O presidente da comissão especial da Câmara que discute a reforma da Previdência, Marcelo Ramos (PR-AM), confirmou a possibilidade de o grupo votar um projeto substitutivo, alternativo ao do governo, informa o repórter Nilson Klava, da GloboNews.
Conforme mostrou o blog, descontentes com articulação política do Palácio do Planalto, deputados querem apresentar um novo texto, deixando claro que as propostas são do Congresso.
“Dentro da lógica de blindar a pauta econômica e de dar um protagonismo maior à Câmara dos Deputados, já que é a Câmara dos Deputados que tem assumido a responsabilidade de enfrentar as reformas estruturantes que o país precisa, nós hoje consideramos como hipótese a ideia de um projeto substitutivo ao projeto encaminhado pelo governo”, declarou Marcelo Ramos.
De acordo com o presidente da comissão, o texto poderia ser apresentado pelo relator, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP).
Segundo Marcelo Ramos, a ideia é que o novo texto a ser apresentado mantenha a “premissa” da equipe econômica, de economizar cerca de R$ 1 trilhão em dez anos.
Conforme alguns parlamentares, o objetivo com a apresentação de um novo texto é “blindar” a reforma do que eles consideram “crises” produzidas pelo próprio governo.
Seria um jeito também, segundo eles, de garantir o protagonismo do Congresso no tema e em eventuais mudanças, como na aposentadoria rural e no Benefício de Prestação de Continuada (BPC).
“Vamos trabalhar para que ao final o relatório da reforma da Previdência possa ser votado da forma mais equilibrada. Nós teremos a oportunidade de avançar em uma pauta que dialogue com a agenda do país, que é previdência, tributária e novo pacto federativo”, afirmou o vice-presidente da comissão especial, Silvio Costa Filho (PRB-PE).
G1
O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, anunciou nesta sexta-feira (17) a funcionários do banco um programa de demissão voluntária (PDV) com objetivo de reduzir 3,5 mil postos.
Segundo a instituição estatal, o público alvo principal do programa são 28 mil funcionários que trabalham na matriz e em escritórios regionais da Caixa. O prazo para adesão ao PDV começa na segunda-feira (20) e vai até o começo de junho.
“Simultaneamente, o banco vai chamar aprovados em concurso em 2014”, afirmou a assessoria de imprensa do banco. Ainda não há uma estimativa de quantos serão contratados, mas a expectativa é de que até 25% desse público seja composto por pessoas portadoras de deficiência física.
O banco afirmou ainda que não há neste momento planos para fechamento de agências. A Caixa tem mais de 4,4 mil pontos físicos de atendimento no Brasil.
A instituição não informou de imediato qual a estimativa de economia a ser obtida com o PDV. A Caixa tinha 85 mil funcionários no final de 2018, o dado público mais recente.
Folhapress
O mercado brasileiro não se recuperou das perdas da véspera nesta sexta-feira (17). O dólar continuou a subir e fechou a R$ 4,1020, valorização de 1,58%. A Bolsa brasileira fechou abaixo dos 90 mil pontos, pior desempenho do ano.
Analistas destacam que não houve mudança no quadro político em direção ao avanço da reforma da Previdência. A crise entre governo Bolsonaro e Câmara e investigações envolvendo o filho do presidente, Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), preocupam investidores.
No exterior, o dia também foi de perdas após negativas da China quanto a um acordo com os Estados Unidos para por fim à guerra comercial. As Bolsas chinesas recuaram mais de 2%.
Nos EUA, índice Dow Jones recuou 0,38%. S&P 500 caiu 0,45% e Nasdaq teve queda de 1%.
O Ibovespa, maior índice acionário do país, operou em alta durante a maior parte do pregão. A recuperação após a queda de quinta (16), no entanto, não se sustentou. A Bolsa fechou com leve recuo de 0,03%, a 89.992 pontos, pior patamar do ano. O giro financeiro foi de R$ 16,4 bilhões. Na semana, o índice acumula queda de 4,5%.
