxixe trazido do Paraguai. Mas ele conta que sentia desgosto por consumir algo sujo e de procedência desconhecida. Seu sonho passou a ser produzir seu próprio concentrado, de alta pureza.

400 plantas no quintal

Sem se importar com as leis brasileiras, o adolescente passou a plantar maconha no quintal de casa, em 2002. E num volume capaz de atrair muita atenção.

 

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“Eu meti 400 plantas lá. Falei para a minha mãe que era ayahuasca porque era legal. Mas depois de certo tempo, uma amiga dela foi lá em casa e viu o cultivo. Eu estava na esperança de que não acontecesse nada, mas essa mulher colocou algumas folhas no bolso antes de ir embora. Dois dias depois, minha mãe descobriu que era maconha, ficou puta comigo e destruiu todas as plantas”, diz Harold.

Além de sustentar seu consumo diário da erva, o cultivo fornecia material para que fizesse seus primeiros testes. Na época, ele conta que passava o dia cuidando das plantas, estudando e discutindo novas técnicas para aumentar sua produção e fazer extratos de qualidade. Sua fonte era o site brasileiro Growroom, o maior fórum online sobre maconha da América Latina, com mais de 120 mil inscritos.

“O Growroom para mim era um portal da coisa mais secreta do mundo. Passava o dia ali como um louco, como se o fórum fosse um livro aberto na minha frente. Ali, foi com certeza minha primeira escola, a base de tudo que aprendi até hoje”, relata.

Depois de duas semanas sem falar com o filho por conta da plantação em seu quintal, sua mãe, Nilza Cozac, o chamou para dar uma bronca e ter uma conversa franca. Cozac, conta Harold, foi a primeira mulher a se formar em direito em Minas Gerais e tinha um profundo conhecimento sobre a legislação.

“Minha mãe já tinha mais de 60 anos, mas era muito cabeça aberta. Ela me alertou que uma plantação daquele tamanho era motivo para o governo querer tomar nossa casa, um dos poucos assuntos que despertavam atenção do governo e policiais. E disse que me presentearia com uma viagem de uma semana para Amsterdã, na Holanda, quando completasse 18 anos. Ela queria que eu conhecesse um lugar onde pudesse fumar maconha sem problemas”, conta.

Viagem para Amsterdã

A mãe cumpriu a promessa. E ele nunca mais voltou para o Brasil.

“Eu fiquei muito louco quando cheguei lá (em 2003). Parecia uma criança em loja de brinquedo. Fiquei matutando como eu poderia ficar na Holanda e passar a vender maconha por um preço 100 vezes melhor do que as pessoas no Brasil. Minha mãe ficou desesperada quando soube”.

Harold conta que morou durante um ano em um apartamento para refugiados africanos em Amsterdã, que alugava por 300 euros. Durante esse tempo, ele fez contatos e aprimorou seus conhecimentos sobre a erva.

“Eu me envolvi com pessoas que achava que tinham maconha e haxixe bom. Na Holanda, a maconha é apenas tolerada. Durante os cinco anos que fiquei no país, vi muita gente sendo presa, inclusive conhecidos. Logo começaram a me dizer que eu estava no lugar errado, que eu deveria ir para a Califórnia”, diz.

Depois de fazer uma série de pesquisas e assistir a vídeos no YouTube, ele decidiu se mudar para os Estados Unidos.

Primeiro, ele foi para Nova York, mas depois de um ano vivendo “num frio dos infernos” e presenciando uma forte repressão policial contra usuários de maconha, ele resolveu se mudar, em 2009, para Los Angeles, na Califórnia, onde vive até hoje.

“Eu mal cheguei e enlouqueci. Eu fiquei gritando na rua, literalmente, porque a cada esquina tinha loja para você comprar equipamentos. Você fica louco mesmo. Entrei na primeira que eu vi e fiquei conversando com o dono durante horas sem parar”, lembra Bamf com euforia.

