Política

Assessores de Bolsonaro avaliam nomes para fazer ponte com a China por insumos para Coronavac; Mourão diz estar a postos

O governo Bolsonaro está às voltas desde esta segunda (19) com a falta de informação da China a respeito do prazo para envio do IFA, o princípio ativo da vacina do Instituto Butantan, fabricada em parceria com a chinesa Sinovac. O temor é que, sem o insumo, as doses de Coronavac acabem no final de janeiro, quando termina o estoque disponível.

No governo federal, estão em contato com a China o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. No entanto, por conta da postura bélica e dos ataques do chanceler à China – em sintonia com a família Bolsonaro-, assessores presidenciais temem que Ernesto não obtenha informações precisas sobre o prazo da entrega dos insumos antes do término do estoque disponível: fim de janeiro.

Por isso, há uma discussão entre auxiliares presidenciais sobre se não seria o caso de o próprio presidente Bolsonaro contatar o presidente chinês. Outro cenário em debate, nos bastidores, é montar uma força-tarefa com ministros com boa relação diplomática com a China, como a ministra Tereza Cristina (Agricultura), e até o vice-presidente, Hamilton Mourão. O impasse em relação a Mourão, admitem governistas, seria a liberação de Bolsonaro para que o vice tenha protagonismo numa questão dessa magnitude.

Ao blog, Mourão disse que está à disposição para contatar a China e ajudar na questão dos insumos, já que tem boa relação com o vice-presidente chinês.

Perguntado se ele já havia feito contato com alguém da diplomacia chinesa para ajudar na questão dos insumos, ele respondeu:

“Por enquanto não falei, mas estou disponível, estou pronto. Tenho falado com o vice-presidente chinês ( Wang Qishan), ele me desejou melhoras durante o meu período da Covid-19 e estamos em permanente contato”.

Um ministro do governo defendeu ao blog que até o ex-presidente Michel Temer seja chamado a ajudar na relação com a China, já que ele mantém contatos diplomáticos com o país.

O debate sobre alternativas de interlocução está posto nos bastidores já que a solução óbvia seria trocar o ministro responsável por relações diplomáticas, mas demitir Ernesto não está nos planos de Bolsonaro. Assim como Pazuello, a permanência de Ernesto Araujo é garantida pelo presidente Bolsonaro.

Blog Andréia Sadi – G1

Opinião dos leitores

  1. Observador, é correto o seu comentário. Infelizmente, o nosso Presidente, fala muita bobagem. Sabíamos que ele não tinha capacidade intelectual de governar o nosso Brasil. Mais jamais, imaginávamos, que falasse tanta besteira. A China, é uma potência mundial. Politicamente, comunista. Economicamente, capitalista. Meu Deus, será que não têm ninguém para orientar o Pte. Bolsonaro. João Macena.

    1. Infelizmente não tem ninguém para orientar o Bozo porque gente egocêntrica como ele, que não admite ser contrariado, só sabe se cercar de incompetentes e bajuladores. Os poucos que o contrariaram foram alçados pelo Gabinete do Ódio a condição de inimigos do governo. Quem é louco de contrariar outro louco?

  2. Já!!!! E ñ era a vacina chinesa q ia fazer pessoas virar jacaré e homens brocharem? A mentira realmente ñ tem sustentação.

  3. Tonho querendo pedir pinico , ou homem fraco ou presidente peba ou governo esculhambado . Beato Salú se for ledir atrapalha , os bananinhas só querem saber de Trump , o véio tá surtado e Mourao encantado . O último que sair do cabaré de DA LUA soque a luz . Chega Cacá ! Ajudas aí home .

  4. BG na minha opinião só tem uma pessoa que tem grande influência no governo chinês essa pessoa é o ministro da ciência e tecnologia o astronauta Marcos Pontes, o resto a China vai maltratar até quando puder..

  5. Pode mandar quem ele desejar do governo. Tenho certeza que não tem ninguém igual ao ladrão nove dedos, a Anta, Narizinho, o Vampiro, Lilindenberg, O filho Ronaldino, o outro xerox, por isso, fiquemos tranquilos.

  6. Essa é fácil!Os Chineses só vão querer conversar com o Doria. Estão trabalhando para ele ser o próximo presidente. Isso está claro!!

  7. Vou dar 2 nomes bons pra fazer essa ponte. Ernesto Araújo e Eduardo Bananinha. Os dois têm habilidade diplomática de muita katxiguria!

