Diversos

Anvisa suspende produção de produtos eróticos de sete fabricantes

Produtos eróticos fabricados por sete empresas tiveram a comercialização suspensa, segundo resolução publicada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta sexta-feira. De acordo com o texto publicado no “Diário Oficial”, os produtos – na maioria géis lubrificantes e óleos corporais – foram alvos de denúncia da Procuradoria da República do Paraná, que identificou a comercialização de itens não regularizados na Anvisa. As empresas também não teriam autorização de funcionamento.

Os 25 produtos que constam na lista que está disponível na página da Imprensa Oficial não podem ser fabricados, distribuídos, divulgados e vendidos no país. Os fabricantes afetados pela medida são: Sonhos de Uma Noite Ind. E Comércio de Óleos Artesanais Ltda ME; Natur&Va Catarinense Ltda ME; Nipoon Hood Ltda ME; Rodrigo Dias S. Bastos – ME; Fórmula Sexy Cosméticos e Distribuidora de Nova Friburgo Ltda ME; e Michele Portugal Ribeiro ME.

Uma sétima empresa, que não foi identificada, também foi afetada com a suspensão da produção de outros sete produtos. A lista com os itens também está na resolução da Anvisa.

O Globo

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Diversos

Anvisa determina apreensão de lote falsificado de hormônio do crescimento

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e inutilização de lote falsificado do hormônio de crescimento Hormotrop. A decisão foi tomada depois de o fabricante, o Laboratório Químico Farmacêutico Bergamo, informar à reguladora que o lote CE01105 nunca foi comercializado pela empresa e que se trata de uma falsificação do produto.

O Hormotrop é usado no tratamento de crianças com problema de crescimento. A Anvisa determinou a apreensão e inutilização do lote CE01105 na apresentação de 12 UI pó liofilizado injetável.

A Anvisa também suspendeu a distribuição, o comércio e uso do lote 0009 do medicamento antirretroviral Lamivudina 10mg/ml solução oral, fabricado pela Iquego, de Goiás, por desvio de qualidade. A fabricante deverá recolher o lote.

Procurado pelo GLOBO, o Iquego informou que após investigar o problema com a solução oral do antirretroviral Lamivudina constatou que a matéria-prima utilizada pode gerar partículas de enxofre F8, que causam aspecto desagradável ao produto. Por isso, está trabalhando em uma nova especificação para a compra do insumo. A empresa ressaltou, porém, que o recolhimento é preventivo, pois não há qualquer risco à saúde.

Já o produto MMS Professional — Miracle Mineral Solution, que era anunciado em sites com indicação de tratamento para malária, febre amarela, diabetes, câncer e a aids, entre outros, teve a apreensão e inutilização determinada pela Anvisa. De acordo com a agência, o produto não tem registro, sendo de procedência desconhecida.

As determinações da Anvisa estão publicadas na edição desta segunda-feira do Diário Oficial da União.

O Globo

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Jornalismo

Anvisa anula concurso e os mais de 125 mil candidatos terão de fazer nova prova

O concurso público para provimento de cargos na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), aplicado no dia 2 deste mês, foi anulado. Durante a aplicação das provas, foram verificadas irregularidades em três estados. Os mais de 125 mil candidatos em todo o país terão de realizar uma nova avaliação, ainda sem data marcada. De acordo com a Anvisa, o novo concurso será elaborado pela mesma banca organizadora, a Cetro, que deverá ser multada pelo ocorrido.

A Anvisa também informou que será solicitada a presença da Polícia Federal nos futuros locais de prova – ainda não se sabe se em todos os locais ou apenas nos em que houve irregularidade.

No dia seguinte à prova (3), depois de constatar problemas ocorridos na aplicação do certame no Rio de Janeiro, no Distrito Federal e em Alagoas, a agência solicitou esclarecimentos à banca organizadora do concurso.

As irregularidades estão sendo investigadas pela Polícia Civil e, de acordo com a Anvisa, outras medidas cabíveis serão tomadas após as constatações das autoridades.

Da Agência Brasil

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Diversos

POLÊMICA: Anvisa pede explicações de empresa organizadora de concurso público

Nesta segunda-feira (3), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informou que encaminhou à empresa Cetro Concursos um ofício pedindo informações sobre o andamento da prova do concurso público aplicada no último domingo (2). Houve registros de problemas na aplicação da prova no Distrito Federal, Rio de Janeiro, Bahia e Alagoas. No documento, a Anvisa solicitou um posicionamento sobre os problemas até às 14h de hoje para então tomar as medidas cabíveis.

O concurso foi realizado nas 27 unidades da federação. A empresa informou, no início da tarde desta segunda-feira, que permanece em reunião durante todo o dia de hoje para tomar uma decisão sobre a manutenção ou o cancelamento do processo.

Em Brasília, dezenas de concurseiros foram impedidos de fazer a prova. De acordo com candidatos, que conversaram com a reportagem da TV Record em frente à Unip (Universidade Paulista), na Asa Sul, não havia salas para todos os inscritos, algumas provas não chegaram aos locais de prova e outras não estavam lacradas.

Os candidatos que não conseguiram fazer as provas saíram do prédio da universidade e foram até a delegacia para registrar ocorrência. Outros candidatos conseguiram fazer as provas normalmente.

Na manhã desta segunda-feira, a Cetro informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que vai se reunir com os coordenadores de prova para apurar melhor as informações da confusão ocorrida em Brasília, e então vai passar a situação para a Anvisa. Só depois poderá tomar qualquer providência. Por enquanto, o concurso não está cancelado.

De acordo com a Anvisa, quatro empresas apresentaram propostas, mas com o valor da inscrição para o concurso superior a R$ 240. Apenas a Cetro ofereceu inscrição por R$ 70 e condições de realizar a prova no mesmo ano da publicação do edital. Além disto, a Cetro já havia realizado um concurso público nacional para a Anvisa, em 2010, para a contratação de técnico administrativo.

Do R7

Opinião dos leitores

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Judiciário

Anvisa perde prazo de defesa e justiça libera cigarro com sabor no país

Uma decisão judicial suspendeu, no final de dezembro do ano passado, a resolução que proíbe cigarros com sabor no país.

Uma liminar foi concedida pelo juiz da 9ª Vera Federal de Brasília, depois que o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco entrou com ação pedindo a suspensão dos efeitos da resolução.

Aprovada em março de 2012, a resolução começaria a valer em setembro deste ano.

O sindicato argumentou que falta à agência sanitária competência para banir os ingredientes.

A Anvisa tinha até novembro para se defender, mas a procuradoria do órgão perdeu o prazo.

A Advocacia Geral da União, representante da agência, foi procurada para falar sobre a perda do prazo de defesa, mas não se pronunciou.

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Saúde

Anvisa quer garantir exigência de receita para medicamentos de tarja vermelha

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai criar um grupo de trabalho para discutir formas de garantir a exigência da receita na compra de medicamentos sujeitos à prescrição. Na primeira quinzena de outubro, a agência deverá publicar um edital convocando interessados a participar da discussão, segundo anunciou nesta quinta-feira o diretor do órgão, Dirceu Barbano. A estimativa é de que, no início do próximo ano, as primeiras medidas sejam colocadas em prática.

“A estratégia pode em algum momento passar pelo aumento da fiscalização, mas não é esse nosso foco principal”, afirmou Barbano. Entre as medidas que serão estudadas está a veiculação de campanhas de esclarecimento sobre os riscos do uso de medicamentos sem prescrição médica. “Uma das hipóteses é a criação de um fundo, com participação de recursos de setores interessados, para financiamento destas ações.”

Intoxicação – Medicamentos cuja venda deve ser feita com prescrição médica representam cerca de 65% do mercado. Na lista estão, por exemplo, remédios para diabetes, hipertensão e anti-inflamatórios. De acordo com Barbano, cerca de 75% dos casos de intoxicação são provocados por esses medicamentos. A lei que exige a apresentação de receita para medicamentos — identificados com tarja vermelha — é de 1977. Pelo texto, farmácias e drogarias que desrespeitam a norma estão sujeitas a advertências, multas, interdição e cancelamento de licença. No entanto, como a receita não fica retida, a fiscalização é rara.

Com informações da Agência Estado

 

 

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Saúde

Remédios simples podem levar a intoxicações graves

Eles são acessíveis, relativamente baratos, fáceis de tomar, provocam alívio quase imediato e, para muitos, parecem totalmente inofensivos. No entanto, especialistas alertam que o uso abusivo de alguns medicamentos simples, como descongestionantes nasais, anti-inflamatórios, analgésicos e antibióticos, pode levar a intoxicações graves ou ao retorno dos sintomas desagradáveis. Os seus riscos também preocupam a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que admite falhas no controle da venda de remédios e informa que deverá partir para uma nova estratégia: mais campanhas e maior fiscalização nas farmácias.

Informações do Datasus 2012 mostram que o consumo excessivo de medicamentos é a principal causa de intoxicação no país: 9.869 (37%) casos até junho. A curva cresceu 135% de 2007 — início dos registros de intoxicações exógenas (onde inclui-se a por remédio) — a 2011, ano que registrou 63.308 casos no Brasil. Crianças entre 1 e 4 anos são as mais afetadas (cerca de 30%).

Alerta para os descongestionantes

— Por experiência, sabemos que os descongestionantes são os principais causadores de intoxicações por uso acidental, especialmente em crianças — disse a coordenadora clínica do Centro de Controle de Intoxicações da UFF, Lília Ribeiro Guerra. — Noto as intoxicações aumentarem a cada dia, mas não há uma política eficiente de prevenção. Além disso, o nosso centro hoje é o único do estado do Rio.

Somente depois do susto de ter a sobrinha Ana Clara Costa, de 14 anos, internada por três dias na UTI do Hospital Quinta D’Or, Solange Costa se convenceu do perigo do uso indiscriminado de descongestionante nasal:

— A Clara começou a usá-lo por causa de uma gripe há dois anos. Como é vendido sem receita, virou um vício. Um dia ela começou a passar mal, a ter tonteiras, ver tudo escuro, chegou a desmaiar no chuveiro. Os batimentos foram a 40 por minuto e a pressão caiu muito rápido. Foi a 7 por 4 — conta.

Segundo a pediatra da emergência que atendeu Ana Clara, Sabrina Barreira, este não foi o primeiro caso de intoxicação por descongestionante nasal.

— Já atendi crianças intoxicadas com a nafazolina, presente em alguns descongestionantes, e que precisa de receita médica. Esta substância não pode ser administrada para crianças abaixo de 12 anos. A versão infantil é composta de cloreto de sódio, que serve apenas para limpar o nariz. Os alérgicos adultos o usam com frequência, mas eles podem ter efeito rebote, ou seja, podem levar ao aumento da congestão nasal.

Nova audiência pública este mês

A coordenadora da Cardiologia do Quinta D’Or, Jacqueline Sampaio, lembra que, até para adultos, o uso não deve ser feito sem prescrição médica.

— Indivíduos cardiopatas, hipertensos, podem ter aceleração do coração, mesmo em doses normais. Há, portanto, pessoas que não podem usá-lo.

Em 2010, a ANVISA determinou a venda de antibióticos com retenção de receita médica para combater as bactérias superresistentes. Apesar de não necessitarem prescrição para venda, analgésicos e anti-inflamatórios também preocupam a agência. Dados dos últimos dois meses do IMS Health, empresa de consultoria em marketing farmacêutico, mostram que Dorflex, Neosaldina e Torsilax foram os mais vendidos no país. A ANVISA chegou a determinar que os comprimidos ficassem atrás do balcão das farmácias. Por não ter surtido efeito, a decisão foi revogada.

— A ANVISA dá um passo à frente e dois atrás — criticou a coordenadora do Sistema Nacional de Informações Toxico Farmacológicas da Fiocruz, Rosany Bochner, que ainda cobrou embalagens de remédios mais seguras e um maior controle das propagandas.

Segundo o diretor-presidente da ANVISA, Dirceu Barbano, em 27 de setembro haverá em Brasília uma audiência pública para discutir a venda consciente de remédios. Ele reconhece a necessidade de campanhas e as falhas no controle das farmácias, e diz que a retenção de receitas não é a melhor saída.

— Deve ser zero o número de punição por venda indiscriminada de droga tarjada. Há uma cultura de convivência passiva da farmácia e dos agentes de vigilância. Num curto prazo, queremos mudar o comportamento, aumentando o controle e as atitudes educativas — afirma Barbano. — Temos capacidade de controle de fabricação e distribuição com rigor de países desenvolvidos, mas nas farmácias vivemos uma fragilidade de país subdesenvolvido.

 

 

Da Agência O Globo

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Comportamento

Anvisa deve liberar venda de sombra e desodorante infantil

Uma consulta pública lançada  pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pretende liberar a entrada no mercado de desodorantes e sombras infantis.

De acordo com a proposta, desodorantes para axilas e pés podem ser ofertados para crianças a partir de oito anos, desde que não sejam antitranspirantes ou em aerossol –forma cuja toxicidade para crianças não está definida, segundo a agência.

Substâncias antissépticas estão liberadas, desde que sejam de “uso consagrado”. Já os componentes alcoólicos, normalmente presentes nos desodorantes, devem ter índices mínimos.

A sombra, diz a proposta, pode ser aplicada por adultos em crianças de três e quatro anos e pelas próprias crianças a partir dos cinco anos de idade. Produtos como blush, batom e brilho labial já têm regras específicas e são liberadas para o público infantil. O mesmo vale para xampus, sabonetes, esmaltes, protetores solares, entre outros.

Dirceu Barbano, diretor-presidente da Anvisa, afirma que demandas da sociedade e do mercado levaram à revisão da norma anterior sobre cosméticos infantis, de 2001. “Brevemente você vai encontrar, em farmácias e supermercados, desodorantes para crianças. Hoje não existe, não havia um marco normativo que permitisse às indústrias lançarem um desodorante para uso infantil.”

BOM-SENSO

Sérgio Graff, médico da Unifesp especializado em toxicologia e que participou da elaboração dessa consulta, afirma que a proposta avança ao regular melhor o setor.

“A falta de alguns produtos destinados a crianças fazia com que as mães usassem produtos de adulto nos filhos”, diz. O problema, diz Graff, é que cosméticos para crianças precisam passar por testes de maior sensibilidade e não podem ter determinados componentes.

O médico argumenta que é justificável a entrada no mercado de desodorantes infantis, porque algumas crianças -principalmente meninas que menstruam mais cedo- podem precisar do produto por volta dos dez anos.

A coordenadora de dermatologia pediátrica da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Silmara Cestari, diz que esses casos são raros e que o odor pode ser minimizado com sabonetes antissépticos.

“Por que a criança passa maquiagem? Porque vê o adulto passar. Com o desodorante é igual, a criança transpira mais, tem um cheirinho azedinho, a mãe acha que precisa passar desodorante.”

Alberto Keidi Kurebayashi, presidente da ABC (Associação Brasileira de Cosmetologia), diz que a norma pode proteger as crianças ao evitar propagandas equivocadas. Mas defende o bom-senso.

“Será que é preciso usar sombra na criança? Não pode ter exagero, a criança tem de ser bonita como ela é.”

A proposta fica disponível para sugestões no site da Anvisa por 60 dias.

Fonte: Folha de S. Paulo

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Jornalismo

Atenção: Anvisa proíbe venda dos termos Jack3D, Oxyelite Pro e Lipo-6 Black

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a importação e a venda dos suplementos alimentares Jack3D, Oxyelite Pro e Lipo-6 Black. Eles contêm a substância dimetilamilamina (DMAA), que pode causar dependência, disfunções metabólicas, insuficiência renal, falência do fígado, problemas cardiovasculares, alterações do sistema nervoso e até morte.

O DMAA é um estimulante usado em processos de emagrecimento e também para o aumento do rendimento durante a prática de exercícios físicos. Segundo alerta feito ontem pela Anvisa, os suplementos vetados não são seguros para o consumo como alimentos. Eles contêm substâncias com propriedades terapêuticas que não podem ser usadas sem acompanhamento médico.

“O forte apelo publicitário e a expectativa de resultados mais rápidos contribuem para o uso indiscriminado dessas substâncias por pessoas que desconhecem o verdadeiro risco envolvido”, afirmou o diretor de Controle e Monitoramento Sanitário da Anvisa, José Agenor Álvares. Segundo o relatório do órgão, muitos desses suplementos alimentares não estão regularizados e são comercializados irregularmente no País.

No alerta, o diretor da Anvisa declarou que os produtos fabricados com ingredientes que contêm DMAA não passaram por avaliações de segurança. “Esses suplementos contêm substâncias proibidas para uso em alimentos: são estimulantes, hormônios e outros produtos considerados doping pela Agência Mundial Antidoping”, disse Álvares.

Veto internacional

Ainda segundo a Anvisa, a Organização Mundial de Saúde (OMS), por meio da Rede de Autoridades em Inocuidade de Alimentos, alertou que vários países têm identificado efeitos adversos associados ao consumo da DMAA contida nos suplementos alimentares. Alguns países já proibiram a comercialização de produtos feitos à base da substância – Austrália e Nova Zelândia, por exemplo.

De acordo com o diretor da Anvisa, produtos conhecidos popularmente como suplementos alimentares não podem divulgar que têm propriedades ou indicações terapêuticas. “Propagandas e rótulos que indicam alimentos para prevenção ou tratamento de doenças ou sintomas, emagrecimento, redução de gordura, ganho de massa muscular, aceleração do metabolismo ou melhora do desempenho sexual são ilegais e podem conter substâncias não seguras para o consumo”, ressaltou Álvares.

Fonte: Jornal da Tarde

Opinião dos leitores

  1. dimetilamilamina é uma substancia muito pouco conhecida. colocá-la livre no mercado seria uma irresponsabilidade. a questão do álcool é histórica, é consumido há tempo demais pra ser proibido… discutível, nao se pode condenar a sua legalidade. o cigarro é mais recente e vem sendo desestimulado gradativamente… o problema é esse pessoal que acha que google é faculdade

  2. Eles são engraçados… pq n proibiram o consumo do cigarro e da bebida alcoolica tbm?? quando se trata de beneficios o ze ruela quer tirar mas quando se trata de encher a cara e detonar o figado a Anvisa n ta nem ai… tnc…
     

  3. eu acho que isso ta mal explicado…enquanto isso vamos tomar vodka….faz bem melhor e compra em qualquer lugar

  4. Ei pessoal vçs que acham um absurdo essa proibição, é só tomar a vontade e depois agente ver o reultado" Bando de ignorantes", se vçs não fossem alertados, tudo bem, mas está sendo mostrando os riscos e vçs aindam não se satisfazem, Deus tenha piedade de vçs!!!!!!!!!!!!!!!!

    1.  kkkk num sabe de nada msm axa q lendo essas bobagens vale alguma coisa meu fiu esses suplementos são usados nos eua não são esteroides não e nemhuma droga se liga primeiro vc entende das coisas depois fala

  5. Enquanto isso bebidas e cigarros são liberados, queria ao menos saber quais foram o critérios para a proibição. O cigarro tem mais de 4000 substancias toxicas e pode ser comprado em qualquer esquina.

  6. Se esse remdio faz tanto mal por que os americanos não estao morrendo e nao tem noticias de que la na america do norte ele é proibido????
    será se isso tem alguma coisa a ver com as farmacias do brasil????
    a creatina foi proibida, os laboratorios brasileiros começaram a fabricar e liberaram. ai fica a duvida….

    1. E outra, eles levam em consideração somente pessoas que querem "resultados mais rápidos" e usam uma dosagem maior do que a recomendada, depois vem dizer que suplemento faz mal. O brasileiro é tão desinformado que ao ver um rapaz tomando um shake de proteínas diz "olha lá, tomando bomba e nem disfarça". Concordo com o que você disse, os norte americanos não têm problemas quanto a isso.

    2.  Correr pra estocar o Oxy, antes q eu não encontre mais… =(

    3. MUITO LEGAL ANVISA ALTAMENTE FUNCIONAL PROIBE TUDO ENQUANTO VOCÊ PEGA O TREM LOTADO É ESMAGADO QUE FAZ MAL MUITO MAIS RAPIDO , ENQUANTO A COMIDA QUE A GENTE CONSOME TAMBEM TRAZ EFEITOS COLATERAIS A LONGO PRAZO POR SER MAL PROCESSADA, CIGARRO ALCOOL LIBERADO POLUIÇÃO URBANA  DEGRADAÇÃO DE AMBIENTES VERDES  ENFIM NENHUMA DESSAS OUTRAS COISA NOS CONSEGUIMOS VER ALGUEM RESOLVER AGORA PROIBIR SUPLEMENTOS ALIMENTARES MEU DEUS QUANTA EFICIENCIA DA ANVISA  QUE ESTRANHO NÉ TÔ COMEÇANDO A DESCONFIAR , É VAI VER ELES VAO FAZER COMO ALGUNS ANOS ATRAZ PROIBIRAM A CREATINA E ATE O GOVERNO CONSEGUIR ENFIAR IMPOSTOS NO PRODUTO NAO FOI LIBERADO !

    4. concordo com vc, e quem usa suplemento não quer resultado rapido, pq isso leva tempo, disciplina e mto treino, não se informam e saem falando besteira, até dipirona tem efeito colateral…

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Jornalismo

Anvisa passa recibo e desmente a Veja

Mico!

A Agência Nacional de Saúde emitiu nota ontem desmentindo reportagem especial da revista Veja publicada no último fim de semana.

De acordo com a publicação, o remédio Victoza, utilizado no tratamento contra diabetes, também poderia ser usado para fazer os gordinhos murcharem um pouco. Lorota. Há riscos.

Um dos efeitos colaterais do remédio nos diabéticos é a perda de peso, mas a Anvisa não recomenda que a droga seja utilizada para emagrecer, porque nem todos os efeitos colaterais são conhecidos. Os mais comuns são dores de cabeça, hipoglecemia, diarreia e náuseas, além de reações alérgicas.

Pegou mal para Veja, que faz tempo que não dá uma dentro.

Opinião dos leitores

  1. Realmente pegou feio para a Veja. Eu quando li estranhei na matéria não aparecer nenhum efeito colateral. Uma revista não pode fazer pro paganda de um remédio dizendo que todo mundo pode tomar.

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