Pesquisa do Instituto Qualitá divulgada neste sábado (26), mostra que no cenário estimulado Paulinho Freire abriu mais de 20 pontos de vantagem sobre a candidata Natália Bonavides.
Paulinho tem 54,9%, contra 34,4% de Natália. 3,9% se disseram indecisos e outros 6,8% não votariam em nenhum.
A pesquisa registrada no TRE-RN sob o número RN-08409/2024 foi realizada nos dias 22 e 23 de outubro de 2024 e entrevistou 1.000 pessoas. A margem de erro é de 3,1% e no nível de confiança é de 95%.
Rejeição
O Instituto Qualitá também perguntou aos eleitores em quem eles não votariam de jeito nenhum. A candidata Natália Bonavides é a mais rejeitada pelo eleitorado natalense com 52,2%.
Natal por três vezes rejeitou Fátima para prefeita.
Aí o estado deu a ela uma oportunidade, vê já o resultado vamos nas na ifra estrutura, educação, segurança etc.
Vcs acham que será diferente com Natália?
Projeções feitas por uma ferramenta de Inteligência Artificial apontam os possíveis campeões do futebol em 2026 e colocam o Flamengo como o grande protagonista do ano. Segundo a análise, o clube carioca domina o cenário nacional e continental, conquistando Campeonato Brasileiro, Copa Libertadores e Campeonato Carioca, formando um triplete que reforça sua hegemonia recente.
No cenário internacional, a previsão mais impactante envolve a Copa do Mundo de 2026. A IA indica uma final entre Brasil e Espanha, com os espanhóis ficando com o título. A seleção europeia aparece como favorita pelo forte desempenho coletivo e pelo protagonismo de jovens talentos, enquanto o Brasil chega à decisão impulsionado por seu poder ofensivo, mas acaba superado na prorrogação.
Ainda de acordo com a projeção, o Palmeiras surge como principal rival do Flamengo, ficando com o vice no Brasileirão e na Libertadores. Na Copa do Brasil, o Rubro-Negro também leva a melhor, superando o Corinthians na final. Já a Copa Sul-Americana teria o River Plate como campeão, novamente com o Corinthians ficando pelo caminho na decisão.
Na Europa, a IA aposta no Liverpool como vencedor da Champions League 2025/26, em final contra o Real Madrid. Bayern de Munique, Real Madrid, PSG e Napoli aparecem como favoritos absolutos em suas ligas nacionais, confirmando o domínio das principais potências do futebol europeu nas previsões para a temporada.
Mesmo durante o recesso, ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) intensificaram articulações para reagir a uma eventual liminar do ministro Jhonatan de Jesus que poderia reverter a liquidação do Banco Master, determinada pelo Banco Central. A movimentação ganhou força com a proximidade da acareação ordenada pelo ministro Dias Toffoli, no Supremo Tribunal Federal (STF), elevando a tensão nos bastidores da Corte.
A informação é do blog da Malu Gaspar, do O Globo. O relator do caso no TCU não conta com apoio majoritário para desfazer a liquidação, mas uma decisão individual durante o recesso poderia restabelecer temporariamente o funcionamento do banco até fevereiro de 2026. Diante desse risco, parte dos ministros passou a defender a convocação de uma sessão extraordinária para analisar e derrubar rapidamente qualquer liminar, estratégia vista como necessária para evitar uma reviravolta institucional.
O Banco Master foi liquidado em novembro após o Banco Central e a Polícia Federal identificarem uma fraude de R$ 12,2 bilhões envolvendo a compra de papéis sem lastro pelo BRB, que tentou adquirir a instituição em meio a forte lobby político. A operação foi barrada pelo BC em setembro, o que desencadeou disputas judiciais e questionamentos no TCU.
Jhonatan de Jesus colocou a atuação do Banco Central sob escrutínio ao cobrar explicações sobre a liquidação, citando possível “precipitação” na adoção de uma “medida extrema”, o que gerou receio de interferência na autonomia do regulador. O BC já entregou documentos ao Tribunal, que seguem sob análise técnica e tramitam em sigilo por decisão do relator.
Nos bastidores, ministros avaliam que uma eventual derrota em plenário poderia custar ao relator o controle do processo, já que o regimento prevê redistribuição da relatoria nesses casos. O episódio ocorre em paralelo às investigações conduzidas no STF, onde Toffoli manteve a acareação entre Daniel Vorcaro, Paulo Henrique Costa e representantes do BC, ampliando a pressão institucional em torno do caso.
Relatórios divulgados em dezembro de 2025 pela Instituição Fiscal Independente (IFI), ligada ao Senado, e pelo Ipea, vinculado ao próprio governo federal, convergem em um diagnóstico preocupante: a política fiscal do governo Lula até cumpre o arcabouço na forma, mas perde credibilidade e se mostra incapaz de estabilizar a dívida pública no médio prazo.
No Relatório de Acompanhamento Fiscal, a IFI afirma que o excesso de exceções às regras enfraqueceu o regime fiscal. O órgão destaca que despesas como precatórios, gastos com defesa, investimentos do PAC, ressarcimentos do INSS e a reestruturação dos Correios foram retiradas do cálculo do resultado primário, somando mais de R$ 170 bilhões fora das regras nos três primeiros anos do novo arcabouço.
Outro ponto sensível é a mudança na LDO de 2026, que passou a permitir a busca pelo piso da meta fiscal após entendimento do TCU. Para a IFI, a alteração representa um rebaixamento prático das metas e desloca o debate para a trajetória da dívida em relação ao PIB. O relatório é direto ao afirmar que os números “revelam inequivocamente a insustentabilidade do atual regime fiscal”.
Para 2026, a IFI projeta deficit primário de R$ 26,5 bilhões, mesmo após deduções expressivas, e alerta que o cumprimento da meta exigirá forte contingenciamento de despesas discricionárias. No médio prazo, o espaço fiscal tende a desaparecer, com risco de colapso já a partir de 2028.
O Ipea adota tom mais técnico, mas reconhece as mesmas tensões. O instituto aponta dificuldades para conciliar crescimento econômico, ampliação de gastos sociais e controle fiscal em um orçamento engessado, além de destacar limites políticos para aumento de receitas e corte de despesas. Até novembro de 2025, o deficit primário acumulado chegou a R$ 75,7 bilhões, enquanto Lula sancionou o Orçamento de 2026 com veto a 26 dispositivos aprovados pelo Congresso.
O início de 2026 marcou uma mudança que já começa a pesar no bolso de quem trabalha por conta própria. Com novas exigências fiscais em vigor, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a alcançar diretamente profissionais informais, como cabeleireiros, pedreiros, eletricistas, diaristas e professores particulares, que agora entram no radar da Receita Federal.
Na prática, autônomos que emitem nota fiscal no próprio CPF ficam sujeitos a uma carga tributária que pode chegar a 25% do faturamento. A obrigação vale mesmo para quem não possui empresa formalizada, o que gera apreensão entre trabalhadores que antes atuavam à margem do sistema tributário tradicional.
Há, porém, alternativas pouco divulgadas. A emissão de nota via CNPJ reduz drasticamente a tributação, e a formalização como Microempreendedor Individual (MEI) permite o pagamento apenas do DAS, com valor mensal em torno de R$ 80, englobando impostos e contribuição previdenciária.
Críticos do governo afirmam que a medida amplia a arrecadação às custas dos mais vulneráveis e reforça a percepção de avanço do Estado sobre rendas informais. A crítica ecoa discursos de líderes liberais, como o presidente argentino Javier Milei, que classificou a tributação excessiva como um obstáculo à liberdade econômica e à sobrevivência de pequenos trabalhadores.
Em meio à escalada de tensão com Washington, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou nesta quinta-feira (1) que está disposto a abrir um diálogo com os Estados Unidos para tratar de temas como petróleo, migração e combate ao narcotráfico. Segundo ele, Caracas está pronta para “conversar seriamente” caso haja interesse do governo norte-americano.
Maduro citou a possibilidade de um acordo energético que permita investimentos de empresas dos EUA, como a Chevron, atualmente a única grande petrolífera americana autorizada a exportar petróleo venezuelano. O líder chavista também sugeriu negociações sobre voos de deportação de venezuelanos e cooperação antidrogas, afirmando que os termos poderiam ser definidos “onde e como eles quiserem”.
As declarações ocorreram no mesmo dia em que forças militares americanas realizaram um novo bombardeio contra embarcações suspeitas de tráfico de drogas na região. A ação faz parte de uma ofensiva ampliada que, nesta semana, já incluiu a confirmação de um ataque em solo venezuelano pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
A pressão sobre Maduro se intensificou desde agosto, quando Washington elevou para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levassem à prisão do venezuelano e reforçou a presença militar no Caribe. Apesar de contatos diretos entre Trump e Maduro em novembro, as conversas não avançaram. Segundo a imprensa americana, os EUA também demonstram interesse estratégico nas reservas venezuelanas, as maiores comprovadas de petróleo do mundo, enquanto seguem apreendendo embarcações e impondo bloqueios sob alegação de sanções internacionais.
Após o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) receber alta hospitalar e retornar à Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, Michelle Bolsonaro publicou uma mensagem de apoio nas redes sociais nesta quinta-feira (1º). A ex-primeira-dama afirmou que a família vai superar “os dias maus” e exaltou o marido, que segue cumprindo pena determinada pelo STF.
Na publicação no Instagram, Michelle citou uma frase atribuída a Winston Churchill — mas que, na verdade, é do escritor norte-americano John C. Maxwell — para definir Bolsonaro como um líder. Em seguida, declarou apoio público: “Você é grande, meu amor! Existe um Brasil de bem que te ama e ora por você. Vamos vencer os dias maus. Que Deus te abençoe. Te amo e estarei ao seu lado”.
Bolsonaro estava internado desde 24 de dezembro no Hospital DF Star, onde passou por uma herniorrafia inguinal bilateral, procedimentos para conter crises persistentes de soluços e uma endoscopia digestiva alta. Após a alta, a defesa solicitou ao ministro Alexandre de Moraes a concessão de prisão domiciliar humanitária, pedido que acabou sendo negado.
Na decisão, Moraes afirmou que não houve agravamento do estado de saúde do ex-presidente e que os laudos médicos indicam melhora clínica após os procedimentos. O ministro também ressaltou que todas as recomendações médicas podem ser cumpridas na sala de Estado-Maior da PF, onde Bolsonaro segue preso após condenação a 27 anos e três meses por crimes ligados à tentativa de golpe de Estado.
A proximidade das eleições de 2026 deve influenciar diretamente as negociações pelo comando das comissões permanentes da Câmara dos Deputados. Com um calendário legislativo mais curto e foco crescente nas campanhas, parlamentares passam a disputar espaços de maior visibilidade política, capazes de projetar pautas e fortalecer discursos eleitorais.
Com a retomada dos trabalhos em fevereiro, as primeiras semanas serão marcadas por intensas articulações para a definição dos presidentes dos colegiados. A escolha segue a proporcionalidade das bancadas, o que garante às maiores siglas prioridade na ocupação dos cargos. Ao todo, são 30 comissões permanentes, cuja instalação, no ano passado, levou mais de um mês devido a acordos herdados da gestão de Arthur Lira e da eleição de Hugo Motta para a presidência da Casa.
O comando dessas comissões é estratégico porque permite controlar a pauta, acelerar ou travar projetos e até impulsionar convocações de ministros. As maiores disputas costumam envolver a CCJ e colegiados ligados a áreas sensíveis ao governo, além da CMO, que neste ano será presidida por um deputado. Paralelamente, a Câmara tenta avançar em temas de forte apelo eleitoral, como segurança pública, com a PEC da Segurança e o projeto Antifacção, que podem ir direto ao plenário.
Outro movimento esperado para o início do ano legislativo é a troca de lideranças partidárias. O PT terá Pedro Uczai no lugar de Lindbergh Farias, enquanto o PSB será comandado por Jonas Donizetti. Na oposição, o PL já confirmou Cabo Gilberto Silva como líder. Algumas siglas, como União Brasil e PL, optaram por manter seus atuais comandos, em meio a um cenário de reorganização política que antecede a disputa eleitoral.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve passar por uma ampla reformulação a partir de abril, com a saída de quase metade dos ministros para disputar as eleições de 2026. A estratégia do Palácio do Planalto é preencher a maioria das vagas com os atuais secretários-executivos — os chamados “números dois” das pastas — numa tentativa de evitar descontinuidade administrativa em um ano decisivo para a reeleição do petista.
Segundo o próprio Lula, ao menos 18 ministros devem deixar o governo, número que pode chegar a 22. Entre os primeiros nomes cotados para a saída estão Fernando Haddad (Fazenda) e Ricardo Lewandowski (Justiça). Embora nenhum dos dois pretenda disputar cargos eletivos, Haddad é pressionado pelo PT a concorrer em São Paulo, enquanto Lewandowski avalia que sua missão no governo já foi cumprida. A tendência é que a Fazenda fique sob comando do secretário-executivo Dario Durigan.
Mudanças também devem atingir o núcleo do Planalto. Rui Costa deve deixar a Casa Civil para disputar o Senado pela Bahia, abrindo espaço para Miriam Belchior. Gleisi Hoffmann tende a concorrer a mais um mandato pelo Paraná, o que provocaria troca na Secretaria de Relações Institucionais. Há ainda a possibilidade de Sidônio Palmeira deixar a Comunicação Social para assumir o marketing da campanha presidencial.
Fora do Planalto, ministros como Marina Silva, Simone Tebet, Renan Filho, Silvio Costa Filho, Waldez Góes, Jader Filho e André Fufuca estão entre os que avaliam disputar cargos em 2026. Renan Filho é o único cotado para tentar um governo estadual, em Alagoas. A maioria deve concorrer ao Senado ou à Câmara, enquanto Lula acompanha de perto casos mais sensíveis, como os de Marina e Tebet.
