Analise interessante do jornalista Alex Viana, no blog Visor Político. Reproduzo aqui:
O prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), se mostra atento ao jogo político administrativo. Até então “desligado” das questões de Segurança Pública (não se conhece nenhum pronunciamento dele a respeito), por ser uma atribuição do Estado, e não do Município – é o que ele alega – agora o prefeito se vê forçado a mexer no setor. Para tanto, reativou o Gabinete de Gestão Integrada do Município de Natal, organismo ligado à secretaria municipal de Segurança Pública e Defesa Social que tem o objetivo de integrar as instituições da área de segurança em todas as esferas de governo nas questões envolvendo a capital potiguar. A primeira reunião do grupo de trabalho aconteceu hoje na sequência da solenidade e foi presidida pelo próprio prefeito Carlos Eduardo.
Engana-se, contudo, quem pensar que a preocupação súbita de Carlos Eduardo com a Segurança Pública surgiu em decorrência dos índices alarmantes de criminalidade que encharcam as estatísticas oficias de violência na capital. Lamentavelmente, a preocupação maior é outra: política. Tido como principal adversário de Robinson Faria (PSD) nas eleições de 2018, quando o prefeito, se reeleito no ano que vem, poderá disputar o governo, Carlos Eduardo resolve se interessar por segurança dias depois do governador lançar seu principal programa na área, o Ronda Cidadã, no quintal do prefeito, o bairro de Mãe Luíza. É óbvio, portanto, o interesse do prefeito ao reativar o gabinete: não deixar que eventuais avanços na qualidade da Segurança Pública em Natal venham a ser creditados ao adversário político.
Como cidadão, devemos aplaudir a atitude do prefeito. Afinal, no tocante à Segurança Pública, quanto mais ações existirem, venham de onde for, melhor. O que se lamenta é que o motivo não seja tão altaneiro em nome do bem comum.
Se o prefeito quer melhorar a segurança pública, da capital, deve investir na Guarda Municipal, em Guarulhos – SP , houve concurso e reaparelhamento das bases, por incr´vel que pareça , no ano passado os Latrocínios caíram , para apenas 10 , no ano todo. Existe a PEC 51 , parada no congresso , que deveria ter atenção de todos os prefeitos que se preocupam com a questão de segurança.
Na verdade está ativação do GGIM vem à atender um solicitação da Senasp. Uma vez que tal orgão Federal investiu muito na Guarda Municipal do Natal. Onde foi enviado recursos na gestão da Ex-prefeita Micarla de Souza na ordem de 3,2 milhões de reais. Esse recurso garantiu a compra de 5 L200, 10 fiestas, 3 vans e entre materias de escritorio.
Dentre outros investimento do Governo Federal está o Programa Crack é Possivel Vencer. Onde a Guarda recebeu um micro ônibus equipado com sistema de monitoramento, 2 fiestas, 2 motos, armas de condutividade eletrica e um grande sistema de monitoramento a ser implatado no bairro de Felipe Camarão, com mais de 30 câmeras.
Fato mais intrigante de tudo isso é que o PREFEITO não insveste recursos municipais na própria Guarda ou em seus servidores. Atualmente a categoria está em GREVE desde o dia 11 de maio, buscando o tão sonhado PLANO DE CARREIRA E VENCIMENTO. Pois se um guarda hj vier a se aposenta ou morre pederá 70% do seu vencimentos.
Enquanto o prefeito não enviar o plano de carreira da guarda municipal pra câmara municipal para votação e aprovação,vai ser sempre difícil a segurança pública na cidade de Natal.
Tem que haver uma distribuição de tarefas para que município e estado não gastem tempo, recursos e esforços executando a mesma atividade.
A Guarda Municipal deve fazer o patrulhamento preventivo nas praças públicas, escolas, hospitais e postos de saúde do município (ou pelo menos ficar no seu entorno) e o estado, através da Polícia Militar, deve realizar o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública.
