Cardiologista e coordenador do Programa de Enfarte Agudo do Miocárdio do Hospital do Coração (HCor), Leopoldo Piegas afirma que a influência de questões emocionais no aparecimento de doenças cardiovasculares já é um consenso na área. “As pessoas mais tranquilas, sossegadas e, aí vai a questão da religiosidade, têm uma tendência menor de ter esse tipo de doença”, afirma.
O cardiologista pondera que o emocional pode funcionar como gatilho ou desencadear hábitos que prejudicam a saúde. “A pessoa (nessas condições) pode fazer menos exercício ou se alimentar mal”, diz.
Segundo José Luís Aziz, diretor de Comunicação da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, estudos já comprovam que estresse e depressão podem elevar de 20% a 30% as chances de doença cardíaca. “Pessoas que perdoam têm menos chance de ter enfarte e, quando têm, é mais leve.”
Hormônios
Professor da pós-graduação do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, Álvaro Avezum afirma que o quadro de mágoa faz com que hormônios, como a adrenalina, sejam liberados de forma inadequada, afetando o organismo. “Isso pode aumentar a pressão arterial, produzir arritmias cardíacas, trombose”, diz. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Estadão Conteúdo
Peça-chave na investigação do suposto esquema de desvio de dinheiro no antigo gabinete do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), o grupo de elite no combate à corrupção do Ministério Público fluminense foi criado em novembro de 2016 para apurar os desdobramentos do esquema do ex-governador Sérgio Cabral descoberto pela Operação Lava Jato. Hoje, já soma cerca de 400 procedimentos investigatórios envolvendo os chamados crimes do colarinho-branco.
O Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (Gaecc) tem acesso a uma rede de informações de inteligência do próprio MP e de órgãos externos de investigação – amplamente usada na Lava Jato -, e atua em casos de alta complexidade e de grande repercussão social de crimes envolvendo políticos e agentes públicos.
Antes, esses casos eram atribuição do Gaeco, grupo especializado em crime organizado e que atua principalmente contra milícias e narcotraficantes.
Em três anos de existência, a ação do grupo resultou em processos contra três ex-governadores (Cabral, Luiz Fernando Pezão e Anthony Garotinho), o ex-presidente da Alerj Jorge Picciani, conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE), prefeitos e outros suspeitos de desvios em contratos como o de obras do metrô, do Maracanã e a máfia dos transportes. São cerca de 400 pessoas e empresas alvo das ações do Gaecc.
Somados os valores pedidos nos processos, os réus podem ser condenados pela Justiça a terem que devolver R$ 2 bilhões aos cofres públicos, por seus crimes e atos de improbidade.
Sob sigilo e esquema de segurança rigoroso, os 15 promotores do Gaecc trabalham de portas fechadas no sétimo andar do edifício-sede do MP do Rio, no centro antigo da cidade – próximo do histórico prédio da Alerj. A coordenação da equipe é da promotora Patrícia do Couto Villela, que responde diretamente ao procurador-geral de Justiça, José Eduardo Gussem.
Além de atuar dentro de um sistema de procedimentos padronizados e metodologia específica para ampliar o poder de apuração e de diligências, o grupo tem uma peculiaridade: centraliza investigações que servirão para acusações tanto na área criminal e como cível a serem apresentadas à Justiça, o que evita a dupla apuração sobre mesmo fato.
Caso Queiroz
A atuação do grupo especializado, que entrou em fevereiro no inquérito sobre o suposto esquema de desvio de salário de assessores no gabinete de Flávio na Alerj, prática conhecida como “rachadinha”, deu novo rumo às investigações que miram a atuação do ex-assessor Fabrício Queiroz, policial militar da reserva e amigo da família Bolsonaro que movimentou R$ 1,2 milhão em sua conta no período de um ano de forma considerada atípica pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). São apurados crimes de peculato, lavagem de dinheiro, organização criminosa e atos de improbidade administrativa.
Em cerca de quatro meses, o Gaecc ampliou o escopo da investigação e foi responsável pela obtenção da quebra de sigilo de 86 pessoas e 8 empresas ligadas ao filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro, decretada pela Justiça Estadual.
Nas últimas três semanas, a reportagem buscou posição oficial dos integrantes do grupo. Mas o sigilo, mais do que estratégia de investigação dos promotores, foi uma imposição do juiz Flávio Itabaiana de Oliveira Nicolau, da 27.ª Vara Criminal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Será se terá o caso desvendado só após o de Celso Daniel e Toninho do pt ser esclarecido, se for, vão 17 anos e nada, nem o pt quiz esclarecer, nem mesmos os esquerdopatas, que sempre gostam de indagar algo. Porquê insistem que não se esclareçam esses 2 casos?
A deliberação da Câmara sobre o decreto de Jair Bolsonaro que facilita a posse e o porte de armas promete ser mais catimbada do que a votação que derrubou o texto no Senado. Os deputados armamentistas contam não só com o apoio da bancada da bala, mas também com a do boi.
Entusiastas do decreto dizem ter, no mínimo, 252 votos –eles precisam de maioria simples para não deixar o texto cair, ou seja, havendo quorum, mais da metade dos presentes.
