Diversos

Prefeito de Mossoró é surpreendido com nota falsa publicada em seu nome

DSC_0081O prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior, foi surpreendido nesta terça-feira, 28, com uma nota falsa publicada em um blog do Seridó. A publicação foi feita como se ele tivesse escrito para o blogueiro, dando informações sobre seu futuro político e tentando criar caso com outras lideranças políticas de Mossoró. O problema é que o prefeito não mandou nota nenhuma nem sequer falou com o blogueiro por telefone.

Francisco José Júnior pediu, através de sua assessoria, direito de resposta, que foi concedido, e esclareceu o fato. Ele disse ainda que refuta tal prática que, no caso específico, fere o artigo 299 do Código Penal, o qual prevê “reclusão de um a três anos e multa, se o documento é particular” para quem “(…) inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante”.

Para evitar a repetição deste crime, o prefeito Francisco José Júnior se coloca à disposição de todos os jornalistas para conversar sobre qualquer assunto administrativo ou político.

Quanto às inverdades publicadas, Francisco José Júnior esclarece que, embora não seja momento de falar em eleição municipal, não haverá impedimento jurídico para ele tentar a reeleição, caso seja essa a sua vontade. Sua assessoria jurídica encontrou pelo menos 11 jurisprudências do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que abrem precedentes para isso.

No mais, Francisco José Júnior diz que é hora de seguir firme no trabalho administrativo que iniciou em Mossoró desde que assumiu a Prefeitura. Para isso, todo o esforço será feito para trabalhar em conjunto com qualquer liderança que queira ajudar no desenvolvimento de Mossoró. Bem como, acredita que com Robinson, governador, Fátima, senadora, e a presidenta Dilma, ficará mais fácil lutar pelas ações macro que ajudarão Mossoró a crescer ainda mais.

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Política

Lula decide nesta quarta (14) futuro do Orçamento de 2026, com R$ 61 bilhões em emendas na mesa

Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República

O prazo final para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionar ou vetar o Orçamento da União de 2026 se encerra nesta quarta-feira (14). A proposta, aprovada simbolicamente pelo Congresso no fim do ano passado, reserva R$ 61 bilhões para emendas parlamentares e projeta um superávit de R$ 34,5 bilhões nas contas públicas, além de prever cortes em despesas obrigatórias e programas sociais.

Pelo texto aprovado, a maior fatia das emendas — cerca de R$ 49,9 bilhões — fica sob controle direto de deputados e senadores, incluindo emendas individuais, de bancada e de comissão. As chamadas emendas impositivas, de pagamento obrigatório, somam R$ 37,8 bilhões, sendo R$ 26,6 bilhões individuais e R$ 11,2 bilhões destinadas às bancadas estaduais. Há ainda R$ 12,1 bilhões em emendas de comissão, que dependem de liberação do Planalto.

Nos bastidores, o governo já sinalizou que deve conter cerca de R$ 11 bilhões desse total. Na semana passada, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que os valores acima do limite pactuado com base no arcabouço fiscal e em decisões do STF não serão executados, seja por veto, bloqueio ou remanejamento. A estratégia busca reforçar o discurso de responsabilidade fiscal em um ano decisivo do mandato.

O Orçamento também traz cortes sensíveis, como a redução de R$ 6,2 bilhões nas despesas previdenciárias, além de diminuição de recursos para programas sociais. O Pé-de-Meia sofreu queda de R$ 436 milhões, enquanto o Auxílio Gás perdeu cerca de R$ 300 milhões. Em contrapartida, o texto fixa um piso de R$ 83 bilhões para investimentos públicos em 2026, com prioridade para obras do Novo PAC, que seguem pressionadas por restrições orçamentárias.

Com informações do G1

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Geral

VÍDEO: Irã chega ao limite e caminha para um desfecho trágico, afirma Waack

 

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Vídeo: Reprodução/CNN

A República Islâmica do Irã chegou a um ponto de esgotamento em que não há mais caminhos sem custo humano elevado. Qualquer que seja o desfecho da crise atual, o cenário aponta para um resultado trágico. O país já vive uma catástrofe humanitária, com um regime envelhecido, autoritário e violento reprimindo protestos populares enquanto parte da comunidade internacional, incluindo o Brasil, mantém silêncio ou indignação seletiva diante das graves violações de direitos humanos.

A informação é de William Waack, da CNN. O contexto se agrava com a atuação externa. De um lado, a indiferença diplomática de governos que evitam condenar Teerã; de outro, a postura errática do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que incentiva a população iraniana a ir às ruas sem deixar claro que tipo de apoio real poderia oferecer. O resultado é um aumento da tensão interna sem qualquer garantia de proteção aos manifestantes.

