Foto: Reprodução
A Prefeitura do Natal confirmou em publicação no Diário Oficial do Município a nomeação de Paulo César Medeiros de Oliveira Júnior como novo secretário de Mobilidade Urbana na capital.
Paulo César substitui Elequicina Santos.
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A Prefeitura do Natal confirmou em publicação no Diário Oficial do Município a nomeação de Paulo César Medeiros de Oliveira Júnior como novo secretário de Mobilidade Urbana na capital.
Paulo César substitui Elequicina Santos.
Foto: Arte Metrópoles
A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro negou, nesta quinta-feira (8), que ele tenha contratado influenciadores digitais para difamar o Banco Central (BC) ou autoridades públicas. Em petição protocolada no Supremo Tribunal Federal (STF), os advogados afirmam que Vorcaro é, na verdade, alvo de uma campanha difamatória organizada e pedem que a Corte investigue a origem das publicações que o envolvem.
A informação é da coluna Dinheiro & Negócios, do Metrópoles. O pedido foi endereçado ao ministro Dias Toffoli e assinado pelos advogados Roberto Podval, Pierpaolo Cruz Botini e Sérgio Leonardo. No documento, a defesa sustenta que o banqueiro sofre um “massivo ataque reputacional”, com disseminação constante de fake news de forma “orquestrada e coordenada”. Segundo os advogados, Vorcaro não difamou nem contratou terceiros para atacar qualquer instituição.
A manifestação ocorre no mesmo dia em que a Polícia Federal informou analisar a abertura de um inquérito para investigar a suposta contratação de influenciadores digitais com o objetivo de defender o Banco Master e atacar o BC após a liquidação da instituição financeira. O caso ganhou repercussão depois que um influenciador relatou ter sido procurado para participar da suposta campanha.
Na petição, a defesa afirma que Vorcaro tem sido alvo recorrente de matérias que extrapolariam o direito à informação, citando “perseguição sistemática” e até “cyberstalking” por parte de sites e blogs. Os advogados anexaram links que, segundo eles, comprovariam os ataques ao banqueiro. Também destacam que Vorcaro nega qualquer envolvimento com uma suposta milícia digital e que vem cumprindo medidas cautelares impostas pela Justiça, como o uso de tornozeleira eletrônica.
Com informações do Metrópoles
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Vídeo: Reprodução/Instagram
Ao menos 45 pessoas morreram no Irã nos últimos 12 dias durante uma onda de protestos contra a crise econômica que atinge o país. Entre as vítimas estão oito crianças. As manifestações começaram em Teerã e rapidamente se espalharam por 25 das 31 províncias iranianas, sendo reprimidas com violência pelas forças de segurança.
Em meio aos atos, manifestantes derrubaram uma estátua de Qassem Soleimani, ex-comandante da Guarda Revolucionária iraniana morto em um ataque dos Estados Unidos em 2020, no Iraque. Em outro ponto, um grupo foi flagrado rasgando a bandeira do Irã, gesto considerado altamente simbólico e provocador pelo regime.
Durante os confrontos, além das oito crianças mortas, um policial também perdeu a vida ao tentar conter a multidão. O governo iraniano impôs restrições severas à internet em várias regiões, dificultando a circulação de informações e imagens sobre a repressão.
Nesta quinta-feira (8), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Irã será “duramente atingido” caso as autoridades continuem matando manifestantes, sem detalhar quais medidas poderiam ser adotadas. O vice-presidente JD Vance também declarou apoio aos protestos, dizendo que os iranianos estão nas ruas lutando por direitos. Irã e Estados Unidos não mantêm relações diplomáticas há décadas.
Foto: Dida Sampaio/Estadão
Um dos envolvidos no pagamento a influenciadores para publicar conteúdos com ataques ao Banco Central é administrador de empresas vinculadas ao jornalista Leo Dias. Desde dezembro do ano passado, perfis de fofoca e política passaram a receber propostas para levantar suspeitas sobre a decisão do BC de liquidar o Banco Master, de Daniel Vorcaro. As informações foram reveladas pelo Estadão.
