Segurança

Exército diz que ‘malucos’ apoiam intervenção

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Foto: Estadão Conteúdo

O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, diz que há “chance zero” de setores das Forças Armadas, principalmente da ativa, mas também da reserva, se encantarem com a volta dos militares ao poder. Admite, porém, que há “tresloucados” ou “malucos” civis que, vira e mexe, batem à sua porta cobrando intervenção no caos político.

“Esses tresloucados, esses malucos vêm procurar a gente aqui e perguntam: ‘Até quando as Forças Armadas vão deixar o País afundando? Cadê a responsabilidade das Forças Armadas?’” E o que ele responde? “Eu respondo com o artigo 142 da Constituição. Está tudo ali. Ponto”.

Pelo artigo 142, “as Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.”

O que o general chama hoje de “tresloucados” corresponde a uma versão atualizada das “vivandeiras alvoroçadas” que, segundo o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, primeiro presidente do regime militar, batiam às portas dos quartéis provocando “extravagâncias do Poder militar”, ou praticamente exigindo o golpe de 1964, que seria temporário e acabou submetendo o País a 21 anos de ditadura. “Nós aprendemos a lição. Estamos escaldados”, diz agora o comandante do Exército.

Ele relata que se reuniu com o presidente Michel Temer e com o ministro da Defesa, Raul Jungmann, e avisou que a tropa vive dentro da tranquilidade e que a reserva, sempre mais arisca, mais audaciosa, “até o momento está bem, sob controle”. De fato, a crise política, econômica e ética atinge proporções raramente vistas, mas os militares da ativa estão mudos e os da reserva têm sido discretos, cautelosos.

“Eu avisei (ao presidente e ao ministro) que é preciso cuidado, porque essas coisas são como uma panela de pressão. Às vezes, basta um tresloucado desses tomar uma atitude insana para desencadear uma reação em cadeia”, relatou o general Villas Bôas, lembrando que há temas mais prosaicos do que a crise, mas com igual potencial de esquentar a panela, como os soldos e a Previdência dos militares.

Na sua opinião, Temer “talvez por ser professor de Direito Constitucional, demonstra um respeito às instituições de Estado que os governos anteriores não tinham. A ex-presidente Dilma (Rousseff), por exemplo, tinha apreço pelo trabalho das pessoas da instituição, mas é diferente”.

Em entrevista ao Estado, na sua primeira manifestação pública sobre a crise política do País, o comandante do Exército admitiu que teme, sim, “a instabilidade”. Indagado sobre o que ele considerava “instabilidade” neste momento, respondeu: “Quando falo de instabilidade, estou pensando no efeito na segurança pública, que é o que, pela Constituição, pode nos envolver diretamente”.

Aliás, já envolve, porque “o índice de criminalidade é absurdo” e vários Estados estão em situação econômica gravíssima, como Rio de Janeiro, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Minas Gerais. Uma das consequências diretas é a violência.

Ao falar sobre a tensão entre o Judiciário e o Legislativo, depois que o ministro Marco Aurélio Mello afastou o senador Renan Calheiros da presidência do Senado por uma liminar e Renan não acatou a ordem judicial, o comandante do Exército admitiu: “Me preocupam as crises entre Poderes, claro, mas eles flutuam, vão se ajustando”.

O general disse que se surpreendeu ao ver, pela televisão, que um grupo de pessoas havia invadido o plenário da Câmara pedindo a volta dos militares. “Eu olhei bem as gravações, mas não conheço nenhuma daquelas pessoas”, disse, contando que telefonou para o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) para se informar melhor e ouviu dele: “Eu não tenho nada a ver com isso”.

Bolsonaro. Bolsonaro, um capitão da reserva do Exército que migrou para a vida política e elegeu-se deputado federal, é uma espécie de ponta de lança da direita no Congresso e não apenas capitaneia a defesa de projetos caros às Forças Armadas, como tenta verbalizar suas dúvidas, angústias e posições e se coloca como potencial candidato à Presidência em 2018.

“No que me diz respeito, o Bolsonaro tem um perfil parlamentar identificado com a defesa das Forças Armadas”, diz o general, tomando cuidado com as palavras e tentando demonstrar uma certa distância diplomática do deputado.

