
O Papo de Fogão deste sábado vai receber a cantora e apresentadora Mariloh e Fernando Amaral vai fazer um espaguete ao frutos do mar no papelote e, na Dica Rápida, os mexilhões ao vinho branco.

O Papo de Fogão deste sábado vai receber a cantora e apresentadora Mariloh e Fernando Amaral vai fazer um espaguete ao frutos do mar no papelote e, na Dica Rápida, os mexilhões ao vinho branco.
A suspensão dos voos da companhia aérea Avianca Brasil hoje (24), pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), surpreendeu muitos passageiros que se encontravam no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Apesar do movimento tranquilo no aeroporto na tarde de hoje, alguns passageiros se aglomeravam em frente ao balcão de check in da Avianca em busca de solução para os seus voos que foram todos cancelados.
A suspensão dos voos da companhia aérea Avianca Brasil hoje (24), pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), surpreendeu muitos passageiros que se encontravam no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Apesar do movimento tranquilo no aeroporto na tarde de hoje, alguns passageiros se aglomeravam em frente ao balcão de check in da Avianca em busca de solução para os seus voos que foram todos cancelados.
Sampietri chegou ao aeroporto às 12h30 de hoje, para um voo que deveria sair no meio da tarde. “Consegui fazer o check in pelo aplicativo. Estou com o cartão de embarque da Avianca, mas não fui informado de que esse trecho seria cancelado. Cheguei cedo aqui por conta de todo o transtorno e estou sem resposta ainda. Teoricamente, meu voo vai sair às 19h40, de Viracopos (em Campinas)”, disse, aguardando por um ônibus que deve deixar São Paulo com destino ao aeroporto de Campinas, onde ele deve embarcar em um voo da companhia Azul.
Ele disse que, quando comprou a passagem da Avianca, já tinha conhecimento dos problemas que a companhia vem enfrentando, mas comprou mesmo assim porque ainda haviam trechos que estavam disponíveis. “Comprei por pontos, até para utilizar os pontos porque a companhia, eventualmente, vai acabar. E fui monitorando semanalmente para ver o que iria acontecer. Teoricamente, se eles venderam a passagem, o voo estava disponível”.
“Vim mais cedo por conta disso [da suspensão dos voos pela Anac], para saber o que estava acontecendo, o que ia acontecer com os voos. Até porque o check in foi feito. Estou esperando até agora [uma solução]. Eles dizem que vai sair o meu cartão de embarque [do novo voo pela Azul]. Mas ainda estou esperando”, disse, por volta das 16h.
O enfermeiro reclamou, inclusive, que a companhia Avianca não lhe forneceu qualquer assistência no aeroporto, tal como voucher para alimentação, o que está previsto em resolução da Anac para casos de atrasos em voos ou cancelamentos.
A estudante Vitória Souza, 21 anos, pretende ir para Salvador no dia 17 de junho, pela Avianca. A passagem foi comprada em março. Mas, agora, com medo de não conseguir voar pela companhia, ela foi hoje ao Aeroporto de Congonhas em busca de alguma solução para seu problema. “Quero pedir reembolso. Ainda estou esperando para ser atendida”, disse.
“Acho tudo isso uma palhaçada. Espero que eles me deem o reembolso para que eu compre uma passagem de ônibus, já que agora as passagens de avião [para Salvador] já estão muito caras. Não espero mais nada da Avianca”, reclamou.
A esteticista Rosangela Maria dos Santos Barros, 46 anos, de Belo Horizonte, também estava na área de check in da Avianca, em Congonhas, na tarde de hoje. Seu voo sairia do Aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, para Campinas, hoje à noite, mas ela conseguiu um voo à tarde para vir a São Paulo. “Como o voo foi cancelado, a Avianca me forneceu uma passagem agora à tarde, pela Gol, para vir para São Paulo. Consegui resolver a vinda. Mas agora estou tentando resolver a volta”, disse. “Quero agora ver o retorno. Mas está difícil”, reclamou.
Agência Brasil
Que coisa estranha…..kkkk nenhum petista, e/ou feminista engajada na luta pelos direitos da mulher, saiu em defesa da dona Marisa Leticia no episódio da antiga namorada de Lula ? Cabra bom e despachado esse ex-presidente, empurra tudo para a morta, mente como um espírito e ainda tem quem fique do lado dele, vai ser inteligente assim na Venezuela, a democracia de lá está precisando.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, reiterou que mantém um “excelente diálogo” com o Congresso para aprovar a reforma da Previdência que resulte em economia de mais de R$ 1 trilhão nos próximos dez anos. Em nota oficial, ele disse ter “absoluta confiança” no trabalho do Congresso Nacional.
No comunicado, o Ministério da Economia reafirmou o engajamento de Guedes na recuperação da economia. “O Ministério da Economia reafirma o total compromisso do ministro Paulo Guedes com a retomada do crescimento econômico do país e rechaça qualquer hipótese de que possa se afastar desse propósito”, destacou o texto.
“O Ministério da Economia reitera ainda sua absoluta confiança no trabalho do Congresso Nacional, instituição com a qual mantém excelente diálogo, para garantir a aprovação da Nova Previdência com economia superior a R$ 1 trilhão”, acrescentou a nota.
Em entrevista à revista Veja publicada hoje (24), Guedes disse que existe uma margem de negociação para que a reforma da Previdência resulte em economia de até R$ 800 bilhões em dez anos. Ele declarou que poderia renunciar ao cargo caso a reforma da Previdência não seja aprovada ou seja bastante desidratada.
No fim da tarde, o presidente Jair Bolsonaro postou uma mensagem de apoio a Guedes na rede social Twitter. Bolsonaro escreveu que a relação com Guedes está sólida. Segundo o presidente, uma parcela da mídia está tentando um desgaste entre os dois.
