O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, compartilhou no Twitter neste sábado (6) uma campanha interna para reforçar práticas éticas entre os servidores da pasta. Segundo ele, a iniciativa foi uma das primeiras adotadas por ele no ministério.
Moro postou uma espécie de passos ou de “dez mandamentos” que devem nortear a conduta no ministério. Entre os pontos ele destaca, por exemplo, que “o poder público não é um negócio de família”. Outra recomendação de Moro é: “não devemos receber presentes ou qualquer outra vantagem pessoal.
O ministro também ressalta que “se tiver que escolher entre o fácil e o certo, opte pelo certo, além de dizer que “a sociedade quer ação do agente público, nunca acomodação”. O ministro da Justiça termina a sequência de publicações pedindo participação na gestão da pasta, por meio da ouvidoria do órgão.
As dez mensagens:
1 – Todos somos responsáveis pela integridade, reputação e imagem do ministério;
2 – O combate à impunidade é nosso dever;
3 – A transparência é a nossa regra, sigilo é exceção;
4 – O Poder Público não é um negócio de família;
5 – Respeite o colega de trabalho. Trate todos com urbanidade;
6 – O interesse público deve sempre prevalecer;
7 – Nós não devemos receber presentes ou qualquer outra vantagem pessoal;
8 – Se tiver que escolher entre o fácil e o certo, opte pelo certo;
9 – A sociedade quer ação do agente público, nunca acomodação;
10 – Participe da gestão do ministério. A ouvidoria é o nosso canal.
Ao completar 100 dias, o governo do presidente Jair Bolsonaro vai promover um “revogaço”, eliminando 250 decretos que atualmente confundem os administradores públicos ou perderam validade.
São decretos normativos que tiverem seus efeitos exauridos ou praticamente foram revogados por outros.
Segundo técnicos, esses decretos acabam criando confusão em quem precisa consultar para formatar medidas, sempre gerando dúvidas sobre se estão ou não em vigor. A ideia da medida é desburocratizar e simplificar a vida do governo e da população.
Ao todo, existem atualmente 12.471 decretos, editados entre 1889 e 2019. A revogação dos 250 decretos é apenas a primeira etapa de um processo contínuo, no qual o governo vai analisar a eficácia dos demais para determinar se continuarão ou não em vigor.
Entre os decretos que serão revogados, alguns tratam de temas como regulamentação de desapropriações para fins de reforma agrária, concessão de outorgas a companhias aéreas que não existem mais e referentes a programas governamentais com prazo de execução vencido.
G1
O ex-ministro e ex-senador Garibaldi Alves Filho passou por uma cirurgia no cérebro neste sábado (6), mas já está bem e se recuperando.
Garibaldi foi submetido a uma derivação ventrículo-peritoneal, também conhecida como DVP, que é procedimento cirúrgico usado para aliviar a pressão do cérebro causada pelo acúmulo de líquido.
A cirurgia aconteceu em um hospital particular de São Paulo e o ex-senador já se encontra no quarto, se recuperando bem, acompanhado de familiares.
O ex-jogador Pelé, hospitalizado perto de Paris desde a última quarta-feira (3), vai ficar em observação ao menos mais uma noite, segundo informações da TV Globo.
Ele está internado no Hospital Americano, em Neuilly sur Seine (a oeste de Paris), para tratar uma infecção urinária.
A instituição não divulgou qualquer boletim médico sobre o estado de Pelé, que se sentiu mal horas depois de um evento promocional ao lado do atacante francês Kylian Mbappé, em um hotel da capital francesa.
Na sexta (5), o ex-atleta escreveu nas redes sociais para agradecer ao carinho recebido dos fãs e disse estar reagindo bem aos antibióticos.
Segundo um integrante do estafe de Pelé, ele estava muito bem, inclusive fazendo piadas.
Folhapress
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar na próxima terça-feira (9) um recurso que abre caminho para que o tribunal determine a primeira prisão nos processos da Operação Lava Jato que correm na Corte.
