Judiciário

VÍDEO: Bolsonaro retorna à Papudinha após exames exigidos por Moraes

Imagens: Reprodução/Metrópoles

O ex-presidente Jair Bolsonaro voltou na noite desta quinta-feira (15) para o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, a famosa “Papudinha”, após realizar os exames médicos prévios determinados pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. A avaliação verificou pressão, hematomas, dores e uso de remédios.

Bolsonaro chegou à Papudinha por volta das 17h30, mas logo saiu para os exames. A transferência atende à decisão de Moraes para que ele cumpra pena de 27 anos e 3 meses por envolvimento em trama golpista, agora no novo endereço prisional.

No mesmo local estão presos o ex-ministro da Justiça Anderson Torres e o ex-chefe da PRF Silvinei Vasques, mas Bolsonaro ficará em cela separada. A Polícia Civil do DF bloqueou todas as vias de acesso à unidade para evitar tumultos.

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Judiciário

Moraes cita filhos e denuncia ‘tentativa de deslegitimar’ prisão de Bolsonaro

Foto: Arquivo/STF

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, criticou, em sua decisão de transferir o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para a Papudinha, nesta quinta-feira (15), uma “sistemática tentativa de deslegitimar” as condições da prisão do ex-presidente e citou entrevistas de Flávio e Carlos Bolsonaro, que reclamaram de supostos abusos na custódia do pai.

O ministro rebateu dizendo que a prisão “vem ocorrendo com absoluto respeito à dignidade da pessoa humana e em condições extremamente favoráveis em relação ao restante do sistema penitenciário brasileiro”.

O magistrado destacou ainda críticas infundadas sobre o tamanho da cela, banho de sol, ar-condicionado e alegações de que Bolsonaro ficaria trancado o dia inteiro.

Moraes ressaltou que o ex-presidente cumpre decisão judicial definitiva, com pena de 27 anos e 3 meses em regime inicial fechado, e que as acusações de “privilegio” não se sustentam.

Além da família, Moraes citou manifestações da defesa e de aliados como o deputado federal Paulo Bilynskyj (PL-SP) e a senadora Damares Alves (Republicanos-DF).

A decisão mantém benefícios já autorizados: assistência médica integral 24h, fisioterapia, alimentação especial, visitas familiares, banho de sol e exercícios, mas rejeitou pedidos como o acesso à smart TV.

 

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  1. Qual a diferença para Color e Brazão, explica aí cara pálida. Isso tudo tem nome: tortura.

  2. Os envolvidos no rombo do INSS e banco Master não vão ser presos. Ah o filho do Luladrão o Lulinha que fugiu?

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Judiciário

Bolsonaro terá médico 24h, alimentação especial e culto liberado na Papudinha:

Foto: Reprodução

Na Papudinha, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ficará em uma Sala de Estado-Maior de 64 metros quadrados, com 10 metros de área externa, banheiro com água quente, cozinha equipada, lavanderia, quarto com cama de casal e TV, além de espaço para exercícios e banho de sol sem horário fixo.

Bolsonaro cumpre 27 anos e 3 meses de prisão em regime inicial fechado, após condenação definitiva por liderar a organização responsável pela tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023. Moraes reforçou que o tratamento diferenciado se dá pelo cargo que Bolsonaro ocupou, mas não configura benefício fora da Lei de Execução Penal.

Benefícios da transferência

  • Assistência integral de médicos particulares 24h, sem aviso prévio;

  • Deslocamento imediato para hospitais em caso de urgência, com comunicação ao STF em até 24h;

  • Sessões de fisioterapia com horários flexíveis;

  • Entrega de alimentação especial diária;

  • Atendimento médico pelo sistema penitenciário, 24h por dia;

  • Visitação semanal permanente da esposa e filhos;

  • Assistência religiosa de bispo Rodovalho e pastor Thiago Manzoni;

  • Autorização para leitura;

  • Grades de proteção e barras de apoio na cama;

  • Instalação de aparelhos de fisioterapia (esteira e bicicleta);

  • Pedido de smart TV rejeitado.

