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FOTOS: Brasileiro se muda para a Califórnia para plantar maconha, ganha dez copas de melhor haxixe e vira ídolo

HAROLD WINSTON, O BAMF, DEIXOU O BRASIL AOS 18 ANOS PARA VIAGEM DE UMA SEMANA EM AMSTERDÃ E NÃO VOLTOU MAIS (FOTO: MALACHI BANALES/ DIVULGAÇÃO)

Proibido no Brasil e seis vezes mais caro que o ouro. O cristal de poucos centímetros, levemente amarelado, quase transparente, é exposto em lojas especializadas em maconha da Califórnia, na costa oeste dos Estados Unidos, como uma joia.

Cada grama do extrato ultraconcentrado de maconha produzido pelo brasileiro Harold Winston, mais conhecido como Bamf, de 34 anos, pode custar até US$ 250 — o equivalente a cerca de R$ 1.000. A porção é suficiente para fazer dois cigarros — misturando com tabaco ou ervas – ou usar até cinco vezes num bong — purificador, geralmente feito de vidro, utilizado para fumar maconha.

Harold deixou o Brasil em 2003, há 16 anos, atraído pelo desejo de trabalhar com cannabis. Antes de deixar o país, ele tinha plantado 400 pés de maconha no quintal da casa onde vivia com a família em Belo Horizonte. A mãe dele descobriu, destruiu o plantio e pagou ao filho uma viagem para ele passar uma semana em Amsterdã, na Holanda. Ele nem chegou a pegar o voo de volta e, desde então, só visitou a terra natal em festas de fim de ano.

Nesse período, Harold viveu cinco anos na Holanda, ganhou 10 prêmios em competições de maconha nos Estados Unidos e se tornou uma das maiores referências do mundo canábico.

No Brasil, o plantio, a venda ou a doação de maconha são considerados tráfico de drogas, crime punido com penas de 5 a 15 anos de prisão, além de multas. Usar a erva é considerada apenas uma contravenção. Nesses casos, o usuário deve prestar serviços à comunidade e fazer um curso sobre os danos causados pelo uso de drogas.

O advogado Ricardo Nemer, da Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas (Reforma) diz que muitas vezes a distinção entre usuário e traficante, feita principalmente pela Polícia Civil, é incerta e pode resultar em punições injustas.

“Depende do ‘achismo’ do delegado. Não há regra do que é pequena ou grande quantidade. Isso causa uma grande insegurança jurídica e enquadra diversos usuários como traficantes. Um exemplo são as pessoas que cultivam maconha para fazer extratos (como os produzidos por Bamf) e precisam de muitas plantas”, explica o advogado.

Mas o que há de tão especial na maconha concentrada?

“Você dá uma simples puxada e é como se você tivesse fumado uns dez baseados inteiros”, diz Fernando Badaui, de 43 anos, vocalista da banda CPM22. “Não tem nenhuma impureza. É como degustar um bom vinho. Quando você fuma uma maconha comum, tem o papel, folhas, galhos e tudo mais junto, fora a sujeira. Aquilo que o Bamf faz é o puro extrato de THC, o princípio ativo que causa a brisa. Eu já experimentei maconha em diversos países que visitei e digo que essa está entre as melhores do mundo.”

FERNANDO BADAUI (À ESQ.), VOCALISTA DA BANDA CPM22, VISITOU DIVERSAS VEZES O BRASILEIRO HAROLD WINSTON, NA CALIFÓRNIA (FOTO: FERNANDO BADAUI/ ARQUIVO PESSOAL)

Badaui é conhecido por ser um combativo ativista nas redes sociais pela liberação da maconha. No Instagram, por exemplo, ele faz constantes publicações para defender a descriminalização do uso e a regulamentação do plantio da erva no Brasil. Ele conta ter conversado com o skatista Bob Burnquist, outro assíduo defensor da cannabis.

“Falei pro Bob que a gente está junto nessa. A imagem dele é muito importante para mostrar que um atleta de elite pode usar maconha”, afirmou Badaui em entrevista à BBC News Brasil.

O brasileiro Harold diz que Badaui o visita duas vezes por ano na Califórnia e que já experimentou vários de seus produtos. “A gente virou amigo. Ele é um ativista que representa muito nossa luta e eu acho lindo todos esses caras de peso desmistificando o uso da maconha. Eles demonstram que podem fumar e serem grandes profissionais. A manifestação pública dessas pessoas é um dos caminhos para a legalização no Brasil”, afirmou.

‘Amor’ pela erva

Harold nasceu na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, mas seus pais avaliaram que não teriam condições de criá-lo. Aos três meses de idade, o bebê foi adotado por americanos que viviam em Belo Horizonte e o batizaram com o nome do avô americano.

“Eu sempre fui um moleque doido, talvez pelo fato de ser adotado. Fui expulso de todas as escolas por onde passei em Belo Horizonte”, conta o brasileiro. Ele diz que ter se tornado uma referência na produção de maconha na Califórnia é a realização de seu maior sonho.

Todo esse amor pela maconha, conta Bamf, começou assim que experimentou a erva pela primeira vez, aos 16 anos.