Os ministros vão analisar os primeiros embargos de declaração do ex-deputado Nelson Meurer (PP-PR), condenado por unanimidade em maio do ano passado a 13 anos, nove meses e dez dias de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro – Meurer foi o primeiro e único condenado até o momento pelo STF na Lava Jato.
Pelo entendimento consolidado do Supremo, estabelecido no julgamento do processo do mensalão do PT e em outros casos criminais, se os primeiros embargos forem rejeitados, os segundos embargos são considerados protelatórios, ou seja, têm intenção de atrasar o cumprimento da pena, e determina-se então a prisão do condenado.
Embargos de declaração são recursos que, em tese, não mudam a decisão condenatória, mas que apontam supostas omissões ou contradições no processo, epodem resultar em redução de pena. Isso aconteceu, por exemplo, no processo do mensalão, quando três réus tiveram redução nas punições após embargos de declaração.
O recurso está na pauta do julgamento de terça dentro de uma “lista” do ministro Edson Fachin, relator dos processos da Lava Jato no Supremo. Quando um relator leva um caso na lista, significa que ele entende que não é necessária a realização de debates, porque o entendimento firmado pelo STF indica rejeição do pedido.
Na semana passada, a defesa de Meurer pediu a retirada do tema da lista. O argumento apresentado foi o de que é preciso debate sobre os embargos, uma vez que o réu foi condenado em instância única e sem mais possibilidade de recurso a outro tribunal.
“O excelentíssimo ministro relator indicou o julgamento dos embargos em questão por meio de lista, o que, indubitavelmente, retira a importância que se deve dar ao único recurso cabível, máxime por se tratar de decisão que envolve privação de liberdade de um cidadão que completará 77 anos de idade em poucos meses”, afirmou a defesa no pedido.
Os advogados dizem que, no processo do mensalão, os embargos foram julgados com destaque pelo tribunal.
“O julgamento de embargos de declaração nas condições delineadas, com todo o respeito, ofende o princípio do contraditório, bem como da ampla defesa, vez que necessária a analogia ao duplo grau de jurisdição, exercido por essa Corte por meio de embargos de declaração”, completa a defesa.
Fachin, porém, rejeitou o pedido por considerar “inexistir razão legal ao acolhimento do pleito”.
Apesar da decisão de não retirar o tema da lista, muitos temas incluídos em lista na Segunda Turma têm sido alvo de debates no colegiado – o recurso de Meurer será julgado, além do ministro Fachin, pelos ministros Cármen Lúcia, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski.
G1
4 pessoas
Ingredientes
4 dentes de alho picados
2 cebolas em tiras
½ pimentão vermelho grande em fatias
½ pimentão amarelo grande em fatias
4 batatas grandes em rodelas finas
600gr de bacalhau dessalgado e desfiado
15 azeitonas pretas cortadas em rodelas
200ml de azeite
200ml de creme de leite
150g de queijo parmesão ralado
Sal a gosto
Modo de Preparo
Ferva o bacalhau na água, por 5 a 8 minutos, reserve uma xícara de chá do caldo.
Num refratário coloque um pouco de azeite e vá fazendo camadas dos ingredientes: uma camada de batatas, uma de cebola, novamente a batata, uma de bacalhau, novamente a batata, uma de azeitona, uma de alho, mais uma de cebola, uma de batata, outra de bacalhau, uma de pimentões e por último a batata.
Sempre regando com azeite e em algumas camadas de batata colocar um pouco de sal e pimenta do reino a gosto.
Quando acabar as camadas regue com o caldo de bacalhau.
Acrescente azeite e o creme de leite.
Cubra com papel alumínio e leve ao forno por 25 minutos.
Retire o papel alumínio, coloque o queijo ralado e leve ao forno por mais 10 minutos para gratinar.
Retire do forno e sirva em seguida com arroz ou salada.
Dica Rápida – Almondegas
Ingredientes:
1k de carne moída
1 cebola bem picada
2 dentes de alho picado
3 colheres de sopa de salsa picada
3 colheres de cebolinha picada
1 xícara de farinha de rosca ou panko
50ml de azeite
2 ovos
Sal e pimenta do reino a gosto
Óleo para fritar
Modo de preparo:
Em uma tigela coloque a carne, a cebola, o alho, a salsa, a cebolinha, o sal, a pimenta do reino e misture bem.
