Potiguar de nascimento e dono do maior canal de aviação do YouTube, criador de conteúdo enfrenta doença neurológica rara e busca terapia experimental no exterior. Imagem: Reprodução
A senadora Zenaide Maia (PSD-RN) manifestou nesta quarta-feira (27) solidariedade ao comunicador e especialista em aviação Lito Sousa, natural de Natal, que enfrenta uma doença neurodegenerativa rara e busca acesso a um tratamento experimental nos Estados Unidos. Médica de formação, a senadora colocou o mandato à disposição da família para apoiar o esforço de viabilizar essa terapia.
Joselito Geraldo de Sousa, o Lito Sousa, nasceu em Natal em 25 de janeiro de 1967. Piloto, mecânico de aviação e especialista em segurança de voo, com passagens por companhias como Varig, Transbrasil e United Airlines, ele construiu ao longo dos anos uma das trajetórias mais reconhecidas da comunicação sobre aviação no país. À frente do canal “Aviões e Músicas”, que reúne milhões de inscritos e é o maior do gênero no YouTube brasileiro, Lito se notabilizou por explicar, com simpatia, didática e simplicidade, como funcionam os aviões e as viagens aéreas — desmistificando o setor, inspirando jovens e ajudando milhões de pessoas a superar o medo de voar. Também é autor do livro Onde Morrem os Aviões e idealizador do curso “Sem Medo de Voar”.
O caso de Lito tem comovido o Brasil nas últimas semanas. Em julho, ele revelou um diagnóstico de câncer de próstata; pouco depois, passou a apresentar sintomas neurológicos que levaram a internação e a uma investigação médica mais ampla. Em 21 de agosto, sua esposa, Mila Seidl, informou nas redes sociais que exames confirmaram a doença de Creutzfeldt-Jakob. Desde então, a mobilização em torno do comunicador cresceu — na quarta-feira (27), ele foi homenageado pelo Palmeiras no aniversário do clube, em meio a uma onda de manifestações de carinho de seguidores e de personalidades.
A doença de Creutzfeldt-Jakob é uma enfermidade neurológica rara e progressiva, provocada por proteínas alteradas (príons) que danificam o tecido cerebral. Ela provoca deterioração rápida das funções motoras e cognitivas, não tem cura conhecida e costuma ter evolução acelerada, com expectativa de vida geralmente inferior a um ano após o início dos sintomas. É justamente essa urgência que tem levado a família a buscar, fora do país, protocolos experimentais em centros de pesquisa de referência.
Em vídeo, a senadora Zenaide destacou a identidade potiguar de Lito e o alcance de seu trabalho. “Como médica, sei o peso que é uma família viver um momento desses. E como senadora do Rio Grande do Norte, quero dizer com sinceridade: o meu mandato está à disposição do Lito, no que a gente puder ajudar.
A parlamentar reforçou que o apoio inclui colocar a estrutura do mandato a serviço das articulações necessárias ao esforço da família obter autorização para o tratamento no exterior, e encerrou com uma mensagem direta: “Lito, o Rio Grande do Norte está com você. O povo potiguar está torcendo e rezando por você.”
Falou… falou… e num disse nada… tomara que esteja dando todo o apoio ao funcionário e num tenha mandado pra rua. Todos que trabalham lá são excelentes no atendimento não acredito que o funcionário tenha tratado alguém mau…
A padaria deveria falar aquilo que aconteceu e não falar da própria marca,já conhecemos a MERCATTO. Os empresários,donos da padaria,deveriam defender o funcionário com unhas e dentes e não escrever palavras ao relento,uma espécie de propaganda.
Caramba! Nunca vi uma nota tão oca. Na falta do que dizer, realmente não disse nada.
Faltou gente com tutano para escrever a nota.
SE nosso Judiciário tivesse preocupação com sua imagem perante a sociedade que o sustenta, SE tivesse vergonha pelo evento protagonizado por um membro de sua cúpula, estaria nas primeiras horas de hoje abrindo um Processo Administrativo contra o mencionado Desembargador.
Isso não é favor. É obrigação moral inerente a uma instituição cujo maior objetivo é promover a solução de problemas sociais.
Aliás, acho que o MP deveria analisar o caso e buscar elementos que caracterizem alguma infração a lei e tome as atitudes que se espera de uma instituição que corta na carne quando precisa.
Tomara que não esperem esfriar o assunto e finjam que nada aconteceu até o novo espetáculo do agora "exorcista da padaria".
E você acha mesmo que vai acontecer alguma coisa?
A mercato deixa a desejar na qualidade qdo se refere a servico, são poucos garçons p o publico q frequenta. Deixei d ir pq os pobres coitados tem q se virar nos trinta .
Vamos esperar que o desembargador seja punido de preferencia com uma medida sócio educativa trabalhando de garçon na padaria Mercatto.
Boa ideia …
faltaram só falar sobre o "episódio"….
Nao falou absolutamente nada sobre a incidente
Falou, falou e não disse nada…
Respondeu sim, leia com atenção, todos os funcionários apresentam treinamento: "sempre como princípio norteador na prestação de serviços a cordialidade no trato com todos os seus públicos, sejam eles clientes, funcionários…".
Se está prestando assistência ao seu funcionário, significa que este ficou com trauma psicológico por ter sido ameaçado moralmente e ainda quase ter sido preso injustamente. O verdadeiro cidadão estava trabalhando por um salario minimo, e foi agredido moralmente por um cidadao que alega ao contrario e ganha 30 vezes mais. Este cidadão tem o "poder" de acionar 3 viaturas de policia para resolver um pequeno problema como esse; enquanto o garçom (ou qualquer um de nos), se fosse assaltado, até hoje estaria escutando a musiquinha do 190. São essas diferenças no trato que caracteriza dois pesos diferentes e que podemos chamar de país de terceiro mundo "sem justiça". Mesmo fora das suas atribuições profissionais, teria que haver o mesmo tratamento para qualquer cidadão e sentir na pele que tipo de segurança publica e justiça existe neste país. Essa foi uma excelente resposta "laica" dada pela empresa.
O "Joãozinho da escolinha" pode até ter falado mas a empresa em questão não disse coisa com coisa. Para não dizer coisa com coisa, alguma coisa vaga. Espero que justiça seja feita neste país de injustos.