“O problema foi que eu gostei demais, irmão. Um dia depois de sentir aquela sensação, comprei 25 gramas (suficiente para produzir até cerca de 50 baseados). Foi doido. A partir daquele dia, eu queria ver coisas sobre maconha o dia todo, queria experimentar a melhor maconha do mundo e fiquei na caça daquilo. Naquele mesmo ano, descobri o haxixe e pirei de vez”, conta o brasileiro aos risos.

Na época, ele passou a ter acesso e consumir grandes quantidades de haxixe trazido do Paraguai. Mas ele conta que sentia desgosto por consumir algo sujo e de procedência desconhecida. Seu sonho passou a ser produzir seu próprio concentrado, de alta pureza.

400 plantas no quintal

Sem se importar com as leis brasileiras, o adolescente passou a plantar maconha no quintal de casa, em 2002. E num volume capaz de atrair muita atenção.

 

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“Eu meti 400 plantas lá. Falei para a minha mãe que era ayahuasca porque era legal. Mas depois de certo tempo, uma amiga dela foi lá em casa e viu o cultivo. Eu estava na esperança de que não acontecesse nada, mas essa mulher colocou algumas folhas no bolso antes de ir embora. Dois dias depois, minha mãe descobriu que era maconha, ficou puta comigo e destruiu todas as plantas”, diz Harold.

Além de sustentar seu consumo diário da erva, o cultivo fornecia material para que fizesse seus primeiros testes. Na época, ele conta que passava o dia cuidando das plantas, estudando e discutindo novas técnicas para aumentar sua produção e fazer extratos de qualidade. Sua fonte era o site brasileiro Growroom, o maior fórum online sobre maconha da América Latina, com mais de 120 mil inscritos.

“O Growroom para mim era um portal da coisa mais secreta do mundo. Passava o dia ali como um louco, como se o fórum fosse um livro aberto na minha frente. Ali, foi com certeza minha primeira escola, a base de tudo que aprendi até hoje”, relata.

Depois de duas semanas sem falar com o filho por conta da plantação em seu quintal, sua mãe, Nilza Cozac, o chamou para dar uma bronca e ter uma conversa franca. Cozac, conta Harold, foi a primeira mulher a se formar em direito em Minas Gerais e tinha um profundo conhecimento sobre a legislação.

“Minha mãe já tinha mais de 60 anos, mas era muito cabeça aberta. Ela me alertou que uma plantação daquele tamanho era motivo para o governo querer tomar nossa casa, um dos poucos assuntos que despertavam atenção do governo e policiais. E disse que me presentearia com uma viagem de uma semana para Amsterdã, na Holanda, quando completasse 18 anos. Ela queria que eu conhecesse um lugar onde pudesse fumar maconha sem problemas”, conta.

Viagem para Amsterdã

A mãe cumpriu a promessa. E ele nunca mais voltou para o Brasil.

“Eu fiquei muito louco quando cheguei lá (em 2003). Parecia uma criança em loja de brinquedo. Fiquei matutando como eu poderia ficar na Holanda e passar a vender maconha por um preço 100 vezes melhor do que as pessoas no Brasil. Minha mãe ficou desesperada quando soube”.

Harold conta que morou durante um ano em um apartamento para refugiados africanos em Amsterdã, que alugava por 300 euros. Durante esse tempo, ele fez contatos e aprimorou seus conhecimentos sobre a erva.

“Eu me envolvi com pessoas que achava que tinham maconha e haxixe bom. Na Holanda, a maconha é apenas tolerada. Durante os cinco anos que fiquei no país, vi muita gente sendo presa, inclusive conhecidos. Logo começaram a me dizer que eu estava no lugar errado, que eu deveria ir para a Califórnia”, diz.

Depois de fazer uma série de pesquisas e assistir a vídeos no YouTube, ele decidiu se mudar para os Estados Unidos.

Primeiro, ele foi para Nova York, mas depois de um ano vivendo “num frio dos infernos” e presenciando uma forte repressão policial contra usuários de maconha, ele resolveu se mudar, em 2009, para Los Angeles, na Califórnia, onde vive até hoje.

“Eu mal cheguei e enlouqueci. Eu fiquei gritando na rua, literalmente, porque a cada esquina tinha loja para você comprar equipamentos. Você fica louco mesmo. Entrei na primeira que eu vi e fiquei conversando com o dono durante horas sem parar”, lembra Bamf com euforia.

Três dias depois de chegar à “meca” da maconha, Harold comprou uma luz especial – ideal para seis plantas – e começou a plantar a própria erva dentro de casa. Seis meses depois, tinha dez lâmpadas. Um ano depois, tinha 15.

Depois da longa experiência em Amsterdã, o jovem avaliou que o mercado na Califórnia tinha bons equipamentos, uma legislação muito favorável, mas ainda era pouco desenvolvido. Sua maior surpresa, porém, foi quando assistiu à uma edição da Cannabis Cup, a maior competição de maconha dos EUA, promovida pela revista High Times.

