Economia

CNC revisa projeção de crescimento do PIB de 2019 de 1% para 1,2%; taxa é a maior para um terceiro trimestre desde 2012

Foto: Arquivo/Agência Brasil

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou a projeção de crescimento para este ano do Produto Interno Bruto (PIB, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) de 1% para 1,2%.

De acordo com as Contas Nacionais, divulgadas hoje (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB cresceu 0,6% no terceiro trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior, mostrando evolução de 1,2% em comparação ao mesmo período do ano passado. Segundo a CNC a taxa observada é a maior para um terceiro trimestre desde 2012 (1,5%) e a mais elevada para qualquer período de três meses desde o primeiro trimestre de 2018 (0,7%).

“A gente revisou a projeção por conta de um resultado ligeiramente acima do esperado. O PIB não está bombando. Longe disso”, disse à Agência Brasil o economista da CNC, Fabio Bentes. Ele destacou que o crescimento do PIB per capita, isto é, por indivíduo, está muito baixo. “Crescer 1,2%, como a gente está esperando, significa distribuir pela população a taxa de crescimento muito próxima de zero”. Segundo Bentes, o resultado do terceiro trimestre surpreendeu os economistas da CNC.

Outro motivo que contribuiu para a revisão do PIB de 2019 é a grande possibilidade de que, no último trimestre, a economia cresça mais, “basicamente porque o consumo das famílias está se dando em um ritmo acima do crescimento da própria economia, ou seja, do consumo do governo, do setor externo”. A confiança para isso é dada pelos dados positivos relativos ao quarto trimestre do ano que já começam a sair, afirmou Bentes.

Fatores de impulso

Os economistas da CNC percebem nesse cenário que se abre três fatores claros que podem impulsionar a economia neste final de ano para um ritmo mais forte. O primeiro deles é a inflação baixa medida pelo Índice de Preços do Consumidor Amplo (IPCA), que é a menor dos últimos 21 anos, da ordem de 2,5%. “É uma inflação que em um primeiro momento corrói pouco e mais lentamente o poder de compra da população e abre espaço para quedas mais audaciosas na taxa de juros”.

O segundo fator envolve as condições de crédito. A CNC já detectou aumento na demanda por crédito, menos por conta da redução de juros de balcão e mais pela ampliação dos prazos. “Com prazos mais longos, as famílias conseguem encaixar mais facilmente uma prestação com financiamento no orçamento”.

O terceiro ponto é a liberação dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para o consumo. Os resultados apurados na Black Friday, por exemplo, mostram que os dados de consumo estão favoráveis e devem empurrar o consumo das famílias para cima no último trimestre. Para 2020, a expectativa é de que a taxa de juros básica (Selic) caia a 4,5% ao longo do ano. “Isso abre espaço para que o cenário positivo do ponto de vista do consumo perdure pelo menos até metade do ano”.

PIB de 2020

Por isso, a CNC espera expansão do PIB para 2020 de 2,2%. O economista da CNC admitiu que não é um crescimento espetacular. “É um crescimento abaixo da média mundial ainda, mas é um resultado melhor do que nos últimos três anos, já considerando 2019”, porque a economia cresceu 1,3% nos anos de 2017 e 2018 e agora deve evoluir 1,2% este ano. As expectativas do mercado para o PIB do próximo ano são de crescimento entre 2% e 2,5%.

Como a perspectiva para 2020 não prevê novas liberações de recursos, Bentes disse que o que contrabalanceia um pouco isso é a expectativa de que os juros caiam mais. “Só que não basta a Selic cair. É preciso estimular concorrência no mercado bancário”. O economista da CNC analisou que a Caixa Econômica Federal está trilhando esse caminho e puxando alguns bancos privados. A limitação dos juros do cheque especial a 8,5% ao mês, embora seja uma taxa muito elevada, pelo menos coloca algum teto nisso. “Que se estabeleça um teto mesmo porque a grande maioria da população não sabe o que significa uma taxa de 8,5% ao mês”.

Mercado de trabalho

Outro desafio não só para 2020, mas para a próxima década, é destravar o mercado de trabalho, sinalizou Bentes. “Mesmo com o crescimento que a gente teve até agora, a taxa de desemprego ainda está muito alta”. Isso vai depender de uma agenda de resgate da produtividade do trabalhador. “Não pode cortar gastos com educação”, asseverou Fabio Bentes. Caso esses problemas não sejam atacados, o economista acentuou que “a gente cresce 2,5% no ano e no outro cria um excesso de demanda na economia, aumenta a inflação e aí corta o ciclo de novo”. Por isso, enfatizou ser importante atacar os problemas estruturais de um mercado de trabalho mais produtivo, aumentar a concorrência bancária. “Acho que esses dois fatores terão efeito mais perene no ritmo de crescimento do PIB, nos próximos anos.

Agência Brasil

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Economia

Bolsonaro celebra PIB e prevê mais crescimento

Foto: Carolina Antunes/PR

Jair Bolsonaro comentou nesta terça-feira(03) a alta de 0,6% do PIB brasileiro no 3º trimestre.

“Pode ser inesperado para analistas econômicos, mas, da nossa parte, sabíamos que viria uma boa notícia. E ela veio em boa hora”, afirmou.

“A equipe econômica diz que a previsão para o próximo trimestre é crescer. O Brasil está crescendo.”

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Doze milhões de desempregados, quinze milhões na informalidade e o Brasil está crescendo.

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Economia

PIB: economia brasileira cresce 0,6% no terceiro trimestre e ensaia recuperação

Crescimento foi puxado pela indústria e serviços. Foto: (Germano Luders/VEJA)

A economia brasileira apresentou alta de 0,6% no terceiro trimestre deste ano na comparação com o segundo trimestre, na série com ajuste sazonal, segundo dados do IBGE divulgados nesta quinta-feira, 29. Apesar do avanço, o resultado reflete a tímida retomada da atividade econômica do país, que registrou recuo de 0,1% no resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de janeiro a março avanço de 0,4% no segundo trimestre. Em valores correntes, o PIB do 3º tri totalizou 1,842 trilhão de reais. Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, o crescimento é de 1,2%

O resultado do PIB aponta para um desempenho pior da economia brasileira em 2019 do que nos dois anos anteriores, quando o crescimento foi de 1,3% em 2017 e 1,1% em 2018. Segundo o mais recente Boletim Focus, do Banco Central, economistas estimam que o PIB deva avançar 0,99% neste ano. O Produto Interno Bruto é o principal indicador para medir o crescimento da economia de um país. O índice soma todos os bens e serviços finais produzidos em um determinado período de tempo na moeda corrente do local.

Há tempos a economia brasileira não apresenta um avanço significativo. Tanto em 2018 como em 2017, o PIB foi de 1,1%. Em 2016 e em 2015, a economia teve retração, de 3,3% e de 3,5%, respectivamente. Devido a sinais de desaceleração de indicadores econômicos desde o início deste ano, bancos e consultorias passaram a cortar sistematicamente as projeções de crescimento para este ano.

Os cortes das projeções levam em conta, principalmente, a falta de articulação do governo para acelerar a aprovação da reforma da Previdência no Congresso Nacional, além da dificuldade do Planalto em implementar medidas que possam estimular a atividade econômica. A aprovação de reformas, tanto da Previdência como tributária, adicionada a medidas de estímulos, poderiam trazer de volta a confiança de empresários e consumidores e, consequentemente, das decisões de investimentos.

Veja

 

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Economia

Projeção de economistas para crescimento do PIB em 2020 sobe a 2,17%

Foto: Ilustrativa

Economistas elevaram a projeção do PIB para 2020 pela segunda semana consecutiva, segundo pesquisa Focus do Banco Central (BC) divulgada nesta segunda-feira e que reúne as estimativas das principais instituições financeiras do país. A nova previsão de crescimento para o ano que vem é de 2,17%.

Na semana passada, era de 2,08%, superando a projeção de 2% que vinha sendo apontada pelos analistas há algumas semanas, sem alteração.

Os economistas preevem ainda inflação sob controle, em 3,6% em 2020, e a Selic (a taxa básoca de juros) a 4,25% ao fim do ano que vem. Na semana passada, a projeção para os juros esram de 4,5%.

O BC reduziu a Selic nas últimas três reuniões e sinalizou que deve fazer mais um corte neste ano. Hoje, a taxa está em 4%. Os economistas ouvidos pela Focus preveem a taxa em 4,5% no fim de 2019, como já apontava a pesquisa na semana passada.

