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FOTOS: Brasileiro se muda para a Califórnia para plantar maconha, ganha dez copas de melhor haxixe e vira ídolo

HAROLD WINSTON, O BAMF, DEIXOU O BRASIL AOS 18 ANOS PARA VIAGEM DE UMA SEMANA EM AMSTERDÃ E NÃO VOLTOU MAIS (FOTO: MALACHI BANALES/ DIVULGAÇÃO)

Proibido no Brasil e seis vezes mais caro que o ouro. O cristal de poucos centímetros, levemente amarelado, quase transparente, é exposto em lojas especializadas em maconha da Califórnia, na costa oeste dos Estados Unidos, como uma joia.

Cada grama do extrato ultraconcentrado de maconha produzido pelo brasileiro Harold Winston, mais conhecido como Bamf, de 34 anos, pode custar até US$ 250 — o equivalente a cerca de R$ 1.000. A porção é suficiente para fazer dois cigarros — misturando com tabaco ou ervas – ou usar até cinco vezes num bong — purificador, geralmente feito de vidro, utilizado para fumar maconha.

Harold deixou o Brasil em 2003, há 16 anos, atraído pelo desejo de trabalhar com cannabis. Antes de deixar o país, ele tinha plantado 400 pés de maconha no quintal da casa onde vivia com a família em Belo Horizonte. A mãe dele descobriu, destruiu o plantio e pagou ao filho uma viagem para ele passar uma semana em Amsterdã, na Holanda. Ele nem chegou a pegar o voo de volta e, desde então, só visitou a terra natal em festas de fim de ano.

Nesse período, Harold viveu cinco anos na Holanda, ganhou 10 prêmios em competições de maconha nos Estados Unidos e se tornou uma das maiores referências do mundo canábico.

No Brasil, o plantio, a venda ou a doação de maconha são considerados tráfico de drogas, crime punido com penas de 5 a 15 anos de prisão, além de multas. Usar a erva é considerada apenas uma contravenção. Nesses casos, o usuário deve prestar serviços à comunidade e fazer um curso sobre os danos causados pelo uso de drogas.

O advogado Ricardo Nemer, da Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas (Reforma) diz que muitas vezes a distinção entre usuário e traficante, feita principalmente pela Polícia Civil, é incerta e pode resultar em punições injustas.

“Depende do ‘achismo’ do delegado. Não há regra do que é pequena ou grande quantidade. Isso causa uma grande insegurança jurídica e enquadra diversos usuários como traficantes. Um exemplo são as pessoas que cultivam maconha para fazer extratos (como os produzidos por Bamf) e precisam de muitas plantas”, explica o advogado.

Mas o que há de tão especial na maconha concentrada?

“Você dá uma simples puxada e é como se você tivesse fumado uns dez baseados inteiros”, diz Fernando Badaui, de 43 anos, vocalista da banda CPM22. “Não tem nenhuma impureza. É como degustar um bom vinho. Quando você fuma uma maconha comum, tem o papel, folhas, galhos e tudo mais junto, fora a sujeira. Aquilo que o Bamf faz é o puro extrato de THC, o princípio ativo que causa a brisa. Eu já experimentei maconha em diversos países que visitei e digo que essa está entre as melhores do mundo.”

FERNANDO BADAUI (À ESQ.), VOCALISTA DA BANDA CPM22, VISITOU DIVERSAS VEZES O BRASILEIRO HAROLD WINSTON, NA CALIFÓRNIA (FOTO: FERNANDO BADAUI/ ARQUIVO PESSOAL)

Badaui é conhecido por ser um combativo ativista nas redes sociais pela liberação da maconha. No Instagram, por exemplo, ele faz constantes publicações para defender a descriminalização do uso e a regulamentação do plantio da erva no Brasil. Ele conta ter conversado com o skatista Bob Burnquist, outro assíduo defensor da cannabis.

“Falei pro Bob que a gente está junto nessa. A imagem dele é muito importante para mostrar que um atleta de elite pode usar maconha”, afirmou Badaui em entrevista à BBC News Brasil.

O brasileiro Harold diz que Badaui o visita duas vezes por ano na Califórnia e que já experimentou vários de seus produtos. “A gente virou amigo. Ele é um ativista que representa muito nossa luta e eu acho lindo todos esses caras de peso desmistificando o uso da maconha. Eles demonstram que podem fumar e serem grandes profissionais. A manifestação pública dessas pessoas é um dos caminhos para a legalização no Brasil”, afirmou.

‘Amor’ pela erva

Harold nasceu na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, mas seus pais avaliaram que não teriam condições de criá-lo. Aos três meses de idade, o bebê foi adotado por americanos que viviam em Belo Horizonte e o batizaram com o nome do avô americano.

“Eu sempre fui um moleque doido, talvez pelo fato de ser adotado. Fui expulso de todas as escolas por onde passei em Belo Horizonte”, conta o brasileiro. Ele diz que ter se tornado uma referência na produção de maconha na Califórnia é a realização de seu maior sonho.

Todo esse amor pela maconha, conta Bamf, começou assim que experimentou a erva pela primeira vez, aos 16 anos.

