As fortes chuvas na manhã desta terça-feira(17) na capital potiguar provocaram transtornos em diversas vias pública. Exemplo abaixo, traz registro da Avenida dos Xavantes, no bairro Pitimbu, na Zona Sul de Natal. Calçamento não resistiu ao grande volume de água e trecho fico intransitável.
Em meio ao caos, moradores até brincaram comunicando em redes sociais a “ruptura da “Barragem dos Xavantes”.
A Prefeitura de Balneário Camboriú (SC) notificou a barraca Ponto de Milho 69, que funciona na Praia Central, após um episódio de agressão envolvendo funcionários do quiosque e um turista argentino. Segundo o município, a confusão começou após uma discussão sobre a cobrança feita pelo estabelecimento.
Imagens divulgadas nas redes sociais mostram o turista sendo agredido com uma vassoura durante o desentendimento. Diante do caso, a prefeitura informou que o responsável pela barraca terá até 48 horas para apresentar defesa e esclarecer os fatos, segundo informações da CNN.
Também foi determinada a abertura de processo administrativo para apurar as responsabilidades. De acordo com a administração municipal, a medida busca garantir o direito de defesa, mas também avaliar se houve conduta incompatível com a ordem pública em espaço público.
Segundo a prefeitura, caso fique comprovada irregularidade ou prática inadequada, a permissão de uso do quiosque poderá ser revogada, sem prejuízo de outras sanções administrativas previstas em lei. O município afirmou que não compactua com qualquer tipo de violência em áreas públicas.
O presidente da Argentina, Javier Milei, afirmou que trabalha para criar um bloco de governos de direita na América do Sul, com o objetivo de enfrentar o que chamou de “câncer do socialismo”. A declaração foi dada em entrevista à CNN, na qual ele disse que a região estaria despertando do “pesadelo do socialismo do século 21”.
Questionado diretamente sobre a articulação de um grupo político alinhado à direita, Milei foi taxativo: “Não tenha dúvidas, estou trabalhando ativamente para isso”. Segundo ele, ainda não há nome definido para o bloco, mas as conversas envolveriam cerca de dez países da região.
Durante a entrevista, o presidente argentino voltou a criticar o socialismo, que classificou como uma “farsa” usada para a tomada de poder e responsável pelo empobrecimento da população.
Milei afirmou que a proposta do grupo é “abraçar a liberdade” e enfrentar diferentes versões do socialismo, incluindo o chamado socialismo do século 21 e a agenda “woke”, termo usado para pautas identitárias e progressistas.
Milei também respondeu a questionamentos sobre uma possível incoerência entre o alinhamento político com Donald Trump e a manutenção de relações comerciais com a China.
Segundo ele, a diretriz defendida por Trump diz respeito ao campo geopolítico, enquanto o comércio deve ser tratado separadamente, mantendo interesses econômicos da Argentina.
O STF vai realizar, na próxima quinta-feira (8), um evento para relembrar os três anos dos atos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas, em Brasília. A programação ocorre ao longo da tarde e é organizada pela própria Corte, segundo informações de O Antagonista.
Batizado de “Democracia Inabalada: 8 de janeiro – Um dia para não esquecer”, o evento começa às 14h30 e inclui a abertura da exposição “8 de janeiro: Mãos da Reconstrução”, exibição de documentário, roda de conversa com jornalistas, mesa-redonda e coffee break, todas as atividades realizadas em espaços do STF.
Na última sessão da Primeira Turma em 2025, em 16 de dezembro, o ministro Alexandre de Moraes apresentou um balanço dos processos ligados aos atos. Desde então, foram autuadas 1.734 ações penais, resultado das investigações conduzidas pela Procuradoria-Geral da República e pela Polícia Federal.
Do total, 810 pessoas foram condenadas, sendo 395 por crimes considerados mais graves e 415 por crimes menos graves, além de 14 absolvições.
O STF também homologou 564 acordos de não persecução penal, que, segundo a Corte, resultaram no ressarcimento de mais de R$ 3 milhões aos cofres públicos; outras ações e denúncias seguem em tramitação.
Não abdiquei de todos os privilégios parlamentares para me sujeitar aos caprichos dos bajuladores de tiranos, que chefiam a @policiafederal.
Que a Gestapo faça o que bem entender com meu concurso público, jamais trocaria minha honra por um emprego na burocracia pública. pic.twitter.com/7SYUUqjpzg
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) afirmou, nesta quinta-feira (2), que não aceitará retornar ao cargo de escrivão da Polícia Federal após a perda do mandato na Câmara. A declaração foi feita em postagem no X (antigo Twitter) e em vídeo divulgado nas redes sociais.
Eduardo Bolsonaro ingressou na Polícia Federal em 2010 como escrivão e estava afastado das funções enquanto exercia o mandato parlamentar. Ele está nos Estados Unidos desde março do ano passado, quando se licenciou do cargo na Câmara.
Em vídeo, o ex-deputado afirmou que a cassação foi formalizada pela Mesa Diretora, sem votação em plenário, e classificou a situação como perseguição judicial, dizendo não ter condições de retornar ao Brasil neste momento.
Na rede social, Eduardo escreveu que não abriria mão de sua honra para se submeter ao que chamou de pressões da cúpula da Polícia Federal. Também afirmou que irá lutar para manter o cargo conquistado por concurso público e voltou a criticar decisões do Supremo Tribunal Federal e o governo do presidente Lula (PT).
O STF manteve, nesta sexta-feira (2), a prisão preventiva de Filipe Martins, ex-assessor de relações internacionais do governo Jair Bolsonaro. A decisão foi confirmada após audiência de custódia realizada por videoconferência, conduzida pela juíza auxiliar do gabinete do ministro Alexandre de Moraes, Flávia Martins de Carvalho.
Filipe Martins foi preso preventivamente pela Polícia Federal no mesmo dia, sob a alegação de descumprimento de medidas cautelares. Segundo a decisão de Moraes, o ex-assessor teria utilizado a rede social LinkedIn, mesmo após ordem judicial que proibia o uso de qualquer rede social.
A audiência de custódia é um procedimento padrão da Justiça para verificar se a prisão ocorreu dentro da legalidade e se os direitos do preso foram respeitados. Após a análise, o STF decidiu manter a prisão preventiva, convertendo a situação de Martins de prisão domiciliar para regime fechado.
A defesa, feita pelo advogado Jeffrey Chiquini, afirmou que a prisão é “sem motivo” e alegou perseguição, informando que irá recorrer da decisão. Filipe Martins foi condenado a 21 anos de prisão por participação na chamada trama golpista, mas a ação ainda não transitou em julgado, o que significa que a pena ainda não começou a ser cumprida.
Os empréstimos consignados dos servidores do RN seguem bloqueados em janeiro de 2026, apesar da promessa do governo Fátima Bezerra de regularizar a situação até dezembro. A garantia foi feita em agosto pelo secretário estadual da Fazenda, Cadu Xavier, mas não se concretizou com a virada do ano.
Em vídeo divulgado pelo Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público da Administração Direta do RN (Sinsp/RN), a entidade afirma que o cenário permanece o mesmo. Segundo o sindicato, o governo continua descontando mensalmente as parcelas dos consignados nos contracheques, sem repassar os valores às instituições financeiras.
Ainda de acordo com o Sinsp, servidores que já possuem empréstimos contratados estão sendo prejudicados duplamente. Além do desconto feito pelo Estado, os bancos estariam cobrando novamente as parcelas diretamente na conta dos trabalhadores, diante da ausência de repasse.
O sindicato afirma que os consignados seguem bloqueados para novas contratações e que o problema atravessou 2025 sem solução. Com o início de 2026, os servidores permanecem enfrentando prejuízos financeiros, mesmo após promessas oficiais de normalização do sistema.
O Tribunal de Contas da União (TCU) vai realizar uma inspeção no Banco Central para apurar o processo de liquidação extrajudicial do Banco Master. A informação foi confirmada pelo presidente do TCU, Vital do Rêgo, e o procedimento teve início nesta sexta-feira (2), após a liquidação determinada pela autoridade monetária em novembro.
Segundo Vital, a inspeção ocorre após o envio de uma nota técnica do Banco Central ao TCU. A análise será feita pela área técnica do tribunal, que irá examinar documentos e, ao final, encaminhar um posicionamento ao relator do caso, ministro Jhonatan de Jesus.
No dia 19 de dezembro, Jhonatan de Jesus determinou que o Banco Central apresentasse os fundamentos técnico-jurídicos que embasaram a liquidação do Banco Master. No despacho, o ministro classificou a medida como “extrema” e apontou indícios de uma cronologia atípica no processo decisório que levou à intervenção na instituição.
De acordo com o TCU, a inspeção é um instrumento de fiscalização usado para esclarecer dúvidas e suprir lacunas de informação, com escopo mais restrito que uma auditoria. Na última segunda-feira (29), o Banco Central encaminhou ao tribunal as respostas aos questionamentos sobre o caso.
O senador republicano Shane David Jett, do Estado de Oklahoma, nos EUA, publicou na rede social X que enviou novamente uma carta ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, questionando a decisão que negou o pedido de prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O parlamentar informou que também encaminhou o documento aos demais ministros da Corte.
Na carta, Jett afirma que a negativa do STF fere o princípio da liberdade individual, previsto nas Constituições do Brasil e dos EUA. Segundo ele, a decisão desconsidera o estado de saúde, a idade e o período pós-operatório de Bolsonaro, o que, na avaliação dele, pode representar risco à integridade física do ex-presidente.
O republicano declara ainda que a atuação do STF, especialmente sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes, reforça a percepção de seletividade e excesso em relação a figuras políticas específicas. Para ele, essa postura compromete o equilíbrio entre os poderes e o princípio da igualdade perante a lei.
Na publicação, Shane David Jett afirmou que a persistência da decisão pode afetar a credibilidade das instituições judiciais brasileiras perante a sociedade, a comunidade jurídica e organismos internacionais de proteção aos direitos humanos.
Novamente enviei uma carta ao Ministro Alexandre de Moraes. Copiei aos demais ministros Supremo Tribunal Federal Brasileiro @STF_oficial:
Em nome da liberdade individual, princípio consagrado tanto na Constituição Brasileira quanto na Americana, reitero a necessidade de revisão… pic.twitter.com/GJ4eJsLSrO
O governo Lula encerrou 2025 com a maior liberação de emendas parlamentares já registrada no país. Foram pagos R$ 31,5 bilhões em emendas obrigatórias e não obrigatórias, segundo dados do Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (Siop), o equivalente a cerca de dois terços dos R$ 47 bilhões autorizados no Orçamento.
A execução reforça o peso do Congresso sobre o Orçamento federal e marca um novo patamar na relação entre o Executivo e o Legislativo. A maior parte dos recursos foi destinada às emendas impositivas, que têm execução obrigatória por lei, desde que cumpridos critérios técnicos.
Nesse grupo estão as emendas individuais de deputados e senadores e as emendas de bancada estadual, usadas para financiar obras, serviços e investimentos em estados e municípios.
O volume de emendas cresceu de forma acelerada nos últimos anos. Em 2016, o total autorizado era de cerca de R$ 9 bilhões; em 2025, ultrapassou R$ 48 bilhões.
Na reta final do ano, o governo acelerou os pagamentos e liberou mais de R$ 1,5 bilhão na semana do Natal, em acordo com o Congresso para compensar atrasos provocados pela demora na aprovação do Orçamento.
Em meio ao agravamento da crise na América Latina, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou estar disposto a dialogar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A declaração foi feita em entrevista ao jornalista Ignacio Ramonet, publicada na quinta-feira (1º).
Segundo Maduro, o governo venezuelano está aberto a conversas formais com Washington, especialmente sobre o combate ao narcotráfico. Ele afirmou que já comunicou essa disposição a representantes norte-americanos.
Os dois líderes chegaram a conversar no fim de novembro de 2024. De acordo com Maduro, o contato foi “agradável”, mas os desdobramentos posteriores não corresponderam às expectativas.
Desde então, Trump intensificou o discurso e a presença militar dos EUA na América Latina e no Caribe. No fim de dezembro, o presidente norte-americano anunciou o primeiro ataque direto contra território venezuelano, que teria atingido um porto supostamente usado pelo tráfico de drogas.
A ofensiva faz parte da operação Lança do Sul, iniciada em agosto de 2024, que envolve navios de guerra, fuzileiros navais, o porta-aviões USS Gerald R. Ford, submarino nuclear e caças F-35. Mais de 20 embarcações já foram bombardeadas, embora os EUA não tenham divulgado provas de ligação com o narcotráfico.
Maduro é o principal alvo das acusações de Trump, que o aponta como líder do cartel de Los Soles, classificado recentemente pelos EUA como organização terrorista. O presidente norte-americano também acusa Caracas de desviar petróleo para financiar o regime venezuelano.
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