Agência Brasil
Afundou o Chile
Pra ser lelado a sério por em esse blog tem q puxar o saco de quem? Ja que minhas opiniões não são postada
De fato percebo que algumas postagens também não sào publicadas, tem algo estranho no ar.! Aproveitando o espaço, quando esse individuo por nome guedes diz que está em harmonia com o congresso, entendo que exista mais dinheiro saindo do bolso do pobre e patrocinando o luxo dessa cambada de larapios. Aguenta "b"rasil.
E os primeiros "atingidos" foram vcs os "cumpanheros" que pararam de mamar

A Justiça Eleitoral cancelou 2.486.495 títulos de eleitores em todo o país e no exterior, por ausência nas três últimas eleições consecutivas. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (24) e podem ser acessadas na página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na área Serviços ao Eleitor – Situação eleitoral – consulta por nome ou título. O eleitor também pode comparecer a qualquer cartório eleitoral com um documento de identificação com foto.
A maioria dos títulos cancelados está na Região Sudeste (1.247.066), seguido do Nordeste (412.652), Sul (292.656), Norte (252.108), Centro-Oeste (207.213) e 74.800 de eleitores residentes no exterior. Segundo o TSE, cada turno é contabilizado como uma eleição.
O estado de São Paulo lidera o número de cancelamentos, com 674.500 títulos cancelados; seguido do Rio de Janeiro, com 299.121; de Minas Gerais, com 226.761; do Rio Grande do Sul, com 120.190; do Paraná, com 107.815; e de Goiás, com 96.813.
Entre as capitais, a cidade de São Paulo (SP) também encabeça o ranking, com 199.136 documentos cancelados. Em seguida, estão o Rio de Janeiro (RJ), com 126.251; Goiânia (GO), com 39.841; Manaus (AM), com 36.372; Curitiba (PR), com 35.539; e Brasília (DF), com 35.063. A cidade de Belém, capital do Pará, teve apenas 12 títulos de eleitor cancelados.
Regularização
Quem teve o título cancelado deverá pagar uma multa no valor de R$ 3,51 por turno faltante. Em seguida, poderá fazer a regularização da sua situação no seu cartório eleitoral, levando documento de identificação oficial original com foto, comprovante de residência e o título, se ainda o possuir.
A regularização do título eleitoral cancelado somente será possível se não houver nenhuma circunstância que impeça a quitação eleitoral, como omissão de prestação de contas de campanha e perda ou suspensão de direitos políticos, por exemplo.
Irregularidade
O eleitor que teve o documento cancelado poderá ser impedido de obter passaporte ou carteira de identidade, receber salários de função ou emprego público e contrair empréstimos em qualquer estabelecimento de crédito mantido pelo governo.
A irregularidade também pode gerar dificuldades para inscrição, investidura e nomeação em concurso público; renovação de matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo; e obtenção de certidão de quitação eleitoral ou qualquer documento perante repartições diplomáticas a que estiver subordinado, entre outras.
Agência Brasil

Partidários do presidente Jair Bolsonaro convocaram manifestações em todo Brasil para exigir que o Congresso, sob suspeita de encarnar a “velha política”, acelere a análise das reformas prometidas pelo chefe de Estado.
Os atos, previstos para dezenas de cidades, foram convocados pelos grupos mais radicais do bolsonarismo, num momento que o ex-capitão do Exército enfrenta, com menos de cinco meses no poder, uma queda drástica de popularidade e uma onda de contestação nas universidades.
Após pensar inicialmente em participar dos atos, Bolsonaro voltou atrás e aconselhou os ministros a fazer o mesmo.
Mas a decisão de não se envolver diretamente com as manifestações só foi tomada, segundo aliados, porque poderia ter um efeito contrário em relação às reformas.
“Vejo os atos do dia 26 como uma manifestação espontânea da população, que de forma inédita se converteu na principal voz das decisões políticas que o Brasil deve tomar”, publicou o presidente no Twitter na quarta-feira.
Na quinta-feira, após um encontro com jornalistas, ele disse crer que haverá “muita gente” na mobilização, mas mostrou preocupação pela proliferação de pedidos nas redes sociais a favor de um golpe que feche o Congresso e o Supremo Tribunal Federal.
“Quem estiver com essa pauta estará na manifestação errada. Não fará bem ao Brasil”, declarou, indicando que esses pedidos são “mais [o presidente venezuelano Nicolás] Maduro que do Jair Bolsonaro”.
As mudanças exigidas nesta semana pelos legisladores e magistrados obrigaram o presidente a modificar seus decretos sobre porte de armas, retirando una disposição que permitia o porte de fuzis semiautomáticos.
Os principais apoios às manifestações de domingo partem de núcleos tão diversos como os discípulos de Olavo de Carvalho, o “guru” ideológico de Bolsonaro, grupos de extrema-direita e sindicatos de caminhoneiros.
Outros grupos de direita – como o Movimento Brasil Livre (MBL) e o Vem Pra Rua, que tiveram papel crucial nos protestos a favor do impeachment da então presidente Dilma Rousseff, em 2016 – se abstiveram de qualquer envolvimento a favor ou contra. O deputado Kim Kataguiri, uma figura destacada do MBL, denunciou “as pautas antiliberais, anticonservadoras e antirrepublicanas” da convocação.
AFP
Tiro no pé
Só doido bolsominion vai pra isso.
Esse tipo de reinvindicações é o verdadeiro exercícios da democracia, quem se posicionam contra essas manifestações, são pessoas ultrapassadas, que mesmo tendo vivenciado o fracasso da política da entrega de ministérios e autarquias governamentais, ainda insistem nesse tema lá da cá, talvez sejam individualmentes beneficiados por isso, em detrimento da grande maioria da população, decorrente das corrupções e privilégios de determinadas pessoas e grupos. enquanto isso, todo o conjunto da população ficam sempre no prejuízo. Portanto, temos que exercitar essa pressão em cima da classe política, só assim, conseguiremos que os políticos sejam forçados a aderir aos anseios da maioria da nação.
