Política

Governo Bolsonaro é ‘amontado de gente batendo cabeça’, diz Amoêdo

Não o surpreende que o presidente Jair Bolsonaro, com sua “total falta de prioridades”, esteja tocando uma gestão tão conturbada, disse neste sábado (6) João Amoêdo.

Ex-rival de Bolsonaro na eleição, o empresário que se candidatou pelo partido Novo afirmou no Empreende Brazil, evento em Florianópolis com empreendedores, não ter “muita surpresa com o que está acontecendo”. Sabia, disse, que “estávamos elegendo uma pessoa com pouca capacidade de execução”.

Bolsonaro “tem total falta de prioridades, e a equipe não tem um desenho claro”, afirmou Amoedo. “É um amontoado de gente que acaba batendo cabeça.”

Mas nem tudo é criticável no governo, segundo o ex-candidato. Ele elogiou a equipe econômica sob batuta do ministro Paulo Guedes e a medida provisória da Liberdade Econômica, editada por Bolsonaro em 30 de abril e vista como um estímulo ao empreendedorismo.

Amoêdo conversou no palco com o organizador da conferência, Lucas Schweitzer, que fez um mea culpa em nome do empresariado que preferiu Bolsonaro ao convidado.

“A gente pode falar abertamente, muitos empresários tinham o desejo de votar em você, mas acabou virando [um pleito de] duas opções. A gente tentou ir pro lado do que a gente não queria”, disse Schweitzer.

O ex-candidato concordou com a teoria de que a eleição virou um plebiscito entre PT e não-PT.

No primeiro semestre como presidente, Bolsonaro adotou um modo oscilante na maneira de governar. Agora, tem demonstrado maior descontração nas aparições públicas.

A mudança de humor, na avaliação de aliados, foi influenciada pelas manifestações pró-governo no fim de maio.

Folhapress

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Esporte

Tite espera ter “luz de Zagallo” na final de hoje e garante que fica até 2022

O técnico da seleção brasileira Tite espera chegar iluminado neste domingo à final da Copa América que vai disputar contra o Peru no Maracanã, no Rio de Janeiro, com a obrigação de conquistar o título como anfitrião.

O treinador lembrou a superstição de Mário Jorge Lobo Zagallo, campeão da Copa do Mundo em 1958 e 1962 como jogador, em 1970 como técnico e em 1994 como coordenador-técnico.

“Oito mais cinco, 13, 58 anos que tenho, tomara que eu tenha luz do Zagallo. Um mestre, cara iluminado, exemplo”, disse o técnico, e descartou os boatos que dizem que ele teria pensado em deixar o cargo quando o torneio acabar.

“2022 é o contrato, após a Copa do Mundo. É o contrato que Tite manteve com a CBF”, disse ele.

Tite também explicou que se preparam para todas as eventualidades no jogo contra o Peru deste domingo que começa às 17h (horário de Brasília), inclusive a possibilidade de começar com um gol contra, uma prorrogação após um empate ou a decisão por pênaltis.

“Temos que estar preparados. Não adianta ficar se escondendo de uma coisa que é real. Jogar bem é essência. Pode sair na frente, pode, mas tem que continuar jogando. Tem que continuar produzindo dentro de uma ideia de futebol, estar perto da excelência”, acrescentou.

Tite, cuja equipe pode terminar a Copa América sem ter sofrido gols, mostrou sua emoção por comandar a seleção “no maior templo do futebol mundial”.

“Tem nervosismo, normal, natural. Mas nada se compara ao Mundial. Copa América é grande, mas tem uma série de outras experiências juntas”, considerou.

Tite disse também que entende o torcedor, que já o vaiou em outras ocasiões durante os jogos, por não estar satisfeito com o desempenho da seleção nem com a escalação da equipe.

“A gente tem que entender o pensamento do torcedor. Vivemos em um país muito apaixonado. Vai de um nível a outro, de um extremo a outro muito rápido”, afirmou.

AFP/Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Treinador de clube. Limitado. Copa do Mundo é muitíssimo diferente de uma competição sulamericana.
    Vai continuar enganando até 2022.

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Diversos

Últimos anos de João Gilberto foram marcados por disputas familiares

Os últimos anos de vida do cantor e compositor João Gilberto, morto neste sábado, 6, no Rio de Janeiro, foram marcados por disputas entre seus familiares, problemas de saúde e dívidas que chegaram a R$ 9 milhões.

Dois de seus três filhos, João Marcelo e Bebel Gilberto, travaram guerra judicial contra Claudia Faissol, mãe de sua filha mais nova. Na Justiça, Bebel pediu em 2017 a interdição do pai para que ele não fosse induzido a assinar documentos com força legal sem saber o que estava fazendo.

Ao jornal O Estado de S. Paulo, João Marcelo afirmou, em 2018, que João Gilberto não tinha mais controle de suas finanças: “Ele me pedia há um tempo para descobrir como estão suas finanças, me perguntava com frequência sobre os cheques que sumiam em sua casa, se eu tinha ideia para onde iam. Isso porque se sentia insatisfeito e sem o controle da situação, como sempre gostou de ter. Uma vez, me pediu para telefonar para a Claudia Faissol para eu poder entender algumas coisas que estavam acontecendo, sobre contratos e finanças.”

Em 2013, o banco Opportunity comprou 60% dos direitos sobre os quatro primeiros discos do cantor, considerados alguns dos mais importantes da música brasileira. Na época, João Marcelo acusou Claudia de receber por fora algo entre 5% e 10% desse montante.

Em 2017, João Gilberto foi interditado judicialmente por Bebel, que afirmou que seu pai estaria passando por “absoluta penúria financeira”. Nesse mesmo ano, o Estado tentou encontrar o músico em sua residência, em um prédio que fica a dois quarteirões da praia, mas nem mesmo os moradores sabiam de sua situação. “Você está aqui procurando o João Gilberto? Desiste! Nunca ouvi nem um violãozinho e moro há 30 anos no prédio”, contou uma moradora.

João Gilberto morreu aos 88 anos, recluso e sem ter visto a guerra travada entre seus familiares pacificada.

Estadão Conteúdo

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Polícia

No RN, dois idosos são vítimas de violência por dia

A possibilidade de sofrer algum tipo de violência nas ruas é uma preocupação constante de grande parte dos brasileiros. Para alguns segmentos da população, no entanto, é dentro de casa que, muitas vezes, se encontram seus principais abusadores. Das mais de 37 mil denúncias de violência contra idosos feitas ao Disque 100 em 2018, 52% tiveram como agressor algum familiar da vítima. Para especialistas, a situação revela as barreiras que ainda existem para as denúncias, que não representam a totalidade da demanda de órgãos como o Ministério Público, nem a totalidade dos casos, que em grande parte sequer chegam a denunciar.

No ano de 2018, 1.638 pessoas foram suspeitas de ter cometido algum tipo de violência contra idosos no Rio Grande do Norte. Dessas, 57,5% eram familiares da vítima. O número de suspeitos supera o número total de denúncias feitas ao Disque 100, que foi de 823 em 2018. De acordo com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, ao qual o canal está vinculado, isso acontece porque uma única denúncia pode ter mais de um suspeito.

“Nós percebemos essa particularidade da violação de direitos humanos por parte da família tanto com idosos, como com pessoas com deficiência e crianças e adolescentes”, afirma Juliana Silva, pesquisadora que atua no Centro de Referência em Direitos Humanos Marcos Dionísio (CRDH), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Proporcionalmente à população, os números do Disque 100 colocam o RN em 2º lugar no ranking nacional em denúncias de violência contra a pessoa idosa, posição que vem sendo ocupada desde 2016 pelo Estado – antes, ele estava na 3ª posição.

Se considerarmos apenas os números do relatório, isso significa que, em média, dois idosos foram vítimas de violência por dia no Estado no ano de 2018, a maior parte delas cometida em suas próprias casas. O número de denúncias teve um aumento de 4% em relação ao ano anterior no Estado, mas a última grande variação que foi apresentada foi dos anos de 2011 para 2012, quando o Estado saltou de 324 para 722. Nacionalmente, o crescimento no número de denúncias foi de 13%.

Tribuna do Norte

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Turismo

Ocupação hoteleira enfrenta estagnação no RN

O fim da recessão na economia não provocou mudanças significativas na hotelaria do Rio Grande do Norte por um fator alheio ao setor: o alto custo das passagens aéreas para o Estado. Entre o primeiro semestre deste ano e o mesmo período do ano passado, o crescimento no número de unidades habitacionais ocupadas nos hotéis conveniados à Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio Grande do Norte (ABIH/RN) foi positiva em 0,26 % em Natal. Em Mossoró, a queda foi maior: 2,06%. Em Pipa, a redução ficou em 0,36% nos primeiros seis meses deste ano. A expectativa é que, com a nova política de ICMS imposta pelo Governo do Estado para o querosene de aviação, com redução progressiva das alíquotas, a realidade mude a partir deste segundo semestre.

“Eu acredito que o problema se agravou pelo alto custo das passagens aéreas. No primeiro semestre deste ano, tivemos a falência da Avianca e a concentração do mercado aéreo local em três empresas (Azul, Gol e Latam) e consequente aumento dos custos. Se não tivesse sido isso, teríamos melhorado os nossos indicadores de ocupação”, analisa José Odécio Júnior, presidente da ABIH/RN. Para este mês de julho, as perspectivas não são positivas em relação ao julho de 2018. Conforme antecipado pela Associação, a previsão de ocupação dos hotéis em Natal é de 53% (em 2018, ela girou em torno de 76,2%). Para Mossoró, ao longo deste mês: 53,5% (contra 63,02% no mesmo período do ano passado). Em Pipa, para o mês das férias, 49% (em julho de 2018, o badalado distrito litorâneo registrou ocupação de 62,8%).

A conselheira da Associação Brasileira das Agências de Viagens no Rio Grande do Norte (ABAV/RN), Diassis Holanda, argumenta que é preciso mudar não somente a política de precificação das passagens aéreas para o Rio Grande do Norte, mas também fomentar mudanças nos atrativos locais. “O preço das passagens afasta os turistas. Isso todos já sabem. Mas, além disso, as nossas atrações precisam ser reformuladas, cuidadas. Temos espaços públicos como a Fortaleza dos Reis Magos, o Bosque dos Namorados que precisam ser revitalizados, assim como as orlas das nossas praias. O turismo não se sustenta somente de sol e mar. Precisamos melhorar o nosso nível turístico com mais atrativos”, ressalta Diassis Holanda.

Procurada, a Secretaria de Estado do Turismo (Setur), não comentou o assunto.

Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. Até a gasolina em Joao Pessos é mais barata. É o fim um verdadeiro descaso e incompetência administrativa.

  2. É quase impossível de acreditar no estamos vivenciando. Até grandres restaurantes estão dando férias coletivas. Acabou os atrativos e tem gente querendo inventar ideias mirabolantes como um teleférico no morro do careca. Nem dinheiro pracpagar os salários tem vão ter competência para fazer uma obra que tera que ser privada. Pq o governo do estado é um degrau a baixo todos os dias. O povo sem noção em ter votado nessa gestão. Envergonhada mais o estado.

  3. Fora a falta de estrutura e segurança. Natal está abandonada. Suja, escura e arruinada. Mas o povo aqui parece gostar. É avesso ao progresso. O turismo é uma das poucas alternativas ao estado, que não tem indústria, nem comércio, nem serviços nem nada.

  4. Culpa do 'trade', fazer o quê? No RN, desde sempre, a atividade turística é fundamentada pura e simplesmente na ocupação hoteleira. "Turismo de hotel" em pleno século 21… Dói quando rio.

  5. O nosso turismo faliu depois da mudança do aeroporto. Vejam a queda dos números de 2014 pra cá, e “coincidentemente” o crescimento do turismo na Paraíba. O turista não desaparece, ele mudar de lugar.

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Política

Senado pode reincluir Estados e Municípios na reforma

Politicamente, a inclusão de Estados e Municípios na reforma da Previdência já saiu do radar de discussão dos deputados. O próprio presidente da Câmara, Rodrigo Maia, admite que se essa discussão for retomada durante a votação da proposta no plenário, de cara seriam perdidos entre 50 e 6o votos a favor da reforma. Descartada pelos deputados, a ideia, porém, pode voltar à discussão pela mão dos senadores.

Se for aprovada pela Câmara, a reforma segue para a apreciação do Senado. E um grupo influente de senadores, incluindo Tasso Jereissati (PSDB-CE), que tem coordenado as discussões sobre a reforma na Casa, admite que pode reincorporar esse ponto. Embora a ideia atenda em cheio a pretensão dos governadores e prefeitos, causaria um efeito colateral político imediato. Se for alterada, a reforma precisaria voltar para a Câmara para nova votação, atrasando sua tramitação. Para impedir que isso aconteça, uma alternativa seria tratar do tema através de outra Proposta de Emenda Constitucional.

BR18

Opinião dos leitores

  1. Este sujeito transborda ódio por ganhar dois salários mínimos e se achar rico. Ceará Bundão.

  2. É Muita falta de respeito com à autoridade maior do nosso Estado, tratá -la com termos pejorativos como esse cidadão anônimo covarde o faz!

  3. Não deve incluir. Deixem os estados se virarem. Os governos de oposição mentem e fazem politicagem com o destino de seu povo. Então, deixa prá lá. Quem quiser que faça uma reforma junto com sua Assembléia Legislativa. Quero ver se "Fátão do Górpi" tem mesmo o "grelo duro", como disse certa vez o presidiário de 9 dedos. Arrocha!

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Política

Lava Jato e Moro atuaram para expor dados sigilosos sobre Venezuela, diz Folha

Integrantes da força- tarefa da Operação Lava Jato se mobilizaram para expor informações sigilosas sobre corrupção na Venezuela após receber uma sugestão do então juiz federal Sergio Moro em agosto de 2017, segundo mensagens privadas trocadas pelos procuradores na época.
Os diálogos, enviados por uma fonte anônima ao The Intercept Brasil e analisados pela Folha e pelo site, indicam que o objetivo principal da iniciativa era dar uma resposta política ao endurecimento do regime imposto pelo ditador Nicolás Maduro ao país vizinho, mesmo que a ação não tivesse efeitos jurídicos.

As mensagens mostram que a Procuradoria- Geral da República e a força-tarefa de Curitiba dedicaram meses de trabalho ao projeto, chegaram a trocar informações com procuradores venezuelanos perseguidos por Maduro e vasculharam contas usadas pela Odebrecht para pagar suborno a autoridades do regime na Suíça.
Os procuradores começaram a debater o assunto na tarde do dia 5 de agosto de 2017, depois que Moro escreveu ao chefe da força- tarefa de Curitiba, Deltan Dallagnol, no aplicativo Telegram.
“Talvez seja o caso de tornar pública a delação dá Odebrecht sobre propinas na Venezuela”, disse o juiz. “Isso está aqui ou na PGR?”.

Em 2016, quando decidiu colaborar com a Lava Jato, a Odebrecht reconheceu ter pago propina para fazer negócios em 11 países além do Brasil, incluindo a Venezuela, mas as informações fornecidas pela empresa e por seus executivos foram mantidas sob sigilo por determinação do Supremo Tribunal Federal.

O acordo fechado pela Odebrecht, assinado com autoridades brasileiras, dos Estados Unidos e da Suíça, estabelece que as informações só podem ser compartilhadas com investigadores de outros países se eles garantirem que não tomarão medidas contra a empresa e os executivos que se tornaram delatores.

Em resposta a Moro em 2017, Deltan indicou que os procuradores buscariam uma maneira de contornar os limites do acordo e comunicou a intenção de mover uma ação pelo crime de lavagem de dinheiro internacional. “Haverá críticas e um preço, mas vale pagar para expor e contribuir com os venezuelanos”, acrescentou o procurador.

Moro retrucou demonstrando que estava mais preocupado com a divulgação das informações da Odebrecht do que com a possibilidade de uma ação judicial. “Tinha pensado inicialmente em tornar público”, escreveu a Deltan. “Acusação daí vcs tem que estudar viabilidade.”
O procurador descreveu a Moro então as opções da força-tarefa. “Naõ dá para tornar público simplesmente porque violaria acordo, mas dá pra enviar informação espontãnea [à Venezuela] e isso torna provável que em algum lugar no caminho alguém possa tornar público”, disse. “Paralelamente, vamos avaliar se cabe acusação.”.

Os integrantes da força-tarefa discutiram o assunto de forma intensa nos dias seguintes. Além do sigilo imposto às informações fornecidas pela Odebrecht, havia dúvidas sobre a viabilidade jurídica de uma ação que envolvesse autoridades estrangeiras e a instância do Judiciário em que o assunto deveria ser tratado.

Membros do grupo expressaram preocupação com os riscos. “Vejam que uma guerra civil lá é possível e qq ação nossa pode levar a mais convulsão social e mais mortes”, escreveu Paulo Galvão. “Imagina se ajuizamos e o maluco manda prender todos os brasieliros no territorio venezuelano”, disse Athayde Ribeiro Costa.

Os diálogos obtidos pelo Intercept sugerem que Deltan considerava os temores dos colegas exagerados. “PG, quanto ao risco, é algo que cabe aos cidadãos venezuelanos ponderarem”, escreveu em resposta à mensagem de Galvão. “Eles têm o direito de se insurgir.”
Para Deltan, objetivos políticos justificavam a iniciativa. “Não vejo como uma questão de efetividade, mas simbólica”, afirmou aos colegas. “O propósito de priorizar [a ação] seria contribuir com a luta de um povo contra a injustiça, revelando fatos e mostrando que se não há responsabilização lá é pq lá há repressão.”

O procurador deixou claro que Moro estava com eles e que o apoio dele era importante para o projeto. “Russo diz que temos que nós aqui estudar a viabilidade. Ou seja, ele considera”, disse no Telegram, adotando o apelido que às vezes usavam para se referir ao juiz.

Mas os procuradores encontraram dificuldades para levar a ideia adiante e só conseguiram dar passos mais decididos quando não podiam mais contar com Moro, que deixou a magistratura no ano passado para assumir o Ministério da Justiça no governo de Jair Bolsonaro (PSL).
Um dos obstáculos que a Lava Jato encontrou foi a ausência de interlocutores alinhados na Venezuela. Com o endurecimento do regime de Maduro, a procuradora-geral Luisa Ortega Díaz foi destituída e seu sucessor passou a ser visto com desconfiança pelos brasileiros.
Acusada de chefiar um esquema de extorsões com o marido, a procuradora deixou a Venezuela após a destituição e buscou refúgio na Colômbia. Ela diz que passou a ser perseguida por Maduro porque estava investigando as relações da Odebrecht com ele.

Poucos dias depois de se exilar, Ortega viajou para o Brasil para fazer contato com a Procuradoria-Geral da República, trocar informações e, de acordo com as mensagens obtidas pelo Intercept, buscar maneiras de cooperar com a Lava Jato mesmo após seu afastamento.

“Assistimos a um estupro institucional do Ministério Público venezuelano”, disse o então procurador-geral Rodrigo Janot, ao recebê-la em Brasília. “Sem independência, o Ministério Público do nosso vizinho ao norte não tem mais condições de […] conduzir investigações criminais ou atuar em juízo com isenção”.
Segundo os diálogos examinados pela Folha e pelo Intercept, o procurador Vladimir Aras, que chefiava a Secretaria de Cooperação Internacional do Ministério Público Federal, pediu ajuda aos integrantes da Lava Jato para receber dois procuradores venezuelanos que viriam ao Brasil em segredo para trabalhar com eles no caso.

Dois membros da força-tarefa de Curitiba se dispuseram a hospedar os colegas estrangeiros em suas casas por alguns dias. Deltan chegou a pedir ajuda à Transparência Internacional para financiar a estadia da dupla no Brasil.

As mensagens obtidas pelo Intercept sugerem também que a passagem dos venezuelanos pelo Brasil foi vista como uma oportunidade para o vazamento das informações da delação da Odebrecht sobre o país vizinho.

“Vcs que queriam leakar as coisas da Venezuela, tá aí o momento. A mulher está no Brasil”, escreveu o procurador Paulo Galvão quando a vinda de Ortega a Brasília foi noticiada. Seus colegas reagiram com ironias, como se fosse só uma brincadeira, mas o vazamento de fato ocorreu.

Em outubro, semanas depois da visita dos dois procuradores venezuelanos a Curitiba, Ortega publicou em seu site na internet dois vídeos com trechos de depoimentos do ex- diretor da Odebrecht na Venezuela Euzenando Azevedo, sobre contribuições feitas pela empreiteira para campanhas eleitorais de Maduro.
Os advogados da empresa questionaram a força-tarefa após o vazamento, e o episódio foi discutido pelo grupo no Telegram. O procurador Paulo Galvão sugeriu que Vladimir Aras ou Orlando Martello poderiam ter sido os responsáveis. “Nos não passamos…”, escreveu Galvão aos colegas. “Só se foi Vlad. Ou Orlando, escondido.” Os dois eram participantes do grupo de mensagens, mas ficaram em silêncio.

A Odebrecht pediu ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, que abrisse investigação sobre o vazamento, mas ele se limitou a pedir esclarecimentos ao Ministério Público. Há um mês, a procuradora-geral Raquel Dodge informou que há um inquérito sigiloso na primeira instância da Justiça Federal, em Brasília.

