Judiciário

Justiça Federal condena dupla por falsificação de cédulas na Grande Natal

A Justiça Federal do Rio Grande do Norte condenou dois homens acusados de aplicarem o crime de falsificação de cédula na cidade de São José do Mipibu. José Augusto dos Santos e Leonardo Dionísio do Nascimento foram considerados culpados e cada um cumprirá pena de 3 anos e seis meses. A sentença foi proferida pelo Juiz Federal Walter Nunes da Silva Júnior, titular da 2ª Vara.

Ele converteu as penas privativas de liberdade em restritiva de direito. Os dois acusados passarão um ano em prestação de serviço à comunidade e ainda dois anos e seis meses comparecendo mensalmente em Juízo para informarem suas atividades.

José Augusto e Leonardo Dionísio foram flagrados nos dias 4 e 5 de abril usando cédula falsa no comércio de São José do Mipibu.

“Embora, o referido laudo não tenha atestado que a falsidade das cédulas examinadas é capaz de enganar o homem médio, tal fato ficou evidenciado na hipótese dos autos, diante da potencialidade em induzir a erro até mesmo pessoas com vivência no comércio, acostumadas a manusear e examinar dinheiro utilizado para o pagamento de despesas em estabelecimento comercial”, analisou o Juiz Federal na sentença.

O magistrado chamou atenção ainda que o crime é competência da Justiça Federal porque não se trata da apreensão de cédulas grosseiramente falsificadas, mas de produtos que tinham um requinte de falsificação que poderiam ludibriar até o homem médio.

JFRN

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Geral

Lula injetou quase R$ 1 bilhão do Brasil na ONU

Foto: Angela Weiss/AFP

Coluna Cláudio Humberto – Diário do Poder

Funcionando basicamente como palco para lacração, a Organização das Nações Unidas (ONU) conseguiu colocar no bolso mais de US$170,3 milhões dos esfolados brasileiros apenas nos últimos três anos de Lula (PT) na presidência do Brasil. Em conversão direta, usando ferramenta disponibilizada pelo Banco Central (BC), o montante supera os R$925,6 milhões. O caminhão de dinheiro não é suficiente para garantir o sonho do petista de ser membro permanente do Conselho de Segurança.

Quarto de bilhão

Enquanto o governo Lula espreme para arrancar até a última gota do salário do brasileiro, doou, em 2025, US$48 milhões (R$260,9 milhões).

Sem dó

Em 2024, o brasileiro levou a maior estocada para bancar a ONU, mais de US$63,4 milhões, que convertidos ultrapassam os R$344,6 milhões.

Nosso dinheiro

Primeiro ano do Lula 3, o petista já mostrou (com o bolso alheio) que seria generoso e deu US$58,8 milhões; mais de R$320 milhões.

Coluna Cláudio Humberto – Diário do Poder

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VÍDEO: Moradores de cinco bairros de Natal relatam ter ouvido trocas de tiros na madrugada desta terça-feira (6)


Moradores de ao menos cinco bairros de Natal relataram ou registraram trocas de tiros durante a madrugada de terça-feira (6).

Segundo informações do Via Certa Natal, através de relatos e imagens, tiros foram ouvidos por moradores dos bairros de Felipe Camarão, Cidade da Esperança, Cidade Nova, Mãe Luiza e Tirol. O que chamou a atenção é que as trocas de tiros aconteceram praticamente no mesmo horário nas diversas localidades.

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Geral

Venezuela detém 14 jornalistas em sessão da Assembleia Nacional; um deles foi deportado

Foto: Jesus Vargas/Getty Images

Pelo menos 14 jornalistas e profissionais da imprensa foram detidos em Caracas durante a sessão de instalação da Assembleia Nacional. Segundo o Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa da Venezuela (SNTP), 13 atuavam para veículos internacionais e 1 para um meio nacional. Desses, 13 foram liberados sem apresentação formal às autoridades e 1 foi deportado; as nacionalidades não foram divulgadas.

De acordo com o sindicato, os profissionais tiveram equipamentos revistados, celulares desbloqueados à força e dados pessoais, como chamadas, mensagens e redes sociais, inspecionados dentro e nos arredores da Assembleia e na região de Altamira. O SNTP afirmou que, apesar das liberações, 23 jornalistas e trabalhadores da comunicação seguem presos no país, classificando a situação como “alarmante”.

