Política

Por estratégia, Maia deve preservar trechos de decreto das armas

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), foi aconselhado a não derrubar de uma vez todo o decreto de Jair Bolsonaro que facilitou o porte de armas. O número de excessos cometidos pelo presidente foi tão grande que aliados do democrata viram no texto “o primeiro teste que ele fez da resistência do Legislativo”.

Maia foi orientado a analisar a norma ponto a ponto para não criar atrito desnecessário com o grupo de bolsonaristas que é a favor da liberação do porte de armas. Por isso, ele já dizia na sexta (10) que ia buscar um acordo.

Painel/Folha de S.Paulo

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Religião

Papa afirma que a ordenação de mulheres não avançou

Durante a Assembleia da União Internacional das Superioras Gerais, que reuniu esta semana freiras do mundo inteiro, o papa Francisco informou que os estudos sobre a instituição de mulheres como diaconisas na Igreja Católica não avançou.

“Não há certeza de que a sua (ordenação) fosse com a mesma forma e com o mesmo propósito que a ordenação masculina. Alguns dizem: há dúvidas. Vamos continuar a estudar”, disse a jornalistas. Em passagem pela Bulgária, o pontífice chegou a ter contato com comunidades ortodoxas que permitem a ordenação de diaconisas.

O papa recordou, no Vaticano, que instituiu uma comissão de análise das diaconisas, a pedido das próprias superioras das congregações. Segundo ele, porém, houve poucos resultados. “Não posso fazer um decreto sacramental sem um fundamento histórico e teológico. O resultado não é dos melhores, mas foi feito um passo avante.”

Ele fez questão de ressaltar, no entanto, que o trabalho das mulheres, religiosas e leigas, é cada vez mais importante na Igreja Católica – e não apenas funcional. “A Igreja é feminina, é mulher. Não é uma imagem, é a realidade, é a esposa de Jesus, devemos ir avante com a teologia da mulher”, disse.

No encontro, ele abriu mão do discurso e se dispôs a conversar com as freiras sobre diversos temas, incluindo abusos – que devem ser denunciados. E ele ressaltou a importância da mulher na Amazônia, sobretudo pela sensibilidade que tem com os povos indígenas.

Histórico

Segundo o papa, o trabalho dos especialistas não deixa dúvidas de que havia diaconisas no começo do cristianismo, mas a questão está em determinar se “era uma ordenação sacramental ou não”. Os estudos mostraram que elas ajudavam na liturgia batismal de mulheres, que era por imersão, e eram chamadas para casos de disputa matrimonial. Só que isso se limitaria a uma área da Síria. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Grupo de empresários liderado pelo potiguar Flávio Rocha amplia lobby no governo Bolsonaro

 

Após prometer criar um milhão de empregos no primeiro mês do governo de Jair Bolsonaro (mas ter ficado longe de atingir a meta) e de iniciar um corpo a corpo em Brasília pela aprovação da reforma da Previdência, o movimento de empresários liderado por Flávio Rocha, dono da Riachuelo, pretende avançar em sua atuação em Brasília e participar ativamente na elaboração de políticas públicas. “A ideia é ter ação política”, diz Gabriel Kanner, sobrinho de Rocha e presidente do Instituto Brasil 200.

Por meio da entidade, o grupo de empresários fará lobby no Executivo e no Legislativo por políticas liberais. A entidade já assinou protocolo de intenções com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos e pretende colaborar no texto da reforma tributária.

O instituto, que se define como apartidário, tem a deputada Joice Hasselmann (PSL) como coordenadora de sua frente parlamentar e deve se beneficiar da proximidade de seus fundadores com membros do governo e do Congresso.

Tanto Kanner como o vice-presidente do instituto, Helcio Honda (diretor do Departamento Jurídico da Fiesp), têm tido reuniões com nomes como o do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), e do secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra. Honda esteve ainda duas vezes em Washington, nos EUA, para discutir um convênio de intercâmbio de estudos com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

O primeiro projeto do instituto está em andamento: informações sobre a reforma previdenciária têm sido trocadas com o Ministério da Fazenda. O grupo também tem recolhido assinaturas de parlamentares que se comprometem com a proposta.

O segundo passo do Brasil 200 foi fechado com a ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos). O instituto vai desenvolver, durante quatro anos, projetos de capacitação de empreendedorismo em comunidades vulneráveis. A comunidade quilombola Kalunga, em Goiás, será a primeira a receber o curso, que terá custo de R$ 200 mil, bancado pelo Brasil 200.

Uma terceira iniciativa já começou a ser desenhada e envolve um dos maiores desafios econômicos do governo: a reforma tributária. Nesse caso, além de querer participar da elaboração do texto que será encaminhado ao Congresso, o instituto vai propor mudanças infraconstitucionais – ideia que já foi muito bem recebida pelo governo, segundo Honda. Uma comissão interna, com membros como os professores da faculdade de Direito da FGV, Eurico Santi e Isaías Coelho, foi formada para debater o assunto. “Devemos fazer uma proposta (de substituição de vários impostos por um único) com um tempo de transição inferior a dez anos”, diz Honda.

Início

O embrião do instituto foi o movimento Brasil 200, lançado no início do ano passado, em Nova York. A ideia então era apoiar a candidatura à Presidência de alguém que fosse liberal do ponto de vista econômico e “conservador nos costumes”.

O primeiro a receber respaldo do movimento foi o próprio Rocha. Após ele desistir da disputa presidencial, o grupo passou a colaborar com Jair Bolsonaro. Se juntaram a Rocha empresários como Luciano Hang (dono da Havan), João Appolinário (Polishop), Sebastião Bomfim (Centauro) e Edgard Corona (Bio Ritmo). Passadas as eleições, o movimento começou a se transformar no instituto. “Foi uma evolução natural na estrutura, para se tornar mais robusto”, diz Rocha. Segundo ele, o Brasil 200 se difere de outros centros de pensamento liberal por também apoiar uma agenda cultural. “O inimigo hoje é mais o marxismo cultural que o econômico.”

Estrutura

O instituto tem dez prestadores de serviços e alugou um andar no escritório Braga Nascimento e Zilio Advogados Associados, no Jardins, em São Paulo. Sócio da banca, Marcelo Braga Nascimento é um dos apoiadores do projeto, além de liderar a associação Eu Amo o Brasil, que instala bandeiras do País por São Paulo.

“Me convidaram para participar (do instituto) porque tenho a entidade de patriotismo. É muito importante ter amor ao País”, diz. O advogado destaca que quis participar do projeto por entender que a sociedade tem de se envolver na política para o Brasil mudar. “Não é só o governo (que tem de trabalhar).”

Riachuelo

Uma ação do Ministério Público do Trabalho do Rio Grande do Norte contra a Riachuelo foi o estopim para a criação do movimento Brasil 200.

Em 2017, um grupo de procuradores instaurou a ação contra a varejista por entender que empregados de confecções que produziam para a marca recebiam menos que os funcionários contratados diretamente pela empresa. Segundo o MPT, o preço de costura das peças, fixado pela Riachuelo, era de R$ 0,35 o minuto e não cobria os custos operacionais das confecções. Os procuradores afirmaram que a companhia transferiu 17% de sua produção para essas confecções.

A ação proposta pelo MPT gerou um protesto de pequenos empresários a favor da Riachuelo. Segundo o presidente do Instituto Brasil 200, Gabriel Kanner, que é neto do fundador da Riachuelo, esse caso do Rio Grande do Norte é um “exemplo de que, no Brasil, o patrão é sempre o vilão e quer oprimir os empregados”.

“Isso nos motivou a criar um movimento para ter um ambiente de negócios mais favorável”, diz Kanner. No fim de abril, a Justiça decidiu não reconhecer a ocorrência de dano moral coletivo, negando o pedido do MPT de indenização de R$ 37,7 milhões, mas entendeu que, em caso de processo trabalhista de funcionários contra as confecções, a Riachuelo deverá responder como responsável.

