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FOTOS: Brasileiro se muda para a Califórnia para plantar maconha, ganha dez copas de melhor haxixe e vira ídolo

HAROLD WINSTON, O BAMF, DEIXOU O BRASIL AOS 18 ANOS PARA VIAGEM DE UMA SEMANA EM AMSTERDÃ E NÃO VOLTOU MAIS (FOTO: MALACHI BANALES/ DIVULGAÇÃO)

Proibido no Brasil e seis vezes mais caro que o ouro. O cristal de poucos centímetros, levemente amarelado, quase transparente, é exposto em lojas especializadas em maconha da Califórnia, na costa oeste dos Estados Unidos, como uma joia.

Cada grama do extrato ultraconcentrado de maconha produzido pelo brasileiro Harold Winston, mais conhecido como Bamf, de 34 anos, pode custar até US$ 250 — o equivalente a cerca de R$ 1.000. A porção é suficiente para fazer dois cigarros — misturando com tabaco ou ervas – ou usar até cinco vezes num bong — purificador, geralmente feito de vidro, utilizado para fumar maconha.

Harold deixou o Brasil em 2003, há 16 anos, atraído pelo desejo de trabalhar com cannabis. Antes de deixar o país, ele tinha plantado 400 pés de maconha no quintal da casa onde vivia com a família em Belo Horizonte. A mãe dele descobriu, destruiu o plantio e pagou ao filho uma viagem para ele passar uma semana em Amsterdã, na Holanda. Ele nem chegou a pegar o voo de volta e, desde então, só visitou a terra natal em festas de fim de ano.

Nesse período, Harold viveu cinco anos na Holanda, ganhou 10 prêmios em competições de maconha nos Estados Unidos e se tornou uma das maiores referências do mundo canábico.

No Brasil, o plantio, a venda ou a doação de maconha são considerados tráfico de drogas, crime punido com penas de 5 a 15 anos de prisão, além de multas. Usar a erva é considerada apenas uma contravenção. Nesses casos, o usuário deve prestar serviços à comunidade e fazer um curso sobre os danos causados pelo uso de drogas.

O advogado Ricardo Nemer, da Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas (Reforma) diz que muitas vezes a distinção entre usuário e traficante, feita principalmente pela Polícia Civil, é incerta e pode resultar em punições injustas.

“Depende do ‘achismo’ do delegado. Não há regra do que é pequena ou grande quantidade. Isso causa uma grande insegurança jurídica e enquadra diversos usuários como traficantes. Um exemplo são as pessoas que cultivam maconha para fazer extratos (como os produzidos por Bamf) e precisam de muitas plantas”, explica o advogado.

Mas o que há de tão especial na maconha concentrada?

“Você dá uma simples puxada e é como se você tivesse fumado uns dez baseados inteiros”, diz Fernando Badaui, de 43 anos, vocalista da banda CPM22. “Não tem nenhuma impureza. É como degustar um bom vinho. Quando você fuma uma maconha comum, tem o papel, folhas, galhos e tudo mais junto, fora a sujeira. Aquilo que o Bamf faz é o puro extrato de THC, o princípio ativo que causa a brisa. Eu já experimentei maconha em diversos países que visitei e digo que essa está entre as melhores do mundo.”

FERNANDO BADAUI (À ESQ.), VOCALISTA DA BANDA CPM22, VISITOU DIVERSAS VEZES O BRASILEIRO HAROLD WINSTON, NA CALIFÓRNIA (FOTO: FERNANDO BADAUI/ ARQUIVO PESSOAL)

Badaui é conhecido por ser um combativo ativista nas redes sociais pela liberação da maconha. No Instagram, por exemplo, ele faz constantes publicações para defender a descriminalização do uso e a regulamentação do plantio da erva no Brasil. Ele conta ter conversado com o skatista Bob Burnquist, outro assíduo defensor da cannabis.

“Falei pro Bob que a gente está junto nessa. A imagem dele é muito importante para mostrar que um atleta de elite pode usar maconha”, afirmou Badaui em entrevista à BBC News Brasil.

O brasileiro Harold diz que Badaui o visita duas vezes por ano na Califórnia e que já experimentou vários de seus produtos. “A gente virou amigo. Ele é um ativista que representa muito nossa luta e eu acho lindo todos esses caras de peso desmistificando o uso da maconha. Eles demonstram que podem fumar e serem grandes profissionais. A manifestação pública dessas pessoas é um dos caminhos para a legalização no Brasil”, afirmou.

‘Amor’ pela erva

Harold nasceu na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, mas seus pais avaliaram que não teriam condições de criá-lo. Aos três meses de idade, o bebê foi adotado por americanos que viviam em Belo Horizonte e o batizaram com o nome do avô americano.

