Rodrigo Maia reconheceu que as manifestações em apoio ao governo Jair Bolsonaro contribuíram para a derrubada da recriação de ministérios. Admite que a população não aceita mais o toma-lá-dá-cá.
Calaram fundo no Planalto as críticas de Janaína Paschoal (PSL-SP) à desinteligência política das manifestações do próximo fim de semana. A deputada campeã de votos é ouvida no gabinete de Bolsonaro.
Somente a demonstração explícita da vontade do povo poderá chamar esse Congresso à responsabilidade. Até concordo que o governo em si não deve se envolver diretamente nas manifestações mas, aqueles que apoiam a pauta que foi democraticamente subscrita pelos brasileiros com a eleição de Bolsonaro precisam demonstrar sua insatisfação com a sucessão de chantagens contra o Presidente. O momento de escolher a pauta de governo já passou. Agora, é implementá-la. Aos derrotados, cabe aguardar as próximas eleições. Conformem-se e deixem de tentar prejudicar o Brasil e torcer contra o nosso futuro.
Isso só demonstra o quanto temos que ir pras ruas, qualquer poder tem mêdo das rua, temos é que nós unir e partir pra exigir o corte dos privilégios das castas superiores, eles são pagos por todos de quem ganha salário mínimo até quem ganha milhões, logo, é nojento um trabalhador que ganha um mínimo, pagar mensalmente 40, 70 vezes o que ele recebe pra um funcionário seu, além disso tem auxílios diversos, carros celulares, colégio caro para filhos, termina pagando até 200 vezes mais do que ele ganha. Isso não pode continuar, temos que exigir um limite, e que jamais seja o que esses bandidos recebem pra massacrar o povo brasileiro.
O congresso tem que fazer as mudanças necessárias , aprovar a reforma da previdência , O COAF tem que ficar no Ministério da Justiça. Fazer o seu papel e não quer tumultuar
O café é a segunda bebida mais consumida entre os brasileiros, ficando atrás somente da água. A constatação faz parte de pesquisa inédita, encomendado pela Jacobs Douwe Egberts (JDE), empresa detentora das marcas Pilão e L’OR, em parceria com a Aocubo Pesquisa. O levantamento sugere, ainda, que o brasileiro consome, em média, 3 a 4 xícaras de café por dia.
Em relação ao tipo do café, cerca de 79% dos consumidores afirmam tomar torrado e moído com maior frequência, mas outros segmentos também despontam entre a preferência dos brasileiros, como cappuccinos, expresso e solúvel, informa a empresa, em comunicado.
A pesquisa revela que o café tem uma penetração extremamente alta no Brasil: 98% dos lares consomem café. Pode-se dizer que é uma das poucas categorias cujo consumo reflete o perfil da população brasileira. Também é possível dividir o consumo da categoria em dois momentos: o início da relação com o café, entre 18 e 35 anos, onde o consumo é mais moderado, até o consumo mais intenso, a partir dos 40 anos.
A conclusão que se tem com o estudo é que é inegável a importância cultural do café entre os brasileiros. É uma bebida de papel social imprescindível em interações sociais, como visitas, encontros e reuniões de trabalho. Tudo gira em torno de uma xícara de café.
A pesquisa, que tem como objetivo analisar o perfil do consumidor e entender seus hábitos de consumo, ouviu cerca de 3,4 mil pessoas em todo Brasil.
Água nem deveria contar porque é uma necessidade fisiológica. Sendo assim o nosso cafezinho assume a primeira posição, deixa ele lá, é mais saudável que a cervejinha embora goste dos dois.
Governadores de 13 Estados e do Distrito Federal assinaram nesta terça-feira, 21, uma carta contra o decreto que facilita o porte de armas e o acesso a munições no País, publicado há duas semanas pelo governo Jair Bolsonaro. No documento, eles argumentam que as novas regras podem piorar os indíces de violência nos Estados, e pedem os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário atuem para a “imediata revogação” do decreto.
Um dos principais argumentos é que o aumento da circulação de armas de fogo pode fortalecer facções criminosas, por meio de desvios e roubos de armamentos. Os governadores pedem, como solução para a área de segurança pública, ações para melhorar a forma como o governo restreia armas e munições, além de medidas para evitar que armamentos regulares caiam nas mãos de criminosos.
“Julgamos que as medidas previstas pelo decreto não contribuirão para tornar nossos Estados mais seguros”, diz a carta. “Ao contrário, tais medidas terão um impacto negativo na violência – aumentando, por exemplo, a quantidade de armas e munições que poderão abastecer criminosos – e aumentarão os riscos de que discussões e brigas entre nossos cidadãos acabem em tragédia.”
Esses governadores deveriam se preocupar com a saúde, que está um lixo. ….com a educação, que está um lixo. …….e deixar a segurança com quem entende. ……..viva Bolsonaro.
É triste ver a população sendo massacrada nas ruas e até em casa por essa bandidagem e o PT e ESQUERDA fazendo vista grossa só pra ser contra o presidente. Se não for legal a população fará de outra maneira morrer e ver sua família ser humilhada sem ter uma chance de reagir é que não dá.
Lixo , lixo , lixo!! Essa esquerda é a favor dos bandidos armados, tudo faz para deixar a vagabundagem roubar , matar sem que o cidadão de bem possa fazer nada!!!