“Eu não acreditei que os caras vacilavam tanto. Num país de primeiro mundo, com ótimos equipamentos e maconha boa, eles poderiam fazer muito mais”, relata o brasileiro. Aquele era o incentivo que faltava para ele começar sua própria produção e buscar seu espaço no mercado.

Riscos para a saúde

O professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e coordenador, há 30 anos, do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da universidade, Dartiu Xavier, condena o uso de maconha por adolescentes, como fez Harold.

“Eu acho que ninguém deveria fumar antes dos 18. Alguns autores dizem a partir dos 21. O ponto mais preocupante é que a maconha pode desencadear uma psicose, quando o usuário sai da realidade. Caso ele tenha uma predisposição para isso, a maconha pode funcionar como um gatilho”, explicou.

Por outro lado, o médico afirma que no seu ponto de vista a regulamentação do uso da maconha diminuiria o consumo da erva no país e seria um avanço na área da saúde.

“Nos lugares onde existem políticas mais tolerantes ou legalização, como a Holanda ou Estados Unidos, as pessoas não fogem das informações. Há inclusive uma grande política de redução de riscos. No clima de proibicionismo como há aqui, ninguém tem informação. A Holanda, inclusive, é um dos poucos países onde o consumo de maconha vem caindo. Uma prova cabal de que a proibição do uso aumenta o consumo”, afirmou Xavier.

Entretanto, o coordenador do Projeto Antitabágico do Hospital Universitário da USP, João Paulo Lotufo, diz que qualquer relaxamento em relação ao consumo de maconha seria um erro.

“Nos Estados Unidos e no Uruguai, onde o uso é permitido, dobrou o número de dependentes. Se hoje há um surto psicótico a cada 100 pessoas, se libera, você dobra para 2. Vai subir o número de acidentes automobilísticos causados pelo uso da droga, sem contar que as lesões causadas pela maconha no cérebro são irreversíveis”, disse o médico.

BAMF GANHOU DEZ PRÊMIOS – OITO CONSECUTIVOS – DE MELHOR EXTRAÇÃO DE MACONHA PELA REVISTA MAIS IMPORTANTE SOBRE O ASSUNTO NOS EUA (FOTO: BBC)

Lotufo diz ainda que a maconha é mais cancerígena que o tabaco (com base em estudo publicado na revista European Respiratory Journal em 2008) e que os custos arrecadados com impostos em caso de regulamentação não seriam suficientes nem mesmo para bancar o aumento dos gastos com saúde.

“O imposto arrecadado com a venda de cigarros também não cobre a lesão que o tabaco provoca no sistema de saúde. Liberar o uso no Brasil seria um absurdo. Alguns falam na internet que a maconha é medicinal, mas não tem nada disso. O canabidiol (CBD) sim é medicinal, mas trata-se de um extrato que nada tem a ver com o uso recreativo”, afirmou o médico da USP.

Para ele, a pressão para a regulamentação do uso recreativo ocorre por uma forte pressão financeira, que ignora os riscos à saúde.

Técnica secreta

O primeiro passo de Harold Winston para entrar no mercado canábico foi convencer Nikka T, produtor do que muitos consideram o melhor haxixe vendido nos EUA na época, a ensiná-lo a fazer o produto. Haxixe é uma pasta densa feita da resina de maconha, fumada em bong, narguilé ou em cigarro- misturado com tabaco ou maconha.

“Fiquei enchendo o saco dele igual um fã durante seis meses, até que um dia ele resolveu me ensinar. Ele me convidou e eu fui até o Colorado para aprender a técnica e, na semana seguinte, eu já era o melhor hashmaker (produtor de haxixe) da Califórnia. Isso foi há nove anos, na mesma época que minha mãe morreu de câncer”, relata ele.

Ao contrário do haxixe vendido no Brasil, feito com restos de maconha de baixa qualidade, muitas vezes feito das sobras de resina que grudam na mão das pessoas que colhem a planta no Paraguai, o produto de Bamf passa por um complexo processo.

Assim que ele fez o primeiro haxixe usando uma técnica de extração à base de água, sem solventes, ele teve a certeza de que tinha condições de era algo inédito e quis colocar seu produto à prova num campeonato. Mas, para isso, era necessário ser dono de um dispensário. Apenas a loja Buds and Roses aceitou o pedido.

O produto de Bamf chamou a atenção logo no momento da inscrição por conta de sua cor clara – sinal de pureza – e por ser o único feito com água. A maioria dos concentrados, conta Harold, é feita com gás butano – o mesmo usado em isqueiros.

 

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Em meio a 40 competidores, o brasileiro ganhou seu primeiro seu primeiro troféu. No dia seguinte, ele viu sua popularidade disparar e seu produto se tornar uma referência num dos mercados mais exigentes do mundo. A demanda foi tão grande que ele conta ter ficado sete dias sem dormir fazendo haxixe sozinho em sua casa para dar conta de alguns pedidos.

