Finanças

Cadastro positivo começa a valer de forma capenga nesta terça-feira

A inclusão automática de consumidores no cadastro positivo, considerada por bancos fundamental para uma avaliação mais precisa do risco de um calote e redução dos juros, começa de forma capenga nesta terça-feira (9).

A lei, aprovada em abril, permite que a partir de agora empresas e birôs de crédito (Serasa, SPC, Boa Vista e Quod) possam trocar informações dos consumidores sem que seja dada uma autorização prévia.

No entanto, a transferência automática de dados entre as instituições financeiras e birôs de crédito precisa ser regulamentada por um decreto do presidente Jair Bolsonaro (PSL) que ainda não foi publicado.

Segundo informou a Casa Civil à reportagem da Folha, ainda não há data para a publicação do decreto.

Na prática, até que essas normas sejam publicadas, birôs poderão receber informações somente de empresas não financeiras, como varejistas, empresas de telefonia ou então concessionárias de luz e água.

Segundo a Anbc, o sistema que compartilha esses dados está pronto, mas irá processá-los apenas quando receber as informações de crédito dos bancos, principal elemento para formar o histórico de crédito.

As normas preveem que é possível cancelar a inclusão automática no sistema do cadastro positivo junto a qualquer um dos quatro birôs, por telefone, pelo site ou nos postos de atendimento.

Quem tentou pré-cancelamento, a exclusão do nome antes de o cadastro entrar em vigor, esbarrou na burocracia e em falhas no atendimento. Para cancelar a inclusão, é necessário atestar a titularidade e os birôs exigem uma série de informações pessoais que demandam tempo e paciência de quem quiser sair.

Os birôs informam que a partir desta terça, o titular pode solicitar o cancelamento pelos mesmos canais e deve ter os seus dados retirados do sistema em até dois dias úteis.

A perspectiva inicial, no entanto, é que o procedimento varie de acordo com o birô. Em alguns, é necessário fornecer dados pessoais para ser retirado do cadastro positivo. Segundo os birôs, a ausência do decreto presidencial e a limitação na troca de informações que isto causa não compromete a exclusão do nome.

Caso haja dificuldade no cancelamento, devem ser acionados órgãos de defesa do consumidor, como o Procon.

Segundo especialistas, a retirada não é aconselhável. Para a concessão de crédito, ter um escore ruim pode ser melhor do que não ter escore, já que não fazer parte do cadastro positivo pode ser considerado um elemento de risco.

“A saída do cadastro fará com que as instituições que concedem crédito tenham acesso a menos informações sobre o consumidor ou a empresa que retirou seus dados. Ao avaliar a possibilidade de concessão de empréstimos e financiamentos, essas instituições só poderão visualizar as contas que não foram pagas”, afirma Elias Sfeir, presidente da Anbc (Associação Nacional dos Bureaus de Crédito).

O cadastro positivo é um banco de dados com todas as contas de consumidores, independentemente de elas terem sido pagas em dia ou em atraso. Pode ser comparado a um histórico escolar, que tem as notas boas e ruins. Além de operações de crédito tradicionais, como empréstimos e financiamentos, o cadastro passa a considerar contas de consumo pagas mensalmente.

No Brasil, até então vigorava o cadastro negativo, que registrava apenas dívidas em atraso. Após a conta ser quitada, a informação deixava a lista de pessoas com nome sujo, mas servia para compor o escore de crédito.

Era possível aderir de forma voluntária ao cadastro positivo, que conseguiu ao redor de 10 milhões de clientes. O potencial, com a inclusão automática, é de mais de 100 milhões de consumidores cadastrados.

Com uma massa enorme de informações a serem coletadas e com o uso de algoritmos para a análise de dados, a transferência automática de informações dos clientes entre empresas e birôs de crédito levanta questionamentos à privacidade.

“A lei vai contra o princípio de privacidade, pois abre uma exceção a necessidade de consentimento”, diz o advogado Gustavo Artese, do Viseu Advogados, enfatizando justamente o ponto mais polêmico do debate na lei no Congresso.

A lei acabou por pacificar que essa troca de dados ligados a crédito e a dívidas não fere o direito à privacidade, mas é preciso seguir alguns princípios, afirma professor Bruno Bioni, fundador do Data Privacy Brasil.

Ele lista: necessidade (essa informação é realmente importante para a análise de crédito do cliente), proporcionalidade (terá um peso equivalente a sua importância atribuído na análise) e a transparência (os birôs precisam informar que tipos de dados coletam, de onde buscam e com quem compartilham essas informações).

Assim como o Facebook permite que um usuário baixe todas as informações que a rede social tem dele, o mesmo deve ocorrer com os bancos e birôs de crédito, que deverão atender ao pedido de acesso a todas as informações coletadas.

A Folha procurou os grandes bancos para entender quais informações são coletadas e consideradas na análise de crédito atualmente, mas eles não responderam aos pedidos de entrevista. Tradicionalmente, instituições financeiras acessam as notas dos birôs de crédito e combinam com informações próprias para decidir se emprestam dinheiro ou não.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Esse cadastro positivo é uma forma de condenar duas vezes o cidadão. Ora, quem atrasa uma conta (ninguém atrasa pq quer) já é penalizado com MULTA, JUROS e CORREÇÃO, e a partir de agora também vai ser penalizado com juros mais alto nos empréstimos. Cadê os órgãos de defesa do consumidor??

    1. Tem que ferrar sim …ou aprender a gastar menos do que ganha ou será penalizado sim , 90 % dos brasileiros não sabem administrar

    2. Engraçado como petista ama reclamar de tudo que é bom para o cidadão de bem. Cidadão de bem é consciente de seus gastos e não sai por aí fazendo crediário e financiamento em todo canto.

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Economia

Petrobras reduz valor da gasolina na refinaria para menor nível desde fevereiro; diesel também cai

A Petrobras reduzirá o preço médio do diesel em 3,84% e o da gasolina em 4,42% em suas refinarias a partir de terça-feira, informou a estatal em seu site nesta segunda-feira. Com o novo reajuste, o valor médio do diesel recua para R$ 2,0649 por litro, enquanto o preço médio da gasolina cai para R$ 1,6817 por litro.

A nova alteração no preço do diesel vem exatamente uma semana após uma alta de 3,9% no valor do combustível nas refinarias, que havia empurrado o preço para R$ 2,1474 por litro.

Já a gasolina tem seu primeiro reajuste desde 11 de junho, quando os preços médios caíram 3,03%. Agora, o combustível atinge seu menor valor nas refinarias desde 28 de fevereiro, quando era cotado a R$ 1,6538 por litro.

Os reajustes nos preços dos combustíveis pela Petrobras são alinhados ao mercado internacional do petróleo, seguindo os valores do petróleo Brent, que caíram 3,3% na última semana, e ao câmbio.

O repasse dos ajustes nas refinarias para os consumidores finais nos postos de combustíveis dependerá de diversos fatores, como tributos, margens de distribuição e revenda, e mistura obrigatória de biodiesel em ambos os combustíveis.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Sr José Lúcio, o Procon Estadual ainda existe? Pelo que eu sei a Sede na Ribeira foi fechada e encontra-se apenas com os CARGOS COMISSIONADOS nomeados recebendo sem fazer nada!

  2. Viajei pra São Luiz dia 22 de junho, cruzei três estados e o estado so Maranhão a metade, Pode ter certeza, o preço do combustível mais alto é aqui na grande Natal, na BR 304 é 4,25

  3. Minha gente vamos esquecer esse negocio de PROCON e vamos deixar o livre mercado trabalhar o Bozo disse que assim e bom pra gente ta ok!! pode acreditar rsrsrs

  4. Eu só queria saber quando é que o PROCON vai começar a fazer a sua obrigação de fiscalizar esses postos de combustíveis, principalmente os das avenidas Roberto Freire e Airton Senna. Eles alinham os preços e atuam quase como um cartel, onde principalmente na zona norte e Oeste, os preços são muito mais em conta.
    Sem falar nos interiores que a dificuldade de entrega tem um maior custo, mas os preços são muito melhores que na capital.

  5. Ai eu pergunto: Porque o combustível aqui bate em valores tão altos. No último, os postos daqui aumentaram em R$ 0,40 o litro da gasolina. Aí depois ficam choramingando e fazendo campanha de que a culpa não é dos postos…

  6. Me parece que os donos de postos de combustíveis do RN não tomaram conhecimento desta redução…rsrsrsr

  7. Se o desconto de 3 84% for aplicado ao valor da gasolina vendida em Guamaré, o seu valor cairá a R$ 1,59, o 3o menor do Brasil.
    Somando ao último reajuste abaixo, q não foi passado ao consumidor, com mais esse de hj, abatidos os impostos inerentes, o preço do litro cai R$ 0,20, o q deveria beirar os R$ 4,00.
    Mas o oportunismo da categoria, q sempre aumenta suas margens a cada redução da Petrobrás, não permite o consumidor abastecer a preço justo.

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Política

COMEÇA HOJE: Governo conta com pelo menos 330 votos e agiliza liberação de R$ 2,5 bi em emendas para aprovar reforma da Previdência

Na véspera da votação da reforma da Previdênciano plenário da Câmara , o governo abriu caminho para a liberação de verbas em busca de votos para aprovar a proposta. De acordo com levantamento da ONG Contas Abertas , só nos primeiros cinco dias de julho, foram empenhados R$ 2,551 bilhões. A cifra é maior do que a observada em todo o ano até junho: R$ 1,77 bilhão. O valor também é o mais alto empenhado para meses de julho ao menos desde 2016. O empenho vale como uma garantia de que os recursos serão efetivamente liberados.

Segundo parlamentares da base do governo, o clima favorável à reforma melhorou desde a semana passada, quando a matéria passou na Comissão Especial. Ontem, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), se reuniu novamente com líderes dos partidos e fechou acordo para tentar concluir a votação da proposta ainda nesta semana, em dois turnos. Assim, seria possível antecipar o início do recesso parlamentar (previsto para o dia 18). O acordo, no entanto, tem como pressuposto a manutenção do texto aprovado na Comissão Especial, preservando a economia de quase R$ 1 trilhão em dez anos. O PSL, por exemplo, afirmou que não pedirá alterações no texto.

— Vamos votar nesta semana. O texto vai ser mantido — garantiu o líder do DEM, Elmar Nascimento (BA).

Pelas contas do governo, será possível aprovar o texto com mais votos do que o mínimo necessário, de 308 de um total de 513 deputados. Os cálculos mostram entre 330 e 340 votos. A ideia é que, se for preciso, haverá sessão até sexta-feira. Os deputados do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, por exemplo, foram orientados a não comprarem passagens de volta a suas bases antes da votação.

A liberação dos recursos foi uma promessa do governo aos parlamentares para aprovar a reforma da Previdência na Câmara. O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), prometeu destinar R$ 10 milhões para cada deputado, inclusive novatos, pela votação da proposta na Comissão Especial, o que aconteceu na semana passada, e mais R$ 10 milhões pelo avanço no plenário. Outros R$ 20 milhões seriam entregues no fim do ano.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Emendas impositivas dos parlamentares em que o executivo é obrigado a, falando de outra forma: é imposto, é impositivo ao executivo realizar, é muito diferente de: negociar cargos em órgãos federais nos Estados da federação, para que o parlamentar vote a favor do governo.
    Liberação das emendas parlamentares sempre houve, em T.O.D.O.S os governos democráticos, até mesmo nos de espectro da esquerda.
    Para quem não lembra, o congresso votou e aprovou a lei das EMENDAS IMPOSITIVAS, em que ao executivo é imposta a obrigação de realizar, de implantar, de executar a liberação dos valores para as emendas que os excelentíssimos parlamentares destinaram no Orçamento Geral.
    As emendas impositivas dos parlamentares é, ilustrativamente falando, o caso de um parlamentar colocar sua emenda impositiva para que seja construída uma ponte em um município de seu Estado. Neste exemplo, o executivo é obrigado a liberar o valor que consta neste projeto de construção da ponte. Caberá aos munícipes fiscalizar se a ponte, a obra da ponte será realmente realizada, concretizada.
    Simplificadamente falando, é disso que trata a liberação das emendas parlamentares.

  2. Disse que isso nunca aconteceria … mas é sempre assim,,,, compra, vende, suborna… só falta dar a mãe de brinde

    1. As emendas são obrigatórias meu nobre, ao executivo só cabe decidir quando elas são liberadas. Antes de qualquer coisa, sou contrário.

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Jornalismo

TCU desconfia que não há investigação sobre jornalista Glenn Greenwald

TCU (Tribunal de Contas da União) desconfia que não há investigação formal sendo tocada contra o jornalista Glenn Greenwald. O órgão deu 24 horas para que o ministro Paulo Guedes, da Economia, responda se o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) vasculhou as contas dele a pedido da Polícia Federal.

Na visão de alguns ministros, é real a possibilidade de tudo não passar de um balão de ensaio de autoridades policialescas que gostariam de investigar Greenwald.

Guedes, nessa mesma análise, não teria responsabilidade sobre os fatos, pois não compraria uma briga que é, na verdade, do ministro Sergio Moro, da Justiça. Só foi notificado já que o Coaf é de sua pasta.

O ministro deve responder ao TCU –a relação dele com o tribunal é intensa, já que muitas políticas da pasta passam pelo órgão de controle. E tem sido positiva.

MÔNICA BERGAMO

 

Opinião dos leitores

  1. Cuma? O TCU "deu 24 horas" a quem mesmo? Ora, o Brasil é mesmo o país da piada pronta!
    Que se saiba o TCU não tem atribuição constitucional para determinar nada a ninguém.
    Aliás, Tribunais de Contas não passam de órgãos meramente auxiliares do Poder Legislativo. Por definição, não mandam em nada; ao contrário, são meros paus-mandados.

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Jornalismo

Líder do Governo diz que reforma da previdência será aprovada em 2 turnos na Câmara até sexta

A líder do governo no Congresso, a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), disse que acredita que a reforma da Previdência será aprovada em dois turnos no plenário da Câmara até esta sexta-feira. A parlamentar acredita que o placar será um pouco mais de 340 votos a favor.

A líder não arriscou dizer se o texto será alterado ou não no plenário. “É mais fácil me perguntar os números da Mega-Sena”, disse. Ela afirmou, no entanto, que vê como pequena, embora não impossível, a chance de Estados e municípios entrarem na proposta nesta fase. Ela afirmou ainda que está trabalhando para que seu partido não apresente destaques. “O PSL não pode emagrecer a reforma da Previdência. Nós somos o partido que tem a maior responsabilidade em relação a isso”, afirmou. “Agora, em plenário tudo pode ser uma surpresa”, disse.

Joice disse ainda que é possível se avançar na questão dos policiais na reforma. “Avançar é conseguir fazer alguma coisa que seja pela categoria, porém que não ofenda os outros que estão contribuindo. Não podemos simplesmente  retirar uma categoria do processo ou manter paridade integralidade para uma única categoria. O presidente já fez alguns acenos, mas a categoria não aceitou, especialmente os federais. Em relação aos civis, tem que aguardar para ver se entra Estados e municípios”, disse.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Jornalismo

Apoio à reforma da Previdência cresce, e parcela dos contrários já não é maioria

Às vésperas da votação pelos deputados federais, a reforma da Previdência deixou de ser rejeitada pela maioria dos brasileiros, mostra pesquisa Datafolha.

A fatia dos que se opõem às mudanças nas aposentadorias e pensões caiu de 51% para 44% entre abril e julho.

A parcela dos que apoiam a proposta subiu de 41% para 47% e é agora numericamente superior à dos contrários, mas dentro da margem de erro (de dois pontos percentuais para mais ou para menos), o que configura empate técnico.

A queda na rejeição e o crescimento do apoio à reforma aparecem em todas as faixas de idade, escolaridade e renda familiar e ocorreram também independentemente das escolhas eleitorais em 2018.

A mudança de opinião foi mais forte entre os eleitores de Jair Bolsonaro (PSL) e entre os que declaram não ter votado nem no atual presidente nem em Fernando Haddad (PT).

Bolsonaristas favoráveis à reforma eram 55% em abril e agora são 67%; contrários caíram de 36% para 27%.

Entre os haddadistas, a rejeição passou de 72% para 67%, e o apoio subiu de 22% para 25%.

No grupo dos que não votaram em nenhum dos dois, a oposição é majoritária (61%), mas 11 pontos abaixo de abril; o apoio foi de 19% para 26%.

O Datafolha ouviu, nos dias 4 e 5 de julho, 2.086 brasileiros com 16 anos ou mais em todo o país.

Entre essa pesquisa e a de abril, deputados federais alteraram a proposta original do governo Bolsonaro, atenuando as regras para parcelas da população. (Veja nas calculadoras da Folha como a reforma afeta você.)

O novo texto reduz o tempo de espera pela aposentadoria de servidores e trabalhadores do setor privado que estão mais perto de obter o benefício, por exemplo.

Também retira da reforma o funcionalismo estadual e municipal e antecipa em até cinco anos (em relação à versão original do governo ) o recebimento de aposentadorias mais altas pelos servidores mais antigos.

Na direção oposta, a nova proposta reduz valores de benefício de quem está a pelo menos dois anos da aposentadoria no setor privado.

Medidas que atenuam os requisitos para mulheres, como a redução da idade para professoras e da contribuição mínima para trabalhadoras do setor privado, não foram suficientes para conquistar a maioria delas.

O Datafolha mostra homens e mulheres em polos opostos em relação à reforma: entre homens, 57% são a favor da proposta e 38% contra. Entre mulheres, 50% são contra e 39% a favor.

Como as regras atuais para as mulheres são mais generosas que as dos homens, a reforma significa um aperto proporcionalmente maior para elas, mesmo com as concessões feitas pelo novo texto.

A pesquisa mostra que a oposição mais forte à reforma aparece entre estudantes (57% contra e 35% a favor), assalariados sem registro (52% a 41%), funcionários públicos (52% a 42%) e desempregados (51% a 41%).

Ainda que os servidores continuem majoritariamente contrários à proposta, a rejeição caiu 11 pontos em três meses, e a concordância com a reforma cresceu 8 pontos.

O levantamento mostra também uma divisão geográfica: os que apoiam a reforma são maioria no Sul, Sudeste, Norte e Centro-Oeste, mas minoria no Nordeste.

Nesta região, de onde vêm também políticos que têm se manifestado contra as mudanças propostas pelo governo, 55% se opõem à PEC e 36% dizem apoiá-la.

O Nordeste é também a única região em que não cresceu o apoio à reforma nem caiu a rejeição nos últimos três meses.

A pesquisa indica ainda que nem todos foram atingidos pela campanha publicitária da reforma da Previdência, apresentada pelo presidente no final de maio, a um custo de R$ 37 milhões.

Um mês e meio depois, 50% dos brasileiros com ensino fundamental e 45% dos que vivem em famílias com renda mensal de até dois salários mínimos dizem não ter tomado conhecimento da proposta.

Já entre os mais ricos e mais escolarizados, as taxas de conhecimento chegam a 95% e 93%, respectivamente.

Quanto mais bem informado se considera o brasileiro, mais se declara a favor da reforma —e maior também o movimento de apoio nesses últimos três meses.

Entre os que se dizem bem informados, 56% apoiam uma mudança nas regras, contra 42% contrários. Há empate entre os mais ou menos informados, e a situação se inverte para os mal informados: 54% são contra e 34% a favor.

Outros itens da pesquisa indicam mudança de mentalidade sobre as aposentadorias: nos últimos três anos, caiu de 59% para 45% a parcela dos que acham que os brasileiros se aposentam mais tarde do que deveriam.

Os que avaliam a idade como adequada passaram de 27%, em julho de 2016, para 41% agora, e os que dizem que os brasileiros se aposentam cedo demais ficaram estáveis em 11%.

O recorte por renda e escolaridade ilumina disparidades nesses movimentos de opinião: entre os de maior renda familiar —dos quais a maioria hoje consegue se aposentar no setor privado sem idademínima—, 31% respondem que o brasileiro se aposenta mais cedo do que deveria.

A diferença aparece também por ocupação: são os empresários os que têm maior fatia (21%) dos que acham que a aposentadoria é muito precoce.

FOLHAPRESS

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Jornalismo

Pesquisa JOTA: 34% dos brasileiros aceitam fechar o Congresso e 32%, o STF

Cerca de um terço da população brasileira aceita, em certas circunstâncias, o fechamento de instituições como o Congresso ou o Supremo Tribunal Federal (STF). É o que mostra pesquisa do JOTA e do Ibpad (Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados).

Enquanto 34,9% disseram concordar com a frase “Em algumas situações, o governo deve fechar o Congresso”, 32,9% afirmaram concordar com a frase “Em algumas situações, o governo deve fechar o Supremo Tribunal Federal”. No primeiro caso, 50,9% disseram discordar e, no segundo, 54,2%.

Uma outra pergunta também mediu sentimento similar: 42% disseram concordar com a frase “Em nenhuma situação é aceitável fechar o Congresso ou o Supremo Tribunal Federal”, mas outros 40,9% disseram discordar dela.

O sentimento difuso de adesão à democracia na população também foi medido pela clássica pergunta: “A democracia pode ter problemas, mas é o melhor sistema de governo”. Neste caso, 79,3% disseram concordar e 14%, discordar. Do mesmo modo, em uma outra pergunta, 23% disseram que “em algumas circunstâncias, um governo autoritário pode ser melhor” e 55,3% afirmaram que “a democracia é preferível a qualquer outra forma de governo”.

Bolsonaristas

Os maiores índices de descrença com a democracia brasileira aparecem entre as pessoas que dão maior apoio ao presidente Jair Bolsonaro. Entre aqueles que avaliam como bom o desempenho do presidente, há um empate técnico entre os que concordam ou discordam em fechar o Supremo: 42,7% concordam e 47,8% discordam. Já entre os que consideram ótimo, a maioria concorda que é possível fechar o Supremo: 54,9% concordam e 35,7% discordam. Por outro lado, entre os que acham o governo Bolsonaro ruim   60% discordam e 22,1% concordam; entre os que acham péssimo 61,9% discordam e 25,1% concordam.

Um padrão semelhante é encontrado entre as pessoas que concordam ou discordam em fechar o Congresso em algumas situações. Entre aqueles que avaliam como bom o desempenho do presidente Jair Bolsonaro, 42,9% concordam e 45% discordam, estão empatados tecnicamente. Mas entre os que consideram o desempenho do presidente ótimo, 53,1% concordam e 36,5% discordam em fechar o Congresso. Por outro lado, entre os que consideram o desempenho do presidente ruim, 55% discordam e 26,2% concordam; entre os que avaliam péssimo 58% discordam contra 28,4% que concordam.

Um movimento similar é percebido na pergunta: “Em nenhuma situação é aceitável fechar o Congresso ou o Supremo Tribunal Federal”. Enquanto os apoiadores do governo discordam mais dessa frase, os críticos concordam. Entre aqueles que avaliam Bolsonaro como ótimo, 36,6% concordam e 53% discordam; entre os que consideram o governo bom, 37,1% concordam e 48,6% discordam. Já entre os que acham o governo ruim, 46,7% concordam e 28,9% discordam; entre os que avaliam o governo como péssimo, 45,2% concordam e 36,4% discordam.

Os brasileiros com nível superior são os que menos apoiam uma visão “linha dura” da democracia: 60,6% discordam e 36,8% concordam com a possibilidade do governo fechar o STF. Entre as pessoas com ensino médio, 53,4% discordam e 34,5% concordam dessa possibilidade (outros 12% não opinaram sobre). Já entre os brasileiros com ensino fundamental 48% discordam e 25,1% concordam, outros 26,9% não se posicionaram sobre esse tema.

Os homens também tendem a aceitar mais facilmente o fechamento do STF do que as mulheres: 39% concordam e 52% discordam com essa possibilidade, contra 27,1% que concordam e 56,3% que discordam entre as mulheres.

A pesquisa foi feita com 1.045 pessoas, por telefone, entre os dias 26 e 29 de junho e conta com respondentes em 492 municípios, nos 26 Estados e no Distrito Federal. As respostas de 31 respondentes foram excluídas da análise porque não possuíam todas as informações necessárias para o modelo de pós-estratificação, restando, 1.014 respondentes. O intervalo de credibilidade dos valores estimados é de 3,3%.

A seleção da amostra foi aleatória e após a coleta o time de dados do JOTA Labs aplicou um modelo de pós-estratificação usando variáveis como gênero, idade e escolaridade. Esse trabalho estatístico é importante para garantir o balanceamento da amostra e segue técnicas propostas por professores como Andrew Gelman.

Para acessar a reportagem completa só clicar aqui: https://www.jota.info/stf/pesquisa-jota-34-dos-brasileiros-aceitam-fechar-o-congresso-e-32-o-stf-08072019

JOTA

Opinião dos leitores

  1. Meu Deus será que a cegueira é tão grande que ter prssias que aida defende Lula é o fim. Mentiroso, ardiloso e ainda se fazia de inocente. Lutou tanto pra ser presidente que foi lhe dado a chance e o que ele fez ??? O que criou de bom fpi obrigação e o que fez de ruim mereceu a condenação principalmente por sua cara de pau de dizer " eu não sei de nada". Um pinguço que destruiu até a moral dos sindicatos. Não sei pq Dima também não está presa. Quanto dinheiro saiu do pais que precisa para sua própria infraestrutura e foi dado a países que não são autosuficientes pela sua própria incompetência. Os eleitores pobres de cultura e educação. Uma massa manipulada e alienada. Hipnotizada com truques baratos forma um corpo de manipulados por não isar e nem procurar conhecimentos. Quanto menos instruídos mais fácies de manipular. Não muito diferente do Brasil. Que pensa mais em.aparecer do que se auto conhecer. São movidos pela emoção do que pela razão. E contra fatos não há argumentos.

  2. Congresso é um gasto enorme para os cofres públicos. E o STF, é via de indicações e com boa parte e seus membros sem moral perante a sociedade. Não transmite mais confiança de tribunal superior federal. Que julga casos que instâncias menores não compete. São tantos roubos a nação que os critérios de formação do corpo do STF, se tornou aos olhares da nação um corpo sem pulso e firmeza. A pessoa não sabe que manda, Gilmar Mendes remete aos olhares do público inconfiança e sem condições de continuar e com a impafia do Renan Calheiros que não são atingíveis por muitos parece ter algo a temer e que faz deles se sentirem os todos poderosos dos poderes.

  3. Deus me livre. Sem Congresso e STF ficaríamos à mercê de Bolsonaro. Ou seja, o Brasil viraria um manicômio. Já não basta ele envergonhar o país lá fora!!!!!!!

    1. Acho que lula deu muito orgulho la fora afinal de conta ta preso.

    2. Quem envergonhou o Brasil foi o seu ENCANTADOR lula que se mijou todo e na frente de todos na Suiça

  4. O problema não é o STF e o congresso, são seus membros, que de forma espúrias, não cumprem seus papéis de defensores da democracia. Eles usam esses 2 órgãos para defender privilégios de uns poucos com afinidades parentescas e de amizades, assaltar o patrimônio da nação, legalizar atos que ferem o estado de direito e a economia do país, e muitas outra atrocidades contra a sociedade. A sociedade tem que ter um órgão que controle esses canalhas.

  5. Se é para o bem do Brasil, fecha esses dois outeiros! Envia o cabo para um, é o soldado para o outro, é convoca eleições para presidente,voará Moro terminar a faxina, condenando esses bandidos de toga e colarinho Branco que tanto envergonham o Brasil…

    1. Irany criatura, vc ñ tem o quê fazer, não? Vá arrumar nem q seja uma lavagem de roupa. Ou procurar nem que seja uma faxina pra arrumar casa. Só ser uma desocupada pra falar tamanha tolice. Mulher, procure o q fazer.

    2. APOIADO, BOLSONARO TEM QUE SER O LÍDER SOZINHO E FAZER O QUE QUISER.

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Judiciário

TRT-RN suspende prazos processuais nesta sexta (12)

Em virtude da realização da eleição para a escolha da lista sêxtupla destinada à composição do Quinto Constitucional do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região, estão prorrogados, para o dia útil imediatamente subsequente, os prazos processuais que iniciem ou vençam nesta sexta (12).

A decisão foi assinada pelo presidente do TRT-RN, desembargador Bento Herculano Duarte Neto.

As eleições irão ocorrer no dia 12 de julho e cada advogado, apto a votar, poderá escolher até seis nomes que irão compor a lista sêxtupla, que será remetida ao Pleno do TRT. Os desembargadores escolherão três e remeterão esses nomes para apreciação do presidente da República, a quem caberá escolher o próximo desembargador.

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Política

Onyx: trabalho é para que Previdência seja votada em 2 turnos nesta semana

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que está sendo feito um trabalho para que a reforma da Previdência seja votada em dois turnos ainda essa semana na Câmara. “Estamos trabalhando muito. As perspectivas são muito boas, o projeto saiu com uma potência fiscal da comissão especial. Isso é o que buscamos porque é importante para o País”, disse.

Ele afirmou que conversou hoje com o presidente Jair Bolsonaro e com o ministro da secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, e que o chefe do Executivo disse que é preciso superar a pauta da Previdência “para gerar empregos”.

Em relação à questão de mudanças para categorias da segurança pública, Onyx afirmou que, ainda antes da votação na comissão especial, o governo chegou a oferecer para as lideranças da Polícia Federal idade mínima de 52 para mulheres e 53 para homens, com pedágio de 100%, para os que estão atualmente atuando.

“Como eles desejavam um pedágio de 30%, nós não poderíamos ceder”, disse. Segundo ele, há agora um novo entendimento que um artigo no texto da reforma, que passou na comissão especial, dá garantias às categorias.

“Existe um artigo na proposta que garante integralidade para todas aquelas categorias que estão presentes na lei complementar 51 de 1985, policiais civis do GDF, policiais legislativos da Câmara e Senado, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal”, disse.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Sinto pena de alguns revoltados que não estudaram ou não tem competência para passar em concurso público.

  2. Pedagio de 30 por cento somente para os politicos. Para os servidores publicos é 100 por cento.

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Política

PSB fecha questão contra reforma da Previdência

O PSB Nacional anunciou nesta segunda-feira (8) o fechamento de questão contra a proposta de reforma da Previdência (PEC 6/19) que será votada no plenário da Câmara dos Deputados, a partir desta terça-feira (9). A decisão vincula a votação dos 32 deputados que compõem a bancada na Câmara e também se estenderá aos três senadores da sigla. Dessa forma, o parlamentar que descumprir a decisão pode sofrer sanções que vão desde a censura até a expulsão do partido.

Pela resolução, aprovada por ampla maioria, o partido considera que a proposta “imporá medidas cruéis aos trabalhadores mais sofridos e às classes médias de nosso país”, “diminuirá o poder de compra desta parcela da população” e “agravará o principal problema brasileiro, que é a acintosa desigualdade que se verifica entre os brasileiros”.

Votação em Plenário

A proposta da Reforma foi aprovada em comissão especial, após 16 horas de debate e precisa agora de pelo menos 308 votos favoráveis no plenário – em dois turnos de votação – para que seja enviada ao Senado.

Na avaliação da líder da Minoria, deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), ainda não há o número necessário de votos para aprovação em plenário. “Na nossa avaliação, eles não têm mais de 260 votos. Nós estamos mapeando todas as bancadas e todos os partidos e nós temos hoje no nosso mapeamento uma posição muito favorável a não aprovação da reforma. Nós estamos trabalhando para garantir a não aprovação e o alargamento desse cronograma”, afirmou Jandira.

O governo, no entanto, demonstra otimismo e confia na aprovação do texto. Ontem (7), depois de se reunir com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, estimou em 330 o número de votos favoráveis à proposta: “Temos um cálculo realista ao redor de 330, com pé bem no chão, e caminhamos para ter algo em torno de 330 e pode ser até mais do que isso. É uma margem que a gente acredita ser possível”.

Maia, que passou o final de semana em reuniões com parlamentares, também disse confiar na aprovação do texto em plenário “com boa margem de votos”.

Oposição

Parlamentares dos partidos da oposição já adiantaram que usarão o “kit obstrução” para tentar adiar a votação da proposta. O objetivo é inviabilizar a análise do texto antes do recesso legislativo, que começa no dia 18 de julho.

Segundo o deputado Professor Israel (PV-DF), a comissão de Educação fez uma requerimento pedindo a retirada dos professores da reforma. Pelo texto aprovado na comissão especial, as professoras poderão se aposentar com 57 anos de idade e 25 de contribuição; e os professores, com 60 de idade e 30 de contribuição. Os profissionais do magistério terão de comprovar efetivo exercício na educação infantil ou nos ensinos médio e fundamental.

“Nós estamos reunindo os deputados da bancada da educação ainda hoje para tentar articular com outros deputados e a gente atender ao que a comissão entendeu como justo. É muito raro conseguir uma moção unânime, que reúna partidos tão distantes como PSL e PT, mas conseguimos isso na comissão de educação”, assegurou.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

    1. Mais um q quer ficar mamando nas costas do governo (da gente). Quer trabalhar 30 anos e ficar dos 50 até os 90 recebendo.

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Judiciário

Reforma diminui quantidade de processo e muda vida de advogados trabalhistas

Com três palavras, o advogado Lucas Santos resume o efeito da reforma trabalhista para o escritório do qual é sócio: “A fonte secou”.

Sancionada há dois anos e em vigor desde novembro de 2017, a nova lei levou à diminuição na quantidade de processos apresentados à Justiça do Trabalho. O motivo, segundo especialistas, é que agora as pessoas correm o risco de ter de pagar custas e honorários se perderem a ação.

Essa redução nas ações foi sentida de perto por quem faz a ponte entre os trabalhadores e a Justiça: os advogados.

Lucas Santos conta que o escritório do qual é sócio, que estava há 15 anos focado na área trabalhista, tinha a maior parte do faturamento – 80% a 90% – oriunda das ações apresentadas à Justiça do Trabalho. Mas o cenário mudou.

“Tivemos que nos reinventar. Daqui dois ou três anos, acreditamos que as reclamações trabalhistas vão representar apenas 20% a 30% do nosso faturamento.”

Ele, que atua na área trabalhista desde 2010, decidiu se dedicar a outro tema e começou a se especializar em direito societário e na área de startups. Outros colegas do escritório, em Brasília, buscam áreas como o direito de família e a área ambiental.

“Em 2017, ingressamos com 180 ações (na área trabalhista). Em 2018, com 52. Neste ano, até agora, temos 24 novas ações. Acreditamos que a queda será algo permanente. E nossos concorrentes no setor dizem que vivenciam a mesma coisa.”

Dados do Tribunal Superior do Trabalho (TST) mostram que a quantidade de novos casos teve um pico em novembro de 2017 – foram quase 290 mil ações naquele mês – e, depois, caiu.

De forma geral, os novos casos somavam mais de 200 mil por mês até a reforma entrar em vigor, chegando a superar 250 mil em alguns meses. Depois de a nova lei entrar em vigor, os números não atingiram esse patamar em nenhum mês.

O motivo pelo qual houve uma “corrida” para apresentar ações em novembro de 2017 foi a data de entrada em vigor da reforma, no dia 11 daquele mês. Entre outros pontos, a reforma trabalhista prevê o pagamento de honorários em caso de derrota na ação, além de custas processuais. Pela regra anterior, o trabalhador que alegasse insuficiência financeira podia requerer o benefício da gratuidade.

‘Pedidos de A a Z’

Em entrevista à BBC News Brasil, o presidente do TST, ministro Brito Pereira, disse que a queda nas ações é positiva e que as pessoas estão mais cautelosas e, muitas vezes, estão até deixando de ingressar com ações.

“As reclamações trabalhistas já não vêm mais com aqueles pedidos de A a Z, como a gente costumava falar aqui: pedidos que sabidamente não eram procedentes ou não tinham pertinência com a reclamação, mas incluíam ali porque, se fossem julgados improcedentes, o reclamante não pagaria honorários advocatícios”, afirmou.

O presidente do TST diz que a possibilidade de firmar acordos extrajudiciais estimulou a “negociação da rescisão do contrato de trabalho diretamente entre o empregado e o empregador” e colaborou para reduzir a quantidade de novas ações.

Para o presidente da Comissão Nacional de Direitos Sociais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Antônio Fabrício Gonçalves, o movimento de redução nas ações não deve ser visto como positivo porque, na verdade, não reflete uma diminuição nos conflitos entre trabalhadores e empregadores.

“Se a reforma tivesse trazido pacificação social a ponto de reduzir a demanda, ótimo. Mas não foi isso que aconteceu. O desrespeito aos direitos continua a existir. O que aconteceu é que as pessoas procuram menos a Justiça do Trabalho pelo valor dos custos que têm que pagar em caso de perda de ação, o que não existia anteriormente.”

Supremo

Esse ponto da reforma é tão polêmico que a palavra final está nas mãos do Supremo Tribunal Federal (STF). Os ministros começaram a julgar o assunto em maio de 2018, mas o julgamento foi interrompido por pedido de vista e não tem data para terminar.

Nesse caso, os ministros vão decidir sobre o ponto específico da reforma que abre a possibilidade de trabalhadores pagarem honorários e custas dos processos. O Ministério Público do Trabalho considera a mudança inconstitucional.

“É um sonho de todos nós que o Supremo decida logo, mas eu compreendo a dificuldade do Supremo neste momento de tantas demandas por lá”, disse Brito Pereira.

A presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), juíza Noemia Porto, diz que a entidade também tem “enorme expectativa” em relação ao julgamento.

“A reforma trabalhista, de fato, representou negativa de acesso ao Poder Judiciário trabalhista. Há um ambiente de medo, de insegurança, em razão do fato de que antes o processo judicial trabalhista era acessível e universal e agora se estabelece esse patamar de custas processuais e honorários”, afirmou.

“Ainda não sabemos como vai ser decisão final do STF, mas o que se espera é que a falta de acesso amplo ao judiciário trabalhista seja em breve resolvido.”

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Só vou acreditar numa reforma trabalhista quando de fato a justiça do trabalho se acabar e as questões entre empregador e empregador passarem a ser resolvidas na justiça comum. Aí sobrariam juízes para reduzir os processos em outras áreas mais importantes.

  2. Bom dia, Na verdade nunca foi permitido , o que não pode é a Sra Pegar meia duzias de " trabalhadores que possam ter agido de má fé, e querer generalizar. A verdade é que o empregador muitas vezes pensa que o fato de esta gerando um emprego tem o direito de tratar o funcionário de qualquer jeito, engraçado que o que eu mas vejo são empresários falando que a vida do empregador é difícil.. Difícil é a vida do trabalhador que tem que se virar com um salario minimo, folgando um dia por semana ( Como se fosse uma grande coisa) .. Difícil é a vida do trabalhador que, quando a empresa permite tem que se matar em cima de horas extras para ao fim do mês ter um dinheiro a mais.. ( Ainda tem empregador que acha que esta fazendo um favor em pagar uma hora extra, ou um vale alimentação e etc etc..) Difícil é a vida do trabalhador que muitas vezes , na maioria da vazes estão expostos a situações degradantes , em condições inseguras com uma saúde e segurança do trabalho precária , isso quando tem alguma politica do tipo. Então Sra Luciana nunca pode mentir nem o empregado nem tão pouco o empregador que muitas vezes forjam testemunhas para não pagar o que é de direito .

  3. Menos farsas e mais justiça!!! Parabens reforma…Garantir direitos e combater as aventuras jurídicasque visam extorquir quem emprega nesse país…

  4. A queda nas ações é reflexo também de dois anos de queda no PIB , seguido de três de crescimento muito fraco.

  5. Quem incrementava aqueles valores absurdos das ações eram os nobres colegas advogados.
    Com a iminência de vê os absurdos valores pedidos serem reduzidos a miseros percentuais, tendo seus cliente de pagar os "ônus de estilo", essa maneira esdrúxula de tirar dinheiro dos empregadores SECOU.

  6. Precisa comentar alguma coisa em site de grandes empresários e comentaristas ricos e donos de grandes empresas? Mas vai assim mesmo. A grande maioria dos trabalhadores buscam a justiça por terem seus direitos negados. Fosse por mentiras, seria fácil o patrão comprovar isso. Vcs, todos milionários, fazem parte dos que têm poder para massacrar os desprotegidos pelas retiradas dos direitos.

  7. Senhora Luciana está coberta de razão. Trabalhador mentiroso tem de pensar duas vezes antes de aplicar golpe no empregador.

    1. Bom dia, Na verdade nunca foi permitido , o que não pode é a Sra Pegar meia duzias de " trabalhadores que possam ter agido de má fé, e querer generalizar. A verdade é que o empregador muitas vezes pensa que o fato de esta gerando um emprego tem o direito de tratar o funcionário de qualquer jeito, engraçada que o que eu mas vejo é pessoas falando que a vida do empregador é difícil.. Difícil é a vida do trabalhador que tem que se virar com um salario minimo, folgando um dia por semana ( Como se fosse uma grande coisa) .. Difícil é a vida do trabalhador que quando a empresa permite tem que se matar em cima de horas extras para ao fim do mês ter um dinheiro a mais.. ( Ainda tem empregador que acha que esta fazendo um favor em pagar uma hora extra, ou um vale alimentação e etc etc..) Difícil é a vida do trabalhador que muitas vezes , na maioria da vazes estão expostos a situações degradantes , em condições inseguras com uma saúde e segurança do trabalho precária , isso quando tem alguma politica do tipo. Então Sra Luciana nunca pode mentir nem o empregador nem tão pouco o empregador que muitas vezes forjam testemunhas para não pagar o que é de direito .

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Política

Economia diz que Guedes e Coaf vão responder sobre Greenwald no prazo de 24h

O Ministério da Economia divulgou nota nesta segunda-feira, 8, na qual afirma que o ministro Paulo Guedes e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) vão responder aos pedidos de explicação do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre as supostas investigações de movimentações financeiras do jornalista Glenn Greenwald, respeitando o prazo de 24 horas para as respostas.

De acordo com a pasta, o pedido feito a Guedes foi recebido às 15h25. No caso do Coaf, às 15h. A partir desses horários é que começa a contar o prazo de 24 horas estabelecido pelo tribunal. A resposta do Coaf terá de ser feita pelo presidente da instituição, Roberto Leonel de Oliveira Lima.

Os pedidos de explicação foram motivados pela suspeita de que a Polícia Federal, vinculada ao Ministério da Justiça, tenha solicitado ao Coaf, ligado à Economia, que investigasse possíveis movimentações financeiras atípicas do jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil, responsável pela divulgação de supostas trocas de mensagens por celular entre o ministro da Justiça, Sergio Moro, então juiz da Lava Jato, e procuradores da operação.

O prazo foi dado pelo ministro Bruno Dantas, do TCU, em reação a representação proposta pelo subprocurador-Geral do Ministério Público de Contas (MP/TCU), Lucas Rocha Furtado. O entendimento da representação é de que a suposta investigação teria como motivação intimidar o jornalista, mediante perseguição e abuso de poder, resultando em mau uso do recursos públicos.

As reportagens de Greenwald, que estão sendo publicadas em série, algumas em parceria com outros veículos de comunicação, mostram supostas conversas virtuais nas quais Moro, durante seu período como juiz da Lava Jato, teria orientado o trabalho dos procuradores, indicando um conluio entre juiz e acusação. Moro, que deixou o cargo de magistrado no fim do ano passado para aceitar convite do presidente Jair Bolsonaro para ser ministro da Justiça, nega o conluio e afirma não ter como confirmar a autenticidade das mensagens, por não lembrar de conversas ocorridas há anos e porque, mesmo que sejam verdadeiras, já teriam sido apagadas.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Isso é uma pura hipocrisia, praticada por esses órgãos, alguém já ouviu alguma vez alguma ação parecida, eu nunca ouvir.

  2. O TCU agora virou STJ, já não basta aprovar as contas de luladrão e dilmanta que deram fim a 2 trilhões de reais, valor superior ao que a reforma previdenciária quer arrecadar em 10 anos. Depois de querer inverter o natural em qualquer país do mundo, onde o juiz prende os bandidos, e recupera o dinheiro roubado, aqui o bandido recebe apoio pra atacar o juiz, pra tentar a liberdades, ao mesmo tempo, tenta reembolsar o dinheiro roubado que o Estado já tinha recuperado para os cofres públicos. Virou um bacanal!

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Judiciário

Diógenes da Cunha Lima, Carlos Sérvolo e Thiago Cortez anunciam apoio a Eduardo Gurgel para a eleição do Quinto Constitucional do TRT-21

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A semana da eleição para o Quinto Constitucional do Tribunal Regional Eleitoral da 21ª(TRT-21) começou da melhor maneira possível para o candidato Eduardo Gurgel. Ele recebeu mais três apoios importantes, Os advogados Thiago Cortez, Diógenes da Cunha Lima e Carlos Sérvolo.

Em contato com o BG, Eduardo Gurgel não escondeu a satisfação de receber estes apoios importantes. No entanto, ele deixou claro que esses últimos dias de campanha vai intensificar os contatos com colegas advogados.

Opinião dos leitores

  1. Eduardo Gurgel tem uma trajetória inspiradora na advocacia. Sem dúvidas, é um profissional ético, competente, experiente e está preparado para essa nova missão no TRT21. O melhor nome!!! Voto 53 no dia 12/07/2019!!!

  2. Que não tem diferença entre os advogados de nenhuma atividade. Que os advogados trabalhistas seja tão eficientes quanto os criminalista. Se os advogados trabalhistas fosse tão eficazes quantos criminalista a previdência não estarua em tais condições. Pois alguns advogados trabalhistas favorecem as empresas permitindo que elas prejudiquem o trabalhador e ainda dar chance para que a mesma cometa crimes contra o patrimônio público deixando de contribuir corretamente com seus devidos impostos e regularização na carteiras de trabalho. Muitas sonegam e usam a dificuldade de conseguir emprego para chantagear o trabalhador com ameaças e falsos enganos que tem que fazer declarações de impostos de renda. Que eu acho extremamente necessário para todos.

  3. Sem dúvida alguma, trata-se do melhor nome para representar a nossa classe no TRT da 21a Região.

  4. O candidato Eduardo Gurgel tem recebido apoios de significativa relevância para o pleito. O parabenizo por toda a trajetória fazendo uma campanha de muito diálogo, se solidarizando e conhecendo cada vez mais as necessidades da advocacia da Capital e do interior. Meu candidato, todo sucesso do mundo, sempre!

  5. É o candidato mais preparado para assumir o TRT21 e dar o suporte que os advogados do RN precisam. Eduardo Gurgel já!

  6. Meu candidato, amigo de longas datas, um Advogado íntegro, que construiu sua carreira com muitas dificuldades e hoje é merecidamente um brilhante Advogado. No dia 12 de julho EU VOTO 53. EDUARDO GURGEL

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Polícia

Polícia Civil procura foragidos da Operação “Progresso”

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte, por meio de equipes da 3ª Delegacia Regional de Polícia (DRP) de Caicó, divulga identidades de foragidos da Operação “Progresso”, deflagrada na última quinta-feira (4), na região do Seridó Potiguar. Estão foragidos: Daniel Batista de Almeida, investigado por chefiar uma facção criminosa na região, e Marcio Kennedy de Souza Gomes, investigado pela prática de crimes de roubo e tráfico de drogas.

A Operação “Progresso” foi realizada em combate ao tráfico de drogas no município de Caicó e teve por objetivo cumprir diversos mandados de prisão e de busca e apreensão, resultando na prisão de 22 pessoas e na apreensão de armas e drogas. A Operação Progresso contou com apoio da Polícia Militar.

A Polícia Civil pede ajuda à população enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181.

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Política

Previdência: para líder do governo, ‘não é grande’ a chance de inclusão de estados na reforma

A líder do governo no Congresso Nacional, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), disse nesta segunda-feira (8) que, embora não seja impossível, “não é grande” a chance de inclusão de servidores estaduais e municipais na reforma da Previdência durante discussão e votação no plenário da Câmara.

O texto original da proposta de emenda à Constituição (PEC) enviado em fevereiro à Câmara pelo Executivo incluía estados e municípios na reforma. Mas essa parte foi retirada durante a tramitação na comissão especial criada para analisar o tema. A comissão aprovou o texto do relator, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), e agora a proposta será submetida ao plenário da Câmara. A discussão deve começar nesta terça-feira (9).

Houve uma articulação com governadores, conduzida pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a fim de que esse ponto fosse reincluído, sem sucesso.

“Eu acho que a chance não é grande. A chance não é grande porém não é impossível, não”, disse Joice Hasselmann ao chegar para uma reunião com Maia e líderes partidários na residência oficial da presidência da Câmara.

Segundo informou o blog de Valdo Cruz, governadores estão sendo orientados por líderes partidários a priorizar o Senado na tentativa de reinclusão de estados e municípios na reforma da Previdência.

A avaliação, de acordo com o blog, é que, neste momento, se o tema for levado ao plenário da Câmara, o risco é o de a reforma perder votos, em vez de ganhar, o que prejudicaria a votação ainda antes do recesso parlamentar.

Joice Hasselmann afirmou ainda que trabalha para que o PSL, partido dela e do presidente da República, Jair Bolsonaro, não apresente destaques (sugestões para alterar o texto), a fim de não atrasar a votação da matéria no plenário.

“Estou trabalhando para que não. Tenho conversado com o presidente do partido, com o líder do partido, para que não haja destaque. Porque a gente precisa focar em aprovar esse texto. Chega, já deu. A gente tem que aprovar esse negócio”, disse.

Durante a tramitação do texto na comissão, o PSL chegou a apresentar um destaque a fim de afrouxar as regras para os policiais, mas sem sucesso, embora a negociação tenha contado com o envolvimento do próprio presidente Jair Bolsonaro. Joice Hasselman afirmou que, ainda que o presidente seja a favor das mudanças, será preciso “combinar com o Congresso”.

“O presidente [Bolsonaro] quer que avance, nós queremos que avance. Mas tem que combinar com o Congresso. Avançar é conseguir fazer alguma coisa que seja pela categoria, porém que não ofenda os outros que estão contribuindo. Não podemos simplesmente retirar uma categoria do processo ou manter paridade, integralidade para uma única categoria. O presidente já fez alguns acenos, mas a categoria não aceitou, especialmente os policiais federais”, afirmou a deputada.

Para ela, a reforma da Previdência será aprovada em dois turnos na Câmara até o fim desta semana com um placar de pouco mais de 340 votos.

“Até sexta-feira, a gente tem a Previdência aprovada todinha na Câmara. Segundo turno também”, afirmou.

Ao chegar para a reunião, o líder do PP, Arthur Lira (AL), se mostrou mais cauteloso e não quis arriscar dizer se a reforma será aprovada até o fim desta semana.

“Se tudo correr bem, pode começar a votar na quarta-feira. No máximo, amanhã [terça] à noite, mas não garantia que se termine. Ninguém pode dizer como é que vem a obstrução, como é que vai ser essa questão toda”, afirmou.

Sobre o mapa de votos para aprovar a matéria, Lira desconversou e afirmou não ter o cálculo, mas fez uma crítica indireta ao atual governo ao compará-lo com a reforma aprovada na comissão no governo Michel Temer.

“Eu tenho a impressão de que o governo deve estar monitorando isso. Cada líder está tomando conta da sua bancada. Eu não estou vendo, por enquanto, nessa Previdência, o monitoramento de votos como a gente tinha no governo passado, em que a gente sabia exatamente como votava, que partido votava”, disse.

G1

Opinião dos leitores

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Judiciário

Deltan rejeita convite para falar sobre mensagens da Lava Jato em comissão da Câmara

Foto: Dida Sampaio

O procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato de Curitiba, enviou ofício à Câmara nesta segunda (8) no qual avisa que não irá comparecer à audiência para a qual foi convidado na Comissão de Direitos Humanos. O encontro estava marcado para esta terça (9), às 14h.

A solicitação de presença no colegiado foi feita pelo deputado Rogério Correa (PT-MG), após o The Intercept Brasil começar a publicar mensagens trocadas entre a força-tarefa e o ex-juiz Sergio Moro pelo aplicativo Telegram.

No ofício, Dallagnol diz respeitar o Congresso, que trata como “uma das instituições mais relevantes em nossa democracia”, mas afirma que prefere manter suas manifestações “na esfera técnica”.

“Muito embora tenha sincero respeito e profundo apreço pelo papel do Congresso Nacional nos debates de natureza política que realiza e agradeça o convite para deles participar, acredito ser importante concentrar na esfera técnica minhas manifestações.”

O procurador ainda reafirma o discurso de que as mensagens têm origem “origem criminosa, cuja veracidade e autenticidade não reconhecemos, e que vêm sendo usadas para atacar a Operação Lava Jato”.

Painel/Folha de S.Paulo

Opinião dos leitores

  1. O que ele tinha para falar está nos autos do processo.
    Quem quiser saber, quem é curioso ao ponto de querer entender o pensamento e as ideias do procurador, que vá ler os autos do processo.
    Está tudo escrito lá. E ainda vai ter gente que nao entenderá, que desvirtuirá o que leu, por pura falta de senso e de dificuldade em entender e interpretar os textos.
    Que leiam os processos da lava-jato.

  2. ESTA CERTISSIMO OS PETRALHAS ESTAVAM ANCIOSO PARA METRALHA-LO COM ACUSAÇOES INFUNDADAS PARABENS CARA VOCE É DEZ E POR OUTRO LADA CHORA MILITONTOS O CHORO E LIVRE

  3. Fez muito bem. Ir descultir com uma cambada de bandidos que defendem bandidos é perda de tempo e inadmicivel.

  4. Corretíssimo, dr Moro por ser ministro foi, mas o Deltan não tem que da explicação a parlamentar petista de jeito nenhum. Vão trabalhar vagabundos.

  5. Os imbecis tiraram um governo que trabalhava em prol do mais carentes para botar um MELICIANO que só fala em matar gente e que só tem projetos para beneficiar os mega empresários.

    1. Como é idiota? Quem é o responsável por entregar 500 bilhões a países para construções de infra estrutura sem menor condições de pagamento e sem a fiscalização de que estivesse mesmo sendo aplicado? Porquê não investiu no Brasil, se era dinheiro do sangue dos brasileiros? Quanto dessa fortuna enviada para o exterior, foi parar nos bolsos petralhas? Vc sabe o que representa isso para o país? Vc sabe que está comprovado até agora pela lava jato de Moro e dalagnol desvios em torno de 200 bilhões, e desse roubo, eles ja repatriaram uns 40 bilhões? E que muita corrupção está a caminho pra ser descoberta ainda? Quem faria isso se não fosse esses heróis, se ao longo do tempo, nenhum fez, e já tinha muito roubo nesse país?

    2. 500 bilhões foi do BNDES e os 200 bilhões da Petrobrás, Furnas, fora Petros, postali, previ, e o fundo da caixa

  6. Está na hora de desmascarar os corruptos com flagrantes comprovados da câmara, assim, vai sobrar quase nenhum pra atacar a lava-jato.

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