A reabertura dos trabalhos legislativos da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, na tarde desta segunda-feira (17), foi marcada pelos protestos dos servidores do governo do estado contra a governadora Rosalba Ciarlini (DEM), que fez a leitura da mensagem anual.
Os servidores, que lotaram as galerias da Casa, gritavam “Fora Rosalba” e fizeram cartazes criticando a democrata e cobrando melhorias. Eles também pediram a renúncia da governadora, que entrou na Casa pelas portas do fundo, para evitar encarar os protestos em frente à Assembleia.
Um grupo que apostou cerca de R$ 13 milhões na Mega da Virada de 2025 quase levou o prêmio máximo, mas ficou fora por um detalhe: um dos jogos não foi registrado. O grupo não repetiu em 2025 uma das apostas que haviam feito em 2024, que continha as seis dezenas sorteadas — 09, 13, 21, 32, 33 e 59.
O organizador dos bolões, o sargento da Polícia Militar Glaciel Andrade, de Cachoeira Dourada (GO), explicou que o grupo costuma repetir apostas do ano anterior, além de registrar novos jogos. No entanto, como apenas 177 dos 300 participantes de um subgrupo contribuíram, daí alguns jogos acabaram não sendo feitos.
Ao revisar as apostas guardadas de 2024, Glaciel percebeu que a cartela com as seis dezenas sorteadas era a primeira da sequência que deixou de ser registrada. “Não sei se eu rio ou choro”, afirmou em entrevista ao g1. “Nós tínhamos uma sequência de jogos para registrar. Essa cartela era a primeira dessa sequência que não jogamos”, explicou.
Em vídeo enviado aos participantes, o sargento lamentou o desfalque no grupo, mas demonstrou otimismo para o futuro. “Se nós tivéssemos fechado o grupo, nós teríamos acertado a sena. Mas deixar um recado para a Mega da Virada de 2026/2027: ‘Dona Mega Sena, nós vamos atrás de você e vamos ganhar. Ninguém morre nos devendo’”.
O grupo adota um sistema de arrecadação parcelada ao longo do ano, em vez de concentrar os pagamentos em dezembro, quando as apostas da Mega da Virada são abertas.
O Banco Central recorreu ao Tribunal de Contas da União (TCU) contra a decisão monocrática do ministro Jhonatan de Jesus que determinou uma inspeção na autarquia sobre a liquidação do Banco Master.
No despacho, o ministro afirmou que a inspeção é necessária para avaliar a regularidade do processo decisório do Banco Central, reconstruir o “caminho das decisões” e verificar se elas foram motivadas, coerentes e proporcionais.
O recurso, na forma de embargos de declaração, foi apresentado na segunda-feira (5) pela Procuradoria-Geral do Banco Central. A autarquia argumenta que o regimento interno do TCU prevê que ordens de inspeção devem ser determinadas de forma colegiada, por meio das câmaras do tribunal.
Segundo o BC, a decisão do ministro não indica deliberação da Primeira Câmara do TCU autorizando a inspeção. Por isso, o recurso pede que essa omissão seja esclarecida ou, caso não exista decisão colegiada, que a ordem seja submetida à Primeira Câmara para análise, conforme previsto no regimento.
Um turista foi morto a tiros, na noite do último domingo (4), dentro de um restaurante à beira-mar de Porto de Galinhas, em Ipojuca, na Região Metropolitana do Recife (PE). A vítima, de 32 anos, natural de São Paulo, jantava com a companheira no estabelecimento e morreu ainda no local, antes da chegada do socorro. A vítima foi identificada como Rafael Ventura Martins, natural de São Paulo.
O autor do crime fugiu após o ataque e, até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre sua identificação ou prisão.
A PCPE (Polícia Civil de Pernambuco) investiga o homicídio e apura se o crime pode ter sido motivado por um desentendimento ocorrido momentos antes, hipótese que ainda está em investigação. A PMPE (Polícia Militar de Pernambuco) informou, em nota, que foi acionada na noite do domingo (4), após relatos de disparos de arma de fogo em um restaurante localizado na orla de Porto de Galinhas. Ao chegarem ao local, equipes do 18º Batalhão constataram o óbito do homem.