Vagas só no papel

O total de 1 milhão de empregos prometido no início de dezembro pelo então Movimento Brasil 200 virou 30 mil vagas, segundo o presidente do Instituto Brasil 200, Gabriel Kanner. “Tivemos dificuldade para ganhar capilaridade entre médias e pequenas empresas por conta desse clima de incerteza”, disse. “A ideia era dar estímulo à economia no curto prazo e gerar uma onda de confiança, mas precisamos de reforma estrutural.”

O projeto previa a criação de postos de trabalho no primeiro mês do governo Bolsonaro e havia sido lançado em parceria com a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp). As 30 mil vagas citadas por Kanner não necessariamente estão ligadas à campanha do Brasil 200. O número é praticamente o total líquido de empregos formais gerados no País no período, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia.

Apoiador do instituto, o empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, afirma ter aberto cerca de mil vagas nos quatro primeiros meses do ano, mas destaca pretender encerrar 2019 com 3 três mil. Hang diz que ajudará o Brasil 200 divulgando os projetos nas redes sociais, “tentando mostrar algum caminho que faça diferença”. O empresário coloca como principais bandeiras do instituto a desburocratização e a redução da máquina pública.

Dono da Polishop, o empresário João Appolinário conta que criou 40 vagas em janeiro e fevereiro, mas que todas acabaram sendo canceladas. “O setor produtivo depende da economia do País. Não adianta criar um posto de trabalho com o País parado por causa da Previdência.” Appolinário afirma que seu envolvimento no Brasil 200 será uma espécie de mentoria. “Vou participar com ideias.”

O instituto tem ainda a colaboração de empresários menores, como Lúcio Flávio Rocha, sem parentesco com o dono da Riachuelo e que possui franquias em shoppings de Sergipe. Ele abriu quatro vagas em janeiro e diz ter se unido ao projeto por não querer “ser refém” do Estado, mas “protagonista”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Seria ótimo que o "opressor" Flávio Rocha transferisse a Guararapes para outro estado ou país. O RN só teria a ganhar. Isto aqui ficaria uma planície, um lugar propício ao pouso de discos voadores. Incrementaria a indústria do turismo e o estado bateria recordes de arrecadação.

  2. Esses empresários comandado por Flávio Rocha, tratar de Políticas Públicas, kkkkkkkk isso é uma piada.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Ala militar do governo adota tática para se contrapor ao barulho de olavistas

Após as críticas do escritor Olavo de Carvalho terem chegado ao ex-comandante do Exército Eduardo Villas Bôas, considerado um decano entre os militares, o núcleo fardado do Poder Executivo adotou nova estratégia.

Na tentativa de enfraquecer a influência do ideólogo de direita sobre Jair Bolsonaro, a ala pretende reforçar a contraposição entre os grupos militar e ideológico, ressaltando ao presidente que o primeiro oferece resultados concretos, enquanto o segundo só gerou barulho e sucessivas crises políticas.

Para evitar que o escritor ganhe a atenção dos veículos de imprensa, a ordem a partir de agora é ignorá-lo. A avaliação dos generais do governo é de que já deram a resposta que tinham que dar a Olavo, por meio das manifestações públicas de Villas Bôas, que o chamou de “Trótski de direita” e de “pivô de todas as crises”.

O núcleo militar conta com respaldo de boa parte da classe política, assustada com o bate-cabeça e a falta de ação concreta dos ideológicos.

Além disso, os sucessivos ataques de bolsonaristas aos políticos do centrão no Congresso faz com que eles pendam para o lado dos militares.

O general Carlos Alberto dos Santos Cruz, ministro da Secretaria de Governo e um dos alvos de Olavo, passou a receber nos últimos dias uma série de vídeos com discursos feitos por políticos em defesa dele e dos militares do governo.

Outra manifestação de apoio foi feita por governadores durante reunião com Bolsonaro no Palácio do Planalto na última quinta-feira (9).

Os militares ficam incomodados com os sinais trocados dados pelo presidente sobre o conflito entre os dois grupos. Enquanto em declarações públicas e feitas por meio do porta-voz o tom é de “virar a página”, nas redes sociais, as contas oficiais de Bolsonaro defendem Olavo.

Os aliados veem nessa duplicidade de postura uma clara ação do vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), um dos filhos do presidente e que é um dos responsáveis por fazer suas postagens na internet.

O núcleo militar já se conformou que Bolsonaro não romperá com o escritor ou enquadrará os seus filhos, seguidores de Olavo. O esforço agora é tentar neutralizar o ideólogo, convencendo o presidente de que ele tem criado crises sem sentido que prejudicam a recuperação econômica do país.

A avaliação, por exemplo, foi feita a Bolsonaro em almoço com os comandos militares, na última terça-feira (7).

Em conversas reservadas, generais demonstraram a ele insatisfação e afirmaram que Olavo não tem contribuído com a pacificação nacional.

Os militares do governo também têm argumentado que acabaram se tornando fiadores da gestão atual e que uma eventual saída deles poderia desestabilizar o mandato do presidente.

As críticas do escritor começaram logo no início do governo e se dirigiram inicialmente ao vice-presidente, Hamilton Mourão. Olavo reclama da atenção dada pelo general à imprensa, a quem sempre se refere de forma pejorativa.

O segundo alvo dos ataques foi Santos Cruz, por estar sob o seu comando a Secretaria de Comunicação Especial.

A ala olavista defende que o Palácio do Planalto mantenha o mesmo tom hostil adotado com a imprensa durante a campanha eleitoral e direcione verbas publicitárias apenas para “veículos amigos”.

Já os militares defendem uma relação cortês com jornalistas e veem nesse embate um desgaste desnecessário para o governo, que precisa transmitir para a população propostas e projetos para garantir o apoio à gestão.

Na visão dos militares, as ofensas dos olavistas começaram em tom pessoal e direcionado, mas ultrapassaram os limites atingindo a instituição das Forças Armadas.

Com o silêncio de Bolsonaro, o núcleo militar resolveu dar uma resposta aos ideólogos. Segundo relatos feitos à Folha, ela foi costurada a várias mãos, com o consentimento, por exemplo, dos ministros e generais do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), Augusto Heleno, e da Defesa, Fernando Azevedo.

O escolhido para formular e assinar o texto foi Villas Bôas, que comandou o Exército até janeiro e é considerado um líder das Forças Armadas, além de contar com admiração fora das unidades militares.

A aposta era de que, por conta da credibilidade do general, o escritor fosse criticado pela opinião pública caso fizesse provocações contra ele. Para que a iniciativa não fosse brecada, o presidente não foi informado. Segundo assessores palacianos, ele ficou sabendo da resposta apenas após a sua publicação nas redes sociais.

Olavo não respondeu de imediato, mas, depois, chamou o militar, que sofre de uma doença degenerativa, de um “doente preso a uma cadeira de rodas”. A reação foi imediata. O general recebeu manifestações de desagravo tanto de parlamentares simpáticos como de oposição ao governo, o que levou o escritor a se explicar nas redes sociais.

“Eu não gosto de brigar nem com quem está resfriado, quanto mais com quem está com doença grave”, disse.

Mesmo após o revés, Olavo continuou a atacar Santos Cruz, mas as críticas tiveram menos repercussão e acabaram ignoradas pela ala militar.

Na semana em que se intensificou a ofensiva contra ele, Santos Cruz promoveu três agendas de repercussão, em uma tentativa de demonstrar que produz resultados e que conta com respaldo político.

O general promoveu café da manhã com deputados federais, anunciou calendário de projetos do PPI (Programa de Parcerias em Investimentos) e organizou reunião do presidente com governadores, incluindo nomes de oposição.

A ideia é que o esforço tenha continuidade nas próximas semanas, com reuniões com investidores para que participem de leilões de obras federais e encontros com congressistas simpáticos ao governo.