Na véspera, o índice caiu 1,75%, a 90 mil pontos. O recuo foi impulsionado pela queda nas ações da Vale, com risco de rompimento de duas barragens. Hoje, com o recorde no preço do minério de ferro, os papeis da companhia se recuperaram e tiveram alta de 2,8%.
Durante a sexta, o dólar continuou trajetória de alta e chegou a R$ 4,1140. A moeda encerrou cotada a R$ 4,1020, alta de 1,58%. O valor é o maior desde 19 de setembro de 2018, período pré-eleitoral.
Na quinta, a moeda americana havia fechado acima dos R$ 4 pela primeira vez desde 1º de outubro.
Na semana, o dólar acumula valorização de 4%. Este é o pior período para o real desde a semana de 20 de agosto, quando a moeda americana teve alta acumulada de R$ 4,80. Dentre as divisas emergentes, o real foi a que mais se desvalorizou, com 2,48% de perdas, bem à frente do Florim húngaro, segundo mais desvalorizado, que perdeu 1,21% frente ao dólar.
Para Sidnei Nehme, diretor da corretora de câmbio NGO, a alta do dólar não deve se manter. “O patamar de R$ 4,10 já é de altíssimo risco para quem aposta na alta do dólar. Se o governo der um passo firme em direção a reforma da Previdência, a cotação da moeda americana desmorona”, afirma.
Para o economista, a valorização do dólar reflete o cenário de incertezas domésticas. “Neste caso, a guerra comercial entre EUA e China não teve grande pressão. A cotação reflete uma aposta de que o dólar continue a subir, uma aposta no caos. O câmbio é um dos únicos segmentos que não temos problema, com grande reserva e mecanismos para suprir liquidez do mercado. O real é a moeda mais bem defendida e a que cai mais, por especulação de que o cenário político vá piorar”, diz Nehme.
O início da investigação judicial contra Flávio Bolsonaro e a citação a Rodrigo Maia em delação sobre o pagamento de propina pela companhia aérea Gol podem ser mais um entrave no panorama político. Maia é o principal articulador político da reforma da Previdência, vista como a salvação das contas públicas brasileiras.
Protestos contra o corte de verbas da Educação e a postura conflituosa de Jair Bolsonaro também preocupam o mercado.
Dados econômicos do início do ano tampouco geram otimismo. Segundo o Banco Central, a atividade econômica no primeiro trimestre recuou e as projeções para o PIB do período são negativas.
O clima no exterior também piou na semana, com novos capítulos da guerra comercial entre China e Estados Unidos. Na segunda, o governo chinês anunciou o aumento de tarifas para importações americanas, o que derreteu os mercados globais.
Nesta sexta, o governo chinês afirmou que não tem pressa de fechar um acordo e que a decisão do governo de Donald Trump de elevar as tarifas de importações chinesas feriu “profundamente” as negociações. De forma protecionista, os chineses anunciaram novos incentivos para o mercado interno.
Folhapress
Os sabores do México estarão presentes no Papo de Fogão deste sábado com a tilápia mexicana na crosta de nachos, guaca de pimientos e salsa de limão e o Drink Mexicano, na Dica Rápida, preparados pelo chef e professor do IFRN Renato Cunha.
O Papo de Fogão é transmitido neste sábado (9), às 9h, na TV Ponta Negra.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse ao ser cobrado em evento da construção civil sobre medidas de curto prazo que destravem a economia, que existem várias medidas para serem disparadas, mas que precisam ser anunciadas no tempo certo. Ele afirmou que vem ouvindo “todo mundo” e o País vai voltar a crescer.
Entre as medidas que já estão sendo adotadas Guedes citou a simplificação para abertura de empresas, e que espera aumentar a competição no mercado financeiro com o lançamento de fundos de renda fixa.
“Se você começa a apertar o botão, como fizeram no governo passado, sem garantir as reformar complementares… pode ser que eu solte nas duas ou três semanas, se a Previdência andar…”, afirmou.