Apesar da relação difícil entre o governo Jair Bolsonaro e o Congresso , parlamentares decidiram tentar votar nesta quarta-feira a Medida Provisória (MP) 870, que enxugou o número de ministérios no primeiro dia do ano.Os deputados decidiram abandonar a ideia de recriar as pastas de Integração Nacional e Cidades, aprovada em comissão especial com apoio do Planalto. O número de 22 pastas deve ser mantido.
Persiste, porém, a divergência sobre o destino do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que o governo deseja manter na pasta da Justiça e o centrão e a oposição atuam para realocá-lo na Economia. Caso a MP não seja aprovada pela Câmara e pelo Senado até 3 de junho, a medida perde a validade. Voltariam a valer os 29 ministérios do governo Michel Temer.
Apesar da tentativa da oposição de obstruir a pauta de votações, líderes do centrão querem analisar medidas provisórias que estão travando os trabalhos na Casa. A intenção dos deputados é acelerar o ritmo para tocar uma agenda independente, sem ficar a reboque do governo.
O acordo foi selado na manhã de ontem na casa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e confirmado depois numa reunião de líderes da Câmara. Na residência de Maia também estavam o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MBD-PE), relator da MP na primeira fase do processo legislativo, a comissão especial.
Durante a tramitação do texto da medida na comissão do Congresso, havia sido firmado um acordo entre Jair Bolsonaro e os presidentes da Câmara e do Senado de que o Ministério do Desenvolvimento Regional seria dividido em dois: Integração Nacional e Cidades. Ao ceder a ocupação dos ministérios por indicados de Maia e Alcolumbre, o governo poderia melhorar a relação com os parlamentares.
Entretanto, desde o início da negociação, líderes do centrão ficaram insatisfeitos por não terem sido consultados sobre o assunto. Com a deterioração da relação entre Planalto e Congresso e a pressão do PSL contra o aumento do número de pastas, o governo recuou.
Esses parlamentares fossem mãos limpas, eram pra está aplaudindo. Im Órgão como esse nas mãos de um cara, com a envergadura do ministro Moro, mas não, estão se pelando de medo, tambem! Sujos igual a pau de galinheiro, é uma vergonha nacional parte desses congressistas.
Vão trabalhar!!
Maxem!!
Vão cuidadar de aprovar o projeto do Homem, bando de meia boca, honrem o mandato que tem, a bem do país, bando de desonestos.
Até parece q quem é crimonoso parou de praticar seus crimes por conta do Moro. O Brasil é um país tão maluco q as conclusões sobre temas complexos se resolvem com argumentos surreais.
Lógico, o coaf no MJ com Moro, incomoda qualquer bandido malfeitor, corrupto, e defende o cidadão desses ladrões. É isso que esses congressistas tem medo.
Uma medida em estudo pelo governo pode render a estados um fôlego extra de R$ 9,5 bilhões. A ideia, capitaneada pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), é permitir que os Executivos locais peguem dinheiro emprestado dos chamados fundos constitucionais, criados para desenvolver regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte. Hoje, esses recursos só podem ser usados para financiar empreendimentos tocados pelo setor produtivo. A ideia seria permitir que 30% desse dinheiro sejam empregados pelos estados para realizar investimentos e bancar algumas ações de custeio. A autorização deve ser feita por meio de uma medida provisória (MP).
A proposta foi anunciada semana passada por Caiado , após uma reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes. A ideia é garantir crédito aos estados enquanto o chamado Plano de Equilíbrio Fiscal (PEF) não sai do papel. Apelidado de Plano Mansueto (em referência ao secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida), o programa prevê a autorização de R$ 10 bilhões em empréstimos com aval da União para estados que apresentarem planos de ajuste fiscal. Mas ainda não chegou ao Congresso.
Para este ano, os três fundos regionais têm R$ 31,5 bilhões disponíveis para financiar projetos. Se a ideia de Caiado for aplicada como o governador explicou, 30% disso iriam para as mãos dos governadores — o que daria os R$ 9,5 bilhões.
Os fundos foram criados em 1989, logo após a promulgação da Constituição. São financiados por repasses de 3% da arrecadação federal de Imposto de Renda e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Por lei, têm acesso aos recursos produtores, empresas e cooperativas de setores como agropecuária, indústria e serviços. O sistema dá preferência a micro e pequenas empresas. Desde o ano passado, parte do dinheiro também irriga o Financiamento Estudantil (Fies).
A ideia de Caiado está no radar de outros estados. Para Aldemir Freire, secretário de Planejamento e Finanças do Rio Grande do Norte, a medida ajudaria na retomada de investimentos. Assim como Goiás, o estado decretou calamidade financeira.
– Ajudaria, sim. Sobretudo para investimentos em infraestrutura. Atualmente, nossa capacidade de realizar investimentos com recursos próprios é praticamente zero. Sem acesso a novas fontes baratas de financiamento, nossa infraestrutura tende a se agravar nos próximos anos – afirmou o secretário.
Sobre o episódio com o líder do governo, Maia afirmou não ter ficado “zangado com ninguém”, mas voltou a dizer que uma charge compartilhada por Vitor Hugo há cerca de dois meses no grupo de Whatsapp do PSL, atacou a Câmara institucionalmente e foi “desrespeitosa”. A mensagem associava a negociação do governo com o Congresso a sacos de dinheiro. Maia teve acesso à sátira.
“A publicação é desrespeitosa, mas não foi só ele. Tem secretários de alguns ministérios que também postaram e nós não vamos aceitar esse tipo de tratamento de alguns membros do poder Executivo e seus representantes em relação ao poder Legislativo”, disse.
Vitor Hugo, porém, afirmou que a intenção da charge não era ser um ataque ao Parlamento, mas sim, uma forma de chamar atenção sobre a percepção que a sociedade tem do deputados e senadores. “A minha exortação no grupo do PSL era para que a gente conseguisse mudar a percepção da sociedade em torno de nós parlamentares. Parte da população brasileira só acredita que há diálogo com emendas ou dinheiro envolvido. A existência da charge expressa o que uma parte da população pensa sobre o Congresso”, explicou.
Maia, porém, afirmou não estar preocupado com o líder do governo e nem com o governo. “Estamos preocupados com o povo brasileiro”, disse. Ele ressaltou que a Câmara dará demonstração de responsabilidade quando aprovar a reforma da Previdência em junho ou julho. “Conheço a pauta da Câmara, tenho diálogo com todos os líderes, Quem escolhe o líder do governo é o presidente, não estou aqui para discutir líder do governo”, disse.
O presidente da Câmara disse ainda nunca ter tido uma relação com Vitor Hugo, mas ressaltou que ele poderá continuar indo às reuniões de líderes realizadas tanto na Câmara quanto na residência oficial. “Continuei sem ter (relação com Vitor Hugo) a partir de março depois que eu vi qual é a opinião que um deputado tem do próprio Parlamento. Mas ele participa das reuniões de líderes aqui, quando tiver reuniões maiores na minha residência, ele pode participar, já participou de reuniões que eu não convidei e eu nunca expulsei ninguém, não tem problema nenhum”, disse.
Vitor Hugo, por outro lado, afirmou que sempre buscou estabelecer pontes com o presidente da Casa, mas sempre sentiu um certo distanciamento. O deputado disse também que as críticas foram feitas à forma como Maia estava conduzindo as decisões sobre a pauta da Casa, em reuniões com um pequeno grupo de líderes apenas.
Apesar de Maia ter dito que não haveria mais diálogo com ele, Vitor Hugo acredita que o rompimento não é completo. “Acho que só foi evidenciado o que já acontecia. Não é bom para ninguém que o presidente da Câmara e o líder do governo não compartilhem ideias, não cheguem a um meio termo que seja ideal para a pauta da Câmara”, disse e completou afirmando que irá “esperar a poeira baixar” para procurar Maia para uma conversa.
Se não fosse os doces e Maias o RN era outro estado. Pq são prenchefotes de cadeiras e carteiras. É mesmo tantos anos no senado só sabia jogar conversa fora. Inúteis para o estado e nunca brigaram por indústria. Como pode ser um polo petrolífero , polo salineiro, é de energia eólica e ter essa cais que essa governadora por questões pessoas nem os atrasados pagam. Vão ver se ele é seus secretários tem seus salários atrasados. Sistema público brasileiro faz vergonha ao mundo inteiro. Chega, basta dessa irmã de incompetentes. Quero gestores em políticas públicas assumindo cargos políticos. Pode, pessoas realmente qualificadas no poder. Pq virou a casa da da mãe Joana. Um verdadeiro caos que O Escritor Pedro Cavalcante não fazia ideia do que estava por vir. Quando escreveu seu livro " A corrupção. Que é uma narrativa dos fatos e bastidores desde a chegada dos portugueses até o período Collor.
Esse Rodrigo Maia é seus companheiros. Querem encobrir tida sujeira de anos. Mais nao a nada oculto que não seja revelado. É tenho certeza que ele será desmoralizado como os que estão presos. Por roubar. Obistruir as verdades da podridão dos bastidores que é esse nojo de policiticos como ele. Tira a chupeta dele e ele tá irritado. O Brasil não te suporta! Vai se tratar seu doente por poder.
Rir
Coitado. Pensa que é supremo e nunca vai morrer. Tu não vai levar nada apenas os torres que comente contra a nação. Ele deveria ser preso por obstrução e intromissão. Quer ter mais poder que um presidenta de uma nação. É tão invejoso que seu peito estufado não esconde suas frustações e recalques. Pare de atrapalhar o Brasil. Não queremos pessoas como você mais ocupando cargos públicos.
O DEM, partido desse investigado, tem 2 ou 3 ministros no governo, esse artista que não quer ser criticado pelas safadezas, ainda acha pouco, queria mais.
Homi vai te catar, aloprado.
Um petista frustado elogiando um cara do DEM é engraçado, chega ser patético, como esse mundo dá voltas.
“Estamos preocupados com o povo brasileiro”…kkkkkkkkkkkkkkk
Adorei essa piada do Tirulipa.
Ops, não foi ele quem falou?
Rodrigo Maia? Preocupado com o povo? Kkkkkkkkkkkkkkkk
Eles não são movidos a dinheiro?
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Contra a ameaça vermelha! Hahahaha vai estudar, cabra.
Isso é só porquê não libera ministérios pra eles saquearem, na época de luladrão ele criava ministério por brincadeira, deixava roubar e ainda pegava propina, depois fazia uma piada. Era uma graça né?
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira, 21, a medida provisória que trata da abertura total do setor aéreo brasileiro para o capital estrangeiro. Os parlamentares derrubaram, contudo, a permissão para que companhias do setor cobrem por bagagens despachadas. Da forma como foi aprovada, a MP permite ao passageiro levar, sem cobrança adicional, uma bagagem de até 23 kg nas aeronaves acima de 31 assentos.
Esse dispositivo não fazia parte da proposta original enviada ao Congresso. Mas o relator da MP, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), incluiu a alteração. O texto aprovado no plenário da Câmara permite que empresas estrangeiras detenham 100% do capital de áreas que operam rotas domésticas no País.
Até a publicação da MP no governo Temer, o limite para o capital internacional nas empresas aéreas era de 20%. A liberação irrestrita é uma demanda antiga da Latam e da Gol, que já possuem capital estrangeiro em sua composição acionária.
A medida provisória precisará ser votada pelo plenário do Senado nesta quarta-feira ou perderá a validade. Ainda não se sabe qual será a reação dos senadores ao texto enviado. Parlamentares ameaçavam deixar a MP caducar caso a Câmara não enviasse o texto com as alterações promovidas por Rocha na comissão especial.
O que será remetido, porém, é um meio-termo. O fim da cobrança de bagagens foi mantido, mas a exigência de que estrangeiras que se instalem no País façam ao menos 5% de rotas regionais por dois anos foi retirado.
Inicialmente, a aprovação da MP beneficia uma companhia aérea: a espanhola Air Europa, cujo pedido de concessão para operar voos no País será votado nesta quarta-feira na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). É improvável que a solicitação seja rejeitada, já que o órgão regulatório é um dos defensores da abertura ao capital externo.
Mudanças
As modificações ao texto enviado pelo governo Temer foram feitas em abril por uma comissão. Ao incluir o fim da franquia de bagagem o relator argumentou que a cobrança, permitida há pouco mais de três anos, não resultou efetivamente em redução do preço das passagens, ao contrário do que as empresas argumentaram na época para conseguirem a alteração das regras.
O governo é contrário à medida. O argumento é que a cobrança de bagagem é essencial para que aéreas de baixo custo, conhecidas pelo termo em inglês “low cost”, possam vir ao País.
As ações da Gol e da Azul subiram 6,95% e 5,48%, respectivamente, nesta terça com a expectativa de votação da medida provisória que libera 100% de capital estrangeiro nas companhias aéreas.
Se isso vier a se concretizar será a derrubada de mais um lobby aéreo da Gol e Latam. Que venham empresas fortes disputar o mercado local. Semana passada paguei R$ 1900,00 por ida e volta a São Paulo. Pela Latam e na Gol era o mesmo preço. Por isso que o Constantino deu tanta propina aos petistas.
Um homem matou a ex-namorada e outras três pessoas dentro de uma igreja evangélica em Paracatu, no interior de Minas Gerais, na noite desta terça-feira, 21. Segundo o Corpo de Bombeiros, o agressor atacou a companheira a facadas dentro de casa e, logo depois, foi até a igreja, onde atirou contra outras três pessoas. O pastor também acabou ferido.
Segundo a Polícia Militar, o homem, que é ex-militar das Forças Armadas, atingiu com uma faca a ex-namorada, que estava na casa da mãe dele. Na residência também estava uma irmã e a mãe do agressor. De lá, partiu para a igreja batista da cidade, onde ocorria uma reunião particular. Na igreja, ele atingiu um idoso com um tiro na cabeça e depois uma mulher.
Ao escutar os disparos, dois policiais militares que faziam a ronda na região entraram no templo. O agressor, então, fez uma terceira pessoa de refém e a matou. Nesse momento, a PM atirou contra o homem com um fuzil – o disparo o acertou na clavícula. Ao tentar fugir do tiroteio, o pastor que participava da reunião acabou ferido no pé.
De acordo com a Polícia Militar, o agressor usava uma garrucha de calibre .36, que só tem capacidade para dar um tiro de cada vez. Ele tinha ainda mais seis munições não usadas. O homem foi socorrido e, até as 23 horas de ontem, permanecia entubado.
A ex-namorada foi levada com parada cardiorrespiratória ao hospital municipal e morreu em seguida. As outras vítimas também não resistiram aos ferimentos. O pastor seguia internado na noite desta terça.
“Se a polícia não chegasse rápido, a situação seria muito pior, pois ele ainda tinha seis munições intactas”, disse o major Flávio Santiago, porta-voz da Polícia Militar de Minas. As causas do ataque serão investigadas. Vídeos de moradores publicados ontem nas redes sociais mostravam a aglomeração nas proximidades da igreja e perto do hospital para onde foi levado o criminoso.
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A deputada estadual Janaina Paschoal afirmou à reportagem nesta terça-feira, 21, que não vai abandonar o PSL, partido pelo qual se elegeu como a parlamentar mais votada da história Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). “Não vou sair do partido. Eu saí do grupo de WhatsApp e, por alguma razão, a pessoa que divulgou minhas postagens à imprensa anunciou a suposta saída. Nunca falei em sair do PSL. Ficarei e garantirei a saudável pluralidade”.
Após criticar publicamente a organização dos atos de apoio ao governo Jair Bolsonaro previstos para o dia 26 de maio, a deputada sinalizou a possível desfiliação em uma mensagem enviada na segunda-feira, 20, no grupo de WhatsApp da bancada do partido no Legislativo paulista.
