Política

Governo dará abono a todos os servidores para compensar juros que será pago para pegar o 13º atrasado em instituições financeiras

O Governo do Estado está trabalhando em uma alternativa para amenizar a situação dos servidores, enquanto cria as condições para regularizar definitivamente todos os pagamentos. Foi enviado à Assembleia Legislativa um Projeto de Lei que concede abono especial de até a 12,42% do valor líquido da remuneração mensal para compensar o atraso do pagamento do 13º e que será parcelado em seis parcelas a partir da remuneração de janeiro.

O abono seria uma forma de compensar os juros que os servidores pagarão para antecipar em um unica vez o seu 13º atrasado nas instituições financeiras e que terá como fiador o próprio governo do RN.

Opinião dos leitores

  1. Pior que é do jeito que Bruno falou: o quantum percentual de 12.42% incidido sobre o valor líquido do 13º é que será pago em 6 parcelas, a titulo compensatório para quem desejar tomá-lo em banco.

  2. Ué, mas o governo afirma que não tem recursos para nada – a não se para repassar religiosamente para o judiciário, com medo de cadeia. E vai pagar a mais ao servidor que ganha menos para pagar empréstimo que ele não desejou contrair???? Esse governo está mais perdido que cego em tiroteio.

  3. É pra quem ganha pensão alimentícia esse empréstimo será válido também pq o banco não sai emprestando dinheiro pra quem ganha pensão como eu e aí como será feito isso!!

  4. Faça a matéria direito seu bundão. O governo quer pagar o 13o. dos servidores do executivo em 06 parcelas a partir do contra-cheque de JAN/18. Esse abono é para remunerar os custos para quem fez ou vai fazer empréstimo consignado no Banco. Quem garante q a partir de Janeiro os salários serão pagos em dia?

    1. Caro Bruno, simplesmente fantástica sua resposta. Apenas não concordo com sua delicadeza com esse" jegue batizado", se é que podemos dizer batizado.

  5. Pelo que entendi….isso é referente ao emprestimo que o funcionário poderá fazer junto ao banco credenciado pelo governo para ter disponível seu décimo terceiro.
    Esse percentual em torno de 12%…. será o que o banco irá cobrar de juros por esse empréstimo.
    Nada de abono …. e quem vai arcar se a parcela sofrer algum atraso….confiar em quem????
    A grande questão

    1. Diz ele que se atrasar o banco também não recebe, kkk – por isso é seguro, então não faça no meu nome – faça no seu, GovernaDOR.

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Geral

Dono do Master fez maratona no Banco Central: foram 17 visitas e até 8 horas dentro do órgão em ano da crise

Foto: Banco Master/Divulgação

O banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do liquidado Banco Master, esteve ao menos 17 vezes nas sedes do Banco Central, em Brasília e São Paulo, ao longo de 2025, em reuniões com áreas estratégicas da autarquia. Registros obtidos via Lei de Acesso à Informação mostram que ele acumulou mais de 34 horas dentro do BC justamente durante o período mais crítico da tentativa de salvar a instituição financeira.

As visitas ocorreram enquanto o Master buscava recuperar liquidez, negociava ativos com o BRB e enfrentava o avanço das investigações que culminariam na liquidação do banco. Parte dos encontros foi diretamente com o presidente do BC, Gabriel Galípolo, inclusive em datas sensíveis, como abril e maio, quando decisões relevantes sobre o banco foram tomadas.

Um dos episódios mais emblemáticos ocorreu em 22 de julho, quando Vorcaro permaneceu mais de oito horas nas dependências do Banco Central. Dois dias depois, a autarquia autorizou a venda do Banco Voiter, ligado ao conglomerado do Master, a um ex-sócio do banqueiro — operação que posteriormente entrou no radar da Operação Compliance Zero.

A defesa de Vorcaro sustenta que ele nunca foi alertado sobre risco iminente de liquidação, enquanto a área de fiscalização do BC afirma ter identificado indícios de irregularidades e acionado rapidamente Ministério Público e Polícia Federal. Procurados, nem o Banco Central nem os advogados do empresário comentaram os registros das visitas.

Com informações do Estadão

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Política

PT oferece vaga de vice para atrair MDB à chapa de Lula, mas Alckmin e divisões internas travam avanço

Presidente Lula e o Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e Vice-Presidente da República, Geraldo Alckmin, Ministro da Fazenda, Fernando Haddad e Aloizio  Mercadante (BNDS) anunciam nova linha de crédito para Indústria 4.0.Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

O PT iniciou articulações para tentar levar o MDB à chapa presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de outubro. A principal proposta seria a vaga de vice, atualmente ocupada por Geraldo Alckmin (PSB), que poderia ser deslocado para disputar cargos em São Paulo. Apesar de ocupar três ministérios no governo, a cúpula emedebista ainda resiste a um alinhamento nacional com o petista.

Entre os nomes citados como possíveis vices estão o ministro dos Transportes, Renan Filho, e o governador do Pará, Helder Barbalho, embora ambos tenham planos eleitorais próprios em seus estados. O histórico de divisões regionais dentro do MDB também é visto como um obstáculo, já que alianças nacionais nem sempre se traduzem em apoio uniforme nos diretórios estaduais.

Nos bastidores, o entorno de Lula avalia que oferecer a vice seria a única forma de atrair o partido de centro, sobretudo após o PSD indicar que terá candidatura própria. Ainda assim, a resistência de lideranças como o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, que mantém postura crítica ao governo, evidencia o tamanho do desafio para fechar a aliança.

Aliados do presidente dentro do MDB defendem a aproximação, mas reclamam da demora nas negociações. Caso não haja consenso, a decisão pode acabar sendo levada à convenção nacional da sigla, onde as alas pró e contra o apoio a Lula afirmam ter força para vencer a disputa interna.

Com informações do O Globo

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Geral

Lula reúne base em jantar, cita Trump, ignora polêmica de penduricalhos e crava candidatura à reeleição

Foto: Luis Nova/Especial Metrópoles

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva promoveu um jantar com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e líderes da base aliada na noite da quarta-feira (4), na Granja do Torto, em Brasília. O encontro ocorreu a portas fechadas e contou com discursos apenas de Lula, Motta e da ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.

A informação é do colunista Igor Gadelha, do Metrópoles. Segundo relatos de deputados presentes, Lula destacou indicadores econômicos positivos e chegou a mencionar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao falar sobre possíveis parcerias internacionais no combate ao crime organizado. O petista também avaliou que o início da gestão de Motta foi turbulento, mas afirmou que o cenário político já está mais estável.

Apesar da repercussão recente, Lula evitou comentar o aumento de benefícios salariais aprovados pela Câmara para servidores, tema que gerou críticas nos bastidores. Durante o jantar, o presidente reforçou que disputará a reeleição em outubro e demonstrou confiança em uma nova vitória nas urnas.

A reunião contou ainda com a presença da primeira-dama Janja, que convidou parlamentares para o Carnaval do Rio, onde Lula será homenageado pela escola Acadêmicos de Niterói. O evento durou cerca de três horas e teve pirarucu no cardápio, preparado pelo chef paraense Saulo Jennings.

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Política

[VÍDEO] Waack: Crise interna se escancara e ministros do STF trocam recados públicos em meio a pressão por código de conduta

 

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Vídeo: Reprodução/CNN Brasil

A tensão no Supremo Tribunal Federal ganhou novos capítulos após ministros passarem a divergir publicamente sobre a necessidade de um Código de Conduta para a Corte. A discussão ocorre em meio à repercussão do caso envolvendo o banco Master, que ampliou críticas externas e acirrou o debate interno sobre limites éticos e comportamento dos magistrados.

A informação é da coluna de William Waack, da CNN. Dois dias depois de o presidente do STF, Edson Fachin, defender autocontenção e avançar na criação de regras formais, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli reagiram durante sessão no plenário. Em tom crítico, ambos afirmaram que os integrantes do Supremo já são suficientemente fiscalizados e que não haveria necessidade de novas normas específicas.

Nos bastidores, a avaliação é que o embate expõe uma divisão rara dentro da própria Corte. Enquanto Fachin tenta responder ao desgaste de imagem e à pressão pública, parte dos ministros sustenta que as críticas são motivadas por má-fé ou desconhecimento sobre o funcionamento do Judiciário.

A troca de posicionamentos ampliou a percepção de crise institucional no STF, que enfrenta questionamentos sobre credibilidade e transparência. O cenário evidencia um racha político interno e coloca em evidência a disputa sobre como a Corte deve reagir às cobranças externas e preservar sua imagem perante a opinião pública.

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Política

Fachin adia reunião sobre código de ética no STF em meio a resistências internas

Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, cancelou a reunião marcada para o próximo dia 12 que discutiria a criação de um Código de Ética para a Corte. A decisão foi comunicada aos demais ministros nesta quarta-feira (4) e ocorre em meio à falta de consenso interno e à baixa adesão ao encontro, que ainda não tem nova data definida.

O adiamento acontece em um momento de pressão sobre o tribunal, principalmente após debates envolvendo o caso do Banco Master. Durante sessão recente, os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli fizeram comentários indiretos sobre a discussão de regras de conduta, defendendo limites já existentes e criticando questionamentos feitos à atuação dos magistrados.

Sem citar casos específicos, Moraes afirmou que há críticas feitas “de má-fé” e reforçou que ministros não podem julgar processos nos quais tenham vínculos pessoais ou familiares. Já Toffoli destacou a importância da autocontenção e afirmou que magistrados têm direito a atividades privadas, desde que respeitados os limites legais.

A proposta de criação de um código de ética ganhou força após episódios recentes que colocaram o STF no centro de debates sobre transparência e conduta. Na última segunda-feira (2), Fachin anunciou a ministra Cármen Lúcia como relatora da iniciativa, que ainda depende de articulação interna para avançar.

Com informações da CNN

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Geral

Escritório de Lewandowski recebeu contrato milionário do Master sem atuação em processos

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Apesar de ter mantido um contrato de consultoria jurídica no valor de R$ 250 mil mensais com o banco Master, o escritório ligado ao ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski não aparece como representante da instituição financeira em nenhum processo judicial. O acordo foi firmado em agosto de 2023 e seguiu em vigor até setembro de 2025, período que inclui parte da passagem de Lewandowski pelo governo Lula.

A informação é da colunista Andreza Matais, do Metrópoles. O contrato estava em nome da Lewandowski Advocacia, escritório registrado em nome da esposa do ex-ministro, Yara de Abreu Lewandowski, e do filho, Enrique de Abreu Lewandowski. Nenhum dos dois, no entanto, atuou formalmente em ações relacionadas ao banqueiro Daniel Vorcaro ou às empresas do grupo Master, segundo registros nos tribunais.

Em nota, Ricardo Lewandowski confirmou que o escritório foi contratado para prestar serviços de consultoria jurídica, mas sem atuação direta em processos ou representação do banco junto a órgãos do Poder Executivo. Durante o período do contrato, há registro de apenas uma reunião de Enrique Lewandowski com autoridades públicas, em maio de 2024, na Advocacia-Geral da União, para tratar de um tema relacionado a seguros habitacionais — sem qualquer menção ao Master.

A revelação do vínculo entre Lewandowski e o banco reacendeu pressões políticas sobre o governo federal, especialmente em torno da possível instalação de uma CPI para investigar o Master. Parlamentares da base aliada passaram a recolher assinaturas para tentar controlar a comissão, caso ela seja criada, após virem à tona as conexões envolvendo o banqueiro e lideranças do governo.

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Esporte

ABC consegue empate no fim, mantém liderança e segue invicto no Potiguar

Foto: Guilherme Drovas/ABC F.C.

ABC e Globo empataram por 2 a 2 na noite desta quarta-feira, no Frasqueirão, em um jogo marcado por atraso, viradas no placar e emoção até os minutos finais. O Alvinegro saiu atrás, reagiu nos acréscimos e garantiu não só o ponto, mas também a manutenção da liderança e da invencibilidade no Campeonato Potiguar 2026.

A partida começou com mais de meia hora de atraso após problemas no transporte da delegação do Globo, que chegou ao estádio sem tempo sequer para aquecimento. Mesmo com uma equipe alternativa escalada por Marcelo Chamusca, o ABC tomou a iniciativa e abriu o placar aos 34 minutos do primeiro tempo, quando Thalissinho aproveitou belo lançamento de Randerson e finalizou com categoria.

Na volta do intervalo, o Globo mudou a postura e respondeu rapidamente. Murilo acertou um chute indefensável de longa distância para empatar, e pouco depois Breno virou o jogo após falha defensiva do ABC. Diante da desvantagem, Chamusca lançou titulares em campo, aumentando a pressão ofensiva nos minutos finais.

A reação foi coroada já aos 48 minutos do segundo tempo. Thiaguinho fez boa jogada pela esquerda e cruzou para Igor Bahia marcar de cabeça, garantindo o empate no apagar das luzes. Com o resultado, o ABC chegou aos 14 pontos e segue líder do estadual, enquanto o Globo somou dois pontos e, por ora, assegura permanência na elite do futebol potiguar.

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Esporte

Vexame histórico: América empata com Potiguar, é rebaixado e cai para a Série B do Estadual

Foto: João Filho/ACD Potiguar

O América está matematicamente rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Potiguar. O empate sem gols contra o Potiguar de Mossoró, no estádio O Fião, em Serra do Mel, decretou a queda do clube centenário, dono de títulos regionais e que já disputou a Série A do Campeonato Brasileiro.

A situação dramática é consequência direta da punição aplicada pela Federação Norte-rio-grandense de Futebol (FNF), que retirou 18 pontos do Alvirrubro por escalação irregular do lateral-direito Elias. Com isso, a equipe entrou na reta final do estadual precisando vencer todos os jogos restantes, o que não aconteceu.

Mesmo com o empate, o América chegou a -4 pontos e não tem mais chances matemáticas de escapar do rebaixamento na tabela atual. Ainda há expectativa por um possível efeito suspensivo ou reversão da punição no julgamento marcado para esta quinta-feira (5) no Tribunal de Justiça Desportiva do RN (TJD-RN), com possibilidade de o caso seguir até o STJD. Até lá, porém, a realidade é a Segundona.

Dentro de campo, o roteiro foi de frustração. O América criou as principais chances, mas parou em uma atuação decisiva do goleiro Wadson, destaque do Potiguar. Souza acertou a trave em cobrança de falta no primeiro tempo, e Alexandre Aruá desperdiçou boa oportunidade na etapa final, selando um empate que entrou para a lista dos capítulos mais constrangedores da história do clube.

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Geral

Defesa apela ao STF e pede prisão domiciliar para Bolsonaro após alegada piora de saúde

Foto: Reprodução

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) entrou, nesta quarta-feira (4), com um novo pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a concessão de prisão domiciliar. O pedido foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes e se baseia na alegação de piora do quadro clínico do ex-presidente enquanto está preso.

Segundo os advogados, Bolsonaro apresentou nos últimos dias episódios eméticos — termo médico usado para vômitos — e uma crise de soluços considerada acentuada. A defesa afirma que a situação exige avaliação técnica imediata para analisar a necessidade de uma prisão domiciliar de caráter humanitário.

No pedido, os representantes solicitam que a Superintendência da Polícia Federal seja intimada, com urgência, a juntar aos autos um laudo pericial. O objetivo é permitir que o assistente técnico da defesa apresente um parecer e, a partir disso, o STF avalie a possibilidade de mudança no regime de prisão.

Bolsonaro está detido desde o dia 15 de janeiro no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha. A transferência do ex-presidente da sede da Polícia Federal para a unidade da PM foi determinada pelo próprio ministro Alexandre de Moraes.

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Geral

Acusação de assédio contra ministro do STJ sobe ao STF e cai nas mãos de Nunes Marques

Foto: Reprodução

O caso em que o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Marco Buzzi, é acusado de assédio sexual contra uma jovem de 18 anos chegou ao STF. A relatoria ficou com o ministro Nunes Marques.

Os pais da jovem, casal amigo do ministro Buzzi, prestaram depoimento na Corregedoria Nacional de Justiça, nesta quarta-feira (4). O inquérito criminal deve ficar no STF, porque o ministro tem foro privilegiado, enquanto o processo administrativo tramita no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Em nota, o Marco Buzzi disse que “foi surpreendido com o teor das insinuações divulgadas por um site, as quais não correspondem aos fatos”. “Repudia, nesse sentido, toda e qualquer ilação de que tenha cometido ato impróprio”, afirmou.

O caso ganha peso institucional por envolver um integrante de um dos tribunais mais altos do país.

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