Três dias depois de chegar à “meca” da maconha, Harold comprou uma luz especial – ideal para seis plantas – e começou a plantar a própria erva dentro de casa. Seis meses depois, tinha dez lâmpadas. Um ano depois, tinha 15.

Depois da longa experiência em Amsterdã, o jovem avaliou que o mercado na Califórnia tinha bons equipamentos, uma legislação muito favorável, mas ainda era pouco desenvolvido. Sua maior surpresa, porém, foi quando assistiu à uma edição da Cannabis Cup, a maior competição de maconha dos EUA, promovida pela revista High Times.

“Eu não acreditei que os caras vacilavam tanto. Num país de primeiro mundo, com ótimos equipamentos e maconha boa, eles poderiam fazer muito mais”, relata o brasileiro. Aquele era o incentivo que faltava para ele começar sua própria produção e buscar seu espaço no mercado.

Riscos para a saúde

O professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e coordenador, há 30 anos, do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da universidade, Dartiu Xavier, condena o uso de maconha por adolescentes, como fez Harold.

“Eu acho que ninguém deveria fumar antes dos 18. Alguns autores dizem a partir dos 21. O ponto mais preocupante é que a maconha pode desencadear uma psicose, quando o usuário sai da realidade. Caso ele tenha uma predisposição para isso, a maconha pode funcionar como um gatilho”, explicou.

Por outro lado, o médico afirma que no seu ponto de vista a regulamentação do uso da maconha diminuiria o consumo da erva no país e seria um avanço na área da saúde.

“Nos lugares onde existem políticas mais tolerantes ou legalização, como a Holanda ou Estados Unidos, as pessoas não fogem das informações. Há inclusive uma grande política de redução de riscos. No clima de proibicionismo como há aqui, ninguém tem informação. A Holanda, inclusive, é um dos poucos países onde o consumo de maconha vem caindo. Uma prova cabal de que a proibição do uso aumenta o consumo”, afirmou Xavier.

Entretanto, o coordenador do Projeto Antitabágico do Hospital Universitário da USP, João Paulo Lotufo, diz que qualquer relaxamento em relação ao consumo de maconha seria um erro.

“Nos Estados Unidos e no Uruguai, onde o uso é permitido, dobrou o número de dependentes. Se hoje há um surto psicótico a cada 100 pessoas, se libera, você dobra para 2. Vai subir o número de acidentes automobilísticos causados pelo uso da droga, sem contar que as lesões causadas pela maconha no cérebro são irreversíveis”, disse o médico.

BAMF GANHOU DEZ PRÊMIOS – OITO CONSECUTIVOS – DE MELHOR EXTRAÇÃO DE MACONHA PELA REVISTA MAIS IMPORTANTE SOBRE O ASSUNTO NOS EUA (FOTO: BBC)

Lotufo diz ainda que a maconha é mais cancerígena que o tabaco (com base em estudo publicado na revista European Respiratory Journal em 2008) e que os custos arrecadados com impostos em caso de regulamentação não seriam suficientes nem mesmo para bancar o aumento dos gastos com saúde.

“O imposto arrecadado com a venda de cigarros também não cobre a lesão que o tabaco provoca no sistema de saúde. Liberar o uso no Brasil seria um absurdo. Alguns falam na internet que a maconha é medicinal, mas não tem nada disso. O canabidiol (CBD) sim é medicinal, mas trata-se de um extrato que nada tem a ver com o uso recreativo”, afirmou o médico da USP.

Para ele, a pressão para a regulamentação do uso recreativo ocorre por uma forte pressão financeira, que ignora os riscos à saúde.

Técnica secreta

O primeiro passo de Harold Winston para entrar no mercado canábico foi convencer Nikka T, produtor do que muitos consideram o melhor haxixe vendido nos EUA na época, a ensiná-lo a fazer o produto. Haxixe é uma pasta densa feita da resina de maconha, fumada em bong, narguilé ou em cigarro- misturado com tabaco ou maconha.