“O problema foi que eu gostei demais, irmão. Um dia depois de sentir aquela sensação, comprei 25 gramas (suficiente para produzir até cerca de 50 baseados). Foi doido. A partir daquele dia, eu queria ver coisas sobre maconha o dia todo, queria experimentar a melhor maconha do mundo e fiquei na caça daquilo. Naquele mesmo ano, descobri o haxixe e pirei de vez”, conta o brasileiro aos risos.

Na época, ele passou a ter acesso e consumir grandes quantidades de haxixe trazido do Paraguai. Mas ele conta que sentia desgosto por consumir algo sujo e de procedência desconhecida. Seu sonho passou a ser produzir seu próprio concentrado, de alta pureza.

400 plantas no quintal

Sem se importar com as leis brasileiras, o adolescente passou a plantar maconha no quintal de casa, em 2002. E num volume capaz de atrair muita atenção.

 

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“Eu meti 400 plantas lá. Falei para a minha mãe que era ayahuasca porque era legal. Mas depois de certo tempo, uma amiga dela foi lá em casa e viu o cultivo. Eu estava na esperança de que não acontecesse nada, mas essa mulher colocou algumas folhas no bolso antes de ir embora. Dois dias depois, minha mãe descobriu que era maconha, ficou puta comigo e destruiu todas as plantas”, diz Harold.

Além de sustentar seu consumo diário da erva, o cultivo fornecia material para que fizesse seus primeiros testes. Na época, ele conta que passava o dia cuidando das plantas, estudando e discutindo novas técnicas para aumentar sua produção e fazer extratos de qualidade. Sua fonte era o site brasileiro Growroom, o maior fórum online sobre maconha da América Latina, com mais de 120 mil inscritos.

“O Growroom para mim era um portal da coisa mais secreta do mundo. Passava o dia ali como um louco, como se o fórum fosse um livro aberto na minha frente. Ali, foi com certeza minha primeira escola, a base de tudo que aprendi até hoje”, relata.

Depois de duas semanas sem falar com o filho por conta da plantação em seu quintal, sua mãe, Nilza Cozac, o chamou para dar uma bronca e ter uma conversa franca. Cozac, conta Harold, foi a primeira mulher a se formar em direito em Minas Gerais e tinha um profundo conhecimento sobre a legislação.

“Minha mãe já tinha mais de 60 anos, mas era muito cabeça aberta. Ela me alertou que uma plantação daquele tamanho era motivo para o governo querer tomar nossa casa, um dos poucos assuntos que despertavam atenção do governo e policiais. E disse que me presentearia com uma viagem de uma semana para Amsterdã, na Holanda, quando completasse 18 anos. Ela queria que eu conhecesse um lugar onde pudesse fumar maconha sem problemas”, conta.

Viagem para Amsterdã

A mãe cumpriu a promessa. E ele nunca mais voltou para o Brasil.

“Eu fiquei muito louco quando cheguei lá (em 2003). Parecia uma criança em loja de brinquedo. Fiquei matutando como eu poderia ficar na Holanda e passar a vender maconha por um preço 100 vezes melhor do que as pessoas no Brasil. Minha mãe ficou desesperada quando soube”.

Harold conta que morou durante um ano em um apartamento para refugiados africanos em Amsterdã, que alugava por 300 euros. Durante esse tempo, ele fez contatos e aprimorou seus conhecimentos sobre a erva.

“Eu me envolvi com pessoas que achava que tinham maconha e haxixe bom. Na Holanda, a maconha é apenas tolerada. Durante os cinco anos que fiquei no país, vi muita gente sendo presa, inclusive conhecidos. Logo começaram a me dizer que eu estava no lugar errado, que eu deveria ir para a Califórnia”, diz.

Depois de fazer uma série de pesquisas e assistir a vídeos no YouTube, ele decidiu se mudar para os Estados Unidos.

Primeiro, ele foi para Nova York, mas depois de um ano vivendo “num frio dos infernos” e presenciando uma forte repressão policial contra usuários de maconha, ele resolveu se mudar, em 2009, para Los Angeles, na Califórnia, onde vive até hoje.

“Eu mal cheguei e enlouqueci. Eu fiquei gritando na rua, literalmente, porque a cada esquina tinha loja para você comprar equipamentos. Você fica louco mesmo. Entrei na primeira que eu vi e fiquei conversando com o dono durante horas sem parar”, lembra Bamf com euforia.

Três dias depois de chegar à “meca” da maconha, Harold comprou uma luz especial – ideal para seis plantas – e começou a plantar a própria erva dentro de casa. Seis meses depois, tinha dez lâmpadas. Um ano depois, tinha 15.

Depois da longa experiência em Amsterdã, o jovem avaliou que o mercado na Califórnia tinha bons equipamentos, uma legislação muito favorável, mas ainda era pouco desenvolvido. Sua maior surpresa, porém, foi quando assistiu à uma edição da Cannabis Cup, a maior competição de maconha dos EUA, promovida pela revista High Times.

