Política

Facada que quase matou Bolsonaro completa 1 ano

Os mais exagerados contam que a cidade parou naquele dia. Ao menos a região central ficou caótica: primeiro pela multidão que, eufórica, cercava Jair Bolsonaro, e, em seguida, pelo corre-corre para salvá-lo da morte, depois que Adélio Bispo de Oliveira deu uma facada na barriga do então candidato do PSL a presidente em uma tentativa de assassiná-lo.

Quase um ano após a tarde de 6 de setembro em Juiz de Fora (MG), o roteiro do fato que interferiu nos rumos da campanha eleitoral de 2018 é relembrado por quem testemunhou o ataque e por aqueles que, de alguma forma, se envolveram na história.

Parque Halfeld, centro, 15h06: Bolsonaro se depara com uma aglomeração eufórica. Eram milhares de pessoas que, até o dia anterior, temiam um vexame de público na cidade onde o nome do PT ao Palácio do Planalto liderava eleições desde 1998.

Empolgado, o candidato contraria orientações de seguranças e decide se juntar à passeata com apoiadores, montado nos ombros de um agente da escolta, sem um cordão de isolamento. O mar de gente toma o calçadão da rua Halfeld. “Mito, mito, mito!”, gritam em coro. “Eu vim de graça”, provocam.

Rua Halfeld, esquina com Batista de Oliveira, 15h30: Adélio, até então só mais um na multidão, chega perto de Bolsonaro e enfia uma faca de cerca de 30 cm na barriga dele.

A vítima é colocada no chão em frente à Internacional Lanches, enquanto o agressor leva socos e pontapés, até ser protegido por policiais. No tumulto, pessoas abrem espaço para a Pajero da Polícia Federal que levará o político para a Santa Casa.

“O Adélio só não foi linchado porque a polícia conteve o pessoal”, diz à Folha o advogado Eduardo Jeyson, 43, que naquele dia corria para tirar selfies com Bolsonaro ao fundo e, por pouco, não fotografou com seu celular o momento exato da estocada.

“A sensação era de muita tristeza. Para mim, ele não sairia daquilo vivo”, continua Jeyson, puxando pela memória enquanto cruza o movimentado calçadão, que é margeado por lojas e tradicionalmente recebe candidatos em época de campanha eleitoral.

Nada, porém, comparável ao que aconteceu naquele dia.

“Hoje eu falo que trabalho na ‘esquina do Bolsonaro’”, brinca o ambulante Gilmar Jorge Rodrigues, 57, que há 27 anos vende espetinhos no recém-convertido ponto turístico.

Passantes tiram fotos, e turistas vão conhecer o local até hoje, segundo o comerciante, que, no dia, chegava para a sua jornada e perdeu a cena por pouco. “Mas ficou gente aqui até tarde. Lembro que vendi bem.”

Manifestações pró-governo elegeram o cruzamento como parada obrigatória no trajeto.

Em um ato de apoio ao ministro Sergio Moro (Justiça), em junho, os participantes fizeram um minuto de silêncio na esquina, rezaram o pai-nosso e tocaram o hino nacional.

Nos arredores, é fácil achar quem tenha presenciado o ataque. Testemunhas contam que a reação inicial foi de dúvida: uns falavam em murro, outros gritavam que Adélio usara um soco-inglês para atingir Bolsonaro. Até suspeita de tiro foi cogitada. “Foi facada, foi facada”, concluíram.

Enquanto os simpatizantes tentavam entender o ocorrido, a arma do crime era guardada pelo dono da banca de frutas da esquina.

Luiz Perensin, 72, recebeu a faca das mãos de um homem, que a pegou no chão. Embrulhou a lâmina em uma sacola de plástico verde, das que usa para pôr maçãs e bananas, e a entregou à polícia. “Só sei que foi muita gente e que aqui virou uma confusão.”

O vendedor foi uma das primeiras pessoas que, por acaso, tiveram a vida transpassada pelo atentado cometido naquela tarde de quinta-feira, a 31 dias do primeiro turno.

Bolsonaro mantinha, àquela altura, a liderança nas pesquisas, com 22% das intenções de voto, segundo o Datafolha. No primeiro levantamento após o ataque, avançou para 24%, assumindo de vez a dianteira. Com uma orientação médica em mãos, ausentou-se de debates na TV e suspendeu a campanha de rua até se recuperar daquele atentado.

Adélio, o autor confesso, está trancafiado no presídio federal de Campo Grande (MS), de segurança máxima. Ex-filiado ao PSOL, disse que discordava das ideias do presidenciável e que agiu a mando de Deus. Declarado inimputável, foi absolvido em junho.

