Diversos

Oito em cada 10 brasileiros realizam afazeres domésticos, aponta IBGE

Foto: Pixnio

Mais de 146 milhões de brasileiros realizaram afazeres domésticos no próprio domicílio ou na casa de parentes ao longo de 2019. O número corresponde a 85,7% da população nacional com mais de 14 anos.

De acordo com a pesquisa sobre outras formas de trabalho, divulgada nesta quinta-feira (4), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o volume de brasileiros que fazem atividades domésticas segue estável em relação a 2018.

As estimativas apontam que 92,1% das mulheres e 78,6% dos homens realizaram alguma atividade doméstica ao longo do ano passado. Entre os respondentes do sexo masculino, a participação cresceu 0,4 ponto percentual na comparação com 2018.

A taxa de realização de afazeres domésticos também varia significativamente de acordo com a idade. Enquanto 76,9% dos jovens de 14 a 24 anos tiveram alguma participação nos afazeres domésticos, o percentual sobe para 89,2 entre adultos entre 25 e 49 anos e para 91% entre os maiores de 50 anos.

Segundo o estudo, a menor taxa de participação nas tarefas domésticas ocorreu entre homens com idade entre 14 a 24 anos (67,8%) e a maior entre mulheres de 25 a 49 anos (95,5%). Apesar de corresponder ao grupo menos ativo, os homens mais jovens representaram o maior crescimento nas atividades na passagem de 2018 e 2019, de 1,4 ponto percentual.

O levantamento aponta ainda que filhos ou enteados apresentavam as menores taxas de realização de afazeres, com diferença significativa entre homens (66,5%) e mulheres (84,8%).

Horas

Ao analisar a realização de afazeres domésticos por hora, a pesquisa revela que a média de tempo dedicado a afazeres e/ou cuidados foi estimada em 16,8 horas semanais no ano passado, quantidade similar à apurada em 2018.

De acordo com os dados, as mulheres fora do mercado de trabalho dedicaram o dobro de tempo com os afazeres (24 horas) do que os homens em igual condição (12,1 horas).

A diferença diminui para 8 horas ao analisar apenas a população inserida no mercado de trabalho, com 18,5 horas dedicadas às atividades domésticas pelas mulheres e de 10,4 horas pelos homens.

É também possível observar com o levantamento que os afazeres domésticos diminuem a carga de trabalho das mulheres em cerca de uma hora semanal. “Como as mulheres dedicam muito mais tempo às tarefas domésticas e de cuidados que os homens, é esperado, portanto, que isto afete o tempo disponível para o trabalho fora de casa”, avalia o IBGE.

Realizado com base na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), o estudo enquadra como afazeres domésticos as atividades como o preparo de alimentos, limpeza da casa, lavagem de roupa, manutenção de utensílios, pagamento de contas, cuidado com animais de estimação e realização de compras.

R7

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Mundo

Governo Trump congela concessão de vistos para cidadãos do Brasil e de mais 74 países, diz TV

Foto: Reprodução

O governo dos Estados Unidos congelou a emissão de vistos para 75 países, incluindo o Brasil, segundo reportagem da rede de TV norte-americana Fox News publicada nesta quarta-feira (14).

Segundo a TV, o congelamento foi determinado pelo Departamento de Estado dos EUA, que ainda não havia se pronunciado oficialmente até a última atualização desta reportagem.

Ao g1, a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil informou que ainda não havia sido oficialmente notificada da nova restrição pelo governo dos EUA. O g1 também procurou o Itamaraty, mas ainda não havia obtido resposta até a última atualização desta reportagem.

A medida deve entrar em vigor a partir de 21 de janeiro e não tem data para terminar, de acordo com a reportagem da Fox News. Não há informações se os vistos para turistas serão afetados pelo congelamento.

