Economia

Avianca cancela 422 voos neste fim de semana em todo o País

A companhia aérea Avianca cancelou 422 voos neste sábado, 11, e domingo, 12, em todo o País, de acordo com o site da empresa. A Avianca já informou que outros 406 voos estão cancelados entre esta segunda-feira, 13, e terça-feira, 14. Em recuperação judicial, a companhia tem cancelado sistematicamente a maioria de suas decolagens desde o meados de abril.

Neste fim de semana, o aeroporto mais afetado foi Guarulhos (SP), com 119 chegadas e 119 partidas canceladas, seguido por Brasília e Salvador (BA).

A lista de terminais com voos cancelados, no entanto, inclui Aracaju (SE), Belém (PA), Campo Grande (MS), Chapecó (SC), Confins (MG), Congonhas (SP), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Foz do Iguaçu (PR), Galeão (RJ), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Juazeiro do Norte (CE), Maceió (AL), Natal (RN), Navegantes (SC), Petrolina (PE), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Santos Dumont (RJ) e Vitória (ES).

Opinião dos leitores

  1. "foi Guarulhos (SP)"….sempre se refere a Guarulhos e não aeroporto de São Paulo. Fica no Estado. Do mesmo jeito Confins em MG.

  2. Os dois campos de pouso de Natal………Na rampa, só para hidroaviões , em capim macio , quando o aero clube utilizava para pousar seus aviões. Ah , tinha também no clube do exercito , ali onde é a ponte nova , utilizava-se para aviões de pequeno porte .

  3. Grande parte dos aeroportos são em cidades da região metropolitana, no entanto se fala no aeroporto da cidade polo que representa aquela região. Assim como o aeroporto de São Paulo é em Guarulhos, o aeroporto de Belo Horizonte é em confins, o principal de Nova York fica no condado queens e o de Natal fica em São Gonçalo do Amarante. Região Metropolitana de NATAL.

  4. Onde fica o aeroporto de Natal?
    O Aluísio Alves não é em São Gonçalo do Amarante ou estou errada?

    1. E Natal alguma vez teve aeroporto? O anterior ficava em Parnamirim ou estou enganado?

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

FHC defende que reforma da Previdência não ‘tire dos mais pobres’ e gera reações

Um comentário do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso no Twitter sobre a reforma da Previdência neste domingo, 12, gerou reações na rede social.

“Ouvi depoimento do economista, que não conheço, Eduardo Moreira, sobre a reforma da Previdência: o ponto dele é correto, tiremos dos que mais ganham, não dos pobres. A reforma é necessária, mas o olhar tem que ser tanto fiscal quanto redistributivo. Eis a questão e a dificuldade”, disse FHC.

O ex-presidente se referia ao economista Eduardo Moreira, que participou da comissão especial que discute o projeto da reforma na Câmara na última quinta-feira, 9. Moreira defendeu que a reforma não mexa com os mais pobres e questionou a eficácia do sistema de capitalização tal qual colocado no texto proposto pelo governo.

Em seu discurso na comissão, por exemplo, Moreira sugeriu dar a opção de antecipar a aposentadoria àqueles que ganham até um salário mínimo e já cumpriram os 35 anos de contribuição, se a idade mínima for aprovada.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Passei muito tempo para entender a razão de FHC ser omisso, calado e indiferente as ações tomadas no governo do PT. Teve o mensalão, o petrolão e a lava jato e FHC calado!.
    Agora fica evidenciado que "quem tem rabo preso, tem medo".
    FHC é produto do meio da máquina política brasileira que faz parte do acerto para dividir o poder. Um grupo que nos bastidores trocam acordos, fazem o jogo de opositores e tudo que visam é a alternância do poder pelo poder.
    Sabe quantos deles estão preocupados com o povo?
    Aí apareceu uma enorme pedra no sapato deles, chamado povo inconformado com a corrupção e votaram em um político fora do eixo acordado pelos poderosos.
    O que estamos vendo? Pânico geral!
    Toda máquina de poder construída usando a democracia gritando e sendo contra o governo que teima em combater a corrupção, são professores, jornalistas, meios de comunicações, artistas, pseudos intelectuais e principalmente grande parte da classe política, enfim, um monte de criaturas que viviam as custas dos recursos públicos e do domínio das instituições públicas.
    Estão tramando para desmontar tudo que o atual governo propõe em nome da manutenção de seus privilégios e poder, nada mais!
    Abre o olho povo, os corruptos e apoiadores da corrupção não querem o bem do povo, eles querem o poder, usando o povo!

  2. esse senhor é aquele que disse que quem se aposenta cedo é vagabundo, os comunistas gostam muito dele, comprou uma reeleiçao e agora posa de patriota, fazendo o discurso dos petralhas, porque no te callas?

    1. Né isso! Só quem vive de renda e aplicação financeira! kkkk

  3. Infelizmente, ainda não percebeu que chegou a hora de parar de falar besteira, deitar na rede e aceitar o esquecimento da população em relação a sua história.

  4. Cara de pau.
    Esses é o pai dos oportunistas.
    Governou para os ricos e agora fica se fazendo de socialista.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Tecnologia

Google também está preparando um smartphone dobrável

Tudo indica que o futuro será dos smartphones dobráveis. Isso porque, agora a Google confirmou que está desenvolvendo um equipamento para esta nova categoria de produto, mas não há qualquer previsão de quando poderá ser lançado.

Estamos fazendo a prototipagem da tecnologia. Estamos a fazendo há muito tempo. Penso que ainda não há um uso claro”, confirmou o responsável da Google pelo desenvolvimento da linha Pixel, Mario Queiroz.

“Estamos fazendo a prototipagem de telas dobráveis e de muitas outras tecnologias de hardware e neste momento não temos qualquer anúncio relacionado com produtos para fazer”, continuou.