A Justiça considerou que ele não poderia responder pelo ato, por ter um transtorno mental, mas decidiu que deve ficar no presídio e se tratar. Adélio corre risco fora dali.

Bolsonaro, eleito com 55% dos votos no segundo turno (em Juiz de Fora, obteve 52% dos votos, superando o petista Fernando Haddad), manteve o assunto em evidência desde a vitória. A facada que quase o matou virou trunfo político.

O presidente e seus aliados ganharam, com a associação de Adélio ao PSOL, o combustível ideal para a retórica de contraposição à esquerda inflamada desde a campanha.

Sempre que pode, Bolsonaro se refere ao episódio. Em 31 de julho, sem motivação aparente, ele publicou em suas redes sociais um vídeo com imagens de sua transferência para o hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde ficou internado por 23 dias em 2018.

“Devo minha vida a Deus. Obrigado a todos pelas orações e confiança! A missão de recuperar o Brasil é de todos nós”, escreveu. Nas imagens, ele é transportado em uma maca, de olhos fechados.

Dias depois, nova menção. Durante evento em Pelotas (RS), disse, com tom de voz grave: “Um cara filiado ao PSOL tentou tirar a minha vida. Agradeço a Deus por ele não ter conseguido esse intento”.

O filho Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) correu para postar essa declaração em seu perfil no Twitter. O vereador estava na equipe que acompanhava o candidato no dia da facada.

Muito apegado ao pai, ele ficou ao lado de Bolsonaro nas internações. Chorou em vários momentos, temendo o pior.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Mariquinha saraiva, vc não quis dizer o maior ladrão não??
    Acho que vc se confundiu quando disse o maior estadista.

  2. FACADA LEVARAM OS PETRALHAS QUE PERDERAM A "BOQUINHA" E AGORA VÃO TER QUE TRABALHAR,14 ANOS SO MAMANDO SEM…..A TETA ACABOU……..KKKKKKKKKKKKKKKKK

  3. A verdade inconveniente – driblada pelos petralhas como o diabo foge da cruz – é que Bolsonaro só está na Presidência graças ao apetite insaciável do PT em roubar os cofres públicos.

  4. O cara tá preso e tem gente que não acredita, acham que todo o judiciário do Brasil está envolvido numa fake news, quando vai tirar a venda dos olhos, quando?

  5. Eu não acredito nesta facada. Eu acho mais facil e real acreditar em sasi perere e papai noel. Kkkkkk

    1. Melhor é acreditar piamente em Lula, bandido milionário que está preso.

    2. Pelo Sasi, Já se vê o nível do nível do alfabetizado pelo PT… Ou pode ser também o efeito da abstinência do pão com mortadela.

  6. FACADA FAKE
    kkkkkkkkkkkkkkkkk
    Igual a bolinha de papel que jogaram em José Serra na campanha presidencial em que era o candidato do PSDB.

    1. maior facada o povo deu na esquerdalha, e vingou a trairagem feita por luladrão e sua quadrilha quando receberam do povo a chave do poder, pior que tentaram exterminar, e eles ainda ficam estribuchando.

    2. Dois emprenhados pelos ouvidos.
      Quer dizer que os médicos da santa casa de Juiz de Fora estão blefando?? O hospital atende pelo SUS vcs sabiam disso??
      E o renomado hospital de São Paulo, está mentindo também??
      Deixam de serem ridículos, para de dar ouvidos a esse bandido condenado em segunda ESTÂNCIA.
      Vão viver as tuas vida, vão trabalhar, é papel do preso, falar besteiras, daí acreditar nesse mal caráter é outra coisa.
      Vejam!
      O bandido do Lula foi preso nos dois regimes, tanto no Militar, quanto no democrático, por tanto, pau que nasce torto morre torto, não é questão de regime, é mal caráter mesmo, para de serem tolos e apaixonados por ladrões. Tá??

    3. E os Bolsominios procurando onde se apegar para minorar o sofrimento por terem como Presidente um asno imoral, burro, imbecil e ignorante. Bolsominios amam Lula, não ficam um minuto sem falar nele, dormem e acordam falando no maior estadista que o Brasil já teve, o Presidente Lula, ?

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Polícia

PMs tomam boca de fumo e vendem drogas no lugar dos traficantes no RJ

Uma das gravações feitas com autorização da Justiça para o inquérito da operação Calabar, que terminou com 66 PMs e 22 traficantes presos nesta quinta-feira (29), no Rio de Janeiro, chocou os investigadores. Nela, é possível identificar PMs tomando uma boca de fumo dos traficantes e assumindo a venda de drogas. Ao todo, vinte mil escutas foram analisadas durante as investigações.

