Mais uma vez, em decorrência da insegurança contra os trabalhadores da categoria, os rodoviários iniciaram uma paralisação de protesto nesta quarta-feira (8), na capital potiguar, após um cobrador da Linha 38(Planalto – Praia do Meio) ter sido baleado na noite dessa terça-feira (7). A vítima atingida por uma bala no pescoço foi socorrida logo em seguida, passou por cirurgia e, felizmente, não corre risco de morte.
O suspeito, um adolescente, foi surpreendido por populares após a ação covarde e foi espancando e encaminhado com vários traumas ao Hospital Walfredo Gurgel.
Fotos: Alice Soares
Os trabalhadores, como de costume, realizam o protesto no baldo, próximo ao Sintro, e também nos principais corredores da cidade, como as avenidas Bernardo Vieira, .Prudente de Morais e Hermes com a Salgado FIlho. A expectativa é que o movimento se protesto se encerre a partir das 11h.
A polícia vem conversando e planejando ações a 4 anos, planejamento demais ação de menos. A primeira atitude SERIA ACABAR COM AS SESSÕES DE POLICIAIS AS SECRETARIA E ÓRGÃOS DO GOVERNO, afastados de suas funções.
Se entrou na polícia é para ser policial e não burocrata. Quer fazer outro serviço, peça baixar e faça novo concurso.
Não sou contra o protesto, sylton, mas, sim, a maneira como ele é feito. Temos que atingir e cobrar, diretamente, as nossas ditas "autoridades", que são os responsáveis pelo quadro de violência que aí está e que atinge, não só os valorosos profissionais rodoviários mas, toda a população, infelizmente.
Ah vá se lascar pra lá de que vai servi isso?
O que mudou da ultima paralização que vocês fizeram?
Não é esse tipo de protesto que vai dar jeito
Procurem outro Tipi de atitude por que desse jeito só atingi o cidadão trabalhador
Deveriam, isso sim, levar todos os ônibus para a GOVERNADORIA e/ou para o QUARTEL DO COMANDO-GERAL DA POLÍCIA MILITAR DO RN e não infernizar a vida do cidadão trabalhador, como se este fosse o culpado de tanta violência. S A C O!!!
A Prefeitura de Natal identificou uma diferença estimada em R$ 34,3 milhões entre os valores de IPVA informados pelo Governo do RN e os depósitos recebidos pelo município. O levantamento da Secretaria Municipal de Finanças (SEFIN) considera os anos de 2024, 2025 e 2026.
De acordo com os dados, a divergência seria de R$ 2,46 milhões em 2024, R$ 8,10 milhões em 2025 e R$ 23,75 milhões em 2026. Parte do valor deste ano foi estimada, já que os dados estaduais disponíveis abrangem apenas até maio.
Um dos pontos destacados pela Prefeitura ocorreu em julho e agosto de 2026. Enquanto a arrecadação estadual do IPVA cresceu 17%, os repasses para Natal caíram 40% em comparação com o mesmo período do ano anterior.
Segundo a SEFIN, a capital deveria ter recebido cerca de R$ 29,1 milhões nos dois meses, mas foram depositados R$ 14,3 milhões. A diferença estimada é de R$ 14,85 milhões.
A Prefeitura afirma que comportamento semelhante foi registrado em outros municípios potiguares e solicitará ao Governo do Estado dados detalhados da arrecadação e das transferências, além da conciliação dos valores.
O município também aponta mudanças na frequência dos depósitos. Em 2024, eram registrados, em média, quatro créditos mensais de IPVA. Em 2026, a média caiu para um depósito por mês.
A gestão municipal destaca que os recursos são importantes para o financiamento de serviços públicos, como saúde, educação, limpeza urbana e conservação de ruas.
O transporte interbairros de Parnamirim vai parar nesta sexta-feira (6). O BG confirmou que a cooperativa responsável pelo serviço prepara uma paralisação em protesto contra a decisão da Prefeitura de não conceder o reajuste de 77,2% solicitado pela categoria.
A cooperativa reivindica que a passagem passe de R$ 4,00 para R$ 7,08, enquanto a gestão municipal trabalha com o valor de R$ 5,00.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que pretende apresentar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) propostas de medidas fiscais após o retorno do petista da viagem à Turquia, onde participará da COP 31. Segundo Durigan, as sugestões estão em discussão e buscam melhorar o equilíbrio das contas públicas. O ministro ressaltou, porém, que não existe uma solução simples para o desafio fiscal: “Não há fórmula mágica”.
O encontro, realizado no Palácio da Alvorada, contou com a participação do vice-presidente Geraldo Alckmin, do ministro da Fazenda, Dario Durigan, do ex-ministro Fernando Haddad, do presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, e dos economistas Guido Mantega, Laura Carvalho, Eduardo Moreira e Luciano Coutinho, entre outros integrantes do governo.
A reunião faz parte de uma primeira rodada de consultas de Lula sobre o cenário econômico. A expectativa é que o presidente também converse com economistas de outras correntes e representantes do setor empresarial antes de definir os próximos passos.
Durigan afirmou que levaria propostas e ideias sobre medidas que o governo poderá adotar nas próximas semanas. O ministro, porém, não espera anúncios imediatos. Segundo ele, novas informações devem surgir após o retorno de Lula da viagem à COP 31, na Turquia.
A discussão ocorre em meio à alta do endividamento público. Dados do Banco Central mostram que a dívida bruta do governo passou de 71,7% do PIB, em dezembro de 2022, para 82,9% em setembro de 2026, o equivalente a R$ 11,1 trilhões.
“Como cheguei até aqui, isso vou levar comigo para o túmulo.” Foi assim que o senador Flávio Bolsonaro (PL) respondeu ao The New York Times ao ser questionado sobre os detalhes de sua saída do Brasil e a viagem até os Estados Unidos. Em sua primeira entrevista desde que chegou a Miami, ele afirmou que organizou tudo sozinho e negou ter recebido ajuda de qualquer governo.
A decisão de deixar o país foi tomada espontaneamente com a esposa, na manhã seguinte à derrota nas eleições presidenciais. Ele contou que, ao sair da casa do pai, Jair Bolsonaro, foi informado de que teria 24 horas para entregar os passaportes. O ex-presidente, segundo o senador, teria demonstrado preocupação com o que poderia acontecer e os dois se despediram sem discutir um plano de fuga.
Horas depois, Flávio publicou um vídeo afirmando que entregaria os documentos e que não pretendia deixar o Brasil. Cerca de 42 horas depois, porém, reapareceu em Miami, após uma viagem de aproximadamente 8 mil quilômetros, com passagens pelo Equador e pela Argentina.
O senador afirmou que deixou o país por acreditar que seria preso caso permanecesse no Brasil. Ele responde a investigações relacionadas a suspeitas de lavagem de dinheiro e corrupção, mas não foi acusado formalmente de nenhum crime. Flávio também disse considerar o Judiciário politicamente motivado e afirmou que já esperava uma condenação.
Na entrevista de 75 minutos, o parlamentar voltou a contestar o resultado das eleições, vencidas por Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Sem apresentar provas, classificou a derrota como “matematicamente impossível” e levantou suspeitas de fraude. As alegações foram rejeitadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e não foram confirmadas por observadores internacionais.
Flávio também agradeceu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por permitir sua permanência no país, mas negou ter recebido ajuda de autoridades americanas para organizar a viagem. Segundo o relato, o jato que o levou a Miami teria sido providenciado por um funcionário da Casa Branca, e sua entrada nos Estados Unidos teria sido autorizada diretamente por Trump.
O senador afirmou que pretende contestar judicialmente a vitória de Lula, embora reconheça as poucas chances de sucesso. Também planeja apoiar aliados políticos no Brasil e defender pautas como a redução da maioridade penal e a anistia para o pai e os condenados pelos atos de 8 de janeiro.
Flávio, a mulher e as duas filhas poderão permanecer nos Estados Unidos por pelo menos um ano, com um status migratório concedido por razões humanitárias. Ele disse ainda não saber onde a família irá morar e não descartou voltar à política brasileira. “Se houver novas eleições, obviamente serei candidato novamente”, afirmou.
A indústria brasileira acumulou retração de 4,1% entre maio e setembro, após registrar queda de 0,8% na produção no último mês. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e representa o quarto recuo nos últimos cinco meses.
Na comparação com setembro de 2025, a produção industrial caiu 2,5%. Em agosto, a retração havia sido de 0,6%. O resultado negativo de setembro atingiu três das quatro grandes categorias econômicas e 17 dos 25 ramos pesquisados.
Entre as atividades, a maior influência negativa veio da produção de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis, que recuou 4,2%. Também contribuíram para a queda os setores de produtos alimentícios (-1,7%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (-1,2%).
Na contramão, a indústria extrativa avançou 1,7%, mesma variação registrada pelo setor de produtos químicos. A produção de produtos do fumo teve alta de 20,3%. Com o resultado de setembro, o terceiro trimestre terminou com queda de 1,4% em relação ao mesmo período de 2025.
As prisões por embriaguez ao volante já superaram em 33,8% o total registrado durante todo o ano passado na Grande Natal. Entre janeiro e 3 de novembro de 2026, a Operação Zero Álcool contabilizou 653 detenções, contra 488 em 2025.
O número é o maior da série histórica, iniciada em 2016, segundo balanço divulgado pelo Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE) nesta quinta-feira (5).
Extremoz lidera as ocorrências, com 191 prisões, seguida por Macaíba, com 92, e Natal, com 74. Juntos, os três municípios concentram 357 casos, mais da metade do total registrado neste ano.
A série histórica aponta queda nas ocorrências até 2019, quando foram registradas 25 prisões, menor número do período. A partir de 2022, os registros voltaram a crescer: foram 253 naquele ano, 477 em 2023, 349 em 2024 e 488 em 2025.
A prisão por embriaguez ao volanteGrande Natal registra 653 prisões por embriaguez ao volante e supera todo o ano de 2025 ocorre quando o bafômetro registra concentração igual ou superior a 0,33 miligrama de álcool por litro de ar expelido pelos pulmões, já considerado o desconto aplicado à medição do equipamento.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mudou o entendimento sobre fraudes à cota de gênero e decidiu que mulheres eleitas em chapas irregulares poderão manter seus mandatos caso não tenham participado da fraude.
A decisão foi tomada nesta quinta-feira (5), em um processo envolvendo candidaturas a deputado estadual pelo Podemos no Amapá, nas eleições de 2022. Até então, o reconhecimento de candidaturas fictícias para cumprir a cota mínima de 30% de mulheres levava à anulação dos votos de toda a chapa e à cassação dos eleitos.
Com a nova regra, serão preservados o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (Drap), os votos de legenda e os votos nominais das mulheres que não participaram da irregularidade. Os votos de candidatos homens e das candidaturas fictícias serão convertidos em votos de legenda, sem alteração dos quocientes eleitoral e partidário.
O entendimento vale para eleições proporcionais, como as de deputado federal, deputado estadual e vereador. A aplicação, porém, não será automática: cada caso continuará sendo analisado individualmente pela Justiça Eleitoral.
No processo, o Ministério Público Eleitoral apontou que o Podemos registrou três candidatas fictícias no Amapá para cumprir a cota de gênero em 2022. Segundo o órgão, elas não fizeram campanha, não receberam recursos do fundo eleitoral e tiveram votação inexpressiva. Uma delas não recebeu nenhum voto.
O MPE pediu a cassação dos eleitos pela legenda, incluindo a deputada estadual Zeneide Costa, atualmente filiada ao PT. O relator, ministro André Mendonça, reconheceu a fraude e defendeu a cassação dos mandatos dos homens eleitos pelo partido, mas preservou o mandato de Zeneide por entender que ela não participou da irregularidade. A maioria dos ministros acompanhou o voto, estabelecendo o novo entendimento da Corte.
A inadimplência no crédito avançou quase 40% entre brasileiros de alta renda em um ano, segundo dados do Banco Central. Em agosto, o indicador cresceu 38,8% entre quem recebe de 10 a 20 salários mínimos e 35,8% na faixa acima de 20 salários mínimos, na comparação com o mesmo mês de 2025.
Entre os que ganham de 10 a 20 salários mínimos, a taxa passou de 4,59% para 6,37%. Já na faixa superior a 20 salários mínimos, subiu de 5,53% para 7,51%.
Os dados do Sistema de Informações de Créditos (SCR) consideram operações com parcelas atrasadas há mais de 90 dias. Portanto, medem a participação dos créditos em atraso no total da carteira, e não o percentual de pessoas inadimplentes.
No cartão de crédito, a alta foi ainda maior: 50,1% entre quem recebe de 10 a 20 salários mínimos, com a taxa passando de 4,37% para 6,56%. Para rendas acima de 20 salários mínimos, o avanço foi de 39,7%, de 2,87% para 4,01%.
O crescimento ocorre em meio aos juros elevados. Em setembro, a taxa média do rotativo do cartão chegou a 451,7% ao ano (15,29% ao mês), enquanto os juros do parcelamento da fatura alcançaram 193% ao ano (9,37% ao mês).
O presidente do Paraguai, Santiago Peña, anunciou nesta quinta-feira (5) que deixará o cargo em meio à crise do banco Ueno e à abertura de um processo de impeachment contra ele. A renúncia ainda precisa ser aceita pelo Congresso, que deverá convocar uma sessão para analisar o caso.
O banco Ueno fechou as portas na terça-feira (3), após o Banco Central iniciar sua liquidação por problemas nos índices de solvência e empréstimos a empresas vinculadas. O Ueno, que pertence ao Grupo Vázquez, tinha cerca de 3 milhões de clientes e US$ 850 milhões (aproximadamente R$ 4,6 bilhões) em depósitos, incluindo recursos da Previdência Social.
Peña foi acionista do grupo até março de 2025. A oposição o acusa de conflito de interesses, manipulação regulatória e encobrimento de irregularidades pelo Banco Central. Durante a sessão que apresentou a acusação, a deputada Rocío Vallejo afirmou: “Nunca antes alguém prejudicou, em um único dia, 3 milhões de pessoas na República do Paraguai, e o senhor conseguiu isso, senhor presidente… o senhor é a origem desse monstro que criou”.
Em publicação nas redes sociais, Peña afirmou que os responsáveis pelas irregularidades serão levados à Justiça, sem exceções. Pouco antes, promulgou uma lei para permitir que os clientes do banco recuperem seus depósitos em menos tempo.
“Peço veementemente a todos os setores políticos que coloquem o interesse dos poupadores acima de qualquer outro interesse”, declarou.
Não se discute com fanáticos burros, ainda bem que ele renunciou, teve hombridade para sair e deixarem apurar, o daqui foi pego dentro do confre, todo sujo e com sinais de embriaguez visíveis e ainda teve que recorrer ao STF, para descobrir uma estrada vicinal kkkkk
Essa é a diferença se há suspeita com alguém da direita ele deixa o cargo para uma investigação livre, já da esquerda fica até o fim interferindo nas investigação
Que drogaaa!! Agora os retardados bolsonarentos vão voltar para o Brasil. Espero que delirem mais uma vez e encontrem outro “eldorado”, quem sabe a Argentina do Milei.
Os bolsonaristas colocam azar em tudoooooo.
Disputam eleição: perdem!
Fogem p/ EUA: Perdem
Fogem p/ Paraguai: presidente renuncia.
Ô maré de azar…kkkk
Colhendo o que plantaram.
Os bolsonaristas diziam que o Paraguai era um exemplo. Fraude bancária em governo conservador, é um caso bem parecido com o Master, que coincidentemente foi aberto no governo Bolsonaro.
Em meio à disputa pela Presidência do Senado, Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para receber em prisão domiciliar os senadores Rogério Marinho (PL-RN) e Tereza Cristina (PP-MS).
Os dois manifestaram interesse em disputar o comando da Casa, cuja eleição está prevista para fevereiro do próximo ano. A direita tenta construir um acordo para evitar a divisão de votos e dificultar a recondução do atual presidente, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), aliado do governo Lula.
Líder da oposição no Senado e coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, Marinho é o nome preferido de parte do bolsonarismo e teve sua candidatura lançada oficialmente pelo senador. Tereza Cristina reafirmou nesta semana que também pretende concorrer.
Os dois foram ministros no governo Jair Bolsonaro. Marinho comandou o Desenvolvimento Regional, enquanto Tereza Cristina esteve à frente da Agricultura.
BOA TARDE!!!
CERTÍSSIMO GENTE, POLICIA É NAS RUAS!!
Bom dia!!
Isso mesmo precisamos de policia na rua………………….. não guardado vocês não Governantes!! CERTÍSSIMO AMIGO!!
É assim mesmo….As autoridades só enxergam quando prejudica a normalidade. tem todo meu apoio.
A polícia vem conversando e planejando ações a 4 anos, planejamento demais ação de menos. A primeira atitude SERIA ACABAR COM AS SESSÕES DE POLICIAIS AS SECRETARIA E ÓRGÃOS DO GOVERNO, afastados de suas funções.
Se entrou na polícia é para ser policial e não burocrata. Quer fazer outro serviço, peça baixar e faça novo concurso.
Não sou contra o protesto, sylton, mas, sim, a maneira como ele é feito. Temos que atingir e cobrar, diretamente, as nossas ditas "autoridades", que são os responsáveis pelo quadro de violência que aí está e que atinge, não só os valorosos profissionais rodoviários mas, toda a população, infelizmente.
InvestiImoveis e Francisco, é porque não foi ninguém da sua família. Eles estão certo sim.
TENS TODA RAZÃO!!!!!!!!!!
Ah vá se lascar pra lá de que vai servi isso?
O que mudou da ultima paralização que vocês fizeram?
Não é esse tipo de protesto que vai dar jeito
Procurem outro Tipi de atitude por que desse jeito só atingi o cidadão trabalhador
Deveriam, isso sim, levar todos os ônibus para a GOVERNADORIA e/ou para o QUARTEL DO COMANDO-GERAL DA POLÍCIA MILITAR DO RN e não infernizar a vida do cidadão trabalhador, como se este fosse o culpado de tanta violência. S A C O!!!