Com base em um memorando do Departamento de Estado ao que a Fox News disse ter tido acesso, a medida é uma pausa temporária para que o governo dos EUA avalie os critérios que utiliza atualmente para conceder vistos de entrada no país a estrangeiros.

O memorando afirma ainda que Washington pode começar a barrar pessoas mais velhas e com sobrepeso, segundo a TV — em novembro, a agência de notícia Associated Press afirmou que o governo de Donald Trump considerava uma nova diretriz para restringir a entrada de pessoas obesas.

Além do Brasil, outros 74 países também entraram no congelamento de vistos, diz a Fox News, e a lista inclui Irã, Rússia, Afeganistão, Iraque, Somália e Tailândia.

G1

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Polícia

Presos são isolados após tentarem abrir buraco em penitenciária na Grande Natal

Foto: Divulgação

Presos de uma cela da Penitenciária Estadual de Parnamirim (PEP), na região Metropolitana de Natal, foram isolados após serem flagrados pela Polícia Penal em uma tentativa de abertura de um buraco na parede da cela na noite da última segunda-feira (12). O caso foi confirmado pela pela Secretaria de Estado da Administração Penitenciária do Rio Grande do Norte (SEAP/RN).

Segundo a pasta, o caso aconteceu na cela 10 do pavilhão 2 da penitenciária por volta das 21h, quando policiais penais responsáveis pelo monitoramento por câmera identificaram uma movimentação suspeita. Diante disso, foi determinada a realização imediata de uma revista geral, que constatou o início da abertura de um buraco na parede da cela, nas proximidades do banheiro.

Os oito internos que ocupavam a cela foram identificados e passaram a responder ao procedimento disciplinar cabível, estando sujeitos às sanções previstas em lei. “O isolamento preventivo permanecerá vigente até a completa recuperação da estrutura e a conclusão das medidas administrativas necessárias, com o objetivo de preservar a segurança, a ordem e a integridade da unidade prisional”, disse a pasta.

Ainda de acordo com a SEAP, a Polícia Penal descartou risco iminente de fuga, uma vez que a ação foi prontamente interrompida e a unidade dispõe de outros mecanismos de segurança, que permanecem íntegros e em pleno funcionamento.

Leia na íntegra da nota da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária do RN:

A Polícia Penal informa que os internos da cela 10, do Pavilhão 2, da Penitenciária Estadual de Parnamirim (PEP) encontram-se em isolamento preventivo, em razão de danos estruturais no ambiente de custódia, provocados pelos próprios privados de liberdade. Os envolvidos estão respondendo a procedimento disciplinar.

Tribuna do Norte

 

Opinião dos leitores

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Clima

Chuvas devem se intensificar a partir da segunda quinzena de janeiro, aponta EMPARN

Foto: Carmén Félix

A Unidade Instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) divulgou a previsão climática para o trimestre deste ano, mais precisamente para os meses de janeiro, fevereiro e março. O prognóstico é de chuvas na categoria normal a abaixo do normal, segundo boletim emitido pelo setor.

A escassa ocorrência de chuvas na primeira quinzena de janeiro, ocorreu devido a Oscilação Intrassazonal Madden-Julian (OMJ) de forma desfavorável, condição que deve mudar na segunda quinzena, favorecendo a ocorrência das precipitações.

O documento ressalta também que janeiro e fevereiro são meses da pré-estação chuvosa, onde atuam sistemas meteorológicos de curta duração e baixa previsibilidade como os Vórtices Ciclônicos (VCANS), Linha de Instabilidades (LI) e Frentes Frias (FF) – que podem ou não trazer chuvas. O volume depende do posicionamento e das condições atmosféricas.

De acordo com o boletim climático, durante o mês de fevereiro, a atuação da Oscilação Intrassazonal Madden-Julian (OMJ) favorecerá a condição de ocorrência de chuvas nas primeiras semanas do mês. Para a segunda quinzena, a ocorrência de chuvas vai depender da atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).