É isso aí!!Concordo em gênero e grau com você.
As empresas Queiroz Galvão e a Vital Engenharia Ambiental foram apontadas pelo Ministério Público Federal como envolvidas em uma ação de improbidade administrativa dentro da Petrobras, que resultou no no bloqueio de mais de R$ 3,57 bilhões que envolvem MDB e PSB. A ação faz parte da Lava Jato e investiga irregularidades dentro da Petrobras.
A Vital Engenharia Ambiental, para quem não lembra, é a mesma empresa que possui contratos com a Prefeitura do Natal desde o início da gestão do prefeito Carlos Eduardo Alves. Em 2013, na gestão do ex-prefeito, a empresa assumiu a coleta de lixo por meio de um contrato emergencial, ou seja, sem licitação, porque a antiga empresa, a Líder, disse que tinha dificuldades em prestar o serviço. A Vital Engenharia Ambiental possui vínculos com o Poder Executivo que vão desde obras públicas até a coleta de lixo na capital potiguar.
Já a Queiroz Galvão, é a mesma empresa que é investigada na Lava Jato por vários contratos junto à Petrobras. Em Natal, a empresa também tem obras. A Queiroz Galvão assumiu as obras de parte na construção da macrodrenagem e de mobilidade no entorno da Arena das Dunas para a Copa do Mundo.
Do total bloqueado, a Vital está dentro de um grupo que inclui MDB e operadores da Queiroz Galvão. O valor total bloqueado dos envolvidos dessa parte ultrapassa R$ 1,8 bilhão.
Sobre o bloqueio de hoje, a Vital Engenharia Ambiental informou que “não tem, e nunca teve, qualquer contrato ou sequer participou de qualquer processo de seleção de fornecedores junto à Petrobras e que confia na Justiça”. Já a construtora Queiroz Galvão informou que não vai comentar a decisão judicial.
Não vou comentar nada , pq meus comentário nunca foram levado a sério por esse brog
Toda postagem tu fica com esse chororô, vaza daqui então……
Você viu um cabeção por aí??
O relator da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), afirmou nesta sexta-feira, 24, que as declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, não alteram “em nada” a tramitação da proposta. Guedes afirmou à revista Veja que iria embora, caso os parlamentares aprovassem uma reforma da Previdência com pouca potência fiscal, o que foi interpretado como uma possibilidade de ele deixar o cargo nessa hipótese.
Moreira disse considerar Guedes uma “pessoa de espírito público e de bons diagnósticos”, mas afirmou que o caso se trata de uma conversa entre o ministro e o presidente Jair Bolsonaro.
“Acho que (a declaração) não contamina (a tramitação da reforma). Aliás, essa é uma conversa talvez dele com o presidente”, afirmou o relator. “O presidente é o dono do cargo, faz o que quiser com o Paulo Guedes. Eu considero o Paulo Guedes alguém com espírito público, ele tem bons diagnósticos”, acrescentou.
O tucano destacou que a Câmara vai cumprir a sua responsabilidade de aprovar uma reforma da Previdência e voltou a defender a meta de economia de R$ 1 trilhão em dez anos, compartilhada pelo ministro Paulo Guedes. “Sempre tivemos a meta de mais de R$ 1 trilhão por convicção. Coincidiu com a meta do governo, ela é coerente. Vamos continuar perseguindo esta meta, não vamos abrir mão. Ela é importante para o equilíbrio das contas do governo”, afirmou.
Moreira descartou ainda a possibilidade de as declarações de Guedes colocarem mais pressão sobre o Parlamento pela aprovação da mudança nas regras de aposentadoria e pensão no País. “Vamos cumprir a nossa parte, independente do que o governo está pensando. Lógico que queremos o governo conosco, o governo tem votos e uma PEC precisa de votos”, disse.
Ele defendeu ainda que o governo contribua “de maneira republicana” conversando com os parlamentares e buscando votos. “A reforma não é do Paulo Guedes, do Samuel Moreira ou do Rodrigo Maia. A reforma é do Brasil.”
Na entrevista à revista, Guedes frisou que, se os parlamentares aprovarem algo com uma economia menor do que R$ 800 bilhões, seria um remendo da velha Previdência que está falida e ele iria embora. “Deixa eu te falar um negócio que é importante. Eu não sou irresponsável. Eu não sou inconsequente. Ah, não aprovou a reforma, vou embora no dia seguinte. Não existe isso. Agora, posso perfeitamente dizer assim: ‘Olha, já fiz o que tinha de ter sido feito. Não estou com vontade de ficar, vou dar uns meses, justamente para não criar problemas, mas não dá para permanecer no cargo’. Se só eu quero a reforma, vou embora para casa. Se eu sentir que o presidente não quer a reforma, a mídia está a fim só de bagunçar, a oposição quer tumultuar, explodir e correr o risco de ter um confronto sério pego o avião e vou morar lá fora.”
Estadão Conteúdo
A reforma é urgente e de grande importância para o Brasil sem duvida , independente de governo o Brasil não aguenta da forma que está . Quem tera mais perdas são os funcionários públicos que ganham acima de 8/10 mil !
Vai embora daqui seu Guedes investigado com corrupção.
Não vejo a hora desse indivíduo sair. Primeira vez na vida que vou torcer pelo congresso. Vai pra bem longe…….
Não existe CENTRÃO, existe políticos contra o povo brasileiro. Se vc colocar em pauta o melhor projeto p os brasileiros , haverão questionamentos e muitos estarão contra.
O que vejo é muito… Mi…mi…mi, muita frescura. Bando de fuleiros.

Ao deixar hoje (24) a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no Rio, o secretário especial da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogerio Marinho, disse que, se os prazos correrem conforme o previsto, a Reforma da Previdência começará a ser analisada no Senado a partir do segundo semestre.
“No primeiro semestre, nossa perspectiva é de que a Câmara faça seu papel para que no segundo semestre o texto seja debatido e aprovado também no Senado”. afirmou.
O secretário ressaltou, no entanto, que é o Congresso que vai definir o tempo. “O Congresso já entendeu que há uma necessidade de nos debruçarmos sobre o tema com maior atenção, porque aí estão os índices da atividade econômica, do Produto Interno Bruto, da agregação de novos empregos, ou seja, a economia está pedindo e o Congresso está respondendo à necessidade”, disse.
Para Marinho, o Parlamento está respondendo da forma como o governo imaginava, diante da necessidade e da prioridade da questão previdenciária. “Todos aqueles que se pronunciam a respeito do assunto, mesmo os que fazem oposição, compreendem a necessidade de estruturar o nosso sistema e admitem, de forma unânime, que há um déficit que precisa ser combatido. O que o governo fez foi apresentar um projeto que responde, me parece, às principais críticas que havia ao projeto anterior, a PEC 287.”
MP 871
Segundo o secretário, há perspectiva de que, na próxima semana, seja apreciada a Medida Provisória (MP) 871, que combate fraudes no INSS. “Esperamos que o Congresso se debruce e vote a MP 871, que vai permitir uma economia de mais de R$ 10 bilhões por ano ao sistema previdenciário”.
Marinho lembrou ainda que o prazo de validade da MP 871 termina em 3 de junho e que, por isso, ela tem que ser votada até a próxima semana. De acordo com ele, depois o governo vai enviar um projeto para cobrar grandes devedores para fortalecer a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. “Essa questão da dívida está desmistificada. Está muito claro o compromisso do governo com esse processo.”
O secretário destacou que todos estão sendo convidados a participar do esforço que é reequilibrar as contas públicas. “Aqueles que têm melhor condição vão contribuir com mais, aqueles que têm menos condição vão contribuir com menos, mas todos vão contribuir. Todos vão participar e por fim a questão do equilíbrio fiscal”, ressaltou.
Agenda Rio
De acordo com Marinho, sua agenda no Rio neste fim de semana será para tratar de questões trabalhistas.
“Amanhã (25) vou receber representantes da federação das indústrias e de empresas do estado. Estamos tratando de normas regulamentadoras, entre outras, da questão da burocracia imposta ao setor, denecessidade de se criar um ambiente mais confortável para quem empreende, para quem gera oportunidades em nosso país. É um processo de ganha-ganha, e isso é uma atividade precípua da pasta que está sob o nosso comando”, adiantou.
Marinho reafirmou que os trabalhadores brasileiros não perderam direitos com as mudanças na legislação.
“Este desafio eu fiz em todos os debates de que participei. Qual foi o direito que foi retirado? O direto dos trabalhadores está preservado e respeitado por este governo e pela sociedade. Agora, não é possível mantermos uma situação em que estamos inseridos onde não há segurança jurídica e não há uma previsibilidade para quem quer empregar. Quem gera emprego não sou eu, que sou o político, ou o administrador. Quem gera emprego não é o judiciário ou o Ministério Público. Quem gera emprego é o empreendedor, o vendedor de pipoca, o cara que tem um sorvete. Do cachorro quente até o proprietário de uma grande empresa. Este precisa ser bem tratado, porque é quem gira a economia do nosso país, respeitando os direitos do trabalhador”, concluiu.
Ao sair da sede da CNC, Marinho foi à sede do Ministério da Economia, também no centro do Rio, para uma reunião com o ministro Paulo Guedes. Uma hora depois, foi o ministro que chegou para um almoço na CNC, com o presidente da entidade, José Roberto Tadros, onde ainda está na companhia do secretário.
Peraí… faltam quantos dias para acabar o primeiro semestre?
E as empresas terceirizadas em nome de laranjas q “quebram” e não pagam a ninguém? Tamos na cola.
Bandido legitimado
Quem fala mal do Rogério Marinho é pq não conhece a sua competência, o RN perdeu em não ter reelegido um exemplo de homem público e elegeram alguns picaretas.
Leva pra casa.
Exemplo de homem público…isso é piada. O cara responde judicialmente. Quando era vereador pintou e bordou e hoje aparece de bom moço, querendo passar a ideia de uma previdência salvadora da Pátria… E o cidadão continua sem ver a luz no fim do túnel, mesmo com a tão famigerada reforma trabalhista.
Simplesmente ridículo, como foi possível a população do RN deixar esse ser desumano ficar ainda na suplência?
Confio que exista o inferno para certas almas penarem pela eternidade
Carrasco dos trabalhadores, duplamente com essas duas reformas malditas!!
e rogerio marinho não se elege nem para conselho comunitário de bairro

Um ovo custa a mesma coisa que 93,3 milhões de litros de gasolina e com US$ 1 (o equivalente a R$ 4) é possível comprar o conteúdo de 14.600 caminhões-tanque: na outrora potência petroleira Venezuela, a hiperinflação e o congelamento dos preços fazem o combustível sair praticamente de graça.
O paradoxo é que, com a gasolina mais barata do mundo, os venezuelanos enfrentam ciclos de escassez, o último deles iniciado na semana passada, com filas que chegavam a vários dias de espera para encher o tanque em diversas regiões.
“Aqui a gasolina é grátis”, resumiu à AFP o economista Jesús Casique.
Um ovo no supermercado custa 933 bolívares, mas no posto, um litro de gasolina custa 0,00001 bolívares.
Para encher um tanque de 50 litros custa 0,0005, montante impossível de pagar de forma exata: a menor nota é a de dois bolívares, após uma reconversão monetária lançada pelo presidente Nicolás Maduro em agosto passado.
À época, foram cortados cinco zeros do bolívar, mas as novas notas foram pulverizadas por uma hiperinflação que o Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta em 10.000.000% para este ano. As moedas já não existem mais.
“O pouco dinheiro que você entrega para a pessoa que abastece seu carro no posto é uma gorjeta”, porque o combustível é praticamente gratuito, afirmou Henkel García, diretor da firma Econométrica, à AFPTV.
Um dólar, cotado a 5.641,50 bolívares nesta quinta-feira (23) pelo Banco Central da Venezuela, compra 554,6 milhões de litros de gasolina, suficientes para encher 222 piscinas olímpicas.
“Como ficou tão barata? Com uma inflação que foi crescendo, e um preço de gasolina que ficou estagnado”, explicou García.
O plano de reajuste de Maduro de 2018 incluía aumentar a gasolina, e até equipará-la com preços praticados no mercado internacional para pessoas sem o “Carnet de la Patria”, documento que dá acesso a subsídios e que a oposição considera um mecanismo de controle social.
A alta nunca se concretizou no país com as maiores reservas de petróleo, cuja produção atingiu seus piores níveis em três décadas.
Com esse colapso, a Venezuela vive a pior crise de sua história moderna.
Para Maduro, a situação é o resultado de uma “guerra econômica” da oposição e dos Estados Unidos para derrubá-lo; para seus críticos, são produto de anos de políticas erradas do chavismo.
O “aumento da gasolina foi um tabu (…). Boa parte do mundo político acha que aumentar a gasolina pode elevar a pressão social, e isso pode levar a uma mudança política”, resumiu García.
Em 1989, após um ajuste de preços, teve início um conflito social conhecido como “Caracazo”, que deixou 300 mortos em Caracas e povoados vizinhos. Este é um fantasma que se agita sempre que é mencionado um aumento do preço da gasolina.
Pobres subsidiando ricos
Para que um litro de gasolina seja vendido na Venezuela a preço internacional teria que alcançar 4.659 bolívares por litro, explicou Casique.
A enorme diferença entre esse montante e o que os venezuelanos pagam na realidade custa ao Estado cerca de US$ 5,24 bilhões anuais, de acordo com especialistas.
“Dar a gasolina de presente (…) é um subsídio muito regressivo, porque quem tem carro é o grupo social mais rico. É um subsídio que os que não têm carro pagam para os que têm carro, e isso é algo muito prejudicial”, disse García.
As penúrias dos venezuelanos —incluindo apagões e escassez de produtos básicos, como medicamentos — soma-se à falta de combustível.
Atualmente, a Venezuela refina apenas 100 mil barris de gasolina diários, a metade da demanda, vendo-se obrigada a importar o resto, afirmou o deputado opositor José Guerra.
Mas, em um contexto de seca de dólares pela crise, “não temos como pagar esses 100 mil barris”, acrescentou Guerra, ex-diretor do Banco Central.
A entrada em vigor no fim de abril de um embargo petroleiro dos Estados Unidos dificulta também a compra de gasolina a empresas americanas “que eram as que normalmente nos abasteciam”, opina García.
Folhapress
Refina 100 mil e compra 100 mil barris (um barril tem 159 litros = 31,8 milhões de litros).
O consumo diário custa quase 1/3 de um ovo; 03 dias um ovo; uma dúzia 'paga' 36 dias.
Não paga nem um parafuso de uma sonda. Mas pode acreditar naquele psolento que atribui toda desfuncionalidade da economia venezuelana ao "embargo" americano.
(johncopland/Getty Images)
Domingo, 8 de março de 1500, Lisboa. Terminada a missa campal, o rei d. Manuel I sobe ao altar, montado no cais da Torre de Belém, toma a bandeira da Ordem de Cristo e a entrega a Pedro Álvares Cabral. O capitão vai içá-la na principal nave da frota que partirá daí a pouco para a Índia. Era uma esquadra respeitável, a maior já montada em Portugal, com treze navios e 1 500 homens. Além do tamanho, tinha outro detalhe incomum. O comandante não possuía a menor experiência como navegador. Cabral só estava no comando da esquadra porque era cavaleiro da Ordem de Cristo e, como tal, tinha duas missões: criar uma feitoria na Índia e, no caminho, tomar posse de uma terra já conhecida, o Brasil.
A presença de Cabral à frente do empreendimento era indispensável, porque só a Ordem de Cristo, uma companhia religiosa-militar autônoma do Estado e herdeira da misteriosa Ordem dos Templários, tinha autorização papal para ocupar – tal como nas cruzadas – os territórios tomados dos infiéis (no caso brasileiro, os nativos destas terras).
No dia 26 de abril de 1500, quatro dias depois de avistar a costa brasileira, o cavaleiro Pedro Álvares Cabral cumpriu a primeira parte da sua tarefa. Levantou onde hoje é Porto Seguro a bandeira da Ordem e mandou rezar a primeira missa no novo território. O futuro país estava sendo formalmente incorporado às propriedades da organização.
O escrivão Pero Vaz de Caminha, que reparava em tudo, escreveu para o rei sobre a solenidade: “Ali estava com o capitão a bandeira da Ordem de Cristo, com a qual saíra de Belém, e que sempre esteve alta.” Para o monarca português, a primazia da Ordem era conveniente. É que atrás das descobertas dos novos cruzados vinham as riquezas que faziam a grandeza e a glória do reino de Portugal.
Uma ideia delirante leva os portugueses ao mar
No começo do século 15, Portugal era um reino pobre. A riqueza estava na Itália, na Alemanha e em Flandres (hoje parte da Bélgica e da Holanda). Então como foi que os lusitanos encabeçaram a expansão européia? A rica Ordem de Cristo foi o seu trunfo decisivo. Fundada por franceses em Jerusalém em 1119, com o nome de Ordem dos Templários, acabou transferindo-se para Portugal em 1307, época em que o rei da França desencadeou contra ela uma das mais sanguinárias perseguições da História (veja na página 40). Quando o infante d. Henrique, terceiro filho do rei d. João I, tornou-se grão-mestre da Ordem, em 1416, a organização encontrou o respaldo para colocar em prática um antigo e ousado projeto: circunavegar a África e chegar à Índia, ligando o Ocidente ao Oriente sem a intermediação dos muçulmanos, que então controlavam os caminhos por terra entre os dois cantos do mundo.
No momento em que d. Henrique, à frente da Ordem de Cristo, resolveu dar a volta no continente africano, a idéia parecia uma doidice. Havia pouca tecnologia para navegar em oceano aberto (o Meditarrâneo é um mar fechado) e nenhum conhecimento sobre como se orientar no Hemisfério Sul, porque só o céu do norte estava mapeado. Mais ainda: acreditava-se que, ao sul, os mares estavam cheios de monstros terríveis (veja na página ao lado). De onde teria vindo então a informação de que era possível encontrar um novo caminho para o Oriente? Possivelmente dos templários, que durante as cruzadas, além de se especializarem no transporte marítimo de peregrinos para a Terra Santa, mantiveram intenso contato com viajantes de toda a Ásia.
A proposta visionária recebeu o aval do papa Martinho V, em 1418, na bula Sane Charissimus, que deu caráter de cruzada ao empreendimento. As terras tomadas dos infiéis passariam à Ordem de Cristo, que teria sobre elas tanto o poder temporal, de administração civil, quanto o espiritual, isto é, o controle religioso e a cobrança de impostos eclesiásticos.
Entre o lançamento oficial da empreitada e a conquista do objetivo último decorreria um longo tempo, precisamente oitenta anos. Apenas em 1498, o cavaleiro Vasco da Gama conseguiria chegar à Índia. Morto em 1460, d. Henrique não assistiu ao triunfo da sua cruzada. Mas chegou a ver como, no rastro dela, Portugal ia se tornando a maior potência marítima da Terra.
Um porto aberto na encruzilhada do mundo
D. Henrique sagrou-se cavaleiro em 1415, na batalha de Ceuta, no Marrocos, em que os portugueses expulsaram os muçulmanos da cidade. No ano seguinte, o príncipe virou comandante da Ordem. Como a sucessão do trono português caberia a seu irmão mais velho, d. Duarte, Henrique assumiu o cargo de governador do Algarve. Solteiro e casto, dividia o seu tempo entre o castelo de Tomar, sede da Ordem, e a vila de Lagos, no Algarve. Em Tomar, cuidava das finanças, da diplomacia e da carreira dos pilotos iniciados nos segredos do empreendimento cruzado.
O castelo era um cofre de recursos e informações secretas. Lagos era a base naval e uma corte aberta. Vinham viajantes de todo o mundo, de “desvairadas nações de gentes tão afastadas de nosso uso”, escreveu o cronista Gomes Eanes de Zurara, na Crônica da Tomada de Guiné. Os personagens desse livro revelam um pouco do cosmopolitanismo do porto de Lagos: havia gente das Ilhas Canárias, caravaneiros do Saara, mercadores do Timbuctu (hoje Mali), monges de Jerusalém, navegadores venezianos, alemães e dinamarqueses, cartógrafos italianos e astrônomos judeus.
Uma das regras de ouro da diplomacia era presentear. Assim, o príncipe juntou uma biblioteca preciosa. Entre mapas, plantas e tabelas havia um exemplar manuscrito das Viagens de Marco Polo. Não por acaso a primeira edição impressa dessa obra foi feita não em latim ou em italiano, mas em português, em 1534.
A Ordem combatente dos padres-soldados
Conquistada pelos cristãos na Primeira Cruzada, em 1098, Jerusalém estava de novo cercada pelos árabes em 1116. Foi quando os nobres franceses Hugo de Poiens e Geoffroi de Saint-Omer juraram, na Igreja do Santo Sepulcro (o templo dos cristãos), viver em perpétua pobreza e defender os peregrinos que vinham à Terra Santa. Nascia a Ordem dos Cavaleiros Pobres de Cristo, renomeada, em 1119, como Ordem dos Cavaleiros do Templo – a Ordem dos Templários.
Na época, várias organizações católicas congregavam devotos sob regimento próprio. A dos Templários, entretanto, era diferente: seus membros eram monges-guerreiros. As normas da Ordem eram secretas e só conhecidas, na totalidade, pelo comandante- em-chefe (o grão-mestre) e pelo papa. Desde o início, os templários foram desobrigados de obedecer aos reis. Podiam, assim, ter interesses próprios. Ao entrar na companhia, o novato conhecia só uma parte das regras que a guiavam e, à medida em que era promovido, sempre em batalha, tinha acesso a mais conhecimentos, reservados aos graus hierárquicos superiores. Ritos de iniciação marcavam as promoções. Foi essa estrutura que permitiu, mais tarde, à Ordem de Cristo manter secreto os conhecimentos de navegação no Atlântico.
Enquanto as cruzadas empolgaram a Europa, os templários receberam milhares de propriedades por doação ou herança e desenvolveram intensa atividade econômica. Nos seus feudos, introduziram métodos racionais de produção e foram os primeiros a criar linhagens de cavalos em estábulos limpos. Uma rede de postos bancários logo se espalhou por vários países. Peregrinos a caminho da Terra Santa depositavam seus bens no ponto de partida e ganhavam uma carta de crédito com o direito de retirar o equivalente em moeda local em qualquer estabelecimento templário. Daí para gerirem as finanças de reis como o da França foi um passo.
Mas a sua exuberância gerou inveja. Enquanto houve cruzadas, os templários exibiram orgulhosamente o manto branco com a cruz vermelha – a mesma que depois as naus portuguesas usariam. Com a queda da Cidade Santa, em 1244, e a expulsão das tropas cristãs da Palestina, em 1291, a mística se dissipou e a oposição monárquica tornou-se explícita. Nas décadas seguintes, a confraria seria extinta em toda a Europa. Com a exceção de Portugal.
Calúnia e difamação
Muito boa matéria.
Faça sempre relatos históricos.
Servem para nos instruir e mostrar aos filhos.
História fantástica de homens guerreiros! Viva a igreja católica, viva Portugal e viva a terra de Santa Cruz, o Brasil!!
Viva o interesse em explorar nossas riquezas e escravizar os indios…
Brasil foi descoberto pela Ordem de Cristo, nossa história é rica, heróica e gloriosa. Narrativas falaciosas foram disseminadas para implementar a luta de classes o conto do opressor e o oprimido.
Parabéns a todos que descobriram o maior blog de Dodo a só mundo. Aqui o dono blog não escreve uma linha, só réplica, principalmente do site do Uol , kkkkkk famoso control C control V
Parabéns BG o Maior Fofoqueiro do RN!!!!!!!!!!!!!
GRATO JOÃO. kkkkk
Tu Só mentira
Se descobre cada m****
Excelente matéria
A Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) irá ativar, a partir das 14h deste domingo (26), o Centro Integrado de Comando e Controle Regional (CICCR) para monitorar a manifestação do próximo domingo, que ocorre em Natal a partir das 15h no cruzamento das avenidas Salgado Filho e Bernardo Vieira.
Veja mais: Em ato nacional, grupos de direita realizam no domingo manifestação nas imediações do Midway
Estarão presentes: Polícia Militar; Corpo de Bombeiros Militar; Polícia Civil; Instituto Técnico e Científico de Perícia; Polícia Rodoviária Federal; Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana; Guarda Municipal.
Vai ninguém.
fico feliz que todo esse aparato estejam conosco na nossa reivindicação, todos esses guerreiros com certeza se estivessem de folga estariam lá com a nossa bandeira verde e amarela gritando dias melhores por a nossa nação…Brassilllllll com certeza amanhã estarei lá.
É a direita q vai manifestar, não precisa nem de policia!!! Somos ordeiros!
Se voces escolhem o dia de descanso para se manifestar o problema é de vocês, nem por conta disso acho vocês idiotas úteis! Apenas laranjas úteis!!!
Estávamos trabalhando no dia em que voces atrapalhavam o transito !!!
Não precisa, são pessoas querem o bem do país, não tem os bandidos petralhas. primeiro, vejam que a escolha do dia, não prejudica as pessoas nos seu afazeres normais do dia a dia. Diferente dos canalhas, que preferem dias e locais que atrapalhem a vida das pessoas.
E Queiroz vai?
É a gove do góipi colocando a polícia no cangote dos manifestantes da direita… Fossem do MST, da CUT, UNE ou da sindicalha ela mandava pão e mortadela.
Talude fica a 1,5 km da barragem Sul Superior, da Vale. Foto: Márcio Neves / R7
A ANM (Agência Nacional de Mineração) informou que a movimentação no talude da mina Gongo Soco, da Vale, em Barão de Cocais, a 93 km de Belo Horizonte, já chega a 16 centímetros por dia em alguns pontos mais críticos. Desde a última semana, a cidade está em alerta com a possibilidade do deslizamento da estrutura afetar a barragem Sul Superior, que fica a 1,5 km de distância.
Segundo Wagner Nascimento, chefe da divisão de segurança de barragens de mineração da ANM em Minas Gerais, os números foram apresentados no último relatório da mineradora Vale, dona da mina. O documento indica que a média geral de deslocamento diário é de 12,5 centímetros.
O que é um talude?
Talude (vermelho) está a 1,5 km da barragem Sul Superior (amarelo). Foto: Divulgação / Vale
Os taludes são superfícies inclinadas, como grandes paredes, que servem para para conter um terreno ou delimitar a massa de materiais como rocha, minério e lixo. No caso da Mina Gongo Soco, a estrutura está no entorno de um lago de água represada.
Quais os riscos na estrutura?
No dia 13 de maio, a Vale informou aos órgãos públicos que registrou aumento da movimentação no talude norte. Em condições normais, a estrutura tem deslocamento médio de 10 centrímetros por ano. Contudo, no início do mês, a movimentação era de 4 centímetros por dia.
Um relatório da empresa previu que o talude deveria desmoronar entre os dias 19 e 25 de maio. Após ter a constatação dos dados, a mineradora alertou o Ministério Público de Minas Gerais não é possível afirmar se a vibração gerada pelo deslizamento do talude vai provocar o rompimento da barragem Sul Superior, que fica a 1,5 km de distância.
“Caso venha acontecer a ruptura no talude norte, não é possível afirmar se a vibração decorrente desta ruptura poderá causar um gatilho para liquefação da Barragem Sul Superior”, informou o documento.
Contenção
A barragem Sul Superior é classifica no nível três – risco iminente de rompimento – desde o mês de março. Cerca de 450 moradores que viviam próximos à estrutura foram levados para imóveis alugados pela Vale. Os demais, que vivem em locais que seriam atingidos pela lama depois de uma hora do possível estouro, passaram por dois treinamentos de fuga.
Para tentar reduzir os impactos de um possível rompimento, a mineradora iniciou a construção de uma contenção de concreto para atuar como uma barreira física para lama. A empresa diz que também prepara terraplenagem, contenções com telas metálicas e posicionamento de blocos de granito no entorno para reduzir a velocidade da lama em um possível rompimento. A Vale informou, ainda, que monitora a área remotamente, 24 horas por dia.
Arte / R7 – 23.03.2019
R7
Mais um parto da vergonhosa montanha de lixo da Vale, que se sucederá no país da impunidade. E a população, indefesa, continuará pagando essa conta com vida. Mas no Brasil a vida não vale nada mesmo.
Cena de ‘Mektoub, My Love: Intermezzo’ (Foto: Divulgação)
Seis anos depois que ‘Azul É a Cor Mais Quente’ gerou controvérsia no Festival de Cannes, o cineasta Abdellatif Kechiche está sendo criticado novamente. Dessa vez, por ‘Mektoub, My Love: Intermezzo’. Abdellatif está sendo “massacrado” pelo conteúdo sexual prolongado de seus filmes em várias frentes. ‘Mektoub, My Love: Intermezzo’ estreou no Festival de Cannes nesta semana inspirando reações negativas de críticos, jornalistas e membros da audiência.
‘Intermezzo’ é a sequência de ‘Mektoub, My Love: Canto Uno’, que estreou em Cannes em 2017. Ambos os filmes, baseados no romance de François Bégaudeau, ‘La Blessure, la vraie’, apresentam Ophélie (Ophélie Bau) e Amin (Shaïn Boumédine) no centro de uma complexa teia de atração. Uma cena de ‘Intermezzo’ depois de cerca de dois terços do filme (que tem quase quatro horas de duração) mostra um longo e consensual encontro sexual em um banheiro entre Ophélie e um homem. A cena, segundo o portal IndieWire, apresenta o que parece ser um sexo oral não simulado e dura muito mais do que a cena de sexo mais extensa do filme ‘Azul É a Cor Mais Quente’, de 2013.
Abdellatif Kechiche (Foto: Getty Images)
‘Azul É a Cor Mais Quente’, que ganhou o prêmio Palme d’Or do festival, apresentou vários momentos íntimos entre as personagens de Lea Seydoux e Adèle Exarchopoulos. Ambas as atrizes detalharam mais tarde as condições inóspitas de filmagem no set, denunciando o comportamento de Kechiche ao supervisionar várias de suas cenas. No outono passado, Kechiche foi acusado de agressão sexual, acusações que seus advogados disseram que o diretor “categoricamente nega”.
Comentários sobre o polêmico filme Mektoub My Love: Intermezzo (Foto: Reprodução Twitter)
As reações do público nas redes sociais foram predominantemente negativas, com alguns espectadores dizendo que saíram da exibição de ‘Mektoub, My Love: Intermezzo’ e um seguidor postou até uma foto da sala de cinema com muitos lugares vazios. David Ehrlich detalhou muitos dos problemas em sua crítica: “Enquanto o conteúdo sexual explícito em ‘Canto Uno’ é menos freqüente e hostil do que em ‘Azul É a Cor Mais Quente’, a natureza maliciosa do seu trabalho de câmera [em ‘Intermezzo’] é mais pronunciada; o olhar masculino é praticamente a única lente que Kechiche usa”.
Assim como aconteceu com ‘Canto Uno’, ‘Intermezzo’ está competindo no festival e é elegível para os prêmios do júri – os vencedores das categorias de roteiro, atuação e direção serão revelados no encerramento do festival no sábado à noite. Confira o trailer do primeiro filme, que conta com os mesmos personagens:
Globo, via Revista Monet
O Conselho Regional de Administração do RN está oferecendo o Programa de Capacitação e Formação de Multiplicadores de Conhecimento em MPEs com o objetivo de preparar Administradores para atuarem como consultores em micro e pequenas empresas, disseminando conhecimentos e boas práticas de gestão.
O Rio Grande do Norte participa, pela primeira vez, do programa, realizado pelo Sistema CFA/CRAs, por meio de acordo de cooperação técnica celebrado com a Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República (SMPE-PR).
O curso é gratuito para administradores registrados e em dia com suas obrigações junto ao regional. O edital está disponível no site www.cfa.org.br, onde também podem ser feitas as inscrições
O número de vagas é limitado e os participantes serão definidos através de sorteio
O Programa é composto por quatro módulos com aulas presenciais e a distância, ministradas pela equipe da Fundação Instituto de Administração (FIA) da Universidade de São Paulo.
A Praia de Pirangi do Sul e Balneário Pium estão impróprias para banho. É o que informa o Boletim da Balneabilidade das praias do RN (nº 21/2019), emitido nesta sexta-feira (24/05/2019). Nesta semana foram coletadas, analisadas e classificadas amostras de água em 33 pontos nas praias potiguares, distribuídas na faixa costeira situada entre os municípios de Nísia Floresta e Extremoz, a fim de classificar e informar ao banhista quais as condições das praias monitoradas para o banho.
O estudo é uma parceria entre o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (IDEMA), o Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) e a Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico do RN (FUNCERN), fazendo parte do Programa Água Azul.
Confira abaixo:

http://programaaguaazul.ct.ufrn.br/boletins/?a=2017&m=05&d=25
Cabral revelou parceria com empresário Jorge Salada. Foto: Reprodução/MPF
O ex-governador do Rio, Sérgio Cabral, admitiu na última quinta-feira (23) que recebeu, em 2009, R$ 1,5 milhão de propina para favorecer um grupo de empresários na licitação do serviço Poupa Tempo. A licitação foi ganha pela empresa de Jorge Sadala.
“Houve uma determinação minha para que ganhasse o consórcio pertencente ao senhor Jorge Sadala”, disse Cabral em depoimento na 7ª Vara Federal Criminal, no interrogatório da Operação C’est Fini.
Durante o depoimento, Cabral revelou que tem um terreno em Ipanema e um prédio comercial na Barra da Tijuca em sociedade com Sadala. O terreno fica próximo à Rua Vinicius de Moraes. Segundo Cabral, eles pretendiam construir um prédio de quatro andares no local.
“Eu sou proprietário de metade deste terreno e também de um prédio comercial que nós compramos na planta na Barra da Tijuca, de mais ou menos mil metros quadrados. Isto perfaz um valor em termos de propina de cerca de R$ 6,5 milhões”, revelou Cabral.
Também em depoimento hoje à Justiça, Sadala negou que tenha sociedade com Cabral no prédio da Barra da Tijuca e no terreno em Ipanema.

R7
O dia que esse Cabral abrir mesmo a boca , o rato ladrao condenado Lula MORRE NA CADEIA
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