Acrescente os ovos e o azeite e misture.
Vá acrescentando a farinha de rosca/panko aos poucos e misturando, até dar o ponto que que não estiver mais grudando na mão.
Molhe um pouco a mão com água ou um pouco de óleo/azeite para facilitar para fazer as bolas.
Aqueça bem o óleo e frite as almôndegas. Se preferir asse no forno ou numa fritadeira elétrica.
Sirva após ficar pronta ou com molho de tomate ou molho branco.
No molho de tomate fritar em óleo bem quente e colocar no molho e deixar, sem mexer, por 30 minutos no molho quente. Ela vai aumentar de tamanho e assimilar o sabor do molho.
A Polícia Federal e o Ministério das Relações Exteriores já receberam a primeira remessa do novo modelo de passaporte comum brasileiro. O documento voltará a exibir o brasão da República na capa, em substituição às estrelas do Cruzeiro do Sul e à inscrição Mercosul, adotadas pelo Brasil desde 2015.
Segundo o Itamaraty, o lote produzido pela Casa da Moeda chegou em 29 de março, mas a emissão ainda não começou. Apesar de resgatar o brasão, a capa não será exatamente igual à antiga – o desenho oficial ainda é mantido em sigilo.
O início da emissão está sendo coordenado com a Polícia Federal, e deverá acontecer nas próximas semanas. A parte interna da caderneta não será alterada, e a capa antiga continua valendo até que o documento expire.
A Casa Civil já tinha anunciado que os passaportes atuais, que ainda estejam na validade, não precisarão ser trocados. Os documentos serão usados de modo simultâneo, e quem renovar ou pedir um novo, receberá a capa atualizada.
‘Amor à Pátria’
A mudança na capa do passaporte comum é uma das 35 metas definidas pelo governo do presidente Jair Bolsonaro para os 100 primeiros dias do mandato. Na lista, ela compunha a ação “fortalecer a identidade nacional e o amor à Pátria”, a cargo do Itamaraty.
Dentro do Brasil, a emissão fica sob responsabilidade da Polícia Federal – são cerca de 3 milhões de documentos emitidos por ano, segundo o Ministério das Relações Exteriores.
A pasta também emite passaportes, mas apenas para brasileiros no exterior. Neste caso, a adoção do novo modelo pode demorar um pouco mais, já que os postos consulares ainda têm estoques da capa antiga.
O passaporte brasileiro tem capa azul (nos dois modelos) e custa R$ 257,25 – seja para tirar o primeiro ou para renovar. O documento emitido para maiores de 18 anos tem validade de 10 anos.
G1
Dez juízes federais disputavam uma vaga destinada ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão responsável por julgar reclamações contra integrantes do Poder Judiciário e por decidir sobre questões de gestão da Justiça no país.
Os candidatos são: Antônio César Bochenek, Augusto Martinez Perez, Candice Lavocat Galvão Jobim, Claudia Valéria Bastos Fernandes Domingues de Mello, Claudio Roberto Canata, Danilo Fontenele Sampaio Cunha, Luiz Claudio Flores da Cunha, Murilo Fernandes de Almeida, Roberto Wanderley Nogueira e Waldemar Claudio de Carvalho.
A outra vaga que cabe ao STJ indicar é reservada a desembargadores federais e é disputada por 2 candidatos: Neviton de Oliveira Batista Guedes (TRF1) e Rubens de Mendonça Canuto Neto (TRF5).
Até agora, só estão públicos os nomes de concorrentes à indicação do STJ. Mas também indicam membros do CNJ o Supremo Tribunal Federal, a Ordem dos Advogados do Brasil, a Procuradoria-Geral da República, o Tribunal Superior do Trabalho, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal.
Caberá ao plenário do STJ escolher qual dos candidatos será indicado para apreciação do Senado –primeiro na Comissão de Constituição e Justiça e, se aprovado, também no plenário.
Ainda não há data para votação no plenário do STJ, mas o limite é o mês de setembro, quando terminam os mandatos dos atuais conselheiros indicados pelo tribunal. Como os nomes dos candidatos já estão devidamente inscritos e públicos, o presidente do STJ pode colocar em votação a qualquer momento.
As disputas por vagas em órgãos do Judiciário têm sido cada vez mais intensificadas. Os concorrentes costumam fazer um périplo para pedir apoio não só de integrantes do órgão que desejam integrar como também de outros influenciadores, que podem ser integrantes de partidos, do Legislativo e também do Executivo.
G1
Clientes do hipermercado Sam’s Club, na marginal da BR-101, foram surpreendidos ao se deparar com os carros arrombados e bens furtados ao final das compras na manhã deste sábado (6), após uso de bloqueadores de sinal.
De acordo com as informações repassadas por mais de uma vítima, os bandidos utilizaram bloqueadores de sinal que impediram os carros de serem travados à distância pelo controle da chave do veículo, mas elas só repararam ao chegar no carro e encontrar todos os pertences furtados.
Pelo menos duas pessoas foram vítimas dos criminosos. Elas foram à delegacia, registraram o caso em um Boletim de Ocorrência (BO), mas ao tentar conseguir as imagens das câmeras de segurança que poderiam ajudar na identificação dos criminosos, as vítimas foram informadas pelo hipermercado que as imagens só seriam compartilhadas mediante ordem judicial. Do contrário, as vítimas, que são sócias, ficariam a ver navios.
Uma das vítimas relatou que já é a segunda vez que isso acontece com ela. Até agora, a Polícia não tem qualquer informação dos criminosos que atuaram na manhã deste sábado.
O Hipermercado
O Sam’s Club entrou em contato com o Blog para dizer que irá colaborar com as investigações e que as imagens serão disponibilizadas para a polícia.
“Sobre o problema ocorrido no estacionamento, a empresa está à disposição para colaborar com a investigação. Seguindo o procedimento da empresa, as imagens estarão à disposição das autoridades responsáveis pela investigação do caso”, diz a nota.
*Postagem atualizada às 17h34 para acréscimo de informações
Isso já é antigo lá e nunca fizeram nada. Meu carro foi arrombado desse jeito lá há quase 5 anos e roubaram vários pertences. O Sams abriu procedimento interno e disse que meu carro não tinha sinal de arrombamento e eu que fiquei no prejuízo!
Empresa que age desta forma não merece credibilidade. Já aconteceu comigo de o carro não travar tbm no SAMS e parei de ir neste mercado. Sorte a minha que confiro se realmente o alarme funcionou puxando o trinco da porta.
Desculpe amigo. Num país desenvolvido, como os EUA, é praxe tb cobrar para ser sócio, como no Costcho, e praticar preços mais acessíveis aos seus associados.
O assalto começou antes entao
Isso é Brasil! Vai da tempo repassarem o produto do roubo porque o supermercado não pode liberar imagens.
Já fui vítima no Sam’s da mesma ação dos bandidos. Negaram o ressarcimento dos prejuízos subtraídos. Entro na justiça e ganhei. Fui indenizado pelos danos.
Os líderes do PSDB, Carlos Sampaio (SP), e do DEM, Elmar Nascimento (BA), afirmaram que o acesso irregular a dados fiscais do presidente Jair Bolsonaro e familiares é “muito grave” e precisa ser investigado com seriedade pela Polícia Federal.
“Se até o presidente da República sofre abuso de poder, imagina o que acontece com o cidadão comum no dia a dia”, afirmou Elmar. “Sem dúvida a quebra de sigilo, sem autorização judicial, é muito grave”, disse Sampaio.
A Receita Federal identificou que dois servidores do órgão acessaram de maneira irregular dados fiscais do presidente Jair Bolsonaro e de integrantes de sua família.
Um dos servidores é Odilon Ayub Alves, irmão da deputada federal Norma Ayub (ES), do DEM. Para Elmar, a ligação entre os dois não é motivo para indicar qualquer relação da parlamentar com o caso.
Em nota, a Receita informou que abriu sindicância para apurar as circunstâncias do acesso e concluiu que não havia motivação legal para o acesso. O órgão notificou a Polícia Federal e abriu procedimento para apurar a “responsabilidade funcional” dos envolvidos.
A Receita não informou quais integrantes da família Bolsonaro tiveram seus dados acessados.
Estadão Conteúdo
Vivemos no país da insegurança total: pública, privada, jurídica, política, policial, religiosa (vide caso "João das Deusas"), de dados, das relações interpessoais… Até de confiança nos meios de comunicação de massa, uma vez que "isenção" e "imparcialidade" não passam de utopia vagabunda.
O concurso 2.140 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 32 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) deste sábado (6) em São Paulo (SP).
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet. A aposta mínima custa R$ 3,50.
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.
G1
A Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão contra pelo menos dois servidores da Receita que são suspeitos de acessarem ilegalmente dados fiscais do presidente da República, Jair Bolsonaro e de integrantes de sua família. Uma sindicância interna apontou que a consulta aos dados ocorreu sem que existisse qualquer justificativa legal.
As equipes policiais foram até o prédio da Receita em Campinas, no interior de São Paulo e recolheram informações dos computadores usados por um dos suspeitos. Assim que notou as ações dos servidores, o Fisco acionou a PF para investigar o caso.
Além do acesso em São Paulo, a PF investiga o servidor Odilon Ayub Alves , que acessou os dados do chefe do Executivo por um computador na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, no sul do Espírito Santo. Ele usou o sistema do Fisco para fazer a consulta.
Ele é irmão da deputada federal Norma Ayub (DEM-ES). Ao Correio, a parlamentar informou que Odilon não agiu com intenção de prejudicar o presidente e que o fato ocorreu no ano passado. “Ele não teve maldade. Ele é Bolsonaro, sempre foi, fez campanha. Foi uma ingenuidade. Ele não era nem presidente quando isso aconteceu”, explicou.
Norma contou que a ideia de acessar os dados de Bolsonaro teria começado com uma brincadeira. O servidor, ao atender uma pessoa com o mesmo nome do presidente na unidade onde trabalha, em Cachoeiro, fez a busca em um momento de descontração, segundo informou a deputada. “Ele brincou se o sobrenome do moço era Bolsonaro. Daí veio a ideia”, disse.
“Ele errou de ter acessado o sistema, mas não teve maldade. Ele entrou como um fã, como eleitor. A maior parte da população queria conhecer Bolsonaro na época”, afirmou. Segundo ela, o acontecido foi um caso isolado e não irá gerar grandes repercussões. “Ele só vai prestar um depoimento. Não teve prisão”, ressaltou.
Né isso, fizeram isso com a inocente dilmanta passadena, uma mulher mais honesta dentre as tecnocratas, onde somente Palocci, seu chefe do gabinete cívil e vovó Mafalda acusaram a bixinha injustamente. Coitadinha da tolinha, tão inteligente nos argumentos.
Papo furado! Servidores teriam que ser demitidos, independente de acessarem dados sem justificativa, de qualquer cidadão brasileiro.
O planeta vermelho desperta a curiosidade de cientistas do mundo todo não só pela proximidade com a Terra, mas também pela possibilidade de haver vida em Marte. No Brasil, um projeto no Rio Grande do Norte estuda como (e se) o ser humano poderá viver em outro planeta.
Com o nome Habitat Marte e liderado por Julio Rezende, professor de Engenharia de Produção da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), o programa criou em 2017 a primeira estação de pesquisa sobre Marte da América do Sul, em Caiçara do Rio do Vento, pequena cidade na região do semiárido do RN com 3.500 habitantes.
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O espaço, com 60 metros quadrados, tem como objetivo incentivar a pesquisa sobre o planeta vizinho e também traçar um paralelo entre o solo de Marte e o semi-árido brasileiro — para melhorar a vida de quem vive em regiões secas do país.