Folhapress

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Avianca atrasa salários, vale-refeição e rescisões, afirmam funcionários

Perto de completar seus 55 anos, Maria gasta cerca de R$ 1.000 mensais com o tratamento médico para uma deficiência física. Seu salário na Avianca Brasil, onde é atendente de call center, é de R$ 1.350.

O valor sempre foi pouco para suas despesas, complementadas pelos honorários do marido e pela ajuda mensal de seus dois filhos adultos.

Mas a situação piorou em fevereiro, quando a Avianca, que está em recuperação judicial, passou a atrasar o pagamento de salários e benefícios como o vale-alimentação.

Em março, ela percebeu que, apesar de descontar o valor do FGTS no contracheque, a empresa não fazia os depósitos.

Foi a gota d’água. Precisou ser levada ao psiquiatra devido a crise de estresse. Em abril, entrou de licença e, no início de maio, descobriu que o salário referente ao mês não foi pago.

Maria é um nome fictício, como outros da reportagem, mas a história é real. Foi narrada à Folha na condição de anonimato. Ela é um dos 4.600 funcionários da companhia aérea —segundo os sindicatos de trabalhadores no setor, pois a Avianca não informou à reportagem.

Contas atrasadas, pedidos de ajuda a familiares e amigos, bicos para conseguir se manter e ameaças por parte dos chefes em caso de faltas têm sido a rotina dos funcionários, segundo os próprios.

Eles relatam uma situação de incerteza e desinformação. Além do não pagamento de honorários, a marca tem deixado de pagar até rescisão de alguns de seus demitidos.

Robson, que pediu demissão em abril após dois anos na empresa, em São Paulo, demorou um mês para homologar a saída. Desde que deixou o posto de atendimento a agências de viagem, passou a ser motorista de Uber.

Clara trabalha na operação da empresa no aeroporto de Florianópolis, desativada depois que a Avianca perdeu a maioria dos aviões de sua frota por dívidas com empresas de leasing. Das 50 aeronaves que a companhia tinha no início do ano, sobraram 5.

A funcionária é uma entre 16 remanescentes da equipe, que, segundo ela, chegou a ter 56 pessoas. Os atrasos no vale-refeição dela começaram em fevereiro. Em abril, seu salário atrasou e ela não conseguiu pagar a prestação do financiamento do carro em dia.

Joana, funcionária em São Paulo, deixou de ir ao trabalho na semana passada. Na terça (7), participou de uma manifestação organizada no aeroporto de Congonhas pelo sindicato dos aeroviários. Ela relata ameaças de demissão por justa causa por parte dos chefes.

“A empresa tem advertido quem falta por atrasos nos pagamentos. Em Guarulhos, soubemos que chegaram a demitir por justa causa quem fez isso”, diz Reginaldo Mandú, presidente do sindicato.

No caso de pilotos e comissários, segundo Ondino Dutra, presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas, os profissionais, além de estarem sem salário, não têm recebido a diária de alimentação.

Procurada, a Avianca não quis se manifestar, mas emitiu comunicado aos funcionários na sexta (10), após o Ministério Público do Trabalho de São Paulo determinar que esclarecesse quando pagará os débitos trabalhistas.

No documento, a empresa diz que contava com a realização do leilão de seus ativos, previsto para o dia 7, mas suspenso pela Justiça a pedido de uma credora da Avianca.

Afirma ainda que tenta liberar “créditos que detém junto a instituições financeiras, oriundos de vendas realizadas através de cartões de crédito”, e se compromete a pagar os salários atrasados até o dia 17.

Folhapress

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esporte

Brasileira Jéssica Bate-Estaca nocauteia e fatura cinturão do peso-palha do UFC

A pressão de fazer uma luta válida por cinturão no Brasil já era grande. Fechar o evento em que José Aldo e Anderson Silva foram derrotados no Rio de Janeiro, ainda mais. E ter pela frente a campeã peso-palha do UFC Rose Namajunas só aumentou o peso que a brasileira Jéssica Andrade tinha sobre seus ombros. A expressão amistosa dos meses anteriores deu lugar ao olhar concentrado próprio de grandes campeãs, que sabem que nada as abalará. Fazendo jus ao apelido de “Bate-Estaca”, a brasileira conseguiu erguer e derrubar a americana, aplicando um nocaute brutal aos 2m58s do segundo round, tomando para si o cinturão peso-palha (até 52,2kg) do UFC e lavando a alma dos fãs cariocas na luta principal do UFC Rio 10.

– Estou muito feliz. Mas esse cinturão é desse cara aqui. Sem ele eu não teria chegado aqui hoje. Se ele não tivesse montado a academia dele na sala da casa da mãe dele, eu não estaria aqui hoje. Filho de pedreiro e de faxineira, o cinturão é seu. Eu voltei muito consciente do que eu tinha que fazer no segundo round. Ela voltou mais lenta e eu dei um bate-estaca. Eu nunca dei um bate-estaca na minha vida. Precisou de muita dedicação, mas hoje deu certo – disse a nova campeã após a luta, presenteando seu mestre Gilliard Paraná, líder da PRVT.

Com a conquista do título nesta noite, Bate-Estaca chega a 20 vitórias na carreira, que ainda conta com seis derrotas. A lutadora paranaense emenda ainda o quarto triunfo seguido, após vir de vitórias contra contra Claudia Gadelha, Tecia Torres e Karolina Kowalkiewicz. São ainda oito vitórias nas últimas nove lutas. A única derrota foi na luta pelo título com Joanna Jedrzejczyk.

O cartel de Rose Namajunas ficou agora com oito vitórias e quatro derrotas. Aos 26 anos, a americana vinha de três triunfos seguidos, tendo vencido Michelle Waterson primeiro e depois batido Joanna Jedrzejczyk duas vezes com o cinturão em jogo.

– Vejo todo o esforço que os brasileiros fazem para lutar fora, e foi muito legal lutar aqui. É isso. Muito obrigada – disse a ex-campeã Rose Namajunas, recuperada do duro nocaute que sofreu.

A luta

A campeã começou a luta fazendo o que se esperava: movimentando-se constantemente e aplicando golpes em velocidade, entrando e saindo rapidamente do raio de ação da brasileira. Jéssica tentava encurtar a distância, mas recebia socos rápidos em sequência. Na terceira tentativa de se aproximar, Bate-Estaca conseguiu erguer Namajunas por duas vezes, derrubando-a na segunda. A campeã, no entanto, mostrou estar preparada para a estratégia da rival, quase encaixando uma chave de braço assim que caiu. Jéssica teve de desistir da posição para não correr o risco de ser finalizada. A luta voltou a ser disputada em pé, e a americana conseguiu um knockdown a 1m30s do intervalo. Bate-Estaca, que já apresentava um ferimento no supercílio esquerdo, se recuperou, livrando-se ainda de uma tentativa de guilhotina, e partiu para o ataque em pé, acertando chutes na spernas e socos na cabeça da campeã, que absorveu os golpes.

A brasileira voltou para o segundo round disposta a atacar a americana, mas recebeu golpes em velocidade a cada vez que se aproximava. Namajunas mostrava maior precisão nos golpes, enquanto que Bate-Estaca parecia ir sem muita estratégia para o ataque, apostando na força e na contundência. A campeã atacava com mais técnica, mantendo Jéssica sob controle. Entretanto, quando teve uma nova chance de mostrar a sua força, a brasileira não a desperdiçou. Junto à grade, Jéssica ergueu Namajunas e a jogou no chão. A americana caiu com o pescoço no solo e imediatamente perdeu a consciência, ficando estática enquanto o árbitro encerrava a luta.

Combate/G1

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Vídeo mostra agressões de policiais ambientais no combate à poluição sonora

Imagens de um circuito de monitoramento flagraram o total despreparo de policiais da Companhia de Policiamento Ambiental no combate à poluição sonora. As cenas aconteceram no último final de semana.