“Eu não acreditei que os caras vacilavam tanto. Num país de primeiro mundo, com ótimos equipamentos e maconha boa, eles poderiam fazer muito mais”, relata o brasileiro. Aquele era o incentivo que faltava para ele começar sua própria produção e buscar seu espaço no mercado.

Riscos para a saúde

O professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e coordenador, há 30 anos, do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da universidade, Dartiu Xavier, condena o uso de maconha por adolescentes, como fez Harold.

“Eu acho que ninguém deveria fumar antes dos 18. Alguns autores dizem a partir dos 21. O ponto mais preocupante é que a maconha pode desencadear uma psicose, quando o usuário sai da realidade. Caso ele tenha uma predisposição para isso, a maconha pode funcionar como um gatilho”, explicou.

Por outro lado, o médico afirma que no seu ponto de vista a regulamentação do uso da maconha diminuiria o consumo da erva no país e seria um avanço na área da saúde.

“Nos lugares onde existem políticas mais tolerantes ou legalização, como a Holanda ou Estados Unidos, as pessoas não fogem das informações. Há inclusive uma grande política de redução de riscos. No clima de proibicionismo como há aqui, ninguém tem informação. A Holanda, inclusive, é um dos poucos países onde o consumo de maconha vem caindo. Uma prova cabal de que a proibição do uso aumenta o consumo”, afirmou Xavier.

Entretanto, o coordenador do Projeto Antitabágico do Hospital Universitário da USP, João Paulo Lotufo, diz que qualquer relaxamento em relação ao consumo de maconha seria um erro.

“Nos Estados Unidos e no Uruguai, onde o uso é permitido, dobrou o número de dependentes. Se hoje há um surto psicótico a cada 100 pessoas, se libera, você dobra para 2. Vai subir o número de acidentes automobilísticos causados pelo uso da droga, sem contar que as lesões causadas pela maconha no cérebro são irreversíveis”, disse o médico.

BAMF GANHOU DEZ PRÊMIOS – OITO CONSECUTIVOS – DE MELHOR EXTRAÇÃO DE MACONHA PELA REVISTA MAIS IMPORTANTE SOBRE O ASSUNTO NOS EUA (FOTO: BBC)

Lotufo diz ainda que a maconha é mais cancerígena que o tabaco (com base em estudo publicado na revista European Respiratory Journal em 2008) e que os custos arrecadados com impostos em caso de regulamentação não seriam suficientes nem mesmo para bancar o aumento dos gastos com saúde.

“O imposto arrecadado com a venda de cigarros também não cobre a lesão que o tabaco provoca no sistema de saúde. Liberar o uso no Brasil seria um absurdo. Alguns falam na internet que a maconha é medicinal, mas não tem nada disso. O canabidiol (CBD) sim é medicinal, mas trata-se de um extrato que nada tem a ver com o uso recreativo”, afirmou o médico da USP.

Para ele, a pressão para a regulamentação do uso recreativo ocorre por uma forte pressão financeira, que ignora os riscos à saúde.

Técnica secreta

O primeiro passo de Harold Winston para entrar no mercado canábico foi convencer Nikka T, produtor do que muitos consideram o melhor haxixe vendido nos EUA na época, a ensiná-lo a fazer o produto. Haxixe é uma pasta densa feita da resina de maconha, fumada em bong, narguilé ou em cigarro- misturado com tabaco ou maconha.

“Fiquei enchendo o saco dele igual um fã durante seis meses, até que um dia ele resolveu me ensinar. Ele me convidou e eu fui até o Colorado para aprender a técnica e, na semana seguinte, eu já era o melhor hashmaker (produtor de haxixe) da Califórnia. Isso foi há nove anos, na mesma época que minha mãe morreu de câncer”, relata ele.

Ao contrário do haxixe vendido no Brasil, feito com restos de maconha de baixa qualidade, muitas vezes feito das sobras de resina que grudam na mão das pessoas que colhem a planta no Paraguai, o produto de Bamf passa por um complexo processo.

Assim que ele fez o primeiro haxixe usando uma técnica de extração à base de água, sem solventes, ele teve a certeza de que tinha condições de era algo inédito e quis colocar seu produto à prova num campeonato. Mas, para isso, era necessário ser dono de um dispensário. Apenas a loja Buds and Roses aceitou o pedido.

O produto de Bamf chamou a atenção logo no momento da inscrição por conta de sua cor clara – sinal de pureza – e por ser o único feito com água. A maioria dos concentrados, conta Harold, é feita com gás butano – o mesmo usado em isqueiros.

 

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Em meio a 40 competidores, o brasileiro ganhou seu primeiro seu primeiro troféu. No dia seguinte, ele viu sua popularidade disparar e seu produto se tornar uma referência num dos mercados mais exigentes do mundo. A demanda foi tão grande que ele conta ter ficado sete dias sem dormir fazendo haxixe sozinho em sua casa para dar conta de alguns pedidos.

Uma das encomendas foi feita pelo grupo americano de rap Cypress Hill. “Eles encostaram na minha casa com um caminhão cheio de maconha para eu fazer haxixe para eles. Perguntei se estavam loucos porque eu demoraria um ano para terminar aquilo sozinho. Uma semana após terminar o serviço, eles levaram outro caminhão cheio”, conta.

