Diversos

FOTOS: Retiro reúne católicos a partir desta quinta até o Domingo de Páscoa em Parnamirim

Semana Santa - Arquivo DMD (3)Semana Santa - Arquivo DMD (1)mapa-casaretiro-1Terá início nesta quinta-feira (17), a sétima edição do Retiro de Semana Santa da Fraternidade Discípulos da Mãe de Deus, que ocorrerá até domingo (20) na Casa de Retiro, em Parnamirim.  São esperados cerca de 150 pessoas de diversos movimentos, paróquias e comunidades da Arquidiocese de Natal.

“Esse período é para ser vivenciado com intensa espiritualidade contemplando o mistério da Paixão e Ressurreição do Senhor e não como um feriadão”, afirmou a fundadora da Fraternidade Discípulos da Mãe de Deus, Mara Maria Carvalho.

A programação terá início na quinta, 17, a partir das 16h, com oração e celebração da Missa de Lava-Pés, segunda da primeira parte da encenação da Paixão de Cristo, com membros do ministério de Teatro Discípulos da Mãe de Deus e participantes do retiro.

Na sexta da Paixão, a programação tem início a partir das 9h com pregações e oração da Via Sacra. Às 15h haverá celebração da Paixão do Senhor. À noite terá sequência a segunda parte da Paixão de Cristo, concluindo com a reflexão do mistério da crucifixão de Jesus.

No sábado, também a partir das 9h a programação terá pregações, momentos de partilha, concluindo com a celebração da Vigília Pascal e da Ressurreição de Cristo.

O retiro encerra no domingo com celebração da Páscoa, onde haverá o sacramento do Batismo e Primeira Eucaristia. Haverá ainda a última parte da encenação da Ressurreição e confraternização entre os participantes.

Últimas Vagas

A organização ainda está recebendo as últimas inscrições para quem deseja participar. O valor para inscrição é de R$ 60, incluindo a hospedagem e alimentação durante os quatro dias de retiro.

Para se inscrever é necessário entrar em contato pelos telefones: 8733-7161 ou 9905-6781.

Opinião dos leitores

  1. Refugiar-se dos problemas adotando religiões e suas estórias de cordel, é um ato de covardia.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Trânsito

Trecho da Avenida Prudente de Morais segue totalmente interditado na manhã desta sexta-feira (16)

Foto: Reprodução

A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU) informou que a Avenida Prudente de Morais permanece totalmente interditada, no trecho próximo a Arena das Dunas, sentido Centro, na manhã desta sexta-feira (16), para a continuidade dos serviços de recuperação de rede executados pela Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern).

O bloqueio ocorre no trecho próximo ao túnel da Avenida Capitão-Mor Gouveia e inclui também a alça de acesso pela Avenida Raimundo Chaves, além do cruzamento da Prudente de Morais com a Rua Militão Chaves. Com isso, os veículos estão sendo desviados obrigatoriamente para a direita, seguindo em direção à BR-101. Agentes da STTU permanecem no local orientando o tráfego.

De acordo com o agente da STTU, Thales Galvão, a via segue com bloqueio total neste momento, mas há expectativa de que os serviços avancem ao longo da manhã. A previsão é que até o meio-dia uma das faixas seja liberada, permitindo a retirada do bloqueio total da avenida e da alça de acesso pela Raimundo Chaves. O túnel da Avenida Capitão-Mor Gouveia, no entanto, deverá permanecer fechado.

O transporte público que atende a região continua operando com desvio de itinerário, passando pela Rua Militão Chaves, Marginal da BR-101, Túnel da UFRN, Viaduto do 4º Centenário e Avenida Lima e Silva, retomando o percurso normal na Avenida Prudente de Morais.

A STTU orienta os condutores a evitarem a área e utilizarem rotas alternativas até a normalização da circulação.

Portal da Tropical

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

César Maia será a nova cobra de 2 cabeças de Parnamirim?

Fotos: Reprodução

O presidente da Câmara Municipal de Parnamirim, pelo jeito, tem o pé em várias canoas.

Quer continuar como presidente da Câmara Municipal e, para isso, já fechou um acordo com a prefeita Nilda: permanecer no comando do Legislativo com o apoio dela, garantindo sustentação a todos os projetos do Executivo, e ser candidato a vice-prefeito na chapa dela em 2028.

Ao mesmo tempo, César aposta que a prefeita pode chegar desgastada em 2028 e, nesse cenário, pretende ser o candidato a prefeito da oposição. Para isso, mantém diálogos com políticos que hoje fazem oposição à prefeita.

Coragem não falta a César para encampar um projeto desses. Ele próprio já derrotou Nilda no processo de eleição para a presidência da Câmara de Parnamirim em 2025 e conta com apoios substanciais de empresários que têm interesses na gestão do município.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polêmica

“ÓDIO DO BEM”: Professor denuncia perseguição e campanha por expulsão na UFRN

“Militantes comunistas da UFRN se somam a grupo político nacional para exigir a minha expulsão. O motivo? Não toleram uma opinião divergente.” A fala é do professor doutor Tassos Lycurgo, que afirma estar no centro de uma campanha de perseguição ideológica após expor posições políticas e religiosas contrárias ao pensamento dominante em setores da universidade.

Em publicação nas redes sociais, o docente aponta o que chama de ‘ódio do bem’: a tentativa de silenciar quem não se alinha à militância de esquerda, travestida de ativismo acadêmico. Segundo o professor, não é por causa do seu desempenho em sala de aula ou à sua qualificação técnica. A universidade estaria sendo usada como instrumento político, e não como espaço de debate.

“Isso não é movimento estudantil. É projeto de poder”, escreveu. A reação, afirma Lycurgo, revela um ambiente onde o contraditório incomoda e a divergência vira alvo. “Não querem diálogo, querem intervir. Não defendem pluralismo, defendem mobilização permanente”, declarou.

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Uma publicação partilhada por Tassos Lycurgo (@tassoslycurgo)

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polêmica

[VÍDEO] INTOLERÂNCIA RELIGIOSA: Militantes da UFRN pedem expulsão de professor conservador

Uma polêmica envolvendo a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), grupos internos da instituição e o professor doutor Tassos Lycurgo ganhou repercussão nas redes sociais após a vereadora Camila Araújo denunciar o que classificou como uma campanha de difamação e perseguição motivada por intolerância religiosa.

Segundo a parlamentar, estaria em curso um movimento articulado para pedir a expulsão do professor, que é pastor evangélico e conhecido por suas posições conservadoras e críticas à esquerda ideológica.

Em publicação nas redes sociais, Camila Araújo afirmou:

“A esquerda dentro da UFRN está fazendo uma campanha de difamação e perseguição ao professor doutor Tassos Lycurgo, motivada por pura intolerância religiosa. Querem expulsar um professor altamente capacitado, aprovado em concurso público, com mestrado, doutorado e pós-doutorado, apenas por causa da sua fé e das posições conservadoras que defende.”

Veja o vídeo:

Campanha nas redes e acusações de perseguição

Após a repercussão da fala da vereadora, o próprio professor Tassos Lycurgo se manifestou publicamente, divulgando prints de mensagens e publicações que, segundo ele, estariam circulando em grupos internos da UFRN e em redes sociais, defendendo sua retirada da universidade.

Em um dos textos publicados, o docente afirma que não se trata de um movimento estudantil espontâneo, mas de uma articulação política mais ampla. Segundo ele:

“Militantes comunistas da UFRN se somam a grupo político nacional para exigir a minha expulsão. Estão publicando notas em todos os grupos de WhatsApp da universidade. O motivo? Não toleram uma opinião divergente.”

O professor afirma que a reação não estaria relacionada à sua atuação acadêmica, mas à sua posição pública em temas políticos, filosóficos e religiosos.

Confira o post:

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Uma publicação partilhada por Tassos Lycurgo (@tassoslycurgo)

Quem é Tassos Lycurgo

Tassos Lycurgo é professor concursado da UFRN, com doutorado, mestrado e pós-doutorado, além de formação em filosofia, direito e atuação como advogado. Também é pastor evangélico e conhecido nacionalmente por sua atuação como apologista cristão, participando de debates públicos, palestras e produções acadêmicas que envolvem filosofia, lógica, fé e razão.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Raí Saia Rodada apresenta melhora, mas continua internado

Foto: Reprodução

O cantor Raí, da banda Saia Rodada, internado na quinta-feira (15) no Hospital Wilson Rosado em Mossoró (RN), teve uma melhora significativa dos sintomas iniciais, compatíveis com quadro clínico de ansiedade. As informações foram divulgadas em comunicado oficial pelo escritórito responsável pelo gerenciamento da carreira dele.

De acordo com o comunicado, o cantor vem apresentando boa evolução, mas por precaução, e seguindo orientação da equipe médica, o artista permanece sob cuidados e acompanhamento hospitalar, para a plena recuperação.

Sobre a agenda do cantor, o escritório Modo Full informou que foram cancelados os shows previstos para acontecer entre os dias 16 e 21 de janeiro.

Raí foi internado às pressas na manhã de quinta-feira (15). O artista deu entrada na unidade de saúde em uma ambulância, após um mal estar.

