A Justiça do Paraná, autorizou hoje (29) a transferência do ex-deputado Eduardo Cunha para o Rio de Janeiro, onde ele deve passar a cumprir sua pena no âmbito da Lava Jato. A decisão é do juiz Ronaldo Sansone Guerra, da 2ª Vara de Execuções Penais (VEP).
A autorização da VEP em Curitiba é a última etapa para que a transferência seja efetivada, uma vez que tanto a VEP da Justiça do Rio de Janeiro como a 13ª Vara Federal de Curitiba, onde tramitou a ação penal de Cunha, já concordaram com a mudança.
Cunha está preso no Paraná desde outubro de 2016. Nos últimos anos, o ex-deputado, que presidiu a Câmara, ficou encarcerado no Complexo-Médico Penal de Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.
O Ministério Público Federal (MPF) havia se manifestado contra a mudança, alegando que Cunha ainda possui grande poder de influência política no Rio de Janeiro, o que poderia facilitar o cometimento de novos crimes mesmo de dentro da prisão.
O juiz Ronaldo Sansone Guerra não acolheu o argumento. Para o magistrado, “a transferência requerida não causa prejuízo à execução penal e contribui para ressocialização do sentenciado/requerente, circunstâncias que preponderam relativamente a eventual dano que possa decorrer de influência política e social do sentenciado”.
Cunha foi condenado pela primeira vez em 2017 pelo então juiz federal Sergio Moro a 15 anos e quatro meses de prisão, sob a acusação de ter solicitado propina para exploração da Petrobras em um campo de petróleo na África e ter recebido os recursos ilícitos em uma conta na Suíça.
Ainda em 2017, a pena foi reduzida para 14 anos e seis meses de prisão por decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4). Em abril, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou um habeas corpus em que a defesa de Cunha pedia a revisão da pena.
O ABC confirmou agora a noite a contratação do atacante Wallyson para retornar aos gramados defendendo a camisa do Alvinegro.
O contrato fechado com o “Mago”, como é conhecido, segue até o final do Campeonaro Brasileiro da Série C. Mesmo sem firmar uma data de aprtesentação, a chegada dele está prevista para os próximos dias.
A desaceleração no segmento de TV por assinatura continua no Brasil. Em abril, o país registrou 17,07 milhões de domicílios com o serviço. Isso significa que 899,36 mil residências cancelaram o serviço em um ano, uma queda de 5% em relação a igual mês de 2018. As informações são da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Só em abril de 2019 houve 168,9 mil cancelamentos de contratos do serviço. Entre as grandes operadoras de TV por assinatura, só a Oi registrou crescimento nos 12 meses (4,03%), com a adição de 61,6 mil residências no período. A companhia detém a terceira maior participação de mercado (9,32%).
As demais operadoras tiveram retração. No topo do ranking, a Claro ficou com 8,34 milhões de assinaturas — 6,88% menos que há um ano e 48,85% de participação de mercado.
Com 5,12 milhões de clientes, a Sky encolheu 2,9% e ficou com uma fatia de 29,97% do mercado. Já a Vivo, com participação de 8,8% no mercado, recuou 6,09%, para 1,5 milhão de assinantes.
As prestadoras de pequeno porte atendem a 521,6 mil residências, o equivalente a 3% do mercado. Mesmo esse bloco teve redução de 15,21%, ou 93,57 mil assinaturas, nos últimos 12 meses.
Por outro lado, as prestadoras independentes, que só proveem TV paga — não possuem outorga de outros serviços de telecomunicações, cresceram 3,35% no período, com mais 11,52 mil clientes.
Valor
Além de um péssimo atendimento dessas operadoras, por telefone, não cumprem a propaganda divulgada. Com pouco tempo, um ou outro canal é retirado da grade contratada, além do que muitos dos canais digitais aparecem com bloqueio ou chuvisco na tela do consumidor contratante. Mesmo com a reclamação efetuada e anotada, a situação fica por isso mesmo e a empresa nem sequer apresenta desconto financeiro, como forma de reparar o dano ao cliente…
O atendimento dessas operadoras, em especial por telefone, é horrível! Além de serem mercenárias ao extremo. Os equipamentos geralmente são por comodato e ainda cobram para serviços de manutenção/reparação. Os serviços de streaming da internet só têm a crescer perante uma deficiência tão grande no setor.
Estudantes e professores de escolas públicas e privadas voltarão às ruas em todas as regiões do país nesta quinta-feira (30) para realizar seu segundo protesto contra os bloqueios na verba para a educação promovidos pela gestão do presidente Jair Bolsonaro (PSL).