Uma das encomendas foi feita pelo grupo americano de rap Cypress Hill. “Eles encostaram na minha casa com um caminhão cheio de maconha para eu fazer haxixe para eles. Perguntei se estavam loucos porque eu demoraria um ano para terminar aquilo sozinho. Uma semana após terminar o serviço, eles levaram outro caminhão cheio”, conta.

Pouco tempo depois, Harold fundou sua própria empresa, a Bamf, que aos poucos virou o nome com o que Harold passaria a ser conhecido no mercado canábico. O nome significa Badass Motherf***er e foi inspirado em uma cena do filme Pulp Fiction.

A Bamf começou a se tornar uma referência de qualidade na Califórnia. Ganhou oito Cannabis Cups consecutivas de melhor haxixe e passou a ser cultuado por usuários de maconha não só na Califórnia, mas ao redor do mundo.

“O campeonato não dá dinheiro, mas no momento que você sai do palco com o troféu, aparecem mais de 50 donos de lojas querendo comprar tudo o que você tem. Gente tirando maços de dinheiro e do bolso. Eu pensava que era até policial querendo me pegar”, conta.

A marca começou a virar moda. A Bamf passou a vender camisetas, souvenirs e sementes. No Instagram, a marca é elogiada por diversos consumidores – alguns, famosos – americanos e brasileiros. Mas o crescimento trouxe alguns problemas para Harold e ele sente medo dessa expansão.

“A Bamf me deixou muito satisfeito e ciumento. Hoje, tenho 35 funcionários, mas sinto medo de ampliar demais, crescer, e precisar entregar meu segredo para mais pessoas. Eu criei um monstro. Imagine criar um gorila dentro de um quarto. Uma hora você vai tomar um soco. Aconteceu isso comigo. Teve gente que veio, aprendeu e hoje criaram as coisas deles. Mas como eu comecei primeiro que todo mundo, ainda estou alguns passos à frente”, afirmou.

Mesmo assim, ele revelou à BBC News Brasil alguns “segredos” da estratégia para se obter um produto de alta pureza.

“O segredo maior é olhar para as flores da maconha como se ela fosse uma vaca. No momento em que você abate a vaca, ela deve estar em ambiente refrigerado para não degenerar. Quando você corta a maconha é a mesma coisa porque ela começa a morrer. Se você não mantiver ela refrigerada em uma hora para manter ela viva, a planta começa a secar e perde óleo”, afirmou.

Harold não deu mais detalhes, mas afirmou que mantém a planta congelada até o momento da extração, e que “o solvente e o produto devem ser mantidos em temperaturas negativas”.

Maconha no Brasil

Harold diz que sua empresa está em plena expansão e conta que acabou de comprar uma área de 2 hectares – equivalente a mais de dois campos de futebol – no Estado de Oregon apenas para plantar maconha rica em CBD, usado principalmente para a produção de remédio.

Essa cepa não tem THC, o princípio ativo da planta, que causa o “barato”. Ele diz que fará isso porque se sente na obrigação de se colocar em todos os setores do mundo canábico.

Harold se diz triste com a lei de drogas brasileira. Para ele, a legalização do cultivo, comércio e consumo da erva poderiam ser de grande ajuda à combalida economia do país.

“A salvação do Brasil é a maconha. É a única coisa que pode gerar milhares de empregos e trilhões de reais no mercado econômico de maneira imediata e o povo precisa entender isso. O país está perto da linha do Equador, tem um clima perfeito e terra abundante, emprego. Sem falar que a maconha é matéria-prima de 35 mil produtos diferentes, num ciclo de dois meses. Para quê cortar árvore? Eu amo o Brasil e estou doido para e poder trabalhar com o que eu gosto no meu país”, afirmou.

Ele pondera, por outro lado, que até mesmo o mercado americano ainda não é tão claro sobre o que pode ser feito.

“Eu mesmo fui preso há três anos. Aqui é legal, mas ao mesmo tempo não é. Fui parado por um policial e tinha 20 kg de maconha no carro. Eu tinha uma licença e disse que mostraria ao policial, mas ele disse que rasgaria o documento caso eu mostrasse. A sorte é que nos EUA você não é condenado até esgotar o processo. Depois de dois anos e meio, fui absolvido”, afirmou.

Na Califórnia, a venda da maconha recreativa é legal. Por outro lado, a erva continua classificada como um narcótico ilegal sob a lei federal americana.

“Há um conflito de leis federais e estaduais que cria uma zona cinzenta nos Estados Unidos. Há a legalização, mas por outro lado há uma grande dificuldade para conseguir as licenças e isso causa uma grande insegurança jurídica”, diz o advogado Ricardo Nemer.

Já no Brasil, ativistas dizem que o caminho mais provável para descriminalizar o uso da maconha e dar o primeiro passo rumo à legalização é o julgamento no STF de um processo que pode revogar o artigo 28 da Lei Antidrogas. Isso permitiria a posse de pequenas quantias e plantio da erva para consumo próprio.

Esse processo, parado desde 2015 após o ministro Teori Zavascki pedir vistas, está marcado para ser retomado no dia 5 de junho. A pausa ocorre porque, depois da morte de Zavascki, o caso foi para as mãos de Alexandre de Moraes.