É viável uma candidatura dele a presidente da República em 2018, como muitos imaginam? A resposta do general não é direta, mas diz muito: “Bolsonaro, a exemplo do (Donald) Trump, fala e se comporta contra essa exacerbação sem sentido do tal politicamente correto”.

Opinião dos leitores

  1. Quantas viúvas da ditadura, kkkkk. Vou lançar um vibrador e denominá-lo Garrastazu, na versão de 20 cm e Médici, na de 30 cm, para que estes lunáticos por ditadura adquiram e matem sua fantasiosa tara militar.

  2. Só Bolsonaro poderá melhorar este pais, os que não concordam estão com medo do homem vai botar nosso pais nos trilhos, e isso muita gente que levou vantagem e ainda levam querem que continue essa quadrilha que nos assaltou se eternize no poder sem que lhes aconteça nada

  3. Em quem confiar as ações do Brasil hoje é o mesmo que acertar os numeros da loteria…Ninguem merece a confiança do nosso tão sofrido povo….Os órgãos que governa o povo estão doente de câncer generalizado….Todas as esferas tem doentes pelo interesse financeiro próprio….E nunca o social…

  4. Tem alguns travestidos quê não aguenta escutar o nome Bolsonaro que sé borram, procure saber quem são e vai descobrir quê é a escória da sociedade. Está defendendo este governo democráticooooooo porquê faz parte dele, é corrupto, ladrão, mentiroso, vagabundo, comuna etc.

  5. á ordem so vem depois que os militares colocar de novo este pais no prumo certo ai sim eles fariam o modo de passar para os civis novamente com uma ordem deles coomprirem á constituição dentro da lei como deve ser dentro dos 3 poderes e acabar com essas indicações para o STF atraves de politicos e outros orgãos dos governos federais estaduais e municipais.

  6. Comparo esses apoiadores a criminosos, boçais que não lêem não estudam e ficam repetindo as baboseiras do Misantropo Mor do BolsoLixo.

  7. Basta ver o perfil e argumentos desses apoiadores para ter a absoluta certeza disso.
    Eles são um risco para a sociedade, se comportam feitos misantropos.
    Até mesmo os Militares sabem disso.

  8. Os militares assumiram o poder a pedido do povo, combateram o comunismo que queria se instalar no Brasil, estas mesmas figuras de esquerda que hoje fazem o PT e quebraram o País.

    Não fossem os militares, viveríamos uma Cuba, com direitos só para os que estão no poder !

    Pena que o General não vislumbra o descumprimento da constituição por todos os 3 poderes da República e acha que isso tudo é besteira.

  9. Bolsonaro 2018! E outra, já não fazem mais militares como os de antigamente… Esse general é mais um, dos vários militares politiqueiros que existem em todo país!! Estamos "FODIDOS"!!!

  10. O próprio general das forças armadas repudia o bolsomerd@ e tem uma ruma de besta, que nem ler a constituição brasileira ler, nossa carta maior, ficam falando "Bolsonaro 2018", pobre coitados. Esse Papangu não elegeu nem o filho para prefeito. Vão estudar, temos a melhor forma de mudar o país: a democracia! Agora votando um falastrão, que só falar coisas "inconstitucionais", juridicamente falando, nunca lutou pelo povo, fala da segurança mas anda de rr blindada, botou todos os familiares na política e o seu estado (Rj) é o estado mais quebrado do Brasil. Vlw bolsominos…kkkkkk

    1. Que dizer de um idiota que não sabe interpretar as palavras de um comandante? Uma entrevista onde não ve ser nenhum 'repúdio' o sujeito destila ódio e, pásmem, repúdio a político de direita em pleno gozo de mandato popular, legalmente eleito e defensor dos ideais militares. Falar em democracia, com toda essa arrogância e discriminação a um possível candidato é uma insanidade. Depois dessa não há dúvida quem é, realmente, o merda!

    2. Isso é democracia amigo, agora você falou, falou e não disse nada.

    3. Você é Dr de quê??? Vai aprender a escrever, vai…. não sabe nem a língua pátria.

    4. Identifique-me meus erros amigos. Crítica construtiva são sempre bem-vindas.

  11. Não fale besteira jiordano, vc não seba o que é um regime militar, não apoio nenhum políticos ladrão por mim tem que mofar na cadeia e devolver o que roubou, sou a favor das forças armadas patrulhando as ruas como é feito no Haiti ajudando as polícias pois estamos em guerra interna faz tempo.

  12. Esses abestalhados que pedem intervenção militar não conhece a história, só basta o exercito colocar um toque de recolher para o amor aos milicos acabar. É bloqueiar o zap que o neguinho enlouquece. Tem que aprender a votar, mão eleger oligarquias, rosto bonito e que oferece um picolé e meio litro de cachaça com um cajú.

    1. Prefiro toque de recolher dos"milicos"como diz você, do que o toque de recolher dos bandidos.

    2. Os militantes só decretavam toque de recolher para evitar que os terroristas de esquerda não se aproveitasse da caalada da noite para conspirar, assaltar bancos, sequestrar embaixadores de outros países em troca de resgate para comprar armas e treinamentos de guerrilha em Cuba.
      Eles matavam , roubavam , sequestraram e torturaram soldados que estavam apenas defendendo a nossa Pátria do comunismo que queriam implementar.
      Hoje, viveremos numa ditadura travestida de democracia, o povo opina mas não é ouvido, porque os 3 poderes só fazem o que lhes interessa, desrespeitando a constituição sem pudor!

      Desafio a alguém apontar um único presidente militar que deixou o poder enriquecido!

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Política

Única parlamentar do RN, Carla Dickson participa de homenagem nacional aos 122 anos da Assembleia de Deus no Brasil

Foto: Divulgação

A deputada federal Carla Dickson (PL-RN) participou, nesta quarta-feira (17), no Congresso Nacional, da solenidade festiva em homenagem aos 122 anos Evangélica Assembleia de Deus no Brasil. O evento reuniu pastores, lideranças evangélicas e parlamentares, para celebrar a trajetória da igreja, reconhecida pelo trabalho de evangelização, assistência social e fortalecimento da fé cristã no país. A celebração faz referência à fundação da Assembleia, em 18 de junho de 1911, em Belém (PA), pelos missionários suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren.

Carla Dickson foi a única representante da bancada federal do Rio Grande do Norte presente na solenidade, reforçando sua proximidade com o segmento evangélico e seu compromisso com a defesa da liberdade religiosa e dos valores cristãos.

“Foi uma honra representar meu Estado nesse momento tão significativo para milhões de brasileiros. A Assembleia de Deus tem uma história centenária de evangelização, acolhimento e transformação social, levando esperança às famílias e desenvolvendo um trabalho que ultrapassa os templos e chega nas comunidades em todo o país”, destacou a parlamentar.

A solenidade também prestou homenagem ao pastor-presidente das Assembleias de Deus no Brasil, Wellington da Costa Júnior, em reconhecimento à liderança e à contribuição para o fortalecimento da obra pentecostal no país. O evento marcou a celebração da história, expansão e relevância social da igreja, considerada uma das maiores denominações evangélicas do Brasil e do mundo.

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Mundo

CENSURA ILEGAL: Rumble e Trump Media pedem julgamento de Moraes à revelia nos EUA

Foto: Rosinei Coutinho

As empresas Rumble e Trump Media, esta última ligada ao presidente americano Donald Trump, pediram à Justiça Federal da Flórida que o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), seja julgado à revelia no processo movido contra ele nos Estados Unidos.

Em petição apresentada nesta quinta-feira (18), as empresas afirmam que Moraes foi citado por meio de um procedimento autorizado pela própria Justiça americana e tinha até o dia 15 de junho para se manifestar. Segundo os autores da ação, o ministro não apresentou resposta, não pediu prorrogação do prazo e tampouco constituiu defesa no processo.

A Rumble e a Trump Media sustentam que tentaram notificar Moraes por meses pelos canais previstos na Convenção da Haia e não obtiveram sucesso.

Diante disso, a Justiça da Flórida autorizou a citação de Moraes por e-mail.

De acordo com a petição, os documentos foram enviados a dois endereços eletrônicos vinculados ao STF, e houve confirmação de entrega em um deles.

Caso a Justiça dos EUA acolha o requerimento, o processo seguirá para uma nova etapa, em que a Rumble e a Trump Media poderão tentar obter uma decisão favorável mesmo sem uma manifestação de Moraes sobre o mérito das acusações.

Em publicação nas redes sociais, o advogado das empresas, Martin De Luca, declarou que a ação poderá definir até que ponto decisões de autoridades estrangeiras podem produzir efeitos sobre plataformas, conteúdos e usuários localizados nos Estados Unidos.

Entenda o caso

Em maio, Moraes foi notificado judicialmente, por e-mail, para responder ao processo movido pela rede social Rumble e pela Trump Media & Technology Group, nos Estados Unidos.

O processo foi aberto em fevereiro no Tribunal Federal da Flórida sob a acusação de que o magistrado brasileiro teria promovido censura ilegal contra discursos políticos de usuários alinhados à direita brasileira, como o influenciador Allan dos Santos.

Segundo as empresas, decisões do ministro obrigando a Rumble a remover contas de figuras brasileiras violariam a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que protege a liberdade de expressão.

Os autores da ação também afirmam que Moraes determinou que a plataforma mantivesse representação legal no Brasil para cumprimento de ordens judiciais.

Embora a Trump Media não tenha sido alvo direto das decisões do STF, a empresa argumenta que depende da infraestrutura tecnológica da Rumble para funcionamento da Truth Social.

Como mostrou a CNN Brasil, a AGU (Advocacia-Geral da União) pediu, na segunda-feira (15), que a Justiça dos Estados Unidos suspenda a ação movida contra Moraes.

Para a AGU, as decisões questionadas pelas empresas foram proferidas pelo ministro no exercício de suas funções no Supremo Tribunal Federal e, por isso, estão protegidas pela imunidade de jurisdição, não podendo ser submetidas à análise de um tribunal estrangeiro.

CNN

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Geral

Após receber alta, Cabo Deyvison diz ter tenho plena confiança de que a verdade será esclarecida

Foto: Divulgação

O vereador de Mossoró Cabo Deyvison (PL-RN) informou nesta quinta-feira, 18, que recebeu alta hospitalar depois de ser alvo de um atentado. Em publicação nas redes sociais, o parlamentar agradeceu as mensagens de apoio recebidas durante o período de internação e afirmou que pretende retomar as atividades em breve.

“Gratidão a Deus por ter me dado mais uma oportunidade de continuar minha missão”, escreveu.

Deyvison também agradeceu aos familiares, amigos, profissionais de saúde e agentes das forças de segurança que atuam na investigação do caso. Segundo ele, a apuração segue avançando.

“As investigações seguem avançando e tenho plena confiança de que a verdade será esclarecida”, afirmou.

O vereador fez ainda uma homenagem ao assessor, que morreu durante o atentado. “Um amigo, um irmão, que perdeu a vida e cuja memória continuará viva entre todos nós”, declarou.

ATENTADO

O atentado ocorreu na noite da última segunda-feira 15, em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Alto de São Manoel, em Mossoró. Alyson Dyego filmava uma transmissão ao vivo quando criminosos passaram pelo local em um veículo e efetuaram diversos disparos. Ele foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

Já Cabo Deyvison foi atingido nas pernas e encaminhado inicialmente à UPA. Depois, foi transferido para o Hospital Regional Tarcísio Maia, onde passou por cirurgia. De acordo com sua equipe, o estado de saúde é estável.

Durante a manifestação, o vereador agradeceu as mensagens de apoio recebidas e elogiou a atuação dos profissionais de saúde que atenderam as vítimas. Ele destacou os servidores da UPA do Alto de São Manoel, do Hospital Regional Tarcísio Maia e do Hospital da Polícia e afirmou que os profissionais mantiveram o equilíbrio para prestar socorro “naquele cenário horrível de terror”.

A Polícia Civil potiguar informou que o vereador era o alvo do atentado. As investigações apuram se o crime tem relação com denúncias feitas por Deyvison sobre a atuação de facções criminosas na cidade de Mossoró. Depois do ataque, os policiais localizaram o carro suspeito abandonado no bairro Alameda dos Cajueiros.

No local do crime, os investigadores recolheram um carregador de munição calibre 5.56, utilizado em fuzis. O delegado responsável pelo caso, Renato Oliveira, classificou o atentado como “bárbaro” e afirmou que a ação colocou em risco pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde que estavam na unidade.

 

Com informações da Revista Oeste

 

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Geral

Flávio cobra CPMI do Banco Master após operação da PF contra Jacques Wagner: “Escândalo envolvendo o PT é como a incompetência do governo Lula: não tem como esconder”

Foto: reprodução/X

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cobrou a instalação de uma CPMI para investigar o Banco Master após a Polícia Federal deflagrar uma operação que teve como alvo o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA).

“Escândalo envolvendo o PT é como a incompetência do governo Lula: não tem como esconder. CPMI do Banco Master já!”, escreveu Flávio em publicação nas redes sociais.

Durante um evento em São Paulo, o senador também comentou a operação e afirmou que “o PT da Bahia acaba de ser implodido pela Polícia Federal”.

A 9ª fase da Operação Compliance Zero cumpre 18 mandados de busca e apreensão na Bahia, em São Paulo e no Distrito Federal. A investigação apura possíveis crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

Além de Jaques Wagner, o empresário Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Banco Master, também é alvo da operação. Segundo decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), há indícios de que o parlamentar possa ter recebido vantagens econômicas indevidas, direta ou indiretamente.

Durante as diligências, a Polícia Federal apreendeu cerca de US$ 49 mil, o equivalente a aproximadamente R$ 248 mil, em um endereço ligado ao senador em Brasília.

A defesa de Augusto Lima negou irregularidades e afirmou que as medidas adotadas pela PF ajudarão a comprovar a legalidade dos fatos investigados. A defesa de Jaques Wagner ainda não havia se manifestado até a última atualização.

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Política

“Minha relação com Vorcaro é praticamente zero”, diz Jaques Wagner

Foto: Divulgação/PT

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), disse, nesta quinta-feira (18/6), que sua relação com Daniel Vorcaro é “praticamente zero”. Depois de ter sido alvo de nova fase da operação Compliance Zero, o senador baiano voltou a dizer que esteve com o dono do Banco Master apenas duas vezes e centralizou o contato com Augusto Lima, também alvo da PF.

Mais cedo, o senador foi alvo de mandados de busca e apreensão em Salvador e em Brasília. Durante a operação, os agentes apreenderam US$ 55 mil e 33 mil euros. Segundo a corporação, Jaques Wagner atuou a favor dos interesses do Banco Master no Senado e, em troca, teria recebido propina, incluindo um apartamento de luxo.

“Minha relação com Daniel Vorcaro é praticamente zero. Nunca tive maiores entendimentos com o Daniel. O entendimento foi na venda do Credcesta, o Augusto Lima comprou a rede de supermercados junto com um fundo espanhol. Depois, ele procurou um banco para ter fluxo de caixa e empréstimos. É ali que entra o Banco Máxima e depois o Master”, disse.

O petista disse que esteve com o dono do Master apenas duas vezes, sempre tendo como intermediário Augusto Lima, ex-sócio do Master e quem Jaques se referiu como “Guga”. Em um desses encontros, inclusive, disse que apresentou o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski, antes dele ir para o Ministério da Justiça.

“Estive com ele duas vezes, na primeira veio se apresentar como sócio do Augusto Lima, e uma segunda vez quando o Augusto me pediu indicação queria elevar o nível do banco e queria uma indicação jurídica”, declarou.

Metrópoles

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Política

TÁ FEIO: Deputado do PT defende que Jaques Wagner deixe liderança do governo

Foto: Geraldo Magela/ Agência Senado

O deputado federal Rogério Correia (PT-MG) defendeu nesta 5ª feira (18.jun.2026) que o senador Jaques Wagner (PT-BA) deixe a liderança do governo no Senado. A declaração se deu depois de Wagner ser alvo da Polícia Federal na operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de fraudes, corrupção e lavagem de dinheiro relacionados ao Banco Master.

Ao Poder360, Correia afirmou que a declaração não indica movimento dos congressistas, mas uma posição individual dele. Em entrevista à BandNews, Jaques Wagner afirmou que falou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) depois das investigações e que ele não mencionou sua saída do posto. Wagner disse não ter intenção de deixar a liderança.

Segundo Correia, Wagner deve se afastar do posto “para se dedicar à sua defesa, resguardada a presunção de inocência”. “O presidente Lula sempre disse: doa a quem doer, a investigação precisa ser feita até o fim! Com as novas informações reveladas pela Operação Compliance não seria diferente”, escreveu Correia nas redes sociais.

O deputado relacionou as investigações à gestão do ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto e a aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Essas novas informações não mudam a gênese do escândalo do Banco Master, que é o BOLSOMASTER! Foi Roberto Campos Neto, indicado por Jair Bolsonaro para o Banco Central, que autorizou o Banco Master a funcionar, em 2019”, declarou.

Segundo Correia, o Banco Central recebeu alertas e omitiu-se diante de irregularidades sob a gestão de Campos Neto, o que, segundo ele, permitiu perdas no crédito consignado. O deputado afirmou ainda que o ex-governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), tentou usar o BRB (Banco de Brasília) para socorrer a instituição financeira de Daniel Vorcaro.

 

Poder 360

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Geral

Jaques Wagner diz que falou com Lula e segue na liderança do governo no Senado: ‘Acho que não vai me tirar’

Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou nesta quinta-feira que vai continuar no cargo de líder do governo no Senado até decisão contrária do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O parlamentar disse que Lula falou com ele hoje para prestar solidariedade após o senador ser alvo de operação da Polícia Federal.

Wagner foi alvo de mandados de busca e apreensão que investigam suspeitas de que ele teria recebido dinheiro para favorecer os interesses do banco Master.

– Eu continuo na liderança até que o presidente Lula peça que eu me retire. Não acho que ele vai fazer isso, mas se ele fizer é um direito dele. O cargo de líder do governo é do presidente da República, mas eu falei com ele hoje e ele sequer tocou nesse tema – disse em entrevista à BandNews.

O petista também disse que vai manter a candidatura à reeleição ao Senado.

Mais cedo nesta quinta-feira, Wagner foi alvo de um mandado de busca e apreensão na nona fase da Operação Compliance Zero.

A PF apontou que Jaques Wagner foi o “beneficiário central” de “vantagens econômicas” pagas por integrantes do Banco Master. Entre esses benefícios estão pagamentos de um apartamento de R$ 2,45 milhões em Salvador, o uso de aeronaves ligadas ao Master e o ingresso para o camarote de um show internacional em Los Angeles que teria custado R$ 63,3 mil.

O ponto de conexão de Wagner com o caso Master se dá por meio do ex-sócio do banco, o empresário baiano Augusto Lima, que também foi alvo na Operação de hoje.

A PF identificou uma mensagem em que o petista envia a Lima detalhes sobre um apartamento que ele estaria interessado em adquirir em Salvador. “A unidade é a 1702 e o preço é 2,45 milhões”, escreveu ele. A mensagem é datada de novembro de 2024.

Na entrevista, Wagner disse que não recebeu dinheiro do Master.

– Nunca recebi de dinheiro de ninguém, muito menos do Master e do Augusto Lima

Ele também negou qualquer irregularidade na aquisição do apartamento:

– Sobre o apartamento, na verdade é um apartamento que está em construção. Eu tinha interesse em dar um apartamento, ajudar minha filha a comprar um apartamento desse. Como o Guga, o Augusto Lima, é um investidor, disse a ele: “pode comprar? Depois eu vou recomprar”.

Líder do governo no Senado, Wagner sempre negou ter qualquer relação com as “falcatruas” do Banco Master – como ele mesmo chamou o esquema de fraudes financeiras envolvendo a instituição financeira em fevereiro deste ano.