A manifestação será encabeçada pela UNE (União Nacional dos Estudantes) e incluirá, desta vez, centrais sindicais contrárias à reforma da Previdência, como a CUT (Central Única dos Trabalhadores).
No dia 15 deste mês, ato contra o bloqueio ocorreu todas as capitais e o Distrito Federal, além de outras cerca de 145 cidades, segundo levantamento da Folha.
Recursos para todas as etapas de ensino, da educação infantil à pós-graduação, foram reduzidos ou congelados pelo governo federal. A medida inclui verbas para construção de escolas, ensino técnico, bolsas de pesquisa e transporte escolar.
O presidente chegou a chamar quem foi às ruas no primeiro ato de imbecis e “idiotas úteis” usados como “massa de manobra”. Porém, uma semana após a mobilização, repôs parte da verba contingenciada da área.
Com o uso de recursos de uma reserva, destinou ao Ministério da Educação um total de R$ 1,6 bilhão —21% do valor que havia sido confiscado (R$ 7,4 bilhões). Nas universidades federais, o corte chega a R$ 2 bilhões, o que representa 30% da verba discricionária (que não inclui gastos obrigatórios como salários, por exemplo).
O principal objetivo da manifestação, segundo os organizadores, é mostrar à população que os cortes no orçamento da educação prejudicam o ensino, a pesquisa e os serviços prestados pelas instituições do setor à sociedade.
De acordo com a UNE, as manifestações estão previstas em todas as capitais, além do Distrito Federal. Mas os atos confirmados na página da entidade nas redes sociais até as 16h30 desta quarta-feira (29) alcançavam 15 das 26 capitais do país, entre elas, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre.
Eu quero ler dois cartazes.
O primeiro: Pela apuração das suspeitas da FUNPEC!
O segundo: Contra os cortes na UERN.
DUVIDO que encontre algum.
Já "Lula Livre"…
Essa UNE enquanto mamou milhões do Petismo ficou caladinha assistindo a roubalheira sob o comando do rato Lindenberg que saiu de seus porões. Agora que perdeu o cofre vem infernizar a vida do povo bloqueando avenidas. Por que não fazem essas gaiatices no domingo? Já sei, domingo não tem aula nem trabalho para perder.
O padre e cantor Fábio de Melo, 48, afirmou que pode fazer uma pausa na carreira musical para se dedicar a outros projetos. Para ele, cantar e fazer shows não são mais essenciais.
“Tenho para mim que há coisas que são essenciais e há outras que não. Por mais que eu goste, cantar e fazer show não é mais essencial para mim. Tenho outras realizações e alegrias muito mais fecundas que a música”, afirmou Melo, em entrevista ao programa Tricotando, da RedeTV!, desta quarta-feira (29).
Conhecido por ser brincalhão nas redes sociais, principalmente com o amigo, o jornalista Evaristo Costa, o padre sempre tocou em assuntos pessoais, como a síndrome do pânico. Dessa vez, ele falou ao programa sobre o problema de alcoolismo envolvendo seu pai: “Houve muita luta, muita dor e dor emocional mesmo, de muito sofrimento”.
Ele afirma que durante um bom tempo de sua infância, ele perdeu a alegria de voltar para casa depois da aula, sobretudo às sextas-feiras. “Lembro que terminava a aula na hora do almoço e já ia me dando aquele frio na barriga, porque era o dia que ele começava a beber. O fim de semana era sempre muito difícil. […] Vivi de forma cruel as consequências.”
Famoso por postar fotos e frases engraçadas nas redes sociais, padre Fábio de Melo diz que o assédio virtual não acontece no dia a dia e enxerga as situações com leveza. “Não encontro muito isso e encaro com bom humor. O desrespeito ao meu sacerdócio é raro.”
Ele afirma ainda, aos risos, que nunca recebeu um nude. “Como no Instagram eu não tenho contato com as DMs [direct messages] de quem não sigo, não tem isso. Mas, certamente, se ele fosse aberto para outras pessoas, teria [recebido].”
F5/Folha de S.Paulo
O Parlamento de Israel aprovou, nesta quarta-feira (29), a própria dissolução e a convocação de novas eleições – menos de dois meses depois de os israelenses terem ido às urnas para escolher os novos parlamentares. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu votou a favor da medida.
A dissolução foi aprovada porque Netanyahu perdeu o apoio do partido nacionalista Yisrael Beitenu, que integraria a coalizão governista liderada pelo Likud (leia mais sobre a cisão no governo israelense no fim da reportagem).
Assim, das 65 cadeiras previstas inicialmente, o premiê ficaria apenas com 60 – uma a menos do que o necessário para formar maioria absoluta. Sem esse apoio, Netanyahu admitiu não ter conseguido maioria no Parlamento até o prazo estipulado, que terminou à 0h desta quinta-feira (18h de quarta, em Brasília).
Assim, os israelenses voltarão às urnas possivelmente em setembro, segundo a imprensa local, para formar novamente o Knesset – nome dado ao Parlamento Israelense. Portanto, o país terá passado por duas eleições gerais no mesmo ano.
A oposição liderada por Benny Gantz não era a favor de um novo pleito. De acordo com a imprensa israelense, Gantz afirmou que, sem coalizão, o governo deveria ser transmitido para o partido oposicionista Azul e Branco, segundo mais votado nas eleições de abril.
Como Netanyahu perdeu a maioria?
A origem da celeuma está na diferença entre os judeus ortodoxos e os partidos seculares de direita. Ambos os grupos formavam a base de sustentação de Netanyahu após o resultado das eleições de abril.
O partido Yisrael Beitenu, do ex-ministro da Defesa Avigdor Lieberman, tentou aprovar uma lei obrigando jovens judeus ortodoxos a participarem do serviço militar obrigatório em Israel. A proposta irritou os integrantes religiosos da coalizão governista.
Com o racha, os cinco deputados do Beitenu deixaram a coalizão a poucos dias do prazo de formação do governo. Diante da possibilidade de uma queda de Netanyahu, o próprio Likud – partido de Netanyahu – apresentou uma moção para novas eleições para tentar pressionar os dissidentes a votarem atrás.
Nesse meio-tempo, Netanyahu buscou alcançar acordo com Lieberman e com os ortodoxos, mas as tentativas não prosperaram. Com o fracasso nas negociações, o próprio premiê admitiu a necessidade de novas eleições.
Caso os parlamentares votassem contra a organização de novas eleições, Netanyahu poderia ser obrigado a devolver o cargo ao presidente de Israel, Reuven Rivlin. O chefe de Estado, então, receberia novos nomes de parlamentares e apontaria o novo primeiro-ministro – que poderia ser, inclusive, o opositor Benny Gantz.
O Senado aprovou, por 63 votos contra três, a indicação o engenheiro Davi Ferreira Gomes Barreto para a diretoria da Agência Nacional dos Transportes (ANTT). Conforme o jornal O Estado de S.Paulo revelou, o indicado, que é ex-auditor do Tribunal de Contas da União (TCU), vai assumir a diretoria-geral da agência.
O nome de Barreto foi encaminhado ao Senado pelo presidente Jair Bolsonaro em março e foi sugerido pelo secretário especial da Secretaria do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Adalberto Santos de Vasconcelos. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, fez apelos nos últimos dias ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), para que o nome fosse aprovado pelos parlamentares. Na Comissão de Infraestrutura da Casa, a indicação foi aprovada por unanimidade.
A ideia do governo é promover uma fusão da ANNT com a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). A nova estrutura, denominada Agência Nacional de Transportes (ANT), deverá ser presidida por Davi Barreto.
Estadão Conteúdo
O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo de Barros, afirmou nesta quarta-feira, 29, que o presidente Jair Bolsonaro considerou uma vitória a aprovação pelo Congresso da Medida Provisória 870, que reduz o número de ministérios e devolve o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) ao Ministério da Economia.
“Foi uma posição patriótica apresentada por parlamentares, sinalizou intento do governo de enxugar a máquina pública e iniciar espaços de mudanças para desburocratizar processos do serviço público”, disse. “A votação do Congresso atendeu em grande parte ao que estava contido no texto original”, acrescentou.
Rêgo de Barros também comentou a ida de uma delegação brasileira à reunião ministerial da OCDE e afirmou que todos os 36 membros da organização apoiam a entrada do Brasil, com especial destaque aos Estados Unidos.
Além disso, o porta-voz afirmou que o presidente ainda não tomou uma decisão sobre vetar ou não o trecho de medida provisória aprovada pelo Congresso que proíbe a cobrança de bagagens pelas companhias aéreas. O trecho foi incluído como destaque. A MP libera 100% de capital estrangeiro para as aéreas.
“O presidente esboça opiniões, mas, ao tomar decisões, vale-se de estudos profundos e técnicos dos órgãos. Esse é mais uma tema para o qual ele valer-se-á de estudos para tomar a decisão final, é prematuro discutir isso agora”, disse.
Com a programação de protestos de estudantes em defesa da educação da educação, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) emitiu um comunicado recomendando a população a evitar a BR-101 entre o shopping Midway Mall e a áervore de Mirassol, trajeto programado para a manifestação, no horário compreendido entre 16h e 20h.
Confira a nota na íntegra
NATAL/RN, 29/05/2019 – Como é do conhecimento geral, mediante comunicação via redes sociais, declarações feitas a veículos de imprensa e de ofícios enviados por líderes de Centrais Sindicais, planeja-se para amanhã (30/05) mobilização que deverá ocorrer ao longo da BR 101 Sul, entre o Complexo do IV Centenário e a Árvore de Mirassol.
Diante desses fatos, a PRF preocupada com a segurança dos usuários da rodovia BR 101, inclusive dos próprios manifestantes, sugere que a população planeje seus deslocamentos, evitando a citada rodovia nas imediações entre Potilândia e Mirassol, principalmente entre 16h e 20h (previsão), horário em que os manifestantes deverão ocupar a rodovia.
A Avenida Prudente de Morais, a Rua Jaguarari, a Via Costeira e o Anel Viário do Campus, por exemplo, podem servir de rotas alternativas entre o centro da cidade e a Zona Sul de Natal.
A luta é contínua independente de governos e partidos no poder.
Esses cortes não somente na educação, realizados pelo Governo Bolsonaro, provocam problemas que afetam toda população como um todo. Esse movimento de hoje é uma reação da população contra os cortes das verbas e o seu descaso com os serviços públicos.
A UFRN, está sendo atingidos pelo corte. Setores como o HUOL, Maternidade Januário Cicco, Faculdade de Odontologia, NEI-Cap e muitos outros setores que atendem a população em geral e de baixa renda, com formação de profissionais e prestação de serviços, são afetados a ponto de paralisar, fechar.
Essa decisão de atacar a educação como todo, serve para ajudar, beneficiar o mercado, as empresas que trabalham nesse mercado, penalizando a população em geral.
A população não aceita pagar uma conta que não a fez. Por isso que é preciso lutar independente dos governos e partidos nos poderes.
Esse país é mesmo desmoralizado. Já aconteceram diversas decisões da Justiça Federal proibindo manifestações em rodovias federais e a turma dos maconheiros e petistas corruptos continuam fazendo o que bem entendem e zombando da nossa gloriosa Polícia Rodoviária Federal. Que vergonha essa nota, reconhecendo a sua total inoperância em relação a essas arruaças promovidas pela turma do quanto pior, melhor.
Bando de vagabundo, queria ver ir as ruas embaixo de chuva num dia de Domingo!! Patriotismo no sangue, queremos um Brasil verde e amarelo , livre dessa vagabundagem da esquerda!!
Será que vão exigir uma auditoria e uma investigação na FUNPEC?
Será que estão preocupados mesmo com os recursos públicos?
Só o que essa Fundação pagou de propaganda, compra de papel e passagens, já minimizava, e muito, o corte de verbas da UFRN.
Vamos ver se os maconheiros estão preocupados mesmo ou são apenas parte da manada de jumentos que sustenta o ódio da esquerda.
Mais uma vez esses desocupados atrapalhando a vida do cidadão trabalhador.
Tantos locais existem em Natal pra se fazer protestos, sem tirar o direito de ir e vir das pessoas, mas eles fazem questão de protestar na BR 101, em dia trabalho normal, é pra afrontar o povo de bem. É por esse e outros motivos que a cada dia anagariam a antipatia da população. Sindicatos Pelegos.
BG.
Já passou da hora de acabar com essa anarquia onde o direito de ir e vir que consta da constituição são drsobedicidos diariamente. Isto nao pode continuar o Ministérios públicos Federal e estadual tem que tomar providências imediata das contra essa baderna. Rodovia de acesso à hospitais e de amplo uso pela população ser interditada. Não pode nem deve.
Essa esquerda de b…, só quer é tumultuar a vida da população. Apostam no quanto pior melhor, como mostra o uso dos idiotas "inúteis" que sempre foram e serão suas vítimas!!!
O governo precisa que o Congresso aprove até meados de junho o crédito suplementar de R$ 248 bilhões para não prejudicar programas vinculados a esses recursos, como Plano Safra, afirmou o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, nesta quarta-feira (29).
O projeto que pede o dinheiro adicional foi enviado ao Congresso em março. O texto solicita crédito de R$ 248,9 bilhões para 2019, incluindo R$ 201,7 bilhões para benefícios previdenciários do RGPS (Regime Geral de Previdência Social) e R$ 30 bilhões para o pagamento de BPC (Benefício de Prestação Continuada), destinado a idosos e deficientes em condição de miserabilidade.
Há ainda recursos para o Bolsa Família e outros subsídios. “Se ele não for aprovado até aí, vamos começar a ter problemas com algumas despesas. Eventualmente você pode remanejar alguma coisa, mas vai ficar difícil”, reconheceu Mansueto.
Despesas que dependem de crédito orçamentário, mesmo que o pagamento ocorra depois, precisam ter todo o crédito disponível, complementou. “O Plano Safra poderia ter um problema de atraso. Ele ocorre ao longo de 12 meses, mas, para começar o Plano Safra, precisa ter todo o crédito”, exemplificou.
Em participação na comissão mista do Orçamento, no último dia 14, o ministro Paulo Guedes (Economia) afirmou que, sem a aprovação da proposta de lei que trata desse crédito, os subsídios parariam em junho. O Bolsa Família teria fôlego até setembro, enquanto os benefícios beneficiários acabariam em agosto.
O acordo está sendo construído politicamente entre governo e Congresso, segundo o secretário. “A base do governo está conversando com os políticos da comissão mista do Orçamento, com o relator (deputado Hildo Rocha/MDB-MA), com o presidente da comissão (Marcelo Castro/MDB-PI)”, afirmou Mansueto. “Isso será resolvido no devido tempo.”
O secretário disse que R$ 248 bilhões é a margem de segurança do governo. O mínimo necessário seriam R$ 146,7 bilhões. O crédito suplementar precisa ser aprovado por pelo menos 257 deputados e 41 senadores.
Vincular despesas como BPC, Previdência, Bolsa Família e subsídios à autorização pedida ao Congresso foi uma decisão do governo do ex-presidente Michel Temer (MDB), durante a elaboração do Orçamento de 2019.
A antiga gestão acreditava que quem fosse eleito não teria dificuldade em receber o sinal verde dos parlamentares para conseguir recursos destinados a essas áreas sociais.
O dinheiro teria então de ser usado para esses setores, cumprindo o previsto no Orçamento e no projeto que está no Congresso.
Folhapress
A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e a Associação Juízes para a Democracia (AJD) divulgaram manifestações com críticas à participação do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, num “pacto” em favor da Reforma da Previdência.
Para a Ajufe, “é possível que alguns temas da Reforma da Previdência tenham sua constitucionalidade submetida ao julgamento perante a Corte máxima do país”.
Segundo o presidente da entidade, Fernando Mendes, a realização de tais pactos cabe apenas aos “atores políticos dos Poderes Executivos e Legislativos”.
A AJD afirma que “é inadmissível que o presidente do Supremo Tribunal Federal antecipe-se a firmar ‘pacto’ com os demais poderes. Não pode o Poder Judiciário, nem mesmo a Suprema Corte, fazer juízo prévio de conveniência e avalizar antecipadamente alterações constitucionais”.
A assessoria de imprensa do STF afirmou à Folha que Toffoli não irá se manifestar.
A íntegra da nota pública da Ajufe:
A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) vem a público manifestar sua preocupação com o “pacto” noticiado pela imprensa, especialmente com a concordância do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) à Reforma da Previdência.
Sendo o STF o guardião da Constituição, dos direitos e garantias fundamentais e da democracia, é possível que alguns temas da Reforma da Previdência tenham sua constitucionalidade submetida ao julgamento perante a Corte máxima do país.
Isso revela que não se deve assumir publicamente compromissos com uma reforma de tal porte, em respeito à independência e resguardando a imparcialidade do Poder Judiciário, cabendo a realização de tais pactos, dentro de um estado democrático, apenas aos atores políticos dos Poderes Executivo e Legislativo.
Brasília, 29 de maio de 2019.
Fernando Mendes
Presidente da Ajufe
A íntegra da nota pública da AJD:
“Tampouco existe liberdade se o poder de julgar não for separado do poder legislativo e do executivo. Se estivesse unido ao poder legislativo, o poder sobre a vida e a liberdade dos cidadãos seria arbitrário, pois o juiz seria legislador. Se estivesse unido ao poder executivo, o juiz poderia ter a força de um opressor.”
(Montesquieu, em O Espírito das Leis)
A Associação Juízes para a Democracia (AJD) entidade não governamental, de âmbito nacional, sem fins corporativos, que tem como um de seus objetivos estatutários a defesa dos direitos e garantias fundamentais e a manutenção do Estado Democrático de Direito, manifesta forte preocupação com a notícia de que o presidente do Supremo Tribunal Federal pretende assinar, com o presidente da República e com o presidente do Congresso Nacional, um “pacto” em favor de reformas constitucionais e legais.
Compete ao Poder Executivo apresentar propostas de reformas que entender necessárias e ao Poder Legislativo aprová-las ou rejeitá-las, como entender conveniente, após prévios debate e votação, sob os ritos formais estabelecidos na Constituição.
Ao Poder Judiciário, incumbe o controle da legalidade e da constitucionalidade de possíveis reformas, seja pela atividade de cada magistrado, seja pela atuação do Supremo Tribunal Federal.
Nestes termos, é inadmissível que o presidente do Supremo Tribunal Federal antecipe-se a firmar “pacto” com os demais poderes. Não pode o Poder Judiciário, nem mesmo a Suprema Corte, fazer juízo prévio de conveniência e avalizar antecipadamente alterações constitucionais.
Nenhum pacto pode se sobrepor ao dever do controle jurisdicional de constitucionalidade posterior ao agir do Executivo e do Legislativo. Tampouco o Poder Judiciário pode servir como órgão de consulta dos demais poderes.
Agindo assim, o presidente do STF atinge, a um só tempo, o princípio da separação dos poderes, a Constituição da República e o Estado Democrático de Direito.
O Brasil precisa, sim, de um novo tempo. Um tempo em que as instituições e os princípios democráticos sejam respeitados; um tempo em que os direitos fundamentais também sejam usufruídos pelos mais pobres; um tempo em que a Constituição da República seja cumprida, dentro dos limites ali estabelecidos.
Os juízes brasileiros, zelosos de sua missão constitucional e compromissados, verdadeiramente, com a Democracia, não irão compactuar com acordos que atinjam a independência da magistratura.
Por essas razões, a Associação Juízes para a Democracia (AJD) manifesta repúdio a concertos que sugiram a fragilização ou mesmo comprometam a independência da magistratura, deixando claro que os juízes brasileiros, zelosos de sua missão constitucional, permanecerão ao lado da Constituição e da Democracia.
Os consumidores que caíram no rotativo do cartão de crédito pagaram juros um pouco menos caros em abril. A taxa média do rotativo caiu 0,8 ponto percentual em relação a março, chegando a 298,6% ao ano. Os dados foram divulgados hoje (28) pelo Banco Central. A taxa média é formada com base nos dados de consumidores adimplentes e inadimplentes.
No caso do consumidor adimplente, que paga pelo menos o valor mínimo da fatura do cartão em dia, a taxa chegou a 278% ao ano em abril, recuo de 3,4 pontos percentuais em relação a março. A taxa cobrada dos consumidores que não pagaram ou atrasaram o pagamento mínimo da fatura (rotativo não regular) subiu 1,2 ponto percentual, indo para 313,6% ao ano.
O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. O crédito rotativo dura 30 dias. Após esse prazo, as instituições financeiras parcelam a dívida.
Em abril de 2018, o Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu que clientes inadimplentes no rotativo do cartão de crédito passem a pagar a mesma taxa de juros dos consumidores regulares. Essa regra entrou em vigor em junho deste ano. Mesmo assim, a taxa final cobrada de adimplentes e inadimplentes não será igual porque os bancos podem acrescentar à cobrança os juros pelo atraso e multa.
Enquanto a taxa de juros do rotativo chegou a 298,6% ao ano, o parcelamento das dívidas do cartão de crédito pôde ser feito com juros de 170,8% ao ano em abril. As taxas médias do crédito parcelado do cartão caíram 7,7 pontos percentuais em relação a março.
Cheque especial
Já a taxa de juros do cheque especial subiu 0,6 ponto percentual em abril, comparada a março, e está em 323,3% ao ano.
As regras do cheque especial mudaram no ano passado. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os clientes que utilizam mais de 15% do limite do cheque durante 30 dias consecutivos passaram a receber a oferta de um parcelamento, com taxa de juros menores que a do cheque especial definida pela instituição financeira.
As taxas do cheque especial e do rotativo do cartão são as mais caras entre as modalidades oferecidas pelos bancos. A do crédito pessoal não consignado é mais baixa: 127,1% ao ano em abril, mesmo com o aumento de 3,2 pontos percentuais em relação a março. A taxa do crédito consignado (com desconto em folha de pagamento) recuou 0,3 ponto percentual, indo para 23,4% ao ano em abril.
A taxa média de juros para as famílias subiu 0,6 ponto percentual em abril para 45,9% ao ano. A taxa média das empresas ficou em 19,9% ao ano, alta de 0,1 ponto.
Inadimplência
A inadimplência do crédito, considerados atrasos acima de 90 dias, para pessoas físicas, caiu 0,1 ponto percentual e ficou em 4,7% em abril. No caso das pessoas jurídicas, o indicador ficou em 4,7%, com queda de 0,1 ponto percentual. Esses dados são do crédito livre, em que os bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado.
De acordo com o Banco Central, a inadimplência das famílias (pessoas físicas) continua no menor nível histórico, desde a série iniciada pelo Banco Central em março de 2011. A explicação são os programas de refinanciamentos e repactuações de dívidas em atraso.
No caso do crédito direcionado (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural, de infraestrutura e ao microcrédito) os juros para as pessoas físicas oscilaram 0,1 ponto percentual para cima, para 7,7% ao ano. A taxa cobrada das empresas, porém, caiu 0,4 ponto percentual, para 9,6% ao ano.
A inadimplência das pessoas físicas no crédito direcionado ficou estável em 1,8% e a das empresas subiu 0,2 ponto percentual, para 2,3%.
Saldo dos empréstimos
Em abril, o estoque de todos os empréstimos concedidos pelos bancos ficou em R$ 3 268 trilhões, estável em relação a março, mas com expansão de 0,3% no ano. Em 12 meses, a expansão foi de 5,4%. Esse estoque do crédito corresponde a 47% de tudo o que o país produz – o Produto Interno Bruto (PIB). Isso representa queda de 0,3 ponto percentual em relação a março (47,3%).
Agência Brasil
Num dia de alívio no mercado financeiro, a moeda norte-americana caiu e fechou abaixo de R$ 4 pela primeira vez em quase duas semanas. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (29) vendido a R$ 3,976, com recuo de R$ 0,048 (-1,19%). Esse foi o menor valor de fechamento desde 14 de maio (R$ 3,975).
No mercado de ações, o dia foi de tranquilidade. O Ibovespa, principal índice da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), encerrou a sessão com alta de 0,18%, aos 96.566 pontos. Essa foi a terceira alta seguida do índice, que está no maior nível desde 8 de abril, quando tinha atingido 97.369 pontos.
O otimismo no mercado financeiro ocorre um dia depois de o Senado aprovar a medida provisória da reforma administrativa, que reduziu o número de ministérios, mantendo o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) no Ministério da Economia. A alta também ocorre no dia seguinte à assinatura de um pacto entre o presidente Jair Bolsonaro e os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia; do Senado, Davi Alcolumbre, e do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli.
Estocolmo, capital da Suécia; país um dos países mais abertos da OCDE a imigrantes com alta. GETTY IMAGES
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou na quarta-feira (29/5) rankings dos países-membros da entidade mais atraentes para estudantes universitários, empreendedores ou imigrantes altamente qualificados.
Austrália, Canadá, Nova Zelândia, Suécia e Suíça estão entre as nações mais bem posicionadas nas listas, que levam em conta fatores como facilidade para obter vistos, qualidade de vida e perspectivas de carreira.
Já países como Estados Unidos, Grã-Bretanha e França têm desempenho oscilante, pontuando bem em alguns quesitos e deixando a desejar em outros.
Os rankings são integrados por 35 dos 36 países da OCDE – a Lituânia, última nação a ingressar no bloco, ficou de fora.
A OCDE é um fórum que promove políticas públicas, realiza estudos e auxilia no desenvolvimento de seus membros. A organização inclui boa parte dos países mais desenvolvidos do mundo e alguns emergentes, como México, Chile e Turquia.
O Brasil tem hoje o status de parceiro-chave da OCDE e pleiteia se tornar membro pleno do grupo. Confira os rankings completos abaixo.
Melhores países para imigrantes qualificados (com mestrado ou doutorado)
Sydney, na Austrália; país tem sociedade inclusiva e oferece boas perspectivas para profissionais qualificados. GETTY IMAGES
Quando a dificuldade de obter um visto não é levada em conta, os EUA lideram esse ranking graças a seu grande mercado de trabalho e à força de sua economia, além das condições fiscais vantajosas e da qualidade das oportunidades profissionais.
Mas o país perde posições por causa de seu alto índice de rejeição de vistos.
Por outro lado, Suécia, Suíça, Luxemburgo e Eslovênia têm sistemas migratórios mais abertos e pontuam bem nesse quesito.
Austrália e Nova Zelândia também estão entre os primeiros colocados, principalmente por terem sociedades inclusivas e boas perspectivas futuras para profissionais.
De forma geral, as nações no topo do ranking têm alto padrão de vida e forte demanda por trabalhadores qualificados.
1 – Austrália
2 – Suécia
3 – Suíça
4 – Nova Zelândia
5 – Canadá
6 – Irlanda
7 – EUA
8 – Holanda
9 – Eslovênia
10 – Noruega
11 – Luxemburgo
12 – Alemanha
13 – Dinamarca
14 – Islândia
15 – Estônia
16 – Reino Unido
17 – Áustria
18 – Finlândia
19 – Bélgica
20 – Eslováquia
21 – Portugal
22 – França
23 – Coreia do Sul
24 – República Tcheca
25 – Japão
26 – Hungria
27 – Espanha
28 – Letônia
29 – Chile
30 – Israel
31 – Polônia
32 – Itália
33 – Grécia
34 – México
35 – Turquia
Melhores países para imigrantes empreendedores
Toronto, no Canadá; país pontua bem quando se consideram facilidade para fazer negócios e regras burocráticas. GETTY IMAGES
Os cinco melhores países para imigrantes quem desejem empreender são diferentes dos mais atraentes para profissionais qualificados.
Canadá, Nova Zelândia, Irlanda e os EUA pontuam bem quando se leva em conta a facilidade para fazer negócios e as regras burocráticas. A Suíça, por sua vez, avança várias posições no ranking por ter os menores impostos para empresas de toda a OCDE.
Em evento na fundação que leva seu nome, Fernando Henrique Cardoso criticou o que entende como abordagem “punitiva” do poder público diante da criminalidade no país, registra o Estadão.
“Infelizmente, no Brasil, está prevalecendo a ideia de que criminoso bom é criminoso morto”, declarou FHC, para quem falta ao Brasil um foco maior no combate ao crime organizado, em lugar do que chamou “perseguição” a usuários de drogas como a maconha.
“A atitude punitiva que estamos tomando é contraproducente”, acrescentou o tucano, sem citar nominalmente o governo de Jair Bolsonaro.
O ex-presidente afirmou ainda que o país “vive um momento de transição perigoso”.
Olha em partes ele está certo, o crime organizado tem ser combatido, se não pegar os líderes e apreender o dinheiro não terá resolver o problema que vivemos, mas ele é responsável por isso também.
Esse canalha desconhece que a droga é o combustível principal, para fortalecer as facções criminosas. Ele e luladrão são o 2o mais importante item pra esse fortalecimento.
BG
Esse senhor deveria se tocar e deixar de fazer pronunciamentos descabidos. Nada como algodão nos ouvidos e se restringir a sua atual insignificância . Seu tempo já passou estamos em uma nova realidade completamente diferente da sua época.
NAMORADA DE LULA TEM CERCA DE 40 ANOS E VISITA O EX-PRESIDENTE COM FREQUÊNCIA
Vagabundo velho safado. E por causa de e dos outros que vieram depois dele é que o Brasil está na situação que está.
Pau nesses vagabundos.
Nunca vi ele falar em defesa do cidadão de bem. Só defende drogado e bandido.
Dezenas de apoios são declarados ao advogado que divide seu tempo entre o trabalho e a campanha que vai até o dia 12 de julho
Fotos: Divulgação
A campanha do advogado Eduardo Gurgel para o Quinto Constitucional do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª região (TRT-21) está a cada dia mais intensa. Diariamente, Gurgel tem se reunido com advogados de todo o Estado. Com o tempo corrido, ele separa um período do dia para fazer a campanha para a vaga de desembargador.
Para Eduardo Gurgel, que tem 19 anos de experiência, nesta campanha é importante ouvir os advogados, suas histórias de lutas e também a vontade de vencer de cada um. “Eu me tornei candidato ao Quinto Constitucional porque estou preparado para representar a classe. Nestes 19 anos, muitas vitórias foram conquistadas – tudo com perseverança, resiliência e solidariedade com os advogados”, destacou Gurgel.
Nestes últimos dois dias, Eduardo Gurgel se reuniu com mais de 50 advogados, além de receber incontáveis ligações e apoio por todas as redes sociais. A eleição para o Quinto Constitucional será realizada dia 12 de julho na Universidade Potiguar (UnP), que está situada na avenida Roberto Freire. Dados da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) mostram que cerca de cinco mil profissionais estarão aptos a votar. Ele foi convidado a visitar diversos escritórios de advocacia, além de participar de uma grande reunião com mais de 40 profissionais que anunciaram.
Esta campanha para o Quinto Constitucional é destinada à escolha de um advogado para tornar-se desembargador no TRT-21. As cadeiras de desembargadores são compostas por juízes de carreira, um membro do Ministério Público e uma é oriunda da advocacia, que é a vaga em disputa. A eleição vem sendo disputada por 22 advogados. Deste total, seis serão eleitos no dia 12 de julho. Após esta etapa, os desembargadores escolherão três nomes. Eles serão enviados ao presidente Jair Bolsonaro, que escolherá quem vai assumir a vaga.
É golpe !!!
CUNHA LIVRE!!!