O RN permanece com fila zerada de pacientes para UTI Covid conforme levantamento no fim da manhã desta segunda-feira (12).
Por volta das 11h30, havia apenas 01 paciente com perfil para leitos críticos na lista de regulação. Outros 03 pacientes aguardavam avaliação. Foram registrados disponíveis 170 leitos críticos e outros 301, sendo clínicos.
Os brasileiros que tomaram a segunda dose ou a dose única de vacinas contra a Covid e estão imunizados são 14,16%. São 29.993.075 de pessoas vacinadas — 27.839.173 da segunda dose e 2.153.902 da dose única, da Janssen, de acordo com dados do consórcio de veículos de imprensa divulgados às 20h desta sexta-feira (9).
A primeira dose foi aplicada em 82.908.617 pessoas, o que corresponde a 39,15% da população.
Somando a primeira, a segunda e a dose única, são 112.901.692 doses aplicadas no total desde o começo da vacinação, em janeiro.
De ontem para hoje, a primeira dose foi aplicada em 994.468 pessoas, a segunda em 232.188 e a dose única em 312.117, um total de 1.545.223 doses aplicadas desde o começo da vacinação.
Amapá é o único estado que ainda tem menos de 10% de sua população imunizada com as duas doses ou dose única de vacinas contra a Covid. O estado tem 8,82% de imunizados.
Entre os estados com mais imunizados estão Mato Grosso do Sul (25,40%), Rio Grande do Sul (18,83%) e Espírito Santo (16,24%).
Total de vacinados, segundo os governos, e o percentual em relação à população do estado:
AC: 1ª dose – 301.910 (33,75%); 2ª dose – 93.568 (11,14%; dose única – 6.062
AL: 1ª dose – 1.110.806 (33,14%); 2ª dose – 388.305 (10,34%; dose única – 35.612
AM: 1ª dose – 1.636.253 (38,89%); 2ª dose – 564.899 (13,88%; dose única – 19.158
AP: 1ª dose – 210.608 (24,44%); 2ª dose – 72.206 (8,82%; dose única – 3.792
BA: 1ª dose – 5.347.128 (35,81%); 2ª dose – 1.956.331 (14,38%; dose única – 190.465
CE: 1ª dose – 3.495.736 (38,05%); 2ª dose – 1.170.049 (13,81%; dose única – 98.398
DF: 1ª dose – 1.081.008 (35,38%); 2ª dose – 354.614 (12,28%; dose única – 20.685
ES: 1ª dose – 1.732.861 (42,64%); 2ª dose – 593.369 (16,24%; dose única – 66.699
GO: 1ª dose – 2.494.674 (35,07%); 2ª dose – 801.775 (11,27%; dose única – 0
MA: 1ª dose – 2.530.730 (35,57%); 2ª dose – 688.995 (10,43%; dose única – 53.098
MG: 1ª dose – 7.865.659 (36,94%); 2ª dose – 2.783.111 (13,43%; dose única – 75.973
MS: 1ª dose – 1.235.476 (43,98%); 2ª dose – 546.448 (25,4%; dose única – 167.211
MT: 1ª dose – 1.092.043 (30,97%); 2ª dose – 341.095 (10,27%; dose única – 21.151
PA: 1ª dose – 2.729.905 (31,41%); 2ª dose – 1.286.948 (14,81%; dose única – 0
PB: 1ª dose – 1.426.996 (35,33%); 2ª dose – 535.811 (14,31%; dose única – 42.194
PE: 1ª dose – 3.423.872 (35,6%); 2ª dose – 1.118.232 (12,96%; dose única – 127.994
PI: 1ª dose – 1.126.454 (34,33%); 2ª dose – 375.156 (12%; dose única – 18.784
PR: 1ª dose – 4.795.458 (41,64%); 2ª dose – 1.382.060 (13,18%; dose única – 136.318
RJ: 1ª dose – 6.292.381 (36,23%); 2ª dose – 2.231.174 (13,69%; dose única – 145.645 RN: 1ª dose – 1.298.291 (36,74%); 2ª dose – 466.089 (13,19%; dose única – 0
RO: 1ª dose – 572.684 (31,88%); 2ª dose – 182.304 (10,15%; dose única – 0
RR: 1ª dose – 174.185 (27,6%); 2ª dose – 66.370 (10,52%; dose única – 0
RS: 1ª dose – 5.214.058 (45,65%); 2ª dose – 1.977.455 (18,83%; dose única – 173.161
SC: 1ª dose – 2.992.003 (41,25%); 2ª dose – 948.524 (13,08%; dose única – 0
SE: 1ª dose – 888.144 (38,3%); 2ª dose – 280.687 (13,52%; dose única – 32.867
SP: 1ª dose – 21.330.649 (46,08%); 2ª dose – 6.474.270 (15,5%; dose única – 699.859
TO: 1ª dose – 507.411 (31,91%); 2ª dose – 153.746 (10,44%; dose única – 12.326
A informação é resultado de uma parceria do consórcio de veículos de imprensa, formado por G1, “O Globo”, “Extra”, “O Estado de S.Paulo”, “Folha de S.Paulo” e UOL. Os dados de vacinação passaram a ser acompanhados a partir de 21 de janeiro.
As mortes em decorrência de complicações relacionadas à covid-19 registradas por autoridades de saúde sofreram redução de 9% na Semana Epidemiológica 26, que vai de 27 de junho a 3 de julho, em comparação com o período anterior. As informações estão no mais recente Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde.
Na Semana Epidemiológica 26, as secretarias de saúde confirmaram 10.852 pessoas que não resistiram à covid-19, enquanto o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde na semana anterior trouxe 11.935 óbitos.
O resultado representa uma reversão no movimento de retomada do crescimento da curva de óbitos, após uma estabilização em semanas anteriores. A média móvel de mortes na Semana Epidemiológica 26 ficou em 1.705.
Novos casos
Os novos casos de covid-19 confirmados por autoridades de saúde tiveram queda de 29% na semana do levantamento. Nesse período, foram registrados 355.131 diagnósticos confirmados, contra 503.144 na semana anterior. A média móvel de casos (total no período divido por sete dias) ficou em 50.733.
De acordo com os dados, o resultado da Semana Epidemiológica 26 representa um revés expressivo na trajetória de crescimento da curva de casos. A redução dos novos diagnósticos positivos de covid-19 foi iniciada em março, com um revés na Semana Epidemiológica 13.
Estados
Na semana de 27 de junho a 3 de julho, apenas um estado teve acréscimo de casos: Pernambuco (16%).Distrito Federal e Pará ficaram estáveis e 24 estados tiveram redução. As quedas mais efetivas se deram no Rio Grande do Norte (-78%) e Paraná (-49%).
Em relação aos óbitos, o número de estados com aumento desse índice foi de três, enquanto outros três ficaram estáveis e 21 unidades da federação (incluído o DF) tiveram menos mortes em relação ao balanço da semana anterior. Os maiores incrementos aconteceram em Paraná (92%) e Acre (43%). As reduções mais efetivas foram registradas no Rio Grande do Norte (-31%) e Ceará (-28%)
Mundo
O Brasil passou a ser o país com o maior número de novas mortes confirmadas por semana. Em seguida vêm Índia (6.254), Rússia (4.508), Colômbia (4.300) e Indonésia (3.298).
Quando considerados números absolutos, o Brasil segue na segunda posição (523.587), atrás dos Estados Unidos (605.493). Quando consideradas as mortes por 1 milhão de habitantes, o Brasil fica na sétima colocação.
O Brasil segue como país com mais novos casos nesta semana, seguido por Índia (312.250), Colômbia (197.890), Indonésia (162.889) e Reino Unido (162.261).
Na análise em números absolutos, o Brasil (18,7 milhões) fica na terceira posição de casos acumulados, atrás dos EUA (33,7 milhões) e Índia (30,5 milhões). Na comparação proporcional, por 1 milhão de habitantes, o Brasil ocupa a 14ª posição.
Cadê os Zé Ruelas que falaram que os ser a copa da Morte? Bando de zumbis do Maduro.
O Véio é Macho, o Véio é duro, fez a copa América e o Brasil ainda vai ser campeão. Hô Véio de sorte é Bolsonaro. O homem é um trevo de quatro folhas kkkk
Comprar vacinas que é bom, só se for Covaxin superfaturada.
Lá vem esse zé mané falar besteira de novo…
A culpa é do Galvão Bueno e Luiz Roberto.
Bem que eles falaram que não deveria ter copa América no Brasil.
Kkkkkkkkkk
Chupa galvaozinho, chupa luis chilique.
Ô véi macho da gota serena esse Bolsonaro.
O Rio Grande do Norte ultrapassou nesta sexta-feira (9) a marca de 50% da população adulta vacinada com ao menos uma dose de imunizante contra a Covid-19. Dados da plataforma “Localiza SUS”, do Ministério da Saúde, mostram que o Estado já vacinou 1.318.765 pessoas com a 1ª dose de vacina. O número equivale a 50,1% do total de potiguares com mais de 18 anos, que formam uma população de pouco mais de 2,6 milhões de pessoas. A campanha de vacinação começou em 19 de janeiro.
Entre as pessoas imunizadas com a 1ª dose, 440.222 também já receberam a dose de reforço, completando o esquema vacinal. Esse público se soma aos 30.237 potiguares que receberam a dose única da vacina da Janssen, totalizando mais de 470 mil potiguares já completamente imunizados (o equivalente a 17,8% da população adulta do Rio Grande do Norte). Ao todo, de acordo com o “Localiza SUS”, quase 1,8 milhão de doses de vacina contra a Covid foram aplicadas no Estado.
Com o avanço da vacinação, a pandemia tem perdido força no RN nas últimas semanas, apesar de o Governo do Estado e as prefeituras terem retirado as principais restrições à circulação de pessoas.
Na tarde desta sexta-feira, segundo a plataforma “Regula RN”, a rede pública de saúde tem 54% dos leitos críticos (UTIs e semi-UTIs) ocupados com pacientes acometidos de Covid-19. Há exatamente um mês (9 de junho), a taxa estava em 94%.
A procura por leitos tem despencado. Nas últimas duas semanas, a média está em 49 solicitações diárias de leitos de enfermaria ou UTI. Há exatamente um mês, essa taxa estava na casa das 107 solicitações diárias. De junho para julho, portanto, caiu pela metade o número de pedidos.
O Estado tem, até esta sexta-feira, 349.549 casos de Covid-19. Desse total de contaminados, 6.896 morreram de complicações da doença. Nas últimas 24 horas (entre quinta e sexta), foram 911 novos casos e 17 mortes – sendo 7 óbitos efetivamente registrados em 24 horas e outros 10 de dias anteriores, mas confirmados hoje após a conclusão de exames.
A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) não divulga o número atualizado de pacientes recuperados. O último dado disponível aponta que 150 mil pessoas se curaram da doença no RN.
Números
1.318.765
Vacinados com 1ª dose de Coronavac, Oxford/Astrazeneca ou Pfizer
440.222
Vacinados com 1ª e 2ª dose de Coronavac, Oxford/Astrazeneca ou Pfizer
30.237
Vacinados com dose única da Janssen
2.630.479
População vacinável
50,1%
Percentual de adultos imunizados com ao menos 1 dose
17,8%
Percentual de adultos completamente imunizados (duas doses ou dose única)
54%
Taxa de ocupação nas UTIs nesta sexta-feira, na rede pública
349.549
Número acumulado de casos de Covid-19 no RN
A média móvel de casos de Covid-19 identificados diariamente nos últimos sete dias chegou nesta sexta-feira (9) ao menor nível desde fevereiro deste ano, segundo o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).
O índice ficou em 47.576 nesta sexta-feira. A última vez que a média móvel ficou abaixo deste número foi em 20 de fevereiro, com média diária de 47.056 novas infecções.
Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou mais 1.509 mortes em decorrência da Covid-19, levando o total de vítimas fatais da doença para 531.688. No mesmo período, foram confirmados 57.737 casos de Covid-19, número que fez o total de infecções no país superar a marca de 19 milhões. Até agora, são 19.020.499 os casos identificados.
São seis os estados brasileiros que já têm mais de um milhão de casos de Covid-19: São Paulo (3,85 milhões), Minas Gerais (1,85 milhão), Paraná (1,32 milhão), Rio Grande do Sul (1,25 milhão), Bahia (1,15 milhão) e Santa Catarina (1,07 milhão).
Diminuição do intervalo entre as doses
O imunologista e pesquisador do Instituto de Ciências Biomédicas da USP Gustavo Cabral afirmou à CNN nesta sexta-feira que é “totalmente viável” diminuir o intervalo entre as aplicações de primeira e segunda dose das vacinas contra a Covid-19.
Gestores públicos têm defendido que o espaço temporal entre as doses seja diminuído, à semelhança do que já está fazendo a prefeitura do Recife. Segundo Cabral, a bula da AstraZeneca, por exemplo, fala em intervalo entre 4 e 12 semanas.
O Ministério da Saúde optou por aplicar a segunda dose três meses depois da primeira, “mas não quer dizer que isso não seja flexível”, disse o especialista.
Variante Delta
A Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Rio de Janeiro confirmou que dez pessoas testaram positivo para o novo coronavírus após terem tido contato com outras duas infectadas pela variante Delta, residentes dos municípios de Seropédica e São João de Meriti, na Região Metropolitana. Até esta quinta-feira (8), o estado apenas monitorava oito pessoas que tiveram proximidades com os infectados.
A SES confirmou que essas pessoas tiveram algum tipo de contato com o homem de 30 anos e com a mulher de 22 positivadas para a variante Delta. Elas já foram entrevistadas pelas vigilâncias de Saúde de Seropédica e de São João de Meriti, com apoio de agentes da vigilância estadual.
Número de mortes se aproxima do número de nascimentos no Brasil
O número de mortes no Brasil se aproximou, pela primeira vez na história, o de nascimentos durante os primeiros seis meses do ano, segundo um estudo realizado pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil). Os dados referentes ao primeiro semestre de 2021 foram divulgados nesta quinta-feira.
De acordo com o levantamento, os cartórios brasileiros registraram 956 mil mortes até o final de junho, resultado 67,7% maior do que a média histórica. Já o número de nascimentos no Brasil foi de 1,3 milhões, o que retrata um aumento populacional de 368 mil pessoas. O crescimento populacional foi 59,1% menor do que o previsto para o período.
*(Com informações de Amanda Garcia, Bel Campos,Thayana Araujo, Elis Barreto, Rayane Rocha e Lucas Janone, da CNN, em São Paulo e no Rio de Janeiro).
Em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado, nesta sexta-feira (9), o consultor da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) William Santana, que atua junto ao Ministério da Saúde como técnico da Divisão de Importação do Departamento de Logística, disse que não participou “de negociação ou celebração do contrato”, nem de reuniões para a aquisição da vacina indiana Covaxin.
Logo em sua fala inicial, Santana destacou que o papel dele na divisão se limita a analisar invoices (faturas de negociações internacionais) para a compra de vacinas e solicitar a abertura da licença de importação.
À CPI, o depoente disse que, no caso de informações enviadas pela Precisa Medicamentos, ao Ministério da Saúde, para compra da vacina Covaxin constatou diversos erros e inconsistências. Segundo William, três invoices, todas com informações divergentes com o contrato assinado no Ministério da Saúde, foram enviadas à pasta pela Precisa Medicamentos entre os dias 16 e 24 de março de 2021.
Segundo o consultor, logo na primeira invoice enviada pela empresa Precisa, no dia 18 de março, para a compra da Covaxin pelo Ministério da Saúde, a quantidade de vacinas era menor do que o previsto. Além disso, a empresa indicada como vendedora não era a mesma do contrato, não havia licença de importação, o nome do Ministério da Saúde estava errado, não estava indicado a que aeroporto a carga chegaria, não havia informações sobre peso bruto ou líquido da carga e o número de lote. O documento indicava ainda que o pagamento deveria ser antecipado, o que contrariava o contrato. Santana disse que ligou para a empresa e pediu a correção dos dados.
Durante o depoimento, o consultor disse que, após dois pedidos de correção de dados, a empresa Precisa Medicamentos enviou outras duas invoices com erros. Ele detalhou que, no último documento, a carga de vacinas Covaxin viria por via marítima e não aérea. Além disso, a nota transferia para o Ministério da Saúde a responsabilidade pelo pagamento de frete e seguro da carga. Pelo contrato, esse custo caberia à Precisa. O relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), criticou a postura da empresa. “O nome disso não é erro. É golpe”, afirmou.
Santana disse que “não é comum” um fornecedor apresentar essas faturas com tantos erros.“Existem casos em que fornecedores mandam informações que precisam ser corrigidas. Mas não é comum. Não nessa quantidade.”
Outro fato considerado incomum trazido por Santana aos parlamentares foi que a Precisa pediu por e-mail “auxílio” para a liberação de uma licença de importação para o imunizante. Na mensagem, de março de 2021, a empresa dizia que a solicitação tinha a “anuência da Secretaria Executiva” do Ministério da Saúde, à época comandada pelo coronel Elcio Franco. “Nunca recebi um e-mail de um fornecedor nesses termos. Normalmente, o fornecedor encaminha um e-mail com a documentação pedindo providências quanto à abertura da licença de importação”, observou o consultor.
A fiscal do contrato no Ministério da Saúde, Regina Célia Oliveira, que já depôs ao colegiado, também foi citada por William Santana. Segundo ele, coube à fiscal autorizar a participação da Madison Biotech, empresa sediada em Cingapura, que atuava como intermediadora do contrato. Santana acrescentou que Regina Célia foi a responsável por autorizar o quantitativo do envio de vacinas, ainda que menor que o previsto em contrato. O depoente também disse que alertou a servidora sobre as várias divergências nas invoices enviadas pela Precisa.
William Santana afirmou que seu chefe na Divisão de Importações do Ministério da Saúde, Luís Ricardo Miranda, foi pressionado a liberar a importação das vacinas Covaxin. “Há uma hierarquia no ministério, então as cobranças vêm de cima para baixo. As cobranças eram dirigidas a ele, ele era bastante cobrado”, relatou.
Durante o depoimento do consultor, o relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL) defendeu a convocação do ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Onyx Lorenzoni. Na avaliação de Renan Calheiros, Onyx Lorenzoni cometeu “crime de falsidade” ao tentar confundir a investigação.
O requerimento de convocação deve ser votado na semana que vem pelo colegiado. Em entrevista coletiva, no mês passado, em que rebateu denúncias de irregularidades na compra do imunizante, Onyx apresentou como falso um documento com dados inconsistentes sobre o contrato para a compra da vacina Covaxin.
Questionado hoje pelo relator sobre o assunto, o consultor William Santana disse que o documento foi o mesmo enviado pela Precisa Medicamentos ao Ministério da Saúde, no processo para a importação da vacina indiana.
Procurada pela Agência Brasil, a assessoria de Onyx Lorenzoni disse que ele não cometeu nenhuma ilegalidade e que não tem nada a declarar a respeito do depoimento do consultor.
Qdo os próprios laboratórios de vacinas que estavam em estágio avançado nos estudos entravam em contato com o governo brasileiro, eles ignoravam e o presidente ainda falava mal das vacinas pra reforçar a negativa, mas qdo um atravessador que por coincidência era militar, no caso do Cabo ou um religioso, no caso do tal reverendo, aí a conversa era outra. Tinha uma pressa danada, e ainda o filho do presidente fazia propaganda da compra. Çey… tá bem Sertinho.
NEGATIVO! Assisti a tudo. O Consultor afirmou que recebeu RASCUNHOS da fatura com algumas incorreções. Sendo que o trabalho dele é exatamente procurar essas incorreções nos RASCUNHOS das faturas e pedir correções das empresas vendedoras para, posteriormente , após os ajustes, ser emitida a
VERDADEIRA nota fiscal. Ao fazer isso, pedir correções, a empresa vendedora o fez IMEDIATAMENTE, sem apresentar nenhuma resistência ou objeção. Que o procedimento ocorrido é absolutamente normal no processo administrativo. Essa foi mais uma narrativa que caiu. No entanto, os dois pilantras que comandam a CPI, auxiliados pela Gazela saltitante, tem conseguido espalhar as mentiras com muita eficiência utilizando a imprensa como caixa de ressonância durante 24 horas do dia.
E Bozo, o que fez ao ser avisado? Foi avisado? Esperamos um pronunciamento. Pode ser no chiqueirinho do planalto, onde ele costuma despejar diariamente sua falta de noção.
Rafael! Vou te responder sem partidarismo barat, mas vc leia do seu jeito. O presidente Bolsonaro foi avisado sim. O Dep. Luiz Miranda ( favor ver no YouTube currículo do meliante) levou o RASCUNHO da nota fiscal para o presidente informando, juntamente com o irmão, que aquilo era nota Fiscal verdadeira e que por isso sentia cheiro de corrupção. Aproveitou e pediu um cargo de chefia para o irmão alegando da competência do cara ( o que é verdade) e detonando outros funcionários do setor. Presidente engoliu corda se emputeceu e mandou imediatamente verificar. Como foi verificado que a história era falsa o presidente sentiu que era falcatrua do dep Luiz Miranda querendo vantagem para o irmão e pra ele próprio. Desconfiou que ter tratado do assunto com os dois cafajestes dos Mirandas poderia ter sido gravado e conversas poderiam ser editadas para fins de chantagem ou promoção política. Polícia Federal e ABIN deverão concluir essa história com a demissão do irmão do deputado (coitado) e abertura de pedido de expulsão do dep. Luiz Miranda por meio do conselho de Érica da Câmara ( não será expulso apenas suspenço)
Poxa Deco, você é um cara bem informado mesmo. Trabalhas na ABIN? Nem o presidente conseguiu ainda inventar uma desculpa tão elaborada e cheia de meandros como a historinha que você contou. Nem teve coragem de se pronunciar. Se isso fosse verdade, o que duvido, porque tamanha preocupação dos envolvidos? E a participação de Dias e Dominguetti nessa história? E os depoimentos de funcionários do MS que confirmam as datas e a pressão sofrida? Vamos esperar, mas prefiro acreditar na versão mais simples: Barros, como faz desde o governo do PT, quando era líder, viu na operação uma oportunidade de embolsar uns trocados, coisa normal na nossa política. Resta saber a real participação do presidente e de alguns militares citados. Conheceremos a verdade …
Isso não é erro, é falcatrua que só foi impedida graças a atuação de servidores concursados, fosse nomeados como quer o cagão, nada seria feito. Por falar no cagão, já se tem conhecimento da gravação deste com os irmãos Miranda. Por isso que ele não teve coragem de dizer a cpi que os mirandas estavam mentindo. Por isso que ele disse caguei, ele cagou-se mesmo, de medo. O farsante e cagão está sendo desmascarado. Não é contra a corrupção e sim, pela corrupção. Temos uma quadrilha instalada no MS que está sendo desbaratada pela CPI.
Tá mentindo, amigo? O cara nem é servidor público; é nomeado!! Não existe falcatrua em rascunhos. Além do mais, esse Rascunho de nota fiscal não chegou para ele no dia que afirmou. Foi feito perícia. O coitado do depoente não fez por mal porém é muito enrolado!!!
O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta sexta-feira (09):
– O país registrou 1.509 óbitos nas últimas 24h, totalizando 531.688 mortes;
– Foram 57.737 novos casos de coronavírus registrados, no total 19.020.499.
– Com mais 56.423 curados registrados nas últimas 24h, o número total de recuperados do coronavírus é 17.479.277. Outros 1.009.534 pacientes estão em acompanhamento.
O RN permanece com fila zerada de pacientes para UTI Covid conforme levantamento no fim da manhã desta sexta-feira (09).
Por volta das 12h10, haviam apenas 02 pacientes com perfil para leitos críticos na lista de regulação. Outros 04 pacientes aguardavam avaliação. Foram registrados disponíveis 176 leitos críticos e outros 279, sendo clínicos.
A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 55,2%, registrada no fim da manhã desta sexta-feira (09). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 353.
Até o momento desta publicação são 176 leitos críticos (UTI) disponíveis e 217 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 279 disponíveis e 136 ocupados.
Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 55,5% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 59,3% e a Região Seridó tem 42,5%.
Amapá e Rondônia são os dois estados que ainda têm menos de 10% de sua população imunizada com as duas doses ou dose única de vacinas contra a Covid. De acordo com dados do consórcio de veículos de imprensa divulgados às 20h desta quinta-feira (8), Amapá tem 8,82% de imunizados enquanto Rondônia tem 9,95%.
Entre os estados com mais imunizados estão Mato Grosso do Sul (24,90%), Rio Grande do Sul (18,43%) e Espírito Santo (16,24%).
Os brasileiros que tomaram a segunda dose ou a dose única de vacinas contra a Covid e estão imunizados são 13,90%. São 29.442.320 de pessoas vacinadas — 27.606.985 da segunda dose e 1.835.335 da dose única, da Janssen.
A primeira dose foi aplicada em 81.914.149 pessoas, o que corresponde a 38,68% da população.
Somando a primeira, a segunda e a dose única, são 111.356.469 doses aplicadas no total desde o começo da vacinação, em janeiro.
De ontem para hoje, a primeira dose foi aplicada em 1.049.464 pessoas, a segunda em 311.320 e a dose única em 334.310, um total de 1.695.094 doses aplicadas desde o começo da vacinação.
Total de vacinados, segundo os governos, e o percentual em relação à população do estado:
AC: 1ª dose – 292.875 (32,74%); 2ª dose – 90.213 (10,37%; dose única – 2.553
AL: 1ª dose – 1.100.381 (32,83%); 2ª dose – 384.934 (10,34%; dose única – 31.835
AM: 1ª dose – 1.610.276 (38,27%); 2ª dose – 563.022 (13,84%; dose única – 19.158
AP: 1ª dose – 210.608 (24,44%); 2ª dose – 72.206 (8,82%; dose única – 3.792
BA: 1ª dose – 5.295.783 (35,47%); 2ª dose – 1.946.959 (14,19%; dose única – 172.118
CE: 1ª dose – 3.470.375 (37,77%); 2ª dose – 1.160.691 (13,49%; dose única – 78.450
DF: 1ª dose – 1.078.181 (35,29%); 2ª dose – 353.939 (12,24%; dose única – 20.043
ES: 1ª dose – 1.732.861 (42,64%); 2ª dose – 593.369 (16,24%; dose única – 66.699
GO: 1ª dose – 2.494.674 (35,07%); 2ª dose – 801.775 (11,27%; dose única – 0
MA: 1ª dose – 2.511.223 (35,3%); 2ª dose – 681.170 (10,23%; dose única – 46.862
MG: 1ª dose – 7.711.916 (36,22%); 2ª dose – 2.759.223 (13,25%; dose única – 62.039
MS: 1ª dose – 1.224.393 (43,58%); 2ª dose – 540.516 (24,9%; dose única – 159.002
MT: 1ª dose – 1.074.805 (30,48%); 2ª dose – 337.687 (10,01%; dose única – 15.243
PA: 1ª dose – 2.726.675 (31,37%); 2ª dose – 1.284.647 (14,78%; dose única – 0
PB: 1ª dose – 1.399.059 (34,64%); 2ª dose – 528.772 (13,98%; dose única – 35.744
PE: 1ª dose – 3.366.734 (35,01%); 2ª dose – 1.109.573 (12,66%; dose única – 107.963
PI: 1ª dose – 1.119.239 (34,11%); 2ª dose – 372.826 (11,86%; dose única – 16.251
PR: 1ª dose – 4.737.124 (41,13%); 2ª dose – 1.373.205 (12,84%; dose única – 105.380
RJ: 1ª dose – 6.208.897 (35,75%); 2ª dose – 2.199.027 (13,26%; dose única – 104.452 RN: 1ª dose – 1.281.206 (36,25%); 2ª dose – 458.266 (12,97%; dose única – 0
RO: 1ª dose – 562.453 (31,31%); 2ª dose – 178.691 (9,95%; dose única – 0
RR: 1ª dose – 172.310 (27,3%); 2ª dose – 66.184 (10,49%; dose única – 0
RS: 1ª dose – 5.156.314 (45,14%); 2ª dose – 1.962.766 (18,43%; dose única – 142.288
SC: 1ª dose – 2.943.052 (40,58%); 2ª dose – 921.053 (12,7%; dose única – 0
SE: 1ª dose – 858.193 (37,01%); 2ª dose – 262.637 (12,39%; dose única – 24.622
SP: 1ª dose – 21.074.863 (45,53%); 2ª dose – 6.448.701 (15,25%; dose única – 610.135
TO: 1ª dose – 499.643 (31,42%); 2ª dose – 152.723 (10,22%; dose única – 9.847
A informação é resultado de uma parceria do consórcio de veículos de imprensa, formado por G1, “O Globo”, “Extra”, “O Estado de S.Paulo”, “Folha de S.Paulo” e UOL. Os dados de vacinação passaram a ser acompanhados a partir de 21 de janeiro.
A situação da pandemia segue melhorando no Rio Grande do Norte, com a redução na ocupação dos leitos críticos e também queda nas mortes. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (Sesap), não foi registrado nenhum óbito em decorrência da covid-19 morte nas últimas 24 horas em Natal e Mossoró, as duas maiores cidades do estado.
De acordo com o boletim encaminhado pela Sesap, foram contabilizados quatro óbitos no estado no intervalo de um dia, finalizado na manhã desta quinta-feira (8). As mortes em decorrência da covid-19 ocorreram em Caicó (2), Campo Grande e Areia Branca.
Até o momento, o Rio Grande do Norte soma 6.879 mortes em decorrência do novo coronavírus, com 348.638 casos confirmados da doença. Há ainda 1.443 mortes sob investigação. O estado tem 56,7% de ocupação dos leitos críticos voltados ao atendimento à covid-19.
Os laboratórios Pfizer e BioNTech anunciaram em conjunto nesta quinta-feira (8) que pedirão autorização para uma terceira dose de sua vacina contra a Covid-19.
“As empresas esperam publicar dados mais definitivos logo, assim como em uma revista revisada por pares, e planejam enviar os dados à FDA (agência de Alimentos e Drogas americana), à EMA (Agência Europeia de Medicamentos) e a outras autoridades reguladoras nas próximas semanas”, informaram em nota.
O anúncio vem depois que dados de um teste em andamento mostraram que uma terceira dose aumenta os níveis de anticorpos de cinco a dez vezes mais contra a cepa original do coronavírus e a variante Beta, encontrada pela primeira vez na África do Sul, em comparação com as duas primeiras doses, de acordo com o texto.
As duas empresas acreditam que uma terceira dose atuará de forma semelhante contra a variante Delta, altamente contagiosa, que está se tornando dominante a nível global.
Como precaução, as empresas também estão desenvolvendo uma vacina específica para a Delta, e as primeiras amostras estão sendo fabricadas nas instalações da BioNTech em Mainz, na Alemanha.
Ambos os laboratórios estimam que os testes clínicos comecem em agosto, sujeitos à aprovação regulatória.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a possibilidade de produção de vacinas contra a covid-19 de uma fábrica da empresa Hospira no estado de Kansas, nos Estados Unidos.
A unidade poderá ser utilizada na fabricação de doses da vacina desenvolvida pelo consórcio da Pfizer e da BioNTech, que já recebeu autorização para uso no Brasil e que teve contrato de aquisição de 200 milhões de doses neste ano com o Ministério da Saúde.
A autorização reconheceu o que a agência chama de “boas práticas de fabricação” da planta produtiva. Este é uma das exigências para que uma fábrica possa ser incluída no registro de um imunizante e possa ser utilizada no seu processo produtivo.
Com isso, o consórcio Pfizer/BioNTech pode ampliar a capacidade de fabricação de doses, o que abre espaço para acelerar a disponibilização de lotes para o Brasil.
Sputnik V
Hoje a Anvisa também disponibilizou para assinatura os termos de compromisso com governos do Nordeste que adquiriram lotes da vacina russa Sputnik V. Os termos fazem parte das exigências definidas pela agência quando da autorização da importação excepcional do imunizante.
Deverão assinar os termos os estados que importaram lotes do imunizante: Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Alagoas e Paraíba. Além desta obrigação, outros condicionantes foram determinados pela Anvisa para o uso da Sputnik V.
Entre eles estão a submissão de documentos e insumos ao Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde da Fiocruz para análise das amostras; submissão à agência de medidas de mitigação de risco pela ausência de validação de uma das fases no exame do pedido de importação e envio à Anvisa do relatório final de produção do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA).
Segundo a Anvisa, a análise pelo instituto da Fiocruz é condição sem a qual as vacinas não poderão ser aplicadas na população. A partir do momento que tiver início a aplicação, deverá haver um acompanhamento pelas autoridades de saúde dos estados com estudos de efetividade.
Nas 24 horas até esta quinta-feira (8), o Brasil registrou mais 1.639 mortes e 53.725 novos casos de Covid-19, de acordo com dados informados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Com os novos números, a média móvel diária de mortes nos últimos sete dias ficou em 1.441, o menor número desde 6 de março, quando o índice foi de 1.443 óbitos.
No total, o país passa a ter 530.179 mortes causadas pela Covid-19 e 18.962.762 de casos confirmados.
Na lista compilada pela Universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos, o Brasil segue como o segundo país com mais mortes em decorrência da doença causada pelo coronavírus em todo o mundo, só atrás dos Estados Unidos, que já registraram 606.384 óbitos. Em terceiro lugar está a Índia, com 405.028 mortes até o momento.
Nacionalmente, o estado que mais registrou mortes é São Paulo (131.478), seguido do Rio de Janeiro (56.498) e de Minas Gerais (47.596).
Os estados brasileiros que já passaram da marca de um milhão de infectados são São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia e Santa Catarina. O Rio de Janeiro está perto, com 974.848 casos registrados até esta quinta-feira.
Redução do intervalo entre a primeira e a segunda dose
O coordenador da Comissão Externa de Enfrentamento à Covid-19 da Câmara dos Deputados, Doutor Luizinho (PP-RJ), afirmou à CNN nesta quinta-feira que vai pedir ao ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a redução do intervalo entre a primeira e a segunda dose das vacinas contra a Covid-19.
Cidades e estados estão avaliando diminuir o espaço temporal entre as doses, a exemplo de Recife, que reduziu de 90 para 60 dias o intervalo entre as doses da AstraZeneca.