  8. Cuidem, não brinquem com coisas sérias, as piadas desses comentaristas estão de fazer dó.
    A defesa de Bolsonaro pela vida, pela democracia é incansável.
    Procurem ler sobre o passado recente e vejam os erros graves que os políticos, presidentes cometeram na defesa do próprio bolso e não na defesa da vida, da liberdade, da democracia.
    Abram o olho. Não distorçam as ações nem as palavras do atual presidente.

    1. Hã? A sinofobia praticada por membros do alto escalão brasileiro pode comprometer seriamente relações comerciais com a China.

    2. Ta vivendo em qual Brasil? A defesa de Bolzonaro pelo que? Niguem distorce nada do que ele diz ao não ser o gado para defende-lo..

    3. Cris acho que você tomou cloroquina demais… A defesa de Bolsonaro pela democracia é incansável? Em qual universo paralelo você esteve nos últimos 3 anos?

    4. Vc que tanto critica, tem estudos de quantas pessoas que receberam cloriquina, de forma precoce, morreram? Quer discutir com a Dra. Marina Bucar, dentre tantos outros, sobre isso? A campahha contra qualquer tratamento precoce é absolutamente hedionda.

  9. Confio no presidente, se acabar a saliva ele vai usar a pólvora que tem em casa contra os chineses. Deus acima de tudo e Bolsonaro em cima de todos – não sem bem se é assim, desculpem.

  10. ELE E OS FILHOS FALARAM MUITAS MERDAS SOBRE A CHINA, AGORA TÁ NESSA SINUCA DE BICO E NÓS PODEMOS PAGAR UM PREÇO ALTÍSSIMO POR CONTA DAS INSANIDADES DESSE DESPREPARADO.

  11. Os generais Pazzuelo, Heleno e Mourao podiam comandar tropas treinadas e invadir o laboratorio na china e pegar esses insumos na marra. Tem pra que ta se humilhando nao.

    1. Concordo, vamos chamar os reservistas das FFAA para invadir a China e pegar. Cadê os militares? Cadê o patriotismo do povo que reclamou do petê? Quero ver a brabeza desse povo.

      #ffaanachinaagora

    2. Também concordo. Coloca o Bozo e seus filhotes na linha de frente pra invadir????
      Temos póiva pra isso.

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Diversos

Planalto investiga secretamente assessores de Mandetta e prepara dossiê, especula revista

Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta e o Ministro da Casa Civil, Braga Netto: bruxaria no governo. Foto: Adriano Machado/Reuters

No Comitê de Crise criado no Palácio do Planalto para traçar estratégias de ação contra a pandemia do coronavírus, um grupo de servidores cumpre há dias uma missão classificada como sigilosa: revirar dezenas de contratos assinados recentemente pelo Ministério da Saúde com empresas prestadoras de serviço. Oficialmente, o objetivo é simplesmente verificar se os contratos estão em sintonia com as diretrizes e estratégias de combate à doença. A intenção real, porém, é outra. O grupo é integrado por espiões da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e militares do Exército e busca provas de irregularidades no Ministério da Saúde. Os alvos da investigação, em princípio, são dois ex-deputados do DEM, que centralizariam informalmente todas as grandes compras da Pasta. Não por coincidência, ambos, além de correligionários, também são amigos do ministro Luiz Henrique Mandetta.

O baiano José Carlos Aleluia atualmente ocupa o cargo de assessor especial do ministro. O goiano Abelardo Lupion foi nomeado em março para a diretoria de Gestão, responsável por conduzir as tratativas da pasta com estados e municípios. Acusados na delação da Odebrecht de terem recebido caixa dois, ambos disputaram as últimas eleições legislativas e não conseguiram renovar seus mandatos. Com a escolha de Mandetta para o cargo de ministro, em janeiro do ano passado, os ex-deputados foram nomeados para ocupar os postos no ministério. Os agentes apuram informações sobre pagamentos suspeitos, contratos que foram firmados com empresas que não existem ou só existem no papel, liberação de recursos para prefeituras e cobrança de comissões. Algumas dessas investigações já estavam em andamento desde o ano passado, mas receberam uma atenção especial a partir do momento em que Mandetta entrou em choque com o presidente Bolsonaro. O Planalto pretende usar esses casos para constranger o ministro e forçá-lo a pedir demissão.