Mensagens obtidas pelo jornal mostram que André Silva Salvador abordava influenciadores afirmando atuar em uma “gestão de crise” de um executivo do mercado financeiro e oferecendo “serviços de divulgação”. Nas conversas, ele dizia ter parceria com Thiago Miranda, descrito como “sócio do grupo Leo Dias”. Na prática, Miranda é dono da agência Mithi e administrador de empresas do jornalista, como a Leo Dias Comunicação e Jornalismo Ltda, segundo registros da Junta Comercial de São Paulo.
Apesar da menção a Miranda, os contratos foram firmados por meio da empresa de Salvador, a UNLTD. Conforme revelou o Estadão, os acordos incluíam cláusula de confidencialidade do chamado “projeto DV” — iniciais que remetem a Daniel Vorcaro — e previam multa de R$ 800 mil em caso de quebra do sigilo. De acordo com a jornalista Malu Gaspar, em O Globo, os valores pagos a influenciadores poderiam chegar a até R$ 2 milhões, conforme o alcance dos perfis contratados.
A UNLTD tem sede em Águas Claras (DF), capital social de apenas R$ 5 mil e é classificada como empresa de pequeno porte. Mesmo assim, foi por meio dela que se viabilizaram os pagamentos das publicações críticas ao BC. A estratégia ganhou força após despacho do ministro Jhonatan de Jesus, do TCU, questionando a liquidação do Banco Master — decisão depois recuada. O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) acionou a PGR pedindo investigação por abuso de autoridade, enquanto os influenciadores usaram o episódio para colocar em dúvida a atuação do Banco Central.
Com informações do Estadão
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Vídeo: Reprodução/Jovem Pan News
Durante um evento da Central Única dos Trabalhadores (CUT) em São Paulo em memória aos três anos da invasão aos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023, o deputado federal e presidente do PT-SP, Kiko Celeguim, comentou sobre a recente captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos no último sábado (3), em uma ação militar ordenada pelo presidente Donald Trump.
Em sua fala, Celeguim criticou a narrativa de que a operação americana teria sido motivada pelo combate ao narcotráfico, classificando essa explicação como “ingenuidade tamanha”. Ele afirmou ainda que a sigla tomará medidas legais contra deputados que associaram o PT ao narcotráfico neste contexto, reforçando que tais acusações não condizem com a postura do partido.
O parlamentar também defendeu que Maduro foi “escolhido pela população venezuelana” como seu líder, argumento usado por aliados para contestar a legitimidade da ação militar dos EUA e criticar a interferência estrangeira em assuntos internos de outra nação. Celeguim reforçou a posição de que nenhum país tem o direito de intervir militarmente em outra soberana, em referência direta à operação que resultou na captura de Maduro.
As declarações foram feitas no teatro da USP São Francisco, em São Paulo, em um ato que reuniu militantes e lideranças de esquerda para marcar a data de 8 de janeiro — símbolo de luta pela democracia após os ataques às sedes do governo federal em 2023.
Com informações da Jovem Pan News
Foto: Reprodução
O comerciante conhecido como “Cascudo do Gás”, identificado como Carlos Henrique Paula de Souza, foi executado por traficantes do Comando Vermelho (CV) após se recusar a pagar uma taxa imposta pela facção criminosa em Tanguá, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Ex-candidato a vereador no município, ele foi morto a tiros no dia 27 de dezembro de 2025, em frente ao próprio estabelecimento, no centro da cidade.
A informação é da coluna Na Mira, do Metrópoles. Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ), dois homens em uma motocicleta se aproximaram da vítima, sacaram armas de fogo e efetuaram os disparos. Carlos Henrique morreu no local. As investigações indicam que traficantes vinham exigindo pagamentos ilegais de comerciantes da região para permitir o funcionamento dos negócios, e a execução teria sido motivada pela recusa do comerciante em atender às exigências.
Além da cobrança de propina, o grupo criminoso também controlava a venda de produtos como água, carvão e cigarros, restringindo o comércio local para ampliar os lucros do tráfico. O esquema fazia parte de uma estratégia de domínio territorial e intimidação de comerciantes.
Nesta quinta-feira (8), a PCRJ deflagrou uma operação contra os envolvidos, resultando na prisão em flagrante de cinco suspeitos e na apreensão de grande quantidade de drogas, rádios transmissores, balança de precisão, celulares e dinheiro em espécie. A ação também visa cumprir mandados de prisão contra integrantes do CV investigados por associação criminosa, extorsão, homicídio e tortura.
Com informações do Metrópoles
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
O veto integral da governadora Fátima Bezerra (PT) ao Projeto de Lei nº 632/2025, que estabelecia regras e prazos para o repasse do ICMS, IPVA e Fundeb aos municípios, provocou reação imediata da oposição na Assembleia Legislativa. Deputados como Gustavo Carvalho e Tomba Farias, ambos do PL, classificaram a decisão como um desrespeito aos municípios e ao Legislativo e afirmaram que já há articulação para derrubar o veto em plenário.
A proposta havia sido aprovada por unanimidade em dezembro e tinha como objetivo garantir previsibilidade e regularidade nos repasses constitucionais. Para os parlamentares oposicionistas, o veto contraria inclusive a posição da própria base governista, que votou favoravelmente ao projeto. A Federação dos Municípios do RN (Femurn) e o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), também criticaram a medida, alegando que atrasos nos repasses afetam diretamente serviços como educação, saúde e pagamento de servidores.
O governo do Estado justificou o veto com base em parecer da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), que apontou risco fiscal, insegurança jurídica e interferência indevida na gestão financeira estadual. Segundo a PGE, o projeto engessaria a administração da Conta Única do Estado e extrapolaria a competência estadual ao inovar sobre regras já previstas em legislação federal, especialmente no caso do Fundeb.
Apesar da justificativa do Executivo, a oposição e representantes municipais demonstram confiança na derrubada do veto. A avaliação é de que dificilmente os deputados manterão uma decisão vista como prejudicial às prefeituras, sobretudo após a aprovação unânime do projeto e a pressão direta dos gestores municipais.
Com informações da Tribuna do Norte
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Vídeo: Via Certa Natal
Uma ação do Esquadrão Águia resultou na prisão de cinco indivíduos e na apreensão de uma grande quantidade de entorpecentes na Vila de Ponta Negra, zona Sul de Natal. A ocorrência foi registrada durante patrulhamento da equipe na região, após denúncias de tráfico de drogas no local.
De acordo com a Polícia Militar, ao entrar na rua indicada, os agentes se depararam com cinco suspeitos, sendo que um deles carregava uma mochila. Ao perceber a aproximação da viatura, o homem abandonou o material e tentou fugir, mas acabou alcançado e abordado pelos policiais.
Na mochila, os militares encontraram drogas em quantidade significativa, além de dinheiro fracionado, característico da comercialização de entorpecentes. Diante da situação, todos os envolvidos foram detidos no local.
Os cinco suspeitos foram conduzidos à delegacia de plantão, onde ficaram à disposição da Justiça para a realização dos procedimentos legais. A PM reforçou que o Esquadrão Águia segue atuando de forma ostensiva para coibir crimes e reforçar a segurança na capital potiguar.
Foto: Divulgação
Os jatinhos da Força Aérea Brasileira (FAB) realizaram ao menos 1.778 decolagens em 2025 para transportar autoridades da República, consolidando mais um ano de uso intenso da frota oficial por integrantes da elite do poder em Brasília. Têm direito formal ao benefício ministros de Estado, chefes das Forças Armadas e presidentes da Câmara, do Senado e do STF — mas, no governo Lula, a prática foi ampliada e passou a incluir também ministros do Supremo, mesmo sem previsão legal. Os deslocamentos do presidente Lula e da primeira-dama Janja não entram na conta, protegidos por sigilo.
Entre os principais usuários aparece o presidente da Câmara, Hugo Motta, que mesmo possuindo avião próprio realizou ao menos 141 viagens em aeronaves da FAB ao longo do ano. O volume chama atenção pelo caráter recorrente dos deslocamentos e reforça críticas sobre o uso da estrutura pública para agendas políticas e pessoais.
Na Esplanada, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também figura entre os que mais utilizaram os aviões oficiais: foram 132 voos em 2025, 20 a mais do que no ano anterior. O número contrasta com o discurso de austeridade fiscal e contenção de gastos defendido pelo próprio ministro.
O Supremo Tribunal Federal também ampliou o uso da frota. Apenas a Presidência da Corte realizou 100 decolagens no ano, enquanto outros ministros somaram mais 19 voos. No total, o número de viagens em 2025 supera o registrado em 2024 (1.553) e só fica abaixo de 2023, quando foram contabilizadas 1.997 decolagens, mantendo o debate sobre privilégios e transparência no uso de recursos públicos.
Com informações do Diário do Poder
Foto: Molly Riley/White House
O Brasil mantém algum tipo de participação em 34 das 66 organizações internacionais das quais o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump determinou a saída do país, segundo levantamento feito a partir de dados oficiais da Casa Branca. A decisão, anunciada na última quarta-feira (7), envolve tanto organismos ligados ao sistema da ONU quanto entidades independentes, sob a justificativa de que atuariam contra os interesses norte-americanos.
Entre essas organizações, o Brasil atua como país-membro, parceiro institucional ou beneficiário direto de projetos em áreas como democracia, direitos humanos, comércio internacional, meio ambiente e desenvolvimento sustentável. Do total, 19 entidades não fazem parte da ONU e outras 15 integram a estrutura das Nações Unidas, com presença brasileira em fóruns, conselhos e programas de cooperação.
Um dos casos de maior repercussão é o do Instituto Internacional para a Democracia e a Assistência Eleitoral (IDEA Internacional), que observou as eleições brasileiras de 2022 e atestou o funcionamento do sistema eletrônico de votação. Também figura na lista o Fundo da ONU para a Democracia (UNDEF), que financiou cerca de US$ 2 milhões em projetos no Brasil voltados à participação cidadã, direitos humanos e fortalecimento institucional.
Além disso, iniciativas ligadas ao comércio, à inclusão de mulheres exportadoras, à proteção ambiental, à pesquisa científica e ao desenvolvimento urbano seguem ativas no país, mesmo após a decisão americana. Especialistas avaliam que a saída dos EUA não implica, automaticamente, no encerramento das ações no Brasil, mas pode impactar financiamento, governança e o peso político dessas organizações no cenário internacional.
Com informações do G1
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Vídeo: Reprodução/CNN
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vetou nesta quinta-feira (8) o Projeto de Lei da Dosimetria das penas, aprovado pelo Congresso Nacional, e optou por um gesto de confronto institucional ao transformar a decisão em um ato de caráter político no Palácio do Planalto. A proposta reduzia penas aplicadas aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023 e poderia beneficiar, inclusive, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A cerimônia contou com baixa participação popular e foi interpretada como um comício, marcado pela ausência dos presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal, além de lideranças partidárias fora do PT. O projeto vinha sendo tratado nos bastidores como uma tentativa de acomodação entre os Poderes, com o objetivo de reduzir tensões e abrir espaço para outras agendas no Congresso.
Ao rejeitar o texto, Lula contrariou o Legislativo e reforçou o embate político. A expectativa agora é que deputados e senadores derrubem o veto, o que deve levar o tema novamente ao STF, prolongando o impasse institucional. Juristas e parlamentares avaliam que o ciclo tende a aumentar o desgaste entre os Poderes.
No campo político-eleitoral, aliados do presidente veem a decisão como uma aposta para fortalecer o discurso em defesa da democracia e endurecer a pauta de segurança pública, considerada sensível para o eleitorado. A estratégia, porém, é vista como arriscada, pois pode aprofundar a crise institucional e ampliar o isolamento do Planalto em relação ao Congresso.
Com informações de William Waack, da CNN
Kkkkkkkk… Esse entende de trânsito tanto qto eu de cirurgia plástica em papagaio…. Era para colocar um engenheiro de tráfego (tipo Carlos Batinga…. Um dos melhores do Brasil, que implantou a sttu aqui na gestão do saudoso Marcos Formiga….
Pelo amor de Deus … Vamos colocar um técnico, basta de fazer politicagem !! a população não aguenta mais tanta incompetência dos nosso gestores.
Só serve para multar.
Pelo amor de Deus, Prefeito e novo secretário: retirem essa loucura de 50 km/h na Prudente que acabaram de inventar sob a tchurma da Elequicina. Não tem cabimento e vai dar tanta dor de cabeça paa o prefeito quanto o sinal da Universal e o da Nacre.
SALVEM-SE QUEM PUDER…..