O sindicato também denunciou restrições à cobertura da sessão, com proibição de transmissões ao vivo, gravações e fotos. Ao menos três jornalistas teriam sido detidos por agentes da Direção Geral de Contrainteligência Militar (DGCIM), levados ao Palácio Legislativo e submetidos à verificação detalhada de seus celulares.

As detenções ocorreram após a captura de Nicolás Maduro e de sua esposa por forças dos Estados Unidos, no sábado (3). No mesmo contexto, a Assembleia Nacional, controlada pelo chavismo, reelegeu Jorge Rodríguez como presidente e deu posse a Delcy Rodríguez como presidente interina, a primeira mulher a chefiar o Executivo venezuelano.

Com informações de Poder 360

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ONU diz que operação de captura de Maduro pelos EUA na Venezuela violou ‘princípio fundamental’ do direito internacional

Foto: Angela Weiss/AFP

A ONU afirmou nesta terça-feira (6) que a operação militar dos Estados Unidos em Caracas, que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro, violou princípios fundamentais do direito internacional.

“Os Estados não devem ameaçar nem usar a força contra a integridade territorial ou a independência política de qualquer Estado”, disse Ravina Shamdasani, porta-voz do escritório de direitos humanos da ONU.

A declaração ocorre três dias após a ação dos EUA, realizada no sábado (3), quando a capital venezuelana foi alvo de explosões durante a operação para prender Maduro. Trata-se do posicionamento mais duro da ONU até agora; anteriormente, o organismo havia se limitado a manifestar preocupação e pedir desescalada.

A ofensiva norte-americana foi condenada por diversos países. Rússia e China, aliados de Maduro, reforçaram críticas em reunião de emergência do Conselho de Segurança na segunda-feira (5). Pequim classificou a ação como “bullying”, enquanto Moscou chamou o governo Trump de “hipócrita e cínico”.

A Casa Branca afirmou que a operação foi uma ação de “cumprimento da lei”, destinada a apoiar o Departamento de Justiça dos EUA na execução de um mandado de prisão contra Maduro. Especialistas indicam, no entanto, que a legalidade da ação deverá ser contestada e que normas da ONU sobre o uso da força teriam sido violadas.

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Joelma, Raí Saia Rodada, Mução e Renan da Resenha agitam o Fest Verão de Muriú

Foto: Divulgação

A Prefeitura de Ceará-Mirim realiza, no próximo final de semana, nos dias sábado (10) e domingo (11), o Fest Verão de Muriú, uma grande programação que reúne esporte, humor e atrações musicais de destaque nacional, com o objetivo de fortalecer o turismo e movimentar a economia do litoral do município durante o período de alta estação.

A abertura do evento acontece no sábado (10), pela manhã, com a Corrida Muriú Run, que passa a integrar oficialmente o calendário esportivo do município a partir deste ano, consolidando-se como mais um incentivo à prática esportiva e à ocupação saudável dos espaços públicos.

À noite, a partir das 22h, o público confere um grande espetáculo de humor, com apresentações de Mução, Renan da Resenha e Zé Fabiano, garantindo entretenimento para moradores e visitantes.

No domingo (11), a programação continua a partir das 17h, com o Pranchão em Muriú, trazendo o show de Joelma, em percurso que sai do posto de gasolina em direção à Arena Muriú. O encerramento do Fest Verão acontece na Arena, com show de Raí Saia Rodada, prometendo fechar o evento em grande estilo.

De acordo com o prefeito Antônio Henrique, o Fest Verão foi planejado para valorizar o litoral e impulsionar o desenvolvimento local.

“Estamos preparando um verão especial para Muriú, pensado com muito carinho para nossa população e para quem nos visita. É um evento que gera lazer, fortalece o turismo, movimenta a economia local e valoriza o nosso litoral”, destacou.

O Fest Verão de Muriú reforça o compromisso da gestão municipal com a promoção de eventos que unem lazer, cultura, esporte e geração de renda, consolidando Ceará-Mirim como um dos principais destinos do litoral norte do Rio Grande do Norte durante o verão.

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Procon Natal alerta para regras de cobrança em barracas de praia

Foto: Magnus Nascimento

O episódio de violência registrado em Porto de Galinhas (PE), após desentendimento sobre cobrança por cadeiras e guarda-sol, acendeu o alerta em praias turísticas do Nordeste e trouxe o debate para a orla de Ponta Negra, em Natal. Diante da repercussão, o Procon Natal reforçou que a cobrança pelo uso da estrutura é permitida, desde que feita de forma clara, transparente e sem exigência de consumação mínima.

Segundo a diretora-geral do órgão, Dina Pérez, as principais denúncias recebidas envolvem cobrança de valores não informados previamente, diferença entre preço anunciado e o cobrado na conta, taxas extras sem aviso e distinção de preços entre turistas e moradores. “O Código de Defesa do Consumidor não proíbe a cobrança pela estrutura, mas veda qualquer tipo de condicionamento ou imposição de consumo”, explica.

Em Ponta Negra, barraqueiros afirmam que adotam regras claras para evitar conflitos. Alguns estabelecimentos liberam cadeiras e guarda-sol mediante consumo, enquanto outros cobram um valor fixo pelo uso, abatido caso o cliente consuma no local. Trabalhadores destacam ainda os altos custos de manutenção das barracas, cadeiras e guarda-sóis como justificativa para a cobrança.

O Procon informou que intensificou ações educativas e fiscalizações durante o veraneio para orientar comerciantes e proteger consumidores. Em caso de irregularidade, a recomendação é reunir provas como fotos, nota fiscal e identificação do estabelecimento e registrar denúncia pelos canais oficiais do órgão ou junto à Prefeitura do Natal.

Com informações da Tribuna do Norte

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Geral

Governo prepara resposta silenciosa para possível nova onda de venezuelanos

Foto: Bruno Kelly/Reuters

O governo brasileiro trabalha de forma reservada na atualização de um plano de contingência para lidar com um possível aumento do fluxo migratório vindo da Venezuela, diante do agravamento da crise política e diplomática no país. A movimentação ocorre após a ofensiva dos Estados Unidos que resultou na prisão de Nicolás Maduro e elevou a tensão regional.

Publicamente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva adota um discurso de cautela e defesa da soberania venezuelana, tentando se posicionar como articulador no Mercosul. Nos bastidores, porém, equipes técnicas discutem cenários há cerca de um mês, prevendo impacto direto nas fronteiras brasileiras, especialmente em Roraima.

A principal base da estratégia segue sendo a Operação Acolhida, criada em 2018, responsável por recepção, abrigo, regularização e interiorização de venezuelanos. Após o ataque dos EUA, cerca de 2 mil militares passaram a atuar diretamente na fronteira, com outros 10 mil espalhados pelo estado, enquanto o governo avalia reforço logístico, ampliação de abrigos e integração com políticas de saúde e assistência social.

Dados do Observatório das Migrações Internacionais mostram que, até outubro de 2025, o Brasil registrou quase 1,9 milhão de entradas migratórias. Os venezuelanos lideram com folga: 68.512 registros na categoria de acolhimento e 7.228 reconhecimentos como refugiados, evidenciando o peso do país vizinho na política migratória brasileira.

Com informações do R7

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Política

Crise na Justiça acelera saída de Lewandowski e abre disputa por nova configuração da pasta

Foto: Robson Alves/MJSP

A saída do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, é tratada como iminente no governo. Fontes apontam que o anúncio oficial deve ocorrer na próxima quinta-feira (8), após o próprio ministro avisar secretários da pasta sobre a decisão. Desde o período do Natal, Lewandowski já vinha sinalizando a auxiliares a intenção de deixar o cargo, apesar das tentativas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para mantê-lo.

Enquanto não há definição sobre um substituto, a tendência é que o comando do ministério fique interinamente com o secretário-executivo Manoel Carlos de Almeida Neto. Internamente, a expectativa de saída ganhou força após a avaliação de que não faria sentido Lewandowski aguardar a tramitação da PEC da Segurança Pública, que perdeu seu eixo central no Congresso e foi considerada “desfigurada” por aliados do ministro.

Nos bastidores, secretários afirmam que parte da equipe deve deixar o ministério junto com Lewandowski, embora alguns se disponham a permanecer temporariamente para conduzir a transição até o fim do mês. Há também integrantes da pasta que já planejavam a saída para disputar as eleições deste ano.

Com a mudança no comando, o Planalto avalia uma reformulação ampla da equipe e até o desmembramento do atual ministério, com a criação de um Ministério da Segurança Pública. A dúvida, segundo fontes, é se a nova estrutura será implementada ainda neste momento ou guardada como promessa para a campanha eleitoral.

Com informações da CNN

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Economia

Petróleo venezuelano no radar pressiona Petrobras e acende alerta no Brasil

Foto: Divulgação/Foresea

A possível retomada em larga escala da produção de petróleo na Venezuela, caso se confirme a promessa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve gerar impactos relevantes para o Brasil e para a Petrobras. Dono das maiores reservas de petróleo do mundo, o país vizinho pode voltar a ampliar sua produção após décadas de queda, cenário que tende a aumentar a oferta global e elevar a competição por investimentos no setor de óleo e gás.

Especialistas avaliam que, no médio e longo prazos, uma Venezuela mais ativa no mercado pode pressionar a estatal brasileira, forçando a antecipação de projetos estratégicos, como a exploração da Margem Equatorial. Além disso, o avanço simultâneo de projetos na Guiana e no Suriname cria um ambiente ainda mais competitivo, com mais petróleo disponível e risco de queda nos preços internacionais.

No curto prazo, o reflexo mais imediato é o aumento dos custos logísticos. A instabilidade política e militar na região do Caribe já eleva despesas com frete e seguros, encarecendo o transporte de petróleo e derivados. Esse fator pesa diretamente sobre a Petrobras, que utiliza rotas que passam próximas à Venezuela para exportações e importações.

Para analistas do setor, o novo cenário exige do Brasil mais agilidade regulatória, redução de custos e maior eficiência operacional. A leitura é de que, com a Venezuela se tornando novamente atraente ao capital internacional, a Petrobras precisará reforçar sua competitividade para não perder espaço em um mercado cada vez mais disputado.

Com informações do O Globo

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Geral

MST cogita levar militância à Venezuela e prepara atos em apoio a Maduro após ação dos EUA

Foto: XNY/Star Max/GC Images

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) avalia a possibilidade de enviar militantes à Venezuela em resposta à ofensiva militar dos Estados Unidos e à captura do ditador Nicolás Maduro, ocorrida no último sábado (3). A discussão ganhou força após reuniões virtuais que reuniram mais de 50 organizações da esquerda brasileira, que classificam a operação norte-americana como invasão e sequestro do presidente venezuelano.

Durante audiência em Nova York, Maduro e a esposa, Cilia Flores, negaram envolvimento em um suposto esquema de tráfico internacional de drogas e afirmaram ser inocentes das acusações. O venezuelano chegou a se declarar um “presidente sequestrado”. Para o MST, o processo ainda está em curso e exige mobilização política imediata, tanto no Brasil quanto, eventualmente, em território venezuelano.

Segundo a dirigente nacional do movimento, Ceres Hadich, o envio de militantes não está descartado, caso haja necessidade de atuação direta no país vizinho. Paralelamente, o MST articula manifestações em diversas capitais brasileiras, muitas delas em frente a embaixadas e consulados dos Estados Unidos, além de incluir o tema nos atos previstos para o dia 8 de janeiro. A prioridade, neste momento, seria denunciar as mortes, a intervenção estrangeira e a prisão de Maduro.

O tema também dividiu a esquerda em nova reunião realizada nesta segunda-feira (5), com a presença de dirigentes do PT, PSol, PCdoB, intelectuais e jornalistas. Enquanto setores como o PSol rejeitam defender Maduro, mas condenam a interferência externa, o PT e organizações como o MST mantêm apoio explícito ao líder venezuelano. Entre os participantes, houve divergências sobre a estratégia: atacar diretamente Donald Trump ou concentrar críticas na direita brasileira que apoia a ação dos EUA.

Com informações do Metrópoles

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