Após viver abusando a filha por quatro anos, homem foi preso após engravidar a filha de 12 anos em Sítio Mata Redonda, zona rural da Paraíba. Segundo o delegado Lamartine Lacerda, a menina engravidou em dezembro do ano passado e só agora contou que era abusada pelo pai. Os estupros aconteciam desde que ela tinha oito anos.
Uma tia da adolescente fez a denúncia à polícia. Ela desconfiou dos enjoos da criança e a levou ao médico. A gravidez foi constatada e ela procurou a polícia. A menina disse que era levada para um matagal perto da casa onde viviam para manter as relações sexuais.
O delegado afirmou que a menina disse em depoimento que a própria mãe chegou a presenciar os abusos. A mulher disse que sabia, mas nunca denunciou o marido porque ele a ameaça de morte.
Na primeira caminhada da campanha pela reeleição ao Senado, Zenaide Maia percorreu quase 8 quilômetros pelas ruas das Rocas, na zona leste de Natal. A caminhada se estendeu por cerca de cinco horas diante da quantidade de moradores que fizeram questão de parar a senadora para conversar, tirar fotos e adesivar casas e veículos com o número 555.
Em diversos pontos do bairro, Zenaide foi chamada por moradores que a reconheceram da época em que atuava como médica da família na região. A caminhada se transformou em um reencontro com antigos pacientes e pessoas que acompanharam de perto sua trajetória na saúde pública.
Um deles foi o catador Wilson Viana, atendido por Zenaide no Hospital Universitário Onofre Lopes. “Uma ótima médica, uma pessoa maravilhosa e minha senadora”, afirmou. O encontro resume a relação construída pela senadora com as comunidades da zona leste de Natal antes mesmo de sua trajetória política.
Ao agradecer a recepção dos moradores das Rocas, Zenaide destacou que os reencontros reforçam uma das principais bandeiras de sua atuação no Senado. “Encontrei centenas de amigos pacientes e vê-los me motiva a continuar a defender mais financiamento e modernização do SUS”, afirmou.
O primeiro domingo oficial de campanha de Álvaro Dias ao Governo do Rio Grande do Norte foi marcado por uma grande mobilização política em Natal. O candidato percorreu diferentes pontos de adesivação espalhados pela capital e encontrou forte presença de eleitores, amigos, apoiadores e lideranças políticas, em uma demonstração de força da candidatura do 22.
Ao longo da manhã, Álvaro Dias esteve acompanhado do prefeito de Natal, Paulinho Freire; da vice-prefeita, Joana Guerra; do presidente da Câmara Municipal de Natal, Eriko Jácome; do presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Ezequiel Ferreira; e do senador Styvenson Valentim, além de deputados estaduais, vereadores e outras lideranças políticas. A presença conjunta reforçou a articulação política em torno da candidatura e deu dimensão estadual à mobilização.
Os adesivaços ocorreram simultaneamente em diferentes regiões da capital. Os pontos ficaram movimentados durante a manhã, reunindo eleitores, apoiadores e lideranças em torno da campanha e levando para as ruas a identidade do 22 e o lema “Pra mudar o que taí”.
A mobilização também reforçou a estratégia de comunicação apresentada no início da campanha, baseada em uma linguagem simples, direta e centrada no debate político. A proposta é manter uma conversa próxima e sincera com o eleitor potiguar.
Praça Cívica concentra grande mobilização
O ponto alto da manhã foi na Praça Cívica, onde Álvaro Dias encerrou o roteiro de adesivaços diante de uma grande concentração de eleitores, apoiadores e lideranças políticas. A presença expressiva no local marcou o encerramento de uma manhã de intensa movimentação pelas ruas de Natal.
Antes mesmo de irem às ruas, os principais candidatos ao Governo do Estado iniciaram a campanha nas redes sociais, nos primeiros minutos deste domingo (16), revelando as estratégias que usarão para tentar conquistar o apoio dos eleitores do Rio Grande do Norte.
Álvaro Dias (PL) abriu a campanha publicando um vídeo com críticas à gestão da governadora Fátima Bezerra (PT) e apresentando o slogan que sintetiza o discurso que usará durante a disputa eleitoral: “Pra mudar o que tá aí”.
Allyson Bezerra (União Brasil) também apostou no discurso da mudança como estratégia de campanha. Em publicação nas redes sociais, ele disse que é preciso “coragem para mudar” e que “a mudança vem do povo”.
Já Cadu Xavier (PT) jogou todas as cartas da defesa da continuidade da gestão da governadora Fátima Bezerra, que, segundo as pesquisas, é reprovada pela maioria da população: “O Rio Grande do Norte quer seguir no rumo certo”, disse. Além disso, ele procurou reforçar a associação com o presidente Lula (PT).
Em uma tentativa de se aproximar dos eleitores evangélicos, que majoritariamente apoiam a candidatura de Flávio Bolsonaro, Lula levou ao primeiro ato oficial de sua campanha à reeleição o cantor gospel e pastor Kleber Lucas.
Diante do público presente no estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo (SP), neste domingo (16), o pastor cantou um jingle da campanha presidencial com uma pegada gospel ao lado de Janja, a primeira-dama que, apesar de não ter cargo oficial, dá pitaco em tudo no governo, agora também parece ter resolvido virar cantora.
Vale ressaltar que ao longo dos quatro anos do atual mandato, Lula se manteve distante desta parcela do eleitorado, enquanto o governo petista defendeu pautas que contrariam valores associados aos evangélicos, principalmente a defesa da família tradicional.
[VÍDEO] CAI QUEM QUER: Depois de enrolar quatro anos, Lula promete criar Ministério da Segurança Pública para “dividir responsabilidade com estados e municípios” e “prender todo mundo”. https://t.co/ip91j4MkCOpic.twitter.com/gkD0AaPK57
Depois de enrolar por quatro anos, Lula prometeu criar o Ministério da Segurança Pública, caso seja reeleito, para “dividir responsabilidade com estados e municípios”, “libertar o povo” e “prender todo mundo”, referindo-se aos integrantes das facções criminosas que dominam esses territórios.
A fala foi feita durante discurso no evento de lançamento da campanha à reeleição do petista, neste domingo (16), no estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo (SP). Lula afirmou que, para criar o novo ministério, é preciso primeiro aprovar a PEC da Segurança Pública e mudar a Constituição Federal.
“Se for aprovada a PEC da Segurança Pública, que o [presidente do Senado] Davi Alcolumbre mandou ontem para a comissão, eu vou criar o Ministério da Segurança Pública, para dividir responsabilidade com estados e municípios, para a gente libertar o povo da vila mais pobre, em que tem quadrilha que manda na vila, tem quadrilha que aporrinha a vida do povo e nós vamos libertar o povo, prendendo todo mundo, todo mundo que acha que é dono de uma favela ou de um bairro pobre. Por isso, eu quero criar o Ministério da Segurança Pública, mas primeiro eu tenho que mudar a Constituição”, discursou.
O governo Lula, vale lembrar, foi contra a classificação das organizações criminosas PCC e Comando Vermelho como grupos terroristas. A medida foi anunciada no final de maio pelo governo dos Estados Unidos.
A primeira-dama Janja da Silva deu uma bronca na equipe técnica responsável pelo som durante o discurso que fazia no evento de lançamento da campanha à reeleição do presidente Lula (PT), neste domingo (16), no estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo (SP).
Janja iniciou a fala com a voz embolada. Ao perceber o problema, ela interrompeu a leitura do discurso e reclamou com a equipe. “Gente, o som tá um pouquinho ruim. Tá bem ruim. Vamos começar de novo? Senão ninguém vai entender o que a gente está falando aqui”, disse, retomando a leitura em seguida.
Se Deus nos livre do Lula ganhar a eleição e continuarem dando corda para essa senhora ela sentará na cadeira de presidente e mandará Lula para o Palácio da Alvorada
A primeira-dama Janja Lula da Silva protagonizou um momento de constrangimento durante o lançamento da candidatura à reeleição do presidente Lula (PT), neste domingo (16), ao citar a ex-primeira-dama Marisa Letícia, que morreu em 2017.
Ao discursar sobre a participação das mulheres na trajetória política do presidente, Janja fez uma homenagem à ex-esposa de Lula e destacou o papel dela desde o período das mobilizações sindicais até a criação do PT.
“Eu gostaria de lembrar especialmente de uma Silva, presidente: Dona Marisa”, afirmou Janja.
Apesar do afago à memória de Marisa, Janja nunca teve uma boa relação com os filhos da ex-primeira-dama com o presidente. Em 2024, o portal Metrópoles revelou mensagens atribuídas a Luís Cláudio, filho mais novo de Lula, com xingamentos à atual primeira-dama.
Eu prefiro a relação de JANJA com a família de LULA a relação de MICHELE com a família de BOLSONARO. Principalmente com os FILHOS de BOLSONARO, pense em um exemplo de união.
Pesquisa realizada pelo Instituto Data Census Potiguar na cidade de Caicó e divulgada neste domingo (16) pelo Blog do Jair Sampaio mostra que a gestão do prefeito Dr. Tadeu é aprovada por 89,6% dos caicoenses.
Na avaliação, 62,8% dos entrevistados classificam a gestão de Dr. Tadeu como ótima ou boa. Outros 26,8% avaliam a administração como regular e 7,6% avaliam como ruim ou péssima.
A pesquisa ouviu 500 eleitores da cidade entre os dias 8 e 10 de agosto de 2026, dividindo os entrevistados por zona, sexo, idade e grau de instrução. A margem de erro da pesquisa é de 4,4 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Registro: RN-07572/2026.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou neste domingo (16) ter recebido o “manto” do ex-presidente Jair Bolsonaro ao dar a largada oficial à campanha pela Presidência da República. Em vídeo publicado nas redes sociais, o candidato anunciou o início da corrida eleitoral e reforçou o vínculo político com o pai.
Na gravação, publicada com a legenda “que comecem os jogos”, Flávio destacou que faltam 45 dias para o primeiro turno e afirmou que Bolsonaro está fora da disputa por ser vítima do que classificou como uma “farsa”.
“Na impossibilidade dele, ele me passa seu manto e estou aqui diante de todos para reafirmar que estou mais que preparado para comandar esse país”, declarou.
Flávio também apresentou a disputa eleitoral como uma escolha entre o projeto petista e a oposição. “Estas eleições não são sobre Bolsonaro e PT, mas sobre o Brasil vencer ou o PT acabar com o Brasil”, afirmou.
A campanha eleitoral para as eleições de 2026 começa oficialmente neste domingo (16). A partir da data, candidatos estão autorizados a pedir votos e realizar propaganda nas ruas e na internet, conforme as regras da Justiça Eleitoral.
Podem ser realizados comícios, caminhadas, carreatas, passeatas e distribuição de material gráfico. A propaganda de rua será permitida até 3 de outubro, véspera do primeiro turno. Em caso de segundo turno, a campanha poderá seguir até 24 de outubro.
Na internet, candidatos poderão utilizar sites, redes sociais, blogs e aplicativos de mensagens. A publicidade paga continua proibida, com exceção do impulsionamento, desde que respeite as regras eleitorais.
As lives de candidatos também passam a ser consideradas atos de campanha, mesmo quando não houver pedido explícito de votos.
A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão começa em 28 de agosto e segue até 1º de outubro no primeiro turno.
Leia abaixo o que é permitido e proibido aos candidatos:
Permitido
Pedir votos: a partir de 16 de agosto, candidatos podem fazer pedido explícito de voto como parte da propaganda eleitoral.
Fazer propaganda eleitoral: campanhas podem divulgar candidatos e propostas nas ruas e na internet, respeitando as regras da Justiça Eleitoral.
Usar redes sociais e aplicativos de mensagens: candidatos podem utilizar sites, blogs, redes sociais e aplicações de mensagens para propaganda eleitoral, dentro das regras previstas pelo TSE.
Realizar caminhadas, carreatas e passeatas: essas atividades estão autorizadas a partir de 16 de agosto.
Distribuir material gráfico: santinhos e outros materiais podem ser distribuídos, desde que respeitadas as exigências legais.
Realizar comícios: eventos com aparelhagem de sonorização fixa podem ocorrer entre 8h e 24h, dentro do período permitido.
Fazer impulsionamento na internet: o impulsionamento de propaganda eleitoral é permitido, desde que respeite as regras específicas da Justiça Eleitoral.
Proibido
Fazer propaganda eleitoral antes de 16 de agosto: a propaganda geral, inclusive na internet, só está autorizada a partir dessa data.
Veicular propaganda paga livremente na internet: a legislação proíbe a publicidade eleitoral paga na internet, com a exceção prevista para o impulsionamento de conteúdo dentro das regras eleitorais.
Usar propaganda irregular: materiais, publicações e ações de campanha precisam seguir as exigências previstas pelo TSE.
Divulgar conteúdo ofensivo ou fatos sabidamente inverídicos: a liberdade de manifestação na internet encontra limites quando há ofensa à honra ou à imagem de candidatos, partidos e coligações ou divulgação de fatos sabidamente inverídicos.
Realizar práticas que caracterizem abuso de poder: condutas que comprometam a igualdade entre os candidatos podem ser alvo da Justiça Eleitoral.
Fazer propaganda no dia da votação: existem regras específicas para o dia da eleição, inclusive restrições à divulgação de propaganda e à publicação de novos conteúdos eleitorais na internet.
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