Pouco tempo depois, Harold fundou sua própria empresa, a Bamf, que aos poucos virou o nome com o que Harold passaria a ser conhecido no mercado canábico. O nome significa Badass Motherf***er e foi inspirado em uma cena do filme Pulp Fiction.

A Bamf começou a se tornar uma referência de qualidade na Califórnia. Ganhou oito Cannabis Cups consecutivas de melhor haxixe e passou a ser cultuado por usuários de maconha não só na Califórnia, mas ao redor do mundo.

“O campeonato não dá dinheiro, mas no momento que você sai do palco com o troféu, aparecem mais de 50 donos de lojas querendo comprar tudo o que você tem. Gente tirando maços de dinheiro e do bolso. Eu pensava que era até policial querendo me pegar”, conta.

A marca começou a virar moda. A Bamf passou a vender camisetas, souvenirs e sementes. No Instagram, a marca é elogiada por diversos consumidores – alguns, famosos – americanos e brasileiros. Mas o crescimento trouxe alguns problemas para Harold e ele sente medo dessa expansão.

“A Bamf me deixou muito satisfeito e ciumento. Hoje, tenho 35 funcionários, mas sinto medo de ampliar demais, crescer, e precisar entregar meu segredo para mais pessoas. Eu criei um monstro. Imagine criar um gorila dentro de um quarto. Uma hora você vai tomar um soco. Aconteceu isso comigo. Teve gente que veio, aprendeu e hoje criaram as coisas deles. Mas como eu comecei primeiro que todo mundo, ainda estou alguns passos à frente”, afirmou.

Mesmo assim, ele revelou à BBC News Brasil alguns “segredos” da estratégia para se obter um produto de alta pureza.

“O segredo maior é olhar para as flores da maconha como se ela fosse uma vaca. No momento em que você abate a vaca, ela deve estar em ambiente refrigerado para não degenerar. Quando você corta a maconha é a mesma coisa porque ela começa a morrer. Se você não mantiver ela refrigerada em uma hora para manter ela viva, a planta começa a secar e perde óleo”, afirmou.

Harold não deu mais detalhes, mas afirmou que mantém a planta congelada até o momento da extração, e que “o solvente e o produto devem ser mantidos em temperaturas negativas”.

Maconha no Brasil

Harold diz que sua empresa está em plena expansão e conta que acabou de comprar uma área de 2 hectares – equivalente a mais de dois campos de futebol – no Estado de Oregon apenas para plantar maconha rica em CBD, usado principalmente para a produção de remédio.

Essa cepa não tem THC, o princípio ativo da planta, que causa o “barato”. Ele diz que fará isso porque se sente na obrigação de se colocar em todos os setores do mundo canábico.

Harold se diz triste com a lei de drogas brasileira. Para ele, a legalização do cultivo, comércio e consumo da erva poderiam ser de grande ajuda à combalida economia do país.

“A salvação do Brasil é a maconha. É a única coisa que pode gerar milhares de empregos e trilhões de reais no mercado econômico de maneira imediata e o povo precisa entender isso. O país está perto da linha do Equador, tem um clima perfeito e terra abundante, emprego. Sem falar que a maconha é matéria-prima de 35 mil produtos diferentes, num ciclo de dois meses. Para quê cortar árvore? Eu amo o Brasil e estou doido para e poder trabalhar com o que eu gosto no meu país”, afirmou.

Ele pondera, por outro lado, que até mesmo o mercado americano ainda não é tão claro sobre o que pode ser feito.

“Eu mesmo fui preso há três anos. Aqui é legal, mas ao mesmo tempo não é. Fui parado por um policial e tinha 20 kg de maconha no carro. Eu tinha uma licença e disse que mostraria ao policial, mas ele disse que rasgaria o documento caso eu mostrasse. A sorte é que nos EUA você não é condenado até esgotar o processo. Depois de dois anos e meio, fui absolvido”, afirmou.

Na Califórnia, a venda da maconha recreativa é legal. Por outro lado, a erva continua classificada como um narcótico ilegal sob a lei federal americana.

“Há um conflito de leis federais e estaduais que cria uma zona cinzenta nos Estados Unidos. Há a legalização, mas por outro lado há uma grande dificuldade para conseguir as licenças e isso causa uma grande insegurança jurídica”, diz o advogado Ricardo Nemer.

Já no Brasil, ativistas dizem que o caminho mais provável para descriminalizar o uso da maconha e dar o primeiro passo rumo à legalização é o julgamento no STF de um processo que pode revogar o artigo 28 da Lei Antidrogas. Isso permitiria a posse de pequenas quantias e plantio da erva para consumo próprio.

Esse processo, parado desde 2015 após o ministro Teori Zavascki pedir vistas, está marcado para ser retomado no dia 5 de junho. A pausa ocorre porque, depois da morte de Zavascki, o caso foi para as mãos de Alexandre de Moraes.

No ponto de vista do músico Badaui, que diz ter visitado diversos países onde há regulamentação, tolerância ou descriminalização do uso da cannabis, diz que é apenas uma questão de tempo para que o mesmo ocorra no Brasil.

“Há dez anos, esse assunto era tratado como tabu. Hoje, todos sabem que esse consumo não vai parar e que não tem como seguir outro caminho a não ser o da legalização. Por mais conservador que seja o governo, o Brasil sempre seguiu o modelo americano. É hora de desmantelar o mercado negro e explorarmos economicamente a cannabis”, afirmou o músico.

Bamf também acha que a legalização da cannabis no Brasil não deve demorar. Ele diz que diversos setores da sociedade estão fazendo uma grande pressão no sentido de permitir o consumo e o comércio da erva, como ocorreu antes da legalização em países como Canadá e Uruguai.

“Chega uma hora em que a polícia não tem condições de ir atrás de quem planta e fuma. Os próprios policiais se questionam se eles devem ir atrás de político ladrão e grandes bandidos ou se vão ficar perdendo tempo indo atrás de usuário de maconha num país com tanto problema de verdade.”

Época Negócios, com BBC

 

 

Opinião dos leitores

  1. Isso é uma grande notícia, quando muitos chorão os seus filhos mortos pelas drogas aí vem essa grande materia ,isso sim é louvável!!!

    1. Eu ia comentar justamente isso. Mas pelo seu Nick vc deve estar sendo irônico. Já Eu, falo sério.

  2. Reportagem muito educativa, que esse doido fique por lá mesmo, aqui já temos muitas cracolândias.

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Geral

Escola Luminova Natal promove concurso de escrita criativa e estimula protagonismo dos estudantes

Em sua quarta edição, iniciativa valoriza a autoria, fortalece competências linguísticas e propõe reflexões sobre aprendizados que surgem das derrotas

Transformar experiências, sentimentos e reflexões em histórias é o desafio lançado pela Escola Luminova Natal aos estudantes por meio da quarta edição do Concurso de Escrita Criativa Luminova. A iniciativa, que acontece na próxima terça-feira (21), busca fortalecer a produção textual, ampliar o domínio da língua portuguesa e incentivar o desenvolvimento de uma escrita autoral no ambiente escolar. O resultado será anunciado no dia 31 de julho, durante uma cerimônia no pátio da escola.

Em 2026, o concurso tem como tema “Quando perder foi a maior vitória”. A proposta convida os participantes a criarem narrativas sobre situações nas quais uma derrota, uma frustração ou uma mudança de planos possa representar aprendizado, amadurecimento ou uma conquista ainda maior.

De acordo com a coordenadora pedagógica da Escola Luminova Natal, Mirela Visiane, a atividade faz parte de uma proposta que entende a escrita como uma habilidade essencial para a formação dos alunos.

“A iniciativa busca estimular a criatividade, fortalecer as competências linguísticas e promover a expressão escrita como uma importante ferramenta de comunicação, reflexão e aprendizagem no ambiente escolar”, destaca.

O concurso é destinado aos estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental à 2ª série do Ensino Médio. Os textos serão avaliados por uma comissão formada por profissionais especializados em Língua Portuguesa e Produção Textual.

Mais do que avaliar conhecimentos gramaticais, a atividade incentiva a capacidade de organizar ideias, desenvolver personagens e enredos, expressar sentimentos e construir um estilo próprio. Dessa forma, os conteúdos trabalhados em sala de aula são conectados a experiências que fazem sentido para os estudantes.

Sobre a Escola Luminova

Fundada há quatro anos, em Natal, a Escola Luminova vem se destacando no cenário educacional da cidade. A instituição mantém turmas do Ensino Fundamental e do Ensino Médio e desenvolve iniciativas que estimulam a autonomia, a criatividade e o protagonismo dos estudantes.

A escola está localizada na Rua Joaquim Alves, 1976-A, em Lagoa Nova, próximo ao Shopping Via Direta e ao campus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Mais informações estão disponíveis no Instagram @luminova.natal.

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Geral

Desembargadora do TRF5 suspende leilão do Via Direta, avaliado em R$ 152,5 milhões

oto: Arquivo TN

O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) suspendeu o leilão do prédio onde funciona o Via Direta Shopping, em Natal. A venda estava marcada para esta quarta-feira (22), e o imóvel foi avaliado em R$ 152,5 milhões.

A empresa recorreu de uma decisão da 6ª Vara Federal do Rio Grande do Norte que havia mantido o leilão. O Via Direta pediu uma nova avaliação do imóvel, alegando que o valor não considerava totalmente o potencial de valorização trazido pelo novo Plano Diretor de Natal.

Esse argumento, porém, não foi aceito. Segundo a decisão, a empresa não apresentou laudo técnico ou estudo de mercado que comprovasse que o imóvel estava avaliado abaixo do preço real. O oficial de Justiça responsável pela análise também informou que levou em conta a localização, as características do prédio e os efeitos do Plano Diretor sobre os imóveis de Lagoa Nova.

O shopping também tentou impedir que o imóvel fosse vendido por menos de 80% do valor da avaliação, afirmando que o único sócio vivo da empresa é interditado por demência. O Tribunal, no entanto, não acolheu esse pedido.

Apesar disso, o leilão foi suspenso porque a empresa está negociando um acordo para pagar a dívida com a Fazenda Nacional. A conclusão da negociação depende de uma autorização da 20ª Vara Cível de Natal para que as curadoras do sócio assinem o documento.

Para a desembargadora federal convocada Cristina Maria Costa Garcez, vender o prédio antes da conclusão das negociações poderia causar um prejuízo difícil de reverter. O imóvel é o principal patrimônio da empresa e o local onde o shopping funciona, de modo que a venda poderia comprometer a continuidade das atividades.

Com a decisão, o leilão e outras medidas para a venda do imóvel ficam suspensos até o julgamento final do recurso ou uma nova decisão do Tribunal. A avaliação de R$ 152,5 milhões continua válida.

Justiça Potiguar

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Eleições 2026

Jair Bolsonaro vai indicar o vice de Flávio, afirma Valdemar Costa Neto

Foto: Beto Barata/PL

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta terça-feira (21) que caberá ao ex-presidente Jair Bolsonaro indicar o candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro para as eleições de 2026.

Segundo Valdemar, Bolsonaro tem “sensibilidade” para fazer a escolha.

“Quem vai decidir o vice vai ser o Bolsonaro. Ele tem uma sensibilidade muito grande para isso. Depois da indicação do Tarcísio [de Freitas] em São Paulo, eu passei a respeitar as opiniões e as intenções do Bolsonaro”, afirmou Valdemar, em entrevista à CNN Brasil.

Ao comentar a possibilidade de Michelle Bolsonaro integrar a chapa, o dirigente disse que vê “clima para isso”, mas ressaltou que a decisão dependerá de um entendimento entre Flávio e a ex-primeira-dama.

“Nem o Flávio nem a Michelle querem ver o Bolsonaro por mais 10 anos preso”, afirmou Valdemar.

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Geral

ELEIÇÕES 2026: TSE define limites de gastos de campanha para candidatos; confira valores para o RN

Foto: reprodução

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou os limites de gastos para as campanhas das eleições de 2026. Os valores valem para candidatos à Presidência da República, governos estaduais, Senado, Câmara dos Deputados e assembleias legislativas.

No Rio Grande do Norte, os limites são:

  • Governador (1º turno): R$ 7.115.522,46
  • Acréscimo para o 2º turno (Governador): R$ 3.557.761,23
  • Senador: R$ 3.811.887,03
  • Deputado Federal: R$ 3.176.572,53
  • Deputado Estadual: R$ 1.270.629,01

Na disputa pela Presidência da República:

  • Primeiro turno: R$ 88.944.030,80;
  • Segundo turno: acréscimo de R$ 44.472.015,40.

O TSE manteve os mesmos limites das eleições de 2022, citando a ausência de mudanças na legislação eleitoral e a manutenção do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) em R$ 4,9 bilhões.

Quem ultrapassar o teto de gastos estará sujeito a multa de 100% sobre o valor excedente, além de outras sanções previstas na legislação eleitoral.

Tabela completa de valores por Estado (clique aqui)

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Geral

PF pede demissão de Eduardo Bolsonaro da corporação por abandono de cargo

Foto: Getty Images

A Polícia Federal concluiu o Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra Eduardo Bolsonaro e recomendou ao Ministério da Justiça sua demissão do cargo de escrivão por abandono de cargo.

O processo foi encaminhado pela Corregedoria-Geral da PF ao ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, que decidirá se acata ou não a recomendação.

Eduardo Bolsonaro mudou-se para os Estados Unidos no início de 2025. Após perder o mandato de deputado federal por excesso de faltas, em dezembro daquele ano, ele foi notificado para retornar ao serviço, mas não reassumiu o cargo. Diante das ausências, a PF instaurou o PAD em janeiro de 2026.

Em junho deste ano, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-parlamentar por coação no curso do processo. Nesta semana, ele também obteve um green card concedido pelo governo dos Estados Unidos, autorizando sua residência permanente no país.

Opinião dos leitores

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Geral

PF intima Jaques Wagner, ex-líder do governo Lula no Senado, a depor sobre caso Master

Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo

A Polícia Federal intimou o senador Jaques Wagner (PT-BA) a prestar depoimento no dia 7 de agosto, em Brasília, no âmbito da Operação Compliance Zero, que investiga um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master.

Segundo a PF, o parlamentar e ex-líder do Governo Lula no Senado, é apontado como suposto beneficiário de pagamentos, benefícios e aquisições patrimoniais ligados ao esquema. A investigação apura se ele teria recebido vantagens em troca de apoio a medidas no Congresso favoráveis ao Banco Master, entre elas a chamada “Emenda Master”.

Jaques Wagner foi alvo de busca e apreensão na 9ª fase da operação, em junho, quando a PF cumpriu mandados em endereços ligados ao senador em Salvador e Brasília. Os investigadores também apuram a compra de um apartamento de luxo em Salvador e repasses de R$ 3,5 milhões em nome de familiares do parlamentar.