Para março, considerado o mês mais chuvoso do primeiro trimestre do ano, as chuvas dependem diretamente das condições termodinâmicas dos Oceanos Pacífico e Atlântico.

Tendência de ocorrência de chuvas para janeiro a maio nas microrregiões do Rio Grande do Norte:

MESORREGIÃO JAN/26 FEV/26 MAR/26

Oeste 76,7 mm 116,5 mm 197,5 mm
Central 59,3 mm 93,2 mm 155,1 mm
Agreste 45,9 mm 69,6 mm 119,2 mm
Leste 59,8 mm 92,2 mm 166,9 mm
Estado 60,4 mm 92,9 mm 159,7 mm

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Saúde

Comuns no litoral potiguar, caravelas-portuguesas exigem atenção: especialista explica cuidados essenciais após contato

Foto: Reprodução

Com a chegada do verão, o litoral potiguar vem registrando maior presença de caravelas-portuguesas. A combinação de altas temperaturas, ventos fortes e correntes marinhas favorece o aparecimento desses organismos, que podem provocar queimaduras dolorosas e, em alguns casos, reações mais graves.

Apesar de serem frequentemente confundidas com águas-vivas, as caravelas-portuguesas são colônias de seres marinhos que possuem um flutuador azul-arroxeado e tentáculos que podem chegar a 30 ou até 50 metros de comprimento. O dermatologista da Hapvida, Marcelo Piccolo, explica que o contato com esses tentáculos libera toxinas potentes capazes de afetar rapidamente a pele. “A reação costuma ser imediata, com dor forte, vermelhidão em linhas, inchaço e até formação de bolhas. Em situações mais graves, a toxina pode desencadear náuseas, vômitos ou reações alérgicas importantes”, afirma.

Para evitar acidentes, o médico destaca que é fundamental respeitar os avisos dos salva-vidas e observar bandeiras roxas, que indicam risco de organismos urticantes na água. Ele reforça que as caravelas continuam tóxicas mesmo quando estão encalhadas na areia. “O ideal é evitar qualquer contato direto, mesmo que o animal pareça morto. Usar roupas de lycra ou neoprene também ajuda a reduzir o risco de queimaduras”, orienta.

Quando o contato acontece, Piccolo explica que os primeiros socorros devem ser feitos ainda na praia, seguindo um protocolo simples, mas essencial. O primeiro passo é sair da água com calma e lavar a área afetada exclusivamente com água do mar. “A água doce ativa ainda mais as toxinas. Depois, remova os tentáculos com uma pinça ou cartão rígido, sempre usando algum tipo de proteção. Aplicar vinagre por 10 a 30 minutos ajuda a inativar o veneno das espécies tropicais encontradas no Brasil”, afirma.

Para aliviar o desconforto, o dermatologista recomenda compressas geladas ou imersão da área afetada em água quente entre 40°C e 45°C. Analgésicos comuns podem ser usados caso a dor persista. Ele alerta que métodos populares não devem ser utilizados. “Urina, álcool, areia ou pressionar o local podem piorar a lesão e aumentar a inflamação”, explica.

Segundo Piccolo, alguns grupos exigem mais atenção, como crianças, idosos e pessoas com histórico alérgico. “Se houver falta de ar, vômitos, tontura ou inchaço intenso, o atendimento médico deve ser imediato. Os casos mais graves são raros, mas precisam de resposta rápida para evitar complicações maiores”, conclui.

96FM

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Política

GENIAL/QUAEST: Vantagem de Lula para Tarcísio em eventual 2º turno cai de 10 para 5 pontos em um mês

Foto: Reprodução

A primeira pesquisa Genial/Quaest de 2026, referente ao mês de janeiro, apontou uma queda de 10 para 5 pontos percentuais na vantagem de Lula para Tarcísio de Freitas em uma eventual disputa de 2º turno nas eleições do deste ano, na comparação com o resultado de dezembro.

O presidente aparece com 44% das intenções de voto, contra 39% do governador de São Paulo. Outros 13% responderam que votariam branco, nulo ou não votariam, e 4% se disseram indecisos.

No levantamento do mês passado, Lula teve 45% contra 35% de Tarcísio.

Em novembro, a vantagem de Lula foi novamente de cinco pontos (41% a 36%), sete a menos que a registrada em outubro (45% a 33%).

No início de dezembro, Flávio Bolsonaro se anunciou como o candidato escolhido pelo pai para concorrer ao Palácio do Planalto, a despeito da preferência do Centrão pelo governador de São Paulo.

Na pesquisa divulgada há pouco, Flávio teve 38% contra 45% de Lula. No mês passado, o senador do PL apareceu com 36% contra 46% do presidente.

A Quaest realizou 2.004 entrevistas entre de 8 a 11 de dezembro. A margem de erro estimada é de 2 pontos percentuais.

O Globo

Opinião dos leitores

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Polícia

VÍDEO: Operação “Asas Quebradas” desarticula grupo armado no Alto Oeste e prende policial militar

 

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Vídeo: Divulgação 

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte, com apoio da Polícia Militar, deflagrou, nas primeiras horas desta quarta-feira (14), a “Operação Asas Quebradas”, com o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão em desfavor de integrantes de um grupo criminoso armado com atuação nas cidades de Serrinha dos Pintos e Martins, no Alto Oeste potiguar.

As diligências foram realizadas simultaneamente em Serrinha dos Pintos, Martins e Pau dos Ferros. Ao todo, foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão, resultando na prisão de duas pessoas, entre elas um policial militar. Durante a ação, foram apreendidas duas armas de fogo, grande quantidade de munições de fuzil, munição calibre .50 e materiais relacionados ao tráfico.

As investigações apontam que o grupo seria responsável pelo cometimento de diversos crimes graves na região, incluindo homicídios, havendo indícios de envolvimento na morte e ocultação de cadáver de dois jovens desaparecidos no mês de dezembro.

A operação mobilizou mais de 50 policiais civis, além de equipes da Polícia Militar empenhadas no apoio operacional.

O nome da operação faz referência à estratégia de neutralização de indivíduos responsáveis por sustentar a atuação violenta do grupo investigado — “quebrando as asas” que permitiam a expansão do crime organizado na região.

As investigações prosseguem com o objetivo de esclarecer todos os fatos e identificar outros possíveis envolvidos no grupo criminoso desarticulado.

 

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Economia

Corridas por aplicativo sobem mais de 56% e pesam no bolso do natalense

Foto: Magnus Nascimento 

As corridas por aplicativo ficaram significativamente mais caras no Brasil. De acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o preço do transporte por aplicativo subiu, em média, 56,08% em 2025, a maior variação anual já registrada para o serviço. O aumento superou a inflação geral do país, que fechou o ano em 4,26%, e passou a ter um peso de forma mais evidente no orçamento de quem depende desse tipo de deslocamento no dia a dia, especialmente em capitais e cidades com forte demanda. Em Natal, a percepção dos usuários sobre o serviço estar mais caro também acompanha os dados do levantamento.

Para o economista Helder Cavalcanti, conselheiro do Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Norte (Corecon-RN), o avanço expressivo tem relação direta com mudanças recentes na forma de cálculo e no próprio modelo de negócios das plataformas. “A tarifa dinâmica, que ajusta preços em tempo real com base na demanda, passou a ser considerada no cálculo do IPCA, aumentando a volatilidade dos preços. Ou seja, a lei da oferta e da procura passa a determinar os valores”, afirma. Segundo ele, a combinação entre maior procura em horários específicos e oferta limitada de motoristas acaba elevando as tarifas em momentos críticos.

