Avião desaparece com 116 a bordo na Argélia

Por VEJA

A companhia aérea privada espanhola Swiftair informou nesta quinta-feira que perdeu o contato com um de seus aviões operado pela empresa Air Algerie, com 110 passageiros e seis tripulantes a bordo.

A empresa comunicou em uma nota postada em seu website que o avião decolou de Burkina Fasso, país da costa oeste da África, à 1h17, pelo horário local, e deveria ter aterrissado em Argel, capital da Argélia, às 5h10, horário local, mas não chegou a seu destino. O avião é um modelo McDonnell Douglas MD-83, segundo informou a empresa.
“De acordo com os procedimentos padrões, a Air Algerie já iniciou seu plano de emergência”, disse um funcionário da empresa citado pela agência argelina de notícias APS.  O voo AH5017, entre a cidade de Ouagadougou e Argel, é uma rota que funciona quatro vezes por semana, reporta a rede BBC.

(Com agência Reuters)

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    VÍDEO: Após dar entrevista para Globo, motociclista se envolve em acidente inacreditável

    Untitled-3ASSISTA CLICANDO NA ÍNTEGRA DE O GLOBO AQUI

    BRUXA SOLTA: Desastre aéreo mata dezenas em Taiwan

    Um avião da Transasia Airways caiu enquanto tentava realizar um pouso de emergência em Taiwan. De acordo com a agência chinesa Xinhua, o acidente deixou 40 vítimas, mas agências taiwanesas afirmam que esse número pode chegar a 51. Segundo a Xinhua, o acidente aconteceu no condado de Penghu, uma arquipélago a oeste da ilha.

    Relatos da Agência Central de Notícias de Taiwan afirmam que o voo levava 54 passageiros e quatro membros da tripulação. A causa do acidente ainda não foi esclarecida, mas a agência afirma que o avião tentou realizar um pouso de emergência na cidade de Magong. A agência cita o chefe do departamento de bombeiros do condado que teria afirmado que sete pessoas se feriram no acidente.

    O Globo

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      FOTOS: Pajero capota, cai em barranco no interior do RN e casal é resgatado pelos bombeiros

      9219fbb2c9a244042e2b648bb324cf0e 6602073e50e9d3907966756caa3d20dd 482f2a1c30c6b9d281a2a743ddee6c77Fotos 1 e 2: O Câmera 2 e foto 3 Blog Passando na Hora

      Um carro capotou na manhã desta terça-feira (22) na RN-117, na saída do município de Governador Dix-Sept Rosado, na região Oeste do Estado. Na ocasião, segundo o Blog O Câmera, Lucia Maria da Silva Dantas de Medeiros, de 52 anos, contadora, teria tentado desviar um obstáculo na via, perdeu o controle do volante do veículo Pajero, descendo o barranco dentro de uma vegetação rasteira.

      Como podemos ver nas fotos, as vítimas ficaram presas dentro do carro, sendo necessária a intervenção da equipe de resgate do Corpo de Bombeiros para retirá-los. Felizmente, todos estão bem. Apenas Lucia foi conduzida para avaliação médica no Tarcísio Maia.

      Com informações de O Câmera

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        FOTOS: Acidente na Avenida Interv. Mário Câmara deixa um morto e mulher ferida

        Por volta as 00h30 desta segunda-feira (21), na Avenida Interventor Mário Câmara, próximo à ”Liga” e praticamente no cruzamento com a Miguel Castro, um motociclista colidiu contra um caminhão estacionado e morreu de forma instantânea e a garupa identificada apenas por Daniele, saiu viva para o Walfredo Gurgel, socorrida pelo resgate do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência(SAMU). A vítima foi identificada como David Umbelino e estaria conduzindo o veículo de duas rodas com velocidade acentuada até o impacto na traseira um caminhão da White Martins, que estava estacionado. As informações são do Via Certa Natal.