O senador nega irregularidades e afirma que sua prioridade é comprovar a inocência, além de se dedicar às campanhas pela reeleição do presidente Lula, do governador Jerônimo Rodrigues e à própria reeleição ao Senado. Nesta terça-feira (21), Wagner deve anunciar os nomes dos suplentes que integrarão sua chapa.

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Política

Governadora do DF diz que “PT só ganha eleição em estados pobres’’

Foto: Reprodução

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), declarou em entrevista à revista Veja que o desempenho eleitoral do PT está relacionado ao nível de escolaridade da população de cada Estado. A entrevista foi publicada em 17 de julho e motivou uma reação do diretório do Partido dos Trabalhadores no Distrito Federal, que se manifestou nas redes sociais.

“Onde o nível de escolaridade é maior, onde as pessoas têm mais acesso à educação e mais discernimento, o PT não ganha eleição. O PT só ganha eleição em estados pobres”, disse a governadora.

Segundo nota do PT-DF, assinada pelo presidente da sigla no Distrito Federal, Guilherme Sigmaringa, a declaração “alimenta o preconceito, a discriminação e desrespeita a democracia e a vontade do povo brasileiro”. O dirigente afirmou que Celina reduz o debate político “a estereótipos e preconceitos”.

“O PT governa e já governou estados com diferentes perfis econômicos e sociais porque apresenta um projeto para o Brasil inteiro de inclusão social, redução das desigualdades e dignidade da população”, diz a nota.

O partido também contestou a relação feita por Celina entre voto e escolaridade e citou o Ceará como exemplo de Estado governado pelo PT que é referência em educação. “Além de desrespeitosa, a declaração ignora a realidade. Estados governados pelo PT são referência nacional em diversas políticas públicas, inclusive na educação, como mostram os dados do Ceará”, diz a nota.

A manifestação foi divulgada em meio à disputa pelo governo do Distrito Federal em 2026, na qual Celina lidera as pesquisas de intenção de voto.

Poder360

Opinião dos leitores

  1. Mentira, Mentira, Mentira !! Papai Lula nunca deixou isto acontecer, desde estes vinte e tantos anos que o PT nos governa que o Nordeste é uma pujança de riquezas, só não enxerga os alienados da direita, e muita riqueza, ele acabou com a pobreza, a gente não vê mais pobreza. Quando vou no supermercado, só vejo carrinhos cheios de compras, daqui a pouco vão aposentar as cestinhas, o povo só compra de muito, não faz conta das compras. Fico revoltado quando levantam um falso de Papai Lula.

  2. Com certeza, parabéns governadora 👏👏👏👏👏👏 o PT é igual a urubu vive da desgraça dos outros

  3. Daqui a pouco vai aparecer alguém com mi-mi-mi.
    A governadora tá certa.
    Basta ver os números.
    Nesses Estados quem tem um pingo de juízo sabedoria não vota no PT, infelizmente os números mostra que esse público soma apenas algo em torno de 30%.
    Lamentavelmente.
    Ponto final.

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Diversos

Nossa Churrascada acontece neste sábado e anuncia Burger Club, nova estação dedicada aos amantes de hambúrguer

Fotos: Divulgação

A contagem regressiva começou. Neste sábado (25), a partir das 15h, o Aeroclube do Rio Grande do Norte recebe a terceira edição da Nossa Churrascada, um dos maiores festivais gastronômicos do estado. Faltando poucos dias para o evento, a organização reforça o convite ao público e anuncia uma novidade que promete conquistar ainda mais os apaixonados por boa comida: o Burger Club, uma estação inédita totalmente dedicada aos hambúrgueres.

A nova experiência reunirá 10 chefs especialistas, que irão preparar diferentes versões de hambúrgueres artesanais ao longo do festival, ampliando ainda mais a diversidade gastronômica da programação. O Burger Club passa a integrar as 24 estações gastronômicas do evento, que oferecerão sete horas de open food, reunindo carnes bovinas, suínas, cordeiro, aves, pescados, frutos do mar e sobremesas exclusivas.

Integrando o Festival Gastronômico Tempero Potiguá, a Nossa Churrascada consolidou-se como uma das experiências mais aguardadas do calendário potiguar ao reunir grandes nomes da gastronomia em torno das mais variadas técnicas de preparo do churrasco, valorizando ingredientes, cortes especiais e sabores nordestinos em um ambiente pensado para toda a família.

Nesta edição, participam chefs e assadores como Jonatã Canela, Irlan Galvão, Fernando Liberato (Serial Griller), Churrasco do Borracha, Targino Buffet, Fabiano Fuss, Luis Fernando, Mateus Menezes, Ênio Lima, Marco Limeira, Roger Filho, Rani Vasconcelos, Will Albuquerque, Rapha Vasconcellos, Carlúcio Vieira, Churras do Aloha, além de Amanda e Renata (Cook and Cheers) e Pat Medeiros, responsáveis pelas sobremesas do festival.

Além da gastronomia, o público poderá aproveitar uma programação musical durante toda a tarde, com shows das bandas UsKaravelho e Mesa Doze, além da apresentação do cantor Pedro Luccas, criando o ambiente perfeito para reunir amigos e familiares.

A estrutura contará ainda com espaços de convivência, ativações de marcas parceiras e experiências interativas ao ar livre, reforçando o conceito que transformou a Nossa Churrascada em referência entre os festivais gastronômicos do Rio Grande do Norte.

Os ingressos continuam à venda pela Bilheteria Digital, nas lojas Frigoiás (Jaguarari, Petrópolis e Ponta Negra), no Severina Gastrobar e também pelo WhatsApp (84) 99624-8518, com pagamento via PIX e sem taxa. A expectativa é de que os últimos ingressos sejam vendidos até a data do evento.

O projeto conta com patrocínio, por meio do Programa Câmara Cascudo, da Coca-Cola, Nordestão, Frigoiás e Sadio Condimentos.

Serviço:
Nossa Churrascada 2026
Data: 25 de julho de 2026
Horário: 15h
Local: Aeroclube do Rio Grande do Norte – Natal/RN
Ingressos:
Bilheteria Digital
Lojas Frigoiás (Jaguarari, Petrópolis e Ponta Negra)
Severina Gastrobar – Av. Rodrigues Alves, 404, Petrópolis
WhatsApp (84) 99624-8518 (PIX sem taxa)
Instagram: @nossa.churrascada

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Chuvas

Natal tem seis vias intransitáveis após chuvas; trecho da Nevaldo Rocha está parcialmente bloqueado

Foto: Magnus Nascimento

Natal passou a ter seis vias intransitáveis na manhã desta terça-feira (21), segundo atualização divulgada às 9h35 pela Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU). O boletim anterior, das 7h50, indicava quatro pontos bloqueados. A cidade mantém 19 vias classificadas como transitáveis.

Entre os novos pontos com restrição estão a Avenida Nevaldo Rocha, em frente à loja Yahâmara, no bairro Dix-Sept Rosado, onde o trecho está parcialmente intransitável, e a Avenida dos Xavantes, nas proximidades do Posto SPX–Dislub, em Cidade Satélite.

Também permanecem bloqueadas a Rua Almino Afonso, na Ribeira; a Rua Vereador Cauby Barroca, nas Rocas; a Rua Dr. José Gonçalves com a Poty Nóbrega, em Lagoa Nova; e a Avenida Solange Nunes, em frente à Unimetais, na Cidade da Esperança.

O boletim também aponta que não há panes semafóricas no momento desta atualização.

Confira as vias intransitáveis
Rua Almino Afonso — Ribeira;
Rua Vereador Cauby Barroca — Rocas;
Rua Dr. José Gonçalves com a Poty Nóbrega — Lagoa Nova;
Avenida Solange Nunes, em frente à Unimetais — Cidade da Esperança;
Avenida Nevaldo Rocha, em frente à loja Yahâmara — Dix-Sept Rosado, parcialmente intransitável;
Avenida dos Xavantes, próximo ao Posto SPX–Dislub — Cidade Satélite.

Trânsito lento na Felizardo Moura
A STTU informou que o acesso à Ponte Newton Navarro e a Avenida Senador Salgado Filho seguem sem alterações. Já a Avenida Felizardo Moura apresenta trânsito lento devido ao fluxo de veículos, mas sem registro de sinistros.

Galho cai no retorno da Rui Barbosa com a Nevaldo Rocha
Um galho caiu no retorno localizado no cruzamento da Avenida Rui Barbosa com a Avenida Nevaldo Rocha. Segundo a STTU, o material ficou no canteiro central e dificultava a visão dos motoristas que utilizavam o retorno. A Secretaria Municipal de Serviços Urbanos foi acionada.

Tribuna do Norte

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Política

CRISE AUMENTA: Carlos Eduardo, o “coordenador da campanha de Allyson em Natal”, falta à convenção cartorial do União Brasil e do PP

Foto: Reprodução

Em mais um capítulo da crise que ronda Allyson Bezerra, Carlos Eduardo Alves, designado para coordenar a campanha do ex-prefeito de Mossoró em Natal, não participou da convenção cartorial da Federação União Progressista, realizada na manhã da segunda-feira (20), que confirmou os candidatos que disputarão os cargos de governador, vice-governador, senador, deputado federal e deputado estadual nas eleições de 2026.

Na semana passada, Carlos Eduardo anunciou nas redes sociais que tinha sido convidado para coordenar a campanha de Allyson em Natal, mas os vereadores que apoiam o pré-candidato a governador do União Brasil se rebelaram e disseram que não aceitariam ser coordenados pelo ex-prefeito da capital. A informação foi confirmada em entrevista ao “Meio Dia RN” pelo vereador e pré-candidato a senador Tércio Tinôco.

Carlos Eduardo já tinha tentado ser candidato a senador, mas foi desconvidado pelo União Brasil. Ele chegou a se lançar como pré-candidato a deputado estadual, mas também desistiu. Allyson Bezerra, vale ressaltar, até o momento não fez nenhuma declaração em defesa do coordenador da sua campanha em Natal.

A ausência de Carlos Eduardo na convenção cartorial do União Brasil e do PP, além do fogo amigo que ele sofreu dos vereadores, alimenta os rumores de que o ex-prefeito vai ser desconvidado do posto que não assumiu.

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