De acordo com o pesquisador, a ideia surgiu após ele ser chamado para comandar uma missão do Mars Desert Research Station (Estação de Pesquisa do Deserto de Marte), no deserto de Utah (EUA), em 2017. Com a experiência de “simular a vida fora da Terra”, ele decidiu reproduzir o estudo no Rio Grande do Norte.
O desafio do projeto no Brasil, segundo o cientista, é criar um modelo de economia circular, em que os “astronautas” produzem a própria energia e o próprio alimento e reciclam resíduos e água.
“Construímos uma estufa de aquaponia, onde criamos peixes e produzimos alimentos. Eles serão consumidos nas próprias missões, quando os astronautas estiverem confinados”, diz Rezende, reforçando que a ideia também poderia ser implantada em Marte.
Cada missão ocorre durante dois dias, geralmente nos finais de semana. Desde 2017, 11 missões já foram realizadas — todas financiadas com recursos próprios dos pesquisadores. “Estamos buscando apoio financeiro para ampliar o período de experiência e, desta forma, mais resultados”, diz o professor da UFRN.
Missão espacial
Durante a expedição, os “astronautas” coletam amostras de solo e minério, realizam observações astronômicas, desenvolvem projetos de vida fora da Terra, avaliam trajes e refeições espaciais, entre outras atividades.
Os resultados são utilizados em pesquisas acadêmicas e implantados por empresas. Em março, por exemplo, alguns dos dados coletados por eles foram usados na estação espacial israelense D-Mars.
Em outubro, Rezende vai apresentar o Habitat Marte em evento na Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles (EUA). Além disso, o cientista afirma que está em conversa com a Agência Espacial Brasileira e vai contatar a Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) e a Agência Espacial Europeia (ESA) ainda este ano para demonstrar o trabalho de sua equipe.
Para compartilhar o trabalho com os jovens, o pesquisador também apresenta a estação a estudantes de escolas públicas de Caiçara do Rio do Vento e de cidades vizinhas. “Queremos mostrar que a ciência não é uma coisa distante nem difícil. O que falta é intimidade com ela.”
O ex-governador do Rio Sérgio Cabral Filho (MDB) afirmou nesta sexta-feira, 5, em depoimento, que o prefeito Marcelo Crivella (PRB) recebeu US$ 1,5 milhão para apoiar a candidatura de Eduardo Paes (DEM) na eleição municipal de 2008. Naquele ano, Paes e Fernando Gabeira (PV) disputaram o segundo turno, vencido pelo candidato do DEM, então no PMDB. Ele também afirmou que a Fetranspor, entidade que representa empresas de transporte urbano, pagou propina à Assembleia Legislativa do Rio desde 1987, no governo Moreira Franco (MDB). Também disse ser sido “achacado” por deputados e feito negociações com ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Tribunal de Contas da União (TCU). No caso dessas Cortes e no dos parlamentares, porém, não citou nomes.
Em depoimento ao juiz Marcelo Bretas, da 7.ª Vara Federal Criminal, o ex-governador disse que Paes sabia de toda a negociação e até participou de uma reunião realizada antes do pagamento. Segundo Cabral, o empresário Eike Batista desembolsou a quantia. Atualmente, Crivella é alvo de um pedido de impeachment, por suposta irregularidade na renovação de um contrato.
Sérgio Cabral está preso desde novembro de 2016. Atualmente, está no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na zona oeste. É acusado de comandar um esquema de corrupção no Estado e já soma quase 200 anos de prisão em nove condenações. Ele foi interrogado a pedido da própria defesa como parte da ação penal da Operação Ponto Final, que investiga a propina paga por empresários do setor de transportes – na primeira oitiva da ação ele ficou em silêncio. Cabral admitiu que aproximadamente R$ 144 milhões foram pagos pela Fetranspor em propinas entre julho de 2010 e outubro de 2016.
Depois da eleição de Eduardo Paes à prefeitura, o então senador Marcelo Crivella teria ido se queixar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva de, apesar de ter dado seu apoio, não ter sido aproveitado no governo.
