Judiciário

Toffoli cria grupo para avaliar uso de redes sociais por juízes

POR FREDERICO VASCONCELOS

O presidente do Conselho Nacional de Justiça, ministro Dias Toffoli, instituiu grupo de trabalho para “avaliar os parâmetros para o uso adequado das redes sociais pelos magistrados”.

Portaria assinada na última quinta-feira (2) considera “a necessidade de conciliar a liberdade de expressão e a presença dos magistrados nas redes sociais com a preservação da imagem institucional do Poder Judiciário”.

Toffoli entende que “o mau uso das redes sociais pode impactar a percepção da sociedade em relação à integridade do Poder Judiciário, causando máculas à prestação jurisdicional”.

A julgar pela primeiras reações de magistrados nas listas de discussão na internet, os comentários dividem-se em duas críticas:

1) Os ministros de tribunais superiores não dão exemplos para preservar a imagem do Judiciário (criticam decisões de outros juízes fora dos autos, demonstram extrema proximidade com partes etc);

2) Temem que o CNJ tente legislar além da Loman e da Constituição Federal, impondo mordaça.

Para Toffoli, é missão do CNJ “contribuir para que a prestação jurisdicional seja prestada com fundamento nos princípios da moralidade, da eficiência, da efetividade, da transparência e com responsabilidade”.

A decisão foi tomada em meio a fortes críticas que o presidente do STF e CNJ tem recebido pela abertura de inquérito no Supremo para apurar fake news, admitindo o uso de censura prévia.

O grupo é formado depois da frustrada tentativa do CNJ de julgar manifestações de magistrados, no ano passado, durante a campanha que elegeu o presidente Jair Bolsonaro.

O CNJ arquivou procedimentos administrativos instaurados contra onze magistrados. Na ocasião, o corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, entendeu que o provimento que motivara os processos era “muito recente”, e recomendou sua observância, para evitar futuras “medidas mais enérgicas”.

Toffoli deixou claro na ocasião que haveria desdobramentos. “Como é algo novo, nós estamos arquivando esses procedimentos, estamos arquivando até porque não houve reiteração, mas isso não significa que houve qualquer tipo de conivência”, disse.

O conselheiro Luciano Frota, juiz do Trabalho, foi voz solitária contra a medida: “A edição de ato normativo que limita a livre manifestação do pensamento, definindo, a priori, as condutas que representam a suposta extrapolação desse direito, configura censura prévia, que não tem, a meu juízo, guarida constitucional”.

Os que defendem limites para manifestações públicas de magistrados lembram os comentários da então presidente do CNJ ministra Cármen Lúcia –conhecida por sua defesa da liberdade de expressão–, quando o órgão decidiu, por unanimidade, abrir reclamação disciplinar para investigar a conduta de quatro juízes que participaram de ato público, no Rio de Janeiro, contra o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

“Já é passada da hora de discutirmos no Poder Judiciário como um todo — tanto para o STF quanto para a juíza de Espinosa (MG)”, afirmou. “Não é possível que continuem havendo manifestações muito além dos autos, e dos altos e baixos das contingências políticas da sociedade”, disse Cármen Lúcia.

Ela entende, contudo, que “a Constituição Federal e a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman) são suficientemente claras ao delimitar o direito à liberdade de expressão dos 18 mil magistrados brasileiros”. “Não é a quantidade de leis, portanto, que produz a obediência à legislação”, afirmou.

Naquela sessão, o conselheiro Arnaldo Hossepian, procurador de Justiça indicado para o CNJ pela Procuradoria-Geral da Republica, lembrou que a corregedoria do Ministério Público de São Paulo tem tido trabalho por causa das manifestações políticas de promotores, especialmente após o surgimento das redes sociais.

A conselheira Maria Teresa Uille, indicada pela Câmara dos Deputados, sugeriu a possibilidade de o CNJ regular os limites da manifestação política dos magistrados. O conselheiro Henrique Ávila, indicado pelo Senado, propôs uma resolução do CNJ sobre a questão.

Integram o Grupo de Trabalho criado por Toffoli

Aloysio Corrêa da Veiga, ministro do Tribunal Superior do Trabalho e membro do CNJ (coordenador);

Eduardo Carlos Bianca Bittar, Professor Associado do Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da Faculdade de Direito da USP;

Carl Olav Smith, Juiz auxiliar da presidência do CNJ. Juiz de Direito do TJ-RS. Execeru a mesma função na gestão do ministro Francisco Falcão. Foi juiz auxiliar da ministra Laurita Vaz, na presidência do STJ, e secretário-geral da Escola de Nacional de Formadores e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam);

Giovanni Olsson, Juiz do Trabalho, atuou como Juiz Auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça e conselheiro da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (ENAMAT);

Marcia Maria Nunes de Barros, Juíza Federal do Rio de Janeiro, especializada em matéria previdenciária e propriedade intelectual;

Morgana de Almeida Richa, Juíza do Trabalho de Curitiba, foi conselheira do CNJ na gestão do ministro Gilmar Mendes;

Inês da Fonseca Porto, mestre em Direito pela Universidade de Brasília (UnB), servidora da Defensoria Pública do DF, cedida para o CNJ.

O grupo encerrará suas atividades com a apresentação de relatório e propostas no prazo de 30 dias.

Blog do Fred/Folha de S.Paulo

Opinião dos leitores

  1. A censura da jumentância petralha não desiste não nunca, ela agora quer porque quer se instalar no Judiciário, pelas mãos do advogado da orcrim.

  2. Incompetente, despreparado, imbecil, almofadinha, extrato de homem. Difícil acreditar em um STF plural, independente e forte, com membros escolhidos por pessoas como Lula.

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Polícia

Gráficas não comprovam serviços para laranjas do PSL ligadas a ministro

Nas buscas realizadas na última segunda-feira (29), a Polícia Federal não encontrou em gráficas de Minas Gerais nenhum vestígio de que tenham de fato trabalhado para candidatas laranjas do PSL ligadas ao ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

Quatro mulheres investigadas sob a suspeita de terem simulado concorrer a cargos de deputada estadual e federal declararam ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) ter produzido material e outros serviços de campanha nas empresas, que emitiram notas fiscais.

A operação da PF, no entanto, não encontrou registros físicos que indicassem que os serviços tenham efetivamente sido prestados —recibos e ordens de serviços de outras candidaturas, por exemplo, foram encontrados.

O resultado reforça a suspeita da polícia de que ou as gráficas não produziram nada do que foi declarado pelas candidatas ou fizeram o material para outras pessoas.

Essas foram as primeiras buscas feitas pelos policiais na atual investigação.

A apuração da PF começou após a Folha revelar em fevereiro o esquema de candidaturas de laranjas relacionado ao ministro de Jair Bolsonaro, que também é do PSL. Álvaro Antônio, que dirigia o partido em Minas nas eleições, nega irregularidades. Ele foi o deputado federal mais votado do estado. Bolsonaro declarou que aguarda a conclusão das investigações para decidir o futuro de seu ministro.

Agora, a PF realiza a perícia em computadores, mas quase todas as empresas já sinalizaram que não haveria nada guardado. Após a operação, ao menos dois representantes das firmas foram ouvidos.

A polícia considera que as quatro candidatas mentiram em suas prestações de conta.

No dia da busca, uma das gráficas disse que tem como praxe guardar registros físicos por seis meses –e que eles já foram eliminados. Em outro caso, a que emitiu nota fiscal para duas das suspeitas afirmou ter o hábito de anotar as ordens de serviço em um bloquinho –que, no entanto, já deveria ter ido para o lixo.

Uma outra empresa, que declarou ao TSE ter prestado serviço a algumas dessas integrantes do PSL, também disse que os pedidos nem sempre eram armazenados e que devem ter sido apagados.

Uma quarta gráfica disse que não possui registro e que as solicitações eram feitas, na maioria das vezes, por telefone ou pessoalmente.

Um quinto alvo também não tinha nenhum documento físico para comprovar o trabalho, mas foi o único a informar que teria registro em seu sistema.

Além das gráficas, a PF fez busca na casa de um irmão do coordenador da campanha do ministro no Vale do Aço, Robertinho Soares, que também integra o comando estadual do PSL. Reginaldo Donizete Soares, irmão de Robertinho, é sócio de duas empresas (a I9 Minas e a Imagem Comunicação) que figuram como prestadoras de serviços eleitorais (pesquisas, publicidade) às candidatas suspeitas.

A I9 não funciona há pelo menos dois anos. As duas empresas, segundo informado ao TSE, teriam recebido R$ 44,9 mil de duas dessas mulheres.

Além das candidaturas mineiras, o jornal revelou esquema semelhante em Pernambuco, onde o partido é politicamente comandado por Luciano Bivar, hoje presidente nacional do PSL —há também investigação no estado.

O caso levou à queda do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, que comandou o partido nacionalmente em 2018.

Outro lado

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, minimizou a falta de indícios de atuação das gráficas detectada durante as buscas realizadas pela Polícia Federal.

“Sobre os materiais produzidos para a campanha, é natural que eles não estejam nas gráficas uma vez que eles foram utilizados na campanha”, afirmou o ministro, por meio de sua assessoria.

“A Folha de S.Paulo mais uma vez, numa atitude totalmente irresponsável sem qualquer compromisso com o leitor ou a sociedade, tenta distorcer os fatos para atender a interesses políticos”, disse.

O PSL de Minas, ainda controlado politicamente por Álvaro Antônio, encaminhou resposta similar: “Na visão do partido, estranho seria se materiais que deveriam ter sido distribuídos na eleição estivessem nas gráficas até hoje”.

Robertinho Soares nega que tenha participado de esquema. Seu irmão Reginaldo afirmou que está colaborando e que as apurações correm em segredo de Justiça.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Nada melhor para driblar os órgãos de controle do que gráficas, agências de publicidade, institutos de pesquisas e "consultorias especializadas". Estou por ver.

  2. Tudo armado pelos petralhas, sob o comando de Luladrão. Tenho plena convicção que os donos das gráficas foram comprados pelo PT para denegrir a imagem do Nosso Capitão.

    1. Quero vê até quando esses incautos vão colocar a culpa no PT.
      Essa grande família de Melecianos sempre fizeram corrupção apenas num grau menor. Pq não tinham acesso aos bilhões

    2. Elogie o presidente do Brasil. Use os melhores adjetivos: perfeito, iluminado, altamente educado, competente, insubstituivel, realizador, estadista, estrategista,. Todos os brasileiros irão concordat. Melhor dizendo o mindo todo reconhecerá. Esqueça Lula.

  3. "seu odio não é bem vindo aqui". Prefeito de NY falando do bozo hoje. A pf vai chegar no "minto".

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Política

TV decide não exibir entrevista gravada com o ex-presidente Lula na prisão

A RedeTV! decidiu não exibir uma entrevista feita pelo jornalista Kennedy Alencar com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e foi alvo de críticas de aliados do petista.

Foi a segunda vez que o petista falou com veículos de imprensa depois de ter sido preso em Curitiba, em abril de 2018. A primeira foi no último dia 26, quando recebeu a Folha e o jornal El País, após a queda da proibição imposta pelo Supremo Tribunal Federal.

A entrevista de Kennedy Alencar com Lula foi feita na sexta (3) e, segundo divulgado pelo jornalista, iria ao ar na noite deste sábado (4) na RedeTV!.

Agora, o material deve ser exibido, em data indefinida, pela BBC World News, segundo a RedeTV! e o jornalista. Em seu blog, Kennedy afirma, em seguida, “publicará as íntegras em texto e vídeo da conversa com o petista”.

Na entrevista, o ex-presidente admite pedir progressão de regime para sair da prisão devido à condenação no caso do tríplex de Guarujá (SP).

Em nota, o site oficial de Lula afirmou que a própria RedeTV! havia acionado a Justiça para entrevistar o petista.

“Registre-se que emissora não só entrou com uma reclamação junto ao Supremo Tribunal Federal para garantir o direito de entrevistar o ex-presidente como gravou a entrevista”, diz o comunicado.

Procurada, a emissora afirma em nota que “foi contratada no ano passado pela BBC World News e pela K.doc para gravar entrevistas para a série-documentário de três capítulos. Realizou 12 entrevistas, 3 das quais com ex-presidentes da República. A série, chamada ‘What Happened to Brazil’, foi transmitida internacionalmente em janeiro pela BBC”.

Segundo a RedeTV!, “a entrevista com Lula foi solicitada à época como parte desse projeto”. “Liberada agora pela Justiça, foi gravada na última sexta-feira. A entrevista será usada pela BBC World News com exclusividade, numa sequência da produção desenvolvida no ano passado. Todos os direitos sobre imagens e direção editorial são da BBC”, afirmou.

As entrevistas que foram gravadas anteriormente para a série também não foram exibidas pela emissora.
Nas redes sociais, aliados de Lula criticaram a decisão da RedeTV!.

Ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad publicou no Twitter a nota da emissora e questionou: “Você tem medo de quê?”.

Já a deputada Maria do Rosário (PT-RS) manifestou apoio a Kennedy e Lula e disse que é “um desrespeito com ambos e com o Brasil”.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. BG.
    Esse Kenedy é um ptRALHA não merece o mínimo de credibilidade. É um zero a esquerda. Fora pt.

    1. Já teve a do beira mar mais de uma vez, ow MONGOLÁO inclusive inúmeros bandidos pés de chinelo são entrevistados diariamente em programas policiais

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Saúde

Dia da D de vacinação está dentro da expectativa, diz ministro

Foto: Leonardo Prado/Câmara dos Deputados

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse hoje (4), durante visita a uma Unidade Básica de Saúde (UBS), na zona sul da capital paulista, que participa do Dia D da campanha de vacinação contra a gripe, que as ações estão indo bem, dentro das expectativas do ministério, com 100% das unidades de saúde abastecidas e 100% da força de trabalho atuando.

“É uma oportunidade que teremos até o fim de maio para as pessoas se vacinarem. Hoje fica um dia no qual chamamos bastante a atenção. O Dia D não é dia para esgotar os índices, mas é um dia que queremos que todos saibam que estamos em plena campanha e que além de vacinar contra a gripe, há a oportunidade para as demais vacinas”, afirmou.

O objetivo da ação é alertar a população sobre a importância de manter a carteira de vacinação em dia e chamar o grupo prioritário para se vacinar. A vacina está disponível em todos os postos de vacinação do país, durante este sábado.

Mandetta lembrou que há um fenômeno global no qual as pessoas estão deixando de vacinar os filhos, resultando em epidemias de doenças que já estavam erradicadas, como o sarampo. “São Paulo teve um caso de sarampo esta semana. Ela tem um bom índice de cobertura vacinal, mas não se pode criar nichos sem vacinação, senão coloca-se em risco a comunidade como um todo, disse.