“Amigos, vocês estão sendo cegos. Estou saindo do grupo, vou ver como faço para sair da bancada. Acho que os ajudei na eleição, mas preciso pensar no País. Isso tudo é responsabilidade”, escreveu a parlamentar na mensagem reproduzida pelo site O Antagonista e confirmada pelo jornal O Estado de S. Paulo com deputados do PSL. Em seguida, ela deixou o grupo.
Janaína se agiganta diante do PSL. É cerebral, tem pegada própria, voo individual.
Aliás, qualquer pigmeu é maior que o partido do Presidente.
Por óbvia razão: o nanismo abandonou o PSL, mas o PSL não se desgarra do nanismo.
O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, assinou documento em março que permitiria a contratação de pessoas sem curso superior para altos cargos da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).
Com a alteração no Plano de Cargos, Carreiras e Salários da agência, quem não tem diploma universitário poderia ser empregado em postos com salários de até R$ 34 mil.
Pelas regras vigentes, as vagas para cargos de confiança —que não precisam de concurso público— só podem ser preenchidas por candidatos com “ensino superior completo, reconhecido pelo MEC (Ministério da Educação).”
Araújo estabeleceu no documento obtido pela Folha que o diploma universitário pode ser dispensado caso o indicado tenha “experiência comprovada de, no mínimo, quatro anos em atividades correlatas ao cargo”.
Não há qualquer menção sobre como essa experiência deve ser verificada. Vinculada ao Ministério das Relações Exteriores, a Apex atua na promoção de produtos e serviços brasileiros no exterior.
Para tentar mudar as regras de admissão na agência, o chanceler utilizou seus poderes como presidente do Conselho Deliberativo da agência para tomar a decisão ad referendum do colegiado. Isso significa que, caso fosse protocolado em cartório —o que não ocorreu—, o novo plano de carreiras começaria a valer imediatamente, mesmo antes da análise dos conselheiros.
Interlocutores que acompanharam o caso na Apex afirmaram à Folha, sob condição de anonimato por temerem represálias, que as mudanças das regras foram feitas para permitir a contratação do produtor agropecuário Paulo Vilela, que se candidatou a deputado federal pelo PSL em 2018, mas não conseguiu se eleger.
Ao ser convidado para assumir a gerência de agronegócios da Apex, no começo do ano, Vilela não foi admitido por ter grau de escolaridade aquém do exigido para o posto. Segundo o sistema de candidaturas do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Vilela tem ensino médio completo.
A Folha tentou contato com Vilela nesta terça-feira (21), mas ele não respondeu às ligações. No início de abril, no entanto, o produtor afirmou, ao jornal Correio Braziliense, que havia sido convidado para ocupar a gerência da Apex pela ex-diretora de negócios Letícia Catelani.
Folhapress
Hilário ver os comentários dos passa rodo bolsominios. Fico preocupado pq se o bobonaro disser q é p pular da ponte eles pularão sem pestanejar. Acordem!! Afinal antes se ouvia dizer q eram contra a corrupção, afinal qual a corrupção? Pq estão sempre justificando que nos governos PT… zumbis mesmo repetindo a culpa é do PT.
Era errado no governo do PT e agora não é mais? Esse é o comentário mais comum.
Se merecia ser criticado antes, merece ser criticado agora.
Errado é errado, certo é certo! Isso vale para qualquer governo.
Certos comentários por awui são tão ridículos que fica difícil até rebater. Um esquerdopata, que defende um analfabeto e presidiário para dirigir os destinos do país, criticando a falta de diploma universitário de um nomeado para um mero cargo comissionado de uma agência governamental chega a ser surreal, patético mesmo. E olha que, no caso em questão, o nomeado tem profunda intimidade com o cargo que passou a ocupar. Trata-se de um agropecuarista que foi nomeado para a gerência de negócios agropecuários da agência encarregada de promover as exportações brasileiras. Ou seja, o cara tem tudo a ver com o cargo. Sinceramente, essa esquerdalha tem é que arrumar o que fazer.
Grande novidade, isso é só o que tem em todas as esferas governamentais, federais, estaduais e municipais, sem contar as estatais e empresas de economia mista, sao milhares deles pais afora, se nao chegar aos milhões. Sao os famosos ASPONES assessores de porra nenhuma, que através de amizade ou pura bajulação mesmo são colocados em cargos super importantes e de grande responsabilidade. Cargos esses que deveriam exigir concursos, conhecimento, responsabilidade e aptidão, sao entregues ao Bel prazer de cada um desses politicos, tirando o emprego de quem realmente merece e tem competência. E nao interessa quem esteja ou seja o governo de plantão da cidade, estado ou país, todos agem de modo semelhante, não vou citar exemplo pois são tantos que aqui não teria espaço suficiente. Isso é um câncer em nosso país.
Grande novidade, isso é só o que tem em todas as esferas governamentais, federais, estaduais e municipais, sem contar as estatais e empresas de economia mista, sao milhares deles pais afora, se nao chegar aos milhões. Sao os famosos ASPONES assessores de porra nenhuma, que através de amizade ou pura bajulação mesmo são colocados em cargos super importantes e de grande responsabilidade. Cargos esses que deveriam exigir concursos, conhecimento, responsabilidade e aptidão, sao entregues ao Bel prazer de cada um desses politicos, tirando o emprego de quem realmente merece e tem competência.
Enquanto na época do luladrão, se fosse rapariga do presidente ou de qualquer petralha, tinha direito a se tornar funcionária efetiva de uma empresa estatal. Tempo bom, que o dinheiro do Brasil era muito bem administrado pela petralhada.
Me mostre um fato concreto por gentileza ? Não sei você sabe, para ser funcionário efetivo, só se prestar concurso público. O que disser além disso, é fake news. Se tem um caso, denuncie que lhe garanto que essa pessoa será exonerada.
simmm… e o que eles sempre dizem é que é o pobre, que ganha salário mínimo, o causador do rombo da previdência….
A reforma vai pegar quem ganha de 6 a 100 mil, se aposenta com 60 e passa mais tempo aposentado que trabalhando, pois tem assistência pessoal garantida pelo alto salário, e isso gera um prejuízo enorme pra o contribuinte, que vai ter que cobrir esse rombo. Aí fica faltando dinheiro pra investir, pra estrutura das cidades e pra assistência do mais pobres.
Tertu, acho que você acredita em Papai Noel, só pode.
Como é mesmo que fala? Acabou a MA-MA-TA! Só que não…
Nem nos piores pesadelos dos bolsonaristas esse governo daria tão errado e em tão pouco tempo!
A Advocacia-Geral da União (AGU) moveu nesta terça-feira, 21, na Justiça Federal do Rio Grande do Sul, uma ação civil pública em que pede a condenação das maiores fabricantes de cigarros do Brasil e suas matrizes estrangeiras a ressarcir os gastos da rede pública de saúde com tratamentos de doenças causadas pelo tabaco. As informações foram divulgadas pela AGU.
Segundo a AGU, o “pedido abrange os gastos da União nos últimos cinco anos com o tratamento de pacientes com 26 (vinte seis) doenças cuja relação com o consumo ou simples contato com a fumaça dos cigarros é cientificamente comprovada”. A AGU também afirmou que “solicita a reparação proporcional dos custos que terá nos próximos anos com os tratamentos e o pagamento de indenização por danos morais coletivos”.
“São alvo da ação as maiores fabricantes de cigarros do Brasil: Souza Cruz LTDA, Philip Morris Brasil Indústria e Comércio LTDA e Philip Morris Brasil S/A, que juntas detêm aproximadamente 90% do mercado nacional de fabricação e comércio de cigarros, e suas controladoras internacionais (British American Tobacco PLC e Philip Morris International)”, afirma a AGU.
“Como o lucro desse comércio é remetido para o exterior, para essas multinacionais, nada mais justo que elas venham a ter que esse pagar esse ônus que estão deixando com a sociedade brasileira”, explicou o coordenador Regional de Atuação Proativa da Procuradoria-Regional da União na 4ª Região, Davi Bressler, durante entrevista coletiva.
A AGU dá conta de que a responsabilização civil e a compensação dos danos ocasionados pelo tabagismo faz parte dos compromissos dos mais de 180 países, dentre eles o Brasil, que assinaram a Convenção-Quadro sobre Controle do Uso do Tabaco (CQCT). De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o tabagismo é a principal causa de morte evitável no mundo.
“Os problemas de saúde relacionados ao consumo de cigarro refletem no tratamento de doenças que custam anualmente, segundo estudos realizados no Brasil, dezenas de bilhões de reais à rede pública de saúde”.
Quantia
A AGU diz que o “valor total que deverá ser ressarcido será calculado futuramente, caso a sentença seja favorável à União”. “A comprovação do prejuízo é possível por meio do chamado nexo causal epidemiológico, que conta com provas científicas para apurar o porcentual de relação direta entre cada doença e o tabagismo. Somente nos casos de câncer de pulmão, por exemplo, 90% deles se devem à dependência de cigarros, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA)”.
“Uma vez estabelecido que a indústria tem que ser responsabilizada, já indicamos na ação todos os parâmetros que podem ser utilizados na liquidação da sentença para calcular o montante exato que deve ser ressarcido”, disse Vinicius Fonseca, advogado da União que atua no caso.
A AGU afirma que há responsabilidade objetiva das empresas, já que ‘as despesas das empresas com a saúde dos consumidores – que já eram consequência esperada da atividade desenvolvida – estão sendo repassadas de forma inadequada à sociedade”.
“A indenização cobrada também se baseia no conceito econômico das externalidades negativas, uma vez que as fabricantes têm deixado de arcar com os custos correspondentes aos riscos decorrentes da atividade da qual obtêm seus ganhos”.
A AGU ainda aponta condutas ‘danosas caracterizadas durante vários anos pela ocultação dos reflexos nocivos do cigarro à saúde”. “As fabricantes de cigarro podem ser condenadas, com isso, ao pagamento de indenização por danos morais coletivos”.
A Advocacia-Geral diz que há “condutas de má-fé praticadas pelas empresas ao longo das últimas décadas”, e elenca: “omissão e manipulação de informações sobre os malefícios do tabagismo, do fumo passivo e do poder viciante da nicotina; venda de cigarros classificados como ‘light’ como menos prejudiciais à saúde; e promoção de estratégias de marketing e propagandas voltadas ao público jovem”.
“É um trabalho de pesquisa e coleta de evidências que vem sendo feito há mais de dois anos. É uma ação bastante densa, com diversos documentos anexados”, assinalou a procuradora-regional da União na 4ª Região, Mariana Filchtiner Figueiredo.
Segundo o órgão, a “ação não tem como objetivo proibir ou impedir a atividade das fabricantes de cigarros, que continuarão funcionando normalmente”. “Ela em nada atinge a produção interna de tabaco e a condição do Brasil de líder mundial em exportação de folhas do produto (já há 26 anos) e, por consequência, os ganhos dos produtores brasileiros. Cerca de 70% da produção nacional de tabaco é destinada ao mercado externo”.
Precedente internacional
A Advocacia-Geral da União afirma, por meio de nota, que a “partir de 1994, os estados que compõem os Estados Unidos da América começaram a ajuizar ações com o mesmo intuito contra as principais fabricantes de cigarros”.
“Parte dos processos culminou com a assinatura de um acordo com 46 estados, em que as empresas se comprometeram a realizar pagamentos perpétuos àquelas unidades federadas e se submeterem a medidas como: restrições quanto a formas de publicidade, vedação de seu direcionamento a jovens e proibição à realização de declarações falsas sobre os efeitos do cigarro na saúde. Como resultado desses processos, a indústria do cigarro já pagou mais de R$ 500 bilhões aos estados norte-americanos nos últimos 20 anos”.
“Em 2006, uma juíza da Vara de Columbia proferiu uma decisão histórica concluindo que a indústria do fumo atuou de forma organizada desde a década de 1950 para distorcer informações sobre os reflexos do cigarro, mesmo sabendo dos efeitos da nicotina à saúde das pessoas. A sentença determinou que 11 empresas de tabaco alvo da ação movida pelo governo dos Estados Unidos publicassem dados de alerta à sociedade em veículos de comunicação”, narra a AGU.
Segundo a Advocacia, as “chamadas declarações corretivas deveriam reconhecer que as fabricantes minimizaram os efeitos do uso do tabaco, negaram a capacidade de a nicotina gerar dependência química e apresentaram cigarros ‘ligth’ como menos perigosos à saúde”. “Além dos casos pioneiros ocorridos na justiça norte-americana, ações similares já foram ajuizadas no Canadá, na Nigéria e na Coreia do Sul.”
A reportagem entrou em contato com as empresas. O espaço está aberto.
Estadão Conteúdo
O escritor americano George R.R. Martin insinuou que pode decidir escrever um final diferente nos últimos dois livros de sua saga “Game of Thrones”, após o final da série que acabou deixando muitos fãs decepcionados.
Depois de publicar entre 1996 e 2011 cinco volumes da série de romances “Crônicas de Gelo e Fogo”, nos quais se baseia “Game of Thrones”, o escritor parou de escrever.
O sexto livro, “Winds of Winter” (“Os Ventos do Inverno”), ainda está em processo de escrita, lembrou o autor em mensagem postada na noite de segunda-feira em seu blog. Martin também prevê um sétimo volume, “Spring Dream”.
Por falta de material literário, os roteiristas da série tiveram que conceber por conta própria o final, seguindo as indicações de Martin. “Como terminará a série de livros?”, escreveu Martin, que mora em Santa Fé, no Novo México. “O mesmo que a série? Com um final diferente? Bem … sim, e não, e sim, e não, e sim, e não, e sim”, prosseguiu. “O livro ou a série, qual será o final ‘real’?”, questionou.
Escola Maple Bear Natal é a única escola do RN que recebeu ouro e prata na Olimpíada International de Matemática.
A Maple Bear acredita na importância da preparação constante dos alunos. Mais do que vencer, os alunos participaram da Olimpíada Internacional Matemática sem Fronteiras (OIMSF) – uma competição internacional de matemática em equipes para estudantes do Ensino Fundamental e Médio – com o objetivo de ter uma vivência diferenciada e internacional do ensino da matemática.
Num dia de reposição de perdas no mercado financeiro, a moeda norte-americana teve forte queda, e a bolsa de valores subiu. O dólar comercial encerrou esta terça-feira (21) vendido a R$ 4,048, com queda de R$ 0,057 (-1,39%). Esse foi o maior recuo diário desde 31 de janeiro, quando a divisa tinha caído 1,77%.
No mercado de ações, o dia foi de euforia. Em alta pelo segundo dia seguido, o Ibovespa, principal índice da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), subiu 2,76%, aos 94.484 pontos. Essa foi a maior alta diária desde 11 de março (+2,79%). Ontem (20), o índice tinha subido subiu 2,17% depois de uma sequência de quedas que fez o Ibovespa fechar no menor nível do ano.
Pelo segundo dia seguido, o Banco Central (BC) vendeu dólares das reservas internacionais, no chamado leilão de linha. O órgão injetou US$ 1,25 bilhão no mercado de câmbio com compromisso de recomprar o dinheiro mais tarde. Amanhã (22), o BC repetirá a operação.
Também hoje, a agência de classificação de risco Fitch manteve a nota da dívida pública brasileira, com perspectiva estável (sem a possibilidade de alterar a classificação nos próximos meses). O país continua três notas abaixo do grau de investimento – garantia de que o país não corre o risco de não conseguir pagar a dívida pública.
Agência
Para evitar um tensionamento na relação com o Legislativo e o Judiciário, o governo de Jair Bolsonaro iniciou uma reanálise de pontos considerados polêmicos do decreto que flexibilizou as regras sobre o direito ao porte de armas e munições no país.
Segundo relatos feitos à Folha, duas questões que devem passar por estudo, com a possibilidade de alteração, são a regra que prevê a efetiva necessidade de transporte de armas a categorias profissionais, como políticos e jornalistas, e a extensão do porte dos dispositivos letais a todos os praças das Forças Armadas.
Os dois pontos têm sido criticados por especialistas em segurança pública e por professores de direito, para os quais não poderiam ter sido definidos por meio de um decreto presidencial. Eles também foram questionados por uma análise técnica feita pela Câmara dos Deputados.
O processo de reanálise é feito pelo setor jurídico do Palácio do Planalto e é focado em trechos que são considerados sensíveis e com potencial de questionamento jurídico. O objetivo é identificar o que pode ser modificado e que não altere o sentido geral da medida.
Nas palavras de um assessor presidencial, mudanças podem ser feitas caso se chegue ao entendimento de que é possível, ao mesmo tempo, “reduzir a tensão do questionamento” e manter a garantia às “liberdades individuais”. A decisão final caberá ao presidente.
No início deste mês, o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o decreto tem inconstitucionalidades e que, caso não seja alterado, ele teria amplo apoio para ser derrubado. O alerta levou o presidente a buscar alternativas.
Na mesma época, o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, disse que Bolsonaro considera que a iniciativa é constitucional, mas que ele aceitaria analisar eventuais sugestões de mudanças feitas pelo Poder Legislativo.
A iniciativa pode ser invalidada ou alterada por meio da edição de um projeto de decreto legislativo. Para ser aprovado, precisa do apoio de maioria simples tanto no Senado como na Câmara, sem possibilidade de veto presidencial.
Nesta terça-feira (21), quatorze governadores, de partidos como PT e MDB, divulgaram uma carta aberta contra o decreto de armas. Para eles, a iniciativa pode aumentar os casos de violência e não contribuirá para tornar o país mais seguro.
“Solicitamos aos poderes que atuem para sua imediata revogação”, pediram. “As medidas previstas pelo decreto não contribuirão para tornar nossos estados mais seguros. Ao contrário, tais medidas terão um impacto negativo na violência”, acrescentaram.
No documento, eles ressaltaram que a disponibilidade de armas e munições que são usadas de maneira ilícita “representa um enorme desafio para a segurança pública do país” e defendem a implementação de políticas que melhorem o controle dos dispositivos letais.
“Também é fundamental aumentar os meios de controle e fiscalização para coibir os desvios, enfrentar o tráfico ilícito e evitar que as armas que nascem na legalidade caiam na ilegalidade e sejam utilizadas no crime. Reconhecemos que essas não são soluções mágicas, mas são condições necessárias para a melhoria de nossa segurança pública”, disseram.
O decreto, uma promessa de campanha eleitoral do presidente, amplia o acesso a armas de fogo para 19 milhões de pessoas. Ela também faz com que adolescentes não precisem mais de autorização judicial para praticar tiro e aumenta a quantidade de munição que pode ser comprada.
Na quarta-feira (22), acaba o prazo para que o Palácio do Planalto apresente explicações sobre o decreto, em uma ação protocolada pela Rede. O partido pede a suspensão dos efeitos da medida.
A AGU (Advocacia-Geral da União) informou que pedirá ao Supremo a prorrogação do prazo para esclarecimento. “O objetivo é possibilitar que as manifestações a serem apresentadas ao STF já contemplem possíveis revisões no decreto”, disse.
Folhapress
Ditado velho mais é certo igual a boca de bode.
** O povo unido, jamais será vencido.
Olhe aí o comedor de batata frita recuando.
Aliás BRUNO GIOVANI, é preciso reconhecer.
O seu comentário ontem na rádio a respeito desse assunto foi BRILHANTE.
parabéns!!!
Somente a demonstração explícita da vontade do povo poderá chamar esse Congresso à responsabilidade. Até concordo que o governo em si não deve se envolver diretamente nas manifestações mas, aqueles que apoiam a pauta que foi democraticamente subscrita pelos brasileiros com a eleição de Bolsonaro precisam demonstrar sua insatisfação com a sucessão de chantagens contra o Presidente. O momento de escolher a pauta de governo já passou. Agora, é implementá-la. Aos derrotados, cabe aguardar as próximas eleições. Conformem-se e deixem de tentar prejudicar o Brasil e torcer contra o nosso futuro.
Isso só demonstra o quanto temos que ir pras ruas, qualquer poder tem mêdo das rua, temos é que nós unir e partir pra exigir o corte dos privilégios das castas superiores, eles são pagos por todos de quem ganha salário mínimo até quem ganha milhões, logo, é nojento um trabalhador que ganha um mínimo, pagar mensalmente 40, 70 vezes o que ele recebe pra um funcionário seu, além disso tem auxílios diversos, carros celulares, colégio caro para filhos, termina pagando até 200 vezes mais do que ele ganha. Isso não pode continuar, temos que exigir um limite, e que jamais seja o que esses bandidos recebem pra massacrar o povo brasileiro.
Concordo em número e grau. Isso mesmo.
O congresso tem que fazer as mudanças necessárias , aprovar a reforma da previdência , O COAF tem que ficar no Ministério da Justiça. Fazer o seu papel e não quer tumultuar
Concordo plenamente com sua opinião.