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FOTOS: Brasileiro se muda para a Califórnia para plantar maconha, ganha dez copas de melhor haxixe e vira ídolo

HAROLD WINSTON, O BAMF, DEIXOU O BRASIL AOS 18 ANOS PARA VIAGEM DE UMA SEMANA EM AMSTERDÃ E NÃO VOLTOU MAIS (FOTO: MALACHI BANALES/ DIVULGAÇÃO)

Proibido no Brasil e seis vezes mais caro que o ouro. O cristal de poucos centímetros, levemente amarelado, quase transparente, é exposto em lojas especializadas em maconha da Califórnia, na costa oeste dos Estados Unidos, como uma joia.

Cada grama do extrato ultraconcentrado de maconha produzido pelo brasileiro Harold Winston, mais conhecido como Bamf, de 34 anos, pode custar até US$ 250 — o equivalente a cerca de R$ 1.000. A porção é suficiente para fazer dois cigarros — misturando com tabaco ou ervas – ou usar até cinco vezes num bong — purificador, geralmente feito de vidro, utilizado para fumar maconha.

Harold deixou o Brasil em 2003, há 16 anos, atraído pelo desejo de trabalhar com cannabis. Antes de deixar o país, ele tinha plantado 400 pés de maconha no quintal da casa onde vivia com a família em Belo Horizonte. A mãe dele descobriu, destruiu o plantio e pagou ao filho uma viagem para ele passar uma semana em Amsterdã, na Holanda. Ele nem chegou a pegar o voo de volta e, desde então, só visitou a terra natal em festas de fim de ano.

Nesse período, Harold viveu cinco anos na Holanda, ganhou 10 prêmios em competições de maconha nos Estados Unidos e se tornou uma das maiores referências do mundo canábico.

No Brasil, o plantio, a venda ou a doação de maconha são considerados tráfico de drogas, crime punido com penas de 5 a 15 anos de prisão, além de multas. Usar a erva é considerada apenas uma contravenção. Nesses casos, o usuário deve prestar serviços à comunidade e fazer um curso sobre os danos causados pelo uso de drogas.

O advogado Ricardo Nemer, da Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas (Reforma) diz que muitas vezes a distinção entre usuário e traficante, feita principalmente pela Polícia Civil, é incerta e pode resultar em punições injustas.

“Depende do ‘achismo’ do delegado. Não há regra do que é pequena ou grande quantidade. Isso causa uma grande insegurança jurídica e enquadra diversos usuários como traficantes. Um exemplo são as pessoas que cultivam maconha para fazer extratos (como os produzidos por Bamf) e precisam de muitas plantas”, explica o advogado.

Mas o que há de tão especial na maconha concentrada?

“Você dá uma simples puxada e é como se você tivesse fumado uns dez baseados inteiros”, diz Fernando Badaui, de 43 anos, vocalista da banda CPM22. “Não tem nenhuma impureza. É como degustar um bom vinho. Quando você fuma uma maconha comum, tem o papel, folhas, galhos e tudo mais junto, fora a sujeira. Aquilo que o Bamf faz é o puro extrato de THC, o princípio ativo que causa a brisa. Eu já experimentei maconha em diversos países que visitei e digo que essa está entre as melhores do mundo.”

FERNANDO BADAUI (À ESQ.), VOCALISTA DA BANDA CPM22, VISITOU DIVERSAS VEZES O BRASILEIRO HAROLD WINSTON, NA CALIFÓRNIA (FOTO: FERNANDO BADAUI/ ARQUIVO PESSOAL)

Badaui é conhecido por ser um combativo ativista nas redes sociais pela liberação da maconha. No Instagram, por exemplo, ele faz constantes publicações para defender a descriminalização do uso e a regulamentação do plantio da erva no Brasil. Ele conta ter conversado com o skatista Bob Burnquist, outro assíduo defensor da cannabis.

“Falei pro Bob que a gente está junto nessa. A imagem dele é muito importante para mostrar que um atleta de elite pode usar maconha”, afirmou Badaui em entrevista à BBC News Brasil.

O brasileiro Harold diz que Badaui o visita duas vezes por ano na Califórnia e que já experimentou vários de seus produtos. “A gente virou amigo. Ele é um ativista que representa muito nossa luta e eu acho lindo todos esses caras de peso desmistificando o uso da maconha. Eles demonstram que podem fumar e serem grandes profissionais. A manifestação pública dessas pessoas é um dos caminhos para a legalização no Brasil”, afirmou.

‘Amor’ pela erva

Harold nasceu na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, mas seus pais avaliaram que não teriam condições de criá-lo. Aos três meses de idade, o bebê foi adotado por americanos que viviam em Belo Horizonte e o batizaram com o nome do avô americano.

