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FOTOS: Brasileiro se muda para a Califórnia para plantar maconha, ganha dez copas de melhor haxixe e vira ídolo

HAROLD WINSTON, O BAMF, DEIXOU O BRASIL AOS 18 ANOS PARA VIAGEM DE UMA SEMANA EM AMSTERDÃ E NÃO VOLTOU MAIS (FOTO: MALACHI BANALES/ DIVULGAÇÃO)

Proibido no Brasil e seis vezes mais caro que o ouro. O cristal de poucos centímetros, levemente amarelado, quase transparente, é exposto em lojas especializadas em maconha da Califórnia, na costa oeste dos Estados Unidos, como uma joia.

Cada grama do extrato ultraconcentrado de maconha produzido pelo brasileiro Harold Winston, mais conhecido como Bamf, de 34 anos, pode custar até US$ 250 — o equivalente a cerca de R$ 1.000. A porção é suficiente para fazer dois cigarros — misturando com tabaco ou ervas – ou usar até cinco vezes num bong — purificador, geralmente feito de vidro, utilizado para fumar maconha.

Harold deixou o Brasil em 2003, há 16 anos, atraído pelo desejo de trabalhar com cannabis. Antes de deixar o país, ele tinha plantado 400 pés de maconha no quintal da casa onde vivia com a família em Belo Horizonte. A mãe dele descobriu, destruiu o plantio e pagou ao filho uma viagem para ele passar uma semana em Amsterdã, na Holanda. Ele nem chegou a pegar o voo de volta e, desde então, só visitou a terra natal em festas de fim de ano.

Nesse período, Harold viveu cinco anos na Holanda, ganhou 10 prêmios em competições de maconha nos Estados Unidos e se tornou uma das maiores referências do mundo canábico.

No Brasil, o plantio, a venda ou a doação de maconha são considerados tráfico de drogas, crime punido com penas de 5 a 15 anos de prisão, além de multas. Usar a erva é considerada apenas uma contravenção. Nesses casos, o usuário deve prestar serviços à comunidade e fazer um curso sobre os danos causados pelo uso de drogas.

O advogado Ricardo Nemer, da Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas (Reforma) diz que muitas vezes a distinção entre usuário e traficante, feita principalmente pela Polícia Civil, é incerta e pode resultar em punições injustas.

“Depende do ‘achismo’ do delegado. Não há regra do que é pequena ou grande quantidade. Isso causa uma grande insegurança jurídica e enquadra diversos usuários como traficantes. Um exemplo são as pessoas que cultivam maconha para fazer extratos (como os produzidos por Bamf) e precisam de muitas plantas”, explica o advogado.

Mas o que há de tão especial na maconha concentrada?

“Você dá uma simples puxada e é como se você tivesse fumado uns dez baseados inteiros”, diz Fernando Badaui, de 43 anos, vocalista da banda CPM22. “Não tem nenhuma impureza. É como degustar um bom vinho. Quando você fuma uma maconha comum, tem o papel, folhas, galhos e tudo mais junto, fora a sujeira. Aquilo que o Bamf faz é o puro extrato de THC, o princípio ativo que causa a brisa. Eu já experimentei maconha em diversos países que visitei e digo que essa está entre as melhores do mundo.”

FERNANDO BADAUI (À ESQ.), VOCALISTA DA BANDA CPM22, VISITOU DIVERSAS VEZES O BRASILEIRO HAROLD WINSTON, NA CALIFÓRNIA (FOTO: FERNANDO BADAUI/ ARQUIVO PESSOAL)

Badaui é conhecido por ser um combativo ativista nas redes sociais pela liberação da maconha. No Instagram, por exemplo, ele faz constantes publicações para defender a descriminalização do uso e a regulamentação do plantio da erva no Brasil. Ele conta ter conversado com o skatista Bob Burnquist, outro assíduo defensor da cannabis.

“Falei pro Bob que a gente está junto nessa. A imagem dele é muito importante para mostrar que um atleta de elite pode usar maconha”, afirmou Badaui em entrevista à BBC News Brasil.

O brasileiro Harold diz que Badaui o visita duas vezes por ano na Califórnia e que já experimentou vários de seus produtos. “A gente virou amigo. Ele é um ativista que representa muito nossa luta e eu acho lindo todos esses caras de peso desmistificando o uso da maconha. Eles demonstram que podem fumar e serem grandes profissionais. A manifestação pública dessas pessoas é um dos caminhos para a legalização no Brasil”, afirmou.

‘Amor’ pela erva

Harold nasceu na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, mas seus pais avaliaram que não teriam condições de criá-lo. Aos três meses de idade, o bebê foi adotado por americanos que viviam em Belo Horizonte e o batizaram com o nome do avô americano.

“Eu sempre fui um moleque doido, talvez pelo fato de ser adotado. Fui expulso de todas as escolas por onde passei em Belo Horizonte”, conta o brasileiro. Ele diz que ter se tornado uma referência na produção de maconha na Califórnia é a realização de seu maior sonho.

Todo esse amor pela maconha, conta Bamf, começou assim que experimentou a erva pela primeira vez, aos 16 anos.

“O problema foi que eu gostei demais, irmão. Um dia depois de sentir aquela sensação, comprei 25 gramas (suficiente para produzir até cerca de 50 baseados). Foi doido. A partir daquele dia, eu queria ver coisas sobre maconha o dia todo, queria experimentar a melhor maconha do mundo e fiquei na caça daquilo. Naquele mesmo ano, descobri o haxixe e pirei de vez”, conta o brasileiro aos risos.

Na época, ele passou a ter acesso e consumir grandes quantidades de haxixe trazido do Paraguai. Mas ele conta que sentia desgosto por consumir algo sujo e de procedência desconhecida. Seu sonho passou a ser produzir seu próprio concentrado, de alta pureza.

400 plantas no quintal

Sem se importar com as leis brasileiras, o adolescente passou a plantar maconha no quintal de casa, em 2002. E num volume capaz de atrair muita atenção.

 

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“Eu meti 400 plantas lá. Falei para a minha mãe que era ayahuasca porque era legal. Mas depois de certo tempo, uma amiga dela foi lá em casa e viu o cultivo. Eu estava na esperança de que não acontecesse nada, mas essa mulher colocou algumas folhas no bolso antes de ir embora. Dois dias depois, minha mãe descobriu que era maconha, ficou puta comigo e destruiu todas as plantas”, diz Harold.

Além de sustentar seu consumo diário da erva, o cultivo fornecia material para que fizesse seus primeiros testes. Na época, ele conta que passava o dia cuidando das plantas, estudando e discutindo novas técnicas para aumentar sua produção e fazer extratos de qualidade. Sua fonte era o site brasileiro Growroom, o maior fórum online sobre maconha da América Latina, com mais de 120 mil inscritos.

“O Growroom para mim era um portal da coisa mais secreta do mundo. Passava o dia ali como um louco, como se o fórum fosse um livro aberto na minha frente. Ali, foi com certeza minha primeira escola, a base de tudo que aprendi até hoje”, relata.

Depois de duas semanas sem falar com o filho por conta da plantação em seu quintal, sua mãe, Nilza Cozac, o chamou para dar uma bronca e ter uma conversa franca. Cozac, conta Harold, foi a primeira mulher a se formar em direito em Minas Gerais e tinha um profundo conhecimento sobre a legislação.

“Minha mãe já tinha mais de 60 anos, mas era muito cabeça aberta. Ela me alertou que uma plantação daquele tamanho era motivo para o governo querer tomar nossa casa, um dos poucos assuntos que despertavam atenção do governo e policiais. E disse que me presentearia com uma viagem de uma semana para Amsterdã, na Holanda, quando completasse 18 anos. Ela queria que eu conhecesse um lugar onde pudesse fumar maconha sem problemas”, conta.

Viagem para Amsterdã

A mãe cumpriu a promessa. E ele nunca mais voltou para o Brasil.

“Eu fiquei muito louco quando cheguei lá (em 2003). Parecia uma criança em loja de brinquedo. Fiquei matutando como eu poderia ficar na Holanda e passar a vender maconha por um preço 100 vezes melhor do que as pessoas no Brasil. Minha mãe ficou desesperada quando soube”.

Harold conta que morou durante um ano em um apartamento para refugiados africanos em Amsterdã, que alugava por 300 euros. Durante esse tempo, ele fez contatos e aprimorou seus conhecimentos sobre a erva.

“Eu me envolvi com pessoas que achava que tinham maconha e haxixe bom. Na Holanda, a maconha é apenas tolerada. Durante os cinco anos que fiquei no país, vi muita gente sendo presa, inclusive conhecidos. Logo começaram a me dizer que eu estava no lugar errado, que eu deveria ir para a Califórnia”, diz.

Depois de fazer uma série de pesquisas e assistir a vídeos no YouTube, ele decidiu se mudar para os Estados Unidos.

Primeiro, ele foi para Nova York, mas depois de um ano vivendo “num frio dos infernos” e presenciando uma forte repressão policial contra usuários de maconha, ele resolveu se mudar, em 2009, para Los Angeles, na Califórnia, onde vive até hoje.

“Eu mal cheguei e enlouqueci. Eu fiquei gritando na rua, literalmente, porque a cada esquina tinha loja para você comprar equipamentos. Você fica louco mesmo. Entrei na primeira que eu vi e fiquei conversando com o dono durante horas sem parar”, lembra Bamf com euforia.

Três dias depois de chegar à “meca” da maconha, Harold comprou uma luz especial – ideal para seis plantas – e começou a plantar a própria erva dentro de casa. Seis meses depois, tinha dez lâmpadas. Um ano depois, tinha 15.

Depois da longa experiência em Amsterdã, o jovem avaliou que o mercado na Califórnia tinha bons equipamentos, uma legislação muito favorável, mas ainda era pouco desenvolvido. Sua maior surpresa, porém, foi quando assistiu à uma edição da Cannabis Cup, a maior competição de maconha dos EUA, promovida pela revista High Times.

“Eu não acreditei que os caras vacilavam tanto. Num país de primeiro mundo, com ótimos equipamentos e maconha boa, eles poderiam fazer muito mais”, relata o brasileiro. Aquele era o incentivo que faltava para ele começar sua própria produção e buscar seu espaço no mercado.

Riscos para a saúde

O professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e coordenador, há 30 anos, do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da universidade, Dartiu Xavier, condena o uso de maconha por adolescentes, como fez Harold.

“Eu acho que ninguém deveria fumar antes dos 18. Alguns autores dizem a partir dos 21. O ponto mais preocupante é que a maconha pode desencadear uma psicose, quando o usuário sai da realidade. Caso ele tenha uma predisposição para isso, a maconha pode funcionar como um gatilho”, explicou.

Por outro lado, o médico afirma que no seu ponto de vista a regulamentação do uso da maconha diminuiria o consumo da erva no país e seria um avanço na área da saúde.

“Nos lugares onde existem políticas mais tolerantes ou legalização, como a Holanda ou Estados Unidos, as pessoas não fogem das informações. Há inclusive uma grande política de redução de riscos. No clima de proibicionismo como há aqui, ninguém tem informação. A Holanda, inclusive, é um dos poucos países onde o consumo de maconha vem caindo. Uma prova cabal de que a proibição do uso aumenta o consumo”, afirmou Xavier.

Entretanto, o coordenador do Projeto Antitabágico do Hospital Universitário da USP, João Paulo Lotufo, diz que qualquer relaxamento em relação ao consumo de maconha seria um erro.

“Nos Estados Unidos e no Uruguai, onde o uso é permitido, dobrou o número de dependentes. Se hoje há um surto psicótico a cada 100 pessoas, se libera, você dobra para 2. Vai subir o número de acidentes automobilísticos causados pelo uso da droga, sem contar que as lesões causadas pela maconha no cérebro são irreversíveis”, disse o médico.

BAMF GANHOU DEZ PRÊMIOS – OITO CONSECUTIVOS – DE MELHOR EXTRAÇÃO DE MACONHA PELA REVISTA MAIS IMPORTANTE SOBRE O ASSUNTO NOS EUA (FOTO: BBC)

Lotufo diz ainda que a maconha é mais cancerígena que o tabaco (com base em estudo publicado na revista European Respiratory Journal em 2008) e que os custos arrecadados com impostos em caso de regulamentação não seriam suficientes nem mesmo para bancar o aumento dos gastos com saúde.

“O imposto arrecadado com a venda de cigarros também não cobre a lesão que o tabaco provoca no sistema de saúde. Liberar o uso no Brasil seria um absurdo. Alguns falam na internet que a maconha é medicinal, mas não tem nada disso. O canabidiol (CBD) sim é medicinal, mas trata-se de um extrato que nada tem a ver com o uso recreativo”, afirmou o médico da USP.

Para ele, a pressão para a regulamentação do uso recreativo ocorre por uma forte pressão financeira, que ignora os riscos à saúde.

Técnica secreta

O primeiro passo de Harold Winston para entrar no mercado canábico foi convencer Nikka T, produtor do que muitos consideram o melhor haxixe vendido nos EUA na época, a ensiná-lo a fazer o produto. Haxixe é uma pasta densa feita da resina de maconha, fumada em bong, narguilé ou em cigarro- misturado com tabaco ou maconha.

“Fiquei enchendo o saco dele igual um fã durante seis meses, até que um dia ele resolveu me ensinar. Ele me convidou e eu fui até o Colorado para aprender a técnica e, na semana seguinte, eu já era o melhor hashmaker (produtor de haxixe) da Califórnia. Isso foi há nove anos, na mesma época que minha mãe morreu de câncer”, relata ele.

Ao contrário do haxixe vendido no Brasil, feito com restos de maconha de baixa qualidade, muitas vezes feito das sobras de resina que grudam na mão das pessoas que colhem a planta no Paraguai, o produto de Bamf passa por um complexo processo.

Assim que ele fez o primeiro haxixe usando uma técnica de extração à base de água, sem solventes, ele teve a certeza de que tinha condições de era algo inédito e quis colocar seu produto à prova num campeonato. Mas, para isso, era necessário ser dono de um dispensário. Apenas a loja Buds and Roses aceitou o pedido.

O produto de Bamf chamou a atenção logo no momento da inscrição por conta de sua cor clara – sinal de pureza – e por ser o único feito com água. A maioria dos concentrados, conta Harold, é feita com gás butano – o mesmo usado em isqueiros.

 

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Em meio a 40 competidores, o brasileiro ganhou seu primeiro seu primeiro troféu. No dia seguinte, ele viu sua popularidade disparar e seu produto se tornar uma referência num dos mercados mais exigentes do mundo. A demanda foi tão grande que ele conta ter ficado sete dias sem dormir fazendo haxixe sozinho em sua casa para dar conta de alguns pedidos.

Uma das encomendas foi feita pelo grupo americano de rap Cypress Hill. “Eles encostaram na minha casa com um caminhão cheio de maconha para eu fazer haxixe para eles. Perguntei se estavam loucos porque eu demoraria um ano para terminar aquilo sozinho. Uma semana após terminar o serviço, eles levaram outro caminhão cheio”, conta.

Pouco tempo depois, Harold fundou sua própria empresa, a Bamf, que aos poucos virou o nome com o que Harold passaria a ser conhecido no mercado canábico. O nome significa Badass Motherf***er e foi inspirado em uma cena do filme Pulp Fiction.

A Bamf começou a se tornar uma referência de qualidade na Califórnia. Ganhou oito Cannabis Cups consecutivas de melhor haxixe e passou a ser cultuado por usuários de maconha não só na Califórnia, mas ao redor do mundo.

“O campeonato não dá dinheiro, mas no momento que você sai do palco com o troféu, aparecem mais de 50 donos de lojas querendo comprar tudo o que você tem. Gente tirando maços de dinheiro e do bolso. Eu pensava que era até policial querendo me pegar”, conta.

A marca começou a virar moda. A Bamf passou a vender camisetas, souvenirs e sementes. No Instagram, a marca é elogiada por diversos consumidores – alguns, famosos – americanos e brasileiros. Mas o crescimento trouxe alguns problemas para Harold e ele sente medo dessa expansão.

“A Bamf me deixou muito satisfeito e ciumento. Hoje, tenho 35 funcionários, mas sinto medo de ampliar demais, crescer, e precisar entregar meu segredo para mais pessoas. Eu criei um monstro. Imagine criar um gorila dentro de um quarto. Uma hora você vai tomar um soco. Aconteceu isso comigo. Teve gente que veio, aprendeu e hoje criaram as coisas deles. Mas como eu comecei primeiro que todo mundo, ainda estou alguns passos à frente”, afirmou.

Mesmo assim, ele revelou à BBC News Brasil alguns “segredos” da estratégia para se obter um produto de alta pureza.

“O segredo maior é olhar para as flores da maconha como se ela fosse uma vaca. No momento em que você abate a vaca, ela deve estar em ambiente refrigerado para não degenerar. Quando você corta a maconha é a mesma coisa porque ela começa a morrer. Se você não mantiver ela refrigerada em uma hora para manter ela viva, a planta começa a secar e perde óleo”, afirmou.

Harold não deu mais detalhes, mas afirmou que mantém a planta congelada até o momento da extração, e que “o solvente e o produto devem ser mantidos em temperaturas negativas”.

Maconha no Brasil

Harold diz que sua empresa está em plena expansão e conta que acabou de comprar uma área de 2 hectares – equivalente a mais de dois campos de futebol – no Estado de Oregon apenas para plantar maconha rica em CBD, usado principalmente para a produção de remédio.

Essa cepa não tem THC, o princípio ativo da planta, que causa o “barato”. Ele diz que fará isso porque se sente na obrigação de se colocar em todos os setores do mundo canábico.

Harold se diz triste com a lei de drogas brasileira. Para ele, a legalização do cultivo, comércio e consumo da erva poderiam ser de grande ajuda à combalida economia do país.

“A salvação do Brasil é a maconha. É a única coisa que pode gerar milhares de empregos e trilhões de reais no mercado econômico de maneira imediata e o povo precisa entender isso. O país está perto da linha do Equador, tem um clima perfeito e terra abundante, emprego. Sem falar que a maconha é matéria-prima de 35 mil produtos diferentes, num ciclo de dois meses. Para quê cortar árvore? Eu amo o Brasil e estou doido para e poder trabalhar com o que eu gosto no meu país”, afirmou.

Ele pondera, por outro lado, que até mesmo o mercado americano ainda não é tão claro sobre o que pode ser feito.

“Eu mesmo fui preso há três anos. Aqui é legal, mas ao mesmo tempo não é. Fui parado por um policial e tinha 20 kg de maconha no carro. Eu tinha uma licença e disse que mostraria ao policial, mas ele disse que rasgaria o documento caso eu mostrasse. A sorte é que nos EUA você não é condenado até esgotar o processo. Depois de dois anos e meio, fui absolvido”, afirmou.

Na Califórnia, a venda da maconha recreativa é legal. Por outro lado, a erva continua classificada como um narcótico ilegal sob a lei federal americana.

“Há um conflito de leis federais e estaduais que cria uma zona cinzenta nos Estados Unidos. Há a legalização, mas por outro lado há uma grande dificuldade para conseguir as licenças e isso causa uma grande insegurança jurídica”, diz o advogado Ricardo Nemer.

Já no Brasil, ativistas dizem que o caminho mais provável para descriminalizar o uso da maconha e dar o primeiro passo rumo à legalização é o julgamento no STF de um processo que pode revogar o artigo 28 da Lei Antidrogas. Isso permitiria a posse de pequenas quantias e plantio da erva para consumo próprio.

Esse processo, parado desde 2015 após o ministro Teori Zavascki pedir vistas, está marcado para ser retomado no dia 5 de junho. A pausa ocorre porque, depois da morte de Zavascki, o caso foi para as mãos de Alexandre de Moraes.

No ponto de vista do músico Badaui, que diz ter visitado diversos países onde há regulamentação, tolerância ou descriminalização do uso da cannabis, diz que é apenas uma questão de tempo para que o mesmo ocorra no Brasil.

“Há dez anos, esse assunto era tratado como tabu. Hoje, todos sabem que esse consumo não vai parar e que não tem como seguir outro caminho a não ser o da legalização. Por mais conservador que seja o governo, o Brasil sempre seguiu o modelo americano. É hora de desmantelar o mercado negro e explorarmos economicamente a cannabis”, afirmou o músico.

Bamf também acha que a legalização da cannabis no Brasil não deve demorar. Ele diz que diversos setores da sociedade estão fazendo uma grande pressão no sentido de permitir o consumo e o comércio da erva, como ocorreu antes da legalização em países como Canadá e Uruguai.

“Chega uma hora em que a polícia não tem condições de ir atrás de quem planta e fuma. Os próprios policiais se questionam se eles devem ir atrás de político ladrão e grandes bandidos ou se vão ficar perdendo tempo indo atrás de usuário de maconha num país com tanto problema de verdade.”

Época Negócios, com BBC

 

 

Opinião dos leitores

  1. Isso é uma grande notícia, quando muitos chorão os seus filhos mortos pelas drogas aí vem essa grande materia ,isso sim é louvável!!!

    1. Eu ia comentar justamente isso. Mas pelo seu Nick vc deve estar sendo irônico. Já Eu, falo sério.

  2. Reportagem muito educativa, que esse doido fique por lá mesmo, aqui já temos muitas cracolândias.

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Geral

PESQUISA ALFA INTELIGÊNCIA: Reprovação do governo Lula sobe para 56%; aprovação cai para 42%

Foto: Agência Brasil

A pesquisa Alfa Inteligência divulgada nesta sexta-feira (12) aponta que 56% dos brasileiros desaprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Outros 42% afirmaram aprovar a atuação do chefe do Executivo federal, enquanto 2% não souberam ou preferiram não responder.

Em comparação com o levantamento realizado em março deste ano, a desaprovação ao governo avançou três pontos percentuais. Na ocasião, 53% dos entrevistados desaprovavam a gestão petista, enquanto 46% manifestavam aprovação. Outros 1% não responderam.

A pesquisa ouviu 1.400 eleitores entre os dias 5 e 10 de junho. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o protocolo BR-03496/2026.

Diário do Poder

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Geral

Michele Andrade, Thullio Milionário e Rafinha no Comando iniciam o São João do Assú nesta sexta (12) nos seus 300 anos no Buraco do Prefeito

Foto: divulgação

Nesta sexta-feira, 12 de junho, será realizada a abertura oficial do São João do Assú 2026, marcando a celebração histórica dos 300 anos de devoção a São João Batista sob o tema “300 anos de devoção e alegria”. O cronograma do primeiro dia de festa no polo Buraco do Prefeito começa pelos shows das bandas Michele Andrade, Thullio Milionário e Rafinha no Comando no na Praça São João Batista. Antes disso, a Prefeitura também realiza no começa da tarde, 17h, o arraiá das
Criança, com Mara Dias.

A configuração dos espaços públicos foi dividida em setores estratégicos para acolher moradores e turistas. O Polo 24 de Junho, instalado em frente à Varanda do Bode, contará com um telão estruturado para a transmissão ao vivo dos jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, iniciando as atividades às 17h nos dias de partida com duas bandas locais antes da exibição do futebol.

Ja Lounge Front Stage Nota Potiguar, posicionado do lado direito do palco principal, em frente à igreja; trará acesso ao setor reservado que ocorre mediante a troca de 5 pontos acumulados no aplicativo Nota Potiguar, onde cada R$ 50 em notas fiscais emitidas no comércio de Assú.

O calendário festivo inclui ainda o desfile do bloco Arraiá do Jegue no dia 20 de junho com a banda Circuito Musical, o Arrastão dos 300 anos no dia 24 de junho com a Banda Grafith e Bonde do Gragra, além de shows religiosos nos dois últimos dias da programação, com a presença de William Sanfona no palco principal no dia 23 e Padre Fábio de Melo no dia de encerramento, 24 de junho.

TRÂNSITO E SEGURANÇA

O plano operacional de trânsito e segurança pública foi totalmente ativado para o período. A Praça São João Batista permanece sob bloqueio total de 24 horas diárias até o dia 24 de junho, e a partir das 18h o isolamento viário noturno estende-se para a Avenida Senador João Câmara (a partir do Boticário), Rua Prefeito Manoel Montenegro, entorno das praças do Rosário e Pedro Velho, além das ruas Fernando Tavares, Frei Miguelinho, Padre Alfredo Simonetti, São João e a Travessa Doutor Pedro Amorim. O efetivo diário conta com o reforço de 250 policiais militares, por meio de diárias operacionais custeadas pelo Governo do Estado. O circuito é monitorado por câmeras e sistema de reconhecimento facial interligado às forças policiais. O acesso do público será feito exclusivamente por portais com detectores de metal e revista obrigatória de coolers e recipientes térmicos, sendo proibida a entrada de garrafas ou quaisquer recipientes de vidro.

HORÁRIO SERVIÇOS PÚBLICOS

Para viabilizar a participação dos servidores e a organização da cidade, a administração pública instituiu horário diferenciado de funcionamento nos órgãos municipais de 12 a 24 de junho onde o expediente presencial administrativo segue de 9h às 13h, com exceção dos serviços essenciais.

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Geral

Advogada deixa defesa de Monique Medeiros no caso Henry Borel em meio a disputa sobre perdão judicial

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

A advogada Florence Rosa anunciou que deixou a defesa de Monique Medeiros no caso da morte do menino Henry Borel. A informação foi divulgada pela própria advogada por meio das redes sociais.

Segundo Florence, sua contratação estava restrita à atuação durante a sessão plenária do Tribunal do Júri. Ainda de acordo com ela, divergências quanto à estratégia de defesa levaram ao encerramento de sua participação no caso, em decisão tomada de forma consensual entre as partes.

“Atuamos na defesa de Monique Medeiros, cuja contratação limitava-se exclusivamente a atuação na sessão plenária do Tribunal do Júri. Tínhamos a disposição de seguirmos até a fase recursal, dado o recurso pendente. Com a chegada de um novo colega à defesa, e, diante de uma legítima incompatibilidade de estratégias defensivas, decidimos, em comum acordo, encerrarmos a nossa atuação no caso”, afirmou em nota na quinta-feira (11).

Com a saída de Florence Rosa, a defesa de Monique Medeiros passará a ser conduzida por outro advogado.

Leia a íntegra da nota abaixo:

Advogada Florence Rosa anunciou, nas redes sociais, que deixou a defesa de Monique Medeiros — Foto: Reprodução

No dia 4 deste mês, a juíza Elizabeth Machado Louro concedeu um perdão judicial a Monique Medeiros no julgamento da morte do filho. A magistrada usou um recurso previsto no próprio Código Penal e extinguiu a pena da mãe no assassinato de Henry. O padrasto do menino e ex-companheiro de Monique, Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, foi condenado a 44 anos de prisão.

Ao justificar o perdão, a magistrada citou uma “perseguição implacável” e um “franco massacre” vivido por Monique nos últimos 5 anos e lembrou que ela foi uma mãe exemplar — além de ser ré primária.

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), porém, viu interferência da juíza no veredito e entrou com recurso no dia 6.

g1

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Geral

Empresário Alberone Júnior, um dos pioneiro do crossfit no Brasil, morre aos 48 anos em Fortaleza

Foto: reprodução/redes sociais

O empresário Alberone Júnior, um dos pioneiros do crossfit no Brasil, morreu aos 48 anos, na quarta-feira, em Fortaleza. Ele deixa a esposa e duas filhas. Alberone Júnior abriu o primeiro box de crossfit no Ceará em 2012 e contribuiu para popularização da modalidade em todo o país.

Ele também foi personal trainer e professor de capoeira. Em setembro de 2025, Alberone foi homenageado em uma sessão solene na Câmara Municipal de Fortaleza.

Alberone estava hospitalizado desde o fim de maio e sua morte foi confirmada pelo CF Tríade, box de crossfit que ele fundou. A causa do óbito, entretanto, não foi divulgada.

CF Tríade afirmou que ele “foi mais do que um head coach” para a modalidade. “Alberone foi um amigo, mentor e inspiração para todos que tiveram o privilégio de caminhar ao seu lado”, afirmou o box por meio de nota.

“Com sua paixão pelo esporte, dedicação às pessoas e vontade de transformar vidas, [Alberone] deixou uma marca que jamais será esquecida por ninguém que o conheceu. Seu legado viverá em cada aluno, amigo e familiar que teve sua vida tocada por seu exemplo. Obrigado por tudo o que construiu e compartilhou conosco. Nossos sentimentos à família, amigos e a todos que tiveram a imensa honra de conhecê-lo”, afirmou o CF Tríade, em nota.

Com informações de UOL

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Geral

Inflação é a maior para maio em cinco anos e supera teto da meta em 12 meses, aponta IBGE

Foto: Rafaela Araújo/Folhapress

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) subiu 0,58% em maio, após alta de 0,67% no mês anterior, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (12).

Esse resultado representa a maior taxa para o mês de maio em cinco anos. O dado desta sexta só fica abaixo do número visto em maio de 2021, quando a inflação subiu 0,83%. Além disso, o IPCA de maio fez com que o índice voltasse a ultrapassar o teto da meta perseguida pelo Banco Central, que é de 3%, mas com tolerância até 4,50%.

No acumulado de 12 meses até maio, o IPCA teve alta de 4,72%. A expectativa de analistas consultados pela Reuters, era de alta de 0,53% em maio, acumulando em 12 meses alta de 4,66%

O índice foi puxado principalmente pelo setor de alimentação e bebidas, com inflação de 1,33%. Em seguida, habitação (1,22%) e saúde (0,90%) completam o ranking de maior aumento de preços.

CNN Brasil

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Geral

[VÍDEO] LULA: “Rico não compra telefone roubado. Mas eu sei que os pobres compram. Quem é que não gosta de comprar uma coisinha barata?”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que pretende ampliar as ações do programa Celular Seguro para combater o mercado ilegal de aparelhos roubados ou furtados.

Ao comentar o assunto, Lula disse: “Eu sei que rico não compra telefone roubado. Mas eu sei que os pobres compram. Quem é que não gosta de comprar uma coisinha barata?”.

A fala que viralizou nas redes sociais nesta sexta-feira (12), ocorreu na última quarta-feira (10) durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), em Brasília.

Segundo o presidente, o governo possui informações sobre cerca de 2,5 milhões de celulares registrados como roubados ou furtados e pretende enviar notificações diretamente aos aparelhos identificados no sistema.

“Eu ia apertar um botãozinho e passava a mensagem dizendo que todos 2,5 milhões de pessoas que estão com o celular roubado têm que devolver. Precisa devolver porque ele pode estar cometendo um delito e, se ele for pego, ele pode sofrer uma punição desnecessária”, afirmou.

Lula disse que a situação de pessoas que adquiriram aparelhos sem saber a origem do produto o fez refletir sobre a medida, mas defendeu o avanço do programa.

“Essa inquietação econômica de quem está com o telefone roubado mexeu com a minha cabeça. Mas eu não posso ficar com essa dúvida porque o telefone seguro vai deixar 200 milhões de brasileiros tranquilos de que ele não vai ter mais o seu celular roubado”, declarou.

O presidente informou ainda que discutirá a implementação da nova fase do programa com o ministro da Justiça, Wellington César Lima. A iniciativa, criada em 2023, permite o bloqueio de celulares, linhas telefônicas e aplicativos em caso de roubo ou furto.

Ao reforçar a proposta, Lula afirmou: “Eu vou efetivamente despachar o sinalzinho para quem tiver com o telefone roubado devolver, porque senão poderá ter consequências”.

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Jornalismo

ASSINP/RN critica pesquisas “duvidosas” e cobra maior fiscalização da Justiça Eleitoral

Foto: Ilustrativa

A Associação dos Institutos de Pesquisas do Rio Grande do Norte (ASSINP/RN) divulgou uma nota oficial em que manifesta preocupação com o aumento da divulgação de levantamentos considerados de caráter duvidoso no estado. A entidade afirma que tem observado a circulação de pesquisas com resultados divergentes e que, segundo a associação, não respeitam critérios técnicos e legais exigidos para esse tipo de estudo.

Fundada em 2002, a ASSINP/RN reforçou seu compromisso com a ética, a transparência e a credibilidade das pesquisas de opinião pública. Na nota, a entidade critica o que classificou como práticas mercantilistas no setor, apontando que alguns levantamentos estariam contribuindo para o descrédito da pesquisa científica perante a sociedade.

De acordo com a associação, pesquisas sérias devem apresentar metodologia transparente, amostra representativa da população investigada, margem de erro claramente informada e registro nos órgãos competentes, conforme determina a legislação eleitoral. A entidade também alertou para os riscos da divulgação de enquetes e sondagens sem rigor técnico, afirmando que essas iniciativas podem distorcer a opinião pública e prejudicar o processo democrático.

A ASSINP/RN ainda defendeu que a Justiça Eleitoral amplie o rigor na fiscalização das pesquisas divulgadas durante o período eleitoral. Segundo a associação, é necessário combater irregularidades, punir desvios éticos e garantir que apenas informações confiáveis e tecnicamente consistentes sejam apresentadas à população.

Ao final da nota, a entidade reafirma que continuará atuando para fortalecer o mercado de pesquisas no Rio Grande do Norte, destacando que seu compromisso é com a verdade, a moralidade e a credibilidade da pesquisa científica, além da proteção da confiança do eleitor e da integridade do processo democrático.

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VÍDEO: Ter ciúmes da mulher é sinal de fraqueza, diz Lula em live

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse esperar “compreensão dos homens sobre tudo para diminuir a violência contra a mulher”. Declarou também que “ciúme é demonstração de fraqueza de caráter”. As declarações foram dadas nesta 6ª feira (12.jun.2026), em live com a primeira-dama Janja da Silva sobre o Dia dos Namorados.

“Como o cara pode ter ciúmes da mulher? Se ama a mulher, confia na mulher. Deixa ela fazer as coisas que ela quer fazer, se vestir como quer, sair com as amigas. Vamos colocar confiança nas pessoas que a gente ama, se a gente fizer isso você vai ver que vai dormir melhor, acordar melhor e viver muito mais tempo”, afirmou.

 

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VÍDEO: Bombeiros resgatam duas últimas vítimas após naufrágio de embarcação no litoral do RN

O Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte (CBMRN) realizou o resgate de duas pessoas que ficaram à deriva após o naufrágio de uma embarcação em área marítima próxima à praia de Miami, no litoral potiguar.

De acordo com informações da equipe de mergulho do CBMRN, a embarcação virou a mais de um quilômetro da costa. Durante a operação de resgate, na quinta-feira (11), algumas vítimas foram retiradas da água com o apoio de um jet ski particular, enquanto a equipe de mergulho do CBMRN atuava no salvamento dos demais ocupantes.

Os bombeiros localizaram e resgataram as duas últimas vítimas que permaneciam junto ao casco da embarcação virada, conduzindo-as em segurança até a praia. Após o resgate, os ocupantes foram conduzidos em segurança até a faixa de areia, onde passaram por avaliação da equipe de salvamento.

Apesar do susto, ninguém apresentava ferimentos ou necessidade de atendimento médico especializado. O Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte reforça a importância do uso de coletes salva-vidas, da manutenção preventiva das embarcações e da observação das condições do mar antes de qualquer navegação.

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São João de Extremoz 2026 tem programação completa divulgada; confira as atrações

Fotos: Divulgação 

A Prefeitura de Extremoz divulgou a programação completa do São João 2026, que será realizado entre os dias 18 e 20 de junho. O evento contará com grandes atrações nacionais e artistas locais, prometendo movimentar a cidade e atrair milhares de visitantes durante os três dias de festa.

Entre os destaques da programação estão Eric Land, Márcia Fellipe, Grafith, Rafinha, Núzio Medeiros, Filho do Piseiro e a banda Cavalo de Pau.

Além dos grandes shows, a programação também valoriza artistas da terra, fortalecendo a cultura local e garantindo espaço para talentos potiguares.

Confira a programação:

Quinta-feira (18/06)

* Lipe e Luan
* Filho do Piseiro
* m Eric Land

Sexta-feira (19/06)

* Mateus Lins
* Cavalo de Pau
* Márcia Fellipe

Sábado – (20/06)

* Hygo Sanfoneiro
* Denny Cruz
* Grafith
* Rafinha
* Núzio Medeiros

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