Os responsáveis pelo Skype negaram que realizaram mudanças nos termos de uso do serviço de voz por IP para permitir grampos em chamadas entre seus usuários. De acordo com reportagens publicadas nesta semana, a mudança seria uma exigência de governos de diversos países e serviria para ajudar a polícia em investigações confidenciais.
As acusações surgiram depois que a companhia foi comprada pela gigante Microsoft, que recentemente registrou uma patente para a vigilância de conversas em programas de voz por IP. Além disso, o Skype teria mudado secretamente seus termos de uso e migrado para um sistema de supernodos, que facilitaria o acesso a conversas alheias.
No entanto, o chefe de desenvolvimento do Skype, Mark Gillet, afirmou que as alegações são “falsas”. “A mudança para os supernodos não foi feita para facilitar o acesso às comunicações dos nossos usuários e nem para cooperar com as autoridades”, disse em um post no seu blog.
De acordo com Gillet, os supernodos ajudam na estabilidade da rede Skype, permitindo que as pessoas sejam localizadas nos servidores da ferramenta e que uma conexão com outro contato se estabeleça.
Fonte: Olhar Digital

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