Política

Maia diz que governo não pode ‘terceirizar a articulação’

Foto: Agência Câmara

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse neste sábado que o governo de Jair Bolsonaro não pode “terceirizar a articulação” política com o Congresso.

Maia deu a declaração ao chegar para uma reunião do PPS, em Brasília.

Segundo o deputado, Bolsonaro não pode transferir para os presidentes da Câmara e do Senado a responsabilidade que, na visão de Maia, deveria ser do presidente da República.

“É importante que o governo acerte na articulação. E ele não pode terceirizar a articulação como ele estava fazendo. Quer dizer, transfere para o presidente da Câmara e para o presidente do Senado uma responsabilidade que é dele e fica transferindo e criticando: ‘Ah, a velha política está me pressionando, estão me pressionando’. Então ele precisa assumir essa articulação, porque ele precisa dizer o que é a nova política”, afirmou Maia.

A relação entre Maia e o Palácio do Planalto se desgastou nos últimos dias. Primeiro, ele teve um atrito, na quarta-feira (20) com o ministro da Justiça, Sergio Moro, sobre a tramitação do pacote anticorrupção enviado pela pasta a Câmara.

Depois, Maia demonstrou insatisfação pelo fato de, na avaliação do deputado, o governo não estar se envolvendo como deveria nas negociações pela reforma da Previdência.

Nesta sexta (22), ele afirmou que Bolsonaro precisa dedicar “mais tempo para cuidar da reforma da Previdência e menos tempo” para as redes sociais.

Bolsonaro, em viagem oficial para o Chile, disse que “não deu motivo” para Maia deixar articulação da Previdência.

Neste sábado, ao chegar para a reunião do PPS, Maia afirmou ainda que os deputados sabem que o Brasil mudar, mas ponderou que o governo precisa tomar iniciativa.

“O Brasil quer construir um ambiente novo, ele [Bolsonaro] foi eleito para isso, ele precisa colocar alguma coisa no lugar”, disse Maia.

G1

Opinião dos leitores

  1. Você começou tão bem, João. Descreveu de forma objetiva o resultado da nossa frouxidão ética e moral que acomete instituições basilares da democracia e as leva a cometer equívocos como os que você descreveu. No fundo, é a mesma gênese que, no fundo, permeia o nosso universo político na prática dos diversos tipos de corrupção.
    O seu texto é bem escrito, mas nele fica clara a manobra diversionista. Aliás, essa é a manobra escolhida pelas corporações de servidores públicos para escamotear o seu verdadeiro propósito em relação à reforma da previdência: impedir a aprovação das medidas que alterem os seus privilégios em relação aos demais trabalhadores. Aí vale tudo, desde tentar inverter o princípio nela insculpido “quem ganha menos, contribui com menos; quem ganha mais, contribui com mais”, até utilizar uma postura supostamente neutra do ponto de vista ideológico para criticar iniciativas do atual governo. Porém, essa tentativa se revela absolutamente frágil pois se baseia em premissas falsas. Quem se propõe a eliminar ou reduzir as “verbas milionárias compulsórias do sistema S” é o governo Bolsonaro, João. Para criticar a reestruturação das carreiras militares e o seu sistema de proteção social é preciso, para ser intelectualmente honesto, contextualiza-lo no festival de aumentos de inúmeras carreiras civis promovido nos últimos 15/20 anos. Também não se “alienou” os aeroportos do nordeste, João. Foram concessões mediante Edital de Leilão publicado em 30/11/18, assim como já se tinha realizado a de S.G. do Amarante e de Guarulhos no governo Dilma. É fato que alguns “empresários” devem sentir saudades da farra do BNDES, agora finalmente estancada. Eu, particularmente, não tenho nenhum prurido de viajar em companhias aéreas de capital estrangeiro, desde que ofereçam passagens com preços mais justos e serviços de boa qualidade. Mas não se preocupe, João. Se um dia essa mentalidade retrograda for superada e a nossa economia se tornar efetivamente moderna e pujante, pela força da livre iniciativa, poderemos afirmar um discurso honesto de nacionalidade. Mas não vai ser com discurso fajuto e desonesto. Tome o seu suco de maracujá bem forte e durma bastante, João. E aproveite e distribua para outros que pensam como você. Talvez, quando vocês acordarem, daqui a 4 anos, tenham uma surpresa de encontrar uma nova nação.

  2. Tão dando muito espaço pra esse Rodrigo Maia, ele tá desesperado porque a lava jato prendeu seu sogro.

    1. Mourão tem defendido abrandar a pena para bandidos, por isso a petralhada fica eufórica.

  3. O Brasil é um país no qual as pseudoelites, econômicas, políticas, de agentes públicos, ou econômicos, os detentores de grupos de pressão em geral, defendem fortemente seus privilégios como “essenciais ao exercício de seus misteres” e apontam as vantagens alheias como “desvios”, “inaceitáveis e injustas vantagens”. Nesse contexto, os magistrados recebiam “auxílio-moradia”, muitos tribunais ainda pagam vantagens como “substituições”, “acúmulos”, “auxílio combustível” etc. Os Procuradores da República olham, feito símios, para as caudas alheias e esquecem as suas, esquecem ser a única categoria de agentes públicos que percebem licença prêmio, que percebem verbas indenizatórias se ultrapassarem trinta dias fora da sede, ao lado de diárias…alguns, ainda, pretenderam ser gestores de fundo que deveria ser repassado à Petrobras, maior que o produto da alienação de todos os aeroportos do Nordeste. Ainda pretenderam que pudessem ser candidatos a cargos eletivos. Os militares por sua vez, têm um regime de inatividade absolutamente diferenciado – percebem vantagem pecuniária ao deixarem o serviço ativo, não tem decréscimo no cálculo da inatividade, contribuem para o ganho pecuniário da inatividade com percentuais muito abaixo dos demais, conseguem converter um projeto de “reforma de Previdência, em projeto de “ incremento remuneratório”. Têm um colonial séquito de dependentes. Encontram-se muito distantes de exemplos respeitáveis como Osório, ou Rondon. O setor empresarial que defendeu o fim da contribuição sindical compulsória, retirando o principal pilar financeiro dos sindicatos ( muitos dos quais inoperantes) beneficia-se com as bilionárias verbas do Setor S, sem controle, que servem a tantos propósitos, alguns dos quais pouco republicanos, apesar de serem cobrados, compulsoriamente na folha de recolhimento previdenciário. Tem saudade dos melhores tempos do BNDES, … Esse é o retrato do Brasil. Desigual, injusto, com poucos beneficiários e tantos “contribuintes”. Por outro lado, bens e valores nacionais vão sendo alienados, cedidos, doados. As empresas de aviação nacionais não suportarão mercado com a presença maciça das estrangeiras. A base de Alcântara será “compartilhada” com os americanos, tendo os brasileiros direito a “ver” o que ali é feito. Até a dignidade da exigência do princípio da reciprocidade nas relações internacionais foi afastada. Em troca de concessões concretas tem-se tolas promessas. Ao invés de uma autonomia de vontade, de um espírito de nacionalidade, passa-se a ter um atrelamento a um país que já maltratou filipinos, panamenhos, porto-riquenhos. O nosso país nunca se postou de modo tão servil. O que fazer? Não sei. Vou tomar um suco de maracujá bem forte.

    1. Respondo, é a população tomar vergonha na cara e botar esse povo pra fora na marra, porque se for esperar que eles façam algo de bom para nós e corte na própria carne, vai ser melhor ensinar na universidade que chapeuzinho e o lobo mau não é historinha, mas tudo verdade.! Ou seja, sabemos que o povo vai continuar na inércia a espera do seu vizinho tomar iniciativa e esse bando de políticos FDP sabedores dessa fama do "b"rasileiro pouco se incomoda, vai continuar com o desvio até literalmente quebrar o "p" aís e aí será tarde demais. A mim com certeza não me enganam, sou uma pessoa TOTALMENTE desacreditado nesse país e antes que alguém pergunte, ainda não saí daqui porque não tenho condições.

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Polícia

Criminosos usam nome de diretor geral do DER para aplicar golpes pelo WhatsApp no RN

O nome do diretor geral do Departamento de Estradas e Rodagem do Rio Grande do Norte (DER) Manoel Marques Dantas, tem sido usado por estelionatários para aplicação de golpes em empresários.

Os criminosos se passam pelo diretor, entram em contato com os empresários através de mensagens pelo WhatsApp e pedem uma quantia de dinheiro para realização de eventos relacionados ao DER. Tudo, no entanto, é um golpe. E que dois empresários caíram.

Um deles depositou R$ 1.200 e outro fez dois depósitos de R$ 4.250 na conta enviada na mensagem. Ao todo, o prejuízo foi de R$ 9.200. Um Boletim de Ocorrência já foi feito na polícia para a investigação do caso.

“Cerca de 15 dias atrás vários empresários do setor de transporte do DER, alguns que me conhecem bem, me procuraram, alertando que meu nome estava sendo usado para um golpe”, apontou o diretor geral Manoel Marques Dantas.

Um dos empresários que foi vítima descobriu o golpe numa reunião com o diretor. Ele perguntou a Manoel se o depósito havia dado certo e o diretor perguntou do que se tratava. “Aí eu disse a ele que eu não peço dinheiro para ninguém. Ele foi tão inocente, que chegou a fazer dois depósitos”, disse.

O diretor geral alertou que os criminosos têm usado fotos dele e até a logomarca do DER para tentarem ludibriar os empresários. “As pessoas que realmente me conhecem sabem exatamente do meu caráter e sabem que eu não vou pedir ou exigir dinheiro para nada, nem que seja pra um evento que o DER promova”, falou.

G1

Opinião dos leitores

  1. Nunca ouvi falar no nome desse cidadão – e olhe que não sou nenhum desinformado. E só sei que o DER existe porque a maioria das estradas do RN continuam esburacadas e precariamente sinalizadas. E isto quando há alguma sinalização, enteda-se bem.

  2. Se gritar pega ladrao…não fica um meu irmão ? música ?, ninguém quer concorrência ??

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Polícia

Prisão de Temer é novo revés no grupo de amigos do chamado ‘quadrilhão’ do MDB, que inclui Henrique Alves

Acuado por acusações de corrupção e destituído pelo fim do governo Michel Temer (MDB), o núcleo de políticos próximos ao ex-presidente viu o cerco se fechar com a operação desta quinta-feira (21).

Temer e seu ex-ministro Moreira Franco, que tiveram a prisão preventiva decretada pelo juiz federal Marcelo Bretas, do Rio de Janeiro, eram exceção num grupo que chegou a comandar o Planalto e a Câmara ao mesmo tempo e acabou atrás das grades.

O chamado “quadrilhão” do MDB estava na mira da Procuradoria-Geral da República há mais de um ano. Agora sem prerrogativa de foro, o ex-presidente voltou a ser apontado como líder de organização criminosa na decisão que determinou sua prisão por tempo indeterminado.

Em setembro de 2017, Temer e emedebistas centrais em seu governo foram denunciados sob suspeita de formar uma organização criminosa e de obstruir a Justiça.

Foram alvos Moreira Franco, então ministro da Secretaria-Geral da Presidência; Geddel Vieira Lima, ex-ministro da Secretaria de Governo da Presidência; Henrique Eduardo Alves, ex-ministro do Turismo, Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara; e Eliseu Padilha, então ministro da Casa Civil —agora o único que nunca teve um mandado de prisão expedido.

Demais membros do “quadrilhão” estiveram presos por acusações variadas e acabaram perdendo seus postos no governo Temer.

Carlos Marun (MDB), aliado de Temer e seu último ministro da Secretaria de Governo, diz que o partido vai avançar, apesar da queda desses líderes. “As coisas avançam, não digo que o fim esteja decretado por essa prisão. Diria o contrário, essa prisão até sacode o brio da gente, porque o MDB é um partido que tem no DNA a questão do Estado de Direito e da democracia.”

Marun considera a prisão de Temer ilegal, injusta e arbitrária. O ex-presidente o indicou no último dia de mandato ao cargo de conselheiro de Itaipu Binacional, decisão que Jair Bolsonaro (PSL) manteve.

Fora do governo, Padilha voltou a se dedicar à advocacia em Porto Alegre e também a cursos de formação política na Fundação Ulysses Guimarães (FUG), da qual é vice-presidente. O ex-ministro é ainda 2º vice-presidente do MDB.

Moreira é o presidente da fundação, enquanto Romero Jucá (MDB), outro ex-ministro de Temer alvo de acusações de corrupção, é o 1º vice-presidente do MDB. As atividades partidárias mantinham os três em contato.

Embora não tenha sido preso, Padilha apareceu na delação da Odebrecht, tornada pública em dezembro de 2016. Ele teria participado com Temer de um jantar em que o ex-presidente pediu repasses a Marcelo Odebrecht para a campanha de 2014. Depois, ficou responsável por receber R$ 4 milhões dos R$ 10 milhões acertados.

Segundo a delação de Cláudio Melo Filho, Padilha ou Moreira eram os canais entre Temer e a Odebrecht.

Jucá, que chegou a ter um pedido de prisão feito pela Procuradoria, mas não atendido pela Justiça, fala reservadamente que é preciso renovar o partido e estuda uma modernização do estatuto e das regras do conselho de ética.

Em maio de 2016, ele deixou o cargo de ministro do Planejamento do governo Temer após a revelação dos diálogos em que fala em “estancar a sangria” da Lava Jato com ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. Jucá tentou a reeleição para o Senado no ano passado, mas não foi reeleito.

Do grupo aliado a Temer, Cunha e Geddel continua presos atualmente. O ex-presidente da Câmara, peça-chave na articulação do impeachment, teve o mandato cassado em setembro de 2016 e foi preso no mês seguinte por desvios na Petrobras. Por esse caso, já foi condenado em segunda instância a 14 anos e seis meses de prisão.

Geddel, que está preso na Papuda, em Brasília, desde setembro de 2017, não durou muito no governo Temer. Deixou a Secretaria de Governo em novembro de 2016 após ser acusado pelo ex-ministro da Cultura de pressioná-lo a permitir um empreendimento imobiliário em uma região tombada de Salvador.

Em julho do ano seguinte, passou dez dias preso após operação deflagrada a partir da delação do doleiro Lúcio Funaro. Geddel voltou a ser preso quando a Polícia Federal apreendeu mais de R$ 51 milhões de reais desviados em malas e caixas em um apartamento que ele mantinha. Neste ano, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu 80 anos de prisão ao ex-ministro por esse caso.

Já Henrique Alves, preso em junho de 2017 por corrupção na Arena das Dunas, teve a prisão revogada em julho passado, mas não tem contato próximo com os demais ex-ministros do “quadrilhão”.

Assim como Geddel, ele já havia saído do governo Temer quando foi preso. Henrique Alves deixou o cargo de ministro do Turismo em junho de 2016, um mês após Temer assumir a Presidência. Ao lado de Jucá, ele foi alvo da delação de Sérgio Machado.

Além dos ex-ministros, Temer teve ainda outros dois auxiliares presos e afastados da vida pública. Um deles é Rodrigo da Rocha Loures, ex-assessor conhecido como homem da mala, que foi preso em junho de 2017 e solto no mês seguinte. Acusado de ter recebido uma mala com R$ 500 mil da JBS, ele foi denunciado três vezes ao lado do ex-presidente em casos de corrupção.

O segundo, José Yunes, mais que assessor, é amigo de Temer desde os tempos de estudante na Faculdade de Direito do Largo São Francisco. Ele ficou preso por três dias, em maio do ano passado, e, ainda em 2016, pediu demissão do governo ao ser citado na delação da Odebrecht. Em depoimento ao Ministério Público, disse ter sido usado por Padilha como mula, para receber repasses da empreiteira.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Lamentável que a "democracia" tão citada no congresso trata-se de negociatas do toma lá dá cá, chantagem imposta pela velha política para aprovar os projetos do governo federal. Espero que Bolsonaro acabe de vez com essa prática.

  2. O xadrez lhe aguarda Henrique Alves,não tem pressa nem ansiedade que a hora certa chegará em breve

  3. LIBÉRATION: PARTIDO DE TEMER É O PAI E A MÃE DA CORRUPÇÃO
    A imprensa francesa repercutiu nesta sexta-feira (22) a prisão do ex-presidente Michel Temer (MDB) e também as consequências do fechamento do Ministério da Cultura no governo de Jair Bolsonaro, uma decisão que preocupa artistas, intelectuais e setores da sociedade; "É certo que o MDB contribuiu, por um lado, à transição democrática no Brasil, mas o partido é considerado o pai e a mãe da corrupção", ressalta o jornal

  4. Faz pena bg saber q tivemos um ministro do turismo,q simplesmente nunca trouxe benefícios pro nosso estado,cresci sabendo q henrique Alves nunca foi honesto.

  5. Cadeia para HENRIQUE…..ferrou o RN , roubou no arena e no aeroporto, aquela merda no fim do mundo

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Gastronomia

Confira as dicas do Papo de Fogão para preparar um bom churrasco e como harmonizar

Churrasco

Dicas:
Após acender o fogo deixar formar o braseiro.
Com a mão 15 cm acima da grelha conte até 5, se você aguentar mais que isso a temperatura estará baixa, se não aguentar está muito quente.
Salgue a carne após estar assada com flor de sal ou sal parrilla ou antes de assar colocar sal grosso nos dois lados da carne.
Esperar de 3 a 5 minutos para cortar as carnes.

Ingredientes:
PICANHA URUGUAIA DA RAÇA HEREFORD
Picanha legitimamente uruguaia com sabor levemente marcante e super macia.
Modo de preparo:
Cortar a picanha no comprido em tira de aproximadamente 3 cm de largura.
Grelhar de 7 a 10 minutos de cada lado, a carne estando a 15 cm do braseiro.

SHORT RIB
Novo corte do dianteiro, que vem desmistificar que carne de primeira é a carne do traseiro. Hoje ela pode ser facilmente a estrela de qualquer churrasco e tem um custo beneficio incrível.
Modo de preparo:
Grelhar de 5 a 8 minutos de cada lado, a carne estando a 15 cm do braseiro.

CEJAS
Também é chamada de ribeye cap e é separado do ojo de bife por uma generosa camada de gordura. É feita enrolada, além do sabor, ganha uma textura incrível.
Modo de preparo:
Grelhar de 8 a 10 minutos de cada lado, a carne estando a 15 cm do braseiro.

LINGUIÇA TEX MEX
Linguiça Artesanal feita com carne de porco, queijo cheddar e é levemente apimentada.
Modo de preparo:
Assar em fogo médio por volta de 8 a 10 minutos de cada lado.

GALETINHO DESOSSADO
O famoso “Primo Canto” inteiro sem osso nenhum, já temperado.
Modo de preparo:
Assar em fogo médio por volta de 10 a 12 minutos de cada lado.

Dica Rápida – Tempero Caseiro

Ingredientes:
1 cebola branca
1 cebola roxa
1 cabeça de alho
1/2 maço de cebolinha
1/2 maço de salsinha
100ml de azeite

Modo de preparo:
Bata tudo no liquidificador até virar uma pasta bem homogênea.
Armazenar:
Colocar em forminhas de gelo e leve ao freezer para usar os cubos.
Congele em sacos pequenos.
Coloque num recipiente e deixe na geladeira, normalmente dura 15 dias bem acondicionado.
Utilização:
Em carnes, peixes, arroz, feijão, molhos…

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Religião

Papa aceita renúncia de cardeal chileno acusado de envolvimento em escândalo sexual

Sem informar detalhes, a Santa Sé informou na manhã deste sábado (23) que o papa Francisco aceitou o pedido de renúncia do cardeal chileno Ricardo Ezzati, 77.

Segundo informações das agências internacionais, Ezzati foi acusado de supostamente encobrir casos de abuso sexual infantil em sua diocese, revelados em maio passado.

Em uma situação similar na terça (19), o papa alegou “presunção de inocência” e rejeitou o pedido de demissão do cardeal francês Philippe Barbarin, condenado por ocultar casos de abuso sexual de menores.

Com a renúncia de Ezzati, foi nomeado para a posição de arcebispo de Santiago um administrador apostólico. Até o momento, o papa já aceitou a renúncia de sete bispos chilenos.

Na sexta (22), a Justiça chilena negou o pedido de Ezzati de insenção das acusações.

“Reitero meu compromisso e o da Igreja de Santiago pelas vítimas, pela busca da verdade e pelo respeito à justiça civil. Estou certo de que nunca cobri ou obstruí a justiça e, como cidadão, cumprirei o meu dever de fornecer toda a informação que ajude a esclarecer os fatos “, disse o cardeal em declaração feita em julho de 2018.

Ezzati foi nomeado bispo por João Paulo II em 1996. Bento XVI o nomeou arcebispo de Santiago do Chile em 2010 e o Papa Francisco o nomeou cardeal em 2014.

Em uma carta aos fieis chilenos divulgada em maio de 2018, Francisco disse estar envergonhado que nem ele nem os líderes católicos do Chile tenham verdadeiramente escutado às vítimas de abuso sexual por parte de religiosos chilenos.

Na época, o papa recebeu a renúncia coletiva de 34 bispos chilenos, fato inédito na história da Igreja Católica. Nenhum outro papa falou publicamente sobre práticas de acobertamento na igreja.

Na última década, o Vaticano focou suas investigações em punir aqueles religiosos acusados de abuso, mas ignorou os bispos ou outros superiores que transferiam pedófilos de paróquia em paróquia sem removê-los da igreja ou denunciá-los à polícia.

Em 2010, o então papa Bento 16 criticou bispos irlandeses pela “resposta frequentemente inadequada” aos casos de abuso. Mas o pontífice alemão nunca falou de um sistema de poder dedicado a proteger molestadores e a se esquivar das vítimas.

AFP/Reuters/Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Pensei que só tinha santo, na "santa igreja". Carolas e religiosos, passou de Cristo, é muito. Só Cristo foi para a cruz por todos, mas ninguém.

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Cultura

Curto em ar-condicionado causou fogo que destruiu Museu Nacional, diz perícia

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Laudo pericial produzido pela Polícia Federal aponta que um curto-circuito causado pelo superaquecimento em um aparelho de ar-condicionado foi a causa do incêndio no Museu Nacional, no Rio, em setembro. O fogo destruiu a maior parte do acervo de 12 mil itens, incluindo o crânio de Luzia. O fóssil, de 12 mil anos, é um dos mais antigos das Américas e mudou as teorias sobre o povoamento do continente. A investigação, até o momento, descarta incêndio criminoso.

O Estado de S. Paulo teve acesso a trechos do laudo que será um dos elementos que a PF vai levar em consideração para concluir o inquérito aberto sobre o caso. A expectativa é de que o relatório final seja entregue em até duas semanas. Além do laudo, o delegado responsável pela apuração levará em consideração outros tipos de provas colhidas, como depoimentos.

Para investigar os motivos do incêndio, a PF designou peritos de diferentes especialidades, entre eles um especialista em incêndios originários de instalações elétricas, três especialistas em incêndios de grandes proporções, dois peritos treinados para reconstituição em 3D e outros dois profissionais especializados em perícia em “local de crime”, treinados para encontrar vestígios.

Os investigadores reconstruíram o local do incêndio em laboratório para interpretar todos os acontecimentos anteriores ao início do fogo e, também, a dinâmica que levou as chamas a destruir todo o prédio.

No caso do museu, ao reconstruir a cena, segundo uma fonte relatou à reportagem, peritos perceberam que um primeiro sinal de fumaça foi visto em uma sala no segundo andar do prédio onde ficava a reprodução do esqueleto do dinossauro Maxakalisaurus topai. A sala onde o esqueleto do réptil era exposto ficava no segundo andar do prédio. Exatamente abaixo dela ficava o auditório onde estava o ar-condicionado apontado pelo laudo como foco do incêndio.

Conclusão

A atuação dos peritos em casos de incêndio em que é aberta uma investigação criminal se baseia no que é estipulado pelo Código de Processo Penal (CPP). De acordo com a legislação, “os peritos verificarão a causa e o lugar em que houver começado, o perigo que dele tiver resultado para a vida ou para o patrimônio alheio, a extensão do dano e o seu valor e as demais circunstâncias que interessarem à elucidação do fato”.

Com base nas informações da perícia e nos outros dados coletados ao longo da investigação, o delegado do caso vai decidir se o incêndio poderia ter sido evitado e se há algum responsável pela condições que resultaram no incêndio. Um dos fatos que serão analisados pelo delegado é se houve negligência por parte da administração.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Mas esse é um país desgraçado mesmo..
    Certamente foi feita alguma gambiarra no sistema do ar-condicionado, provavelmente em face de licitação por MENOR PREÇO!
    Pra economizar uma besteira, queimaram um patrimônio cultural imenso..

  2. Resumo da ópera: o incêndio do Ninho do Urubu terminou fornecendo uma justificativa esfarrapada para o sinistro do Museu Nacional.

  3. ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA PROMULGA LEI QUE GARANTE DÉCIMO TERCEIRO E FÉRIAS RETROATIVOS A DEPUTADOS DO RN.

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Educação

Ministro da Educação propõe modelo cívico-militar em escola onde houve tiroteio

O ministro da Educação, Ricardo Vélez, vai discutir a implantação do modelo cívico-militar na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano (SP), onde, no último dia 13, dois ex-alunos entraram armados e atiraram contra estudantes e funcionários. A tragédia provocou dez mortos e 11 feridos. Nesta sexta-feira (22), na sua conta no Twitter, o ministro disse que irá se encontrar com o prefeito da cidade, Rodrigo Ashiuchi, na segunda-feira (25), “para estudarmos a viabilidade do modelo cívico-militar na escola”.

Vélez anunciou que irá antecipar o repasse anual do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) para a escola. O PDDE destina-se às escolas públicas da educação básica das redes estaduais, municipais e do Distrito Federal e a outras instituições que preenchem os requisitos estipulados pelo MEC. As escolas devem ofertar programas de formação inicial ou continuada a profissionais da educação básica.

Todos os anos, os repasses são feitos em duas parcelas, uma delas efetivada até 30 de abril e a segunda, até 30 de setembro. “Como um alento à comunidade escolar de Suzano, Raul Brasil, informo que o MEC antecipou o repasse anual do PDDE. Segunda-feira [25], me encontrarei com o prefeito, Rodrigo Ashiuchi, para estudarmos a viabilidade do modelo cívico-militar na escola”, disse o ministro pela rede social.

A escola Raul Brasil foi reaberta esta semana, mas as aulas ainda não foram retomadas. Equipes do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) da Prefeitura, psicólogos da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP), Universidade de São Paulo (USP), entre outras instituições oferecem atendimento psicossocial especializado para funcionários, alunos e familiares.

No ataque, entre os mortos havia cinco estudantes, duas funcionárias, um empresário e os dois atiradores.

Escolas cívico-militares

As escolas cívico-militares contam com uma gestão compartilhada entre sociedade civil e militares. Atualmente, são cerca de 120 escolas em 17 estados do país com o modelo, a maior parte em Goiás, com 50 estabelecimentos de ensino, de acordo com levantamento da Polícia Militar do Distrito Federal (DF).

Aumentar o número de escolas cívico-militares no país é uma das prioridades do MEC, que passou a contar com uma Subsecretaria de Fomento às Escolas Cívico-Militares. O MEC ainda não apresentou um proposta detalhada de como será feito o fomento.

No início do ano, a pasta informou que o modelo de escola “contará com a participação de vários segmentos da sociedade. Cada ente envolvido, dentro de sua esfera de competência, terá importância fundamental para a construção de um Brasil melhor. Essas unidades de ensino serão voltadas para as famílias que concordam com essa proposta educacional”. Para ser implementado, o modelo precisa da participação de estados e municípios.

Procurada, a Secretaria de Estado de Educação de São Paulo, esclarece que a Escola Estadual Professor Raul Brasil pertence à rede estadual, ficando, portanto, a cargo do governo do estado e não da prefeitura. A secretaria informou que não foi procurada pelo MEC e que portanto ainda não se manifestará sobre o assunto.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

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Diversos

Mega-Sena vai sortear prêmio de R$ 3 milhões neste sábado

O concurso 2.136 da Mega-Sena vai pagar aos acertadores das seis dezenas sorteadas um prêmio estimado em R$ 3 milhões. Os números serão sorteados na noite de hoje (23) em Cravinhos (SP).

As apostas podem ser feitas até às 19h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país e também no Portal Loterias Online. Clientes com acesso ao internet banking da Caixa podem fazer as apostas pelo computador, tablet ou smartphone. O serviço funciona das 8h às 22h (horário de Brasília), exceto em dias de sorteios, quando as apostas se encerram às 19h.

Para jogar pela internet, no Portal Loterias Online, o apostador precisa ser maior de 18 anos e efetuar um pequeno cadastro.

O jogo mais barato, em que o apostador marca seis dezenas, custa R$ 3,50. O prêmio máximo é para quem acerta as seis dezenas sorteadas, mas quem faz a quina e a quadra também é contemplado.

Agência Brasil

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Política

Bolsonaro diz que Brasil não tem intenção de intervir na Venezuela

Foto: Sérgio Lima
Em viagem a Santiago (Chile), o presidente Jair Bolsonaro reiterou o interesse do Brasil em estreitar relações com Chile, elogiou o presidente chileno, Sebastián Piñera, por sua liderança e ressaltou que não há intenção de intervir militarmente na Venezuela, que vive intensa crise política, econômica e social.

As declarações foram concedidas durante entrevista exclusiva ontem (22) à TVN/24 horas, emissora pública de televisão chilena. A íntegra da entrevista, pouco mais de cinco minutos, em vídeo foi disponibilizada, mas não é possível ouvir o presidente em português.

“Eu conheci Piñera no episódio dos mineiros [quando os 33 trabalhadores ficaram presos em uma caverna e foram resgatados com vida, na gestão anterior de Piñera, em 2010] em que demonstrou liderança”, disse Bolsonaro. “O Chile é muito importante porque é o nosso segundo aliado comercial, atrás da Argentina.”

O presidente foi ao Chile para participar do lançamento do Fórum para o Progresso da América do Sul (Prosul). O acordo foi assinado ontem (22) na presença de oito presidentes da região, em Santiago.

Venezuela

Bolsonaro relembrou a conversa sobre a crise na Venezuela que teve no começo da semana com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em que o norte-americano disse que “todas as possibilidades estavam sobre a mesa”. Porém, o presidente brasileiro afirmou que o Brasil não trabalha com a hipótese de intervenção militar na Venezuela.

“Não se mencionou a palavra ‘militar’”, afirmou o presidente referindo-se à conversa com o norte-americano. “O Brasil não tem qualquer pretensão de ingressar militarmente na Venezuela”, disse Bolsonaro, destacando que parte do diálogo com o Trump não será revelada porque se trata de questões estratégicas.

Questionado sobre a atuação da ex-presidente chilena Michelle Bachelet como alta comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Bolsonaro fez elogios, mas sugeriu que adote uma posição mais forte sobre a crise venezuelana. “[Michelle Bachelet] tem uma política muito parecida com a nossa, que é a defesa dos direitos humanos. Acredito que ela precisa ter uma posição mais contumaz e ela deve se expressar ainda mais sobre essa questão. Precisa de um pouco mais de força.”

Críticas

Questionado sobre as críticas de adversários sobre posições discriminatórias contra homossexuais, mulheres e imigrantes, Bolsonaro afirmou que um deve ser “feliz como quiser”. Segundo ele, se tais posições dele fossem verdadeiras, não poderia ter sido eleito no ano passado.

“Isso não é verdade”, ressaltou o presidente. “Eles [os adversários políticos] me acusam de muitas coisas que eu não gosto de mulheres, negros ou gays, se alguém age assim, como poderiam votar em mim?”, reagiu.

Em relação às informações sobre diferenças de salário entre homens e mulheres, Bolsonaro afirmou que não são procedentes. “Nossa lei trabalhista garante igual realidade para homens e mulheres”, disse. “Eu acho que isso não é verdade, um recebe seu salário pelo seu nível profissional e temos uma grande expressão de mulheres trabalhadoras.”

Questionado sobre o movimento feminista, o presidente disse que não aceita a imposição de ideias de grupos em escolas e na formação dos estudantes. “O que não posso permitir é que certos ativistas busquem impor esses comportamentos nas escolas, às crianças de cinco anos”, ressaltou. “Esse tipo de comportamento não será mais admitido no Brasil.”

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. É melhor não porque vai ter dificuldade em arranjar pessoas para defender essa pátria, a não ser que consigam convencer os políticos e magistrados para ir ao front de batalha. Estou falando sério, façam uma enquete para saber o pensamento do povo brasileiro. Mas pensando bem, pode colocar os marginais políticos, da toga e os que de fato estão presos, como o país detém um número absurdo de presos, poderia usá-los para defender a pátria. Rsrsrsr

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Educação

Ministro da Educação fica no cargo, mas não pode nomear mais ninguém

O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, foi desautorizado a nomear integrantes da sua própria equipe. A ordem partiu do Palácio do Planalto, depois de o professor colombiano divulgar dois nomes para a secretaria executiva da pasta, em seguida vetados pelo presidente Jair Bolsonaro.

Desgastado, Vélez tenta se manter no ca

Antes da viagem para os Estados Unidos, Bolsonaro teve uma conversa dura com Vélez e informou que, por enquanto, ele permaneceria à frente da pasta. Desde que as primeiras polêmicas vieram à tona e que os sinais de enfraquecimento ficaram evidentes, militares iniciaram um movimento para tentar encontrar um substituto. Em outra frente, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, também saiu em busca de um nome para ocupar o posto de Vélez.

No entanto, ao desembarcar dos EUA, na quarta-feira, Bolsonaro avisou que não tomará nenhuma medida de forma apressada. O presidente descartou uma estratégia proposta por Onyx, de pedir indicação ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

O ministro da Casa Civil considerava que a estratégia seria importante para estreitar o apoio com senadores. Bolsonaro, no entanto, considera o momento ideal, para agradar, de uma vez só, às bancadas evangélica e católica, que já mostraram descontentamento com a falta de interlocução com o governo. Ele julgou ainda que a medida poderia fortalecer mais do que o necessário o presidente do Senado, o que tenta evitar.

Um dos nomes cotados para ocupar o posto de Vélez é o senador Izalci Lucas (PSDB-DF). Ele tem o apoio das bancadas católica e evangélica, o sinal verde de Davi Alcolumbre e a simpatia da deputada Bia Kicis (PSL-DF). Relator do projeto Escola sem Partido, o senador se considera um bom nome para o posto, mas nega que esteja trabalhando pela indicação.

Stavros Xanthopoylos, consultor de educação de Bolsonaro no período da campanha, também voltou a ser cotado para substituir Vélez. Ele é tolerado pelo grupo de militares, conta com o aval do ministro da Economia, Paulo Guedes, e já trabalha pela candidatura. Xanthopoyolos chegou a ter seu nome cogitado para ocupar o MEC na transição, mas foi descartado.

Na ala militar, a carta de opções é mais extensa. Entre os nomes, um dos mais cotados é Carlos Alberto Decotelli, presidente da Fundo Nacional Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Outros cotados são o ex-reitor da Universidade de Brasília (UnB) Ivan Camargo e o cientista político Antonio Flávio Testa, também da UnB e participante do grupo transição.

Estratégias. O Estado apurou que há duas estratégias em curso para tentar reduzir a crise no MEC e aplacar as disputas internas dentro da pasta. Além da possibilidade de se encontrar um sucessor para Vélez, há também a alternativa de manter o ministro no cargo e colocar um nome forte como número dois da pasta. Nesse caso, Vélez teria uma atuação mais limitada.

Militares e o grupo político não descartam a possibilidade de que o segundo modelo prevaleça. Nesse sentido, iniciaram conversas para encontrar um nome em comum. Trabalham, ainda, para a possibilidade de políticos encaminharem o nome do ministro, enquanto militares, o do secretário executivo.

O presidente em exercício, Hamilton Mourão, reconheceu nesta sexta que o MEC precisa de um “freio de arrumação”. “O presidente já conversou com o ministro e vai ser organizado isso nos próximos dias”, disse.condução para o desfecho da crise do MEC.

Um exemplo da falta de respaldo de Vélez foi a tentativa frustrada de nomear a pastora Iolene Lima como secretária executiva. Ela foi desconvidada para o posto nesta sexta-feira, 22, após sua indicação ter sido vinculada à primeira-dama, Michelle Bolsonaro. As duas frequentam a mesma igreja.

ESTADÃO CONTEÚDO

 

Opinião dos leitores

  1. Tá complicado!
    O maior problema é que as hostes da Direita carecem de intelectos capazes…
    Se lasquemo!

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Judiciário

Delação que pode atingir Fux faz STF ligar sinal vermelho

O Supremo Tribunal Federal (STF) voltou a ligar o sinal de alerta nesta quinta-feira (21), ao saber de rumores de que um dos ministros do tribunal pode ser atingido de forma indireta em uma delação premiada feita pelo empresário Jacob Barata para a revista Veja, que publicou um trecho nesta sexta-feira (22), segundo a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo.

Conhecido como ‘rei do ônibus’ do Rio de Janeiro, Barata contou que um ex-assessor do ministro Luiz Fux teria sido o destinatário de milhões de reais em propina para influenciar em uma decisão judicial em 2011, segundo a colunista. O delator revelou ter ouvido do presidente da Fretranspor na época, José Carlos Lavouras, que precisava retirar dinheiro do caixa para repassar a um assessor do ministro, para influenciar em uma decisão do magistrado. Atualmente, Lavouras vive em Portugal.

O assessor é José Nicolao Salvador e foi demitido do gabinete de Fux em 2016 porque aparentava ter um padrão de vida incondizente com seu salário. Ele nega ter recebido qualquer recurso.

NOTÍCIAS AO MINUTO

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Judiciário

Com Temer e Lula presos, veja o que pesa contra os ex-presidentes Sarney, Collor, FHC e Dilma

m cinco anos, a Operação Lava Jato contribuiu para tentativas de afastamento de dois presidentes da República, prendeu dois ex-presidentes e atingiu em diferentes graus todos os ex-mandatários vivos do país.

Além de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) e Michel Temer (2016-18), que estão presos, são réus em ações derivadas da operação Fernando Collor (1990-1992) e Dilma Rousseff (2011-2016).

José Sarney (1985-1990) foi denunciado acusado de receber recursos desviados da Transpetro —denúncia arquivada em fevereiro— e de integrar organização criminosa, que aguarda análise do Supremo Tribunal Federal.

O único ex-presidente que não é alvo da operação atualmente é Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). Mas, após a delação da Odebrecht, em 2017, uma petição envolvendo o seu nome em um dos depoimentos do acordo foi encaminhada à Justiça Federal de São Paulo. A juíza responsável, no entanto, entendeu que, como os relatos são relacionados a campanhas eleitorais dos anos 1990, os fatos já estavam prescritos.

O cerco aos ex-presidentes começou logo no primeiro ano da operação, em 2014, com a delação do doleiro Alberto Youssef. O relato foi decisivo para a denúncia, apresentada em 2015, contra Collor, atualmente senador pelo Pros de Alagoas.

Devido ao foro especial, ele é réu no Supremo Tribunal Federal acusado de receber propina no âmbito da BR Distribuidora. O hoje senador prestou depoimento em fevereiro e sempre negou as acusações.

A partir do fim de 2015, a equipe da Lava Jato no Paraná passou a investigar ligações de Lula com as empreiteiras OAS e Odebrecht. Primeiro, em 2016, ele sofreu buscas em seus endereços e foi obrigado a comparecer a um depoimento. Em julho de 2017, foi condenado no caso do tríplex de Guarujá (SP) e acabou preso em 7 de abril do ano passado, em decorrência do julgamento do caso em segunda instância.

Em meio à marcha do caso Lula no Judiciário, tramitou no Congresso o processo de impeachment de Dilma, no qual as revelações da Lava Jato sobre o PT e a Petrobras tiveram relevante peso político. A petista foi formalmente acusada de manipulações orçamentárias, mas dezenas de congressistas citaram em seus pronunciamentos o escândalo de corrupção como motivo para o afastamento.

Fora do cargo, Dilma foi acusada pela Procuradoria-Geral da República de integrar uma organização criminosa formada por membros do PT e virou ré na Justiça Federal do DF em novembro passado.

Outro alvo da Procuradoria-Geral durante a gestão de Rodrigo Janot à frente da instituição foi Temer, denunciado em duas ocasiões em 2017 em desdobramentos da delação da JBS. O emedebista resistiu a duas votações na Câmara que poderiam afastá-lo do cargo e conseguiu suspender o trâmite dos casos até que terminasse o mandato.

Menos de três meses após sair da Presidência, Temer foi detido nesta quinta-feira (21) por causa de outra investigação com origem na Lava Jato. Ele é suspeito de receber propina da empreiteira Engevix em obras da usina nuclear de Angra 3, caso que começou a ser investigado no Paraná e foi enviado ao Rio, em 2015, por ordem do STF.

O QUE PESA CONTRA OUTROS EX-PRESIDENTES

Dilma Rousseff
A petista foi acusada pela Procuradoria-Geral da República de integrar organização criminosa formada por membros do PT; é ré na Justiça do DF

FHC
Não é alvo da operação, mas uma petição foi encaminhada à Justiça após seu nome aparecer em depoimento da delação da Odebrecht. Para a juíza, os fatos prescreveram

José Sarney
Denunciado pela PGR em 2017, acusado de receber recursos desviados da Transpetro, subsidiária da Petrobras. Em fev.19, o STF arquivou a denúncia por prescrição

Fernando Collor
O hoje senador pelo Pros de Alagoas é réu no STF (devido ao foro especial), acusado de receber propina no âmbito da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Vemos que os membros das quadrilhas encontram guarida para seus atos nas altas cortes de justiça . Quem deveria zelar pela constituição , se locupleta do cargo , pago por nós cidadãos de bem para , proteger os bandidos que nos roubam . Cabe ,mais uma vez , a velha máxima : A POLÍCIA PRENDE , A JUSTIÇA SOLTA … DESALENTADOR … pobre BRASIL !!!
    Levantem – se brasileiros e voltemos às ruas .. melhor que engolir de cabeça baixa …

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Jornalismo

Evereste: derretimento de geleiras expõe corpos nas montanhas

Evereste: derretimento de geleiras expõe corpos nas montanhas

Com o derretimento das geleiras do Evereste, corpos de alpinistas mortos estão ficando visíveis nas montanhas. A maior parte dos óbitos acontece com desastres naturais, como avalanches e quedas, mas também ocorrem problemas fisiológicos como tontura e dor de cabeça. Mais de 4,8 mil alpinistas já escalaram o pico mais alto da Terra.

“Por causa do aquecimento global, o manto de gelo e os glaciares estão derretendo rapidamente. Os cadáveres que permaneceram enterrados durante todos esses anos estão agora sendo expostos”, explica Ang Tshering Sherpa, ex-presidente da Associação de Montanhismo do Nepal.

“Já descemos cadáveres de alguns montanhistas que morreram nos anos recentes, mas os mais antigos estão aparecendo agora.”

Um funcionário do governo local contou à “BBC” sobre os resgates: “Eu mesmo resgatei cerca de 10 cadáveres nos últimos anos em diferentes pontos do Everest. Claramente, mais e mais deles estão surgindo agora”.

NOTÍCIAS AO MINUTO

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Política

Vizinho de Temer é apontado como ‘caixa-forte’ do ex-presidente

O empresário Vanderlei de Natale, dono da Construbase, é apontado por investigadores da Lava Jato como um dos responsáveis por guardar dinheiro para o ex-presidente Michel Temer. O emedebista é apontado como chefe de uma organização criminosa.

De acordo com a força-tarefa da Lava jato, Vanderlei teria uma função ainda maior nessa organização e é suspeito de intermediar negócios em favor do ex-presidente e ser uma espécie de caixa forte de Temer.

O G1 destaca que, segundo o Ministério Público Federal, a suspeita é de que a atuação de Vanderlei de Natale na organização criminosa se mostrou estável durante anos e que tinha influência política na estrutura de governo.

Além disso, a investigação analisou ainda emails em que Vanderlei é identificado como vizinho, segundo os investigadores, porque mora no mesmo bairro do ex-presidente.

Segundo os investigadores, Vanderlei cobrava de Othon atenção aos pedidos do coronel João Baptista Lima Filho, apontado como operador de Michel Temer.

Vanderlei teria criado a oportunidade da Argeplan, empresa do coronel Lima, de participar de um consórcio que ganhou uma licitação de R$ 163 milhões nas obras da usina nuclear Angra 3.

A Força-tarefa da Lava Jato suspeita que a intimidade entre De Natale e o ex-presidente foi sacramentada nos negócios.

NOTÍCIAS AO MINUTO

Opinião dos leitores

  1. Estes sim podem dizer que são "amigos de fé e irmãos camaradas": em casa ou na prisão, estão sempre juntos. Unha e carne.

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Clima

Inmet emite alerta de formação de ciclone na costa brasileira

Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta nessa sexta-feira (22) para comunicar a possível formação de um ciclone tropical no sul da Bahia e norte do Espírito Santo neste final de semana.

Como explica o comunicado, o fenômeno é causado pela formação de um sistema de baixa pressão atmosférica somado ao aumento da temperatura das águas do Oceano Atlântico.

Os ventos podem chegar a 100km/h na costa capixaba, onde são esperadas ondas de até quatro metros. Já na Bahia, as rajadas podem atingir 89km/h. Também há previsão é chuvas intensas no sudeste do estado.

Ainda de acordo com o comunicado, o fenômeno ocorrerá em alto-mar.

A Marinha recomenda que os praticantes de esportes náuticos, embarcações de esporte, recreio e de pesca não naveguem em águas abertas.

NOTÍCIAS AO MINUTO

 

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Judiciário

Juíza de Natal contraria MP de Bolsonaro e manda descontar imposto sindical

Em decisão proferida na tarde desta quinta-feira, 21, a juíza da 9ª Vara do Trabalho de Natal concedeu liminar favorável ao SINDIPETRO-RN, obrigando a Petrobrás a manter o desconto em folha das mensalidades pagas pelos trabalhadores e trabalhadoras à entidade sindical.

Atribuindo à decisão força de MANDADO JUDICIAL, a fim de que a Petrobrás lhe dê imediato cumprimento, a magistrada ainda determinou que o procedimento seja feito “nos mesmos moldes e critérios praticados ao longo do ano de 2018”, sob pena de multa diária no valor de R$ 10 mil, em favor do Sindicato, caso haja descumprimento.

Segundo o assessor jurídico do Sindicato, Marcelino Monte, foram acatadas as ações com pedido de tutela de urgência, encaminhadas pelo Sindicato, alegando a inconstitucionalidade da MP 873/19, tanto no caso da Petrobrás quanto no da Transpetro.

Opinião dos leitores

  1. A MP 873 é inconstitucional. A decisão da juíza federal do trabalho é a mesma já concedida país a fora por juízes federais.

    1. A referida Medida Provisória foi declarada "Inconstitucional" por juízo competente, ou qualquer um pode afirnar se ela é ou não constitucional? Se não foi declarada Inconstitucional, tal medida provisória tem força de norma, conforme artigo 62 da Constituição Federal.

  2. Está claro que as intenções é dificultar os trabalhadores se organizarem.

  3. Uma coisa é o "imposto sindical", conhecida na lei como contribuicao sindical. Era descontado um dia de trabalho por ano do trabalhador, independente de ser sindicalizado ou nao. Geralmente era descontado no mes de marco. Outra coisa é a mensalidade sindical, que é descontada todo mes, apenas dos trabalhadores filiados aos sindicatos. A medida provisoria citada proibiu inclusive o desconto em folha da mensalidade sindical, o que fere a liberdade sindical prevista na constituicao. A mensalidade sindical, repito é descontada apenas dos que sao filiados aos sindicatos e assim querem que seja descontada. Acertou a juiza. Se voce nao gosta de sindicato, nao tem problema, mas com o fim da contribuicao sindical(imposto sindical), so é descontado do salario o que o filiado permite. Se acha que sindicato nao serve pra nada, otimo, se desfilie.

  4. Esse POTIGUAR é um PELEGO que deve mamar as custas do real TRABALHADOR, se fosse um coisa ótima para o trabalhador ele faria esse TAL CONTRIBUIÇÃO ESPONTÂNEA, e não com liminar ,, vergonha nacional , mas acredito que o bem vence o mal

    1. Luciana cuidado para não responder um processo por falar besteira. A MM. Juíza resolveu a lide, conforme o príncipio do livre convencimento motivado. Estude sobre o tema.

    2. Potiguar, o princípio do livre convencimento motivado não alberga um descumprimento de uma Medida Provisória em vigência. Salvo melhor juízo, ou até mesmo o seu estudo e vasto conhecimento, uma Medida Provisória tem força de norma. Não vou entrar no mérito do comentário da Luciana, permita-me só finalizar escrevendo, com o devido respeito ao seu incontestável estudo: "ninguém é tão sábio que não tenha nada mais para aprender, nem tao tolo que não tenha nada a ensinar."

  5. Se eu faço uma alguma coisa conta a lei como cidadão comum eu recebo uma punição.
    Esta Sra por cometer um erro grotesco desse no exercício do seu trabalho será punida??
    Seu papel é aplicar a lei existente e não criar da sua cabeça, total absurdo isso, esse judiciário vai afundar cada vez mais esse país.

  6. Tem-se uma lei e uma Medida Provisória, porém, no caso em comento, a "Justiça do trabalho" ignora ambas. Talvez esta decisão não prospere, entretanto não deixa de ser, ao que parece, uma aberração. O "sindicato" deveria conquistar junto ao trabalhador a posição favorável ao desconto, e não buscar na "Justiça" um "MANDADO JUDICIAL".

    1. Essa safadeza é imposta ao verdadeiro TRABALHADOR à goela abaixo, se fosse um maravilha , o trabalhar faria espontaneamente , e não com liminar , isto é ROUBO

  7. BG
    Falta o nome da Juiza na postagem. A Petrobrás deve recorrer, esses sindicatos só servem para a pelegagem se dar bem e mais nada

  8. A próxima reforma do Judiciário deverá eleger como prioridade zero o fim da Justiça do Trabalho.
    Reforma vírgula, na verdade "modernização do Judiciário" brasileiro. Somente a partir dela se poderá escrever "Justiça" com inicial maiúscula e ficar sem culpa na consciência.

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