“Eu sempre fui um moleque doido, talvez pelo fato de ser adotado. Fui expulso de todas as escolas por onde passei em Belo Horizonte”, conta o brasileiro. Ele diz que ter se tornado uma referência na produção de maconha na Califórnia é a realização de seu maior sonho.

Todo esse amor pela maconha, conta Bamf, começou assim que experimentou a erva pela primeira vez, aos 16 anos.

“O problema foi que eu gostei demais, irmão. Um dia depois de sentir aquela sensação, comprei 25 gramas (suficiente para produzir até cerca de 50 baseados). Foi doido. A partir daquele dia, eu queria ver coisas sobre maconha o dia todo, queria experimentar a melhor maconha do mundo e fiquei na caça daquilo. Naquele mesmo ano, descobri o haxixe e pirei de vez”, conta o brasileiro aos risos.

Na época, ele passou a ter acesso e consumir grandes quantidades de haxixe trazido do Paraguai. Mas ele conta que sentia desgosto por consumir algo sujo e de procedência desconhecida. Seu sonho passou a ser produzir seu próprio concentrado, de alta pureza.

400 plantas no quintal

Sem se importar com as leis brasileiras, o adolescente passou a plantar maconha no quintal de casa, em 2002. E num volume capaz de atrair muita atenção.

 

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“Eu meti 400 plantas lá. Falei para a minha mãe que era ayahuasca porque era legal. Mas depois de certo tempo, uma amiga dela foi lá em casa e viu o cultivo. Eu estava na esperança de que não acontecesse nada, mas essa mulher colocou algumas folhas no bolso antes de ir embora. Dois dias depois, minha mãe descobriu que era maconha, ficou puta comigo e destruiu todas as plantas”, diz Harold.

Além de sustentar seu consumo diário da erva, o cultivo fornecia material para que fizesse seus primeiros testes. Na época, ele conta que passava o dia cuidando das plantas, estudando e discutindo novas técnicas para aumentar sua produção e fazer extratos de qualidade. Sua fonte era o site brasileiro Growroom, o maior fórum online sobre maconha da América Latina, com mais de 120 mil inscritos.

“O Growroom para mim era um portal da coisa mais secreta do mundo. Passava o dia ali como um louco, como se o fórum fosse um livro aberto na minha frente. Ali, foi com certeza minha primeira escola, a base de tudo que aprendi até hoje”, relata.

Depois de duas semanas sem falar com o filho por conta da plantação em seu quintal, sua mãe, Nilza Cozac, o chamou para dar uma bronca e ter uma conversa franca. Cozac, conta Harold, foi a primeira mulher a se formar em direito em Minas Gerais e tinha um profundo conhecimento sobre a legislação.

“Minha mãe já tinha mais de 60 anos, mas era muito cabeça aberta. Ela me alertou que uma plantação daquele tamanho era motivo para o governo querer tomar nossa casa, um dos poucos assuntos que despertavam atenção do governo e policiais. E disse que me presentearia com uma viagem de uma semana para Amsterdã, na Holanda, quando completasse 18 anos. Ela queria que eu conhecesse um lugar onde pudesse fumar maconha sem problemas”, conta.

Viagem para Amsterdã

A mãe cumpriu a promessa. E ele nunca mais voltou para o Brasil.

“Eu fiquei muito louco quando cheguei lá (em 2003). Parecia uma criança em loja de brinquedo. Fiquei matutando como eu poderia ficar na Holanda e passar a vender maconha por um preço 100 vezes melhor do que as pessoas no Brasil. Minha mãe ficou desesperada quando soube”.

Harold conta que morou durante um ano em um apartamento para refugiados africanos em Amsterdã, que alugava por 300 euros. Durante esse tempo, ele fez contatos e aprimorou seus conhecimentos sobre a erva.

“Eu me envolvi com pessoas que achava que tinham maconha e haxixe bom. Na Holanda, a maconha é apenas tolerada. Durante os cinco anos que fiquei no país, vi muita gente sendo presa, inclusive conhecidos. Logo começaram a me dizer que eu estava no lugar errado, que eu deveria ir para a Califórnia”, diz.

Depois de fazer uma série de pesquisas e assistir a vídeos no YouTube, ele decidiu se mudar para os Estados Unidos.

Primeiro, ele foi para Nova York, mas depois de um ano vivendo “num frio dos infernos” e presenciando uma forte repressão policial contra usuários de maconha, ele resolveu se mudar, em 2009, para Los Angeles, na Califórnia, onde vive até hoje.

“Eu mal cheguei e enlouqueci. Eu fiquei gritando na rua, literalmente, porque a cada esquina tinha loja para você comprar equipamentos. Você fica louco mesmo. Entrei na primeira que eu vi e fiquei conversando com o dono durante horas sem parar”, lembra Bamf com euforia.

Três dias depois de chegar à “meca” da maconha, Harold comprou uma luz especial – ideal para seis plantas – e começou a plantar a própria erva dentro de casa. Seis meses depois, tinha dez lâmpadas. Um ano depois, tinha 15.

Depois da longa experiência em Amsterdã, o jovem avaliou que o mercado na Califórnia tinha bons equipamentos, uma legislação muito favorável, mas ainda era pouco desenvolvido. Sua maior surpresa, porém, foi quando assistiu à uma edição da Cannabis Cup, a maior competição de maconha dos EUA, promovida pela revista High Times.

“Eu não acreditei que os caras vacilavam tanto. Num país de primeiro mundo, com ótimos equipamentos e maconha boa, eles poderiam fazer muito mais”, relata o brasileiro. Aquele era o incentivo que faltava para ele começar sua própria produção e buscar seu espaço no mercado.

Riscos para a saúde

O professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e coordenador, há 30 anos, do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da universidade, Dartiu Xavier, condena o uso de maconha por adolescentes, como fez Harold.

“Eu acho que ninguém deveria fumar antes dos 18. Alguns autores dizem a partir dos 21. O ponto mais preocupante é que a maconha pode desencadear uma psicose, quando o usuário sai da realidade. Caso ele tenha uma predisposição para isso, a maconha pode funcionar como um gatilho”, explicou.

Por outro lado, o médico afirma que no seu ponto de vista a regulamentação do uso da maconha diminuiria o consumo da erva no país e seria um avanço na área da saúde.

“Nos lugares onde existem políticas mais tolerantes ou legalização, como a Holanda ou Estados Unidos, as pessoas não fogem das informações. Há inclusive uma grande política de redução de riscos. No clima de proibicionismo como há aqui, ninguém tem informação. A Holanda, inclusive, é um dos poucos países onde o consumo de maconha vem caindo. Uma prova cabal de que a proibição do uso aumenta o consumo”, afirmou Xavier.

Entretanto, o coordenador do Projeto Antitabágico do Hospital Universitário da USP, João Paulo Lotufo, diz que qualquer relaxamento em relação ao consumo de maconha seria um erro.

“Nos Estados Unidos e no Uruguai, onde o uso é permitido, dobrou o número de dependentes. Se hoje há um surto psicótico a cada 100 pessoas, se libera, você dobra para 2. Vai subir o número de acidentes automobilísticos causados pelo uso da droga, sem contar que as lesões causadas pela maconha no cérebro são irreversíveis”, disse o médico.

BAMF GANHOU DEZ PRÊMIOS – OITO CONSECUTIVOS – DE MELHOR EXTRAÇÃO DE MACONHA PELA REVISTA MAIS IMPORTANTE SOBRE O ASSUNTO NOS EUA (FOTO: BBC)

Lotufo diz ainda que a maconha é mais cancerígena que o tabaco (com base em estudo publicado na revista European Respiratory Journal em 2008) e que os custos arrecadados com impostos em caso de regulamentação não seriam suficientes nem mesmo para bancar o aumento dos gastos com saúde.

“O imposto arrecadado com a venda de cigarros também não cobre a lesão que o tabaco provoca no sistema de saúde. Liberar o uso no Brasil seria um absurdo. Alguns falam na internet que a maconha é medicinal, mas não tem nada disso. O canabidiol (CBD) sim é medicinal, mas trata-se de um extrato que nada tem a ver com o uso recreativo”, afirmou o médico da USP.

Para ele, a pressão para a regulamentação do uso recreativo ocorre por uma forte pressão financeira, que ignora os riscos à saúde.

Técnica secreta

O primeiro passo de Harold Winston para entrar no mercado canábico foi convencer Nikka T, produtor do que muitos consideram o melhor haxixe vendido nos EUA na época, a ensiná-lo a fazer o produto. Haxixe é uma pasta densa feita da resina de maconha, fumada em bong, narguilé ou em cigarro- misturado com tabaco ou maconha.

“Fiquei enchendo o saco dele igual um fã durante seis meses, até que um dia ele resolveu me ensinar. Ele me convidou e eu fui até o Colorado para aprender a técnica e, na semana seguinte, eu já era o melhor hashmaker (produtor de haxixe) da Califórnia. Isso foi há nove anos, na mesma época que minha mãe morreu de câncer”, relata ele.

Ao contrário do haxixe vendido no Brasil, feito com restos de maconha de baixa qualidade, muitas vezes feito das sobras de resina que grudam na mão das pessoas que colhem a planta no Paraguai, o produto de Bamf passa por um complexo processo.

Assim que ele fez o primeiro haxixe usando uma técnica de extração à base de água, sem solventes, ele teve a certeza de que tinha condições de era algo inédito e quis colocar seu produto à prova num campeonato. Mas, para isso, era necessário ser dono de um dispensário. Apenas a loja Buds and Roses aceitou o pedido.

