Meio Dia RN

MEIO-DIA RN: Nesta terça entrevista o padre Sávio e o cel. Sandro Vasconcelos, da Operação Potiguar

O programa Meio-Dia RN receberá nesta terça-feira (9) o padre Sávio, assessor nacional da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude. A campanha “Eu acredito na força da paz”, promovida pela Arquidiocese de Natal, através da Rádio Rural de Natal AM 1090, será um dos assuntos debatidos durante o bate-papo com o sacerdote.

Ainda no programa desta terça-feira, uma entrevista com o coronel Sandro Vasconcelos, porta-voz da Operação Potiguar.

Participe enviando a sua pergunta para o WhatsApp do programa, que é o 99212-2276, ou através das nossas mídias sociais: Twitter: @meiodiarn_; Facebook: /meiodiarn e Instagram: @meiodiarn.

Opinião dos leitores

  1. BG pergunte ao Coronel se o nosso Exército não fará nenhuma ação mais contundente contra a bandidagem, por exemplo invadir e ocupar alguns clássicos redutos do tráfico em nossa Cidade, fazer um pente fino em regiões de violência endêmica. Pois acredito que só ficar nas esquinas, apesar de ajudar um pouco, mais é apenas um efeito paliativo e midiático, precisamos do combate direto aos causadores destes atentados que tanto mal fez a nossa sociedade, precisamos suprimir a fonte de renda dessas facções que é o tráfico de drogas, é uma maneira de fazer isso é ocupando e restabelecendo o poder do Estado nos seus redutos e trincheiras.

  2. Na minha casa somos todos "Meio Dia RN" programa de muita informação e acima de tudo credibilidade. Se possível mande-nos um alô: Fábio, minha esposa Anastácia e minhas filhas: Fábia e Alice. Todos os dias ligadinhos no programa, na hora do almoço a audiência é sagrada !
    Rui Barbosa RN

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Brasil

CGU pede ao Ibama dados sobre licença de petróleo na Foz do Amazonas

Foto: REUTERS/Ricardo Moraes

A Controladoria-Geral da União (CGU) solicitou ao Ibama acesso a todas as informações sobre o processo de licenciamento do bloco FZA-59, localizado na bacia da Foz do Amazonas, na margem equatorial brasileira.

O tema tem sido alvo de pressão do Palácio do Planalto, que cobra uma deliberação rápida por parte do órgão ambiental.

Em um e-mail enviado em 14 de fevereiro, David Ferreira da Cruz, auditor federal de Finanças e Controle da Coordenação-Geral de Energia e Petróleo da CGU, pediu à coordenação-geral do Ibama a “gentileza de conceder acesso ao processo SEI (Sistema Eletrônico de Informações) do licenciamento ambiental da FZA-59” a uma auditora de sua equipe. Ele informou ainda que o pedido foi feito após uma reunião entre os dois órgãos na véspera.

O encontro entre CGU e Ibama aconteceu no dia seguinte à declaração do presidente Lula, que, em entrevista, afirmou considerar que o órgão ambiental faz um “lenga-lenga” sobre o assunto.

Procurado, o Ibama declarou que “a CGU está avaliando o Licenciamento Ambiental do Ibama no sentido amplo do instrumento” e que “não é focado em uma atividade ou empreendimento”.

“Todos os anos, diversos setores do Ibama são auditados pela CGU, e, no passado recente, o Licenciamento Ambiental já foi auditado pela CGU com contribuições importantes”, disse o órgão ambiental em nota à CNN.

Já a CGU enviou a seguinte nota:

“A Controladoria-Geral da União (CGU) não está realizando auditoria, neste momento, no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O que está em andamento é a Auditoria Anual de Contas da Petrobras, referente ao exercício de 2024, em atendimento ao Tribunal de Contas da União (TCU), que define anualmente as unidades a serem auditadas. Trata-se de uma atividade de rotina, cujo relatório deve ser enviado ao TCU até maio para subsidiar a tomada de contas do presidente daquele Tribunal. Assim, a consulta de auditores da CGU ao Ibama teve como foco a verificação da conformidade dos atos no âmbito da Petrobras.”

CNN

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Geral

STF começa a julgar nesta sexta plano do Congresso para pagar emendas parlamentares com transparência

Foto: Roque de Sá/Agência Senado

O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar nesta sexta-feira (28) o plano de trabalho apresentado pelo Congresso e o governo para garantir o pagamento das emendas parlamentares.

O plano, que prevê mais transparência e rastreabilidade nos repasses do dinheiro, foi validado por decisão individual do relator, ministro Flávio Dino. Agora, o plenário da Corte vai decidir se mantém ou não o acordo fechado entre o Legislativo e Executivo.