Pelas imagens é possível ver os agentes dando socos e ponta-pés nos jovens, além de empurrões, sem que eles esboçassem qualquer tipo de reação. Um ato totalmente abominável. Um dos jovens chega a ser isolado do restante do grupo para ser agredido no rosto.

Faz tempo que a polícia vem combatendo sons automotivos em volumes ensurdecedores e muitos jovens, mesmo assim, insistem em ligar os aparelhos. Inclusive um grande trabalho porque isso, além de ser um crime ambiental, incomoda muita gente.

Mesmo o blog sendo um defensor intransigente do trabalho policial e não entrar no mérito se o som estava alto ou não, nesse caso vamos nos atentar a total ação desnecessária desses policiais ambientais no tratamento com os jovens. Cenas que mostram agressões nítidas, que, visualmente, não são justificáveis..

Opinião dos leitores

  1. Leve esses arruaceiros pra dentro do seu quarto e curta o som deles na altura e na qualidade que eles adoram. Na porta de minha casa não!

  2. Parabéns aos policiais! A desordem e o desrespeito tem que acabar. Seu fulano que vem defender esses playboys não pensa que vizinhos podem ter bebês ou idosos com, e trabalhadores que vão acordar cedo no dia seguinte?
    Parabéns, mais uma vez a PM. Essa molecada folgada que nunca apanhou em casa tem que tratar assim nesmo.

  3. PARABÉNS À PM!

    Se estivessem em casa, não teriam apanhado. Som alto é coisa de va-ga-bun-do!

  4. Parabéns a polícia Militar.

    Antes de condenaram parem para pensar…
    Será q todos ali obedeceram as ordens da polícia?

    Será que realmente foi "agressão gratuita" ?creio que não!

    Quantos desses que estão com seus sons em alto volume se preocupam com o luto da família ao lado?
    Ou com uma senhora em estágio terminal de câncer?
    Várias e várias vezes precisei chamar a polícia por estes motivos.
    Quando a polícia chega ficam de piadinha.. desdém e depois tornam a colocar o som nas alturas.

    A POLÍCIA MILITAR AMBIENTAL É DIFERENCIADA.

    Parem de tratar polícia como bandido.

    Conheçam a fundo a situação antes de condenaram.

    Cidadão de bem respeita a polícia, respeita o seu próximo e sabe que o limite do seu direito vai até onde o do outro começa.

  5. Parabéns a polícia Militar.

    Antes de condenaram parem para pensar…
    Será q todos ali obedeceram as ordens da polícia?

    Será que realmente foi "agressão gratuita" creio que não!

    Quantos desses que estão com seus sons em alto volume se preocupam com o luto da família ao lado?
    Ou com uma senhora em estágio terminal de câncer?
    Várias e várias vezes precisei chamar a polícia por estes motivos.
    Quando a polícia chega ficam de piadinha.. desdém e depois tornam a colocar o som nas alturas.

    A POLÍCIA MILITAR AMBIENTAL É DIFERENCIADA.

    Parem de tratar polícia como bandido.

    Conheçam a fundo a situação antes de condenaram.

  6. Parabéns aos policiais…..tem que ser assim mesmo, se esses vagabundos, mauricinhos, não quisessem levar borrachada não estariam de madrugada desrespeitando os visinhos. Vamos deixar dessa cachorrada de ficar defendendo quem não respeita o próximo, pois como já dizia minha avó, "que levou umas palmadas dos pais em casa quando pequeno, aprendeu e não apanha na rua depois de grande".

  7. É por aí mesmo. Polícia é para punir, para educar já basta a "Pátria Educadora" da Dilmanta.

  8. Idiota é quem provoca a polícia. Sua atribuição é combater, se necessário com a força, aquilo que está errado. Os que acham que podem tudo certamente não tiveram esperteza de ler as leis já escritas. Além do que são mal-educados por não respeitarem às demais pessoas. Com certeza eles provocaram a polícia com atos e xingamentos. A polícia apenas cumpre o seu dever. Boas pessoas ficam com suas famílias e não com amigos transgredindo leis e provocando a polícia. Fácil criticar quem não estava presente lá. ..

  9. Sérgio Alves, leve eles esses caras barulhentos para sua casa ,seu quintal e ai vc vai ver oque é bom. Moro vizinho a um bar destes e eles não respeitam de jeito nenhum a vizinhança, é uma mundiça.BG o excesso é do som alto demais. Paulada neles…

  10. BG.
    Nas proximidades do fórum tem um alarme disparado desde quarta-feira de dia e de noite direto, ao que parece é de um escritório de advocacia que vive fechado e não tem identificação para que se possa reclamar aos causídicos. É um abuso você dormi-acordar-dormi com esse alarme tocando indefinidamente. Precisa-se ter responsabilidade com alarmes perturbando o Cidadão. O pior é que não temos como localizar os inquilinos desta casa transformada em escritório de advocaciaUm absurdo. Qual autoridade precisa ser acionada?? Polícia ambiental, segue, ou quem mesmo????.

  11. Observando o vídeo não é, a princípio, possível chegar à conclusão que houve abuso. Apenas um dos jovens apanha, a agressão é desencadeada em um momento específico do vídeo, não temos os diálogos entre os envolvidos… se o esculacho tivesse sido geral seria abuso e ponto.
    Da forma que se deu carece de mais apuração para se chegar a tal conclusão.
    Também não estou dizendo que não foi, estou dizendo que antes de condenar a atitude precisa ser melhor averiguada.

  12. Parabéns a polícia ambiental pelo trabalho no combate a poluição sonora,só fica contra a polícia quem comete esse tipo de crime,ainda bem q existe a companhia ambiental.

  13. A pratica. De uso de som. Alto tem q ser combatidada , porem nao se pode tratar como ladrao ou criminoso alguem q esta escutando um som alto , claro q é Uma falta de respeito com os demais mais nao justifica. Agredir desnecessariamente.

  14. Primeiro, onde foi isso? Segundo, podem ser reincidentes; terceiro, todo bandido se passa de inofensivo quando estar com a policia. E quarto, tem que coibir esses abusos no cacete mesmo, só assim ficam com medo de continuar. Já vi várias vezes a policia chegar, assim que saem, eles continuam.

  15. PM completamente despreparada, ato de covardia, quem apoia, lembre-se que um dia será vítima. Por isso nossa segurança não vai para frente.
    Ainda querem ter o reconhecimento dos polícias civis. Não há comparação!

    1. Realmente não tem como comparar polícia militar com polícia civil. É totalmente diferente uma polícia que está na rua trocando tiros com vagabundo e realizando atendimento de ocorrência das mais variadas possível recuperando bens e fazendo com que o cidadão de bem possa ter o direito de dormir em paz com uma que fica dentro de uma delegacia . Concordo com você

    2. Deixa de MIMIMIMI RAPAZ….se fosse morador desses marginais com o som nas ALTURAS a 00:10 da madrugada com pai enfermo ou criança doente eu queria ver a sua delicadeza ….por isso que o nosso país virou um CABARÉ ( desculpas , cabaré existe lei ) aonde pai apanha de filho , professora palha de aluno ,

    3. Sérgio Alves, leve eles esses caras barulhentos para sua casa ,seu quintal e ai vc vai ver oque é bom. Moro vizinho a um bar destes e eles não respeitam de jeito nenhum a vizinhança, é uma mundiça.BG o excesso é do som alto demais. Paulada neles…

    4. Continuo dizendo, são despreparados. Se numa ocorrência simples de som alto perdem o controle assim, imagine nas ocorrências de alta complexidade. Estão errados? Levem para autoridade policial (DELEGADO DE POLÍCIA), que será tomada as devidas precauções. Nosso ordenamento jurídico deixa bem claro que existe o devido processo legal, em que, pune o Agente Público com esse tipo de atitude. Ademais, não adianta combater um crime com outro crime, pois eu duvido esse mesmo tipo de atitude com o filho de um rico no veraneio de Pirangi, por exemplo. Outrossim, dizem que a PM é ostensiva é bla bla bla, mas ninguém ver esse tipo de atitude na PRF. Os policias precisam de preparo.

  16. Parabéns BG, você gosta de ver isso ,é tudo reflexo do que você prega no seu programa

  17. Que frescura ….e por esse MIMIMIMI que vocês da imprensa criminalização os policiais, vagabundo com SOM as alturas as 00:10 da madrugada merece beijinhos??? Queria que fosse ao lado da sua casa com um pai ou mãe enfermos é esse bando com o SOM A TODO O VOLUME. Polícia tem que ser respeitada ,.
    Hoje em dia vemos filhos xingando pai , professora apanhando de alunos, e vagabundo desrespeitando POLÍCIA

    1. Impressionante onde estamos chegando em nosso país, onde tudo é possível em nome do “falso limite da sociedade” acho que esse cidadão que fez esse comentário só pode ser familiar do policial. Existe em nosso país o Estado Democrático de Direito e o devido Processo Legal para apurar esse tipo de situação. Meu deus, não existem palavras para avaliarmos a ação desse policial, será que ele tbm não cometeu um crime? ?
      “O QUE ME PREOCUPA NÃO É O GRITO DOS MAUS, MAS O SILÊNCIO DOS BONS”

  18. Parabéns a Policia Ambiental, esses VAGABUNDOS só apanharam da polícia por razoes simples: Estavam comentendo um crime que TORTURA muitas pessoas, especialmente, idosos, enfermos e bebes, so sabe quem passa e, tbm apanharam pq nao foram educados pelos pais a respeitar o proximo e as Leis, ou seja, foram criados SEM LIMITES, então como nao aprenderam pelo amor, hoje aprendem pela Dor é peia em cabra safado, da proxima vez pro resto da vida tda que ele escutar um som alto ou ticar num som para aumentar vai lembrar da CIPAM kkkkkk. Parabens a Policia Ambiental.

  19. Lembro-me do velho Bezerra da Silva: "Você com um revolver na mão, é um bicho feroz, feroz, sem ele…"

    1. Mermão então leva lá para tua casa esses vagabundos com som a todas as alturas desrepeitando o bairro inteiro. Uns bofetes bem dados, nada de mais para uns fdp que não ligam para ninguém!
      Parabéns Polícia Militar!!!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

BRASIL: Política é principal assunto das fake news no WhatsApp

Após analisar por um ano 120 grupos de WhatsApp, pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) descobriram que as correntes de mensagens que continham fake news sobre política atingiam mais usuários do que as conversas com desinformação de outros assuntos. O conteúdo enganoso de política também suscitou discussões mais longas e mais duradouras no aplicativo.

Os autores da pesquisa identificaram ainda um aumento significativo nas conversas políticas com dados falsos perto das eleições. “Teve um pico enorme. O momento político favoreceu a discussão com fake news no WhatsApp”, disse um dos coautores do estudo, Josemar Alves, pesquisador de Ciência da Computação da UFMG.

Estudos sobre desinformação no WhatsApp ainda são raros por causa da natureza privada do aplicativo. As mensagens enviadas são criptografadas de ponta a ponta, o que quer dizer que não podem ser lidas por terceiros. Para driblar essa dificuldade, os pesquisadores selecionaram aleatoriamente na internet links de grupos públicos – aqueles em que qualquer um pode participar com uma URL de convite.

Os autores de “Caracterizando cascatas de atenção em grupos de WhatsApp” coletaram 1,7 milhão de mensagens trocadas por 30,7 mil usuários nesses grupos entre outubro de 2017 e novembro de 2018. A maioria tinha discussão com temática política: 78 dos 120 grupos.

Os pesquisadores perceberam que, em grupos de WhatsApp, a função de responder diretamente a uma mensagem criava um encadeamento nas conversas. Eles chamaram essas correntes de mensagens de “cascatas de atenção”. Durante o período de análise, os autores identificaram mais de 150 mil discussões desse tipo.

O próximo passo do estudo foi comparar as mensagens enviadas nessas cascatas a textos de seis sites de fact checking brasileiros – incluindo o Comprova, coalizão de 24 veículos de mídia da qual o faz parte o Estado. Os autores encontraram 666 discussões com conteúdos comprovadamente falsos, 92% delas com teor político.

Os resultados seguem a mesma linha de descoberta de outros trabalhos sobre desinformação, segundo o professor da UFMG Virgilio Almeida, coautor do estudo e associado ao Berkman Klein Center for Internet & Society, da Universidade Harvard. O que a pesquisa brasileira tem de novidade é principalmente a ambientação no WhatsApp.

Diferentemente do Twitter, Facebook e outras redes sociais, o aplicativo não tem algoritmos que influenciam o que os usuários veem primeiro. A ordem de leitura das mensagens é cronológica; é o próprio usuário que define o que quer discutir e o que chama mais sua atenção – o que lhe dá papel fundamental na propagação das fake news. “O conteúdo daquela fake news está de acordo com o que a pessoa acredita e faz com que ela passe para frente aquele conteúdo”, disse Josemar Alves.

O fato de o WhatsApp ser fechado também pode facilitar a disseminação de conteúdo falso. Para o pesquisador, o WhatsApp poderia tomar medidas para elevar o custo de repassar fake news no aplicativo, como criar uma função para que moderadores ou usuários denunciassem pessoas que enviassem conteúdo indevido ou falsificado. Recentemente, a empresa dificultou o encaminhamento de mensagens, limitando o número de repasses que podem ser feitos de uma só vez. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Avião da Embraer consegue fazer pouso sem as rodas dianteiras na Ásia

Um Embraer-190 da companhia aérea Myanmar Airlines conseguiu pousar neste domingo (12), apesar de um problema no trem de pouso dianteiro, uma proeza do piloto elogiada por especialistas, anunciou a Aviação Civil birmanesa, na Ásia.

 O voo UB-103 da Myanmar Airlines pousou em Mandalay e as 89 pessoas a bordo do avião fabricado no Brasil passam bem, segundo a fonte.

O piloto tentou várias vezes ativar o trem de pouso dianteiro, primeiro usando o computador de voo e depois manualmente. Sem sucesso, decidiu pousar sem as rodas dianteiras, disse Ye Htut Aung, vice-diretor da Aviação Civil.

“Eles tiveram que pousar com as rodas traseiras, o piloto foi capaz de fazê-lo com talento e não houve vítimas”, acrescentou.

IstoÉ

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Entidades do sistema S avaliam ir à Justiça contra decreto do governo porque obrigam as entidades a detalhar gastos com salários e serviços prestados à sociedade

governo Jair Bolsonaro deu o primeiro passo para abrir o que chama de caixa-preta do Sistema S.

Decreto assinado pelo presidente obriga as entidades a detalhar gastos com salários e serviços prestados à sociedade.

Pegas de surpresa, organizações do sistema reclamam da falta de diálogo. Três das nove entidades —Senai, Sesi e Sescoop— estudam questionar as normas na Justiça.

Com o decreto de Bolsonaro publicado na sexta-feira (3), elas terão de obedecer às mesmas regras de transparência do setor público impostas pela LAI (Lei de Acesso à Informação). As regras entram em vigor em 90 dias.

As entidades deverão apresentar, em seus sites, todas as informações antes mesmo de um pedido formal de esclarecimentos. Senai e Sesi, por meio da CNI (Confederação Nacional da Indústria), dizem que a medida é inconstitucional.

O decreto foi feito por orientação dos ministros Paulo Guedes (Economia) e Wagner de Campos Rosário (Controladoria-Geral da União).

Auxiliares do presidente dizem acreditar que a abertura dos dados poderá revelar que algumas dessas entidades pagam salários muito elevados.

Essas remunerações são custeadas com contribuições compulsórias. Os tributos incidem sobre as folhas de pagamentos das empresas.

