Amigo do preso José Dirceu, o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, acusa o presidente do STF, Joaquim Barbosa, de “espetacularizar as prisões” e “violar direitos” dos condenados do mensalão. Acha que “os outros ministros precisam se manifestar, para restaurar a dignidade do Supremo.”
“Eu já suspeitava que o ministro Joaquim ordenaria as prisões na sexta-feira, feriado do Dia da República, como ele fez, ou na próxima quarta-feira, Dia da Consciência Negra”, ironizou o advogado. “Mas não precisava exagerar na espetacularização. Até parece coisa de candidato.”
Kakay chama de espetáculo “a mobilização de jato da Polícia Federal para voar de Brasília até São Paulo e Belo Horizonte com o único propósito de levar os presos à Capital da República”. No dizer do advogado, a providência seria “absurda e desnecessária.”
“É absurda porque os presos se entregaram e têm o direito de cumprir as penas nos seus Estados e no regime certo. Impor ao Zé Dirceu e a outras pessoas um regime mais gravoso por dois, três, cinco dias é uma violência sem precedentes. Só há uma justificativa para que essa violência ocorra: a espetaculatização.”
No julgamento do mensalão, Kakay atuou como defensor do marqueteiro Duda Mendonça e da sócia dele, Zilmar Fernandes. Ambos foram absolvidos. Mas o advogado diz que a amizade com Dirceu o impede de se desligar integralmente do caso .
Do Blog: “Kakay” como é conhecido Antonio Carlos de Almeida Castro hoje em dia é um advogado muito rico, coincidentemente, vários casos que lhe renderam grande quantias de dinheiro foram defendendo condenados.
A senadora Zenaide Maia (PSD) aparece em posição consolidada na disputa por uma das duas vagas ao Senado pelo RN, segundo pesquisa do Instituto Exatus divulgada nesta terça-feira (28). O levantamento indica que ela figura entre os nomes mais bem colocados tanto no cenário estimulado quanto no espontâneo, reforçando consolidação na corrida eleitoral.
No cenário estimulado, quando os entrevistados recebem uma lista prévia de nomes e podem escolher até dois candidatos, o senador Styvenson Valentim aparece com 48,6% das intenções de voto. Em seguida, aparece Zenaide Maia, com 33,8%, ocupando posição entre os nomes que estariam eleitos caso o pleito fosse hoje.
Na sequência, aparecem Rafael Motta (18,7%), Coronel Hélio (15,3%) e Samanda Alves (12,6%), compondo o grupo dos cinco primeiros colocados.
Já no cenário espontâneo, quando os eleitores respondem livremente em quem pretendem votar, sem apresentação prévia de nomes, Styvenson aparece com 25,08%. Zenaide Maia aparece logo depois, com 9,45%, também figurando entre os mais citados.
Com isso, os dois ocupam as posições que garantiriam eleição caso o pleito fosse hoje. Na sequência aparecem os demais postulantes e citações pulverizadas entre outros nomes.
O levantamento contratado pelo Grupo Agora RN ouviu 1.518 eleitores entre os dias 14 e 17 de abril, em todas as regiões do Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2,51 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral é RN-08384/2026.
A polêmica envolvendo o curso O Farol e a Forja, idealizado por Juliano Cazarré, saiu das redes sociais e chegou à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O deputado bolsonarista Rodrigo Amorim (PL) protocolou um Projeto de Lei para conceder a Medalha Tiradentes ao ator.
Em contrapartida, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) analisa nesta quarta-feira (29/4) uma proposta do mesmo parlamentar que visa declarar o humorista Fábio Porchat como persona non grata no Rio.
Ao justificar a homenagem, Amorim afirmou à coluna Fábia Oliveira, no Metrópoles, que, para além da carreira artística, Cazarré “é reconhecido por se posicionar publicamente em defesa de valores conservadores, manifestando opiniões alinhadas aos princípios de valorização da família e da liberdade religiosa”.
O deputado, no entanto, critica declarações públicas feitas por Porchat se referindo de forma “jocosa e desrespeitosa” ao ex-presidente Jair Messias Bolsonaro.
“O escárnio manifestado pelo referido humorista, em tom de deboche, não apenas atinge a honra do ex-presidente e de seus apoiadores, mas também despreza a liturgia do cargo e os valores democráticos que sustentam a Nação”, argumentou.
Curso de masculinidade reacende debate
O caso ganhou força após Juliano Cazarré divulgar, na última semana, conteúdos e iniciativas voltadas à masculinidade, com foco em temas como liderança, espiritualidade e papéis sociais dos homens. A repercussão aumentou após Fábio Porchat ironizar a proposta em um vídeo publicado nas redes sociais.
Para Amorim, as críticas a Cazarré estariam relacionadas ao seu posicionamento firme.
“A homenagem reconhece a relevância de personalidades que, por meio de sua visibilidade pública, participam ativamente da construção do debate de ideias no país, reforçando o pluralismo e a liberdade de expressão como pilares fundamentais do Estado Democrático de Direito”, declarou o deputado.
Em meio à crescente pressão por desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio, uma escola em Natal têm buscado equilibrar resultados acadêmicos com o cuidado à saúde mental dos estudantes. No Colégio Porto, a preparação dos alunos da 3ª série do ensino médio tem sido estruturada a partir de uma cultura de estudos que une revisão de conteúdo, estratégia e acompanhamento individual. Uma combinação entre rigor acadêmico e acolhimento que tem impacto direto na confiança dos alunos.
A proposta parte do entendimento de que o último ano da educação básica é mais do que uma etapa de revisão. “A terceira série contempla todos os conteúdos ministrados ao longo do ensino médio, mas é também o ápice de uma cultura de estudos. A gente busca ajudar os estudantes a construir isso dia após dia, sem negligenciar a saúde integral desses meninos”, explica a orientadora pedagógica Kennia Ísis.
Um dos pilares dessa preparação é o acompanhamento próximo do aluno. Projetos de mentoria e monitoria funcionam como suporte contínuo, especialmente no contraturno, permitindo que dúvidas sejam trabalhadas de forma mais direcionada.
“O aluno não caminha sozinho. A monitoria oferece um suporte técnico e dinâmico, enquanto a mentoria atua no campo da estratégia. O mentor funciona como um treinador, ajudando a analisar desempenho, ajustar rotas e organizar a rotina de estudos”, detalha.
”Projeto de Vida” integra aprendizado e bem-estar
O Colégio Porto também aposta em uma abordagem integrada por meio do chamado Projeto de Vida, com encontros semanais voltados à organização da rotina, técnicas de aprendizagem e planejamento de futuro. A iniciativa inclui ainda atividades físicas regulares para reduzir o estresse e ações de suporte emocional conduzidas pelo núcleo de apoio pedagógico.
“É um trabalho que envolve o cognitivo, o físico e o emocional, evitando, inclusive, quadros de esgotamento ao longo do ano”, afirma Kennia.
Dentro desse acompanhamento, os estudantes passam por avaliações de interesse profissional, que cruzam aptidões e expectativas de futuro. Segundo a orientadora, esse processo contribui para dar sentido à rotina de estudos.
“Quando o aluno entende onde quer chegar, o estudo deixa de ser um peso e passa a ser um meio para alcançar um objetivo real.”
Simulados e estratégia de prova
A preparação inclui ainda simulados periódicos no formato do Enem, com aplicação fiel às condições da prova oficial, desde horários até regras e materiais permitidos. As avaliações utilizam a Teoria de Resposta ao Item (TRI), mesma metodologia adotada pelo exame, o que permite uma análise mais precisa do desempenho dos estudantes.
Para complementar, o Colégio Porto promove encontros com especialistas em estratégias de prova, com foco na interpretação da TRI e no desenvolvimento de técnicas para melhorar o rendimento. A ideia é que o estudante compreenda não apenas o conteúdo, mas também a lógica do exame.
Mais do que a aprovação em universidades, a proposta, segundo a escola, é formar estudantes capazes de gerir o próprio aprendizado e lidar com desafios futuros. “O resultado não é só o ingresso no curso desejado, mas a formação de um indivíduo que sabe organizar metas e emoções, competências que vão acompanhar esses jovens ao longo da vida”, conclui.
Um homem desenterrou o esqueleto da própria irmã para provar a morte dela diante de funcionários de um banco rural no estado de Odisha, na Índia. O objetivo era conseguir sacar um valor depositado na conta da mulher morta.
O episódio ocorreu na vila de Mallipasi, na segunda-feira (27), quando Jitu Munda levou os restos mortais até a agência bancária como forma de evidência. Segundo informações da polícia, a irmã do homem havia morrido cerca de dois meses antes e possuía aproximadamente 19.300 rúpias (cerca de R$ 1.020) depositadas na instituição.
De acordo com o relato das autoridades, Munda procurou o banco inicialmente para retirar o dinheiro, mas teve o pedido negado. Funcionários informaram que, por estar em nome da irmã, o valor só poderia ser liberado mediante apresentação de documentos, incluindo certidão de óbito e outros comprovantes legais.
Sem compreender o procedimento, o homem, descrito como analfabeto, decidiu abrir o local onde a irmã havia sido enterrada, recolheu os ossos em um saco e os apresentou diretamente aos funcionários como prova de falecimento.
A reação dentro da agência foi de susto. Funcionários ficaram alarmados ao ver o esqueleto e acionaram a polícia, chegando a se trancar dentro do prédio por um período. O caso rapidamente atraiu a atenção de moradores da região, que se dirigiram ao local para acompanhar a situação.
Equipes policiais foram enviadas ao banco e, após conversa com o homem, conseguiram convencê-lo a retornar os restos mortais ao local de sepultamento adequado. O material foi então novamente enterrado.
Segundo Kiran Prasad Sahu, responsável pela delegacia da região, o episódio evidencia falta de entendimento sobre procedimentos burocráticos. Ele afirmou que o homem foi orientado a obter a certidão de óbito para poder acessar os valores depositados.
As autoridades destacaram que Munda não tinha intenção de causar tumulto, mas agiu por desconhecimento das exigências legais para movimentação de contas após a morte do titular.
A diretoria do ABC Futebol Clube apresentou ao Conselho Deliberativo os avanços na negociação de uma transação tributária com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, que pode reduzir a dívida do clube em cerca de R$ 15,2 milhões.
Segundo os dados, o passivo tributário federal é de R$ 24,9 milhões. A proposta em análise prevê pagamento de R$ 9,7 milhões, com desconto de até 70%, entrada de R$ 115,8 mil e parcelamento em até 84 meses.
O clube já protocolou proposta e recebeu uma contraproposta da PGFN, com condições para continuidade das negociações. A resposta foi recebida em abril e ainda aguarda formalização.
A próxima etapa é a análise do Conselho Deliberativo, que deve avaliar e autorizar o avanço do acordo.
De acordo com o vice-presidente jurídico, Ennio Marques, o processo segue critérios técnicos e busca garantir segurança jurídica e transparência. A negociação faz parte do plano de reestruturação financeira do clube.
Sidônio Palmeira, chefe da Comunicação, dando instruções a Lula – Foto: divulgação
Integrante do grupo de comunicação FSB, que presta serviços ao governo Lula (PT), a empresa de pesquisa Nexus divulgou levantamento (nº BR-01075/26) que aponta Lula cinco pontos (41% a 36%) à frente de Flávio Bolsonaro (PL) no 1º turno, mas Flávio está apenas dois pontos à frente (42% x 40%) no Sul. Pode ter sido erro, na melhor hipótese: é a única pesquisa que aponta vantagem tão pequena do candidato do PL na região.
Os demais institutos apontam até 19 pontos em favor de Flávio na Sul. Procurado, o Nexus/FSB não explicou tamanha diferença. A informação é da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.
Na pesquisa Genial/Quaest de 15 de abril, na região Sul Flávio aparece com 40% contra 23% do atual presidente Lula; 17 pontos de diferença.
No primeiro turno da CNT/MDA de 14 de abril, Flávio tem 40% e Lula, 28% na região Sul. No Paraná Pesquisa de 2 de abril foi 49,5% a 30,2%.
Até no último levantamento nacional Datafolha nacional, de 11 de abril, no Sul Flávio soma 39% contra 28% de Lula.
A PGR (Procuradoria-Geral da República) arquivou um pedido para investigar o ministro do STF Gilmar Mendes por suposto crime de homofobia em declarações contra o ex-governador de Minas Romeu Zema (Novo).
PGR não viu crime nas declarações de Gilmar Mendes
“Não se verifica, no contexto apresentado, conduta que configure lesão efetiva e atual a direitos coletivos da população LGBTQIA+ que demande intervenção ministerial”, diz o despacho, assinado pelo procurador Ubiratan Cazetta, chefe de gabinete do procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Entenda o caso
Em entrevista, Gilmar citou possibilidade de que se façam “bonecos de Zema como homossexual” ao reclamar de críticas do ex-governador ao STF. O ministro indagou, ainda, se isso não seria “ofensivo”. “Se começamos a fazer piadas com coisas sérias, com as instituições, imagine que comecemos a fazer bonecos do Zema como homossexual. Será que não é ofensivo? Ou se fizermos ele roubando dinheiro no estado, será que não é ofensivo? É correto brincar com isso? Homens públicos podem fazer isso?”, disse Gilmar ao portal Metrópoles.
Gilmar reconheceu depois que declaração foi “inadequada”. Ele afirmou ter errado ao citar homossexualidade como “acusação injuriosa” e pediu desculpas. “Não tenho receio de reconhecer um erro. Errei quando citei a homossexualidade ao me referir ao que seria uma acusação injuriosa contra o ex-governador Romeu Zema. Desculpo-me pelo erro. E reitero o que está certo”, publicou Gilmar no X.
Em resposta, Zema reagiu e disse que Gilmar “extrapola cada vez mais os limites”. “Inacreditável. Gilmar Mendes equipara a nossa sátira dos intocáveis com uma possível sátira do STF me representando como homossexual e ladrão. Se comporta como um INTOCÁVEL. Acima de tudo e todos. Que vergonha”, criticou Zema.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), e sua esposa, Viviane Barci de Moraes, acionaram a Justiça contra o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) por danos morais.
O motivo, segundo a ação assinada pelo escritório de Viviane, foram declarações à imprensa do senador associando Moraes ao PCC (Primeiro Comando da Capital) e sugerindo a existência de circulação de recursos financeiros entre os familiares do ministro e a facção criminosa.
De acordo com a petição, Vieira “excedeu, em muito, o exercício regular de seu direito de livre manifestação, extravasando, inclusive, os limites de sua imunidade material parlamentar”.
A ação diz que as declarações são “fraudulentas, absolutamente inadmissíveis e abusivas”. O documento sustenta que a intenção de Vieira era “ferir” a honra, a dignidade e o decoro de Moraes e Viviane, resultando na violação “dos direitos de personalidade dos ofendidos”.
A peça pede que Vieira pague uma indenização de R$ 20 mil, tendo como base:
a gravidade das declarações, consideradas as condições pessoais dos ofendidos e do ofensor;
a repercussão negativa decorrente de tais declarações veiculadas por mídia social e impressa tradicional; e
os prejuízos causados à reputação e à honra dos autores.
Vieira foi o relator da CPI do Crime Organizado e, em seu relatório final, pediu o indiciamento de Moraes e dos ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet. O relatório foi rejeitado após manobra do governo.
O que diz Vieira
Procurado, o senador se referiu à ação como uma “intimidação” que “não vai frear seu trabalho”.
Segundo ele, na condição de relator da CPI do Crime, foram mencionadas pelo parlamentar a existência de “circulação de recursos” entre grupos sob apuração e pessoas ligadas a diferentes esferas, incluindo familiares de autoridades, o que motivou a controvérsia jurídica.
Vieira afirma ainda que suas declarações foram distorcidas. “Eu não disse isso. Em nenhum momento, está gravado. O que eu disse, repito, é provado e confessado, é que eles receberam sim, cerca de R$ 80 milhões do Banco Master, que hoje nós sabemos, era um grupo criminoso”, afirma.
Em declaração anterior, Vieira já havia esclarecido o teor da fala: “O que fiz foi relatar o provável processo de lavagem de dinheiro, realizado por um grupo que contratou os serviços do escritório da família Moraes. Não apontei em nenhum momento uma ligação direta entre o PCC e o referido escritório”, afirmou.
“A intimidação, e a tentativa de tentar constranger por meio de processo não vai parar o nosso trabalho, que é um trabalho que é feito no interesse dos brasileiros que merecem viver num país onde a lei seja igual para todos”, completa o parlamentar.
Ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa — Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília
O ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa, preso na Operação Compliance Zero, sinalizou interesse em colaborar com as investigações.
A defesa pediu ainda ao Supremo Tribunal Federal (STF) a transferência do presídio da Papuda para um local que permita conversas sigilosas com advogados.
O pedido foi encaminhado ao ministro André Mendonça, relator do caso no STF. No documento, os advogados afirmam que Costa manifestou a intenção de cooperar com as autoridades, “possivelmente por meio de colaboração premiada”.
O executivo é suspeito de não seguir práticas de governança e permitir negócios com o banco Master sem lastro — ou seja, sem garantias que sustentem seu valor.
Segundo os advogados, a possibilidade de uma eventual colaboração premiada depende de três fatores:
a voluntariedade do investigado
análise técnica sobre a utilidade das informações e provas
uma decisão esclarecida sobre os termos e riscos do acordo
De acordo com a petição, a estrutura da unidade prisional e a necessidade de garantir o sigilo das conversas entre cliente e defesa impedem discussões detalhadas sobre os fatos investigados e o manuseio de possíveis provas.
Por isso, a defesa pede a transferência para um ambiente em que Costa possa exercer “de forma plena seu direito à autodefesa”, com garantia de confidencialidade nas comunicações entre advogados e cliente.
A petição menciona ainda que Paulo Henrique Costa é oficial da reserva das Forças Armadas, com patente de 2º tenente.
Quem é Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB preso pela PF
Paulo Henrique Costa esteve à frente do BRB a partir de 2019, indicado pelo ex-governador do DF Ibaneis Rocha e conduziu a tentativa de compra do Banco Master pela instituição. O executivo foi afastado em novembro após decisão judicial.
Segundo os autos, Costa defendeu a compra do Master como uma solução para a crise da instituição privada.
Costa é formado em administração de empresas com especializações na área financeira em universidades do exterior, e possui mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro.
Antes de assumir o BRB, ele era vice-presidente de Clientes, Negócios e Transformação Digital da Caixa Econômica Federal, onde trabalhava desde 2001 até assumir o BRB.
A pesquisa do instituto Data Census que apontava o ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra na liderança da disputa ao Governo do RN com mais de 20% foi suspensa pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte.
A decisão, assinada pelo juiz Daniel Cabral Mariz Maia, atendeu ação do Partido Novo e determinou a retirada imediata da divulgação do levantamento (RN-05562/2026). O magistrado identificou falhas graves, como inconsistências no plano amostral, divergências entre dados declarados e aplicados, além de dúvidas sobre contratação e recursos.
Segundo a decisão, os problemas comprometem a “higidez da pesquisa”.
O TRE-RN fixou multa diária de R$ 5 mil em caso de descumprimento, podendo ultrapassar R$ 100 mil conforme a Lei das Eleições. A medida vale para qualquer meio de divulgação, inclusive redes sociais.
Apesar disso, até o fechamento desta matéria, o conteúdo ainda permanecia no Instagram de Allyson Bezerra, em possível descumprimento da decisão.
Já pensou se essa CELERIDADE existisse em todo o JUDICIÁRIO?
E especificamente, no próprio STF onde há processos que tramitam "tartarugamente" (a passos de tartaruga) há décadas sem solução…
Temos casos na Justiça brasileira que a simples liberação de um alvará para uma pessoa idosa ou mesmo aguardando medida de urgência para tratamento de saúde, dura semanas e até meses sem perspectiva de execução. As vezes um simples despacho ou a expedição de uma mera notificação/intimação demora seis meses a um ano.
Viva Joaquim. Conseguiu um recorde na JUSTIÇA BRaSILEIRA! Só nos resta saber se terá a mesma disposição e celeridade com os "OUTROS" INÚMEROS PROCESSOS QUE JÁ EXISTIAM ANTES DESSE E DOS QUE VIRÃO DEPOIS, POIS EM TERMOS DE VALORES, É BOM REPARAR NO DETALHE ABAIXO:
1 – COROA BRASTEL _ 1983: Em junho de 1983, fiscais do BC descobriram no escritório da financeira Coroa, no Rio, pistas de um derrame de letras de câmbio frias. Ao todo, US$650 milhões. Anos antes, Assis Paim Cunha – dono do grupo Coroa-Brastel – foi pressionado pelo governo para que assumisse o passivo da corretora Laureano, para evitar uma quebra generalizada no sistema financeiro. Paim foi preso, processado e perdeu as empresas. Os pequenos investidores não conseguiram reaver as perdas.
2 – Nacional _ 1995: Segundo a denúncia do Ministério Público, 652 créditos fantasmas no banco causaram um prejuízo à sociedade de US$15 bilhões, com a contabilização de lucros falsos, a distribuição de dividendos e a captação de capital com subscrição de ações, numa empresa praticamente falida.
3 – ECONÔMICO _ 1995: As fraudes do Banco Econômico vieram à tona em agosto de 1995, quando o BC decretou intervenção na instituição. Na época, o Econômico, tecnicamente quebrado, pegava empréstimos diários de R$ 1 bilhão para fechar o caixa. No início de 1996, o BC apurou um rombo de R$ 7 bilhões, causado principalmente por empréstimos irregulares a empresas coligadas.
4 – BAMERINDUS – 1997: O rombo no Bamerindus, banco do ex-senador José Eduardo Andrade Vieira, foi em descoberto em 1997, quando a instituição sofreu intervenção do Banco Central. A liquidação extrajudicial foi decretada em 1998 e a parte do Bamerindus que estava saneada foi vendida para o banco inglês HSBC.
Marka _ 1999: O banco do italiano Salvatore Cacciola assumiu pesados compromissos em dólar. Quando o Banco Central decretou a maxidesvalorização do real, a instituição teve prejuízos gigantescos e acabou sendo socorrida pelo Banco Central.
5 – FONTE CIDAM-1999: Assim como no caso do Banco Marka, os problemas do FonteCindam vieram à tona após a maxidesvalorização do real. O banco também foi socorrido pelo BC.
6 – PRECATÓRIOS – 1997: As irregularidades na emissão de títulos precatórios (dívidas resultantes de sentenças judiciais) foram descobertas em 1996, primeiramente nos estados de Santa Catarina e Pernambuco. No fim do ano, o Senado instaurou uma CPI para tratar do assunto e, no ano seguinte, o escândalo ganhou destaque nacional com o envolvimento da prefeitura de São Paulo e do ex-prefeito Celso Pitta.
7 – PAPATUDO _ 1994, 1995: Com a apresentadora Xuxa como garota-propaganda, o Papa-Tudo era administrado pela corretora Interunion e lesou milhões de investidores que compraram o título de capitalização da empresa. Segundo o Ministério Público Federal, os gestores simulavam lucros com falsos dados contábeis, mas não mantinham sequer reservas técnicas para garantir o reembolso.
8 – BANCO SANTOS – 2004/2005:O Banco Santos sofreu intervenção do Banco Central (BC) em novembro de 2004, diante de diversos saques em contas e resgates em fundos de investimento. O interventor nomeado pela autoridade monetária, Vânio Aguiar, descobriu um rombo de R$2,23 bilhões na época. Em 2005, Cid Ferreira foi indiciado pela Polícia Federal, acusado de crime contra o sistema financeiro e associação como o argentino Cesar Arrieta, fraudador da Previdência. No mesmo ano, o BC anunciou a liquidação extrajudicial do banco, e foi aberto um processo criminal contra Ferreira e 18 ex-diretores.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/confira-alguns-dos-principais-escandalos-financeiros-ja-registrados-no-brasil- 926839#ixzz2ku3xNIsE
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Só na década de 2000, tivemos:
Década de 2000
Caso Luís Estêvão
Caso Toninho do PT
Caso Celso Daniel
Operação Anaconda
Escândalo do Propinoduto
Escândalo dos Bingos(ou Caso Waldomiro Diniz)
Caso Kroll
Escândalo dos Correios (Também conhecido como Caso Maurício Marinho)
Escândalo do IRB
Escândalo do Mensalão
Mensalão mineiro
Escândalo do Banco Santos
Escândalo dos Fundos de Pensão
Escândalo do Mensalinho
Caso Escândalo da Quebra do Sigilo Bancário do Caseiro Francenildo)
Escândalo das Sanguessugas (Inicialmente conhecida como Operação Sanguessuga e Escândalo das Ambulâncias)
Operação Confraria 1
Operação Dominó
Operação Saúva
Escândalo do Dossiê
Escândalo da Renascer em Cristo
Operação Hurricane (também conhecida Operação Furacão)
Operação Navalha
Operação Moeda Verde
Caso Renan Calheiros ou Renangate
Caso Joaquim Roriz (ou Operação Aquarela)
Escândalo dos cartões corporativos
Caso Bancoop
Esquema de desvio de verbas no BNDES
Máfia das CNH's
Caso Álvaro Lins, no Rio de Janeiro
Operação Satiagraha ou Caso Daniel Dantas
Escândalo das passagens aéreas
Escândalo dos atos secretos
Caso Gamecorp
Escândalo dos Correios
CPI das ONGs
Operação Faktor
A Privataria Tucana
ALGUÉM AINDA ACHA O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL UM TRIBUNAL DE JUSTIÇA RÁPIDA? EFICIENTE E EFICAZ? IGUAL PARA TODOS?
Porém nunca é tarde para começar. Temos só que acabar com a demagogia, a espetaculização de suas obrigações e fazer o dever de casa aplicando o Direito aos casos concretos de todos indistintamente. Prender Somente os Petistas dá uma impressão de PERSEGUIÇÃO, PRINCIPALMENTE fazendo isso com tanto alarde durante um final de semana feriado quando os réus não ofereciam perigo de fuga…