No caminho dos deputados pró-armas estão os líderes dos principais partidos, que vão trabalhar para confirmar o entendimento do Senado e derrubar o texto do presidente. Eles avaliam que o decreto embute ingerência nas funções do Legislativo e, por isso, as Casas devem rejeitá-lo em uníssono.
Painel/Folha de S.Paulo
Então o povo brasileiro elege Bolsonaro presidente, junto com seu projeto de governo, e essa corja de bandidis resolve impedi-lo de governar, de cumprir com suas promessas de campanha? E isso é que chamam de democracia, dar as costas para as escolhas do nosso povo? A enorme maioria desses bandidos elegeu-se comprando votos, enganando o eleitorado. Vejam o senador das blits. Na camoanha, dizia ser a favor do cidadão armado. Agora, votou ao contrário. Pilantra, como a maioria deles. Venais, estão furiosos com a forma como Bolsinaro faz política. Querem propinas, empregos, verbas escusas, a volta da roubalheira dos governos do PT. Isso não é democracia, é propinocracia.
O desenvolvimento de uma tecnologia que beneficie o minério de ferro em larga escala sem o uso de água ainda está longe de chegar ao mercado. Testes neste sentido já começaram a ser feitos pela Vale, mas ainda vai demorar de cinco a dez anos para serem colocados em prática. Até lá, a indústria da mineração vai recorrer a soluções paliativas, como o processo de empilhamento a seco e a contínua desativação de barragens a montante, hoje o processo mais barato de produção.
O setor tem um desafio ainda maior no Brasil, além da tecnologia. As mineradoras precisam recuperar a confiança na atividade, após as tragédias de Mariana e Brumadinho, separadas pelo curto espaço de três anos e dois meses e com um total de 289 mortos.
A Vale, que está no olho do furacão por conta dessas duas tragédias, tem investido em uma planta piloto para testar esta tecnologia. A mineradora trabalha no desenvolvimento, em escala industrial, de uma técnica de concentração que não utiliza água na produção de pelotas. O projeto piloto usa base patenteada pela New Steel, empresa que a Vale comprou, em janeiro, por US$ 500 milhões, para ter acesso à tecnologia.
“Esse é o futuro, não tem dúvida”, afirmou o diretor financeiro da Vale, Luciano Siani ao jornal O Estado de S. Paulo e ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Mas o executivo procura ser realista: em Minas Gerais será muito difícil abrir mão de barragens para extrair minério. E, para a população, barragem virou sinônimo de tragédia e apreensão.
Há mais de quatro meses, os habitantes de Barão de Cocais passam os dias como se estivessem convivendo com uma bomba-relógio, com o talude da mina de Congo Soco deslizando lentamente e ameaçando de rompimento a barragem Sul Superior. “Não sabemos ainda se com o empilhamento a seco e a concentração a seco teremos condições de eliminar totalmente as barragens. Provavelmente, não”, reconhece Siani.
Como todos os outros executivos do setor, ele faz questão de frisar que a prioridade, no momento, é reconquistar a confiança da população, com uma atuação segura do setor.
Transferência
“Ninguém pode ser contra a diversificação industrial, mas a mineração está no DNA de Minas Gerais e é muito importante para o desenvolvimento do País”, diz Wilson Brumer, que há dois meses assumiu a presidência do Conselho do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram).
Ele comenta que, depois da sequência de desastres, chegaram a circular rumores de que a Vale poderia concentrar suas atividades em Carajás, no Pará. Por determinação do Ministério Público, a empresa suspendeu uma produção de cerca de 90 milhões de toneladas em Minas Gerais.
“Transferir atividades seria um erro de estratégia. Quanto mais rápido a Vale puder produzir, melhor será para Minas”, diz Brumer, que já presidiu a siderúrgica Usiminas e a própria Vale.
Ele reconhece, contudo, que é necessário um intenso trabalho de resgate de confiança e da reputação junto à população e aos investidores. “Será uma construção degrau por degrau. Não é do dia para a noite e não será um processo fácil”, afirmou.
Siani descarta a possibilidade de a Vale fazer transferência de toda sua produção para o Pará. “O parque industrial instalado em Minas Gerais e no Espírito Santo gera produto de altíssima qualidade, com grande demanda no mundo”, afirmou o executivo, ressaltando que foram investidos bilhões na construção desse parque ao longo dos anos.
As empresas de mineração terão de investir enorme volume de dinheiro para provar que podem manter suas atividades com segurança.
Além da Vale, a Samarco, empresa que tem a mineradora brasileira como sócia junto com a australiana BHP, está com as operações paralisadas em Minas desde janeiro de 2015, quando a barragem de Fundão rompeu. O incidente soterrou a cidade de Bento Rodrigues, despejou toneladas de rejeitos por quilômetros, invadindo o Espírito Santo e chegando ao mar, numa dos maiores desastres ambientais da história, com um saldo de 19 mortos.
No ano passado, a empresa chegou a anunciar que iria retomar suas atividades ainda em 2019. Agora, pretende retomar as operações no segundo semestre de 2020, informou a companhia ao jornal O Estado de S. Paulo e ao Broadcast.
A empresa pretende usar também uma nova tecnologia, com empilhamento a seco dos rejeitos, mas se recusou a informar quanto essa mudança irá representar em aumento de custos.