“Eu sempre fui um moleque doido, talvez pelo fato de ser adotado. Fui expulso de todas as escolas por onde passei em Belo Horizonte”, conta o brasileiro. Ele diz que ter se tornado uma referência na produção de maconha na Califórnia é a realização de seu maior sonho.

Todo esse amor pela maconha, conta Bamf, começou assim que experimentou a erva pela primeira vez, aos 16 anos.

“O problema foi que eu gostei demais, irmão. Um dia depois de sentir aquela sensação, comprei 25 gramas (suficiente para produzir até cerca de 50 baseados). Foi doido. A partir daquele dia, eu queria ver coisas sobre maconha o dia todo, queria experimentar a melhor maconha do mundo e fiquei na caça daquilo. Naquele mesmo ano, descobri o haxixe e pirei de vez”, conta o brasileiro aos risos.

Na época, ele passou a ter acesso e consumir grandes quantidades de haxixe trazido do Paraguai. Mas ele conta que sentia desgosto por consumir algo sujo e de procedência desconhecida. Seu sonho passou a ser produzir seu próprio concentrado, de alta pureza.

400 plantas no quintal

Sem se importar com as leis brasileiras, o adolescente passou a plantar maconha no quintal de casa, em 2002. E num volume capaz de atrair muita atenção.

 

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“Eu meti 400 plantas lá. Falei para a minha mãe que era ayahuasca porque era legal. Mas depois de certo tempo, uma amiga dela foi lá em casa e viu o cultivo. Eu estava na esperança de que não acontecesse nada, mas essa mulher colocou algumas folhas no bolso antes de ir embora. Dois dias depois, minha mãe descobriu que era maconha, ficou puta comigo e destruiu todas as plantas”, diz Harold.

Além de sustentar seu consumo diário da erva, o cultivo fornecia material para que fizesse seus primeiros testes. Na época, ele conta que passava o dia cuidando das plantas, estudando e discutindo novas técnicas para aumentar sua produção e fazer extratos de qualidade. Sua fonte era o site brasileiro Growroom, o maior fórum online sobre maconha da América Latina, com mais de 120 mil inscritos.

“O Growroom para mim era um portal da coisa mais secreta do mundo. Passava o dia ali como um louco, como se o fórum fosse um livro aberto na minha frente. Ali, foi com certeza minha primeira escola, a base de tudo que aprendi até hoje”, relata.

Depois de duas semanas sem falar com o filho por conta da plantação em seu quintal, sua mãe, Nilza Cozac, o chamou para dar uma bronca e ter uma conversa franca. Cozac, conta Harold, foi a primeira mulher a se formar em direito em Minas Gerais e tinha um profundo conhecimento sobre a legislação.

“Minha mãe já tinha mais de 60 anos, mas era muito cabeça aberta. Ela me alertou que uma plantação daquele tamanho era motivo para o governo querer tomar nossa casa, um dos poucos assuntos que despertavam atenção do governo e policiais. E disse que me presentearia com uma viagem de uma semana para Amsterdã, na Holanda, quando completasse 18 anos. Ela queria que eu conhecesse um lugar onde pudesse fumar maconha sem problemas”, conta.

Viagem para Amsterdã

A mãe cumpriu a promessa. E ele nunca mais voltou para o Brasil.

“Eu fiquei muito louco quando cheguei lá (em 2003). Parecia uma criança em loja de brinquedo. Fiquei matutando como eu poderia ficar na Holanda e passar a vender maconha por um preço 100 vezes melhor do que as pessoas no Brasil. Minha mãe ficou desesperada quando soube”.

Harold conta que morou durante um ano em um apartamento para refugiados africanos em Amsterdã, que alugava por 300 euros. Durante esse tempo, ele fez contatos e aprimorou seus conhecimentos sobre a erva.

“Eu me envolvi com pessoas que achava que tinham maconha e haxixe bom. Na Holanda, a maconha é apenas tolerada. Durante os cinco anos que fiquei no país, vi muita gente sendo presa, inclusive conhecidos. Logo começaram a me dizer que eu estava no lugar errado, que eu deveria ir para a Califórnia”, diz.

Depois de fazer uma série de pesquisas e assistir a vídeos no YouTube, ele decidiu se mudar para os Estados Unidos.

Primeiro, ele foi para Nova York, mas depois de um ano vivendo “num frio dos infernos” e presenciando uma forte repressão policial contra usuários de maconha, ele resolveu se mudar, em 2009, para Los Angeles, na Califórnia, onde vive até hoje.

“Eu mal cheguei e enlouqueci. Eu fiquei gritando na rua, literalmente, porque a cada esquina tinha loja para você comprar equipamentos. Você fica louco mesmo. Entrei na primeira que eu vi e fiquei conversando com o dono durante horas sem parar”, lembra Bamf com euforia.