Geopoliticamente, o Irã ocupa uma posição central no Oriente Médio, não apenas por sua localização estratégica, população numerosa e recursos naturais, mas sobretudo por seu papel histórico nas disputas religiosas do mundo muçulmano. A revolução islâmica de 1979 transformou profundamente a relação entre Estado e religião, submetendo o poder político à autoridade máxima religiosa e influenciando milhões de pessoas além das fronteiras iranianas.

Décadas depois, porém, essa revolução mostra claros sinais de falência. O regime sobrevive sustentado pela repressão a demandas básicas, como melhores condições de vida e liberdade. Se conseguir resistir, o país seguirá mergulhado em instabilidade e violência. Se ruir ou se transformar, o processo também tende a ser sangrento. Em qualquer cenário, o Irã parece condenado a atravessar um dos períodos mais sombrios de sua história recente.

Com informações da CNN

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Geral

VÍDEO: Nikolas Ferreira reacende críticas ao monitoramento do Pix e acusa governo de “fiscalização disfarçada”

Vídeo: Reprodução/X

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) voltou a atacar o governo Lula nas redes sociais ao criticar as regras de monitoramento do Pix retomadas pela Receita Federal. Em vídeo publicado nesta terça-feira (13), que ultrapassou 1,8 milhão de curtidas em poucas horas no Instagram, o parlamentar afirmou que o Executivo reintroduziu mecanismos de fiscalização que haviam sido revogados após forte repercussão negativa no início do ano.

Na gravação, Nikolas relembra um vídeo publicado em janeiro que pressionou o governo a recuar da ampliação da fiscalização sobre transferências acima de R$ 5 mil feitas por pessoas físicas. Segundo ele, a nova instrução normativa editada em agosto de 2025 retoma esse controle “de forma escondida”, com outro nome e discurso diferente. “Não é imposto, é monitoramento”, afirma o deputado, alertando que a medida pode afetar diretamente trabalhadores informais e autônomos.

A norma citada por Nikolas é a Instrução Normativa RFB nº 2.278, que passou a exigir que fintechs e instituições de pagamento sigam as mesmas obrigações de envio de dados já impostas aos grandes bancos. Com isso, movimentações acima de R$ 2 mil para pessoas físicas e R$ 6 mil para pessoas jurídicas devem ser informadas à Receita por meio do sistema e-Financeira. O governo sustenta que a medida é essencial para combater lavagem de dinheiro, fraudes e a atuação do crime organizado no sistema financeiro.

Embora o governo negue qualquer criação de imposto sobre o Pix, a mudança amplia o rastreamento das transações digitais, o que, na prática, coloca sob maior vigilância rendas que antes circulavam fora do radar do Fisco. Para Nikolas, o problema não é o combate ao crime, mas o impacto sobre cidadãos comuns. “O Estado passou a tratar o Pix como dinheiro suspeito”, dispara o deputado, reforçando o discurso que tem mobilizado sua base nas redes sociais.

Com informações do Poder360

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Geral

Lula esvazia relação com a Câmara e passa 2025 sem despachos privados com deputados

Foto: Ricardo Stuckert/PR

A agenda oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) expõe o distanciamento cada vez maior entre o Palácio do Planalto e a Câmara dos Deputados. Em 2025, Lula não recebeu nenhum parlamentar para despachos privados, cenário que evidencia a dificuldade do governo em dialogar diretamente com a Casa. O quadro é ainda pior do que em 2024, quando apenas quatro deputados foram atendidos — três do PT e o então presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

No Senado, a situação não é muito diferente. Ao longo do ano, apenas uma senadora teve encontro privado com o presidente: Leila Barros (PDT-DF). Ainda assim, a reunião só aconteceu após oito meses de espera, reforçando a leitura de esfriamento na interlocução política com o Congresso.

O isolamento também se reflete na relação com os governadores. Em 2025, Lula realizou somente três reuniões privadas com chefes de Executivos estaduais, todos considerados aliados fiéis do Planalto, o que reforça a percepção de que o diálogo tem se restringido à base mais alinhada.

Os governadores recebidos foram Helder Barbalho (MDB-PA), Renato Casagrande (PSB-ES) e Carlos Brandão, do Maranhão, hoje sem partido após deixar o PSB. O cenário reforça a avaliação, nos bastidores, de que o presidente tem evitado o tradicional jogo político de aproximação direta, apostando em uma articulação mais limitada em um momento de crescente tensão institucional.

Com informações do Diário do Poder

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Política

Planalto admite tensão com Congresso, mas descarta impacto eleitoral após corte bilionário em emendas

Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo

O Palácio do Planalto já trabalha com a possibilidade de desgaste na relação com o Congresso após a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de vetar e bloquear cerca de R$ 11 bilhões em emendas parlamentares. Apesar disso, auxiliares do presidente avaliam que a medida não compromete a governabilidade no último ano do mandato nem deve trazer prejuízos eleitorais em 2026, quando Lula buscará a reeleição.

O Orçamento de 2026 será sancionado nesta quarta-feira com vetos parciais e remanejamentos. Do total aprovado pelo Congresso, que previa R$ 61 bilhões em emendas, cerca de R$ 50 bilhões permanecerão disponíveis para indicações de deputados e senadores. A leitura interna é que, embora haja reação política, os parlamentares ainda terão margem para direcionar recursos entre fevereiro e junho, prazo final para execução das emendas em ano eleitoral.

Outro ponto destacado por integrantes do governo é o sinal político do corte. A contenção serviria para reforçar o discurso de responsabilidade fiscal, especialmente em um momento em que o Congresso cobra ajuste nas contas públicas. A avaliação é que a decisão ajuda Lula a se afastar da imagem de “gastador” às vésperas da disputa eleitoral.

A medida, no entanto, ocorre enquanto o presidente tenta reaproximar-se das cúpulas da Câmara e do Senado, em articulação com Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União-AP). O ministro da Casa Civil, Rui Costa, já havia antecipado a contenção ao afirmar que valores acima do pactuado em 2024, e fora das regras do arcabouço fiscal e de decisões do STF, simplesmente não serão executados.

Com informações do O Globo

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Geral

Mansão vira base de Lulinha em Brasília e expõe elo com lobista investigada

Foto: Reprodução

Quando está em Brasília, o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, costuma se hospedar em uma mansão de alto padrão no Lago Sul, área nobre da capital federal. O imóvel, localizado na QI 26 e com vista para a Ponte JK e o Lago Paranoá, é usado pela lobista Roberta Luchsinger e passou a ser tratado nos bastidores como o “QG” do filho do presidente Lula (PT).

A informação é da colunista Andreza Matais, do Metrópoles. Antes de ser ocupada por Roberta, a casa era utilizada pelo presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda, com aluguel estimado em R$ 25 mil mensais. Mesmo morando atualmente em Madri, na Espanha, Lulinha mantém vínculos com o endereço, que segue sendo frequentado por um homem que se apresenta como seu “secretário”. Em dezembro, após ser alvo de busca e apreensão na operação Sem Desconto, da Polícia Federal, Roberta chegou a publicar uma foto no local, destacando estar sem tornozeleira eletrônica.

Mensagens apreendidas pela PF mostram a lobista orientando o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, a descartar celulares, além de citar diretamente Lulinha em conversas sobre investigações e desgaste público. A relação entre os dois também aparece em registros oficiais de visitas conjuntas ao Ministério da Saúde, onde representaram uma empresa de telemedicina, e nas redes sociais, onde Roberta se declara próxima da esposa de Lulinha.

Apontada como peça-chave na ligação entre o filho do presidente e o Careca do INSS, Roberta Luchsinger ostenta luxo nas redes, mas acumula ao menos R$ 315 mil em dívidas cobradas judicialmente. Há suspeitas de ocultação de patrimônio, incluindo o desaparecimento de uma Range Rover penhorada pela Justiça. Em nota, a defesa da lobista afirmou que não comenta processos em andamento e garante que eventuais decisões judiciais definitivas serão cumpridas.

Com informações do Metrópoles

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Mundo

Regime do Irã prepara primeira execução nesta quarta (14) em meio à onda de protestos

Foto: Reprodução

O regime do Irã prepara para esta quarta-feira (14) a execução de Erfan Soltani, de 26 anos, preso por envolvimento em protestos na cidade de Karaj. A denúncia foi feita pela organização curda de direitos humanos Hengaw, que afirma que o jovem não teve acesso a advogado nem às garantias mínimas do devido processo legal.

Segundo a ONG, o caso foi conduzido de forma acelerada e sem transparência, levantando fortes suspeitas de que a pena de morte esteja sendo usada como instrumento de repressão política. A família de Soltani, ainda de acordo com a entidade, não recebeu informações oficiais sobre acusações, julgamento ou procedimentos judiciais, e a sentença já seria definitiva.

Morador do bairro de Fardis, em Karaj, Erfan foi preso em casa na última quinta-feira (8). O portal Iranwire informou que ele trabalhava na indústria do vestuário e era descrito por amigos como um jovem comum, apaixonado por esportes e moda, sem histórico de militância armada. Mesmo após receber ameaças de órgãos de segurança, teria mantido apoio às manifestações.

