O Brasil fechou o mês de agosto com fluxo cambial (volume de divisas em dólares que entram ou saem do país) com saldo negativo de US$ 4,317 bilhões, informou hoje (4) o Banco Central. Em julho o saldo foi positivo em US$ 2,912 bilhões.
A saída liquida registrada pelo canal financeiro, que envolve investimentos estrangeiros diretos, remessas de lucros e pagamentos de juros, entre outras operações, foi de US$ 8,545 bilhões, resultado de entradas no valor de US$ 39,754 bilhões e de retiradas totais de US$ 48,299 bilhões.
Já o comércio exterior registrou saldo positivo de US$ 4,229 bilhões em agostos. O resultado se deve ao fato de que as exportações somaram US$ 19,204 bilhões, contra US$ 14,975 bilhões de importações.
Oito primeiros meses de 2019
No ano de 2019, o fluxo cambial, até o mês de agosto, está negativo em US$ 6,526 bilhões. O canal financeiro também registrou saldo negativo no período. A saída líquida de dólares foi US$ 20,277 bilhões, resultante de entradas no valor de US$ 367,600 bilhões e de saídas no total de US$ 387,877 bilhões.
Já o saldo do comércio exterior, no período, está positivo em US$ 13,752 bilhões, resultado da diferença entre as importações, que somaram US$ 113,059 bilhões, e as exportações de US$ 126,811 bilhões.
Na semana passada, o fluxo ficou negativo em US$ 921 milhões, informou o Banco Central. No canal financeiro houve saída líquida de US$ 2,115 bilhões. No comércio exterior, o saldo ficou positivo em US$ 1,194 bilhão no período.
Calculado com base nos saldos do fluxo financeiro, como investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações, e do fluxo comercial, que envolve operações de câmbio relacionadas a exportações e importações, o fluxo cambial é divulgado semanalmente e mensalmente pelo BC e indica o volume de divisas externas que entram ou saem do Brasil.
Os esforços para resgatar sobreviventes do Dorian foram redobrados nesta quarta-feira (4) nas Bahamas, com o apoio dos Estados Unidos e do Reino Unido, em meio à grande devastação causada pelo furacão no arquipélago.
O ministro da Saúde das Bahamas, Duane Sands, informou que 20 pessoas morreram, mas as autoridades trabalham com a possibilidade de que o número aumente.
Motos aquáticas e botes estão sendo usados para retirar as pessoas presas em suas casas inundadas e destruídas pelas intensas chuvas e ventos de um dos ciclones mais potentes de que se tem registro.
A Guarda Costeira americana e a Marinha Real britânica se somaram às equipes de resgate com helicópteros, conduzindo evacuações médicas e avaliações aéreas para ajudar a coordenar os esforços de alívio, assim como voos de reconhecimento para avaliar os danos.
A Federação Internacional de Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC) disse estar preparando “um grande esforço de emergência” para aliviar a situação de cerca de 76 mil pessoas afetadas pelo ciclone em Grand Bahama e nas ilhas Ábaco.
O primeiro-ministro Hubert Minnis qualificou a situação como “uma das maiores crises da história de nosso país”.”Há inundações graves, danos graves nas casas, comércios, outras edificações e infraestrutura”, acrescentou.
No aeroporto de Nassau, as ambulâncias aguardavam a chegada de feridos para levá-los aos hospitais, enquanto as pessoas se aglomeravam para obter notícias de familiares e amigos.
Entre a multidão, há três estudantes cujas famílias vivem em Ábaco.
“Tudo o que temos – que tínhamos – está nessa ilha”, disse Meghan Bootle, de 21 anos. “Não nos restou nada”.
Ex-diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) exonerado pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), Ricardo Galvão afirmou nesta quarta-feira (4), em evento na ABC (Academia Brasileira de Ciências), que a questão da Amazônia começou a ser despertada após as acusações, sem provas, do presidente contra ele.
“A repercussão internacional foi enorme. Minha reação ao presidente foi forte. Teve repercussão. Ele disse que eu estava a serviço [de ONGs], no dia seguinte jornalistas estrangeiros me ligavam. Isso começou a despertar a questão da Amazônia”, apontou Ricardo Galvão.
Segundo o ex-diretor do Inpe, não quer dizer que o governo queira o desmatamento, mas lhe chamam a atenção os discursos contra o aquecimento global e contra a importância de manter as florestas em pé. Ele voltou a criticar o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, sobre o tema.
“Sem levar no ponto de vista político, ele [Salles] tem uma visão capitalista destruidora. Absurdo explorar minério em terra indígena. Inclusive, o presidente do Brasil falou que o bom lá é explorar nióbio, mas o Brasil já produz 90% do nióbio mundial, dominamos já o mercado. Para que precisa ir em terra indígena explorar mais nióbio? Tem umas coisas absurdas”, apontou Galvão. “Eles são muito despreparados.”
O ex-diretor do Inpe também acredita que o governo tenha recuado na questão sobre a floresta após a repercussão mundial que o caso ganhou.
“Acho que [o governo] recuou e espero que recue mais, pois vai ser insustentável para o Brasil, fica uma situação instável para um governo frente até à sociedade brasileira. Em todo lugar agora as pessoas perguntam sobre o Inpe, a população já tem a consciência de manter a Amazônia”, declarou Galvão.
Galvão também diz que Salles, caiu no “canto da sereia do vendedor” na adoção de um novo sistema de monitoramento de desmatamento na Amazônia.
“Acredito que o ministro Ricardo Salles, de uma certa forma, tem duas coisas que podem acontecer, uma é comprar isso com interesse não sei de quem. O outro talvez seja uma justificativa pela não ação”, afirmou Galvão, que foi homenageado pela ABC.
O governo pretende adotar um novo sistema de monitoramento privado, nos moldes do oferecido por uma tecnologia americana disponibilizada no Brasil pela empresa Santiago & Cintra. O sistema utilizado é o Planet, que produz imagens mais detalhadas do que as do Inpe. A opção voltou a ser questionada por Galvão nesta quarta.
“Nosso sistema de alerta tem uma faixa de varredura de pouco mais de 860 quilômetros. Se você abre muito o campo de visão, não vê nada em detalhe. Nossa imagem não tem uma resolução para ver em detalhes. Mas as áreas que damos são perfeitas para efeito de fiscalização, de coibir o desmatamento, isso sempre funcionou, o que levou de 2004 a 2012 uma queda abrupta na questão do desmatamento”, disse o ex-diretor do Inpe.
“A questão de resolução maior [como quer o governo], com três metros quadrados, é para ver em detalhes. Quero fazer uma ação legal contra um proprietário, aí eu olho em detalhes. Mas imagine três, quatro metros quadrados. Então, imagine cobrir a Amazônia com seus quatro milhões de quilômetros quadrados em um pedacinho de dois por dois?”, questionou Galvão.
“Você tem é que usar o sistema Deter, aí tem um alerta de desmatamento, vê onde ocorreu, e aí sim você pega essa área e vê em detalhe”, acrescentou. Ele também relatou que o ministro do Meio Ambiente não gostou de sua análise. “Ele ficou muito aborrecido comigo, porque eu disse a ele que não se mede a distância São Paulo-Rio com uma régua de 10 centímetros”.
No último dia 22 de agosto, Salles criticou o sistema mencionado por Galvão. “O Deter não se presta a medir volume de desmatamento, não é preciso e não faz comparações. Para saber se o desmatamento aumentou, é preciso comparar a mesma área em tempos diferentes. O Deter não faz isso”, opinou o ministro do Meio Ambiente.
No último dia 2 de agosto, Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) decidiu exonerar Ricardo Galvão, após críticas a dados sobre desmatamento considerados sensacionalistas pelo governo. Segundo ele, o motivo de sua exoneração foi porque seu discurso em relação ao presidente Bolsonaro criou constrangimento.
Agora eu sei pq esse bosta foi demitido…
“Sem levar no ponto de vista político, ele [Salles] tem uma visão capitalista destruidora. Absurdo explorar minério em terra indígena. ”
Ótima medida do presidente
Agora só está faltando ao alertoso barnabé Ricardo Galvão ser carimbado como uma "Marina Silva de cuecas", ou seja, virar senador por algum estado amazônico para deitar falação sem nenhuma proposta concreta de resolução para os problemas do país.
O governo federal editou nesta quarta-feira (4) Medida Provisória (MP) que assegura pensão especial por toda a vida para crianças vítimas de microcefalia decorrente do vírus Zika. O benefício será concedido apenas a quem nasceu entre 2015 e 2018 e cuja família receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC), auxílio no valor de 1 salário-mínimo concedido a pessoas de baixa renda.
Para obter a pensão, a pessoa que se enquadrar nos critérios deverá requerer ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O procedimento vai envolver uma avaliação da condição da criança por meio de perícia médica, que examinará a relação entre a microcefalia e o vírus Zika.
No total, 3,1 mil crianças se enquadram no universo potencial da pensão. Segundo o Ministério da Cidadania, o período foi estabelecido pelo fato desses terem sido os anos de pico da incidência da doença no país. O intuito é que a pensão possa servir como substituto do BPC, permitindo que os pais de crianças nessas condições possam trabalhar sem perder o apoio do Estado.
Até então, para fazer jus ao BPC os pais deveriam estar na faixa de renda de até 25% do salário-mínimo. Se obtivessem um emprego, sairiam desta faixa e deixariam de receber o benefício. Com a MP, as pessoas hoje inscritas nesse auxílio e que atendem aos critérios estabelecidos no texto podem manter a pensão especial e procurar uma vaga no mercado sem o risco de ficar sem recurso.
“A grande maioria das mães [de crianças com microcefalia] são pessoas muito pobres. Tiveram que parar porque crianças com esta síndrome exigem muito. Mas parando elas não teriam renda nenhuma. Essas mães passaram a ganhar o BPC, mas não podiam ter emprego porque se a renda delas aumentassem perderiam o direito ao benefício”, comentou o titular da pasta da Cidadania, Osmar Terra, em cerimônia de assinatura da MP no Palácio do Planalto.
O ministro manifestou posição contrária a qualquer ampliação para além do previsto na redação original e justificou o benefício em um momento de dificuldade no orçamento do Executivo Federal pelo fato de, “neste caso”, o Estado ter “falhado”. “Que a MP seja específica para essas mães, para que pelo menos elas tenham a mudança”, disse.
Na mesma linha, o presidente Jair Bolsonaro defendeu que a MP não seja alterada no Congresso Nacional. Nesta hipótese, ameaçou fazer uso do seu poder de veto. “Peço a deputados e senadores que não alterem a MP. Não façam demagogia. Caso contrário, serei obrigado a vetar a Medida porque não posso incorrer em crime de responsabilidade e me submeter a processo de impedimento”, declarou Bolsonaro, durante a cerimônia.
