Finanças

PARA NATAL: Doleiro Alberto Youssef garantiu ter enviado 3 milhões de reais em espécie

É destaque no Blog Marcos Dantas no fim da tarde desta quarta-feira(7). O pedido de investigação contra o senador José Agripino (DEM) ainda registra depoimento em que o doleiro Alberto Youssef afirma ter administrado “caixa 2” para a OAS, intermediando repasse de doações eleitorais não declaradas para pagamento de propina. O doleiro afirmou ter enviado R$ 3 milhões em espécie a Natal. Numa das planilhas de Youssef, há registro da entrega de R$ 150 mil a alguém no Rio Grande do Norte, sem identificação da pessoa e do ano. Veja mais detalhes em texto na íntegra aqui

Veja mais: “Troca de favores” de José Agripino à OAS teria rendido 500 mil reais em doação para o DEM

Opinião dos leitores

  1. O povo brasileiro tem que aprender uma coisa : os políticos nada mais são que uma espécie de" funcionários privilegiados" colocados no poder por nós , eleitores . Se este ou aquele "funcionário" for comprovadamente incompetente ou desonesto têm que ser substituído , e oferecida uma oportunidade a outro que se apresente para a função . Nas próximas eleições temos que promover um FAXINÃO GERAL e trocar muita gente que hoje detêm o poder , sob pena de ficarmos carimbados como eternos otários reincidentes ( isto vale para políticos de TODOS os medíocres partidos brasileiros ) .

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Finanças

Doleiro Alberto Youssef declara à Receita ter apartamento de R$ 42,5 mil

Um dos milionários presos na Operação Lava Jato, o doleiro Alberto Youssef era, aos olhos da Receita Federal, um modesto empresário. No fim de outubro deste ano, Youssef concordou, como parte da delação premiada que fez, devolver uma fortuna de R$ 55 milhões aos cofres públicos, valor que representa apenas uma parte do total por ele movimentado no grande esquema de corrupção na Petrobrás.

Em duas declarações de imposto de renda – pessoa física -, que estão em posse da Justiça Federal, ele se revelou um cidadão de poucas posses. Informou rendimentos anuais de R$ 507.196,00, em 2010, e R$ 818.781,22, em 2012. Nessa ocasião, ele já era alvo da Lava Jato e ostentava poder, influência e padrão de vida sofisticado.

Formalmente, porém, perante a Receita, a evolução patrimonial de bens e direitos do doleiro em quatro anos foi nula. Em 31 de dezembro de 2009, 2010, 2011 e 2012, Youssef afirmou possuir o mesmo valor em bens: R$ 381.226,45. O doleiro declarou ao Fisco um apartamento financiado pela Caixa Econômica Federal, no valor de R$ 42.500, terreno, quotas de capital de empresa e um jazigo no Cemitério Parque das Oliveiras, em Londrina, interior do Paraná, no valor de R$ 1.900. O doleiro afirmou ainda ter contribuído com a Previdência Social. Há dois anos, ele declarou ter pago R$ 9.078,36 e há quatro, R$ 2.406,96.

Em 2010 e 2012, o aumento de cerca de R$ 300 mil nos rendimentos perante o Fisco, foram acompanhados de uma ‘melhora de vida’. Youssef mudou de apartamento e de região, em São Paulo. Ele saiu da Vila Mariana para um prédio mais luxuoso na Vila Conceição, ambas na zona sul da capital paulista. Quando foi preso, em março de 2014, o doleiro mantinha um escritório no segundo andar de um prédio comercial no Itaim Bibi, região nobre na zona oeste da cidade. Para a Polícia Federal, o local era a base operacional da organização criminosa que Youssef comandava.

O doleiro é alvo central da Lava Jato, investigação da Polícia Federal sobre esquema de lavagem de cerca de R$ 10 bilhões e corrupção envolvendo contratos da Petrobrás. Ele é réu em seis ações penais da Operação. Nas duas declarações em posse da Justiça, Youssef não informou doações a partidos políticos, comitês financeiros e candidatos. Os impostos foram entregues à Receita, em meio à investigação da Lava Jato, que começou em 2008.

Em março deste ano, foram apreendidos no escritório do doleiro, durante operação da PF, cerca de R$ 1,4 milhão, US$ 20 mil e uma nota de R$ 100, aparentemente falsa, dentro de um cofre. Havia ainda R$ 500 mil dentro de uma maleta em um cofre, 25 celulares, e 10 chips lacrados e 4 abertos para os aparelhos. “O que indica a intensa preocupação da organização criminosa investigada a fim de evitar que seus diálogos fossem monitorados”, afirma o inquérito da Polícia.

Quando foi preso, em 17 de março, em São Luís, no Maranhão, o doleiro tinha em mãos 7 celulares e ‘grande quantidade de moeda’ segundo a Polícia Federal. Para a Receita, Youssef havia informado ser dirigente, presidente e diretor de empresa industrial, comercial ou prestadora de serviço. Um empresário que declarou ao Fisco, em 2009, ter feito empréstimo com a então mulher no valor de R$ 25 mil.

fonte: Estadão Conteúdo

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Finanças

"SEGURA O HOMEM":Irritado, doleiro Alberto Youssef quebrou vidro da cadeia

youssefestadodesaudetwitterO doleiro Alberto Youssef, preso há oito meses acusado de distribuir propinas para obras da Petrobras, quebrou um vidro da carceragem da Polícia Federal durante uma discussão com um advogado, de acordo com informações publicadas pela Folha de S. Paulo. O advogado acabou bancando o conserto do vidro.

O caso aconteceu no fim de outubro após o doleiro ter sido internado. Youssef tem problemas cardíacos e, segundo seus advogados, está sob alto estresse e com a saúde “bastante debilitada”.

O vidro em questão é do parlatório, espaço onde os presos podem conversar por telefone com advogados visitantes. Irritado durante uma conversa, Youssef bateu com os pulsos no vidro, que rachou. A defesa afirma ter indenizado a PF pelo dano, de cerca de R$ 350.

O doleiro Alberto Youssef, preso há oito meses acusado de distribuir propinas para obras da Petrobras, quebrou um vidro da carceragem da Polícia Federal durante uma discussão com um advogado, de acordo com informações publicadas pela Folha de S. Paulo. O advogado acabou bancando o conserto do vidro.

O caso aconteceu no fim de outubro após o doleiro ter sido internado. Youssef tem problemas cardíacos e, segundo seus advogados, está sob alto estresse e com a saúde “bastante debilitada”.

O vidro em questão é do parlatório, espaço onde os presos podem conversar por telefone com advogados visitantes. Irritado durante uma conversa, Youssef bateu com os pulsos no vidro, que rachou. A defesa afirma ter indenizado a PF pelo dano, de cerca de R$ 350.

Terra

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Polícia

Doleiro Alberto Youssef continua internado e não tem previsão de alta

O doleiro Alberto Youssef continua internado no Hospital Santa Cruz, em Curitiba (PR), para onde foi levado depois de passar mal no sábado (25).

Segundo boletim médico divulgado nesta segunda-feira (27), “Youssef mantém quadro clínico estável, apresentando na avaliação da manhã quadro cardiológico estável”.

De acordo com o hospital, o doleiro está consciente e com sinais vitais dentro da normalidade, mas ainda não tem previsão de alta médica.

Acusado de participar de um esquema de corrupção que teria desviado até R$ 10 bilhões da Petrobras, Youssef foi um dos nomes mais citados destas eleições. Na última semana, o doleiro disse em depoimento à Polícia Federal que Lula e Dilma tinham conhecimento do esquema de propina na empresa estatal.

A suspeita dos médicos é que Youssef esteja sofrendo de “angina instável”, condição grave na qual o coração não é irrigado corretamente e que pode levar a um infarto.

No domingo (26), a Polícia Federal soltou uma nota desmentindo boatos surgidos nas redes sociais de que Youssef teria sido envenenado. Segundo a PF, ele foi internado por conta de uma queda de pressão arterial causada pelo uso de medicação para doença cardíaca, e esta foi a terceira vez que ele recebeu atendimento médico na prisão.

A filha do doleiro, a psicóloga Kemelly Caroline Fujiwara Youssef, desmentiu os boatos surgidos nas redes sociais de que Alberto estaria morto. “Está tudo certo. Ele está bem”, disse Kemelly.

Folha Press

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Judiciário

Doleiro Alberto Youssef é absolvido na primeira sentença da operação Lava-Jato

2om0cti5ab_udiztpojs_fileFoto: Aniele Nascimento/Agência de Notícias Gazeta do Povo/Estadão Conteúdo

 O doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal em março deste ano, foi absolvido nesta terça-feira (21) pela Justiça Federal do Paraná na primeira sentença da operação Lava-Jato. Ele era acusado pelo crime de lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas. Youssef está preso desde 17 de março em Curitiba (PR).

A Justiça acolheu a posição do MPF (Ministério Público Federal) e da defesa do réu de que ele apenas teria cedido seu escritório para recebimento e entrega do dinheiro, sem conhecimento de que os recursos vinham do tráfico de drogas. Youssef permanece preso preventivamente, porém, por outros processos.

O acusado Rene Luiz Pereira, porém, foi condenado por crime de tráfico internacional de drogas. Ele foi responsável, segundo a Justiça, por carga de 698 kg de cocaína que foi apreendida em novembro de 2013 em Araraquara (SP).

Além de Rene Luiz Pereira, também foram condenados por lavagem de dinheiro os réus Carlos Habib Chater e André de Catão de Miranda. De acordo com a acusação, foram enviados US$ 124 mil da Europa ao Brasil e, em seguida, para Bolívia para pagamento de fornecedores de drogas.

Para a receber esses valores, de acordo com a Justiça Federal de Curitiba, foram utilizadas conta de posto de gasolina em Brasília (Posto da Torre) e conta de empresa de fachada em Curitiba. Rene Luiz Pereira foi também condenado pelo crime de evasão fraudulenta desse numerário para a Bolívia.

Rene Luiz Pereira foi condenado a 14 anos de reclusão, em regime inicial fechado; Carlos Habib Chater, a cinco anos e seis meses de reclusão, em regime inicial fechado; e André Catão de Miranda, a quatro anos de reclusão, em regime inicial semiaberto. Rene Luiz Pereira e Carlos Habib Chater respondem presos preventivamente ao processo. Ainda cabe recurso contra a sentença.

Outros acusados

Também envolvidos no crime, Sleiman Nassim El Kobrossy e Maria de Fátima Stocker não foram encontrados para citação. Eles estão foragidos. Segundo a Justiça Federal, existe pistas de que Maria de Fátima está presa na Europa.

R7

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Diversos

Alvo da Operação Lava Jato, doleiro Alberto Youssef responde novo processo

A Justiça Federal no Paraná abriu nesta quinta-feira, 24, novo processo criminal contra o doleiro Alberto Youssef, alvo da Operação Lava Jato, desta vez por operação irregular de instituição financeira e evasão de divisas no valor de US$ 78,2 milhões mediante 1114 contratos de câmbio fraudulentos envolvendo duas empresas offshore. Para executar a fuga de capitais, segundo a Procuradoria da República, Youssef celebrou, por meio de operadores, contratos de câmbio para pagamento de importações fictícias.

É a quinta ação penal contra o doleiro no âmbito da Lava Jato, deflagrada em 17 de março – outros dois processos, oriundos do caso Banestado, foram reabertos nas últimas semanas porque ele quebrou acordo de delação premiada firmado naquela investigação.

Os alvos principais da Lava Jato são o doleiro e o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa. Os dois estão presos em caráter preventivo. A Polícia Federal sustenta que Youssef e Costa foram mentores de organização criminosa que se infiltrou em órgãos públicos e na estatal petrolífera para desviar recursos de licitações milionárias. As obras da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, estão sob investigação.

Contra Paulo Costa já foram abertas duas ações, uma das quais tem Youssef como corréu em crimes de “lavagem de produto de desvios de recursos públicos da Petrobrás”.

Uma das ações já instaurada contra o doleiro imputa a ele lavagem de R$ 1,16 milhão do mensalão por meio do investimento desse dinheiro em empreendimento industrial.

A nova ação contra Youssef envolve outros 7 investigados, entre eles a doleira Nelma Kodama e João Procópio de Almeida Prado – apontado pela PF como laranja do doleiro. O grupo teria realizado a evasão de quase US$ 80 milhões no período entre junho de 2011 a março de 2014 por meio das offshores DGX Imp. and Exp. Limited e RFY Imp. Exp. Ltd.

Segundo a denúncia, Procópio e outros dois acusados trabalhavam na GFD Investimentos, empresa de Youssef.

Procópio teria mesa no escritório da GFD e é apontado como o operador das contas do doleiro no exterior – pelo menos US$ 5 milhões em contas atribuídas a Procópio já estão bloqueados na Suíça.

Outro denunciado, Rafael Angulo Lopez, trabalhava na GFD e seria o responsável pela parte financeira de Youssef, “realizando as atividades de saque, entrega, recebimento de valores e transporte de dinheiro em espécie, reais e dólares”. Quando a Lava Jato foi deflagrada, a PF apreendeu em um cofre na sala de Lopez R$ 1,39 milhão e US$ 20 mil, além de uma maleta com cerca de R$ 500 mil.

A Justiça não decretou a prisão de Lopez, mas impôs medidas cautelares – obrigação de entregar seu passaporte no prazo de cinco dias, proibição deixar o país, comparecimento a todos os atos processuais, inclusive mediante intimação por telefone e proibição de contatos com Youssef e outros componentes do grupo.

A Procuradoria requereu nova ordem de prisão contra Youssef, mas o juiz Sérgio Moro avaliou que “já há várias prisões preventivas pendentes e que foram decretadas em outros autos e a imputação ora recebida, de manutenção de depósitos não declarados no exterior, não a justificaria, por si só”.

Procópio, Lopez e Costa negam os crimes a eles atribuídos. O advogado Luiz Gustavo Flores, que integra a equipe de defesa de Youssef, não retornou contato da reportagem. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

fonte: Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Será que os Guardiões da Moral e dos Bons Costumes do Blog não irão se manifestar veementemente pela apuração rigorosa, célere e impiedosa, com a devida processualização e punição exemplar que o caso requer, evitando-se a prescrição e o engavetamento de praxe?

  2. O DOLEIRO QUE CEDEU O AVIÃO AO SENADOR ÁLVARO DIAS, DURANTE UMA CAMPANHA INTEIRA. ABRE A BOCA DOLEIRO!

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