Adema/Governo de Sergipe
Relatório da Petrobras aponta que o petróleo despejado no Nordeste é venezuelano. “Agora falta descobrir como esse material foi parar no mar”, diz a TV Globo.
Adema/Governo de Sergipe
Relatório da Petrobras aponta que o petróleo despejado no Nordeste é venezuelano. “Agora falta descobrir como esse material foi parar no mar”, diz a TV Globo.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, recuou 0,04% em setembro, segundo divulgou nesta quarta-feira (9) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Trata-se do menor resultado para um mês de setembro desde 1998, quando o IPCA ficou em -0,22%, e da primeira deflação desde novembro do ano passado (-0,21%). Em setembro de 2018, a taxa foi de 0,48%.
Com o resultado, o índice acumula alta de 2,49% em 9 meses. Em 12 meses, o IPCA desacelerou para 2,89%, ante os 3,43% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores, ficando ainda mais abaixo da meta de 4,25% definida pelo governo para o ano, o que reforça as apostas de novos cortes na taxa básica de juros, atualmente em 5,5% ao ano, mínima histórica.
Alimentos puxam queda em setembro
“Três dos nove grupos pesquisados apresentaram deflação de agosto para setembro, com destaque para Alimentação e bebidas (-0,43%), grupo responsável pela maior contribuição negativa no IPCA de setembro, com -0,11 ponto percentual (p.p.). A maior queda veio de Artigos de residência (-0,76%), que contribuiu com -0,03 p.p. no índice do mês. No lado das altas, o destaque ficou com Saúde e cuidados pessoais, maior variação (0,58%) e maior impacto positivo (0,07 p.p.) no índice do mês. Os demais grupos ficaram entre a queda de 0,01% em Comunicação e a alta de 0,27% em Vestuário”, informou o IBGE.
Perspectivas e meta de inflação
A meta central de inflação deste ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerância varia de 2,75% a 5,75%. A meta é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic), que foi reduzida na semana passada de 6% para 5,5% ao ano – a menor da série histórica do BC, que começou em 1986.
Na ata da sua última reunião divulgada nesta terça-feira, o Comitê de Política Monetária (Copom) projetou inflação abaixo da meta para 2019 e 2020 e indicou novo corte nos juros básicos da economia.
Os analistas das instituições financeiras continuam projetando para o ano uma inflação abaixo do centro da meta central do governo, com uma taxa de 3,42% em 2019, segundo dados do boletim Focus do Banco Central. Para 2020, o mercado financeiro manteve a estimativa de inflação em 3,78%. No próximo ano, a meta central de inflação é de 4% e terá sido oficialmente cumprida se o IPCA oscilar entre 2,5% e 5,5%.
G1
E ISSO PAULO E NASTO TAMOS SENDO ENGANADOS NÃO EXISTE DEFLAÇÃO E PARA ENGANAR ELES NÃO DIZEM A VERDADE O CAMBADA DE FDP!!!!!!! EU JA TOU DE SACO CHEIO DESSA MERDA TO MUITO PUTOOOOOOO!!!!!! IRADOOOOOOOOOO!!!!!!
Eu gostaria de saber quais os tipos de alimentos que baixaram de prêço
porque o meu dinheiro não dar para comprar as mesmas mercadorias todo mês, sem contar água,luz e combústivel
Isso é uma MENTIRA GRANDE. Onde a inflação baixou? Tudo aumenta todo dia e vem com essa conversa de baixa de inflação. Já basta de enganar o povo.
Sempre leve em conta que você mora em um dos estados mais pobres do Brasil, e de economia mais estatizada também, alguns números da média nacional vão parecer mesmo estranhos.
Nasto, onde você mora mesmo?
Terminal de pagamento com cartão foi instalado em um suporte com adornos em mármore na Catedral de São João Batista, em Turim Foto: Don Carlo Franco / Divulgação
Desde o início de agosto, os fiéis da Catedral de São João Batista, em Turim, mais conhecida como o Duomo, têm a opção de acender uma vela, doar ou mandar rezar uma missa em homenagem a alguém com o auxílio de “débito ou crédito”.
A igreja sob o comando do padre italiano Don Carlo Franco instalou dois terminais para pagamento com cartão. “Facilita a vida dos fiéis, principalmente os turistas que passam por aqui e estão acostumadas a esse tipo pagamento”, explica o religioso em entrevista à ÉPOCA. “Nos últimos 2 anos, a cidade se tornou um pólo turístico e esse tipo de serviço é quase que obrigatório.
Catedral de São João Batista, em Turim, instalou terminal de pagamento para cartão Foto: Don Carlo Franco / Divulgação
O valor da oferta – que vai diretamente para a conta da paróquia – é determinado pelo próprio fiel que após a escolha, passa o cartão e digita o código. “Além de seguro é também uma forma de limitar consideravelmente os furtos”, acrescenta o padre “Até agora já coletamos quase 300 euros. Uma média diária de 5 euros graças principalmente aos turistas. É com certeza uma decisão que está se mostrando acertada”.
Dom Carlo avisa, porém, que as doações em dinheiro ainda são bem-vindas.
Época
Igrejas deixaram de ser amadoras, agora são profissionais, fabricas de fazer dinheiro.
Nesse ponto estamos adiantando, aqui ja faz tempo…….. Kkkkkkkkk
Templo é dinheiro
O The Noite dessa segunda-feira (7), recebeu o baixista Júnior Bass Groovador, que vem ganhando fama após ter tocado no Rock In Rio 2019. O cantor foi convidado a tocar no festival após ter seu vídeo viralizado na internet e repostado pelo músico Jack Black da banda Tenacious D no Instagram.
Desde então o músico vem conquistando fãs e arrancando sorrisos pelo Brasil. “Minha missão é trazer alegria, não me considero um professor de música, sou um músico que faz a galera sorrir” conta Junior.
Além de tocar ao lado da banda Tenacious D, do ator e músico Jack Black, o baixista, que também trabalha como segurança vigilante, comenta sobre suas inspirações musicais e como despertou o interesse pela música “Começei a escutar rock desde pequeno, quando conheci o baixo, me apaixonei, comprei um e não parei mais desde então”.
SBT
Genial, maravilhoso, parabéns cara, Deus capacita os escolhidos.
Orgulho do Rio Grande do Norte e agora do Brasil.
Representaste muito bem a tua categoria que é ser vigilante e tão pouca valorizada.
Que pena ele ter começado a entrevista falando que é apaixonado pelo Palmeiras/SP, poderia ter dito isso citando um time do RN, por esse motivo, preferi não compartilhar esse vídeo no WhatsApp.
"Prefiro sofrer com uma camisa que representa meu povo, a idolatrar algo que pertence aos outros"
Orgulho de ser potiguar e de torcer somente pelo ABC.
Deixa o cara, ele torce para quem quer, a entrevista ele frisa muito o RN e fala também que tem orgulho de ser VIGILANTE, pois como todos sabem é bem díficil a vida de musico no BR.
Outra engraçada é quando ele fala que começou a receber uma enxurada de telefonemas ( DE OPORTUNISTAS) só porque ia tocar no ROCK IN RIO com TENACIOUS D e do nada todos conheciam o trabalho e etc.
Mas apesar de tudo, muito sucesso, o cara é uma figura e merece muito mais do que já colheu.
Graças a uma parceria realizada com a Associação Norteriograndense de Criadores (Anorc), a TV Bandeirantes Natal irá transmitir ao vivo os principais destaques e atrações da 57ª Exposição de Animais, Máquinas e Equipamentos Agrícolas do Rio Grande do Norte (Festa do Boi 2019), será realizada entre os dias 12 e 19 de outubro no Parque Aristófanes Fernandes, em Parnamirim. A informação foi confirmada na tarde desta terça-feira, dia 7, pelo diretor geral da BAND Natal, executivo Carlo Bastos, que anunciou ainda que a emissora também está montado na “Festa do Boi” um estúdio móvel de onde irá transmitir os seus programas locais.
Segundo Basto, a parceria entre a BAND e a Anorc foi firmada pelo segundo ano consecutivo e permitira que expressiva parcela da população do Rio Grande do Norte possa acompanhar da sala de casa os atrativos de uma dos maiores eventos agropecuário do País, inclusive no estado de Sergipe.
“Este ano vamos dar uma aumentada no que já fizemos no ano passado, por se tratar de uma parceria vitoriosa com a Anorc, e time que está ganhando não se mexe, e sim se amplia a parceria. No nosso estúdio montado na Festa do Boi faremos ao vivo nossos programas, como Band Mulher, Brasil Urgente, Band Cidade, RN Acontece, Donos da Bola, entre outros. Tudo isso, além de reportagens, matérias e links ao vivo, durante todo o evento”, explica Bastos.
FOCO EM EVENTOS
Carlo Bastos detalhou ainda que a BAND Natal tem investido fortemente na divulgação, promoção e realização de eventos variados, assegurando a cobertura televisiva para que eles obtenham o máximo de repercussão junto a sociedade.
“Até o final do ano, além do Carnatal, nos temos 11 projetos de eventos variados. Iniciamos em outubro e vamos até o carnaval 2020. Essa semana, por exemplo, vamos fazer o Dia das Crianças em parceria com a Prefeitura e entidades privadas de Macaíba, com a participação de cinco mil crianças”, explica.
Carlo Bastos revelou ainda que a Band Natal, através do programa local “Nossa Terra”, apresentado pelo jornalista Edivan Martins, gravou em Mossoró o evento “Auto da Liberdade”, que será exibido no próximo sábado, dia 12.
FONTE: Assessoria de imprensa da BAND Natal
Mesmo tendo corrigido a falha de segurança do sistema e bloqueado o acesso à vulnerabilidade do banco de dados de DETRANs de todo o país, a equipe de informática do órgão no Rio Grande do Norte já trabalha na apuração minuciosa do problema.
Nesta quarta-feira, de acordo com o secretário Coronel Francisco Canindé de Araújo Silva, um procedimento administrativo será aberto pela Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social para investigar os danos e extensão do vazamento dos dados pessoais de pelo menos 70 milhões de usuários, entre eles, pessoas públicas e famosas como Xuxa, Wesley Safadão e até o presidente da República Jair Bolsonaro.
A denúncia partiu de um pesquisador de segurança da informação, que explorou a falha por aproximadamente três meses e descobriu, por meio de testes com variados números de CPFs gerados aleatoriamente, a falha que dava acesso ao banco de dados completo dos Detrans de todo o Brasil – que têm seus sistemas integrados e unificados. Por se tratar de um banco de dados de base nacional, era possível obter dados de qualquer pessoa.
BLOG DO FM
O presidente Jair Bolsonaro atacou o PSL, partido pelo qual se elegeu, no ano passado, e indicou que poderá mudar de sigla. O motivo da insatisfação é a dificuldade da família Bolsonaro para controlar a legenda e seus diretórios regionais, que não aceitam a imposição dos nomes do grupo. Mesmo rachado, o partido terá na próxima campanha a maior fatia dos fundos públicos usados para financiar candidatos – estimada em R$ 400 milhões –, porque foi o mais votado na disputa de 2018, na esteira da eleição de Bolsonaro.
A saída do presidente, porém, já é dada como certa pela cúpula do PSL, que teme uma debandada. Dirigentes do partido ouvidos pelo Estado afirmam que o presidente pode levar até 15 dos 53 deputados federais, além de dois dos três senadores – Flávio Bolsonaro (RJ) e Soraya Thronicke (MS).
Embora ainda não tenha definido o seu destino, Bolsonaro avalia vários cenários políticos e deseja um partido que possa controlar, para impulsionar sua candidatura à reeleição, em 2022. A União Democrática Nacional (UDN) já pediu registro como partido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e quer que o presidente se filie à sigla.
“Estamos de braços abertos para a família Bolsonaro”, disse Marcus Alves de Souza, presidente da UDN. O Estado apurou que o dirigente da sigla em formação tem conversado com interlocutores do clã Bolsonaro.
O conflito do presidente com a cúpula do PSL ficou evidente nesta terça-feira, 8, após ele ser abordado, diante do Palácio da Alvorada, por um apoiador que disse ser pré-candidato da legenda no Recife. Bolsonaro pediu a ele para “esquecer” o PSL e afirmou que o deputado Luciano Bivar (PE), presidente do partido, “está queimado para caramba”.
O militante estava gravando um vídeo quando Bolsonaro fez o apelo que escancarou a queda de braço no PSL. “Oh, cara, não divulga isso não. O cara (Bivar) está queimado para caramba lá. Vai queimar o meu filme também. Esquece esse cara, esquece o partido”, afirmou o presidente.
A articulação de Bolsonaro ganha luz no momento em que partidos de centro se articulam em torno da possível candidatura do apresentador de TV Luciano Huck à Presidência.
Em fevereiro, o Estado revelou que o clã Bolsonaro negociava migrar para a UDN, sigla extinta após o golpe militar de 1964. Em abril, o advogado Marco Vicenzo, outro articulador da criação do partido, protocolou no TSE um pedido de refundação da legenda alegando a necessidade de reparar “injustiças históricas praticadas em desfavor” do partido. Se aceito, a legenda pode ser refundada sem o protocolo tradicional de criação de um partido, descartado por pessoas próximas ao clã Bolsonaro que consideram inviável. A legenda também mudaria de nome e passaria a ser chamada de “Conservadores”. Aliados da família dizem que outra opção é o Patriota, partido que chegou a negociar com Bolsonaro antes das eleições.
Bolsonaro exige comando da sigla
Por telefone, Bolsonaro exigiu de Bivar, na segunda, 7, o comando do PSL. Disse que, caso a situação continuasse como está, deixaria o partido. Bivar recusou o ultimato. O deputado controla o PSL desde 1994, quando a sigla ainda era nanica.
Nos bastidores, Bivar acusa o deputado Eduardo Bolsonaro (SP), filho “03” do presidente, de tentar “dar um golpe” para destituí-lo. Chegou a dizer até mesmo que Eduardo incentivou a confecção de uma lista para antecipar a eleição interna no partido.
O grupo político ligado a Bivar divulgou nesta terça um manifesto exaltando a importância do partido nas eleições de 2018. Defendeu, ainda, a redistribuição de postos de comando da legenda nos municípios.
Na prática, a medida pode desfazer arranjos impostos no Rio pelo senador Flávio Bolsonaro, filho primogênito do presidente, e, em São Paulo, por Eduardo. Em São Paulo, dirigentes regionais foram à Justiça para reverter atos de Eduardo. No Rio, Flávio teve de recuar da decisão de expulsar filiados com cargos no governo de Wilson Witzel (PSC) – que tem criticado o governo federal.
No documento divulgado nesta terça, aliados de Bivar afirmaram que ele atendeu a todos os pedidos de Bolsonaro em 2018. Lembraram que o deputado chegou a se afastar da presidência do partido – na época, quem assumiu o comando do PSL foi Gustavo Bebianno, a pedido de Bolsonaro. Bebianno foi empossado ministro da Secretaria-Geral da Presidência, mas caiu após atrito com Carlos Bolsonaro, o filho “02” do presidente.
“Se Bivar não tivesse aberto as portas, o presidente fatalmente não teria tido legenda para concorrer em 2018”, afirmou o deputado Júnior Bozzella (SP), signatário do manifesto em favor de Bivar. Os apoiadores do deputado organizaram um jantar em desagravo a ele ontem, em Brasília.
Bivar tirou das mãos da deputada Bia Kicis (DF), aliada do presidente, o comando da legenda no Distrito Federal, e prepara o rompimento do contrato da advogado eleitoral Karina Kufa, que cuidou da campanha de Bolsonaro e é diretamente ligada a Eduardo.
A possibilidade de uma debanda do PSL está no radar de Bivar desde de agosto, quando a presidente do Podemos, a deputada federal Renata Abreu (SP), tentou aprovar uma emenda para permitir um novo período de janela partidária. Com isso, autorizava parlamentares a trocar de legenda sem punições. Na ocasião, Bivar convocou outros dirigentes de partidos, entre eles Paulinho da Força (Solidariedade) e Marcos Pereira (Republicanos), para discutir a proposta. Mas articulou a derrubada do projeto, evitando a possibilidade da desfiliação em massa.
Líder do PSL no Senado, Major Olimpio (PSL-SP) disse não ver Bolsonaro saindo do partido. “Eu realmente estou perplexo com a manifestação do presidente”, afirmou ele. “É como alguém morar sozinho e fugir de casa. O PSL é o único partido 110% fiel ao presidente, em todas as votações.” /
RENATO ONOFRE, CAMILA TURTELLI, MARIANA HAUBERT, PEDRO VENCESLAU e PAULA REVERBEL / ESTADÃO CONTEÚDO
"..Mesmo rachado, o partido terá na próxima campanha a maior fatia dos fundos públicos usados para financiar candidatos – estimada em R$ 400 milhões…".
Está escancarado aí o grande motivo de tanta luta do governo e dos políticos em geral no sentido de extrair todos os direitos possíveis e imagináveis do trabalhador brasileiro, sob o pretexto de "economia" : O apetitoso e famigerado fundo partidário.
A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) fez um alerta para as perdas para o Rio Grande do Norte, nesta terça-feira (08), com a aprovação do Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN 18/2019), que abre cerca de R$ 3 bilhões em créditos suplementares para algumas áreas, como a da defesa, retirando mais de R$ 1 bilhão do orçamento da educação. “É importante dizer a população que quem votou a favor do PLN votou a favor da retirada de verbas para a universidade pública e para os institutos federais”, destacou Zenaide Maia.
A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), por exemplo, sofre impacto negativo de R$ 8,76 milhões e o Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) perde R$ 2,47 milhões. O prejuízo para a educação do Estado chega a R$ 12,5 milhões.
Na área de segurança pública, serão cancelados R$ 3,25 milhões que financiariam a aquisição de equipamentos e material para informatização e aperfeiçoamento da investigação criminal da Polícia Civil do Rio Grande do Norte. Ações de desenvolvimento urbano na capital, Natal, perdem R$ 2,05 milhões. Somados todos os cancelamentos, são R$ 47,7 milhões a menos para o Estado. “Eu não poderia ser favorável a cortes que prejudicam tanto, especialmente, a área de Educação e o Rio Grande do Norte”, declarou Zenaide Maia.
A proposta foi aprovada na Câmara, mas faltou a decisão do Senado, pois faltou quórum.

Parece perto do fim o casamento de conveniência entre Jair Bolsonaro e o PSL. Ontem o presidente torpedeou o dono do partido, Luciano Bivar, a quem chamou de “queimado”. Por trás das escaramuças, trava-se uma disputa pelo controle de R$ 737 milhões.
Este é o valor que a legenda deverá receber dos cofres públicos até 2022, segundo cálculos de Bruno Carazza, autor do livro “Dinheiro, Eleições e Poder”. A conta ainda pode engordar caso os parlamentares aprovem o sonhado aumento no fundo eleitoral.

Até o ano passado, o PSL passava despercebido na sopa de letrinhas da política brasileira. Vivia de migalhas do fundo partidário e do comércio de segundos na propaganda obrigatória. Com a eleição de Bolsonaro, a pequena sigla virou um grande negócio. Passou a receber mais dinheiro público que PT e PSDB.
O cartório milionário está nas mãos de Bivar, um dublê de empresário e cartola de futebol. Em 2006, ele concorreu ao Planalto e terminou em último lugar, atrás do folclórico Eymael. Doze anos depois, tirou a sorte grande ao alugar a legenda para Bolsonaro.
Na garupa do capitão, elegeu 52 deputados e quatro senadores, quase todos novatos. Foi um crescimento exponencial. Na eleição anterior, o PSL havia conquistado uma única cadeira na Câmara.
O presidente nunca se notabilizou pela fidelidade partidária. Começou no extinto PDC e perambulou por outras oito siglas, incluindo o PTB de Roberto Jefferson e diferentes encarnações do PP de Paulo Maluf. Em 2018, flertou com o Patriota do Cabo Daciolo antes de trocar alianças com Bivar.
Ao anunciar a filiação, Bolsonaro deixou claro que fazia um acordo de interesses. “Dificilmente ele sobreviveria à cláusula de barreira, e eu, sem partido, não seria candidato. Então estamos fazendo um casamento”, explicou.
Como acontece em muitas famílias, o aumento do patrimônio precipitou o desgaste da relação. Bolsonaro valorizou a casa, mas não conseguiu tomar a chave do cofre. Agora ele tentará negociar a partilha de bens antes de decidir se assina o divórcio.
BERNARDO MELO FRANCO – O GLOBO
"Por trás das escaramuças, trava-se uma disputa pelo controle de R$ 737 milhões". E haja "economia" no lombo do trabalhador brasileiro, sob os aplausos dos incautos e inocentes úteis, à esquerda, direita e centro .
“QUANDO É QUE O MORRO IRÁ DESCER?”…
O morro desce todos os dias.
Prepara o pão da cidade; limpa as ruas da cidade; faz o almoço da cidade; cuida das crianças da cidade; deixa janta pronta; atende até o último pedido do povo bacana da cidade e sobe o morro para enterrar seus filhos…
Todo SANTO DIA…
Não esqueça dos 12 milhões de desempregados !!!
Mulher do ex-prefeito de Natal e atual presidente do diretório estadual do PDT, Carlos Eduardo Alves, a administradora de empresas e psicóloga Andrea Ramalho Pereira Alves transferiu o domicílio eleitoral para o município de Parnamirim, na sexta-feira (4), dois dias antes de expirar o prazo previsto na legislação eleitoral para quem almeja disputar as eleições de vereador e prefeito de 2020.
De acordo com a lei eleitoral, o eleitor que desejar disputar um cargo majoritário ou proporcional tem de ter domicilio eleitoral um ano antes do pleito, 6 de outubro.
Atual secretária de Política para Mulheres na administração do prefeito de Natal, Álvaro Dias, ela não quer, por enquanto, falar sobre o assunto.
Mas a assessoria de imprensa do PDT pronunciou-se, afirmando que houve especulações a respeito, o que é natural. Andrea Ramalho continua filiada ao partido, habilitando-se a disputar uma cadeira de vereadora ou à sucessão do prefeito Rosana Taveira (PRB), por exemplo.
TRIBUNA DO NORTE
O prazo para registro de domicílio e filiação é de 6 meses. Art. 9, Lei n 9504/97
A Câmara dos Deputados e Senado articularam nesta terça-feira um projeto de lei para definir os critérios de distribuição com Estados e municípios de parcela dos R$ 106,5 bilhões previstos de arrecadação com o megaleilão do petróleo, marcado para 6 de novembro. O acordo em negociação prejudica os estados do Norte e Nordeste em relação à proposta original, porque garante que dos 15% destes recursos que seriam distribuídos para os Estados, 10% teriam como critério o Fundo de Participação e 5% a Lei Kandir, que é mais favorável às regiões Sul e Sudeste.
A ideia é que, se houver acordo, o novo texto seja votado até na próxima terça-feira, 15, por deputados e senadores, com maioria simples. O impasse em torno do assunto ameaça a reforma da Previdência no Senado.
O assunto foi discutido em reunião de líderes do Senado na tarde de ontem em conversas do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), com governadores ao longo do dia.
A proposta é, depois do pagamento à Petrobras, distribuir 15% dos recursos (R$ 10,95 bilhões) para os municípios seguindo o critério do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que beneficia principalmente as cidades mais pobres.
Para os Estados também serão direcionados 15% (R$ 10,95 bilhões), mas seguindo duas regras diferentes: dois terços pelo Fundo de Participação dos Estados (FPE) e um terço pela lei Kandir e Fundo de Exportação (FEX), como antecipou o Estado no domingo. Segundo o senador, estava ainda em discussão como esses recursos poderão ser usados pelos governadores.
Na prática, essa divisão diminuiria os recursos destinados para Norte e Nordeste e aumentaria os valores para Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O critério de divisão de 10% por FPE e 5% por Lei Kandir foi defendido pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), em reunião de governadores mais cedo.
Parlamentares e governadores do Nordeste afirmam que o critério proposto ainda não é consenso e demonstram resistência. O restante dos recursos ficará com a União (R$ 48,9 bilhões) e com o Rio de Janeiro (R$ 2,19 bilhões). O pagamento à Petrobras pelos investimentos já feitos ficou acertado em R$ 33,6 bilhões.
O que é a cessão onerosa?
A chamada cessão onerosa foi um acordo entre a União e a Petrobras para a exploração de campos de petróleo do pré-sal sem licitação, feito em 2010.
O acordo previa a extração de até 5 bilhões de barris pela estatal. Como a quantidade potencial dos poços se mostrou maior, o governo precisará fazer um leilão sobre as áreas excedentes.
Estimativas preveem que a área possa ter de 6 a 15 bilhões de barris de petróleo. Com isso, o megaleilão, marcado para novembro, pode render R$ 106,5 bilhões aos cofres públicos.
Na última semana, a Câmara dos Deputados aprovou parte da PEC da Cessão Onerosa, que permite que o governo ressarça a Petrobras, para além do que autorizaria o teto de gastos. O Tribunal de Contas da União (TCU) considerava esse ponto como um empecilho para o leilão.
No entanto, o Congresso ainda precisa definir como será a divisão dos mais de R$ 100 bilhões a serem arrecadados, que será definida na segunda parte da PEC.
De acordo com o texto aprovado pelo Senado e em análise na Câmara, a divisão será assim: R$ 10,95 bilhões (15%) serão repassados aos estados, seguindo os critérios do Fundo de Participação dos Estados (FPE); outros R$ 10,95 bilhões (15%) serão distribuídos para os municípios, de acordo com os critérios do Fundo de Participação dos Municípios (FPM); R$ 2,19 bilhões (3%) ficarão com Rio de Janeiro e R$ 48,9 bilhões, com a União.A ideia é votar na Câmara amanhã (9), votar no Senado na terça-feira (15) e o presidente Jair Bolsonaro promulgar no final da próxima semana — informou o líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).
O presidente Jair Bolsonaro sinalizou nesta terça-feira (8) que não deve assinar diploma que será concedido ao compositor, cantor e escritor Chico Buarque pelo Prêmio Camões, o principal troféu literário da língua portuguesa.
Na entrada do Palácio da Alvorada, o presidente foi questionado se firmaria o documento. Primeiro, ele respondeu que a sua decisão é um “segredo”. Depois, disse que tem até 2026 para assinar o diploma, cuja cerimônia de entrega está prevista para abril de 2020.
“É segredo. Chico Buarque?”, disse. “Eu tenho prazo? Até 31 de dezembro de 2026, eu assino”, respondeu, fazendo alusão à reeleição. Seu mandato termina em dezembro de 2022. .
O valor total do prêmio é de € 100 mil (em torno de R$ 447,3 mil), dividido entre os dois países. A parcela da condecoração que cabia ao governo brasileiro já foi depositada em junho. O diploma, no entanto, ainda não foi assinado por Bolsonaro.
O assunto tem rachado a cúpula do governo. Para integrantes do setor moderado, como o valor já foi liberado, a assinatura do diploma seria apenas uma iniciativa protocolar e, por isso, o presidente deveria seguir a tradição, evitando criar um constrangimento com o governo português.
Na avaliação de membros do núcleo ideológico, no entanto, ao não assinar o documento, o presidente faria um gesto político, posicionando-se contra o uso de recursos públicos em ações não prioritárias e demonstrando que seu mandato representa uma ruptura em relação aos governados anteriores.
No mês passado, o ex-secretário especial de Cultura Henrique Pires disse à Folha que correu o risco de ser demitido em maio quando Chico foi anunciado como vencedor, já que ele havia escolhido os dois representantes brasileiros do júri da premiação.
Segundo ele, Terra foi convencido na época de que não havia motivação política na escolha depois de conversar diretamente com o escritor Antônio Hohlfeldt, um dos jurados brasileiros da premiação. O outro brasileiro que participou do júri foi o escritor Antonio Cícero.
Chico é crítico de Bolsonaro e apoiou a campanha do petista Fernando Haddad na eleição presidencial do ano passado. Na semana passada, o musico visitou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba e defendeu a sua liberdade.
FOLHAPRE
sinceramente, eu não sei o que muita gente ver nesse chico Buarque, um maconheiro que se aproveitou de situações no país pra dizer que era um "cantor coitadinho perseguido " , fez fama em cima disso , não canta p*#€*a nenhuma, desafinado ao extremo, duvido que com essa voz dele , ele passasse da fase preliminar do the voice , do ídolos ou qualquer programa nesses estilos , horrível, mas isso é Brasil, enquanto isso existe um monte de talentos espalhados pelo país que não tem oportunidade.
É compositor
Procure o que significa no dicionário. Já você…
Se o Presidente estivesse realmente preocupado com o uso indiscriminado de verbas públicas, não autorizaria ninguém do seu Partido, ou pelo menos os seus seguidores mais próximos, a usar um centavo da excrescência apelidada de fundo partidário.
Como se vê, é muita hipocrisia e jogo de cena para os idiotas aplaudirem.
Kkkkkk bote pra rear Mito
Esse Chico Buarque é uma vergonha nacional. Ptralha cabra safado.
A cúpula do PSL não assiste inerte à movimentação de Jair Bolsonaro e de um grupo de deputados para se distanciar do partido. Ao contrário. A direção da sigla traça, há semanas, cenários para sobreviver sem o presidente entre seus quadros. Mais: quer sair maior do episódio, se o desfecho for mesmo o de uma debanda puxada pelo Planalto. Nesse caso, dirigentes da legenda, como Luciano Bivar (PSL-PE), não descartam a perspectiva de união com outras agremiações.
O incômodo de Bolsonaro com o PSL aumentou após a Folha revelar que, durante a apuração sobre o laranjal na seção mineira da sigla, a PF encontrou menções à campanha dele. “Nunca é registrado como ‘o partido do Bivar’. É sempre como ‘o partido de Bolsonaro’”, diz uma conselheira do presidente.
Quem acompanha o divórcio entre Bolsonaro e o PSL diz que há uma junta de advogados trabalhando num plano para não deixar na chuva parlamentares que queiram abandonar o partido ao lado dele. O ex-ministro do TSE Admar Gonzaga integra esse grupo.
O líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (PSL-GO), diz que os colegas correm risco. “Não tem janela partidária, novas eleições vão vir. Vão disputar sem dinheiro? Vão deixar o partido que tem o maior fundo eleitoral? Bolsonaro pode não precisar, mas e eles? Esse negócio de ideologia não vai durar quatro anos.”
Já o deputado Júnior Bozella (PSL-SP), que patrocinou um manifesto em defesa de Bivar, diz que Flavio e Eduardo Bolsonaro gerenciam os diretórios do Rio e de SP, respectivamente, sem ouvir os integrantes da bancada federal. Ele diz que o clã precisa reavaliar a ascensão da direita. “Todos nós fomos importantes nesse processo.”
PAINEL FOLHA
A retomada de cortes dos juros básicos da economia pelo Banco Central reacendeu a discussão sobre o ritmo de redução das taxas de empréstimos bancários.
Na contramão da Selic, que iniciou 2019 em 6,5% e, após duas reduções desde julho, chegou a 5,5%, a taxa dos financiamentos bancários subiu de 37,7% para 37,9% anuais no mesmo período.
Por trás dessa tarifa média, há dois movimentos distintos. Os juros cobrados de empresas caíram de 20,4% para 18,9%; enquanto as taxas pagas pelas pessoas físicas passaram de 51,3% para 52,1%
Dentro desses dois grupos, existem subcategorias com tendências também distintas. Para ficar em dois exemplos: o consumidor pagava, em média, 22,4% para comprar um veículo financiado no início do ano, atualmente, essa taxa é de 20,1%.
Mas, no caso do cartão de crédito parcelado, houve um aumento dos juros anuais de 163,1% para 177,3%. Os dados são do Banco Central e não incluem o crédito concedido em linhas subsidiadas.
Segundo Rubens Sardenberg, economista-chefe da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), a expansão lenta da economia aumenta a percepção de riscos dos bancos, freando uma queda mais acelerada dos juros. “O aumento da inadimplência, a queda lenta do desemprego e o baixo crescimento da renda criam alguma cautela do ponto de vista de quem está concedendo o crédito”, diz.
Mas ele ressalta que, nos últimos meses, quando a Selic voltou a ser reduzida, as taxas de algumas linhas —como cheque especial e crédito pessoal não consignado— caíram, proporcionalmente, mais do que a Selic, embora os juros do cartão de crédito tenham subido.
A persistência de uma grande diferença entre o nível dos juros básicos e dos financiamentos bancários alimenta questões que têm ganhado espaço no debate econômico.
Será que as instituições financeiras repassam seu menor custo de captação para os consumidores na mesma velocidade com que reagiam aos movimentos da Selic no passado? Ou fazem esse ajuste em ritmo mais lento, embolsando parte da diferença para manter sua alta rentabilidade?
A preocupação em investigar essas perguntas se torna mais premente à medida em que o país atinge juros básicos cada vez menores historicamente e a economia, a despeito disso, demora a reagir.
Cálculos feitos pelo economista Márcio Issao Nakane, da USP (Universidade de São Paulo), a pedido da Folha, indicam que os juros bancários estão respondendo, no mesmo ritmo de sempre, a mudanças nos fatores que mais o influenciam. Ou seja, segundo ele, que estuda o tema, o custo do endividamento reage à queda dos juros básicos conforme o esperado.
O problema, diz o pesquisador, é que, no Brasil, outros fatores têm peso significativo no chamado spread bancário, diferença entre o que os bancos pagam para captar recursos e o que cobram em seus financiamentos.
Um deles, a inadimplência, tem se movido em direção contrária aos juros básicos neste ano, principalmente no segmento de crédito aos consumidores. “Pesquisas recentes mostram que a inadimplência é um fator que precisamos olhar com atenção no Brasil. O que esse modelo captou está de acordo com esse diagnóstico”, diz Nakane.
Depois de registrar tendência de queda desde o fim de 2016, afatia inadimplente das carteiras de empréstimos às famílias subiu nos últimos meses, atingindo 4,88% do total em agosto deste ano, nível mais alto desde outubro de 2018.
O conceito de inadimplência se refere a parcelas vencidas há mais de 90 dias. O percentual de financiamentos com atrasos entre 15 e 90 dias também tem aumentado.
Os dados levantados por Nakane mostram como as taxas médias cobradas de clientes em operações de crédito acompanham, desde 2011, os movimentos dos juros de empréstimos entre os bancos —o chamado CDI—, da inadimplência e dos atrasos inferiores a 90 dias.
A partir de outubro de 2016, quando teve início o atual ciclo de queda da Selic, o modelo busca estimar o comportamento esperado dos juros bancários com base em sua reação passada a esses três fatores. No caso dos empréstimos aos consumidores, a taxa projetada para este ano (52,4%) é muito próxima aos juros cobrados, de fato, pelos bancos (52,1%).
Já o custo do financiamento atual das empresas (18,9%) está um pouco acima do projetado pelo economista (17,5%).
FOLHAPRESS
Só pode ser uma piada dos bancos não barrarem os juros por causa economia fraca.
E quando ela esteve aquecida, porque não baixaram? Por causa da lei da oferta e da procura?
Ora, ora, ora…
Aproximadamente 70 milhões de brasileiros tiveram os dados pessoais expostos no site do Detran; era possível encontrar dados sensíveis, inclusive do presidente Jair Bolsonaro e sua família
A venda de dados pessoais deixou de ser exclusividade no ambiente da Deep Web para ganhar a internet da superfície. Casos de vazamento de dados se tornaram corriqueiros e não apenas exclusividade de pequenas empresas, as quais não possuem estrutura suficiente para proteger os dados de seus clientes.
Com exclusividade, o Olhar Digital recebeu uma denúncia anônima sobre uma grave falha de segurança no sistema do Detran do estado do Rio Grande do Norte. A brecha expôs dados pessoais de aproximadamente 70 milhões de pessoas. Era possível obter, apenas com o número de CPF, outros dados pessoais como endereço residencial completo, telefone, operadora, dados da CNH (categoria, validade, emissão, restrição, registro), foto, RG, CPF, data de nascimento, sexo e idade.
A denúncia partiu de um pesquisador de segurança da informação, que explorou a falha por aproximadamente três meses e descobriu, por meio de testes com variados números de CPFs gerados aleatoriamente, a falha que dava acesso ao banco de dados completo dos Detrans de todo o Brasil – que têm seus sistemas integrados e unificados. Por se tratar de um banco de dados de base nacional, era possível obter dados de qualquer pessoa, inclusive de figuras públicas como o presidente Jair Bolsonaro e seus filhos, Wesley Safadão, Xuxa, Neymar, Eike Batista, entre outros.
O pesquisador, que contatou duas vezes o Departamento Nacional de Trânsito para notificar a falha, afirmou não ter obtido nenhum retorno do órgão. Na semana passada, ao tentar acessar o site novamente, descobriu que a página que retornava com os dados não mostrava mais informações da ficha cadastral, mas continuava ativa e, assim, passível de ser acessada e explorada por algum invasor.
Aparentemente, o Detran corrigiu a brecha do sistema, visto que as tentativas não retornam mais páginas com dados dos cadastrados. O Olhar Digital tentou, por diversas vezes, entrar em contato com o Detran-RN, mas até o momento da publicação desta matéria, não obteve resposta.
Olhar Digital

A agenda e a rotina do potiguar José Edilson Firmino Silva Júnior, mais conhecido como Júnior Bass Groovador, mudaram completamente nas últimas semanas, após o “baixista dançarino” dividir o palco do Rock in Rio 2019 com a banda Tenacious D, do ator Jack Black. Mas, entre um show e outro, ele aproveita a fama repentina para ajudar outras pessoas, em especial seus conterrâneos.
O músico anunciou que vai leiloar um dos dois contrabaixos usados no palco do rock e doar o valor arrecadado ao Hospital Infantil Varela Santiago – uma entidade filantrópica de Natal, que completa 102 anos no próximo dia 11 de outubro. O evento, segundo ele, está previsto para dezembro, mas ainda não há data definida.
“A ideia partiu da iniciativa de um amigo. A gente quer poder ajudar essa instituição e os pacientes. Quero contar com a presença de todos os norte-riograndenses. Vamos trabalhar, vencer e ajudar quem precisa”, comentou o artista em entrevista por telefone, ao G1, pouco antes de uma reunião de trabalho.
O instrumento fabricado por um luthier, e que tem preço estimado de R$ 6,2 mil, continua, até lá, sendo usado pelo músico durante suas apresentações. A agenda está cheia.
G1
Que noticia importante, Junior que???
PARABÉNS PELA INICIATIVA
TEMOS QUE VALORIZAR ARTISTAS DE NOSSA TERRA!!!
UM GRANDE TALENTO QUE FOI RECONHECIDO
Quer 1 real?
Você deveria ao menos respeitar o talento e a iniciativa do rapaz, que teve uma oportunidade de ser reconhecido pelo grande público e se prestou a realizar um ato solidário. Será essa sua piadinha fruto da inveja ou do despeito por conta do sucesso do músico?
Já perdi o meu lance…R$ 0,50
Troco por uma bandeja de ovos.
Até para contaminar o oceano e tentar empurrar a culpa para o Governo Brasileiro , pessoas inescrupulosas são capazes….incêndios criminosos, poluição do oceano, mas a grande mídia só sabe acusar o atual governo.
E agora com essa descoberta, de quem é a culpa mesmo.
CRIME internacional contra o Meio Ambiente… Maduro , esquerdopata safado !!!!!
O dinheiro que vai para Petrobras para limpar vai para Shell, Statoil, Chevron, Total, Galp, Petrorio,… ??? Não vai. Quer q os outros trabalhem de graça só pq vc não quer privatizar? Vai vc lá juntar o óleo de graça e deixa sua família aqui fazendo passeata para não privatizar.
Engraçado que foi a Petrobras prontificamente gastando um caminhão de dinheiro limpar a lambança dos outros, nem Shell nem Statoil nem Chevron, nem Total, nem Galp, nem Petrorio, ….
Depois o comerciante retardado de Natal vai lá pedir privatização da Petrobras, saída do RN, e reclama q "tá muito ruim".
Na Venezuela só existe uma empresa petrolífera, a PDVEZA, que inclusive, é estatal.