Fotos: Sinsenat
Mesmo sob chuva, os trabalhadores em greve do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Natal (Sinsenat) e do Sindicato dos Agentes de Saúde (Sindas) retomaram, nesta quarta-feira (29), o acampamento em frente à Prefeitura. O ato público deve seguir por tempo indeterminado, até que a gestão abra as negociações para o cumprimento da Lei da Data-Base, que garante reajuste salarial no mês de março.
Na última semana, em reunião com o Sinsenat e o Sindicato dos agentes de Saúde, foi indicado o percentual de 7,7% de reajuste, a ser parcelado. O índice é inferior ao pleiteado pelas entidades sindicais, de 17,97%, mas foi aceito, motivo pelo qual o acampamento anterior foi suspenso. Contudo, ao invés de instalar a mesa para definir as prestações, a proposta foi retirada.
A gestão alega falta de receita, mas para a coordenadora do Sinsenat, Soraya Godeiro, há um descompromisso seletivo, uma vez que a crise financeira não foi justificativa para todas as categorias. “Não há um equilíbrio. Para uns, não há nada, mas para outros, as reivindicações são atendidas”, concluiu Soraya, em referência aos mais de R$ 11 mi, a título de prêmio, destinados aos auditores fiscais, somente neste ano.
Esse rapaz da UNE é um multi nada. Ontem estava na revolta do busão, hj na dos servidores da Prefeitura.
Será mais um encostado que sustentaremos na velhice por meio do INSS. Aliás como todos esses manifestantes que na falta de capacidade de produzir algo vivem de passeatas, manifestações, protestos ou qualquer coisa que não signifique trabalho.