Nas redes sociais do cantor, as últimas postagens de stories mostram que ele estava fazendo show durante a madrugada na cidade de Caraúbas, também da Região Oeste do estado.

Novo Notícias 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Crime vira maior fantasma de Lula e encurrala governo às vésperas da eleição

Foto: Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva entra no ano eleitoral pressionado por um tema que hoje lidera a angústia do brasileiro: a criminalidade. Pesquisas recentes mostram que quase metade da população avalia como ruim ou péssima a atuação do governo no combate ao crime, enquanto 31% apontam a violência como o principal problema do país, superando economia e corrupção. A troca no comando do Ministério da Justiça, com a saída de Ricardo Lewandowski e a nomeação de Wellington César Lima e Silva, escancara a instabilidade da área, que já teve três ministros em apenas três anos.

A gestão Lewandowski deixou como herança projetos travados no Congresso, como a PEC da Segurança Pública e o PL Antifacção, além de críticas pela falta de articulação política e de ações práticas contra o avanço de facções como PCC e Comando Vermelho. O desgaste interno no governo, sobretudo com a Casa Civil, também minou a condução da pasta. Agora, Lula aposta em um nome de confiança do núcleo do Planalto, mas assume o risco de reforçar a percepção de improviso em um tema decisivo para a eleição.

O cenário se agrava porque estados governados pelo PT, como Bahia e Ceará, lideram rankings negativos de violência, enquanto unidades comandadas por possíveis adversários de Lula exibem indicadores melhores e usam isso como munição política. Mesmo com queda gradual em alguns índices criminais, crimes como furtos, golpes virtuais e violência contra a mulher seguem em alta e alimentam a sensação de insegurança, que pesa mais do que estatísticas frias.

Com pouco tempo até o início da campanha, Lula enfrenta um Congresso disposto a endurecer o discurso e a pauta da segurança. A votação da PEC promete embates duros e o risco de projetos de apelo eleitoral. Sem resultados concretos para mostrar, o governo chega à disputa presidencial fragilizado em uma área sensível, onde a percepção pública aponta que o tempo foi perdido e a resposta, insuficiente.

Com informações da VEJA

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Fundo ligado a cunhado de Vorcaro comprou fatia de R$ 6,6 milhões da família de Toffoli em resort

Foto: @podcastdobalaio via Youtube

O pastor e empresário Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, está por trás dos fundos de investimento que compraram parte da participação dos irmãos do ministro do STF Dias Toffoli no resort Tayayá, no interior do Paraná. À época, a fatia adquirida da família Toffoli foi avaliada em R$ 6,6 milhões, dentro de um aporte total de R$ 20 milhões no empreendimento.

Documentos obtidos pelo Estadão mostram que Zettel foi o único cotista do fundo Leal entre 2021 e 2025, que, por sua vez, era o único cotista de outro fundo, o Arleen, ambos administrados pela Reag Investimentos. Foi por meio dessa estrutura que o fundo Arleen se tornou sócio das empresas responsáveis pelo resort, então controladas por irmãos e primo de Toffoli. Procurados, o ministro, seus familiares, a administração do Tayayá e a Reag não se manifestaram.

Toffoli não tem participação direta no resort, mas frequenta o local. O ministro é relator no STF do inquérito do caso Master, que envolve a Reag Investimentos e o banqueiro Daniel Vorcaro. O processo chegou ao Supremo após pedido da defesa de Vorcaro. Zettel chegou a ser preso e posteriormente solto no âmbito da mesma investigação. Ao Estadão, ele confirmou que foi cotista do fundo, disse ter deixado o investimento em 2022 e afirmou que o fundo foi liquidado em 2025.

A sociedade entre o fundo e a família Toffoli durou até 2025, quando as participações foram vendidas ao advogado Paulo Humberto Barbosa, hoje único dono do resort. Barbosa já atuou para a JBS em causas tributárias e tem ligações empresariais com nomes ligados ao grupo. Em dezembro de 2023, Dias Toffoli suspendeu o pagamento de parcelas da multa de R$ 10,3 bilhões da J&F, e, em março de 2025, passou a relatar no STF a investigação sobre a compra do Banco Master pelo BRB, apurada pela Polícia Federal na Operação Compliance Zero.

Com informações do Estadão

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Fila do INSS dispara sob Lula e se aproxima de 3 milhões de pedidos em espera

Foto: Governo Federal

A fila de espera do INSS voltou a crescer e atingiu um novo recorde na gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em novembro de 2025, o instituto acumulava 2,96 milhões de requerimentos pendentes de análise. Do total, cerca de 933 mil pedidos são do Benefício de Prestação Continuada (BPC), destinado a idosos a partir de 65 anos e pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade.

O volume atual supera em 45,5% o maior patamar registrado no governo anterior, quando a fila chegou a 2,03 milhões de pedidos, em janeiro de 2020. Já em 2022, último ano da gestão Jair Bolsonaro (PL), o número havia sido reduzido para 1,09 milhão. Na prática, a fila cresceu cerca de 172% desde o início do atual governo, indo na contramão da promessa de campanha de zerar as análises de benefícios.

Para tentar conter o avanço da fila, o INSS publicou nesta terça-feira (13) uma portaria que retoma o pagamento de bônus a servidores que ampliarem a produtividade. Cada análise extra concluída renderá R$ 68 aos funcionários que aderirem ao programa, como forma de acelerar a liberação dos benefícios represados.

Segundo o presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior, a estratégia também prevê uma cooperação entre regiões. Enquanto Sul e São Paulo registram prazos médios de até 45 dias, o Nordeste chega a 188 dias de espera. Além disso, o instituto vai criar filas extraordinárias focadas em benefícios com maior atraso, como salário-maternidade, aposentadoria por idade e revisões do BPC.

Com informações da Jovem Pan News

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Senador acusa Toffoli e Moraes de “abuso de poder” contra PF e Receita

Foto: Carlos Moura/Agência Senado

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) afirmou nesta quinta-feira (15) que os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), estariam cometendo um “abuso de poder escancarado” ao, segundo ele, tentar constranger e intimidar a Polícia Federal e a Receita Federal. A declaração foi feita em publicação nas redes sociais, na qual o parlamentar criticou a postura dos magistrados diante das investigações envolvendo o Banco Master.

Vieira reagiu à decisão de Moraes de instaurar um inquérito para apurar um suposto vazamento de dados sigilosos de ministros do STF. A investigação mira possíveis acessos irregulares a informações bancárias e fiscais no âmbito da Receita Federal e do Coaf, envolvendo o próprio Moraes e o ministro Dias Toffoli. No caso de Moraes, os dados estariam relacionados ao escritório de advocacia de sua esposa, Viviane Barci de Moraes; já em relação a Toffoli, as informações dizem respeito a negócios de familiares ligados ao Banco Master.

Para o senador, a abertura do inquérito seria uma reação às revelações que causaram constrangimento à Corte. “Não conseguem explicar relações com investigados e transações milionárias, então partem para a intimidação”, escreveu Vieira, sugerindo que a iniciativa busca deslocar o foco do conteúdo revelado para a apuração do vazamento.

No mesmo contexto, Toffoli criticou publicamente a Polícia Federal pela demora na deflagração da segunda fase da Operação Compliance Zero, que investiga o Banco Master. O ministro chegou a responsabilizar a PF por eventuais prejuízos à apuração e, inicialmente, determinou que os materiais apreendidos ficassem lacrados e sob custódia do STF. Horas depois, porém, recuou da decisão e autorizou o envio direto dos itens à Procuradoria-Geral da República.

Com informações de O Antagonista

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

VÍDEO: Waack vê inquérito do STF como blindagem a interesses de ministros

 

View this post on Instagram

 

A post shared by CNN Política (@cnnpolitica)

Vídeo: Reprodução/CNN

O jornalista William Waack avaliou que o novo inquérito sigiloso aberto pelo Supremo Tribunal Federal serve, na prática, para proteger ministros da própria Corte. A investigação foi instaurada de ofício pelo ministro Alexandre de Moraes, sem provocação da Polícia Federal ou da Procuradoria-Geral da República, para apurar suposto vazamento de dados sigilosos da Receita Federal e do Coaf envolvendo Moraes, Dias Toffoli e familiares.

Para Waack, o procedimento repete um método já adotado pelo STF. Em 2019, o tribunal abriu outro inquérito sigiloso, também de ofício, para investigar a disseminação de notícias consideradas falsas contra a Corte. À época, Toffoli presidia o Supremo e Moraes foi designado relator. A apuração segue em andamento até hoje, sem prazo definido para conclusão.

O jornalista aponta que o foco da nova investigação não seria o vazamento em si, mas o constrangimento causado pelo conteúdo revelado. Entre os episódios estão informações sobre um contrato milionário entre o escritório de advocacia da esposa de Moraes e o dono do Banco Master, além de negócios envolvendo parentes de Toffoli ligados a investimentos em um resort de luxo.

Na avaliação de Waack, ao agir sem provocação dos órgãos competentes, o Supremo estaria atuando para resguardar interesses pessoais de seus integrantes, o que comprometeria a legitimidade da instituição. Segundo ele, esse tipo de postura tende a ocorrer quando autoridades passam a se comportar como se fossem donas das instituições que deveriam apenas representar.

Com informações da CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *