Política

Hoje houve conjunção de esforços dos líderes, diz Rogério Marinho, sobre reforma

Foto: Reprodução

Após a derrota que tirou R$ 76,4 bilhões da reforma da Previdência no Senado, o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, disse nesta quarta-feira, 2, que houve uma “conjunção de esforços” de líderes e ministros para garantir os votos necessários à manutenção dos demais trechos do texto.

Marinho afirmou ainda que o governo vai buscar mediar as tratativas entre Senado e Câmara em torno da divisão dos recursos do megaleilão de petróleo do pré-sal. Insatisfeitos com os rumos da tramitação da proposta na Câmara, que quer abocanhar uma parcela maior para as prefeituras e fazer a destinação via emendas parlamentares, os senadores ameaçam atrasar a votação da reforma no segundo turno.

“Não sei se vai haver atraso. Existe um cronograma e não há indicação formal de que ele será descumprido”, disse o secretário, após o encerramento da votação da reforma em primeiro turno. Ele lembrou inclusive que o próprio governo tomou a decisão de dividir o bônus de assinatura, o que “não é usual”. “Uma pauta não pode se misturar com a outra”, defendeu.

Segundo Marinho, caberá aos senadores avaliar a pauta e tomar uma decisão sobre o cronograma. Ele também voltou a lamentar a decisão da terça-feira do plenário de retirar toda e qualquer mudança nas regras do abono salarial. “Não foi bom para o País”, disse.

A proposta aprovada na Câmara dos Deputados restringia o pagamento do benefício, no valor de um salário mínimo (R$ 998), a quem recebe até R$ 1.364,43 por mês. Com a derrota no Senado, ficam valendo as regras atuais, que garantem o repasse a quem ganha até dois salários mínimos.

A mudança no abono era considerada essencial pela área econômica, não apenas pelo impacto substancial, mas porque a política criada na década de 1970 é considerada disfuncional e desfocalizada. O benefício é pago a quem tem carteira assinada e recebe até dois salários mínimos, independentemente da renda familiar, e não contempla trabalhadores informais.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Esses congressistas, são atrasos de vidas.
    Pense numa classe que da vergonha, são deploráveis, imoral!!
    Pra quem não entendeu o que Carlos Bolsonaro falou, que na democracia os resultados não chegam na velocidade pretendida, eis aqui um exemplo claro. Aliás, que democracia é essa que só chega pro povão dessa forma??
    Só serve pros três poderes e nada mais.
    Senadores, deputados e ministros do STF são quem desfruta desse regime safado, sem ordem.

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Esporte

Aos 50, lateral da Copa de 98 diz que Brasil não é mais país do futebol e critica Neymar

Foto: Arthur Ribeiro/GloboEsporte.com

Zé Carlos teve uma passagem meteórica na seleção brasileira. Na Copa de 1998, na França, Zagallo convocou o então lateral-direito do São Paulo para ser reserva de Cafu. Na semifinal contra a Holanda, Zé acabou jogando após o titular da posição ficar suspenso. De Marselha, tem a recordação de um histórico, quando vestiu a camisa do Brasil em uma edição de Mundial. Depois isso, Zé Carlos e Seleção nunca mais se viram.

Em Teresina, o ex-jogador, que decidiu se aposentar em 2005, comparou épocas, falou sobre Tite, Neymar e argumentou que o Brasil “não é mais” o país do futebol.

– Não vou dizer que nós éramos melhores, mas tínhamos atletas mais qualificados. Hoje há falta de jogadores em certas posições. Mas o nível de futebol no Brasil era bem maior. A gente acompanhando o tempo, caiu muito. Principalmente, na seleção brasileira. Em determinados clubes no país, é mais complicado para achar jogador que defensa o Brasil. Daí você vê. Ainda dizem que é o país do futebol. Não é mais. Caiu incentivo, projeção e divulgação, principalmente por conta da base – defendeu, completando:

– Vai ficando cada vez mais difícil para o Brasil. O Brasil está perdendo espaço. Em competitividade, em tudo. Não evoluiu. Parou no tempo. Antigamente, a seleção brasileira ia jogar, a gente já sabia que ia ganhar. Hoje, se empatar já é um bom resultado (risos). Infelizmente, a gente tem que dizer isso. Somos brasileiros e vivemos no meio. Mas a dificuldade está grande. Pensando no financeiro e esquecendo a base – argumentou.

Aos 50 anos de idade, José Carlos de Almeida veio a Teresina compartilhar histórias do período como jogador profissional e participar de atividades com atletas piauienses. Conheceu Gustavo, um dos destaques da Taça Clube sub-11, torneio de escolinhas de futebol.

Além de jogar pela seleção brasileira na Copa da França, Zé Carlos foi campeão paulista com o São Paulo, em 1998, atuou também pelo Grêmio, Joinville, São Caetano, Portuguesa, Matonense e Noroeste. Veja o quê o ex-atleta pensa sobre alguns outros temas.

Brasil precisa de Neymar?

– O Brasil não precisa mais do Neymar. A própria Copa América que ganhou, ficou claro que ele não depende do Neymar. É que muitas vezes as pessoas começam a bater nas costas e concordar com ele, e presentear ele. Assim como o Tite fez presenteando ele com a convocação. Tem que recuperar e ajudar, sim. Porém, muitas vezes a gente se recupera no banco de reservas, mostrando como se deve se portar um ser humano dentro e fora de campo. Eu vejo dessa forma. Minha família me educou assim. Fez errado, pune para aprender o que é certo.

O quanto o extracampo atrapalha a carreira de um atleta?

– É duro você falar dos outros quando você teve uma conduta, como no meu caso, onde dentro e fora de campo, sempre procurei ser um bom profissional. Questão de conduta e disciplina cada um faz o que quer. Neymar, no meu ponto de vista, como jogador é indiscutível. Nível e qualidade. Mas como pessoa é complicado. Mas isso é formação. É berço. Quem tem, tem. Quem não tem, não tem. Não adianta. O extracampo atrapalha demais. Eu fui ter minha primeira lesão com 31 anos, no Grêmio. Só que eu nunca fui para uma boate, nunca fui para um esquema errado. Foi uma escolha minha. O atleta treina de manhã e tarde. O sono a noite influencia muito. A bebida que ingere e a noite mal dormida é essencial. É complicado hoje em dia. O comportamento dele ele colhe o que está plantando.

Tite em 2022

“É um bom nome para 2022. Não sei como está funcionando hoje, mas eu via um Tite de primeira mandando mais”.

– Hoje em dia não funciona assim. Pode ser impressão, mas talvez não. Nós vivemos em um país que hoje está tudo corruptível. Não sei o que está acontecendo, infiltrado no meio. Às vezes as coisas acontecem de uma forma e você se pergunta porque está assim. Por que não diferente? De uma maneira mais correta? Não cabe a mim discutir isso. Estou de fora agora. Sou apenas um torcedor. Tite é um dos caras que está à frente e dependendo dos resultados deve ser sim o treinador.

Substituir Cafu na Copa de 98

– A maior dificuldade que eu senti foi estar há mais de 50 dias sem disputar uma partida como profissional. A final contra o Corinthians foi no dia 10, fomos campeões, no dia 13 jogamos contra o Vasco pela Copa do Brasil, em São Januário, e depois fui jogar contra a Holanda, 50 dias depois. É muito tempo para um jogador ficar sem disputar a partida. Quem está jogando quer pegar ritmo de jogo para ir se condicionando. Para quem está de fora é complicado. Mas quando você começa a jogar, melhora. É um jogo mais difícil, tenso, e complicado, sim. Porém, não me preocupei quanto ao peso da camisa.

Daniel Alves no São Paulo

– É um vencedor. Mas a gente tem que ressaltar. Tem que ser crítico. É um atleta que está jogando fora da lateral, com uma idade um pouco avançada. Às vezes, quando o torcedor vê um Daniel Alves chegando, sendo campeão de tudo, acha que ele vai resolver o problema do São Paulo. O time do São Paulo precisa de várias alternativas. O futebol é diferente. Lá (na Europa) se jogo uma vez por semana, são outros atletas, os melhores do mundo estão jogando. Você faz menos força para jogar. É uma peça importante, mas não espere que sozinho ele resolva.

Globo Esporte

 

Opinião dos leitores

  1. Vou discordar do excelente lateral.
    É o país do futebol sim, hoje em dia é que tem craques espalhados Brasil a fora, o problema é que não são vistos. A grande mídia que sempre deu foco no Rio e São Paulo. nos dias de hoje, nem isso, o jornalismo nacional e todo ocupado por Lula, Bolsonaro e os ladrões do congresso. deixando de lado muita coisa boa que acontece em todo País.
    A globo é a pior de todas, só fala em corrupção, chega da embrólio no estômago, não tem quem aguente mais, não tem mais notícias acabou.
    Em quanto isso, os craques vão se desperdiçando nesse brasilzão.
    Não tem quem descubram!
    Olheiros jornalistas, todos fora do ar. É por isso que não surgiram mais, mais que tem, TEM!!

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Denúncia

FOTOS: Servidores reclamam de lixo acumulado em hospitais em Natal

  Fotos: cedidas

Servidores de hospitais na capital potiguar estão enviando diversas fotos de uma quantidade expressiva de lixo acumulado em unidades hospitalares.

No registro acima, o exemplo no Varela Santiago. Esta foi uma situação que se encontrava o hospital, mas que foi resolvida durante a manhã.

Em outros hospitais, como Walfredo Gurgel e Santa Catarina, segundo servidores, o cenário seria semelhante ao registrado anteriormente no Varela Santiago.

Opinião dos leitores

  1. BG, a gestão do atual prefeito lembra os últimos meses da ex-prefeita Micarla de Souza. Um caos! Lixo por toda a cidade, podas de árvores em canteiros, buracos em todas as ruas, inclusive os principais corredores. Estamos vivendo um verdadeiro abandono geral. Péssima gestão. Esse senhor não merece ser eleito nem pra síndico de prédio.

  2. Enquanto esse lixo de prefeito estiver no cargo, vai ser assim. Ele só pensa em fazer politicagem e a cidade vai se acabando.

  3. Enquanto esse lixo de prefeito estiver no cargo, vai ser assim. Ele só pensa em politicagem e a cidade vai se acabando.

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Diversos

Confira como o funciona o comércio em Natal nesta quinta, feriado de Mártires de Cunhaú e Uruaçu

Foto Ilustrativa/ Sincomércio Jundiaí/Divulgação

No Rio Grande do Norte, a quinta-feira,  03 de outubro é feriado estatual, dia em que se celebra os Mártires de Cunhaú e Uruaçu. Em razão da data, o funcionamento de repartições públicas, privadas e do comércio sofrerá modificações. A Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal informa o funcionamento dos principais pontos comerciais da capital potiguar, para que o consumidor possa se programar e aproveitar melhor o feriado.

Comércio de Rua

Alecrim: Abertura facultativa, das 08 às 12hs

Centro da Cidade: Abertura facultativa.

Os grandes magazines (Riachuelo, C&A, e Marisa ) abrem das 08 às 16hs

Zona Norte: Fechado

Shoppings

Shopping 10

Fechado

Midway Mall:

Lojas de departamento de 13 às 21h e demais lojas de 15 às 21h.

Alimentação e lazer de 11 às 22h.

Natal Shopping:

Lojas: 15h às 21h.

Praça de alimentação: 11h às 22h.

Academia: 9h às 15h.

Praia Shopping:

Praça de Alimentação e Lazer: A partir das 11h.

Lojas e Quiosques: 15 às 21h.

Cinema conforme a programação.

Shopping Cidade Jardim:

Alimentação e lazer: A partir das 11h.

Lojas e quiosque: A partir das 15h.

Americanas: Das 12h às 21h.

Shopping Via Direta:

Praça de Alimentação e Lazer: 12h às 22h.
Lojas e Quiosques: Abertura facultativa das 14h às 20h

Partage Norte Shopping Natal

Carrefour: 7h às 21h;

Academia: 8h às 18h;

Cosern: Fechada;

Praça de Alimentação/Lazer: 11h às 22h;

Lojas/Quiosques: 15h às 21h, sendo facultativo, a partir das 12h;

Cinema: Conforme sessões.

Supermercados

Funcionamento das 07 às 21hs

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Política

Senado conclui primeiro turno da votação da reforma da Previdência

Foto: Reprodução

O Senado concluiu nesta quarta-feira (2) o primeiro turno da votação da reforma da Previdência. Os senadores rejeitaram os três destaques (sugestões de mudança) que estavam em análise (veja detalhes mais abaixo).

O texto-base já havia sido aprovado na noite da terça-feira (1º). Por se tratar de uma proposta de emenda à Constituição (PEC), o texto ainda precisa passar por mais uma votação em plenário, o segundo turno. Para a reforma ser aprovada, deve contar com a aprovação de pelo menos 49 dos 81 senadores.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), marcou a primeira sessão de discussão do segundo turno para esta quinta-feira (3). Devem ser feitas três sessões de discussões antes da votação.

Os destaques eram uma preocupação para o governo, uma vez que poderiam prejudicar a economia prevista para a União com a reforma – atualmente de R$ 800 bilhões em dez anos.

Segundo uma estimativa da equipe econômica repassada pelo líder do PSL, senador Major Olímpio (PSL-SP), os destaques rejeitados nesta quarta-feira poderiam reduzir a economia em R$ 201,3 bilhões em dez anos.

Outros três destaques foram retirados pelos partidos que os apresentaram e, portanto, nem chegaram a ser votados pelos senadores. Essas modificações teriam impacto de mais R$ 274,7 bilhões.

Para o relator da Previdência no Senado, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), o resultado da votação não foi “ótimo”, mas foi “muito bom”.

“Alcançamos um resultado muito bom. não é um resultado ótimo, mas como diz o ditado, o ótimo é inimigo do bom”, afirmou Tasso.

Perda de R$ 76,4 bilhões

Na madrugada desta quarta-feira, após a votação em primeiro turno do texto-base da proposta, os senadores aprovaram uma alteração sobre abono salarial que reduziu em R$ 76,4 bilhões a previsão de economia em dez anos com a reforma.

Atualmente, o abono é pago uma vez ao ano para quem recebe até dois salários mínimos (R$ 1.996,00). O texto aprovado pela Câmara previa que o pagamento do abono salarial ficaria restrito aos trabalhadores de baixa renda, que ganham até R$ 1.364,43, porém essa limitação foi derrubada com o destaque.

Fica valendo, então, a lei vigente. Atualmente, o abono é pago uma vez ao ano para quem recebe até dois salários mínimos (R$ 1.996,00).

Com a derrota para o governo, o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), pediu a suspensão da sessão para que fosse retomada de forma extraordinária na manhã desta quarta – a sessão, porém, só começou no início da tarde.

Veja os destaques rejeitados pelos senadores

Idade mínima para mulheres: Um destaque apresentado pelo PDT visava manter a idade mínima para aposentadoria das mulheres em 60 anos. De acordo com a PEC, a idade mínima para mulheres começa em 60 anos, mas, a partir de 2020, é acrescida de seis meses a cada ano, até chegar a 62 anos em 2023. A estimativa do governo é que a perda com esse destaque seria de R$ 36,9 bilhões em dez anos. Os senadores rejeitaram o destaque por 54 votos a 18.

Pensão por morte: o PT apresentou destaque para votar em separado o artigo que trata sobre a pensão por morte. A proposta do partido é manter o benefício de forma integral, como é hoje. Pelo texto-base da PEC, o benefício de 50% do valor da aposentadoria recebida pelo segurado ou servidor, mais 10% por dependente, até o limite de 100% para cinco ou mais dependentes. O destaque traria um impacto de R$ 106,8 bilhões, de acordo com o governo.

Aposentadoria especial: Inicialmente apresentado pelo PROS, mas assumido pela Rede, o destaque é para votação em separado trecho que estabelece as idades mínimas para aposentadoria especial em casos de atividades com efetiva exposição a agentes nocivos à saúde. O impacto poderia chegar a R$ 57,6 bilhões, segundo o governo.

Destaques retirados pelos partidos

Cálculo de benefícios previdenciários: a Rede havia apresentado destaque para votar separadamente o cálculo dos benefícios previdenciários pela média dos salários de contribuição – descartando os 20% menores salários de contribuição, como é hoje. O texto-base estabelece que o valor do benefício será uma média de todas as contribuições dos trabalhadores. O impacto seria de R$ 193 bilhões. Contudo, com a retirada do destaque feito pelo PROS, a Rede decidiu se apropriar do seu conteúdo e abrir mão de sua sugestão sobre cálculo de benefícios previdenciários.

Anistiados políticos: o MDB havia sugerido uma emenda para trazer de volta o trecho apresentado pelo governo sobre contribuição previdenciária de anistiados políticos, além de proibir o acúmulo de benefícios para essa categoria. Se aprovada, essa medida renderia R$ 1 bilhão a mais de economia.

Pedágio: o Podemos havia apresentado destaque para retirar o pedágio de 100% sobre o tempo que falta na transição de aposentadoria com idade mínima de 57 anos, para mulheres, e 60 anos, para homens. Na PEC, trabalhadores do setor privado e do setor público terão que cumprir essa idade mínima, além de um “pedágio” equivalente ao mesmo número de anos que faltar para cumprir o tempo mínimo de contribuição (30 anos se mulher e 35 anos se homem) na data em que a PEC entrar em vigor. O impacto seria, segundo o governo, de R$ 81,7 bilhões.

G1

 

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Diversos

Câmara Municipal de Parnamirim reforça inclusão e presta homenagem ao Dia Nacional do Surdo em solenidade

Fotos: Divulgação

Em sessão solene realizada na noite da segunda-feira(30), a Câmara Municipal de Parnamirim homenageou o Dia Nacional do Surdo – celebrado no último dia 26. A ação, de propositura da vereadora Ana Michele, reforçou a luta pela inclusão da pessoa com deficiência e entregou diplomas de reconhecimento as pessoas engajadas com a causa no âmbito municipal.

“Uma causa nobre e muito especial que está sendo reconhecida pela Câmara de Parnamirim, através de todos nós vereadores, que é luta diária pela aceitação e inclusão das pessoas com a deficiência surda. Então, estamos parabenizando e homenageando todas as pessoas que se engajam diariamente com essa causa”, frisou a vereadora Ana Michele.

O vereador Manuel Diniz(PDT) também participou da solenidade. Ele falou de seu trabalho social voltado à população surda do município. “Apoio desde 2003 muito tempo à associação de surdos em Parnamirim. Quando os conheci, de imediato, resolvi ajudá-los, pois sei das dificuldades que todos eles tem em ter acesso aos serviços básicos e gostaria que muitos também pudessem ajudar. Parabéns a esta casa legislativa e a vereadora Ana Michele por esse reconhecimento”, disse.

Na oportunidade, a solenidade homenageou 14 pessoas que se destacam no meio da comunidade surda em Parnamirim com a entrega de diplomas de reconhecimento.

Confira os homenageados:

Ana Cristina Figueiredo

Braúlio Caio Ferreira

Daniela Lima Manchini

Denilza Peres de Lima

Hélio da Silva Nagai

José Carlos da Silva

Marlene Garrido de Lima

Maxsuel Bezerra dos Santos

Natiúska Salleska Dias Lopes

Risalva Garrilho de Souza

Sarah Mariane Rodrigues

Walkiria Vidal Ribeiro

Zilda Vitória Pereira

Justino Francisco de Araújo

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Diversos

Feriado de Mártires de Uruaçu e Cunhaú nesta quinta muda funcionamento do sistema de transporte em Natal; confira

Foto: Josenilson Rodrigues

A Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU), informa que o sistema de transporte público operará de forma diferenciada nesta quinta-feira (03/10) devido o feriado em homenagem ao Mártires de Uruaçu e Cunhaú, padroeiros do Estado.

Segundo o órgão, na quinta-feira o sistema operará com horários e itinerários programados para os domingos e feriados e aplicando a tarifa social. Com isso, o valor da passagem cai de R$ 3,90 para R$ 1,95 nas linhas comuns e de R$ 3,20 para R$ 1,60 nas linhas de bairro apenas no pagamento com os cartões NatalCard. Caso o pagamento corra em dinheiro, será cobrado R$ 4,00 nas linhas comuns e R$ 3,20 nas linhas de bairro.

Na sexta-feira (04/10), o sistema de transporte operará com itinerário de dias úteis e com quadro de horários de dias úteis aplicados nas férias escolares. A medida ocorre devido as escolas não possuírem aula.

Já no sábado (05) e domingo (06) o sistema operará com horários e itinerários normais para esses dias. Em caso de dúvidas os usuários podem ligar para o Alô STTU – no telefone 156 – ou perguntar pelo Twitter oficial, o @156Natal.

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Esporte

Fluminense, Inter, Palmeiras, Vasco e Goiás são os times mais impactados pelo VAR no Brasileiro

Foto ILUSTRATIVA/  Leandro Lopes/ via site CBF

Alvo de polêmicas recentes, o VAR foi um dos protagonistas da 22ª rodada. Foram incríveis seis gols anulados: dois do Corinthians, um do Vasco, um do Palmeiras, um do Fortaleza e um do Cruzeiro. A controvérsia foi tamanha que o Cruz-Maltino protestou contra a arbitragem, o Verdão foi à CBF pedir explicações, e o Colorado também pediu acesso aos áudios do VAR na derrota para o Flamengo na 21ª rodada.

Apesar de estarmos no returno, o que se percebe é que, com o decorrer do Campeonato Brasileiro, as reclamações pelas decisões com a tecnologia não diminuíram. Para PC Oliveira, comentarista de arbitragem do Grupo Globo, as reclamações têm razão em certa parte, mas discorda de favorecimento a alguma equipe específica.

– No geral, o desempenho dos árbitros no campo é ruim, ocasionando um número muito grande de revisões e mudanças de decisão. O VAR, que era para ser exceção, até agora é protagonista. Eu só discordo da teoria da conspiração que existe um direcionamento para favorecer determinadas equipes. Dirigentes, treinadores e jogadores que se manifestam dessa maneira irresponsável, criam um clima de desconfiança e desvalorizam o produto “futebol brasileiro”.

O Espião Estatístico* esmiuçou todos os 218 jogos disputados até aqui no Brasileirão, as partidas foram paralisadas para análise do VAR 408 vezes. Em média, a cada parada, a arbitragem levou 1min35s para anunciar sua decisão. Porém, quando o árbitro precisou consultar o vídeo na beira do campo, a média sobe para 2min49s. A demora e a excessiva paralisação do jogo são algumas das reclamações dos clubes.

No total, o árbitro de vídeo mudou a decisão de campo em 111 oportunidades nestas 22 primeiras rodadas. Uma média de cinco mudanças por rodada. Com 10 mudanças de decisão, o Fluminense é o time mais impactado pelo VAR até o momento, seja com decisões favoráveis ou não. Com a ajuda do recurso, a arbitragem marcou três pênaltis contra o Flu, deu três vermelhos e um amarelo, além de anular dois gols e confirmar um.

Uma das principais reclamações da última rodada foram os gols anulados após consulta do VAR. Mas você sabe quais os times que mais tiveram gols invalidados até aqui? Ceará, Internacional e Vasco estão empatados no topo desta lista, com quatro gols cancelados com ajuda da tecnologia. No total, a arbitragem já anulou 26 gols neste Brasileirão.

OBS: a lista abaixo mostra apenas os gols anulados pelo VAR, com mudança da decisão inicial do juiz de campo.

Times com mais gols anulados pelo VAR

Time Gol anulado

Ceará 4
Internacional 4
Vasco 4
Corinthians 3
Botafogo 2
Fluminense 2
Palmeiras 2

Fonte: Espião Estatístico

Enquanto o ranking acima impede uma comemoração de gol, o próximo ranking alivia o torcedor. Isso porque, graças ao VAR, um gol anulado equivocadamente é corrigido pela equipe de vídeo. Ou seja, um gol anulado por impedimento pode ser validado após checagem do árbitro de vídeo. Neste quesito, o Goiás é o time que mais comemorou com gols confirmados pelo VAR: três vezes.

Times com mais gols confirmados pelo VAR

Clube Gol confirmado

Goiás 3
Flamengo 2
Grêmio 2
Palmeiras 2
Vasco 2

(Fonte: Espião Estatístico)

Outra marcação importante nas partidas são os pênaltis. Athletico-PR e Flamengo são os dois times mais impactados pelo VAR, com quatro pênaltis marcados contra cada um. Por exemplo, na 14ª rodada, o árbitro Bráulio da Silva Machado revisou uma falta de Pablo Marí em David Braz dentro da área e apontou para a marca da cal após voltar da revisão no vídeo.

Pênaltis cometidos assinalados pelo VAR

Time Pênaltis marcados contra

Athletico-PR 4
Flamengo 4
Atlético-MG 3
Chapecoense 3
Fluminense 3
Palmeiras 3

(Fonte: Espião Estatístico)

*A equipe do Espião Estatístico é formada por: Guilherme Maniaudet, Guilherme Marçal, Leandro Silva, Roberto Maleson, Roberto Teixeira, Valmir Storti e Vitória Azevedo

Globo Esporte

 

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Polícia

Força-tarefa descarta atuação de auditores da Receita em investigações da Lava-Jato

Força-tarefa descarta atuação de auditores da Receita em investigações da Lava-Jato

Após a deflagração nesta quarta-feira da operação Armadeira , que teve entre seus alvos auditores fiscais e analistas tributários da Receita Federal , representantes da Polícia Federal e do Ministério Público Federal defenderam, em entrevista coletiva, que os investigados não tinham envolvimento com a Operação Lava-Jato . O auditor fiscal Marco Aurélio Canal, considerado pelo MPF como a liderança da organização criminosa, ocupava o posto denominado “supervisor nacional da Equipe Especial de Programação da Lava-Jato” na Receita.

A equipe comandada por Canal na Receita Federal era encarregada de fiscalizar a movimentação financeira e o patrimônio de pessoas físicas e jurídicas que haviam sido alvo da Lava-Jato. Canal recebia dossiês do setor de inteligência da Receita, e podia decidir abrir ações fiscais contra determinados alvos. O que o grupo criminoso liderado por Canal fazia, porém, era achacar quem seria alvo desse tipo de procedimento: cobravam propina para que esses processos não fossem abertos.

— Jamais houve contato dessas pessoas com a fase sigilosa, investigativa das operações. Depois que as operações eram publicizadas, ele (Canal) era o responsável por monitorar casos em que pudesse ter incidência de tributos, de maneira burocrática. Ele não estava envolvido com investigações da força-tarefa da Lava-Jato — afirmou o procurador do MPF Almir Teubl.

Canal conduzia a programação de fiscalização contra os envolvidos na Lava-Jato. Sua equipe recebia os resultados das quebras de sigilo da Lava-Jato, cruzava com as informações internas e, depois desse processo, selecionava os contribuintes a serem fiscalizados.

O nome da operação (“Armadeira”) faz referência, segundo o delegado da PF Rodrigo Alves, a um tipo de aranha “que tem atuação bastante agressiva, mas age por vontade própria”.

— Não podemos confundir a atuação desses servidores com a atuação institucional da Receita Federal, que foi fundamental, inclusive, nessas investigações — argumentou Alves.

As investigações, segundo a PF, tiveram início no fim de 2018, a partir da delação premiada do empresário Ricardo Siqueira Rodrigues, alvo da Operação Rizoma, e que declarou ter sido alvo de achaques por parte do grupo criminoso na Receita Federal. Segundo a investigação, o grupo cobrou inicialmente propina de 750 mil euros para não dar prosseguimento a ações fiscais contra o empresário. Após negociações, o valor final acertado foi de 550 mil euros.

O pagamento da primeira parcela, de 50 mil euros, foi monitorado pelo MPF e pela PF em uma “ação controlada”. O dinheiro foi depositado numa conta bancária em Portugal em nome do analista tributário Marcial Pereira de Souza e de sua mulher, Mônica. Segundo a procuradora do MPF Marisa Ferrari, um pedido de cooperação internacional já foi feito para bloquear o dinheiro e iniciar os trâmites de sua devolução ao Brasil.

De acordo com Ferrari, as investigações identificaram também um esquema criminoso paralelo, envolvendo o auditor fiscal Leônidas Quaresma, que recebia vantagens indevidas para reduzir a carga tributária de pessoas físicas e jurídicas em atualizações de valores de imóveis. As investigações em relação a Quaresma serão desmembradas, segundo Ferrari, por não terem relação aparente com a atuação do grupo ligado à Lava-Jato.

A operação deflagrada nesta quarta-feira executou 41 mandados de busca e apreensão em endereços dos investigados e de seus familiares. Dos 14 mandados de prisão – nove preventivas e cinco temporárias -, 11 haviam sido cumpridos até o início da tarde.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. E SE ELES ABRIREM A BOCA E ENTREGAR OS MUITOS ESQUEMAS ILEGAIS QUE FORAM FEITOS PARA INVESTIGAR A VIDA DAS PESSOAS (ADVERSÁRIOS POLÍTICOS QUE ESTAVAM SENDO PERSEGUIDOS IMPLACAVELMENTE) SEM AUTORIZAÇÃO DA JUSTIÇA?
    NA DÚVIDA,MELHOR SOLTAR ELES MESMO E DEIXAR PRA LÁ OS TAIS DESVIOS DE QUE ESTAVAM SENDO ACUSADOS.

  2. Agora está na hora de fazer uma quebra de sigilo telefônico e fiscal do pessoal do COAF petralha, como movimentaram mais de 2 trilhões e eles nem levantaram suspeitas. Tem wue fazer uma devassa nos operadores do coaf. incrível esse absurdo.

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Judiciário

Por 6 a 5, Supremo anula condenação de ex-gerente da Petrobras

(Foto: Agência STF)

Por 6 votos a 5, o Supremo anulou a condenação de Márcio Ferreira, ex-gerente da Petrobras, por ter apresentado alegações finais no mesmo prazo de seus delatores.

Ficaram vencidos os ministros Edson Fachin (relator), Cármen Lúcia, Luis Roberto Barroso, Luiz Fux e Marco Aurélio Mello.

Dias Toffoli agora vai propor uma orientação para definir em que extensão outras condenações, em processos semelhantes, serão anuladas.

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. O STF em sua maioria é formado por advogados que ganharam uma boquinha ( só 2 juízes de carreira) dos políticos. Portanto, o ilustre "Tribunal político", tem obrigação legal e imoral de defenderem seus patrocinadores políticos e as ideologias dos advogados parceiros… cooperativismo existe em qualquer profissão…. Foi criado na legislação a hierarquia e graduação dos réus….kkkkkkkkkkkkkkk pode tudo na república das bananas e de bananas.

  2. O Brasil inteiro ficou indignado com uma bitoca roubada na fazenda, esses liberados roubaram mais de "um trilhão de reais", e as pessoas ficam imobilizada, apáticas com essa infâmia do STF. Triste fim

  3. SUSPENDERAM O PROCESSO DO FILHINHO DO PAPAI BOLSONARO E NINGUÉM DEU UM PIU?
    QUEM DISSE QUE NÃO TINHA "BANDIDO DE ESTIMAÇÃO"?

  4. Arranjaram um jeito. Que país é esse. Vale a pena ser marginal, ser corrupto, roubar dinheiro público. Nojo, simplesmente nojo.

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Judiciário

STF aprova por 7 votos a 4 tese que pode levar à anulação de sentenças da Operação Lava Jato

Foto: (Cristiano Mariz/VEJA)

O Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou nesta quarta-feira (2), por 7 votos a 4, a tese que pode levar à anulação de sentenças da Operação Lava Jato e de outros processos criminais no país.

O resultado do julgamento definiu que réus delatados devem apresentar as alegações finais (última etapa de manifestações no processo) depois dos réus delatores, garantindo direito à ampla defesa nas ações penais.

Com isso, processos em que réus delatores e delatados apresentaram as alegações finais ao mesmo tempo – como os da Operação Lava Jato – podem vir a ser anulados. Caberá aos ministros definir em que hipóteses isso ocorrerá.

Em agosto, a Segunda Turma do STF anulou a condenação do ex-presidente da Petrobras Aldemir Bendine com base nesse argumento. Foi a primeira vez que se anulou uma sentença na Lava Jato assinada pelo então juiz federal e atual ministro da Justiça, Sergio Moro.

Um balanço divulgado pela força-tarefa da operação indicou que podem vir a ser anuladas 32 sentenças de casos da operação, que envolvem 143 condenados.

A maioria dos ministros (6 votos a 5) também decidiu anular a sentença do ex-gerente da Petrobras Márcio de Almeida Ferreira na Operação Lava Jato, caso específico que serviu de base para a decisão sobre a tese.

A decisão tomada no julgamento vale apenas para Ferreira, mas cria uma jurisprudência, uma interpretação sobre o assunto pelo STF.

O entendimento não terá aplicação obrigatória pelos demais tribunais, mas deve servir de orientação para decisões de juízes, criando uma jurisprudência.

Por esse motivo, o STF deve definir sob quais condições essa tese já poderia ser seguida pelas demais instâncias.

Nesta quarta, a sessão teve início com votos sobre a tese dos ministros Marco Aurélio Mello e o presidente do STF, Dias Toffoli. Os demais ministros votaram na sessão de quinta-feira (26) da semana passada.

Ministros que votaram nesta quarta

Marco Aurélio Mello

O ministro Marco Aurélio Mello votou contra a apresentação de alegações finais em momentos diferentes por réus delatados e delatores. O ministro negou anular a sentença do ex-gerente da Petrobras.

“O Supremo não legisla. Entender que o delatado deve falar depois do delator é esquecer que ambos têm condição única no processo, ou seja, de réus, estabelecendo-se ordem discrepante da legislação de regência”, disse.

Marco Aurélio defendeu ainda que a função colaborativa do corréu, ou seja, de delator, “não viabiliza a distinção de prazo”. “O que é a delação premiada? Simples depoimento prestado à autoridade”, afirmou.

O ministro ainda citou a Operação Lava Jato, afirmando que a mudança de entendimento “gera descrédito”.

“A guinada não inspira confiança. Ao contrário, gera descrédito. Sendo a história impiedosa, passa a transparecer a ideia de um movimento para dar o dito pelo não dito em termos de responsabilidade penal, com o famoso jeitinho brasileiro, e o que é pior, com o benefício não dos menos afortunados, mas dos chamados tubarões da República. Guarda-se um preço por se viver num estado de direito e esse preço módico é o respeito”, afirmou.

Dias Toffoli

O ministro Dias Toffoli, último a votar, acompanhou a divergência do ministro Alexandre de Moraes, a favor da tese que pode anular as condenações e de anular a sentença do ex-gerente da Petrobras.

Segundo o ministro, as alegações finais são o “verdadeiro momento culminante da instrução processual”.

No começo do voto, Toffoli ainda contestou a fala do ministro Marco Aurélio Mello. “Se existe combate à corrupção neste país, é graças ao Supremo que, junto com Congresso e chefes do Executivo, elaboraram pactos republicanos”, disse.

Segundo ele, “é falácia dizer o contrário. Se não fosse este Supremo Tribunal Federal, não haveria combate à corrupção no Brasil”.

Ministros que votaram na última quinta

Edson Fachin (relator)

Fachin votou contra a anulação da sentença de Ferreira, entendendo que a defesa teve acesso a todos os dados necessários do processo durante a fase de interrogatórios e colheita de provas.

Em seu voto, o relator disse que não há na lei brasileira norma ou regra expressa que sustente a tese de que deve haver prazo diferente para as alegações finais de réus delatores e delatados.

Para o relator, não há qualquer prejuízo se réu delator e o delatado se manifestarem simultaneamente. Fachin defendeu que a colaboração premiada representa uma “das possíveis formas do exercício da ampla defesa”.

Fachin argumentou que, caso a apresentação das alegações fosse sucessiva, também exigiria a análise prévia de cada uma pelo juiz. “Não se verifica a nulidade arguida pela defesa”, disse.

Ainda segundo Fachin, a defesa do ex-gerente sequer argumentou que a ordem das alegações finais teria causado prejuízo “efetivo, concreto e específico”.

Alexandre de Moraes

O ministro Alexandre de Moraes votou pela anulação da sentença, argumentando que o direito do réu de falar por último está contido no exercício pleno da ampla defesa, e esse princípio também se aplica a réus delatores e delatados. “Não são meras firulas jurídicas.”

Moraes considerou que o réu delator tem interesse “totalmente oposto” do réu delatado, em razão de ter fechado acordo de delação premiada com o Ministério Público. Como a pena do delator já está estabelecida, a ele caberia apenas acusar.

“O interesse é demonstrar que suas informações [do delator] foram imprescindíveis para obtenção de provas e condenação. Até porque, se de nada prestar a delação, o delator não terá as vantagens que foram prometidas”, completou.

“Nenhum culpado, nenhum corrupto, nenhum criminoso deixará de ser condenado porque o estado deixou de observar o devido processo legal. Não há relação entre impunidade e o respeito aos princípios da ampla defesa, do contraditório”, concluiu.

Luís Roberto Barroso

O ministro Luís Roberto Barroso votou pela manutenção da sentença. Em seu voto, afirmou que as alegações finais não são uma inovação no direito penal e, por isso, não devem servir como motivo para anular sentenças.

“Ninguém é surpreendido por nada que se traga em alegações finais. As alegações finais se limitam a interpretar, analisar e comentar as provas já produzidas”, disse.

Barroso acrescentou que, no caso específico, o réu teve novo prazo para apresentar alegações finais complementares, mas não quis aproveitá-lo. Além disso, afirmou que a defesa não trouxe nenhum argumento que comprove prejuízo sofrido. “O que o colaborador disse que não se sabia?”

Relembrando vários casos de corrupção, Barroso defendeu ainda que o caso julgado não é isolado. “Produz efeito sistêmico na legislação que ajudou o Brasil a romper o paradigma que vigorava em relação a corrupção e criminalidade de colarinho branco”, disse. “Agora chega-se a esse ponto, com o risco de se anular todo o esforço que se fez até aqui.”

Luiz Fux

O ministro Luiz Fux foi o terceiro a votar contra momentos diferentes para réus delatores e delatados apresentarem alegações finais e para manter válida a sentença do ex-gerente.

“É claro que o delator e delatado, ambos, são réus. E corréu não pode assumir posição de assistência de acusação. Delator e delatado se defendem em face do Ministério Público”, defendeu.

O ministro disse também que “as alegações finais não representam meio de prova”. “Ao chegar nessa parte, os réus já tiveram acesso a todas as provas”, argumentou. Fux afirmou ainda que o contraditório e ampla defesa se referem a fatos que podem surpreender.

Ao final, o ministro ponderou a necessidade de uma modulação, ou seja, de reflexão sobre restringir os efeitos de um futuro entendimento sobre o assunto.

“Entendo que juízes devem ter em mente as consequências do resultado judicial. Nesse sentido, tenho absoluta certeza que vamos debater uma modulação da decisão para que ela não seja capaz de pôr por terra operação que colocou o país num padrão ético e moral.”

Rosa Weber

A ministra Rosa Weber, quarta a votar, deu o segundo voto pela anulação da sentença do ex-gerente da Petrobras e favorável à tese que pode anular outras condenações. Para a ministra, é preciso dar tratamento específico para “igualar os desiguais”.

“A interpretação da legislação há que se fazer forte nos princípios do contraditório e da ampla defesa”, defendeu a ministra.

Segundo Rosa Weber, o conteúdo da manifestação do réu delator deve ser levado previamente a conhecimento do réu delatado. “O prazo há de ser sucessivo”, afirmou.

“O prejuízo ao paciente se presume, o prejuízo emerge do descumprimento do devido processo legal”, completou Rosa Weber, argumentando que a ordem das alegações, em si, já prejudica o réu delatado.

Cármen Lúcia

A ministra Cármen Lúcia votou a favor da tese que pode afetar outras condenações da Lava Jato. Porém, ela fez a ressalva de que a defesa precisa comprovar que os réus delatados sofreram prejuízo sofrido.

Com esse argumento, a ministra votou pela manutenção da sentença específica do ex-gerente da Petrobras, pois não ficou comprovado que houve prejuízo da defesa.

Segundo a ministra, embora não haja previsão na lei sobre a ordem das alegações finais, é preciso fazer uma interpretação.

“O acordo de colaboração premiada é uma espécie de negócio jurídico celebrada com o Ministério Público e a Polícia Federal. A partir dessa sistemática, o réu, quando colaborador, tem interesse na efetividade de suas colaborações”, afirmou.

Ricardo Lewandowski

O ministro Ricardo Lewandowski votou pela anulação da sentença e favorável à tese de que réus delatores devem apresentar alegações finais antes de réus delatados.

“O contraditório é um dos valores mais caros da civilização ocidental”, afirmou. O ministro afirmou que não assusta o risco de vários processos terem que voltar à “estaca zero”.

“Houve, sim, gravíssimo prejuízo nesse caso porque o juiz de primeiro grau negou-lhe o direito de os delatados falarem por último”, argumentou.

Segundo o ministro, a legislação processual é anterior ao instituto da delação premiada.

“O que está em jogo é um dos valores fundantes do estado democrático de direito, exatamente o direito ao contraditório e a ampla defesa. Sem estes valores, não existe estado democrático de direito”, afirmou Lewandowski.

Gilmar Mendes

O ministro Gilmar Mendes acompanhou o voto do ministro Alexandre de Moraes, pela anulação da sentença e favorável à tese de alegações finais de réus delatores e delatados em momentos diferentes.

“Não se pode combater a corrupção cometendo crimes”, afirmou.

Mendes argumentou que não há nenhuma dúvida sobre o prejuízo sofrido pela defesa em razão da ordem das alegações finais.

“Nenhuma dúvida de prejuízo. A não ser por um cinismo de pedra nós podemos dizer que não há prejuízo aqui”, afirmou o ministro.

“Ele [réu delatado] foi condenado e pediu em todas as instâncias [para falar por último e não o obteve]”, argumentou Mendes, acompanhando o voto de Moraes.

Celso de Mello

O ministro Celso de Mello formou maioria a favor da tese de que alegações finais de réus delatados devem ser apresentadas depois das dos réus delatores.

Celso de Mello também concedeu o pedido do ex-gerente da Petrobras para anular sua sentença na Lava Jato.

“Entendo que a prerrogativa do réu delatado traduz solução mais compatível do direito de defesa”, afirmou o ministro.

“Nos casos em que há réus colaboradores e delatados, não havendo previsão no Código de Processo Penal, a lacuna deve ser suprida pelo princípio da ampla defesa”, afirmou o decano (mais antigo ministro) da Corte.

Segundo ele, “é inegável que o acusado tem o direito de conhecer a síntese da acusação contra ele”.

G1

 

 

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Judiciário

STF mantém condenação de adulto por beijo lascivo em criança de 5 anos

A 1ª turma do STF, por maioria de votos, manteve a condenação de um adulto em razão de um beijo lascivo dado em uma criança de cinco anos de idade.

O réu foi condenado pelo juízo da 1ª Vara Criminal de Igarapava/SP a oito anos de reclusão, em regime inicial semiaberto, por estupro de vulnerável. Em exame de apelação penal, o TJ/SP desqualificou o ato para a contravenção penal de molestamento e impôs ainda pena de multa. O MP interpôs recurso e o relator no STJ deu provimento para restabelecer a condenação proferida em primeira instância.

Leia matéria completa aqui no Justiça Potiguar.

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Diversos

Pedido de remédio à base de canabidiol pode ser feito pela internet

A partir desta quarta-feira (2), pacientes em tratamento de saúde a quem tenha sido receitado o uso de canabidiol podem solicitar a importação de produtos feitos à base da substância por meio de formulário eletrônico.

O novo guia de importação mediante prescrição de profissional de saúde legalmente habilitado deve ser preenchido no Portal gov.br, pelo paciente ou por um representante legal devidamente constituído.

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o formulário eletrônico procura agilizar o atendimento às solicitações, eliminando etapas como a triagem dos processos instaurados manualmente. O simples preenchimento do documento disponibilizado no portal dá origem a um processo que pode ou não ser autorizado.

“Importante salientar que nada muda em relação ao passo a passo das solicitações. O que foi aprimorado foi o formulário para a realização de pedidos, além da adoção de uma nova porta de entrada para o requerimento”, explica a agência, em nota.

“As etapas do processo de pedido de análise de importação continuam as mesmas e incluem a necessidade de o paciente ter consultado um médico e obtido uma prescrição do medicamento. Depois disso, é preciso fazer um cadastro junto à Anvisa e solicitar a análise de importação. Após a avaliação técnica do pedido, o órgão autoriza a compra do medicamento, que é o que permite a importação pelo paciente.”

Além da recomendação médica, a autorização da Anvisa é requisito obrigatório para importar qualquer produto à base de canabidiol – substância química derivada da Cannabis sativa (a planta popularmente conhecida como maconha), que consta da lista de insumos sujeitos a controle prevista na Portaria nº 344, publicada pelo Ministério da Saúde em 1998.

Os critérios e procedimentos para importação, em caráter excepcional, de produtos feitos de canabidiol estão detalhados na Resolução nº 17, da Anvisa, de maio de 2015.

A resolução estabelece que a importação também pode ser intermediada por entidades hospitalares, unidade governamental ligada à área da saúde, operadora de plano de saúde ou entidade civil representativa de pacientes legalmente constituída, para o atendimento exclusivo e direcionado ao paciente previamente cadastrado na Anvisa. Nestes casos, o paciente deverá informar, ao se cadastrar no portal, os dados do responsável pela intermediação da importação.

Ainda de acordo com o texto, a importação de produtos à base de canabidiol em associação com outros canabinóides (dentre eles, o Tetrahidrocanabinol – THC, princípio ativo da planta da maconha, com propriedade alucinógena, e que exige controle, conforme preveem os acordos internacionais dos quais o Brasil é signatário) elencados na resolução deve ser constituído de derivado vegetal; possuir teor de THC inferior ao de canabidiol; ser produzido e distribuído por estabelecimentos devidamente regularizados pelas autoridades competentes em seus países de origem e conter certificado de análise, com especificação e teor de canabidiol e THC, que atenda às exigências regulatórias das autoridades competentes em seus países de origem.

Agência Brasil

 

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Diversos

Cientistas americanos criam gel capaz de prevenir queimadas

Foto: (Juan Sebastian Cuellar Rodriguez / EyeEm/Getty Images)

Apagar um incêndio florestal não é algo simples. Segundo o Ibama, a luta contra o fogo pode mobilizar até 500 homens, aviões-tanque e helicópteros com capacidade para até 4 mil litros de água. Em casos graves, somente a água não é efetiva, e precisa-se misturar a ela os chamados “retardantes”, composto geralmente formados com óxido de ferro e fertilizantes que, em contato com as árvores, protegem contra as chamas e diminuem o ritmo da combustão da madeira.

Pela dificuldade, já dá para perceber que prevenir incêndios aparenta ser bem mais fácil que lutar diretamente contra eles, certo? E alguns países já fazem isso: com a ajuda de satélites que monitoram os focos de calor, dá para averiguar quando vai haver incêndio ou não em certas regiões. Mas, e se fosse possível ter uma postura ainda mais ativa nessa prevenção?

Foi pensando nisso que cientistas da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, desenvolveram um gel capaz de deixar florestas mais resistentes ao fogo, ajudando a impedir a propagação de focos de incêndio. Esse gel é composto por polímeros de celulose (extraídos das próprias plantas) e partículas de sílica, quimicamente idênticas à areia, misturadas com um fluido retardador de chama.

Atualmente, sprays de combate a incêndios só são usados ​​em casos emergenciais, mas os cientistas americanos propõem uma nova via de atuação: pulverizar áreas de risco antes mesmo da origem de qualquer foco. Segundo os pesquisadores, esse novo gel é resistente a várias formas de intempéries, como chuvas e ventos muito fortes, e apenas uma única pulverização pode proteger a floresta por meses.

Naturalmente, a primeira pergunta que vem a cabeça é: e esse líquido estranho não pode fazer mal a floresta? Bem, os cientistas garantem que não. No estudo, publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, eles explicam que o material é atóxico, biodegradável e benigno ao meio ambiente. Até porque ele é feito de muitos componentes naturais.

Os cientistas já colocaram a ideia à prova. Junto ao Departamento de Silvicultura e Proteção contra Incêndios da Califórnia (CalFire), o grupo experimentou o funcionamento do gel em grama e camurça – uma forma de emular a vegetação das regiões onde acontecem os incêndios florestais. Os testes se mostraram um sucesso: cerca de 1 litro de fluido por metro quadrado de terra foi suficiente para evitar completamente o alastramento das chamas. Veja nos gifs abaixo, que comparam a vegetação sem o gel e com o gel:

Segundo os pesquisadores, o tratamento fornece proteção contra incêndios mesmo após chuva. Sob as mesmas condições, líquidos retardadores comercializados atualmente garantem pouca ou nenhuma proteção contra incêndio.

Na próxima fase dos testes, em parceria com o Departamento de Transportes da Califórnia, os pesquisadores irão testar o material em áreas verdes com alto risco de incêndio que ficam nas beiras de estrada, onde origina dezenas de incêndios florestais todos os anos.

Super Interessante

 

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Diversos

Governo do Estado emite nota de Esclarecimento sobre “Escolas Cívico-Militares”

O Governo do Rio Grande do Norte, reafirmando os princípios constitucionais como diretrizes que asseguram um ambiente educativo plural, optou por não aderir ao Programa Nacional para as Escolas Cívico-Militares, proposto pelo Ministério da Educação, em articulação com o Ministério da Defesa.

Essa decisão tem como base a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, estabelecido no Art. 3 que o ensino deve ser ministrado observando a liberdade de aprender, o apreço à tolerância, ao pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, bem como à gestão democrática, entre outros princípios. Baseia-se, ainda, nas determinações do Plano Estadual de Educação, Lei n. 10.049, de 27 de janeiro de 2016, que cria a Comissão de Monitoramento do PEERN, como instância de elaboração das políticas educacionais, em articulação com o Fórum Estadual de Educação, assegurando o amplo diálogo com educadores, estudantes, familiares e sociedade civil. Nesse sentido, o pedido do MEC para adesão ao Programa não precedeu de tempo hábil, para que essa discussão fosse feita junto às escolas e às representações constituídas, tornando a possível decisão unilateral pelo Órgão Central inviável para a Rede Estadual.

O posicionamento de não adesão é acompanhado por diferentes Estados: Alagoas, Maranhão, São Paulo, Pernambuco, Espírito Santo, Bahia, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro e Sergipe.

Ademais, o Ministério da Educação, equivocadamente, informa sobre a liberação de R$ 54.000.000,00 (cinquenta e quatro milhões de reais) para o PECIM, R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) por Estado, ao tempo em que nega os recursos necessários para a continuidade do fomento à ampliação das Escolas de Tempo Integral, projeto exitoso que apresenta evidências de melhoria da aprendizagem em todo o país, sintonizado com o Plano Nacional de Educação.

A Secretaria de Estado da Educação, da Cultura, do Esporte e do Lazer do RN sempre estará aberta para discutir e integrar programas que beneficiem seus estudantes, condizentes com o que preconizam a Lei de Diretrizes e Bases da Educação e o Plano Estadual de Educação do RN.

Opinião dos leitores

  1. Vão estudar pra poder falar, a escola militar vai custar muito mais que o UFRN , porque pagar mais caro por educação? Só pra satisfazer um presidente lunático , que vao ensinar que a terra é plana? Me poupem!

    1. Se um dia tiver uma conversa com aluno de uma escola militar e puder comparar com um vindo de uma escola estadual, vai ver o resultado intelectual das duas… mais, não seja desinformado sobre o custo financeiro da escola de excelente qualidade, onde o nível de ensino é melhor que o de escola privada de alto custo.

  2. Vão estudar pra poder falar, a escola militar vai custar muito mais que o UFRN , porque pagar mais caro por educação? Só pra satisfazer um presidente lunático , que vao ensinar que a terra é plana? Me poupem!

  3. Manifestações ideológicas fanáticas não colaboram para um debate construtivobe se percebe o nível do manifestante pela sua agressão verbal usando termos de baixo calão.
    Estudar e entender a educação, compreendendo a especificidade das escola de formação cívico militares, é fundamental.
    Sem isso, predomina o fundamentalismo de quem quer impor sua vontade por meio da força e da intimidação, ao contrário dos princípios que regem a Democracia e a liberdade de escolha.
    Saiam do modo de torcedor fanático e ingresse na de cidadão interessado em encontra e soluções verdadeiras e sustentáveis a luz de argumentos lógicos e racionais para benefício de todos e não apenas de poucos, incentivando a desigualdade de oportunidades.

  4. … é triste … !! É uma decisão política infelizmente … só quem perde é o Norte Riograndense

  5. Desculpa vagabunda essa! O que esperar de um comunistas? Ainda vem falar pluralidade na educação, o que realmente ela quer é doutrinação comunistas! Pobre RN

  6. Essa nota resposta do governo do RN é ridícula, deixar de oferecer mais um espaço para uma educação plural, e sinônimo de imbecilidade. Quem decide onde por seus filhos ,ou entes familiares para estudar, tem o poder democrático da escolha. O estado não pode impedir que os nossos filhos se eduquem em escolas com esse perfil. Quem ousa criticar os centros de formação militares espalhados pelo Brasil, pilotos em Pirassununga, ITA em São Paulo, Agulhas Negras no RJ,, e etc, etc…..iinclusive as escolas de formação da polícia militar do RN. Secretário burro e xiita, bem como governadora burra que só sabe comer bokus, os dois deveriam procurar um canto para comer capim.

  7. Não tem justificativa para recusar um investimento desse, um milhão por escola, isso mostra a preocupação da governadora Fátima com o estado, veja o exemplo da escola que o capitão styvenson conseguiu melhorar.

  8. Desculpa esfarrapada!
    Todo mundo sabe q o PT e toda esquerda de drogados, baderneiros e ladrões, ñ gostam de militares pq desceram a chibata neles quando precisou. Agora, apoiar os marginais do MST é bandeira dessa corja de safados. Cuidado seus marginais disfarçados de defensores da liberdade, pq, o Brasil tá começando a mudar. Vão morar na Venezuela ou Cuba!

  9. O PT é um lixo e essa senhora representa o PT, alguém tiver alguma dúvida do que falo aguarde o final do RN no mandato dela.

  10. Quem disse que a pessoa que quer entrar para o crime iria para uma escola militar? Quem quiser entrar para uma escola militar é só entrar para a Marinha, através da escola de aprendiz de marinheiros. Todo ano tem concurso.

  11. Esquecem que o RN tem nada mais e nada menos em sua origem uma história militar, a maior do Brasil moderno.
    Parnamirim Field foi o propulsor do desenvolvimento potiguar.
    Fomos sede para os cadetes formados pela AMAN.
    Tivemos ensino público de qualidade nos governos militares.
    Tínhamos uma sociedade saudável, e agora? O que temos?
    Nosso sistema atual é bom? Forma bem? É eficiente? Forma cidadãos?

  12. Vcs que concordam com a posição adotada pelo estado do RN, não percebem, ou são burros mesmo, que essa é uma decisão ditatorial, onde o estado priva, de forma grosseira e deliberada, que parte da população fizesse opção por aquelas escolas a serem implantadas. Isso na verdade é um soco na democracia, que passa, inclusive pelo não reconhecimento dos centros de formação das polícias militares, presentes em vários estados do brasil. Essa atitude é burra, e carente de respaldo lógico, ninguém seria obrigado a frequentar, iriam os que assim desejassem, o que convenhamos é um desejo, que não cabe ao estado tolher, ficamos cada dia mais pobres senhores intelectuais de quinta categoria.

    1. Então amigo, porque não montam essas escolas dentro das unidades da policia ou das forças armadas?
      Não se está dizendo que não se quer as escolas simplesmente. Está sendo dito que nos moldes em que ela se apresenta, não está dentro dos padrões e modelos de escolas que o Estado possui, que é a rede estadual de ensino público.
      Escolas Militares devem seu implantadas dentro das unidades militares. i sim, temos uma correta adequação do objeto ao objetivo.
      Acordem, a Terra não é Plana.

  13. Esse governo é uma vergonha para o sofrido RN. Em todo o Brasil existem escolas militares, são espetaculares. Faz quem quer, o que não pode é nos termos a oportunidade de ter a escola e o governo sem vergonha da Boku's recusar.

  14. PARAFRASEANDO JOSIEL:
    "APRENDER A MARCHAR E DAR CONTINÊNCIA OBEDECENDO CEGAMENTE SEM REFLETIR É O LEMA DAS ESCOLAS MILITARES, QUE APENAS MINISTRAM INSTRUÇÃO, ADESTRANDO AS TROPAS PARA MISSÕES DE COMBATE EM SITUAÇÕES EM QUE FOREM EXIGIDAS NA DEFESA DA SOBERANIA NACIONAL.
    EDUCAR, ENSINANDO AOS SERES HUMANOS A PENSAREM POR SI MESMOS, DESENVOLVENDO HABILIDADES E COMPETÊNCIAS AO MESMO TEMPO QUE DESPERTA A AUTO CONSCIÊNCIA LIBERTANDO AS PESSOAS PARA BUSCAREM A SUA LIBERDADE E INDEPENDÊNCIA, É A MÁXIMA DA EDUCAÇÃO.
    IMPARCIALIDADE E NEUTRALIDADE NÃO EXISTEM. AS IDEOLOGIAS SÃO PARTE DE NOSSAS VIDAS COTIDIANAS E BASICAMENTE SE DIVIDEM EM DOIS TIPOS: AS INCLUSIVAS E A EXCLUDENTES.
    QUAL A IDEOLOGIA QUE VCS ACREDITAM QUE JESUS ENSINOU?
    A QUE INCLUI OS DIFERENTES, NECESSITADOS E DISCRIMINADOS; OU A QUE SÓ RECONHECE OS QUE SÃO "APARENTEMENTE" BONS, SADIOS E SEM PROBLEMAS?"

    1. se vc procurar saber o nível que era a escola de base em Parnamirim que funcionava sob comando militar e como é hj, verá que vale a pena.

    2. Esses crias da ideologia libertinagem, tem amor a ladrões e são totalmente favoráveis a desagregação da família. anarquia é o lema, disciplina e hierarquia são abonados. Brasil sem jeito.

    3. Escola militar já, precisamos de opções para livre escolha , isso é democracia, governo nenhum pode nos privar de escolher o que é melhor para nossos filhos.

  15. Era melhor ter falado não quiz e pronto rsrs perdeu já era vai pra parnamirim e não vai ter estado pra falar nada

  16. Pense num a gente de mente brilhante. A capacidade de pensamento é fora de série.
    Até quando vamos ver gente "inteligente" defendendo escola cívico militar contra investimento em escola de tempo integral, plural, afinada com os princípios democráticos?
    É bom perceber que esta decisão não foi só do RN não. Foram 10 estados da Federação.

  17. faço uma pergunta ,se a escola de tempo integral é tão bom,porque tantos jovens entram cada ves mais cedo no mundo crime? 10,12,13 e 14 anos em diante entra cada vez mais na estatisticas da ceriminalidade.

  18. Nada justifica a perda de recuso foi só uma decisão politica da govenadora, um estado falido como esse as coisa que ai inda ta funcionando pq o governo federal como e o caso da segurança que ta vindo grana.

  19. Belo modelo de escolas públicas, o existente. Sem aproveitamento, de péssimo aprendizado, Evasão escolar com níveis altíssimos, quem se beneficia são as facções criminosas, que fortalecem seus exércitos com guarita dos adolescentes não atendidos pelas escolas. Pior que os inocentes estão morrendo aos montes, sem ninguém fazer nada… Pelo contrário a esquerdalha está estimulando essa carnificina. Repugnante

  20. Vergonha, Vergonha, depois o RN vai sentir na pelo o que perdeu, quando essas escolas estiverem formando alunos com uma educação de primeiro mundo, não adianta reclamar. Mas o povo merece a merda que coloca no trono.

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Tecnologia

Pesquisadores querem ‘fim’ da placa-mãe nos PCs; entenda

Ideia é criar sistemas mais compactos, eficientes e poderosos sem o uso de placas convencionais — Foto: Divulgação/CVN

Acabar com a placa-mãe dos pode ser uma solução para permitir que os computadores se tornem mais rápidos e compactos no futuro. Essa é a aposta dos pesquisadores Puneet Gupta e Subramanian Iyer/ Autores de um estudo divulgado pela IEEE, organização internacional que congrega engenheiros elétricos e eletrônicos, os especialistas acreditam que uma mudança grande no design convencional das placas usadas atualmente poderia garantir meios de desenvolvimento de computadores com componentes integrados com conectores de alta velocidade, por exemplo. Esta nova característica do aparelho poderia reduzir o tamanho da máquina, além de aumentar a eficiência e a performance dos computadores.

A ideia dos pesquisadores é criar sistemas com mais módulos. Esta estrutura substituiria os processadores, que possuem alto nível de complexidade. Com esta mudança, as fabricantes poderiam criar chips modulares especializados. Estes itens, que seriam interligados em conexões de alta velocidade, seriam capazes de evitar gaps na transferência de dados e, desta forma, ofereceriam maior eficiência durante o uso do PC. Além disso, com o uso de chips menores e mais específicos, a máquina deixaria de esquentar, diminuindo, assim, o calor emitido durante o funcionamento do computador.

Outra vantagem da nova abordagem, segundo o estudo, seria a possibilidade de dispositivos menores. Computadores poderosos poderiam ser mais compactos, assim como seus servidores. Em dispositivos ainda menores, como relógios inteligentes e celulares, a ideia de evitar a placa-mãe poderia abrir mais espaço para bateria ou outros componentes.

A dupla de especialistas descreve um computador sem placa-mãe como algo que teria seus componentes montados sobre um único substrato de silício – o mesmo material usado no interior dos chips. Nesse substrato, núcleos de processamento, componentes elétricos de controle de corrente e memória seriam impressos no material, por um processo parecido com aquele aplicado na fabricação de microchips.

AMD e Intel já produzem processadores que aplicam o conceito modular: componentes individuais são unidos por vias de alta velocidade nos AMD Epyc e Ryzen de terceira geração — Foto: Divulgação/AMD

Segundo os pesquisadores, cada item do sistema seria ligado entre si por conectores de alta velocidade que, ao evitar as soldas usadas nas placas atuais, teriam melhor performance, menor propensão a defeitos com o tempo e consumiriam menor quantidade de material. Além disso, o conjunto todo dissiparia melhor o calor, o que tornaria o computador todo mais eficiente do ponto de vista energético.

Embora a ideia de acabar com a placa-mãe seja radical, já existe algo parecido com o que os pesquisadores sugerem. Tanto Intel, como AMD já desenvolvem processadores no chamado design chiplet, em que componentes centrais da CPU são isolados entre si e apenas interconectados por vias de alta velocidade.

Globo, via Techtudo, IEEE Spectrum, Tom’s Hardware, Extreme Tech

 

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