Guedes já avisou que pretende cortar parte desses encargos. Ele disse que é preciso “meter a faca” na Sistema S.

O Ministério da Economia trabalha na formulação de contratos de gestão para participar da administração desses recursos. Em 2018, a Receita Federal repassou R$ 17,1 bilhões às entidades.

Integrantes do governo afirmam que as organizações deveriam seguir os limites impostos aos órgãos públicos, como o teto do funcionalismo (R$ 39 mil) e a vedação de nepotismo.

A publicação do decreto é mais um capítulo da guerra travada entre a equipe econômica e as entidades.

Elas alegam que os recursos são privados, pagos pelas empresas a organizações que as representam. Especialistas, porém, discordam desse argumento e elogiam a iniciativa do governo.

“Óbvio que o dinheiro é público, o repasse é obrigatório. Há natureza tributária”, diz Vanessa Canado, diretora do C.CiF (Centro de Cidadania Fiscal), pesquisadora do Insper e professora de direito tributário da FGV.

Ela lembra que o Estado impôs a cobrança das contribuições. A maior parte das entidades foi criada nos anos 1940.

“Se o dinheiro fosse privado, as empresas teriam a liberdade de recolher ou não”, afirma Canado. “A importância do decreto para a transparência é fundamental.”

Por pressão do governo, o TCU (Tribunal de Contas da União) baixou, no dia 30 de abril, uma norma determinando que o Sistema S adote, em um ano, o padrão do serviço público em sua contabilidade.

As entidades alegam que já prestam contas, expõem seus dados, estão adequadas às decisões do tribunal e cumprem boa parte das regras contidas no decreto de Bolsonaro.

Consultor e especialista em transparência, Fabiano Angélico afirma, no entanto, que a divulgação de informações pode não ser suficiente.

(mais…)

Opinião dos leitores

  1. É o fim da picada! Quem conhece o sistema S muito bem sabe que os recursos repassados pelo governo são oriundos de pagamentos agregados a contribuição previdenciária patronal, todavia, é salutar aqui diz que o sistema por força da lei é obrigado a cumprir regras.
    Mas hoje o que vemos é que o sistema foi desvirtuado e o seu uso político e de cunho pessoal por alguns de seus dirigentes é notório.
    Não muito distante aqui no RN não é diferente, já o que chega aos beneficiários de direito é quase nada! Já o empreguismo de apadrinhados políticos com altos salários é regra.
    Se estão fazendo a coisa certa e dentro das normas por que querer judicializar um lei.
    Aí tem coisa…

  2. Esperando algum esquerdista aparecer pra discordar, via de regra.

    Isso mostra que o governo está comprometido em moralizar a zorra que esse País virou depois das últimas gestões. O Governo está PEITANDO o EMPRESARIADO por mais transparência e correção. É isso aí! O pau que bate em Chico tem que bater em Francisco!

  3. Transparência, que é bom, nem pensar: eis o "sistema S" estrebuchando feito cobra na areia quente.

  4. Cada dia, Bolsonaro me da orgulho de ter votado nele. Tem que acabar com essa farra de dinheiro do povo, colocado em tudo que tem corrupção no Brasil.
    Se tá tudo ok, qual o medo que as entidades do sistema S tem de mostrar sua contabilidade?

  5. O velho DITADO; QUEM NÃO DEVE NÃO TEME !!!
    É o medo dos PTralhas de tirar o COAF das mãos do MORO , são vermes ratos LADROES com medo de serem pegos .

  6. Só faltava essa, recebem dinheiro público, e não querem dizer em que gastaram. Se for enumerar o que está acontecendo nesse país, ver-se logo que este não é um país sério. Como bem disseram há muito tempo.

  7. Quer dizer que q pessoa gasta a verba e quando se pede o detalhamento dos gastos aí a pesso diz Negativo é vou a Justiça para não prestar conta…..

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Comportamento

ASTRO DA NBA: Dennis Rodman é acusado de participar de furto nos Estados Unidos

Dennis Rodman é acusado de participar de furto nos Estados Unidos

Um dos maiores nomes da história da NBA, Dennis Rodman é acusado de participar de um furto ao Vibes, um estúdio de yoga na Califórnia, nos Estados Unidos. O caso, revelado pelo site “TMZ Sports”, foi divulgado após as câmeras de segurança flagrarem uma movimentação estranha do ex-atleta no local.

Tudo aconteceu quando o ídolo do Chicago Bulls foi ao estúdio, que também funciona como loja, na companhia de mais três pessoas. Rodman teria tentado distrair os funcionários enquanto uma mulher começou a colocar as roupas em uma mochila.

Na sequência, um homem que também estava na companhia do ex-jogador quebrou uma peça de cristal avaliada em mais de R$ 7 mil para distrair ainda mais os funcionários do local. Enquanto isso, a mulher continuava a pegar roupas. O grupo que estava com Rodman teria deixado a loja sem pagar por absolutamente nada.

O dono do estabelecimento disse que o prejuízo em roupas foi de quase R$ 2 mil e que todos os suspeitos estavam cheirando a bebidas alcoólicas na ocasião. A polícia local ainda não se pronunciou sobre o caso, enquanto a assessoria de Rodman afirmou que não vai comentar nada.

O Vibes é um dos estúdios de yoga mais visitados da Califórnia. Nomes como Selena Gomez e Kobe Bryant já estiveram por lá.

NOTÍCIAS AO MINUTO

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Comportamento

CONCORDAM OU DISCORDAM? Para deputado do PSL, roupa é chamariz para estupros: ‘você sabe o risco que está correndo’

Embora uma mulher seja estuprada a cada dez minutos no Brasil, ainda tem muita gente que acha que a culpa é da vítima, que o tipo de roupa que ela usa estimula o ataque. Essa é a opinião do deputado Jessé Lopes (PSL), revelada em discurso no plenário da Assembleia Legislativa de Santa Catarina.

“Se você quer andar na rua com sua sainha, seu shortinho, seu decote, ótimo. Se você quer chamar a atenção de estupradores, você sabe o risco que está correndo. Se você se deparar com essa situação, lamento. Mas se você tiver uma arma na bolsa, você vai poder se defender do estuprador. E eu espero que você realmente tenha uma arma e mande ele para o inferno que é para lá que o estuprador de verdade merece ir”, disse.

O discurso foi feito durante seu voto contrário ao projeto de lei contra cultura do estupro, da deputada Luciane Carminatti (PT). Apesar do voto de Jessé Lopes, o projeto foi aprovado.

Em 2016, 49.497 brasileiras foram estupradas segundo o Atlas da Violência, produzido pelo Ipea e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Esse número é apenas das mulheres que denunciam a violência — boa parte dos crimes não são relatados. No Estado do deputado, Santa Catarina, foram registrados 3.084 crimes de estupro no mesmo ano.

Em seu discurso na Assembleia Legislativa, realizado na noite de terça-feira, o deputado tentou explicar o que é cultura do estupro:

“A cultura do estupro, como diz o próprio projeto, ligado à opinião da ONU, é um projeto que faz com que todos os homens são potenciais estupradores por algum tipo de cultura do estupro, quem em sã consciência cultua o estupro?”

Na verdade, a cultura do estupro está presente no imaginário social. Ela consiste na naturalização ou na diminuição de casos de assédio e violência sexual contra mulheres. Pode-se observar a cultura do estupro em argumentos que culpabilizam vítimas deste tipo de violência ou neutralizam assédio associando à natureza masculina.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Não sei como classificar se é machismo exacerbado ou ignorância mesmo. Lamentável fala , se tivesse um pouco de inteligência teria se mantido em silêncio. Se alguém da família dele fosse alvo desta tragedia será que pensaria assim ?

  2. em ponta negra há um estuprador conhecido como sidney… ele tem problemas mentais e 'tara' por mulheres de vestido… este é um caso específico que andar com determinadas roupas pode tornar a pessoa uma vítima…
    tem muita gente doida no muito, então manter a discrição é sabedoria, não invertam o raciocínio, ninguém está dizendo que é 'puta' por usar essas roupas, esta sendo dito que é um risco.

