Polícia

Líder de facção é morto em confronto com a PM na Grande Natal

Um homem suspeito de chefiar um grupo criminoso em Extremoz, na região metropolitana de Natal, morreu durante um confronto com a Polícia Militar na noite desta segunda-feira (8). Um outro suspeito conseguiu fugir após o tiroteio.

De acordo com a PM, os militares receberam a informação de que homens armados envolvidos com o tráfico de drogas estariam trafegando pela BR-101 em Extremoz. A partir daí, os policiais começaram a fazer buscas perto da região de Pitangui, no Litoral Norte, e conseguiram chegar aos suspeitos, que estavam com revólveres.

Ainda segundo a PM, a viatura abordou o carro modelo Parati, onde estavam os suspeitos, mas o veículo não parou. Foi quando começou a perseguição, que durou cerca de um quilômetro e meio. No fim, os ocupantes do carro pararam o carro e tentaram sair correndo, atirando no carro policial. A viatura ficou com pelo menos duas marcas de tiros. No confronto, Valtercley Bruno Morais Leite, de 34 anos foi atingido. O outro suspeito conseguiu fugir.

O homem foi socorrido pelos policiais militares até o Hospital Dr. José Pedro Bezerra, mais conhecido como Hospital Santa Catarina, na Zona Norte de Natal. Apesar disso, ele não resistiu e morreu. A arma que teria sido a usada pelo homem foi apreendida. Todas as munições tinham sido deflagradas, ou seja, foram disparadas durante o tiroteio.

O carro usado pelos suspeitos, que pertencia a Bruno, também foi apreendido. Na Justiça, ele respondia a dois processos – um por porte ilegal de arma de fogo, em 2014, e outro por tráfico de drogas, aberto em 2016.

G1

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Política

ESTRATÉGIA: Ministros com mandato de deputado são exonerados para votar a Previdência

Foto: Montagem/G1

Os ministros Onyx Lorenzoni, da Casa Civil, e Marcelo Álvaro Antônio, do Turismo, foram exonerados nesta terça-feira (9). Eles voltarão à Câmara dos Deputados para votar a proposta de reforma da Previdência. As exonerações foram publicadas no Diário Oficial da União.

O porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, antecipou na segunda-feira (8) que os ministros de Estado que têm mandato na Câmara dos Deputados seriam exonerados temporariamente para que eles possam participar da votação em plenário.

Além de Lorenzoni e Marcelo Álvaro, o governo conta com mais dois ministros com mandato na Câmara: Tereza Cristina (Agricultura) e Osmar Terra (Cidadania). Até a publicação desta reportagem, porém, não havia sido publicada a exoneração de Tereza Cristina. Osmar Terra não voltará à Câmara porque o seu suplente, o deputado Darcísio Perondi (MDB-RS), é favorável à reforma.

Onyx e Tereza Cristina são filiados ao DEM; Antônio é filiado ao PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro; e Terra é do MDB.

G1

Opinião dos leitores

    1. Nao e mas você sabe o ditado
      LIDAR COM LADRÃO TEM QUE JOGAR O JOGO
      Entendeu encantado

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Polícia

Bandidos assaltam agência dos Correios no Centro e fogem com dinheiro, colete e arma

Bandidos assaltaram na manhã desta terça-feira, 9, a agência dos Correios localizada na avenida Princesa Isabel,  Centro.

Segundo informações apuradas pelo blog, os criminosos armados renderam funcionários e o vigilante e  levaram dinheiro,  colete balístico e  arma, fugindo com destino ignorado.

A polícia realiza diligências, mas até o momento não localizou  os bandidos.

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Saúde

Hemonorte recebe doações de sangue no Norte Shopping

Doar sangue é um ato de solidariedade que ajuda a salvar vidas. Nas terças-feiras do mês de julho, o Partage Norte Shopping receberá a unidade móvel do Hemonorte, para coleta de doações, das 8h às 17h. O veículo ficará estacionado na entrada do empreendimento, na Avenida João Medeiros Filho.

Na hora de doar, é necessário passar por uma breve entrevista, que tem como objetivo dar mais segurança aos doadores e pacientes que receberão a doação. É importante a sinceridade nas respostas. Tudo que foi respondido será mantido em sigilo.

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Educação

MEC divulga nesta terça resultado do Fies

O Ministério da Educação (MEC) divulga hoje (9) o resultado do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) juro zero e do P-Fies.

Nesta edição, serão ofertadas 46,6 mil vagas a juro zero. O resultado estará disponível na internet, na página do programa e nas instituições de ensino superior participantes.

Os estudantes selecionados no P-Fies devem comparecer à instituição de ensino para validar as informações prestadas na hora da inscrição a partir desta terça-feira. Já os selecionados na modalidade Fies devem complementar a inscrição no período de 10 a 12 de julho.

Quem não foi selecionado na modalidade Fies juro zero pode ainda participar da lista de espera, entre os dias 15 de julho e 23 de agosto.

Não há lista de espera do P-Fies. A pré-aprovação do financiamento na modalidade do P-Fies é de responsabilidade exclusiva dos agentes financeiros operadores de crédito que tenham relação jurídica estabelecida com instituições de ensino participantes.

Fies

O Fies concede financiamento a estudantes em cursos superiores de instituições privadas com avaliação positiva pelo Ministério da Educação.

Pode concorrer quem fez uma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010, com média igual ou superior a 450 pontos, e obtido nota maior que zero na redação.

