Os cintos estão ficando mais apertados. Isso porque a Globo adotou uma política salarial mais extrema para os medalhões da emissora depois de seu faturamento cair em 15% nos últimos cinco anos somado a um prejuízo operacional de R$ 500 milhões em 2018.
Assim, o time global tem visto seus contracheques mais enxutos na hora de renovar os contratos. Nomes como o de Otaviano Costa não aceitaram as novas regras e deixaram o canal. Segundo o site Notícias da TV, os executivos têm argumentado que a concorrência do streaming e a nova realidade do mercado publicitário fez diminuir as receitas, inviabilizando os rendimentos muito altos.
Um dos principais exemplos é o de Galvão Bueno que, ao renovar seu contrato até 2022, aceitou ter seus vencimentos reduzidos de cerca de R$ 1 milhão para algo em torno de R$ 500 mil. Atualmente, são poucos os salários que ultrapassam os R$ 100 mil, como os de Fernanda Montenegro e Gloria Pires.
Não vamos atribuir a Bolsonaro tudo que acontece de positivo ou de negativo nos veículos de comunicação tradicionais: TV e jornais. A mídia tradicional por si só já está em derrocada por diversos motivos: massificação de plataformas digitais como Facebook, Youtube, entre outros; descrédito das notícias divulgadas pela TV e jornais; tentativas equivocadas de manipular o telespectador, seja com valores políticos ou morais divergentes do mais comum; forma desesperada que esses veículos de comunicação atacam o governo atual ou os valores conservadores da sociedade brasileira… Isso tudo já levaria e levou ao atual quadro de decadência desses veículos tradicionais de comunicação. Bolsonaro quase não fez nada… Qualquer que fosse o presidente eleito, a Globo, em especial, iria entrar nesse processo em que está…
Aonde isso? Tás delirando? luladrão e dilmanta investiram pesado nessa globo, como forma de abafar toda roubalheira sistêmica comandada por eles, tudo estava camuflado, até o Moro acionar os mecanismos da lava-jato. Os corruptos jamais iriam deixar de investir na Globo, sabem que se não investir na publicidade dela, seus atos nefastos serão expostos. Exemplo maior tá aí, ela tenta atingir o mito de todas as formas, distorcendo notícias, entretanto, como ele está administrando o Brasil com correção, ela não o atinge, e ele por sua vez, afunda a Globo lixo, reduzindo drasticamente as verbas publicitárias.
Aperta mais mito, eu quero é que esses parasitas se f****, por isso que eles atacam o governo, e defendem luladrão. acabou a mamata. Kkkk
Apesar de o Brasil ter escapado de taxas maiores impostas por Donald Trump no novo tarifaço, setores industriais têm acendido o alerta sobre os efeitos colaterais da medida por aqui.
A avaliação é que o fechamento do mercado americano para países asiáticos deve fazer do Brasil um destino alternativo, o que pode inundar o país com concorrência mais acirrada em setores como calçados, roupas e máquinas.
O novo pacote prevê uma alíquota mínima de 10% sobre as importações brasileiras, mas chega a até 46% no caso de países como Vietnã e 34% para a China, que terá uma sobretaxa total de 54%, considerando tarifas anunciadas anteriormente.
— Como a tarifa atinge todos os produtos chineses, o risco é de desvio de comércio em praticamente todos os setores. Isso já aconteceu no passado e tende a se intensificar agora. A China tem escala e competitividade, e vai buscar mercados emergentes para escoar sua produção — avalia Welber Barral, sócio da consultoria BMJ.
A tarifa comparativamente menor para o Brasil pode gerar alguma competitividade para o país na disputa por espaço no mercado americano, o maior do mundo, especialmente no caso das commodities, como metálicas e agrícolas, avaliaram analistas do BTG Pactual, em relatório desta quinta-feira.
Um exemplo de ganhos é o café brasileiro. As novas tarifas elevando o custo do robusta vietnamita — principal concorrente do Brasil nesse segmento —, analistas apontam espaço para um reposicionamento estratégico.
Segundo a Scot Consultoria, mesmo com a possibilidade de queda nos preços internacionais devido ao excedente global, o Brasil pode ampliar sua fatia no mercado americano, onde a tarifa de 10% aplicada ao produto nacional é significativamente menor do que os 46% impostos ao Vietnã e os 32% à Indonésia.
Brasil no alvo
Para outros setores, no entanto, o balanço é de mais prejuízos do que ganhos. A indústria brasileira têxtil e de confecção, que exporta cerca de US$ 100 milhões por ano aos EUA, vê oportunidade para ampliar a presença no mercado americano, mas somente em nichos.
Esse reposicionamento, no entanto, envolve ganho de competitividade, o que pode acontecer somente no médio e longo prazo. A inundação maior dos produtos chineses, por outro lado, é uma preocupação mais imediata:
— O Brasil pode até ganhar mercado, mas não da noite para o dia. Substituir os asiáticos exige uma construção estratégica. Já o risco de desvio de comércio é imediato. — afirma Fernando Pimentel, diretor-superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), que cita risco de competição maior de países como China, Vietnã e Camboja — Esses países não vão parar de produzir. E vão tentar vender onde tiver mercado. O Brasil, que tem um dos maiores mercados consumidores do mundo, será um dos alvos.
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti, afirmou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que a condução do inquérito sobre o plano de golpe pode estar gerando “prejuízos irreparáveis” às defesas dos acusados.
Ambos se reuniram nesta quinta-feira. Simonetti vinha sendo pressionado pelos advogados para tomar providências diante das alegadas violações às prerrogativas profissionais por parte da Corte. A principal queixa é a falta de acesso integral aos autos.
No ofício apresentado a Moraes, o presidente do Conselho Federal da OAB diz que a Polícia Federal (PF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) teriam obtido acesso à totalidade dos elementos da investigação, enquanto às defesas foram disponibilizadas apenas “frações”.
“Em outras palavras, a defesa estaria impedida de visualizar todas as trocas de mensagens e os arquivos documentados, o que comprometeria sua capacidade de destacar trechos de interesse e, inclusive, de formular questionamentos a acusados e futuras testemunhas”, diz o documento obtido pela CNN.
Os relatos dos advogados, prossegue Simonetti, tornaram a intervenção da OAB obrigatória para “assegurar o pleno exercício de atividade profissional”, sob pena de comprometer “a integridade do processo legal, a busca pela verdade e efetividade da Justiça”.
A tese de cerceamento de defesa foi levantada pelos advogados diversas vezes ao longo da investigação, inclusive no dia do julgamento da denúncia oferecida pela PGR contra “núcleo 1” da trama golpista. A alegação, entretanto, foi rejeitada pela Primeira Turma.
A avaliação dos ministros foi de que todos os elementos utilizados para a acusação estavam disponíveis às defesas, não havendo qualquer tipo de prejuízo.
Moraes foi seguido por todos os colegas de colegiado: Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.
Os advogados dos acusados pelo plano de golpe passaram a exigir uma resposta oficial da OAB, conclamando a categoria, em uma série de publicações nas redes sociais, a fazer contato com as seccionais nos Estados, com o objetivo de mobilizar as discussões em todo o Brasil.
Para as defesas, o estopim foi o incidente com o desembargador aposentado Sebastião Coelho, da banca de Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro e também denunciado pela trama golpista.
Embora Martins só vá ser julgado mais adiante, pois faz parte do “núcleo 3”, Coelho tentou acompanhar presencialmente o julgamento da Primeira Turma que tornou réus os acusados do “núcleo 1”. No entanto, foi impedido de entrar por falta de credenciamento prévio.
Houve uma confusão e o desembargador aposentado acabou detido em flagrante pela Polícia Judiciária do STF, por desacato e ofensas ao tribunal. Depois da lavratura de um boletim de ocorrência, Coelho foi liberado. Para ele, a medida foi arbitrária.
Depois das críticas, Zanin, presidente da Primeira Turma, convidou a OAB a designar representantes para acompanhar as próximas sessões de julgamento. A entidade agradeceu ao ministro pela iniciativa e já enviou os nomes para credenciamento.
Em mais uma demonstração de compromisso com a valorização do funcionalismo público municipal, o prefeito de Natal, Paulinho Freire, apresentou, na noite desta quinta-feira (3), ao Sindicato dos Servidores Municipais de Natal (Sinsenat) a proposta de reajuste salarial de 12,88% para os servidores do plano geral da administração municipal.
A proposta foi entregue diretamente ao presidente do Sinsenat, J. Neto, em reunião realizada na sede do Procon Natal. O percentual, definido após rodada de negociação entre a gestão municipal e a entidade sindical, será implementado de forma integral, sem qualquer parcelamento, o que reforça o esforço da Prefeitura em reconhecer e atender às demandas históricas dos servidores.
“É com grande satisfação que anunciamos esse percentual de reajuste do salário dos servidores do município do plano geral, pois entendemos a necessidade e a importância da valorização dos nossos servidores. Estávamos em negociação e agora chegamos a esse percentual”, destacou o prefeito Paulinho Freire.
Durante o encontro, o presidente do Sinsenat, J. Neto, sinalizou positivamente à proposta e reforçou o ineditismo da postura da gestão municipal em priorizar o servidor público. “É com gratidão que recebemos essa sinalização. O servidor certamente ficará satisfeito com o percentual de 12,88%, pois, durante quase três décadas, não sentimos essa preocupação que o prefeito Paulinho Freire está tendo com o servidor. Amanhã levaremos essa proposta a categoria, que certamente acatarão o reajuste”, declarou.
A proposta será apresentada em assembleia à categoria na manhã desta sexta-feira (4). Em caso de aprovação pelos servidores, o projeto de lei será enviado à Câmara Municipal para votação e posterior implementação.
Um estudo produzido pelo Correios apontou que a empresa pública tomou um prejuízo de R$ 2.160.861.702,75 em função da “taxa das blusinhas” proposto pelo Ministério da Fazenda e aprovada pelo Congresso Nacional em junho de 2024.
O g1 teve acesso a um documento produzido pelos Correios que apontou o prejuízo. O texto faz duas comparações para mostrar o quanto foi estimado e o quanto foi arrecadado pela empresa em 2024.
Antes da mudança da legislação, os Correios estimavam arrecadar R$ 5,9 bilhões com o transporte de mercadorias importadas da China em 2024. Entretanto, com o surgimento da lei, o total efetivamente arrecadado foi de R$ 3,7 bilhões. Valor R$ 2,2 bilhões (37%) menor.
Uma estimativa também foi calculada já levando em consideração a sanção da lei e uma possível redução de receita. Nela, a empresa previu uma arrecadação de R$ 4,9 bilhões (R$ 8 milhões a menos que em 2023). Neste comparativo, o prejuízo foi de R$ 1,7 bilhão.
Nesta quarta-feira (26), o presidente da empresa, Fabiano Silva, esteve na Câmara dos Deputados para acompanhar um evento da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Correios e falou sobre o impacto.
“A gente tinha uma expectativa de receita, que ela foi frustrada, então essa expectativa de receita frustrada se traduz depois em prejuízo na empresa”, afirmou Fabiano.
Fabiano ainda ponderou que a mudança proposta pelo Ministério da Fazenda, permitiu ainda que outras empresas de transportes façam o frete pelo Brasil de mercadorias internacionais e que resultou na diminuição do domínio dos Correios sobre esse tipo de serviço.
“A gente tinha uma participação nesse segmento internacional em torno de 98% de mercado, ou seja, quase dominante, quase exclusivo nesse mercado. No mês de janeiro, a gente está em torno de 30 e poucos por cento”, criticou.
Para reverter essa situação, fontes informaram que os Correios buscam modificar o decreto-lei sobre tributação simplificada das remessas postais internacionais, voltando ao que era antes da última modificação em 2024.
Prejuízo Correios
No final de janeiro, o Ministério da Gestão informou que os Correios são uma das principais razões para o aumento do déficit das estatais em 2024. Segundo o governo, a estatal registrou um rombo de R$ 3,2 bilhões no ano passado.
“Uma boa parte da explicação do aumento do déficit é o déficit dos Correios, que de fato aumentou bastante. E o caso dos Correios é um caso que demanda nossa atenção. O governo tem se debruçado para discutir medidas de sustentabilidade [financeira]”, afirmou a secretária de Coordenação e Governança das Empresas Estatais do MGI, Elisa Leonel.
A secretária afirmou que os Correios deixaram de investir, encerraram contratos e perderam receita ao serem incluídos no Plano Nacional de Desestatização, no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“A empresa não aproveitou ali em determinados momentos que se teve a pandemia e que o fluxo de encomendas, ele foi alto. Aquele era o momento de você ter feito um salto de qualidade. Ali a gente tinha que ter diversificado as nossas atividades”, apontou o presidente.
Como uma empresa que não tem concorrente quebra?
É muito desgoverno.
É a terceira vez que o PT quebra os correios.
Fora lula.
Fora lula.
Fora lula.
Ultrapassado, caduco.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou, na noite desta 5ª feira (3.abr.2025), um vídeo em defesa do projeto de lei 2.858/2022, que propõe anistia aos envolvidos nos atos extremistas do 8 de Janeiro.
Com pouco mais de 7 minutos de duração, o congressista compara a anistia aos condenados pelos ataques às sedes dos Três Poderes ao movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos. Ele traça um paralelo entre Rosa Parks e Débora Rodrigues dos Santos, condenada a 14 anos por pichar com batom a estátua “A Justiça”, localizada em frente ao STF (Supremo Tribunal Federal).
Nikolas questiona a dosimetria da pena aplicada a Débora. Ela escreveu “perdeu, mané” –referência a uma frase dita por Roberto Barroso, presidente da Corte, em 2022. Se tornou ré pelo colegiado em 9 de agosto de 2024.
Rosa Parks foi uma ativista dos direitos civis nos EUA que, em 1955, se recusou a ceder seu assento a um homem branco em um ônibus segregado em Montgomery (Alabama). Sua prisão desencadeou um boicote aos ônibus da cidade, liderado por Martin Luther King Jr.
“A injustiça contra uma mulher virou um marco de uma luta coletiva. Lá foi um ônibus, aqui um batom. Débora, casada, mãe de 2 filhos pequenos, cabeleireira, condenada a 14 anos de cadeia. Seu crime? Escrever ‘perdeu, mané’ em uma estátua com batom. Mas isso você já deve saber. A pergunta que fica é: se ela tivesse escrito ‘Fora Bolsonaro’ em vez de ‘perdeu, mané’, Moraes e Dino teriam condenado ela da mesma forma?”, afirmou.
O deputado também sustenta que há presos sem provas concretas de envolvimento na depredação dos prédios públicos e adota um tom semelhante ao do vídeo que viralizou em janeiro, quando criticou regras de fiscalização do Pix. “Quando você trata uma injustiça apenas como um número, ignora que há uma pessoa, uma família sofrendo, e que você um dia pode ser vítima da mesma injustiça. Infelizmente, temos muitas outras vítimas”, disse.
Nikolas ainda voltou a criticar o ministro Alexandre de Moraes, relator dos processos sobre os atos do 8 de Janeiro no STF. Segundo o congressista, manifestantes de esquerda envolvidos em atos de “vandalismo” no passado não receberam punições tão severas.
“O Brasil já anistiou torturadores e corruptos. Negar perdão a manifestantes é escolher punir apenas quem tem menos poder. Ou colocam todos os envolvidos da esquerda que já fizeram o mesmo na cadeia, ou soltam os da direita para ficarem igual os da esquerda”, declarou.
PL NÃO CONSEGUE APOIO DE LÍDERES
Oficialmente, líderes dos partidos mais ao centro não apoiaram o requerimento de urgência do PL da anistia. Isso fez Sóstenes anunciar uma mudança em estratégia de sua legenda para pressionar o presidente da Casa Baixa, Hugo Motta (Republicanos-PB).
O aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passará a coletar assinaturas individualmente em vez de depender dos líderes partidários. O regimento da Câmara exige apoio de 257 deputados para incluir a urgência automaticamente em votação. Sóstenes diz ter 165.
Segundo o deputado do PL, Motta pediu aos líderes que, por enquanto, não assinem o requerimento de urgência do projeto da anistia. O líder tem afirmado que outros 8 líderes já se comprometeram a apoiar o texto.
Dois motoristas de aplicativos foram flagrados brigando no meio do aeroporto de Natal na tarde desta quinta-feira (3).
O registro foi feito por uma moça que estava no aeroporto no momento e afirmou que a atitude seria vergonhosa. Vários turistas passavam pelo local e presenciaram a cena de agressão entre os dois homens.
Os motoristas foram separados por outras pessoas que estavam no local e até o momento não se tem informações do que ocasionou a discussão.
Magnayara Celiane Rodrigues da Silva é assistente social de formação. Mas, na prática, virou uma espécie de corretora de blog.
Ela não tem um portal de notícias, não publica reportagens, tampouco é conhecida no meio jornalístico. Mesmo assim, foi contratada pela prefeitura de Serra Caiada por quase R$ 10 mil, sem licitação, para cuidar da publicidade do município.
Os PIs não param pelos de Serra Caiada, estamos apurando e vamos publicitar em breve outros.
O curioso é que Magnayara não produz conteúdo algum. Quem fatura de verdade com a empresa dela é o jornalista Silvério Alves, dono de um blog que, por si só, não teria como receber a verba pública.
Para viabilizar a grana, o nome de Magnayara entra na jogada. A empresa está no nome dela, mas quem ganha com o contrato é Silvério.
É um modelo já conhecido no ramo: empresas emprestadas, contratos públicos e uma maquiagem jurídica pra dar aparência de legalidade.
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou, nesta quinta-feira (3/4), que o governo federal não pretende retaliar os Estados Unidos por meio do Projeto de Lei (PL) da Reciprocidade, em relação à imposição de uma tarifa de 10% aos produtos brasileiros. A afirmação foi realizada no início desta noite ao Blog do Magno.
Perguntado se o Executivo teria interesse de utilizar o PL da Reciprocidade, o vice-presidente resumiu: “Não pretendemos usar”. Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDic), acrescentou que o Brasil não deve escalar uma guerra tarifária com os norte-americanos.
“A gente tem que respeitar a decisão de outros países e proteger e defender os produtos brasileiros (…). O caminho que eu vejo é o do diálogo e da negociação”, defendeu.
O texto do PL da Reciprocidade estabelece critérios para a reação brasileira a barreiras comerciais de outros países. O vice-presidente adiantou que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), vai sancionar a medida. O mecanismo permite que o Brasil retalie tarifas impostas por parceiros comerciais.
Além de defender o diálogo, Alckmin citou que o Brasil deve buscar diversificar as parcerias comerciais. Ele pontuou que o Brasil ainda não vende carne para o Japão, assim como etanol e aeronaves. A produção de aviões e a de proteína animal são alguns dos itens que os EUA compram do Brasil. O presidente Lula fez nos últimos dias, juntamente com outras lideranças, um tour por países da Ásia, entre eles o Japão e o Vietnam.
Em 2024, as exportações brasileiras para os EUA de aeronaves e carne bovina somaram US$ 3,6 bilhões, o equivalente a 9% de todo o comércio entre os dois países: US$ 40,4 bi. No ano passado, o Brasil teve um déficit na relação comercial com os norte-americanos, no total de US$ 283,8 milhões.
O volume de negócios gerados em 2025 pelo Carnaval de Natal cresceu 34,5%, ultrapassando os R$ 196 milhões movimentados pelos participantes. Os números foram apurados pelo Instituto Fecomércio RN (IFC) entre 28 de fevereiro e 4 de março, e apresentados nesta quinta-feira (3) ao prefeito Paulinho Freire, seus secretários e imprensa.
Foram feitos dois estudos – um focado na percepção dos empresários e outro no perfil dos participantes do Carnaval de Natal – trazendo dados relevantes para o planejamento estratégico do setor e para a promoção do turismo e do comércio na cidade.
Na pesquisa que analisou o perfil dos participantes, realizada com 602 foliões, apontou uma média geral de aprovação dos participantes com uma nota de 8,8 e que 89,9% dos entrevistados demonstraram intenção de voltar nas próximas edições. O público foi formado principalmente por 59,5% de residentes e 40,5% de turistas ou visitantes de outras cidades.
As presenças marcantes foram registradas em shows musicais (86,9%) e blocos de rua (34,1%), além das praias (16,6%), evidenciando uma expressiva movimentação financeira decorrente dos gastos durante o Carnaval.
“Os estudos realizados pelo IFC têm fornecido subsídios estratégicos para o poder público no aprimoramento de seus eventos e, com Natal não será diferente. Neste caso, eles ressaltam não apenas o impacto econômico positivo do Carnaval de Natal, mas também o papel fundamental do evento na promoção da inclusão social e do fortalecimento do comércio local”, afirma o presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz.
Mais de 70% dos empresários avaliaram evento como positivo
Já o levantamento com os empreendedores, que ouviu 204 pessoas dos setores de Comércio e Serviços, os resultados indicaram uma visão positiva do impacto do Carnaval.
A percepção geral foi de 71,1% de avaliações positivas, com a maioria dos entrevistados apontando que as expectativas foram atendidas, impulsionando o faturamento médio diário dos dois segmentos para aproximadamente R$ 2.943,63.
O estudo também revelou um expressivo movimento financeiro, evidenciado pelo aumento nos investimentos – com destaque para a ampliação de estoque e contratações temporárias, que atingiram 31,9% dos empresários – além de destacar os perfis variados das empresas participantes e os segmentos mais impactados pelo evento.
“É muito gratificante receber uma pesquisa dessa com números realmente fantásticos para Natal: quase 200 milhões foram circulados aqui na nossa economia. Estamos trabalhando em diversas áreas, mas a gente não pode deixar de fomentar o turismo, a cultura, que também movimentam a economia do município. Quero agradecer também essa parceria com a Fecomércio RN, em todos os eventos que Natal faz, não só na cultura, mas também na educação, na saúde e na assistência social”, afirmou o prefeito Paulinho Freire.
O senador Rogério Marinho (PL) afirmou, em entrevista ao programa Panorama 95 desta quinta-feira (03), na 95,9 FM de Caicó, que pretende manter a oposição unida em um único projeto para as eleições de 2026. Rogério destacou que tem uma relação de “amizade e absoluta confiança” com o senador Styvenson Valentim (Podemos) e garantiu que ambos não disputarão o governo um contra o outro.
“Eu só posso ser candidato ao governo, não posso ser candidato ao Senado porque já sou senador. Então, em relação ao Styvenson, estamos absolutamente afinados”, declarou.
Sobre o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (Republicanos), Marinho afirmou que há um diálogo constante e que, caso sua candidatura ao governo se concretize, contará com o apoio de Álvaro, que poderia compor a chapa majoritária como candidato ao Senado. “Se não viabilizar, não terei nenhuma dificuldade em apoiá-lo, bem como ao senador Styvenson, caso ele decida não renovar seu mandato”, pontuou.
O senador também comentou sobre o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), destacando sua expressiva reeleição e o potencial de alinhamento político. “Ele tem desafios à frente e muito trabalho a ser feito em Mossoró, mas no momento oportuno vamos discutir política”, afirmou.
Marinho reforçou a necessidade de paciência e estratégia na construção de um projeto de oposição à governadora Fátima Bezerra (PT). “A política tem caminhos que precisam ser percorridos, e isso exige resiliência, foco e capacidade de negociação. Eu não cheguei aqui por acaso”, concluiu.
A mamata da tv Globo tem que se acabar. Zero de publicidade e mais verbas para a saúde e educação.
Bolsonaro, meu presidente, corta a verba publicitária da porra toda em 100% e bota tudo na educação, saúde e segurança.
Um chato como Galvão Bueno ganhar 500 mil reais, é de lascar.
Olha o gado mugindo……
Não vamos atribuir a Bolsonaro tudo que acontece de positivo ou de negativo nos veículos de comunicação tradicionais: TV e jornais. A mídia tradicional por si só já está em derrocada por diversos motivos: massificação de plataformas digitais como Facebook, Youtube, entre outros; descrédito das notícias divulgadas pela TV e jornais; tentativas equivocadas de manipular o telespectador, seja com valores políticos ou morais divergentes do mais comum; forma desesperada que esses veículos de comunicação atacam o governo atual ou os valores conservadores da sociedade brasileira… Isso tudo já levaria e levou ao atual quadro de decadência desses veículos tradicionais de comunicação. Bolsonaro quase não fez nada… Qualquer que fosse o presidente eleito, a Globo, em especial, iria entrar nesse processo em que está…
Aonde isso? Tás delirando? luladrão e dilmanta investiram pesado nessa globo, como forma de abafar toda roubalheira sistêmica comandada por eles, tudo estava camuflado, até o Moro acionar os mecanismos da lava-jato. Os corruptos jamais iriam deixar de investir na Globo, sabem que se não investir na publicidade dela, seus atos nefastos serão expostos. Exemplo maior tá aí, ela tenta atingir o mito de todas as formas, distorcendo notícias, entretanto, como ele está administrando o Brasil com correção, ela não o atinge, e ele por sua vez, afunda a Globo lixo, reduzindo drasticamente as verbas publicitárias.
Aperta mais mito, eu quero é que esses parasitas se f****, por isso que eles atacam o governo, e defendem luladrão. acabou a mamata. Kkkk