  3. Nada justifica a ação do criminoso.
    Mas que a roupa pode chamar a atenção e contribuir para a escolha da vítima, acho que pode. O criminoso age na oportunidade que lhe é mais favorável, isso em qualquer ação seja assalto a mão armada, arrombamento de residências, etc. No estupro não será diferente, com certeza vai escolher a vítima que lhe oferece uma condição que facilite seu ataque.

  4. Como um país das impunidades, se abrir a guarda, vc estará vulnerável a ação dos malfeitores, que andam livres pelas ruas, avenidas e vilas. E ser estuprada é excessão.

  5. Só perguntar se concorda ou não, mostra o caráter misógino e preconceituoso do blog e dos que aceitam trabalhar em um dos veículos mais negativos do RN. É a cara venal do dono.

    1. Tenho que concordar. Não existe enquete para um assunto desses. É um absurdo! Entendam que o corpo da outra pessoa não é sua posse. Imagina se esses héteros machões gostariam que outro homem o assediasse eles quando estão sem camisa?!

      Minha mulher anda com a roupa que quiser. E ai de um homem que se achar no direito de fazer qualquer coisa com ela por causa de suas roupas curtas.

    2. Alguém está sentindo falta da mesa farta de camarão pós derrota nas urnas…..ouvi dizer…???

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Duplicação da Reta Tabajara deve ficar pronta até 2021

A governadora Fátima Bezerra (PT) se reuniu com o superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), general Daniel Dantas. A chefe do Executivo estadual apresentou os pleitos do governo, como a federalização de trechos de rodovias, e também quis saber a previsão para a conclusão de obras importantes no estado. Dentre as solicitações apresentadas, destaca-se a conclusão da duplicação da Reta Tabajara, a qual o Dnit projetou sua conclusão para 2021.

“Nós temos todo interesse em concluir as obras em andamento aqui no Rio Grande do Norte. Temos enfrentado alguns obstáculos, mas já estamos tomando as providências para solucionar e dar prosseguimento aos serviços. A Reta Tabajara, por exemplo, tivemos de fazer readequações no projeto original, o que interferiu na execução das obras. Nossa prioridade agora é com a duplicação da rodovia. A nossa expectativa é concluir tudo até 2021”, afirmou o superintendente.

Também se discutiu a viabilidade de federalização das rodovias RN-221 e RN- 404, duas estradas litorâneas de grande importância para o turismo na região da Costa Branca, que seriam transformadas em BR; dois trechos da RN-110, na divisa entre o Rio Grande do Norte e a Paraíba até o entroncamento da BR-427; a pavimentação da BR-104, de Macau até a divisa com a Paraíba; e a construção de dois viadutos, sendo um para dar acesso ao prolongamento da avenida Prudente de Moraes (Av. Prefeito Omar O’Grady) e outro em Macaíba, na interseção da BR-304 com a estrada que leva ao aeroporto Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante.

Se as rodovias forem incorporadas pelo ente federal, o Estado ganhará em economia e os motoristas ganham vias com maior segurança e melhor mobilidade.O superintendente do DNIT demonstrou-se disponível para dialogar a respeito dos pleitos.

O complexo da BR-101 foi outro ponto de destaque na reunião. “Estamos com um contingenciamento de R$ 25 milhões nos recursos desse empreendimento. Estamos trabalhando para garantir a conclusão da obra principal, para liberar o fluxo de carros ainda este ano. Vamos buscar assegurar as condições para executar os serviços complementares no ano que vem”, disse o general Daniel Dantas.

Acompanharam a governadora nesta audiência o vice-governador, Antenor Roberto, e secretário de Infraestrutura, Gustavo Coelho, e o diretor do Departamento de Estradas de Rodagem, Manoel Marques.

AGORA RN

Opinião dos leitores

  1. Seria melhor não estipular data pra conclusão, esses prazos já foram falados mais de 3 vezes, melhor teria sido se o TCU não tivesse interferido porque essa obra vai ultrapassar o valor que foi dito como super-faturamento sem falar no tempo que ainda vai levar pra concluir e só Deus sabe quando isso vai terminar, aqui no Brasil só se começa e terminar nunca se sabe. Lamentável essas promessas.

  2. Esse comentário de que vai entregar a reta tabajara em 2021 é pura conversa fiada, é melhor não falar em data, talvez se o tcu não tivesse intereferido já teria terminado, com esse tempo todopra frente e o que já pasdou, o que foi dito de que existia propina, já superou todo o valor . jogo de empurra nesse Brasil. Nunca vi uma obra tão importante levar tanto tempo por pouco trecho. Vergonhoso.

  3. A presença da 'gove do góipi', mais do que nunca, é garantia de que o RN vai (ré)tomar na reta.

  4. Incompetência. Não só desse, mas de vários governos. Faz uns 8 anos, pelo menos que começaram e não terminaram essa obra.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Morre o ator Lúcio Mauro

Lúcio Mauro

O ator Lúcio Mauro morreu no sábado, 11, aos 92 anos. Ele estava internado há quase quatro meses na Clínica São Vicente, na Zona Sul do Rio. As informações são da assessoria de imprensa da clínica, que não deu mais detalhes e aguarda orientação da família.

Natural de Belém do Pará, Lúcio de Barros Barbalho ficou famosos por seu trabalho na comédia brasileira. Ele estreou na Rede Globo em 1966 e, desde então, participou de um dos principais programas humorísticos, como Chico City” (1973), “Os Trapalhões” (1989) e “Escolinha do Professor Raimundo” (1990).

A carreira, no entanto, começou bem antes, nos palcos dos teatros estudantis, quando tinha por volta de 20 anos de idade.

O ator e filho Lúcio Mauro Filho publicou nas redes sociais que seu pai morreu no sábado por volta das 22 horas. “Ele merecia esse descanso. Lúcio Mauro teve uma vida linda, uma carreira vitoriosa, 5 filhos, 5 netos, dois casamentos, com Arlete e Lu, duas mulheres fantásticas que se tornaram amigas e mantiveram essa família unida. Papai foi um pioneiro, saiu do teatro de estudante lá no Pará, foi pro Recife, fez rádio, inaugurou a televisão no Nordeste e de lá, veio para o Rio de Janeiro pra se tornar um dos maiores artistas deste país. Me influenciou em tudo. O homem que sou, o artista, o pai de família, o amigo. Eu nada seria sem seus ensinamentos.”

Há três anos, Lúcio Mauro sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Foi forte, mas ele resistiu. “Mas já não era a mesma coisa. Preso a uma HomeCare, ele lutou até suas últimas forças. Ainda teve a alegria de conhecer Liz, a neta inesperada que chegou pra promover o ciclo da vida. Estava internado há quase quatro meses. A esticada foi longa e sofrida”, destacou o filho nas redes sociais.

Em março, o ator completou 92 anos. Na ocasião, Lúcio Mauro Filho publicou uma foto em família durante a comemoração do aniversário de seu pai.

“Esse olhar do vovô para a netinha é de quem ganhou um presente muito especial da vida! A chance de viver a renovação e poder celebrar o ciclo da vida. Que bom, meu velho, que tivemos a sorte de vivenciar esse encontro”, escreveu Lucio Mauro Filho.

Opinião dos leitores

  1. Grande e maravilhoso ator, vai se juntar a outros de sua grandiosidade prá divertir Papai do Céu.

  2. Deixa muitos parentes no RN toda família Barbalho oriundas de Goianinha. Lembro me de visitas que ele fazia a casa de seu primo o saudoso Paulo Barbalho na Fazenda Benfica em Goianinha

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Finanças

R$ 289 MILHÕES: Um unico apostador tirou a Mega-Sena com o maior prêmio individual da história com uma aposta virtual

Mega-Sena pagará R$ 289,4 milhões a uma pessoa que faturou, sozinha, o maior prêmio individual na história da loteria. A premiação, que teve o resultado divulgado na noite deste sábado, 11, dá fim à maior série de rodadas acumuladas já vista. Foram 14 concursos consecutivos sem que ninguém acertasse as seis dezenas.