No ponto de vista do músico Badaui, que diz ter visitado diversos países onde há regulamentação, tolerância ou descriminalização do uso da cannabis, diz que é apenas uma questão de tempo para que o mesmo ocorra no Brasil.

“Há dez anos, esse assunto era tratado como tabu. Hoje, todos sabem que esse consumo não vai parar e que não tem como seguir outro caminho a não ser o da legalização. Por mais conservador que seja o governo, o Brasil sempre seguiu o modelo americano. É hora de desmantelar o mercado negro e explorarmos economicamente a cannabis”, afirmou o músico.

Bamf também acha que a legalização da cannabis no Brasil não deve demorar. Ele diz que diversos setores da sociedade estão fazendo uma grande pressão no sentido de permitir o consumo e o comércio da erva, como ocorreu antes da legalização em países como Canadá e Uruguai.

“Chega uma hora em que a polícia não tem condições de ir atrás de quem planta e fuma. Os próprios policiais se questionam se eles devem ir atrás de político ladrão e grandes bandidos ou se vão ficar perdendo tempo indo atrás de usuário de maconha num país com tanto problema de verdade.”

Época Negócios, com BBC

 

 

Opinião dos leitores

  1. Isso é uma grande notícia, quando muitos chorão os seus filhos mortos pelas drogas aí vem essa grande materia ,isso sim é louvável!!!

    1. Eu ia comentar justamente isso. Mas pelo seu Nick vc deve estar sendo irônico. Já Eu, falo sério.

  2. Reportagem muito educativa, que esse doido fique por lá mesmo, aqui já temos muitas cracolândias.

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Esporte

ABC repudia e promete buscar punição para o árbitro cearense

Foto: Victor Ferreira

A goleada sofrida pelo ABC diante do Vitória-BA, por 6 a 2, no primeiro confronto da semifinal da Copa do Nordeste, realizado em Salvador, acabou ficando em segundo plano após a forte reação dos jogadores e da comissão técnica alvinegra contra a atuação da arbitragem. Expulso ainda no primeiro tempo após cometer pênalti em Mateusinho, o zagueiro Edson foi um dos mais duros nas críticas ao árbitro da partida, Léo Simão Holanda (CE), acusando a condução do jogo de desequilibrar emocionalmente a equipe potiguar.

Em nota divulgada após o confronto, o defensor afirmou que “é impossível ficar em silêncio após o que aconteceu na arbitragem da partida”. O atleta reclamou principalmente da mudança de interpretação no lance que resultou em sua expulsão. “No lance do pênalti, ainda que exista interpretação para a marcação, o árbitro aplica cartão amarelo e, posteriormente, altera sua decisão para cartão vermelho, impondo uma punição excessiva e desproporcional ao lance”, destacou.

Edson também alegou que houve uma falta anterior no início da jogada, ignorada pela arbitragem e pelo VAR. “Para piorar, acontece antes uma falta clara que deveria ter interrompido o lance imediatamente. Uma infração evidente, ignorada pela arbitragem e sequer revisada, comprometendo completamente a sequência da jogada”, reclamou o defensor, que ainda denunciou ameaças feitas aos atletas por integrantes da arbitragem durante a partida.

O ABC reforçou o posicionamento do jogador por meio de nota oficial, onde afirmou “profunda indignação e repúdio” à atuação da equipe de arbitragem. O clube informou que o departamento jurídico irá tomar “todas as medidas cabíveis”, incluindo representação formal contra a arbitragem nas instâncias competentes. A direção alvinegra também confirmou já ter solicitado as imagens e os áudios do VAR do confronto disputado no estádio Barradão.

Na entrevista coletiva após a partida, o técnico Waguinho Dias também demonstrou forte irritação com a arbitragem, embora tenha procurado dividir a análise entre os acontecimentos do primeiro e do segundo tempo. Para o treinador, até a expulsão de Edson o ABC fazia uma das melhores apresentações da temporada.

“Seguramente o primeiro tempo foi um dos melhores primeiros tempos que o ABC fez desde que eu estou aqui. Nós enfrentamos uma equipe de Série A, saímos na frente duas vezes e fomos dominantes na partida”, afirmou.

Waguinho destacou que o problema maior foi o impacto emocional provocado pelas decisões da arbitragem no intervalo da partida. “Existiu um desequilíbrio emocional muito grande no vestiário. Foi enorme. Todos os atletas estavam muito revoltados”, revelou. O comandante alvinegro ainda criticou a postura do árbitro no tratamento com os jogadores. “Todas as vezes que os nossos atletas foram falar com ele, ele foi muito ríspido. As respostas foram duras e isso acabou inibindo demais qualquer situação de reclamação”, ressaltou.

Apesar da vantagem construída pelo Vitória, Waguinho afirmou que o ABC ainda pretende lutar pela classificação no jogo da volta, em Natal. Antes disso, porém, o clube volta as atenções para o clássico contra o América, pela Série D do Campeonato Brasileiro, competição considerada prioridade máxima pelo treinador alvinegro na temporada.