Sem querer antecipar outras medidas que serão tomadas, Guedes acenou com algum benefício para as igrejas, “mas acho que o presidente vai querer anunciar”, referindo-se a Bolsonaro.
“Setores reclamam para nós (governo) sobre medidas abusivas. Não pode por exemplo uma igreja ter que contratar contador se faturar acima de R$ 3,6 mil… o eSocial obriga isso, não está certo”, disse Guedes.
Estadão Conteúdo
Na última quarta-feira (15), jornalistas da Globo perguntaram ao ministro da Justiça, Sergio Moro, o que achava dos indícios de lavagem de dinheiro atribuídos ao senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), segundo reportagem da revista Veja.
Moro disse que tivera apenas notícias da reportagem.
“O ministro da Justiça não é um ‘super tira’, ele não cuida de todas as investigações do país. Meu papel é estrutural, principalmente em relação aos órgãos afetos ao Ministério da Justiça”, disse Moro.
“Não cuido de casos concretos e específicos. Uma coisa que me recusei desde o início: eu não vou ser advogado, eu não sou advogado de ninguém. Se outros ministros da Justiça no passado se sentiam confortáveis em despir a pele de ministro e agir como advogados, acho que esse não é o papel do ministro da Justiça”, afirmou.
Em fevereiro, Moro deu resposta semelhante à Veja: “Meu papel é diferente, não é ficar advogando, como faziam outros ministros da Justiça do passado. Acho uma conduta inapropriada.”
A referência a “outros ministros” foi associada aos ex-ministros da Justiça José Eduardo Cardozo (governo Dilma Rousseff) e Thomaz Bastos, ambos advogados.
Cardozo defendeu Lula em entrevista ao Valor Econômico, em 2015.
Thomaz Bastos levou o criminalista Arnaldo Malheiros a uma reunião na casa do então ministro da Fazenda Antonio Palocci, quando veio à tona o episódio da quebra do sigilo do caseiro Francenildo Costa.
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) registrou 5.894.270 de inscrições até as 16h30 de hoje (17), de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Esta sexta-feira (17) é o último dia para se inscrever no exame, que podem ser feitas pela internet, na Página do Participante, até as 23h59, no horário de Brasília.
A taxa de inscrição custa R$ 85. Quem não tem isenção deve fazer o pagamento até o dia 23 de maio, em agências bancárias, casas lotéricas e Correios. A inscrição é confirmada apenas após o pagamento.
No ano passado, o exame recebeu 6.774.891 de inscrições, mas 5.513.662, o equivalente a 81,3%, confirmaram a participação.
O Enem será aplicado em dois domingos, nos dias 3 e 10 de novembro. No primeiro dia de prova, os participantes responderão a questões de linguagens e ciências humanas e farão a prova de redação. Para isso, terão 5 horas e 30 minutos. No segundo dia, os estudantes terão 5 horas para resolver as provas de ciências da natureza e matemática.
Os gabaritos das provas serão divulgados até o dia 13 de novembro. O resultado sairá em data a ser divulgada posteriormente.
As notas do Enem podem ser usadas para ingressar em instituição pública pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para obter bolsas de estudo em instituições particulares de ensino superior pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para obter financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
O presidente Jair Bolsonaro voltou atrás nesta quinta-feira (16) de sua primeira versão e disse que não houve nenhum acordo com o ministro da Justiça, Sergio Moro, para que ele assumisse uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal) após cumprir um período como titular no governo.
“Quem me acompanhou ao longo de quatro anos, sabe que eu falava que precisamos de alguém no Supremo com o perfil de Moro. Não teve nenhum acordo, nada, ninguém nunca me viu com Moro [antes da eleição]”, afirmou o presidente durante transmissão ao vivo em suas redes sociais.
Bolsonaro, que estava em Dallas (EUA) para encontro com políticos e empresários americanos, disse que a primeira vez que falou com o ex-juiz foi, via telefone, durante a campanha eleitoral.
No último domingo (12), porém, Bolsonaro afirmou que assumiu o compromisso de indicar Moro para uma vaga no Supremo.
“Eu fiz um compromisso com ele, porque ele abriu mão de 22 anos de magistratura. Eu falei: ‘a primeira vaga que tiver lá [no STF], está à sua disposição'”, disse o presidente em entrevista à rádio Bandeirantes.
Em seguida, Moro foi a público dizer que não existia nenhum acordo prévio entre ele e Bolsonaro para uma cadeira na corte. “Não vou receber um convite para ser ministro estabelecendo condição sobre circunstâncias do futuro que não se pode controlar.”
O jogo de versões despertou o mundo político e, na avaliação de parlamentares, expôs o ex-juiz a um desgaste antecipado no Congresso -a indicação do presidente para o STF precisa ser aprovada pelo Senado.
Moro tem trabalhado para aprovar um pacote anticrime, que está parado na Câmara, e perdeu a batalha para manter o Coaf sob o guarda-chuva da Justiça. O órgão migrou para o Ministério da Economia, de Paulo Guedes.
O primeiro ministro do Supremo que deve deixar a corte é o decano Celso de Mello, que completa 75 anos -a idade de aposentadoria obrigatória- em novembro de 2020. A segunda vaga no STF deve ficar disponível com a aposentadoria de Marco Aurélio Mello, em julho de 2021.
Na entrevista à rádio Bandeirantes, Bolsonaro foi questionado sobre uma fala recente do ex-juiz da Lava Jato, que no final de abril disse ao jornal português Expresso que ir para o STF seria “como ganhar na loteria”.
“Eu vou honrar esse compromisso. Caso ele [Moro] queira ir pra lá [STF], será um grande aliado. Não do governo, mas dos interesses do nosso Brasil dentro do STF”, disse o mandatário.
Moro foi anunciado ministro da Justiça em 1º de novembro do ano passado, poucos dias depois da vitória do atual presidente no segundo turno das eleições presidenciais.
Quando comunicou seu embarque no governo, Moro disse ter aceitado o convite de Bolsonaro “com certo pesar” por ter de “abandonar 22 anos de magistratura”.
“No entanto, a perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito à Constituição, à lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisão. Na prática, significa consolidar os avanços contra o crime e a corrupção dos últimos anos e afastar riscos de retrocessos por um bem maior”, disse à época o ex-juiz.
Folhapress
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) defendeu nesta sexta (17) uma agenda econômica de curto prazo, para tentar destravar a geração de empregos no país.
Em evento do setor de construção civil, no Rio, Maia disse não se preocupar com a reforma da Previdência, que segundo ele já está encaminhada no Congresso.
Ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes, ele propôs o estudo de medidas para movimentar a economia enquanto os efeitos da reforma não forem sentidos. Citou como exemplo o uso do FGTS para fomentar investimentos.
“Nós estamos caminhando para o aumento do desemprego, para o aumento da pobreza e no final do ano voltamos a ter fome no país”, afirmou o presidente da Câmara.
Ele discursou depois de Guedes, que falou sobre expectativas de crescimento após a aprovação da reforma da Previdência e de novas reformas que o governo pretende apresentar, como a revisão do pacto federativo.
Em seu discurso, Guedes acenou também com a redução de juros para financiamentos imobiliários concedidos por bancos públicos.
“Ministro, quando a gente ouve as suas apresentações, se fechar os olhos, a gente vê um Brasil espetacular, com redução da pobreza, melhora na educação…”, disse. “Mas a base da sociedade vive uma crise, uma recessão real há cinco anos.”
Ele afirmou que na semana que vem se reunirá com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), para definir uma agenda positiva para o Congresso.
O presidente da Câmara criticou pressões que vem sofrendo por meio de redes sociais. “Se formos pensar em redes sociais, não aprovaremos nada”, afirmou, relacionando as pressões a “corporações”.
Maia, porém, vem sendo vítima também de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Em março, após uma série de ataques, chegou a ter discussões públicas com o próprio presidente.
Ele defendeu também uma restruturação da gestão pública no país. “O Estado brasileiro ficou caro”, afirmou, citando que funcionários públicos ganham em media 67% a mais do que equivalentes no setor privado.
“Se a gente não reestruturar essa questão, não adianta nem desvincular o orçamento, já que quase 100% dos recursos são usados para pagar pessoal”, argumentou. “A gente precisa enfrentar isso de forma rápida”.
Ele alegou, por exemplo, que a diferença entre os pisos e tetos salariais das carreiras públicas são pequenos, o que leva diversas categorias a brigar por ganhos extras quando atingem o teto, como os honorários de sucumbência pedidos pelos advogados da União.
“A câmara dos deputados, sem nenhum deputado custa R$ 4 milhões. Por que? Tem
Os melhores servidores do país sem dúvida nenhuma, mas o salário médio é R$ 30 mil. Não dá”, diz.
Folhapress
Esse canalha é o principal contribuinte desse caos, não diminui as mordomias e os supersalários, inclusive não desativa o gatilho salarial dos marajás do Brasil, pauta projetos de leis que aumenta gastos do governo e até anistia as dívidas de bilhões dos caloteiros e de transgressores das leis que foram multados, não vota projetos de interesse econômicos do país por favorecer a permanecia de Bolsonaro na presidência, não vota projetos que endurece as leis contra os corruptos e criminosos, principalmente de facções. Isso são apenas algumas das contribuições que esse transvestido de cidadão desfere contra o povo brasileiro, e que os petralhas associa-se para destruir o país.
Na próxima segunda-feira (20), às 10h30, os presidentes do Crea-RN, Ana Adalgisa Dias e do Cau-RN, Luciano Barros, concedem coletiva à imprensa para apresentar uma proposta de solução para a Ponte Newton Navarro, com o intuito de minimizar o índice de suicídios que vêm ocorrendo no local.
O deputado federal General Girão também participará da coletiva. O parlamentar confirmou que irá a Brasília, juntamente com os integrantes dos órgãos, para apresentar a proposta ao Governo Federal e tentar sensibilizar à classe política para a necessidade da realização da obra. A coletiva será concedida na sede do Crea-RN, em Natal, na avenida Senador Salgado Filho, nº 1840, Lagoa Nova.
A Cuidare Brasil, franquia de cuidadores de pessoas 100% potiguar, com 58 unidades e presente em 21 Estados brasileiros, através do diretor Etevaldo de Miranda Júnior, foi convidada para integrar o 1º grupo oficial de brasileiros para conhecer o Hogeweyk, a maior referência mundial em lar geriátrico, sediado em Utrecht, na Holanda, também conhecido como Vila Demência.
O grupo é formado por 12 médicos e geriatras de todo o Brasil, levado pela renomada organização francesa Dialog Health, em que serão oferecidos seis dias de imersão, com palestras, visitas a três organizações diferentes e um encontro com os representantes do Ministério da Saúde Holandês.
Miranda Júnior espera adquirir mais know-how para a franquia Cuidare Brasil e reconhece que a experiência que será vivida na Holanda é uma excelente oportunidade de obter mais conhecimentos para as empresas.
Uma publicação partilhada por Ranielle Ribeiro (@tecnicoranielleribeiro) a
O técnico Ranielle Ribeiro demorou cinco dias para se manifestar após ter sido demitido pelo ABC, na última segunda-feira. Em uma rede social, falou sobre os 12 anos dedicados ao clube – antes de ser treinador, cargo que ocupou desde o fim da Série B 2017, era preparador físico. Fez questão de agradecer a todos que fazem o Alvinegro, aos funcionários que o “tratavam como um filho e outros como irmão”.
Dedicou um “obrigado especial” à comissão técnica, por ser “suspeito em falar que lá tenho ‘irmãos do coração’, como fala meu filho. Além de pessoas de extrema confiança, vocês são profissionais de alta capacidade, onde através do trabalho de vocês consegui os números que tenho nesse clube”.
Agradeceu também a todos os jogadores com quem trabalhou, “que sem eles nada dessa história poderia ser contada. Desde o grupo de 2007 até hoje, meu muito obrigado a todos vocês pela entrega e por nos representarem tão bem dentro do campo. Vocês jogadores sabem do respeito que tenho por todos porque sei que não é fácil a vida que vocês levam e a responsabilidade que carregam nas costas”.
Por fim, destacou que “no ABC me criei profissionalmente, aprendi a ganhar e perder, a superar dificuldades, a saber absorver pressão, a buscar ser um profissional melhor. Só tenho a agradecer ao clube por ter feito tudo isso por mim, mas de alguma forma me entreguei durante esses 12 anos de corpo e alma para retribuir todos esses aprendizados”.
Ranielle comandou o ABC em 85 jogos, com 44 vitórias, 14 empates e 27 derrotas – um aproveitamento de 57,2%. Foi comunicado da demissão na última segunda-feira, um dia após a derrota para o Confiança, pela terceira rodada da Série C do Campeonato Brasileiro. O clube apresentou Sérgio Soares como substituto.
Globoesporte.com
É provável que, entre os profissionais que nesta semana se disseram escandalizados com a suposta fraude no currículo da professora de ensino técnico Joana D’Arc Félix de Sousa, haja alguns que já falsearam informações para abrilhantar sua trajetória profissional diante de um recrutador.
Um levantamento feito pela DNA Outplacement com base em 6 mil currículos aponta que 75% dos documentos enviados aos departamentos de recursos humanos das empresas em 2018 no Brasil continham informações distorcidas. A pesquisa foi realizada durante seis meses com 500 empresas baseadas no Brasil, Chile, Peru e Colômbia.
Protagonista de uma história de superação cotada para o cinema, Joana D’Arc cursou graduação mestrado e doutorado em química na Unicamp. Mas um dos pontos mais destacados de sua trajetória profissional, o título de pós-doutorado em Harvard, que era informado na plataforma Lattes, é uma mentira, conforme revelou reportagem do jornal o Estados São Paulo. Em nota, a professora admitiu não ter cursado Harvard mas destaca que o jornal tenta” denegrir” sua imagem, segundo publicou o Estadão.
As mentiras mais comuns nos currículos dos profissionais brasileiros, no entanto, não estão ligadas aos títulos tão altos na hierarquia acadêmica. Inflar o salário atual ou o último holerite recebido é a prática mais frequente (48%), seguida pelo nível de domínio de inglês (41%). Aumento do grau de escolaridade e cursos falsos foram revelados em 12% e 10% dos currículos, segundo a pesquisa.
As mentiras são descobertas tanto em currículos de pessoas em começo de carreira quanto nos de profissionais com mais experiência, como o foi o caso da professora Joana D’Arc. E não são fruto da cultura do “jeitinho brasileiro”. A DNA mostra que a frequência de informações mentirosas no CVs é de 85% na Colômbia, 78% no Peru e 72% no Chile.
A Câmara Municipal de Parnamirim lançou neste mês o edital para realização de concurso público que conta com 44 vagas para cargos de nível médio e superior. As inscrições começam na segunda-feira(20) e vão até 17 de junho e serão feitas exclusivamente pelo site da Comperve (ver abaixo).
As provas, que acontecem no dia 21 de julho, serão objetivas com 10 questões de língua portuguesa e 25 de conhecimentos específicos da área escolhida. Os salários iniciais vão de R$ 1.375,98 a R$ 2,5 mil.
Para vagas de nível médio, o concurso oferece cargos de agente administrativo, agente de cerimonial, redator de atas e técnico de informática. Já para o nível superior, há vagas para administrador, analista de informática, assessor contábil, assessor de controle interno, jornalista, pedagogo, procurador, produtor audiovisual e tradutor intérprete de libras.
A realização do atual certame acontece após 27 anos do primeiro e cumpre à risca a reestruturação estabelecida pela atual gestão da Câmara que, em conformidade com os órgãos fiscalizadores, estabeleceu o equilíbrio em seu quadro funcional de 50% para efetivos e os outros 50% para comissionados. “Quando assumimos a Câmara em 2017, encontramos o quadro com apenas 18% ocupados por servidores efetivos e 82% de comissionados. Com esse novo concurso, eliminaremos 100 cargos comissionados e iremos dobrar o quadro de servidores efetivos”, explica o presidente da Câmara de Parnamirim, vereador Irani Guedes.
Profoundly.me é um aplicativo de perguntas anônimas — Foto: Nicolly Vimercate/TechTudo
O Profoundly.me, aplicativo de perguntas anônimas, ganhou popularidade na Internet nas últimas semanas. O app saltou da 1068ª posição para o segundo lugar entre os mais baixados da App Store nos Estados Unidos. Seguindo a temática de aplicativos de como o CuriousCat, Secret, Ask.fm e Sarahah, o Profundly.me permite enviar mensagens anônimas para amigos do Facebook, garantindo aos usuários que as perguntas recebidas são de autoria de pessoas próximas.
Mesmo com a rápida popularidade, o Profoundly.me se tornou alvo de críticas devido à sua finalidade e performance. Usuários relatam no Twitter diversas queixas de mau funcionamento do aplicativo, mas a maior polêmica é a prática de cyberbullying dentro da plataforma. O Google Trends, que monitora o volume de pesquisas na Internet, indica um pico de 100% de aumento no interesse pelo aplicativo nos Estados Unidos em abril, o que mostra o sucesso do Profoundly.me apesar das controvérsias. Entenda mais sobre o caso e o conheça o aplicativo na lista a seguir.
1. O que é e como funciona?
O Profoundly.me é um aplicativo que permite enviar perguntas e mensagens anônimas para amigos conectados no Facebook. O app está disponível de graça e em inglês para Android, pelo Google Play, e para iPhone (iOS), na Apple Store. Usuários podem receber conteúdos como confissões, segredos e notícias, sem saber quem enviou o conteúdo. As perguntas podem ser compartilhadas nas redes sociais acompanhadas de respostas.
Após logar com a conta do Facebook no Profoundly.me, a interface se assemelha a de uma rede social. O usuário pode buscar por outros usuários, mas não tem permissão para enviar mensagens anônimas para perfis com quem não compartilha uma amizade no Facebook. É possível conferir as respostas de outras contas, e receber suas próprias perguntas.
2. Por que o Profoundly.me foi banido do Facebook?
Até o final de abril deste ano, o Profoundly.me funcionava dentro do Facebook, como um aplicativo, até que foi banido da rede social. A ação não foi justificada pelas suspeitas de casos de cyberbullying na plataforma (reclamação comum nos comentários dos usuários nos posts), mas em razão da política de regras da rede social, que não permite o compartilhamento de mensagens de forma anônima.
Desde então, o Profoundly.me teve seu modo de funcionamento totalmente remodelado, passando a funcionar apenas dentro de seu aplicativo próprio, para Android e iPhone, sem vínculos com a rede social.
3. O Profoundly.me é seguro?
O Profoundly.me usa criptografia para proteger o anonimato de usuários ao enviar perguntas para outros perfis. Apesar de ter sido banido do Facebook, o aplicativo ainda tem como requisito que usuários compartilhem uma amizade na rede social para enviar mensagens anônimas. Ou seja, pessoas desconhecidas não podem enviar perguntas no Profoundly.me.
Há rumores de extensões e sites criados para roubar informações do app, revelando o nome de quem realizou as perguntas. Contudo, nenhum caso foi confirmado e os criadores do Profoundly.me afirmam que ela é completamente segura.
De acordo com os usuários, o maior risco para quem está no app é sofrer bullying. De acordo com o site Technobuffalo, que testou o Profoundly.me, basta alguns minutos usando o aplicativo para que mensagens ofensivas ou de assédios comecem a chegar. É possível denunciar este tipo de comentário à plataforma e ele some do app, mas não é possível saber quem é o responsável nem há garantias de que conteúdos desse tipo vão parar de chegar.
4. Outros apps de mensagens anônimas que causaram polêmica
É comum que aplicativos de mensagens anônimas sejam usados de maneira indevida para o cyberbullying, apesar das diretrizes das plataformas. O caso do Profoundly.me não é o primeiro a vir à tona, causando preocupação na Internet: aplicativos anteriores com a mesma finalidade chegaram a ser encerrados devido a casos de violência verbal, ameaças e assédio.
O Secret, por exemplo, aplicativo de perguntas anônimas lançado em 2014, ganhou popularidade online, mas logo caiu em desuso devido a casos de cyberbullying. O mesmo aconteceu com o Sarahah em 2017, quando o próprio desenvolvedor decidiu retirar o app das lojas após ele ser usado para espalhar mensagens de agressivas e de ódio.
Buscando reverter a má popularidade, a empresa responsável pelo Sarahah lançou o aplicativo Enoff em fevereiro. O app funciona de forma anônima, mas possui uma finalidade diferente das demais redes sociais: Enoff permite que funcionários de um empresa relatem más condutas de outros trabalhadores diretamente para a equipe responsável. A ideia é criar um ambiente seguro de trabalho para todos.
Globo, via Techtudo, Profoundly.me, Google Trends e TechnoBuffalo
Nada de super humanos ou afins. O primeiro ser vivo com o DNA criado 100% em laboratório é uma bactéria. O novo micróbio é fruto de dois anos de pesquisa da Universidade de Cambridge, os resultados foram publicados no periódico científico Nature. Ele é bem parecido com outras bactérias da sua espécie, mas é capaz de sobreviver com um código genético simplificado.
A bactéria que carrega o DNA sintetizado em laboratório é da espécie Escherichia coli, normalmente encontrada no solo e no intestino humano. Após a modificação, ela pode ajudar a criar novos medicamentos ou se tornar resistente a vírus. Mas no que, exatamente, os cientistas mexeram para deixá-la assim? E mais: o que exatamente queremos dizer com “código genético simplificado”?
É o seguinte: o DNA de um organismo possui toda a informação necessária para construir e operar seu corpo. Essa informação é codificada em sequências de quatro moléculas, identificadas pelas letras A, T, C e G.
Cada gene é o manual de instruções para produzir uma determinada proteína. E as proteínas, por sua vez, são cadeias de moléculas menores chamadas aminoácidos. Cada aminoácido é identificado por uma sequência de três letrinhas de DNA: as letrinhas CTT, CTC e CTA correspondem à leucina, por exemplo. Essas sequências de três letrinhas são chamadas “códons”. Há 64 códons, mas só 20 aminoácidos, de maneira que há mais ou menos três códons para cada aminoácido. Um gene nada mais é do que uma fila de códons.
Os pesquisadores removeram alguns desses códons e substituíram por outros que fazem o mesmo trabalho. Eles fizeram mais de 18 mil edições desse tipo. No final, um organismo que tinha 64 códons ficou com 61. E o mais surpreendente: ele sobrevive mesmo assim. As redundâncias foram eliminadas, mas tudo continua normal.
As alterações no código genético não foram feitas no DNA da própria bactéria: os cientistas criaram um DNA completamente novo em laboratório e substituíram as moléculas originais pela versão com o upgrade.
A bactéria recebeu o nome de Syn61 — uma junção da palavra síntese com o seu novo número de códons. Por ter um DNA tão diferente do normal, os vírus podem ter dificuldade para infectar a bactéria.
O Escherichia coli é utilizado na produção de insulina para diabetes e medicamentos para o tratamento de câncer, esclerose múltipla e ataques cardíacos. Quando um vírus infecta uma cultura bacterial dessas, a produção inteira precisa ser jogada fora.
Essa é a primeira vez que os cientistas conseguem alterar e sintetizar um DNA tão grande. Em 2010, a bactéria Mycoplasma mycoides foi a primeira a ter seu genoma sintetizado. Ao contrário da E. coli, seu DNA era bem menor e não foi redesenhado.
as corporações tomaram o Estado. Eles só pensam em si. O povão assalariado q se exploda.