Sr. Pref. Carlos Eduardo, já que está tão preocupado com a segurança das pessoas de Natal e quer ser governador, então faça uma ação simples mas que com certeza lhe trará muitos benefícios políticos, ou seja, VOTOS…se o Sr. se candidatar a Governador: Se reúna com o Dir. da Barreira do Inferno, Coronel Maurício Lima de Alcântara e com o Prefeito de Parnamirim e providenciem a poda e limpeza das árvores e matos que estão tomando conta daquela estrada (entre o acostamento e a cerca da aeronáutica). Pois melhorará demais a segurança da população que ali passa de carro, de ônibus, pedala e pratica exercícios como corrida e caminhada…Pois como o Gov. Robinson não providencia a limpeza já que lá é uma rodovia estadual, assim o Sr. ganhará os votos das pessoas que ali transitam, dos moradores das praias e veranistas do litoral sul. Está muito perigoso , principalmente à noite! Já ocorreram assaltos a ciclistas e há risco grande de estupros! Faça alguma coisa! Nós cidadãos de bem que pagamos impostos lhe agradecem!
Isso é que podemos chamar de uma boa assessoria.
Como é que um jornalista escreve um artigo, fazendo um julgamento desses? Será que ouviu o prefeito? O Governador ele nem precisa ouvir .. Já é o porta voz dos sonhos. Muita decepção com as colocações desse Alex Viana. Quer dizer agora que Carlos Eduardo só vai agir o rebater Robinson? Espero que vc publique . Não precisa ouvi-lo . Ele achou desnecessário quando escreveu sobre CE.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira, 15, que poderá impor tarifas de 100% sobre vinhos franceses caso a França mantenha o imposto aplicado a empresas norte-americanas de tecnologia.
Segundo Trump, o aviso foi feito diretamente ao presidente francês, Emmanuel Macron. O republicano exige a revogação da taxa de 3% cobrada sobre receitas obtidas por gigantes digitais dos EUA em território francês.
Em entrevista ao jornal New York Post, Trump disse que a França não deveria tributar empresas norte-americanas. Se os Estados Unidos mantiverem a cobrança, os produtos franceses poderão sofrer novas barreiras no mercado norte-americano.
“Tudo o que ele precisa fazer é acabar com o imposto sobre vendas, e não enfrentará esse tipo de pressão”, afirmou o presidente. A Casa Branca e o Palácio do Eliseu não comentaram as declarações.
A ameaça de Trump reacende uma disputa iniciada ainda em seu primeiro mandato. Desde 2019, a França cobra uma taxa de 3% sobre a receita obtida com serviços digitais por empresas que faturam mais de € 25 milhões no país e € 750 milhões no mundo.
O governo francês argumenta que a medida busca tributar grandes plataformas digitais que operam no país. Washington, por sua vez, considera a cobrança discriminatória contra empresas norte-americanas.
Representantes do setor de vinhos e destilados da França reagiram com preocupação à possibilidade de novas tarifas. O segmento depende fortemente das exportações para os Estados Unidos.
As bebidas alcoólicas estão entre os principais produtos exportados pela União Europeia para o mercado norte-americano. Dados da Eurostat mostram que o setor movimentou cerca de € 9 bilhões em 2024.
Atualmente, vinhos e destilados europeus enfrentam tarifa de 15% para entrar nos Estados Unidos. Produtores franceses pressionam Bruxelas para eliminar a cobrança desde o acordo comercial firmado entre Washington e a União Europeia no ano passado.
A falcoaria diminuiu pela metade o número de acidentes envolvendo aviões militares com pássaros em Natal. Agora, a Força Aérea Brasileira vai levar o projeto para o Sul do país. O projeto existe na FAB desde 2022 e os números já surpreendem.
Em quatro anos, a Base Aérea de Natal registrou uma redução de 50% nas colisões envolvendo aves nas áreas de pouso e decolagem. O resultado reforça a importância do monitoramento da fauna para garantir mais segurança às operações aéreas. Atualmente, são quatro gaviões da espécie Asa-de-telha.
A próxima fase é levar o projeto para as bases aéreas de Canoas e Santa Maria, ambas no Rio Grande do Sul.
O caos lulista deixou um cenário de terra arrasada no Brasil. Juros, inadimplência, inflação e uma crise fiscal que ameaça as principais políticas públicas do País.
Chegou a hora de mudar isso. O Brasil quer e pode muito mais! pic.twitter.com/kdt6XtokfG
O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, afirmou nesta 2ª feira (15.jun.2026), que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deixa um “legado de dívida e fome”, durante participação no evento Veja Fórum Rumos do Brasil, em São Paulo.
Em entrevista ao e CEO do Grupo Abril, Mauricio Lima, o congressista afirmou que o Brasil vive um cenário de deterioração econômica e social e disse que o país não comporta mais um novo mandato do atual presidente. “O Brasil não aguenta mais 4 anos de PT”, afirmou.
Flávio Bolsonaro também usou termos mais duros ao se referir ao PT. Em outro momento da conversa, defendeu que o país precisa “livrar do câncer chamado PT”, em crítica direta à sigla.
Ao longo da entrevista, o senador atribuiu ao governo federal a piora das contas públicas e da situação econômica. Segundo ele, a atual gestão ampliou gastos fora do arcabouço fiscal e agravou o quadro fiscal do país. “O Lula gastando mais de 200 bilhões de reais fora do arcabouço fiscal único e exclusivamente para tentar enganar o povo brasileiro mais uma vez dando bondades”, disse.
O pré-candidato também afirmou que a política econômica do governo impacta diretamente o custo de vida da população e o acesso ao crédito. “O brasileiro não tem mais o poder de compra”, afirmou, ao citar juros altos e dificuldade de financiamento para pequenos negócios.
Na avaliação de Flávio Bolsonaro, o cenário econômico se reflete em problemas sociais mais amplos, incluindo pobreza e insegurança alimentar. Ele afirmou que o país enfrenta “legado de dívida e fome”, além de “desespero e violência”, atribuindo a situação à condução do governo Lula.
Durante a entrevista, o senador ainda criticou o modelo de gestão pública e afirmou que o Estado vem ampliando despesas e impostos, o que, segundo ele, contribui para o endividamento das famílias e para o enfraquecimento da atividade econômica.
Associações de policiais civis publicaram notas de repúdio nesta segunda-feira contra uma declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na última quarta-feira, em uma fala feita durante a 7ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o Conselhão, Lula afirmou que os brasileiros têm medo de entregar celulares roubados em delegacias por não saberem que “tipo de policial” vão encontrar.
A declaração do petista se deu durante um discurso sobre um plano do governo federal para estimular a devolução de smartphones aos seus donos. A proposta prevê um sistema de envio de notificações a celulares roubados para que aquele que esteja em posse do aparelho saiba da origem ilícita. Os celulares poderão ser devolvidos em agências dos Correios.
— Eu vou efetivamente despachar o sinalzinho para quem tiver com o telefone roubado devolver, porque senão pode ter consequências. A dúvida é que eu não quero devolver na delegacia, eu quero devolver no correio. Na delegacia, as pessoas têm até medo, porque não sabem o tipo de delegado que vão encontrar ou o tipo de policial. Então, vamos tentar no correio — disse Lula.
ASSOCIAÇÃO DOS DELEGADOS DE POLÍCIA DO BRASIL (ADEPOL)
A Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol) publicou na manhã desta segunda-feira uma nota de repúdio à declaração do presidente, que classifica como “inadequada, injusta e descontextualizada”. Para a Adepol, a afirmação de que seria mais seguro devolver um aparelho roubado nos Correios “transmite à sociedade uma percepção generalizada de desconfiança em relação às Delegacias de Polícia e aos profissionais que nelas atuam, o que não corresponde à realidade”.
“A arrecadação, apreensão, custódia e análise de aparelhos celulares no âmbito de investigações criminais submetem-se a procedimentos legalmente estabelecidos, formalizados e documentados, sujeitos à fiscalização interna e ao controle externo exercido pelo Poder Judiciário e pelo Ministério Público”, diz a nota.
SINDICATO DOS DELEGADOS DE POLÍCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO (SINDESP)
O Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindesp) também criticou a fala do petista e disse apoiar a nota divulgada pela Adepol.
“Delegados de Polícia e policiais civis desempenham papel essencial na investigação criminal, na recuperação de bens subtraídos e na proteção da sociedade. O respeito às instituições é fundamental para o fortalecimento da segurança pública e da confiança da população”, afirmou o sindicato.
SINDICATO DOS POLICIAIS CIVIS DE PERNAMBUCO (SINPOLPE)
O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpolpe) também publicou uma nota de repúdio, na qual afirma que o presidente demonstrou “um desconhecimento abissal sobre a complexidade da área”.
“Ao invés de discursos rasos e sem profundidade, o país demanda uma liderança que se cerque de especialistas, crie políticas públicas eficazes e fortaleça as instituições policiais”, diz o sindicato.
O Sinpolpe afirma ainda que “cada pronunciamento do Presidente Lula sobre o tema reafirma um despreparo alarmante”.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TRABALHADORES POLICIAIS CIVIS (COBRAPOL)
A Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), por sua vez, disse reconhecer “a importância de iniciativas voltadas ao enfrentamento do mercado ilegal de celulares”, mas criticou generalizações que “geram interpretações equivocadas sobre a atuação das Polícias Civis e de seus profissionais”.
“A Cobrapol entende que o fortalecimento da confiança da sociedade nas instituições públicas passa, necessariamente, pela valorização e pelo reconhecimento dos profissionais que atuam na linha de frente da segurança pública”, diz a nota.
FRENTE PARLAMENTAR DE SEGURANÇA PÚBLICA
Na Câmara dos Deputados, a fala do petista levou o presidente da Frente Parlamentar de Segurança Pública, o deputado coronel Alberto Fraga (PL-DF), a publicar uma nota na mesma linha.
No texto, o parlamentar afirma que Lula lançou “injustificadamente” suspeitas sobre o trabalho das Polícias Civis, “atingindo a honra e a credibilidade” dos agentes.
OUTRA DECLARAÇÃO QUE GEROU REPERCUSSÃO
Essa não foi a única controvérsia levantada pela fala de Lula no Conselhão. No mesmo discurso, o petista afirmou que “rico não compra telefone roubado”, mas pobres sim.
— Quem é que não gosta de comprar uma coisinha barata? Todo mundo gosta. Essa inquietação econômica de quem tá com telefone roubado mexeu com a minha cabeça. Eu não posso ficar com essa dúvida, porque o telefone seguro vai deixar 200 milhões de brasileiros tranquilos de que eles não vão ter mais o seu celular roubado — disse o petista.
O deputado estadual por São Paulo, Delegado Olim, repudiu a fala do presidente Lula afirmando que pessoas têm medo de devolver celulares roubados nas delegacias por não saber que tipo de delegados e policiais vão encontrar por lá.
“Ele não confia nos delegados e policiais que lá trabalham. Ele é um ex-presidiário, ele tá falando da sua Polícia Federal também. Ele está falando de todas as instituições policiais. O senhor falou uma bobagem que não dá pra acreditar”, afirmou Olim.
“Sabe quem não gosta das polícias? Ladrão que nem o senhor”, completou o deputado.
O Rio Grande do Norte está entre os 16 estados brasileiros que registram perdas de água acima da média nacional. Segundo estudo do Instituto Trata Brasil e da GO Associados, quase metade da água tratada no estado é perdida durante a distribuição, principalmente por vazamentos, falhas de medição e ligações irregulares.
Em todo o país, o desperdício médio chega a 39,53%, o equivalente a 2,8 bilhões de metros cúbicos de água por ano — volume suficiente para abastecer toda a população do Canadá durante um ano.
O Brasil tem como meta reduzir as perdas para 25% até 2033, conforme previsto pelo Novo Marco Legal do Saneamento. No entanto, especialistas avaliam que o avanço tem sido lento e colocam em dúvida o cumprimento da meta dentro do prazo estabelecido. O estudo foi elaborado com base em dados de 2024 do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa).
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, rejeitou o pedido da Defensoria Pública da União (DPU) para adiar o julgamento de Eduardo Bolsonaro por suposta coação no curso do processo. Com a decisão, a análise da denúncia está mantida para esta terça-feira (16).
A DPU também pediu a convocação de um quinto ministro para completar a composição da Primeira Turma, atualmente com quatro integrantes, mas o pedido foi negado. Moraes afirmou que não há prejuízo à defesa e lembrou que, em caso de empate, prevalece a decisão mais favorável ao réu.
A Procuradoria-Geral da República acusa Eduardo Bolsonaro de atuar junto a autoridades estrangeiras para pressionar instituições brasileiras e interferir em processos envolvendo seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
A defesa contestou a acusação, alegando irregularidades no processo e questionando a atuação de Moraes no caso. Eduardo Bolsonaro está fora do Brasil desde o ano passado e é representado pela DPU.
VÍDEO: Lula diz que pessoas têm medo de devolver celulares roubados em delegacias porque não sabem “que tipo de delegado ou policial vão encontrar”. https://t.co/0MhSnCUfVtpic.twitter.com/BrLz4bSPSh
O presidente Lula questionou a honestidade de delegados e policiais ao anunciar o projeto batizado de “Telefone Seguro” na última sexta-feira (12). Lula comentou como funcionaria o programa, e disse que pessoas que possuem celulares roubados receberão uma mensagem para devolverem o aparelho.
Ao comentar sobre o local onde o telefone deveria ser devolvido, o presidente disse: “Eu não quero devolver na delegacia, eu quero devolver no Correio, porque devolver na delegacia as pessoas têm até medo porque não sabem o tipo de delegado que vai encontrar, ou o tipo de policial. Então vamos tentar que a gente vá no Correio“.
“Nós temos o cadastro, o endereço e o chassi de 2,5 milhões de celulares roubados. Nós não sabemos quem roubou, mas sabemos que os telefones foram roubados“, disse Lula. “Eu ia apertar um botãozinho e passar uma mensagem dizendo que todos os dois milhões e meio de pessoas que estão com o celular roubado têm que devolver. Precisa devolver porque ele pode estar cometendo um delito e, se ele for pego, ele pode sofrer uma punição desnecessária”, completou o presidente, sobre o funcionamento do programa Telefone Seguro.
Os Estados Unidos e o Irã já assinaram o acordo para o fim da guerra no Oriente Médio. A assinatura ocorreu de forma eletrônica, disse nesta segunda-feira (15) o vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, à rede norte-americana ABC.
O presidente Donald Trump afirmou, no entanto, que o texto final só deve ser divulgado após sexta-feira (19), quando acontecerá uma cerimônia formal de assinatura em Genebra, na Suíça.
Segundo a Reuters, assinaram o documento:
Donald Trump;
J.D. Vance;
e Mohammed Qalibaf, presidente do Parlamento do Irã.
O governo Trump entende que Qalibaf está autorizado pelo líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, a negociar e assinar o documento em seu nome.
Segundo a Reuters, o acordo de paz prevê a abertura imediata do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio marítimo dos EUA ao Irã.
A cerimônia para a assinatura presencial marcada para sexta contará com a presença de JD Vance, segundo Trump. Ainda não se sabe, no entanto, quais outras autoridades norte-americanas e iranianas comparecerão ao evento.
De acordo com os EUA e o Irã, discussões técnicas para aprofundar o tratado entre os dois países serão iniciadas mais tarde nesta semana. O texto final do documento será divulgado após assinatura na sexta, segundo Trump.
O tratado entre EUA e Irã também prevê o alívio de sanções e descongelamento de bens de Teerã, porém isso ainda não ocorreu. Segundo a Reuters, os EUA estão prontos para fazer isso, porém aguardarão para ver a postura dos iranianos. Trump disse que não aliviará nada para o Irã “até que façam o que devem fazer”.
A fala de Trump deixa claro que a desconfiança entre Washington e Teerã permanece apesar da assinatura do acordo. O Ministério das Relações Exteriores iraniano disse nesta segunda que o país ainda nutre uma “profunda desconfiança” em relação aos EUA.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que 54,1% das exportações brasileiras para os Estados Unidos poderão ser atingidas por tarifas adicionais caso avancem propostas em análise pelo governo norte-americano.
Pelas novas medidas, 35,2% das exportações brasileiras seriam diretamente afetadas. Em alguns casos, a tarifa total poderá chegar a 37,5%, ante os atuais 10%.
Entre os produtos que podem sofrer maior aumento de taxação estão ferro gusa, açúcar, álcool etílico, sebo não comestível e molduras de madeira. Já minério de ferro em pelotas, quartzito, óleos essenciais de laranja e silício podem passar a pagar tarifa de 12,5%.
As propostas fazem parte de investigações comerciais conduzidas pelos Estados Unidos sobre práticas comerciais e combate ao trabalho forçado. Ainda não há decisão final, e o governo norte-americano realizará audiências públicas nos dias 6 e 7 de julho antes de definir as medidas.
Para a CNI, o aumento das tarifas elevaria custos, reduziria a competitividade e prejudicaria empresas dos dois países.
Se o prefeito quer melhorar a segurança pública, da capital, deve investir na Guarda Municipal, em Guarulhos – SP , houve concurso e reaparelhamento das bases, por incr´vel que pareça , no ano passado os Latrocínios caíram , para apenas 10 , no ano todo. Existe a PEC 51 , parada no congresso , que deveria ter atenção de todos os prefeitos que se preocupam com a questão de segurança.
Na verdade está ativação do GGIM vem à atender um solicitação da Senasp. Uma vez que tal orgão Federal investiu muito na Guarda Municipal do Natal. Onde foi enviado recursos na gestão da Ex-prefeita Micarla de Souza na ordem de 3,2 milhões de reais. Esse recurso garantiu a compra de 5 L200, 10 fiestas, 3 vans e entre materias de escritorio.
Dentre outros investimento do Governo Federal está o Programa Crack é Possivel Vencer. Onde a Guarda recebeu um micro ônibus equipado com sistema de monitoramento, 2 fiestas, 2 motos, armas de condutividade eletrica e um grande sistema de monitoramento a ser implatado no bairro de Felipe Camarão, com mais de 30 câmeras.
Fato mais intrigante de tudo isso é que o PREFEITO não insveste recursos municipais na própria Guarda ou em seus servidores. Atualmente a categoria está em GREVE desde o dia 11 de maio, buscando o tão sonhado PLANO DE CARREIRA E VENCIMENTO. Pois se um guarda hj vier a se aposenta ou morre pederá 70% do seu vencimentos.
Enquanto o prefeito não enviar o plano de carreira da guarda municipal pra câmara municipal para votação e aprovação,vai ser sempre difícil a segurança pública na cidade de Natal.
Tem que haver uma distribuição de tarefas para que município e estado não gastem tempo, recursos e esforços executando a mesma atividade.
A Guarda Municipal deve fazer o patrulhamento preventivo nas praças públicas, escolas, hospitais e postos de saúde do município (ou pelo menos ficar no seu entorno) e o estado, através da Polícia Militar, deve realizar o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública.
Sr. Pref. Carlos Eduardo, já que está tão preocupado com a segurança das pessoas de Natal e quer ser governador, então faça uma ação simples mas que com certeza lhe trará muitos benefícios políticos, ou seja, VOTOS…se o Sr. se candidatar a Governador: Se reúna com o Dir. da Barreira do Inferno, Coronel Maurício Lima de Alcântara e com o Prefeito de Parnamirim e providenciem a poda e limpeza das árvores e matos que estão tomando conta daquela estrada (entre o acostamento e a cerca da aeronáutica). Pois melhorará demais a segurança da população que ali passa de carro, de ônibus, pedala e pratica exercícios como corrida e caminhada…Pois como o Gov. Robinson não providencia a limpeza já que lá é uma rodovia estadual, assim o Sr. ganhará os votos das pessoas que ali transitam, dos moradores das praias e veranistas do litoral sul. Está muito perigoso , principalmente à noite! Já ocorreram assaltos a ciclistas e há risco grande de estupros! Faça alguma coisa! Nós cidadãos de bem que pagamos impostos lhe agradecem!
Isso é que podemos chamar de uma boa assessoria.
Como é que um jornalista escreve um artigo, fazendo um julgamento desses? Será que ouviu o prefeito? O Governador ele nem precisa ouvir .. Já é o porta voz dos sonhos. Muita decepção com as colocações desse Alex Viana. Quer dizer agora que Carlos Eduardo só vai agir o rebater Robinson? Espero que vc publique . Não precisa ouvi-lo . Ele achou desnecessário quando escreveu sobre CE.