Na época em que Ortega teve acesso ao depoimento de Euzenando, a Venezuela tinha um termo de compromisso assinado com o Brasil para obter informações da delação do ex-marqueteiro petista João Santana. Mas o acordo não previa seu acesso à delação da Odebrecht, informou a Procuradoria-Geral da República à Folha.

As mensagens examinadas pela Folha e pelo Intercept mostram que, após o contato com os venezuelanos, os procuradores brasileiros buscaram informações sobre contas que Euzenando e a Odebrecht teriam usado para movimentar na Suíça o equivalente a US$ 48 milhões com ajuda de um advogado venezuelano, entre 2008 e 2014.

Os diálogos indicam que as informações da Suíça fizeram a Lava Jato desconfiar do executivo da empreiteira, que teria admitido um volume de recursos menor do que o apontado pelos extratos das contas, mas sugerem que os novos dados deram substância à ação judicial que os procuradores tinham começado a planejar em 2017.

Preocupada com o agravamento da situação política na Venezuela, a Transparência Internacional passou a defender publicamente a abertura de um processo contra autoridades do país vizinho no Brasil e chegou a discutir o assunto com o ex- presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) durante um evento realizado em sua fundação.

“FHC veio conversar comigo no final e disse que é uma boa ideia”, afirmou o diretor- executivo da Transparência Internacional no Brasil, Bruno Brandão, numa mensagem enviada a Deltan pelo Telegram em outubro de 2017.

Os diálogos obtidos pelo Intercept indicam, porém, que a iniciativa da Lava Jato encontrou resistências neste ano no Supremo e na Justiça Federal do Paraná, em procedimentos que ainda tramitam em caráter sigiloso.

De acordo com uma das mensagens, o juiz Luiz Antônio Bonat, que substituiu Moro na condução dos processos da Lava Jato em Curitiba, comunicou aos procuradores em abril deste ano que o caso venezuelano não compete à sua jurisdição, por não haver conexão com a corrupção na Petrobras.

Os trechos dos diálogos podem ser vistos no site da Folha: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/07/lava-jato-e-moro-atuaram-para-expor-dados-sigilosos-sobre-venezuela-mostram-mensagens.shtml

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Tem uma turma aí que faz amor com o traseiro e que defendem e são amigos de desonestos e corruptos que tem a ousadia de caluniar os heróis MORO e BOLSONARO, ora vão fazer companhia ao teus bandidos de estimação que estão presos em Coritiba, seus caatinga de bhostas.

  2. Os bolsominions são como cobras que mudam de pele de tempos em tempos. Só que eles mudam a medida que seus heróis vão sendo desmoralizados e desmascarados. Já foram milhões de Aécioa, de Cunhas, de japonês da federal, de temer. No momento se encontram como milhões de moro é bolsodoido. Começou a desmoralização, vamos ver que roupas e heróis irão ter agora.

  3. Porquê devemos dar ouvidos a esse grupo hackers, pois além de viverem no submundo, ainda tentam acusar quem está de quem é do bem e luta contra o mal, é como acusasse as armas usadas por DEUS na luta contra os agentes do mal, nesse caso pergunto, diante das armas poderossímas do mal, que vem prevalecendo ao longo do tempo, devemos recorrer aos anjos, ou sucunbimos ao poder mal? Os lados estão definidos pelas provas entregues pelo bem.

  4. Ou seja, essa "Foice" de S. Paulo, que publica alegremente documentos roubados, agora ataca Sergio Moro e os procuradores da Lava Jato por terem estudado medidas legais – repetindo: legais – para revelar documentos verdadeiros – repetindo: verdadeiros – que incriminavam uma ditadura corrupta que perseguia o Judiciário na Venezuela. Está bem fácil identificar de que lado estão o "bem" e o "mal", o "certo" e o "errado".

  5. Quando se está buscando solução para um crime, de vasculha em todo canto onde os bandidos passaram, quem o substituiu que continue a investigação, exclua quem não tem nada haver com o crime e responsabilize e puna os criminosos, no caso a quadrilha onde luladrao era o grande chefe.

  6. A cada dia fica mais evidente o tipo de jornalismo tendencioso praticado por essa "Foice" de São Paulo. Mais uma vez, agiram de má fé retirando de contexto essa pseuda (nunca foi periciada) frase atribuída ao então juiz. Nesse mesmo dia a Procuradora Geral da Venezuela havia sido destituída pela ditadura de Maduro, numa evidente ação de obstrução de justiça (ela era a favor da investigação da corrupção envolvendo a Odebrecht naquele país). Mas toda essa trama criminosa vem sendo desvendada pelo tal "Pavão Misterioso" no Twiter, mostrando prints de diálogos entre seus autores, obtidos também por hackers. Quem com hackers fere…

  7. Em resumo: 1 – a preocupação central da lava jato era o combate a corrupção. 2 – essa preocupação poderia também limpar a Venezuela.. 3 – nunca falaram em forjar provas, sempre estavam a procura de provas sérias, robustas, e comprovadas. Mesmo clandestinas, se forem verídicas, fica muito claro o intuito da lava jato: defender o país e seus vizinhos da ação nefasta da corrupção, prender os verdadeiros responsáveis por assaltos a cofres públicos, repatriar ao povo brasileiro o dinheiro roubado. O que isso tem contra o país e seu povo? Absolutamente nada, devemos é agradecer a esse cidadãos, que mostraram que temos cidadãos decentes, muito embora ao longo do tempo, muitos poderiam terem feitos como eles, mas foram tragados pelos tentáculos da corrupção.

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Política

Bolsonaro admite reeleição e diz que entregará País ‘melhor em 2026’

Em um discurso improvisado na festa de São João do Clube Naval de Brasília, o presidente Jair Bolsonaro sugeriu neste sábado, 6, pela segunda vez, que pretende disputar a reeleição, e afirmou que entregará um País “muito melhor” para quem lhe suceder no comando do Palácio do Planalto, “em 2026”.

“Pegamos um País quebrado moral, ética e economicamente. Mas, se Deus quiser, nós conseguiremos entregá-lo muito melhor para quem nos suceder, em 2026”, disse Bolsonaro, sob gritos de “mito”. O presidente sorriu quando falou “2026” e foi muito aplaudido. Eleito em 2018, Bolsonaro encerra seu mandato em 2022.

Ao fazer um balanço do primeiro semestre, Bolsonaro disse que “em seis meses de governo, graças a Deus, nenhuma acusação de corrupção” pairou sobre sua gestão no Planalto. “Aquilo que parecia que estava fadado a fazer parte da nossa história ficou para trás”, disse o presidente, em cima de um palco. “(Devo isso) Em grande parte a vocês que acreditaram numa proposta que realmente pudesse buscar dias melhores para o nosso Brasil. Ao povo, nossa lealdade absoluta”, completou o presidente.

No mês passado, ao visitar Eldorado, no interior paulista, Bolsonaro também sugeriu que pode concorrer à reeleição. Na ocasião, ele afirmou que “se não tiver uma boa reforma política e, se o povo quiser, estamos aí para continuar mais quatro anos” e que “lá na frente” todos votarão nele.

Ao insinuar que irá concorrer a um novo mandato, Bolsonaro contradiz sua própria promessa de campanha. Em outubro de 2018, em entrevista ao Jornal Nacional, da Rede Globo, Bolsonaro disse que pretendia acabar com o instituto da reeleição. “Começa comigo se eu for eleito”, disse, na ocasião.

A presença de Bolsonaro no São João do Clube Naval não estava prevista na agenda oficial divulgada pelo Planalto. Ele passou a maior parte da festa em uma área restrita de convidados e permaneceu por apenas 40 minutos. O novo ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, também estava presente. Para entrar no São João do Clube Naval, o público foi obrigado, pela equipe de segurança do governo, a passar por detector de metais.

Ao sair da festa junina, Bolsonaro posou para fotos com crianças e, deu seu palpite para a final da Copa América. Ao Estadão/Broadcast, disse que a seleção brasileira vencerá o Peru por 2 a 0 hoje. O presidente pretende ir ao Rio de Janeiro para acompanhar a partida final do campeonato. Bolsonaro deve levar a tiracolo o ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro, que tem sido alvo de questionamentos sobre a imparcialidade de sua atuação como juiz após a divulgação de supostas mensagens trocadas com procuradores da operação Lava Jato.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. MEU XARA TRINTA POR CENTO KKKKK É A MESMA PESQUISADORA QUE DIZIA QUE ELE NAO GANHAVA DE NINGUEM NAO SERIA ELEITO DE JEITO NENHUM KKKK VOCE É UM MANÉ MESMO KKKK

  2. Melhor pra quem? Só se for pra ele mesmo e a sua família de alienados, filhos lunáticos e sem nenhuma noção da realidade. Parece que não vivem no Brasil, acham que estão no "… país das maravilhas". Cresceram assim, bando de inúteis!

  3. Grande homem pode contar com meu o o senhor ou Sérgio moro ps dois tem meu apoio pt nunca mais chega

  4. Tem meu voto novamente pro resto da vida, que se cumpra a profecia de Silvio Santos… 08 anos do Mito + 08 de Moro pra esculachar de vez a PTralhada kkkkkkkk

  5. Amém, da forma que assumiu a república é necessário que passe dois períodos, para fazer o melhor para a sociedade.

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Esporte

Messi fala em ‘corrupção’ e dispara: ‘Esta Copa está armada para o Brasil’

Após a vitória da Argentina sobre o Chile, neste sábado, na disputa do terceiro lugar da Copa América, Messi detonou a Conmebol e a organização da competição. O jogador, que foi expulso no primeiro tempo de forma direita – pela segunda vez na carreira -, não foi receber a medalha da posição e disparou que o torneio estaria armado para o Brasil ser campeão. A estrela do Barcelona também falou em corrupção em todo o acontecimento.

– Lamentavelmente vejo que esta Copa América está armada para o Brasil. Espero que a arbitragem não prejudique a final deste domingo. Não temos que fazer parte desta corrupção, foi falta de respeito o que sofremos durante a competição. A corrupção, os árbitros e tudo não nos permitiram que joguemos o nosso futebol – disparou o jogador, completando sobre a expulsão e o desempenho do elenco:

– Com um cartão amarelo para nós (Messi e Medel) estava bom… O importante é que a Argentina terminou bem a Copa América, com este terceiro lugar. Deixo tranquilo, com cabeça alta e orgulhoso de tudo que este grupo deu. Espero que nós sejamos respeitados, temos muito a dar. Mostramos personalidade. O nosso técnico Lionel Scaloni também foi crescendo junto com a seleção.

Depois da disputa do terceiro lugar neste sábado, com a conquista da Argentina, acontece neste domingo a final da Copa América. Brasil e Peru irão se enfrentar às 17h, no Maracanã.

Lance!

Opinião dos leitores

  1. Na Argentina, como no Brasil, eles selecionam a história e só lembram da conquista da copa do mundo de 1978, mas como foi obtida. NÃO EXISTIU!

  2. Messi é um grande jogador. Atualmente o melhor do mundo. Mas na Seleção Argentina não consegue manter o mesmo futebol que o consagrou no Barcelona.

  3. Esses argentinos merdas, querem ganhar as competições todas sem apresentar um bom futebol. Eles batem mais do q jogam.

  4. coitado ele pensava que jogar em selecao seria a mesma coisa de jogar num campeonato que so tem dois clubes com jogadores contratados a peso de ouro, talvez no campeonato paulista nao pegasse nem na bola uma porcaria dessas "o melhor do mundo"

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Economia

Maior investidor do país diz estar ‘moderadamente otimista’ com retomada econômica

Apesar da expectativa de aprovação da reforma da Previdência “de magnitude maior que o esperado” e de redução da taxa básica de juros, um dos maiores investidores do país, Luis Stuhlberger, diz estar “moderadamente otimista” com a retomada da economia brasileira.

O comandante da gestora Verde Asset Management, que descreve sua companhia como um cachorro vira-latas que ganhou pedigree devido aos bons resultados financeiros, diz ser necessário realizar outras reformas econômicas para que o PIB brasileiro possa engatar um ritmo contínuo de crescimento.

“O dinheiro vai voltar, mas não vai ser imediato, vai levar um tempo. Precisa de mais reformas econômicas. Ainda tem muita coisa para acontecer”, afirmou o gestor durante evento da XP Investimentos.

“A gente tem uma opinião diferente da média. Mesmo respeitando o consenso, achamos que, na questão do PIB, a gente pode sofrer uma não linearidade positiva.”

Stuhlberger afirma que os investimentos da gestora estão direcionados hoje, principalmente, para títulos públicos de longo prazo atrelados à inflação (NTN-Bs) e ações de empresas fora dos setores financeiro e de commodities com grande potencial de valorização, além de índices da Bolsa de Valores.

“Nesse grupo tem alguns [papéis] que não estão caríssimos. Não estão baratos, mas é onde as coisas vão acontecer”, afirma. “No curto prazo, parece haver espaço de upside [potencial de valorização] no índice pelo que ainda está para acontecer.”

Stuhlberger diz acreditar que a taxa básica deve cair dos atuais 6,5% ao ano para algo próximo de 5%, após a aprovação da Previdência, e permanecer nesse patamar por um bom tempo. Isso deve contribuir para o crescimento do mercado de capital, em um processo de substituição do BNDES como alavanca de financiamento ao investimento privado.

Isso ajudará, segundo ele, que o país cresça sem artifícios econômicos, como na época da Nova Matriz Econômica do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff.

“O Brasil está crescendo pouco, mas o crescimento não é à base de esteroides. A gente vai crescer com as próprias forças. Não usando artifícios”, afirmou. “Se melhorar o humor e outras reformas acontecerem, haverá uma retomada. A gente é moderadamente otimista, não vê motivo para ser catastrófico.”

Antes de encerrar sua apresentação, Stuhlberger disse que não poderia deixar de fazer um alerta sobre o que considera o maior risco hoje, que é a deterioração na relação entre EUA e China. Por isso, afirma ter zerado posições em ativos externos. “Esse confronto pode ter alguma consequência no mercado.”

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Esses malucos que estão opinando estavam onde nos últimos 20 anos, devem fazer parte da quadrilha que saqueou o País. Lavem a boca com sabão quando forem falar do atual Presidente e sua equipe, seus injustos.

  2. Esse Senhor deve está muito preocupado com mais de 15 milhões de desempregados ele só quer lucro, e o povo acredita em Paulo Guedes um Ministro do Mercado.

  3. O mercado não está preocupado com a sanidade ou com a imoralidade de Bolsonaro.
    Os ricos e empresários estão felizes, pois voltaram a ganhar muito dinheiro (sem precisar trabalhar ou investir na produção e no trabalho) investindo na bolsa.
    A reforma trabalhista limpou o terreno para eles. E a reforma da previdência trará uma pa de cal para melhorar ainda mais.
    Não há mais pobres nos aeroportos, Supermercados e Salões de Beleza…
    O que poderia ser melhor para os manifestantes dos domingos em suas camisas verde amarelo?

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Política

Maioria reprova conduta de Moro, mas vê como justa prisão de Lula, diz Datafolha

As conversas reveladas do então juiz Sergio Moro com procuradores da Lava Jato são inadequadas e, caso sejam comprovadas irregularidades, devem levar à revisão de sentenças na operação.

A mais rumorosa decisão tomada pelo hoje ministro da Justiça e Segurança Pública, a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à prisão, contudo, foi justa.

Esta é a opinião da maioria dos brasileiros, segundo pesquisa do Datafolha feita em 4 e 5 de julho com 2.086 entrevistados com mais de 16 anos, em 130 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos.

Os primeiros diálogos foram divulgados pelo site The Intercept Brasil em 9 de junho.

Nas conversas, que até agora não foram refutadas de forma categórica por Moro nem pelos procuradores, o então juiz símbolo da Lava Jato troca informações sobre procedimentos da operação e discute casos específicos, como o esquecimento de provas.

Entre os que ouviram falar do caso, 58% acham que a conduta de Moro foi inadequada, ante 31% que a aprova. Não sabem avaliar 11% dos ouvidos.

Também são 58% os que dizem acreditar que, se comprovadas irregularidades, eventuais decisões de Moro na Lava Jato devem ser revistas. Para 30%, o ganho no combate à corrupção compensa eventuais excessos cometidos.

A divulgação das mensagens gerou um terremoto político em torno de Moro, ministro de Jair Bolsonaro (PSL). Sua aprovação pessoal, segundo o Datafolha, caiu de 59% para 52% em relação à pesquisa mais recente, feita há três meses.

Ao mesmo tempo, a população considera que Moro deve permanecer na cadeira de ministro. Para 54%, não há motivo para sua saída, enquanto 38% acham que sim.

Moro sofreu questionamentos sobre eventual falta de imparcialidade. Diz que, caso sejam autênticas, as mensagens não representam nada fora do normal das cortes brasileiras.

Ele foi ao Congresso duas vezes se explicar, enfraquecendo sua posição no governo —num momento em que Bolsonaro já o via como potencial adversário na disputa presidencial de 2022. Nas duas últimas semanas, assumiu um tom mais contundente de defesa.

No domingo passado (30), manifestantes estimulados pelo governo Bolsonaro foram às ruas em pelo menos 70 cidades para dar apoio a Moro e à principal agenda do Planalto, a reforma da Previdência —cujo relatório foi aprovado na quinta-feira (4) em comissão especial na Câmara.

O Datafolha cruzou os dois temas em seu questionário, e os resultados mostram um casamento opinativo.

Entre os entrevistados que aprovam a reforma das aposentadorias, 72% defendem a permanência de Moro no ministério, 46% consideram suas ações adequadas e 45% acham que o combate à corrupção é mais importante do que eventuais irregularidades.

Dizem estar informados acerca do episódio das conversas relacionadas à Lava Jato 63% dos entrevistados —23% deles bem, 32% mais ou menos e 8%, mal.

A revelação das trocas de mensagens —pelo aplicativo Telegram— não mudou a convicção do brasileiro acerca da punição a Lula no caso do tríplex de Guarujá (SP).

A condenação dele por corrupção e lavagem de dinheiro, a mais vistosa politicamente sob responsabilidade de Moro e confirmada em duas instâncias superiores, é vista como justa por 54% —mesmo índice aferido em abril.

Aqueles que a acham injusta oscilaram na margem de erro, de 40% para 42%, retirando dois pontos percentuais do grupo que não tinha opinião —agora em 4%.

Essa condenação tem sido a pedra de toque entre os críticos de Moro, que querem a anulação da sentença alegando que as conversas indicam que o então juiz agiu em conluio com os procuradores da força-tarefa em Curitiba.

O petista foi condenado por Moro a 9 anos e 6 meses de prisão. O TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) aumentou a pena para 12 anos e 1 mês. O STJ (Superior Tribunal de Justiça), em abril deste ano, decidiu baixá-la para 8 anos, 10 meses e 20 dias.

As estratificações da pesquisa Datafolha tendem a reproduzir entre grupos diversos a polarização política do país cristalizada na campanha presidencial do ano passado.

Quando o tema é a prisão de Lula, por exemplo, os grupos que mais a julgam justa são os de escolaridade superior (62%) e quem ganha acima de 10 salários mínimos (67%).

Ato contínuo, mais pobres (51%) e menos escolarizados (49%) acham ela injusta.

Regionalmente, o corte fica ainda mais explícito em linha com a votação de Bolsonaro e do petista Fernando Haddad no segundo turno de 2018: 56% dos nordestinos condenam a prisão de Lula, enquanto 63% dos sulistas a aplaudem.

A toada segue na avaliação das ações de Moro. Entre aderentes do PSL de Bolsonaro, elas foram adequadas para 87%, enquanto 82% dos petistas acham o contrário.

A clivagem mostra uma curiosidade. No Centro-Oeste, que dividiu com o Sul o título de maior reduto de Bolsonaro, o índice de apoio à permanência de Moro no cargo só não é pior do que no Nordeste, fortaleza eleitoral do PT associada à figura de Lula.

Após a revelação do caso das conversas, Bolsonaro esperou para associar-se a uma defesa explícita de Moro, na expectativa sobre revelações que fossem consideradas mais graves politicamente.

Depois, usou seu método tradicional para prestigiar aliados em apuros: levou o ex-juiz para ver um jogo de futebol.

Dali em diante, acentuou seu apoio, culminando com a presença do ministro na manifestação do domingo e uma celebração dela por meio de postagem em rede social.

Uma leitura do levantamento do Datafolha mostra que isso está em linha com seu eleitorado. Segundo a pesquisa, entre aqueles que aprovam Bolsonaro, só 33% acham que eventuais irregularidades sejam graves e 81% consideram que Moro deve ficar no cargo.

O ministro sobreviveu sem grandes danos após suas duas passagens pelo Congresso nas últimas semanas. Apesar de ter enfraquecido, Moro ainda é capaz de emprestar prestígio a Bolsonaro, seu chefe e fiador, avaliam assessores.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Conversa fiada. População esta fechada quase 100 por cento com o Herói "MORO". Arrocha o nó, e mande todos os corruptos para a cadeia. Brasil sendo passado a limpo com Moro e Bolosonaro.

  2. Lênio: Os fins justificam os meios? No Direito, não! Mas na "lava jato", sim!
    "Estamos, pois, em uma encruzilhada: entre o Estado de Direito e a tese utilitarista de que “os fins justificam os meios”, pela qual juiz e procurador podem fazer tabelinha para condenar réus (ou para atrasar a soltura de presos)", afirma o jurista Lênio Luiz Streck sobre as irregularidades da Lava Jato.
    Abusar do uso de tempos processuais, comprometendo a liberdade de pessoas, fazendo do processo um mero instrumento (estratégia) para condenação, é fato gravíssimo. Processo é instrumento? Pior: instrumento da acusação? Nem os instrumentalistas hardcore defenderiam isso.
    Ainda continuarão a dizer que “isso tudo é normal”? Se isso tudo não gera suspeição, que se retire a suspeição do CPP. E que, a partir de agora, considere-se normal qualquer jogada ensaiada entre juiz e acusação. Porque, se é normal, todo juiz pode fazer. Ou não? Ou uma coisa ou outra, certo? Não dá pra ter o melhor dos dois mundos. Ou três, ou quatro, enfim.

  3. A ORCRIM de esquerda ainda insiste nessa trama criminosa? Mesmo desmascarados pelo tal "Pavão Misterioso"? A popularidade de Sérgio Moro nunca esteve tão bem. Estão criando um imbatível candidato a presidente. Além de bandidos, são burros.

  4. Isso é papo, Moro. Arrocha o nó, que estão todos se cag…..agora não pode mais voltar atrás, tem que colocar mais um punhado de corruptos na cadeia, a sociedade já está sentindo falta da polícia chegando nas mansões dos barões e levando os sacados nos camburoes, tudo bem muchinho.

  5. ‘Gangue do Pavão’ volta a usar montagens e baixarias para proteger Moro
    Sob a hashtag “O Pavão voltou” reapareceu esta madrugada o perfil falso que está, outra vez, usando montagens primárias contra as revelações do The Intercept, agora para fazer crer que invadiu o “Telegram” de Glen.
    Kkkkkkkkkkk

  6. Isso é conversa de jornal e blog sem futuro,mostra as pesquisas na íntegra,jornais e blogs venais.

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Meio Ambiente

Brasil é exemplo para o mundo na preservação ambiental, diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro escreveu neste sábado, 6, em sua conta no Twitter, que o Brasil é exemplo para o mundo na preservação ambiental. E disse em seguida: “ONGs, artistas, ‘Raonis’ não mais influenciarão em nossa política externa”.

A publicação de Bolsonaro é acompanhada de um vídeo que mostra uma declaração feita há dois dias pelo próprio presidente, de que ele não reconhece o líder indígena brasileiro Raoni Metuktire como uma autoridade do País.

“O senhor (François) Macron (presidente da França) queria que eu, ele, ao lado do Raoni, viéssemos anunciar decisões para a nossa questão ambiental. Não. Não reconheço Raoni como autoridade aqui no Brasil. Ele é um cidadão, como outro qualquer, a quem devemos respeito e consideração, mas estar ao meu lado para tomar decisão pelo nosso Brasil, ele não é autoridade”, disse.

Trabalho infantil

Também neste sábado, após ter se envolvido em polêmica sobre trabalho infantil, o presidente compartilhou um vídeo de ontem no qual ele conta que começou a trabalhar ainda criança. “Um testemunho de quem trabalhou desde cedo transforma-se em escândalo para alguns”, ele escreveu, como legenda do vídeo.

Na gravação, o presidente diz: “trabalhei desde os oito anos de idade, quebrando milho, plantando milho com matraca, colhendo banana, caixa de banana nas costas com 10 anos de idade, e estudava, e hoje eu sou quem eu sou, não é demagogia, é a verdade”, disse.

Na quinta-feira, 4, em sua tradicional transmissão ao vivo no Facebook, ele disse que não foi “prejudicado em nada” por ter começado a trabalhar durante a infância. “Quando um moleque de nove, dez anos vai trabalhar em algum lugar tá cheio de gente aí ‘trabalho escravo, não sei o quê, trabalho infantil’. Agora quando tá fumando um paralelepípedo de crack, ninguém fala nada. Então trabalho não atrapalha a vida de ninguém”, afirmou.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Realmente nos últimos anos fomos exemplo, agora o " Coiso " está desmobilizado toda a fiscalização dos Órgãos Públicos que combatem estes crimes e liberando geral, os criminosos já tem ciências se Deus quiser mundo há de dar uma resposta, parando de comprar do Brasil.

  2. Segundo um irmão do B171, os pais deles jamais permitiu que seus filhos trabalhassem. Queria todos estudando. Quem é o mentiroso?

  3. Preservar meio ambiente o 1o mundo nunca fez…poluição e degradação ambiental, extermínio de índios, animais e plantas sempre foi as suas práticas, agora se voltam contra países como o Brasil pra exigir preservação, para quando entrar em colapso seu território, encontrar aqui mais um território pra preservado pra eles degradarem no futuro.

  4. Devia aproveitar essa função ter caído em seu colo e exerce- lá de forma inteligente! Todos sabem que a jogada não era para ele…..mas é despreparado, só leva o tempo em falar bobagens e fazer com que as pessoas lhe queiram mal!! Podia pelo
    menos tentar enganar como os velhos coronéis da política!!!!

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Política

Maia confia em aprovação da reforma com “boa margem de votos”

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) se reuniu na manhã de hoje (6) com líderes partidários e os articuladores do governo e disse estar confiante na aprovação da reforma da Previdência “com uma boa margem de votos”. Maia trabalha para que o quórum de deputados seja alto e, terminado o debate, seja possível entrar no processo de votação do texto entre terça-feira (9) e quarta-feira (10).

“O importante é ganhar. Vamos ganhar com uma boa margem para uma matéria que há um ano atrás era muito difícil chegar nesse momento com perspectiva de vitória”, disse ao deixar sua residência oficial, onde ocorreu a reunião. Para o deputado, há um ambiente favorável no parlamento para que se consiga votar a matéria antes do recesso parlamentar, que começa em 18 de julho.

Estiveram presentes no encontro os líderes do PP, Arthur Lira (AL), e do Democratas, Elmar Nascimento (BA). O ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, novo articulador político do Planalto, e o secretário Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, também compareceram à reunião.

O relatório do deputado Samuel Moreira (PSDB-RJ) foi aprovado na madrugada de ontem (5) na comissão especial destinada a apreciar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) encaminhada pelo governo. Maia marcou sessões no plenário a partir de segunda-feira (8) à tarde para garantir que a matéria comece a ser apreciada no dia seguinte, já que é preciso um interstício de duas sessões do plenário após a votação na comissão especial para que o texto entre em discussão no plenário.

Tramitação

Para acelerar o processo de tramitação da reforma, é possível que os deputados aprovem um requerimento para quebrar esse interstício. “Dependendo de quando começa o processo de discussão talvez não seja necessário [a quebra]. Se for necessário, os partidos da maioria e o partido do governo têm votos para quebrar [o interstício] e vamos trabalhar para ter votos para a aprovação da emenda”, disse.

Na última semana, o presidente da Câmara avaliou que já tem os votos necessários para aprovar o texto. A expectativa do parlamentar é de que a medida seja aprovada por pouco mais de 325 deputados. Uma PEC precisa de dois turnos de votação no plenário e, no mínimo, 308 votos em cada turno para ser aprovada.

Entre o primeiro e o segundo turno de votação também é necessário um interstício, de cinco sessões. Segundo Maia, caso haja uma “vitória contundente” no primeiro turno há “mais respaldo político para uma quebra [do insterstício] do primeiro para o segundo [turno]”.

Ele avalia, entretanto, que por ser uma “emenda constitucional polêmica”, talvez seja importante um tempo para a redação final após a primeira votação. “Precisamos ter todos esses cuidados para dar mais segurança jurídica para que essa matéria tramite respeitando as regas do jogo para que não tenha risco de ter matéria bloqueada pelo Supremo [Tribunal Federal]”, disse.

Se validado pelos deputados, o texto segue para análise do Senado, onde também deve ser apreciado em dois turnos e depende da aprovação de, pelo menos, 49 senadores.

Confiança no Congresso

Ao deixar a residência oficial da Câmara, o ministro Luiz Ramos falou rapidamente com a imprensa e disse que o governo está buscando construir soluções para a votação da nova Previdência junto ao presidente Rodrigo Maia e que confia no Congresso para que ela seja aprovada.

O senador Omar Aziz (PSD-AM) também esteve na residência oficial nesta manhã e, ao sair, disse que há um esforço para que o texto seja aprovado na Câmara antes do recesso. De acordo com o parlamentar, é importante haver a interlocução entre as duas casas para aprovação da nova Previdência, mas é preciso pensar em alternativas para alavancar a economia brasileira. “Só isso [reforma da Previdência] não vai resolver a questão do Brasil”, disse o senador. “É uma troca de informações e experiências pra que a gente possa fazer o Brasil voltar a crescer”.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Era bom que o povo acordasse….!!! Magote de pilantras!!! Tão querendo garantir só as suas regalias….!!! tá todo mundo nas mãos desses safados….!!! Não mudou nada porra!!! Nossos filhos estão fudidos ….esse ex- deputado empresário que o povo do RN expurgou e esse cara despreparado e mal assessorado o acolheu e lhe deu tais poderes sobrenaturais só beneficia os seus….! Absurdo! O grande problema é que isso tudo vai gerar uma revolta tremenda e nem a polícia ou forças armadas vai se meter, pois até as forças estão sendo massacradas e vão dar o dedo para esses intelectoides…aí eles vão chamar a liga da justiça, Chapolim ou a puta que o pariu. . . !!!

    1. A previdência está "quebrada". Se não houvesse essa reforma, em pouco tempo não haveria recursos para pagar sequer os servidores da ativa. Vimos isso recentemente na Grécia e em Portugal. No RN, o déficit MENSAL previdenciário está em torno de 130 milhões e o estado não está pagando seus fornecedores e tem dificuldade para honrar os salários dos seus servidores. Há 3 meses de salários (e proventos dos inativos) atrasados e sua governadora não diz como irá pagar. Quanto ao governo Bolsonaro, apenas os mesmos de sempre, aqueles que estão SEMPRE contra o Brasil e o nosso povo, é que lhe fazem oposição. E essa gente não conta, NUNCA agirá diferente. Assim como vc.

    2. Vão cobrarem dos setores PRIVADOS e PÚBLICOS, que devem a PREVIDÊNCIA , digo, resolve 80% dos problemas da PREVIDÊNCIA. Por exemplo: BB e CEF devem juntos a PREVIDÊNCIA HUM BILHÕES DE REAIS .
      Só cobrando da sociedade, é emprobecer o a salariado.

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Economia

Mais de 60% dos jovens usam celular para pagamentos, indica pesquisa

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasi

A maioria dos jovens brasileiros utiliza seu dispositivo móvel para realizar pagamentos, indica pesquisa realizada pela Kantar e encomendada por uma bandeira de cartões. De acordo com o levantamento, 64% dos jovens realizam frequentemente ou ocasionalmente pagamentos por meio de aplicativos, enquanto 57% fazem essas operações em navegadores móveis.

“Os brasileiros são cautelosamente confiantes, 50% dos brasileiros aceitam todo o tipo de tecnologia, 37% gostam de serviços com tecnologia mais modernas e 63% dizem que a tecnologia facilita sua vida. Na América Latina, o brasileiro é o que mais gosta de tecnologia e o que mais gosta de ser visto usando novas tecnologias”, afirmou a executiva da bandeira de cartões, Sarah Buchwitz.

O estudo revelou as atitudes e comportamentos dos jovens entre 18 e 35 anos na América Latina (Peru, Brasil, Argentina, Chile e Colômbia), e mapeou especialmente sua relação com a tecnologia e o dinheiro.

Segundo Sarah, a pesquisa foi realizada com esta faixa etária porque “são os Millennials [também conhecidos como a geração Y, aqueles nascidos entre meados de 1980 e 2000], onde está a nossa maior força de trabalho, é a geração que mais influencia a geração seguinte e a anterior, é a geração que está trabalhando e fazendo o dinheiro acontecer”.

A pesquisa revelou que os jovens brasileiros estão entusiasticamente adotando novas tecnologias, impulsionando os avanços nos pagamentos e criando uma demanda por maior disponibilidade e confiabilidade.

Eles veem cada vez mais seus smartphones como uma valiosa ferramenta para a vida financeira, valorizando o controle oferecido pelos pagamentos por dispositivos móveis. Mais da metade dos entrevistados acredita que a transferência e confirmação imediatas são um dos benefícios mais importantes desse método de pagamento, enquanto 47% destacam a facilidade do uso “em movimento” e 42% afirmam que as plataformas móveis oferecem uma importante alternativa nos momentos em que não estão com a carteira.

Segundo o levantamento, a barreira mais relevante para a realização de pagamentos com dispositivo móvel é a taxa de aceitação, 41% afirmaram que “não existem lojas suficientes que aceitam pagamentos com dispositivos móveis”. Outros obstáculos significativos ao uso de pagamentos com dispositivos móveis são questões relacionadas ao dispositivo: 40% estavam preocupados com o que aconteceria se perdessem o telefone e 38% afirmaram que a duração da bateria poderia ser uma barreira potencial para o uso.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. A tecnologia bancária cresceu muito graças às GREVES DOS BANCÁRIOS. Quanto mais greve, mais tecnologia, menos empregos.

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Diversos

João Gilberto, pai da bossa nova, morre aos 88 anos

João Gilberto morreu neste sábado (6) aos 88 anos. O músico, um dos criadores da bossa nova, morreu em casa, no Rio de Janeiro. Ele sofria com problemas de saúde há algum tempo.

A informação foi confirmada ao G1 pelo seu filho, João Marcelo Gilberto, que mora nos Estados Unidos.

Além de Marcelo, ele deixa outros dois filhos, Bebel e Luisa.

Opinião dos leitores

  1. Brasil sem cultura e conhecimento esse, o João era mais conhecido nos EUA doque no próprio país.

    1. Tacupé na cova, marnum se avexe não. Tudo tem seu tempo e sua hora.

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Diversos

Mega-Sena pode pagar R$ 3 milhões neste sábado

O concurso 2.166 pode pagar um prêmio de R$ 3 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) deste sábado (6) em São Paulo (SP).

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet. A aposta mínima custa R$ 3,50.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

G1

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