Para Doutor Luizinho, a antecipação é importante para avançar, de forma substancial, na imunidade coletiva no país. Segundo ele, a medida é “viável e necessária”.
O deputado federal informou que tem conversado com gestores municipais e estaduais de saúde e que há interesse geral em implementar a aceleração.
São Paulo antecipa vacinação para pessoas com 38 anos
Inicialmente prevista para segunda-feira (12), a vacinação de pessoas com 38 anos na cidade de São Paulo foi antecipada para esta sexta-feira (9). Na segunda-feira, serão vacinadas pessoas com 37 anos, que antes receberiam as doses na terça-feira (13).
Governo orienta grávidas a se vacinarem com Pfizer ou Coronavac
Em entrevista coletiva nesta quinta-feira, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que mulheres grávidas e puérperas (período entre 40 e 45 dias depois do parto) devem ser vacinadas contra a Covid-19 com os imunizantes da Pfizer ou a Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan, em São Paulo.
As gestantes e puérperas já receberam a primeira dose da AstraZeneca, no entanto, devem retornar para receber a segunda dose do mesmo imunizante.
A aplicação havia sido interrompida em maio, por uma recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, após a suspeita de que a vacina teria causado uma reação adversa grave em uma gestante no Rio de Janeiro, que veio a óbito.
*(Com informações de Luana Franzão, André Rigue, Iuri Corsini e Elis Barreto, da CNN, em São Paulo e no Rio de Janeiro)
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (8) projeto que suspende trecho de portaria do Ministério da Saúde sobre a aplicação de recursos de emendas parlamentares impositivas em ações do Sistema Único de Saúde (SUS) de combate à pandemia de covid-19. O texto segue para análise do Senado.
De autoria do deputado Lucas Vergilio (Solidariedade-GO), o PDL 292/21 suspende o capítulo 10º de portaria publicada em junho pelo ministério. O dispositivo estabelecia um limite máximo para as emendas destinadas à ação orçamentária específica, criada pelo Congresso Nacional na Lei Orçamentária de 2021, chamada “Reforço de Recursos para Emergência Internacional em Saúde Pública – Coronavírus”.
Para Vergilio, o limite de um doze avos das transferências realizadas pelo Fundo Nacional de Saúde (FNS) para cada ente federativo em 2020 como limite faz com que diversas emendas não possam ser aproveitadas, o que tira do SUS cerca de R$ 643,7 milhões. Esse é o montante que foi empenhado, mas ainda não executado.
“A manutenção do texto pode inviabilizar mais de R$ 600 milhões destinados pelos parlamentares para salvar vidas”, afirmou o autor da proposta. “Não cabe, ainda mais por meio de Portaria, ao Ministério da Saúde criar tal limitação inviabilizando completamente as destinações. Mudanças, nesse momento, com a imposição desmedida de limitação na destinação dos recursos dos parlamentares, de orçamento impositivo, para a pandemia é, no mínimo, um contrassenso”, acrescentou.
Um dos países com maior taxa de vacinação do mundo, o Uruguai deverá aplicar uma terceira dose de vacina em sua população para reforçar a imunidade contra a COVID-19. “Na presidência já foi decidido que haverá uma terceira dose de reforço, que será do laboratório da Pfizer, a princípio para a população imunizada com a vacina chinesa Sinovac (responsável pela Coronavac no Brasil)”, disse uma fonte oficial ao semanário uruguaio Búsqueda.
De acordo com o semanário, fontes ligadas ao presidente uruguaio disseram que já foi decidido que haverá uma terceira dose para aumentar a imunidade dos que receberam vacinas da Sinovac.
Há algumas semanas, o presidente do Uruguai, Luis Lacalle Pou, disse em entrevista coletiva que essa possibilidade estava sendo avaliada. “Estamos falando sobre uma possível reserva de dose da Pfizer no caso de você ter que se vacinar com uma terceira dose”, disse.
Enquanto isso, os palhaços do circo ficam procurando cabelo em ovo. Ao invés de ir atrás da verdadeira corrupção. Consórcio do Nordeste, calçacoladavac sem comprovação de eficiência, contrato com os chineses.
Vixe, a coronavac num era Boa. O que houve?
Por isso que aqui no Brasil, ninguém quer.
Desde o início, que o Véio Bolsonaro falava.
O Véio Bolsonaro mais uma vez tinha razão.
A coronavac é aquele que tinha quando seu presidente se negava a comprar a Pfizer!
Japiense o nosso presidente comprou 200 milhões de doses da Pfizer, ele nunca se negou a comprar, mas só pode comprar depois que a lei foi votada no congresso, mude de narrativa porque essa que você tá tentando não é verdadeira, a Pfizer tinha oferecido ao Brasil 70 milhões de doses até 31/12/2021 e o Brasil, diga-se Bolsonaro, comprou 100 milhões até 30/09/2021 e mais 100 milhões até 31/12/2021, quase quatro vezes mais o que ele ofereciam e num prazo menor.
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