Polícia

Polícia Civil deflagra Operação “Traição e deslealdade” e prende envolvidos no homicídio de funcionário da Caern; companheira de empresário e amante acusados de planejar crime

Uma investigação realizada pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) resultou na deflagração da Operação Aleivosia que conseguiu prender, nesta quinta-feira (11), dois homens envolvidos no homicídio de Marcos Antonio Braga Ponte, 60 anos, que era funcionário da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern). Entre os presos na Operação estão Ivan Vicente Ferreira Junior, 32 anos, vulgo “Junior Cabeça” e Tomás Jorge da Silva Emiliano. Aleivosia é sinônimo de traição e deslealdade.

As investigações da DHPP revelaram que o assassinato do empresário foi planejado pela companheira dele, Brena Katuana da Silva, 32 anos, com apoio de Ivan Vicente Ferreira Junior, 32 anos, vulgo “Junior Cabeça”. Brena mantinha um relacionamento amoroso secreto com Ivan Vicente e decidiram matar a vítima com o propósito de se apropriar do patrimônio de Marcos Antonio. Para isso contaram com a ajuda de pessoas próximas a Ivan Vicente.

Com o objetivo de prender os envolvidos no crime e apreender objetos ilícitos que estavam com o grupo, os policiais da DHPP cumpriram hoje sete mandados de busca e apreensão nas casas dos suspeitos e um mandado de prisão, em Natal e Parnamirim.

As investigações da Polícia Civil descobriram que Ivan Vicente é suspeito de ser traficante de drogas, com atuação na comunidade do Japão, Zona Oeste de Natal. “Brena e Ivan articularam a execução da vítima, contando com a colaboração de outros coautores, moradores do bairro das Quintas, região onde Ivan Junior atua diretamente na atividade de tráfico de drogas”, detalhou o delegado Matheus Barbosa Trindade.

Durante a Operação, os policiais civis prenderam Ivan Vicente Ferreira Junior em cumprimento a um mandado de prisão preventiva. No apartamento onde Brena Katuana mora, foi cumprido um mandado de busca e apreensão e apreendidos papelotes de cocaína e balança de precisão. Brena não foi presa, mas responderá a um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), pelo crime de uso de droga para consumo pessoal. Na casa de Tomás Jorge, os policiais cumpriram um mandado de busca e apreenderam duas armas e 270 munições de calibre ponto 40.

O crime

No dia 21 de setembro de 2018, Marcos Antonio Braga foi sequestrado quando saía de um bar localizado à Avenida Alexandrino de Alencar, bairro do Alecrim, Natal. Minutos depois, a vítima foi executada com diversos disparos de arma de fogo, na Rua São José (uma estrada de terra), zona rural, distrito de Manguabeira, Macaíba.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

Opinião dos leitores

  1. Mais um excelente trabalho da DHPP, parabéns aos policiais civis. A investigação e prisão de assassinos, contribui diretamente para inibir novas práticas dessa natureza.

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Judiciário

Ex-presidente da Câmara Municipal de Mossoró é condenado por improbidade administrativa

O ex-presidente da Câmara Municipal de Mossoró, João Newton da Escóssia Júnior, foi condenado pela prática de improbidade administrativa consistente na prática de contratação de servidores públicos sem o devido concurso naquela Casa Legislativa, utilizando deste expediente, enquanto presidente daquela casa, como uma forma de se beneficiar, angariando capital político ao distribuir cargos comissionados. A sentença é do Grupo de apoio às Metas do CNJ em atuação perante a 1ª Vara da Fazenda Pública de Mossoró.

Com a condenação, Júnior Escóssia (como é conhecido no meio político) deverá pagar um multa civil no valor de R$ 20 mil, referente a aproximadamente quatro vezes o montante do salário mensal de presidente da Câmara, à época, em razão dos quatro anos nos quais manteve os atos irregulares pelos quais foi condenado. O montante deve ser recolhido em favor da Câmara de Vereadores de Mossoró, e foi determinada, desde já, a intimação do réu para pagar a multa.

Além disso, o ex-presidente CMM também foi condenado à suspensão dos direitos políticos por cinco anos, em virtude da condição de agente público à época dos fatos. O Grupo determinou ainda ao réu a proibição de contratação com o poder público ou de receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de três anos.

O caso

O Ministério Público Estadual ajuizou Ação Civil Pública em desfavor de Júnior Escóssia, por suposta prática de improbidade administrativa durante a sua gestão como presidente da Câmara Municipal de Mossoró.

Os atos ocorreram no período de 2005 a 2008, especialmente em relação às nomeações em cargos comissionados que teriam se dado ao arrepio da Constituição Federal e de demais instrumentos normativos municipais que regulamentavam o número de cargos públicos de provimento em comissões existentes na Câmara Municipal de Mossoró.

Alegou que, a partir da análise de documentos conseguidos juntos à Câmara Municipal, não houve admissão de qualquer servidor efetivo durante a gestão de Júnior Escóssia (2005, 2006 e 2007), não havendo também, no período, conversão de servidores comissionados ou temporários para condição de efetivo. Disse ainda que os servidores comissionados da Câmara Municipal de Mossoró, durante a gestão do réu, foram nomeados entre os anos de 2005 e 2007.

Haveria ainda, segundo o MP, diversas nomeações no mesmo período que não aparecem em nenhuma das relações de servidores, seja efetivos ou comissionados. Na análise foram detectados, também, alguns nomes que não possuem portaria de nomeação, porém aparecem nas folhas de pagamento ou nas relações de funcionários. Além disso, afirmou que foram encontradas algumas exonerações, sem que tenham ocorrido as respectivas nomeações.

Assim, para o Ministério Público, Júnior Escóssia utilizou a Câmara Municipal de Mossoró durante sua gestão como provável cabide de empregos, promovendo nomeações para cargos públicos sem previsão legal como moeda de troca ao favorecimento de seus interesses políticos, em desacordo com os ditames constitucionais e desrespeitando os instrumentos normativos da Casa Legislativa local que presidia.

Decisão

O Grupo de Apoio às Metas do CNJ verificou indícios de que houve violação de ditames constitucionais indispensáveis no trato da coisa pública e, por isso, considerou como incontestável que as contratações promovidas pelo acusado descortinam irregularidades.

De acordo com o Grupo, no período que se estendeu de 2005 a 2007, o réu promoveu a nomeação de inúmeras pessoas para atuar na Câmara de Vereadores, sem previsão de cargos para criação e muitas vezes sem haver sequer portaria para tanto, com nomes constando diretamente na folha de pagamento daquela Casa Legislativa, burlando, assim, a necessidade de se realizar certame público prévio para a contratação de servidores.

Além disto, não se verifica documentação referente, sequer, à contratação de servidores temporários durante a gestão de Júnior Escóssia na presidência do Poder Legislativo Municipal de Mossoró, ou mesmo sob a égide da lei que regularia a Resolução nº 09/2005.

“Sendo assim, e considerando que o réu, como Presidente da Câmara e gestor da mesma detinha o dever de velar pela higidez das contratações que chancelava, constato que tais contratações ocorreram de forma irregular, já que não precedidas de concurso público”, concluiu.

(Processo nº 0120400-33.2013.8.20.0106)
TJRN

 

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Diversos

Fátima assegura recursos para Oiticica e governo inclui 10 projetos do RN no plano de recursos hídricos

A liberação de recursos para a Barragem Oiticica e a inclusão do Rio Grande do Norte no Plano Nacional de Recursos Hídricos (PNSH) levaram a governadora Fátima Bezerra, nessa quarta-feira (10), ao Ministério do Desenvolvimento Regional e à Agência Nacional de Águas. Em companhia de parlamentares da bancada federal e de representantes da Igreja, a governadora alertou o ministro Gustavo Canuto para o risco de paralisação das obras da barragem por atraso no pagamento dos serviços realizados pela empreiteira.

Projetada para ser entregue no final de 2016, Oiticica está com 70% das obras físicas realizadas. Quando estiver concluída, será o segundo maior reservatório do Rio Grande do Norte, com capacidade para acumular 560 milhões de metros cúbicos. A governadora destacou a importância do reservatório para o abastecimento de água e para a economia de 43 municípios localizados na região mais seca do Estado.

No gabinete do ministro, a governadora recebeu a notícia de que o Trecho 4, que vai levar água da transposição para a Bacia Apodi/Mossoró; o Projeto Seridó, as barragem Bujari e Oiticica, entre outros projetos do RN, estão contemplados no Plano Nacional de Recursos Hídricos que será lançado amanhã (11) em Pernambuco pelo governo federal. O plano prevê investimentos de R$ 15,7 bilhões no Semiárido nordestino até 2035.