Segundo o ministro, as pessoas acreditam que a gripe é uma doença comum, mas esquecem que ela mata, leva milhares de pessoas aos postos de saúde e hospitais, com internações prolongadas, podendo evoluir para uma pneumonia.

“A vacina não dá reação nenhuma. O que existe são pessoas que estão no período de incubação da gripe. Vacinam-se, e dois dias depois têm gripe porque já estavam contaminadas. O balanço da vacina é dez a zero, em qualquer relação de risco, versus benefício”, explicou.

Agência Brasil

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Diversos

Brumadinho: 100 dias após rompimento, bombeiros continuam buscas por 35 vítimas

O Corpo de Bombeiros completa neste sábado, 4, 100 dias de buscas na região atingida com o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho. Até o momento, 235 mortes foram confirmadas e 35 pessoas seguem desaparecidas. Um total de 70% da localização de vítimas foi feita com a ajuda de cães farejadores.

O porta-voz da corporação, tenente Pedro Aihara, voltou a afirmar na sexta-feira, 3, que as operações de buscas prosseguem por tempo indeterminado. “O compromisso assumido desde o início é de que ficaríamos aqui pelo tempo necessário e que só terminaríamos as operações sob duas hipóteses: encontrarmos todos os desaparecidos ou não haver condições biológicas de avançarmos nas buscas devido ao avançado estágio de decomposição de alguns corpos”. A barragem rompeu em 25 de janeiro.

Até o momento foram feitas cerca de 600 localizações de corpos e segmentos. O total, porém, inclui restos de animais. Conforme o tenente Aihara, até o momento cerca de 40 cães farejadores já atuaram no resgate de corpos em Brumadinho. Há um rodízio para que as condições físicas desses animais sejam preservadas, feito em parceria com outros Estados. Também na sexta-feira, seis cães atuam em Brumadinho, parte do grupo foi enviado de Mato Grosso e Sergipe.

Em balanço dos 100 dias, o tenente, em entrevista a jornalistas na localidade de Córrego do Feijão, a mais afetada pela lama, afirmou não haver redução no ritmo da operação, mas que, hoje, há uma utilização maior de máquinas nas buscas.

“Ao contrário do que muitas pessoas pensam, de que teria havido redução de força de trabalho aqui, nesse momento estamos com situação de máximo emprego. A diferença é que, como essas máquinas pesadas substituem o trabalho de muitos homens, nós temos um efetivo humano um pouco menor, e o de máquinas, bem maior”.

São 17 frentes de buscas, segundo o tenente, com total entre 130 e 150 homens, além de 100 máquinas. A expectativa do Corpo de Bombeiros é de que, por ainda haver material para ser identificado por DNA, existe a possibilidade de redução no número de desaparecidos nos próximos dias.

Estadão Conteúdo

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Judiciário

Bolsonaro é orientado a escolher nome ‘sênior’ para a vaga de Dodge

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) tem sido orientado a indicar um subprocurador-geral da República, o último nível da carreira no MPF (Ministério Público Federal), para comandar a PGR (Procuradoria-Geral da República).

O mandato da atual procuradora-geral, Raquel Dodge, termina em setembro. Legalmente, ela pode ser reconduzida para um segundo mandato de dois anos, mas membros da carreira consideram esse cenário pouco provável.

Desde o mês passado, a equipe de consultores jurídicos do presidente tem discutido de maneira informal um perfil ideal para o cargo com ministros de tribunais superiores e com integrantes do Ministério Público.

O perfil que o grupo defende que seja escolhido busca resolver duas das três questões que têm gerado controvérsias na categoria às vésperas da sucessão do cargo.

A primeira é se o futuro procurador-geral precisa ser membro do MPF ou se poderia ser de qualquer um dos quatro ramos do Ministério Público da União, que engloba também os Ministérios Públicos Militar, do Trabalho e do Distrito Federal.

A segunda questão é se todos os cerca de mil procuradores da República poderiam chefiar a instituição ou se o cargo é exclusivo para os 74 subprocuradores-gerais, terceiro e último nível da carreira.

O terceiro ponto, para o qual ainda não há resposta dos consultores jurídicos, é se Bolsonaro vai escolher um dos nomes que constar da lista tríplice formada em eleição interna no MPF ou se vai ignorar as sugestões da carreira.

De acordo com relatos feitos à Folha, Bolsonaro ainda não tomou uma decisão sobre o perfil de procurador-geral que indicará, mas ele já deu mostras de que seguirá a orientação de seus auxiliares técnicos.

Em conversas reservadas, o presidente não se comprometeu a escolher um dos indicados na lista tríplice.

A eleição é organizada pela ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República) e desde 2003 vem sendo respeitada por todos os presidentes, apesar de não constar de lei.

Bolsonaro não descarta, porém, levar a lista em consideração caso ela inclua um nome que o agrade. Por isso, ele definiu que irá aguardá-la antes de fazer sua escolha. Qualquer que seja o nome indicado, ele precisa passar por sabatina do Senado.

A eleição interna será no dia 18 de junho, quando a lista tríplice será conhecida. Nesta segunda-feira (6), começam as inscrições de candidaturas, que vão até o dia 15.

Nas sondagens feitas pelos consultores jurídicos do presidente, o recado transmitido a Bolsonaro é de que os procuradores não aceitarão um nome de fora do MPF e que não esteja no topo da carreira. Um procurador ou um procurador regional, níveis anteriores ao dos subprocuradores-gerais, não contará com apoio interno suficiente para liderar a categoria, dizem.

De acordo com auxiliares presidenciais, a defesa do nome de um subprocurador-geral é capitaneada por ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), os quais argumentam que o assento ao lado do presidente de um tribunal superior só cabe aos que estão no topo da carreira.

Como as funções delegadas pelo procurador-geral —como as de vice-procurador-geral, vice-procurador-geral eleitoral e corregedor-geral— são exclusivas dos subprocuradores, para eles não faria sentido nomear alguém em posição anterior na carreira para ser o chefe da instituição.

Nas palavras de um assessor, diante da resistência tanto do STF como do MPF, “não há motivo para arrumar confusão de graça” e criar um mal-estar entre o Judiciário e o Executivo.

A possibilidade de indicar para a PGR um procurador do Trabalho ou Militar, que foi reconhecida publicamente pelo ministro da AGU (Advocacia-Geral da União), André Mendonça, também foi criticada nas consultas informais feitas pela equipe do governo. O receio é que integrantes do MPF judicializem a questão.

Entre os subprocuradores-gerais, dois contam com simpatia no Palácio do Planalto: o paulista Mario Bonsaglia e o baiano Augusto Aras. O primeiro disputará a eleição interna, já figurou nas listas de 2015 e 2017 e é considerado um nome independente dos principais grupos que buscam espaço no MPF.

O segundo, que deve tentar uma indicação fora da lista tríplice, tem apoio no núcleo militar e tem falado com ministros como Santos Cruz (Secretaria de Governo) e Tarcísio de Freitas (Infraestrutura). Candidaturas por fora da lista tríplice são mal vistas por boa parte dos procuradores.

Uma exclusão de procuradores que atuam em primeira instância tira do páreo nomes como o de Deltan Dallagnol, que atua na equipe da Operação Lava Jato. A indicação dele enfrenta resistências no Senado, que precisa aprovar a indicação do presidente.