Tribuna do Norte

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Polícia

VÍDEO: Mulher de 18 anos é presa suspeita de maus-tratos contra cachorros em Natal

 

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Um post compartilhado por BlogdoBG (@blogdobg)

Vídeo: Divulgação

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte, em ação conjunta com a Polícia Científica, prendeu, nesta quinta-feira (21), uma mulher de 18 anos, suspeita da prática do crime de maus-tratos contra dois cães sem raça definida, no bairro Dix-Sept Rosado, em Natal/RN.

De acordo com as investigações, a equipe policial compareceu à residência após o recebimento de uma denúncia anônima. No local, os policiais foram recebidos por uma mulher, que alegou que os animais pertenciam à sua genitora, ausente no momento da abordagem.

A ação contou com o apoio da Polícia Científica, por meio de perícia médico-veterinária, que constatou a situação de maus-tratos. Os animais apresentavam sinais de magreza excessiva e estavam em ambiente insalubre, cercado por fezes, sem acesso adequado à alimentação e água limpa.

A mulher foi conduzida para os procedimentos cabíveis. Os animais foram resgatados e receberão os cuidados necessários.

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Política

Flávio tem 47% e Lula, 44% no 2º turno, diz pesquisa

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Foto: Reprodução

Levantamento da Gerp divulgado nesta 6ª feira (22.mai.2026) mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 47% das intenções de voto, contra 44% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em eventual disputa de 2º turno. Com a margem de erro, os pré-candidatos estão tecnicamente empatados.

Lula vence os cenários testados com Romeu Zema (Novo), Ciro Gomes (PSDB) e Ronaldo Caiado (PSD). Eis como os entrevistados responderam:

A pesquisa entrevistou 2.000 eleitores do Brasil de 18 a 21 de maio. A margem de erro é de 2,24 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95,5%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral é BR-07971-2026. Segundo a empresa, o estudo custou R$ 20.000 e foi pago com recursos próprios.

Poder360

Opinião dos leitores

  1. CHUPA, JUMENTADA!!! INVENTA OUTRA, INTERCEPT!!! VOCÊ TIROU LULA DA CADEIA, MAS AGORA A COISA É DIFERENTE.🚨😵‍💫😭😭😭😭

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Cidades

RN quita menos da metade dos R$ 796 milhões honrados pela União em 10 anos

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Foto: Magnus Nascimento

O Rio Grande do Norte soma R$ 796,50 milhões em débitos pagos pela União entre 2016 e abril de 2026, de acordo com dados do Relatório Mensal de Garantias Honradas pela União em operações de crédito e Recuperação de Contragarantias (RMGH), do Tesouro Nacional. O pagamento é feito quando o ente (estado ou município) deixa de honrar a parcela de uma operação de crédito sob garantia. Entretanto, os entes precisam quitar o valor desembolsado pelo Tesouro por meio de contragarantias. Dados do RMGH mostram que menos da metade do volume total honrado no período (49,56%) foi quitado pelo RN junto à União.

Dos R$ 796,50 milhões pagos por débitos do RN, apenas R$ 394,78 milhões foram recuperados pela União. O relatório mostra ainda que entre 2016 e o 1º quadrimestre deste ano o RN foi o 4º estado do Nordeste com o maior volume de dívidas honradas pelo Tesouro, atrás do PI (R$ 875,5 mi), PE (R$ 1,4 bi) e MA (R$ 1,5 bI). O RJ é o campeão no País em dívidas honradas em 10 anos: R$ 45,9 bi. Considerando o período de 2016 até o mês passado, a União pagou R$ 87,8 bi em garantias de entes estaduais e municipais.

Quanto ao RN, entre 2016 e 2021, foram R$ 444,67 milhões em garantias pagas pelo Tesouro, o maior montante registrado no período. Em 2022, foram honrados R$ 35,11 milhões. Nos dois anos seguintes, não houve dívidas pagas pela União, mas no ano passado o volume honrado foi de R$ 226,19 milhões. Neste ano, até o mês passado, o montante honrado é de R$ 90,54 milhões.

Em nota, a Secretaria de Fazenda do RN (Sefaz) explicou que o passivo histórico acumulado possui como natureza operações de crédito garantidas pela União contraídas em exercícios anteriores. “O acionamento reiterado da União ocorreu por contingências estruturais, onde frustrações de receitas impuseram ao Estado a necessidade de preservar o fluxo de caixa, dado que a implementação da contragarantia pela União afetaria, de modo significativo, a sustentabilidade dos serviços públicos e o cumprimento das mais elementares obrigações constitucionais”, mencionou a pasta.

Segundo a Sefaz, o RN aderiu ao refinanciamento destas obrigações em 2022, tendo como base legal autorizativa a Lei Complementar n.º 178/2021, que autoriza refinanciar os valores em até 360 meses (30 anos). De acordo com a pasta, a previsão de pagamento dos R$ 401,72 milhões de garantias do Estado junto à União está dentro deste prazo

Tribuna do Norte

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Geral

Prefeitura de São Gonçalo define data do sorteio de 480 apartamentos do Minha Casa, Minha Vida

Foto: Divulgação

O sonho da casa própria está cada vez mais perto de se tornar realidade para centenas de famílias de São Gonçalo do Amarante. As obras dos residenciais do programa Minha Casa Minha Vida seguem avançando no município e o sorteio de 480 apartamentos já tem data marcada: será realizado no dia 30 de maio, às 9h, no Ginásio de Santo Antônio do Potengi.

Fruto de uma parceria entre o Governo Federal e a Prefeitura de São Gonçalo do Amarante, os empreendimentos representam um importante avanço no enfrentamento ao déficit habitacional do município, que atualmente possui 7.876 famílias aptas e atualizadas no sistema habitacional. Do total de unidades, 3% serão destinadas a pessoas com deficiência (PCD), garantindo mais inclusão e acessibilidade no processo.

Os Residenciais Teodósio Henrique e Maria Belo estão em diferentes etapas de execução. O Teodósio Henrique já alcançou 85% de conclusão, com 11 torres praticamente finalizadas. Neste momento, a obra entra na fase de acabamento, restando serviços como a instalação do piso vinílico, etapa realizada na reta final da construção. Já o Residencial Maria Belo está com 45% das obras executadas.

Além das unidades habitacionais, os condomínios foram planejados para oferecer mais qualidade de vida às futuras famílias moradoras. Os espaços contarão com áreas de convivência, centros comunitários e biblioteca. O Residencial Teodósio Henrique terá dois centros comunitários, enquanto o Maria Belo contará com outros dois equipamentos sociais, oferecendo oportunidade de convívio e a integração entre os moradores.

As construções utilizam o sistema de parede de concreto, tecnologia que oferece mais segurança, resistência e agilidade na execução das obras.

O engenheiro co-responsável pela obra, Jeová Júnior, natural da comunidade de Poço de Pedra, destacou a importância social do projeto e o orgulho de participar de uma iniciativa voltada para a população do próprio município.

“Como são-gonçalense, participar de uma obra como essa tem um significado muito especial. A gente sabe o quanto muitas famílias sonham com a casa própria. Então poder contribuir diretamente para entregar moradia digna ao povo da nossa cidade é motivo de muito orgulho para todos nós que estamos trabalhando aqui”, destacou.

Para garantir transparência em todas as etapas do processo, o Conselho Municipal de Habitação realizou visita técnica aos residenciais para acompanhar o andamento das obras e os preparativos para o sorteio. O processo será totalmente eletrônico, fiscalizado e acompanhado institucionalmente, garantindo mais segurança e credibilidade às famílias participantes.

Com os empreendimentos em ritmo acelerado, cresce também a expectativa de centenas de famílias que aguardam pela oportunidade de transformar um sonho antigo em realidade: a conquista do próprio lar.

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Brasil

FUTURA/APEX: para 71,5%, áudio com Vorcaro não muda opinião sobre Flávio

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Foto: Reprodução

Para 71,5% dos eleitores brasileiros, o áudio mandado pelo pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), ao ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, não impacta na opinião sobre o senador. É o que aponta pesquisa Futura/Apex divulgada nesta sexta-feira (22).

O levantamento foi realizado após o portal Intercept Brasil divulgar conversas e áudios entre o ex-banqueiro e Flávio, nos quais o parlamentar relata que está passando por momentos de dificuldade para conseguir arcar com os custos da produção. O repasse negociado era de US$ 24 milhões, cerca de R$ 134 milhões.

Segundo a pesquisa, apenas 18,7% dos eleitores ficaram com uma opinião negativa acerca do senador, enquanto 6,4% teve uma percepção positiva. Os indecisos somaram 3,4%.

A pesquisa ainda ouviu se, com os vazamentos, aumentou a vontade do eleitor para votar em alguém que não seja Lula (PT) ou Flávio.

Cerca de 65,8% não mudaria de voto mesmo com o vazamento; 12,7% afirmou querer mudar muito, enquanto 10,4% mudaria um pouco. Para 4,2%, o caso diminui a intenção de votar em alguém diferente. Os indecisos somam 6,9%.

CNN

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Política

STJ nega pedido de urgência e mantém investigação da PF na Operação Mederi em São Miguel

Foto: Reprodução

O ministro Joel Ilan Paciornik, do STJ, negou o pedido de urgência apresentado pelo prefeito de São Miguel, Leandro Michel do Rego Lima, e por seu irmão, Lincoln Micaele Rêgo Lima.

A defesa tentava anular as buscas da Operação Mederi e manter o material recolhido lacrado, conforme informações do Blog do Dina.

Com a decisão judicial, a Polícia Federal continua autorizada a analisar todos os documentos e mídias apreendidos.

Os relatórios da corporação apontam Lincoln como o principal articulador do direcionamento de licitações e acusam o prefeito médico de participação direta em reuniões sobre vantagens indevidas.

Diálogos Gravados

A investigação aponta que o esquema na saúde municipal envolvia o aumento artificial de quantitativos em pregões eletrônicos.

Escutas ambientais capturaram os operadores discutindo os repasses financeiros e alegando que os ganhos extras serviam para manter o padrão de vida dos envolvidos.

