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Preso é encontrado morto na Cadeia Pública de Natal

Um preso, que ainda não teve a identidade divulgada foi encontrado morto, na madrugada desta sexta-feira, 18, no Presídio Provisório Raimundo Nonato Fernandes, localizado na Zona Norte de Natal.

De acordo com agentes penitenciários, uma equipe técnica do Itep foi acionada para identificar se dizer se o caso se trata de um homicídio ou suicídio.

Com informações do G1RN

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Homem é assassinado a tiros na porta de casa na Zona Sul de Natal

Um homem identificado como Ivair Ferreira Batista, de 48 anos foi morto a tiros, na noite dessa quinta-feira, 17. O fato foi registrado no bairro de Lagoa Nova, zona sul de Natal.

De acordo com informações da Polícia Militar, o homem havia sido espancado por um grupo de pessoas que o acusaram de ter roubado um telefone celular.

Gracemente ferido após o espanbcamento, o homem foi levado para uma Unidade de Pronto Atendiemnto, mas não foi atendido por falta de documentos.

Ao voltar pra casa acompanhado da esposa, em um táxi para pegar os documentos, o homem foi abordado na porta de casa por homens armados que foram logo atirando. Ele ainda foi levado novamente da a UPA, mas não resistiu e morreu.

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Sobe para 14 o número de mortos nos atentados terroristas da Espanha

O número de pessoas mortas nos atentados jihadistas da região espanhola da Catalunha aumentou para 14 depois da morte, nesta sexta-feira (18), de uma mulher ferida ontem à noite no atropelamento de Cambrils, na província de Tarragona.

Segundo informaram à Agência EFE fontes do governo regional da Catalunha, é a primeira morte entre os seis pedestres feridos no atropelamento feito por cinco terroristas nessa cidade catalã. Os terroristas foram mortos posteriormente pela polícia.

As outras 13 vítimas morreram ontem (17) em Barcelona, quando uma van invadiu a região das Las Ramblas, que deixou também 100 feridos.

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Polícia aborta ataque com van no litoral da Espanha que fere sete e mata cinco terroristas

Por FOLHAPRESS

A polícia da Catalunha abortou na madrugada desta sexta-feira (18, noite de quinta no Brasil) um ataque na orla de Cambrils, a 117 km de Barcelona, que deixou sete feridos. Os cinco autores foram mortos pelos agentes.

Segundo os Mossos d’Esquadra, a polícia da região da Catalunha, os homens estavam em uma van que subiu a calçada e tentaram entrar em alta velocidade em uma rua de pedestres. Seis pessoas que passavam pelo local ficaram feridas ao serem atropeladas, duas gravemente. Um policial teve ferimentos leves.

Na sequência, os agentes atiraram oito vezes contra os suspeitos, baleando e matando quatro deles na hora. O quinto foi levado ao hospital em estado grave, mas não resistiu aos ferimentos. A polícia diz que todos eles carregavam cintos com explosivos falsos.

O ataque é investigado como terrorismo, mas nenhum grupo o reivindicou até o momento. Os Mossos d’Esquadra declararam que a situação está controlada e agora fazem explosões para detonarem as bombas dos autores.

O método da ação em Cambrils foi o mesmo usado pelo terrorista que matou pelo menos 13 pessoas e feriu cem na tarde de quinta (17) em Las Ramblas, via de pedestres de Barcelona, antes de fugir. Ele continua foragido.

Não se sabe até o momento se os dois ataques estão relacionados. A polícia já prendeu três suspeitos de ligação com a ação em Barcelona. O primeiro foi o marroquino Driss Oubakir, 28, que morava legalmente em Ripoll (a 105 km de Barcelona) e teria alugado a van usada pelo terrorista nos arredores de Barcelona.

O segundo detido é um espanhol do enclave de Melilla, no norte da África, cujo nome não foi divulgado. O homem, segundo a polícia, seria o responsável por uma explosão vinculada ao ataque em um prédio de Alcalar, a 202 km de Barcelona -na ação, ocorrida de madrugada, uma pessoa morreu e sete ficaram feridas. O terceiro suspeito, capturado na manhã desta sexta-feira (18), não teve o nome divulgado.

A polícia, porém, descarta relação do atentado com outro atropelamento ocorrido horas antes nas Ramblas, em que o motorista foi morto pela polícia após atropelar dois agentes.

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Programa do PSDB na TV aprofunda divisão no partido e expõe rachas

O GLOBO

Ocupando quatro ministérios no governo de Michel Temer e, ao mesmo tempo, ensaiando um discurso de oposição, o PSDB viu a sua crise interna se aprofundar após a veiculação, na noite de quinta-feira, do programa do partido na televisão. Encomendada pelo presidente interino, senador Tasso Jereissati (CE), a peça de dez minutos promove uma autocrítica — sem, no entanto, se aprofundar nos problemas citados — , defende o parlamentarismo e classifica o atual modelo de “presidencialismo de cooptação”. A reação dos tucanos no primeiro escalão governista foi imediata: os ministros Aloysio Nunes (Relações Exteriores), Bruno Araújo (Cidades) e Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) criticaram o programa e ampliaram a fissura com a ala favorável ao desembarque do governo e às mudanças internas.

Em diversos momentos, o programa afirma que “o PSDB errou”. Há ainda uma explicação sobre o funcionamento do “presidencialismo de cooptação”: os poderes Executivo e o Legislativo, segundo a peça, relacionaram-se por meio de inúmeras trocas de favores. “Presidencialismo de cooptação é quando um presidente tem que governar negociando individualmente com políticos ou com partidos que só querem vantagens pessoais, que não pensam no país, uma hora apoiam, outra não, e, quando apoiam, cobram caro”, diz o locutor. Nesse instante, o bonequinho que está no vídeo, carregando vários pacotes, tem os olhos transformados em cifrão. O programa ainda estava sendo transmitido quando Aloysio foi às redes sociais:

— Tenho 30 anos de vida parlamentar e nunca recebi dinheiro ou pedi vantagens para apoiar as agendas em que acredito. De quem o programa está falando? O sujeito desses verbos que indicam práticas reprováveis são “os políticos”. É uma forma pantanosa e politicamente irresponsável de diluir as culpas pela degradação institucional, que, ao lado da crise econômica e da desorganização administrativa, constitui o legado de um partido político. E esse não é o PSDB. É o PT — afirmou o ministro.

Segundo ele, os petistas devem ter dado “gargalhadas” ao assistirem ao conteúdo que foi ao ar:

— Pergunto aos marqueteiros: o apoio do PSDB ao governo Temer, os cargos que ocupamos, foram negociados por baixo do pano, por fisiologismo ou apego aos cifrões que aparecem nos olhos dos bonequinhos em que o programa representa “os políticos”?

Já o ministro Antonio Imbassahy, que coordena o processo de punição aos infiéis a Temer durante a votação da denúncia de corrupção no plenário da Câmara, com a troca de cargos de segundo e terceiro escalões, afirmou, por nota, que “a linha adotada no programa ofende fortemente o PSDB, colocando o partido numa posição extremamente ruim e desconfortável, como se fosse o culpado por todos os problemas, inclusive aqueles criados por governos do PT, dos quais foi oposição”. Diz ainda que, “em vez de fortalecer o partido, preferiu-se expor, em rede nacional, uma divisão interna que, a meu ver, já havia sido superada”.

Apesar de um tom abaixo do colega de ministério, Bruno Araújo também fez críticas e disse, em nota, que a peça encomendada por Tasso não o representa. “Seguimos um caminho de compromisso e recuperação do país. Por tudo isso, esperamos da presidência interina que se conduza dentro dos limites das decisões tomadas na legítima instância do partido, a Executiva Nacional”.

‘A VIDA COMO ELA É’, DIZ FERRAÇO

Outro interlocutor afirmou que Aécio, investigado na Lava-Jato, “não gostou” do programa. Já o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), mais ligado a Tasso, disse que o programa é ousado, corajoso e dialoga com “a vida como ela é”.

— Não há como não admitir, em que pese reconhecer que a deterioração da situação política é responsabilidade do PT, que também nos deixamos levar pela velha política. A autocrítica vai nos levar à construção de uma agenda conectada com a realidade. A reação ao conteúdo do programa revela uma coisa que não é muito comum no PSDB, que é ser humilde — ironizou Ferraço.

O senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) foi outro a aprovar o tom da peça:

— O programa, de maneira geral, ficou muito bom. A crítica ao presidencialismo de cooptação é importante, mas é preciso ter cuidado — ponderou Oliveira.

Tasso, que ligou para Temer com o objetivo de explicar que o programa, criado pelo marqueteiro Einhart Jácome, não tinha o peemedebista como alvo, defendeu a necessidade de o PSDB estar à frente na defesa de mudanças. Na conversa com Temer, o senador sustentou que o foco da peça é a defesa do parlamentarismo e a crítica ao que ele chama de “falência do sistema presidencialista”. O trecho que causou mais constrangimento entre os tucanos, principalmente os ministros, é o que mostra a compra de apoio de políticos no “presidencialismo de cooptação”, o que foi interpretado como uma acusação indireta a Temer, embora o nome do presidente não seja mencionado.

— Não tem nada contra Temer. Aliás, o programa defende o Temer, ao apontar as dificuldades que ele enfrenta para governar. Não é o programa que diz que Temer está comprando deputado com dinheiro, o programa fala que, no presidencialismo de cooptação, se troca apoio por vantagens. E quem apareceu na televisão dizendo que, se a fatura não for paga, não vota as reformas foi um deputado da base aliada de Temer — afirmou Tasso, que considera as críticas ao programa parte de um movimento para retirá-lo da presidência do PSDB.

FH DEFENDE E DORIA SILENCIA

No Rio para participar de um evento com empresários, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu o conteúdo do programa.

— Nessa nova sociedade, mentiu, morreu. Tem que dizer as coisas. Tem que dizer com sinceridade: “Acredito, não acredito, penso, não penso, estou errado, errei”. Se o PSDB fizer isso… Vi muita crítica ao Tasso (Jereissati) por causa do programa, mas ele (programa) falou isso: “Erramos? Erramos, fazer o quê?” Vai dizer que não erramos? Não foi um erramos, alguns erraram, mas está bem, você está falando pelo partido, tem que dizer que erramos, não tem outro jeito — disse FH.

Ao ser perguntado, pela plateia, se considerava que o PSDB havia morrido, o ex-presidente concordou:

— Na medida em que os outros partidos também acabaram. A crise é geral, o que não significa que os partidos vão desaparecer. Na próxima eleição, eles estarão aí. O PSDB tem possibilidades. É preciso ver que ideias o PSDB vai ter e que pessoas vão incorporar isso.

Procurado, o prefeito de São Paulo, João Doria, preferiu não comentar.

 

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  1. Fabio Pereira disse:

    Parecia um programa do PMDB!!! Hoje vivemos uma monarquia onde o Rei Temer tem a maioria dos senhores feudais ou a maioria senhores feudais tem o controle do Rei Temer!!!

  2. Eli disse:

    Procurado, o prefeito de São Paulo, João Doria, preferiu VIAJAR….kkkkkkkkkk
    O homem do Facebook tá demais. ..kkkk

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Cunha tenta última cartada em busca de delação

Eduardo Cunha quando foi preso, em outubro de 2016 (Foto: HEULER ANDREY)

O Globo

Menos de uma semana depois de receber um “não” do Grupo de Trabalho da Lava-Jato, o ex-deputado Eduardo Cunha pediu para reabrir as negociações na tentativa de um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República. Um emissário do ex-deputado até sugeriu que, se fosse de interesse do Ministério Público, Cunha participaria diretamente das tratativas, segundo disse ao GLOBO uma fonte que acompanha a movimentação de perto.

Nesse caso, investigadores de Brasília poderiam ouvi-lo em Curitiba, onde ele está preso. Procuradores devem decidir, até a próxima semana, se aceitam ou não pôr de volta à mesa a discussão da delação do ex-deputado.

Na proposta apresentada inicialmente, Cunha teria se comprometido a falar sobre as relações dele com o presidente Michel Temer. Também falaria sobre deputados, senadores e ministros que hoje estão no centro do poder em Brasília. Mas as informações oferecidas por escrito foram consideradas superficiais e inconsistentes. O ex-deputado teria sido omisso em relação a crimes já conhecidos. Cunha também apresentou poucas provas para sustentar as acusações, algumas delas genéricas, que prometeu fazer. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e a equipe de auxiliares não tiveram dúvidas em recusar o acordo.

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  1. Joâo Carlos disse:

    Só tem respaldo se for algo sobre o LULA né?

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Candidato à cela, Lula interdita Plano B do PT

Lula percorrerá nove Estados nordestinos. Visitará 25 cidades em 18 dias. Ele chama a aventura de “caravana”, um eufemismo para campanha eleitoral fora de época —coisa proibida por lei. O  ex-mito do PT se apresenta ao eleitorado com uma condenação tatuada na testa: 9 anos e meio de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. Lula é, no momento, mais candidato à cadeia do que à Presidência da República. Mas ele faz pose.

Enquanto aguarda pelo julgamento do recurso que seus advogados ajuizaram no Tribunal Regional Federal de Porto Alegre, em Porto Alegre, Lula se comporta como Lula. Usa dinheiro público do fundo partidário para ostentar uma candidatura presidencial que pode virar pó se a segunda instância do Judiciário confirmar a sentença de Sergio Moro.

A caravana de Lula é uma iniciativa político-religiosa. Todos sabem, inclusive os petistas, que Lula pode se tornar um ficha-suja. Mas o ingrediente da dúvida não faz parte do credo do PT. O partido se alimenta da certeza de que seu único líder é uma potência moral, que não deve contas senão à sua própria noção de superioridade. Impedido de discutir um Plano B, o PT se arrisca a afundar junto com o personagem que o fundou.

JOSIAS DE SOUZA

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  1. enilson disse:

    Mito não é o Lula, mito é o Bolsonaro e o Doria. Lula é a certeza da volta de um país igual para todos ricos e pobles. Mito é usado para esses candidatos de paraquetas feitos em laboratório pelos meios de comunicação que jugam ser o salvador da pátria. LULA 2018.

  2. Chico disse:

    A arrogância e a prepotência, está no DNA desse sujeito. Lugar de Ladrão é na cadeia!

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PATÉTICO: Gilmar expede habeas corpus familiar e magistrado da Lava Jato dá de ombros

JOSIAS DE SOUZA

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, concedeu um habeas corpus controverso —mais um! Mandou soltar o empresário Jacob Barata Filho, preso no Rio de Janeiro desde 2 de julho. Gilmar é padrinho de casamento da filha de Barata, Beatriz. A moça trocou alianças em 2013 com Francisco Feitosa Filho, que é sobrinho da mulher de Gilmar, Guiomar Feitosa Mendes.

O habeas corpus “familiar” de Gilmar durou pouco, muito pouco, pouquíssimo. Antes que os carcereiros pudessem virar a chave da cela, o juiz Marcelo Bretas, que cuida da Lava Jato no Rio, expediu novo mandado de prisão contra Barata, mantendo-o atrás das grades. Foi como se o magistrado de primeira instância desse de ombros para o despacho de uma toga Suprema.

Barata Filho opera no ramo do transporte urbano. É acusado de pagar propina a políticos e fraudar contratos com o governo fluminense. Gilmar mandou soltar também outro preso encrencado no mesmo esquema: Lélis Teixeira, ex-presidente da Fetranspor Lélis Teixeira, ex-presidente da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro.

Assim como fizera no caso de Batata, o juiz Bretas soltou nova ordem de prisão contra Lélis, impedindo-o de ganhar o meio-fio. Gilmar impusera uma série de medidas cautelatres aos beneficiários de seus habeas corpus. Entre elas o recolhimento domiciliar noturno, nos finais de semana e feriados. O doutor Bretas não quis saber. Preferiu manter a dupla na chave.

Rezam o bom senso e o Código de Processo Civil que um juiz deve se declarar impedido de atuar em determinado processo sempre que há razões objetivas ou subjetivas capazes de comprometer a imparcialidade do julgamento. Entre as causas de suspeição estão, por exemplo, a amizade ou inimizade com uma das partes.

Procurado, Gilmar Mendes disse que não se considerou suspeito para atuar no caso. O casamento “não durou nem seis meses”, mandou dizer o ministro ao Globo, por meio de sua assessoria. Balzac devia estar pensando em casos assim quando disse que “a gente respeita um homem que se respeita a si mesmo.”

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  1. #ficaadica disse:

    Como é MESMO? A gente respeita um HOMEM qdo se respeita a se MESMO… Poderiam ficar sem essa né nossos jogadores…

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Ex-gerente da Petrobrás acusado de propinas chora a Moro por liberdade

O Globo

Acusado de propinas na Lava Jato, o ex-gerente da área internacional da Petrobrás Pedro Augusto Cortes Xavier Bastos chorou em audiência com o juiz federal Sérgio Moro, seus defensores e o Ministério Público Federal na qual admitiu ter recebido R$ 4,8 milhões do operador do PMDB, João Augusto Henriques, mas negou que o dinheiro seja ilícito. Preso desde maio, ele caiu aos prantos ao clamar para que possa responder pelo processo em liberdade.

Cortes Xavier foi preso em 26 de maio na Operação Poço Seco, fase 41 da Lava Jato, sob acusação de receber US$ 4,8 milhões em propinas na conta da offshore Sandfield, na Suíça, da qual supostamente era beneficiário. Em contrapartida, ele teria se utilizado de seu cargo para dar amparo técnico a um negócio envolvendo a venda de um campo seco de petróleo em Benin, na África, da empresa Companie Beninoise des Hydrocarbures Sarl (CBH) para a Petrobrás, em 2011.

“Estou há quase três meses preso, em prisão preventiva, minha segunda recusa da liberdade foi que os extratos não estavam presentes. Que a entrega desses extratos era negociada com o MP desde dezembro de 2016, por alguma razão que desconheço as negociações não foram à frente. Eu me senti dono de uma operação como se fosse um grande agente que fizesse mal à sociedade. Eu tenho um filho de 16 anos longe de mim em uma fase péssima. A primeira parte eu estou arrependido de ter recebido. Mas eu creio que tudo isso eu poderia estar respondendo em liberdade.”

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Prefeitura busca incrementar turismo no litoral sul

O prefeito Rosano Taveira participou de um encontro com o Presidente da Fecomércio Marcelo Queiroz, na tarde desta quinta-feira (17). O objetivo da reunião foi consolidar uma parceria entre a Federação e a Prefeitura para o desenvolvimento da atividade turística do município. A reunião foi realizada na sede da Fecomércio. Também participaram da discussão o coordenador de turismo da SETEL, Paulo Lopes, o diretor da Fecomércio, Jaime Mariz, e o coordenador da câmara empresarial do turismo, George Gosson.

O prefeito explicou que a parceria é importante para destacar o poder turístico do município. “Todas as parcerias são importantes. A Fecomércio possui um potencial consagrado na área. Vamos unir forças com a federação para alavancar de vez o nosso turismo local”, afirmou.

O município é um forte polo turístico no Rio Grande do Norte. Dentro do programa de regionalização do Ministério do Turismo, Parnamirim está classificada como destino principal na categoria C, apontando a cidade como geradora de economia local na modalidade. Anualmente, a Barreira do Inferno registra um média 100 mil visitantes e estima-se que o cajueiro de Pirangi recebe aproximadamente 2 milhões de turistas.

Diante deste quadro o prefeito está trabalhando no projeto de reurbanização da orla das praias locais. O projeto, orçado em 5 milhões, inclui a construção do calçadão e de um mirante, além do recapeamento das ruas que dão acesso a orla. “Este é um projeto grandioso que oferecerá uma melhor estrutura aos usuários de nossas praias”, explicou o prefeito.

Durante o encontro o Presidente da Federação confirmou que enviará ao município, em dezembro, outra unidade móvel do SESC para a realização de cursos profissionalizantes na área da gastronomia. “Com cursos de gastronomia os restaurantes locais poderão receber melhor os turistas e a população também poderá conhecer uma nova oportunidade de trabalho para faturar uma renda extra na alta estação”, explicou.

Na oportunidade, também foi apresentado o projeto do 2º Encontro de Turismo e Cultura do Litoral Sul, evento promovido pela Prefeitura, através de uma parceria entre a Secretaria de Turismo e Fundação Parnamirim de Cultura, que será realizado no dia 27 de setembro, no Hotel Village, localizado em Pirangi. O evento tem como meta agregar valor a toda cadeia produtiva do setor. Durante a ação o Sebrae realizará o lançamento da “Rota Turística do Maior Cajueiro e das Lagoas”.

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Gilmar Mendes manda soltar mais um empresário do setor de transportes do Rio

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes concedeu hoje (17) liberdade ao presidente da Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor), Lélis Teixeira.

O empresário foi preso preventivamente no dia 3 de julho, por ordem da Justiça Federal do Rio de Janeiro, no âmbito da Operação Ponto Final, um desdobramento da Lava Jato, deflagrada pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro e que teve uma segunda etapa no dia 5 de julho.

Ao aceitar o pedido de habeas corpus feito pela defesa do empresário, Gilmar Mendes também converteu a prisão preventiva em medidas cautelares como recolhimento noturno. Nos fins de semana e feriados, Téixeira fica proibido de participar das atividades de suas empresas de transportes e. além disso, não pode deixar o país.

Mais cedo, Gilmar Mendes mandou soltar outro investigado na operação, o empresário Jacob Barata Filho, preso desde 2 de julho em uma etapa da Operação Ponto Final.

 

Agência Brasil

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