Diversos

Topo da pirâmide avança na pandemia, e 1% mais rico do Brasil já detém metade da riqueza nacional

No Brasil, mercado de barcos está aquecido Foto: Hermes de Paula / Hermes de Paula/06-11-2020

A fatia da riqueza nas mãos do 1% que está no topo da pirâmide avançou em vários países do mundo em plena pandemia. E, no Brasil, ela alcançou inéditos 49,6%, ou quase metade da riqueza total do país, segundo o relatório Riqueza Global, publicado anualmente pelo Credit Suisse, que analisa o comportamento da renda no topo da pirâmide.

Entre os dez países avaliados no relatório, apenas na Rússia a desigualdade é maior. Lá, o 1% mais rico detém 58,2% da renda nacional.

Mas o acréscimo na fatia obtida pelos mais ricos foi maior no Brasil em 2020. Aqui, eles viram sua participação na riqueza do país avançar em 2,7 pontos percentuais. Na Rússia, a alta foi de 1,1 ponto percentual.

Dos 10 países avaliados no relatório, em oito o pedaço da fortuna do país abocanhado pelos mais ricos avançou.

Na avaliação do Credit Suisse, isso reflete o movimento global de forte queda nas taxas de juros, medida adotada pelos governos para tentar evitar uma queda maior da economia em meio à pandemia de Covid.

“Os grupos mais ricos foram relativamente pouco afetados pela redução no nível geral de atividade econômica e, ainda, se beneficiaram com o impacto da queda de juros na valorização das ações e dos preços de imóveis”, avalia o relatório.

A riqueza mundial foi estimada em US$ 418 trilhões no fim de 2020, uma alta de 7,4%, segundo o Credit Suisse. O banco destaca que “de maneira geral, os países mais afetados pela pandemia não foram os que mais sofreram em termos de geração de riquezas”

Até 2025, Brasil terá 361 mil milionários

Apesar de ver a fortuna dos mais ricos avançar e alcançar quase metade da riqueza nacional, o Brasil vivenciou uma queda no número de milionários em 2020, muito devido à desvalorização do real no ano passado.

O total de brasileiros com patrimônio superior a US$ 1 milhão caiu de 315 mil para 207 mil.

O Credit Suisse prevê, porém, que até 2025 o número de milionários brasileiros vá aumentar para 361 mil – um acréscimo de 154 mil no total de brasileiros afortunados.

O relatório cita dados de uma outra pesquisa, da Economist Intelligence Unit (EIU), segundo a qual apenas 193 mil indivíduos concentravam 1% da riqueza do Brasil em 2020. E 3,2 milhões reuniam 10% da fortuna nacional. O Brasil tem uma população estimada em 213 milhões.

O aumento da riqueza nas mãos de poucos e a piora na desigualdade têm levado vários países a discutir uma maior tributação dos ricos, ainda mais num contexto em que governos enfrentam déficits públicos crescentes devido aos efeitos da pandemia.

O presidente americano Joe Biden já propôs aumentar a tributação sobre ganhos de capital e sobre herança. No Reino Unido, uma comissão independente sugeriu ao governo a criação de um imposto sobre grandes fortunas para arrecadar 260 bilhões de libras (US$ 361 bilhões).

Países em desenvolvimento também discutem alternativas. A Argentina criou um imposto sobre grandes fortunas, que arrecadou US$ 2,4 bilhões este ano.

2020, um ano atípico

O relatório Riqueza Global do Credit Suisse destaca que 2020 foi um ano atípico. O primeiro impacto da pandemia sobre o patrimônio das famílias foi forte: entre janeiro e março, houve uma queda de 4,4% na riqueza mundial.

“Mas o que aconteceu no segundo semestre de 2020 foi imprevisível. As ações alcançaram níveis recordes no fim do ano. Os preços dos imóveis começaram a subir num ritmo não visto há anos. Essa valorização dos ativos é o que explica o aumento na riqueza global”.

O relatório acrescenta: “Países que foram muito afetados pela Covid-19 estiveram também entre os que registraram os maiores ganhos na riqueza por adulto. O contraste entre o que ocorreu com a riqueza das famílias e o que ocorreu na economia em geral nunca foi tão nítido”.

O estudo do Credit Suisse mostra o aumento do patrimônio em geral das famílias, e não apenas a riqueza no topo da pirâmide. Além da queda dos juros, que ajudou na valorização dos ativos dos ricaços, pacotes de estímulos e transferências de renda evitaram uma perda de renda das famílias em geral, destaca o banco.

Além disso, com as restrições de consumo impostas pela pandemia, muitas famílias aumentaram a sua poupança. O relatório mostra que a riqueza financeira, ou seja, advinda da valorização dos ativos, foi a que mais cresceu em 2020.

Perda maior na América Latina

No geral, a riqueza global avançou US$ 28,7 trilhões no mundo, para um total de US$ 418,3 trilhões. Mas houve disparidades regionais.

Na América do Norte, o avanço foi de US$ 12,4 trilhões e na Europa, de US$ 9,2 trilhões. Na China também houve acréscimo, de US$ 4,2 trilhões. Mas na Índia houve queda, de US$ 594 bilhões, com impacto da desvalorização da moeda local.

A América Latina registrou a maior perda, de US$ 1,2 trilhões, devido à perda de valor de suas moedas mas também, segundo o relatório, aos efeitos da pandemia, já que a região foi uma das mais afetadas pela Covid no planeta.

O Globo

Opinião dos leitores

    1. E Luladrão e seus filhinhos estão BILHONÁRIOS só com os mensalões, petrolões e outros ões que eles criaram. Ahhhh e lembre-se que seu partidinho vermelho é quem está no topo da pirâmide das rachadinhas do RJ. Agora acho que você tem perdido muitas mortadelas e isto está dando sindrome de abstinência.

  1. Luladrão através do dinheiro do BNDES foi determinante nesse crescimento da riqueza desses poderosos, dirigentes da oas, Odebrecht, Queiroz Galvão, JBS e outros beneficiado pelo esquema de Corrupção, tiveram aumentos de patrimônio absurdos, enquanto a grande massa era enebriada com esmolas. Esquema montado por 16 anos dos petralhas, resulta nisso, aumento patrimonial das elites e miserabilidade do povo. Já Bolsonaro manteve essa política e até reforçou, extinguindo as aposentadoria e diminuindo salários das massas trabalhadora. Por isso uma terceira via que quebre a espinha dorsal desse esquema e avance num projeto anti corrupção é a melhor opção.

  2. O Véio Bolsonaro pode não está no topo da pirâmide financeira, mas está no topo da pirâmide do Melhor Presidente do Brasil.

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Economia

PIB brasileiro cresce 1,2% no primeiro trimestre e supera expectativas

Foto: BRUNO ESCOLASTICO/PHOTOPRESS/ESTADÃO

O produto interno bruto (PIB) do Brasil teve um crescimento de 1,2% no primeiro trimestre do ano, comparativamente ao último de 2020. O resultado foi divulgado nesta terça (1°) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e veio melhor que o ponto médio (mediana) das expectativas de mercado, que era de 0,8%.

O desempenho registrado até março deve dar um novo impulso às expectativas de crescimento da economia brasileira em 2021. Instituições financeiras já projetam uma expansão de 5%, o que seria a maior em dez anos. Na segunda (31), a mediana das expectativas de bancos, corretoras e consultorias, ouvidas pelo Banco Central (BC) no relatório Focus, sinalizou para uma alta de 3,96%, a sexta seguida.

Um dos impulsionadores do crescimento da economia tem sido as commodities, que passam por um ciclo favorável nos preços devido à recuperação robusta da economia mundial, que tem projeção de crescimento de 6%, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), um ambiente de taxas de juros ainda baixos e estímulos fiscais e monetários nas principais economias do mundo.

Gazeta do Povo

Opinião dos leitores

  1. Apesar da melhora nas projeções para 2021, recuperação segue em ritmo ‘morno’ e enfrenta cenário de vacinação lenta, inflação alta, desemprego recorde e incerteza ainda elevada. Muda Brasil!!!!!

    1. Muda Brasi!!!! Para corrupção, preço da gasolina jogado para debaixo do tapete, juros nas alturas e desemprego desenfreado. É essa a mudança?

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Saúde

Taxa de transmissão da Covid-19 no Brasil cai abaixo de 1 pela primeira vez desde novembro, diz Imperial College

Foto: Hermes de Paula / Agência O Globo

A taxa de transmissão (Rt) da Covid-19 no Brasil caiu para 0,93, de acordo com levantamento semanal do Imperial College de Londres, atualizado nesta terça-feira. O índice estava acima de 1, situação definida como “fora de controle”, desde dezembro. Quando fica abaixo de 1, a taxa indica tendência de desaceleração do contágio.

No relatório divulgado na terça-feira passada, o Rt brasileiro estava em 1,06.

O índice atual significa que cada 100 pessoas contaminadas transmitem a doença para outras 93. Dentro da margem de erro calculada pela universidade britânica, a taxa de transmissão brasileira pode variar de 0,80 até 0,95.

Essa é uma das principais referências para acompanhar a evolução epidêmica do Sars-CoV-2 no país. No entanto, especialistas costumam ponderar que é preciso acompanhar a taxa de transmissão por um período prolongado de tempo para avaliar cenários, levando em conta o atraso nas notificações e o período de incubação do coronavírus, que chega a 14 dias.

Por ser uma média nacional, o índice também não indica que a doença esteja avançando ou retrocedendo da mesma forma nas diversas cidades, estados e regiões do país.

O Imperial College também projeta que o Brasil deve registrar 16.800 óbitos pela Covid-19 nesta semana, uma queda em relação à anterior, quando foram contabilizadas 17.667 mortes pela doença.

Estatísticas nacionais apontam que, na segunda-feira, a média móvel de mortes pela Covid-19 no Brasil foi de 2.451 óbitos, 20% menor que o cálculo de duas semanas atrás, o que demonstra uma tendência de queda. A informação é do boletim do consórcio formado por veículos da imprensa.

A “média móvel de 7 dias” faz uma média entre o número do dia e dos seis anteriores. Pela primeira vez desde a criação do consórcio, nenhum estado apresentou tendência de alta nas mortes pela doença.

Contágio pelo mundo

A maior taxa de transmissão da Covid-19 da semana estimada pela universidade britânica foi na Índia (Rt 1,69), que enfrenta colapso do sistema de saúde em meio a recordes diários de casos.

Em seguida estão Argélia (Rt 1,50) e Afeganistão (Rt 1,49).

Já os menores índices foram identificados na Suécia (Rt 0,40), Espanha (Rt 0,60) e Suíça (Rt 0,65).

De acordo com o levantamento do Imperial College, o mundo registrou, até a segunda-feira, dia 26 de abril, 146 milhões de casos de Covid-19, e mais de 3 milhões de óbitos.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. A esquerda vive de mentiras . Acusa os adversários do que eles são. Toda a esquerda no impeachment de DILMA admitiu que as falcatruas aconteciam na sala ao lado da presidência . Mais que Dilma não sabia.
    Ou seja, os ladrões admitiram ser ladrões, mais os alienados ou mamadores de tetas não admitem.

  2. –quando foi a última vez que vc ouviu falar em corrupção em escala nas empresas estatais.

    –quando foi a última vez que vc viu nos jornais a notícia de contratos Bilionários do governo com SUSPEITA DE SUPER FATURAMENTO

    –qual o ministro desse governo que foi afastado por suspeita de desvio de verbas em pleno exercício.

    — quem desviou verbas nessa Pandemia . O governo federal ou Estados e municípios.

    1. Ricardo Barros, Chico Rodrigues, Ricardo Salles, Onix Lorenzoni, Marcelo Álvaro, Michele Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, Queiroz….
      Procure saber.

    2. Vc, que está jogando lama em pessoas inocentes, é que tem obrigação de provar, Aluísio. Tenha juízo, responsabilidade. O único crime visível aqui é o cometido por vc.

    3. Aluísio, vc vai matar esses Bolsoloídes do coração. kkkkkkkkkkkk. Tem que mentir ômi, eles só acreditam em mentiras, vc falou só a verdade, ai lascou. kkkkkkkk

    4. Aloísio é esquerda fakenews.
      Defensor de Lula do mensalão e do petrolao, sai jogando merda no ventilador.
      Chico Rodrigues, por exemplo, não faz parte do governo.
      E o caso dele é algo específico e nada ligado ao governo diferente do mensalão e do petrolao que era o braço direito do presidente da República mandando pagar propina a deputados para comprar votos ou distribuindo diretorias na Petrobras para desviar dinheiro da estatal.

    5. Adianta discutir com esses alienados não, Aluísio…perca seu tempo não.

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Saúde

RN registra na manhã desta terça-feira seis municípios com taxa de transmissibilidade para covid acima de 4; em zona de risco são outros 84

Foto: Reprodução/Lais/UFRN

Conforme levantamento até o fim da manhã desta terça-feira(01), através de dados do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAISUFRN), o Rio Grande do Norte registra seis municípios com taxa de transmissibilidade para covid acima de 4. Poço Branco, Santa Cruz, João Câmara, Pau dos Ferros, Caicó e São José do Mipibu. O índice que indica o potencial de transmissão da covid 19, a Rt, está em 0,66 no estado como um todo.

No Estado, 84 municípios se encontram em zona de risco, enquanto outros 24 estão em zona de perigo. VALE DESTACAR que essa taxa tem grande variação ao decorrer do dia, e pode ser conferida a situação em tempo real conforme link no fim do post.

A Taxa de Transmissibilidade, ou Taxa Rt para ser mais simples, é um dos indicadores utilizados para medir a evolução de uma doença endêmica. De forma simples, essa taxa indica quantas pessoas podem ser infectadas a partir de uma pessoa já doente.

Para exemplificar suponha o Rt = 2, isso significa dizer que, estatisticamente falando, uma pessoa doente contaminará duas saudáveis. O ideal então é que esta taxa se mantenha o mais próximo possível de zero.

A partir do momento que ela se mantém constantemente abaixo do valor 1, significa dizer que a doença está em um estado “controlado”.

NÚMEROS EM TEMPO REAL AQUI.

Opinião dos leitores

  1. É o resultado das carreatas, passeatas, comícios e motocadas políticas que está chegando, foi uma zombaria desnecessária das pessoas que achavam que a pandemia estava adormecida nesse período eleitoral, eis aí as consequências.

  2. Não sou especialista, nem vi "estudo científico" sobre isso, mas parece evidente que estamos passando pelo "contágio de rebanho" como tanto cientistas e médicos falaram que iria acontecer.
    Mas aqueles que querem acabar com o país, voltam a aterrorizar e hiper dimensionar a situação, sugerindo novo isolamento social, mais uma vez desnecessário.
    Os números mostram uma situação inversa a encontrada no primeiro semestre onde os médicos sabem como lidar com o vírus e como tratar a maioria das pessoas infectadas.
    Tivemos em 01 dia 287 mortes e 21 mil pessoas infectadas, realidade muito diferente a encontrada antes, quando a maioria dos infectados iam a óbito e tudo que os médicos tinham eram dúvidas no tratamento.
    Por mais torcida contra ou a favor, uma coisa o Brasil tem que reconhecer: "Quem defendeu o uso da ivermectina, da cloriquina, dos anti coagulantes estavam certos e quem teve a responsabilidade e respeito a vida, usando e permitindo o uso dessa medicação, salvou muitas vidas.
    Vejam o caso do campeão de mortes no Brasil, o estado de São Paulo, cujo governo foi radicalmente contra o uso da medicação e teve a maior quantidade de mortes no Brasil, seguido do CE e demais estados que impediram a população de tomar a medicação.
    Não faço acusações, nem deixo dúvidas ao que escrevo, tudo está baseado em fatos reais e públicos, facilmente consultados, mas se quiserem se ofender ou fugir da real, podem até berrar contra, mas vão ter que criar versões, pois aqui reflete os fatos.

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Saúde

Taxa de transmissão da Covid-19 fica abaixo de 1 pela terceira semana seguida no Brasil, aponta Imperial College

A taxa de transmissão do novo coronavírus no Brasil se manteve abaixo de 1 pela terceira semana seguida, aponta estudo do Imperial College London. O relatório mostra que o índice está em 0,93 — cada grupo de 100 pacientes com o vírus infecta outras 93 pessoas, o que indica desaceleração no contágio.

O número, também chamado de ritmo de contágio (Rt), reforça a tendência de estabilização da pandemia.

Segundo o relatório, os dados levam em conta a mediana das estimativas de mortes na comparação das duas semanas. De acordo com a margem de erro, essa taxa pode ser maior (até Rt = 1,01) ou menor (até Rt = 0,83). A instituição também informa que as autoridades brasileiras têm revisado os números, e pede que os índices do Brasil sejam lidos com cautela.

Em agosto, a taxa de transmissão do novo coronavírus no país caiu pela primeira vez para valores abaixo de Rt = 1.

Casos e mortes no Brasil

O Brasil registra mais de 150 mil mortes desde o início da pandemia e o número de casos de Covid-19 já passa de 5,1 milhões. A média móvel de novas mortes em 7 dias esteve em 562 na segunda-feira (12), segundo o balanço do consórcio de meios de comunicação com base nos dados das secretarias estaduais de Saúde.

O número é mais baixo desde 9 de maio e representa uma queda de 19% em relação aos dados registrados em 14 dias, a primeira desde 13 de setembro. Antes dessa queda, a média móvel de novas mortes estava estável.

G1

 

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Saúde

Novo coronavírus: 6.836 casos confirmados e 240 mortes no Brasil; 39 óbitos nas últimas 24 horas

O Ministério da Saúde atualizou no fim da tarde desta quarta-feira(01) para 6.836 o número de casos confirmados do novo coronavírus no Brasil e o registro de 240 mortes. Ontem, eram 5.717 casos e 201 óbitos.

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Diversos

FOTO: Cobra jiboia de aproximadamente 1,5 metro é capturada dentro de vila na Grande Natal

Foto: Bombeiros/Divulgação

Uma cobra jiboia com aproximadamente 1,5 metro de comprimento foi resgatada pelo Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte na tarde dessa segunda-feira (27), em uma vila, no bairro Jardins, em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal.

Segundo os bombeiros, a cobra foi encontrada presa pelos moradores, sem sinais de ferimentos. Após o resgate, a serpente foi encaminhada para o Aquário Natal, localizado na Redinha, na Zona Norte, onde vai passar por avaliação para retorno ou não à natureza.

Opinião dos leitores

  1. Agora é esperar a "Taxa de Cobras" já que o Bombeiro cobra pra fazer aquilo que o faz existir.

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Economia

Confiança da indústria cresce 1,1 ponto na prévia de janeiro deste ano

Foto: José Paulo Lacerda/CNI/Direitos reservados

A confiança dos empresários da indústria cresceu 1,1 ponto na prévia de janeiro deste ano, na comparação com o resultado consolidado de dezembro do ano passado. Com isso, o indicador chegou a 100,5 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, segundo dados divulgados hoje (22) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O aumento da confiança foi puxado pelo crescimento das expectativas dos empresários em relação aos próximos meses. O Índice de Expectativas cresceu 2,4 pontos e atingiu 101,6 pontos, o maior valor desde junho de 2018 (102,3 pontos).

O Índice da Situação Atual, que mede a confiança dos empresários no momento presente, recuou 0,3 ponto, para 99,3 pontos.

O resultado preliminar de janeiro indica aumento de 0,4 ponto percentual do Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria, para 75,5%.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

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Economia

Indicador Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra crescimento de 1% nos investimentos em julho

O indicador mensal de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) registrou alta de 1% em julho em relação a junho deste ano, na série com ajuste sazonal, informou nesta quinta-feira (5) o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). No trimestre móvel terminado em julho, o indicador teve alta de 3,1% na comparação com o trimestre anterior. Na comparação com o julho do ano passado, o indicador cresceu 0,4%. No acumulado em 12 meses, os investimentos desaceleraram, passando de 4,3% para 3,1%.

Composto por três segmentos: máquinas e equipamentos, construção civil e outros ativos fixos, o FBCF apura investimentos em aumento da capacidade produtiva da economia e na reposição da depreciação de seu estoque de capital fixo.

De acordo com o Ipea, em julho, o investimento em máquinas e equipamentos cresceu 1,2% em julho. O segmento da construção civil teve variação positiva de 1,1% em julho. O componente denominado “outros ativos fixos” teve expansão de 1%.

“Na comparação com julho de 2018, o desempenho foi heterogêneo: enquanto máquinas e equipamentos tiveram queda de 2,9% (sendo que o componente nacional de máquinas e equipamentos cresceu 14,9% e a importação caiu 24,7% – neste caso, por conta da importação de plataformas de petróleo em julho do ano passado), a construção civil cresceu 2,4% e os outros ativos fixos avançaram 3,8%”, informou o Ipea.

No acumulado em 12 meses, a construção civil teve variação negativa: queda de 1,2%. O componente nacional de máquinas e equipamentos teve alta de 3,5%, enquanto as importações cresceram 13,6%. Os outros ativos avançaram 5,2%.

Agência Brasil

 

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Finanças

Dívida Pública Federal tem queda de 1%, diz Tesouro Nacional

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A Dívida Pública Federal (DPF) – que inclui o endividamento interno e externo do Brasil – teve redução de 1%, em termos nominais, em abril, na comparação com março deste ano, informou hoje (28), em Brasília, a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) do Ministério da Economia.

O estoque da dívida passou de R$ 3,917 trilhões em março para R$ 3,878 trilhões no mês passado. A redução ocorreu devido ao resgate líquido (mais resgates de títulos por investidores do que emissões), no valor de R$ 70,15 bilhões, compensado em parte pela apropriação positiva de juros (quando os juros da dívida são incorporados ao total mês a mês) de R$ 31,18 bilhões.

A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi), que é a parte da dívida pública no mercado interno, teve o estoque reduzido em 1,09% em abril, passando de R$ 3,764 trilhões para R$ 3,723 trilhões.

Mercado externo

O estoque da Dívida Pública Federal Externa (DPFe), captada do mercado internacional, apresentou aumento de 1,03%, encerrando abril em R$ 155,29 bilhões (US$ 39,36 bilhões).

A variação do endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões pela internet (Tesouro Direto) ou pela emissão direta.

Além disso, pode ocorrer assinatura de contratos de empréstimo para o Tesouro, tomado de uma instituição ou de um banco de fomento, destinado a financiar o desenvolvimento de uma determinada região. A redução do endividamento se dá, por exemplo, pelo resgate de títulos.

Neste ano, a Dívida Pública Federal (DPF) deverá ficar entre R$ 4,1 trilhões e R$ 4,3 trilhões, segundo o Plano Anual de Financiamento (PAF) da dívida pública em 2019.

Os fundos de investimento seguem como principais detentores da Dívida Pública Federal, com 26,12% de participação no estoque. Os fundos de Previdência (25,56%) e as instituições financeiras (21,65%) aparecem em seguida na lista de detentores da dívida.

Agência Brasil

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Diversos

Pesquisa da CNT mostra que 62,1% das rodovias pavimentadas brasileiras apresentaram problemas

2014-739255800-2014-738425253-2014073170853.jpg_20140731.jpg_20140804Foto: Cléber Júnior / O Globo

Cerca de 62,1% das rodovias pavimentadas brasileiras apresentaram problemas na pavimentação, sinalização e geometria da via. E quase a metade das rodovias (49,9%) apresentam pavimento irregular, ruim ou péssimo, segundo pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Transporte (CNT), divulgada nesta quinta-feira. Segundo a CNT, essa realidade aumenta o consumo de combustível dos veículos, tendo reflexo direto nos custos e nas emissões de poluentes. O estudo aponta que, em 2013, 8.551 pessoas morreram em cerca de 186 mil acidentes nas estradas brasileiras.

A pesquisa foi realizada pela CNT entre 19 de maio e 17 de junho deste ano em 98.475 quilômetros. O país conta com 1.691.522 Km de rodovias, no entanto somente 12% da malha rodoviária é pavimentada.

Segundo a pesquisa, neste ano aumentou o número de pontos críticos nas estradas, de 250, em 2013, para 289. Entre os pontos críticos apontados pela CNT estão quedas de barreiras, pontes caídas, erosões na pista e buracos de grande porte. A pesquisa aponta que 44,7% do número de estradas estão desgastadas. O levantamento avaliou 98.475 quilômetros de estradas federais e estaduais mais relevantes entre maio e junho.

– É cada vez maior o número de mortes e de acidentes. Essa situação também compromete a logística, devido ao elevado custo do transporte, tornando o país menos competitivo – disse o presidente da CNT, Clésio Andrade.

A CNT informou que existe um “vício de origem” nas rodovias brasileiras, por isso a maior parte delas ou 87,1% são de pista simples de mão dupla, porque foram construídas na décadas de 70. No entanto, alertou, temos um problema de saturação das rodovias.

Para a CNT, o volume de investimentos nas estradas brasileiras é insuficiente diante da necessidade de R$ 293,88 bilhões para melhorar a qualidade das rodovias. Eles aponta, ainda, que o investimento público previso em R$ 11,93 bilhões para este ano, foi executado em apenas 54,8% de seu total até agosto, ou seja, R$ 6,54 bilhões.

A CNT pede mais concessões de rodovias, como as que ocorreram no ano passado. Segundo a Confederação, 74,1% das rodovias concedidas foram classificadas como ótimas ou boas, enquanto que apenas 29,3% daquelas sob gestão pública estão nessa situação.

O Globo

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