EDITORIAL: ADEUS JUNINHO

Minha Coluna no NOVO deste sábado é uma homenagem ao amigo Jota Oliveira. Segue:

Fotos Antigas 12
Raul Cortez, Fred Queiroz, BG, Oliveira e Dona Ignês – Natal 2003 – Foto João Neto

 

Em 1989, eu, um jovem audacioso de 15 anos de idade, presidente de bloco de carnaval em Genipabu (Genipatota), começando minha carreira de promoter, seja realizando shows na mesma praia ou em boates e festas, resolvi que precisava divulgar meus eventos nas colunas sociais. Afinal de contas, elas moviam a sociedade, davam visibilidade e agregavam valor.

Com uma pasta 007 na mão, tomei a decisão de ir numa casa, numa rua estreita quase em Mãe Luiza, quase Areia Preta, quase Petrópolis, essa casa era do colunista muito famoso e que tinha uma audiência enorme: Jota Epifânio.

Não me recordo o dia, mas me lembro que foi entre setembro e outubro de 1989. Eu, com várias ideias na cabeça e projeto na mão, bati na porta de Epifânio. De pronto, atendido com o sorriso na cara e abrindo o portão, a Mana Geralda.

Foi nesse dia que conheci José Oliveira da Silva, ou simplesmente Jota Oliveira. Na época, apenas “Oliveira estagiário de Epifânio”, que escrevia a coluna jovem no espaço do “Pifa”. Foi amor à primeira vista.

Leia a coluna completa acessando o link: http://novojornal.jor.br/cotidiano/jornal-do-bg-adeus-juninho

 

 

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