A gravação feita em abril do ano passado, na favela Parada 40, em São Gonçalo, indica que os policiais militares foram cobrar a propina, que estava atrasada, mas, quando chegaram a um ponto de venda de drogas, assumiram o lugar dos traficantes. E, fardados, passaram a vender maconha e cocaína.

Veja a conversa entre policiais, criminosos e um comprador

Traficante: “perdemos, perdemos”.

Policial: “deita, deita, deita, deita no chão. Deita no chão p… Pegou o pó?”

Policial 2: “não”.

Policial: “tá com ele, tá com ele, tá com ele. Vem, vem, vem, vem, Zequinha. Pode vim. Leva tudo, leva tudo.”

Comprador: não, não.

Policial: “p… Leva tudo, leva tudo, vai voltar?”

Comprador: “dá duas vinte (reais) então.”

Policial: “dois de vinte (reais), aí ó, pedrão. Vem que vem. Quanto você quer? Três. Três pó de cinco (reais) para o amigo aí. Vai lá, se adianta aí.”

Comprador: “desculpa, aí, valeu?”

Policial: suave. “Pode mandar vir que a boca tá vendendo a todo vapor.”

A investigação descobriu que o dinheiro era arrecadado toda semana por um intermediário, em pelo menos cinquenta das cem comunidades de São Gonçalo. O ministério público afirma que há uma estreita relação entre a propina paga aos policiais militares corruptos e o aumento dos crimes de roubo e latrocínio (roubo seguido de morte) na região.

Gazeta Online

Opinião dos leitores

  1. Já q não tem jeito, os drogados continuam comprando droga, os traficantes viram organização criminosa poderosa, o governo gasta fortunas pra combater esse mal, está bom que o governo estatize essas bocas de fumo, assim o governo e a população é quem vai ter lucro. Hehehe

  2. PM do Rio é podre. Dias desses uma milícia distribuiu panfletos em um condomínio com taxas de segurança a serem pagas pagas pelos condôminos. No panfleto tinha um parágrafo que isentava PMs e maiores de 65 anos do achaque. Será q tem PM no meio?

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Política

“O PSB não aceita muito a diversidade de pensamento”, diz deputado afastado por votar na Reforma da Previdência

Afastado pelo PSB de dez das doze comissões que participa na Câmara, o deputado federal Felipe Rigoni (PSB-ES) criticou a decisão tomada pela legenda nesta sexta-feira, em Brasília. Por 82 votos, o PSB tirou de Rigoni e outros oito deputados todas as prerrogativas do Parlamento e do Executivo por até um ano. Isso significa que eles terão de entregar cargos em governos, caso tenham. E perderão direito a votos na bancada da Câmara, além de ter de deixar as comissões quais foram indicados pela legenda a participar. Na mesma tarde, o diretório nacional expulsou Átila Lira (PI) da legenda por ser reincidente: contrariou o partido votando a favor da reforma trabalhista em 2017. Agora, Rigoni avalia se vai continuar filiado ao PSB.

Como o senhor recebeu essa punição do PSB?

O PSB conseguiu fazer a pior coisa que poderia fazer com os parlamentares porque pegou basicamente tudo que a gente fez ao longo do ano e por conta de uma decisão, um voto só, decidiu suspender a agente por um ano de quase todas as atividades que a gente pode fazer dentro do parlamento. Ou seja, está pegando tudo aquilo que eu construí no início do ano e não deixando fazer por até um ano. Além de ser decisão antidemocrática, mostra que o PSB não aceita muito a diversidade de pensamento.

O que o senhor pretende fazer para reverter essa decisão?

Não vejo muito espaço para recorrer dessa decisão dentro do partido. Agora, vou esperar um tempo para entender o que eu posso fazer porque para mim não dá para ficar um ano ou seis meses sem atividade parlamentar nas comissões. Sou relator de uma série de projetos importantes como caixa dois e também da PEC que trata das alterações do teto de gastos de regras fiscais. Para mim é inviável ficar sem atividade parlamentar nesse período.

O senhor se arrepende de ter votado a favor da reforma da Previdência?

De maneira nenhuma. Eu não votei na Previdência por uma questão política. Eu votei na Previdência porque estudei para caramba. Li o texto várias vezes. E percebi que a previdência que a gente votou e mais positiva que negativa. Ao contrário do Carlos Siqueira, que disse para mim, numa mesa de almoço que a gente não podia votar na Previdência porque não podia fazer esse governo dar certo.

O senhor pretende mudar sua postura no parlamento por causa dessa punição?