Três dias depois de chegar à “meca” da maconha, Harold comprou uma luz especial – ideal para seis plantas – e começou a plantar a própria erva dentro de casa. Seis meses depois, tinha dez lâmpadas. Um ano depois, tinha 15.

Depois da longa experiência em Amsterdã, o jovem avaliou que o mercado na Califórnia tinha bons equipamentos, uma legislação muito favorável, mas ainda era pouco desenvolvido. Sua maior surpresa, porém, foi quando assistiu à uma edição da Cannabis Cup, a maior competição de maconha dos EUA, promovida pela revista High Times.

“Eu não acreditei que os caras vacilavam tanto. Num país de primeiro mundo, com ótimos equipamentos e maconha boa, eles poderiam fazer muito mais”, relata o brasileiro. Aquele era o incentivo que faltava para ele começar sua própria produção e buscar seu espaço no mercado.

Riscos para a saúde

O professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e coordenador, há 30 anos, do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da universidade, Dartiu Xavier, condena o uso de maconha por adolescentes, como fez Harold.

“Eu acho que ninguém deveria fumar antes dos 18. Alguns autores dizem a partir dos 21. O ponto mais preocupante é que a maconha pode desencadear uma psicose, quando o usuário sai da realidade. Caso ele tenha uma predisposição para isso, a maconha pode funcionar como um gatilho”, explicou.

Por outro lado, o médico afirma que no seu ponto de vista a regulamentação do uso da maconha diminuiria o consumo da erva no país e seria um avanço na área da saúde.

“Nos lugares onde existem políticas mais tolerantes ou legalização, como a Holanda ou Estados Unidos, as pessoas não fogem das informações. Há inclusive uma grande política de redução de riscos. No clima de proibicionismo como há aqui, ninguém tem informação. A Holanda, inclusive, é um dos poucos países onde o consumo de maconha vem caindo. Uma prova cabal de que a proibição do uso aumenta o consumo”, afirmou Xavier.

Entretanto, o coordenador do Projeto Antitabágico do Hospital Universitário da USP, João Paulo Lotufo, diz que qualquer relaxamento em relação ao consumo de maconha seria um erro.

“Nos Estados Unidos e no Uruguai, onde o uso é permitido, dobrou o número de dependentes. Se hoje há um surto psicótico a cada 100 pessoas, se libera, você dobra para 2. Vai subir o número de acidentes automobilísticos causados pelo uso da droga, sem contar que as lesões causadas pela maconha no cérebro são irreversíveis”, disse o médico.

BAMF GANHOU DEZ PRÊMIOS – OITO CONSECUTIVOS – DE MELHOR EXTRAÇÃO DE MACONHA PELA REVISTA MAIS IMPORTANTE SOBRE O ASSUNTO NOS EUA (FOTO: BBC)

Lotufo diz ainda que a maconha é mais cancerígena que o tabaco (com base em estudo publicado na revista European Respiratory Journal em 2008) e que os custos arrecadados com impostos em caso de regulamentação não seriam suficientes nem mesmo para bancar o aumento dos gastos com saúde.

“O imposto arrecadado com a venda de cigarros também não cobre a lesão que o tabaco provoca no sistema de saúde. Liberar o uso no Brasil seria um absurdo. Alguns falam na internet que a maconha é medicinal, mas não tem nada disso. O canabidiol (CBD) sim é medicinal, mas trata-se de um extrato que nada tem a ver com o uso recreativo”, afirmou o médico da USP.

Para ele, a pressão para a regulamentação do uso recreativo ocorre por uma forte pressão financeira, que ignora os riscos à saúde.

Técnica secreta

O primeiro passo de Harold Winston para entrar no mercado canábico foi convencer Nikka T, produtor do que muitos consideram o melhor haxixe vendido nos EUA na época, a ensiná-lo a fazer o produto. Haxixe é uma pasta densa feita da resina de maconha, fumada em bong, narguilé ou em cigarro- misturado com tabaco ou maconha.

“Fiquei enchendo o saco dele igual um fã durante seis meses, até que um dia ele resolveu me ensinar. Ele me convidou e eu fui até o Colorado para aprender a técnica e, na semana seguinte, eu já era o melhor hashmaker (produtor de haxixe) da Califórnia. Isso foi há nove anos, na mesma época que minha mãe morreu de câncer”, relata ele.

Ao contrário do haxixe vendido no Brasil, feito com restos de maconha de baixa qualidade, muitas vezes feito das sobras de resina que grudam na mão das pessoas que colhem a planta no Paraguai, o produto de Bamf passa por um complexo processo.