Veja as dezenas sorteadas no concurso 2.150 da Mega-Sena

23 – 24 – 26 – 38 – 42 – 49

O sorteio ocorreu às 20h do sábado, em São Paulo. Um total de 126 milhões de apostas foram registradas até as 19h.

Até este sorteio, o maior prêmio com apenas um ganhador havia sido em 2015, quando um morador der Brasília ganhou R$ 205 milhões.

O prêmio histórico não veio a partir de um bilhete premiado, e sim de uma aposta virtual. O vencedor registrou os números a partir de seu aplicativo de internet banking, reservado a clientes que têm conta bancária na Caixa Econômica Federal.

Foi uma aposta simples. O vencedor não registrou nenhum número além das seis dezenas. As loterias permitem marcar até 15 números, mas o valor do bilhete aumenta exponencialmente a cada um que é incluído – e chega até R$ 17.517,50 para quem quer aumentar suas chances. O ganhador gastou só R$ 3,50.

A Caixa ainda não sabe o município em que o novo milionário reside. Essa informação só será conhecida quando o prêmio for retirado em uma agência bancária.

Levando em conta a Mega da Virada, o prêmio previsto para o sorteio 2.150 ocupa o terceiro lugar entre as maiores premiações da história, e perde apenas para os sorteios realizados em 31 de dezembro de 2017 em que 17 pessoas foram premiadas) e de 2018 (quando houve 52 ganhadores). Esses sorteios especiais pagaram, respectivamente, R$ 302 milhões e R$ 306 milhões.

Azar

A última vez que a Mega-Sena teve uma série com tantos sorteios acumulados foi em 2006, quando o concurso teve 12 rodadas sem que ninguém ficasse com o prêmio máximo. O prêmio só havia acumulado por um período tão longo em 2002 e 2004, mas nunca havia chegado a mais de 12 sorteios sem ganhador.

Os números de todos os sorteios mostram que 2019 tem sido até agora o ano mais difícil de se obter o prêmio máximo. Neste ano, a bolada tem saído uma vez a cada nove sorteios (foram 4 ganhadores em 37 rodadas). No ano passado, o número era um prêmio máximo a cada cinco sorteios, e essa média já chegou ser de um ganhador a cada 2,8 sorteios em 2013. Naquele ano, houve 37 ganhadores nos 105 sorteios da Mega realizados ao longo dos 12 meses.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Congresso muda lei a cada 14 meses para ajudar partidos políticos

Com pouco mais de três meses de legislatura, o Congresso enviou para a apreciação do presidente Jair Bolsonaro um projeto de lei que prevê anistia a multas aplicadas a partidos que não destinaram devidamente os recursos para promover a participação feminina na política. Em um contexto no qual o Legislativo intensificou as faturas ao Executivo como condição para aprovar projetos do Planalto, Bolsonaro terá de decidir nos próximos dias se atende ou não à demanda que costuma unir boa parte do Congresso, da situação à oposição.

Neste tema, são recorrentes os casos em que os parlamentares legislam em causa própria. Desde a criação da Lei dos Partidos, em 1995, pelo menos outras 19 alterações (mais informações abaixo) trouxeram benefícios às siglas, segundo levantamento do Movimento Transparência Partidária: a média é de uma aprovação a cada 14 meses. Além disso, pelo menos nove projetos de lei foram apresentados desde então para tentar anistiar multas de candidatos e legendas – apenas um foi aprovado. O presidente terá de decidir até a próxima sexta-feira se veta ou sanciona o atual projeto. Estimava-se, quando ele foi apresentado, que a anistia prevista poderia chegar a R$ 70 milhões, valor dos débitos dos diretórios municipais de quase todas as legendas com o Fisco.

O deputado Delegado Waldir (PSL-GO), líder do partido de Bolsonaro na Câmara, aposta que o texto será sancionado. “Não vejo nada que indique que o presidente será contrário à medida”, disse. “A liderança liberou a bancada para votar da forma que desejar sobre o tema, o que mostra a total vontade do governo em não intervir na questão.”

A principal medida do texto aprovado, relatado pelo deputado Paulinho da Força(SD-SP), é a anistia para os partidos que não tenham aplicado o mínimo de 5% das verbas do Fundo Partidário para promover participação política das mulheres entre 2010 e 2018, mas que tenham direcionado o dinheiro para candidaturas femininas.

O projeto de lei prevê ainda outras mudanças que, apesar de não envolverem diretamente dinheiro público, abrandam exigências aos partidos. Uma delas, segundo analistas, reduz a democracia interna nas siglas ao permitir que comissões provisórias funcionem por até oito anos.

Caso vete o texto, a decisão do presidente pode ser derrubada pelo Congresso. “A Constituição garante ao Poder Legislativo, em caso de eventual veto presidencial, a prerrogativa de apreciação do referido veto”, observou o líder do Cidadania (antigo PPS) na Câmara, o deputado Daniel Coelho (PE).

Em 2000, o Congresso derrubou o veto do então presidente Fernando Henrique Cardoso e levou adiante uma anistia que custou aos cofres públicos, em valores corrigidos, aproximadamente R$ 80 milhões. Se optar pela sanção, Bolsonaro será o primeiro presidente desde 1995 a autorizar anistia a multas das siglas.

O governo viveu uma semana conturbada no Congresso, sofrendo derrotas em matérias importantes como a Medida Provisória 870, que definiu o novo desenho da Esplanada, com a redução de 29 para 22 pastas.

Para o líder do PSB na Câmara, Tadeu Alencar (PE), faltam ao governo uma base aliada sólida e uma agenda convergente para melhorar a relação com o Congresso. “Não acredito que o projeto tenha um potencial inibitório de uma relação positiva. A relação já não é positiva.”

A mobilização dos partidos contra punições é permanente. O Estado mostrou que, na Câmara, parlamentares já discutem uma lei para inibir ação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que endureceu penas impostas às siglas. Para Antônio Augusto de Queiroz, do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), a atual tentativa de anistia se dá num cenário em que os partidos precisam de dinheiro, após o fim do financiamento empresarial de campanhas. “Estão buscando o máximo que podem. Qualquer anistia que garanta recursos é fundamental.”

“Cerca de 80% dos recursos dos partidos políticos vêm dos cofres públicos. Os mecanismos de fiscalização e controle sobre o uso desse dinheiro deveriam ser mais rigorosos”, avaliou Marcelo Issa, presidente do Transparência Partidária. “Bolsonaro não está em situação de enfrentar o Congresso”, completou o especialista em direito eleitoral Alberto Rollo.

Procurados, a líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), e Paulinho da Força não responderam aos contatos da reportagem.

Alterações aliviam peso de punições aos partidos

Aprovada em 1995, a Lei dos Partidos estabelecia uma série de penalidades às siglas. A falta de apresentação de contas, por exemplo, poderia levar à suspensão de repasses e até ao cancelamento do registro do partido. Sucessivas alterações aliviaram o peso dessas punições.

Em 1998, uma mudança fez com que a reprovação das contas não pudesse mais ser motivo para perda do registro. Também estabeleceu que a suspensão do repasse de verba só poderia ser aplicada à esfera partidária responsável pela irregularidade. Ainda na ocasião, foi definido que não poderia haver punição das instâncias nacionais dos partidos por atos irregulares praticados nas esferas inferiores.

Com a proibição de doações empresariais a campanhas, em 2017 o Congresso Nacional aprovou a criação do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (ou fundo eleitoral), que distribuiu R$ 1,7 bilhão em recursos públicos para as siglas usarem nas eleições do ano passado. / COLABORARAM EMILLY BEHNKE E ELISA CALMON

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *