Pesquisa do DataSenado mostrou que 51% dos brasileiros concordam com a prisão em segunda instância. Outros 23% gostariam que ela ocorresse antes disso, na primeira instância.
Só 20% dos entrevistados defendem a linha da impunidade, que arrasta a prisão dos criminosos até a última instância.
Conversa fiada !!!; ninguém conhece uma pessoa que tenha participado dessa pesquisa!! Se não for fake….!!! E não adianta todos que estão sendo presos logo estão progredindo nos regimes estúpidos inventados por essas sumidades legislativas e do direito cômico ou trágico brasileiro!!!!!
APENAS 74% dos brasileiros apoiam a PRISÃO EM SEGUNDA INSTÂNCIA? Esse percentual parece pequeno, pois onde se fala nisso, 9 entre 10 pessoas concordam com a prisão.
A quem interessa mudar esse entendimento?
Como imaginar que ESTUPRADORES, TRAFICANTES, ASSASSINOS E CORRUPTOS SÓ IRÃO CUMPRIR PENA depois que o STF julgar seus casos?
Isso é uma possibilidade maldita para a sociedade, VER A IMPUNIDADE SER A ORDEM JURÍDICA é o PIOR DOS MUNDOS a todos que respeitam as leis.
Já para BANDIDAGEM É O PARAÍSO ver isso ser aceito na jurisprudência.
PIOR AINDA, AS SENTENÇAS dos JUÍZES e DESEMBARGADORES PASSAM a SER MEROS INSTRUMENTOS PROCESSUAIS, SEM QUALQUER VALOR PRÁTICO.
A quem interessa tal aberração??
Jandy Euflasino deve ser afastado imediatamente. Anotações com nomes de eleitores, promessas e até notas fiscais da compra dos bens foram encontrados em sua casa
O Ministério Público Eleitoral obteve – por decisão unânime do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN) – a cassação do vereador Jandy Euflasino de Santana, do Município de Arez, por compra de votos nas eleições de 2016. Da decisão ainda cabem recursos, porém a Câmara Municipal deve proceder de imediato o afastamento do vereador.
A compra de votos – captação ilícita de sufrágio – ocorreu através da promessa de aquisição de diversos bens para eleitores do município. No dia da votação foi cumprido um mandado de busca e apreensão, na residência de Jandy, e lá foram encontradas listagens com nomes de pessoas relacionados a diversos bens e vantagens, além de notas fiscais da compra de produtos; talões de combustíveis; faturas de contas de energia elétrica; comprovantes de depósitos em dinheiro, dentre outros.
Uma lista intitulada “Pendências Financeiras” trazia diversos nomes já riscados, relacionados a valores em dinheiro e acompanhados pelo sinal de “ok”. Outras listas incluíam nomes de eleitores relacionados a bens como: gás, luz, cestas básicas, reforma de banheiro, materiais de construção em geral – cimento, telha, tijolos, etc -, medicamentos, prótese dentária e consultas médicas.
Somado a isso, e comprovando que parte das “promessas” tinham sido efetivamente cumpridas, foram encontrados também uma nota de uma loja de material de construção, faturas de energia elétrica, comprovantes de pagamento de contas de energia elétrica, comprovantes de depósito em dinheiro em contas de terceiros e notas fiscais de compra de produtos diversos.
“Ajuda” – Testemunhas confirmaram que o então candidato e outras pessoas foram às suas casas oferecer ajuda em troca de votos para Jandy. Embora parte dessas testemunhas tenha negado, em juízo, o que disseram durante o procedimento preparatório – junto ao Ministério Público Eleitoral – as anotações confirmam que os pedidos foram efetivamente feitos ao candidato e muitas vinham acompanhadas do número de votos prometidos em troca dos bens.
Mesmo os pedidos feitos por aqueles que negaram saber que a oferta vinha do candidato, estavam registrados nas anotações encontradas na residência do vereador. O registro de pagamento das contas ou mesmo a nota fiscal de aquisição dos materiais pedidos pelos eleitores – a maioria efetivada nos dias que antecederam a eleição – não deixam dúvidas da compra dos votos.
“(…) não há como se acolher a tese defensiva de que os documentos apreendidos em poder de Jandy se referiam a supostos trabalhos sociais desenvolvidos por ele, já que como mencionado, as anotações encontradas relacionavam eleitores a valores em dinheiro, bens de diversas naturezas e até mesmo à quantidade de votos”, reforçou o relator do processo, o juiz Ricardo Tinôco.
Reforma – O TRE manteve a a cassação do diploma do candidato e a cobrança de multa no valor de R$ 10 mil, contudo modificou a sentença de primeira instância quanto à condenação por abuso de poder econômico, entendendo que tal prática não ficou comprovada e, por consequência, derrubando a sanção de inelegibilidade pelo período de oito anos imposta em primeiro grau.
O tribunal também decidiu reformar a decisão de anular os votos de Jandy, tornando desnecessária uma nova totalização das eleições proporcionais de Arez. Para o tribunal, a retotalização em eleição proporcional não deve ocorrer se “a decisão que cassou o candidato foi prolatada após a data do pleito”, como ocorreu nesse caso, cuja sentença de primeira instância foi proferida já em 2018. Sendo assim, os votos dados ao candidato cassado permanecem com a legenda pela qual ele disputou, o Partido da República (PR), integrante da Coligação Verdadeira Mudança 2.
Luís Roberto Barroso disse que o STF, revertendo a prisão em segundo grau, pode se autodestruir:
“Acho que nós precisamos ter isso em conta porque as instituições são os pilares da democracia. Portanto, não podemos destruir as instituições nem as instituições podem se autodestruir.
Você pode, eventualmente, ser contramajoritário, mas se repetidamente o Supremo não consegue corresponder aos sentimentos da sociedade, vai viver problema de deslegitimação e uma crise institucional.”
Realmente as instituições são os pilares da democracia, no caso o STF , Trata-se de um pilar de Madeira, infestado de cupins , quais sejam: Dias Toffoli – Presidente, Celso de Mello, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes)
Durante fiscalização da Operação Lábaro, a Polícia Rodoviária Federal prendeu na madrugada desta terça-feira (2), um homem de 26 anos e apreendeu duas armas de fogo com 25 munições.
Por volta de 1h, os policiais abordaram o condutor de um Fiat Uno que encontrava-se em atitude suspeita, estacionado próximo a um posto de combustíveis, no km 102 da BR 101, no bairro de Emaús em Parnamirim/RN.
O homem estava conversando com outras pessoas quando houve a abordagem. Durante a vistoria, foram encontradas no interior do veículo dois revólveres, sendo um Cal. 38 com seis munições (uma estava deflagrada) e outro Cal. 357 com 19 munições intactas. Foi encontrado ainda um dispositivo usado para carregamento rápido da arma, chamado jet loader.
Diante do flagrante, o homem foi preso e encaminhado à delegacia de plantão da zona Sul de Natal. Outras duas pessoas que estavam conversando com o suspeito também foram detidas e levadas à delegacia para averiguações.
Decepção, angústia e aborrecimento. Esses foram alguns dos sentimentos experimentados por um passageiro de Natal e por sua namorada que adquiriram passagens aéreas junto à empresa Gol Linhas Aéreas S.A, e não obtiveram o serviço prestado na forma contratada. Em virtude da falha na prestação do serviço, o consumidor conseguiu da justiça a determinação para que a empresa lhe pague indenização por danos materiais e morais.
A sentença é do juiz Edilson Chaves de Freitas, da Comarca de Umarizal, que condenou a Gol Linhas Aéreas S.A a pagar ao consumidor, a título de danos materiais, o valor de R$ 1.792,84, e a título de indenização por danos morais, o valor de R$ 5 mil, ambos acrescidos de correção monetária e juros de mora.
O consumidor ajuizou ação Indenizatória por Danos Morais e Matérias contra a Gol Linhas Aéreas S.A, alegando que adquiriu passagens aéreas para si e sua namorada partindo de Natal, em 05 de outubro de 2016, às 04h15m, tendo como destino o aeroporto de Guarulhos e retornando de Guarulhos para Natal em 15 de outubro de 2016, com chegada às 20h05m.
Afirmou que não pôde partir no voo anteriormente marcado por conta de um imprevisto familiar, razão pela qual adquiriu novas passagens de ida. Alegou que, por ocasião da volta, ao realizar o check-in, foi informado de que não poderia embarcar com sua namorada, uma vez que suas reservas de volta haviam sido canceladas em virtude de não ter utilizado as passagens de ida.
Em virtude disso, foram obrigados a adquirir novas passagens de volta. À vista de tais fatos, requereu a condenação da Gol à restituição dos danos materiais, no valor de R$ 1.792,84, bem como ao pagamento de indenização no valor de R$ 25 mil.
A Gol Linhas Aéreas alegou a não aplicação da legislação consumerista, bem como a isenção da responsabilidade diante da culpa exclusiva do passageiro. Por sua vez, o autor denunciou que a prática no “no show” é ilegal e passível de indenização.
Sobre a alegação da empresa de que no caso não se aplica o Código do Consumidor, o magistrado não viu motivos para acolher a preliminar, uma vez que não há dúvida que a relação jurídica travada entre as partes é nitidamente de consumo, tendo em vista que o adquirente da passagem amolda-se ao conceito de consumidor, como destinatário final, enquanto a empresa caracteriza-se como fornecedora do serviço de transporte aéreo de passageiros, nos termos dos arts. 2º e 3º do Código de Defesa do Consumidor – CDC.
Decisão
No caso, o juiz entendeu que a previsão de cancelamento unilateral da passagem de volta, em razão do não comparecimento para embarque no trecho de ida (no show), configura prática rechaçada pelo Código de Defesa do Consumidor, nos termos dos referidos dispositivos legais acima transcritos, devendo o Poder Judiciário restabelecer o necessário equilíbrio contratual.
“Com efeito, obrigar o consumidor a adquirir nova passagem aérea para efetuar a viagem no mesmo trecho e hora marcados, a despeito de já ter efetuado o pagamento, configura obrigação abusiva, pois coloca o consumidor em desvantagem exagerada, sendo, ainda, incompatível com a boa-fé objetiva, que deve reger as relações contratuais (CDC, art. 51, IV)”, ressaltou.
E finalizou: “Ressalta-se, ainda, que a referida prática comercial abusiva ultrapassa o mero aborrecimento cotidiano, violando direitos ligados à tutela da dignidade humana, porquanto acarreta severas frustrações e angústias aos consumidores, os quais, sem qualquer garantia de êxito e em cidade diversa da de seu domicílio, viram-se obrigados a comprar nova passagem de volta, caracterizando-se, assim, a ocorrência de danos morais”.
O Governo do Estado e o Instituto Federal do RN vão criar a rede Rio Grande do Norte de Educação Profissional, Ciência, Tecnologia e Inovação. O primeiro protocolo de intenção, discutido pelos gestores na tarde desta segunda-feira (01) na governadoria, norteará a parceria e as ações de inovação que têm como objetivo fortalecer a oferta de educação profissional pública no Estado.
“Vamos juntar os esforços e expertise do IFRN, que tem mais de 100 anos de educação profissional, com o que temos hoje na rede estadual. Ao mesmo tempo em que faremos toda essa interligação do Instituto aos nossos Centros Estaduais vamos também dar um grande salto para o desenvolvimento com a implantação de parques tecnológicos vocacionados para cada região”, afirmou Fátima. Ela disse ainda que a Fundação de Apoio à Pesquisa do RN (Fapern) e a Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico do RN (Funcern) vão ser fundamentais para os avanços da rede.
De acordo com o reitor do IFRN, Wyllys Abel Farkatt Tabosa, o instituto apoiará no campo administrativo, financeiro e didático-pedagógico. Inicialmente seriam ofertados cursos de educação a distância, previstos para o próximo semestre, enquanto um projeto mais amplo é construído, envolvendo recursos financeiros, e programada oferta para 2020. “Em uma perspectiva de rede, construiremos um currículo que possa ser articulado entre as duas instituições, entre a oferta de educação básica e profissional, de tal forma que tenhamos as escolas num mesmo nível de formação profissional. Em uma outra perspectiva, mais ampliada, elas funcionarão como centros de inovação e desenvolvimento tecnológico e futuramente possam envolver outras entidades e atores que fazem a educação em nosso Estado”, frisou.
Também participaram da reunião o vice-governador, Antenor Roberto; os secretários Jaime Calado (Sedec), Getúlio Ferreira (SEEC) e Fernando Mineiro (Segai-RN); a secretária adjunta Márcia Gurgel (SEEC); a subcoordenadora Sayonara Rêgo (SEEC); a coordenadora Glaucia Pinheiro (SEEC); Sérgio França; o superintendente da Funcern, Jairo José dos Santos; o coordenador de comunicação da Funcern, Teotônio Roque e o professor Francisco das Chagas (IFRN).
ela deveria pagar o que deve e depois se preocupar com outras ações, primeiro, colocar a casa em ordem para não acumular problema, essa seria a solução, ninguém faz curso a distância se não tiver internet em casa e computador, então ela teria que desembolsar recursos para ajudar nos fundos estudantis ,e o estado está quebrado segundo o que se parece.
Quero saber se essa parceria com IFRN , a governadora vai se espelhar nos salários dos professores dela e tb da estrutura das escolas, pq até agora trabalhamos em escolas de tempo integral com péssima estrutura e com salários além de incompatível estão atrasados, espero que ele veja a diferença gritante que existe entre as duas instituições
Tenho pena de Mineiro.
Desempregado, teve que aceitar uma boquinha numa função sem pé, nem cabeça. Humilhante.
Essa secretaria dele não tem qualquer serventia para a população.
Que fim de carreira horrível.
O ministro Luís Roberto Barroso afirmou que o Supremo Tribunal Federal pode perder sua legitimidade e provocar “uma crise institucional” caso a Corte “repetidamente” não consiga “corresponder aos sentimentos da sociedade”. A afirmação foi feita quando o ministro defendeu já existir decisão definitiva e vinculante no tribunal sobre a prisão de réus após condenação em 2.ª instância.
“Acho que nós precisamos ter isso em conta porque as instituições são os pilares da democracia. Portanto, não podemos destruir as instituições nem as instituições podem se autodestruir”, afirmou. O STF deve voltar a analisar a matéria no dia 10 de abril. Réus, como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado em 2.ª instância e preso pela Lava Jato, serão soltos caso o tribunal mude a orientação que vigora desde 2016.
“Você pode, eventualmente, ser contramajoritário, mas se repetidamente o Supremo não consegue corresponder aos sentimentos da sociedade, vai viver problema de deslegitimação e uma crise institucional”, disse Barroso nesta segunda-feira, 1.º, no evento Estadão Discute Corrupção. Realizado na sede do Estado, em parceria com o Centro de Debates de Políticas Públicas (CDPP), ele discutiu as operações Lava Jato e Mãos Limpas, na Itália.
O ministro reforçou sua posição com números. Disse que o Supremo reforma apenas 0,4% das decisões dos tribunais inferiores e o Superior Tribunal de Justiça (STJ) só faz isso em 1,2% dos casos. Assim, não faria sentido, por menos de 2% dos processos, mudar a decisão do STF sobre a prisão após a 2.ª instância. “Estamos falando de optar por um sistema que funciona ou um sistema que não funciona.”
Autora de uma das ações no STF que discutem a prisão após 2.ª instância, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) pediu nesta segunda que a Corte adie o julgamento do processo. O presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, foi o responsável pela definição da data de julgamento. Além da OAB, os ministros julgarão as ações apresentadas pelo PCdoB e pelo antigo PEN sobre o tema.
A decisão do STF sobre o tema pode ocorrer só depois de o STJ julgar o caso de Lula. Assim, a decisão do Supremo não mais o atingiria. Lula tenta na Corte superior derrubar a condenação a 12 anos de prisão no processo do triplex do Guarujá. Ministros do STJ acreditam que o recurso do petista deve ser analisado até a próxima semana pela 5.ª Turma do STJ, sob relatoria do ministro Felix Fischer.
A expectativa também é cultivada no Supremo, que vê o julgamento como uma forma de retirar a tensão da Corte quando forem analisadas as ações sobre prisão após condenação em 2.ª instância – o Supremo pode passar a permitir prisão só após análise do STJ, uma 3.ª instância.
O Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela, controlado pelo chavismo, retirou nesta segunda-feira, 1, a imunidade parlamentar do líder opositorJuan Guaidó.
A decisão abre caminho para que o presidente da Assembleia Nacional, que se declarou presidente interino do país em janeiro, seja preso. O presidente do TSJ, Maikel Moreno, também bloqueeou os bens do deputado e reiterou sua proibição de deixar o país.
Guaidó convocou protestos em toda a Venezuela contra o apagão que afeta o país há mais de 4 dias Foto: REUTERS/Marco Bello
A A corte tomou a decisão ao considerar que o deputado – reconhecido como chefe de Estado interino por mais de 50 países – infringiu uma proibição de saída do país que tinha sido imposta a ele em 29 de janeiro.
Nesse dia, o TSJ abriu uma investigação contra ele por “usurpar” as funções do presidente venezuelano, Nicolás Maduro.
Guaidó saiu clandestinamente do país em fevereiro e retornou em 4 de março procedente da Colômbia, pelo aeroporto internacional de Maiquetía, em Caracas. O congressista fez, na ocasião, uma visita a vários países da região, após o fracasso, em 23 de fevereiro, de sua tentativa de fazer entrar na Venezuela doações de alimentos e medicamentos enviados pelos EUA.
A decisão anunciada ontem pelo TSJ é a última de uma série de medidas contra Guaidó e seu entorno, que começou há duas semanas, após a Rússia ampliar seu apoio ao regime de Maduro, até mesmo com o envio de pessoal militar e equipamentos. O chavismo vinha hesitando em agir contra o líder opositor, após receber ameaças explícitas dos EUA de retaliações caso algo ocorresse com Guaidó.
A primeira ação chavista contra Guaidó foi a prisão de seu chefe de gabinete, Roberto Marrero, em março. Na sequência, segundo a mulher do opositor, Fabiana Rosales, parentes do deputado passaram a ser hostilizados por chavistas.
Na semana passada, a Controladoria-Geral da Venezuela, também alinhada ao regime, suspendeu os direitos políticos de Guaidó por 15 anos.
O ditador da Venezuela vai varrer de seu caminho todos os opositores.
Quantos mortos ele tem nas costas?
Nicolas Maduro foi financiado por recursos brasileiros enviados pelo PT através do BNDES, assim como financiou Hugo Chaves que deu o golpe e iniciou a ditadura na Venezuela.
Quer dizer que financiar as ditaduras de Cuba e da Venezuela o PT pode e deve, mas a do Brasil é demonizada, já que afastou, na época, os líderes do partido. Sei! Me engana que eu gosto!
Olha o modelo de governo que os PTralhas queriam , há 20 anos atrás a Venezuela era um país próspero, ai chega um ditadorzinho FDP e conseguiu quebrar um dos países mais rico em petróleo, que hoje não tem papel higiênico para limpar a bunda da população, SEUS PTRALHAS SE MUDEM PARA A VENEZUELA
O que está acontecendo na Venezuela foi o planejado pelos Petralhas pra executar aqui no Brasil, o que deu errado foi colocarem anta da dilmanta. Aqui já tinham cooptados a oposição, os grandes empresários, os beneficiários do bolsa família, e parte da justiça. A pedra no caminho foi o Moro, a PF ei MP
Concordo com tudo, só faltou acrescentar que não conseguiram cooptar as forças armadas, aí estávamos lascados! #EsquerdaNuncaMais
Cada vez fico mais consciente da quantidade de imcautos ou são verdadeiros defensores da direita radical. Mais vc ser ter uma posição política não é nada errado. Errado é ser cego.
Lúcia, a senhora poderia cobrar para fazer palestra. Kkk "os petralhas queriam fazer igual a Venezuela" conte mais. Sugiro um livro ou uma tese de doutorado sobre o tema. Os petralhas fizeram igualzinho liberando dinheiro para empresários, universidades particulares. Estude um pouco, até o bolsa família é pago em dinheiro e ativa a economia, na Venezuela é doado aliemento, outra diferença minha casa minha vida de lá é de graça. Aqui alimentou indústria da construção civil e os bancos. Enfim, muitas diferenças. A começar pelo preço da gasolina.
A nota oficial enviada pela Secretaria de Governo da Presidência da República (Segov)diz que o vídeo teria sido “supostamente divulgado pela Secretaria de Comunicação (Secom) nos últimos dias”, e usa o termo “eventos relativos a 1964” para se referir ao golpe militar. “A Segov informa que estão sendo adotadas as medidas para o perfeito esclarecimento do assunto”, diz a nota.
No último domingo, a Secretaria de Comunicação do governo confirmou, oficialmente e por escrito, ao Broadcast/Estadão, que o vídeo “foi divulgado por meio de nosso canal oficial do governo federal no Whatsapp” e informou que o Palácio do Planalto não iria se pronunciar sobre o assunto.
O vídeo também foi publicado pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), em seu Twitter. “Num dia como o de hoje o Brasil foi liberto. Obrigado militares de 64! Duvida? Pergunte aos seus pais ou avós que viveram aquela época como foi?”, disse, no post em que anuncia o vídeo.
A narrativa do vídeo usa a mesma definição adotada pelo presidente Jair Bolsonaro e alguns de seus ministros militares para classificar o fato histórico. Para eles, a derrubada de João Goulart do poder, que marcou o início de um período de 21 anos de ditadura militar no Brasil, foi um movimento para conter o avanço do comunismo no País.
“O Exército nos salvou. O Exército nos salvou. Não há como negar. E tudo isso aconteceu num dia comum de hoje, um 31 de março. Não dá para mudar a história”, diz o apresentador do vídeo. No domingo, o golpe completou 55 anos, e a data gerou manifestações em pelo menos dez capitais, além do Distrito Federal.
O aniversário de 55 anos virou pano de fundo para mais uma polêmica na gestão Jair Bolsonaro, após o presidente recomendar aos quartéis comemorarem a “data histórica”. Em entrevista ao programa Brasil Urgente, da TV Bandeirantes, ele também minimizou o fechamento do Congresso Nacional.
Diante das reações, Bolsonaro mudou o discurso e passou a falar em “rememorar” o golpe. Segundo a Comissão Nacional da Verdade (CNV), 434 pessoas foram mortas pela repressão militar ou desapareceram durante a ditadura (1964-1985).
De acordo com o PT, o presidente Jair Bolsonaro usou os meios institucionais da Presidência para violar a Constituição. Nesta segunda-feira, 1º, o vice-presidente Hamilton Mourão afirmou que a responsabilidade do vídeo é do Planalto. “Decisão do presidente. Foi divulgado pelo Planalto, é decisão dele.”
O pedido do PT diz que o vídeo distorce a história e “viola a memória de toda à sociedade”. Eles pedem a instauração de sindicância investigativa na CGU e cobram a identificação dos servidores envolvidos no caso. À PGR, as bancadas pediram a investigação dos fatos e de violações sob a acusação de crime de responsabilidade. Eles pedem também que Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão acompanhe a apuração do caso.
Pelamordedeus, gente… foi um golpe em 1964 pra evitar outro golpe que poderia ter acontecido na década de 30, com o movimento dos integralistas, mas NÃO aconteceu. O que estava em jogo em 64 era a submissão do BR à influência americana, vide o boom de empresas de lá que se instalaram aqui no pós-golpe, consumindo nossa mão de obra barata e enriquecendo suas matrizes no exterior.
O brasileiro médio não sentiu de imediato os efeitos da ditadura porque tinha que lutar pra sobreviver: não havia SUS nem cobertura de saúde pública digna, o país tinha taxas de mortalidade altíssimas por doenças hoje facilmente tratáveis, em especial aqui no Nordeste, não havia sequer nas cidades maiores saneamento básico. Quem buscava instrução superior era censurado e o simples uso de palavras como "liberdade" poderia fazer o indivíduo desaparecer por alguns dias e até ser morto em plena Cidade Alta.
A população, manipulada pela propaganda do regime, inicialmente aderiu ao movimento temendo a "ameaça comunista", até então concentrada em China, União Soviética e recém instalada em Cuba, e foi iludida pelos militares sob o pretexto de que seria um movimento transitório até a restauração da ordem. Durou 21 anos.
Depois que os atos institucionais foram sendo editados, cada vez mais direitos básicos foram sendo retirados da coletividade: ir e vir, manifestação, expressão. Imagine que até as casas legislativas foram fechadas. Não havia representação popular de forma alguma! Que democracia, hein?!
Sem representantes eleitos no Legislativo, agora foi a vez dos prefeitos e governadores biônicos, apontados pelos militares: Agripino e Lavô surgem politicamente nessa época. Muito antes disso a população em massa já havia abandonado os militares, pois o tempo já havia passado e o poder não fora devolvido. Foram 21 anos, não esqueça! As repressões foram se intensificando e muitas famílias até hoje não puderam enterrar seus mortos. É a isso mesmo que devemos ser gratos?
Com os eleitos pelo povo o Brasil estava essa bosta toda. Mais de 30 anos de socialismo velado. Brasil tem que ser LIVRE e a livre iniciativa, de quem tem iniciativa, deve prevalecer… Socialismo não deu certo, nem dará. É criminoso.
A grande maioria desses incautos que aparecem por aqui, sabem pelo menos o que é comunismo? nunca vi falarem tanta besteira.
Quem distorceu a história e “violou a memória de toda à sociedade” foi o PT e seus aliados, pois a narrativa sempre foi à favor dos criminosos comunistas pintando os militares como monstros por terem rechaçado a guinada comunista deles aqui no Brasil.
Seria interessante que os contrários ao Brasil no período de 1964 a 1985 respeitassem o grande número de brasileiros que aceitaram a legitimidade o Movimento Cívico Militar de 31/03/1964. Houve erros de ambos os lados. Agora ficar remoendo sobre quem levou tabefe ou quem deu bofete, quem morreu na esquerda ou na direita, não leva a nada.
Já passou da hora do militarismo tomar conta forma definitiva deste país e acabar de vez com essa frescura da esquerda querer botar os erros deles como se fossem dos outros
Tanta coisas para se preocupar , estão fazendo tempestade em copo com agua, se PT prestasse ainda estava no poder, agora os Petraslhas vão fazer de tudo para o novo presidentre não fazer nada, isso gosta do pais como o PT sempre pregou, o PT QUEBROU o pais e ninguem fala nada, tem que mandar essa mandidagem do PT pra cadeia , atenção , MORO.
Sobre o assassinato do soldado Mário Kozel, feito pela VPR. Sobre o assassinato do jovem João Pereira pelo guerrilheiros ( terroristas ) do Araguaia. Sobre o assassinato do Capitão Chandler, na frente da família, feito pela VPR. Sobre o sequestro ( que tortura maior) do Embaixador americano, do Embaixador alemão , do Embaixador suíço e do Cônsul japonês. Sobre o assassinato do presidente da Ultragaz e outros . Sobre os assaltos a bancos e supermercados ( causando terror e tortura psicológica aos funcionários) feitos pela VPR, ALN e a COLINA . Sobre os assassinatos feitos pelos terrorista Carlos Marighella( mais de quarenta). Essa verdade precisa ser mostrada.
Sugiro a leitura do livro MEMÓRIAS DE UMA GUERRA SUJA, lá Claúdio Guerra (ex-delegado do DOPS) narra seus anos como agente da repressão durante a ditadura militar brasileira entre os anos de 1970 a início dos anos 80, e joga luzes sobre fatos históricos daquela época, como o atentado do Riocentro, a morte da estilista Zuzu Angel, a morte do delegado Sérgio Fleury, os atentados a bomba à sede da OAB e a redações de jornais e revistas, a morte do jornalista Alexandre von Baumgarten em 1982 e o fim de diversos militantes comunistas que, segundo o livro, depois de torturados e assassinados tiveram seus corpos incinerados por ele e sua equipe numa usina de açúcar em Campos, Estado do Rio de Janeiro. A DITADURA MATOU POUCA GENTE E NUNCA TORTUROU NINGUÉM…
Temos mais é que comemorar por não estarmos como Cuba, Bolívia, Venezuela, Nicarágua e el salvador. Só não estamos melhor, devido termos ficado 16 anos nas mãos dos petralhas.
Enrolaram o presidente Jair Bolsonaro com a lorota de que o governo passaria a economizar com a compra direta de passagens a empresas aéreas, “economizando” com agências de turismo, conforme ele avisou na internet, quinta (28). Isso é falso. A jogada esperta foi implantada pelo Ministério do Planejamento durante o governo Dilma Rousseff (PT), pelas mãos do então ministro de Paulo Bernardo, que acabaria preso. A medida não favorece o governo e sim as empresas aéreas. A informação é do jornalista Cláudio Humberto, colunista do Diário do Poder.
Não é o governo que economiza, sem agências de viagem, e sim as empresas, que cobram preços “cheios” e já não pagam comissões.
A “compra direta” embute outra esperteza das aéreas, que se tornam o único fornecedor do governo pago à vista e até com antecipação.
O governo pagará à vista a passagem, por meio de cartão corporativo. Pior: com preço cheio, sem desconto ou promoções. E sem impostos.
Agências de viagem faziam o governo gastar menos porque obtinham descontos expressivos em razão do grande volume de compras.
Nunca li uma noticia mais absurda (fake)! Todo servidor público federal que viaja a trabalho sabe que o Governo, até então, comprava por agência e com PREÇO CHEIO! Essa sim era uma situação sem concorrência e que atentava contra os principios da Moralidade e da Modicidade! Agora, com a compra direta, existe concorrência e pode-se comprar uma tarifa mais barata!
Toda ação gera um reação meu nobre. O chá dessas companhias aéreas está coando… pode ter certeza.
Se vc tiver noção de como trabalha um agente de viagens, vc não diria tamanho absurdo. Hoje em dia, mesmo sem receber "comissão" e conseguindo tarifas excelentes, as agências de viagens no Brasil sobrevivem e vão sobreviver.
Quer dizer que as agências por comprarem em grande volume obtêm descontos que fazem as passagens, mesmo com a corretagem, serem mais baratas?
Ok.
Então posso presumir que o Governo, que comprará uma ou outra passagem ao ano pagará mais caro. É isso produção?
O governo compra milhares de passagens ao mês… Minha gente, desde quando falar besteira virou algo bonito?
Rapaz, se Bolsonaro lançar uma campanha contra o Zika vírus, vão defender o vírus…
Quem em sã consciência acredita que uma compra sem intermediários, e sem pagar corretagem, fica mais cara. Até nisso essa imprensa quer distorcer. Só sendo hipnotizado por ladrão pra acreditar nisso. Kkkkkkkkk
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Dias Toffoli, deve aceitar o pedido da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) para adiar o julgamento sobre condenação em segunda instância, marcado para o dia 10 de abril.
Hoje, segundo relatos internos, o ambiente no tribunal é favorável à execução da pena após decisão de segundo grau —entendimento que manteria o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) preso.
O argumento usado pela nova direção da Ordem, encabeçada por Felipe Santa Cruz desde fevereiro, é que é preciso mais tempo para estudar a matéria.
“É que, a propósito, a nova diretoria deste conselho, recém-empossada, ainda está se inteirando de todos os aspectos envolvidos no presente processo e outros temas correlatos, razão pela qual necessita de maior prazo para estudar a melhor solução para o caso”, justifica.
Há no Supremo ações também do PC do B e do Patriota, além do da OAB, questionando a execução de pena em segunda instância.
A contestação se baseia no artigo 5º da Constituição, segundo o qual “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória”.
Não há clima, hoje, no STF, para a aprovação de um entendimento que altere o placar do último julgamento, de 6 a 5, autorizando a prisão de condenados em segunda instância.
Há um ano, ao julgar habeas corpus preventivo de Lula, a ministra Rosa Weber foi a favor do cumprimento de pena antes do trânsito em julgado, embora tenha dito ser pessoalmente contra.
Ela justificou a decisão argumentando que respeitava decisão colegiada anterior do STF.
Além de defensores de ladrões a oab é a mais interessada, pois seus filiados ganham rios de dinheiro, através de pedidos protelatórios dos mal feitores enrolados na justiça. Por outro lado a sociedade é a parte mais prejudicada, pois suas nescessidades não são atendidas, por que os bandidos roubam as verbas para tal, além de aumentarem os índices de criminalidade do país. Tem que acabar com isso, lugar de bandido no mínimo é na cadeia.
O Juiz Federal Walter Nunes da Silva Júnior, titular da 2ª Vara Federal, decidiu que é de competência da Justiça Federal o caso envolvendo José Bezerra Júnior, acusado de supostamente ter viabilizado o recebimento no valor de R$ 300.000, a título de propina para os acusados José Agripino Maia, Rosalba Ciarlini Rosado e Carlos Augusto de Sousa Rosado. O advogado de José Bezerra pedia exceção de incompetência do Juízo para que o processo fosse remetido à Justiça Estadual. A tese foi rejeitada.
“Tais delitos foram perpetrados tendo como um dos personagens principais o ex-Senadores da República José Agripino Maia e Rosalba Ciarlini Rosado. Nessa condição de Senadores da República eram agentes públicos federais e representantes do Estado do Rio Grande do Norte no Congresso Nacional, conforme art. 46 da Constituição de 1988. Situação que por si só atrai o interesse jurídico da União”, escreveu o Juiz Federal Walter Nunes ao proferir a decisão.
Para o magistrado, por se tratar de crime em que se imputa a participação de acusado que praticou a conduta quando era senador e em razão do exercício do cargo, na hipótese de desmembramento, a Justiça Federal é o juízo competente para processar e julgar os coautores e/ou partícipes.
Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto (de paletó), ao ser preso na 60ª fase da Operação Lava Jato, denominada Ad Infinitum – Marivaldo Oliveira – 19.fev.2019/Código19/Agência O Globo
O engenheiro Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto e apontado como operador de recursos ilícitos do PSDB, reconheceu diante da Receita Federal que é o dono de quatro contas abertas na Suíça. O saldo dessas contas soma 35 milhões de francos suíços, o equivalente a R$ 137,4 milhões.
Ex-diretor da Dersa, empresa de infraestrutura viária do governo paulista, Paulo Preto fez isso retificando as declarações dos últimos cinco anos e pagando uma multa, cujo valor é mantido em sigilo pelo Fisco.
Preso pela terceira vez, condenado a 145 anos de prisão, investigado pela Lava Jato em São Paulo e em Curitiba e citado em pelo menos oito delações, Paulo Preto disse que as contas eram suas como uma estratégia para reduzir danos, na avaliação de cinco advogados ouvidos pela Folha sob a condição de anonimato.
Com a admissão de ser o dono das contas, ele se livra da acusação de crime fiscal.
A confissão tem também o objetivo de afastar uma suspeita que o próprio Paulo Preto havia ajudado a disseminar: a de que outros tucanos eram sócios dele nas contas suíças, entre os quais o ex-ministro Aloysio Nunes Ferreira.
O engenheiro fez esse rumor circular quando estava preso em Tremembé (SP), em 2018. Sentindo-se humilhado por ter sido colocado numa solitária por dez dias, sob acusação de ter sido insolente e arrogante com os agentes, Paulo Preto cogitou partir para um acordo de delação.
Chegou a preparar o conteúdo de 70 casos de corrupção dos quais teria participado, mas desistiu quando a sua defesa obteve um habeas corpus do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal.
Com a liberdade e um novo advogado na ocasião, José Roberto Santoro, Paulo Preto desistiu da delação. Uma carta apreendida pela Polícia Federal apontou que uma de suas filhas chamava Santoro de “advogado de tucanos”. A divulgação do documento levou Santoro a deixar a defesa do ex-diretor da Dersa.
Apontado como grande estrategista, Paulo Preto pode ter cometido um erro jurídico caso tenha reconhecido que as contas suíças eram suas com intenção de obter benefícios, de acordo com advogados ouvidos pela Folha.
Isso porque o benefício de se livrar do crime fiscal pode ser pequeno quando comparado às outras possíveis repercussões que a admissão pode ter tanto na Justiça como na própria Receita Federal.
O ex-diretor da Dersa já havia cogitado duas vezes declarar as contas na Suíça para as autoridades brasileiras: nos programas de repatriamento de recursos no exterior de 2016 e de 2017.
Em ambos os casos, havia um atrativo: a cotação do dólar para o cálculo da multa era inferior ao câmbio vigente. Era um estímulo para que quem tivesse dinheiro legal fora do Brasil informasse as autoridades e regularizasse a situação fiscal.
O problema era que Paulo Preto não se encaixava nos critérios do programa: o dinheiro que ele tinha na Suíça não tinha origem regular. O engenheiro havia sido funcionário público por quase 20 anos e os negócios imobiliários que fizera depois não justificavam a existência de R$ 137 milhões na Suíça.
Com a troca na defesa do ex-diretor da Dersa, a estratégia de reconhecer as contas voltou e foi implementada.
“É praticamente a confissão do crime de evasão de divisas. Pode ter também o crime de lavagem de dinheiro nessa admissão”, diz o tributarista Carlos Navarro, professor da escola de direito da Fundação Getulio Vargas em São Paulo.
Outros três advogados, que não querem aparecer, têm avaliação similar à de Navarro.
Segundo o professor da FGV, só o crime de corrupção não pode ser atribuído a Paulo Preto em consequência do reconhecimento de que as contas são dele. Isso ocorre porque o crime de corrupção exige provas, e elas só são obtidas após uma investigação.
A defesa de Paulo Preto já usara estratégias que pareciam equivocadas no passado. Em janeiro de 2018, foi o advogado do ex-diretor da Dersa que enviou ao STF as informações de que a Suíça tinha descoberto quatro contas não declaradas no Brasil.
O advogado de Paulo Preto, Alessandro Silverio, disse que não comentaria a questão. O ex-ministro Aloysio Nunes também não quis falar: “Não vou comentar porque não me diz respeito. Essa é uma questão entre o ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza e a Receita Federal”.
E temer e Moreira franco soltos, tem mais é que voltar pra cadeia e apodrecer lá. Canalhas iguais aos petralhas, aliás eram quem dava suporte para a grande quadrilha atuar.
Atendendo a pedido da procuradora regional Eleitoral do RN, Cibele Benevides, a procuradora-geral Eleitoral, Raquel Dodge, assinou a portaria que institui os ofícios de atuação concentrada em polo no âmbito do Ministério Público Eleitoral, no Rio Grande do Norte. Os ofícios vão prestar apoio em matérias complexas relacionadas às eleições, como fiscalização da aplicação de recursos públicos por partidos políticos e apuração de crimes eleitorais, inclusive fora do período eleitoral.
A medida irá ajudar o MP Eleitoral a responder à grande demanda de processos, além de otimizar a atuação geral da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE), que contava com dois e passará a contar com quatro membros. Os ofícios junto à PRE se dividem em quatro áreas: Ofício Regional Eleitoral Adjunto; Ofício de Fiscalização Partidária e Patrimônio Eleitoral; Ofício de Contencioso Eleitoral; e Ofício de Revisão Eleitoral.
No Rio Grande do Norte, já foram definidos os procuradores da República titulares de cada ofício. No Eleitoral Adjunto, Kleber Martins; no de Fiscalização Partidária, Rodrigo Telles; no Contencioso Eleitoral, Fernando Rocha de Andrade; e no de Revisão Eleitoral, Cibele Benevides, Kleber Martins e Rodrigo Telles.
Planos de Ação – Ao Ofício de Fiscalização Partidária e Patrimônio Público Eleitoral, caberá o acompanhamento da efetividade das ações de cobrança e execução em processos de prestações de contas partidárias. Para isso, os procuradores designados deverão articular iniciativas e estratégias perante a Advocacia Geral da União (AGU) e a Procuradoria da Fazenda Nacional.
Além disso, o ofício tem como meta articular, com os partidos e organismos da sociedade civil, medidas com foco na orientação preventiva e na discussão de temas como a gestão de recursos do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha. No escopo de atuação desses ofícios devem estar: a aplicação dos recursos destinados ao financiamento de campanhas femininas, a promoção das mulheres na política e a distribuição equitativa dos recursos partidários entre os diretórios nacionais, estaduais e municipais.
A meta do Ofício de Contencioso Eleitoral é agilizar a conclusão de inquéritos que têm como objeto crimes eleitorais em curso nas unidades da Polícia Federal e na Polícia Civil no estado. Além disso, deverá identificar inquéritos e ações penais envolvendo autoridade detentora de foro por prerrogativa de função, com o objetivo de promover eventual declínio, com base em jurisprudência do STF.
O alinhamento de diretrizes institucionais entre o MP Eleitoral, as Promotorias Eleitorais e os Centros de Apoio Operacional Eleitoral é uma das ações previstas para atuação do Ofício de Revisão Eleitoral. Deverá propor ainda a revisão de normativos, bem como identificar medidas de natureza preventiva e estrutural a serem implementadas para assegurar efetividade nas ações de fiscalização e controle do processo eleitoral.
Nacional – Os ofícios já foram adotados em outras dez unidades da federação: Minas Gerais, Bahia, Paraíba, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Rondônia, Distrito Federal e Sergipe. Outros estados também deverão contar em breve com a nova estrutura.
Estudo do Ministério da Economia aponta que, se aprovada, a reforma da Previdência vai gerar uma economia de R$ 329,5 bilhões para os estados em dez anos.
A projeção, obtida pela TV Globo e pela GloboNews nesta segunda-feira (1º), revela que a maior parte do alívio nas contas acontecerá devido à mudança nas regras para servidores públicos: uma redução nos déficits estaduais (despesas maiores do que receitas) de R$ 277,4 bilhões no período, segundo a previsão da pasta.
Outros R$ 52,1 bilhões correspondem à alteração nas regras para policiais militares e bombeiros.
A proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência, enviada pelo governo ao Congresso, prevê que as mudanças para os servidores valerão automaticamente para os estados assim que o texto virar lei.
Se a PEC for aprovada como proposta pelo governo, haverá uma idade mínima de aposentadoria de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens, e a exigência de 25 anos de contribuição. O projeto também prevê uma regra de transição para quem já está no serviço público.
O projeto de lei que altera o regime previdenciário e prevê uma reestruturação das carreiras dos militares também vincula os policiais militares e bombeiros às novas regras. A principal alteração é o aumento de 30 para 35 anos no tempo de serviço.
Além disso, a alíquota de contribuição dos militares, ativos e inativos, para as pensões, passará de 7,5% para 10,5% do total do soldo. Os pensionistas, atualmente isentos, também passarão a contribuir.
G1
Pra manter e aumentar os altos salários, mordomias, prédios suntuosos, cartão corporativo, auxílios moradias e outros, cargos comissionados ilimitados, com alimentação de alto padrão, água mineral e ar condicionados até nas garagens, esses poderosos do alto escalão que usufruem de tudo isso ainda acham pouco, esse dinheiro que será arrecadado do sangue e esforço dos mais humilde, logo serão gastos por esse canalhas, que não tem limites constitucionais que evitem eles de devorar o dinheiro público como se fosse seu, particular. Enquanto isso, uma escola pública de péssima qualidade, pessoas morrendo a míngua nos corredores de hospitais, em algumas regiões, nem água potável… Um escárnio isso.
A Vale divulgou hoje (1º) informações atualizadas sobre as declarações de estabilidade necessárias para que cada barragem possa ser utilizada em suas operações. De acordo com a mineradora, foram renovadas as declarações de 80 estruturas que tinham validade até ontem (31). Por outro lado, não houve renovação para outras 17.
A declaração de estabilidade é emitida por uma empresa auditora que deve ser contratada pela mineradora. A confiabilidade do documento, porém, passou a ser questionada a partir da tragédia de Brumadinho (MG), ocorrida em 25 de janeiro, quando uma barragem na Mina do Feijão se rompeu causando mais de 200 mortes. A estrutura tinha uma declaração válida, emitida pela empresa alemã Tüv Süd, em setembro de 2018. e assinada pelo engenheiro Makoto Namba. Em depoimento no curso da investigação que apura as causas do rompimento, ele disse ter se sentido pressionado por um executivo da Vale para conceder o documento.
Desde então, a Justiça mineira tem atendido diversos pedidos formulados em ações movidas pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) para paralisar outras barragens e exigir a contratação de novas auditorias externas para verificar a segurança das estruturas. Há casos em que a própria a Vale se antecipou e interrompeu as operações. Quatro dias após a tragédia, a mineradora também anunciou a descaracterização de estruturas ) que utilizavam o método de alteamento a montante. Trata-se da mesma técnica adotada na barragem que se rompeu em Brumadinho, a mesma que gerou a tragédia de Mariana (MG), em novembro de 2015, quando morreram 19 pessoas e dois distritos ficaram destruídos.
De acordo com as informações divulgadas pela Vale, entre as 17 barragens que não tiveram a declaração de estabilidade renovada, estão sete que tiveram recente elevação no nível de segurança para 2, levando ao acionamento de sirenes e gerando a necessidade de evacuação de casas situadas na zona de autossalvamento, ou seja, em toda a área que poderia alagada em menos de 30 minutos ou que se situa a uma distância de menos de 10 quilômetros.
Centenas de pessoas estão fora de suas residências nas cidades mineiras como Nova Lima, Ouro Preto e Barão de Cocais. Há quatro as barragens que já sofreram uma segunda elevação no nível de segurança , dessa vez para 3, o último na escala de alerta. Essa mudança deve ser feita quando há risco iminente de ruptura. Diante desse cenário, as populações que vivem nas áreas abrangidas pela mancha de inundação estão sendo treinadas em simulados organizados pela Defesa Civil de Minas Gerais.
Para assegurar a reparação dos prejuízos causados aos moradores que deixaram suas casas, o MPMG também tem conseguido decisões favoráveis para bloquear recursos da Vale. A última liminar, proferida na sexta-feira (29) pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), estabelece o bloqueio de R$ 1 bilhão diante dos danos gerados pela situação da barragem Vargem Grande, em Nova Lima. Ao todo, estão bloqueados mais de R$ 17 bilhões das contas da Vale, o que inclui ainda as decisões que buscam assegurar recursos para o pagamento das indenizações aos atingidos pela tragédia de Brumadinho.
Interdição
Das 17 barragens que não tiveram suas declarações de estabilidade renovadas, há 10 que ainda não haviam passado por nenhuma alteração recente no nível de segurança. A mineradora informou que elas foram interditadas e passarão agora para nível 1, que não requer evacuação. A retomada das operações nas estruturas está condicionada à realização de estudos complementares e à conclusão de obras de reforço que já estão em andamento.
“Os auditores externos reavaliaram todos os dados disponíveis e novas interpretações foram consideradas em suas análises para determinação dos fatores de segurança, com a adoção de novos modelos constitutivos e parâmetros de resistência mais conservadores”, informou a Vale em nota. Segundo a mineradora, a perda das declarações de estabilidade não altera a projeção de vendas de minério de ferro e pelotas divulgadas na semana passada. O volume de vendas de minério de ferro em 2019 está projetado entre 307 e 332 milhões de toneladas.
Confira a situação das 17 barragens que estão sem declaração de estabilidade
Nível de emergência 3 e zona de autossalvamento evacuada
– Barragem Sul Superior da Mina de Gongo Soco, em Barão de Cocais
– Barragem B3/B4 da Mina de Mar Azul, em Nova Lima
– Barragens Forquilha I do Complexo de Fábrica, em Ouro Preto
– Barragens Forquilha III do Complexo de Fábrica, em Ouro Preto
Nível de emergência 2 e zona de autossalvamento evacuada
– Barragens Forquilha II do Complexo de Fábrica, em Ouro Preto
– Barragens Grupo do Complexo de Fábrica, em Ouro Preto
– Barragem Vargem Grande do Complexo de Vargem Grande, em Nova Lima
Nível de emergência 1
– Dique Auxiliar da Barragem 5 da Mina de Águas Claras, em Nova Lima
– Dique B da Mina de Capitão do Mato, em Nova Lima
– Barragem Capitão do Mato da Mina de Capitão do Mato, em Nova Lima
– Barragem Maravilhas II do Complexo de Vargem Grande, em Nova Lima
– Dique Taquaras da Mina de Mar Azul, em Nova Lima
– Barragem Marés II do Complexo de Fábrica, em Ouro Preto
– Barragem Campo Grande da Mina de Alegria, em Mariana
– Barragem Doutor da Mina de Timbopeba, em Ouro Preto
– Dique 02 do sistema de barragens de Pontal, em Itabira
Conversa fiada !!!; ninguém conhece uma pessoa que tenha participado dessa pesquisa!! Se não for fake….!!! E não adianta todos que estão sendo presos logo estão progredindo nos regimes estúpidos inventados por essas sumidades legislativas e do direito cômico ou trágico brasileiro!!!!!
#LulaLivre!
APENAS 74% dos brasileiros apoiam a PRISÃO EM SEGUNDA INSTÂNCIA? Esse percentual parece pequeno, pois onde se fala nisso, 9 entre 10 pessoas concordam com a prisão.
A quem interessa mudar esse entendimento?
Como imaginar que ESTUPRADORES, TRAFICANTES, ASSASSINOS E CORRUPTOS SÓ IRÃO CUMPRIR PENA depois que o STF julgar seus casos?
Isso é uma possibilidade maldita para a sociedade, VER A IMPUNIDADE SER A ORDEM JURÍDICA é o PIOR DOS MUNDOS a todos que respeitam as leis.
Já para BANDIDAGEM É O PARAÍSO ver isso ser aceito na jurisprudência.
PIOR AINDA, AS SENTENÇAS dos JUÍZES e DESEMBARGADORES PASSAM a SER MEROS INSTRUMENTOS PROCESSUAIS, SEM QUALQUER VALOR PRÁTICO.
A quem interessa tal aberração??