Assim que ele fez o primeiro haxixe usando uma técnica de extração à base de água, sem solventes, ele teve a certeza de que tinha condições de era algo inédito e quis colocar seu produto à prova num campeonato. Mas, para isso, era necessário ser dono de um dispensário. Apenas a loja Buds and Roses aceitou o pedido.

O produto de Bamf chamou a atenção logo no momento da inscrição por conta de sua cor clara – sinal de pureza – e por ser o único feito com água. A maioria dos concentrados, conta Harold, é feita com gás butano – o mesmo usado em isqueiros.

 

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Em meio a 40 competidores, o brasileiro ganhou seu primeiro seu primeiro troféu. No dia seguinte, ele viu sua popularidade disparar e seu produto se tornar uma referência num dos mercados mais exigentes do mundo. A demanda foi tão grande que ele conta ter ficado sete dias sem dormir fazendo haxixe sozinho em sua casa para dar conta de alguns pedidos.

Uma das encomendas foi feita pelo grupo americano de rap Cypress Hill. “Eles encostaram na minha casa com um caminhão cheio de maconha para eu fazer haxixe para eles. Perguntei se estavam loucos porque eu demoraria um ano para terminar aquilo sozinho. Uma semana após terminar o serviço, eles levaram outro caminhão cheio”, conta.

Pouco tempo depois, Harold fundou sua própria empresa, a Bamf, que aos poucos virou o nome com o que Harold passaria a ser conhecido no mercado canábico. O nome significa Badass Motherf***er e foi inspirado em uma cena do filme Pulp Fiction.

A Bamf começou a se tornar uma referência de qualidade na Califórnia. Ganhou oito Cannabis Cups consecutivas de melhor haxixe e passou a ser cultuado por usuários de maconha não só na Califórnia, mas ao redor do mundo.

“O campeonato não dá dinheiro, mas no momento que você sai do palco com o troféu, aparecem mais de 50 donos de lojas querendo comprar tudo o que você tem. Gente tirando maços de dinheiro e do bolso. Eu pensava que era até policial querendo me pegar”, conta.

A marca começou a virar moda. A Bamf passou a vender camisetas, souvenirs e sementes. No Instagram, a marca é elogiada por diversos consumidores – alguns, famosos – americanos e brasileiros. Mas o crescimento trouxe alguns problemas para Harold e ele sente medo dessa expansão.

“A Bamf me deixou muito satisfeito e ciumento. Hoje, tenho 35 funcionários, mas sinto medo de ampliar demais, crescer, e precisar entregar meu segredo para mais pessoas. Eu criei um monstro. Imagine criar um gorila dentro de um quarto. Uma hora você vai tomar um soco. Aconteceu isso comigo. Teve gente que veio, aprendeu e hoje criaram as coisas deles. Mas como eu comecei primeiro que todo mundo, ainda estou alguns passos à frente”, afirmou.

Mesmo assim, ele revelou à BBC News Brasil alguns “segredos” da estratégia para se obter um produto de alta pureza.

“O segredo maior é olhar para as flores da maconha como se ela fosse uma vaca. No momento em que você abate a vaca, ela deve estar em ambiente refrigerado para não degenerar. Quando você corta a maconha é a mesma coisa porque ela começa a morrer. Se você não mantiver ela refrigerada em uma hora para manter ela viva, a planta começa a secar e perde óleo”, afirmou.

Harold não deu mais detalhes, mas afirmou que mantém a planta congelada até o momento da extração, e que “o solvente e o produto devem ser mantidos em temperaturas negativas”.

Maconha no Brasil

Harold diz que sua empresa está em plena expansão e conta que acabou de comprar uma área de 2 hectares – equivalente a mais de dois campos de futebol – no Estado de Oregon apenas para plantar maconha rica em CBD, usado principalmente para a produção de remédio.

Essa cepa não tem THC, o princípio ativo da planta, que causa o “barato”. Ele diz que fará isso porque se sente na obrigação de se colocar em todos os setores do mundo canábico.

Harold se diz triste com a lei de drogas brasileira. Para ele, a legalização do cultivo, comércio e consumo da erva poderiam ser de grande ajuda à combalida economia do país.

“A salvação do Brasil é a maconha. É a única coisa que pode gerar milhares de empregos e trilhões de reais no mercado econômico de maneira imediata e o povo precisa entender isso. O país está perto da linha do Equador, tem um clima perfeito e terra abundante, emprego. Sem falar que a maconha é matéria-prima de 35 mil produtos diferentes, num ciclo de dois meses. Para quê cortar árvore? Eu amo o Brasil e estou doido para e poder trabalhar com o que eu gosto no meu país”, afirmou.

Ele pondera, por outro lado, que até mesmo o mercado americano ainda não é tão claro sobre o que pode ser feito.

