Diversos

FOTOS: Contêineres fixos são instalados em Parnamirim

FOTO: ASCOM – Ana Amaral

A Prefeitura de Parnamirim, por meio da Secretaria de Limpeza Urbana (Selim), tem realizado nos últimos dias a instalação de contêineres de lixo na cidade. Até o momento, os contêineres foram distribuídos entre os bairros de Nova Parnamirim e Cohabinal, os quais possuem grandes demandas de resíduos, e serão inseridos, ainda, em outros bairros do município.

Os reservatórios de lixo possuem capacidade de 1.000 litros e contribuirão com a limpeza urbana da cidade. A utilização dos contêineres é indicada para a coleta urbana por propiciar vantagens, como a manutenção da higiene local, sem o acúmulo da sujeira.

Opinião dos leitores

    1. Graças a Deus na Cidade de Macaíba essa iniciativa da prefeitura junto a nova empresa de limpeza urbana tem dado bons resultados e a população esta fazendo o uso correto. Mudança de cultura, educação é disso que precisamos.

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Diversos

ALELUIA, SENHOR! (FOTO E VÍDEO): Scanner de Contêineres chega ao Porto de Natal

Foto: Divulgação

A Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN) informa à Sociedade Potiguar que o Porto de Natal recebeu, nesta quinta-feira (08), o esperado “scanner” de contêineres. Os procedimentos de instalação foram iniciados, imediatamente, para a operação.

As conversações e negociações com os agentes públicos (Polícia Federal, Receita Federal, Anvisa e Ministério da Agricultura), armadores (CMA CGM) e operadores portuários (Progeco) que operam no Porto estão em andamento desde 2019 no sentido de aumentar a segurança.

A CODERN apresenta o agradecimento ao armador CMA CGM e ao operador portuário, Empresa Progeco, bem como ao conjunto de fruticultores (os principais clientes), que tornaram realidade a implantação e o funcionamento dessa necessária ferramenta de fortalecimento da Segurança.

Finalmente, informamos que, a partir da entrada em operação do “scanner”, a Receita Federal passa a receber diretamente as imagens geradas pelo equipamento.

Assim, pode-se comprovar que foi dado mais um passo no sentido de transformar a operação e aumentar a credibilidade do Porto de Natal, qualificando-o como porta de entrada e saída do empresariado da região.

Opinião dos leitores

  1. Já estava começando a enferrujar… que máfia poderosa. Foi só neguinho começar a ir pra cadeia que lembraram do scanner. A PF resolve até problema de esquecimento.

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Diversos

MPF cobra informações da Codern sobre escâner para contêineres no Porto de Natal

Falta do equipamento impede exportações, dificulta fiscalização, facilita o contrabando e o tráfico de drogas e ainda reduz as receitas do poder público

O Ministério Público Federal (MPF) reforçou o pedido à Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern) para que preste informações quanto às providências que estão sendo tomadas com vistas à aquisição e entrada em operação de um escâner de contêineres no Porto de Natal. O objetivo do equipamento é impedir, sobretudo, o tráfico de drogas, já que toneladas de cocaína foram apreendidas no local, nos últimos meses.

O assunto é alvo de um inquérito civil em andamento no MPF, aberto após representação da Receita Federal, que denunciou a falta do equipamento. Devido à inexistência do escâner, o desembaraço aduaneiro (liberação de mercadorias para entrada ou saída do País) se encontra suspenso.

Autor do pedido de informações, o procurador da República Renan Félix destacou que, “diuturnamente, a imprensa local noticia os prejuízos decorrentes dessa realidade, em especial na exportação de produtos da economia local e desocupação das pessoas que dependem diretamente da atividade de carregamento portuário”.

A Codern já havia recebido um ofício, em fevereiro, solicitando essas informações, porém não houve resposta. A Receita Federal, por sua vez, já destacou que aplicou à companhia a chamada “Sanção de Suspensão por descumprimento a requisitos técnicos e operacionais relativos a alfandegamento de local”, uma vez que a Codern é reincidente em irregularidades relativas a esse alfandegamento.

A Codern tem um prazo de 20 dias para se pronunciar, caso contrário outras medidas deverão ser adotadas pelo Ministério Público Federal.

 

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