A curiosa decisão do Sinte por manter a greve, mesmo com o TJ tendo decido pela ilegalidade, expõe a fragilidade das instituições, seriamente desacreditadas, e põe, em fim, a classe dos professores contra a sociedade.
Realmente, não haveria motivos para o descumprimento de ordem judicial. O Ministério Público interveio no assunto e recomendou, com a assinatura de 16 promotores, que Betânia Ramalho aja imediamente.
O MP quer:
1) Cumprimento do ano letivo – 800 horas anuais, 200 dias letivos;
2) Divulgação de um novo calendário escolar;
3) Desconto, em folha de pagamento, de quem não voltar às aultas;
4) Instauração de processo administrativo contra quem descumprir as medidas e
5) Remissão de todas as informações coletadas ao MP.
Sob pena de não fazer isso, Betânia pode enfrentar, primeiro um inquérito civil, depois responder na Justiça.
Não restam dúvidas, sobretudo, porque ela está embasada judicialmente, de que a greve dos professores está fadada ao fracasso. Voltarão todos às aulas com os contra-cheques de R$ 930,00 é as faltas devidamente descontadas.

Por que vc acha que os professores teriam então motivos para voltar as aulas??
Na verdade pelo que eu sei, não ocorreu nenhuma proposta do governo satisfatória. Enquanto isso, todos as solicitações da polícia civil foram atentidas.
Você vem criticando repetidas vezes os professores sem o devido conhecimento da situação.
Na verdade o governo do estado está mais preocupado com os bandidos do que com os alunos.
Disto tudo, podemos concluir que nada vai melhorar e que os alunos continuarão sendo prejudicados.
Dá pra ver que quem escreveu o post tem muita raiva de professor.
Afinal de contas, erros tão simplórios de português não são cometidos por um bom aluno.
"PARABÉNS, PROFESSORES! CONTINUEM NA LUTA"