“Eu mesmo fui preso há três anos. Aqui é legal, mas ao mesmo tempo não é. Fui parado por um policial e tinha 20 kg de maconha no carro. Eu tinha uma licença e disse que mostraria ao policial, mas ele disse que rasgaria o documento caso eu mostrasse. A sorte é que nos EUA você não é condenado até esgotar o processo. Depois de dois anos e meio, fui absolvido”, afirmou.

Na Califórnia, a venda da maconha recreativa é legal. Por outro lado, a erva continua classificada como um narcótico ilegal sob a lei federal americana.

“Há um conflito de leis federais e estaduais que cria uma zona cinzenta nos Estados Unidos. Há a legalização, mas por outro lado há uma grande dificuldade para conseguir as licenças e isso causa uma grande insegurança jurídica”, diz o advogado Ricardo Nemer.

Já no Brasil, ativistas dizem que o caminho mais provável para descriminalizar o uso da maconha e dar o primeiro passo rumo à legalização é o julgamento no STF de um processo que pode revogar o artigo 28 da Lei Antidrogas. Isso permitiria a posse de pequenas quantias e plantio da erva para consumo próprio.

Esse processo, parado desde 2015 após o ministro Teori Zavascki pedir vistas, está marcado para ser retomado no dia 5 de junho. A pausa ocorre porque, depois da morte de Zavascki, o caso foi para as mãos de Alexandre de Moraes.

No ponto de vista do músico Badaui, que diz ter visitado diversos países onde há regulamentação, tolerância ou descriminalização do uso da cannabis, diz que é apenas uma questão de tempo para que o mesmo ocorra no Brasil.

“Há dez anos, esse assunto era tratado como tabu. Hoje, todos sabem que esse consumo não vai parar e que não tem como seguir outro caminho a não ser o da legalização. Por mais conservador que seja o governo, o Brasil sempre seguiu o modelo americano. É hora de desmantelar o mercado negro e explorarmos economicamente a cannabis”, afirmou o músico.

Bamf também acha que a legalização da cannabis no Brasil não deve demorar. Ele diz que diversos setores da sociedade estão fazendo uma grande pressão no sentido de permitir o consumo e o comércio da erva, como ocorreu antes da legalização em países como Canadá e Uruguai.

“Chega uma hora em que a polícia não tem condições de ir atrás de quem planta e fuma. Os próprios policiais se questionam se eles devem ir atrás de político ladrão e grandes bandidos ou se vão ficar perdendo tempo indo atrás de usuário de maconha num país com tanto problema de verdade.”

Época Negócios, com BBC

 

 

Opinião dos leitores

  1. Isso é uma grande notícia, quando muitos chorão os seus filhos mortos pelas drogas aí vem essa grande materia ,isso sim é louvável!!!

    1. Eu ia comentar justamente isso. Mas pelo seu Nick vc deve estar sendo irônico. Já Eu, falo sério.

  2. Reportagem muito educativa, que esse doido fique por lá mesmo, aqui já temos muitas cracolândias.

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Geral

Ex-assessor de Trump publica imagem e chama de “último retrato de Xandão antes da prisão”

Foto: Reprodução/X/Jason Miller

Jason Miller, ex-assessor do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, compartilhou no X uma imagem de um homem calvo segurando uma caneta. Na legenda, escreveu: “O último retrato de Xandão antes de ir para a prisão”, conforme informações da Crusoé.

A publicação ocorre após a divulgação de relatório do Comitê Judiciário da Câmara dos EUA sobre “ataque à liberdade de expressão no Brasil”. O documento cita o ministro do STF Alexandre de Moraes como suposto responsável por liderar ações que afetariam a liberdade de expressão no país.

Segundo o relatório, Moraes teria emitido ordens globais de remoção de conteúdo, coordenado com entidades estrangeiras e participado de decisões que reduziram proteções legais de plataformas digitais.

O documento ainda menciona plataformas como X, Rumble e Truth Social. “Quando plataformas se recusaram a cumprir integralmente as exigências de censura, o ministro Moraes as multou e ordenou o encerramento de suas operações no Brasil”, diz trecho do relatório.

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Geral

DE PARTIR O CORAÇÃO: morte de duas mulheres em acidente na Rota do Sol gera comoção nas redes sociais e entre familiares

Foto: Reprodução/Redes sociais

A morte de duas jovens mulheres no grave acidente ocorrido na Rota do Sol, entre Natal e Parnamirim, no final da manhã desta quinta-feira (2), gerou forte comoção nas redes sociais e em grupos de WhatsApp ao longo do dia. Segundo equipes que atenderam a ocorrência, as vítimas foram identificadas como Kezia Karoliny Alves Tarquino, de 40 anos, e Carolina Xavier da Silveira, de 44.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a colisão envolveu dois veículos. Um T-Cross, que trafegava no sentido Pium, teria perdido o controle da direção, invadido a pista contrária e colidido frontalmente com um Citroën C3, que seguia no sentido Ponta Negra, na zona Sul de Natal.

Equipes do Corpo de Bombeiros, do Samu e do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) foram mobilizadas para o resgate. Uma adolescente que estava em um dos veículos foi socorrida pela aeronave Potiguar 01 e levada para atendimento médico no Hospital Walfredo Gurgel. As equipes ainda tentaram reanimar as duas mulheres no local, mas os óbitos foram confirmados ainda na rodovia.

Ao longo do dia, amigos, familiares e conhecidos passaram a publicar mensagens de despedida e homenagens nas redes sociais, destacando a dor da perda repentina.

Carolina Xavier era casada com o professor de jiu-jitsu Andrade Neto, conhecido no meio esportivo, e a filha do casal permanece internada para tratamento médico. Já Kezia Karoliny Alves Tarquino, segundo relatos de pessoas próximas, atuava como servidora da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.

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Geral

Jussara Sales fortalece ação social e Prefeitura de Extremoz distribui 6 mil quilos de peixe na Semana Santa

Foto: Divulgação

A Prefeitura de Extremoz realizou, nesta quinta-feira (2), a tradicional distribuição de peixe da Semana Santa. Ao todo, foram entregues 6 mil quilos do pescado, beneficiando 6 mil famílias com o alimento que será consumido neste período religioso da Páscoa.

A prefeita Jussara Sales participou da entrega nos locais, reforçando o compromisso da gestão municipal com políticas públicas voltadas à segurança alimentar e ao bem-estar da população.

Foto: Divulgação

“É um momento que tem um significado especial e nossa ação garante o alimento na mesa de quem mais precisa”, destacou Jussara Sales.

A iniciativa foi bem recebida pela população. “Esse peixe chega em uma boa hora. Ajuda muito a gente aqui de casa, principalmente nesse período da Semana Santa. Fico muito agradecida pela prefeitura lembrar da gente e trazer esse apoio para as famílias da comunidade”, disse Maria José da Silva, moradora da comunidade do Comum.

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Geral

VÍDEO: BACANAGEM POUCA É BOBAGEM: Helicóptero faz praia de pista de pouso para pegar duas mulheres e um pet

Imagens: Cedidas

Um helicóptero chamou a atenção de banhistas nesta quinta-feira (2) ao pousar na faixa de areia da praia de Cotovelo, no município de Parnamirim, na Região Metropolitana de Natal. A movimentação ocorreu na presença de frequentadores da praia e foi registrada por pessoas que estavam no local.

Segundo relatos de quem presenciou a cena, duas mulheres e um cachorro se aproximaram da aeronave logo após o pouso e entraram no helicóptero. Pouco depois do embarque, a aeronave levantou voo novamente, deixando a área da praia.

O pouso e a decolagem ocorreram na própria faixa de areia, área bastante frequentada por banhistas. Vídeos do momento passaram a circular nas redes sociais e mostram o helicóptero parado na areia enquanto as passageiras se aproximam da aeronave.

Até o momento, não há informações oficiais sobre a origem do voo nem sobre autorização para o pouso no local. Também não houve registro de feridos ou ocorrência policial relacionada ao episódio.

Opinião dos leitores

  1. Inveja da pow, mandei pegar minha esposa, minha filha e Fifi para irem almoçar em Jampa. Inveja mata pow. Kkk

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Política

O QUE ACONTECEU? Por que Allyson apagou? Pesquisa que usou para se promover vira processo no TRE por fraude

Foto: Reprodução

Uma pesquisa que o ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra usou para divulgar que estaria na frente da disputa eleitoral virou alvo de apuração por fraude no TRE.

O motivo é documentado: os dados publicados não correspondem ao questionário oficialmente registrado na Justiça Eleitoral. Nomes que nunca foram perguntados aos entrevistados aparecem nos resultados. Um nome que estava no questionário desapareceu completamente da divulgação. Allyson celebrou os números, depois apagou o post. O TRE vai investigar.

O que o documento registrado revela

A pesquisa é a de registro nº RN-09960/2026, do Instituto Ranking de Pesquisas, aplicada entre 24 e 26 de março de 2026, com 1.500 entrevistados em 83 municípios do estado.

Os resultados foram divulgados em 29 de março pelo portal Fonte83. Allyson compartilhou.

O problema está na comparação entre o que foi publicado e o que foi registrado.

O questionário depositado oficialmente no TRE listava exatamente três nomes para o cargo de senador. Apenas esses três. É o que consta no documento assinado digitalmente e entregue à Justiça Eleitoral antes da pesquisa começar.