De jeito nenhum. Não faz sentido. Eu perderia toda a minha coerência.

O senhor vai continuar votando com suas convicções independentemente de próximas punições do partido?

Com certeza. Em vários momentos minhas convicções estão alinhadas às convicções do partido. Mas em outros momentos não é.

O senhor acha que ainda cabe nesse partido que te deixou de mãos atacadas no Parlamento?

Como vou continuo cabendo em um partido que por conta das minhas convicções quer me suspender? É uma decisão antidemocrática. Beleza, o partido tem de ter coerência? Tem de ser coerente. O partido tem de ser unido? Tem de ser unido. Se quiser tomar um direcionamento programático como parece que está querendo tomar, não adianta deixar nós parlamentares de mãos atadas. Tinha de expulsar, como vários pediram no fim das contas.

Época

Opinião dos leitores

  1. Conversa para boi dormir desse Deputado.Interessante os partidos do Governo votaram fechado.Ele acha isto democrático.Esta faltando óleo de peroba no mercado.

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Economia

Governo estuda projeto para reduzir salário de servidor

Ao mesmo tempo em que anunciou o Orçamento do ano que vem, o governo já busca alternativas para viabilizar o Orçamento de 2021 , preocupado com o estouro do teto dos gastos , cada vez mais pressionado pelo crescimento das despesas obrigatórias. Técnicos da equipe econômica adiantam que um conjunto de medidas está sendo analisado a fim de abrir margem nas contas públicas.

Entre as ações que estão sendo estudadas pelo time do ministro da Economia, Paulo Guedes, consta o envio de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) ao Congresso que prevê um gatilho para permitir a redução da jornada e o salário dos servidores. Será uma alternativa jurídica, uma vez que o julgamento sobre o tema no Supremo Tribunal Federal (STF) foi suspenso , mas a maioria dos ministros considerou a medida, prevista na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) em caso de excesso de gasto com pessoal, inconstitucional.

Mudança no Sistema S

Também está em estudo repassar para o Sistema S algumas empresas como a Embratur — que passaria a ser vinculada à Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) —, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), que seria vinculado à Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), e a Embrapa.

A medida pode liberar a União de despesas de R$ 4,3 bilhões. A Apex, cujo orçamento é de R$ 761 milhões, e a ABDI (orçamento de R$ 82,2 milhões) já recebem boa parte de seus recursos do Sistema S e apenas um complemento do Tesouro.

As medidas são um complemento a outras iniciativas em estudo que podem contribuir mais rapidamente para recompor as receitas em 2020. Entre elas está o fim da multa adicional de 10% do FGTS nas demissões sem justa causa. O montante é arrecadado pela Receita Federal, mas contabilizado como despesa no Orçamento da União por ser repassado ao Fundo.

Do lado da receitas, Paulo Guedes já tem pressionado os bancos públicos a antecipar o pagamento de dividendos à União. No conjunto (BNDES, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Banco do Nordeste e Banco da Amazônia), essas instituições vão gerar um ganho entre R$ 12 bilhões e R$ 13 bilhões.

A equipe econômica ainda está avaliando o instrumento legal que permitirá o repasse da estatal Embrapa e das autarquias Embratur e INPI para o Sistema S. Segundo técnicos, a alternativa terá necessariamente de ser aprovada pelo Congresso, o que não deverá ser um processo rápido.

A medida, porém, está em linha com a estratégia já anunciada publicamente por Guedes de “dar uma facada” no Sistema S .

As empresas que compõem o Sistema S (Sesi, Senai, Sesc, Sebrae e suas confederações) têm gestão privada, seus recursos são contribuições das empresas sobre a folha de pagamento e não passam pelo Orçamento da União. Para a equipe econômica, por ser um tipo de imposto “pago pela sociedade”, esse dinheiro deve ser considerado como de caráter público.

No ano passado, o sistema recebeu R$ 17 bilhões. As alíquotas variam entre 0,2% e 2,5%, dependendo do setor (indústria, comércio, agricultura, transporte, micro e e pequenas empresas).

O foco da equipe econômica é reduzir os gastos obrigatórios do governo e liberar mais espaço no Orçamento para gastos que o governo pode decidir, essencialmente investimentos. É o que Guedes chamou de “quebrar o piso” no Orçamento, no lugar de “furar” o teto de gastos.

No caso das estatais, as despesas deixariam de constar no Orçamento federal. Para este ano, a pressão vem da meta fiscal e da arrecadação fraca, que fizeram o governo contingenciar R$ 33 bilhões de despesas já previstas.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Corta em 30% no senado, no congresso , assembleias e câmaras de vereadores que resolve o problema do BRASIL.

  2. Tem algum projeto para reduzir os salarios dos políticos e diminuir o número deles? O maior câncer do brasil são eles e ainda tem u m bando de bestas brigando por essa corja nojenta.

    1. Se retirar metade dos assessores de cada político e eliminar pela metade o número deputados e senadores já seria uma grande economia.

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Política

Bolsonaro lamenta derrubada de veto a pena mais dura para fake news

O presidente Jair Bolsonaro lamentou hoje (31) a derrubada do seu veto, pelo Congresso Nacional, a penas mais duras para quem propaga notícias falsas, as chamadas fake news, nas eleições.

“[A derrubada] abriu a brecha pra todo mundo agora ser processado. Eu vetei, sou a maior vítima de fake news e não me preocupei com isso. A pessoa estravasa ali [na internet], não dou bola pra isso não, toca o barco. Agora qual o limite? Como vai saber se é fake news ou não? É para apavorar o povo”, disse ele ao deixar o Palácio da Alvorada na manhã deste sábado.

O veto ocorreu em junho, quando a Lei 13.834/2019, que atualiza o Código Eleitoral, chegou à mesa do presidente da República.

Com a derrubada do veto, na última quarta-feira (28), a pena para quem divulgar notícias falsas com objetivo eleitoral é de dois a oito anos de reclusão. A pena só será aplicada quando estiver comprovado que o acusado sabia da inocência do alvo da notícia falsa propagada.

Em seu veto, Bolsonaro havia argumentado que a nova pena “viola o princípio da proporcionalidade entre o tipo penal descrito e a pena cominada”. O veto de Bolsonaro foi derrubado por 326 deputados e 48 senadores. “Um clique vai ser mais grave que um teco”, disse o presidente hoje, comparando com a pena para homicídio culposo. “Se matar alguém você pode ser condenado a pena menor do que dar um clique, às vezes de madrugada, reproduzindo uma matéria”.

Bolsonaro deixou o Alvorada, hoje, para acompanhar a terceira etapa do concurso de salto da Escola de Equitação da Polícia Militar do Distrito Federal, no Regimento de Polícia Montada, no Riacho Fundo. Depois, o presidente foi para um almoço no Quartel General do Exército, no Setor Militar Urbano.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. CLARO, O REI DOS FAKES SÓ PODIA QUERER DEIXAR A COISA SOLTA, LIVRE, PRA CONTINUAR COM SUAS MENTIRAS, COMO DAS QUE FIZERAM ELE SE ELEGER SOB A CONIVÊNCIA E OMISSAO DO TSE. DAS QUAIS A MAIOR DELAS FOI A FACADA SEM SANGUE.

  2. Kkk esse falastrão ganhou a eleição em cima de fake ai vem com esse discurso, tu já está manjado, só engana sua boiada kkkk

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Meio Ambiente

Governo muda decreto e proíbe queimadas só na Amazônia Legal

Neste sábado (30), o presidente Jair Bolsonaro (PSL) alterou o decreto assinado por ele na última quarta (28) que proibia, por 60 dias, queimadas em todo o território do país. Com a mudança, a proibição ficou restrita à Amazônia Legal —área que abrange toda a região Norte, além de parte dos estados de Mato Grosso e Maranhão.

O decreto, publicado em edição extra do Diário Oficial da União, diz que o emprego do fogo pode ser feito em “práticas agrícolas, fora da Amazônia Legal, quando imprescindíveis à realização da operação de colheita, desde que previamente autorizada pelo órgão ambiental estadual”.

A proibição das queimadas é uma resposta aos incêndios que atingem a região amazônica e se transformaram em uma crise de imagem do governo brasileiro.

O governo informa que a medida é “excepcional e temporária” e tem como objetivo proteger o meio ambiente. A proposta de decreto foi encaminhada ao Palácio do Planalto pelo ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente).

No último fim de semana, Bolsonaro disse que as queimadas são comuns e quase uma “tradição” em algumas regiões do país.

“O pessoal mesmo faz essa queimada. É quase uma tradição. Não é apenas educar, não é fácil. Lá [na Amazônia] são 20 milhões de habitantes. Depende, em parte, do incentivo do estado nesse sentido”, disse no sábado (24).

O decreto é parte de um pacote que o governo Bolsonaro pretende formalizar na semana com medidas de prevenção ao meio ambiente. O propósito é demonstrar internamente e para o exterior que a atual gestão não é leniente com as queimadas na Amazônia.

Folhapress

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Judiciário

Bolsonaro insinua que Dodge está aparelhando PGR no fim do mandato

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) insinuou neste sábado (31) que a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, estaria aparelhando a PGR, ao fazer, perto do fim de seu mandato, uma série de nomeações de procuradores-regionais eleitorais escolhidos pela categoria nos estados.

​As nomeações foram divulgadas pelo Painel deste sábado. Nomes cotados para substituir Dodge na PGR ficaram incomodados com o fato de as nomeações serem para a partir de 1º de outubro, quando ela já não estiver mais no posto –Dodge deixa o comando da Procuradoria dia 17 de setembro.

“Eu tive uma informação aqui. Estão nomeando cargos nos estados a partir de outubro”, disse. “Eu não posso ter um PGR, que não defini ainda. Suponha que [Dodge] não seja reconduzida. Uma pessoa que vai chegar e vai estar todo o ministério montado com mandato.”

Ele comparou com a eleição, no final de uma legislatura, em que o novo presidente não tem autonomia para “mexer em nada.”

Questionado sobre se a procuradora-geral seria a responsável pelas nomeações nos estados, Bolsonaro respondeu: “Só pode ser ela, né. Até tenho por ela muito carinho, estima, consideração”, disse. “Espero até que não seja verdade [a informação].”

O presidente também se contradisse ao responder se as nomeações poderiam afetar sua decisão de reconduzi-la ou não ao cargo. “Não vai influenciar em nada. Que vai ter algum peso vai, não tem a menor dúvida. Quero ter um PGR que tenha a bandeira do Brasil na mão e a Constituição na outra, é isso que eu quero.”

O Ministério Público Federal dos Estados está no processo de escolha de seus procuradores chefes. O chefe é escolhido em eleição entre os pares. Depois disso, o colégio eleitoral envia os nomes da chapa eleita para a PGR.

Por tradição, o procurador-geral da República apenas publica uma portaria nomeando os escolhidos para o exercício de seus mandatos. Alguns estados, como Minas Gerais, já concluíram o processo e enviaram os nomes para Procuradoria-Geral.

Segundo auxiliares de Dodge ouvidos pela Folha, a própria Raquel deu posse, quando iniciou seu mandato, aos procuradores-chefes atualmente em exercício. Porém, essas autoridades foram escolhidas e nomeadas antes de ela assumir.

Bolsonaro, em diferentes manifestações, já deixou claro que quer colocar pessoas alinhadas às suas posições.

Procurada, a PGR ainda não se pronunciou.

Bolsonaro disse nesta sexta-feira (30) que a escolha do novo procurador-geral da República está entre três nomes, mas não tem data para ocorrer.

Ele não quis, no entanto, informar quais são os cotados. “Você está querendo demais”, respondeu, ao ser questionado pela imprensa.

Como a Folha já havia antecipado em 20 de agosto, Bolsonaro admitiu que sua decisão pode ser tomada depois de 17 de setembro, quando vence o mandato da atual ocupante do cargo, Raquel Dodge.

Segundo relatos feitos à Folha, o presidente tem se incomodado com o movimento de grupos para emplacar nomes de seu interesse. Até o STF (Supremo Tribunal Federal) tem participado do processo.

Nessa hipótese de empurrar a escolha, assumiria interinamente o vice-presidente do Conselho Superior do Ministério Público Federal, subprocurador Alcides Martins, por tempo indeterminado.

Folhapress

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Economia

Governo propõe salário mínimo de R$ 1.039 em 2020

O salário mínimo proposto pelo governo federal para o ano que vem é de R$ 1.039. O valor consta na Proposta de Lei Orçamentária (PLOA) de 2020, que foi enviado hoje (30) para análise do Congresso Nacional, juntamente com o texto do projeto de lei que institui o Plano Plurianual (PPA) da União para o período de 2020 a 2023.

O valor previsto agora está abaixo da última projeção, anunciada em abril, que indicou um salário mínimo de R$ 1.040. A revisão para baixo está relacionada à correção do valor do salário mínimo de 2020 ser corrigido pela inflação desse ano, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que registrou queda nos últimos meses (de 4,19% para 4,09%).

Cada aumento de R$ 1 no mínimo terá impacto de cerca de R$ 298,2 milhões no Orçamento de 2020. A maior parte desse efeito vem dos benefícios da Previdência Social de um salário mínimo.

Mesmo com a ligeria redução, o salário mínimo do ano que vem vai ultrapassar a faixa R$ 1 mil pela primeira vez na história. O reajuste representa uma alta de um pouco mais de 4% em relação ao valor atual (R$ 998).

Agência Brasil

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Política

Ex-prefeito de Canguaretama emite nota sobre condenação por suposta contratação ilegal no município

O ex-prefeito de Canguaretama, Wellinson Ribeiro, emitiu uma nota sobre a decisão que o condenou em primeira instância por uma contestação ilegal de servidores no município, enquanto era prefeito.

Confira a nota na íntegra…

Recebi com surpresa uma decisão, em primeira instância, que cabe recurso, referente à uma denúncia ofertada pelo MPRN, referente ao período entre 2009 e 2010, quando éramos prefeito, sob alegação de que servidores públicos municipais foram contratados em detrimento dos candidatos aprovados em concursos públicos.

Afirmo que a decisão é extremamente equivocada, e, estamos acionando o nosso jurídico para apresentação de recurso ao TJ/RN.

Reitero que sou pré-candidato a prefeito de Canguaretama e a decisão não vai impedir nosso sonho, pois estamos mais fortes do que nunca! Vamos à luta!
Tranquilizo à todos os meus amigos e eleitores de Canguaretama que a presente decisão não afeta e nem impedirá a nossa candidatura, visto que trata-se de uma decisão em primeira instância passível de recurso. Estamos muito confiantes no Rercurso junto ao TJ/RN, como também acreditamos na justiça e em Deus, que nos dará a oportunidade de ajudar sempre o nosso povo.

Afirmo, por fim, que não irei permitir a perseguição ao nosso povo, pois eles não aguentam mais sofrer e, alerto, quanto mais tentarem calar nossa voz, estaremos mais fortes.

Que seja feita justiça. Estamos recorrendo e vamos buscar nossa vitória por amor a Canguaretama.

Wellinson Ribeiro

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Educação

79 mil bolsistas do CNPq vão receber pagamento de agosto até sexta; próximo mês ainda não está garantido

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) diz ter orçamento suficiente para garantir que o pagamento das bolsas referentes a agosto caia até a próxima sexta-feira (6) nas contas bancárias dos 79.538 bolsistas ativos nesta sexta (30). A verba para pagamentos a partir de setembro, porém, ainda não está garantida.

O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTIC) afirmou ao G1, na sexta, que segue trabalhando com os demais órgãos do governo para que esse valor seja liberado. Na terça (27), o ministro Marcos Pontes afirmou que o dinheiro acabava neste sábado (31).

Em 11 de junho, o Congresso Nacional aprovou por unanimidade que o governo federal possa contrair dívidas para abrir crédito suplementar e garantir o pagamento de contas públicas. Uma das condições do acordo entre deputados e governo era a liberação dos R$ 330 milhões que faltam ao CNPq para pagar as bolsas até o fim do ano.

Desde então, o próximo passo para garantir a verba é uma decisão do Ministério da Economia. Ao G1, a pasta, que diz ter recebido um pedido para aprovar esse reforço orçamentário em março, afirmou, na tarde desta sexta (30), que a Junta de Execução Orçamentária (JEO) do ministério ainda está avaliando o pedido, sem prazo para tomar uma decisão.

Nesse período, o ministro Pontes e representantes do CNPq já se reuniram diversas vezes com o Ministério da Economia para tratar do tema, e Pontes também envolveu o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, para resolver o problema.

Fontes ouvidas pelo G1 afirmaram que uma das soluções em estudo é usar um fundo da Petrobras para reforçar o orçamento do MCTIC com parte dos R$ 330 milhões solicitados. Procurado pelo G1 nesta sexta, o Ministério da Economia não respondeu se essa é ou não uma das opções.

G1

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Política

“Esse problema quem tem de resolver é ele”, diz Bolsonaro sobre Queiroz

Jair Bolsonaro disse, neste sábado (31), que Fabrício Queiroz já prestou depoimento por escrito e isentou Flávio Bolsonaro no suposto esquema de rachadinha na Alerj.

O presidente disse também não ter mais contato com o ex-assessor de Flávio e desconhecer o paradeiro dele.

Jair Bolsonaro foi questionado neste sábado sobre Fabrício Queiroz. Ontem, a Veja mostrou que o ex-assessor de Flávio Bolsonaro vive no Morumbi e que ele segue o tratamento contra um câncer de cólon no hospital Albert Einstein.

“Eu conheço o Queiroz desde 1984. Ele era um soldado da brigada de paraquedista. Entrou na Polícia Militar, veio trabalhar na minha família. É um cara sem problema, nota dez. Teve esse problema. Quem responde por ele é ele, não sou eu”, afirmou o presidente na saída do Palácio da Alvorada.

O Antagonista

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Economia

Novos voos da Latam para Natal começam a ser vendidos com preços a partir de R$ 322

A Latam começou a vender os novos voos de Natal para Guarulhos com preços a partir de R$ 322,64. Ao todo, são 10 novos voos por semana.

Com o preço mais baixo, a expectativa é que o destino Natal que vinha sendo tratado como um dos mais caros do Brasil passe a ser mais comercializado estimulando o turismo. Com os os novos voos, o trecho entre Natal e São Paulo, sobe de 40 para 50 voos semanais.

Ao todo, as novas operações representam 16% de aumento no volume de voos em Natal da Latam. A empresa visa aderir aos novos incentivos para redução do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre o Querosene de Aviação (QAV), assinado em decreto em junho deste ano pelo Governo do Estado.

A partir de novembro serão 66 voos semanais contando pousos e decolagens.

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    1. Entra no site e pesquise, deixe de ser preguiçoso hehehehe

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Diversos

Furacão Dorian avança na direção das Bahamas e Flórida

Foto: Nasa

O furacão Dorian se fortaleceu e atingiu a categoria 3, ainda ameaçando o Estado americano da Flórida e as Bahamas, com risco de rajadas mortíferas e tempestades. Dorian deve atingir a categoria 4, considerada “extremamente perigosa” neste domingo, ameaçando o noroeste das Bahamas até o final do fim de semana e a Flórida no início da próxima semana.

O governador da Flórida, Ron DeSantis, decretou estado de emergência para todos os 67 condados do Estado. Nesta sexta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aprovou o pedido estadual por uma declaração federal de emergência, que permite a liberação de recursos e assistência do governo federal.

Também hoje, Trump advertiu que Dorian era “um dos maiores furacões que já vi em muito tempo”. As condições meteorológicas de risco podem durar vários dias, de acordo com o Centro Nacional de Furacões.

Estadão Conteúdo

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Judiciário

Dodge assina nomeação de procuradores eleitorais e incomoda candidatos a PGR

Seguindo tradição adotada no Ministério Público Federal desde 2003, a procuradora-geral, Raquel Dodge, começou a nomear os procuradores-regionais eleitorais escolhidos pela categoria nos estados.

Um detalhe, porém, incomodou colegas que são cotados a para sucedê-la na PGR: as nomeações são para a partir de 1º de outubro, ou seja, quando ela já não estiver mais no posto. Dodge deixa o comando da Procuradoria dia 17 de setembro.

Coluna Painel/Folha de S.Paulo

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Diversos

Mais um corpo é encontrado nos destroços da barragem em Brumadinho

Foto: Isac Nóbrega/PR

O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais encontrou nesta sexta-feira (30) mais um corpo de vítima do rompimento da barragem da mina Córrego do Feijão, da empresa Vale, em Brumadinho (MG).

A última divulgação de corpo encontrado pelos bombeiros aconteceu no dia 11 de julho. Na ocasião, já havia sido contabilizada a morte de 248 pessoas em decorrência da tragédia. Oficialmente, permanecem desaparecidas 22 pessoas. Muitos sobreviventes que perderam suas casas ainda estão desabrigados.

A Polícia Civil do estado anunciou ontem que instaurou inquérito para investigar fraudes de novos estelionatários que buscam receber benefícios assegurados às vítimas do rompimento da barragem da Vale.

A mineradora ofereceu uma doação de R$ 100 mil para as famílias de cada pessoa morta, R$ 50 mil para quem morava na área alagada e R$ 15 mil para quem desenvolvia atividade produtiva ou comercial nas regiões afetadas. Esses valores foram assegurados de forma unilateral e não correspondem às indenizações, que estão sendo negociadas judicialmente.

Agência Brasil

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Diversos

Mega-Sena pagará hoje prêmio de R$ 47 milhões

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Neste sábado, a Mega-Sena, acumulada, sorteia o prêmio de R$ 47 milhões do concurso 2.184. Também hoje (31), a Timemania, Dupla Sena e o Dia de Sorte podem pagar, juntos, R$ 5,9 milhões e a Loteria Federal pode premiar em R$ 500 mil.

Os sorteios serão realizados no Espaço Loterias Caixa, aberto ao público e localizado no Terminal Rodoviário Tietê, em São Paulo.

Aplicado na Poupança da Caixa, o prêmio da Mega-Sena, pode render aproximadamente R$ 174 mil por mês.

O valor é suficiente para adquirir 9 apartamentos de luxo no valor de R$ 5,22 milhões cada.

As apostas podem ser feitas até as 19h de hoje (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país e também no Portal Loterias Online (www.loteriasonline.caixa.gov.br).

As informações são da Assessoria de Imprensa da Caixa.

Agência Brasil

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