Outros indicadores para 2019 não sofreram alteração, como o PIB, cuja projeção foi mantida em 0,92%. A previsão de inflação foi revisada levemente para cima, a 3,33%, ante 3,31%.

O Globo

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Economia

Bolsonaro comemora PIB e diz que Brasil está “saindo do buraco”

Foto: Marcos Corrêa/PR – 20.08.2019

O presidente Jair Bolsonaro comemorou nesta quinta-feira (29) em sua conta no Twitter o resultado do PIB (Produto Interno Bruto) anunciado mais cedo, que mostrou crescimento de 0,4% da economia no segundo trimestre, enfatizando que ele superou as estimativas e alegando que o desempenho mostra que o país está no caminho certo.

Mais cedo, o IBGE informou que a economia brasileira cresceu 0,4 por cento entre abril e junho em comparação com o primeiro trimestre do ano em meio à retomada do investimento.

Reuters

 

Opinião dos leitores

  1. Saindo do buraco!!! E onde ele estava quando o Brasil estava indo para o buraco? Estava lá parasitando por 28 anos e agora vem pousar de herói da pátria. Portanto, ele também contribuiu para esse buraco. Ridículo esse homem! Não me representa…

    1. Um tremendo PICARETA, durante a campanha disse que o contribuinte seria
      tributado a partir de cinco salários mínimos ao IMPOSTO DE RENDA , agora está com história de três salários.

  2. Se cortar os privilégios do congresso nacional, judiciário nacional garanto que o Brasil cresce mais de 5%…. Quem tem coragem? Paulo Guedes? Bolsonaro? Estou no aguardo

  3. Não vou defender nem atacar ninguém, mas devemos entender e fazer escolhas.
    Você vota no temperamental honesto ou no equilibrado corrupto?
    Você prefere o desbocado que diz a verdade ou o comedido que mente e vende promessa irrealizável?
    Você fica melhor com o político grosso que faz pelo povo ou o populista que saqueia os cofres públicos?
    Você prefere um grupo de ministros técnicos ou ministros comprometidos com o aparelhamento estatal?
    Política é acima de tudo escolha do seu representante.

    1. simples assim, infelizmente nesse pais o corrupto bandido aparece como bom moço.

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Economia

PIB: Economia brasileira cresce 0,4% no 2º trimestre e evita recessão técnica

PIB da indústria cresceu 0,7% no 2º trimestre; fábrica de papelão ondulado para embalagens no interior de São Paulo — Foto: Fabio Tito/G1

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,4% no 2º trimestre, na comparação com os 3 primeiros meses do ano, segundo divulgou nesta quinta-feira (29) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em valores correntes, o PIB no segundo trimestre de 2019 totalizou R$ 1,780 trilhão.

O resultado foi puxado, principalmente, pelos ganhos da indústria (0,7%) e dos serviços (0,3%). Já a agropecuária caiu 0,4%. Pela ótica da despesa, a taxa de investimento avançou 3,2% e o consumo das famílias cresceu 0,3%. Já o consumo do governo recuou 1%.

O resultado, embora reforce a leitura de fraqueza da economia brasileira em 2019, veio até um pouco acima do esperado e afastou o risco de entrada do país em uma “recessão técnica”, caracterizada por dois trimestres seguidos de retração do PIB.

Variação trimestral do PIB — Foto: Rodrigo Sanches/G1

O IBGE revisou a queda do primeiro trimestre de 2019. Ao invés da queda de 0,2%, o recuo foi de 0,1%.

Na comparação com igual período de 2018, o PIB subiu 1% no 2º trimestre. No ano, a alta é de 0,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

Perspectivas para o ano

Para o resultado fechado do ano, a expectativa dos analistas do mercado financeiro é de uma alta do PIB de 0,80%, ante um avanço que no início do ano era estimado em 1,3%, segundo dados do boletim Focus do Banco Central. Para 2020, a previsão de crescimento passou de 2,2% para 2,1%.

Em 2018, a economia brasileira cresceu 1,1%, após alta de 1,1% em 2017, e retrações de 3,5% em 2015, e 3,3% em 2016.

Na visão dos analistas, o impacto de medidas como liberação do FGTS e PIS, e a perspectiva de aprovação da reforma da Previdência podem contribuir para alguma melhora do consumo e da confiança no 2º semestre. Por outro lado, a piora no cenário externo trouxe ainda mais incertezas para os próximos meses, em meio ao acirramento da guerra comercial entre China e Estados Unidos, piora da situação da Argentina e temores de uma nova recessão global.

G1

 

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Geral

Após quatro meses de queda, Prévia do PIB de maio avança 0,54%, diz BC

Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) , uma espécie de prévia do Produto Interno Bruto ( PIB ), avançou 0,54% no mês de maio em relação ao mês anterior, divulgou a autoridade monetária nesta segunda-feira. O registro positivo ocorre depois de quatro meses consecutivos de retração desse indicador, que vinha em queda desde janeiro.

Segundo o Banco Central , o número de maio foi calculado com “ajuste sazonal”, que é uma compensação nas contas para comparar períodos diferentes de um ano. Segundo a instituição, no acumulado do trimestre até maio deste ano, na comparação com o trimestre anterior (dezembro a fevereiro), o índice registrou baixa de 0,99%.

Pela série do BC sem o ajuste sazonal, o IBC-Br avançou 4,4% na comparação com maio de 2018, período fortemente influenciado pela greve dos caminhoneiros em todo o país. No acumulado em 12 meses até maio, a alta do índice foi de 1,31%. Já no acumulado de janeiro até agora, a alta registrada foi de 0,94%.

A despeito da leve alta, as perspectivas oficiais para a economia brasileira este ano permanecem fracas. Na semana passada, o Ministério da Economia reduziu sua previsão de crescimento para o PIB de 2019 de 1,6% para 0,81%. Para 2020, a previsão de crescimento do PIB também caiu: 2,5% para 2,2%.

O Globo/Reuters

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Economia

Arrecadação: Receita de impostos no país atinge maior patamar da década

A receita de impostos do Governo Geral – que engloba União, estados e municípios – atingiu no primeiro trimestre deste ano o maior nível da década, considerando o montante arrecadado em relação ao PIB (Produto Interno Bruto). Dados do Tesouro Nacional mostram que o total embolsado pelas três esferas de governo em impostos alcançou 27% do PIB no trimestre. O patamar é o mais alto da série histórica iniciada em 2010.

No período, a receita total ficou em 44,9% do PIB, após registrar um crescimento de 7,7% em relação ao mesmo período de 2018, sem considerar a inflação. A alta nessa conta foi puxada pelo aumento da arrecadação de contribuições sociais, que cresceu 9,2%, e impostos, com alta de 7,0%. De acordo com o Tesouro, a compilação de dados das três esferas de governo e a multiplicidade de entes envolvidos na conta dificulta uma análise mais aprofundada do indicador.

O órgão afirma, entretanto, que a elevação na receita de impostos pode ser fruto de recuperação econômica de setores relevantes para arrecadação, bem como de aumento de fiscalização e alíquotas, especialmente no caso de estados e municípios.
“Cabe observar que há um aumento da arrecadação generalizado nas três esferas”, afirma o Tesouro. O órgão ressalta que é razoável supor que há uma esforço geral de arrecadação, considerando a necessidade imposta pelo atual quadro fiscal do país.
No primeiro trimestre, a alta da arrecadação foi concentrada em tributos que incidem sobre o resultado de empresas, o que pode indicar uma melhora na situação das companhias.

No período, houve alta de 13% acima da inflação das receitas com Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas e CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido). Mesmo com o crescimento da arrecadação, o país vive um descompasso nas contas públicas. Isso porque as novas receitas acabam consumidas pelo aumento de gastos do governo, principalmente com benefícios previdenciários e folha salarial de servidores públicos. No primeiro trimestre, as receitas totais, de 44,9% do PIB, não foram suficientes para cobrir os gastos do governo, que ficaram em 48,5% do PIB. O descompasso no Governo Geral se mantém há cinco anos, motivado principalmente pelo rombo nos cofres da União.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Ômi, com uma recessão dessa? Mais do que no tempo que a petralhada tomava conta. O roubo era grande mermo. Pense num desvio de dinheiro, naquele tempo, kkkkkkk… Roubaram com os pés e com as mãos. Não tinha boquinha.

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Economia

ECONOMIA BRASILEIRA RESPIRA: PIB cresce pela 7ª vez consecutiva e avança 0,8% no 3º trimestre

Foto: Werther Santana / Estadão Conteúdo – 22.01.2018

A economia brasileira cresceu 0,8% no terceiro trimestre de 2018, na comparação com o segundo trimestre do ano. É o sétimo avanço consecutivo da economia, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (30) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Em valores totais, o PIB (Produto Interno Bruto, soma de todas as riquezas da nação) movimentou R$ 1,716 trilhão no período, o melhor resultado do ano.

O resultado é um respiro para a economia, já que nos três trimestres anteriores o crescimento foi de apenas 0,2%.

A economia brasileira cresceu 0,8% no terceiro trimestre de 2018, na comparação com o segundo trimestre do ano. É o sétimo avanço consecutivo da economia, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (30) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Em valores totais, o PIB (Produto Interno Bruto, soma de todas as riquezas da nação) movimentou R$ 1,716 trilhão no período, o melhor resultado do ano.

O resultado é um respiro para a economia, já que nos três trimestres anteriores o crescimento foi de apenas 0,2%.

Infogram/Diego Junqueira/R7

Na comparação por setor, o melhor resultado foi o da agropecuária, que avançou 0,7% entre julho e setembro deste ano. O setor de serviços cresceu 0,5% e a indústria, 0,4%.

“Apesar de a agropecuária ter apresentado o maior crescimento, foram os serviços que mais influenciaram a taxa, já que são o setor de maior peso no PIB”, explicou a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, em comentário divulgado pela Agência IBGE.

Do R$ 1,7 trilhão movimentado no terceiro trimestre, a agropecuária foi responsável por R$ 61,8 bilhões (3,6% do total), enquanto os serviços responderam por R$ 1 trilhão (62,3%). Já o setor industrial contribuiu com R$ 331,6 bilhões (19,3%) entre os meses de julho e setembro deste ano.

Acumulado do ano

No acumulado de 2018 (de janeiro a setembro), a economia cresceu 1,1% com relação aos nove primeiros meses de 2017. Nesta comparação, os dados do IBGE apontam para queda da atividade agropecuária de 0,3%. Já a indústria e os serviços cresceram 0,9% e 1,4%, respectivamente.

Destaque de 2018, o setor de serviços registra crescimento em atividades imobiliárias (3%), comércio (2,8%), transporte, armazenagem e correio (2,3%), outras atividades (0,9%) e administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade (0,3%). O único resultado negativo foi em Informação e comunicação (-0,4).

R7

 

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Economia

RN entre os estados onde recuperação dos efeitos da crise mais vai demorar; Pará crescerá neste ano 11,3%

 

Com a economia brasileira voltando aos níveis pré-crise, um levantamento da consultoria Tendências identificou o desempenho nos estados.

Apenas oito das 27 unidades federativas vão crescer neste ano. Eles se concentram nas regiões Norte e Centro-Oeste, regiões impulsionadas principalmente pelo agronegócio e mineração, além da forte exposição ao mercado externo.

Nessa lista em que os PIBs vão crescer estão Pará (11,3%), Roraima (6,9%), Mato Grosso (5,5%), Mato Grosso do Sul (2,1%), Santa Catarina (1,9%), Rondônia (1,2%), Tocatins (0,9%) e Amazonas (0,4%).

Na outra ponta, Alagoas (-8,4%), Sergipe (-7,8%) e Pernambuco (-7,5%) aparecem como as unidades com os maiores impactos negativos.

Nenhum estado do Nordeste vai ter crescimento neste ano. Depois dos três priores, a sequência segue com Espírito Santo (6,9%), Bahia (-6,1%) e Rio Grande do Norte (-5,9%).

Opinião dos leitores

  1. Crise financeira que se arrasta já faz tempo, prioridades mal definidas, atrasos nos salários do servidor e péssima perspectivas quanto ao futuro governador. Imaginem se a senadora do "gópi" for a eleita. Será que tem competência administrativa para administrar as dificuldades do RN? E, caso alguém ache que tenha, ela terá a vontade política para fazer o certo? Ou continuará apenas preocupada em fazer política e berrar por ai sobre o tal "gópi"? Ou usará a máquina do estado para arrumar "boquinhas" para seus "cumpanhero", via de regra não muito afeitos ao trabalho e que adoram se locupletar nos recursos públicos, como vem sendo provado desde o chamado Mensalão? Usará seu tempo para bradar por ai pela liberdade do seu corrupto favorito ao invés de lutar pelo bem do RN? Terá força política para conseguir ajuda financeira para um estado em sérias dificuldades? Foram perguntas meramente retóricas pois todos nós, até os petistas, sabem as respostas. Mas o nosso problema sempre foi o nosso próprio povo. Senão, como justificar tantos corruptos e incompetentes seguidamente reeleitos? Não será fácil.

    1. O atual governador foi eleito junto com o seu PT. Vocês parecem ter a memória muito fraca. Ou muito seletiva. Esquecem muito rápido as m… que fazem. O Temer também foi cria de vocês. E vocês todos se locupletaram juntos por muito tempo. Crie juízo.

    1. Claro, desgoverno dessa natureza ordenando despesas, inclusive, anos ELEITORAL, ñ espere o DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO .
      Ficará para o próximo GOVERNADOR!
      Prestem atenção!!!

  2. Um estado vocacionado ao turismo, com tanta violência e péssima estrutura, não tem como sair da crise!

    1. Como é importante TURISMO no ESTADO, deixa bastante RECEITA para ESTADO , mas há violência está alta escala no RN, que o turista sumiu; ou seja , o destino para os outros ESTADOS.

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Economia

Ministério da Fazenda culpa gastos com pessoal pela crise fiscal dos estados

Ministério-da-Fazenda-Saíram-os-gabaritos-preliminaresNa tentativa de reunir argumentos para derrubar a tese dos estados que querem corrigir as dívidas com a União por juros simples no Supremo Tribunal Federal, o Ministério da Fazenda publicou uma nota nesta quarta-feira mostrando que o principal fator de comprometimento do caixa dos governos regionais são as despesas com pessoal e não o serviço da dívida. Segundo os números divulgados pela equipe econômica, os gastos com a folha subiram de 4,85% para 5,38% do Produto Interno Bruto (PIB) entre 2009 e 2015, enquanto o serviço das dívidas ficou estável: foi de 0,95% do PIB para 0,91% no mesmo período.

“A análise da evolução das despesas dos Estados mostra forte aceleração dos gastos com folha de pagamento que se contrapõe à estabilidade da despesa com o serviço das dívidas, demonstrando que é a despesa com pessoal que contribui significativamente para a deterioração das contas públicas estaduais”, diz o texto.

Conforme a nota da Fazenda, o Rio de Janeiro é o estado que tem a folha mais pesada. Os gastos nominais com pessoal e encargos sociais saltaram 146,62% entre 2009 e 2015, um crescimento médio de 16,24% por ano. Em seguida está o estado de Santa Catarina, com um aumento de 139,56% nessas despesas no mesmo período. Nesses estados, o serviço da dívida neste mesmo recorte temporal foi de 107,11% e 46,63%, respectivamente.

“Esse dado demonstra que a difícil situação fiscal dos Estados não pode ser atribuída única e exclusivamente à dívida com a União. O descontrole nas despesas com pessoal representa, como se viu, o principal fator de estrangulamento dos Estados”, diz a nota.

O estado de Santa Catarina foi o responsável pelo início do questionamento, no STF, da correção dos débitos com a União por juros compostos como determina o Tesouro Nacional. Segundo o estado, o cálculo deveria ser feito com base em juros simples. Santa Catarina, Rio de Janeiro e mais outros nove estados conseguiram liminares no Supremo garantindo a correção por juros simples até que se julgue o mérito da questão. O julgamento ocorre nesta quarta-feira.

Fonte: O Globo

Opinião dos leitores

  1. Só o tal da imoral regalia chamada "auxílio-moradia" pra ajudar os pobrezinhos dos juízes e promotores dar um rombo nas contas e cadê que essas figuras cara d pau abrem orbito pra defender? Sustentam na base do poder meu amigo, ja se viu uma regalia ser considerada em liminar? Pois é essa regalia está sob liminar porque senão os coitados que ganham 35mil não teriam onde dormir. Kkkkk,k
    Eita bagaceira…

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Educação

Câmara rejeita emendas que aumentam percentual do PIB na Educação

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Foto: Elpídio Júnior

Nesta segunda-feira (15) a Câmara Municipal de Natal retomou a discussão ao Projeto de Lei 163/15, que regulamenta o Plano Municipal de Educação – PME. O plenário da Casa Legislativa discorreu sobre 11 emendas ao texto original, do total de 89 emendas protocoladas pelos vereadores. O destaque do dia foi para uma das metas contidas no Projeto de Lei, que prevê investimento de 5% do PIB (Produto Interno Bruto) para a educação pública de Natal, ao longo dos 10 anos de vigência do PME. Duas emendas que aumentavam esse percentual foram rejeitadas.

Uma das propostas rejeitadas é de autoria do vereador Sandro Pimentel (PSOL), estimando o investimento de 10% do PIB até o 5º ano de vigência do Plano Municipal de Educação. A outra emenda é do vereador Marcos Antônio (PSOL), sugerindo 7,5% do PIB até o 5º ano, aumentando gradativamente o percentual para 8,5% até o último ano do PME.

Uma terceira emenda sobre o mesmo tema, de autoria de Amanda Gurgel (PSTU), também foi rejeitada. Porém, em vez de aumentar, a vereadora sugeriu antecipar o investimento de 5% para o primeiro ano de validade do Plano. De acordo com o líder da bancada governista, Raniere Barbosa (PDT), não foi possível consensualizar nenhuma das emendas pelo mesmo motivo.

“Se aprovássemos uma dessas emendas, estaríamos comprometendo muito o orçamento do Município. O Município não é só Educação. Temos outras responsabilidades. Reconheço a importância de melhorar o investimento na educação pública, mas essa é uma realidade de média a longo prazo”, disse Raniere. “Devemos sim buscar as melhorias, mas com prudência, sem comprometer o orçamento de outras secretarias frente às dificuldades econômicas que estamos passando”, destacou o parlamentar.

Ideologia de gênero

Pela manhã, antes de iniciarem o segundo dia de votação ao PME, os vereadores abriram espaço na sessão extraordinária para que representantes da sociedade civil organizada, em diversos segmentos, pudessem apresentar seus posicionamentos sobre temas polêmicos inseridos no texto do Plano Municipal de Educação, como a questão da “Ideologia de Gênero”.

A polêmica vem se formando em torno de emendas modificativas ao item 15.4 do Artigo 2º do Projeto de Lei, que visa “implementar políticas de prevenção à evasão dos alunos, motivada por preconceitos étnico-religioso, de gênero e orientação sexual, ou quaisquer formas de descriminação, criando rede compartilhada com os entes federados de proteção contra formas associadas de exclusão”.

De acordo com a previsão da Mesa Diretora, a votação dessas emendas modificativas está prevista para acontecer na sessão ordinária de quarta-feira (17).

Opinião dos leitores

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Diversos

Ladeira abaixo: Brasil teve a maior queda do PIB entre os países do G-20

Com queda de 0,5% no Produto Interno Bruto (PIB), o Brasil teve o pior desempenho entre as economias do G-20 no terceiro trimestre, segundo relatório divulgado nesta quinta-feira pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O documento destaca que é a primeira retração na economia brasileira desde o primeiro trimestre de 2009, e pode “em parte”, refletir o crescimento “impressionante” de 1,8% nos três meses anteriores.

Além do Brasil, apenas a França registrou queda no PIB no terceiro trimestre, de 0,1%. Na Itália, a economia ficou estagnada.

Apenas quatro países ficaram acima da média das maiores economias do mundo. A China teve a maior expansão, com 7,8%, seguida de Índia (1,9%), Coreia do Sul (1,3%) e Indonésia (1,1%).

O Globo

Opinião dos leitores

  1. O jeito PT de fazer acontecer. Como Lula e Marisa tem cidadania italiana já sabem para onde se mudar quando o barco afundar.

  2. Se preocupem não companheiros, isso é problema do Brasil.
    Fiquem calmos, semana que vem sai nova pesquisa mostrando que Dilma aumentou sua vantagem sobre os demais candidatos na corrida presidencial para 2014.
    Tá tudo dominado!

  3. Rapaz, para mim é a mesma merda do PT, todos os partidos são farinha do mesmo saco, Já faz muito tempo que não existe "esquerda e direita" nesse pais, OOOO Ditadura Democratica lixo!!!! Temos que tirar as imunidades desses vagabundos, quero ver se eles querem ser politicos sem imunidade KKKKKKKKK, fica a dica!

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Economia

Guido Mantega: 'Somos o país que menos cresceu entre todos os países do mundo nesse terceiro trimestre'

pib-comparacoes-materiaO ministro da Fazenda, Guido Mantega, atribuiu aos ajustes feitos pelo IBGE no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro e segundo trimestres, o baixo crescimento da atividade econômica no terceiro trimestre. O PIB cresceu 0,5% entre julho e setembro, em relação ao trimestre anterior.

Segundo Mantega, a revisão do PIB feito no segundo trimestre colocou o Brasil em primeiro no ranking dos países que mais cresceram entre aqueles que compõem o G-20 (vinte economias mais desenvolvidas do mundo) e entre os Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Já no terceiro trimestre, o efeito foi contrário.

– Somos o país que menos cresceu entre todos os países do mundo nesse terceiro trimestre – afirmou o ministro.

Para ele, a concentração do crescimento no segundo trimestre, que passou de 1,5% para 1,8% com os ajustes, dificultou o crescimento da economia no terceiro trimestre ao ano. Isso deve se reverter nos três últimos meses do ano, que deve ter PIB positivo, afirmou o ministro.

– O consumo e atividade econômica estão aumentando. Devemos ter um resultado positivo no quatro trimestre – disse Mantega.

O ministro disse também que a queda de 3,5% no desempenho da agropecuária já era esperada e reflete a entressafra. Mas isso não deve se repetir no próximo trimestre. De acordo com o ministro, um crescimento anual de 2,3% do PIB brasileiro é o que mais se aproxima da realidade hoje.

– Estamos crescendo de acordo com a economia mundial. A economia brasileira está em trajetória de crescimento gradual, que deve continuar nos próximos trimestres – afirmou.

Ele defendeu que ainda é possível que o PIB do país cresça 2,5% neste ano.

– Recuperação talvez não seja na velocidade que gostaríamos – afirmou a jornalistas o ministro ao comentar o resultado do PIB no terceiro trimestre deste ano, com retração de 0,5%.

O Globo

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Economia

Projeção de crescimento da economia cai para 2,24%

A projeção de instituições financeiras para o crescimento da economia, este ano, foi ajustada para baixo. De acordo com a pesquisa semanal do Banco Central (BC) ao mercado financeiro, a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, caiu de 2,28% para 2,24%, este ano. Para 2014, a projeção foi mantida em 2,60%.

A estimativa para a expansão da produção industrial foi ajustada de 2,10% para 2%, este ano, e mantida em 3%, em 2014.

A projeção das instituições financeiras para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB segue em 35%, este ano, e foi ajustada de 35% para 34,90%, no próximo ano.

A expectativa para a cotação do dólar foi mantida em R$ 2,25, ao final deste ano, e em R$ 2,30, ao fim de 2014. Na última sexta-feira (2), o dólar encerrou o dia em R$ 2,288.

A previsão das instituições financeiras para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) passou de US$ 5,7 bilhões para US$ 5,09 bilhões, este ano, e de US$ 8,92 bilhões para US$ 8 bilhões, em 2014.

Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior), a estimativa passou de US$ 76,15 bilhões para US$ 76,3 bilhões, este ano, e de US$ 79,5 bilhões para US$ 80 bilhões, em 2014.

A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) foi mantida em US$ 60 bilhões tanto para 2013 quanto para o próximo ano.

Agência Brasil

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Economia

Projeção para crescimento do PIB fica em 2,28%, e para de cair

Depois de dez quedas seguidas, a projeção para o crescimento da economia, este ano, estabilizou-se em 2,28%. A estimativa foi feita por instituições financeiras consultadas todas as semanas pelo Banco Central (BC).

Para 2014, a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, também ficou estável em 2,60%.

A estimativa para a expansão da produção industrial também não foi alterada: 2,10% para este ano e 3%, em 2014.

A projeção das instituições financeiras para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB segue em 35% para este e foi ajustada de 34,90% para 35%, no próximo ano.

A expectativa para a cotação do dólar subiu de R$ 2,24 para R$ 2,25, no final de 2013, e segue em R$ 2,30, ao fim de 2014.

A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) passou de US$ 5,85 bilhões para US$ 5,70 bilhões, este ano, e de US$ 8 bilhões para US$ 8,92 bilhões, em 2014.

Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior), a estimativa foi alterada de US$ 75 bilhões para US$ 76,15 bilhões, este ano, e de US$ 80 bilhões para US$ 79,5 bilhões, em 2014.

A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) foi mantida em US$ 60 bilhões tanto para 2013 quanto para o próximo ano.

Agência Brasil

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