A crise está levando os lojistas de Natal a discutir o fechamento das lojas aos domingos nos shoppings da cidade. A medida é válida também para os feriados. O Sindicato do Comércio Varejista do Estado, informou que o interesse dos lojistas se deve ao custo que estão tendo com a despesa extra do trabalho aos domingos e feriados, num momento economicamente difícil, onde a arrecadação não está compensando um dia extra de trabalho.
A proposta já é discutida em outras capitais do país e em Natal está sendo debatida com o sindicato dos funcionários do comércio e também com a representação dos shoppings centers. Mesmo se dirigindo às lojas dos shoppings – já que o comércio de rua não abre nestas datas – a decisão também se estende às grandes magazines fora dos shoppings.
Ninguém é obrigado a comprar e pagar os preços absurdos que o comércio tem praticado. Não me venha falar que é carga tributária, pois não é. O lojistas estão acostumados a ganhar 500% em cima de sua mercadorias.
A crise está grande, o consumo diminuiu mas ninguém vê redução dos preços em virtude dessa retração. Falam em promoções e queima de estoque mas na verdade, há uma camuflagem no intuito de ludibriar o consumidor. Não consigo enxergar em uma camisa polo que custa quase 500 reais! Qual o custo dessa camisa e a margem de lucro de quem vende?
BG
Com um descalabro administrativo da NAÇÃO BRASILEIRA, deveríamos fechar o comercio por uma semana e depositar em Juizo os impostos devidos. Esse desgoverno está levando a FALÊNCIA toda a cadeia de comercio e industria no Brasil, esse desgoverno tem que ser afastado IMEDIATAMENTE e os senhores Deputados e Senadores tem o dever moral e politico de faze-lo.
A solução e diminuir os valores cobrados pelos shoppings. O povo não estão deixando de comprar como a midia quer impor, o povo estão comprando as sacoleiras e ao camelo em busca de preços melhores. Já sabem que a qualidade e a mesma muda apenas os preços. O povo deixou de ser besta. Graças a Deus.
Cabral, arranje ai o contato de uma sacoleira ou camelô que venda os mesmos produtos vendidos nos shoppings. kkkkkkkk
O povo está deixando de comprar sim, até o comércio popular já sente os efeitos da crise. Agora, numa coisa você tem razão, é preciso diminuir os preços dos alugueis cobrados pelos shoppings.
Em quais camelôs você esta vendo essas compras? Passe no Alecrim a qualquer hora do dia e veja se essa sua afirmação é vedadeira! Certamente verá que não! Se tiver duvidas, olhe quantas lojas tem fechadas e aproveite para conversar com os comerciantes.
Estão deixando de comprar sim. O dinheiro esta curto nas duas direções, tanto o publico dos shoppings, quando o da sulanca. pode pesquisar.
O povo não "está" deixando de comprar como a mídia que impor, o povo "está" comprando…
Cabral vai embora domingo junto com sua presidente e o seu PT nem que seja para Cuba ou a Venezuela, vcs estão igual a esposa que leva chifre, sabe que leva todo mundo sabe, mais não que acreditar, uma crise dessa atingindo todo mundo, preços sendo reajustados, devido a inflação, desemprego aumentando devido a queda no poder de compras do trabalhador, e vc vem falar besteira aqui.
A solucao é baixar os impostos bolivarianos que surrupiam a capacidade produtiva. O que se cobra nos shoppings é o custo segurança, qualidade e conforto; algo que nao vai encontrar na rua. Na rua ninguem paga impostos e nao ha segurança no que vende e nem no que se consome. Cabral ainda nao descobriu o Brasil.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça enfrentou as críticas do decano da Corte, Gilmar Mendes, durante o julgamento da Segunda Turma nesta terça-feira (16). O colegiado manteve as prisões preventivas do pai e do primo de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Gilmar foi o único a defender a soltura dos dois.
Ele abriu a divergência, comparando os métodos do caso Master, relatado por Mendonça, às práticas da Operação Lava Jato, as quais classificou como “autoritárias” e “espetaculosas”. Gilmar criticou o que chamou de “punitivismo inebriado” e a utilização de prisões para induzir delações premiadas.
“Juiz algum pode comportar-se como delegado de polícia. Nós sabemos muito bem onde esse caminho termina”, alfinetou. Nesta tarde, Mendonça retirou o sigilo de parte da investigação da Polícia Federal.
O decano queixou-se de que os relatórios foram juntados aos autos poucas horas antes da sessão, impedindo a análise da defesa e dos próprios pares. “A jurisdição penal não opera sobre o que se sonega, mas sobre o que se revela”, disparou.
“Não estamos aqui a julgar a Lava Jato. Estamos a julgar a maior fraude finaceira do nosso país”, retrucou Mendonça no ínicio de seu voto. Ele rebateu as críticas, afirmando que o processo não trata de “simples atores num gabinete na Faria Lima” praticando crimes de colarinho branco.
Segundo o relator, a investigação revelou “contornos de máfia” e de “crime organizado mafioso”, com uso de fuzis, metralhadoras e infiltração no sistema policial.
“IA: Aliada ou substituta?” Esse é o questionamento que vai fazer os estudantes da Maple Bear Natal serem desafiados em mais uma edição do Hackaton Educacional, uma maratona de conhecimento e inovação, pioneira no Nordeste, e que entra na sua sétima edição a partir desta terça-feira (16) até a próxima sexta-feira (19). O projeto une tecnologia, inovação e desenvolvimento pessoal.
O objetivo do hackaton é estimular o desenvolvimento do pensamento crítico, da criatividade, da colaboração e da resolução de problemas. Ao longo de quatro dias, os alunos trabalham em equipes para analisar uma problemática proposta pela equipe pedagógica e construir, por meio da tecnologia, estratégias capazes de contribuir para a reflexão e a busca por soluções.
Em edições anteriores, o Hackathon já abordou temas relacionados à convivência ética no ambiente digital, água potável e saneamento, além dos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS), incentivando reflexões sobre responsabilidade, respeito e cidadania.
A iniciativa integra a metodologia canadense adotada pela escola, que valoriza a aprendizagem baseada em projetos, a investigação e o desenvolvimento de competências essenciais para a formação de cidadãos preparados para os desafios de uma sociedade em constante transformação.
As chuvas registradas em Natal provocaram dois pontos de acúmulo de água na manhã desta quarta-feira (17), de acordo com boletim divulgado pela Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU).
Segundo o órgão, um dos alagamentos foi identificado na Rua Antônio Freire de Lemos, no bairro Planalto. Já na Avenida Solange Nunes, também na zona Oeste da capital, a via apresenta alagamento parcial, mas permanece liberada para o tráfego, com recomendação de atenção redobrada por parte dos condutores.
A STTU informou que equipes seguem monitorando as condições das vias e orienta os motoristas a reduzirem a velocidade ao passar pelos trechos afetados, a fim de evitar acidentes.
Foram cumpridos 28 mandados de busca e apreensão e sete mandados de prisão preventiva no Rio Grande do Norte, Ceará e Santa Catarina durante a Operação Recovery, deflagrada nesta quarta-feira (17) pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no RN (FICCO/RN).
No território potiguar, as ações ocorreram em municípios como Mossoró, Natal, Baraúna, Areia Branca, Assú, Caicó, São Gonçalo do Amarante e Macaíba. Também houve cumprimento de ordens judiciais em cidades do Ceará e de Santa Catarina, todas expedidas pela Justiça do Rio Grande do Norte.
Durante a operação, foi registrada uma prisão em flagrante, com apreensão de arma de fogo, munições e peças de armas. Materiais considerados de interesse investigativo também foram recolhidos, incluindo dinheiro em espécie.
Cerca de 200 policiais de diferentes forças de segurança participaram da ação, envolvendo Polícia Federal, Polícia Penal Federal, Polícia Penal Estadual, Polícia Militar, Polícia Civil e unidades especializadas, além de apoio aéreo e tático.
As investigações seguem em andamento para apurar a atuação de organização criminosa e crimes como tráfico de drogas e outros delitos relacionados identificados ao longo da apuração.
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse que a condenação de seu irmão, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), pelo STF (Supremo Tribunal Federal) foi uma “grande injustiça”, alegando vingança da Corte contra Eduardo
A condenação, decretada na última terça-feira (17) pela Primeira Turma do STF tornou o ex-deputado federal inelegível por até 12 anos. Por unanimidade, os ministros aplicaram ao filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a pena de 4 anos e 2 meses de prisão, em regime inicial semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo que apurou uma tentativa de golpe de Estado no Brasil.
“Mais uma grande injustiça cometida contra o Eduardo Bolsonaro, num processo que é absolutamente nulo sobre qualquer aspecto que se olhe, porque o Alexandre de Moraes, ele deveria se declarar impedido para julgar essa causa, já que em tese ele é a vítima, portanto, ele é parte sim nesse processo”, afirmou Flávio em vídeo publicado nas redes sociais na noite de ontem.
“Ele é suspeito para julgar porque é público e notório que virou uma questão pessoal contra o Eduardo Bolsonaro, parece claramente uma vingança”, completou.
O vereador de Mossoró, Cabo Deyvison (PL), segue internado após ter sido vítima de um atentado na noite de segunda-feira (15), em frente a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município.
De acordo com as informações, o parlamentar foi atingido por dois disparos na perna, sofreu fratura na tíbia e permanece com uma bala alojada segundo informações do Ponta Negra News.
Segundo o comandante-geral da Polícia Militar do RN, coronel Alarico Azevedo, o estado de saúde do vereador é considerado estável.
Inicialmente, Cabo Deyvison foi atendido no Hospital Regional Tarcísio Maia e, em seguida, transferido para o Hospital da Polícia Militar, onde continua em observação.
Um morador de Capim Macio, na Zona Sul de Natal, denunciou que uma área usada para abrigar equipamentos da lagoa de captação do bairro estaria sendo usada como abrigo por usuários de drogas. As informações são do Blog Gustavo Negreiros.
Segundo o relato, o espaço fica ao lado do parque ecológico do bairro, local frequentado diariamente por moradores e visitantes, geralmente acompanhados de crianças e idosos. Imagens encaminhadas ao blog mostram colchões, objetos pessoais e outros materiais no interior da estrutura.
Ainda de acordo com o denunciante, a situação já teria sido comunicada à Polícia Militar, mas, até o momento, o problema permaneceria sem solução.
A lagoa de captação e a respectiva estrutura de bombeamento são de responsabilidade da Caern. Moradores da região relatam preocupação com a ocupação do local e afirmam que a situação tem impactado o uso da área pública no entorno.
Quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Natal na manhã desta quarta-feira (17) durante a operação Convergência Nacional – RN, deflagrada pelo Ministério Público do RN para investigar a estrutura financeira da organização criminosa conhecida como Sindicato do Crime.
Segundo o MPRN, a ação teve como alvo pessoas ligadas ao núcleo financeiro e logístico da facção. A operação integra uma mobilização nacional coordenada pelo Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC), que reúne Ministérios Públicos de diversos estados.
De acordo com as investigações, o grupo é suspeito de atuar em um esquema de lavagem de dinheiro, cobrança de dívidas por meio de extorsão e gerenciamento de recursos da organização criminosa. Ainda segundo o órgão, a estrutura utilizaria “laranjas” e empresas de fachada para ocultar a origem e a movimentação dos valores.
As apurações também apontam que a esposa de um dos líderes da facção, atualmente foragido, teria desempenhado papel estratégico na comunicação e na movimentação financeira do grupo. Conforme o Ministério Público, ela atuaria como intermediária entre o líder e outros integrantes da organização.
A investigação teve origem na análise de dados extraídos de um celular apreendido em uma operação anterior. O material recolhido nesta quarta-feira passará por perícia e poderá contribuir para o aprofundamento das investigações sobre a atuação da facção no RN.
A Primeira Turma do STF condenou por unanimidade o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) a 4 anos e 2 meses de prisão, em regime inicial semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo relacionado à investigação da tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
Com a condenação por órgão colegiado, os ministros reconheceram a incidência da Lei da Ficha Limpa. Pela decisão, Eduardo fica inelegível desde a condenação até oito anos após o cumprimento integral da pena, conforme informações da CNN.
O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, afirmou que a inelegibilidade não depende do trânsito em julgado da ação. A Primeira Turma também determinou a comunicação imediata ao TSE para registro da restrição eleitoral.
Além da inelegibilidade, o STF decretou a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal e aplicou a pena de 50 dias-multa, fixados em dois salários mínimos por dia.
Segundo o entendimento da maioria dos ministros, Eduardo Bolsonaro atuou junto a autoridades dos Estados Unidos para pressionar integrantes da Corte e tentar influenciar processos relacionados à investigação da trama golpista.
Em nota, Eduardo Bolsonaro afirmou que o julgamento não tem “pé nem cabeça” e declarou considerar qualquer condenação “nula”, alegando que não foi oficialmente notificado sobre o processo. A defesa ainda poderá apresentar recursos ao próprio Supremo.
O debate sobre o fim da escala de trabalho 6×1 voltou a ganhar força no Congresso Nacional, enquanto especialistas e entidades do setor produtivo discutem os possíveis impactos da medida sobre a economia e o mercado de trabalho.
Um estudo da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) estima que a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas poderá provocar, ao longo de dez anos, uma queda de até 16% no Produto Interno Bruto (PIB) e a eliminação de 18 milhões de postos de trabalho.
A proposta é discutida por meio de projetos que tramitam na Câmara dos Deputados e no Senado.
Em entrevista à CNN Money, a gerente trabalhista da Fiemg, Fernanda Ribas, afirmou que empresas intensivas em mão de obra teriam de ampliar suas equipes para manter o mesmo nível de operação.
Segundo ela, o aumento dos custos poderia ser repassado aos consumidores por meio de reajustes de preços. Ribas também argumenta que os efeitos alcançariam serviços públicos que dependem de escalas contínuas de trabalho.
Na mesma linha, o pesquisador associado do FGV Ibre, Daniel Duque, avaliou que o aumento dos custos trabalhistas e a menor flexibilidade na distribuição das jornadas podem pressionar o mercado formal de trabalho.
Entre as alternativas que poderiam ser adotadas pelas empresas, ele cita redução de quadros, investimentos em automação e a ampliação de modalidades mais flexíveis de contratação.
A proposta de redução da jornada tem sido defendida por seus apoiadores sob o argumento de que pode ampliar a qualidade de vida dos trabalhadores e incentivar ganhos de produtividade.
Já críticos da medida alertam para possíveis efeitos sobre custos, emprego e competitividade.
Enquanto o debate segue em andamento, o governo federal retirou o pedido de urgência para a tramitação da proposta, atendendo a uma solicitação do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).
Com isso, a pauta da Casa foi destravada e o tema passará a seguir o rito normal de discussão no Congresso Nacional.
O povo ESTÃO fudido kkkkkk
TEM QUE FECHAR TUDO SHOPPING SUPERMERCADOS ………DEIXAR UM VENDEDOR O DOMINGO TODO SEM VENDER NADA É MARTÍRIO.
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A crise está grande, o consumo diminuiu mas ninguém vê redução dos preços em virtude dessa retração. Falam em promoções e queima de estoque mas na verdade, há uma camuflagem no intuito de ludibriar o consumidor. Não consigo enxergar em uma camisa polo que custa quase 500 reais! Qual o custo dessa camisa e a margem de lucro de quem vende?
BG
Com um descalabro administrativo da NAÇÃO BRASILEIRA, deveríamos fechar o comercio por uma semana e depositar em Juizo os impostos devidos. Esse desgoverno está levando a FALÊNCIA toda a cadeia de comercio e industria no Brasil, esse desgoverno tem que ser afastado IMEDIATAMENTE e os senhores Deputados e Senadores tem o dever moral e politico de faze-lo.
A solução e diminuir os valores cobrados pelos shoppings. O povo não estão deixando de comprar como a midia quer impor, o povo estão comprando as sacoleiras e ao camelo em busca de preços melhores. Já sabem que a qualidade e a mesma muda apenas os preços. O povo deixou de ser besta. Graças a Deus.
Cabral, arranje ai o contato de uma sacoleira ou camelô que venda os mesmos produtos vendidos nos shoppings. kkkkkkkk
O povo está deixando de comprar sim, até o comércio popular já sente os efeitos da crise. Agora, numa coisa você tem razão, é preciso diminuir os preços dos alugueis cobrados pelos shoppings.
Em quais camelôs você esta vendo essas compras? Passe no Alecrim a qualquer hora do dia e veja se essa sua afirmação é vedadeira! Certamente verá que não! Se tiver duvidas, olhe quantas lojas tem fechadas e aproveite para conversar com os comerciantes.
Estão deixando de comprar sim. O dinheiro esta curto nas duas direções, tanto o publico dos shoppings, quando o da sulanca. pode pesquisar.
O povo não "está" deixando de comprar como a mídia que impor, o povo "está" comprando…
Cabral vai embora domingo junto com sua presidente e o seu PT nem que seja para Cuba ou a Venezuela, vcs estão igual a esposa que leva chifre, sabe que leva todo mundo sabe, mais não que acreditar, uma crise dessa atingindo todo mundo, preços sendo reajustados, devido a inflação, desemprego aumentando devido a queda no poder de compras do trabalhador, e vc vem falar besteira aqui.
A solucao é baixar os impostos bolivarianos que surrupiam a capacidade produtiva. O que se cobra nos shoppings é o custo segurança, qualidade e conforto; algo que nao vai encontrar na rua. Na rua ninguem paga impostos e nao ha segurança no que vende e nem no que se consome. Cabral ainda nao descobriu o Brasil.