“O senhor me desculpe, mas eu comprei o apoio do Crivella”, contou Cabral a Bretas sobre seu diálogo com o então presidente, no Palácio do Planalto.
Marcelo Crivella disputou a eleição de 2008 para a prefeitura, mas terminou em terceiro lugar. No início da campanha para o segundo turno, entre Paes e Gabeira, segundo essa versão, Crivella procurou Cabral, no Palácio Laranjeiras, e contou ao então governador que o empresário Armínio Fraga havia lhe oferecido USS 1 milhão para apoiar a candidatura do Partido Verde.
Cabral decidiu então procurar o empresário Eike Batista. O acerto foi fechado durante um café da manhã na casa do empresário.
Crivella não foi o único político citado no depoimento de Cabral. O ex-governador contou também ao juiz Bretas como um valor de R$ 1,5 milhão oriundo do pagamento de propina pela Fetranspor teria ido parar na campanha presidencial de Aécio Neves, na eleição de 2014.
“Eu tenho uma relação muito afetiva com o senador Aécio Neves, que naquela época disputava a Presidência da República e passava por fase de muita dificuldade com Marina (Silva) em segundo lugar nas pesquisas. Ele estava muito deprimido, muito pra baixo”, disse Cabral, explicando por que resolveu ajuda-lo com o envio do dinheiro. “O Aécio não participou da reunião (em que o pagamento foi acertado), mas ele me ligou depois para agradecer.”
Cabral detalhou o esquema de corrupção na Assembleia Legislativa do Rio desde 1987. Essa ação atravessou o período em que o emedebista foi o presidente da Casa e, depois, chegou ao período em que já era governador do Estado.
Segundo Cabral, enquanto esteve à frente da presidência da Alerj, de 1995 a 2002, ele administrava a “caixinha” da Fetranspor na assembleia e recebia, mensalmente, R$ 300 mil. Outros R$ 400 mil eram usados para distribuir entre os deputados, de acordo com a ajuda dada por cada um para aprovar pautas de interesse da Fetranspor.
Em ocasiões especiais, como por exemplo, em 1997, durante concessão de linhas de ônibus, esse valor podia aumentar consideravelmente. Depois, como governador do Estado, ele recebia mensalmente dos empresários de ônibus R$ 400 mil. Apenas para a campanha de Luiz Fernando Pezão ao governo do Estado foram R$ 30 milhões. Ele também admitiu pagamento para conselheiros do Tribunal de Contas do Estado.
O QUE DIZEM OS CITADOS POR SÉRGIO CABRAL
O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB), classificou a acusação feita por Sérgio Cabral como “mais uma grande mentira plantada para tentar desestruturar a minha gestão e minhas convicções como homem público”. E completou: “Jamais conseguirão manchar a minha honra”. Crivella se manifestou por meio de um vídeo que postou no Facebook. “Isso é mentira. Eu não conheço o senhor Arminio Fraga, nunca estive com ele nem tampouco ele me ofereceu qualquer recurso, e a minha opção por Eduardo Paes se deu porque era o candidato que tinha afinidade com os evangélicos. Todos os evangélicos apoiaram Eduardo Paes em sua primeira candidatura (a prefeito do Rio)”.
O advogado Alberto Zacharias Toron, que representa o deputado Aécio Neves (PSDB-MG), afirmou que o parlamentar “desconhece qualquer pedido de apoio feito pelo ex-governador para a campanha presidencial do PSDB em 2014”. Afirmou ainda que “todas as doações realizadas àquela campanha estão devidamente declaradas e foram aprovadas pela Justiça Eleitoral”.
O ex-deputado estadual Jorge Picciani (MDB) afirmou, por meio do seu advogado, que só vai se manifestar depois de ter acesso formal à íntegra do depoimento de Cabral.
Em nota, a Fetranspor afirmou que “desde setembro de 2017 é presidida por um novo executivo, sem qualquer ligação com a gestão passada e com os fatos relacionados às investigações em andamento”, que “adotou uma política rígida de compliance e de governança” e que “vem cumprindo todas as determinações judiciais”.
A reportagem procurou o ex-prefeito Eduardo Paes, o economista Armínio Fraga e o empresário Eike Batista, por telefone e e-mail, mas não obteve resposta até a conclusão desta edição.
Estadão Conteúdo
Esse canalha era unha e cutículas com Luladrão e dilmanta, inclusive eu nunca o ví com Aécio em fotos, já com esses os 2 ladrões, existem milhares. Como ele não delatou ter repassado dinheiro roubado pra esses Petralhas? ladrões inveterados.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou hoje (5) que, entre 1998 e março de 2019, financiou US$ 10,499 bilhões para a exportação de serviços de engenharia e bens associados para 15 países. Desse valor, houve saldo devedor de US$ 3,119 bilhões em 31 de março deste ano, com prestações em atraso na mesma data de US$ 518 milhões. Os dados estão no portal do banco na internet e fazem parte da iniciativa “Aqui você tem transparência”.
No financiamento à exportação, os recursos são repassados em reais no Brasil ao exportador brasileiro após a comprovação das exportações brasileiras. O devedor é o importador, ou seja, quem vai pagar ao BNDES é a empresa ou país estrangeiro que compra o serviço e o bem associado.
De 1998 a março de 2019, os principais destinos de exportações de serviços de engenharia e bens associados financiadas pelo BNDES são Angola (US$ 3,27 bilhões), Argentina (US$ 2 bilhões), Venezuela (US$ 1,5 bilhão) e República Dominicana (US$ 1,2 bilhão).
No período de 2003 a 2018, os financiamentos para esse tipo de exportações representou 1,3% dos desembolsos totais do BNDES, contra 36% destinados para a área de infraestrutura no Brasil. Em caso de inadimplência do devedor, a estrutura de garantias é acionada e o BNDES é ressarcido, por exemplo, pelo Fundo de Garantia à Exportação (FGE).
De acordo com o banco, a nova seção do portal confirma que o FGE é superavitário, pois recebeu, desde sua criação, em 1998, até março de 2019, US$ 1,3 bilhão em receita e pagou US$ 546 milhões em indenizações (despesa), mesmo com os atrasos recentes. O saldo é positivo em US$ 754 milhões.
Corrupção
O portal informa também que em maio de 2016, o BNDES suspendeu os desembolsos para exportações de bens e serviços de engenharia das empreiteiras envolvidas em corrupção, fixando critérios adicionais para que os empréstimos fossem retomados.
Uma das condições era que a companhia brasileira e o governo ou empresa do país estrangeiro importador assinassem uma declaração denominada “Termo de Compliance” (governança), “concordando com a aplicação de punições em caso de descumprimento de finalidade do contrato e de aplicação dos recursos do financiamento”.
O BNDES informou que esses procedimentos constam de Plano de Ação acordado com o Tribunal de Contas da União (TCU) e servirão de base para a análise de futuras operações.
Agência Brasil
Moradores de Lagoa Nova, nas proximidades da Arena das Dunas, têm relatado o aumento do surgimento do mosquito Aedes aegypt, transmissor de várias doenças como dengue, zika e chikungunya. O motivo pode ser a quantidade de imóveis abandonados na região.
O blog recebeu fotos de alguns imóveis localizados na avenida Romualdo Galvão e na rua Deputado Clóvis Motta, que estão acumulando água paradas em piscinas abandonadas. Em um dos casos, ainda é possível ver um cuidado com o uso de lonas protegendo a piscina, mas, a água terminou por se acumular na própria lona.
Moradores estão preocupados com o caso, que leva risco à saúde de todos que residem e trabalham na região.
Fica o alerta tanto para os proprietários de imóveis, quanto para o Poder Público.
Não tem só em Lagoa Nova, tem imóveis fechados acumulando mosquito da dengue no Tirol, Petrópolis, Barro Vermelho, Lagoa Seca, Alecrim… Cadê os carros fumacê, os agentes da dengue?
Parabéns. Isso é muito bom porque eu trabalho na ária pública mais tem muitas pessoas que gosta de pisa agente. Parabéns mesmo juiz Sérgio moro