O fato de tanto a Samsung como a Huawei já terem anunciado os seus smartphones dobráveis deve ser sinal suficiente que as fabricantes de dispositivos móveis estão atentas a esta tecnologia. O Galaxy Fold e o Mate X podem ser, neste momento, as duas grandes propostas para o futuro próximo dos smartphones dobráveis mas é praticamente certo que não serão as únicas.

Notícias ao Minuto

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

TSE endurece penas e breca verba pública para defesa de político

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) endureceu as penas impostas aos partidos no julgamento das contas anuais e proibiu a contratação de advogados para a defesa de filiados investigados. A restrição tem como objetivo impedir que o dinheiro público do Fundo Partidário seja usado para defender políticos na mira da Lava Jato.

Na Câmara, deputados e dirigentes de partidos já discutem, nos bastidores, a possibilidade de criar uma lei para inibir a ação da Corte, sob o argumento de que os magistrados estão legislando. No mês passado, o Congresso aprovou a anistia a partidos que não seguirem regras para aplicação do Fundo Partidário, como o porcentual mínimo para promover mulheres na política.

O valor que o TSE mandou as siglas devolverem aos cofres públicos, por irregularidades encontradas na aplicação do fundo, aumentou em quase 40% em relação ao ano anterior. O número de partidos punidos também passou de 11 para 14 no mesmo período.

O fundo é uma espécie de “mesada” com dinheiro público destinado a bancar despesas do dia a dia dos partidos, como aluguel de imóveis, passagens aéreas, realização de eventos e contratação de pessoal. Anualmente, o TSE analisa as prestações de contas para saber se o dinheiro foi aplicado de forma correta.

Com uma nova composição – considerada mais linha dura, com a entrada do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal -, o TSE mudou de entendimento sobre a contratação de advogados, proibindo que o dinheiro do fundo seja usado para custear a defesa de políticos em ações eleitorais. O tribunal também reforçou a posição de rejeitar contas de partidos que reiteradamente não aplicarem no mínimo 5% dos recursos na participação feminina na política.

Segundo apurou o jornal O Estado de S. Paulo, o cerco sobre a contratação de advogados tem o objetivo de impedir que verbas públicas sejam direcionadas para a defesa de políticos corruptos. Na avaliação de um ministro do TSE que pediu para não ser identificado, seria uma contradição “alguém lesar os cofres públicos e a sua defesa ser patrocinada pelos fundos partidários, também dinheiro público”.

Advogados

As restrições foram discutidas no julgamento das prestações de contas do PSDB e do PP. No caso dos tucanos, as contas foram aprovadas com ressalvas pelo plenário, que, mesmo assim, determinou a devolução de R$ 1,1 milhão por uma série de irregularidades.

Na lista está a contratação de um escritório de advocacia, por R$ 187,7 mil, para defender o então governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) em uma ação eleitoral. A decisão do TSE, por 4 a 3, de mandar devolver o dinheiro contrariou até mesmo o Ministério Público Eleitoral, que considerou o pagamento legal.

No caso do PP, que teve suas contas reprovadas, o partido usou dinheiro público na contratação de escritórios para defender o ex-deputado João Pizzolatti Júnior em ação de improbidade administrativa, além de outros membros do partido investigados. “Percebe-se o desvio na utilização dos recursos do Fundo Partidário, uma vez que voltados à defesa de particulares, por atos estranhos à vida partidária”, destacou o relator, ministro Luís Roberto Barroso.

Nos dois casos, as contas julgadas pelos ministros do TSE foram as referentes aos gastos dos partidos em 2013. Na prática, os partidos temem ser punidos pelas prestações de contas – já fechadas, mas ainda não julgadas – de 2014 a 2018, quando a Lava Jato teve sua fase ostensiva e prendeu diversos políticos.

Contas

Na análise das contas feitas pelo TSE, houve penalidades por uma série de irregularidades, como o fretamento de aeronaves sem comprovação de quem eram os passageiros – caso do PT, que terá de devolver R$ 5,2 milhões -, não comprovação de serviços prestados e o não cumprimento da cota feminina.

“O reiterado descumprimento das normas de incentivo à participação política da mulher caracteriza falha grave, apta a ensejar a desaprovação das contas”, disse o ministro Og Fernandes, ao determinar que o DEM devolvesse R$ 398,6 mil.

Para a professora da FGV Direito Rio Silvana Batini, é importante que o TSE seja mais rigoroso, mas a Justiça Eleitoral ainda falha ao não dar respostas rápidas. “Estamos vendo o TSE julgando contas ainda de 2013. Isso é uma sinalização ruim, especialmente quando nós vimos o STF recentemente considerar que a Justiça Eleitoral está apta a julgar crimes conexos aos eleitorais”, afirmou ela. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Muito interessante,para não falar vergonhosa essa lei que permitem.que os partidos usam verba "pública"para contratar escritórios de advocacia para defenderem políticos acusados de roubos e corrupção,ou seja,ROUBAM DINHEIRO PÚBLICO E O POVO PAGA PARA ELES NÃO.SEREM PRESOS,SIMPLESMENTE IMORAL !!!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Sindicatos atrapalham Brasil por legislarem em causa própria, afirma Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro se posicionou há pouco contrário ao desconto automático do imposto sindical no contracheque do trabalhador.

Em entrevista à Rádio Bandeirantes, Bolsonaro afirmou que não quer a volta do desconto no holerite. De acordo com o presidente, os sindicatos são a “coisa que mais atrapalham o Brasil, pois a maioria legisla em causa própria”.

Bolsonaro afirmou que pode haver o imposto sindical se o trabalhador optar pelo pagamento via boleto bancário, mas não com um desconto automático no contracheque.

IstoÉ

Opinião dos leitores

  1. Quem fala a favor de sindicatos nunca gerou um emprego na vida. Vai montar uma empresa, gerar empregos e vc vai sentir na pele o peso das leis trabalhistas e dos sindicatos com seus acordos, aí vc volta aqui e posta sua opinião . Até lá é só demagogia de hipocrisia.

  2. Não sabia que sindicato tem poder de legislar não…. Quero é que retire minha contribuição para pagar as duas aposentadorias generosas que o presidente recebe, isso sim.

  3. Os tostões que eram retirados do meu dia de trabalho não vai mais alimentar os vagabundos da esquerda.

  4. Os sindicais no mundo inteiro sempre foi a balança dos opromidos..digo a classes trabalhadoras de qualquer pais..E nosso Brasil da classes de trabalhor precisa sim dos sindicatos.obtem..hoje é sempre..naturalmente o pensamento do boxolixos e seu seguidores e muitos deles a classe patronal estão a gente da distribuição dos sindicatos Pq? Sem sindicatos teremos mais escravidoes neste pais..e o inacreditavelmente o trabalhador apoiou e ainda tem muitos deles apoiado está miséria chamado boxolixo..#LULALIVRE

  5. O bozo, também quero q todos os impostos q eu pago venham em um boleto para eu pagar se eu quiser, tipo: IR na fonte, Icms na fonte, Ipva, iptu, pão e leite quero comer e depois pagar se quiser, ta ok.

  6. Quem se der ao trabalho de ler a medida provisoria vai ver, que mesmo q trabalhador concorde, esta proibido o desconto em folha. Inclusive para os filiados ao sindicato, quanto a mensalidade sindical. Não confundir contribuicao sindical(todos pagavam, inclusive não sindicalizados) que era cobrado uma vez por ano, com mensalidade sindical, que apenas filiados pagam. Antes que alguem diga, sim, sim. Lula esta preso.

  7. Está aí …de onde saiu o vagabundo ladrao condenado Lula ??? Precisa dizer mais ? Se fosse legitimado o trabalhador fazia o desconto espontâneo e não obrigado, sindicado só serve para extorquir dinheiro do verdadeiro trabalhador, esse vagabundoa sindicalista só fazem mamar no dinheiro .
    Se alguem reclamar: LULA ESTÁ PRESO BABACA

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Fazenda não é o melhor lugar para o Coaf, diz Moro

No Twitter, Sergio Moro republicou uma nota de O Antagonista para dizer que o Ministério da Economia “não é o melhor lugar” para o Coaf.

“Mas quero plantar para o futuro. O fato do COAF ter ficado, em 2018, na Fazenda com apenas 37 servidores após vinte anos de existência ilustra que ali não é o melhor lugar.”

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Congresso muda lei para ajudar partidos a cada 1,2 ano

Com pouco mais de três meses de legislatura, o Congresso enviou para a apreciação do presidente Jair Bolsonaro um projeto de lei que prevê anistia a multas aplicadas a partidos que não destinaram devidamente os recursos para promover a participação feminina na política. Em um contexto no qual o Legislativo intensificou as faturas ao Executivo como condição para aprovar projetos do Planalto, Bolsonaro terá de decidir nos próximos dias se atende ou não à demanda que costuma unir boa parte do Congresso, da situação à oposição.

Neste tema, são recorrentes os casos em que os parlamentares legislam em causa própria. Desde a criação da Lei dos Partidos, em 1995, pelo menos outras 19 alterações trouxeram benefícios às siglas, segundo levantamento do Movimento Transparência Partidária: a média é de uma aprovação a cada 14 meses. Além disso, pelo menos nove projetos de lei foram apresentados desde então para tentar anistiar multas de candidatos e legendas – apenas um foi aprovado. O presidente terá de decidir até sexta-feira, 17, se veta ou sanciona o atual projeto. Estimava-se, quando ele foi apresentado, que a anistia prevista poderia chegar a R$ 70 milhões, valor dos débitos de diretórios municipais de quase todas as siglas com o Fisco.

O deputado Delegado Waldir (PSL-GO), líder do partido de Bolsonaro na Câmara, aposta que o texto será sancionado. “Não vejo nada que indique que o presidente será contrário à medida”, disse. “A liderança liberou a bancada para votar da forma que desejar sobre o tema, o que mostra a total vontade do governo em não intervir na questão.”

A principal medida do texto aprovado, relatado pelo deputado Paulinho da Força (SD-SP), é a anistia para os partidos que não tenham aplicado o mínimo de 5% das verbas do Fundo Partidário para promover participação política das mulheres entre 2010 e 2018, mas que tenham direcionado o dinheiro para candidaturas femininas.

O projeto de lei prevê ainda outras mudanças que, apesar de não envolverem diretamente dinheiro público, abrandam exigências aos partidos. Uma delas, segundo analistas, reduz a democracia interna nas siglas ao permitir que comissões provisórias funcionem por até oito anos.

Caso vete o texto, a decisão do presidente pode ser derrubada pelo Congresso. “A Constituição garante ao Legislativo, em caso de eventual veto presidencial, a prerrogativa de apreciação do referido veto”, disse o líder do Cidadania (antigo PPS) na Câmara, Daniel Coelho (PE).

Em 2000, o Congresso derrubou o veto do então presidente Fernando Henrique Cardoso e levou adiante uma anistia que custou aos cofres públicos, em valores corrigidos, cerca de R$ 80 milhões. Se optar pela sanção, Bolsonaro será o primeiro presidente desde 1995 a autorizar anistia a multas das siglas.

O governo teve uma semana conturbada no Congresso, sofrendo derrotas em matérias importantes, como a medida provisória que redefiniu a Esplanada.

Relação

Para o líder do PSB na Câmara, Tadeu Alencar (PE), faltam ao governo base sólida e agenda convergente para melhorar a relação com o Congresso. “Não acredito que o projeto tenha um potencial inibitório de uma relação positiva. A relação já não é positiva.”

A mobilização dos partidos contra punições é permanente. O Estado mostrou que, na Câmara, parlamentares discutem lei para inibir ação do Tribunal Superior Eleitoral que endureceu penas impostas às siglas. Para Antônio Augusto de Queiroz, do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), a atual tentativa de anistia se dá num cenário em que os partidos precisam de dinheiro, após o fim do financiamento empresarial de campanhas. “Estão buscando o máximo que podem. Qualquer anistia que garanta recursos é fundamental.”

“Cerca de 80% dos recursos dos partidos vêm dos cofres públicos. Os mecanismos de fiscalização e controle sobre o uso desse dinheiro deveriam ser mais rigorosos”, avaliou Marcelo Issa, presidente do Transparência Partidária. “Bolsonaro não está em situação de enfrentar o Congresso”, disse o especialista em direito eleitoral Alberto Rollo. Procurados, a líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP), e Paulinho da Força não responderam ao Estado.

Punições mais leves

Aprovada em 1995, a Lei dos Partidos estabelecia uma série de penalidades às siglas. A falta de apresentação de contas, por exemplo, poderia levar à suspensão de repasses e até ao cancelamento do registro do partido. Sucessivas alterações aliviaram o peso dessas punições.

Em 1998, uma mudança fez com que a reprovação das contas não pudesse mais ser motivo para perda do registro. Também estabeleceu que a suspensão do repasse de verba só poderia ser aplicada à esfera partidária responsável pela irregularidade. Ainda na ocasião, foi definido que não poderia haver punição das instâncias nacionais dos partidos por atos irregulares praticados nas esferas inferiores.

Com a proibição de doações empresariais a campanhas, em 2017 o Congresso Nacional aprovou a criação do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (ou fundo eleitoral), que distribuiu R$ 1,7 bilhão em recursos públicos para as siglas usarem nas eleições do ano passado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Corpo de Lúcio Mauro será velado no Theatro Municipal do Rio nesta segunda

O corpo de Lúcio Mauro será velado nesta segunda-feira (13) no Theatro Municipal do Rio. O ator e humorista morreu no fim da noite de sábado (11) aos 92 anos.

A cerimônia, aberta ao público, acontecerá das 9h às 14h. Ainda não há informações sobre o enterro.

Lúcio Mauro estava internado na Clínica São Vicente, na Zona Sul do Rio, havia cerca de dois meses, com problemas respiratórios.

O ator e humorista criou, dirigiu e protagonizou outras dezenas de programas de humor na televisão, com destaque para “Balança Mas Não Cai (1968), com releituras de quadros de sucesso da Rádio Nacional nos anos 1950.

G1

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Governo acredita que Parlamento não vá deixar a reforma administrativa caducar

O presidente Jair Bolsonaro disse acreditar, em entrevista à Rádio Bandeirantes neste domingo (12), que o Congresso não vai deixar caducar a Medida Provisória da Reforma Administrativa (MP 870/2019), que trata da reorganização dos ministérios, “caducar”. “Ter mais sete ministérios aqui ninguém aguenta”, disse. A MP – que diminui o número de ministérios de 29 para 22 – caduca em 3 de junho e, se não for aprovada até lá, todas as fusões de pastas feitas até agora serão desmanchadas.

Mas o presidente admitiu, contudo, que há a possibilidade de recriação de dois ministérios, o das Cidades e da Integração Nacional, que, com a MP, foram colocados juntos na pasta de Desenvolvimento Regional.

Questionado sobre a possível indicação do ex-ministro Alexandre Baldy, hoje secretário de Transportes na gestão João Doria (PSDB) em São Paulo, para o futuro Ministério das Cidades, Bolsonaro disse que recebeu “informe nesse sentido.” No governo de Michel Temer, Baldy comandou o ministério.

Bolsonaro lembrou que já tem ministros políticos em seu governo: o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, indicada pela Frente Parlamentar da Agricultura (FPA), e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, indicado pela bancada da Saúde.

Coaf

Sobre o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que foi retirado do Ministério da Justiça e enviado novamente ao Ministério da Economia na comissão mista que analisou a MP, o presidente disse que, na votação no plenário, o Coaf “tem tudo para voltar para as mãos de Moro”. “Sugerimos que o Coaf ficasse com Moro para que ele tenha mais facilidade em trabalhar com a lavagem de dinheiro.”

Mas o presidente sugeriu que não haverá grandes problemas se o Coaf voltar para Economia, já que o ministro Paulo Guedes e Moro poderão trocar informações. “O que não pode é vazar informações do Coaf. No ano passado, vazou muita coisa ao arrepio da lei.” No ano passado, um relatório do Coaf identificou movimentações financeiras atípicas do filho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PSL/RJ).

Mais Médicos

Na entrevista, Bolsonaro ainda negou que tenha sido responsável pelo fim do programa Mais Médicos. “Quem acabou com os Mais Médicos não fui eu. Eles resolveram bater em retirada. Antes de eu assumir, o ditadorzão de Cuba chamou a galera de volta”, afirmou.

Segundo Bolsonaro, a única exigência agora é a realização do Revalida, exame nacional exigido por formados no exterior que queiram exercer a medicina no país, para que seja possível confirmar se os profissionais que ficaram no país são efetivamente médicos. “Temos aproximadamente dois mil médicos cubanos que não temos comprovação se são médicos ou não. Se não passar no Revalida, médico não vai ser.”

Estadão Conteúdo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Acidente

Júnior Grafith se acidenta durante passeio de quadriciclo

O cantor Júnior Grafith, da banda de mesmo nome, se acidentou durante um passeio de quadriciclo na praia de Caiçara do Norte, neste final de semana.

Ele estava andando no veículo, quando perdeu o controle e caiu. Ele foi socorrido para o Hospital Walfredo Gurgel, mas, em seguida transferido para o Hospital da Unimed.

Segundo o comunicado oficial da banda, o cantor sofreu apenas escoriações leves e ficou internado por 24 horas apenas para observação. O caso aconteceu no final da tarde de ontem e ele deve receber alta nas próximas horas.

Opinião dos leitores

  1. Isso é um TROÇO, vereador horrível e cantor pior ainda. São estes tipos de gente que o nosso estado elogia.

    1. Aí você tá exigindo demais da mente e interpretação de texto do BG…

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Bolsonaro diz que boa reforma da Previdência dará ‘folga de caixa’ ao governo

Foto: Valter Campanato/Agência Brasi

O presidente Jair Bolsonaro disse há pouco que, com uma “boa reforma da Previdência”, o governo terá “folga de caixa para atender a população”. Em entrevista à Rádio Bandeirantes, Bolsonaro afirmou que os parlamentares darão apoio à reforma previdenciária.

De acordo com ele, a reforma da Previdência é como uma vacina: “Tem que dar a vacina no moleque, e a nova vacina no momento é a Nova Previdência”. O presidente complementou afirmando que “não é fácil governar o Brasil e que, por isso, tem que ter equipe de ministros que converse contigo; são 24 pessoas (incluindo o vice-presidente Hamilton Mourão) para buscar soluções para o Brasil”.

Bolsonaro também respondeu a declaração do deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), o Paulinho, feita no Dia do Trabalho, 1.º, que defendeu que o ‘Centrão’ deveria “desidratar” a reforma da Previdência para evitar a reeleição dele. “Já que Paulinho falou isso, ele não está pensando no Brasil”, disse.

IstoÉ

Opinião dos leitores

  1. A REFORMA POLÍTICA Desapareceu e só o que causa mal a nação são os contribuintes. Que que isso, que muito precisa são as cotas e auxilia sociais. Não temos auxilio paletó com altos salários parlametes. Temos e sobrevivemos com o salário mínimo. Não façam mais o povo de escravos somos trabalhadores. Um medico e nem um professor tem as regalias que políticos recebem. POR FAVOR AUTORIDADES POLÍTICAS MANEREM COM O POBO. Porquê não dá pra ser mané com tantos esperto. É nem joguem a culpa de quem roubou na população. A GASOLINA R$ 5.00. Façam o favor de congelar as coisas a favor da população.

  2. Igualzinho a Lula em 2002. No ano da eleição era contra reforma previdencia. A estoria se repete em 2018.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Brasil tem 12 aeroportos entre os melhores do mundo

Aeroporto Internacional Afonso Pena em Curitiba

Doze aeroportos brasileiros ficaram entre os 50 melhores do mundo, de acordo com o AirHelp Score 2019, ‘ranking’ internacional dos melhores aeroportos e companhias aéreas do mundo. Entre os 25 melhores, o Rio de Janeiro pontuou dois aeroportos: Santos Dumont, que ficou na 17ª colocação e o Internacional do Rio de Janeiro RioGaleão (25º classificado). A classificação é feita pela AirHelp, maior organização internacional dos direitos de passageiros aéreos.

“O Brasil foi o país que mais teve aeroportos entre os 50 melhores do mundo, com representação em quatro das cinco regiões do país: Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste. A pontualidade é o índice em que os aeroportos brasileiros foram mais bem avaliados, sendo que 11 dos 12 aeroportos tiveram nota acima de oito. Em segundo lugar, vem a qualidade dos serviços e, por último, a qualidade do varejo, que leva em consideração opções de alimentação e lojas”, disse Karin Herbsthofer, especialista em direitos dos passageiros da AirHelp. Ela acredita que uma melhora dos aeroportos do Brasil nesses critérios pode ajudar a elevar sua posição no ‘ranking’.

De acordo com a pesquisa, divulgada ontem (9), o Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba (PR), obteve a quarta melhor colocação, com 8,37 pontos. Os três melhores aeroportos do mundo são o Aeroporto Internacional Hamad, do Catar, com 8,39 pontos, mesma pontuação do Aeroporto Internacional Tóquio Haneda, seguido pelo Aeroporto Internacional de Atenas, com 8,38 pontos. O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), ocupa a 10ª posição, com 8,25 pontos. O último aeroporto brasileiro listado foi o de Guarulhoo, que ocupa a 45ª posição, com um total de 7,76 pontos.

Lançado em 2015, o é considerado a avaliação mais abrangente e precisa de companhias aéreas e aeroportos. A partir daí, anualmente, a AirHelp produz um ‘ranking’ global dos aeroportos mais conhecidos do mundo. Este ano, foram analisados e classificados 132 aeroportos do mundo mais conhecidos e mais utilizados.

Metodologia

A metodologia considera três fatores para a pontuação dos terminais aeroviários. A pontualidade tem peso de 60%. Para elaborar o ‘ranking’ deste ano, foram analisados os voos entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2018. Calculam-se quantos voos estavam no horário e, em seguida, esse número é expresso como uma porcentagem. Quanto maior a pontuação, maior a porcentagem de voos no horário em um dia normal. Por exemplo, uma pontuação de 8,5 significa que 85% dos voos estavam no horário.

Outro critério é a qualidade do serviço, com peso de 20%. Esse item foi perguntado a mais de 40 mil pessoas de 40 diferentes países, dos quais 2,5 mil eram brasileiras. Foi pedido aos viajantes que classificassem os aeroportos em termos de atendimento ao cliente; tempos de espera de segurança; e limpeza, utilizando uma escala de muito boa a muito ruim. A cada classificação foi dado um valor numérico (de 1 a 5). Somando essas classificações, os analistas chegaram a uma pontuação final. Quanto maior a pontuação, melhor o aeroporto em todos esses fatores de serviço.

O terceiro critério é o de varejo, que engloba alimentos e lojas e tem peso também de 20%. Os passageiros foram indagados sobre o que achavam dos aeroportos em termos de opções de compras e de alimentos. Novamente, eles classificaram cada um em uma escala de muito boa a muito ruim, dando a cada classificação um valor numérico (de 1 a 5), para depois fazer a pontuação final. Quanto maior a pontuação, melhores são consideradas essas instalações para o aeroporto. Para chegar ao ‘ranking’ final, são somados os três fatores, considerando porém que o desempenho em termos de pontualidade deve superar a importância do serviço e das instalações do aeroporto.

A AirHelp salientou que não é possível comparar o resultado da pesquisa com anos anteriores, porque a metodologia deste ano deu maior peso à questão da pontualidade, e isso impacta em alterações na pontuação.

Melhores companhias

A AirHelp avaliou também as 72 melhores companhias aéreas do mundo. A mais cotada foi a Qatar Airways, com pontuação 8,23, repetindo a posição do ‘ranking’ de 2018 devido à presteza no processamento de reclamações e à elevada pontualidade. American Airlines ficou na segunda posição, com 8,07 pontos, seguida pela Aeromexico, com igual pontuação.

Para esse ‘ranking’ de empresas, foram considerados três fatores: pontualidade dos voos segundo a base de dados da AirHelp, que avalia o horário de partida e chegada dos voos de todas as companhias aéreas; qualidade do serviço das companhias aéreas segundo avaliação de passageiros; e processamento de reclamações com base na eficiência para o atendimento a pedidos de indenização de clientes. Os três critérios têm o mesmo peso (33,33% da pontuação final).

As empresas brasileiras Azul Airlines e Gol Intelligent Airlines ficaram no 29º e no 58º lugares, respectivamente. Apesar da boa pontuação em termos de serviço e ‘performance’ de partida e chegada no horário, as duas companhias não receberam pontos positivos no atendimento a queixas de passageiros. A Azul recebeu nota 8,3 para qualidade do serviço, 8,4 para pontualidade, e apenas 5 para processamento de reclamações, enquanto a pontuação da Gol foi 8,1 (serviço), 7,8 (pontualidade), e 3,1 (processamento de reclamações).

Entre as piores companhias, estão Ryanair, Korean Air, EasyJet e Thomas Cook Airlines, consideradas n]ao amigáveis em relação aos passageiros.

Na avaliação do diretor presidente da AirHelp, Henrik Zillmer, as empresas aéreas que agradam mais aos passageiros são as que oferecem pontualidade acima da média. Segundo ele, “as companhias aéreas que colocam os passageiros em primeiro lugar e se responsabilizam pela execução das reclamações de indenização de forma rápida e sem problemas ganham a confiança dos clientes neste mercado altamente competitivo”.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Quem bravateou que iria transformar São Gonçalo do Amarante em cidade-aeroporto está caladinho nesta hora. Aguardem, que nas próximas eleições ele reaparece com novo estardalhaço.

  2. Coitado do nosso aeroporto de São Gonçalo, longe de tudo e de todos…… longe da civilização..,…no meio do nada…..

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Cidades

[FOTO] Moradores de Mãe Luiza fecham a João XXIII em protesto contra a Caern

Um grupo de moradores de Mãe Luiza, na zona Leste de Natal, decidiu fechar a via João XXIII, uma das principais do bairro em protesto contra a falta de ações efetivas da Companhia de Águas e Esgotos (Caern).

Segundo relatos de moradores, canos de esgotamento sanitário são estourados com frequência e a Companhia nunca resolve o problema em definitivo. Hoje, diante de mais uma cena de esgoto a céu aberto provocado na encanação, os moradores decidiram fechar a rua como ato de protesto.

Hoje no bairro é dia de feira e a avenida é utilizada pelo transporte público. Há possibilidade de trabalhadores terem sido prejudicados com o problema.

Opinião dos leitores

  1. Uma porra do tamanho de nada abriga mais bandido por metro quadrado do que qualquer recanto do RN. Coitado do povo bom e honesto que mora ali, cercado de vagabundos.

  2. A avenida governador Silvio Pedrosa em Areia Preta tb tem problemas diários com extravasamento de esgoto. A caern faz um serviço qualquer e com menos de 24 hs começa a vazar novamente. Já deve ter uns dois meses que o vazamento é contínuo. Além de prejudicar a população local ainda tem o agravante de ser rota dos bugres que pegam os turistas nos hotéis da via costeira.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Bolsonaro confirma que vai indicar Moro para vaga no STF

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou hoje que o ministro Sergio Moro (Justiça e da Segurança Pública) será indicado para a próxima vaga no STF (Supremo Tribunal Federal), que deve ser aberta em novembro do ano que vem com a aposentadoria do decano Celso de Mello.

“Tenho um compromisso com ele [Moro]. A primeira vaga [do STF] que vier é dele. Vou honrar o compromisso com ele, caso ele queira”, disse Bolsonaro em entrevista à Rádio Bandeirantes.

O presidente confirmou que assumiu esse compromisso com Moro após a vitória na eleição do ano passado, quando tomou a decisão de convidar o então juiz para formar o governo.

Moro, que se destacou à frente das ações da Operação Lava Jato na 13ª Vara Federal Criminal (Curitiba), precisou abandonar a magistratura para migrar ao Executivo.

Bolsonaro afirmou que Moro no STF “será um grande aliado” do país e será “aplaudido pela nação”. Ele ressaltou, no entanto, que todo e qualquer indicado à Corte precisa ser sabatinado e aprovado pelo Congresso.

Em entrevista concedida ao jornal português “Expresso” no mês passado, Moro comparou uma indicação ao STF a ganhar na loteria. “Seria [ir para o STF] como ganhar na loteria. Não é simples. O meu objetivo é apenas fazer o meu trabalho”, disse, ao ser questionado sobre essa possibilidade.

Questionado se o STF seria uma opção segura caso sua vida política acabe mal, Moro afirmou que atualmente “nem existem vagas” na corte.

Procurado pelo UOL hoje, o ministro afirmou que não comentaria a declaração de Bolsonaro.

Por lei, cabe ao presidente da República fazer as indicações ao STF. Feita a escolha, cabe ao Senado sabatinar e aprovar ou não o nome indicado. Além da vaga que será aberta no ano que vem, Bolsonaro ainda terá mais uma à disposição –Marco Aurélio Mello se aposentará em 2021– em seu mandato.

O último a entrar na Corte foi Alexandre de Moraes, que era o ministro da Justiça na gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB).

UOL

Opinião dos leitores

  1. Más esses petralhas ainda diz q Lula ladrão e emocionante, é ele realmente é o chefe da maior quadrilha q o mesmo fundou o PT

  2. E os "sabatinadores" do Senado aprovarão ligeirinho a indicação, afinal livrar-se de Moro como ministro da Justiça será um alívio para os seus calcanhares.

  3. Promiscuidade escancarada. Um escândalo que mostra que a condenação sem provas do Lula foi um negócio tramado para não permitir que concorresse as eleições. Uma premiação passível de condenação. "Eu fiz um compromisso com ele" disse o b171. Art. 317 do código penal foi infringido.

    1. A" bae" feminina afirmou que o TJRN e célere.merece sim vaga no hospicio

  4. Com moro no STF quero ver Gilmar Mendes, levanovisk e tofoli fazerem as m**** que fazem hoje. Aí o bicho pega. No entanto, quero ele como presidente da república pra mudar o rumo desse país.

    1. Cjora mais viuvinha do presidiario barbudo, um certo advogadozinho do PT ta lá a anos e vc nunca se incomodou né???? Palhaço

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Conflito instalado por impasse sobre Coaf faz Maia recuar da indicação de aliado para ministério

A principal jogada do governo para alavancar sua articulação no Congresso já passa pelo primeiro sobressalto. O impasse em torno da medida provisória que reorganizou a Esplanada reativou conflitos internos e acabou atingindo a indicação de Alexandre Baldy para o Ministério das Cidades –pasta que será recriada.

Ao saber que aliados e a família Bolsonaro questionavam o nome, Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara e patrono de Baldy, decidiu travar as conversas e rever o cenário.

Antes mesmo de a votação da medida provisória usada por Jair Bolsonaro para redesenhar o número de ministérios reabrir a batalha PSL x Planalto x centrão, na Câmara, Maia recebeu uma romaria de aliados contrários a um alinhamento com o governo.

Esse grupo dizia que, indicando um ministro, Maia, visto como contrapeso a excessos do governo e do PSL, perderia força para exercer tal papel.

Com as informações de que Bolsonaro e seus filhos vinham buscando dados sobre o passado de Baldy, Maia avisou ao grupo mais próximo de que “talvez fosse melhor não avançar mais”.

Opinião dos leitores

  1. Esse Maia é um bandido do colarinho branco. Aprendeu direitinho o jogo com aquele outro bandido que se encontra preso Eduardo Cunha.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Educação

Pesquisadoras com filhos lutam por equidade no ambiente acadêmico

Em um espaço de dois anos, a gaúcha Fernanda Staniscuaski enfrentou duas transformações bastante expressivas em sua vida. Doutora em Biologia Celular e Molecular, ela fechava, em 2011, um contrato para integrar o quadro docente da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), após aprovação no rigoroso processo seletivo feito para esse fim em instituições públicas de ensino superior. No início de 2013, nascia seu primeiro filho, fato que, como sua nova fase profissional, também trazia o inaudito para seu cotidiano.

A convocação da UFRGS coincidiu com o encerramento de seu pós-doutorado em Biofísica e, mesmo com esse patamar já atingido, a bióloga, que, com a chegada da criança, tinha novos afazeres, não imaginava que teria de reduzir a marcha a quase zero, durante os seis meses de licença-maternidade. Uma semana depois do parto, ela, um pouco frustrada e abatida pelo cansaço, compreendeu que, mesmo contra sua vontade, produziria menos artigos científicos e permaneceria por um tempo mais curto no laboratório.

De repente, Fernanda, que anteriormente já havia conseguido obter verbas para seus projetos acadêmicos, defrontava-se com diversas recusas de agências de fomento de pesquisa. A justificativa apresentada pelos órgãos, de que ela não estava produzindo o suficiente para merecer o aporte financeiro, era, para ela, produto de discriminação de gênero, uma vez que não consideravam as especificidades da maternidade.

Constatando uma face da violência simbólica contra mulheres, que em outras circunstâncias ainda se perpetua dentro das universidades, como em trotes, na forma de assédio sexual, Fernanda usou o Facebook para compartilhar seu sentimento diante daquilo. Após perceber que a situação pouco mudava com a vinda do segundo filho e, inclusive, perder, com a correria da rotina, o prazo de envio da documentação de um edital que garantiria recursos para seus projetos, resolveu partir para uma estratégica prática de sensibilização. Ela, então, organizou um levantamento do perfil das pesquisadoras brasileiras que também são mães e brigam por igualdade e isonomia nos corredores acadêmicos.

O questionário do projeto, que recebeu o nome Parent in Science – Pai na Ciência, em inglês, que, segundo Fernanda, foi escolhido por incluir tanto mães como pais pesquisadores -, foi respondido, em um primeiro momento, por 1.573 pesquisadores. Desse total, destacavam-se alguns dados: 305 eram alunas de pós-graduação e 41 pesquisadoras haviam feito pós-doutorado. Além das mulheres, 136 dos participantes eram pesquisadores pais.

A amostra foi composta majoritariamente por pesquisadores da região sudeste (35%) e do sul (33%). As regiões centro-oeste, nordeste e norte corresponderam, respectivamente, a 14%, 13% e 5% das respostas enviadas. O resultado, divulgado por Fernanda em janeiro deste ano, será atualizado no 2º Simpósio Brasileiro sobre Maternidade e Ciência, que terá início na próxima quinta-feira (16), em Porto Alegre. O Parent in Science é representado, hoje, por seis pesquisadoras mulheres e um pesquisador homem, que pretendem concluir, até o final do ano, um artigo com o detalhamento das informações coletadas, que envolvem agora cerca de 2.500 participantes.

Das quase 1.500 mulheres consultadas, 1.120 (78%) afirmaram ser mães. No Instituto de Biociências da UFRGS, ao qual Fernanda está vinculada, a taxa foi de 75%. Na amostragem geral, a maioria das mulheres (56,2%) disse ter apenas um filho, ao passo que 38,55% afirmaram ter dois, 4,67% ter três e apenas 0,5% ter uma família de quatro filhos.

“Surgiu dessa minha experiência, porque a gente não viu ninguém falando a respeito e queria entender. Tive amigas próximas passando pela mesma situação, mas não existia nada [que compilasse os dados]. A gente começou a estudar, notou que não tinha números para fazer qualquer inferência. Havia muitos trabalhos das áreas socais aplicadas sobre maternidade, mas não nesse sentido”, explica Fernanda.

A professora comenta que a iniciativa tem como principal objetivo mostrar a realidade das pesquisadoras que têm de conciliar os deveres que surgem com a maternidade com as da academia, além de subsidiar o governo na estruturação de políticas públicas que deem uma resposta a isso. “É a língua por meio da qual a gente vai conseguir conversar com as agências de fomento.”

Como Fernanda, grande parte das mulheres que preencheram o formulário tornou-se mãe quando ainda começava sua carreira na instituição de ensino. Com o levantamento feito, descobriu-se que que a maioria das pesquisadoras vivencia a maternidade quando tem entre, em média, 2,8 anos de casa e 32 anos de idade. Um número muito pequeno delas passa pela experiência quando já completou sete anos ou mais de contrato.

Mesmo fazendo parte dos 6% das mães pesquisadoras que dispõem de uma babá para ajudá-las, Fernanda teve de se adaptar a uma nova dinâmica, priorizando as obrigações que tem como professora, em detrimento da presença constante no laboratório.

“A primeira coisa foi ter que acabar deixando coisas de laboratório de lado e cumprir casos relacionados à atividade de docente. A outra coisa foi conseguir fazer algo em casa. Não acho mais saudável fazer, mesmo que quisesse, porque às 18h eles [os filhos] estão em casa e primeiro que quero estar com eles, e, em segundo lugar, eles também demandam tempo.”

Virando noites

Na palestra ministrada em janeiro, a bióloga ressaltou que o nascimento dos filhos das pesquisadoras coincide com o pico de suas produções acadêmicas e que somente depois de três ou quatro anos elas conseguem retomar o ritmo que tinham. A pesquisa também mostrou que mais da metade delas (54%) são as únicas responsáveis pela criança, confirmando estatísticas trazidas por sondagens de âmbito nacional, elaboradas pelo governo federal. Em apenas 1% dos casos, outros membros da família dão esse suporte, em 34% ambos pais dividem a responsabilidade e em 5% isso ocorre, mas cada um fica por um tempo limitado.

Um quinto (20%) das pesquisadoras afirmou conseguir executar tarefas em casa, desde que sejam simples, como fazer uma ligação telefônica ou escrever um e-mail, sem ver a possibilidade de escreverem um artigo ou elaborarem um pedido de bolsa, e 21% disseram que só são capazes de fazer isso depois que os filhos dormem, de madrugada. Ao todo, 14% responderam que seu desempenho não é afetado por estar trabalhando em casa, na companhia das crianças.

Observou-se que 4% das participantes reconheceram que, diante das dificuldades, já decidiram não tentar reunir a documentação necessária para editais de fomento à pesquisa, porque não teriam condições de entregá-la a tempo. Ademais, 56% assumiram ter perdido, como Fernanda, o prazo de submissão dos documentos requisitados.

Seis em cada dez pesquisadoras (59%) consideram negativo o impacto da maternidade na progressão de sua carreira, 22% consideram-no bastante negativo e 12% afirmam que não teve nenhum efeito. Na outra ponta, 5% avaliaram-no como positivo e 2% como muito positivo.

Fernanda afirmou que, embora não tenha experimentado isso, soube de casos de membros de bancas de seleção que indagaram se a pesquisadora pretendia ter filhos ou se casar, insinuando que isso seria um obstáculo em sua vida acadêmica e, portanto, um critério para descartá-la para a vaga, se respondesse afirmativamente. Muitas vezes, acontece ainda, segundo testemunhou, de as pesquisadoras terem direito à licença-maternidade e não a solicitarem, por medo de perder a bolsa. Outra prática frequente, de acordo com a bióloga, é penalizá-las com escalas complicadas, pedindo que ministrem aulas que começam muito cedo ou muito tarde, o que as força a procurar alguém com quem possam deixar os filhos.

Ela explicou que a sensibilização visada pelo projeto também se estende a todos, inclusive aos homens. “Uma das coisas importantes do projeto, das nossas vitorias, é levantar essa discussão. Em um dos seminários, um professor homem que assistia disse que de fato nunca pensou no que eu tava falando ali, e ele é uma pessoa que conheço e sei o tanto que refletia sobre tudo. Às vezes, a gente tem que falar as coisas que parecem óbvias.”

Este ano, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico passou a disponibilizar um campo no qual a pesquisadora ou o pesquisador pode informar a data de nascimento dos filhos no currículo lattes, que é adotado como o oficial no meio acadêmico. O preenchimento é facultativo e se encontra na aba de Dados Pessoais.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Essa "pesquisadora" quer o quê? Que o governo pague para ela fazer menino em detrimento das pesquisas?
    Não seria melhor ela controlar o tesão efazer faz uma greve de sexo?
    É ruim, hein?

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *