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Rubens Barbosa, ex-embaixador do Brasil em Londres e Washington, expressou surpresa e críticas à nota emitida pelo Itamaraty em resposta a uma declaração do Escritório de Assuntos do Hemisfério Ocidental dos Estados Unidos, órgão do Departamento de Estado do país, sobre decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro.
Durante sua participação no programa WW nesta quarta-feira (26), Barbosa afirmou: “Eu fiquei surpreso com a nota do Itamaraty, eu achei que esse incidente seria minimizado pelo Itamaraty se a gente entender o contexto geral do que está acontecendo”.
O diplomata destacou que a declaração original não veio diretamente do Departamento de Estado americano, mas sim do Departamento do Hemisfério Ocidental, um setor específico do Ministério do Exterior dos EUA. Segundo Barbosa, isso torna a resposta brasileira desproporcional.
Politização do assunto
Barbosa argumentou que, ao contrário do que a nota brasileira sugere, foram as autoridades brasileiras que politizaram o assunto, não os americanos. “Se você ler as duas notas, a nota do Departamento do Hemisfério Ocidental e a nota do Itamaraty, você vai ver que nós politizamos o assunto, eles fizeram uma declaração geral”, explicou.
O ex-embaixador foi enfático ao sugerir que a nota não foi redigida pelo próprio Itamaraty: “Eu tenho quase certeza que essa nota não foi redigida no Itamaraty, o Itamaraty jamais faria uma nota desse tipo”.
Contexto e implicações
Barbosa contextualizou o incidente, mencionando o envolvimento de Elon Musk e as referências do Senado americano às ações do ministro Alexandre de Moraes. Ele alertou que este episódio pode ser apenas o começo de uma série de desafios diplomáticos.
“Esse é só o começo do que vem aí pela frente, porque o lobby contra o governo brasileiro feito pelo grupo do Bolsonaro nos Estados Unidos está causando efeito”, advertiu Barbosa, citando também a recente visita da Comissão de Direitos Humanos da OEA ao Brasil.
O diplomata concluiu expressando preocupação com a amplificação desnecessária do incidente e reiterou sua convicção de que o Itamaraty, sob circunstâncias normais, não teria emitido uma nota com esse teor.
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