O Blog do BG foi o primeiro a noticiar a confusão acontecida no Pepper’s Hall, na noite da última quinta-feira (9) envolvendo o lutador potiguar de MMA Anistavio Medeiros, o Gasparzinho, e o empresário Eduardo Augusto Marinho. Rapidamente, a assessoria do lutador entrou em contato para contar a sua versão do arranca-rabo.
Infelizmente, até o momento, o empresário não procurou o Blog para contar o seu lado da história. Porém, o colega Artur Dantas destacou em seu Blog do Gladius uma entrevista com Eduardo Marinho. Como o Blog está aqui para informar e não para tomar parte de nenhum dos lados, nos sentimos na obrigação de publicar também a defesa do empresário.
Segue:
Blog Gladius – O que aconteceu no Pepper´s entre você e Gasparzinho?
Eduardo Marinho – Eu vou dizer o que aconteceu. Eu fui para a boate com a minha esposa normalmente. Estávamos voltado o casamento, reatando o casamento. Estava com uma amiga e um amigo. Eu nunca briguei em boate na minha vida. Você acha que eu ia brigar quando estava reatando meu casamento e com a minha esposa do lado? Bem, eles chegaram [Gasparzinho e os amigos] fazendo zoada, se mostrando, aquelas coisas de lutador. Mas tava tudo tranquilo, normal, numa boa, sem estresse.
Eles ficaram numa mesa em frente a minha. Aí teve uma hora, quando o camarote estava cheio, que eu tive uma pequena discussão com a minha mulher e, no impulso, joguei a garrafa de vodka vazia de lado. Mas eu não joguei para acertar nele nem em ninguém. Nessa hora ele veio até mim e perguntou: “o que você tá fazendo?”. Eu pedi desculpas, mas ele mesmo assim veio bater boca e eu disse: fique na sua que eu fico na minha. Aí, ele diz que não fez isso, mas fez. Me deu um murro e saiu correndo. Os amigos vieram, tomaram as dores e me espancaram. Eram dois e eu não sei os nomes.
Não foi ele [Gasparzinho] quem me espancou. Ele apenas deu o pontapé inicial da luta, da confusão. E eu não falei que ele roubou o meu relógio. O que eu disse é que na hora da confusão meu relógio sumiu. Foi um relógio de estima, de 30 anos, que meu pai, que morreu há oito meses, deu para mim. Ele me deu esse relógio e eu só falei do valor dele (Nota do blog: avaliado em cerca de R$ 25 mil) e como ele era para alguém me ajudar a recuperar. Não disse o valor do relógio para me gabar, até porque foi um relógio de estima e isso não tem preço. É o valor sentimental.
Blog Gladius – O que aconteceu depois que ele te deu o soco?
Eduardo Marinho – Ele me deu um murro e eu caí. Ele é profissional, né? Basta um murro dele para um cara como eu cair. Ele me deu um murro e correu. Ele só me deu um murro. A minha raiva não foi dele. Tive raiva só porque ele correu e não revelou os nomes dos amigos dele. Eles quem me espancaram. Abriram minha cabeça, sofri oito pontos e estou com uma suspeita de coágulo no lado direito do cérebro. Se não fosse a minha mulher ter gritado por socorro, eles teriam me matado.
Os seguranças do Pepper’s vieram quando a minha mulher gritou e os caras se afastaram. Mas eles bateram em mim de chute, de murro, abriram minha cabeça e estou com meus dois olhos inchados. Agora, essa foi a versão verdadeira. Eu ameacei ele em meio judicial, dizendo que tenho bons contatos e que ele poderia se prejudicar no esporte dele. É tanto que ele ligou pra mim às 6h da manhã, quando eu estava no hospital, para apaziguar o assunto. Eu disse que não queria confusão com ele, mas pedi que ele revelasse os nomes dos dois que estavam com ele, dos amigos dele. Falamos de forma amigável e eu disse que ia procurar a imprensa. Por volta das 18h [do dia 10], nos falamos em clima amigável. Com ele eu já resolvi, não vou processar ele. Quero os nomes dos outros dois que me espancaram. Para esses daí, eu vou acionar a Justiça. Minha bronca não é com ele. Com ele o assunto está encerrado.
Blog Gladius – Você ameaçou Gasparzinho e os outros? Você humilhou ele?
Eduardo Marinho – Eu não ameacei ninguém, como estão dizendo. O que eu disse é que tinha influência no meio da justiça e ia usar isso. Outra coisa é que ele correu porque tem uma imagem e não pode se envolver em confusão, mas os amigos dele tomaram as dores. Faz dois anos que eu frequento o bar, sou sócio vip, vou duas vezes por semana lá e não existe uma reclamação de mim que se possa informar.
Agora, ele tem história de briga. Ele mesmo assumiu. O que eu disse que foi quem apanha não esquece. Mas quem bate, esquece. E falei também que ia usar a influência na justiça por eu ter muita amizade e não ia ficar assim, até porque tinham testemunhas lá. O povo que tava lá viu. A ameaça não foi para ele, mas para aqueles que me bateram e ele não disse o nome. Muitas pessoas vieram me xingar na internet, como se eu tivesse zombando dele com dinheiro , humilhado ele e coisas do tipo. Não foi isso. Mas eu falei com ele [Gaspar] e disse que não tinha interesse em processar ele, mas que tinha feito aquilo [de colocar as fotos no Facebook] para ele aprender a respeitar as pessoas.
Foto: André Luís
Rpz eu estava no peppers mas n presenciei a confusao. So digo uma coisa, ngm aguentava ficar perto da mesa desse eduardo! Ele ficava jogando bebida p cima e melando tdo mundo, ngm aguentava e ja tava tdo mundo cm raiva. Qlqr um q q estava ali dentro do camarote podia ter batido nele. Uma pena, inclusive vi duas mulheres reclamando cm o gerente q fica no camarote q nda fez para retirar esse sr do local.
Como é que um cara que se diz bicheiro IMPUNEMENTE, tem a petulância de afirmar que tem "influencia na justiça". Que Justiça é esta a do do RN? A que rouba o dinheiro do povo como no caso dos precatórios e que é investigada pelo CNJ? Porque a Polícia Civil e o MPRN não investiga esse sujeito e seus "caça-níqueis"?