Modalidades

O novo Fies, que começou a vigorar em 2018, tem modalidades de acordo com a renda familiar.

A modalidade com juro zero é para os candidatos com renda mensal familiar per capita de até três salários mínimos.

O aluno começará a pagar as prestações respeitando o seu limite de renda.

A modalidade chamada de P-Fies é para candidatos com renda familiar per capita entre três e cinco salários mínimos.

Nesse caso, o financiamento é feito por condições definidas pelo agente financeiro operador de crédito, que pode ser um banco privado ou fundos constitucionais e de Desenvolvimento.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. boa noite,
    gostaria de solicitar deste blog, que seja informado ao publico, que a sede do sindicato dos comerciario do rio grande do norte, presidido por mais de 30 anos pelo o senhor EDUARDO MARTINS DE MOURA,um patrimônio dos trabalhadores do rio grande do norte, uma sede, que mesmo se encontrando no abandono, deteriorada, mais, mesmo sem saber , e sem conhecer o ramo imobiliário, deve ter um valor hoje, estimado em mais ou menos um milhão de reais, a mesma, foi leiloada, e já arrematada, por uma quantia irrisória, um sindicato que arrecadaria por ano, de imposto sindical, e outras taxas, uma media de três milhões de reais, deixar que a sede seja leiloada por aproximadamente, 10% do seu valor real, por tanto, a população do rio grande do norte, tem que saber desse escândalo, é preciso que seja tomada as providencias, porem, aos que comentam, a situação, é irreversível, os responsáveis, deve ser responsabilizado.

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Geral

PREVIDÊNCIA: Placar aponta apoio de 268 deputados à proposta

Prevista para começar a ser votada nesta terça-feira, 9, na Câmara, a reforma da Previdência tem apoio de 268 deputados, aponta o Placar da Previdência feito pelo Estado. Desse total, 17 condicionam o voto favorável a mudanças no texto. O número representa aumento de 21 votos a favor em relação a domingo, 7, a maior parte de deputados que não tinham respondido às questões.

O número de votos contrários aumentou de 97 para 105. Até a última segunda, 8, 22 horas, 23 ainda se diziam indecisos. Outros 72 deputados não quiseram responder e 42 não foram localizados. Esse é o maior apoio já registrado nas edições do Placar da Previdência. Para aprovar o texto na Câmara são necessários 308 votos. Nos cálculos do ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o governo já tem 330 votos favoráveis.

Estado procurou todos os 513 deputados nas últimas duas semanas por telefone, e-mail ou assessoria de imprensa. Pelo placar, os leitores podem se comunicar, por e-mail, com os deputados para cobrá-los sobre seus posicionamentos.

O PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, declarou 41 votos para aprovar o texto de uma bancada de 54 deputados. No domingo, eram cinco votos a menos. Já o DEM de Rodrigo Maia, presidente da Câmara, tem 26 votos favoráveis de um total de 28 deputados. Só David Soares (SP) não quis responder. Maia não vota.

Considerada a principal aposta da equipe econômica para o equilíbrio das contas públicas, a reforma da Previdência modifica as regras de aposentadoria para funcionários do setor privado e servidores públicos da União. O texto propõe que os homens só poderão se aposentar aos 65 anos e as mulheres aos 62, com tempo mínimo de contribuição de 20 anos (homens) e 15 anos (mulheres). A modalidade da aposentadoria por tempo de contribuição, que exige o mínimo de 35 anos (homens) e 30 anos (mulheres) deve acabar, caso a reforma seja aprovada. Professores, policiais federais e agentes penitenciários terão regras diferenciadas.

As novas regras não valerão para os servidores estaduais e dos municípios com regime próprio de Previdência, uma vez que o projeto aprovado pela Comissão Especial tirou a extensão das regras da reforma para Estados e municípios.

Os novos critérios valerão para quem ainda não começou a trabalhar. Quem já trabalha e contribui para o INSS terá de escolher entre quatro regras de transição. A última versão do relatório reduz a previsão de economia para os cofres públicos para R$ 987,5 bilhões em 10 anos. A proposta original previa economia de R$ 1,236 trilhão.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Finanças

Cadastro positivo começa a valer de forma capenga nesta terça-feira

A inclusão automática de consumidores no cadastro positivo, considerada por bancos fundamental para uma avaliação mais precisa do risco de um calote e redução dos juros, começa de forma capenga nesta terça-feira (9).

A lei, aprovada em abril, permite que a partir de agora empresas e birôs de crédito (Serasa, SPC, Boa Vista e Quod) possam trocar informações dos consumidores sem que seja dada uma autorização prévia.

No entanto, a transferência automática de dados entre as instituições financeiras e birôs de crédito precisa ser regulamentada por um decreto do presidente Jair Bolsonaro (PSL) que ainda não foi publicado.

Segundo informou a Casa Civil à reportagem da Folha, ainda não há data para a publicação do decreto.

Na prática, até que essas normas sejam publicadas, birôs poderão receber informações somente de empresas não financeiras, como varejistas, empresas de telefonia ou então concessionárias de luz e água.

Segundo a Anbc, o sistema que compartilha esses dados está pronto, mas irá processá-los apenas quando receber as informações de crédito dos bancos, principal elemento para formar o histórico de crédito.

As normas preveem que é possível cancelar a inclusão automática no sistema do cadastro positivo junto a qualquer um dos quatro birôs, por telefone, pelo site ou nos postos de atendimento.

Quem tentou pré-cancelamento, a exclusão do nome antes de o cadastro entrar em vigor, esbarrou na burocracia e em falhas no atendimento. Para cancelar a inclusão, é necessário atestar a titularidade e os birôs exigem uma série de informações pessoais que demandam tempo e paciência de quem quiser sair.

Os birôs informam que a partir desta terça, o titular pode solicitar o cancelamento pelos mesmos canais e deve ter os seus dados retirados do sistema em até dois dias úteis.

A perspectiva inicial, no entanto, é que o procedimento varie de acordo com o birô. Em alguns, é necessário fornecer dados pessoais para ser retirado do cadastro positivo. Segundo os birôs, a ausência do decreto presidencial e a limitação na troca de informações que isto causa não compromete a exclusão do nome.

Caso haja dificuldade no cancelamento, devem ser acionados órgãos de defesa do consumidor, como o Procon.

Segundo especialistas, a retirada não é aconselhável. Para a concessão de crédito, ter um escore ruim pode ser melhor do que não ter escore, já que não fazer parte do cadastro positivo pode ser considerado um elemento de risco.

“A saída do cadastro fará com que as instituições que concedem crédito tenham acesso a menos informações sobre o consumidor ou a empresa que retirou seus dados. Ao avaliar a possibilidade de concessão de empréstimos e financiamentos, essas instituições só poderão visualizar as contas que não foram pagas”, afirma Elias Sfeir, presidente da Anbc (Associação Nacional dos Bureaus de Crédito).

O cadastro positivo é um banco de dados com todas as contas de consumidores, independentemente de elas terem sido pagas em dia ou em atraso. Pode ser comparado a um histórico escolar, que tem as notas boas e ruins. Além de operações de crédito tradicionais, como empréstimos e financiamentos, o cadastro passa a considerar contas de consumo pagas mensalmente.

No Brasil, até então vigorava o cadastro negativo, que registrava apenas dívidas em atraso. Após a conta ser quitada, a informação deixava a lista de pessoas com nome sujo, mas servia para compor o escore de crédito.

Era possível aderir de forma voluntária ao cadastro positivo, que conseguiu ao redor de 10 milhões de clientes. O potencial, com a inclusão automática, é de mais de 100 milhões de consumidores cadastrados.

Com uma massa enorme de informações a serem coletadas e com o uso de algoritmos para a análise de dados, a transferência automática de informações dos clientes entre empresas e birôs de crédito levanta questionamentos à privacidade.

“A lei vai contra o princípio de privacidade, pois abre uma exceção a necessidade de consentimento”, diz o advogado Gustavo Artese, do Viseu Advogados, enfatizando justamente o ponto mais polêmico do debate na lei no Congresso.

A lei acabou por pacificar que essa troca de dados ligados a crédito e a dívidas não fere o direito à privacidade, mas é preciso seguir alguns princípios, afirma professor Bruno Bioni, fundador do Data Privacy Brasil.

Ele lista: necessidade (essa informação é realmente importante para a análise de crédito do cliente), proporcionalidade (terá um peso equivalente a sua importância atribuído na análise) e a transparência (os birôs precisam informar que tipos de dados coletam, de onde buscam e com quem compartilham essas informações).

Assim como o Facebook permite que um usuário baixe todas as informações que a rede social tem dele, o mesmo deve ocorrer com os bancos e birôs de crédito, que deverão atender ao pedido de acesso a todas as informações coletadas.

A Folha procurou os grandes bancos para entender quais informações são coletadas e consideradas na análise de crédito atualmente, mas eles não responderam aos pedidos de entrevista. Tradicionalmente, instituições financeiras acessam as notas dos birôs de crédito e combinam com informações próprias para decidir se emprestam dinheiro ou não.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Esse cadastro positivo é uma forma de condenar duas vezes o cidadão. Ora, quem atrasa uma conta (ninguém atrasa pq quer) já é penalizado com MULTA, JUROS e CORREÇÃO, e a partir de agora também vai ser penalizado com juros mais alto nos empréstimos. Cadê os órgãos de defesa do consumidor??

    1. Tem que ferrar sim …ou aprender a gastar menos do que ganha ou será penalizado sim , 90 % dos brasileiros não sabem administrar

    2. Engraçado como petista ama reclamar de tudo que é bom para o cidadão de bem. Cidadão de bem é consciente de seus gastos e não sai por aí fazendo crediário e financiamento em todo canto.

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Economia

Petrobras reduz valor da gasolina na refinaria para menor nível desde fevereiro; diesel também cai

A Petrobras reduzirá o preço médio do diesel em 3,84% e o da gasolina em 4,42% em suas refinarias a partir de terça-feira, informou a estatal em seu site nesta segunda-feira. Com o novo reajuste, o valor médio do diesel recua para R$ 2,0649 por litro, enquanto o preço médio da gasolina cai para R$ 1,6817 por litro.

A nova alteração no preço do diesel vem exatamente uma semana após uma alta de 3,9% no valor do combustível nas refinarias, que havia empurrado o preço para R$ 2,1474 por litro.

Já a gasolina tem seu primeiro reajuste desde 11 de junho, quando os preços médios caíram 3,03%. Agora, o combustível atinge seu menor valor nas refinarias desde 28 de fevereiro, quando era cotado a R$ 1,6538 por litro.

Os reajustes nos preços dos combustíveis pela Petrobras são alinhados ao mercado internacional do petróleo, seguindo os valores do petróleo Brent, que caíram 3,3% na última semana, e ao câmbio.

O repasse dos ajustes nas refinarias para os consumidores finais nos postos de combustíveis dependerá de diversos fatores, como tributos, margens de distribuição e revenda, e mistura obrigatória de biodiesel em ambos os combustíveis.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Sr José Lúcio, o Procon Estadual ainda existe? Pelo que eu sei a Sede na Ribeira foi fechada e encontra-se apenas com os CARGOS COMISSIONADOS nomeados recebendo sem fazer nada!

  2. Viajei pra São Luiz dia 22 de junho, cruzei três estados e o estado so Maranhão a metade, Pode ter certeza, o preço do combustível mais alto é aqui na grande Natal, na BR 304 é 4,25

  3. Minha gente vamos esquecer esse negocio de PROCON e vamos deixar o livre mercado trabalhar o Bozo disse que assim e bom pra gente ta ok!! pode acreditar rsrsrs

  4. Eu só queria saber quando é que o PROCON vai começar a fazer a sua obrigação de fiscalizar esses postos de combustíveis, principalmente os das avenidas Roberto Freire e Airton Senna. Eles alinham os preços e atuam quase como um cartel, onde principalmente na zona norte e Oeste, os preços são muito mais em conta.
    Sem falar nos interiores que a dificuldade de entrega tem um maior custo, mas os preços são muito melhores que na capital.

  5. Ai eu pergunto: Porque o combustível aqui bate em valores tão altos. No último, os postos daqui aumentaram em R$ 0,40 o litro da gasolina. Aí depois ficam choramingando e fazendo campanha de que a culpa não é dos postos…

  6. Me parece que os donos de postos de combustíveis do RN não tomaram conhecimento desta redução…rsrsrsr

  7. Se o desconto de 3 84% for aplicado ao valor da gasolina vendida em Guamaré, o seu valor cairá a R$ 1,59, o 3o menor do Brasil.
    Somando ao último reajuste abaixo, q não foi passado ao consumidor, com mais esse de hj, abatidos os impostos inerentes, o preço do litro cai R$ 0,20, o q deveria beirar os R$ 4,00.
    Mas o oportunismo da categoria, q sempre aumenta suas margens a cada redução da Petrobrás, não permite o consumidor abastecer a preço justo.

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Política

COMEÇA HOJE: Governo conta com pelo menos 330 votos e agiliza liberação de R$ 2,5 bi em emendas para aprovar reforma da Previdência

Na véspera da votação da reforma da Previdênciano plenário da Câmara , o governo abriu caminho para a liberação de verbas em busca de votos para aprovar a proposta. De acordo com levantamento da ONG Contas Abertas , só nos primeiros cinco dias de julho, foram empenhados R$ 2,551 bilhões. A cifra é maior do que a observada em todo o ano até junho: R$ 1,77 bilhão. O valor também é o mais alto empenhado para meses de julho ao menos desde 2016. O empenho vale como uma garantia de que os recursos serão efetivamente liberados.

Segundo parlamentares da base do governo, o clima favorável à reforma melhorou desde a semana passada, quando a matéria passou na Comissão Especial. Ontem, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), se reuniu novamente com líderes dos partidos e fechou acordo para tentar concluir a votação da proposta ainda nesta semana, em dois turnos. Assim, seria possível antecipar o início do recesso parlamentar (previsto para o dia 18). O acordo, no entanto, tem como pressuposto a manutenção do texto aprovado na Comissão Especial, preservando a economia de quase R$ 1 trilhão em dez anos. O PSL, por exemplo, afirmou que não pedirá alterações no texto.

— Vamos votar nesta semana. O texto vai ser mantido — garantiu o líder do DEM, Elmar Nascimento (BA).

Pelas contas do governo, será possível aprovar o texto com mais votos do que o mínimo necessário, de 308 de um total de 513 deputados. Os cálculos mostram entre 330 e 340 votos. A ideia é que, se for preciso, haverá sessão até sexta-feira. Os deputados do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, por exemplo, foram orientados a não comprarem passagens de volta a suas bases antes da votação.

A liberação dos recursos foi uma promessa do governo aos parlamentares para aprovar a reforma da Previdência na Câmara. O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), prometeu destinar R$ 10 milhões para cada deputado, inclusive novatos, pela votação da proposta na Comissão Especial, o que aconteceu na semana passada, e mais R$ 10 milhões pelo avanço no plenário. Outros R$ 20 milhões seriam entregues no fim do ano.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Emendas impositivas dos parlamentares em que o executivo é obrigado a, falando de outra forma: é imposto, é impositivo ao executivo realizar, é muito diferente de: negociar cargos em órgãos federais nos Estados da federação, para que o parlamentar vote a favor do governo.
    Liberação das emendas parlamentares sempre houve, em T.O.D.O.S os governos democráticos, até mesmo nos de espectro da esquerda.
    Para quem não lembra, o congresso votou e aprovou a lei das EMENDAS IMPOSITIVAS, em que ao executivo é imposta a obrigação de realizar, de implantar, de executar a liberação dos valores para as emendas que os excelentíssimos parlamentares destinaram no Orçamento Geral.
    As emendas impositivas dos parlamentares é, ilustrativamente falando, o caso de um parlamentar colocar sua emenda impositiva para que seja construída uma ponte em um município de seu Estado. Neste exemplo, o executivo é obrigado a liberar o valor que consta neste projeto de construção da ponte. Caberá aos munícipes fiscalizar se a ponte, a obra da ponte será realmente realizada, concretizada.
    Simplificadamente falando, é disso que trata a liberação das emendas parlamentares.

  2. Disse que isso nunca aconteceria … mas é sempre assim,,,, compra, vende, suborna… só falta dar a mãe de brinde

    1. As emendas são obrigatórias meu nobre, ao executivo só cabe decidir quando elas são liberadas. Antes de qualquer coisa, sou contrário.

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Jornalismo

TCU desconfia que não há investigação sobre jornalista Glenn Greenwald

TCU (Tribunal de Contas da União) desconfia que não há investigação formal sendo tocada contra o jornalista Glenn Greenwald. O órgão deu 24 horas para que o ministro Paulo Guedes, da Economia, responda se o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) vasculhou as contas dele a pedido da Polícia Federal.

Na visão de alguns ministros, é real a possibilidade de tudo não passar de um balão de ensaio de autoridades policialescas que gostariam de investigar Greenwald.

Guedes, nessa mesma análise, não teria responsabilidade sobre os fatos, pois não compraria uma briga que é, na verdade, do ministro Sergio Moro, da Justiça. Só foi notificado já que o Coaf é de sua pasta.

O ministro deve responder ao TCU –a relação dele com o tribunal é intensa, já que muitas políticas da pasta passam pelo órgão de controle. E tem sido positiva.

MÔNICA BERGAMO

 

Opinião dos leitores

  1. Cuma? O TCU "deu 24 horas" a quem mesmo? Ora, o Brasil é mesmo o país da piada pronta!
    Que se saiba o TCU não tem atribuição constitucional para determinar nada a ninguém.
    Aliás, Tribunais de Contas não passam de órgãos meramente auxiliares do Poder Legislativo. Por definição, não mandam em nada; ao contrário, são meros paus-mandados.

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Jornalismo

Líder do Governo diz que reforma da previdência será aprovada em 2 turnos na Câmara até sexta

A líder do governo no Congresso, a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), disse que acredita que a reforma da Previdência será aprovada em dois turnos no plenário da Câmara até esta sexta-feira. A parlamentar acredita que o placar será um pouco mais de 340 votos a favor.

A líder não arriscou dizer se o texto será alterado ou não no plenário. “É mais fácil me perguntar os números da Mega-Sena”, disse. Ela afirmou, no entanto, que vê como pequena, embora não impossível, a chance de Estados e municípios entrarem na proposta nesta fase. Ela afirmou ainda que está trabalhando para que seu partido não apresente destaques. “O PSL não pode emagrecer a reforma da Previdência. Nós somos o partido que tem a maior responsabilidade em relação a isso”, afirmou. “Agora, em plenário tudo pode ser uma surpresa”, disse.

Joice disse ainda que é possível se avançar na questão dos policiais na reforma. “Avançar é conseguir fazer alguma coisa que seja pela categoria, porém que não ofenda os outros que estão contribuindo. Não podemos simplesmente  retirar uma categoria do processo ou manter paridade integralidade para uma única categoria. O presidente já fez alguns acenos, mas a categoria não aceitou, especialmente os federais. Em relação aos civis, tem que aguardar para ver se entra Estados e municípios”, disse.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Jornalismo

Apoio à reforma da Previdência cresce, e parcela dos contrários já não é maioria

Às vésperas da votação pelos deputados federais, a reforma da Previdência deixou de ser rejeitada pela maioria dos brasileiros, mostra pesquisa Datafolha.

A fatia dos que se opõem às mudanças nas aposentadorias e pensões caiu de 51% para 44% entre abril e julho.

A parcela dos que apoiam a proposta subiu de 41% para 47% e é agora numericamente superior à dos contrários, mas dentro da margem de erro (de dois pontos percentuais para mais ou para menos), o que configura empate técnico.

A queda na rejeição e o crescimento do apoio à reforma aparecem em todas as faixas de idade, escolaridade e renda familiar e ocorreram também independentemente das escolhas eleitorais em 2018.

A mudança de opinião foi mais forte entre os eleitores de Jair Bolsonaro (PSL) e entre os que declaram não ter votado nem no atual presidente nem em Fernando Haddad (PT).

Bolsonaristas favoráveis à reforma eram 55% em abril e agora são 67%; contrários caíram de 36% para 27%.

Entre os haddadistas, a rejeição passou de 72% para 67%, e o apoio subiu de 22% para 25%.

No grupo dos que não votaram em nenhum dos dois, a oposição é majoritária (61%), mas 11 pontos abaixo de abril; o apoio foi de 19% para 26%.

O Datafolha ouviu, nos dias 4 e 5 de julho, 2.086 brasileiros com 16 anos ou mais em todo o país.

Entre essa pesquisa e a de abril, deputados federais alteraram a proposta original do governo Bolsonaro, atenuando as regras para parcelas da população. (Veja nas calculadoras da Folha como a reforma afeta você.)

O novo texto reduz o tempo de espera pela aposentadoria de servidores e trabalhadores do setor privado que estão mais perto de obter o benefício, por exemplo.

Também retira da reforma o funcionalismo estadual e municipal e antecipa em até cinco anos (em relação à versão original do governo ) o recebimento de aposentadorias mais altas pelos servidores mais antigos.

Na direção oposta, a nova proposta reduz valores de benefício de quem está a pelo menos dois anos da aposentadoria no setor privado.

Medidas que atenuam os requisitos para mulheres, como a redução da idade para professoras e da contribuição mínima para trabalhadoras do setor privado, não foram suficientes para conquistar a maioria delas.

O Datafolha mostra homens e mulheres em polos opostos em relação à reforma: entre homens, 57% são a favor da proposta e 38% contra. Entre mulheres, 50% são contra e 39% a favor.

Como as regras atuais para as mulheres são mais generosas que as dos homens, a reforma significa um aperto proporcionalmente maior para elas, mesmo com as concessões feitas pelo novo texto.

A pesquisa mostra que a oposição mais forte à reforma aparece entre estudantes (57% contra e 35% a favor), assalariados sem registro (52% a 41%), funcionários públicos (52% a 42%) e desempregados (51% a 41%).

Ainda que os servidores continuem majoritariamente contrários à proposta, a rejeição caiu 11 pontos em três meses, e a concordância com a reforma cresceu 8 pontos.

O levantamento mostra também uma divisão geográfica: os que apoiam a reforma são maioria no Sul, Sudeste, Norte e Centro-Oeste, mas minoria no Nordeste.

Nesta região, de onde vêm também políticos que têm se manifestado contra as mudanças propostas pelo governo, 55% se opõem à PEC e 36% dizem apoiá-la.

O Nordeste é também a única região em que não cresceu o apoio à reforma nem caiu a rejeição nos últimos três meses.

A pesquisa indica ainda que nem todos foram atingidos pela campanha publicitária da reforma da Previdência, apresentada pelo presidente no final de maio, a um custo de R$ 37 milhões.

Um mês e meio depois, 50% dos brasileiros com ensino fundamental e 45% dos que vivem em famílias com renda mensal de até dois salários mínimos dizem não ter tomado conhecimento da proposta.

Já entre os mais ricos e mais escolarizados, as taxas de conhecimento chegam a 95% e 93%, respectivamente.

Quanto mais bem informado se considera o brasileiro, mais se declara a favor da reforma —e maior também o movimento de apoio nesses últimos três meses.

Entre os que se dizem bem informados, 56% apoiam uma mudança nas regras, contra 42% contrários. Há empate entre os mais ou menos informados, e a situação se inverte para os mal informados: 54% são contra e 34% a favor.

Outros itens da pesquisa indicam mudança de mentalidade sobre as aposentadorias: nos últimos três anos, caiu de 59% para 45% a parcela dos que acham que os brasileiros se aposentam mais tarde do que deveriam.

Os que avaliam a idade como adequada passaram de 27%, em julho de 2016, para 41% agora, e os que dizem que os brasileiros se aposentam cedo demais ficaram estáveis em 11%.

O recorte por renda e escolaridade ilumina disparidades nesses movimentos de opinião: entre os de maior renda familiar —dos quais a maioria hoje consegue se aposentar no setor privado sem idademínima—, 31% respondem que o brasileiro se aposenta mais cedo do que deveria.

A diferença aparece também por ocupação: são os empresários os que têm maior fatia (21%) dos que acham que a aposentadoria é muito precoce.

FOLHAPRESS

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Jornalismo

Pesquisa JOTA: 34% dos brasileiros aceitam fechar o Congresso e 32%, o STF

Cerca de um terço da população brasileira aceita, em certas circunstâncias, o fechamento de instituições como o Congresso ou o Supremo Tribunal Federal (STF). É o que mostra pesquisa do JOTA e do Ibpad (Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados).

Enquanto 34,9% disseram concordar com a frase “Em algumas situações, o governo deve fechar o Congresso”, 32,9% afirmaram concordar com a frase “Em algumas situações, o governo deve fechar o Supremo Tribunal Federal”. No primeiro caso, 50,9% disseram discordar e, no segundo, 54,2%.

Uma outra pergunta também mediu sentimento similar: 42% disseram concordar com a frase “Em nenhuma situação é aceitável fechar o Congresso ou o Supremo Tribunal Federal”, mas outros 40,9% disseram discordar dela.

O sentimento difuso de adesão à democracia na população também foi medido pela clássica pergunta: “A democracia pode ter problemas, mas é o melhor sistema de governo”. Neste caso, 79,3% disseram concordar e 14%, discordar. Do mesmo modo, em uma outra pergunta, 23% disseram que “em algumas circunstâncias, um governo autoritário pode ser melhor” e 55,3% afirmaram que “a democracia é preferível a qualquer outra forma de governo”.

Bolsonaristas

Os maiores índices de descrença com a democracia brasileira aparecem entre as pessoas que dão maior apoio ao presidente Jair Bolsonaro. Entre aqueles que avaliam como bom o desempenho do presidente, há um empate técnico entre os que concordam ou discordam em fechar o Supremo: 42,7% concordam e 47,8% discordam. Já entre os que consideram ótimo, a maioria concorda que é possível fechar o Supremo: 54,9% concordam e 35,7% discordam. Por outro lado, entre os que acham o governo Bolsonaro ruim   60% discordam e 22,1% concordam; entre os que acham péssimo 61,9% discordam e 25,1% concordam.

Um padrão semelhante é encontrado entre as pessoas que concordam ou discordam em fechar o Congresso em algumas situações. Entre aqueles que avaliam como bom o desempenho do presidente Jair Bolsonaro, 42,9% concordam e 45% discordam, estão empatados tecnicamente. Mas entre os que consideram o desempenho do presidente ótimo, 53,1% concordam e 36,5% discordam em fechar o Congresso. Por outro lado, entre os que consideram o desempenho do presidente ruim, 55% discordam e 26,2% concordam; entre os que avaliam péssimo 58% discordam contra 28,4% que concordam.

Um movimento similar é percebido na pergunta: “Em nenhuma situação é aceitável fechar o Congresso ou o Supremo Tribunal Federal”. Enquanto os apoiadores do governo discordam mais dessa frase, os críticos concordam. Entre aqueles que avaliam Bolsonaro como ótimo, 36,6% concordam e 53% discordam; entre os que consideram o governo bom, 37,1% concordam e 48,6% discordam. Já entre os que acham o governo ruim, 46,7% concordam e 28,9% discordam; entre os que avaliam o governo como péssimo, 45,2% concordam e 36,4% discordam.

Os brasileiros com nível superior são os que menos apoiam uma visão “linha dura” da democracia: 60,6% discordam e 36,8% concordam com a possibilidade do governo fechar o STF. Entre as pessoas com ensino médio, 53,4% discordam e 34,5% concordam dessa possibilidade (outros 12% não opinaram sobre). Já entre os brasileiros com ensino fundamental 48% discordam e 25,1% concordam, outros 26,9% não se posicionaram sobre esse tema.

Os homens também tendem a aceitar mais facilmente o fechamento do STF do que as mulheres: 39% concordam e 52% discordam com essa possibilidade, contra 27,1% que concordam e 56,3% que discordam entre as mulheres.

A pesquisa foi feita com 1.045 pessoas, por telefone, entre os dias 26 e 29 de junho e conta com respondentes em 492 municípios, nos 26 Estados e no Distrito Federal. As respostas de 31 respondentes foram excluídas da análise porque não possuíam todas as informações necessárias para o modelo de pós-estratificação, restando, 1.014 respondentes. O intervalo de credibilidade dos valores estimados é de 3,3%.

A seleção da amostra foi aleatória e após a coleta o time de dados do JOTA Labs aplicou um modelo de pós-estratificação usando variáveis como gênero, idade e escolaridade. Esse trabalho estatístico é importante para garantir o balanceamento da amostra e segue técnicas propostas por professores como Andrew Gelman.

Para acessar a reportagem completa só clicar aqui: https://www.jota.info/stf/pesquisa-jota-34-dos-brasileiros-aceitam-fechar-o-congresso-e-32-o-stf-08072019

JOTA

Opinião dos leitores

  1. Meu Deus será que a cegueira é tão grande que ter prssias que aida defende Lula é o fim. Mentiroso, ardiloso e ainda se fazia de inocente. Lutou tanto pra ser presidente que foi lhe dado a chance e o que ele fez ??? O que criou de bom fpi obrigação e o que fez de ruim mereceu a condenação principalmente por sua cara de pau de dizer " eu não sei de nada". Um pinguço que destruiu até a moral dos sindicatos. Não sei pq Dima também não está presa. Quanto dinheiro saiu do pais que precisa para sua própria infraestrutura e foi dado a países que não são autosuficientes pela sua própria incompetência. Os eleitores pobres de cultura e educação. Uma massa manipulada e alienada. Hipnotizada com truques baratos forma um corpo de manipulados por não isar e nem procurar conhecimentos. Quanto menos instruídos mais fácies de manipular. Não muito diferente do Brasil. Que pensa mais em.aparecer do que se auto conhecer. São movidos pela emoção do que pela razão. E contra fatos não há argumentos.

  2. Congresso é um gasto enorme para os cofres públicos. E o STF, é via de indicações e com boa parte e seus membros sem moral perante a sociedade. Não transmite mais confiança de tribunal superior federal. Que julga casos que instâncias menores não compete. São tantos roubos a nação que os critérios de formação do corpo do STF, se tornou aos olhares da nação um corpo sem pulso e firmeza. A pessoa não sabe que manda, Gilmar Mendes remete aos olhares do público inconfiança e sem condições de continuar e com a impafia do Renan Calheiros que não são atingíveis por muitos parece ter algo a temer e que faz deles se sentirem os todos poderosos dos poderes.

  3. Deus me livre. Sem Congresso e STF ficaríamos à mercê de Bolsonaro. Ou seja, o Brasil viraria um manicômio. Já não basta ele envergonhar o país lá fora!!!!!!!

    1. Acho que lula deu muito orgulho la fora afinal de conta ta preso.

    2. Quem envergonhou o Brasil foi o seu ENCANTADOR lula que se mijou todo e na frente de todos na Suiça

  4. O problema não é o STF e o congresso, são seus membros, que de forma espúrias, não cumprem seus papéis de defensores da democracia. Eles usam esses 2 órgãos para defender privilégios de uns poucos com afinidades parentescas e de amizades, assaltar o patrimônio da nação, legalizar atos que ferem o estado de direito e a economia do país, e muitas outra atrocidades contra a sociedade. A sociedade tem que ter um órgão que controle esses canalhas.

  5. Se é para o bem do Brasil, fecha esses dois outeiros! Envia o cabo para um, é o soldado para o outro, é convoca eleições para presidente,voará Moro terminar a faxina, condenando esses bandidos de toga e colarinho Branco que tanto envergonham o Brasil…

    1. Irany criatura, vc ñ tem o quê fazer, não? Vá arrumar nem q seja uma lavagem de roupa. Ou procurar nem que seja uma faxina pra arrumar casa. Só ser uma desocupada pra falar tamanha tolice. Mulher, procure o q fazer.

    2. APOIADO, BOLSONARO TEM QUE SER O LÍDER SOZINHO E FAZER O QUE QUISER.

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Judiciário

TRT-RN suspende prazos processuais nesta sexta (12)

Em virtude da realização da eleição para a escolha da lista sêxtupla destinada à composição do Quinto Constitucional do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região, estão prorrogados, para o dia útil imediatamente subsequente, os prazos processuais que iniciem ou vençam nesta sexta (12).

A decisão foi assinada pelo presidente do TRT-RN, desembargador Bento Herculano Duarte Neto.

As eleições irão ocorrer no dia 12 de julho e cada advogado, apto a votar, poderá escolher até seis nomes que irão compor a lista sêxtupla, que será remetida ao Pleno do TRT. Os desembargadores escolherão três e remeterão esses nomes para apreciação do presidente da República, a quem caberá escolher o próximo desembargador.

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Política

Onyx: trabalho é para que Previdência seja votada em 2 turnos nesta semana

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que está sendo feito um trabalho para que a reforma da Previdência seja votada em dois turnos ainda essa semana na Câmara. “Estamos trabalhando muito. As perspectivas são muito boas, o projeto saiu com uma potência fiscal da comissão especial. Isso é o que buscamos porque é importante para o País”, disse.

Ele afirmou que conversou hoje com o presidente Jair Bolsonaro e com o ministro da secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, e que o chefe do Executivo disse que é preciso superar a pauta da Previdência “para gerar empregos”.

Em relação à questão de mudanças para categorias da segurança pública, Onyx afirmou que, ainda antes da votação na comissão especial, o governo chegou a oferecer para as lideranças da Polícia Federal idade mínima de 52 para mulheres e 53 para homens, com pedágio de 100%, para os que estão atualmente atuando.

“Como eles desejavam um pedágio de 30%, nós não poderíamos ceder”, disse. Segundo ele, há agora um novo entendimento que um artigo no texto da reforma, que passou na comissão especial, dá garantias às categorias.

“Existe um artigo na proposta que garante integralidade para todas aquelas categorias que estão presentes na lei complementar 51 de 1985, policiais civis do GDF, policiais legislativos da Câmara e Senado, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal”, disse.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Sinto pena de alguns revoltados que não estudaram ou não tem competência para passar em concurso público.

  2. Pedagio de 30 por cento somente para os politicos. Para os servidores publicos é 100 por cento.

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Política

PSB fecha questão contra reforma da Previdência

O PSB Nacional anunciou nesta segunda-feira (8) o fechamento de questão contra a proposta de reforma da Previdência (PEC 6/19) que será votada no plenário da Câmara dos Deputados, a partir desta terça-feira (9). A decisão vincula a votação dos 32 deputados que compõem a bancada na Câmara e também se estenderá aos três senadores da sigla. Dessa forma, o parlamentar que descumprir a decisão pode sofrer sanções que vão desde a censura até a expulsão do partido.

Pela resolução, aprovada por ampla maioria, o partido considera que a proposta “imporá medidas cruéis aos trabalhadores mais sofridos e às classes médias de nosso país”, “diminuirá o poder de compra desta parcela da população” e “agravará o principal problema brasileiro, que é a acintosa desigualdade que se verifica entre os brasileiros”.

Votação em Plenário

A proposta da Reforma foi aprovada em comissão especial, após 16 horas de debate e precisa agora de pelo menos 308 votos favoráveis no plenário – em dois turnos de votação – para que seja enviada ao Senado.

Na avaliação da líder da Minoria, deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), ainda não há o número necessário de votos para aprovação em plenário. “Na nossa avaliação, eles não têm mais de 260 votos. Nós estamos mapeando todas as bancadas e todos os partidos e nós temos hoje no nosso mapeamento uma posição muito favorável a não aprovação da reforma. Nós estamos trabalhando para garantir a não aprovação e o alargamento desse cronograma”, afirmou Jandira.

O governo, no entanto, demonstra otimismo e confia na aprovação do texto. Ontem (7), depois de se reunir com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, estimou em 330 o número de votos favoráveis à proposta: “Temos um cálculo realista ao redor de 330, com pé bem no chão, e caminhamos para ter algo em torno de 330 e pode ser até mais do que isso. É uma margem que a gente acredita ser possível”.

Maia, que passou o final de semana em reuniões com parlamentares, também disse confiar na aprovação do texto em plenário “com boa margem de votos”.

Oposição

Parlamentares dos partidos da oposição já adiantaram que usarão o “kit obstrução” para tentar adiar a votação da proposta. O objetivo é inviabilizar a análise do texto antes do recesso legislativo, que começa no dia 18 de julho.

Segundo o deputado Professor Israel (PV-DF), a comissão de Educação fez uma requerimento pedindo a retirada dos professores da reforma. Pelo texto aprovado na comissão especial, as professoras poderão se aposentar com 57 anos de idade e 25 de contribuição; e os professores, com 60 de idade e 30 de contribuição. Os profissionais do magistério terão de comprovar efetivo exercício na educação infantil ou nos ensinos médio e fundamental.

“Nós estamos reunindo os deputados da bancada da educação ainda hoje para tentar articular com outros deputados e a gente atender ao que a comissão entendeu como justo. É muito raro conseguir uma moção unânime, que reúna partidos tão distantes como PSL e PT, mas conseguimos isso na comissão de educação”, assegurou.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

    1. Mais um q quer ficar mamando nas costas do governo (da gente). Quer trabalhar 30 anos e ficar dos 50 até os 90 recebendo.

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