“Foi muito produtiva a audiência. O ministro assumiu o compromisso de que até sexta-feira dará um posicionamento sobre a liberação imediata de recursos para evitar a paralisação das obras de Oiticica. A paralisação não pode acontecer, de maneira nenhuma. Até porque o Governo do Estado firmou compromisso de trabalhar de maneira incansável para que o cronograma seja cumprido, ou seja, concluir a obra até o fim de 2019 para ser entregue em 2020.” Fátima disse também que reivindicou a liberação 170 milhões, oriundos de emendas da bancada federal e agradeceu o empenho dos parlamentares e a presença dos demais integrantes da comitiva na audiência.

O senador Jean-Paul Prates lembrou que a governadora Fátima Bezerra, quando esteve em Boston, na semana passada, se encontrou com o secretário de Governo, general Santos Cruz, com quem tratou da liberação de recursos de emendas parlamentares impositivas para o Rio Grande do Norte.

O arcebispo metropolitano de Natal, D. Jaime Vieira Costa, que no início de março de 2016 organizou uma caravana para percorrer o trajeto da transposição, saindo da Barragem Armando Ribeiro, em Itajá/RN, rumo a Cabrobó/PE, onde é feita a captação das águas do São Francisco, disse que saía da audiência “cheio de muitas esperanças de que a barragem será finalmente concluída.”

Sobre o Plano Nacional de Recursos Hídricos, a governadora disse que ele está em sintonia com o plano estadual. “Ele representa um passo muito importante para a cidadania e a dignidade do nosso povo no que diz respeito a estrutura e a segurança hídrica. Na audiência com o ministro, reivindiquei ainda a adutora de Umari e a Barragem Poço de Varas. Essas reivindicações foram acatadas pelo ministro e vão constar do plano de ações do Ministério.”

SEGURANÇA HÍDRICA

Pela manhã, a governadora esteve reunida com diretores da Agência Nacional de Águas (ANA) para tratar de outras pautas na área de infraestrutura hídrica, como o Projeto Seridó, a adutora de Mossoró, as barragens de Bujari e de Poço de Varas, a adutora de Umari-Campo Grande, o sistema adutor de Pau dos Ferros e a conclusão de Oiticica.

Um dos pontos mais reforçados foi a construção do eixo quatro do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF), que compreende o ramal Apodi-Mossoró. “O ramal é fundamental para que possamos dar funcionalidade e de fato distribuir as águas para a região oeste do nosso Estado, incluindo o médio e alto Oeste”, afirmou Fátima, ao lembrar que nessa região está localizada Mossoró, segunda maior cidade com densidade populacional do RN, com 294 mil habitantes.

Além disso, ela destacou a participação da Agência na construção do Plano Nacional de Segurança Hídrica, a ser lançado em breve pelo Governo Federal. “O Plano tem a digital da ANA e é o acúmulo de todo o debate que vem sendo feito ao longo desses últimos cinco anos contemplando ações em todo o país. Entendo que deve haver debate junto aos estados até para que os novos governos estaduais possam fazer os ajustes necessários”, disse.

Acompanharam a governadora na audiência com o ministro Gustavo Canuto os senadores Jean-Paul Prates e Zenaide Maia, os deputados federais Rafael Motta, João Maia e Benes Leocádio, o arcebispo de Natal, dom Jaime Vieira, o assessor do movimento dos atingidos pela construção da barragem de Oiticica, Procópio Lucena e os secretários João Maria Cavalcanti (Recursos Hídricos), Gustavo Coelho (Infraestrutura) e Ricardo Andrade, Presidente da ANA.

PLANO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS

Seleção de intervenções estratégicas

Eixo Norte – Trecho IV (Ramal do Apodi da transposição)
Barragem Bujari
Barragem Serra Negra do Norte (Nova Dinamarca)
Sistema Adutor Monsenhor Expedito (ampliação)
Sistema Adutor Maxaranguape
Eixo de Integração Santa Cruz-Pau dos Ferros (adutora expressa)
Sistema Adutor Santa Cruz-Mossoró
Barragem Oiticica
Sistemas Adutor Armando Ribeiro Gonçalves-Currais Novos (Projeto Seridó)
Sistemas Adutor Oiticica-Caicó (Projeto Seridó)

 

Opinião dos leitores

  1. Tudo que o governo Fátima Bezerra produziu, até o momento, foram releases e factoides. Idem os mandatos da senadora Zenaide Maia e do senador-tampão João da Prata.

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Polícia

Fundador do WikiLeaks, Julian Assange é preso em Londres

Assange estava na embaixada do Equador desde 2012. Foto: Peter Nicholls/Reuters – 19.5.2017

O fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, foi preso nesta quinta-feira (11), em Londres, após o governo do Equador retirar o asilo político dele, que estava na embaixada do país desde 2012.

As relações de Assange com seus anfitriões esfriaram desde que o Equador o acusou de vazar informações sobre a vida pessoal do presidente Lenin Moreno. Moreno disse que Assange violou os termos do seu asilo.

Foram as próprias autoridades equatorianas que entregaram o fundador do site à polícia de Londres.

Assange fez manchetes internacionais no início de 2010, quando o WikiLeaks publicou um vídeo militar dos EUA mostrando um ataque de helicópteros Apache em 2007, que matou 12 pessoas em Bagdá, incluindo duas equipes de notícias da Reuters.

Mais de 250 mil telegramas classificados de embaixadas dos EUA seguiram, depois quase 3 milhões datados de 1973.

Para alguns, Assange é um herói por expor o que os defensores expressam como abuso de poder pelos estados modernos e por defender a liberdade de expressão. Para outros, ele é um rebelde perigoso que minou a segurança dos Estados Unidos.

Assange se refugiou na embaixada para evitar ser extraditado para a Suécia, onde as autoridades queriam interrogá-lo como parte de uma investigação de agressão sexual.

Essa investigação foi mais tarde descartada, mas o WikiLeaks teme que os Estados Unidos queiram processá-lo.

R7, com Reuters

 

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Trânsito

CNH COM 20 ANOS E 40 PONTOS: Proposta pode beneficiar milhares e preocupa especialistas

A disposição do governo de flexibilizar as leis para ampliar a validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e dobrar a margem de pontos permitidos para infrações provocou  reação de parlamentares e especialistas em segurança de trânsito.

A principal preocupação é que os novos parâmetros propostos pelo governo aumentem a violência no trânsito, por permitir a circulação nas ruas e estradas de um grande contingente de motoristas que frequentemente infringem as leis.

O Brasil é um dos países mais inseguros do mundo em vias expressas, com uma média anual de cerca de 40 mil mortes em acidentes automobilísticos, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), ligado ao Ministério da Saúde.

Somente no ano passado, em São Paulo, mais de 540 mil motoristas excederam os 20 pontos na carteira, o atual limite para a suspensão da CNH. No Rio, segundo o Detran informou em 2018, um em cada quatro condutores já haviam estourado o máximo de pontos no período de um ano.

Professor de psicologia do trânsito, Hartmut Günther avalia que as mudanças podem ser um sinal de liberalidade excessiva:

— É lastimável, um sinal para a população: ‘olha, agora vocês podem fazer o que quiser’. O que está em jogo é a segurança de todos. Nos países desenvolvidos, há políticas de baixar índices de acidentes de trânsito. No Brasil, estamos na contramão. Ao afrouxar a pontuação o governo está sinalizando que não está interessado em fazer nada.

“Indústria da multa”

Desde sua atuação como deputado federal, e também na campanha eleitoral do ano passado, o presidente Jair Bolsonaro faz críticas contra o que considera ser uma “indústria das multas” gerada pela legislação de trânsito e a atuação dos órgãos de fiscalização.

Na terça-feira, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, anunciou a decisão de enviar ao Congresso uma proposta de projeto de lei elevando de 20 para 40 pontos o limite imposto por lei para a suspensão da CNH. A proposta também prevê dobrar o prazo de validade da carteira de cinco para dez anos.

Ainda de acordo com a equipe do ministro, outras alterações estão previstas na minuta que será apresentada a Bolsonaro antes de ser enviada ao Congresso. Uma delas prevê acelerar o processo de suspensão da habilitação em casos de infrações mais graves, como dirigir sob o efeito de álcool.

O ministro quer ainda dar rapidez aos processos administrativos referentes às infrações graves e gravíssimas que tramitam nos Detrans. Atualmente, um processo de suspensão da habilitação tem que passar por até seis instâncias. Com a proposta, esse processo cairia para três instâncias.

Antes mesmo de chegar à mesa de Bolsonaro, no entanto, a proposta recebeu críticas da Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro, que solicitou uma audiência com o ministro para discutir as mudanças. Vice-presidente da Frente, a deputada Christiane Yared (PR-PR) critica as propostas e defende maior rigor na legislação de trânsito:

— Infelizmente todos nós precisamos de regras. Quando flexibilizamos essas regras nós podemos colher mais mortes. Já temos um país que não educa, não fiscaliza e não pune. Nossa luta é para tentar ser mais rigoroso — disse Yared, mãe de um filho morto em um acidente de trânsito.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. O que falta ao povo brasileiro e EDUCAÇÃO. Nas BRS dentro das cidades em todo lugar. Todos só querem levar vantagem sobre o seu semelhante. dirigir em Natal especialmente, a turma nem ligar a seta para onde vai se dirigir não o fazem, temos que adivinhar para onde o camarada vai entrar ou sair. Nas brs é a mesma coisa o cara vai pela esquerda a 50Km , vc dar sinal para passar e lhe agridem . Para tirar a habilitação tem que ter muitas exigências sobre a legislação e as leis do Trânsito. O que falta é EDUCAÇÃO principalmente.

  2. Apoio toda medida que vise diminuir a roubalheira neste país. Tem mesmo é que retirar pardais que só servem para "pungar" dinheiro do bolso do cidadão. Essa deputada que se diz defensora do trânsito fala que o Brasil "não educa, não fiscaliza e não pune". Então, por causa disto, o contribuinte tem que financiar a indústria de multas? Muito engraçado. Só na caixa prego, mesmo. "Durma-se com um barulho deste e acorde sorrindo…." Vade retro.

  3. Acho que não passa, 20 anos é muito tempo sem renovar a carteira.
    Mas isso vai contribuir para acabar com o excesso de arrecadação dos Detran que tem muita taxa e quase nenhuma fiscalização do destino dos recursos.
    Se passar os 40 pontos, chegando a essa pontuação, deveria existir multa, a carteira ser suspensa por 01 ano e, depois desse período, a nova emissão só depois de novo exame teórico e prático.
    Mas uma coisa estamos vendo, o Estado trabalhando para diminuir as despesas do contribuinte, enquanto aqueles que se vendiam como "pessoas do povo" passaram década no poder flexibilizando as leis penais, restringindo a defesa do cidadão e deixando bandido solto, cheio de benefícios e armados.

  4. RIGOR PELO SIMPLES RIGOR NÃO RESOLVE NADA! O NÚMERO DE PONTOS QUE ESTÁ NA LEI NÃO TEM O CONDÃO DE DIMINUIR A VIOLÊNCIA NO TRÂNSITO. BRASILEIRO TUDO QUER RESOLVER ATRAVÉS DE LEGISLAÇÃO. ISSO BUROCRATIZA E ENGESSA A SOCIEDADE.
    AGORA, O QUE INIBE PRÁTICAS ILEGAIS, É A CERTEZA DA PUNIÇÃO POR RESPEITO ÀS LEIS.
    APLAUSOS MAIS UMA VEZ PELA PROPOSTA DE MODIFICAÇÃO!!!
    TRATEMOS DE NOS EDUCAR E DE DESENVOLVER CIVISMO E TUDO DARÁ CERTO.
    O ESTADO DEIXARÁ DE SER "PAIZINHO". QUEM MAIS RAPIDAMENTE SE ADAPTAR, VIVERÁ MELHOR.

  5. BG
    Tem que mudar mesmo a proposta do governo está correta, 20 pontos é muito pouco, qualquer coisinha os verdes abacate estão multando e por mais simples que seja a infração são 4 pontos e ninguem consegue derrubar nas instancias de defesa. O Cidadão Brasileiro vive acuado com essa INDUSTRIA de MULTAS.

  6. Se os dados são alarmantes, se o Brasil é "um dos países mais inseguros do mundo em vias expressas", é sinal que as leis que dispomos não funcionam. Nunca vi ninguém ser impedido de dirigir por pontuação na CNH. Dirige sem ela mesmo. O que precisamos é de um povo menos burro que não se mata na direção de um veículo. Política de conscientização . É ter civilidade com o lixo, com a água, com o direito de ir e vir.
    As leis só servem no Brasil para arrancar dinheiro do povo e enriquecer os corruptos. Como essa infame taxa dos Bombeiros. Paga-se absurdo para renovar essa CNH que nunca me pediram na vida. Tenho 30 anos de direção nunca recebi uma multa porque sei dos meus direitos e deveres como cidadã.

  7. E lá vêm os tais "especialistas" e a eterna perseguição ao governo Bolsonaro. Se ele lançar um programa de combate à dengue, essa corja vai defender o mosquito. Já tão defendendo os "pardais" das multas. É vergonhoso.

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Judiciário

Juíza proíbe governo de retirar radares de rodovias e cobra estudos técnicos

A juíza da 5ª Vara Federal de Brasília, Diana Wanderlei, proibiu o governo Jair Bolsonaro de retirar radares medidores de velocidade das rodovias federais. A decisão, desta quarta-feira, também determina a renovação, em caráter de emergência, de contratos com concessionárias que fornecem os medidores e que estejam prestes a expirar.

O presidente anunciou, na semana passada, em sua rede social, o cancelamento da instalação de mais de 8 mil radares eletrônicos em estradas do país e que contratos serão revisados para se ter certeza de sua “real necessidade”. A medida de Bolsonaro foi criticada por especialistas e pelas concessionárias.

A juíza também determinou multa diária de R$ 50 mil por unidade de equipamento retirado de circulação ou desligado. Diana Wanderlei disse que irá analisar, posteriormente, o caso dos medidores que já foram retirados de rodovia do Ceará.

Para a magistrada, é necessário concluir estudos técnicos antes de tomar medidas como essa. “Advirto à parte ré (o governo) da necessidade da conclusão de estudos técnicos realizados, a demonstração de planejamento de efetiva implementação de políticas públicas que sejam melhores do que as até então vigentes, quanto à utilização dos medidores de velocidade, em especial, em vista à diminuição da mortalidade causada por acidentes nas rodovias federais do Brasil”, escreveu a juízas.

Diana considerou que a situação criada por Bolsonaro está “causando insegurança à população”. Isso porque o governo anunciou o fim de um plano técnico efetivo com objetivo de diminuir a mortalidade e de acidentes nas rodovias, sem substituir por outro.

“Deve-se, pois, primeiramente, realizar os estudos técnicos de forma isenta, fazer ponderações técnicas; para, só assim, traçar o planejamento, e ir, se for o caso, gradualmente substituindo a política anterior quando estiver efetivamente definida a nova política e em pleno exercício”.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Radar não evita acidentes, então vejamos você passa em um radar com 60km em dez segundo após o radar o veículo já pode atingir 120hm/h. E aí? Fábrica de multas.

  2. Tempos muito estranhos. Pessoas defendendo os "pardais" caça-niqueis, a censura de humoristas (vide a recente condenação do Danilo Gentili), a soltura de corruptos condenados (Lula e seus comparsas do PT), o espancamento de professores (só porque o novo Ministro da Educação disse querer combater), ao mesmo tempo em que atacam um projeto de lei anticrime (do ministro Moro) que tenciona justamente combater a criminalidade. Também, é muito curioso ver a turma do PT criticar o 13º para o programa Bolsa-família. Tempos muito obscuros. kkkkkkkkk

  3. Eita, assim fica dificil governar. Presidente quer acabar com essa industria de multas aí vem uma magistrada querendo aparecer proíbe.

  4. Se Bolsonaro disse que vai combater o mosquito da dengue, haverá juiz determinando que mantenham o mosquito vivo.
    Só um imbecil para não saber que esses radares do DNIT são caça niqueis. Instalados sem respeitar a resolução 396 do CONTRAN, em locais onde não acontecem acidentes por excesso de velocidade e a partir de um "estudo técnico" da empresa dona do radar.
    Aí todo mundo fica feliz… Menos o otário do contribuinte/motorista.

  5. ???????para essa Juíza, isso é um absordo retirar os pardais nas rodovias, com as saídas dos radares a tendência é aumentar o número de acidentes.

    1. É não meu nobre, a tendência é o governo ECONOMIZAR milhões e milhões de Reais deixando de pagar essas arapucas, que só beneficia a empresa proprietária dos equipamentos.

  6. A juíza pode ser chata mas está certa, não se pode tirar o radar sem saber se vai provocar mais acidentes e colocar em risco a vida das pessoas. O radar é para o motorista irresponsável pois para o bom motorista mesmo tendo radar não vai ser multado. Vale mencionar que alguns radares são instalados após solicitação da própria população após ver inúmeros acidentes em um mesmo trecho

  7. BG
    Tem um caça níquel entre Natal e João Pessoa numa descida enorme já próximo a divisa da Paraíba que a velocidade exigida com pardal presente é 80 KM/Hora ai você anda 150 metros tem uma nova placa dizendo que agora é 100 KM/H, como se explica essa ABERRAÇÃO dessa?????

  8. Pronto, chegou a magistrada que entende de trânsito. Vai governar doutora?
    Recorre que cai em 48 horas esse absurdo!
    No Brasil o imoral aparelhamento estatal feito na última década e uma conta de 07 ministros indicados e colocados pela esquerda no STF, TUDO passou a ser judicializado. O STF deixou de ser o guardião da constituição, sua missão e objetivo, para ser o gestor através de sentenças.
    Qualquer hora dessa um juiz vai impedir o governo de asfaltar uma BR sem que prove a viabilidade, ou deixar destinar ônibus escolar sem que demonstre a necessidade.
    Esse país está de cabeça para baixo, tudo invertido, tudo distorcido.

  9. Como querem que o Brasil vá pra frente? Será que só alguns conseguem ver que, os carros param à 80Km/h somente nos radares e depois voltam à 160Km/h por hora?

    Esses radares é uma indústria de fabricar dinheiro para o governo. Essa Juíza não votou em Bolsonaro nem quer ver as coisas avançarem.

  10. Dessa forma não tem como governar qualquer juiz agora se acha no direito de parar o governo por qualquer coisa . Por favor deixe o governo trabalhar ou então se candidate ao cargo de presidente.

  11. A perseguição ao governo Bolsonaro continua firme. Artigo malfeito não diz que a autoria da ação foi de um SENADOR DE OPOSIÇÃO, da REDE-ES, um tal Fabiano Contarato. Porque não divulga? Obviamente, essa oposição nojenta sabe que esses "pardais" são odiados pelo povo, não passam de caça-níqueis. Se Bolsonaro lançar um programa contra a dengue, a oposição sairá em defesa do mosquito. É vergonhoso.

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Segurança

DATAFOLHA: Maioria é contra posse de armas e que policiais que matam devem ser investigados além de não poder atirar em suspeitos

As principais propostas do governo Jair Bolsonaro (PSL) para a segurança pública, boa parte das quais foi consolidada no pacote anticrime do ministro da Justiça, Sergio Moro, não contam com apoio da população.

É o que apontam dados inéditos de pesquisa Datafolha.

Eles evidenciam que, para a maioria dos brasileiros, a posse de armas deve ser proibida (64%) e a sociedade não fica mais segura com pessoas armadas para se proteger (72%).

Uma parcela expressivamente maior também avalia que a polícia não pode ter liberdade para atirar em suspeitos porque pode atingir inocentes (81%), que policiais que matam devem ser investigados (79%) e que quem atira em alguém por estar muito nervoso deve ser punido (82%).

A segurança pública, ao lado do combate à corrupção, foi a grande bandeira da campanha bolsonarista.

Entre as principais promessas do presidente estavam a facilitação da posse de armas, instituída via decreto nos primeiros 15 dias de governo, e o que ele chamava de “retaguarda jurídica” para ações de combate ao crime.

Na prática, trata-se da instituição de um excludente de ilicitude, ou uma imunidade, para policiais e militares que matarem pessoas em serviço.

O pacote Moro prevê que o juiz poderá reduzir pela metade ou mesmo deixar de aplicar a pena por morte cometida em legítima defesa se o “excesso decorrer de escusável medo, surpresa ou violenta emoção”.

Apenas 16% dos entrevistados concordam que não deve ser punida uma pessoa que atira em alguém por estar muito nervosa.

Minuta comentada do pacote anticrime do ministro, liberada à Folhadepois de pedido feito com base na Lei de Acesso à Informação, mostra que Moro não amparou as propostas em evidências, estudos ou boas práticas.

No lugar delas, destacou indícios de apoio popular a duas medidas: a prisão de condenados em segunda instância e o confisco de bens de criminosos. Esses tópicos não foram objeto de perguntas aos 2.806 entrevistados pelo Datafolha em 130 municípios do país, nos dias 2 e 3 de abril.

Com base no critério popularidade, no entanto, os resultados da presente pesquisa ensejariam mudanças nas proposições do pacote de Moro antes que esse paradoxo respingue na boa reputação mantida até agora pelo ministro.

Sergio Moro é o mais popular e mais bem avaliado ministro do governo Bolsonaro, segundo pesquisa Datafolha.

O ex-juiz federal é conhecido por 93% dos entrevistados, e seu desempenho na pasta é considerado ótimo ou bom por 59% dos brasileiros.

A ideia de que a posse de armas deveria ser proibida porque representa ameaça à vida de outras pessoas é especialmente alta entre mulheres (74%), jovens de 16 a 24 anos (69%) e pessoas com renda de até 2 salários mínimos (72%).

Por outro lado, a ideia de que o cidadão tem direito à posse de arma legalizada para se defender é mais difundida entre homens (47%), pessoas de cor branca (44%), com formação em nível superior (40%) e com renda maior que 10 salários mínimos (40%).

Entre 71 cruzamentos disponíveis na pesquisa, a posse de armas como direito é majoritária em apenas sete deles: empresários (64%), partidários do PSL (73%) e do PSDB (60%), eleitores de Bolsonaro (54%), aqueles que avaliam seu governo como ótimo ou bom (59%), quem já possui arma de fogo (72%) e quem pretende comprar uma (81%).

Apenas 27% dos entrevistados diz já ter cogitado a compra de arma. E 20% declaram considerar a efetivação da compra após o governo ter mudado as regras.

Outro indício de falta de apoio a medidas envolvendo a flexibilização e consequente aumento da posse de armas no país está no percentual de concordância com a frase: “A sociedade brasileira seria mais segura se as pessoas andassem armadas para se proteger da violência”.

Apenas 26% dos brasileiros concorda total ou parcialmente com ela, enquanto 72% discordam da afirmação.

Outros resultados da pesquisa são mais ambíguos em relação a medidas do pacote Moro que são apontadas por seus críticos como promotoras de mais encarceramento, num país que já tem uma das maiores populações prisionais do mundo.

Entre elas estão a impossibilidade de concessão de liberdade provisória e o aumento de penas para certos crimes.

Para 54% dos brasileiros, quanto mais pessoas presas, mais segura estará a sociedade. Outros 42% discordam.

Ao mesmo tempo, 62% concorda que, quanto mais criminosos nos presídios, mais as facções se fortalecem, afirmação da qual 34% discordam.

Se facções do crime organizado são responsáveis por parte da violência e da sensação de insegurança, fica latente o conflito entre as posições dos entrevistados.

PARA 81%, POLÍCIA NÃO DEVE ATIRAR SOB RISCO DE ATINGIR INOCENTES

A pesquisa explicita que o combate ao crime ao custo de vidas inocentes não encontra respaldo na população.

Para 81% dos brasileiros, a polícia não deve ter liberdade para atirar em suspeitos sob o risco de atingir inocentes. Apenas 17% admitem esse tipo de ação.

O dado contraria a postura do presidente Bolsonaro e dos governadores de São Paulo, João Doria (PSDB), e do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC).

Em rede social, o presidente tem exaltado ações policiais cujo desfecho inclui a morte de suspeitos. Já o governador paulista chegou a dizer, na campanha, que “a Polícia Militar no Brasil tinha que matar mais”. Depois de eleito, afirmou que “o bandido que reagir vai para o cemitério”.

O ex-juiz federal Witzel defende o “abate” de criminosos portando armas pesadas desde a campanha.

Em São Paulo, as mortes provocadas por policiais militares em serviço em março aumentaram 48% em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo dados preliminares da Corregedoria da PM.

No Rio, 305 pessoas foram mortas pela polícia em janeiro e fevereiro deste ano, estabelecendo um novo recorde na série história deste dado.

Segundo a pesquisa Datafolha, o percentual daqueles que admitem o extermínio de criminosos como uma espécie de política de segurança pública é de 29%.

O percentual daqueles que concordam que a sociedade brasileira seria mais segura se policiais matassem mais suspeitos é maior entre pessoas de baixa escolarização (39%) e entre aquelas que possuem arma de fogo (41%) ou que pretendem adquiri-la (42%). A maioria dos brasileiros discorda desta afirmação (68%).

Para 79% dos entrevistados, policiais que matam suspeitos de crimes devem ser investigados, o que contraria a proposta do presidente de instituir um excludente de ilicitude para ações de forças do Estado em que ocorram mortes.

Quando a questão é a permissão do uso da força letal para legítima defesa do policial, no entanto, o quadro se inverte e 72% concordam que este tipo de ação deva ser permitido, contra a discordância de 25% dos entrevistados.

O Código Penal já prevê a exclusão de ilicitude quando o agente público intervém para legítima defesa.

Estudos apontam que mortes provocadas por oficiais, mesmo quando não ocorrem em legítima defesa, tendem a ser reportadas como se o fossem às autoridades.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. não vou ndm comentar esse assunto vindo da Folha, todo mundo sabe que ela não tem credibilidade nenhuma

  2. Mais uma pesquisa mentirosa desse "DatafAlha". Nada há no projeto que defenda licença para policiais atirarem em inocentes ou mesmo em suspeitos ou que episódios assim não devam ser investigados. Por outro lado, essa tal pesquisa não pergunta sobre a aprovação da prisão após condenação em 2ª instância ou depois de condenação pelo Tribunal do Juri (em caso de homicídios). Enfim, é apenas mais um produto dessa oposição irresponsável da grande mídia ao governo Bolsonaro. Lixo.

  3. Não, realmente não se pode dar crédito a Folha de São Paulo… Só consigo enxergar como piadas as primeiras afirmações dessa pesquisa, nem li o restante, bastou pra mim os dois parágrafos iniciais, eles fizeram essa pesquisa onde? No Brasil com certeza não foi… Que palhaçada amigos do Datafolha, sem condições.

  4. BG
    Pesquisa data folha por sinal muito "confiável", vejamos a "eleição" da futura ex pzidenta senadora dirma, dita como eleita e ao contarem os votos, tome chumbo.

    1. A lista de erros desse "DatafAlha" é grande. Nessa última eleição eles se superaram.

  5. TAVA DEMORANDO…
    O DATAPT começar a mostrar suas pesquisas SEM CREDIBILIDADE e a globo levar ao ar em todos seus telejornais.
    O DATADILMA ERROU 68% das pesquisas feitas nas últimas eleições, a começar pelo cargo de presidente, onde todos e tudo vencia Bolsonaro no segundo turno, lembram?
    Errou nas pesquisas de vários Estados;
    Vem direcionando perguntas para ter o resultado que precisa e entrevistando, se é que entrevista, pessoas ligadas a esquerda que perderam suas boquinhas.
    ACREDITAR em, pesquisa do DATAFOLHA e no conto do saci pererê é a mesma coisa.
    Instituto SEM CREDIBILIDADE E ASSUMIDAMENTE A SERVIÇO DE PARTIDO POLÍTICO.
    Mas a esquerda desesperada precisa se alimentar dessas mentiras para sobreviver, já o povo, está vacinado contra essa manipulação encomendada e paga.

  6. A deturpação da folha é algo sem precedentes. Essa empresa realmente acha que pode manipular as mentes e mandar no Brasil. Essa pesquisa foi feita na redação deles?

  7. DATA FOLHA…. Você está fadada ao fracasso com suas pesquisas mentirosas e tendenciosas.

  8. "Para 81%, Polícia não deve atirar sob risco de atingir inocentes".

    É cada uma!

    Sob essa ótica o policial deve morrer? Ou seja, dar sua vida, pois, o risco de atingir terceiros, se sobrepõe a sua própria sobrevivência.

    "Quem poupa o lobo, sacrifica as ovelhas".

    Na visão dessa mídia inescrupulosa, o agente de segurança pública deve ser sacrificado. Vivemos uma guerra, onde a mídia sebosa está de mãos dadas com a bandidagem.
    E nessa guerra de lobos, cães e ovelhas, somos os cães. Odiados por lobos e ovelhas, as ovelhas por nós comparar com os lobos, os lobos, por não poderem trucidar as ovelhas, pois os cães são a última linha entre um e outro.

  9. E essa "Foia" de SP é a pior de toda a grande mídia. Oposição nojenta, irresponsável ao governo Bolsonaro. Tentar atribuir ao pacote do Moro coisas que lá não constam, fabricam "pesquisas", mentem, é uma palhaçada. E estão "quebrando", igual já está ocorrendo com a Editora Abril. Quem (ainda) vê essas porcarias são pessoas com certo esclarecimento. E esse povo enxerga a coisa com mais facilidade. Nesse grupo, só os de má fé, aqueles que só pensam nos seus próprios interesses, nas duas "boquinhas", é que entram no jogo dessa escória. Os "vermelhinhos" estão sumindo aos poucos. O PT, por exemplo, está em fase de extinção.

  10. Data folha é uma arma a serviço do globalismo e esquerdismo. O brasileiro sempre foi majoritariamente a favor da legítima defesa aja visto o plebicito.
    A nossa nação é em sua maioria conservadora e para provar lanço um desafio abram um plebicito para pena de morte, redução da maioridade e prisão perpétua, depois digam no q deu

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Política

Bolsonaro assume articulação, afirmam líderes partidários

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) decidiu assumir pessoalmente a negociação com a Câmara dos Deputados para tentar aprovar a proposta da reforma da Previdência ainda no primeiro semestre.

Nesta quarta-feira (10), dia em que retomou ofensiva para tentar compor uma base aliada, ele indicou que manterá a rotina de abrir o gabinete presidencial para deputados e senadores.

O presidente também começou a avaliar a possibilidade de participar da nova campanha de rádio e de televisão sobre as mudanças nas aposentadorias.

A disposição de Bolsonaro é uma reação à resistência de Rodrigo Maia (DEM-RJ) em conduzir a articulação da reforma da Previdência.

“O presidente está disposto a estar à frente dessa articulação”, disse o líder do governo no Senado Federal, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).

“Ele está à frente da articulação política, sempre esteve e é preciso que esteja até a votação da reforma previdenciária”, afirmou.

A negociação da proposta vinha sendo conduzida, no Legislativo, por Maia e, no Executivo, pelos ministros da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e da Economia, Paulo Guedes.

Os líderes de partidos, no entanto, vinham se queixando da atuação dos dois auxiliares presidenciais e cobravam uma participação direta do presidente.

Bolsonaro, porém, dizia que a responsabilidade pela aprovação da proposta era neste momento do Congresso Nacional e que não era uma iniciativa de interesse apenas do governo federal, mas também do Poder Legislativo.

Sem Maia, o presidente avaliou o risco de a iniciativa naufragar de maneira precoce e foi convencido a tomar as rédeas do processo.

“O presidente nos sinalizou que ele vai estar mais presente e falar bastante sobre Previdência. Inclusive, foi um pedido nosso para ele”, disse o dirigente nacional do Novo, João Amoêdo, que se reuniu com Bolsonaro nesta quarta-feira (10).

Além do Novo, o presidente abriu o gabinete presidencial para representantes do PSL, do Podemos, do Avante, do PSC e até mesmo do PT, principal partido de oposição ao seu governo e acusado por Bolsonaro de levar o país “à beira do abismo”.

Integrantes da bancada federal do Pará, o senador Paulo Rocha e o deputado federal Beto Faro, ambos do PT, participaram de reunião com o presidente sobre o desabamento de ponte sobre o rio Moju, no nordeste do estado. Foi a primeira vez que petistas entraram no gabinete presidencial neste ano.

“O diálogo com a oposição também vai ocorrer, sobretudo nas discussões dessas reformas. Se depender da minha opinião, acho que o presidente tem de falar com todos os partidos”, afirmou Bezerra sobre a nova posição de Bolsonaro.

Para a inauguração de um aeroporto em Macapá, na próxima sexta-feira (12), o governo federal enviou um convite ao líder da oposição no Senado Federal, Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Ele, no entanto, informou que vai de voo comercial.

Desde a semana passada, o presidente tem tentado compor uma base aliada, mas não tem tido êxito no esforço. Nesta quarta-feira (10), Novo e Podemos anunciaram posição de independência. O mesmo posicionamento foi anunciado na terça-feira (9) pelo PR e Solidariedade.

“A posição do Podemos, em qualquer governo, é uma posição de independência. Somos contrários ao quanto pior melhor, e essa posição vai se manter”, disse a presidente nacional, Renata Abreu.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Tem que assumir mesmo e articular o apoio às medidas do seu governo. Democracia se faz assim. Agora, não pode é fazer como os governos do PT fizeram: sair por ai roubando e deixando seus aliados roubarem prá comprar seu apoio.

  2. O jornal  Globo divulga os nomes que comporão parte do 1° escalão do Ministério da Educação e Cultura sob o comando do grosseiríssimo Abraham Weintraub, que hoje soltou mais uma “pérola” dizendo que “uma pessoa que sabe ler e escrever e tem acesso à internet não vota no PT”- e várias outras barbaridades, como a de que em um dia de protestos na Venezuela morre mais gente do que morreu na ditadura militar brasileira e que a solução para agressividade de alunos em sala de aula é cortar o Bolsa-Família (?), processar os pais e tirar-lhes a guarda. Realmente só faltou mandar entregar a criança ao traficante mais próximo, não é?

  3. Agora sim a merda vai virar boné. Não basta ter boas intenções, até porque o inferno tá cheio, tem é que se controlar, pensar refletir cada ação que irá tomar, porém nosso presidente continua agindo como um tanque de guerra em meio a flores e espinhos, passando por cima de tudo que tem na frente. Grosseiro, ríspido, mal consegue falar só balbuciona algumas palavras sempre com uma batata quente na boca…..omi aprenda com seu vice, que mesma pra "enterrá uma faca" faz com delicadeza e educação.

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Economia

13º BOLSA FAMÍLIA: R$ 66 milhões serão injetados na economia potiguar e Bolsonaro acerta o Nordeste em cheio

concessão do 13º pagamento para beneficiários do Bolsa Família, a ser anunciada oficialmente nesta quinta-feira (11) por Jair Bolsonaro (PSL), representa um agrado direto ao público mais crítico ao presidente.

Promessa de campanha, a medida atingirá principalmente áreas que menos votaram em Bolsonaro na última eleição e onde a popularidade de seu governo também está mais baixa nos primeiros cem dias de mandato —especialmente na região Nordeste.

A concessão do 13º no Bolsa Família terá um custo anual de R$ 2,6 bilhões, mas, por outro lado, não haverá reajuste no valor do benefício neste ano.

Ela beneficia diferentes áreas do país que têm em comum a população de baixa renda e será oficializada após Bolsonaro registrar a largada com pior avaliação entre presidentes em primeiro mandato —segundo pesquisa Datafolha, 30% consideram a gestão ruim/péssima, 32%, ótima/boa, e 33%, regular.

No Nordeste, Bolsonaro teve na eleição 30% dos votos no segundo turno, contra 70% de Fernando Haddad (PT).

É justamente nessa região em que a presença do Bolsa Família é mais marcante —ao menos 12% da população recebe esse benefício. No Sudeste, que deu grande vantagem ao presidente na eleição, são 4% de beneficiários.

No RN o 13º do Bolsa Família deve injetar R$ 66 milhões na economia potiguar segundo dados do Ministério da Cidadania.

O Nordeste também dá a pior avaliação a Bolsonaro após três meses de mandato. Pelo Datafolha, a desaprovação ao governo nessa região ficou em 39% —no Sul, apenas 22%.

O investimento no Bolsa Família tem potencial de melhorar a imagem do presidente também nas capitais —onde ele conseguiu boa base na campanha, mas com periferias que deram menor votação ao então candidato do PSL.

Em São Paulo, por exemplo, Bolsonaro obteve seus melhores desempenhos eleitorais nos bairros mais ricos, como Indianópolis, Jardins e Santana. E chegou a perder nos mais carentes, como Capão Redondo, Grajaú e Cidade Tiradentes —locais com mais potenciais beneficiários do programa Bolsa Família.

Outro efeito positivo para Bolsonaro pode ser a tentativa de capturar, mesmo em parte, uma bandeira que deu ajuda ao PT a obter seguidas vitórias em eleições presidenciais.

Pesquisas já mostraram forte relação entre ser beneficiário do programa e a maior probabilidade de votar no PT. Por exemplo, uma feita por Elaine Licio, Lucio Rennó e Henrique Castro, da UnB (Universidade de Brasília), que analisaram a vitória de Lula em 2006.

Outro trabalho, de Sergio Simoni Junior, da USP, mostrou efeito parecido do Bolsa Família até em pessoas que não recebiam pelo programa, mas conheciam algum beneficiário. O pesquisador verificou essa relação nas vitórias do PT em 2006 e 2010.

Na última terça (9), em evento público, Bolsonaro se apresentou como defensor do Bolsa Família, embora tenha complementado que “o que tira o homem e a mulher das questões difíceis que se encontram é o conhecimento”. Antes de ser candidato à Presidência, ele havia classificado o programa como “caridade”.

Pelo Bolsa Família, 14,1 milhões de famílias em situação de pobreza ou extrema-pobreza recebem recursos do governo. O valor médio do benefício distribuído é de R$ 186,94 mensais, segundo dados de março, e a previsão orçamentária para o programa em 2019 é de R$ 30 bilhões.

Desde que foi eleito, Bolsonaro promete pente-fino no programa, alegando que há desvios na iniciativa.

O dinheiro para pagamento do 13º, por exemplo, viria de irregularidades que ele afirma ter identificado durante esse maior escrutínio. Só com a revisão de pagamentos do auxílio-doença, a economia chegaria a R$ 15 bilhões, diz Osmar Terra, ministro da Cidadania.

Nos dois últimos anos, a quantidade de famílias beneficiadas pelo Bolsa Família caiu de 17 milhões para os atuais 14,1 milhões.

Também para sustentar a concessão do 13º, Osmar Terra afirma que a correção anual do valor do benefício foi suspensa neste ano e, em 2020, vai depender do desempenho da economia.

A troca, mesmo assim, indica um aumento no montante a ser recebido pelos beneficiários do Bolsa Família em 2019.

Numa projeção do 13º diluído entre os 12 pagamentos mensais, há um acréscimo de R$ 16 no valor médio pago por mês. Se fosse aplicada a inflação (INPC) acumulada nos últimos 12 meses, ele seria de menos de metade (R$ 7,5).

FOLHAPRESS

 

Opinião dos leitores

  1. Se esse 13º tivesse sido dado pelo Haddad (ou pelo real presidente, que teria sido solto…), teria toda a zoada que estão fazendo? Ou teria sido mais um "milagre" digno de canonização??

    1. Tá engano sim, a fake news do PT era que Bolsonaro ía acabar com o o bolsa família, mas foi promessa da campanha dele de pagar o 13º do bolsa família, pelo visto você só assitiu ao programa eleitoral de Hadad.

    2. Assim como era dito quando a Dilma foi candidata pela segunda vez…

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Jornalismo

FMI impede que Maduro saque reservas em dólar de seus cofres

Fundo Monetário Internacional (FMI) proibiu nesta quarta-feira, 10, o governo do presidente Nicolás Maduro de retirar reservas financeiras na entidade e de negociar qualquer acordo até que seus membros decidam se ainda reconhecem o chavista como líder legítimo da Venezuela. As reservas venezuelanas no fundo são estimadas em US$ 400 milhões. Nos últimos 12 meses, Maduro já sacou US$ 1 bilhão do dinheiro que o país tinha no FMI.

“Qualquer compromisso do FMI com a Venezuela, como respostas sobre pedidos de transações financeiras, tem como base o reconhecimento do governo”, disse o FMI por meio do porta-voz Raphael Anspach. “E não há uma posição comum dos países-membros sobre isso.”

O segundo de mandato de Maduro é contestado pela oposição e por parte da comunidade internacional, sob alegações de fraudes. Em janeiro, o presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, declarou-se presidente interino do país ao qualificar Maduro como “usurpador” da presidência.

Mais de 50 países, principalmente do continente americano e da Europa reconhecem Guaidó como o líder de fato do país. Essa decisão foi seguida por alguns órgãos, como o Banco Inter-Americano de Desenvolvimento (BID) e a Organização dos Estados Americanos (OEA). Apesar disso, Maduro segue no comando das fronteiras, do Exército e das instituições venezuelanas.

A decisão do FMI dificulta ainda mais o acesso de Maduro a moeda forte, em meio à pior crise econômica da história venezuelana. A economia do país encolheu pela metade desde que o chavista chegou ao poder em 2013, numa combinação explosiva de falta de reservas em dólar, hiperinflação, escassez e impressão de dinheiro sem lastro.

As sanções que os EUA começaram a impor a partir de 2017, diminuíram os mercados do petróleo venezuelano e prejudicaram o acesso a crédito do regime. Com isso, Maduro passou a sacar reservas em dólar no FMI e em bancos europeus. O Banco da Inglaterra impediu em janeiro que o chavismo retirasse US$ 1,2 bilhão em barras de ouro de seus cofres. 

ESTADÃO CONTEÚDO

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Judiciário

TRE de Mato Grosso cassa Senadora que ficou conhecida como ‘Moro de saias’

Por 7 a 0, os juízes do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso cassou o mandato da senadora Selma Arruda (PSL) por suposto abuso do poder econômico e caixa dois nas eleições de 2018. A decisão foi tomada no âmbito de uma ação de Investigação Judicial Eleitoral. O desembargador Pedro Sakamoto impôs inelegibilidade de 8 anos.

Segundo a quebra de sigilo, os valores, que foram gastos pela ex-juíza em sua campanha, haviam sido transferidos por seu primeiro suplente, Gilberto Possamai.

Selma ficou famosa em Mato Grosso como ‘Sérgio Moro de saias’, por sua pena pesada em ações criminais contra políticos e servidores públicos. Ela mandou prender o ex-governador Silval Barbosa (MT) e empresários influentes no Estado, em 2017. Selma também condenou a 26 anos e sete meses de prisão o ex-deputado José Riva por ‘escabroso esquema’ na presidência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Nas eleições de 2018, ela foi eleita com 678 mil votos, e declarou bens no valor de R$ 1,4 milhão.

As investigações se iniciaram quando a senadora fez gastos de campanha incompatíveis com seu patrimônio declarado ao Tribunal Superior Eleitoral. Após a quebra de seu sigilo, foram identificadas transações de Possamai e sua esposa, Adriana, para a conta de Selma.

“Dessa fonte ilícita, Selma Arruda efetuou uma doação (como se de recursos próprios fosse – Recibo nº 001700500000MT000101E e do Demonstrativo de Receitas Financeiras – prestação de contas) no valor de R$ 188.000,00 para a conta oficial de campanha”, diz o Procurador.

O Ministério Público Eleitoral ressalta que ainda em abril de 2018, pouco tempo antes das eleições, Selma ‘detinha saldo bancário negativo (R$ -2.638,31), o que comprova matematicamente que o valor acima está amparado no suposto mútuo de R$ 1.500.000,00, obtido junto a Gilberto Possamai’.

“O valor envolvido não se direcionou a pagar atos ordinários da vida civil da candidata. A quantia auferia visou a, única e exclusivamente, “adiantar” as chances da candidata o pleito eleitoral. A cifra de R$ 1.500.000,00 alimentou a conta oficial de campanha (em quantidade ínfima – R$ 188.000,00) e serviu primordialmente à contabilidade paralela, a despesas não declaradas, com o fito de desequilibrar o pleito antes do início da disputa (pré-campanha). Em sábia linguagem popular, a representada “queimou na largada””, afirma a Procuradoria.

O procurador ainda diz que ‘o investigado Gilberto Possamai, ’em data posterior ao suposto mútuo celebrado com Selma Arruda, conforme quebra de sigilo bancário (retrocitada) e documento abaixo, efetuou pagamentos (não contabilizados) de R$ 150.000,00 e R$ 120.000,00 – vide relatório SIMBA (ID 1055322) – diretamente à Genius At Work Produções Cinematográficas LTDA e a KGM Assessoria Institucional, respectivamente, para quitar parte de débito contraído pela candidata Selma Arruda junto aos fornecedores’.

COM A PALAVRA, SELMA ARRUDA

Estou tranquila com a decisão proferida nesta quarta-feira (10.04) pelo Tribunal Regional Eleitoral. A tranquilidade que tenho é com a consciência dos meus atos, a retidão que tive em toda a minha vida e que não seria diferente na minha campanha e trajetória política. Respeito a Justiça e, exatamente por esse motivo, vou recorrer às instâncias superiores, para provar a minha boa fé e garantir que os 678.542 votos que recebi da população mato-grossense sejam respeitados.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Política

“Reforma da Previdência não retira direito de ninguém”, diz Onyx

Em entrevista ao telejornal Repórter Brasil da nova TV Brasil, que integra a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, reiterou que o governo do presidente Jair Bolsonaro é de “transformação”. Ele defendeu a aprovação da reforma da Previdência encaminhada ao Congresso Nacional pelo governo. Segundo o ministro, a medida muda regras para acesso a benefícios, mas não altera direitos estabelecidos e cria alternativa para aumentar a poupança interna.

“Ela [a reforma] não retira o direito de ninguém, ao contrário”, disse o ministro, ao lembrar que a implantação terá prazo de transição de 10 anos e facultará aos segurados optar pelo momento de aposentadoria conforme cálculo mais vantajoso.

Para o ministro, as novas regras, que valerão para todas as categorias, têm como destaque a fixação do sistema de capitalização individual em substituição ao atual sistema colaborativo e solidário, no qual os trabalhadores em atividade financiam o benefício dos trabalhadores que já se aposentaram.

Perspectivas

Segundo o ministro, a capitalização previdenciária resultará no aumento da poupança interna, dos atuais 15,5% do Produto Interno Bruto (PIB) para 20% PIB em curto prazo. “Vamos usar a poupança, que é algo que o brasileiro conhece, confia e acredita, para ele fazer a sua capitalização. É um sistema inédito no mundo que dá portabilidade. Imagina as brigas dos bancos a cada três ou quatros anos para receber esses bilhões e bilhões de reais.”

Onyx comparou o problema previdenciário a uma viagem marítima. “Nós não apenas consertamos o barco que está com o casco furado da atual Previdência, que precisa continuar flutuando para sustentar aqueles milhões de pessoas que estão lá, como precisa receber outros e precisa pagar em dia. Além de consertar o barco, a gente cria outro caminho que é a capitalização”.

O ministro faz projeções de que os recursos da capitalização vão financiar projetos para o crescimento econômico. “Quando nos levar lá é a alforria, a independência de verdade do Brasil. Seremos igual ao Chile, nós vamos bancar o nosso próprio crescimento”, prevê. “Uma vez aprovada, só daqui a 30 anos que o [telejornal] Repórter Brasil vai voltar a falar de reforma da Previdência.”

Diálogo

O chefe da Casa Civil reconheceu que a proposta em tramitação poderá ser modificada no Congresso. Ele destacou que o presidente Jair Bolsonaro tem se reunido com os líderes partidários para conversar sobre a agenda do governo. Já foram realizadas reuniões com oito legendas e estão previstos encontros com mais quatro partidos. “Isso deve acabar construindo um embrião para o conselho político do presidente, que vai permitir diálogo e aproximação”.

Para Onyx, as conversas do presidente com as líderanças representam um novo momento. “[É uma] nova fórmula de relacionamento, que precisa ter tolerância, paciência e conversa de parte a parte”, disse.

Em entrevista à TV Brasil, Onyx ressaltou a adoção de normas de governança pública recomendadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), que o Brasil pretende ingressar. A OCDE reúne 36 países industrializados.

“Boa governança pública é cuidar bem do dinheiro das pessoas, que é o que faz o Estado servir com qualidade, e todas as políticas públicas terem eficiência e eficácia. Para isso, treinamos os ministros e secretários-executivos.”

Ações

Além da adoção das novas regras de governança, o governo cortou gastos e cargos, adotou medidas de combate à corrupção e estabeleceu medidas para a desburocratizar o relacionamento do cidadão comum com o Estado.

“O governo se estruturou com redução de ministérios, redução dos níveis hierárquicos. Estamos cortando pela primeira vez mais de 20 mil cargos dos 119 mil que existem na administração direta e indireta. Nós estamos criando unidades de integridade e combate à corrupção para mudar a cultura dentro da máquina pública. Nós estamos concentrando as compras e trabalhando nessa direção. Em vez de ter 20 centrais de compra, teremos somente uma”, resume o ministro.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. "Imagina as brigas dos bancos a cada três ou quatros anos para receber esses bilhões e bilhões de reais.” Adivinha quem está doido para que a famigerada capitalização da Previdência seja aprovada ?????????
    Os tubarões do mercado financeiro, é lógico.

  2. Parabéns, quem não quer a reforma da previdencia são os marajás do serviço público. Servidor público a praga do Brasil, só serve para acabar com a população e com os empresários que geram empregos neste país de desonestos.

    1. A verdadeira "praga" do Brasil é a corrupção , que está entranhada em boa parte dos brasileiros . Ela está presente nas mínimas coisas, como no desrespeito às leis e às instituições, na sonegação fiscal , em licitações fraudulentas, nas infrações de trânsito e em muitos outros aspectos da vida nacional.

    2. Luiz, tu tá parecendo um recalcado… será que vc nunca teve competência para ser aprovado em algum concurso público? ou tua inteligência nunca despertou para o fato de que funcionários públicos dão receita para o governo, sendo que os verdadeiros culpados são os políticos com suas péssimas administrações, perdão fiscal, omissão de atos e desvio de recursos? Quem ofende tem que ter moral pra isso rapaz…

    3. Marajás do serviço público?? Só se for juíz, promotor e políticos, que nessa reforma ficaram de fora e irão para uma lei complementar, depois que a reforma for aprovada. Empresários geram empregos porque tem lucros, não é porque são bonzinhos. A maioria sonegam impostos, principalmente da previdência. Estamos fudidos por causa do rombo de mais de 400 b que eles devem. O servidor público desconta na fonte, são os únicos que tem os recolhimentos em dia!

  3. ô Ceará-Mundão iludido…. acorda rapaz…. tu já viu algum governo na vida prometer algo realmente bom pro povo? TODOS os governos querem aprovar alguma coisa que vai dar errado, aí saem comprando povo e políticos… sempre foi assim e sempre será. O governo tem é que parar de dar dinheiro pra países comunistas e fascistas, parar de perdoar as dívidas fiscais de amigos, bancos e outras empresas… fechar a torneira… aí nem precisaremos de reforma da previdência

    1. Já tive notícia e até já vivi em bons governos (no tempo que pessoas como vc chamam de "ditadura militar"). A história mundial demonstra que nem todo governo precisa ser ruim. Assim como em outros aspectos da vida, essa classificação é "em geral". Nunca existirá algo totalmente do nosso agrado.

  4. Se fosse tão boa para os trabalhadores não precisava fazer negociação com cargos, e porque não mexem com os políticos que aí já estão e vai servir pra os futuros, e porque só para forças armadas vai ter reestruturação dando aumento e os resto não? Sim é porque anistiar os grandes devedores ? Leiam atentamente o caso do Chile e vejam como estão hoje.

  5. Sem essa reforma não há futuro. Que algumas coisas sejam alteradas, aperfeiçoadas, tudo bem, faz parte. Mas tem que passar. Ou será o caos. Já estamos vendo uma prévia desse caos. No próprio RN.

    1. Realmente só tira direito dos pobres.Duvida que tire direitos do alto clero.Os politicos juizes ete

    2. As novas regras valem para todos. Para (não) variar, vc apenas repete os "mantras" que a cambada de esquerda manda dizer. Critica e não leu nada, não entendeu nada. Ou se faz.

    1. A economia é porque vai gastar menos com as super aposentadorias dos marajás, políticos, juízes, promotores, auditores fiscais, a nata do funcionalismo público, talvez da qual você faça parte e está com mede de perder a boquinha, mas a maioria da população que trabalha e ganha pouco não vai ser afetada pela reforma.

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Judiciário

Comissão do Senado pede arquivamento de CPI da Lava Toga

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) recomendou nesta quarta-feira, 10, o arquivamento do pedido de criação da Comissão Parlamentar de Inquérito dos Tribunais Superiores, a chamada CPI da Lava Toga. A maioria do colegiado votou com o relatório do senador Rogério Carvalho (PT-SE), que recomendou não levar adiante a criação da comissão. A decisão ainda será apreciada pelo Plenário.

No último dia 26 de março, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), decidiu arquivar o pedido de CPI com base em pareceres técnicos emitidos pela Consultoria Legislativa e pela Advocacia do Senado, que afirmam que a investigação estava fora dos limites da fiscalização do Senado. Logo em seguida, o próprio Davi recorreu de sua decisão e a remeteu para análise da CCJ, que agora decidiu pelo seu desprovimento.

Em seu relatório, Rogério Carvalho diz que a CPI tinha como intuito avaliar decisões judiciais, o que seria vetado pela Constituição, além de faltar a determinação de fatos específicos para que a CPI investigasse. O relator admite, porém, que é urgente a necessidade de o Poder Judiciário e seus membros serem investigados e cobra do Supremo Tribunal Federal (STF) a iniciativa de reforma do Estatuto da Magistratura.

Segundo o senador, “o quadro de aguda crise econômica e institucional que temos enfrentado nos últimos anos impõe a todos nós muita serenidade e discernimento”. Ele conclui ressaltando que “não será o esgarçamento das relações entre os Poderes que conduzirá à pacificação e à superação dos gargalos institucionais identificados”.

O requerimento de criação da CPI dos Tribunais Superiores, apresentado pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), obteve 29 assinaturas de apoio, dois senadores a mais do que o necessário para a abertura de uma comissão parlamentar de inquérito. Durante a reunião da CCJ, Alessandro apresentou um voto em separado em que defendeu que o requerimento fosse recebido parcialmente, possibilitando assim a criação da CPI e sustentou que não cabe à CCJ avaliar a “conveniência política da investigação.”

“O momento de avaliação da conveniência política da CPI não é o da CCJ, mas da coleta das assinaturas. Isso é legítimo, faz parte do processo político. Aqui não. Estamos tratando objetivamente da possibilidade ou não de recepcionar um requerimento em parte”, disse o senador.

O senador Jorge Kajuru (PSB-GO) criticou a decisão da CCJ e afirmou que alguns ministros têm se comportado com “ativismo judicial”, o que compromete o STF. Contrário à criação da CPI, o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) discorda do apoio popular à CPI. Para ele, os brasileiros querem, na verdade, o combate à corrupção e a punição de criminosos. Segundo Pacheco, a CPI também pode ser interpretada como “uma forma de coagir o Supremo Tribunal Federal”.

Estadão Conteúdo

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Polícia

Mulher é presa tentando enganar a polícia jogando drogas no telhado

Uma mulher de 27 anos foi presa na tarde desta quarta-feira (10), no bairro Liberdade, na cidade de Parnamirim suspeita de tráfico de drogas. De acordo com a PM Carla Fabiana Silva de Sena tentou esconder cerca de dois quilos de maconha e crack no telhado da casa onde mora quando visualizou uma viatura.

Carla foi flagrada por uma equipe do 3° Batalhão durante um patrulhamento na área. Segundo os policiais que participaram da ocorrência a suspeita jogou uma sacola com as drogas no telhado na tentativa de enganar a equipe, mas acabou confessando que era dona dos produtos ilícitos. A mulher foi levada para a Central de Flagrantes, em Natal e autuada.

Portal BO

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Política

Bolsonaro percebeu que precisa dos partidos, diz líder do governo no Senado

O presidente Jair Bolsonaro percebeu que, para cumprir a agenda apresentada na campanha eleitoral, precisará do apoio dos partidos políticos, segundo o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE). Apesar disso, não há expectativas de que o governo conseguirá formar uma base aliada ‘tradicional’ no Parlamento, ao menos não da forma feita no passado.

“O presidente é o primeiro desde a redemocratização que compõe uma equipe ministerial sem consultar partidos. Isso inaugura um novo ciclo na política, e não é pouco. Mas ele percebeu que, para ter a sua agenda aprovada, precisa de partidos. A democracia é montada por partidos”, declarou Bezerra após reunião com Bolsonaro.

Bezerra disse que nenhum outro partido, além do PSL, vai integrar formalmente a base aliada. “E nem vai fechar. É um novo ciclo. Os partidos não participam da equipe ministerial, se inaugurou um novo tempo. Partidos se identificam pelos temas, pela agenda, e vão votar de acordo se agenda estiver alinhada aos seus interesses. Por isso, vai exigir sempre a presença do presidente à frente da articulação política”, considerou, ao ser questionado pelo fato de que, após reuniões com Bolsonaro, nenhum partido formalizou apoio.

Depois, ao ser indagado se o governo desistiu de formar uma base, voltou atrás. “Nós vamos construir, mas será de uma forma diferente”, minimizou.

Segundo o líder, Bolsonaro está disposto a participar mais ativamente da interlocução com o Legislativo. “Senti a disposição do presidente em manter esse ritmo de diálogo. Ele tem recebido dez parlamentares em média, e é importante que continue porque a política é conversa, diálogo, troca de informações a todo momento, permanentemente, sobretudo quando a sociedade percebe que a agenda está correta”, declarou.

Bezerra afirmou que o “entusiasmo” em relação a medidas como o novo pacto federativo, o redesenho do tamanho do governo e a desestatização do presidente motiva os parlamentares. “O presidente está muito animado com as conversas que vêm mantendo e está disposto a dar continuidade a essa iniciativa política no sentido de criar ambiente político necessário para se construir essa maioria qualificada.”

Para Bezerra, “a situação está melhorando a cada dia”. Mas ele admitiu dificuldades em relação a pontos como mudanças nas regras do benefício de assistência social para idosos de baixa renda (BPC) e na aposentadoria rural.

“Venho trazer aqui um testemunho ao presidente de que desde que ele retomou o diálogo com as lideranças e os presidentes de partidos, a gente sente melhora no ambiente político tanto no Senado quanto na Câmara, crescendo as expectativas de construirmos maioria qualificada para aprovar uma reforma da Previdência com impacto fiscal relevante”, disse.

A expectativa do líder do governo é conseguir aprovar a reforma no Senado até meados de setembro. Na Câmara, ele acredita que a votação será concluída até final de junho.

Estadão Conteúdo

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Polícia

Criminosos envolvidos na morte de PM no Bom Pastor morrem em confronto com a Polícia

Três criminosos morreram durante um confronto com a Polícia Militar, na tarde desta quarta-feira (10), no distrito de Guajiru, no município de São Gonçalo do Amarante. Outros três suspeitos foram presos e a arma do Sargento Gilmar, assassinado no bairro Bom Pastor, recuperada.

A informação foi confirmada pelo Tenente Coronel Eduardo Franco, assessor de comunicação da PM. “Nossas equipes ainda estão no local e possivelmente teremos mais prisões nas próximas horas”, afirmou. O Sargento Gilmar morreu durante um assalto no bairro Bom Pastor, na manhã desta terça-feira (09), um suspeito foi detido horas depois.

Portal BO

Opinião dos leitores

  1. A bandidagem sabe q matar policial é sentença de morte, a gloriosa polícia vai buscar no buraco que o safado esteja, lá chegando, o bandido é chipado e encaminhado para o colo do capeta. Parabéns aos policiais envolvidos na operação.

  2. Ação perfeita da PM, pois ensacou e despachou mais três para o inferno. Parabéns a todos os policiais que participaram dessa limpeza, pois bandido bom é bandido morto.

  3. Um doce para quem apontar um único assassinato de policial que ficou sem "solução".
    Espero que respondam sem desaforos

  4. Parabéns aos policiais militares pelo excelente trabalho. Três CPF cancelados com sucesso.

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