“Reconhecemos que a mineração precisa evoluir. É preciso fazer diferente e é o que a Samarco está propondo. A Samarco retornará sem barragem, teremos um sistema de filtragem e empilhamento a seco. Com a Cava Alegria Sul e as novas tecnologias, vamos ter mais segurança e menor impacto ambiental”, informou, em nota, a mineradora.
Empilhamento
A substituição de barragens por pilhas de rejeitos não zera o risco ambiental, embora reduza a exposição, explica o consultor José Carlos Martins, da Neelix Consulting Metals&Mining. “Não é uma solução simples. Embora exista tecnologia para processamento a seco, o processo é para pequenas escalas. Para grandes escalas, ainda não existe uma tecnologia provada”, disse Martins.
Outra questão importante, apontada por Martins, é que não há como eliminar o rejeito. Há substituição de barragem por pilhas. Sem barragem, vai ter de transportar o rejeito por caminhão, o que aumenta bastante o custo. No entanto, o rejeito vai continuar existindo e vai ser empilhado em outro lugar. “E não pode ser muito distante da mina porque senão o custo fica proibitivo. Então, o processamento a seco elimina a barragem mas não elimina o rejeito. Vejo isso como trocar seis por meia dúzia.”
Usando a técnica de empilhamento a seco, a Vale estima que deve alcançar em 2022 a produção que havia planejado para este ano. Em paralelo ao desenvolvimento de novas tecnologias, as empresas do setor de mineração preparam também uma guinada na condução de seus procedimentos.
Tradicionalmente fechadas, as empresas tentam se adaptar a novas formas de comunicação e transparência. Estão cientes de que depende desse trabalho o resgate da confiança para uma atividade que já carregava o estigma de degradação do meio ambiente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Estadão Conteúdo
Na esperança de que o julgamento do habeas corpus do ex-presidente no STF não seja adiado, o Movimento Lula Livre prepara um “dia de agitação” em 24 de junho, véspera da data prevista para a análise do caso.
O HC de Lula aborda a alegação de suspeição do hoje ministro Sergio Moro (Justiça). O grupo que apoia o petista quer distribuir nas principais capitais 500 mil exemplares de um tabloide com as conversas do ex-juiz reveladas pelo The Intercept.
Está sendo muito difícil para alguns tontos entenderem que o Ex-presidente Lula não teve um julgamento justo. Preferem compactuar com juíz parcial ao ter que simplesmente respeitar a lei.
Foi um jogo de cartas marcadas seus tontos, independentemente de vara ou tribunal.
Êita "terrinha" pra ter gente adoradora de corruptos. Claro que os anti-LAVA JATO são, no máximo, trinta por cento. São os vivaldinos que perderam o poder e a respectiva massa de manobra. Entretanto fazem muito barulho e continuam contando com o apoio da imprensa marrom
Será se a sentença do Moro não fosse totalmente embasada na lei, o TRF 4 e o STJ não teriam confirmado a condenação? Isso é só jogada de luladrão, pra os petralhas não o substituírem como poderoso chefão, como esses idiotas não conseguem perceber isso? são uns tontos esses esquerdopatas, até um analfabeto dá um nó neles. Rsrsrs
O grupo de deputados que trabalha pela aprovação da reforma da Previdência começou a mapear o apoio à proposta no plenário da Câmara. Hoje, essa ala prevê contar com o aval de 80% a 85% de cada sigla que endossa a medida. Já entre os 145 deputados da oposição, há 10 votos favoráveis.
A estimativa, considerada otimista, é de 325 votos a favor das mudanças nas regras de aposentadoria –17 a mais do que os 308 necessários. O plano é votar o texto antes do recesso.
O mapa de votos, porém, leva em consideração que o relatório do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) sofrerá alterações em pontos cruciais para garantir o apoio, como redução na idade mínima para professores e uma nova regra de transição.
Mudança nesses pontos também é negociada entre as centrais sindicais e partidos de centro e centro-direita. Dirigentes da Força, da CUT, da UGT e da CSB estiveram na terça (18) com líderes de DEM, PP, PL, PRB e Solidariedade para discutir o relatório de Moreira.
Os sindicalistas estiveram ainda com o PC do B. Eles querem alterar cinco questões, entre elas a regra de cálculo das aposentadorias. Haverá nova rodada de conversas na terça (25).
Painel/Folha de S.Paulo
A reportagem da Folha procurou o ex-juiz Sergio Moro, atual ministro da Justiça, e a força-tarefa da Operação Lava Jato no Paraná para comentar o conteúdo da troca de mensagens envolvendo as planilhas da Odebrecht.
A assessoria de Moro emitiu uma nota à reportagem, após ter recebido os blocos de diálogos referentes à reportagem deste domingo (23).
“O ministro da Justiça e Segurança Pública não confirma a autenticidade de mensagens obtidas de forma criminosa e que podem ter sido editadas ou adulteradas total ou parcialmente”, afirma a nota.
“Repudia ainda a divulgação de suposta mensagem com o intuito único de gerar animosidade com movimento político que sempre respeitou e que teve papel cívico importante no apoio ao combate à corrupção”, afirma a pasta, em uma referência ao MBL (Movimento Brasil Livre), citado por Moro em um dos diálogos com o procurador Deltan Dallagnol, chefe da Lava Jato no Paraná.
“A invasão criminosa de celulares de autoridades públicas é objeto de investigação pela Polícia Federal”, completa o Ministério da Justiça.
Já a equipe de procuradores não se manifestou até a publicação desta reportagem.
Na semana passada, a equipe da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba divulgou notas reiterando críticas à divulgação de mensagens pelo The Intercept Brasil.
Em um desses comunicados, disse que a divulgação de diálogos “obtidos por meio absolutamente ilícito, agravada por um contexto de sequestro de contas virtuais, torna impossível aferir se houve edições, alterações, acréscimos ou supressões no material”.
“Diálogos inteiros podem ter sido forjados pelo hacker ao se passar por autoridades e seus interlocutores. Uma informação conseguida por um hackeamento ilegal traz consigo dúvidas inafastáveis quanto à sua autenticidade.”
Folhapress
Pronto.. pra que advogado criminal se agora podemos contratar hacker pra forjar conversas?? nem precisa mais de MP. Basta contratar um hacker, escreve qualquer mentira, e na audiencia de custodia ja é liberado.
Se esses hakers tivessem invadido os celulares da quadrilha quando tinha o comandante na presidência, hj ele não posaria de mais honesto do mundo, pra os esquerdopatas idiotizados. Teríamos sim, um simples bandido, como seus comparsas, Sérgio Cabral, Palocci e o Eduardo Cunha.
O avanço nas discussões sobre a reforma da Previdência na Câmara dos Deputados alimenta as esperanças do governo de uma votação em breve na comissão especial criada para debater o tema. As chances de que isso aconteça ainda esta semana, no entanto, são pequenas – em dois dias de discussão na semana passada, 75 deputados foram ouvidos. Ainda faltam 80.
O presidente Jair Bolsonaro já tirou a pressão do Congresso Nacional e disse não ver problema caso a votação do relatório na comissão especial demore mais uma semana para ocorrer. Além das discussões, que devem continuar ao longo dos próximos dias, festas de São João realizadas em diversos estados podem enfraquecer o quórum e dificultar a votação.
“Minha experiência de Parlamento: em festa junina, geralmente, o parlamentar fica no seu estado. É quase uma festa religiosa isso daí. Se atrasar mais uma semana, não tem problema não. Toca o barco”, disse Bolsonaro na última sexta-feira (21), após almoço no Ministério da Defesa.
Entenda
Os deputados debatem o relatório do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) desde a última terça-feira (18). A próxima reunião do colegiado está marcada para a próxima terça-feira (25) e a tendência é que uma nova reunião seja marcada para o dia seguinte. O presidente da comissão, deputado Marcelo Ramos (PL-AM), disse que há possibilidade de que a votação comece no mesmo dia em que for encerrada a discussão.
Acordo
Os deputados governistas fizeram um acordo com a oposição: todos que quisessem falar teriam tempo para fazê-lo e, em troca, a oposição não obstruiria a sessão. Após o fim dos debates, o relatório de Moreira será votado na comissão. Em seguida, o texto será apreciado no plenário da Câmara e precisará de uma aprovação de 3/5 dos deputados. Caso aprovada, a proposta segue para apreciação dos senadores.
Alterações
Samuel Moreira fez diversas mudanças em relação à proposta original enviada pela equipe econômica do governo no fim de fevereiro. Dentre elas, retirou o sistema de capitalização da reforma, que determinava que cada trabalhador contribua para a própria aposentadoria. É possível que o governo insista no quesito posteriormente, apresentando uma nova Proposta de Emenda à Constituição (PEC).
Além disso, Moreira manteve a idade mínima de 62 anos para mulheres e de 65 anos para homens após o período de transição, mas alterou o tempo mínimo de contribuição para as mulheres, retornando para os 15 anos vigentes atualmente. O tempo mínimo de contribuição dos homens permanece conforme proposto pelo governo: 20 anos.
As alterações reduziriam a economia com a reforma para R$ 913,4 bilhões até 2029. No entanto, o relator decidiu propor a transferência de 40% de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) para a Previdência Social e aumentar tributos sobre os bancos, o que reforçaria as receitas em R$ 217 bilhões, resultando numa economia final de R$ 1,13 trilhão, próximo do montante inicial de R$ 1,23 trilhão estipulado pela área econômica do governo.
Agência Brasil
No nosso combalido estado surge um paladino da moralidade, eu sugere a redução dos direitos dos aposentados. Vejam que bem, esse paladino é o senhor Nereu Batista de Linhares, lotado na SEEC, 40 H, cargo de assessor jurídico e salário de R$ 15.850,00, depois o mesmo Nereu Batista Linhares, agora lotado no IPERN, 40 H. Salário de R$ 15.081,00 ( com outras remunerações), chegando ao final com R$ 26.355 , 58 de salário líquido.
Querer cortar dos aposentados é no mínimo piada de péssimo gosto.
Para frente governadora dos trabalhadores, sua hora não tarda a chegar, e de passagem, dizem que esse rapaz é um desafinado. Não bate bolas mesmo.
Quase dois mil motoristas foram abordados pela Operação da Lei Seca, até este domingo (23), durante o feriadão no Rio Grande do Norte. Desse total, 137 pessoas foram flagradas dirigindo mesmo após ingerir bebidas alcoólicas, o que é proibido pela legislação de trânsito. Outras 81 foram notificadas por outros tipos de infração. As ações de fiscalização aconteceram em Natal e Mossoró.
Em Assú, militares da Companhia de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE) prenderam um motorista em flagrante, após ele ter atropelado um homem, próximo a uma barreira policial montada. Segundo a PM, o suspeito foi submetido ao teste de alcoolemia, que constatou que ele estava sob efeito de álcool. A vítima passa bem.
De acordo com o comandante da Operação Lei Seca, capitão Isaac Paiva, a operação em Natal aconteceu na avenida Jerônimo câmara, próximo à Arena das Dunas. Foram abordados 1.020 condutores, sendo 51 autuados por alcoolemia e 37 por infrações diversas, como não possuir CNH ou dirigir veículo não licenciado.
Já na operação que aconteceu em Mossoró, na madrugada deste domingo (23), foram abordados 975 veículos, sendo 86 pessoas autuadas por alcoolemia (se recusar a fazer o exame ou fazer e ser achado valor entre 0.05 e 0.33). Outras 44 infrações diversas foram registradas.
Ao todo, foram abordados nas duas operações 1.995 condutores, sendo 137 pessoas flagradas sob influência de álcool, e lavrados 81 autos de infrações diversas, totalizando 218 notificações. Além disso,12 veículos foram removidos para o pátio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran).
G1
A deputada federal Flordelis (PSD-RJ) usou as redes sociais para se defender de acusações envolvendo a morte do marido, o pastor evangélico Anderson do Carmo, 49 anos, no último domingo (16). Em seu perfil no Instagram, a parlamentar disse que vem sendo alvo de calúnias e notícias confusas relacionadas ao assassinato de Anderson.
“A semana me passou a ideia de que o tempo parou. A dor é enorme, pela perda e pelas calúnias e notícias confusas que, a cada minuto, cada minuto mesmo, brotam sabe-se lá de onde. Já falaram ter sido um crime passional, já disseram ser um crime por dinheiro, já incluíram a infidelidade”, defendeu-se, na rede social.
Na postagem, Flordelis se diz atordoada com a perda de Anderson. “Faz uma semana que perdi meu marido. Quem conheceu a minha vida com ele imagina a falta que ele me faz e pode imaginar o quanto estou atordoada. Mas, sou forte. Deus me fortalece. Por isso, não perco a fé”, desabafou.
Ela também se manifestou sobre os dois filhos do casal que estão com a prisão temporária decretada por 30 dias pela Justiça. Flávio dos Santos Rodrigues, 38 anos, já confessou à polícia que foi ele quem matou o pai adotivo. Ele é filho biológico apenas de Flordelis. Já um dos filhos adotivos do casal, Lucas Cézar dos Santos Souza, 18 anos, foi quem comprou a arma usada no crime.
“Acusam meus meninos, mas eu tenho esperança de os acusadores estarem errados e quero muito confiar na Justiça. É uma dor, às vezes, insuportável. O crime aconteceu na nossa casa e isso me faz reviver aquele momento trágico cada minuto em que estou presente”, avaliou. Flordelis tem 55 filhos, sendo 51 adotados.
A parlamentar foi convocada a depor amanhã (24) na Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo, que investiga a morte do pastor. “Na segunda-feira, serei ouvida pela polícia. O primeiro depoimento, como manda a lei. Já fiz isso várias vezes. A primeira, poucas horas após o crime. Sem direito ao luto”, explicou no texto postado no Instagram.
A deputada federal disse também que, no dia seguinte ao depoimento, vai conversar com os jornalistas. “Na terça-feira (25), à tarde, falarei com a imprensa. Um calvário necessário, para ver se consigo aplacar as insinuações, as dúvidas que criam versões desencontradas. Quem sabe, conseguirei? Peço as orações, mesmo daqueles que, sem conhecer a história, me condenam e condenam meus filhos”.
O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou no sábado, 22, a jornalistas que “reforma” virou uma “palavra mágica” para os investidores interessados em colocar recursos no País. “Em todas as minhas andanças pelo mundo, parece que a palavra mágica passou a ser a reforma da Previdência.”
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera a Previdência está em fase de discussão na Câmara dos Deputados.
De acordo com o presidente, há um grande números de empresários interessados em investir. “Muita gente de dentro do Brasil. Eu estive com os empresários há duas semanas em São Paulo, eles estão esperando (pela reforma)”, disse.
Ele afirmou, ainda, que tem sido cobrado em relação à geração de empregos no Brasil, mas pontuou: “quem emprega não sou eu. Eu emprego quando crio cargo de comissão ou quando faço concurso, e o Paulo Guedes decidiu que basicamente poucas áreas terão concurso, porque não tem como pagar mais”, afirmou Bolsonaro.
Não sei onde ouvi isso antes e quebrei a cara por ter acreditado.
Ainda mais quando quem diz volta atrás o tempo todo em tudo que diz ou faz.
Da pra acreditar num mentiroso contumaz envolvido até o tutano com milicianos do RJ?