O produto de Bamf chamou a atenção logo no momento da inscrição por conta de sua cor clara – sinal de pureza – e por ser o único feito com água. A maioria dos concentrados, conta Harold, é feita com gás butano – o mesmo usado em isqueiros.

 

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Em meio a 40 competidores, o brasileiro ganhou seu primeiro seu primeiro troféu. No dia seguinte, ele viu sua popularidade disparar e seu produto se tornar uma referência num dos mercados mais exigentes do mundo. A demanda foi tão grande que ele conta ter ficado sete dias sem dormir fazendo haxixe sozinho em sua casa para dar conta de alguns pedidos.

Uma das encomendas foi feita pelo grupo americano de rap Cypress Hill. “Eles encostaram na minha casa com um caminhão cheio de maconha para eu fazer haxixe para eles. Perguntei se estavam loucos porque eu demoraria um ano para terminar aquilo sozinho. Uma semana após terminar o serviço, eles levaram outro caminhão cheio”, conta.

Pouco tempo depois, Harold fundou sua própria empresa, a Bamf, que aos poucos virou o nome com o que Harold passaria a ser conhecido no mercado canábico. O nome significa Badass Motherf***er e foi inspirado em uma cena do filme Pulp Fiction.

A Bamf começou a se tornar uma referência de qualidade na Califórnia. Ganhou oito Cannabis Cups consecutivas de melhor haxixe e passou a ser cultuado por usuários de maconha não só na Califórnia, mas ao redor do mundo.

“O campeonato não dá dinheiro, mas no momento que você sai do palco com o troféu, aparecem mais de 50 donos de lojas querendo comprar tudo o que você tem. Gente tirando maços de dinheiro e do bolso. Eu pensava que era até policial querendo me pegar”, conta.

A marca começou a virar moda. A Bamf passou a vender camisetas, souvenirs e sementes. No Instagram, a marca é elogiada por diversos consumidores – alguns, famosos – americanos e brasileiros. Mas o crescimento trouxe alguns problemas para Harold e ele sente medo dessa expansão.

“A Bamf me deixou muito satisfeito e ciumento. Hoje, tenho 35 funcionários, mas sinto medo de ampliar demais, crescer, e precisar entregar meu segredo para mais pessoas. Eu criei um monstro. Imagine criar um gorila dentro de um quarto. Uma hora você vai tomar um soco. Aconteceu isso comigo. Teve gente que veio, aprendeu e hoje criaram as coisas deles. Mas como eu comecei primeiro que todo mundo, ainda estou alguns passos à frente”, afirmou.

Mesmo assim, ele revelou à BBC News Brasil alguns “segredos” da estratégia para se obter um produto de alta pureza.

“O segredo maior é olhar para as flores da maconha como se ela fosse uma vaca. No momento em que você abate a vaca, ela deve estar em ambiente refrigerado para não degenerar. Quando você corta a maconha é a mesma coisa porque ela começa a morrer. Se você não mantiver ela refrigerada em uma hora para manter ela viva, a planta começa a secar e perde óleo”, afirmou.

Harold não deu mais detalhes, mas afirmou que mantém a planta congelada até o momento da extração, e que “o solvente e o produto devem ser mantidos em temperaturas negativas”.

Maconha no Brasil

Harold diz que sua empresa está em plena expansão e conta que acabou de comprar uma área de 2 hectares – equivalente a mais de dois campos de futebol – no Estado de Oregon apenas para plantar maconha rica em CBD, usado principalmente para a produção de remédio.

Essa cepa não tem THC, o princípio ativo da planta, que causa o “barato”. Ele diz que fará isso porque se sente na obrigação de se colocar em todos os setores do mundo canábico.

Harold se diz triste com a lei de drogas brasileira. Para ele, a legalização do cultivo, comércio e consumo da erva poderiam ser de grande ajuda à combalida economia do país.

“A salvação do Brasil é a maconha. É a única coisa que pode gerar milhares de empregos e trilhões de reais no mercado econômico de maneira imediata e o povo precisa entender isso. O país está perto da linha do Equador, tem um clima perfeito e terra abundante, emprego. Sem falar que a maconha é matéria-prima de 35 mil produtos diferentes, num ciclo de dois meses. Para quê cortar árvore? Eu amo o Brasil e estou doido para e poder trabalhar com o que eu gosto no meu país”, afirmou.

Ele pondera, por outro lado, que até mesmo o mercado americano ainda não é tão claro sobre o que pode ser feito.

“Eu mesmo fui preso há três anos. Aqui é legal, mas ao mesmo tempo não é. Fui parado por um policial e tinha 20 kg de maconha no carro. Eu tinha uma licença e disse que mostraria ao policial, mas ele disse que rasgaria o documento caso eu mostrasse. A sorte é que nos EUA você não é condenado até esgotar o processo. Depois de dois anos e meio, fui absolvido”, afirmou.

Na Califórnia, a venda da maconha recreativa é legal. Por outro lado, a erva continua classificada como um narcótico ilegal sob a lei federal americana.

“Há um conflito de leis federais e estaduais que cria uma zona cinzenta nos Estados Unidos. Há a legalização, mas por outro lado há uma grande dificuldade para conseguir as licenças e isso causa uma grande insegurança jurídica”, diz o advogado Ricardo Nemer.

Já no Brasil, ativistas dizem que o caminho mais provável para descriminalizar o uso da maconha e dar o primeiro passo rumo à legalização é o julgamento no STF de um processo que pode revogar o artigo 28 da Lei Antidrogas. Isso permitiria a posse de pequenas quantias e plantio da erva para consumo próprio.

Esse processo, parado desde 2015 após o ministro Teori Zavascki pedir vistas, está marcado para ser retomado no dia 5 de junho. A pausa ocorre porque, depois da morte de Zavascki, o caso foi para as mãos de Alexandre de Moraes.

No ponto de vista do músico Badaui, que diz ter visitado diversos países onde há regulamentação, tolerância ou descriminalização do uso da cannabis, diz que é apenas uma questão de tempo para que o mesmo ocorra no Brasil.

“Há dez anos, esse assunto era tratado como tabu. Hoje, todos sabem que esse consumo não vai parar e que não tem como seguir outro caminho a não ser o da legalização. Por mais conservador que seja o governo, o Brasil sempre seguiu o modelo americano. É hora de desmantelar o mercado negro e explorarmos economicamente a cannabis”, afirmou o músico.

Bamf também acha que a legalização da cannabis no Brasil não deve demorar. Ele diz que diversos setores da sociedade estão fazendo uma grande pressão no sentido de permitir o consumo e o comércio da erva, como ocorreu antes da legalização em países como Canadá e Uruguai.

“Chega uma hora em que a polícia não tem condições de ir atrás de quem planta e fuma. Os próprios policiais se questionam se eles devem ir atrás de político ladrão e grandes bandidos ou se vão ficar perdendo tempo indo atrás de usuário de maconha num país com tanto problema de verdade.”

Época Negócios, com BBC

 

 

Opinião dos leitores

  1. Isso é uma grande notícia, quando muitos chorão os seus filhos mortos pelas drogas aí vem essa grande materia ,isso sim é louvável!!!

    1. Eu ia comentar justamente isso. Mas pelo seu Nick vc deve estar sendo irônico. Já Eu, falo sério.

  2. Reportagem muito educativa, que esse doido fique por lá mesmo, aqui já temos muitas cracolândias.

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Geral

[VÍDEO] LULA: “Estou muito triste e decepcionado. Um tal de Marco Rubio disse que os nossos criminosos são terroristas e americanos podem fazer intervenção”

Durante críticas à classificação do PCC e CV como organizações terroristas pelos EUA, o presidente Lula afirmou: “Muito triste e decepcionado (…) Um tal de Marco Rubio disse que os nossos criminosos aqui são terroristas e que os americamos podem fazer intervenção”.

Lula prosseguiu: “Porque que eu tô triste… primeiro porque, esse tal de Comando Vermelho, esse tal de PCC, eles são terroristas para as comunidades brasileiras, para a sociedade brasileira. Para o povo da periferia desse país, eles são terroristas. Porque eles incomodam famílias, os bairros, as cidades, roubam tudo que têm direito do povo, o direito do povo viver livremente. Eles são terroristas e nós vamos combater eles aqui dentro”. Lula citou as aprovações das leis anti-facção e de combate ao crime organizado.

Lula finalizou dizendo: “eles são são os terroristas que o Trump quer. O Trump quer Osama Bin Laden”, e ainda afirmou que as armas contrabandeadas para o Brasil têm origem nos EUA.

O petista deu as declarações durante participação em uma cerimônia sobre investimentos da Petrobras em Sergipe nesta sexta-feira (29).

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Geral

Lula critica classificação de PCC e CV como terroristas pelos EUA: ‘Não aceitamos ser tratados como moleques’

Foto: Reuters/Evelyn Hockstein e Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (29), que o governo brasileiro pretende combater internamente o crime organizado, e que não aceitará intervenções internacionais, após o anúncio dos Estados Unidos de classificar facções criminosas como organizações terroristas estrangeiras.

Esta foi a primeira vez que Lula comentou o tema. Em discurso durante evento em Sergipe, o petista defendeu a soberania do país ao dizer que ele, e o Brasil “não aceitarão ser tratados como moleques”, ou como uma “republiqueta”.

“Estou muito triste hoje, com a notícia de que o Secretário dos Estados Unidos, da América do Norte, um tal de Marco Rubio disse que os nossos criminosos aqui são terroristas e que os americanos podem fazer intervenção”, afirmou o petista.

Segundo Lula, o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) são, de fato, terroristas para cidadãos que moram em regiões de periferia, porque incomodam famílias, bairros e cidades. Por isso, serão combatidos internamente.

“Nós aprovamos uma Lei Antifacção, e aprovamos a Lei para combater o crime organizado, e vamos combater. Eles não são os terroristas que o Trump quer, o Trump quer o Osama Bin Laden…e nós queremos os terroristas brasileiros que estão lá”, prosseguiu.

O petista deu as declarações durante participação em uma cerimônia sobre investimentos da Petrobras em Sergipe.

Minutos antes da fala, o Planalto divulgou uma nota em que reforça as ações do governo no combate ao crime organizado. Afirma que é “deplorável” que “mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil”, como já fizeram com o tarifaço.

Com informações de g1

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Geral

Lula diz que vai reenviar ao Senado indicação de Messias ao STF

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (29) que vai reenviar ao Senado a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF) que está em aberto desde o ano passado.

O petista fez o anúncio durante participação em uma cerimônia sobre investimentos da Petrobras em Sergipe. Lula não disse quando vai encaminhar a mensagem novamente para o Senado.

O presidente contou que ficou triste quando o Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias no mês passado. O nome do advogado-geral da União recebeu 42 votos contrários e 34 favoráveis, em uma derrota histórica para o governo.

“Eu perdi a indicação do meu ministro da Suprema Corte e eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados deste país. Ele não foi derrotado porque tem alguma ficha suja na vida dele, ele é um dos homens mais íntegros deste país”, iniciou Lula.

“Ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer, senadores? Eu vou mandar o Messias outra vez. E vou mandar por respeito à função presidencial. Sou eu que indico. O Senado pode derrotar alguém se ele não tiver competência jurídica”, completou o petista.

O presidente disse ainda que, na avaliação dele, não fez sentido a rejeição à indicação de Messias pelos senadores.

Lula, no entanto, optou por Jorge Messias e encaminhou a indicação para análise dos senadores, que levou mais de quatro meses para acontecer.

Enquanto um novo ministro não é aprovado, o STF continua com 10 integrantes. A 11ª cadeira está vaga desde a aposentadoria de Luís Roberto Barroso em outubro de 2025.

g1

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Judiciário

Justiça valida modelo de OS para UPAs de Natal, nega nulidade dos editais e determina ajustes formais

A 6ª Vara da Fazenda Pública de Natal indeferiu, nesta sexta-feira (29), o pedido de nulidade dos Editais de Convocação Pública nº 01, 02, 03 e 04/2025, que selecionam organizações sociais para o gerenciamento das UPAs Satélite, Esperança, Potengi e Pajuçara. A decisão, proferida pelo juiz Francisco Seráphico da Nóbrega Coutinho na Ação Popular nº 0857954-97.2025.8.20.5001, foi movida pelos parlamentares Daniel Araújo Valença e Natália Bastos Bonavides contra o Município do Natal.

A sentença reconhece a plena compatibilidade constitucional do modelo de parceria com organizações sociais em saúde, citando o entendimento do Supremo Tribunal Federal na ADI nº 1.923/DF, reafirmado em 2025 no julgamento da ADI nº 7.629/MG. O magistrado registra que o modelo é “constitucionalmente válido e pode ser adotado pelo Município do Natal/RN”.

O juízo também afastou a aplicação do Acórdão TCU nº 1.122/2017, citado pelos autores, e rejeitou a exigência de Estudo Técnico Preliminar nos moldes da Lei Federal nº 14.133/2021 como obrigação autônoma, por ausência de amparo legal específico para chamamentos de organizações sociais.

A decisão garantiu um caminho objetivo para a retomada dos chamamentos: a Administração Municipal deverá divulgar os estudos técnicos das unidades — com memória de cálculo, indicadores quantitativos e qualitativos, análise de riscos e conclusão motivada quanto à economicidade — e submeter a proposta ao Conselho Municipal de Saúde, conforme o art. 1º, §2º, da Lei nº 8.142/1990.

Cumpridas as providências, a Prefeitura está autorizada a decidir pela retomada dos procedimentos, sem anulação de qualquer fase anterior.

Justiça Potiguar

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Geral

Governo Lula faz reunião de emergência após EUA classificarem PCC e CV como terroristas

Foto: Getty Images

O governo Lula convocou uma reunião de emergência nesta sexta-feira (29) para definir a resposta oficial à decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas.

O encontro foi organizado pela Casa Civil e reúne ministros e representantes da Fazenda, Itamaraty, Secom, Justiça, AGU e assessoria internacional da Presidência. O presidente Lula está em agenda em Sergipe e não participa da reunião.

A preocupação do Planalto é o alcance internacional da medida norte-americana. Com a classificação, os EUA poderão aplicar sanções a empresas e bancos de outros países que mantenham relações com as facções.

O governo brasileiro entende que PCC e Comando Vermelho não se enquadram na Lei Antiterrorismo do Brasil, já que, segundo a avaliação do Planalto, as organizações têm motivação econômica e atuação ligada ao crime organizado, e não motivação ideológica.

A decisão dos EUA foi anunciada na quinta-feira (28) e passa a valer em 5 de junho.

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Esporte

Arena se prepara para receber dois amistosos da Seleção Brasileira Sub-17

Foto: Buda Mendes

O Rio Grande do Norte vai receber nos dias 07 e 10 de junho, dois grandes eventos do futebol internacional. A Casa de Apostas Arena das Dunas será palco dos amistosos internacionais entre as seleções sub-17 do Brasil e dos Estados Unidos, marcando a primeira fase de preparação para a Copa do Mundo da categoria. As partidas consolidam a Arena como uma das principais sedes esportivas do país e reforça o protagonismo de Natal no calendário nacional e internacional do futebol.

Os confrontos acontecem nos dias 07/06 (domingo, 16h) e 10/06 (quarta-feira, 20h), reunindo em campo duas das principais seleções de base do mundo. A realização dos amistosos em Natal representa mais uma importante conquista para o esporte potiguar, movimentando o turismo, a economia e projetando o estado para o cenário esportivo internacional.

As partidas servirão como preparação da Seleção Brasileira para a disputa da Copa do Mundo Sub-17 da FIFA, que será realizada em novembro, no Catar. O torneio reunirá 48 das principais seleções de base do planeta. O Brasil é o segundo maior campeão da história da competição, com quatro títulos conquistados, atrás apenas da Nigéria, que possui cinco.

Ingressos a partir de R$30 já estão à venda exclusivamente online no site oficial da Arena (casadeapostasarenadasdunas.com.br) ou na plataforma Ingresse. Para acesso ao estádio, será obrigatório o cadastro da facial.

Crianças de até dois anos terão acesso gratuito. Idosos e estudantes possuem direito à meia-entrada, conforme legislação vigente.

Mais informações: @casadeapostas.arenadasdunas

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Política

VÍDEO: Henrique Alves anuncia voto em Rafael Motta

Vídeo: Reprodução

Com a saída da governadora Fátima Bezerra da disputa pelo Senado, o ex-deputado Henrique Alves redefiniu sua preferência para a eleição de 2026: Rafael Motta.

Em entrevista ao programa Tamo Junto, da 88FM, em março deste ano, Henrique havia afirmado que seu único voto decidido até então era em Fátima Bezerra para o Senado. Agora, diante da mudança no cenário político, ele confirmou  que seu apoio passa a ser do ex-deputado Rafael Motta.

“Me acolheu no PSB quando fui expulso pelo MDB daqui… 52 anos! Voltei agora”, declarou Henrique, destacando a amizade com Rafael e elogiando sua atuação parlamentar: “Foi um excelente deputado”.

Sobre os demais nomes da chapa, Henrique preferiu não comentar.

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Jornalismo

Bastidores da música, IA e os segredos dos direitos autorais: RUMA TV exibe especial de ‘O Tom da Conversa’ com a cúpula da UBC

Foto: Divulgação

O mundo da música vai muito além dos palcos e dos holofotes, e entender o que acontece por trás das cortinas, da arrecadação de direitos autorais ao impacto da Inteligência Artificial, é o foco do próximo programa O Tom da Conversa, na RUMA TV. O episódio especial traz uma imersão nos bastidores da União Brasileira de Compositores (UBC), com a presença de duas das maiores autoridades do setor no país: o CEO da entidade, Marcelo Castello Branco, e o diretor de operações, Fábio Geovane Oliveira.

O programa marca também uma estreia nos estúdios: o CEO da RUMA TV, Eduardo Ramos, que além de empresário é músico, junta-se ao apresentador Alexandre Siqueira em um formato “bate-bola” mais descontraído e dinâmico. Amigo de longa data dos entrevistados, Eduardo ajudou a conduzir um papo repleto de histórias inéditas, resgatando memórias divertidas e curiosidades da época de ouro das grandes gravadoras e dos LPs.

Com mais de 40 anos de bagagem na indústria fonográfica, tendo presidido multinacionais como PolyGram, Universal Music e EMI, Marcelo Castello Branco trouxe para o Tom da Conversa histórias impagáveis do mercado de discos de vinil e fitas cassete. Mas o programa não ficou apenas na nostalgia. Os apresentadores provocaram os convidados a debater o futuro: afinal, como ficam os direitos autorais com as músicas criadas por Inteligência Artificial?

Outro ponto alto para quem vive da música é a discussão sobre as estratégias atuais de lançamento. Em um mercado dominado pelo streaming, os executivos respondem à pergunta que todo artista se faz hoje: ainda vale a pena lançar um álbum completo ou o foco total deve ser nos singles?

Para os músicos, compositores e intérpretes, o programa funciona como um verdadeiro manual de sobrevivência e crescimento profissional. Fábio Geovane, especialista nas questões técnicas e métricas da UBC, explicou detalhadamente o fluxo do dinheiro: desde o momento em que a música toca na rádio, na TV ou na internet, passando pela arrecadação do Ecad, até a divisão exata entre autores, intérpretes, músicos acompanhantes e produtores.

O episódio ainda esclarece temas complexos que geram muitas dúvidas e, às vezes, prejuízos aos artistas:
• Direito Autoral e Direito Conexo: Quem realmente recebe pelo quê?.
• Covers na Internet: O que acontece legal e financeiramente quando um artista grava e posta a obra de outro no YouTube ou Instagram?
• Prazos: A importância do registro correto e o prazo de 5 anos para recuperar direitos retidos.

“Receber o Marcelo e o Fábio logo após a visita institucional deles à RUMA TV e transformá-la em um conteúdo tão rico foi fantástico. Para quem faz música, estuda música ou simplesmente ama esse universo, esse programa é uma aula obrigatória, cheia de resenhas de bastidores que ninguém costuma contar”, destaca Eduardo Ramos.

SERVIÇO
• Programa: O Tom da Conversa (Especial UBC)
• Apresentação: Alexandre Siqueira e Eduardo Ramos
• Convidados: Marcelo Castello Branco e Fábio Geovane Oliveira (UBC)
• Onde assistir: Na RUMA TV através do link:

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Política

Pedro Filho aparece de novo entre os 10 mais citados em pesquisa para deputado federal no RN

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O pré-candidato a deputado federal Pedro Filho (PL) apareceu de novo entre os 10 nomes mais citados para a Câmara dos Deputados na nova pesquisa eleitoral divulgada nesta sexta-feira (29) pelo instituto Media/O Potengi. O resultado consolida o crescimento da sua pré-candidatura no Rio Grande do Norte.

De acordo com o levantamento, Pedro Filho ultrapassa a marca de 2% das citações espontâneas. Somente outros oito nomes atingiram o mesmo resultado. A pesquisa está registrada no TSE sob o número RN-06422/2026 e ouviu 2 mil eleitores em diferentes regiões do RN entre os dias 21 e 27 de maio. O levantamento possui margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Vereador em Assú, líder evangélico e defensor de pautas conservadoras ligadas à família, à liberdade e ao combate às drogas, Pedro Filho tem intensificado agendas políticas e religiosas em todo o estado, fortalecendo seu nome entre as lideranças em ascensão da nova geração da política potiguar. Atualmente, a pré-candidatura já conta com apoios em mais de 100 municípios potiguares.

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Geral

Empresário potiguar produz evento em Miami com Ronaldinho Gaúcho e Jesus Luz no dia 21 e 22 de junho

Foto: Reprodução 

Com mais de 12 anos de atuação no mercado musical e de entretenimento, Matheus Adma consolidou seu nome como uma das principais referências da nova geração de empresários, gestores artísticos e produtores de experiências do Brasil.

À frente de projetos que unem música, branding, entretenimento e posicionamento de marca, o profissional acumula passagens por grandes eventos nacionais e internacionais. Com oito anos de experiência em turnês internacionais e atuação em mais de dez países, Matheus construiu uma trajetória marcada pela criação, gestão e execução de projetos de grande relevância para o mercado.

Agora, amplia sua atuação global ao integrar a produção do Fashion Show Cup Miami, considerado um dos eventos mais exclusivos do segmento nos Estados Unidos, ao lado de personalidades reconhecidas mundialmente, como o ex-jogador Ronaldinho Gaúcho e o modelo internacional Jesus Luz.

Sua trajetória inclui participação em programas de formação e desenvolvimento como o Rock in Rio Academy, experiências voltadas para Brand Performance, ativações para grandes marcas e a realização de eventos que se tornaram referência em seus respectivos segmentos.

Entre seus principais trabalhos estão a produção geral da Corrida dos Famosos, realizada em Alphaville (SP), além de participações em projetos ligados à Mercedes-Benz e à Stock Car, no Autódromo de Interlagos. Também esteve à frente da criação e desenvolvimento de labels pelo país, como Good Vibration, projeto idealizado para a banda  Natiruts, De Bobeira, desenvolvido para Marcelo Falcão, além de projetos como Jesus Luz White, TBT do Rogerinho, Pipalize, Oxibeats e diversas outras experiências que marcaram o entretenimento brasileiro.

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