O julgamento ocorre no plenário virtual e os votos podem ser apresentados no sistema até o dia 5 de março.

Segundo Dino, havendo homologação do plano pelo plenário, não restarão impedimentos para a execução das emendas parlamentares ao Orçamento de 2025, bem como as relativas a exercícios anteriores.

Uma das principais medidas previstas no plano é a identificação nominal dos parlamentares que solicitaram e apoiaram as emendas.

Não serão liberadas emendas que tiverem:

  • impedimentos técnicos identificados, caso a caso, pelo Poder Executivo ou em decisões do Plenário do STF;
  • suspensão específica, anteriormente determinada pelo STF, em face de auditorias realizadas pela CGU em ONGs e demais entidades do terceiro setor;
  • transferências especiais (emendas PIX) sem plano de trabalho apresentado e aprovado;
  • emendas de comissão e de bancada em relação às quais não haja aprovação ou convalidação registrada em atas de reunião das comissões e das bancadas, respectivamente, com a identificação do parlamentar solicitante ou apoiador e de sua destinação; e
  • impedimento previsto em ordem judicial específica vinda de outra instância do Poder Judiciário ou dos sistemas de controle interno e externo.

O plano promete garantir maior controle sobre a destinação das emendas, especialmente as de relator, conhecidas como “orçamento secreto”, declaradas inconstitucionais pelo Supremo em 2022.

Para Dino, o plano apresentou “avanços institucionais” e a “demonstração do comprometimento dos Poderes Executivo e Legislativo com o cumprimento, em etapas, conforme cronograma apresentado” das determinações do Supremo.

G1

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Geral

8 de janeiro: documento coloca sob suspeita juiz auxiliar de Moraes no STF

Foto: Antonio Augusto/STF

Em troca de e-mails entre assessores do gabinete do ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal (STF), o juiz auxiliar Leonardo Fernandes aventou a possibilidade de editar vídeos e imagens relacionados ao Inquérito 4922, que investiga os responsáveis pelos atos do 8 de janeiro de 2023.

Documentos em posse de Oeste mostram que o gabinete do ministro se mobilizava para encontrar provas em julho daquele ano, quando a denúncia já havia sido oferecida aos investigados. Apesar de já ter o material em mãos desde o começo do processo, a equipe de Moraes não o disponibilizou aos alvos da denúncia.

Na troca de e-mails, em 7 de julho de 2023, Leonardo Fernandes encaminhou um link onde os colegas deveriam disponibilizar os vídeos e as imagens relacionados ao inquérito. E acrescentou a seguinte frase: “Quando concluído, peço que informem para fecharmos a possibilidade de edição e disponibilizarmos nos processos”.

Juristas criticam conduta de juiz auxiliar Alexandre de Moraes

De acordo com a defesa de um dos investigados, esse e-mail demonstra que as imagens foram manipuladas entre o STF, o Tribunal Superior Eleitoral e a Polícia Federal, que dividem as investigações sobre o caso. “Afirmo categoricamente que todos os processos do 8 de janeiro são nulos”, salientou um dos advogados, sob condição de anonimato. “A parcialidade do julgador torna nulos os atos processuais, pois o ministro atuou como investigador, acusador e juiz ao mesmo tempo, caracterizando tribunal de exceção. Exige-se a responsabilização dos envolvidos.”

Na mesma linha, o advogado constitucionalista André Marsiglia considera essa prática ilegal. “Uma prova editada é uma prova criada”, resumiu. “Além disso, pode caracterizar adulteração de documento, o que é crime — se for público, mais grave ainda. Mais: cria um desequilíbrio entre as partes, pois o acusado tem de se defender de um fato que não é real, íntegro, e fere a parcialidade da investigação, contaminando de nulidade o processo todo.”

Revista Oeste

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Geral

Em 1ª viagem internacional após cirurgias, Lula vai ao Uruguai nesta sexta para posse de Orsi

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca nesta sexta-feira (28) para Montevidéu, capital do Uruguai, para a posse do presidente eleito, Yamandú Orsi. É a primeira viagem internacional dele desde as cirurgias na cabeça às quais ele foi submetido em dezembro (leia mais abaixo). A equipe médica de Lula autorizou a retomada de deslocamentos mais longos no fim de janeiro. A cerimônia de posse do novo presidente uruguaio está marcada para o sábado (1º), e Lula deve retornar ao Brasil no mesmo dia.

Orsi, da Frente Ampla, foi eleito no fim de novembro de 2024, com 49,8% dos votos, no segundo turno. Ele derrotou Álvaro Delgado, que teve 45,9%, aliado do atual presidente do país, Lacalle Pou. A vitória de Orsi marca o retorno da esquerda ao governo uruguaio — o candidato derrotado e o atual líder da nação são do Partido Nacional, de centro-direita.