Estrutura da cela

  • Área total: 64 m² + 10 m² de área externa;

  • Quarto com cama de casal e TV;

  • Banheiro com água quente;

  • Cozinha equipada e lavanderia;

  • Espaço para exercícios e banho de sol sem horário fixo;

  • Igual à cela ocupada por Anderson Torres.

Opinião dos leitores

  1. Isso é injusto. Um preso cheio de regalias. Deveria ir para um cela comum pelos graves crimes que cometeu.

    1. Concordo com você, principalmente no caso de condenação em três instâncias, de certo elemento, com vasta provas, nos casos de corrupção ativa e passiva, crime que mata pessoas silenciosamente, além de desviar recursos da educação e segurança…

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Judiciário

Moraes determina transferência de Bolsonaro da PF para a Papudinha

Foto: Reprodução

O ministro Alexandre de Moraes determinou, nesta quinta-feira (15), a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, para uma Sala de Estado-Maior no Núcleo de Custódia da PM do DF, a chamada “Papudinha”, dentro do Complexo da Papuda. A decisão atende pedidos da defesa por melhores condições de custódia. LEIA AQUI a decisão.

Segundo Moraes, o novo local permite ampliar visitas familiares, garantir horários mais livres para exercícios físicos e viabilizar sessões de fisioterapia. O ministro disse que as críticas às condições na PF “não se sustentam”, mas considerou a mudança conveniente diante das novas solicitações apresentadas pelos advogados.

Bolsonaro ficará em uma cela de 54 metros quadrados, com quarto, banheiro, cozinha, lavanderia, sala e uma área externa de pouco mais de 10 metros quadrados — estrutura semelhante à usada pelo ex-ministro da Justiça Anderson Torres. Sala de Estado-Maior é um tipo de custódia especial prevista em lei para autoridades.

O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e 3 meses, em regime inicial fechado, após condenação definitiva por liderar a organização envolvida nos atos de 8 de janeiro de 2023. Moraes frisou que o tratamento diferenciado se dá pelo cargo que Bolsonaro ocupou, mas não representa privilégio fora da Lei de Execução Penal.

Opinião dos leitores

  1. Os ladrões do Mensalão, Petrolão, triplex, sítio de Atibaia, estatais, correios, INSS e banco Master estão todos soltos…bandido defende bandido

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Judiciário

Toffoli indica peritos da PF, mas mantém dados do Banco Master sob controle da PGR

Foto: Arquivo/STF

O ministro Dias Toffoli, do STF, decidiu retirar da Polícia Federal o acesso imediato aos celulares, computadores e outros equipamentos apreendidos na operação contra o Banco Master e entregou a custódia do material à Procuradoria-Geral da República (PGR). A medida, tomada após idas e vindas do próprio ministro, acendeu alerta entre peritos e levantou suspeitas sobre o controle da investigação, segundo informações do Metrópoles.

Para tentar conter as críticas, Toffoli indicou quatro peritos da Polícia Federal para “acompanhar” a extração dos dados dentro da PGR, com acesso liberado ao material. Na prática, a PF, que fez a operação, fica fora do comando da perícia — etapa técnica essencial para garantir a integridade das provas digitais.

O caso envolve um suposto esquema de fraudes financeiras no Banco Master e teve 42 alvos, entre eles o dono da instituição, Daniel Vorcaro, e o empresário Nelson Tanure. Inicialmente, Toffoli mandou o material ficar lacrado no STF, depois mudou de posição e autorizou que a PGR faça a extração e análise dos dados, desde que os aparelhos permaneçam carregados e fora da internet.

A decisão gerou reação imediata da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais, que alertou para o risco de perda de provas. Segundo a entidade, a perícia criminal é função técnica da PF, não do órgão acusador.

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Política

TOFFOLI NA MIRA: senadores pedem impeachment por caso Master

Foto: Agência Brasil

Senadores da oposição protocolaram pedido de impeachment contra o ministro do STF, Dias Toffoli, nesta quarta-feira (14), alegando crimes de responsabilidade no caso do Banco Master. Segundo os parlamentares, o magistrado violou princípios básicos da moralidade e da impessoalidade. Para eles, Toffoli teria se alinhado à defesa do banco e praticado atos processuais fora do padrão.

Entre os pontos mais críticos está a retirada da investigação da primeira instância, a determinação de sigilo absoluto e a ordem para acareação entre um diretor do Banco Central e o ex-dono do Master, Daniel Vorcaro.

Segundo a petição, assinada por Magno Malta, Eduardo Girão e Damares Alves, essas decisões configuram uma “associação extraprocessual” com a defesa, lançando sombra sobre sua imparcialidade.

O documento ainda critica que Toffoli tenha mantido atos fora da lei mesmo após reconhecer sua irregularidade, e que materiais apreendidos na operação da Polícia Federal fiquem agora sob custódia do STF.

Para os senadores, essas medidas não corrigem falhas, mas consolidam a irregularidade, reforçando o risco de desvio funcional no caso.

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  1. Tem muito a ser esclarecido e resolvido, sobre a atuação de vários ministros do STF, muitos se arvorar a deuses e se sentem de fato REIS DA COCADA PRETA, tem que haver um basta nisso.

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Judiciário

PF resiste a ordem de Toffoli, atrasa apreensões da Compliance Zero e recebe nova determinação do ministro

Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

O ministro Dias Toffoli, do STF, está batendo de frente com a Polícia Federal. Até quase o fim da tarde desta quarta-feira (14), os equipamentos apreendidos na Operação Compliance Zero, que investiga o Banco Master, ainda não haviam sido entregues ao Supremo, contrariando ordens expressas do magistrado.

A tensão começou na segunda-feira (12), quando Toffoli determinou a prisão de Fabiano Campos Zettel, cunhado do fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro. A PF só cumpriu o mandado dois dias depois.

Para o ministro, a demora foi resultado da “inércia exclusiva” e da “inobservância deliberada” da PF, responsabilizando a corporação por qualquer prejuízo às investigações.

Em nova determinação, Toffoli deu 24 horas para o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, explicar o descumprimento das ordens. Ele também exigiu que todos os materiais apreendidos fossem imediatamente lacrados e acautelados no STF, para evitar vazamentos e dispersão de dados.

Mesmo assim, até agora pouco, os equipamentos ainda não haviam chegado. O ministro então emitiu uma nota oficial, reforçando que a responsabilidade pelo atraso é da PF e reafirmando a necessidade de cumprimento imediato das medidas. No STF, o recado está claro: quem manda é o Supremo, e a Polícia Federal precisa se alinhar.

Nota do Gabinete do Ministro Dias Toffoli

“Tendo em vista que os materiais apreendidos ainda não foram encaminhados a esta Suprema  Corte, esclareço que para a custódia dos aparelhos e seus respectivos materiais telemáticos impõem-se que as autoridades custodiantes os mantenham eletricamente carregados e em modo desacoplado das redes telefônicas e de wi-fi, para a devida preservação de seu conteúdo e oportuna extração e periciamento pela autoridade encarregada.

Essa responsabilidade é dos executores da ordem proferida”

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  1. Isso está vergonhoso, cadê os políticos que ficam de braços cruzados, esse ano vai ter a prova de vestibular e vão precisar de muito dinheiro para ser aprovados

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Judiciário

PGR libera Bíblia e visita a Bolsonaro, barra Smart TV

Foto: Reprodução

A PGR deu sinal verde para que Jair Bolsonaro receba leituras e visitas religiosas na prisão, desde que siga as regras da unidade prisional. Mas negou o pedido de acesso a uma Smart TV na cela. O parecer também autorizou a vistoria da senadora Damares Alves nas instalações onde o ex-presidente está custodiado.

Segundo a PGR, a inspeção está dentro das atribuições da Comissão de Direitos Humanos do Senado, da qual Damares faz parte, e não há impedimento legal.

Agora, a decisão final cabe ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, relator do processo, que vai analisar se acata ou não os pedidos da defesa de Bolsonaro.

 

 

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Judiciário

Toffoli blinda apreensão do Banco Master no STF

Foto: Daniel Ferreira/Metrópoles

O ministro Dias Toffoli, do STF, decidiu que todos os materiais apreendidos na segunda fase da Operação Compliance Zero fiquem lacrados e guardados diretamente na sede do Supremo, em Brasília. A operação, deflagrada nesta quarta-feira (14), teve 42 alvos, incluindo o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e o empresário Nelson Tanure.

A medida foge do padrão. Normalmente, a Polícia Federal pericia celulares, computadores e documentos recolhidos. Desta vez, Toffoli determinou que tudo fique sob custódia do STF, até nova ordem, o que levanta preocupação sobre a preservação imediata das informações digitais.

Em nota, o ministro tentou acalmar: o objetivo, disse, é preservar as provas, que serão periciadas pelas autoridades competentes. Mas especialistas alertam que atrasos na extração de dados podem comprometer informações importantes, especialmente de meios eletrônicos.

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Judiciário

Toffoli barra, depois libera busca contra Vorcaro após PF achar novos ilícitos

Foto: Divulgação/STF

O ministro Dias Toffoli, do STF, mudou de ideia e autorizou novas buscas na residência do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, após a Polícia Federal apontar indícios de “novos ilícitos”. A decisão veio nesta quarta-feira (14), depois de Toffoli ter negado parcialmente um pedido anterior.

A segunda parte da Operação Compliance Zero teve 42 alvos, incluindo Vorcaro, o empresário Nelson Tanure e o investidor João Carlos Mansur. A PF também prendeu temporariamente Fabiano Campos Zettel, cunhado de Vorcaro, enquanto recolhia provas do suposto esquema de fraudes em instituições financeiras.

Diferente do padrão, Toffoli determinou que todos os materiais apreendidos fossem lacrados e levados diretamente para o STF, em Brasília, antes de qualquer perícia da PF. O temor é que informações em eletrônicos se percam sem análise imediata.

O ministro, porém, afirmou que a medida visa “preservar provas” e que elas serão periciadas pelas autoridades competentes.

Além das buscas, a Justiça bloqueou e sequestrou bens do grupo que somam mais de R$ 5,7 bilhões. Carros importados, armas e relógios de luxo também foram apreendidos, reforçando a dimensão do caso que envolve fraudes milionárias e a família de Vorcaro no Banco Master.

Opinião dos leitores

  1. O importante já foi pego:
    O cunhado de Vorcaro (Fabiano Zettel) doou 3 milhões para o Bolsonaro (foi o maior doador pessoa física) e 2 milhões para o Tarcínico.
    Estamos de olho.

  2. Como assim, a PF não tem competência para fazer as investigações? Tem muganga nesse imbróglio.

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Judiciário

Em parecer, OAB diz que Banco Central deve liberar registros do Master

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

A OAB do Paraná avisou: o Banco Central errou ao barrar totalmente o acesso a informações sobre o Banco Master. Pelo parecer, sigilo absoluto viola a Lei de Acesso à Informação (LAI) e não pode ser usado como desculpa para esconder dados básicos sobre o caso do empresário Daniel Vorcaro.

O BC negou fornecer qualquer registro da liquidação do Master e das conversas com o ministro Alexandre de Moraes, alegando sigilo bancário e empresarial. Para a OAB-PR, a regra é clara: sigilo é exceção, não regra. Informações institucionais e procedimentais devem ser liberadas, mesmo que partes sensíveis precisem ser tarjas ou anonimização.

Segundo o parecer, assinado pelo presidente da OAB-PR, Luiz Fernando Casagrande Pereira, e pela advogada Giulia de Rossi Andrade, negar acesso integral “mostra fragilidade jurídica” e fere princípios de proporcionalidade, publicidade e motivação administrativa. Ou seja: o BC tratou tudo como se fosse segredo absoluto, sem explicar o porquê.

Em resumo, a OAB deixa claro: pedir informação é um direito; a LGPD não derruba a LAI; sigilo total é ilegal; e órgãos públicos devem liberar o que for possível, tarjar o que é sensível e justificar qualquer restrição.

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Política

Defesa de Bolsonaro usa Mensalão para derrubar acusação de quadrilha

Foto: Rosinei Coutinho/STF

A defesa de Jair Bolsonaro entrou com um agravo no STF nesta segunda-feira (12) para contestar a condenação por organização criminosa. O argumento é claro: participar de atos específicos não é formar quadrilha, e o ex-presidente tem respaldo no precedente do Mensalão.

Segundo os advogados, não havia uma estrutura permanente para crimes contínuos, apenas uma união temporária para atos determinados. “A hipótese dos autos revela concurso de agentes, e não a caracterização do crime de quadrilha”, destacam, lembrando decisões do STF em 2012.

O agravo explica que o crime de quadrilha exige reunião de agentes e associação estável ou permanente para cometer uma série indeterminada de delitos. Quando os crimes já são predefinidos, trata-se de coautoria, não quadrilha — entendimento que absolveu parte dos réus do Mensalão.

O Mensalão, recordando, foi o esquema de desvio de verbas e pagamento de propina a parlamentares do PT. Muitos foram condenados por corrupção, mas houve absolvição parcial no crime de quadrilha, exatamente o precedente agora usado por Bolsonaro para se proteger das acusações.

Opinião dos leitores

  1. vamos recordar… e as rachadinhas do Jair e seus filhos? E os cheques recebidos por Micheke? E as falsificações das carteiras de vacinação? E a venda de presentes não declarados à União? Vão vender até a alma da mãe para livrar este broxa cagão…

  2. Coisa linda ver esse aperreio, esse esperneado, essa choradeira 😂😂😂
    Continuem, tá muito bom. 🤣🤣🤣
    Xandão, sem anistia!

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Judiciário

Moraes libera hacker que invadiu CNJ para cumprir regime semiaberto

Foto: Reprodução

O hacker Walter Delgatti Neto, responsável pela invasão dos sistemas do CNJ em 2023 e pela inserção de um mandado falso de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes, vai deixar o regime fechado e cumprir pena em semiaberto. A decisão foi assinada pelo próprio Moraes na última sexta-feira (9), segundo informações da Jovem Pan.

Delgatti cumpre oito anos e três meses de prisão a mando da ex-deputada Carla Zambelli, atualmente detida na Itália. Apesar de reincidente, ele já tinha cumprido mais dias do que o exigido por lei: precisava de 667 dias, mas já somava 700 até julho de 2025.

O ministro considerou que o condenado apresenta bom comportamento carcerário, confirmado pelas unidades penitenciárias e respaldado pela Procuradoria-Geral da República, que se posicionou favoravelmente à progressão. Agora, ele será transferido para uma colônia agrícola ou industrial, onde poderá trabalhar durante o cumprimento da pena.

Moraes alertou que o benefício pode ser revogado se Delgatti cometer novo crime ou falta grave, o que resultaria em regressão para regime mais severo. Até lá, o hacker de Zambelli inicia o cumprimento da pena “com mais liberdade”.

Opinião dos leitores

  1. Esse carequinha é o “chefe” tudo no Brasil depende dele, ele não faz bravata, age e fica por isso mesmo, todos calados, só balançam a cabeça

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Judiciário

Mensagens do Careca do INSS indicam entrega de dinheiro a ex-assessor de senador: ‘Pegou encomenda’

Foto: Reprodução

A Polícia Federal afirma que identificou diálogos sobre a entrega de dinheiro vivo a um ex-assessor do senador Weverton Rocha (PDT-MA) no telefone celular do empresário Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS. Antunes é suspeito de liderar um esquema de desvios de recursos em aposentadorias.

A defesa de Antônio Camilo afirmou que não ia se manifestar sobre os trechos porque não teve acesso à íntegra da extração do telefone celular dele até o momento nem teve resposta do STF a pedidos feitos sobre averbação de bens e liberação de valores para pagamentos de dívidas trabalhistas.

Essas conversas foram enviadas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que decretou a prisão preventiva do ex-assessor Gustavo Gaspar, cumprida em dezembro na última fase da Operação Sem Desconto. Gaspar foi nomeado por Weverton como assistente parlamentar sênior na liderança do PDT no Senado, quando o senador era o líder da bancada. Exerceu o cargo entre 2019 e 2023, quando foi exonerado.

Procurado, o senador negou as acusações e classificou de “descabidas” as acusações da PF. Weverton citou o parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentado sobre a representação da PF, que apontou que o panorama em relação a ele “é assentado em inferências ainda não consolidadas” e o fato de assessores terem recebido dinheiro não responsabiliza diretamente o senador.

A defesa de Gustavo Gaspar “nega de forma veemente todas as fantasiosas acusações e apresentará as devidas explicações no momento apropriado, quando for intimado pela PF para prestar esclarecimentos, o que até hoje não aconteceu”.

Na mesma representação enviada ao STF, como revelou o Estadão, a PF afirma que encontrou menções a um dos filhos do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em três diferentes conjuntos de informações colhidas ao longo da investigação e que vai investigar se Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, atuava como “sócio oculto” do Careca do INSS em negócios do governo.

Senador como ‘sustentáculo’ do esquema
A PF afirmou que Weverton Rocha atuava como o “sustentáculo” político do Careca do INSS no esquema de desvios e, por isso, seus assessores recebiam pagamentos de propina. Outros diálogos mostram funcionários do empresário chamando o senador de “parceiro”. Seus assessores, por exemplo, tinham direito a ingressos para um camarote do Careca do INSS no estádio Mané Garrincha, em Brasília.

De acordo com a investigação, Gustavo Gaspar pediu à equipe do Careca do INSS para realizar a abertura e a gestão de uma empresa em seu nome, que seria usada no esquema criminoso.

Nas conversas, o próprio Careca do INSS avisa diversas vezes a seu funcionário Rubens Costa para receber Gaspar para a entrega de uma “encomenda” ou de “impressões”. Os termos, segundo a PF, significavam dinheiro vivo.

Em 1º de junho de 2023, Rubens Costa lhe avisa: “Boa noite chefe. O Gustavo pegou a encomenda”. Em 4 de setembro de 2023, o Careca do INSS orienta Rubens sobre outra entrega. “As impressões serão para o Gusta. 30. Período da tarde, pois o cartório demora um pouco pra reconhecer”, escreveu. Seu funcionário confirma que iria retirar as “impressões”. “Irei no cartório às 11 horas, portanto às 14h30 já estarei com as impressões em mãos”.

No dia seguinte, a PF identificou que Rubens Costa sacou R$ 40 mil em dinheiro vivo da conta bancária de uma das empresas do Careca, indicando que o diálogo de fato tratava sobre pagamento em dinheiro. Em seguida, ele enviou mensagem a Gustavo Gaspar combinando o horário para entrega da “encomenda”.

O diálogo foi analisado pela PF, que apontou: “ANTONIO esclareceu que o procedimento ocorreria no período da tarde (a provável entrega do valor), justificando a demora pelo reconhecimento em cartório, expressão que, ao que tudo indica, faz referência à liberação de valores pelo banco. Em resposta, RUBENS confirmou e comunicou que compareceria ao cartório às 11:00 hs (provavelmente ao banco), prevendo estar com as ‘impressões’ em mãos por volta das 14:30hs, indicando, de forma dissimulada, a disponibilidade do montante em espécie. A sequência das tratativas, marcada por linguagem cifrada e informalidade, reforça indícios de movimentação financeira paralela e possível ocultação da origem dos recursos, com indícios de destinação para pagamento de vantagem indevida”.

Estadão

Opinião dos leitores

  1. Com tudo, fica difícil acreditar no nível da burrice de certos elementos como Pedro Henrique e/ou Gustavo Mafra, com o PT, SEU PRESIDENTE E FILHOS, ATOLADOS ATE O PESCOÇO NESSAS PATIFARIAS.

  2. Tá tudo dominado! Petrolão, Mensalão, Triplex, etc., não são nada na frente nesse esquema dos velhinhos. Faz o L.

  3. Como o STF anula ou arquiva processos porque simplesmente teve endereço errado (CEP) ou mesmo faltando uma “vírgula”, todos negam as acusações na esperança de se safar mais à frente.

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Judiciário

Maioria do Senado exige prisão domiciliar para Bolsonaro e manda recado ao STF

Foto: Arquivo

O senador Wilder Morais (PL-GO) protocolou no STF um pedido para que Jair Bolsonaro cumprimente prisão domiciliar. O ex-presidente está detido na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, e o documento já conta com o apoio de 41 dos 81 senadores. O pedido foi dirigido ao ministro Alexandre de Moraes.

Wilder argumenta que o ex-presidente enfrenta problemas de saúde, incluindo crises convulsivas e procedimentos médicos recentes, e que a custódia do Estado deve garantir a vida e a saúde do preso, conforme a Constituição e tratados internacionais de direitos humanos ratificados pelo Brasil.

Apesar do número expressivo de apoiadores, a decisão final é exclusiva de Moraes. Mas o volume de assinaturas não passa despercebido e pode ser lido como um recado político forte: grande parte do Senado mostra apoio ao líder do PL mesmo após sua detenção.

Opinião dos leitores

  1. É muita doideira mesmo. É o legislativo querendo gerir o orçamento; é o STF querendo legislar; é gente na rua querendo ditadura; é gente presa sem culpa; é gente com culpa, solto, é gente valente sendo frouxo; é gente frouxa no cargo de líder, é quadrilha comandando a vida de muitos; é gente demais ganhando sem trabalhar e gente se esforçando ao máximo por um salário mínimo. O nome desse hospício deveria ser Turilândia.

  2. É doideira mesmo, quantas vezes o STF, interferiu no Legislativo e até no Conselho Regional de Medicina.

    1. Doideira são meusovos , quem tem maior legitimidade ? A quantidade de arbitrariedades e abuso de autoridade é enorme. Começando pelas decisões monocráticas deste psicopata skin head , o stf é um colegiado .

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Judiciário

Moraes mantém prisão de Domingos Brazão no caso Marielle

Foto: Reprodução

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, decidiu nesta sexta-feira (9) manter a prisão preventiva do conselheiro do TCE-RJ Domingos Brazão, acusado de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco. Brazão está preso desde março de 2024.

Moraes aponta que ele e outros réus teriam cooptado policiais para garantir impunidade da organização criminosa. O ministro destaca a “elevada periculosidade” do réu, amparada pelo poder econômico e pelos contatos com milícias no Rio de Janeiro.

Para Moraes, manter Brazão preso é necessário para “resguardar a aplicação da lei penal e a ordem pública”. Ele cita indícios de tentativas de obstrução das investigações como justificativa, amparando a custódia cautelar com base na jurisprudência do STF.

O julgamento sobre o caso Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foi marcado para 24 e 25 de fevereiro de 2026. Até lá, Brazão segue atrás das grades.

Opinião dos leitores

  1. A milícia digital no caso do banco Master não é também tentativa de obstrução das investigações, porque Daniel Vorcaro não volta para a prisão?

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