Os resultados publicados apresentam um cenário que esse questionário jamais poderia ter produzido.
Primeiro, aparecem candidatos ao Senado que nunca foram mencionados aos entrevistados. Nenhum deles constava do questionário registrado.

Nenhum deles foi perguntado a um único eleitor sequer.
Segundo, e mais grave: um dos nomes que estava no questionário oficial desaparece completamente dos resultados publicados.

Um candidato listado nominalmente no documento registrado no TRE não aparece em nenhum gráfico, em nenhuma tabela, em nenhuma linha da divulgação feita pelo portal Fonte83.

Os dados publicados e o questionário registrado descrevem pesquisas diferentes. Não há explicação técnica para essa divergência.

Processo instaurado hoje no TRE

O Partido Liberal protocolou nesta quinta-feira, 2 de abril, requerimento formal no TRE-RN exigindo acesso ao sistema interno de controle da pesquisa. O processo recebeu o número 0600100-31.2026.6.20.0000 e foi distribuído à Relatoria da Vice-Presidência do Tribunal.

O pedido é respaldado pela Resolução TSE nº 23.600/2019, que garante a partidos o direito de confrontar os dados publicados com os registros originais, incluindo planilhas individuais e identificação dos entrevistadores de campo.

Allyson usou e apagou

Allyson Bezerra não explicou por que apagou o post. Não se pronunciou sobre as irregularidades. Não disse o que sabia — ou deveria saber — sobre a pesquisa que escolheu celebrar.

A Justiça Eleitoral vai responder o que o candidato preferiu o silêncio.

Opinião dos leitores

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Judiciário

STF barra prorrogação da CPMI do INSS e impede acesso a dados de voos de ministros em aviões de Vorcaro

Foto:Reprodução

A decisão do STF, de barrar a prorrogação da CPMI do INSS acabou impedindo que o colegiado tivesse acesso a informações sobre voos de ministros da Corte em aeronaves ligadas ao banqueiro Daniel Vorcaro. A votação ocorreu no dia 26 de março, quando o STF derrubou decisão do ministro André Mendonça que autorizava a extensão dos trabalhos da comissão.

Antes do encerramento da CPMI, parlamentares haviam aprovado um requerimento solicitando à empresa Prime Aviation — usada por Vorcaro para administrar aeronaves — dados sobre voos e passageiros desde 2015. A companhia informou à comissão que precisaria de mais tempo para reunir as informações solicitadas, conforme informações do Metrópoles.

Segundo ofícios enviados ao colegiado, a empresa alegou inicialmente, em 19 de março, que não teria recebido o pedido original. Em nova comunicação, no dia 24 de março, quatro dias antes do fim da CPMI, a Prime Aviation informou que não conseguiu reunir a totalidade dos dados dentro do prazo estabelecido.

No documento encaminhado à comissão, a empresa afirmou que, “apesar das diligências já realizadas, não foi possível reunir a integralidade dos dados necessários ao atendimento completo da requisição”. Com o encerramento da CPMI após a decisão do STF e sem prorrogação pelo presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), o pedido não avançou.

Reportagens publicadas pelo jornal Folha de S.Paulo informaram que o ministro Alexandre de Moraes e sua esposa teriam usado aeronaves da empresa ligada a Vorcaro em viagens privadas. A publicação também relatou que o ministro Dias Toffoli teria usado aeronave administrada pela mesma empresa.

Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), citados pela reportagem, indicam que Toffoli utilizou o terminal executivo do aeroporto de Brasília em 4 de julho de 2025, data em que um voo da Prime Aviation partiu em direção a Marília (SP). Até o momento, as informações sobre passageiros solicitadas pela CPMI não foram oficialmente disponibilizadas à comissão.

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Educação

Shoe Box: alunos da Maple Bear Natal realizam entrega de presentes para instituições em ação alusiva à Páscoa

Foto: Divulgação

A Maple Bear Natal promoveu nestas terça (31) e quarta-feira (1º) mais uma edição da ação “Shoe Box”, que promove a entrega de caixas solidárias para instituições sociais no período da Páscoa. A iniciativa reafirma o compromisso com a formação cidadã e o olhar sensível para a comunidade. Em 2026, foram entregues 460 caixas solidárias para as instituições contempladas.

A ação mobilizou alunos, familiares e colaboradores em uma corrente de afeto que resultou na doação de chocolates para famílias atendidas por instituições de apoio social da Grande Natal. Na ocasião, os alunos realizaram a customização de caixas de sapato, que são preparadas para a entrega de chocolates para as instituições contempladas.

A iniciativa alcançou instituições como o Grupo de Apoio à Criança com Câncer (GAAC), Instituto Inspirar, AMICO, Casa Durval Paiva, Fundação Lar Celeste Auta de Souza e a Associação Macaibense de Acolhimento Institucional (AMAI). A ação, que vai além do gesto simbólico, se consolida como uma experiência de empatia, e principalmente, de responsabilidade social.