        018 016Fotos: Sérgio Dantas para o Via Certa Natal

        Corpos resgatados do MH17 são colocados em trem, mas destino é incerto

        Os corpos de até 196 pessoas do voo da Malaysia Airlines que caiu na Ucrânia foram levados para trens refrigerados para serem transportados a um local desconhecido.

        A aeronave levava 298 pessoas e acredita-se que foi atingida por um míssil na região de Donetsk, sob controle de rebeldes pró-Rússia, na quinta-feira (17). Não há sobreviventes.

        Ucrânia e separatistas têm trocado acusações pela queda do Boeing 777, que fazia o voo entre Amsterdã e Kuala Lumpur. Rebeldes disseram que vão entregar as caixas-pretas a investigadores internacionais.

        O Departamento de Estado americano informou haver diversos relatos de que corpos e partes da aeronave estariam sendo removidos e potenciais evidências sobre as causas da queda poderiam estar sendo alteradas.

        A Ucrânia acusou os rebeldes separatistas de tentar destruir as provas de “um crime internacional”.

        Equipamentos pesados estavam recolhendo os destroços do avião ao redor da área, informou a agência de notícias AP.

        O trem de carga com os seus cinco vagões está estacionado na estação ferroviária de Torez, a 15 km do local da queda.

        Os vagões, com portas fechadas, se parecem com refrigeradores e ocasionalmente pode-se sentir cheiro normalmente associado a corpos mortos, disse o correspondente da BBC Richard Galpin em Torez.

        Uma equipe da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) foi autorizada a ver três dos vagões e observou “sacos com corpos identificados”. Mas os observadores não puderam verificar os números. Não está claro para onde os corpos serão levados.

        Alexander Borodai, líder político rebelde, disse que os corpos permaneceriam em Torez até a chegada de inspetores internacionais, segundo a imprensa.

        Ele também disse que suas forças recuperaram as caixas-pretas do avião e as levaram à cidade, onde ele as está supervisionando pessoalmente.

        Países do Ocidente têm criticado restrições impostas pelos separatistas na área, e pediram que a Rússia os pressionem para que o acesso ao local onde o avião caiu seja ampliado.

        IG

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          Morre bebê resgatado em desabamento em Aracaju

          O bebê resgatado neste domingo por bombeiros em um desabamento em Aracaju não resistiu e morreu a caminho do hospital. Ítalo Miguel, de 9 meses, ficou soterrado por 35 horas junto a seu pai, Josivaldo da Silva, sua mãe, Vanice de Jesus, de 31 anos, e sua irmã, Anne Garibaldi, de 8 anos. A família foi retirada dos escombros e encaminhada ao hospital de Urgências de Sergipe/Huse.

          Segundo informações dos bombeiros, o local era inóspito e a famíla, apesar de estar no mesmo cômodo, não estava junta, havia distância que variava de centímetros a até alguns metros de um para o outro.

          Josivaldo era pedreiro ajudante na construção do prédio residencial de cinco andares que veio abaixo por volta das 2h30m de sábado. A família passava o fim de semana com ele.

          Segundo os bombeiros, após o colapso, os quatro ficaram abrigados em um espaço de 20 metros quadrados onde caixas de cerâmicas podem ter segurado a laje, preservando suas vidas. O bebê mamou durante as horas embaixo dos escombros, mas logo após o resgate precisou receber massagem cardíaca. Segundo informações do enfermeiro do Samu, Sandro Camargo, que teve contato com as vítimas, o ambiente era inóspito, escuro e muito frio.

          O contato com a família foi feito apenas nesta manhã, por volta das 8h30m, após as equipes de resgate conseguirem um acesso perfurando quatro lajes do prédio. Assim, médicos socorristas conseguiram passar uma mangueira com hidratação e oxigênio para as vítimas. O acesso foi encontrado após a escavação de três outros túneis sem sucesso.