Segundo a PCPE, um inquérito foi instaurado para apurar o homicídio consumado, sob responsabilidade da 15ª DPH (Delegacia de Polícia de Homicídios). Diligências foram iniciadas para esclarecer as circunstâncias do crime e identificar o autor dos disparos. Imagens de câmeras de segurança do restaurante e de áreas próximas foram solicitadas e devem auxiliar as investigações.
O município baiano de Iramaia, na região da Chapada Diamantina, foi palco do Torus Festival, evento descrito pelos organizadores como multicultural que combina arte, cultura e sustentabilidade em um ambiente natural único, entre 29 de dezembro de 2025 e 4 de janeiro de 2026, organizado pela chamada Torus Community.
Ainda segundo os organizadores, o festival reúne multiculturalidade (música, arte visual, performance etc.), foco em sustentabilidade, conexão comunitária, e desenvolvimento local – sociocultural, econômico e ambiental da região.
Díaz-Canel e Maduro | Foto: Reprodução/redes sociais
O ditador de Cuba, Miguel Díaz-Canel, afirmou no domingo (4) que cubanos atuavam na segurança pessoal do ex-ditador venezuelano Nicolás Maduro.
Em publicação nas redes sociais, ele homenageou “combatentes cubanos” mortos durante a operação dos Estados Unidos que resultou na captura de Maduro e de sua esposa, afirmando que eles ajudavam a proteger o casal a pedido da Venezuela.
“Honra e glória aos bravos combatentes cubanos que tombaram enfrentando terroristas vestindo uniforme imperial, que sequestraram e removeram ilegalmente de seu país o presidente da Venezuela e sua esposa, cujas vidas eles estavam ajudando a proteger as nossas a pedido daquela nação irmã“, escreveu Díaz-Canel no X.
Segundo a agência estatal Prensa Latina, o governo cubano decretou dois dias de luto em homenagem aos mortos, descritos como integrantes das Forças Armadas Revolucionárias e do Ministério do Interior. O texto diz que eles morreram em confrontos diretos ou em bombardeios durante a ação militar dos EUA na Venezuela.
O jornal oficial Granma informou que 32 cubanos perderam a vida na operação americana em território venezuelano.
Funcionando basicamente como palco para lacração, a Organização das Nações Unidas (ONU) conseguiu colocar no bolso mais de US$170,3 milhões dos esfolados brasileiros apenas nos últimos três anos de Lula (PT) na presidência do Brasil. Em conversão direta, usando ferramenta disponibilizada pelo Banco Central (BC), o montante supera os R$925,6 milhões. O caminhão de dinheiro não é suficiente para garantir o sonho do petista de ser membro permanente do Conselho de Segurança.
Quarto de bilhão
Enquanto o governo Lula espreme para arrancar até a última gota do salário do brasileiro, doou, em 2025, US$48 milhões (R$260,9 milhões).
Sem dó
Em 2024, o brasileiro levou a maior estocada para bancar a ONU, mais de US$63,4 milhões, que convertidos ultrapassam os R$344,6 milhões.
Nosso dinheiro
Primeiro ano do Lula 3, o petista já mostrou (com o bolso alheio) que seria generoso e deu US$58,8 milhões; mais de R$320 milhões.
Moradores de ao menos cinco bairros de Natal relataram ou registraram trocas de tiros durante a madrugada de terça-feira (6).
Segundo informações do Via Certa Natal, através de relatos e imagens, tiros foram ouvidos por moradores dos bairros de Felipe Camarão, Cidade da Esperança, Cidade Nova, Mãe Luiza e Tirol. O que chamou a atenção é que as trocas de tiros aconteceram praticamente no mesmo horário nas diversas localidades.
Pelo menos 14 jornalistas e profissionais da imprensa foram detidos em Caracas durante a sessão de instalação da Assembleia Nacional. Segundo o Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa da Venezuela (SNTP), 13 atuavam para veículos internacionais e 1 para um meio nacional. Desses, 13 foram liberados sem apresentação formal às autoridades e 1 foi deportado; as nacionalidades não foram divulgadas.
De acordo com o sindicato, os profissionais tiveram equipamentos revistados, celulares desbloqueados à força e dados pessoais, como chamadas, mensagens e redes sociais, inspecionados dentro e nos arredores da Assembleia e na região de Altamira. O SNTP afirmou que, apesar das liberações, 23 jornalistas e trabalhadores da comunicação seguem presos no país, classificando a situação como “alarmante”.
O sindicato também denunciou restrições à cobertura da sessão, com proibição de transmissões ao vivo, gravações e fotos. Ao menos três jornalistas teriam sido detidos por agentes da Direção Geral de Contrainteligência Militar (DGCIM), levados ao Palácio Legislativo e submetidos à verificação detalhada de seus celulares.
As detenções ocorreram após a captura de Nicolás Maduro e de sua esposa por forças dos Estados Unidos, no sábado (3). No mesmo contexto, a Assembleia Nacional, controlada pelo chavismo, reelegeu Jorge Rodríguez como presidente e deu posse a Delcy Rodríguez como presidente interina, a primeira mulher a chefiar o Executivo venezuelano.
A ONU afirmou nesta terça-feira (6) que a operação militar dos Estados Unidos em Caracas, que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro, violou princípios fundamentais do direito internacional.
“Os Estados não devem ameaçar nem usar a força contra a integridade territorial ou a independência política de qualquer Estado”, disse Ravina Shamdasani, porta-voz do escritório de direitos humanos da ONU.
A declaração ocorre três dias após a ação dos EUA, realizada no sábado (3), quando a capital venezuelana foi alvo de explosões durante a operação para prender Maduro. Trata-se do posicionamento mais duro da ONU até agora; anteriormente, o organismo havia se limitado a manifestar preocupação e pedir desescalada.
A ofensiva norte-americana foi condenada por diversos países. Rússia e China, aliados de Maduro, reforçaram críticas em reunião de emergência do Conselho de Segurança na segunda-feira (5). Pequim classificou a ação como “bullying”, enquanto Moscou chamou o governo Trump de “hipócrita e cínico”.
A Casa Branca afirmou que a operação foi uma ação de “cumprimento da lei”, destinada a apoiar o Departamento de Justiça dos EUA na execução de um mandado de prisão contra Maduro. Especialistas indicam, no entanto, que a legalidade da ação deverá ser contestada e que normas da ONU sobre o uso da força teriam sido violadas.
A Prefeitura de Ceará-Mirim realiza, no próximo final de semana, nos dias sábado (10) e domingo (11), o Fest Verão de Muriú, uma grande programação que reúne esporte, humor e atrações musicais de destaque nacional, com o objetivo de fortalecer o turismo e movimentar a economia do litoral do município durante o período de alta estação.
A abertura do evento acontece no sábado (10), pela manhã, com a Corrida Muriú Run, que passa a integrar oficialmente o calendário esportivo do município a partir deste ano, consolidando-se como mais um incentivo à prática esportiva e à ocupação saudável dos espaços públicos.
À noite, a partir das 22h, o público confere um grande espetáculo de humor, com apresentações de Mução, Renan da Resenha e Zé Fabiano, garantindo entretenimento para moradores e visitantes.
No domingo (11), a programação continua a partir das 17h, com o Pranchão em Muriú, trazendo o show de Joelma, em percurso que sai do posto de gasolina em direção à Arena Muriú. O encerramento do Fest Verão acontece na Arena, com show de Raí Saia Rodada, prometendo fechar o evento em grande estilo.
De acordo com o prefeito Antônio Henrique, o Fest Verão foi planejado para valorizar o litoral e impulsionar o desenvolvimento local.
“Estamos preparando um verão especial para Muriú, pensado com muito carinho para nossa população e para quem nos visita. É um evento que gera lazer, fortalece o turismo, movimenta a economia local e valoriza o nosso litoral”, destacou.
O Fest Verão de Muriú reforça o compromisso da gestão municipal com a promoção de eventos que unem lazer, cultura, esporte e geração de renda, consolidando Ceará-Mirim como um dos principais destinos do litoral norte do Rio Grande do Norte durante o verão.
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