A ação para desconstruir a imagem de Mandetta é mais ampla. Além de suspeitas de irregularidades no ministério, o governo pretende apresentar o ministro como um gestor incompetente. Para isso, o grupo de inteligência do Planalto está reavaliando tudo o que o ministério tem feito até agora para combater a pandemia. Um servidor que teve acesso ao trabalho contou a VEJA que no dossiê que está sendo montado sobre o ministro há uma lista de erros administrativos e estratégicos. Um dos últimos casos citados envolve a compra de respiradores para atender aos hospitais de Manaus, que estão próximos do colapso. De acordo com esse servidor, os equipamentos chegaram à cidade, mas não puderam ser utilizados porque faltavam peças que não foram adquiridas.

A pandemia alçou Mandetta ao posto de ministro mais popular do governo. Bolsonaro não quer arcar com o desgaste político de ter de demiti-lo – mas quer que ele peça demissão. Mandetta, por sua vez, já disse que não sai voluntariamente. O ápice da crise entre os dois ocorreu na semana passada. Bolsonaro anunciou publicamente sua insatisfação com o ministro. Logo depois, em uma reunião, o presidente foi cobrado pelo próprio Mandetta: “Por que o senhor não me demite? Pode me trocar”, disse ele, segundo o relato de um dos participantes do encontro. Silêncio absoluto. Bolsonaro não respondeu e nem esboçou qualquer reação naquele momento. Advertido dos danos que a decisão poderia causar, o presidente decidiu esperar. Na terça-feira passada, Mandetta foi novamente convidado a participar da reunião de ministros. Ficou o tempo inteiro cabisbaixo. Ele e o presidente nem se olharam. O governo acredita que a bruxaria do dossiê será o ponto final dessa queda de braço.

Veja

Opinião dos leitores

  1. Nojo dessa política suja… Tudo farinha do mesmo saco. O povo ainda perde tempo bringando por esses canalhas sem escrúpulos… Só estão preocupados com seus próprios interesses, VIDAS em jogo, mas pouco importa, o que interessa e se politicamente vou sair bem na fita, para um bando de iludidos ideológicos ficarem batendo palmas e me endeusando! Nojo!

  2. Enquanto Mandetta servia aos propósitos do Planalto era o Ministro mais honesto e competente do mundo. Mas bastou divergir do Presidente e a força do poder central vai se voltar toda contra ele.
    Era bom que essa busca por honestidade e malfeitos englobasse a TODOS, inclusive aos filhos do próprio Presidente, que sabidamente tem ligações obscuras e mal-explicadas com milícias e desvios de verbas parlamentares, só para citar dois exemplos.

    1. Disse tudo! Fiscalização só p inimigos. P os amigos é corrupção no meio da canela mesmo!

  3. será que alguém pode pedir para esse pessoal da Abin e do Exército Investigar o Flávio Bolsonaro e o Queiroz? Será que podem detalhar a rachadinha, o laranjal e as negociações com a milícia do RJ?

  4. Esse sujeito é mais sujo que pau de galinheiro.
    Não sei nem porque ainda não foi mandado pra RUA!!!!!

  5. Presidente fraco. Não é lider mesmo. Votei para não deixar o PT e sua trupe chegar ao poder, mas não voto mais.

  6. Duas observações: 1) Petista apoiar "pefelista" do hoje DEM, do ex-senador José Agripino, odiado por Luiz da Silva, vulgo Lula; 2) O Dr. Mandetta com Lupion e Aleluia não está bem acompanhando. Pode vir lama por aí.

  7. Essa é a conduta típica de Bolsola e seu gabinete do ódio. Denegrir os desafetos, assim como fizeram com Tantos outros. Enquanto isso o Queiroz continua em quarentena. E a perícia nas armas do miliciano Adriano, fica pronta nesse governo ou não?

  8. Bolsonaristas desesperados com a popularidade do Mandetta tentam achar algo que manche sua reputação. Caso não encontrem, provavelmente usarão a especialidade da casa : criação de fake news.

  9. Canalhice do presidente bipolar que temos. A voto perdido o que dei a este senhor. Agora fazer o quê? Aguentar e cheirar a merda que fiz.

    1. Fique com a sua consciência tranquila, Rocha. Se fosse o Haddad presidente, o poço seria muito mais fundo, não tenha dúvida! Imagine aí uma continuação da administração de Dilma!
      Abraços

  10. Que é isso ômi? Será se é por essa conduta dele, que a petralhada, em peso, estava apoiando mandeta. Kkkkkkk. Só podia, vai ser o luladrão 2

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Diversos

AMPERN emite nota sobre a equiparação de assessores e assistentes ministeriais do MPRN

NOTA DE ESCLARECIMENTO

a) em abril do ano em curso, o Ministério Público do Rio Grande do Norte elegeu democraticamente o Promotor de Justiça Rinaldo Reis Lima para chefiar a Instituição pelos próximos 2 anos;

b) durante o processo eleitoral que culminou na eleição do Dr. Rinaldo Reis Lima, a Associação do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte – AMPERN, sugeriu uma agenda propositiva para os candidatos ao cargo de Procurador-Geral de Justiça, na qual constava, entre várias propostas, a de extinguir os cargos de Assessor Ministerial, transformando-os em cargos de Assistente Ministerial, criando, assim, uma única remuneração para funções idênticas;

c) isso porque, no Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte, existem dois cargos de assessoramento, um chamado de Assessor Ministerial, que auxilia o Procurador-Geral de Justiça e os Procuradores de Justiça, com salários de cerca de R$ 7.500,00, e o de Assistente Ministerial, que exerce a mesma função de assessoramento, só que em relação aos Promotores de Justiça, com vencimentos de cerca de R$ 2.600,00;

d) o que a Procuradoria-Geral de Justiça propõe, em ultima análise, é implementar o tratamento igualitário entre Assessores e Assistentes Ministeriais e, por sua vez, entre Promotores e Procuradores de Justiça, o que reflete o desejo da grande maioria dos membros do Ministério Público potiguar, qual seja, a de acabar com essa injusta diferenciação de tratamento remuneratório entre dois cargos que exercem a mesma função;

e) em razão disso, não existe qualquer abuso de poder, ou algo semelhante, por parte do Procurador-Geral de Justiça, durante a sua gestão, conforme noticiado nos últimos dias;

f) o Ministério Público potiguar é uma instituição unida, e que não está vivenciando qualquer momento de crise. Divergência de entendimentos existem, e são naturais em qualquer tipo de organização humana, não sendo diferente no setor público;

g) a AMPERN vem a público prestar esses esclarecimentos necessários e manifestar o seu integral apoio às medidas levadas a efeito pelo Procurador-Geral de Justiça, Dr. Rinaldo Reis Lima, na implantação das reformas administrativas necessárias à democratização interna da Instituição, sobretudo aquelas relacionadas à agenda propositiva deliberada pela AMPERN durante o processo eleitoral em meados do primeiro semestre do corrente ano.

Natal/RN, 07 de agosto de 2013.

Associação do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte

AMPERN

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Jornalismo

Contrato da Marca não passou pelos assessores jurídicos da Prefeitura

A Associação dos Assessores Jurídicos do Município de Natal, em referência à declaração do Presidente da Associação dos Procuradores do Município de Natal, publicada no jornal eletrônico da Tribuna do Norte, na data de 28 de junho de 2012, por considerar necessário e oportuno, vem prestar os seguintes esclarecimentos:

1-      Consoante a Lei Orgânica do Município de Natal, a Procuradoria Geral do Município é composta por duas carreiras: a de Assessores Jurídicos e a de Procuradores Municipais. Aos primeiros, cabe o exercício da consultoria jurídica no âmbito dos órgãos e entidades da Administração Pública Municipal, ao passo que aos Procuradores Municipais foi atribuída a representação judicial e extrajudicial do Município. Embora com atribuições distintas, ambas as carreiras possuem como chefe único o Procurador Geral do Município e integram a advocacia pública municipal, desenvolvendo atividades que se complementam e que visam a um fim comum: a defesa do interesse público.

2-      Depreende-se, assim, que os servidores públicos legitimamente empossados em cargo público efetivo, integrantes da advocacia pública municipal (Assessores Jurídicos e Procuradores), têm competência para proferir despachos e/ou pareceres, o que implica dizer que não há obrigação de envio dos respectivos pronunciamentos para análise da Procuradoria Geral do Município (órgão), à exceção dos casos previstos no Decreto Municipal n.° 7.126/2003 e, eventualmente, daqueles que possam gerar possíveis demandas judiciais, com o intuito, nesse último caso, tão somente de unificar posicionamentos e facilitar defesas no âmbito judicial.

3-      Entretanto, no âmbito dos órgãos e entidades da Administração Municipal, existe a figura dos “chefes das assessorias jurídicas”, cargo de livre nomeação e exoneração da respectiva autoridade competente e, nesta condição, não integrantes da carreira da Assessoria Jurídica Municipal. Dessa forma, as opiniões jurídicas exaradas pelos referidos servidores comissionados não refletem necessariamente a posição dos Assessores Jurídicos de carreira, podendo, inclusive, revelar-se como válvula de escape para uma Advocacia de Governo e não de Estado.

4-      Portanto, a Associação dos Assessores Jurídicos discorda da afirmação aduzida pelo Presidente da Associação dos Procuradores Municipais, no sentido de que a ausência de envio dos processos administrativos que envolvam grandes quantias representa, de per si, risco de lesão à Administração Pública ou favorecimento à prática de ilícitos. Especialmente porque, conforme delineado, a Procuradoria Geral do Município encontra-se devidamente representada, na estrutura dos órgãos e entidades da Administração Municipal, pelos Assessores Jurídicos de carreira.

5-      Na verdade, o que, de fato, deve ser imediatamente corrigido é a casuísta não sujeição dos processos administrativos ao crivo dos assessores jurídicos de carreira na seara dos respectivos órgãos e entidades municipais, sendo esta a solução mais eficaz de controle preventivo da legalidade dos atos e contratos administrativos.

6-      Por fim, com relação ao específico caso da “Operação Assepsia”, deve ser publicamente esclarecido que não houve atuação de nenhum dos integrantes efetivos da carreira de Assessor Jurídico Municipal no(s) processo(s) administrativo(s) correlato(s).

Natal, 28 de junho de 2012.

PEDRO RIBEIRO TAVARES DE LIRA

PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DOS ASSESSORES JURÍDICOS DO MUNICÍPIO DE NATAL

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Política

Deputados terão mais R$ 150 mi para pagar salários de assessores

Divulgado com o termo genérico de “pagamento de pessoal ativo da União”, decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff neste mês concede R$ 150 milhões para aumento da verba de gabinete dos 513 deputados federais.

A oficialização do reajuste ainda depende de um ato da Mesa da Câmara e pode ocorrer antes do recesso parlamentar, cujo início está previsto para o próximo dia 18 de julho.

Nos bastidores, a expectativa é a de que o aumento seja de R$ 15 mil para cada deputado, que conta hoje com uma verba de R$ 60 mil. Esses recursos servem para a contratação de, no máximo, 25 assessores, chamados de “secretários parlamentares”.

Além de serem contratados sem concurso, esses assessores podem atuar em Brasília ou nos redutos eleitorais dos congressistas. Os salários deles variam de R$ 664 a R$ 6,2 mil, além de receberem auxílio-alimentação de R$ 741.

O impacto nos cofres da Câmara para os próximos seis meses é estimado em R$ 46,1 milhões, sem contar o pagamento do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e encargos previdenciários, o que elevaria a conta para cerca de R$ 85 milhões.

Os recursos para o aumento da verba de gabinete foram pedidos no final do ano passado ao Ministério do Planejamento. O valor aprovado de R$ 150 milhões refere-se a todo o ano de 2012.

Como a autorização do reajuste só veio agora e não pode ser retroativa ao mês de janeiro, a Câmara terá margem para aumentar ainda mais a verba de gabinete. A decisão sobre o excedente caberá à Mesa Diretora.

“Asseguro que não pode ser retroativo, só vale a partir do ato”, afirmou à Folha o primeiro-secretário Eduardo Gomes (PSDB-TO).

DECRETO

O decreto com a liberação do recurso foi divulgado no último 14 de junho junto com a liberação de recursos para outras áreas, como Saúde e Transporte. No total foram aprovados R$ 494 milhões em créditos suplementares.

O texto foi publicado no mesmo dia em que o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), defendeu o reajuste da verbas dos deputados.

“Você sabe que minha opinião é favorável, são servidores que não têm reajuste há quase cinco anos, que têm salários mais baixos da Câmara, mas nós temos um problema orçamentário”, afirmou Marco Maia.

Além da verba de gabinete e um salário de R$ 26,7 mil, cada deputado conta com uma cota para o exercício do mandato, que varia de R$ 23 mil a R$ 33 mil, de acordo com o Estado de origem.

Fonte: Folha

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