O novo presidente do Uruguai é considerado herdeiro político de Pepe Mujica, que comandou país entre 2010 e 2015 e é próximo de Lula. Apesar da idade avançada e da saúde frágil, Mujica apoiou e fez campanha ativamente para Orsi.

Após os resultados que confirmaram a preferência dos uruguaios pela centro-esquerda, o presidente brasileiro parabenizou Orsi e afirmou que a vitória é “de toda a América Latina e do Caribe”. Pelas redes sociais, Lula felicitou o uruguaio e afirmou que o “Brasil e Uruguai seguirão trabalhando juntos no Mercosul e em outros fóruns pelo desenvolvimento justo e sustentável, pela paz e em prol da integração regional”.

R7

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Brasil

VÍDEO: Alta dos alimentos atinge mais de 90% da população de 8 estados, diz Quaest

VÍDEO: Globo News

Descontentamento do brasileiro com a economia e alta no preço dos alimentos impulsionam a desaprovação ao governo Lula que bate 69% em SP e supera 60% em 6 estado.
Uma pesquisa da Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (26) aponta que mais de 90% da população em oito estados percebeu aumento nos preços dos alimentos.

Os estados analisados – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás, Pernambuco e Bahia – representam 62% do eleitorado nacional.

Pesquisa aponta que mais de 90% dos eleitores em oito estados sentem alta nos preços dos alimentos.

A Genial/Quaest também perguntou aos entrevistados sobre a situação econômica no Brasil.

O levantamento indicou que entre os entrevistados, 62% dos paulistas; 59% dos mineiros; 60% dos fluminenses; 50% dos baianos; 61% dos paranaenses; 56% dos gaúchos; 51% dos pernambucanos e 58% dos goianos afirmam que a economia piorou no último ano.

Diário do Poder

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Geral

Impeachment de ministros do STF não é solução, diz Alcolumbre

Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), afirmou nesta 5ª feira (27.fev.2025) que um processo de impeachment contra um ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), num país dividido, causaria problemas para todos os brasileiros.

Segundo o senador, tirar um ministro do cargo não é a solução. Disse que o país já tem muitos problemas e “não criará mais um”. A declaração se deu em entrevista à Rede TV!.

Alcolumbre declarou que o Senado não “é órgão de correção do STF” e afirmou ser necessário mudar a legislação que trata do impeachment de ministros da Corte.

“O Senado não é órgão de correção do STF. A Constituição determina um único procedimento: impeachment de ministro do Supremo. Está errado isso. Temos que fazer uma nova legislação. Essa lei é de 1950. Temos que buscar que cada Poder possa conviver dentro de suas atribuições, um respeitando o outro, sem avançar a linha da autonomia e da autoridade de cada Poder”, disse o senador.

Até hoje, nenhum ministro do STF foi destituído do cargo. Além de a abertura do processo depender do Senado, a cassação de um magistrado da Suprema Corte exige o voto de 54 dos 81 senadores (2/3 da Casa).

Poder 360

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Geral

VÍDEO: “Itamaraty jamais faria uma nota dessa”, dizem especialistas sobre nota consultada por Moraes

Vídeo: CNN Brasil

Rubens Barbosa, ex-embaixador do Brasil em Londres e Washington, expressou surpresa e críticas à nota emitida pelo Itamaraty em resposta a uma declaração do Escritório de Assuntos do Hemisfério Ocidental dos Estados Unidos, órgão do Departamento de Estado do país, sobre decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro.

Durante sua participação no programa WW nesta quarta-feira (26), Barbosa afirmou: “Eu fiquei surpreso com a nota do Itamaraty, eu achei que esse incidente seria minimizado pelo Itamaraty se a gente entender o contexto geral do que está acontecendo”.

O diplomata destacou que a declaração original não veio diretamente do Departamento de Estado americano, mas sim do Departamento do Hemisfério Ocidental, um setor específico do Ministério do Exterior dos EUA. Segundo Barbosa, isso torna a resposta brasileira desproporcional.

Politização do assunto

Barbosa argumentou que, ao contrário do que a nota brasileira sugere, foram as autoridades brasileiras que politizaram o assunto, não os americanos. “Se você ler as duas notas, a nota do Departamento do Hemisfério Ocidental e a nota do Itamaraty, você vai ver que nós politizamos o assunto, eles fizeram uma declaração geral”, explicou.

O ex-embaixador foi enfático ao sugerir que a nota não foi redigida pelo próprio Itamaraty: “Eu tenho quase certeza que essa nota não foi redigida no Itamaraty, o Itamaraty jamais faria uma nota desse tipo”.

Contexto e implicações

Barbosa contextualizou o incidente, mencionando o envolvimento de Elon Musk e as referências do Senado americano às ações do ministro Alexandre de Moraes. Ele alertou que este episódio pode ser apenas o começo de uma série de desafios diplomáticos.

“Esse é só o começo do que vem aí pela frente, porque o lobby contra o governo brasileiro feito pelo grupo do Bolsonaro nos Estados Unidos está causando efeito”, advertiu Barbosa, citando também a recente visita da Comissão de Direitos Humanos da OEA ao Brasil.

O diplomata concluiu expressando preocupação com a amplificação desnecessária do incidente e reiterou sua convicção de que o Itamaraty, sob circunstâncias normais, não teria emitido uma nota com esse teor.

CNN

Opinião dos leitores

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Luto

OAB/RN lamenta falecimento e decreta luto oficial por morte do ex-presidente Roberto Furtado

Foto: Reprodução

A Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Norte (OAB/RN) lamenta, com profundo pesar, o falecimento de seu ex-presidente da Seccional e Membro Honorário Vitalício (MHV), Roberto Brandão Furtado, aos 91 anos. A Seccional também decreta luto oficial de três dias a partir dessa sexta-feira (28).

Roberto Furtado foi presidente da OAB/RN no triênio 1981/1983, tendo exercido posteriormente também o cargo de Conselheiro Federal da entidade. Como presidente da OAB/RN, Roberto Furtado criou a Comissão de Direitos Humanos e presidiu, ainda, o Comitê de Anistia.

Fundador do MDB no Rio Grande do Norte, foi deputado estadual por três mandatos, foi vice-prefeito de Natal (1985), secretário de segurança pública do RN e secretário de administração pública. Também ocupava a Cadeira a 33ª cadeira da Academia de Letras Jurídicas do Rio Grande do Norte (ALEJURN).

O advogado era natural de Natal (RN), sendo filho do advogado, juiz e Desembargador João Maria Furtado e de Jacyra Brandão Furtado.

Em 2023, lançou o livro “Memórias de um Secretário”, no qual relata sua trajetória e resgata parte da história política e administrativa do Rio Grande do Norte.

A OAB/RN se une em oração com todos os familiares, a esposa Marilda e os filhos, Gina, Maria Helena, João Roberto, Ana Roberta, 5 netos e 2 bisnetas e amigos, a fim de que encontrem consolo e amparo nesse momento de saudade.

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Luto

Morre ex-deputado Roberto Furtado

Foto: reprodução

Faleceu na noite desta quinta-feira (27) em Natal, o ex-deputado Roberto Furtado, aos 91 anos.

Roberto encontrava-se entubado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São Lucas, em Natal. Furtado, que exerceu três mandatos como deputado estadual, foi secretário de Estado e presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Norte (OAB/RN), foi internado na quarta-feira, 5 de fevereiro, após apresentar sintomas de pneumonia e uma obstrução intestinal.

Deixa a viúva Marilda e os filhos, Gina, Maria Helena, João Roberto, Ana Roberta, 5 netos e 2 bisnetas.

A família ainda não divulgou hora e local do velório e sepultamento.

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Brasil

Gilmar se manifesta em defesa de Moraes em meio à ofensiva dos EUA

Foto: Kebec Nogueira/ Metrópoles

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), se manifestou, na tarde desta terça-feira (27/2), sobre o atrito que o ministro Alexandre de Moraes está vivendo com autoridades e políticos dos Estados Unidos. Tramita um projeto no Congresso dos EUA que poderia barrar a entrada de Moraes no país.

Em publicação no X, Gilmar Mendes disse que a autodeterminação dos povos é prevista pela Constituição de 1988 e representa um dos princípios que regem os ministros do STF na defesa dos direitos e garantias fundamentais.

“Imbuído deste espírito, o ministro Alexandre de Moraes, a quem presto solidariedade, segue atuando com ponderação e destemor para a salvaguarda da ordem constitucional brasileira, sem concessões a interesses que, sabemos, conflitam com as balizas traçadas por nossa Carta Magna”

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), fez um breve discurso durante a sessão da Corte, nesta quinta-feira (27/2). Sob acusações e críticas do governo dos Estados Unidos e diante do avanço de um projeto no Congresso dos EUA que poderia barrar sua entrada no país, o ministro lembrou a importância do Poder Judiciário e da soberania de todos os brasileiros.

A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) também se manifestou, em nota pública.

“A soberania nacional e a independência do Poder Judiciário são pilares inegociáveis de uma democracia sólida e consolidada, como a brasileira e a norte-americana. O Supremo Tribunal Federal (STF) desempenha um papel essencial na defesa dos princípios constitucionais e do Estado Democrático de Direito, garantindo aos cidadãos brasileiros o pleno acesso à Justiça”, diz a nota da associação.

METRÓPOLES 

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