Além da metodologia, Helder Cavalcanti aponta o peso do aumento dos custos enfrentados pelos motoristas. “Os custos com combustível, manutenção e seguros pressionam as plataformas a repassar esses valores aos usuários”, explica. O economista avalia ainda que, após anos de subsídios para ganhar mercado, as empresas passaram a buscar sustentabilidade financeira. “Agora, as plataformas ajustam preços para garantir rentabilidade, inclusive se prevalecendo da maior procura em determinados horários”, completa.

Na prática, os motoristas afirmam que o aumento percebido pelos passageiros não se reflete em melhora proporcional nos ganhos. A motorista Regina Linhares, 40, que atua exclusivamente pela Uber, relata que não houve repasse direto. “Nada foi repassado no aplicativo da Uber”, diz. Segundo ela, os custos aumentaram, especialmente com combustível. “Eu rodo com etanol. A gasolina e o etanol aumentaram, então teve aumento de custo”, afirma. Para compensar, o esforço precisa ser maior. “É horrível, porque a gente tem que fazer todo um recálculo e trabalhar um pouquinho mais para poder ter lucro”, resume.

Tribuna do Norte 

 

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Cidades

RN vai na contramão dos estados e reduz investimentos em mais de 40%

Foto: Reprodução 

De todos os 27 governos estaduais, o Governo do Rio Grande do Norte foi o que mais reduziu seus investimentos em 2025. Segundo os dados oficiais, a queda nos investimentos do RN foi de 40,8% de janeiro a outubro de 2025, em relação ao mesmo período do ano anterior.

No setor público, investimento são despesas que ampliam o patrimônio e a capacidade de oferta do governo, como obras, construções, aquisição de máquinas e equipamentos, gerando benefícios futuros. Diferencia-se do custeio, cobre as despesas diárias e a manutenção da máquina administrativa (salários, materiais de consumo e serviços).

Os números são de relatórios resumidos de execução orçamentária enviados pelos próprios estados à Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Um relatório com os dados foi divulgado na última segunda-feira 12 pelo jornal Valor Econômico. Os dados de 2025 ainda não estão totalmente fechados porque os estados têm até o fim deste mês para divulgar os números do último bimestre do ano passado (novembro e dezembro de 2025).

Em números totais, o Governo do RN investiu R$ 370 milhões de janeiro a outubro de 2025. Foi o terceiro menor valor entre os 27 governos estaduais, à frente apenas de Rondônia (R$ 350 milhões) e Roraima (R$ 170 milhões) – a população do Rio Grande do Norte é maior que a dos dois estados somados.

Os investimentos subiram em 16 estados e no Distrito Federal. Em 13 deles, o aumento foi superior a 10%, sendo que a taxa superou 30% reais em nove desses entes: Goiás, Rio Grande do Sul, Amapá, Sergipe, Paraná, Maranhão, Acre, Paraíba e Pernambuco.

No Nordeste, apenas dois estados tiveram queda nos investimentos. Além do RN, o outro estado com redução foi a Bahia, com queda de 6,1%. Ainda assim, o governo baiano investiu R$ 5,47 bilhões no período analisado. Estado com população equivalente à do RN, mas com PIB menor, a Paraíba teve investimento de quase R$ 1,8 bilhão de janeiro a outubro de 2025 – quase cinco vezes mais que o estado potiguar.

Procurada, a Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz) não comentou os números até o fechamento da edição.

AGORA RN

Opinião dos leitores

  1. Fatão e LULADRAO, no mesmo caminho, diminuindo os investimentos para fazer a distribuição na época das eleições, essa quadrilha de PTralhas, são imbatíveis, no roubo.

  2. O próximo governador do RN precisará ser forte…e bem negociador. O cenário financeiro que foi gerado não foi bem analisado. O verdadeiro impacto para os próximos anos.

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Geral

Prefeitura instala placas de alerta em prevenção a ataques de piranhas no Rio Açu.