          O Globo

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            Insurgentes ucranianos admitem que podem estar com caixas-pretas do voo MH17

            Os separatistas pró-Rússia da Ucrânia admitiram neste domingo que têm em seu poder objetos e destroços provenientes do voo MH17, da Malaysia Airlines — entre eles, pode estar a caixa-preta da aeronave, derrubada por um míssel enquanto sobrevoava a região leste do país europeu, matando todas as 298 pessoas a bordo. Evidências sugerem que o míssel foi disparado pelos insurgentes pró-Rússia.

            “No lugar da catástrofe, foram localizadas partes do avião parecidas com caixas-pretas. Foram encontradas em Donetsk e serão entregues a analistas internacionais caso eles venham até nós”, disse o primeiro-ministro da autoproclamada República Popular de Donetsk, Aleksandr Borodai.

            Neste domingo, um trem com os corpos localizados até agora no local onde caiu na última quinta-feira o avião da Malaysia Airlines (voo MH17), no leste da Ucrânia, partiu de Torez em direção à cidade de Donetsk sob supervisão de observadores da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa. Segundo a agência russa RIA Novosti, os representantes da OSCE contabilizaram 198 corpos, que foram carregados em cinco vagões refrigerados.

            Neste sábado, a Ucrânia disse ter “provas irrefutáveis” de que a Rússia teve papel decisivo na derrubada do avião da Malásia, após o país ter fornecido um sistema de mísseis e equipe aos rebeldes. A informação foi divulgada pelo chefe dos serviços de contraespionagem da Ucrânia, Vitaly Naida.

            Kiev tem evidências de que três sistemas de mísseis guiados por radar BUK-1 ou SA-11 entraram na Ucrânia vindos da Rússia, junto com uma equipe de três homens. “Temos provas irrefutáveis de que esse ato terrorista foi cometido com a ajuda da Federação Russa. Sabemos claramente que a equipe desse sistema era composta por cidadãos russos”, disse ele em entrevista a jornalistas.

            Veja

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              Separatistas admitem ter transferido dezenas de corpos do avião malaio

              Os separatistas pró-Rússia reconheceram neste domingo (20) já ter transferido para a cidade de Donetsk, no leste da Ucrânia, dezenas de corpos das vítimas do avião malaio derrubado na quinta-feira (17)  na região por um míssil. Eram 298 pessoas a bordo, todas morreram.

              Um dos líderes dos rebeldes, Sergei Kavtaradze, explicou que os milicianos não tiveram outra solução a não ser levar os corpos das vítimas que acabaram espalhados em ruas residenciais e casas.

              “Recolhemos os corpos espalhados nas ruas da cidade, nos pátios das casas e inclusive em uma casa, onde acabaram por atravessar os telhados. Deixá-los ali era impossível do ponto de vista sanitário. Os corpos foram levados a Donetsk, onde permanecerão até que cheguem os especialistas”, disse Kvartadze.

              O governo da Ucrânia acusou neste sábado (19) os rebeldes pró-Rússia, que controlam a região onde o voo MH17 da Malaysia Airlines foi derrubado, de tentar destruir as evidências de “crimes internacionais” e remover 38 corpos do local do incidente.

              “Milicianos armados afastaram as equipes de resgate e os deixaram sem meios de comunicação. Levaram os corpos em um caminhão”, disse uma fonte do governo da região onde aconteceu o acidente.

              Kiev alegou que separatistas estariam tentando transportar os destroços do avião para a Rússia e disse que a comunidade internacional deveria pressionar Moscou pela retirada dos rebeldes e para que especialistas ucranianos e internacionais realizem suas investigações.

              “Há trabalhadores do serviço federal de emergências no local, mas eles não têm liberdade de movimento. Eles não são autorizados a deixar a zona (sob o controle dos rebeldes). Os terroristas estão pegando todas as evidências que eles coletam”, contou Andriy Lysenko, porta-voz do Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia.

              Segundo a Malaysia Airlines comunicou neste sábado, a bordo do voo MH17 estavam 192 holandeses (um deles também tinha nacionalidade americana), 44 malaios (incluídos os 15 membros da tripulação e os dois bebês), 27 australianos, 12 indonésios (entre eles um bebê), dez britânicos (um deles com dupla nacionalidade sul-africana), quatro alemães, quatro belgas, três filipinos, um canadense e um neozelandês.

              Equipes de busca resgataram até agora 186 corpos de uma área no leste da Ucrânia, atualmente controlada pelos rebeldes.

              UOL

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                Família é encontrada viva em prédio que desabou em SE, diz Defesa Civil

                A família que estava no prédio que desabou na madrugada deste sábado (19) em Aracaju (SE) foi localizada pelas equipes do Corpo dos Bombeiros e está viva.

                Segundo o coordenador da Defesa Civil do Estado, tenente-coronel Erivaldo Mendes, um dos sobreviventes, um homem, disse aos bombeiros que está sob os escombros do prédio com outras três pessoas -um casal e seus dois filhos – e que todas estão vivas.

                “As quatro pessoas estão vivas. As equipes do Corpo de Bombeiros estão trabalhando agora no resgate”, afirmou Mendes.
                Segundo o coordenador, os bombeiros ainda não chegaram até onde estão as vítimas. “Estamos trabalhando nisso neste momento”, completou Mendes.
                Segundo Mendes, o imóvel desmoronou sobre o próprio eixo e, por isso, não afetou casas vizinhas. Localizado no bairro Coroa do Meio, na zona sul da cidade, o imóvel residencial ficava próximo à orla da Atalaia, uma das principais atrações turísticas da capital de Sergipe. Tinha quatro andares e seis apartamentos por andar.

                Homens do Corpo de Bombeiros, com auxílio de cães farejadores, e do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) trabalham para resgatar a família.

                Segundo a Defesa Civil, o vigilante do prédio contou que a família dormia no imóvel todas as noites, o que se repetiu nesta sexta-feira (18), antes do desabamento.

                De acordo com o secretário municipal de Infra-Estrutura, Luiz Durval, o alvará para construção do prédio está regular. O imóvel estava para ser entregue nos próximos dias.

                O laudo que apontará o motivo do desabamento ficará pronto em 30 dias. A obra está licenciada para ocorrer desde 2012.

                Folha

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                  ONU diz que 80 crianças estavam entre passageiros de avião que caiu na Ucrânia

                  O Subsecretário Geral da Organização das Nações Unidas para Relações Políticas, Jeffrey Feltman, afirmou que 80 crianças estavam entre as vítimas do avião abatido por um míssil no leste da Ucrânia, ocorrido na quinta-feira (17), próximo à fronteira com a Rússia.

                  No total, a aeronave tinha 298 pessoas de 12 nacionalidades a bordo, todas mortas na explosão que derrubou o Boeing 777 da Malaysia Airlines que havia saído horas antes de Amsterdã em direção a Kuala Lumpur, na Malásia. Entre os mortos estão alguns dos mais proeminentes estudiosos da Aids que se dirigiam à 20ª Conferência Internacional da Aids, em Melbourne, Austrália. Dois cachorros também estavam no avião.

                  Segundo apuração da rede de notícias norte-americana CNN, boa parte dos passageiros estava em férias. Além de 193 holandeses e de 43 malaios – incluindo 15 tripulantes e duas crianças -, havia 27 australianos, 12 indonésios, dez britânicos – um deles com cidadania sul-africana -, quatro alemães, quatro belgas, três filipinos, um canadense, um americano, um honconguês e um neo-zelandês.

                  IG

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                    Trecho da BR-101 entre Natal e Parnamirim teve 336 acidentes no 1º semestre de 2014

                    O patrimônio público também pode ser “vítima” de acidentes de trânsito. Embora não seja nada comparado ao trauma psicológico ou danos a uma vida, postes, grades de proteção, árvores, placas de sinalização e outros elementos são alvos fáceis para veículos desgovernados. Caso os condutores sejam considerados culpados pelo acidente, o poder público pode até pedir o ressarcimento ao dano.

                    Nesta semana, em mais um acidente no trecho da BR 101 entre Natal e Parnamirim (em frente a Feirinha do Camarão), uma condutora perdeu o controle do carro, capotou e acertou o tronco de uma árvore. Conforme o socorrista do Samu que atendeu a motorista, afirmou que a motorista não tinha com ferimentos graves. Conforme o policial rodoviário que atendeu a ocorrência, a capotagem foi gerada por uma frenagem brusca.

                    Só no trecho entre Natal (a partir do Complexo do Quarto Centenário) e Parnamirim (até a BR 101 no entroncamento para Macaíba) foram 336 acidentes no primeiro semestre deste ano, com 73 feridos e cinco mortos. No início de junho passado, um micro-ônibus também perdeu o controle e colidiu contra uma árvore no canteiro central. Em maio, outro condutor subiu também o meio-fio e bateu em um poste de iluminação pública.

                    Em casos em que a parte descritiva do boletim de ocorrência aponta a culpa do condutor, o poder público pode ser ressarcido.

                    De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), raramente o particular paga o dano público, visto que ele já teve o prejuízo pessoal com o carro. No caso das árvores do trecho urbana da BR 101 em Natal, a secretaria replanta uma muda e não uma planta adulta.

                    O valor pode variar de R$ 250 a R$ 2,5 mil a depender da espécie. Ainda segundo a assessoria de imprensa da Semsur, as árvores plantadas no trecho da rodovia federal possuem uma série de especificações para não colocar o trânsito em risco.

                    Os postes também são alvos comuns. A substituição de um poste completo com 17 metros de altura (padrão utilizado na zona urbana de Natal da BR 101), com cabeamento e lâmpada chega a R$ 2,5 mil segundo a Semsur.

                    No trecho em questão da BR 101, poste e árvores são de responsabilidade das prefeituras, seja de Natal ou Parnamirim. Mas a sinalização e instalação de equipamentos de fiscalização ficam por conta do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transito (DNIT). Segundo o superintendente do órgão no Rio Grande do Norte, os condutores considerados culpados não são liberados do ressarcimento.

                    Em situações em que o condutor realmente não contribui para o acidente, os custos ficam por conta da União.

                    Com informações do Jornal de Hoje

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                      MH17: Ucrânia acusa rebeldes de destruir provas

                      A Ucrânia acusou os separatistas pró-Moscou neste sábado de destruir provas de “crimes internacionais” e retirar corpos do local da queda do avião da Malaysia Airlines. O governo ucraniano denunciou que os rebeldes estavam impedindo representantes internacionais e os seus próprios peritos de iniciarem uma investigação. Kiev também aponta a Rússia como cúmplice na ocultação do material.

                      Acredita-se que o voo MH17, que partiu de Amsterdã para Kuala Lumour na quinta-feira com 298 pessoas a bordo, caiu após ser atingido por um míssil terra-ar disparado de uma área controlada pelos milicianos no Leste da Ucrânia. Até o momento, 186 corpos foram resgatados.

                      “Os terroristas, com a ajuda da Rússia, estão tentando destruir provas”, disse um comunicado oficial do governo ucraniano.

                      Kiev denuncia ainda que 38 corpos foram levados para um necrotério em Donetsk por pessoas com “forte sotaque russo”, argumentando que fariam as suas próprias autópsias nos cadáveres.

                      — Militantes armados afastaram as equipes de resgate, deixando-os sem meios de comunicação. Carregaram os corpos em um caminhão com sacos. De acordo com os militantes, iriam levá-los à cidade de Donetsk — disse uma fonte do governo regional de Donetsk, citado pela imprensa ucraniana.

                      Quase dois dias após a queda da aeronave, matando todos os passageiros, as equipes internacionais tiveram acesso restrito ao local da tragédia. Na manhã de sábado, o chefe dos serviços de segurança ucranianos, Valentin Nalivaichenko, anunciou um acordo com os rebeldes que controlam a área e membros de um grupo formado por representantes da Ucrânia, da Rússia e da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) para a criação de uma zona de segurança de 20 quilômetros para o resgate dos corpos. Poucas horas depois, o governo ucraniano denunciava a retirada de provas e cadáveres, e os observadores continuavam sem poder entrar na área.

                      Na sexta-feira à tarde, uma equipe de observadores da OSCE teve acesso ao local do acidente, mas a milícia pró-russa limitou os movimentos dos especialistas, segundo denúncia da própria organização. No mesmo dia, o Conselho de Segurança da ONU aprovou uma declaração exigindo uma investigação independente e completa para esclarecer as causas do desastre, além do pleno acesso à área.

                      O presidente dos EUA, Barack Obama, confirmou na sexta-feira que o avião foi abatido por um míssil lançado a partir da área de insurgentes que controlam o Leste da Ucrânia. Apesar de não ter acusado a Rússia diretamente, Obama sugeriu que os rebeldes não poderiam operar o equipamento sem o apoio de Moscou.

                      O Globo

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                        Equipes enfrentam dificuldade para resgatar corpos do voo MH-17; mais de 180 já foram recuperados

                        As centenas de corpos dos passageiros do avião da Malaysia Airlines, que caiu na última quinta-feira (17), continuam no local do acidente enquanto não são totalmente identificadas. De acordo com agências internacionais, o resgate desses corpos pode demorar, já que os destroços do avião estão espalhados por uma área de 15 km.

                        Um funcionário do Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia disse, em coletiva, que pelo menos 181 corpos já foram recuperados. Além das dificuldades de acesso ao local, que está sob domínio dos separatistas pró-russos, a extensão da área prejudica o trabalho dos peritos.

                        Uma correspondente do jornal norte-americano New York Times (NYT) relatou que alguns corpos estavam intactos e permaneciam nos assentos da aeronave ou presos a pedaços da fuselagem. De acordo com o NYT, os destroços do avião estão espalhados por uma extensa área rural e estradas de Donetsk.

                        Os representantes da agência AP afirmam que no epicentro da queda do avião se encontram 22 corpos e que demais partes dos corpos estão espalhadas a mais de 500 metros do local principal.

                        De acordo com a Reuters, um dos corpos atravessou o telhado da casa de uma senhora de 65 anos. “Eu ouvi um barulho e ela caiu na cozinha, o telhado foi quebrado”, contou Irina Tipunova. “O corpo ainda está aqui porque eles me disseram para esperar especialistas virem buscá-lo”.

                        Com as altas temperaturas na região, cerca de 32ºC, e o calor da explosão, a probabilidade de que os corpos entrem em decomposição é ainda maior.

                        Especialistas chegam na região ainda nesta sexta-feira (18) para começar o resgate dos corpos das vítimas.

                        R7

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                          FOTO: Mulher perde parentes nos dois acidentes da Malaysia Airlines

                          2014-734750641-20140718090603638ap.jpg_20140718Foto: Dan Peled / AP

                          Uma mulher australiana que perdeu seu irmão no desaparecimento de um avião da Malaysia Airlines em março tomou conhecimento agora de que sua enteada estava a bordo de outra aeronave da mesma companhia que foi abatida sobre território ucraniano na quinta-feira.

                          O irmão de Kaylene Mann, Rod Burrows, e sua cunhada, Maria Burrows, estavam no voo MH370 quando sumiu em 8 março, em um dos maiores mistérios da história da aviação. Nesta sexta-feira, ela descobriu que sua enteada, Maree Rizk, estava entre os passageiros a bordo do voo MH17 que caiu na Ucrânia.

                          Maree e seu marido Albert estavam voltando para casa em Melbourne após um período de quatro semanas de férias na Europa.

                          O voo MH17 partiu de Amsterdã com destino a Kuala Lumpur 12h14m (horário local) com 298 pessoas a bordo, sendo 283 passageiros e 15 tripulantes. Segundo as autoridades ucranianas, não parece haver sobreviventes.

                          A principal suspeita é de que um míssil Buk terra-ar tenha sido utilizado para derrubar a aeronave. Os lados opostos do conflito ucraniano — russos e rebeldes contra o governo central de Kiev e o Ocidente — fizeram acusações mútuas sobre a autoria do suposto ataque.

                          O Globo

                          OCORRÊNCIA MAIS GRAVE DE UM BOEING 777: Após queda de avião, empresas passam a evitar espaço aéreo ucraniano

                           Horas após um avião de passageiros da Malaysia Airlines cair com 295 pessoas a bordo nesta quinta-feira (17), empresas aéreas informaram que vão evitar o espaço aéreo ucraniano. O avião caiu na Ucrânia próximo a fronteira com a Rússia.

                          A francesa Air France, a alemã Lufthansa, a britânia British Airways, a holandesa KLM e a italiana Alitalia decidiram evitar o espaço aéreo do leste da Ucrânia. Já as russas Transaero e Aeroflot, a turca Turkish Airlines, a americana Delta Airlines e a árabe Emirates Airline anunciaram que evitarão todo o espaço aéreo do país.

                          “A Air France está monitorando a situação em tempo real e decidiu não voar mais sobre o leste ucraniano após ser informada do incidente”, disse um porta-voz da empresa.

                          Uma porta-voz da Lufthansa afirmou que a empresa decidiu evitar a região com efeito imediato, mas que por enquanto continuará servindo os aeroportos de Kiev e Odessa.

                          A Emirates Airline informou que o seu voo EK171 com destino a Kiev voltou para Dubai nesta quinta devido preocupações com a segurança, e que todos os voos para Kiev foram suspensos com efeito imediato. A companhia aérea afirmou que a proibição de voos para Kiev permanecerá em vigor até novo aviso. “A segurança de nossos clientes e da tripulação é fundamental, e vamos continuar a monitorar a situação com cuidado”, disse em um comunicado. A Emirates também afirmou que voos de e para os Estados Unidos e outros destinos europeus seguiram uma rota diferente e não passaram sobre a área onde o avião da Malásia caiu.

                          O Ministério do Interior ucraniano atribuiu a queda da aeronave, um Boeing 777, a “um míssil disparado do solo”. Não está claro, porém, que relação a queda do avião tem com o atual conflito entre forças ucranianas e forças separatistas pró-Rússia na região.

                          O primeiro-ministro da Ucrânia, Arseni Yatseniuk, ordenou uma imediata investigação do que chamou de “catástrofe”.

                          mapa-mostra-local-da-queda-do-aviao-da-malaysia-airlines-na-ucrania-1405621043274_615x300O voo MH17 ia de Amsterdã, na Holanda, para Kuala Lumpur, na Malásia, e voava a 10 mil metros quando teria sido atingido. O voo teria duração de 11 horas e 55 minutos e percorreria uma distância de 10,2 mil quilômetros.

                          Um repórter da Reuters no leste da Ucrânia afirmou que dezenas de corpos estavam espalhados ao redor dos destroços ainda em chamas de um avião de passageiros perto do vilarejo de Grabovo.

                          Um funcionário dos serviços de emergência disse que pelo menos 100 corpos tinham sido encontrados até o momento no local e que pedaços de corpos estavam espalhados por até 15 km. Partes quebradas das asas estavam marcadas com tinta azul e vermelha, as cores do emblema da Malaysian Airlines. (Com agências internacionais)

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