O caso provocou reação internacional. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alertou o regime iraniano contra a execução de manifestantes e afirmou que Washington adotará “medidas fortes” caso as mortes avancem. O Departamento de Estado dos EUA também denunciou que Soltani foi condenado sem julgamento justo, afirmando que o mundo não pode permanecer em silêncio diante da escalada de execuções promovida pela ditadura iraniana.

Com informações da CNN

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Política

NATAL ACELERA: 339 mil viagens de patinetes em 2025 transformam a cidade

Foto: Magnus Nascimento

Natal entrou de vez na era da mobilidade elétrica. Em pouco mais de três meses, a capital registrou 339 mil viagens de patinetes compartilhados, representando 4% do total do Brasil. O número mostra que a cidade já está se adaptando a alternativas modernas de transporte, acompanhadas de perto pela Prefeitura e pela STTU.

A frota atual tem 900 patinetes distribuídos em 1.200 pontos estratégicos, garantindo que o serviço esteja acessível e integrado à malha urbana. Em dezembro, 9,2 mil usuários ativos fizeram trajetos médios de 2,1 km, com cerca de 18 minutos por viagem. Um crescimento que prova: Natal não fica parada, e a população adota soluções práticas para o dia a dia, conforme informações do NOVO Notícias.

Regras claras acompanham a expansão: menores de idade não podem usar, duplas são proibidas e transporte de cargas é vetado. Estacionamento só nos pontos indicados para evitar obstruções. A fiscalização garante que a cidade ganhe mobilidade sem virar bagunça nas ruas.

O resultado é visível: Natal se moderniza, cria alternativas inteligentes e mostra que a inovação pode caminhar lado a lado com organização urbana. Com patinetes cada vez mais populares, a cidade dá um passo à frente, deixando claro que está pronta para o futuro da mobilidade.

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Economia

Governo do RN “desconta errado” IR de aposentados

Foto: Reprodução

Servidores aposentados do Rio Grande do Norte tiveram desconto maior de Imposto de Renda no 13º salário. O governo garante que não houve cobrança duplicada, mas reconhece ajustes técnicos que elevaram temporariamente o valor retido.

Segundo a Secretaria de Estado da Administração (SEAD), a falha foi limitada e rapidamente detectada. A pasta afirmou que a diferença será devolvida automaticamente nas próximas folhas, sem necessidade de pedido dos servidores. E que os servidores ativos não foram afetados.

O episódio, no entanto, já gerou reclamações entre servidores de Natal e no interior do estado, reforçando a atenção que erros na folha provocam entre quem depende de cada centavo.

NOTA DA SEAD

Em relação aos questionamentos sobre possíveis descontos em dobro de Imposto de Renda no pagamento do 13º salário dos servidores estaduais, o Governo do Rio Grande do Norte esclarece que não houve cobrança duplicada de IR. O que ocorreu foi a identificação de casos pontuais de desconto maior, restritos exclusivamente a servidores aposentados, em função de ajustes técnicos no processamento da folha.

A situação foi prontamente detectada pela equipe responsável e a diferença será integralmente devolvida nas próximas folhas de pagamento, de forma automática, sem necessidade de qualquer solicitação por parte dos servidores. É importante destacar que não há qualquer inconsistência nos pagamentos dos servidores ativos, cuja folha foi processada normalmente.

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Economia

Brasil entre os 10 piores do mundo em impostos, admite Haddad

Foto: Reprodução

O sistema tributário brasileiro é um dos piores do mundo. É o que diz o próprio ministro da Fazenda, Fernando Haddad: o país ocupa a 184ª posição em ranking de 190 nações do Banco Mundial. A declaração veio junto ao lançamento da plataforma digital da reforma tributária, em Brasília, ao lado do presidente Lula.

Segundo Haddad, a nova estrutura vai “pular degraus” e dar ao governo uma visão completa da economia em tempo real, incluindo preços, arrecadação e impactos de alíquotas. A ideia é centralizar tudo na Receita Federal com apoio do Serpro e começar testes em 1º de janeiro de 2027, estendendo a adaptação total até 2032.

O ministro defende que a reforma simplifica um sistema “complexo e caro”, liberando mão de obra e recursos para atividades produtivas. Também afirma que o modelo terá caráter distributivo, com cashback para famílias de baixa renda, desoneração da cesta básica e isenção de remédios essenciais.

A lei sancionada cria dois impostos principais, CBS e IBS, substituindo ICMS e ISS, e institui um Comitê Gestor paritário com 54 integrantes de Estados e municípios. O governo promete que o novo modelo reduz litígios, aumenta competitividade e prepara o país para exportações e investimentos.

Opinião dos leitores

  1. É SÓ ARROCHAR O 13 DE NOVO! 💩💩💩🫏🫏🫏👺👺👺😭😭😭😵‍💫😵‍💫😵‍💫

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