A ministra Luislinda Valois, dos Direitos Humanos, apresentou ao governo um pedido para acumular o seu salário com o de desembargadora aposentada, o que lhe garantiria vencimento bruto de R$ 61,4 mil. Em 207 páginas, ela reclama que, por causa do teto constitucional, só pode ficar com R$ 33,7 mil do total das rendas. A ministra diz que essa situação, “sem sombra de dúvidas, se assemelha ao trabalho escravo, o que também é rejeitado, peremptoriamente, pela legislação brasileira desde os idos de 1888 com a Lei da Abolição da Escravatura”.
Sobra pouco. Luislinda justifica no documento que, por causa da regra do abate-teto, pela qual nenhum servidor ganha mais do que um ministro do Supremo, seu salário de ministra cai para R$ 3.292 brutos. O de desembargadora, de R$ 30.471,10, é preservado.
Ops. Ao citar a Lei Áurea, a ministra Luislinda comete um deslize. Ela diz que a norma “recebeu o número 3533”, quando a lei sancionada pela princesa Isabel em 13 de maio de 1888 é a 3353.
Com a palavra. Procurada durante todo o dia de ontem para comentar o assunto, a ministra disse, por nota, que “não vai se pronunciar a respeito”. Filiada ao PSDB, ela assumiu a pasta em fevereiro deste ano.
Argumentos. No documento, Luislinda diz que “ao criar o teto remuneratório, não se pretendeu, obviamente, desmerecer ou apequenar o trabalho daquele que, por direito adquirido, já percebia, legalmente, os proventos como sói acontecer na minha situação”.
Definição. O Código Penal define trabalho análogo ao de escravo o que submete a pessoa a condições degradantes, jornada exaustiva, trabalho forçado, cerceamento de locomoção e servidão por dívida.
Benefícios. Como ministra, Luislinda tem direito a carro com motorista, jatinhos da FAB, cartão corporativo, imóvel funcional e a salário de R$ 30,9 mil.
É histórico. Nas terras onde o Plano Piloto foi construído, o último registro de trabalho escravo foi no século XIX. A região, onde está a Esplanada dos Ministérios e a Praça dos Três Poderes pertencia a Goiás.
ESTADÃO CONTEÚDO
Absurdo, tá louca é?!
Essa faz jus ao cargo de Ministra de DIREITOS HUMANOS. Pqp. Era só o que nos faltava.
Qual o partido que ela e filiada?
Que bonito hem?
É com esse parâmetro que ela vai julgar os outros.
Aí, se as janelas de ventilação de uma empresa tiverem menos
centímetros do que impõe uma portaria feita por um burocrata,
se diz que é trabalho análogo á escravidão.
Ou melhor, é com essa régua que gente que pensa igual a ela julga as empresas.
É simples:
Ofereça os 60 mil se ela aceitar trabalhar de forma análoga à escravidão…
Rapaz, só matando mesmo pra dá exemplo. A justiça nunca será praticada na íntegra mesmo.
Pois è, essa è mim fogi as palavras para comentar tau situaçao
fugiu as palavras mesmo…
E haja Picaretagem!!!
Tá de brincadeira…
Sem comentários !!!!
Voto com o relator. Pensei que estava no SENSACIONALISTA.