É incrível a falta de compromisso de gente como vc com a verdade e a decência. Mas o povo brasileiro já está enxergando isso, "cumpanhero". Vcs ficarão sós, isolados na canalhice e na defesa da corrupção e na falta de ética. Infelizmente, ainda há cerca de 20% do nosso povo que AINDA não abriu os olhos para a verdade que nos libertará. E esse percentual continua minguando, "cumpanhero". Para o bem do nosso Brasil.
Ceará Bundao e sua legião de robôs com nomes fakes, contratados para passar os dias e até nós fins de semana fazendo comentários em tido que é blog.
Não pode ver uma mensagem crítica que logo ataca feroz.
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Tão óbvia e repetitiva a sua cantilena.
As comissões provisórias compõem mais da metade da estrutura organizacional de 26 dos 35 partidos no Brasil. É o que aponta um levantamento do G1 com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A estrutura temporária, que prevalece mesmo em partidos mais antigos e é mais frequente na esfera municipal, permite que os caciques indiquem dirigentes aos seus comandos.
Uma resolução do TSE determina que a duração máxima de comissões provisórias seja de seis meses, contados a partir de 1º de janeiro deste ano. O prazo vence em 29 de junho. Porém, essa data limite pode ser esticada, já que o presidente Jair Bolsonaro sancionou em maio deste ano uma lei que amplia a duração máxima das comissões provisórias para oito anos.
Em números absolutos, o PL (antigo PR) é o partido com mais comissões provisórias. São 2.865 comissões provisórias, 492 diretórios permanentes e uma comissão executiva. Todas as comissões provisórias são na esfera municipal.
Ao G1, a assessoria de imprensa do PL diz que o partido tem o maior número de comissões provisórias por conta da “intensa e permanente procura pela legenda liberal, na maior parte dos mais de 5 mil municípios do país”.
Para especialistas, esses órgãos temporários centralizam o poder, funcionam a partir de indicações de pequenos grupos ou de caciques e mantêm o controle do partido com os dirigentes nacionais.
Na comparação com os outros órgãos partidários, em termos percentuais, os partidos PMB, PROS e Podemos são os que mais têm comissões provisórias. Os percentuais são altos: 100% (PMB), 99,2% (Podemos) e 99% (PROS).
Segundo o levantamento, o PP tem o maior número de comissões interventoras (81), seguido por PRTB (7) e PMN (4). As comissões interventoras ocorrem quando a direção nacional ou estadual do partido decidem intervir ou dissolver o diretório municipal, segundo os pesquisadores Emerson Cervi e Felipe Borba.
Já as comissões executivas são os órgãos partidários responsáveis por questões internas, como fazer normas sobre o funcionamento da sigla. Nos dados do TSE, 26 dos 35 partidos têm executivas nacionais.
O historiador e professor Lenine Pinto faleceu na manhã deste domingo (23). Ele estava internado na Casa de Saúde São Lucas.
Lenine ficou conhecido por ser um dos maiores defensores da tese do descobrimento do Brasil pelo Rio Grande do Norte, com ampla pesquisa.
O comunicado foi feito pela Academia Norte-rio-grandense de Letras (ANRL)…
A pedido dos familiares,
comunicamos o falecimento do historiador, pesquisador, escritor e Acadêmico Lenine Pinto, ocorrido hoje, 23 de junho, 3h da manhã no Hospital São Lucas.
O Velório será na Rua São José (10h)
A Cerimônia de Cremação será
Segunda-feira, 24 junho (restrita aos familiares),
O torcedor brasileiro se desacostumou a ver os árbitros utilizando spray para marcar barreiras durante as partidas de futebol no País. Desde o fim de 2017, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) proibiu o uso do produto em todas os jogos organizados pela Fifa, mas a entidade máxima do futebol ignora a medida. O mesmo acontece com a Conmebol. Com isso, o spray está sendo usado em todos os 26 duelos da Copa América.
A polêmica teve início depois da Copa do Mundo de 2014, também realizada no Brasil. Os criadores do spray, o mineiro Heine Allemagne e o argentino Pablo Silva, dizem que tinham um acordo com a Fifa pelo reconhecimento da tecnologia. No entanto, a entidade voltou atrás e passou a utilizar produtos de outros fornecedores.
“A Fifa ficou completamente hostil e não cumpriu as promessas feitas. Ela fez um programa convocando todos os ‘piratas’ do mundo e começou a usar o spray de outras empresas”, lamenta Heine. “É triste e revoltante. Me dediquei nisso durante 15 anos, seria natural uma premiação, algum retorno. A hora que a Fifa roubou a ideia, fiquei sem chão”, acrescenta.
A expectativa de Heine e Pablo era receber US$ 40 milhões (R$ 156 milhões) da Fifa. A empresa deles, a Spuni Comércio de Produtos Esportivos e Marketing Ltda, é dona da patente registrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Ao todo, tem patentes registradas em 44 países.
Sem acordo com a Fifa, eles decidiram entrar com um processo no TJ-RJ exigindo uma indenização de US$ 100 milhões (R$ 390 milhões). A decisão do juiz Ricardo Lafayette Campos no fim de 2017 determinou uma multa de US$ 15 mil (R$ 58 mil) por cada evento que o spray for utilizado.
“Não há qualquer questão a ser dirimida a sua propriedade e, portanto, o spray é exclusivo do mesmo, sendo vedado a qualquer outro o fabrico do mesmo. Mas não é só. Há vasta comprovação de que após o invento, o réu violou a boa-fé objetiva contratual ao induzir o autor a não buscar empresas para tornar o invento, um item com produção em escala mundial, afirmando que o mesmo compraria a patente quando, na verdade, estava apenas, ao menos em sede de cognição sumária, ganhando tempo para negociar com terceiros spray semelhante ou simplesmente violar a patente do autor, ou não lhe dando a autoria correta (…) A violação do ‘fair play’, inclusive um lema de propaganda da Fifa, resta evidenciado, o que o Poder Judiciário não tolera”, alegou o juiz.
Procurada, a Fifa se limitou a dizer que continua utilizando o spray em suas competições e que não tem responsabilidade sobre torneios organizados por outras entidades, como a Conmebol com a Copa América.
O processo ainda está em primeira instância, e os advogados da Spuni acreditam que será longo. De acordo com eles, a multa ultrapassa os R$ 50 milhões por conta do uso do spray nas partidas desde o ano passado até agora. A Fifa já tentou reverter a decisão do juiz, mas sem sucesso.
O presidente da República, Jair Bolsonaro, voltou no sábado, 22, a atacar o Congresso e acusou parlamentares de tentarem reduzir seu poder, transformando-o em uma espécie de “rainha da Inglaterra”. Também criticou a articulação de deputados e senadores para aprovar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que permita a reeleição dos presidentes da Câmara e do Senado, conforme mostrou no sábado o jornal O Estado de S. Paulo.
Os comentários foram feitos por Bolsonaro ao tratar de um projeto de lei aprovado na Câmara e no Senado que, segundo ele, delegaria ao Parlamento a indicação de integrantes de agências reguladoras, e não pela Presidência da República.
“Se isso aí se transformar em lei, todas as agências serão indicadas por parlamentares. Imagina qual o critério que vão adotar”, disse o presidente da República. “Pô, querem me deixar como rainha da Inglaterra? Este é o caminho certo?”, questionou.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), rebateu Bolsonaro e afirmou que o projeto em questão “não tira nenhum poder do presidente e não delega nada novo ao Parlamento”. “O presidente não perde prerrogativa alguma”, disse Maia ao jornal O Estado de S. Paulo.
O projeto da Lei Geral das Agências Reguladoras, que aguarda a sanção de Bolsonaro, endurece as regras para preenchimento dos cargos e prevê que a escolha seja feita a partir de uma lista tríplice, pré-selecionada por uma comissão de seleção. A indicação, porém, ainda seguirá sendo do presidente da República.
Pela proposta, também caberá ao Executivo estabelecer a composição e a forma de atuar do colegiado que selecionará os nomes da lista. O texto ainda proíbe a indicação de políticos e parentes de políticos.
O projeto foi defendido pelo atual secretário executivo do Ministério da Fazenda, Marcelo Guaranys, durante a discussão no Congresso. Em uma apresentação sobre o tema feita em agosto do ano passado, quando ocupava o cargo de subchefe de Análise de Políticas Governamentais, Guaranys destacou que o pilar da proposta era “o equilíbrio entre a efetivação da autonomia das agências e o fortalecimento da governança e do controle social”.
“O presidente deveria trocar a assessoria jurídica ou ler o projeto aprovado antes de disparar sua metralhadora de impropérios: não entendeu nada”, disse o líder da Minoria no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP).
Nessa coisa de ler, vc prefere o presidiário de 9 dedos? Ou a louca ensacadora de vento? Ou vc mesmo, quem sabe?
Drag Queen Bolso hahaha Lula está preso, a onda agora são Minions defendendo seu miliciano de estimação.
Kkkkkkk. Até achei engraçado. Vcs são mesmo insuperáveis na arte da canalhice. Preocupem-se com o RN e sua governadora pois vcs estão caminhando fimes prá extinção política. Abram o olho.
Esse congresso nacional//câmara e senado corruptos querem a todo custo constranger o presidente Jair Bolsonaro com uma clara intenção de desestabilizar o seu governo, como o presidente não cede as chantagens no famoso toma lá da cá eles querem realmente transforma-lo em uma rainha da Inglaterra, mais eles tomem cuidado se tentarem abrir um processo de impeachment contra ele podem esperar que que Bolsonaro e Mourão fecham essa pocilga chamado de congresso.
Em uma década, a movimentação de turistas internacionais no Rio Grande do Norte caiu 59,35%. O quantitativo de visitantes dos mais diversos países do mundo saiu dos 70.541, em 2008, para 28.672 no ano passado. Os dados constam no Anuário Estatístico do Turismo 2019 – Ano Base 2018, divulgado pelo Ministério do Turismo este mês, e tem como base de dados os registros de entrada de estrangeiros no Brasil efetivados pela Receita Federal. O estudo mostra, ainda, evolução da movimentação internacional no Turismo nos Estados do Ceará e Pernambuco no mesmo período, com variações positivas de 8,95% e 48,28%, respectivamente.
m 2008, o Rio Grande do Norte recebeu, somente no mês de janeiro, 10.933 turistas de países diversos. Uma década depois, o número caiu para menos da metade, 4.500 visitantes internacionais, no mesmo mês de referência. Ao longo de 2008, cerca de 99,5% dos visitantes estrangeiros que o Rio Grande do Norte recebeu chegaram via aérea. Esse percentual caiu para 98,09% no ano passado, quando 28.127 pessoas entraram no Estado pelo Aeroporto Int. Gov. Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante. Pelo Terminal Marítimo de Passageiros, no Porto de Natal, 545 turistas pisaram em terras potiguares.
Historicamente, o número de turistas estrangeiros no Rio Grande do Norte vem caindo desde o apogeu da crise financeira europeia, a partir de 2007, que reduziu a zero o número de voos fretados oriundos principalmente da Holanda. Natal, que havia se tornado o paraíso de verão de centenas de famílias europeias que inclusive adquiriram empreendimentos imobiliários na capital e região metropolitana local, sofreu os efeitos da depressão nas finanças dos europeus. Uma leve recuperação foi registrada em 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil e com quatro jogos sediados em Natal, mas não suficiente para superar o número registrado em 2008.
De todos os turistas internacionais que desembarcaram no Estado em 2008, aproximadamente 97% vinham da Europa (68.583 pessoas) com destaque para os oriundos de Portugal (17.624), da Itália (16.250), da Holanda (9.597) e da Espanha (8.502). Naquele ano, os argentinos eram 1.693. Em 2018, os “hermanos argentinos” passaram a ser maioria em visita ao Rio Grande do Norte (8.900 pessoas) e o quantitativo de portugueses sucumbiu para 4.246, seguido de 3.991 italianos, 761 holandeses e 1.281 espanhóis. O total de turistas europeus no Estado no ano passado foi de 18.987 pessoas. Uma leve melhora em relação a 2017, quando chegaram 17.261 estrangeiros.
Resultado da má gestão. Brasil está sucateado. O povo tem a sua culpa por ter dando chance aos lobos. Devoraram, o pais e esse estado com esse governo será o fim.
E vamos dá empregos aos estrangeiros nos países deles, a gente trabalha, ganha essa merreca suada e vamoa dividir em 10 vezes em viagem para o exterior, vale mil vezes mais a pena.
Ainda bem, tomara que continue assim. Vejam por outro lado, se eles vêm serão assaltados, imaginem a repercussão da cidade ! Potanto é melhor assim, deixem os ladrões assaltarem só os Natalenses.
Esses 40% restantes moram aqui mesmo e movimentam a economia de Pipa, Baía Formosa, São Miguel do Gostoso e Galinhos. Turista estrangeiro só resta eu, que monto minha tenda onde bem entender.
infelizmente o RN não oferece bons serviços aos turistas. Praias urbanas com péssimas instalações e preços absurdos.
As únicas coisas boas na cidade do Natal são os hotéis e restaurantes.
Não temos uma boa casa de shows regionais.
Os empresários só querem o lucro, investir nem pensar.
Olhem q a orla urbana mais feia e desestruturada é a do RN.
Estradas em péssimas condições.
Belas praias o Nordeste tá cheio. O governo e os empresários precisam atentar p isto.
Via costeira escura e perigosa.
Tens toda a razão. Até os turistas nacionais não quetem vir. Principal fator é tudo isso que mencionastes.
Concordo inteiramente
Ok esse povo do tarde fez? Deixaram de fazer muita coisa para movimentar. Saudades do Zaz Traz e Mandacaru. Gerava emprego para os artistas, dançarinos, teatristas, músicos etc. Dava orgulho o que ofereciamos aos turistas. Frize-se numa epoca quando a oferta de leitos era muito menor.
Também queria o que? A de Mossoró Governando cheia de rolo,e o sucessor o pior Gestor dos últimos 100 anos. Se estivesse em outra posição seria MILAGRE. E. MILAGRES NÃO ACONTECEM TODOS OS DIAS. POVO QUE NÃO SABE VOTAR TEM DE PASSAR POR ISSO MESMO E SE LASCAR.
E os prefeitos da capital ? O que fizeram? A finada Wilma, Micarla e Carlos Eduardo ?
Prezados, enquanto continuamos a pagar por cadeira, mesa, até para tomar uma agua de coco, vamos afastar todos turistas. Pesquise quantos Natalenses ou Riograndenses, deixaram de ir a Ponta Negra? Para não serem assaltados, logo na chegada. Vergonha falar em turismo aqui em Natal.
Pergunte aos petistas.. segundo Lula, Dilma e seus satelites que trouxeram essa magnifica ideia; esse gasto da copa era investimento que se transformaria em riqueza e empregos no turismo.. So vi riqueza pra servidor publico e politicos; e empregos de cargo comissionados para seus filiados… Houve muita denuncia de corrupcao, obras inuteis e outras no papel. O que o povo fez? abraçou quem causou isso elegendo os mesmos, e foram comer pipoca bokus felizes da vida na frente da TV. Esta aí o resultado…. um atraso so.. mas so falam que o problema é de agora e a culpa é de quem gera emprego de verdade e riqueza, os empreendedores malvados. Mas o turismo é sazonal… o que fica é so o lixo deixado, o crime organizado e a falta de segurança, este é um problema ideologico. Sem policia militar nas ruas, nao ha quem queira investir pra pagar seguranca eletronica… nao ha empresa que aguente sustentar Estado e pagar duas vezes pelos mesmos serviços. Mas 16% de aumento pra realeza as custas dos outros, pode!
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