“Fiquei enchendo o saco dele igual um fã durante seis meses, até que um dia ele resolveu me ensinar. Ele me convidou e eu fui até o Colorado para aprender a técnica e, na semana seguinte, eu já era o melhor hashmaker (produtor de haxixe) da Califórnia. Isso foi há nove anos, na mesma época que minha mãe morreu de câncer”, relata ele.

Ao contrário do haxixe vendido no Brasil, feito com restos de maconha de baixa qualidade, muitas vezes feito das sobras de resina que grudam na mão das pessoas que colhem a planta no Paraguai, o produto de Bamf passa por um complexo processo.

Assim que ele fez o primeiro haxixe usando uma técnica de extração à base de água, sem solventes, ele teve a certeza de que tinha condições de era algo inédito e quis colocar seu produto à prova num campeonato. Mas, para isso, era necessário ser dono de um dispensário. Apenas a loja Buds and Roses aceitou o pedido.

O produto de Bamf chamou a atenção logo no momento da inscrição por conta de sua cor clara – sinal de pureza – e por ser o único feito com água. A maioria dos concentrados, conta Harold, é feita com gás butano – o mesmo usado em isqueiros.

 

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Em meio a 40 competidores, o brasileiro ganhou seu primeiro seu primeiro troféu. No dia seguinte, ele viu sua popularidade disparar e seu produto se tornar uma referência num dos mercados mais exigentes do mundo. A demanda foi tão grande que ele conta ter ficado sete dias sem dormir fazendo haxixe sozinho em sua casa para dar conta de alguns pedidos.

Uma das encomendas foi feita pelo grupo americano de rap Cypress Hill. “Eles encostaram na minha casa com um caminhão cheio de maconha para eu fazer haxixe para eles. Perguntei se estavam loucos porque eu demoraria um ano para terminar aquilo sozinho. Uma semana após terminar o serviço, eles levaram outro caminhão cheio”, conta.

Pouco tempo depois, Harold fundou sua própria empresa, a Bamf, que aos poucos virou o nome com o que Harold passaria a ser conhecido no mercado canábico. O nome significa Badass Motherf***er e foi inspirado em uma cena do filme Pulp Fiction.

A Bamf começou a se tornar uma referência de qualidade na Califórnia. Ganhou oito Cannabis Cups consecutivas de melhor haxixe e passou a ser cultuado por usuários de maconha não só na Califórnia, mas ao redor do mundo.

“O campeonato não dá dinheiro, mas no momento que você sai do palco com o troféu, aparecem mais de 50 donos de lojas querendo comprar tudo o que você tem. Gente tirando maços de dinheiro e do bolso. Eu pensava que era até policial querendo me pegar”, conta.

A marca começou a virar moda. A Bamf passou a vender camisetas, souvenirs e sementes. No Instagram, a marca é elogiada por diversos consumidores – alguns, famosos – americanos e brasileiros. Mas o crescimento trouxe alguns problemas para Harold e ele sente medo dessa expansão.

“A Bamf me deixou muito satisfeito e ciumento. Hoje, tenho 35 funcionários, mas sinto medo de ampliar demais, crescer, e precisar entregar meu segredo para mais pessoas. Eu criei um monstro. Imagine criar um gorila dentro de um quarto. Uma hora você vai tomar um soco. Aconteceu isso comigo. Teve gente que veio, aprendeu e hoje criaram as coisas deles. Mas como eu comecei primeiro que todo mundo, ainda estou alguns passos à frente”, afirmou.

Mesmo assim, ele revelou à BBC News Brasil alguns “segredos” da estratégia para se obter um produto de alta pureza.

“O segredo maior é olhar para as flores da maconha como se ela fosse uma vaca. No momento em que você abate a vaca, ela deve estar em ambiente refrigerado para não degenerar. Quando você corta a maconha é a mesma coisa porque ela começa a morrer. Se você não mantiver ela refrigerada em uma hora para manter ela viva, a planta começa a secar e perde óleo”, afirmou.