Foto: Divulgação

A ação contou com amplo engajamento da comunidade escolar, ampliando o alcance de iniciativas que fazem a diferença na vida de quem mais precisa e que refletem o compromisso da Maple Bear Natal com uma formação cidadã.

Mais do que celebrar a Páscoa, a ação reforça valores essenciais como solidariedade, compaixão e coletividade.

Maple Bear Natal

Com quase duas décadas de atuação na educação na cidade do Natal, a Maple Bear tem a marca da inovação, do compromisso com o ensino e com a formação de cidadãos. Fundamentada no modelo canadense, a escola tem proporcionado a milhares de alunos, durante toda a sua trajetória, uma experiência de aprendizado única. O modelo de educação estimula a autonomia, o pensamento crítico e a resolução de problemas, formando cidadãos para o futuro.

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Política

Pesquisa Metadata/Grupo Dial: em Natal, Cadu Xavier é candidato ao governo com maior índice de rejeição

Gráfico

A primeira pesquisa divulgada em parceria entre o Instituto Metadata e o Grupo Dial Natal aponta que o pré-candidato ao governo, Cadu Xavier, possui 35,3% derejeição entre os entrevistados, sendo aquele com o maior percentual, considerando os nomes postos pelo levantamento estimulado, ou seja, quando os nomes são apresentados.

Na sequência, surgem os nomes do ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias, com 22,4%, e Allyson Bezerra, com 9,5%. Aqueles que rejeitam todos ou não votariam em nenhum são 13,2%. Já os que não rejeitam nenhum/Poderiam votar em qualquer representam 8,8%. 10,8% não sabem ou não responderam.

A pergunta de rejeição eleitoral complementa a análise de intenção de voto ao permitir a identificação do potencial teto de cada candidatura. Candidatos com elevada rejeição tendem a enfrentar barreiras estruturais para ampliação de sua base de apoio, independentemente de estratégias de campanha.

Foto: Reprodução

A pesquisa Metadata/Grupo Dial está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RN-07708/2026 com 1.000 entrevistados nos dias 27 e 28 de março na cidade de Natal com um nível de confiança estatística de 95% e uma margem de erro máxima estimada de 3,1% pontos percentuais.

Opinião dos leitores

  1. O melhor é que em todo lugar Ele anda sorrindo como se estivesse feito um bem danado pra o RN. Com sua caneta e em parceria com fataoGD conseguiram acabar com a saúde, segurança e arruinar a educação. Aproveita Cadu e pula fora que a tua barcaça só entra água fí.

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Geral

VÍDEO: “MENOS TRIBUTOS”: Flávio Bolsonaro defende redução de impostos e mais eficiência do governo

Imagens: Reprodução/Instagram/Flávio Bolsonaro

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a defender nas redes sociais a redução de impostos e mais eficiência na gestão pública. Pré-candidato à Presidência da República, ele afirmou que o brasileiro enfrenta aumento no custo de vida e pressão tributária no dia a dia. Segundo ele, a população sente no bolso a alta de preços em áreas como combustíveis, energia elétrica e alimentação.

“Hoje, o brasileiro sente no bolso a alta dos preços e a pressão dos impostos. A resposta está em menos tributos sobre o que pesa no cotidiano e mais eficiência no uso do dinheiro público”, afirmou, em publicação nas redes.

Desde que anunciou a pré-candidatura, Flávio Bolsonaro tem intensificado sinais ao mercado e discutido propostas econômicas, enquanto avalia o momento para apresentar um plano de governo mais detalhado.

Levantamentos eleitorais recentes mostram o senador entre os principais nomes da direita em cenários de disputa com o presidente Lula (PT). Pesquisa do instituto Paraná Pesquisas divulgada na segunda-feira (30) aponta Flávio com 45,2% das intenções de voto em eventual segundo turno, contra 44,1% de Lula.

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Geral

[VÍDEO] SALVE-SE QUEM PUDER: O desmantelo que virou o atendimento na Unimed Natal

Um casal enviou ao BLOGDOBG imagens nesta quinta-feira (2) que mostram o desmantelo que virou o atendimento da Unimed Natal. A abertura do Centro Pediátrico, em Lagoa Nova, tem sido marcada por relatos de superlotação e preocupação entre pacientes. Crianças com suspeita de virose sendo atendidas no mesmo ambiente que bebês recém-nascidos, ainda sem vacinação, aumentando o risco de contaminação.

A usuária do plano registrou em vídeo a situação e fez diversas críticas. Segundo o relato, o espaço é pequeno para a demanda, o que levou muitos responsáveis a aguardarem atendimento do lado de fora, como forma de reduzir a exposição.

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