A diretriz predominante no Planalto é apostar em soluções internas, promovendo quadros técnicos já integrados às pastas, especialmente na área de infraestrutura. A avaliação é que a “troca controlada” reduz riscos de paralisia, preserva entregas e permite ao governo atravessar o ano eleitoral com menos turbulência política.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), usou o primeiro dia de 2026 para provocar o PT e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em publicação nas redes sociais, Tarcísio escreveu que “a fórmula é simples” e concluiu: “Feliz 2026 = Fora PT”, em referência direta ao cenário eleitoral do próximo ano.
A postagem foi acompanhada por um vídeo em tom de ironia, no qual o governador aparece resolvendo uma “equação” em uma lousa até chegar ao resultado que associa a saída do PT a um ano feliz. Na gravação, Tarcísio veste uma camisa da Seleção Brasileira, símbolo amplamente associado ao bolsonarismo desde o governo Jair Bolsonaro (PL), de quem é aliado político.
A mensagem reforça a associação de Tarcísio ao campo da direita e alimenta especulações sobre seu papel nas eleições de 2026. O governador é citado como possível adversário de Lula na disputa presidencial, embora aliados avaliem que o caminho mais provável seja a tentativa de reeleição ao Palácio dos Bandeirantes.
Enquanto isso, Tarcísio enfrenta ruídos na própria base. O PP passou a pressionar publicamente o governador e avalia lançar candidatura própria ao governo paulista. Em nota, o diretório estadual da sigla cita descontentamento de prefeitos, dificuldades de diálogo e reclamações sobre a falta de espaço para parlamentares do partido.
O Progressistas também vê como estratégico alinhar o governo de São Paulo ao projeto nacional da legenda, especialmente diante da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência. A avaliação interna é que um governador mais afinado com esse plano fortaleceria as chapas proporcionais em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, ampliando a tensão política em torno do futuro de Tarcísio.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) empenhou quase a totalidade das emendas parlamentares previstas no Orçamento de 2025, em um movimento claro de reaproximação com o Congresso Nacional. Até 31 de dezembro, o Planalto reservou cerca de R$ 46,2 bilhões para investimentos indicados por deputados e senadores, o equivalente a 95,35% do total autorizado, que soma quase R$ 48,5 bilhões.
O empenho representa a penúltima etapa da execução orçamentária e indica que os recursos já foram separados para pagamento. Do total reservado, aproximadamente R$ 31 bilhões — cerca de 64% — já haviam sido efetivamente pagos até o fim do ano, segundo dados oficiais.
A maior fatia corresponde às emendas individuais, de execução obrigatória. Dos R$ 24,6 bilhões autorizados nessa modalidade, R$ 23,9 bilhões foram empenhados e R$ 19,7 bilhões pagos. Já as emendas de bancadas estaduais tiveram 85% dos recursos reservados, com R$ 10,5 bilhões empenhados e R$ 6 bilhões pagos. No caso das emendas de comissões, que não têm pagamento obrigatório, apenas 46% dos valores empenhados chegaram à fase de liberação.
A liberação acelerada ocorre em meio às dificuldades enfrentadas pelo governo no Congresso ao longo de 2025, quando o atraso no pagamento de emendas contribuiu para derrotas do Planalto em pautas sensíveis, como o PL Antifacção, além do travamento da PEC da Segurança. O desgaste também ampliou a resistência de parlamentares em votações estratégicas.
Após sucessivos atritos, Lula se comprometeu com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a empenhar todas as emendas até o fim do ano. O gesto busca recompor a base aliada e fortalecer a articulação política do governo às vésperas do ano eleitoral de 2026, quando temas como segurança pública e agenda trabalhista devem dominar o debate no Congresso.
Nataliavai ganhar no terceiro turno vcs vão ver
Qualitá é a margarina? Escorrega BG
Natal por três vezes rejeitou Fátima para prefeita.
Aí o estado deu a ela uma oportunidade, vê já o resultado vamos nas na ifra estrutura, educação, segurança etc.
Vcs acham que será diferente com Natália?
BG aquele rapaz que todo dia colocava nos comentários do seu programa que a maioria pró Paulinho vai ser 100 mil votos parece que ele vai acertar,.
Carlos Eduardo tb tava no 2° turno…
👉👉👉👉👌🤡
120.000 votos
Alguém ainda tem dúvidas do vendedor?
Vendedor?!?!
Tá errado kkk em acho que o VICE DE MICARLA tá com mais de 40 pontos na frente de NATÁLIA.
Os números são esses o VICE DE MICARLA tem 68% dos votos e NATÁLIA continua com os mesmos 28% do primeiro turno kkk
Eu vou dar um grito de 🗽 prá varrer o PT do atraso