Harold não deu mais detalhes, mas afirmou que mantém a planta congelada até o momento da extração, e que “o solvente e o produto devem ser mantidos em temperaturas negativas”.

Maconha no Brasil

Harold diz que sua empresa está em plena expansão e conta que acabou de comprar uma área de 2 hectares – equivalente a mais de dois campos de futebol – no Estado de Oregon apenas para plantar maconha rica em CBD, usado principalmente para a produção de remédio.

Essa cepa não tem THC, o princípio ativo da planta, que causa o “barato”. Ele diz que fará isso porque se sente na obrigação de se colocar em todos os setores do mundo canábico.

Harold se diz triste com a lei de drogas brasileira. Para ele, a legalização do cultivo, comércio e consumo da erva poderiam ser de grande ajuda à combalida economia do país.

“A salvação do Brasil é a maconha. É a única coisa que pode gerar milhares de empregos e trilhões de reais no mercado econômico de maneira imediata e o povo precisa entender isso. O país está perto da linha do Equador, tem um clima perfeito e terra abundante, emprego. Sem falar que a maconha é matéria-prima de 35 mil produtos diferentes, num ciclo de dois meses. Para quê cortar árvore? Eu amo o Brasil e estou doido para e poder trabalhar com o que eu gosto no meu país”, afirmou.

Ele pondera, por outro lado, que até mesmo o mercado americano ainda não é tão claro sobre o que pode ser feito.

“Eu mesmo fui preso há três anos. Aqui é legal, mas ao mesmo tempo não é. Fui parado por um policial e tinha 20 kg de maconha no carro. Eu tinha uma licença e disse que mostraria ao policial, mas ele disse que rasgaria o documento caso eu mostrasse. A sorte é que nos EUA você não é condenado até esgotar o processo. Depois de dois anos e meio, fui absolvido”, afirmou.

Na Califórnia, a venda da maconha recreativa é legal. Por outro lado, a erva continua classificada como um narcótico ilegal sob a lei federal americana.

“Há um conflito de leis federais e estaduais que cria uma zona cinzenta nos Estados Unidos. Há a legalização, mas por outro lado há uma grande dificuldade para conseguir as licenças e isso causa uma grande insegurança jurídica”, diz o advogado Ricardo Nemer.

Já no Brasil, ativistas dizem que o caminho mais provável para descriminalizar o uso da maconha e dar o primeiro passo rumo à legalização é o julgamento no STF de um processo que pode revogar o artigo 28 da Lei Antidrogas. Isso permitiria a posse de pequenas quantias e plantio da erva para consumo próprio.

Esse processo, parado desde 2015 após o ministro Teori Zavascki pedir vistas, está marcado para ser retomado no dia 5 de junho. A pausa ocorre porque, depois da morte de Zavascki, o caso foi para as mãos de Alexandre de Moraes.

No ponto de vista do músico Badaui, que diz ter visitado diversos países onde há regulamentação, tolerância ou descriminalização do uso da cannabis, diz que é apenas uma questão de tempo para que o mesmo ocorra no Brasil.

“Há dez anos, esse assunto era tratado como tabu. Hoje, todos sabem que esse consumo não vai parar e que não tem como seguir outro caminho a não ser o da legalização. Por mais conservador que seja o governo, o Brasil sempre seguiu o modelo americano. É hora de desmantelar o mercado negro e explorarmos economicamente a cannabis”, afirmou o músico.

Bamf também acha que a legalização da cannabis no Brasil não deve demorar. Ele diz que diversos setores da sociedade estão fazendo uma grande pressão no sentido de permitir o consumo e o comércio da erva, como ocorreu antes da legalização em países como Canadá e Uruguai.

“Chega uma hora em que a polícia não tem condições de ir atrás de quem planta e fuma. Os próprios policiais se questionam se eles devem ir atrás de político ladrão e grandes bandidos ou se vão ficar perdendo tempo indo atrás de usuário de maconha num país com tanto problema de verdade.”

Época Negócios, com BBC

 

 

Opinião dos leitores

  1. Isso é uma grande notícia, quando muitos chorão os seus filhos mortos pelas drogas aí vem essa grande materia ,isso sim é louvável!!!

    1. Eu ia comentar justamente isso. Mas pelo seu Nick vc deve estar sendo irônico. Já Eu, falo sério.

  2. Reportagem muito educativa, que esse doido fique por lá mesmo, aqui já temos muitas cracolândias.

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Geral

Desfile sobre Lula teve deboche criminoso contra fé cristã, diz presidente da frente evangélica

Críticas de lideranças evangélicas marcaram a repercussão do desfile da Acadêmicos de Niterói em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apresentado no domingo (15) na Marquês de Sapucaí.

O presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado Gilberto Nascimento, afirmou que o desfile promoveu um “deboche criminoso” contra a fé cristã. A reação ocorreu após uma ala retratar conservadores como latas de conserva com o rótulo “família”.

Segundo o parlamentar, o uso de recursos públicos para esse tipo de representação desrespeita cidadãos religiosos. “Democracia não é humilhar quem pensa diferente”, disse, ao afirmar que o episódio tende a ampliar a rejeição ao presidente entre evangélicos.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro cobrou um posicionamento formal da frente evangélica e classificou a cena como escárnio à fé cristã. Já o senador Flávio Bolsonaro declarou que o desfile atacou a família, que chamou de “maior projeto de Deus”.

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Geral

Moraes acionou Receita para apurar se houve quebra de sigilo de ministros

Foto: Gustavo Moreno/STF

Uma apuração interna da Receita Federal busca identificar possível quebra de sigilo de dados envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal e cerca de 100 familiares, segundo informou a Folha de S.Paulo neste domingo (15).

O levantamento foi solicitado pelo ministro Alexandre de Moraes e inclui informações de pais, filhos, irmãos e cônjuges dos dez integrantes da Corte. Para concluir a análise, auditores precisam realizar aproximadamente 8 mil checagens, distribuídas em cerca de 80 sistemas, o que torna o processo mais lento.

Relatórios já finalizados estão sendo encaminhados diretamente ao gabinete de Moraes. Procurada, a Receita afirmou que não comenta demandas judiciais e destacou que o procedimento tramita sob sigilo de Justiça.

A apuração ocorre no âmbito do inquérito das fake news, aberto em 2019, e se insere no contexto da crise institucional relacionada à liquidação do Banco Master. O caso se agravou após a Polícia Federal enviar relatório ao presidente do STF, Edson Fachin, o que levou à saída do ministro Dias Toffoli da relatoria.

Segundo o jornal, o pedido de Moraes foi feito em janeiro, após a divulgação de informações sobre possíveis ligações de familiares de ministros com a instituição financeira investigada. Ministros do STF avaliam abrir apuração interna para investigar eventuais vazamentos de dados protegidos por sigilo fiscal e bancário.

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Geral

CARNAVAL EM NATAL: Olodum, Tony Salles, Léo Foguete e Ricardo Chaves na programação desta segunda-feira (16)

Foto: Priscila Moura/Secom

A programação do Carnaval em Natal entra no terceiro dia nesta segunda-feira (16) com atrações distribuídas em três polos da cidade. Na Avenida da Alegria, os trios elétricos começam a circular a partir das 14h, com destaque para o show do cantor Tony Salles.

O cantor Leo Foguete se apresenta em dose dupla: no Ginásio Nélio Dias e também no polo da Praia de Ponta Negra, que contará ainda com show de Ricardo Chaves.

Já no Ginásio Nélio Dias, a noite também será marcada pelo show da banda Olodum, um dos principais nomes do carnaval baiano.

Veja a programação completa:

Polo Praia de Ponta Negra – Engorda de Ponta Negra – a partir das 19h

Giulian Monte
Kadu Martins
Ricardo Chaves
Leo Foguete

Polo Avenida da Alegria – Redinha – concentração a partir das 14h

Tony Salles
Capilé
Banda Dubê

Polo Ginásio Nélio Dias – Estacionamento do Ginásio Nélio Dias – a partir das 19h

Jeff Costa
Leo Foguete
Olodum
Pedro Luccas

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Geral

Nikolas Ferreira diz que vai propor ação de improbidade contra Lula após desfile: “comício em rede nacional”

Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados | Ricardo Stuckert

Após a homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no desfile da Acadêmicos de Niterói, no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, o deputado federal Nikolas Ferreira anunciou que irá acionar a Justiça contra o chefe do Executivo.

O parlamentar afirmou que pretende protocolar uma ação de improbidade administrativa, alegando uso de recursos públicos para promover o presidente sob o pretexto de manifestação cultural. Segundo ele, o desfile teria funcionado como um “comício em rede nacional”.

Nikolas também declarou que, caso Lula oficialize candidatura à reeleição, ingressará com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) no Tribunal Superior Eleitoral, por suposto abuso de poder político e econômico.

Na última quinta-feira (12), o TSE rejeitou pedidos dos partidos Novo e Missão para barrar o desfile. A relatora do caso, ministra Estela Aranha, afirmou que não era possível impedir o evento antes de sua realização, mas destacou que eventuais irregularidades podem ser analisadas posteriormente.

A presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, reforçou que manifestações culturais não podem servir de espaço para ilícitos eleitorais e que possíveis abusos devem ser apurados após os fatos.

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Geral

Rogério Marinho diz que desfile de escola de samba foi transformado em palanque político a favor de Lula

Foto: Carlos Moura/Agência Senado

O líder da Oposição no Senado, Rogério Marinho, criticou em nota divulgada nesta segunda-feira (16), o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói que homenageou o presidente Lula.

Para Rogério, o desfile foi transformado em palanque político a favor de Lula com nítido viés eleitoral, ferindo o equilíbrio democrático.

Rogério disse também que se qualquer outro agende público promovesse algo parecido a reação institucional seria imediata e alertou que “a lei não pode ter destinatário escolhido”.

O senador garantiu ainda que adotará as medidas judiciais cabíveis para apurar eventual abuso de poder político.

Leia a íntegra da nota abaixo:

NOTA PÚBLICA

O desfile de escola de samba transformado em palanque político a favor do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva ultrapassa todos os limites do razoável.

Instrumentalizar um desfile — que deveria ser espaço de manifestação artística — para promover autoridade pública, com nítido viés eleitoral, afronta a ética, o equilíbrio democrático e o princípio da isonomia.

Quando um espetáculo de alcance nacional é utilizado para exaltação política de quem está no exercício do poder, cria-se evidente desequilíbrio na disputa democrática. Se qualquer outro agente político promovesse ato semelhante, a reação institucional seria imediata. A lei não pode ter destinatário escolhido.

Não aceitaremos a normalização do uso indireto de eventos culturais de grande projeção como instrumento de promoção pessoal e eleitoral. Adotaremos todas as medidas judiciais cabíveis, com a provocação da Justiça Eleitoral, para que se apure eventual abuso de poder político e uso indevido de estruturas que deveriam servir a todos os brasileiros.

Pelo bem da democracia e em respeito ao princípio da igualdade de condições entre candidatos, esperamos que, constatadas irregularidades, sejam aplicadas as sanções previstas na legislação.

Brasília, 16 de fevereiro de 2026.

Rogério Marinho
Senador da República
Líder da Oposição no Senado

Opinião dos leitores

  1. Se fosse o Bolsonaro fazendo isso quando do seu governo, seria a 3a. guerra mundial, o STF/PT teria mandado prender a escola inteira e multa de 22 milhões de reais em alusão a o n°. do partido

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Geral

Funcionário e cliente de supermercado em Mossoró são presos por adulterar preços de produtos

Foto: divulgação

Uma fraude envolvendo a troca de etiquetas de preços levou à prisão em flagrante de um funcionário de supermercado e de um cliente neste fim de semana em Mossoró, no Oeste do Rio Grande do Norte. Segundo a Polícia Civil, os dois são amigos e atuavam juntos no esquema.

De acordo com as investigações, o cliente escolhia cortes de carne, que eram pesados e etiquetados corretamente. Antes de chegar ao caixa, o funcionário substituía a etiqueta original por outra com valor mais baixo, permitindo o pagamento adulterado.

A prática foi descoberta após a gerência identificar divergências recorrentes entre estoque e faturamento. Imagens das câmeras de segurança confirmaram a fraude, e a abordagem ocorreu no momento em que o cliente finalizava a compra.

Na delegacia, os suspeitos negaram o esquema, mas não explicaram a sobreposição das etiquetas registrada nas imagens. Ambos foram autuados por estelionato, sem direito a fiança na fase policial, e encaminhados ao sistema prisional de Mossoró. A polícia apura se há outros envolvidos e há quanto tempo a fraude ocorria.

Opinião dos leitores

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Geral

Janja alega ter desistido de desfilar “para evitar perseguição a escola de samba”

Foto: Ricardo Stuckert/PR

A primeira-dama Janja da Silva alegou ter desistido de participar do desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), “para evitar perseguição à escola e ao próprio marido”, embora visse segurança jurídica suficiente. Ela era esperada no último carro alegórico, mas foi substituída pela cantora Fafá de Belém.

Janja acompanhou o desfile ao lado do presidente em um camarote da Marquês de Sapucaí e, antes da apresentação, esteve na concentração para cumprimentar integrantes da escola.

O enredo, intitulado “Do alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, ocorreu em meio a debates no meio político sobre risco de caracterização de propaganda eleitoral antecipada. Integrantes do governo e do PT avaliaram que a presença da primeira-dama na avenida poderia ampliar esse risco em ano eleitoral. Tanto o governo quanto o partido emitiram orientações preventivas para evitar questionamentos no Tribunal Superior Eleitoral.

Opinião dos leitores

  1. Mulher sabia. Sabe que alguns vão levantar falso contra ela. Essas pessoas com QI pequeno deveriam se informar melhor sobre a primeira Dama.

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Política

ÓDIO DO BEM: Jornalista e advogada de esquerda são atacados pela própria esquerda

Foto: Reprodução

A advogada Brenda Martins, conhecida nas redes sociais por seu posicionamento progressista e alinhado a pautas da esquerda, e o jornalista Gustavo, do canal SPN, identificado publicamente como comunicador de esquerda, estão sendo alvo de uma onda de cancelamento há mais de 24 horas. Os ataques partem de militantes e perfis ligados ao mesmo campo ideológico ao qual ambos sempre estiveram vinculados. 

A reação começou após os dois publicarem críticas ao que classificaram como sensacionalismo em torno da situação da lagoa do Jardim Primavera. Nas postagens, eles questionaram a condução do debate e destacaram ações realizadas pela Prefeitura na área, defendendo uma análise menos alarmista do caso. Brenda foi mais além e criticou o sensacionalismo barato de Natália Bonavides e a chamou de mentirosa.

Bastou isso para que passassem a ser atacados em grupos e páginas de esquerda, com críticas duras, tentativas de descredibilização e ofensas pessoais.

Quando alguém foge do discurso considerado oficial ou deixa de repetir a narrativa predominante, rapidamente passa de aliado a alvo. Se não se comportar exatamente como o status quo determina, vira persona non grata.

Desta vez, a bola da vez na crucificação virtual são uma advogada e um jornalista que, até então, sempre estiveram do mesmo lado do debate político.

Mesmo sem conhecer ou ter proximidade com o jornalista e a advogada, o Blog do BG se solidariza com ambos por toda situação infeliz na qual eles estão passando.

Opinião dos leitores

  1. Acontece pior com os da direita: quando um da direita se posiciona a favor de algo progressista, o q é raríssimo, a mídia da direita vai pra cima. Esse blog fez isso com Alisson no caso da pesquisa.

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Política

Brasil “Crimes do PT”: Flávio diz que acionará TSE contra desfile sobre Lula

Foto: Hugo Barreto

O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que vai acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o desfile que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na noite desse domingo (15/2), na Marquês de Sapucaí, no Rio.

O filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) criticou o que chamou de “ataques pessoais” ao ex-mandatário e à instituição “família”, em referência a alegorias presentes na apresentação da Acadêmicos de Niterói.

“Nossa ação contra os crimes do PT na Sapucaí, com dinheiro público, será protocolada rapidamente no TSE! Além dos ataques pessoais a Bolsonaro, eles atacaram o maior projeto de Deus na Terra: a família! Vamos vencer o mal com o bem!”, escreveu o parlamentar nas redes sociais.
O desfile da agremiação de Niterói retratou os ex-presidentes Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro, adversários políticos de Lula. Bolsonaro é referenciado em dois momentos: na comissão de frente, vestido como palhaço usando uma faixa presidencial, e ao final da apresentação, como palhaço Bozo, preso e utilizando uma tornozeleira eletrônica danificada.

Outro elemento do desfile que causou polêmica foi a ala “neoconservadores em conserva”, cuja fantasia trazia uma lata de conserva com o desenho de uma família formada por um homem, uma mulher e dois filhos. Segundo a escola, a alegoria simboliza o grupo que atua em oposição a Lula.

A fantasia também trouxe variações de elementos para representar grupos que “levantam a bandeira do neoconservadorismo”, de acordo com a agremiação. “São eles: os representantes do agronegócio (na figura de um fazendeiro), uma mulher de classe alta (perua), os defensores da ditadura militar e os grupos religiosos evangélicos”, diz a escola no livro abre-alas.

Metrópoles

Opinião dos leitores

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Brasil

Lula se manifesta após noite de desfiles na Sapucaí: “Muita emoção”

Foto: Ricardo Stuckert 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se manifestou após acompanhar a primeira noite dos desfiles do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro, na noite desse domingo (15/2), na Marquês de Sapucaí. O chefe do Planalto foi homenageado pela Acadêmicos de Niterói, com o samba-enredo “Do Alto do Mulungu Surge a Esperança: Lula, o Operário do Brasil”.

“Depois de passar pelo cCarnaval de Recife e de Salvador, estive no Rio de Janeiro, na Sapucaí. Tive a honra e a alegria de acompanhar o desfile da Acadêmicos de Niterói, Imperatriz Leopoldinense, Portela e Estação Primeira de Mangueira. Muita emoção”, escreveu o presidente em uma publicação nas redes sociais.
Lula esteve na Sapucaí acompanhado da primeira-dama, Janja Lula da Silva (PT), do prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), do vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), de ministros e outros aliados. A esposa do presidente estava prevista para desfilar no último carro alegórico da escola que homenageou o petista, mas desistiu de última hora.

A apresentação da Acadêmicos de Niterói é alvo de questionamentos na Justiça pelo tema e o uso de recursos públicos. A escola recebeu R$ 1 milhão da Embratur, mesma verba distribuída às demais escolas do Grupo Especial. A oposição também aponta uma suposta propaganda eleitoral antecipada.

Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. Grande homem. Merece nosso respeito e admiração. Veio da humildade e hoje representa a nação brasileira. Lula reeleito em 2026.

    1. O veio se supera a cada mandato, 1°. mandato comandou o mensalão, no 2° mandato se superou com o petrolão e agora no 3° superou mais ainda, com o bengalão, vorcarão, tentou o arroizão, voltou com força total

  2. Faltou o carro da Odebrecht, petrólão, mensalão, do roubo dos aposentados e do banco Master.

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