Em sua página em rede social, o presidente destacou que a medida atende a demanda das famílias das crianças com microcefalia decorrente do zika.
Conquista
A presidente da Associação Pais de Anjos da Bahia e líder da Frente Nacional na Luta pelos Direitos da Pessoa como a Síndrome Congênita do Zika, Ingrid Guimarães, ressaltou as dificuldades vividas pelas famílias com crianças nesta condição e manifestou esperar que a medida marque o começo de uma série de conquistas.
“Desejo que esta conquista seja o início. Para cuidar das crianças tivemos que nos abster da nossa vida. Essa luta não é fácil. Desejamos que esta conquista não pare por aqui. Nós cidadãos ao pagar impostos ao Estado temos que ter a retribuição nos requisitos mínimos”, declarou.
Foto: José Cruz/Agência BrasilA Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural do Ministério Público Federal (4CCR/MPF) e procuradores que atuam na Amazônia Legal emitiram, nesta quarta-feira (4), recomendação ao ministro do Ministério do Meio Ambiente (MMA) Ricardo Salles para que adote medidas efetivas e concretas no combate ao desmatamento e às queimadas no Brasil. Entre elas, estão a abstenção de declarações que deslegitimem o trabalho do Ibama e do ICMBio.
O documento elenca 13 ações emergenciais para frear danos ambientais em curso no país. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) revelam que, no mês de agosto, triplicou o número de focos de incêndio na região amazônica em relação à média histórica para o período.É o maior índice de queimadas desde 2010.
Entre as recomendações, os procuradores pedem que o ministro do Meio Ambiente ‘se abstenha de praticar atos públicos com conotação de desincentivo ao descumprimento da lei ou deslegitimação de atos dos servidores responsáveis pela proteção ao meio ambiente e que estejam agindo no cumprimento dos seus deveres constitucionais e legais’.
E também que se ‘abstenha de dar declarações públicas que, sem comprovação, causem deslegitimação do trabalho do corpo de servidores do Ibama e do ICMBio’. Os procuradores também pedem que Salles evite ‘praticar atos públicos com conotação de desincentivo ao descumprimento da lei ou deslegitimação de atos dos servidores responsáveis pela proteção ao meio ambiente e que estejam agindo no cumprimento dos seus deveres constitucionais e legais’.
O documento assinado pelos procuradores leva em consideração representações encaminhadas ao Ministério Público Federal por associações de servidores federais da área ambiental.
As entidades pedem a ‘apuração das responsabilidades civil, penal e administrativa de possíveis práticas e atos atentatórios aos princípios éticos e morais que norteiam as atividades da Administração Pública, bem como de atos ímprobos e/ou criminosos, com denúncias de críticas, ameaças, assédio moral e demonstrações públicas de desapreço à conduta de agentes de fiscalização em cumprimento de seu dever’.
No documento, os procuradores elencam declarações do ministro. “Ricardo Salles causou enorme constrangimento aos financiadores do Fundo Amazônia (Noruega e Alemanha contribuem com 95% dos recursos, que somam mais de R$ 3 bilhões) ao convocar uma entrevista coletiva para criticar o modelo de gestão do projeto”.
Também menciona que o ‘ministro insinua publicamente irregularidade em contrato de viaturas do Ibama’.
Os procuradores juntaram matérias jornalísticas que mostram declarações do ministro. “Ministro quer punir fiscais que apliquem multas consideradas inconsistentes. Governo cria Núcleo de Conciliação de Multas para avaliar as multas aplicadas por fiscais”.
Esse povo do MP se mete em tudo. "Tô" vendo a hora eles sugerirem a abolição de eleições no Brasil e assumirem os três poderes. Ora, o Dr. Ricardo Salles é m dos melhores quadros que qualquer governo gostaria de ter. Parabéns, Ministro RICARDO SALLES, por sua inteligência privilegiada, por sua capacidade técnica, por sua desenvoltura frente ao Ministério do Meio Ambiente.
Realizada simultaneamente em 14 estados brasileiros, além do Distrito Federal, e em seis países, a quinta fase da Operação Luz na Infância resultou, até o início da tarde de hoje (4), na prisão de 35 pessoas suspeitas de participação nos crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes pela internet.
Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, 32 suspeitos foram detidos em flagrante no Brasil. Outros três foram presos no exterior, sendo um nos Estados Unidos e dois no Paraguai.
Dos suspeitos autuados em território brasileiro, sete foram localizados em São Paulo e seis em Santa Catarina. No Distrito Federal, foram presas quatro pessoas, enquanto em Alagoas, três pessoas foram detidas. Em Mato Grosso do Sul, Pará e Paraná foram efetivadas duas prisões em flagrante em cada estado. Amazonas, Ceará, Mato Grosso, Amapá, Rio de Janeiro, Maranhão registraram, cada um, uma detenção.
No total, foram expedidos mandados de busca a apreensão contra 105 alvos sob investigação. As ações coordenadas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública contam com o apoio das polícias civis de 11 unidades da federação, além da Polícia Federal (PF) e das autoridades do Chile, El Salvador, Estados Unidos, Equador, Panamá e do Paraguai.