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Geral

[VÍDEO] AUTO SHOW BRASIL chega a Parnamirim com feirão de carros e condições especiais

Imagens: Divulgação

Quer comprar ou trocar de carro? Quer fazer o melhor negócio??
Feirão tem muitos, mas só AutoShow, é SHOW!

Mais uma edição do AutoShow Brasil no Rio Grande do Norte, e desta vez será de 21 a 24 de Maio em Parnamirim!

Será no parque Aritófanes Fernandes, o Parque da Festa do Boi; uma área ampla, para realizar este grande evento: É AutoShow de São João!

Parceria com o C6 Bank, as melhores taxas e a primeira parcela só em setembro, 120 dias pra começar a pagar!

Comidas típicas, forró pé de serra, estacionamento grátis, total segurança… uma festa pra toda a família, vale a pena conferir!

Depois de ser pioneiro com total sucesso em Natal no Arena das Dunas em 2025, agora em Parnamirim no parque da festa do Boi, é hora do AutoShow de São João!

De quinta a domingo das 08h às 20h. Traga seu usado e venha aproveitar!

 

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Política

ANÁLISE: Cláudio Humberto diz que oposição vê Lula protegendo o PCC de classificação proposta por Trump

Foto: Divulgação

A oposição intensificou as críticas ao governo federal e afirmam que a gestão do presidente Lula (PT) atua para blindar a facção criminosa PCC, segundo análise publicada na coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A tese ganhou força após a prisão da influenciadora digital Deolane Bezerra. Ela foi alvo de uma operação conduzida pelo Ministério Público e pela Polícia Civil, sob a acusação de atuar como operadora financeira e realizar lavagem de dinheiro para o grupo criminoso.

Conforme a coluna, o deputado Messias Donato (União-ES) classificou a situação como uma demonstração de omissão por conveniência por parte do Executivo federal. “A prisão escancarou o que muitos já sabiam: aliada direta do presidente, envolvida com lavagem de dinheiro do PCC”, destacou Messias.

Já o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), ex-promotor de Justiça, declarou perplexidade com o que chamou de proximidade entre o crime organizado e esferas da República. “Olha a proximidade do crime organizado com a República”, apontou estarrecido o deputado e ex-promotor de Justiça Alfredo Gaspar (PL-AL).

A coluna finaliza a análise com as falas do deputado Kim Kataguiri (Missão-SP): “Deolane virou símbolo da normalização do absurdo” e de Evair de Melo (Rep-ES), “a prisão escancara a podridão que tomou conta do país. E Lula ainda se recusa a tratar facção como terrorismo”.

Opinião dos leitores

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Economia

CUSTO BRASIL: Marcas como Nike e Adidas transferem operações para o Paraguai em busca de impostos menores

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Grandes marcas globais do setor de calçados e vestuário, como Adidas, Nike e Fila, expandiram de forma significativa suas operações fabris em território paraguaio.

O movimento estratégico de descentralização industrial ocorre por intermédio do Grupo Dass, responsável pelas confecções na América do Sul.

O principal atrativo para a transferência de linhas de produção é o conjunto de incentivos operacionais oferecido pelo governo paraguaio, com destaque para a chamada Lei de Maquila.

A legislação local estabelece regimes de tributação reduzida e desburocratização aduaneira para empresas focadas na exportação.

Relatórios de comércio internacional apontam que o Paraguai consolidou-se como um polo de montagem e manufatura no continente.

Fabricantes utilizam as vantagens fiscais do país vizinho para produzir insumos com custos reduzidos e, posteriormente, reinserir os produtos acabados no mercado consumidor brasileiro.

Opinião dos leitores

  1. Agradeçam ao desgoverno ptista pelo aumento de desemprego, enquanto isso os Paraguaios agradecem pelo aumento de empregos. Faz o L, né?

  2. Mas pq vc não explica que estão saindo da ARGENTINA? nem na matéria você colocou, você chama isso de jornalismo?!

  3. O ex ministro do governo do Brasil, o Taxadd, Ruinddad, Desmoraliddad, Destruiddad foi o melhor fomentador da economia do Paraguai.
    AUMENTOU e CRIOU tantos impostos que fez boa parte da cadeia produtiva no Brasil sair em busca de viabilidade e prosperidade para produção de seus negócios.
    Gerou DESEMPREGO NO BRASIL e ainda foi lançado candidato a governador do estado brasileiro com maior arrecadação, ou seja, é a escolha da ESQUERDA para destruir o maior arrecadador de impostos.
    A situação é tão caótica que teve jornazista de emissora paga e mantida com recursos públicos, afirmando a aberração que “aumentar e criar impostos”, era o melhor para o povo.
    Então vem uma questão básica:
    Mesmo com recorde em cima de recorde no aumento do recolhimento de impostos, como anda a saúde, segurança, educação, infraestrutura estrutura de limpeza, saneamento, estradas e rodovias no Brasil?? O que se vê e encontra é a piora em TODOS OS SETORES.
    Vai Brasil…

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