Foto: Reprodução

A Prefeitura de Assú instalou nesta terça-feira (13) placas de segurança em pontos do Rio Açu onde a população registrou ataques de piranhas. As sinalizações ficam embaixo da ponte na BR-304 e na comunidade Baviera.

A ação acontece uma semana depois de a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo e a Defesa Civil emitirem o primeiro alerta sobre os cuidados necessários para quem frequenta o rio.

Os técnicos identificaram que os ataques acontecem no período de reprodução da espécie. Nessa fase, as piranhas defendem os ninhos e atacam quando percebem ameaças às crias.

A equipe técnica apontou outro fator que agrava os incidentes: o descarte de alimentos na água. Banhistas que levam comida e jogam restos no rio atraem os peixes e modificam o comportamento natural da espécie. As áreas próximas à vegetação marginal concentram o maior número de ocorrências, porque as piranhas escolhem esses locais para construir ninhos e proteger os filhotes.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, Ulisses França, listou as medidas de prevenção. “Evite entrar na água próximo à vegetação, não leve alimentos para dentro do rio e não descarte restos de comida na água. Durante este período reprodutivo, as piranhas defendem seus ninhos e atacam quando se sentem ameaçadas. Em caso de ferimentos, procure atendimento médico. Estamos orientando os frequentadores sobre essas medidas para prevenir novos incidentes”, disse.

A secretária municipal Francymeire de Souza informou que a Secretaria de Meio Ambiente e Mobilidade Urbana monitora a situação. “As ocorrências são sazonais e acontecem em uma época específica do ano, quando as piranhas estão em fase reprodutiva”, explicou.

A Defesa Civil orienta os frequentadores do rio a manter distância das áreas sinalizadas e seguir as recomendações das placas de alerta.

Opinião dos leitores

  1. Não adianta, piranhas naquele trecho do Rio existe desde o tempo de “Sostô”, tudo mundo sabe, se arriscam porque querem.

  2. O painho lule não tá nem aí pra saude da população.
    O importante foi gastar 3 milhões de reais para o casal passar o réveillon numa base da Marinha do Brasil.

  3. O importante é não faltar recursos para os artistas canhotos. Já para a população pobre pode faltar tudo.

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Saúde

Ministério da Saúde decide não incorporar vacina do herpes zóster ao SUS

Foto: Reprodução

O Ministério da Saúde decidiu não incorporar a vacina para a prevenção de herpes zóster ao SUS (Sistema Único de Saúde). A decisão está em portaria publicada no DOU (Diário Oficial da União).

De acordo com relatório divulgado pela Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde), disponível online, a vacina foi considerada cara diante do impacto que poderia ter em relação ao combate a doença.

A vacina recombinante adjuvada para prevenção do herpes zóster é voltada para idosos com idade maior ou igual a 80 anos e indivíduos imunocomprometidos com idade maior ou igual a 18 anos

“O Comitê de Medicamentos reconheceu a importância da vacina para a prevenção do herpes zóster, mas destacou que considerações adicionais sobre a oferta de preço precisam ser negociadas, de modo a alcançar um valor com impacto orçamentário sustentável para o SUS”, afirma o relatório.

O relatório apresenta também um cálculo dos custos em relação à população que seria beneficiada pelo imunizante. “Ao vacinar 1,5 milhão de pacientes por ano, o custo seria de R$ 1,2 bilhão por ano e, no quinto ano, a vacinação dos 471 mil pacientes restantes com um custo de R$ 380 milhões. Ao final de cinco anos, o investimento total seria de R$ 5,2 bilhões. Dessa forma, a vacina foi considerada não custo efetiva”, diz o texto publicado.

CNN

Opinião dos leitores

  1. Se não roubassem tanto sobraria dinheiro para a saúde do povo. Mas continuem fazendo o L e aguentem calados.

  2. O painho lule não tá nem aí pra saude da população. O importante foi gastar 3 milhões de reais para o casal passar o réveillon numa base da Marinha do Brasil.

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