Em sinais de atuação a favor do Master, a PF citou que o senador do PT também teria feito lobby no governo pela aprovação da compra do Master pelo Bando de Brasília (BRB) e no Senado pela aprovação de outra emenda, conhecida como “emenda Master”, que foi apresentada pelo senador Ciro Nogueira (PI-PP) e propunha aumentar de R$ 250 mil para R$ 1 milhão a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito para investimentos em CDBs.

Wagner está na liderança do governo no Senado durante todo o terceiro mandato presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva. Nas gestões petistas passadas ele acumulou funções importantes no governo federal, como os ministérios da Casa Civil, Defesa e Relações Institucionais.

O Globo

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Geral

[VÍDEO] CASO DEYVISON: Polícia encontra fuzil calibre 5.56, pistola e munições enterrados na comunidade da Maísa, em Mossoró

As forças de segurança do Rio Grande do Norte apreenderam um fuzil calibre 5.56 e uma pistola na comunidade da Maísa, em Mossoró, durante diligências relacionadas ao atentado contra o cabo Deyvison.

O calibe do fuzil é o mesmo do citado pelo delegado Renato Oliveira após os trabalhos de perícia realizados no local do crime.

A ação foi realizada de forma integrada após o compartilhamento de informações estratégicas pela Polícia Civil. Com base nos dados levantados, equipes da Polícia Militar seguiram até o local indicado e localizaram as armas que estavam dentro de uma bolsa enterrada.

As armas foram encaminhadas para perícia técnica, enquanto as investigações e buscas continuam na região para esclarecer o caso e identificar possíveis envolvidos.

Via Certa Natal

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Geral

Prefeita Nilda apresenta projetos de turismo ao ministro e garante apoio do Governo Federal

A prefeita de Parnamirim, Nilda Cruz, participou na quarta-feira (17) de uma agenda institucional em Natal, ao lado da governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, em reunião com o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano para apresentação de um conjunto de projetos estratégicos voltados ao fortalecimento do turismo no município.

Durante o encontro, foram discutidas propostas consideradas essenciais para o desenvolvimento econômico e turístico de Parnamirim, com destaque para a modernização da orla de Pirangi, um antigo sonho da população, além de ações voltadas para as praias de Pium e Pirangi.

A gestora também apresentou iniciativas para fortalecimento dos festivais gastronômicos de Pium e Pirangi, que já integram o calendário cultural do município e têm grande potencial de movimentar a economia local, gerar renda e impulsionar o turismo regional. O tradicional Festival do Sabugo também foi pauta da reunião, reforçando sua importância cultural e econômica para a cidade.

De acordo com a gestão municipal, o governo federal sinalizou positivamente para as demandas apresentadas, demonstrando disposição para apoiar projetos considerados estratégicos para o desenvolvimento do turismo potiguar. Algumas ações devem ser contempladas de forma mais imediata, especialmente aquelas relacionadas aos festivais gastronômicos.

Já o projeto de modernização da orla de Pirangi, considerado um antigo anseio da população, deverá ser tratado em articulação com a bancada federal do Rio Grande do Norte, em razão de sua dimensão estruturante e necessidade de planejamento integrado.

“A agenda reforça a importância da parceria entre município, estado e governo federal na construção de políticas públicas voltadas ao turismo, setor estratégico para a geração de emprego, renda e desenvolvimento sustentável em Parnamirim e em todo o Rio Grande do Norte”, destacou a prefeita.

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Geral

VÍDEO: Adolescente morre após cair de carruagem desgovernada no Central Park, em Nova York

 

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Um post compartilhado por Metrópoles (@metropoles)

Um turista de 18 anos morreu após cair de uma charrete puxada por cavalos quando o animal disparou repentinamente no Central Park, em Nova York, na quarta-feira (17/6).

O grupo de direitos dos animais NYCLASS, que faz campanha pelo fim das charretes puxadas por cavalos, divulgou imagens do incidente, que, segundo eles, foram fornecidas por um funcionário do parque.

No vídeo, a charrete aparece desgovernada, subindo em um meio-fio, enquanto um homem corre atrás dela, antes de uma pessoa cair.

A NY1 informou que o adolescente foi hospitalizado em estado grave e faleceu. Pelo menos dois passageiros foram arremessados ​​da charrete, segundo a emissora.

Metrópoles

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