A equipe jurídica de Bolsonaro é formada, entre outros, pelos ministros André Mendonça e Wagner Rosário (CGU) e pelo subchefe de Assuntos Jurídicos, Jorge Oliveira, que já fora assessor de seu gabinete na Câmara.

Em 2017, o então presidente Michel Temer considerou indicar um procurador regional para a PGR, mas desistiu diante da resistência do STF e do Senado. Temer avaliava o nome de Blal Dalloul —que deve disputar a eleição interna neste ano.

Além dele, devem se candidatar Vladimir Aras e Lauro Cardoso —os três são procuradores regionais e ligados ao grupo do ex-procurador-geral Rodrigo Janot.

Outro nome do grupo janotista, Nicolao Dino estava disposto a concorrer, mas desistiu na semana passada. Em 2017, ele foi o primeiro na lista tríplice, mas Temer preferiu indicar a segunda colocada, Raquel Dodge.

Na quinta-feira (2), a subprocuradora-geral Luiza Cristina Frischeisen informou aos colegas que vai disputar a lista tríplice. Ela coordena a câmara criminal do MPF e atuou em operações como a Anaconda.

O presidente da associação da categoria, José Robalinho, é apontado como candidato por colegas, mas não confirma. Além dos que vão participar da eleição interna, há outros candidatos que, assim como Augusto Aras, tentam a indicação por fora da lista tríplice.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Que vergonha de manchete. O presidente disse q escolheria um peixe dele. Um absurdo. No governo do PT, q falavam q aparelhava as instituições, o escolhido era sempre o primeiro da lista tríplice escolhido pelos procuradorez nacionais.

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Polícia

Justiça nega liberdade para acusado de matar Marielle Franco

A Justiça do Rio negou pedido de liberdade feito pela defesa do ex-policial militar Élcio Queiroz, um dos acusados de matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes em março de 2018.

Queiroz e outro acusado, o policial reformado Ronnie Lessa, foram presos em março. Os dois estão em prisão preventiva. Em despacho publicado nesta sexta (3), a Justiça diz que os motivos que justificaram a medida permanecem válidos e Queiroz deve continuar preso. Ele é acusado pela polícia de dirigir o carro usado no crime. Lessa teria feito os disparos.

O crime foi cometido no dia 14 de março de 2018. Segundo a polícia, foram feitos 13 disparos contra o carro em que estava a vereadora, uma assessora e o motorista. Marielle foi atingida na cabeça por quatro tiros. Outros três atingiram Gomes.

A denúncia contra os dois foi aceita pela Justiça do Rio no dia 15 de maio. Eles respondem por duplo homicídio triplamente qualificado —por motivo torpe, emboscada e recurso que dificultou a defesa da vítima— além de tentativa de homicídio da assessora de Marielle que estava o carro.

A Operação Lume, que prendeu os dois acusados, porém, não identificou motivos nem possíveis mandantes, trabalho que será feito em uma segunda fase das investigações. Com um amigo de Lessa, que também está preso, foram encontrados 117 fuzis incompletos, um arsenal avaliado em R$ 3,5 milhões.

Lessa e o amigo, Alexandre Motta, respondem pela posse das armas. Eles terão audiência de instrução no próximo dia 6. No processo sobre o homicídio, Lessa e Queiroz serão ouvidos no dia 7. A audiência será realizada por videoconferência, já que os réus estão em presídio de segurança máxima.

A Folha ainda não conseguiu contato com a defesa de Queiroz. Na época da prisão, os dois acusados negaram participação no crime.

Folhapress

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Economia

Empresa portuguesa de energia eólica investirá mais de R$ 3 bi no RN

Foto: Gustavo Gargioni/Especial Palácio Piratini

Líder nacional no setor de energia eólica, o Rio Grande do Norte receberá mais investimentos para geração de energia limpa. A empresa portuguesa EDP Renováveis apresentou à governadora Fátima Bezerra, nesta sexta-feira (03), o projeto de implantação de 20 parques nos próximos cinco anos no Estado.

A EDP foi a empresa vencedora dos últimos leilões promovido pelo Governo Federal para instalação e exploração de energia eólica no RN. O novo projeto prevê a construção de quatro complexos e 20 novos parques eólicos, chegando a cidades antes não beneficiadas. Os municípios contemplados nesta etapa são Jandaíra, Touros, Lajes, São Tomé, Cerro Corá, Pedra Preta e Pedro Avelino. A empresa já opera oito parques nos municípios de Parazinho, Jandaíra e Touros.

A governadora Fátima Bezerra destacou a transformação social que ocorre nas cidades com a chegada de um investimento deste porte. “Toda a economia local é impactada, desde a padaria ao supermercado, além da geração de emprego e renda. O nosso governo está comprometido com a pauta do desenvolvimento, mantendo o diálogo permanente com os setores produtivos”, disse Fátima, que destacou ainda o papel estratégico da Secretaria de Desenvolvimento para alavancar a economia, trazendo novos investimentos ao Estado e cumprindo este papel de dialogar com todos os setores produtivos.

Uma das líderes mundiais no setor de energias renováveis e a quarta maior geradora de energia eólica do mundo, a EDP é controlada por um grupo de portugueses e está presente em 12 países, incluindo o Brasil. Atualmente, atinge 11GW de capacidade instalada.

A EDP também desenvolve trabalhos de impacto social nas regiões onde atua. No Município de Parazinho, por exemplo, realizou projetos na área de educação e capacitação rural em parceria com Sebrae. “Temos como missão impactar positivamente as localidades onde empreendemos, investimos em projetos voltados para a especificidade de cada região. Com um estudo sobre as condições climáticas e características do solo, para capacitar os pequenos agricultores, com o objetivo ajuda-los desde o plantio à venda da sua produção”, ressaltou Felipe Domingues, diretor financeiro da EDP.

Presentes à reunião, além dos diretores da empresa, os secretários Carlos Eduardo Xavier (Tributação), Jaime Calado (Desenvolvimento), Werner Farkatt (diretor técnico do Idema) e Miguel Salustino, vice-prefeito de São Tomé.

Opinião dos leitores

  1. Com tantas empresas gerando energia eólica no RN, porque a nossa população não é beneficiada com tarifas baixas? Com a palavra o governo do RN.

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Judiciário

TRT-RN condena banco por prática de assédio e gordofobia

A Segunda Turma de Julgamentos do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN) manteve a decisão da 5ª Vara do Trabalho de Natal, que condenou o Itaú Unibanco S.A a indenizar funcionária vítima de gordofobia no ambiente de trabalho.

A funcionária alegou ter sido levada ao adoecimento psicológico pela perseguição dos superiores com situações de constrangimento e humilhações, ao ser “chamada de vaca em razão de estar acima do peso, sendo constantemente atingida em sua autoestima, o que a fazia engordar mais”.

Comprovado o assédio, o banco foi condenado pela 5ª Vara do Trabalho de Natal a pagar R$ 45 mil de dano moral à trabalhadora. Insatisfeito, o banco recorreu da decisão ao TRT-RN pedindo a nulidade da sentença.

A relatora do recurso, desembargadora Maria do Perpétuo Socorro Wanderley de Castro, considerou a prova testemunhal incluída no processo para esclarecimento do caso.

De acordo com uma das testemunhas, um superintendente do Itaú falou que a trabalhadora “não tinha perfil compatível para trabalhar numa agência Personalitté, em que os correntistas são clientes com alta renda (…) em face do seu sobrepeso, não combinava com a beleza e o ambiente da agência”.

Em outro depoimento, uma testemunha revelou ter presenciado, por várias vezes, o gerente geral da agência xingando a trabalhadora, apontando o dedo e a chamando de “vaca de presépio”.

Não bastasse isso, a testemunha relatou ter escutado o gerente perguntar, por algumas vezes para a trabalhadora, se ela “estava grávida e se quando subia as escadas suas pernas tremiam devido ao excesso de peso”.

Na época, recordou a testemunha, notou que a trabalhadora “permanecia de cabeça baixa, chorando”.

Para a relatora do processo, os depoimentos mostraram que o aspecto físico da trabalhadora era motivo de comentários e objeto de críticas diretas e indiretas, de seu supervisor e de seus gerentes.

Para a desembargadora, “trata-se de manifestação conhecida como gordofobia que, em razão de determinado padrão de beleza atual estabelecido na sociedade resvala para a desvalorização e hostilização de pessoas gordas, situação que é mais intensificada quando se trata de mulheres”.

Perpétuo Wanderley reconheceu que ficou comprovado um quadro de discriminação que “desaguou em assédio moral”. Ela manteve a decisão de primeira instância e majorou o valor da reparação, de 45 mil para R$ 60 mil.

Os desembargadores da Segunda Turma acompanharam o voto da relatora, por unanimidade.

Processo nº 0001107-73.2017.5.21.0002

Opinião dos leitores

  1. Aposto q a maioria dos clientes personalité do Itaú não são as modelos da Victoria Secrets e nem tem os corpos sarados que agora são a moda . Eu fico imagimando … Onde é q esse povo que lota academias da "moda" arranja tempo e dinheiro pra tanta futilidade. Eu trabalho o dia inteiro, tenho uma vida familiar intemsa, cuido do meu corpo da maneira q posso, mas não condeno quem não pode ou não quer. Isso de ser gordo ou magro é opção de cada um e devemos respeitar. Chega de intolerância. A pessoa tem q ser magra, rica, viajada trabalhar na Globo , pelo amor de Deus. Vê se q isso é comportamento de um povinho chucro, bairrista, coroneleiro e provinciano como o de Natal, onde as aparências enganam muito. O q tem muito aqui é traficante, prostituição e corrupção. Uma verdadeira Gomorra essa cidade , um brejo, cheio de sapo querendo ser príncipe e quando tu olha pra cara??. Certamente a política da empresa deve pregar isso nos memorandos , onde os empregados tem que ser objetos pra agradar a clientela. Então denotam as pessoas e coloquem bonecas infláveis personalité no lugar.ah, começando pelo gerente escroto da "vaca de presépio" . Absurdo. Só no Brasil …. E em Natal mesmo….

  2. Esse tipo de discriminação e assédio moral pode levar uma pessoa,já fragilizada pela sua aparência física,a um grande desgaste emocional e a diminuição da autoestima podendo gerar até dependência psíquica como depressão ,alcoolismo…a justiça teve uma posição jurídica brilhante.Com certeza levou esses aspectos relevantes no que diz respeito à obesidade ,assim como a discriminação e o preconceito contra a mulher.????????

  3. Corretíssima a decisão da justiça do trabalho. Assédio moral é grave. Desastibiliza e mata. Agora é abrir processo criminal e cível contra os agressores.

  4. Agora deu…. é o famoso se colar colou… a outra acha pouco e ainda majora…. para o bonde q eu quero descer

  5. Haja processos e taxas para ENGORDAR os TRTs Brasil a fora ,
    Enquanto isso o desemprego só aumenta !

    1. Um absurdo dizer que isso é ganhar dinheiro fácil, uma pessoa passar por constrangimentos por seus superiores em razão do seu peso no mínimo e desumano. Seja mais tolerante senhor ANTONIO.

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Polícia

Portaria publicada por Moro disciplina cooperações internacionais

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, baixou, nesta quinta, 2, uma portaria que disciplina as cooperações internacionais. O procedimento foi essencial para a recuperação de valores de propinas e desvios na Operação Lava Jato, e outras ações da Polícia Federal de combate à corrupção, lavagem de dinheiro e evasão. Por meio do texto, Moro dispõe sobre a tramitação de pedidos feitos pela PF ao Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional da Secretaria Nacional de Justiça.

A Portaria determina, por exemplo, que a ‘Polícia Federal manterá o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional informado sobre o andamento dos pedidos passivos de cooperação jurídica internacional e solicitará, quando necessário, a complementação de documentos e informações’.

“O Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional comunicará à Polícia Federal a desistência do pedido passivo de cooperação jurídica internacional pelo Estado requerente e outras ocorrências que possam afetar o andamento das diligências”, diz o texto.

A portaria ainda prevê que ‘pedidos ativos de cooperação jurídica internacional elaborados pela Polícia Federal’ sejam ‘enviados ao Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional’, responsável por ‘adotar os procedimentos de encaminhamento ao Estado requerido’.

Por outro lado, o DRCI ‘manterá a Polícia Federal informada sobre o andamento dos pedidos ativos de cooperação jurídica internacional e solicitará, quando necessário, a complementação de documentos e informações’. “A Polícia Federal comunicará ao Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional a desistência do pedido ativo de cooperação jurídica pela autoridade policial requerente e outras ocorrências que possam afetar o andamento das diligências”.

Moro ainda pontua. “O disposto nesta Portaria não afasta a utilização de outros canais de tramitação de pedidos de cooperação jurídica internacional previstos na legislação e dos procedimentos de cooperação policial entre a Polícia Federal e órgãos homólogos estrangeiros”.

IstoÉ

Opinião dos leitores

  1. E o Queiroz?
    Vai ser preso quando?
    Não tem condução coercitiva?
    Vazamentos em depoimentos?
    E porque tanto sigilo e tanta lentidão?
    Vai ser igual a Aécio Neves e José Serra?

    1. Pois é! Se for bandido, tem que ser feito semelhante ao Luladrão e a sua trupe já condenada.

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Judiciário

Em um ano, Raquel pediu para STF mandar 290 investigações à primeira instância

Foto: Nelson Jr./SCO/STF

Em um ano, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu para enviar 290 investigações sobre políticos atingidos pela restrição do foro privilegiado à primeira instância. Os requerimentos decorrem de novo entendimento do Supremo Tribunal Federal, que mantém a prerrogativa apenas para investigações sobre crimes que ocorreram durante o mandato de parlamentares. Dentre os pedidos de Raquel, estão manifestações pelo envio dos processos às Justiças Federal, Estadual e Eleitoral.

O balanço foi divulgado pela Procuradoria-Geral da República.

Segundo a PGR, em fevereiro, ‘com o início da nova legislatura, os declínios ganharam novo impulso’. “Para dar celeridade e garantir o cumprimento da decisão do STF, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, nos últimos três meses defendeu o envio de 97 casos a outras instâncias. São processos relacionados a parlamentares que perderam o foro por não terem sido reeleitos ou porque passaram a ocupar outros mandatos. O procedimento adotado é o envio de petição ao relator a fim de que seja reconhecida a incompetência da Suprema Corte para o processamento do feito com posterior envio à nova instância competente para conduzir a investigação”.

“Além das manifestações de declínio, também foram apresentados recursos nos casos em que a decisão do relator determinou o envio à instância diferente da indicada pela PGR. Foi o que aconteceu, por exemplo, no caso envolvendo os ex-senadores Romero Jucá e Valdir Raupp, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, os administradores da NM Engenharia e da NM Serviços Luiz Maramaldo e Nelson Maramaldo, e o executivo Fernando Reis, da Odebrecht Ambiental. Em fevereiro de 2019, com a perda de foro dos investigados, o ministro Edson Fachin determinou o envio do inquérito para o Rio de Janeiro. No entanto, na avaliação de Raquel Dodge, as investigações referentes ao pagamento de vantagem indevida pelas empresas NM Engenharia e Odebrecht Ambiental a políticos do MDB devem ser conduzidas pela 13ª Vara Federal de Curitiba”, diz a PGR.

De acordo com a Procuradoria-Geral da República, entre ‘os investigados cujos casos receberam manifestação da procuradora- geral para que sejam encaminhados à primeira instância, estão os ex-senadores Aécio Neves (JF de Minas Gerais) e Gleisi Hofmann (JF de São Paulo), atuais deputados federais’.”Também foi declinada investigação contra o senador Marcelo Castro por fatos cometidos quando ele era deputado federal. O parlamentar aparece nas colaborações dos executivos da J&F Joesley Batista, Ricardo Saud e Demilton Antônio de Castro como beneficiário de uma propina de R$ 1 milhão como contrapartida no fornecimento de apoio à candidatura de Eduardo Cunha para a Presidência da Câmara dos Deputados. A lista inclui ainda Dario Berguer, Lindberg Farias, Eliseu Padilha, Alfredo Jacob, Ronaldo Carletto e Luiz Carlos Caetano”.

“No caso de Aécio Neves, colaboradores apontam que o então senador da República, na campanha das eleições de 2014, teria solicitado doações no valor de R$ 6 milhões, em beneficio próprio e de aliados políticos. Segundo os depoimentos, as doações foram efetuadas de maneira dissimulada, com o propósito de ocultação, em função de influência política que o parlamentar exerceu, como governador de Minas Gerais, sobre seu partido e no Congresso Nacional, para favorecimento de empreitadas e projetos do Grupo Odebrecht. Quanto à Gleisi, investigações apontaram a participação dela, quando era senadora, em esquema de pagamento de propinas em valores milionários para diversos agentes públicos, entre 2009 e 2015, por meio de organização criminosa, no âmbito do antigo Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão”, diz a PGR.

Somente na Lava Jato, segundo a PGR, ‘foram declinadas 36 investigações em 2019 e outras 34 em 2018. No último mês, a PGR enviou ao STF pedidos de declínio de competência para a primeira instância de inquéritos para o Distrito Federal de parlamentares que não foram reeleitos’. “Esses procedimentos envolvem os ex-senadores Romero Jucá e Eunício de Oliveira. De acordo com a procuradora-geral, as investigações contra o ex-senador Romero Jucá pelo recebimento de propina pela conversão em lei das Medidas Provisórias 470/2009 e 472/2009 devem ser conduzidas pela Justiça Federal no DF. Para ela, também é competência da Seção Judiciária do DF as apurações das condutas de Jucá e do também ex-senador Eunício Oliveira, pelo recebimento de propina pela conversão em lei da MP 613/2013”.

IstoÉ

Opinião dos leitores

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Economia

‘Reforma tem de poupar pelo menos R$ 850 bilhões’, diz especialista

O economista Paulo Tafner, um dos maiores especialistas em Previdência do País, diz que, se a proposta de mudança nas regras de aposentadorias trouxer economia inferior a R$ 850 bilhões em dez anos, o Brasil terá de voltar a discutir o tema em prazo entre um e dois governos. Além disso, ainda que a proposta não seja tão desidratada no Congresso, Tafner entende que nem mesmo R$ 1 trilhão de economia será suficiente para criar um regime de capitalização clássico – no qual apenas o trabalhador poupa para a própria aposentadoria. Seria necessário haver contribuição patronal ou um novo imposto, afirma.

O deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP) disse esta semana que quer fazer uma reforma da Previdência desidratada para impedir a reeleição do presidente Jair Bolsonaro. Qual sua avaliação disso?

Um sindicalista que vira político com essa preocupação de fazer uma reforma que, eventualmente, favoreça ou venha prejudicar um ou outro candidato, é evidentemente um parlamentar que trabalha contra o povo. Quem luta pelo bem do País e para recuperar os 13 milhões de empregos que estão perdidos, obviamente não deveria se preocupar com reeleição. Devia estar preocupado com o emprego dos trabalhadores que ele, supostamente, representa.

O quanto de “desidratação” da proposta de reforma da Previdência seria aceitável?

Pragmaticamente falando, para não se comprometer estruturalmente o equilíbrio da dívida, trajetória de juros e recuperação da economia é, necessário uma reforma que traga uma economia de, no mínimo, R$ 850 bilhões (em dez anos).

Abaixo disso, o País teria de discutir novamente o tema em quanto tempo?

Muito rapidamente. Imagino que, se não houver essa economia, mais um governo ou outro e estaríamos de volta a debater nova reforma da Previdência. E mais dura, obviamente. Se não fizermos uma boa reforma agora, as finanças públicas vão continuar estranguladas. Não é coincidência estarem com atrasos em aposentadorias, pensões e salários os Estados do Rio Grande do Sul, Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Norte e outros que vão se juntar a eles ainda este ano, como Maranhão e Piauí.

Como o sr. avalia a possibilidade de se tirar a extensão a Estados e municípios do texto da proposta?

É muito ruim. A situação dos Estados é dramática. Porém, temos visto alguns governadores se colocando contra a reforma. Querem, em certo sentido e de forma populista, não ter desgaste por fazer a reforma, mas colher os benefícios dela. Isso tem feito com que os deputados se posicionem a fazer as mudanças só para a União.

Para manter esses R$ 850 bilhões, o que não pode sair da reforma de jeito nenhum?

A fixação da idade mínima é crucial. Também o período de transição, que é curto, e o combate frontal ao privilégio, basicamente concentrado no setor público. Se isso for modificado, obviamente começamos a descaracterizar a reforma.

Esse volume de economia daria para iniciar um regime de capitalização?

Teremos de discutir muito a capitalização. Certamente, para um regime com contribuições exclusivas dos trabalhadores, nem R$ 1 trilhão será suficiente para bancar a transição. Teria de haver uma contribuição patronal ou criar um imposto para financiar isso. Parto do pressuposto de que não haverá imposto. Assim, não será possível criar, nos moldes clássicos da capitalização, porque não há espaço fiscal.

E quanto seria necessário?

Teria de ter algo em torno de R$ 1,3 trilhão a R$ 1,4 trilhão no mesmo prazo e com uma capitalização progressiva.

O senhor é a favor de um regime de capitalização?

Levo em consideração o que dezenas de países estão fazendo, combinando as virtudes da repartição (na qual quem trabalha paga o benefício de quem se aposentou) com as da capitalização (na qual cada um poupa para sua própria aposentadoria), procurando minimizar vícios, erros e fragilidades de cada um dos sistemas. Pode-se fazer uma repartição mais restrita, de até dois ou três salários mínimos e, acima disso, a capitalização. Podemos caminhar para um sistema híbrido.

O sr. sempre fala de combate aos privilégios. De que tipo está falando?

Um trabalhador pobre, compulsoriamente, já se aposenta aos 65 anos. Outro, qualificado, que tem emprego, renda mais alta, se aposenta, em média, aos 56 anos, se homem, e aos 52 anos, se mulher. Ao mesmo tempo, há categorias onde se aposenta com menos de 50 anos. Servidores públicos, além da aposentadoria precoce, recebem R$ 30 mil. Sobretudo no Judiciário, podem chegar a R$ 50 mil a R$ 70 mil mensais. Combater o privilégio na reforma, mais do que um imperativo fiscal, é um imperativo moral.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Eu terei prazer em contribuir para esta reforma, tendo em vista que somente sua implementação impedirá a definitiva derrocada da Previdência.

    1. Ou vc já é aposentado ou é militar e vai ficar ganhando às custas do trabalhador. Conheço essa conversa de " patriota". Primeiro o meu, o resto que se lasque.

  2. na ve5rdade vc ja é um mico, o outro de lucidez não tem nada, temos um presidente que honra a brasil, foi a davos e não mijou na s calças envergonhado o pais, bem temos que dar um desconto: ele tava bêbado,

  3. Ainda não entendi, pq o trabalhador tem que pagar uma conta que não fez e quem realmente deve não será cobrado. Somos verdadeiramente um país de castas

  4. Acreditei nessa conversinha mole quando Garibaldi disse que ia vender a cosern pra recuperar as finanças do Estado.
    Depois extinguiu vários órgãos, banco e fez até programa de demissão voluntária, dizendo que o problema era aquele e que depois disso a coisa ia melhorar.
    FHC fez a mesma coisa privatizando empresas lucrativas como a Vale do Rio Doce e fez programa de demissão voluntária, dizendo que a situação ia melhorar.
    Uma mentira deslavada.
    Depois veio a tal reforma trabalhista, que hoje mostra a sua face de precarização do trabalho e aumento do desemprego.
    Agora, esse aposentado aos 38 anos, deputado (ele a familia dele)a vida praticamente toda, quer me convencer que a reforma da previdência vai ser boa pra mim e pros trabalhadores, mesmo deixando de fora os militares, o judiciário e o legislativo, e quer que eu acredite?
    É alguma piada?

  5. Só não consigo entender porque a mídia não convida especialistas que pensam diferente do governo. É uma manipulação desesperada para aprovar a reforma. Quanto isso custa para o governo não se sabe. Se vc quiser saber o outro lado tem que buscar a mídia alternativa e pouca gente faz isso. Nas notícias temos um lado, o outro lado e a verdade. Quando se ouve apenas um lado, escamotea a verdade.

    1. Pior ainda são analfabetos funcionais e pobres que entram aqui pra defender essa reforma igual a papagaios felizes por ajudar a fazer a festa dos bancos e do mercado financeiro

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Saúde

Mais de 41 mil postos de saúde abrem hoje para Dia D de vacinação contra gripe

Mais de 41 mil postos de saúde em todo o país abrem as portas neste sábado (4) para o Dia D de vacinação contra a gripe.

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começou no último dia 10 e segue até 31 de maio.

A meta, segundo o Ministério da Saúde, é imunizar pelo menos 90% de 59,5 milhões de pessoas. Até o dia 30 de abril, 12,2 milhões de pessoas haviam sido vacinadas.

Público-alvo

Devem receber a dose crianças com idade entre 6 meses e menores de 6 anos; grávidas em qualquer período gestacional; puérperas (até 45 dias após o parto); trabalhadores da saúde; povos indígenas; idosos; professores de escolas públicas e privadas; pessoas com comorbidades e outras condições clínicas especiais; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas; funcionários do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade.

Profissionais das forças de segurança e salvamento também passaram a fazer parte do público-alvo da campanha neste ano.

De acordo com o Ministério da Saúde, o grupo inclui policiais civis, militares, bombeiros e membros das Forças Armadas, totalizando 900 mil pessoas.

Cobertura

De acordo com o ministério, até o dia 30 de abril, 12,2 milhões de pessoas haviam sido imunizadas.

O número representa 21% do total de grupos que devem receber a dose. O público com maior cobertura, até o momento, é o de puérperas, com 38,8%, seguido pelas gestantes (33,4%); indígenas (27,6%); crianças (26,4%); idosos (21,5%); trabalhadores de saúde (17,1%) e professores (14,2%).

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Só gostaria de saber quando Nosso Presidente, o Exmo. Capitão Jair M. Bolsonaro vai acabar com essa baboseira de vacina, criada pelo PT para implantar na população algum tipo de vírus oculto que compromete a capacidade de ver a realidade e de pensar.

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Economia

Governo avalia impacto da crise da Avianca nos preços das passagens

A Secretaria Nacional do Consumidor, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) se reuniram na quinta-feira (2) para avaliar o cenário tarifário e concorrencial do setor aéreo após a crise da Avianca Brasil.

A informação foi dada pela TV Globo. A secretaria quer saber qual tem sido a variação de preço desde que a companhia aérea passou a cancelar voos e rotas.

O Cade diz que acompanha de perto o mercado de aviação, mas que ainda não faz investigação para apurar um suposto aumento abusivo nos preços de passagens.

O órgão instaurou em abril um procedimento preparatório para analisar eventuais efeitos danosos à concorrência com a provável aquisição dos slots (autorizações de pousos e decolagens) da Avianca por Gol e Latam.

A Anac afirma ver com bastante preocupação o cenário com a saída da Avianca, que deve concentrar o mercado de aviação.

A companhia, que entrou em recuperação judicial em dezembro, tem hoje 12% do mercado. A marca tem perdido aviões por dívidas com arrendadores e cancelou a maior parte das rotas em abril.

O dado mais recente sobre as tarifas domésticas da Anac é de fevereiro, quando o preço médio por assento foi R$ 383,23, alta de 4,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. É o maior valor para o período em cinco anos, mas não pode ser atribuído à crise da Avianca.

Nesse período, a marca ainda tinha 50 aeronaves e fazia 237 voos diários, em média. Hoje, são 6 aviões e 39 decolagens, diz a agência. Explicam o indicador, segundo a Anac, fatores como o combustível de aviação 5,4% mais caro e a cotação do dólar 17,3% mais alta, na comparação anual.

O órgão regulador consolida as informações de bilhetes vendidos a cada trimestre, e o relatório do período entre abril e junho não deve ser divulgado antes de setembro.

Plataformas de busca de passagens, como o Voopter e o Kayak, divulgaram sondagens que mostram tarifas mais caras nas rotas em que a Avianca deixou de operar.

O aumento chegou a 140% em abril nos voos entre o aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e Salvador, segundo a Voopter. A comparação é feita com o mesmo mês do ano passado.

Já a Kayak comparou os preços médios dos assentos 15 dias antes dos cancelamentos da Avianca com os de 15 dias depois dos anúncios. Diz que a alta média foi de 14% nas rotas operadas pela empresa. As maiores diferenças foram encontradas em Brasília (70%) e Petrolina (24%).

Para a Anac, contudo, os levantamentos “não demonstram o real cenário tarifário” porque não se baseiam em passagens aéreas efetivamente comercializadas.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Esperando a ANAC autorizar as empresas a cobrarem pelo uso do banheiro. A depender do "serviço", um preço.
    Essa agência dispensa a atuação do sindicato das Aéreas. Faz mais e melhor que ele.

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Política

PSOL vai denunciar ajuda financeira do BB a jantar que homenagearia Bolsonaro nos EUA

POR MÔNICA BERGAMO

A bancada do PSOL na Câmara vai fazer uma denúncia na Comissão de Ética da Presidência da República para tentar suspender a ajuda financeira do Banco do Brasil (BB) ao jantar que homenagearia Jair Bolsonaro, em Nova York. A Folha revelou que o banco pagou R$ 47,5 mil por uma mesa no evento.

Segundo o partido, essa “despesa fere pelo menos dois princípios da administração pública, que seriam a impessoalidade (a homenagem configura uma propaganda pessoal de Bolsonaro) e o princípio da moralidade administrativa”.

A bancada do PSOL também vai convidar o presidente do BB para que ele esclareça em que circunstâncias surgiu a ideia de a instituição participar do evento.

Folha de S.Paulo

Opinião dos leitores

  1. Ainda tenho esperança que este partido vai denunciar os atos ilícitos ocorridos na Petrobras e outros Orgãos que estavam sob o comando dos seus amiguinhos. Ou é melhor esperar deitado?

  2. Corrigindo 47 mil reais gastos com dez lugares e não com um que daria quase meiommeio milhão pelos dez lugares.

  3. Alguém já disse que bolsodoidos são malucos. E é verdade. O b171 diz que vai cortar verbas das universidades, eles dizem o Lula tá preso; o b171 autoriza matar no campo e nas cidades e eles dizem, o PT é uma quadrilha; o b171 aumenta o gás várias vezes e eles prendam o Ze Dirceu; o combustível aumenta toda semana e eles, pior era o PT; o b171 manda retirar comercial do BB e eles acabou a mamata petralhas, agora, em um evento que as empresas estão desistindo de patrocinar porque o bozo vai ser homenageado, o banco do Brasil vai gastar quase meio bilhão para patrocinar o chefe e eles criticam o PT. Vão já criticar o PT por ter criado o mundo. Quem está levando o pais para o buraco e perdendo o respeito perante o mundo é o insano incompetente que vcs colocaram lá. Segunda, arranjem outros ataques ao PT pois podem acordar com gasolina a 5 reais.

  4. Para denunciar bilhões que os governos petistas roubaram, vcs ficam de bico calado! Vcs perderam babacas…

    1. Avisa aos bavacas cúmplices do PT que oito anos passa rápido

    2. Verdade. Acabaram com a previdência das estatais e os petistas e sindicatos foram coniventes e omissos.

    3. Tem que denunciar todos aqueles que usam o dinheiro público de maneira irregular. O PT é um Partido em extinção e seu líder maior está enjaulado.
      Essa família que no momento está no poder não pode pensar que é dona do Brasil. Tem que dar exemplo !!!

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Esporte

Presidente da FNF entrega camisa da seleção e picolés da Sterbom e quebra procoloco no Nota Potiguar

Um novo momento começa ser contado no futebol do Rio Grande do Norte. Nesta sexta-feira (3), a Federação Norte-rio-grandense de Futebol (FNF) participou da solenidade do Termo de Compromisso do programa do Governo do Estado, o Nota Potiguar, na Governadoria, Centro Administrativo. O projeto será lançado de fato em junho, mas neste pré-lançamento já reuniu os clubes que irão representar o Rio Grande do Nortes nos campeonatos brasileiros, nas Séries C e D, o ABC, América, Globo e Santa Cruz. Juntamente com a FNF, o programa inicia a parceria para propagar a campanha de educação fiscal, onde o torcedor ao pedir a nota com CPF trocará por ingressos.

O presidente da FNF, José Vanildo, quebrou o protocolo na solenidade. Ele entregou duas camisas oficiais da Seleção Brasileira a governadora Fátima Bezerra e ao destacar a Bokus por uma empresa local e que vinha sendo propagada pela governadora, o dirigente levou caixa personalizada com picolés da Sterbom de presente com marca dos oito clubes que participaram do Campeonato Potiguar em 2019. A empresa é parceira do campeonato estadual, promovido pela FNF.

“Stebom é um produto da terra. Agradeço ao presidente José Vanildo pela lembrança, gerando um momento de degustação de toda mesa na solenidade do Nota Potiguar com essa ação tão bacana da FNF e da Stebom”, comentou a governadora.

O evento com FNF e clubes nesta sexta-feira foi comemorado pela FNF. “Esse é o ponto final nas ações momentâneas, uma luta dos clubes há 10 anos. Agora o futebol está dentro de uma ação de governo, dentro de um modelo que comprovadamente funciona. Esperamos continuar o trabalho para atingir o esporte em todos os níveis, desde a base, até o amador, o futebol feminino”, comentou José Vanildo, presidente da FNF, que presenteou a governadora com picolés da Sterbom, patrocinador do Campeonato Potiguar, e por ser um produto local, mereceu agradecimento da chefe do executivo, enaltecendo também as camisas da seleção brasileira também presenteadas pela Federação.

A estimativa da Secretaria de Estado da Tributação (SET), que é responsável pela gestão do programa, é de que a Nota Potiguar represente um incremento de R$ 84,9 milhões na arrecadação anual do Governo.

Como funciona para pegar o ingresso

Nesta etapa atual serão disponibilizadas cargas de ingresso para os jogos do Campeonato Brasileiro em maio. Para ter acesso, o torcedor precisa baixar o aplicativo disponível nas lojas virtuais, fazer o cadastro e procurar os pontos de troca para ganhar o ingresso da partida do seu clube de coração. A primeira ação de divulgação da Nota, realizada no 2º jogo da final do Campeonato Potiguar entre ABC e América, já representou um incremento de 100% dos downloads do aplicativo.

Após o lançamento do programa de educação fiscal, os torcedores terão que acumular pontos com o cadastro de notas fiscais para poder trocar por ingressos nos jogos de ABC, América, Globo e Santa Cruz neste ano – além da participação nos sorteios de prêmios -, representando uma importante medida de educação fiscal e reforço na arrecadação do Estado.

Opinião dos leitores

  1. mais o cigano Lulu escreveu a verdade, o RN está perdendo tudo para PB, perdemos a AMBEV, ALPARGATAS, GUARARAPES, e até o aeroporto o pessoal tá indo para lá, esse governo como o que saiu nada se faz, é só perdas e dividas aumentando.

  2. ACHO QUE ALGUÉM É DO TEMPO DE ARENA E MDB OS TEMPOS SÃO OUTROS VAMOS PENSAR NOS POTIGUARES NO SUCESSO DE CASA AÇÃO QUE VENHA PRA MELHORAR.

  3. Enquanto a "gove do góipi" levanta a bola da Boku's, e agora também da Sterbom, o governo da Paraíba comemora a chegada do centro de distribuição da Colgate, que sozinha promete movimentar mais de R$ 600 milhões por ano.

  4. Enquanto a a "gove do góipi" levanta a bola da Boku's, e agora também da Sterbom, o governo da Paraíba comemora a chegada do centro de distribuição da Colgate, que sozinha promete movimentar mais de R$ milhões por ano.

  5. Temos que torcer por todas as boas iniciativas tanto do governo federal quanto do estadual. Afinal de contas, se derem certo , todos seremos beneficiados.
    As paixões políticas deixemos para os radicais, babões e puxa-sacos.

    1. concordo. tudo q somar pro RN, que seja bem vindo. Chega de politicagem

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