Mais cedo, o coordenador do Laboratório de Inteligência Cibernética do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Alessandro Barreto, declarou que o número de mandados de busca e apreensão expedidos pelo Poder Judiciário teria sido maior se os investigadores não se deparassem com uma dificuldade adicional às já complicadas investigações de crimes cibernéticos: o fato de provedores de conexão a internet oferecerem um mesmo IP (do inglês internet protocol), ou seja, um único protocolo de internet a vários equipamentos (computador, servidor, celular, tablet ou qualquer outro dispositivo conectado à rede) atrapalha as investigações, dificultando a identificação dos suspeitos.
“Asseguro a todos vocês que os números [de mandados de busca e apreensão] poderiam ser maiores. Poderíamos ter mais operações de busca e apreensão sendo feitas neste momento”, disse Barreto.
Leis
Barreto defendeu a necessidade de os legisladores brasileiros aprovarem penas mais severas para quem comete crimes cibernéticos contra crianças e adolescentes. A título de comparação, ele explicou que cada país participante desta fase da Operação Luz na Infância tem leis próprias para lidar com a exploração e o abuso sexual de crianças pela internet. A do Brasil e a do Chile, segundo Barreto, são das mais brandas do grupo. Enquanto no Brasil alguém que compartilhe esse tipo de material pela internet está passível de ser punido com prisão de três a seis anos, em El Salvador a sanção legal pode variar entre seis e 12 anos de reclusão. Nos Estados Unidos, o compartilhamento de conteúdo pode levar alguém a passar acima de 15 anos na cadeia. A mesma lógica se aplica à produção e ao armazenamento do material.
“Mas o mais importante é a prevenção. A repressão tem que ser adequada para que tenhamos um ambiente cibernético mais seguro e para que todos possam navegar com tranquilidade. Mas a prevenção deve começar dentro de casa. Os responsáveis legais pelas crianças têm que estar atentos ao que seus filhos estão fazendo on-line, pois a internet é um terreno fértil para o cometimento de vários crimes e onde há milhares de predadores à solta”, acrescentou Barreto.
O CEO da Gol Linhas Aéreas, Paulo Kakinoff, assinou nesta quarta-feira (4), em Natal, durante audiência com a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, a adesão da empresa às novas regras tributárias que incentivam o aumento da malha para Natal. Ele estava acompanhado do diretor de Relações Institucionais e do consultor institucional da Gol, Cláudio Borges e Bhrener Matos, respectivamente.
Kakinoff apresentou as novas opções de voos que serão operados pela companhia, e que representam aumento de 18,75% das frequências da empresa no Estado. Serão três novos voos regulares para o Rio de Janeiro a partir de novembro. Além disso, entre dezembro e março, haverá incremento de seis frequências semanais para os aeroportos de Congonhas e Brasília, além de mais dois voos para Goiânia em dezembro e janeiro.
Os executivos da Gol também anunciaram o segundo voo semanal para a Argentina. A data, porém, não foi confirmada. “Nós já solicitamos essa nova frequência Natal-Buenos Aires e aguardamos a autorização dos órgãos competentes”, comentou o presidente da Gol.
Na reunião, a governadora do Rio Grande do Norte agradeceu à companhia aérea pela implantação de novos voos, atitude possível graças ao incentivo concedido pelo próprio governo, em junho deste ano, e que estabeleceu novas regras para a redução da cobrança do (ICMS) do querosene da aviação (QAV).
Falta o investimento na segurança no percusso nas vias de acesso ao aeroporto para o turista não deixar de vir a Natal pelo medo de ser assaltado, mesmo antes de adentrar na cidade.
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), evitou entrar em novas polêmicas com o presidente Jair Bolsonaro e, na manhã desta quarta-feira, 4, ao ser questionado sobre a fala do presidente, que o chamou de “ejaculação precoce”, comparou a declaração a falas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que também questionaram a possibilidade de vitória de Doria nas eleições.
“Em 2016”, disse Doria, “o Lula falava isso quando eu me apresentei como pré-candidato do PSDB às prévias do meu partido. E, para tristeza do ex-presidente e hoje presidiário Lula, não só ganhei as eleições na capital como ganhei no primeiro turno do Fernando Haddad (PT), que era então o candidato que o Lula carregava no colo e dizia que seria facilmente reeleito”.
Bolsonaro chamou Doria de “ejaculação precoce” em entrevista à Folha de S. Paulo, ao dizer que ele não teria chances de vencer as eleições presidenciais de 2022.
O governador respondeu a fala do presidente ao ser questionado sobre o tema, durante coletiva de imprensa convocada para anunciar projetos em conjunto com a Prefeitura de São Paulo. No evento, disse duas vezes que “gestão é gestão e governo é governo”, e afirmou que não era a hora de pensar nas eleições presidenciais.
“O momento não é de polemizar, mas de administrar. Todos temos uma responsabilidade na gestão, o prefeito Bruno Covas, eu como governador, e o presidente Jair Bolsonaro tem o dever de administrar bem o seu país”, disse Doria.
Já a primeira-dama paulista, Bia Doria, foi às redes sociais para criticar o presidente. Disse que o presidente “desrespeita a família brasileira”.
A fala do presidente foi a terceira citação em uma semana contra o governador de São Paulo, cuja candidatura à Presidência contra Bolsonaro em 2022 é tida como certa. Na primeira, em ‘live’ na última quinta-feira, o presidente disse que Doria havia “mamado” durante os governos do PT, citando a compra de um jato com financiamento pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e que era “amigão” de Lula. Nos sábado, disse que Doria “estava morto” politicamente. A resposta de Doria foi dizer que queria Lula e a ex-presidente Dilma Rousseff distantes do Brasil.
Os dois que você fala são luladrão e Bolsonaro. Porque nas escutas telefônicas, os termos usados por luladrão, comparado-os aos de bolsonaro, bolsonaro é um verdadeiro menino inocente e luladrão um verdadeiro frequentador de bordel. Ou não?
O presidente é uma aula viva de Educação sexual kkkkk
Pouca gente sabe, mas a Latam oferece desconto nas passagens em casos de emergência, como falecimentos, acidentes ou doenças graves na família. O assunto foi amplamente discutido em fóruns de viagem hoje, a partir do relato de uma pessoa que economizou 80% com a companhia após comprovar a morte de sua irmã.
A Latam detalha em seu site que existe uma política flexível para viagens não planejadas devido a uma situação de emergência familiar. O desconto pode ser utilizado em caso de falecimento de parente próximo ou hospitalização de um parente próximo sob risco de morte. A empresa recomenda que os interessados liguem no call center, onde as orientações serão dadas, principalmente quanto aos documentos comprobatórios necessários.
Procurada pelo Melhores Destinos, a Latam confirmou que “em casos de passageiros em viagem por emergências familiares, a companhia avalia pontualmente a possibilidade de desconto e/ou reembolso parcial dos bilhetes adquiridos”. Entramos em contato também com a Gol e a Azul, que informaram ainda não oferecer nenhum tipo de tarifa similar.
Certamente esse é um desconto que ninguém deseja usar, mas é importante saber que existe essa possibilidade. Ponto para a Latam e fica o convite para Gol e Azul seguirem o exemplo da concorrente e criarem uma política neste sentido.
Passei por uma situação como esta de tio muito grave no hospital em 2016 quando estava em Salvador. A TAM nao trocou minha passagem de retorno s SPaulo e nem me ofereceu desconto da compra de outra. Paguei bem caro inclusive. Que bom que sensibilizaram p estas situações. Deve ser algo novo…
Passei por uma situação como esta de tio muito grave no hospital em 2016 quando estava em Salvador. A TAM nao trocou minha passagem de retorno s SPaulo e nem me ofereceu desconto da contra de outra. Paguei bem caro inclusive. Que bom que sensibilizaram p estas situações. Deve ser algo novo…
Olha lá em cima o cargueiro da Latam procurando o hub de São Gonçalo do Amarante… Não desce por quê, tá com medo? Se importe não, nossa "cidade-aeroporto" é a mais segura do Brasil!
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que os motoristas de Uber não têm vínculo empregatício e, por isso, não podem reivindicar direitos na Justiça trabalhista. A decisão, publicada nesta quarta-feira (4), foi tomada na semana passada, por unanimidade, pelos dez ministros que compõem a Segunda Seção da Corte.
O entendimento foi alcançado no julgamento de um conflito de competência, em que coube ao STJ definir qual ramo da Justiça deveria julgar um pedido de indenização feito por um motorista após o Uber bloqueá-lo por má-conduta.
As inscrições para quem deseja ingressar nos cursos técnicos do IFRN terminam às 23h59min desta quinta-feira (5). Ao todo, estão sendo ofertadas 4588 vagas para o primeiro semestre letivo de 2020, nos 21 campi da Instituição, em 3 modalidades de ensino: integrado, subsequente e ProEJA. Os interessados deverão acessar o site https://inscricoes.funcern.org, fazer o cadastro informando o número de documento oficial de identificação e CPF. Ao final, será gerado um boleto no valor de R$ 30, com vencimento no dia 6 de setembro. Participantes do ProITEC 2019 estão isentos da tarifa.
INTEGRADO
Direcionados para os estudantes que estão concluindo o ensino fundamental e desejam ingressar no ensino médio, os cursos técnicos na forma Integrada ofertarão 3.172 vagas, no total. A prova do processo seletivo será aplicada no dia 6 de outubro, e abrangerá conhecimentos de escolarização do ensino fundamental, em conformidade com as diretrizes do Edital nº 29/2019. Podem participar da seleção os portadores de certificado de conclusão do ensino fundamental (ou de curso equivalente). Vale ressaltar que, o participante homologado no ProITEC 2019 está isento do pagamento da taxa de inscrição, para este processo seletivo.
SUBSEQUENTE
Voltados para aqueles que já concluíram o ensino médio e desejam uma formação profissionalizante, os cursos técnicos na modalidade Subsequente ofertarão 1.260 vagas, no total. A prova do processo seletivo será aplicada em 20 de outubro, e abrangerá conhecimentos comuns às diversas formas de escolarização do ensino médio, em conformidade com as diretrizes do Edital nº 30/2019. Podem participar da seleção os portadores de certificado de conclusão do ensino médio (ou de curso equivalente).
PROEJA
Para estudantes que não concluíram o ensino médio e possuem mais de 18 anos, os cursos técnicos de nível médio integrado na Modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA), ofertarão 156 vagas, no total. A prova será aplicada em 20 de outubro, e abrangerá conhecimentos comuns às diversas formas de escolarização do ensino fundamental, em conformidade com as diretrizes do Edital 31/2019. Podem participar da seleção os portadores de certificado de conclusão do ensino fundamental (ou de curso equivalente).
O Governo do Estado recebeu a direção da Gol Linhas Aéreas para o anúncio de novos vôos para o Rio Grande do Norte,frutos da nova política de tributação do querosene de aviação (QAv) lançada em junho deste ano. A confirmação do aumento de 18,75% nas conexões aéreas da empresa no estado foi feito diretamente à governadora Fátima Bezerra pelo presidente da companhia, Paulo Kakinoff, na tarde desta quarta-feira.
A Gol aumentou de 512 para 608 voos no RN com a entrada de novas frequências regulares e sazonais para o Rio de Janeiro-RJ (Galeão), São Paulo-SP (Congonhas), Brasília-DF e Goiânia-GO. Com o aumento da malha aérea como contrapartida, a alíquota de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) paga pela empresa no QAv cai para 5%. O acréscimo de conexões aéreas no RN é o maior incremento proporcional realizado pela Gol entre os quase 20 estados do Brasil com os quais a empresa assinou acordos para redução do ICMS sobre o combustível.
A governadora Fátima Bezerra destacou a importância da nova política tributária desenhada pela equipe técnica da gestão que já traz resultados para o turismo e, consequentemente, para a economia. “Cabe ao governo fazer uma política tributária inteligente e transparente. A mudança que fizemos na cobrança do ICMS foi de forma responsável, dialogando com os setores interessados. Esperamos que, em breve, a Gol possa trazer mais vôos e chegar à alíquota zero”, afirmou a chefe do Executivo.
O trabalho do Governo na construção da política de cobrança do ICMS no combustível para os aviões foi elogiada pelo presidente da Gol. Para Paulo Kakinoff, além de novos voos a mudança traz a expectativa de tarifas melhores, já que o QAv representa o maior custo para as empresas. “Estamos aqui celebrando uma boa notícia. Essa ação representa uma retomada da competitividade no estado. A Gol reconhece que o trabalho foi feito pela equipe do Governo não só com muita competência, mas também de forma séria e muito profissional”, destacou Kakinoff.
A comercialização dos novos voos já foi iniciada pela empresa esta semana. A ampliação da malha aérea inicia em novembro, com três novos voos semanais conectando o Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante ao Rio de Janeiro, via Aeroporto do Galeão. Entre dezembro e março a Gol oferta um voo direto entre Natal e o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e entre dezembro e janeiro um voo diário para Brasília e dois voos semanais para Goiânia.
BUENOS AIRES
Com relação ao mercado internacional, a empresa, que opera um voo direto entre a capital potiguar e Buenos Aires-ARG, anunciou o pedido de mais uma conexão no trecho. A requisição já foi feita pela Gol e está sob análise dos órgãos reguladores. “Para o próximo período de alta demanda devemos pensar também em uma ligação para Santiago do Chile ou Montevidéu (Uruguai)”, pontuou a secretária de Estado do Turismo, Ana Maria Costa.
A direção da Gol confirmou que fará estudos sobre a abertura do novo destino e abrirá diálogo com o Governo sobre a demanda.
Os anúncios feitos pela empresa aérea foram bem recebidos pelos representantes do trade turístico presentes ao encontro. O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (Fecomércio-RN), Marcelo Queiroz, realçou os ganhos para todo o setor. “É um anúncio muito bom para o comércio, todos vão sair ganhando. Também estamos à disposição para trabalhar juntos e consolidar esses novos voos, assim como conquistar novos destinos”, disse Queiroz.
O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do RN (ABIH-RN) José Odécio, ressaltou a conquista para o turismo a partir da nova política tributária do Governo. “Acreditamos que poderemos retomar o crescimento do turismo com essa nova diretriz, tornando o nosso estado mais competitivo. A ABIH também está pronta para auxiliar na promoção do destino e conquistar mais turistas”, afirmou ele.
A reunião também contou com a presença do vice-governador Antenor Roberto, o secretário-adjunto de Tributação Manoel Assis,do diretor presidente da Emprotur Bruno Reis, do presidente da Inframerica Roberto de Oliveira e do superintendente do Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante Ibernon Gomes.
Representando o trade turístico estiveram na Governadoria o coordenador da Câmara de Turismo da Fecomércio-RN George Costa, o presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens do RN (ABAV-RN) e a vice-presidente Diassis Holanda.
Por parte da Gol Linhas Aéreas também estiveram presentes o diretor de relações institucionais, Cláudio Borges, e o consultor de relações governamentais, Bhrener Matos.
NOVOS VOOS
Natal-Rio de Janeiro (Galeão): 3 novos voos semanais a partir de novembro
Natal-São Paulo (Congonhas): voo direto entre dezembro e março
Natal-Brasília: voo diário entre dezembro e janeiro
Natal-Goiânia: voo diário entre dezembro e janeiro
Natal-Buenos Aires: requisição de ampliação da freqüência sob análise das autoridades.
Uma boa notícia para o Estado. Agora, cabe à Governadora e a seus assessores trabalhar com inteligência e seriedade a questão da segurança , tanto de quem chega como de quem sai pelo aeroporto, que infelizmente é um problema muito sério e até agora não teve uma solução definitiva.
Lá vai o primeiro.
Louvável a atitude do governo do RN.
Agora, vamos vê na prática se vinga mesmo.
O povo norteriograndense sabe muito bem, como foi vendido, e inaugurado o aeroporto Internacional Aluízio Alves.
Era espetacular, era um Hub, no final, olhem no que deu. Seguro morreu de velho.
Vamos vê!!
Por que apesar do aumento número de voos, a população local ainda é pouco beneficiária. Preços de passagem exorbitantes, horários de voos inconvenientes, acesso longe e perigoso fazem este referido aeroporto ser preterido pelo aeroporto de João Pessoa na escolha dos potiguares que fazem uso mais frequente desse meio de transporte.
Em esclarecimento à matéria publicada neste Blog, o Grupo GCF, detentor da empresa Multdia Indústria e Comércio S.A. e de sua controladora, João de Barro Vinhedo Administradora Ltda., esclarece em nome do presidente Carlos Faria:
As informações publicadas na matéria em questão não são verídicas, pois não foram fornecidas oficialmente pelo presidente Carlos Faria, proprietário legítimo da empresa Multdia e de todas as marcas que compõem o portfólio de produtos da indústria. Portanto, cabe esclarecer os seguintes pontos:
• Ainda na gestão do Sr. Eduardo Patrício, em conjunto com o fundo de investimento para o qual havia vendido parte das ações, a Multdia entrou com pedido de recuperação judicial em novembro de 2015 e, no dia 16 de dezembro do mesmo ano, demitiu todos os funcionários e encerrou suas atividades.
• A aquisição da Multdia pela atual controladora foi deferida pelo Juízo da recuperação em 28 de novembro de 2017, tendo os atos societários sido arquivados no registro competente da junta comercial do Rio Grande do Norte apenas em março de 2018, sendo que, em aproximadamente 1 ano depois, houve a combatida decisão de convolar em falência a recuperação da Companhia. A venda foi feita por Eduardo Patrício, que recebeu o valor integral pela venda das ações, pois, após o pedido de recuperação, havia recomprado a Multdia do fundo de investimento para o qual havia vendido parte das ações anos antes.
• Quanto aos acordos feitos nas reclamações trabalhistas anteriores, a empresa João de Barro já pagou até o momento R$ 918.917,98, tendo proposto o pagamento do saldo remanescente até dezembro de 2019. Vale registrar que no acordo trabalhista realizado, a João de Barro ofertou imóvel que garante integralmente os débitos e, ainda, sobre os supostos pagamentos do acordo não efetivados, tudo será devidamente esclarecido no momento oportuno, pois se tratavam de programação de pagamento não realizadas.
• Até o mês de agosto, a Multdia pagou o salário dos funcionários e o serviço de portaria. A energia elétrica está restituída e já foram investidos mais de R$ 1milhão em melhorias nas instalações, que estavam deterioradas desde a compra pela João de Barro. Desde o início do ano de 2019, a Multdia, por meio de acordos operacionais, tem retomado a produção de parte de seus produtos, gerando receita, o que não acontecia desde novembro de 2015.
• A íntegra do recurso apresentado ao Tribunal de Justiça apresenta de forma fidedigna a sucessão dos fatos ocorridos, suas responsabilidades, esforços empreendidos pelo atual controlador na busca da reestruturação da Multdia, com o compromisso e o firme propósito de retomada de suas atividades empresariais, geração de empregos diretos e indiretos, além de proporcionar arrecadação aos cofres públicos, entre outros.
Dst forma, a Multdia reforça a confiança na Justiça para necessária reversão da decisão equivocada proferida em primeira instância, nos estritos termos da legislação, de acordo com os fundamentos legais expostos no recurso, visando a retomada e o crescimento da Companhia.
Carlos Faria
CEO e Fundador do Grupo GCF
Presidente da Multdia Ind. E Com. S/A
Em relação a nota de esclarecimento acima só tenho a comentar uma coisa:
O estado do RN não merece este tipo de empresário, e para fundamentar o que afirmo peço que leiam a decisão do Dr. Felipe (juiz da comarca de Macaiba) onde ele cirurgicamente fundamenta a sua decisão. A mentira jamais se sobrepora as verdades dos fatos!
O Sr. Carlos Faria publicou está mesma nota de esclarecimento ontem no Blog de Flavio Marinho, peça a ele os comprovantes de pagamento dos funcionários que ele disse que havia pago, comprovantes e datas dos pagamentos.
Peço que o Sr. Bruno Giovanni publique a decisão do Dr. Felipe ( Juiz da comarca de Macaiba)
McKrae Game Foto: Reprodução/YouTube(Post and Courier)
Um homem que fundou uma dos maiores programas de terapia de conversão de gays – a chamada “cura gay” – revelou-se homossexual.
McKrae Game, de 51 anos, comandou por duas décadas o Hope for Wholeness, grupo que atua na Carolina do Sul (EUA), prometendo fazer homossexuais se tornarem heterossexuais.
O americano costumava classificar a homossexualidade como um “grande ardil”. Agora, McKrae decidiu se desculpar pela “nociva prática que feriu gerações” e a ele mesmo.
A terapia antigay, baseada em aconselhamento psicológico e ensinamentos religiosos, é proibida em 17 estados americanos. O slogan do programa de McKrae era “Para se libertar da homossexualidade por meio de Jesus Cristo”.
Dois anos atrás, McKrae foi demitido do Hope for Wholeness.
“Fui um fanático religioso que feriu pessoas. Pessoas disseram ter tentado o suicídio por minha causa e das coisas que eu dizia. Eu estava errado, por favor me perdoem”, desabafou o americano ao “Post and Courier”.
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (4), por 18 votos a 7, o relatório apresentado pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) a respeito da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 6/2019, que modifica o sistema de previdência social.
Agora, os membros da comissão ainda vão analisar as emendas ao texto antes do texto seguir para a análise do plenário do Senado.
O relatório apresentado Jereissati traz mudanças ao texto aprovado pela Câmara dos Deputados no início do mês de agosto e reduziu para R$ 870 bilhões a economia gerada pela proposta no período de 10 anos.
Ao sair da Câmara, o impacto esperado nas contas públicas em uma década era de R$ 933,5 bilhões. Na semana passada, Jereissati já havia feito mudanças que resultavam numa desidratação imediata de R$ 31 bilhões.
Segundo o voto do relator, a revisão nas pensões vai tirar R$ 10 bilhões da economia prevista no parecer original, que era R$ 40 bilhões.
O relator também retirou a possibilidade de cobrar alíquota previdenciária sobre os benefícios de anistiados políticos e a previsão de que essas indenizações não poderiam ser maiores que o teto do INSS (hoje em R$ 5.839,45). A medida subtrai menos que R$ 1 bilhão em 10 anos.
Entenda o que é sarampo, quais os sintomas, como é o tratamento e quem deve se vacinar — Foto: Infografia: Karina Almeida/G1
O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (4) que os casos de sarampo no país totalizam 2.753 desde junho, quando um novo surto da doença teve início. Os estados de São Paulo e Pernambuco, juntos, registraram 4 mortes.
Foram três mortes no estado de São Paulo, sendo duas crianças e um adulto, e uma criança no estado de Pernambuco.
Além disso, 98,37% dos casos (2.708) ocorreram no estado de São Paulo.
As informações foram divulgadas pelo secretário de Vigilância em Saúde da pasta, Wanderson Kleber de Oliveira, em Brasília. Segundo ele, é importante separar os dados do surto atual daquele que ocorreu no início do ano na região Norte do país, que durou até maio.
“Esses dados são colocados separadamente, pois estamos trabalhando com surtos ativos, com cadeias ativas”, explica o secretário. Um dado consolidado, unificando os dois momentos da doença no Brasil ao longo do ano, deve ser divulgado na semana que vem.
Indicações sobre vacinação
Já foram enviadas aos estados 1,6 milhão de doses extras da vacina contra sarampo. Mas o Ministério da Saúde anunciou a compra de 28,7 milhões de doses adicionais, o que deve garantir o abastecimento do país até 2020, segundo a pasta.
Estima-se que 39.927.094 brasileiros não estejam vacinados contra o sarampo, conforme dados da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) e do Ministério da Saúde.
Conforme declarou Oliveira, o governo deve anunciar em breve, talvez já na próxima semana, uma nova estratégia de vacinação contra o sarampo. A proposta vem sendo definida com base nessa estimativa sobre brasileiros não vacinados.
“[Estes 39,9 milhões de brasileiros] são pessoas que perderam a oportunidade de se vacinar ao longo da vida. Pessoas de 1 a 49 anos de idade”, explica. “Fizemos o estudo junto com a Organização Mundial da Saúde, a Organização Pan Americana da Saúde. Com base na rotina, no período de 1994 a julho 2019, temos um total de pessoas suscetíveis ao sarampo que já deveriam ter sido vacinadas”, diz.
Campanha de outubro
O sarampo ganhará destaque na tradicional campanha de vacinação do ministério em outubro.
“A estratégia de outubro está sendo delineada justamente com foco no sarampo. Faremos reunião com as secretarias estaduais e municipais, na próxima semana teremos reunião com os coordenadores de imunização de todos os estados, estamos discutindo com a OMS, e com o conselho nacional de secretários estaduais e municipais, para estabelecer essa estratégia conjunta de vacinação em etapas. Principalmente contra o sarampo”, diz Oliveira.
Uma das prioridades da campanha é dar maior atenção as populações mais vulneráveis. Por isso, Oliveira afirmou que não é necessário vacinar novamente pessoas que já receberam as duas doses obrigatórias da vacina.
“As unidades de saúde não devem vacinar quem tiver tomado as duas doses da vacina”, afirma o secretário. “Estamos tirando vacina de crianças, porque adultos que receberam as duas doses chegam nas unidades de saúde querendo tomar outra.”
Medidas para menores de 6 meses
O Ministério da Saúde informou, ainda, que vai disponibilizar aos estados e ao Distrito Federal cápsulas de vitamina A para casos suspeitos de sarampo em crianças menores de seis meses de idade. Cada criança deve tomar duas doses da vitamina.
Isso ocorre porque a vacina contra o sarampo é contraindicada para bebês menores de seis meses de idade. E estudos científicos associam o sarampo em crianças à deficiência de vitamina A.
A orientação é que a primeira dose da vitamina A seja dada assim que surgir a suspeita de sarampo. Para diminuir o risco de transmissão da doença, a segunda dose deverá ser aplicada no dia seguinte, em casa.
Aumento dos casos
O último registro do ministério, de 24 de agosto de 2019, era de 2.331 casos de sarampo no país, desde junho. O aumento no número de ocorrências se deve principalmente à confirmação clínica de casos que estavam em investigação, segundo a pasta.
De acordo com o ministério, nos primeiros meses de 2019, o governo conseguiu interromper a transmissão do vírus do sarampo na região Norte. Alguns meses depois, novos casos foram importados de Israel, Malta e Noruega, iniciando uma nova cadeia de transmissão dentro do país.
Deste modo, a chamada “transmissão ativa” se refere aos casos registrados desde o surto iniciado em junho.
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