Cidades

Governo libera R$ 600 milhões para destravar PAC e Minha Casa, Minha Vida

O Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional (CCS) votou nesta segunda-feira (2) parecer pela aprovação do Projeto de Lei 79 de 2016, da Câmara dos Deputados, que altera a Lei Geral de Telecomunicações (Lei 9.472 de 1997). A proposta faz alterações complexas nas regras do setor, transformando as atuais concessões em autorizações e entregando às empresas concessionárias as redes oriundas do Sistema Telebrás atualmente explorada por elas, estabelecendo em contrapartida metas de investimento em banda larga.

Órgão auxiliar do Congresso, o CCS apresenta posições sobre matérias em tramitação como forma de subsídio aos parlamentares. Neste caso, venceu o parecer do conselheiro Miguel Matos, segundo o qual o projeto poderá representar uma “ingestão de recursos no ambiente de negócios das comunicações”.

O voto de Matos, um dos representantes da sociedade civil no conselho, também recomendou o encaminhamento da proposta ao Plenário da casa e votação dela o mais rapidamente possível. Desta forma, o conselheiro rejeitou a proposta de análise do PLC pela Comissão de Assuntos Econômicos, conforme defendiam outros conselheiros e alguns senadores que apresentaram requerimento neste sentido.

O conselheiro Fábio Andrade, executivo da operadora de telecomunicações Claro, defendeu mais discussão sobre a proposta. “Vamos estudar mais. O projeto é complexo, trata de dinheiro público, de valorações econômicas envolvendo grandes períodos”. O integrante do colegiado Davi Emerich foi na mesma linha e declarou que o debate no Senado foi precário, precisando ser aprofundado. As polêmicas em torno do PLC já haviam aparecido em audiências públicas sobre o tema no Senado.

Representantes do setor de rádio e TV concordaram com a aprovação do PLC argumentando que no caso dessas empresas o projeto teria um ponto positivo ao retirar da legislação a obrigação de pagamento da taxa para o Fundo de Universalização das Telecomunicações (FUST), que na prática não ocorre. “Radiodifusão foi colocada erroneamente como contribuinte [ao fundo]. Só queremos correção”, opinou.

Riscos

A representante dos jornalistas no conselho, Maria José Braga, apontou riscos no projeto. O primeiro é da entrega da infraestrutura hoje de posse do governo brasileiro a empresas sem que haja sequer conhecimento sobre seu valor real. “Já estão aplicados bilhões do povo brasileiro nessas redes. Não são coisas ultrapassadas, não é isso que o Tribunal de Contas da União aponta. Se são bens públicos, devem ser tratados como tal em qualquer situação”.

A jornalista acrescentou que a entrega do patrimônio público às empresas já responsáveis pela sua exploração mediante contratos de concessão não significa uma melhoria do mercado do setor, uma vez que não dá estímulo a novos agentes econômicos, mas reforça o poderio dos atuais. Por fim, Braga criticou a previsão pelo projeto da possibilidade das empresas que receberam o direito de uso de uma faixa de espectro de radiofrequências de venderem este direito de exploração a outras empresas. O espectro é o meio pelo qual transitam os sinais de emissoras de TV às antenas dos telespectadores ou de antenas aos celulares de usuários.

Mudanças na LGT

O PLC 79/2017 traz diversas mudanças na Lei Geral de Telecomunicações (LGT). Hoje, a legislação prevê que serviços considerados essenciais devem estar submetidos a determinadas obrigações, como universalização (chegar a todos), continuidade (não haver interrupção) e preços acessíveis. A essas exigências dá-se o nome de regime público, sistema que foi aplicado somente à telefonia fixa.

Em razão da privatização do Sistema Telebrás nos anos 1990, o regime público incluiu também a obrigação das concessionárias (empresas que pagaram pelo direito de explorar a redes por 25 anos) retornarem a infraestrutura ao governo no final do contrato, que passou a ser chamada de “bens reversíveis”.

Conforme o PLC, esses bens não voltariam para o Estado, mas seriam entregues às concessionárias (Telefônica, Oi e Embratel) em troca de metas de investimento em redes de banda larga. A proposta também permite que serviços essenciais não precisem mais ser prestados em regime público, possibilitando na prática que eles não sejam submetidos a obrigações de universalização e continuidade.

Além disso, a proposta abre possibilidade de que empresas com autorização para exploração de radiofrequências (faixas usadas em serviços como telefonia e banda larga móveis) possam comercializar este espaço. Atualmente, isso não é permitido.

Uma das polêmicas relacionadas ao projeto é o valor dos chamados bens reversíveis (a infraestrutura sob controle das operadoras sob a forma de concessão). Segundo informações das empresas repassadas à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o patrimônio chegaria a R$ 105 bilhões. No entanto, não houve auditoria nem da Anatel nem do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre esses ativos.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Quero saber o que tem haver a manchete com a reportagem, que fala sobre aprovação do Projeto de Lei do CCS…?????

  2. A realidade é outra , assina portarias mas o dinheiro não chega na ponta , só marketing, caixa só está financiando para clientes com renda acima de 4 mil reais , demissão e quebradeira no setor essa é a realidade hoje , uma dica ao blog se dê ao trabalho de ao menos ligar para caixa e confirme , se pegar 1 real de subsídio o cliente não assina o contrato

    1. Exato! Apenas marketing. O governo corta 2 bilhões na surdina e depois faz estardalhaço para anunciar liberação de 600 milhões. Mas nem os 600 milhões aparecem. Minha casa minha vida acabou. Não existe mais. E não é só minha casa minha vida. Todo financiamento habitacional no Brasil não existe mais.

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Política

Senado já tem mais de 300 emendas ao texto da reforma da Previdência

O relator da reforma da Previdência no Senado, Tasso Jereissati (PSDB-CE), apresenta na próxima quarta-feira (4) a complementação do parecer lido na semana passada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. Nesses dois dias, o senador deve se debruçar na análise de mais de 200 emendas – sugestões de alteração ao texto – que ainda estão sem parecer.

Até as 14h de hoje (2), 378 emendas haviam sido apresentadas. No entanto, mais da metade, 233, ainda dependem da análise de Tasso. O trabalho do relator pode aumentar muito ainda, já que emendas podem ser apresentadas até o final da discussão da matéria na comissão.

A presidente da CCJ, Simone Tebet (MDB-MS), está preparada para uma reunião longa do colegiado nesta quarta-feira. É que, além do complemento do voto de Tasso, no mesmo dia, serão lidos os chamados votos em separado à proposta. Colocado em votação só em caso de rejeição do parecer relator da matéria, o que nesse caso é improvável, o voto em separado é um voto alternativo e ocorre quando um parlamentar diverge do parecer dado pelo relator.

Apesar de, até o fechamento desta reportagem, nenhum voto em separado ter sido apresentado oficialmente, a senadora adiantou que haverá pelo menos um. “Vamos fixar um prazo para a leitura desses votos e, em seguida, abrimos para a discussão, encerramos a discussão e vamos para a votação”, adiantou Simone Tebet. Ela informou que as leituras e os debates, que vão começar às 10h, devem ser concluídos até as 17h.

Tramitação

Caso a conclusão da votação na CCJ ocorra na quarta-feira, como previsto, o texto segue para análise no plenário da Casa. Lá, a proposta é votada em dois turnos, com cinco sessões de discussão no primeiro e três no segundo. O prazo começa a ser contado a partir de quinta-feira (5), a primeira sessão de discussão.

No próximo dia 10, haverá sessão temática sobre a reforma da Previdência no plenário da Casa. O debate contará com a participação de especialistas e do ministro da Economia, Paulo Guedes. A expectativa é de que, até 10 de outubro, o segundo turno de votação esteja concluído. Se o texto for aprovado tal qual como veio da Câmara e tiver o apoio de no mínimo 49 dos 81 senadores em cada turno, segue para promulgação.

Mudanças

Como já adiantado por Tasso, o relatório sobre a proposta de emenda à Constituição (PEC) será o mesmo aprovado na Câmara dos Deputados, a não ser por dois pontos que foram excluídos do texto. Um deles colocava na Constituição o critério previsto em lei para recebimento do benefício de prestação continuada (BPC): renda per capita de ¼ do salário mínimo. O outro exclui a elevação dos pontos (soma de idade mínima e tempo de contribuição) necessários em regra de transição para aposentadorias de profissionais expostos a condições insalubres. As exclusões não implicam nova análise da PEC pelos deputados.

Já as mudanças que Tasso considerar mais relevantes serão incluídas em uma minuta de nova PEC para tramitar em paralelo ao texto principal. A medida divide opiniões entre os parlamentares. Muitos acreditam que a proposta paralela não avançará.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

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Economia

AGN investe R$ 647 mil em empreendimentos de seis cidades do RN

Numa programação intensa de quinta a domingo (29/08 a 1/09), a Agência de Fomento do Rio Grande do Norte percorreu seis cidades do estado para realizar a liberação de financiamentos do Microcrédito do Empreendedor a 220 empreendedores de diversos segmentos da economia. Ao todo, por meio do programa, foram investidos R$ 647 mil em recursos próprios da AGN.

Em apenas quatro dias, a diretora-presidente Márcia Maia e a equipe técnica da Agência passaram por São Gonçalo do Amarante, Patu, Mossoró, Tibau, Itajá e Lajes para assegurar a liberação de recursos que oferecem aos pequenos empresários a oportunidade de iniciar um negócio ou ampliar o empreendimento já em funcionamento.

Para a diretora-presidente, a iniciativa é de extrema importância para oferecer às pessoas uma oportunidade de realizarem o sonho de empreender, especialmente num momento de crise econômica. “Muitas pessoas se descobrem empreendedoras em momentos de crise. Habilidades que muitas vezes não eram utilizadas, passam a ser vistas como uma saída para ganhar o próprio dinheiro e construir um negócio”, afirma Márcia Maia.

Ainda segundo ela, há o efeito também na economia da região em que os recursos são injetados, já que a depender da natureza do negócio do cliente que contrata o financiamento junto à AGN, ele movimenta outras cadeias da economia na cidade ou na região e faz o recurso injetado girar.

“É um programa de extrema importância para as pessoas, porque não apenas garante a ocupação e, muitas vezes, a formalização dos negócios, mas também permitem que a economia da região seja impulsionada, inclusive gerando novas demandas e mesmo emprego. O Microcrédito do Empreendedor olha a economia com uma visão também social, humana”, conclui a diretora-presidente da AGN.

A governadora Fátima Bezerra enaltece o papel emancipador do programa que atende pessoas de todas as regiões, sem distinção. “É uma obrigação do Governo que governa para todos e todas, mas olhando principalmente para aqueles que mais precisam. O Microcrédito é um exemplo disso, que financia os pequenos empreendedores que estão principalmente nas áreas de comércio e serviços”, destacou Fátima.

Microcrédito do Empreendedor

O programa oferece para o microempreendedor formal e informal o bônus de adimplência nos juros. Ou seja, quem pagar as parcelas do financiamento no programa Microcrédito em dia não paga juros.

Até o fim de agosto de 2019, o Programa já beneficiou cerca de 3.500 microempreendedores a partir de um investimento de mais de R$ 10 milhões em todas as regiões do Estado. Uma iniciativa que estimula a economia e promove a geração de emprego e renda nas cidades potiguares.

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Esporte

Equipe de esporte da Rádio Cabugi começa a ser demitida por WhatsApp

A equipe esportiva da Rádio Cabugi começou a ser desfeita nesta segunda-feira (2) e por WhatsApp. A informação foi passada pelo radialista Ricardo Silva Oliveira, o Cadinho, que disse ter recebido o comunicado de que os profissionais do Departamento de Esporte não fazem parte do novo projeto da emissora.

O comunicado via WhatsApp, segundo o radialista, foi enviado supostamente pelo gerente da rádio Santos Neto. “Aguardamos a chamada para a recisão de contrato”, escreveu Ricardo.

A Cabugi está sob nova direção e negocia os direitos de transmissão com outro sistema, que não o Globo. As negociações com o grupo Band News não avançaram muito e o grupo pode até lançar um sistema próprio de comunicação. Há a possibilidade, inclusive, das negociações migrarem para a Rádio Tupi.

Opinião dos leitores

  1. Parabéns amigo pelo seu programa é muito divertido e também acho os comentários bastante pertinentes

  2. Deplorável a situação de uma emissora que faz parte da história e cultura potiguar. Não ter programação própria, e o ultimo setor o esportivo vinha sem nenhum projeto voltado para o esporte local.

  3. Caro Bruno: os pontos dos "is". A bem da verdade…

    1 – Como o próprio texto diz em seu bojo fui comunicado sim que os profissionais do dept de esportes não estavam nos planos da nova programação.

    2 – Não houve demissão por zap. Oficialmente ainda sou funcionário da Radio Cabugi Ltda. O "aguardamos chamada…" é uma dedução logica desse radialista e um comunicado pessoal sobre o esporte, já que muitos me indagavam e etc…

    Valeu!!! Abçs e Em Frente… Sempre!!!!

  4. É impressionante como a TV Cabugi tá horrível. Os programas são os repórteres dançando, tem agora um quadro horroroso do povo falando pela televisão. Um negócio bizarro.

    1. Não é a questão de pode ou não pode, e sim o respeito ao profissional que contribuiu com a empresa.

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Política

Governo estima abrir mão de R$ 331 bi em arrecadação em 2020 com renúncias tributárias

Em meio à tesourada geral no Orçamento dos ministérios em 2020, o governo federal estima que vai abrir mão de R$ 331,2 bilhões de arrecadação no ano que vem por conta de renúncias tributárias. O valor – equivalente a 4,35% do Produto Interno Bruto (PIB) – foi enviado nesta segunda-feira ao Congresso Nacional pela Receita Federal para compor o Orçamento do ano que vem. Por essa estimativa, as renúncias vão subir 8,09% em relação ao gasto tributário deste ano.

Pelos cálculos da Receita, as renúncias – chamadas no jargão do governo de gastos tributários – correspondem a 21,8% de tudo que a Receita projeta arrecadar no ano que vem com a cobrança de impostos e contribuições federais.

Essas renúncias são alvo agora da equipe econômica que pretende fazer uma “limpeza” na concessão dos incentivos tributários para abrir espaço no Orçamento e reduzir o déficit público.

O tamanho das renúncias também ganhou relevância no Congresso em meio ao debate sobre a crise fiscal que tem retirado recursos de áreas como educação, saúde, infraestrutura e outros investimentos.

Em 2019, as renúncias projetadas somam R$ 306,40 bilhões, representando 4,12% do PIB. Em 2020, o valor é maior, segundo a Receita, porque foi incluída pela primeira vez a perda de arrecadação com a isenção dada para Letras hipotecárias, certificados de recebíveis e letras de crédito do agronegócio e do setor imobiliário. Segundo a Receita, houve um impacto relevante no montante previsto para 2020 em relação à projeção feita para o ano anterior.

A maior parte das renúncias será concedida para as empresas e pessoas físicas que moram na região Sudeste, que abocanhará 50,83% de tudo que o governo deixou de arrecadar com as políticas de isenções e benefícios tributários. Os Estados do Sul ficam em segundo lugar, com 14,59% das renúncias.

Os dados da Receita apontam para uma concentração de 79,31% do valor dos gastos em cinco áreas. São elas: Comércio e Serviço (28,11%); Saúde (16,63%); Trabalho (14,11%); Indústria (10,39%); e Agricultura (10,07%). A Cofins e a Contribuição Previdenciária são os tributos que concentram a maior parte dos gastos tributários. As renúncias relativas à Cofins representam 21,74% do total e 0,95% do PIB; os da Contribuição Previdenciária, 20,86% do total e 0,91% do PIB, seguidos do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) (17,17%) e 0,75% do PIB.

O Simples Nacional é o gasto tributário de maior participação no valor total (25,13%), seguido do IRPF (10,48%), Entidades sem fins lucrativos, que são imunes e isentas, (9,22%), Agricultura e Agroindústria (8,84%) e Zona Franca de Manaus e Áreas de Livre Comércio (8,64%).

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Quer dizer que devemos sacrificar nossa aposentadoria pra esse empresários incompetentes e privilegiados fazerem farras com o dinheiro desse nosso sacrifício. Isso é um absurdo, amigos do rei receberem privilégios assim, aí onde está o caminho da propina que foi delatado por Palocci, e o Bolsonaro quer continuar com essas práticas… É pra manter isso que atacam o MP e a lava jato.

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Esporte

Felipão é demitido do Palmeiras

Felipão não é mais o técnico do Palmeiras. No início da noite desta segunda-feira, o clube se reuniu e optou pela demissão da atual comissão técnica, contratada em agosto do ano passado e que conquistou o Brasileirão de 2018.

Luiz Felipe Scolari não participou do encontro com os dirigentes e recebeu a notícia de Alexandre Mattos, em sua casa em São Paulo.

A pressão nos bastidores do clube aumentou após os resultados negativos recentes. Na terça-feira, o Verdão foi eliminado pelo Grêmio na Libertadores, enquanto o time palmeirense perdeu por 3 a 0 pelo Flamengo no último domingo, pelo Brasileirão.

A derrota no Rio de Janeiro fez o Palmeiras aumentar para sete rodadas a sequência de jogos sem vitória no torneio nacional. Líder antes da Copa América, os alviverdes caíram para a quinta colocação. Deixam também o Verdão os auxiliares Paulo Turra e Carlos Pracidelli.

Esta foi a terceira passagem de Felipão pelo Palmeiras. Ele conquistou a Copa do Brasil de 1998 e 2012, a Copa Mercosul de 1998, a Libertadores de 1999, o Torneio Rio-São Paulo de 2000 e o Brasileiro de 2018.

Globoesporte.com

Opinião dos leitores

  1. Mentalidade de clube brasileiro é assim mesmo, tudo que foi conquistado vai por água abaixo, apenas por uma fase ruim!! O momento seria ideal para um apoio da diretoria e talvez, até oportuno para novas contratações, mas ao invés disso, repetem o mesmo erro de sempre!!!
    E olha que nem torço pelo clube!

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Meio Ambiente

ESPECIAL: Entenda a guerra dos números sobre os focos de queimadas na Amazônia

Desde que a crise das queimadas na Amazônia ganhou a atenção internacional, uma série de declarações feitas por parte do governo Bolsonaro ou de seus apoiadores tem buscado minimizar o problema, apontando que houve valores mais altos de queimadas em outros momentos.

Entenda…

Preste atenção nas datas

Uma tabela foi apresentada pela deputada federal Joice Hasselmann (PSL/SP) com o número de focos de queimadas no Brasil inteiro entre 2001 e 2019 – compilados pelo Inpe –, na qual ela coloca os dados da gestão Bolsonaro em último lugar no ranking. Na tabela, ela apresenta o ano, a quantidade de focos, a média/mês e a posição de cada ano no ranking.

A tabela, porém, compara dados de anos inteiros com os primeiros oito meses (incompletos) da gestão Bolsonaro. Para apresentar a média mensal, todos os dados foram divididos por 12, mas isso não pode ser feito para 2019, já que ainda faltam quatro meses para o ano acabar. Com essa conta, o número fica muito menor do que a realidade. A tabela ainda dava números compilados até por volta de 20 de agosto – 76.350 focos. Ao final de agosto, de acordo com o Inpe, o ano já somava em 90.505 focos.

Compare os períodos corretos

Desse modo, a média de focos de incêndio para todo o País neste ano foi de 11.312 focos (90.505 dividido por 8). Não de 6.363, como apontou a deputada. Assim 2019 sobe para a 17ª posição. Olhando para os dados dos últimos anos entre 1º de janeiro e 31 de agosto, vemos que o Brasil como um todo está com o maior número de focos desde 2010, que foi um ano de seca severa e teve até o fim de agosto 137.701 focos em todo o País.

Não confunda Amazônia com Brasil

Comparar os focos de incêndio para todo o Brasil também tira o foco do real problema neste ano, que são as queimadas na Amazônia. De todos os incêndios registrados até agora (1º de setembro), 52% são no bioma. Então é preciso olhar para os dados do bioma especificamente.

E o que eles mostram? Vejamos o mês de agosto: o número de focos de incêndio na Amazônia foi quase o triplo do registrado no ano passado. Foram 30.901 focos de incêndio até sábado, 31, ante 10.421 em agosto do ano passado – alta de 196%. O total de focos também supera a média histórica para o mês, de 25.853, para o período entre 1998 e 2018. É ainda o mais alto desde agosto de 2010 – ano de seca histórica severa, que teve 45.018 focos.

Por que agosto é importante?

Porque é o início da temporada seca. Em geral, é a partir de julho que a região começa a queimar, a partir de ações que vão desde limpeza de pasto até a queima de floresta que foi derrubada, como parece ser o caso neste ano. Como a vegetação está mais seca, o fogo tende a se espalhar. Mas neste ano a umidade não está tão baixa a ponto de explicar a elevação das queimadas. A justificativa parece ser a alta do desmatamento.

Houve períodos com mais queima na Amazônia antes?

Sim. Na série histórica do Inpe, que considera queimadas entre 1998 e 2018, os anos de 2004 e 2005 chamam especial atenção, porque foram anos com altas taxas de desmatamento na Amazônia. Por causa disso, esses dois anos foram os que tiveram mais focos ao longo dos 12 meses, considerando somente a região. Agosto de 2005 foi o recorde para o mês, com 63.764 focos. Ainda comparando somente o mês de agosto, o segundo colocado foi 2007, com 46.385 focos.

Até então, o desmatamento estava praticamente sem controle no País. Foi em 2008 que entrou em vigor o principal programa de combate ao desmatamento da Amazônia (PPCDAm), que diminuiu as taxas de desmatamento. Comparar os dois períodos só olhando os números de queimadas deixa de levar em conta que o cenário começou a mudar a partir de 2008. O terceiro colocado em queimadas no mês de agosto foi 2010, ano de seca intensa. Desde então, a taxa para o mês não era tão alta. O dado deste ano chama a atenção justamente por isso: porque indica uma retomada da alta do desmatamento.

Além do Inpe, outros sistemas de monitoramento também observam alta nas queimadas na Amazônia?

Sim, a Nasa observou que neste ano o número de focos de calor é o mais alto desde 2010, assim como a Agência Espacial Europeia divulgou nota apontando que há quase quatro vezes mais fogo neste ano que no ano passado.

Mas os incêndios da África não são mais graves que os da Amazônia?

A savana africana de fato tem mais focos de incêndio que a Amazônia, mas lá eles ocorrem em área de agricultura e de savana, tipo de vegetação mais resistente ao fogo, como ocorre com o nosso Cerrado. A floresta tropical úmida é muito mais sensível aos incêndios e demora muito mais para se recuperar.

Houve aumento do desmatamento no Brasil?

O número oficial usado pelo governo para divulgar os dados de desmatamento anual da Amazônia – do sistema Prodes, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) ainda não foi divulgado (isso deve ocorrer até novembro), mas números obtidos com uma resolução um pouco menor indicam que sim. O sistema Deter, também do Inpe, que faz detecções rápidas com satélite para orientar a fiscalização em campo, observou um aumento de 49,62% no corte da floresta entre 1.º de agosto do ano passado e 31 de julho deste ano (período histórico de análise), em comparação com os 12 meses anteriores. Os alertas do Deter observaram a perda de 6,841 km² neste período, ante 4.572 km² no período anterior. Apesar de ter uma resolução menor, nos últimos anos a tendência vista pelo Deter é confirmada posteriormente pelo Prodes.

Estadão Conteúdo

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Economia

Dólar bate R$ 4,18 e renova máxima do ano

Foto: Agência Brasil

O dólar atingiu uma nova máxima em 2019. Nesta segunda-feira (2), a moeda americana fechou cotada a R$ 4,184, alta de 1%, maior patamar desde 13 de setembro de 2018, antes das eleições presidenciais.

Dentre os emergentes, o real foi a divida que mais se desvalorizou nesta sessão, marcada pela dificuldade de China e Estados Unidos chegarem a um acordo comercial e pelo pacote argentino que visa conter a desvalorização do peso.

No domingo (1º) passaram a valer as novas tarifas americanas, de 15%, sobre uma variedade de produtos chineses no domingo –incluindo calçados, relógios inteligentes e TVs de tela plana–, enquanto a China começou a cobrar novas tarifas sobre o petróleo americano.

Segundo a Bloomberg, a China pediu aos EUA para que as novas taxas fossem adiadas, sem sucesso. Por outro lado, americanos tentaram determinar parâmetros para as próximas negociações, também sem êxito.

Além disso, a China entrou com um processo contra os Estados Unidos junto à Organização Mundial do Comércio (OMC) por causa das tarifas americanas, informou o Ministério chinês do Comércio nesta segunda.

Os desacordos, e o fato que uma data para a visita da delegação chinesa à Washington ainda não foi definida, preocupam investidores que aumentam sua aversão a risco.

O temor do mercado quanto a uma nova escalada da guerra comercial faz emergentes se desvalorizarem, na busca por investimentos mais seguros, como o dólar.

No Brasil, se soma o efeito Argentina. No domingo (1º), o governo de Maurício Macri decretou limites no mercado de câmbio, para conter a disparada do dólar.

Segundo as novas regras, as pessoas físicas serão limitadas a comprar ou transferir para contas no exterior até US$ 10 mil por mês.

Os exportadores terão de retornar ao país as divisas que resultem de vendas no exterior em até cinco dias após receber ou em até seis meses após o embarque.

O governo também decidiu centralizar o câmbio, determinando que o acesso a dólares, metais e transferências ao exterior sejam feitos apenas com autorização prévia do banco central.

As medidas anunciadas neste domingo se somam à restrição, levantada na última sexta (30), de bancos remeterem resultados ao exterior, num primeiro sinal de que mais ações para o limitar o acesso a dólares seriam implementadas.

A medida surtiu efeito e a cotação do dólar cedeu 5,85% no país, a 56 pesos por dólar, menor patamar em uma semana.

A Bolsa argentina também se recuperou, com alta de 6,25%.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Agora não tem em quem o PSL, o Governo e seus apoiadores de usarem desculpas amarelas, ou colocar a culpa em A, B ou C. Nós avisamos que o coiso era um fiasco.

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Política

‘Alguém perderá a cabeça’, diz Bolsonaro sobre acusação de presidente da ABDI contra Carlos da Costa

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) ameaçou demitir, nesta segunda-feira (2), o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, e o presidente da ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial), Luiz Augusto de Souza Ferreira.

Referindo-se a acusações feitas por Ferreira contra Carlos da Costa na revista Veja, Bolsonaro disse que, no mínimo, um dos dois “vai perder a cabeça”.

A publicação trouxe uma entrevista em que Ferreira acusa o secretário de Produtividade de fazer “pedidos não republicanos”.

“Eu tomei conhecimento, estou louco para saber. Já entrei em contato com o Paulo Guedes [ministro da Economia] e quero saber que pedido é esse. Um dos dois, no mínimo, vai perder a cabeça”, disse Bolsonaro.

“Não pode ter uma acusação dessas. Vão dizer que ele ficou lá porque tem uma bomba debaixo do braço. Não é esse o meu governo. Já determinei para apurar e um dos dois, ou os dois, perderão a cabeça”, complementou o presidente.

Segundo a revista, Carlos da Costa decidiu demitir Ferreira, mas o presidente da ABDI não aceitou a determinação. Ferreira disse que só deixará o cargo após ordem nesse sentido de Bolsonaro.

Ele não especificou na entrevista que pedidos não republicamos lhe foram feitos pelo secretário de Produtividade, mas disse que se recusou a atendê-los.

“Não tenho a menor dúvida que o motivo da discussão da minha saída é o ódio do secretário Carlos da Costa porque não atendi aos pedidos não republicanos dele e os quais, inclusive, tenho provas para apresentar para o presidente”, disse Ferreira na entrevista.

Folhapress

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Diversos

[VÍDEO] Cantora espanhola morre após explosão de fogos de artifício em palco

A cantora e bailarina espanhola Joana Sainz Garcia morreu neste domingo (1) após ser atingida no palco por fogos de artifício. A artista de 30 anos se apresentava com o grupo Super Hollywood Orchestra durante o festival Las Berlanas, realizado próximo a Madri.

Segundo a BBC, um dispositivo pirotécnico explodiu próximo a cantora, que caiu no chão inconsciente. Algumas imagens publicadas nas redes sociais mostram o momento em que Joana é atingida pela explosão dos fogos de artifício.

Paramédicos chegaram a levar Joana ao hospital, mas a cantora não resistiu aos ferimentos.

Cerca de mil pessoas acompanhavam a apresentação em Las Berlanas. Um médico e uma enfermeira que estavam entre o público fizeram os primeiros socorros da cantora antes da chegada dos paramédicos.

O grupo Super Hollywood Orchestra, que conta com 15 membros entre cantores, músicos e bailarinos, fazia o encerramento do quarto dia do festival.

Os organizadores do evento lamentaram o incidente e publicaram um comunicado nas redes sociais lamentando a morte de Joana. “Enviamos nossas condolências aos familiares de Joana, assim como a todos os companheiros do grupo”.

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Cidades

Governo discute gestão de águas, segurança hídrica e lança plano de cursos no setor

Foto: Demis Roussos

A governadora Fátima Bezerra se reuniu com a coordenadoria do Fórum dos Comitês de Bacias Hidrográficas do Rio Grande do Norte na tarde desta segunda-feira, 2, para tratar da realização do 2º Encontro dos Comitês de Bacias do Estado. Os representantes entregaram à governadora o convite para a abertura oficial do evento, que está marcada para o dia 10 de setembro, no auditório da Reitoria da UFRN.

“Considero muito importante a realização do encontro para debater a gestão dos recursos hídricos no nosso estado e a atuação dos comitês e conselhos de bacias. Inclusive, o fortalecimento desses grupos e o diálogo sobre a gestão das águas está contemplado no nosso plano de governo. Os comitês tem um papel estratégico, é através deles que estabelecemos o contato com a sociedade em busca de soluções para as questões referentes a esse tema”, ressaltou a governadora.

Durante o encontro, que terá apoio do Governo por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) e do Instituto de Gestão de Águas (IGARN), serão debatidos temas como mudanças climáticas, desertificação, adutoras, segurança hídrica, abastecimento de água e desenvolvimento produtivo.

Os comitês de bacia fazem a gestão descentralizada e participativa dos recursos hídricos envolvendo usuários, entidades civis e poder público. A Semarh atua como secretaria executiva dos comitês, auxiliando na logística e na qualificação técnica e apoiando por meio do Programa Nacional de Fortalecimento dos Comitês de Bacias Hidrográficas (Procomitê).

Capacitação

Na ocasião, a governadora lançou o Plano de Capacitação do Sistema Integrado de Gestão de Recursos Hídricos do Estado, um projeto elaborado pela Secretaria de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) em conjunto com o Instituto de Gestão de Águas do RN (IGARN) com o apoio da Agência Nacional de Águas (ANA), que objetiva qualificar os servidores dos órgãos que atuam na gestão dos recursos hídricos para oferecer uma boa prestação de serviço público com mais agilidade e transparência.

O plano prevê a execução de 102 cursos e eventos que serão realizados até 2022 para formação e capacitação profissional dos servidores voltados à gestão dos recursos hídricos.

Participaram da reunião o procurador geral do Estado, Luiz Antônio Marinho; o secretário da Semarh, João Maria Cavalcanti, e o adjunto, Carlos Nobre; o diretor geral do IGARN, Francisco Caramuru Paiva; e representantes de todos os comitês de bacias do Rio Grande do Norte: Pitimbu, Ceará-Mirim e Apodi-Mossoró.

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Saúde

Servidores da saúde aprovam paralisações todas as sextas-feiras a partir do dia 20 de setembro

Em assembleia realizada na última quinta-feira, 29 de agosto, os servidores da saúde do Rio Grande do Norte aprovaram a realização de paralisações de 24h todas as sextas-feiras, a partir do dia 20 de setembro, Dia Nacional de Luta, até que a pauta de reivindicações da categoria seja atendida.

Com três folhas salarias em atraso, os servidores da saúde cobram o pagamento dos salários atrasados, do calendário de pagamento de 2019, reajuste salarial, concurso público, o direito a incorporação das gratificações na aposentadoria e melhorias nos hospitais regionais.

De acordo com Breno Abbott, diretor do Sindsaúde RN, os servidores estão cansados de tantas incertezas do Governo Estadual. “Trabalhamos e temos o direito de receber os nossos atrasados! As nossas gratificações foram descontadas e é dever do Estado incorpora-las nas aposentadorias! O Governo está querendo dar um calote no servidor público, mas nós não iremos permitir!”, afirmou.

Opinião dos leitores

  1. Pense num governo sem rumo, esse povo do PT só pensam neles mesmos, trabalhar que é bom ninguém quer?

  2. Façam um plano de cargo. Fale com seu sindicalista que ele sabe como fazer. Plano de cargo resolve o problema do funcionário, porém fode o Estado e o leva a falência. Pergunta a Fátima o resultado dessa estória de plano de cargo que ele te diz como é.

  3. É isso Flávio, sou aposentado do estado, da área da saúde, passei parte da minha vida em unidades de pronto socorro, atendendo muita gente necessitada, e provavelmente muitos imbecis, ou familiares desses #Lula na cadeia, é isso que ganhamos, sermos chamados de vários, quando o que temos, na verdade, é uma vadia que não nos respeita. Certamente esse rapazinho que se pronunciou é um porra louca, mimado, que nunca deu um prego em uma barra de sabao.

    1. Vadio??!!!Deus queira que vc ou um familiar NÃO se acidente,POIS são os VADIOS COMO VC DIZ QUE IRÃO ATENDER NAS DIVERSAS UNIDADES DE SAÚDE DO ESTADO COM TODO ZELO E ATENÇÃO.TRABALHAMOS DURO EM CONDIÇÕES ADVERSAS,MAS DANDO O MELHOR PARA A POPULAÇÃO. ESTAMOS COM 3 MESES DE SALÁRIOS ATRASADOS,COM DÍVIDAS SE ACUMULANDO. AINDA BEM QUE VC NÃO ESTÁ NESSA SITUAÇÃO. NÃO JULGUEIS POIS A MEDIDA QUE JULGARDES SERÁS JULGADO!

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Política

Governo e TCE firmam convênio para auditoria do Governo Cidadão

Foto: Demis Roussos

O Governo do Estado e o Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE-RN) renovaram na tarde desta segunda-feira (2) o termo de cooperação para auditoria do Governo Cidadão. A parceria visa melhorar os processos de execução das obras e projetos, agilizando a prestação de serviços e entrega de benefícios à população potiguar.

O termo tem vigência de 38 meses, seguindo o prazo do acordo de empréstimo entre o Governo e o Banco Mundial que é a fonte de financiamento do projeto.

O termo de cooperação renovado com as assinaturas da governadora Fátima Bezerra e do presidente do TCE-RN, conselheiro Poti Júnior, segue os moldes estabelecidos de forma pioneira no Brasil. A auditoria do acordo de empréstimo entre o Governo e o Banco Mundial foi a primeira realizada por órgão público, diminuindo os custos.

“O TCE desenvolve um trabalho muito importante, com rigor técnico, ao fiscalizar in loco e apontar soluções para uma das grandes preocupações nossas, que é acelerar a entrega da obras executadas pelo Governo Cidadão. Essa ação renova a disposição de mantermos o diálogo em prol do desenvolvimento do estado”, ressaltou a governadora.

Responsável por gerir o projeto Governo Cidadão, o secretário de Gestão de Projetos e Metas Fernando Mineiro destacou o papel da auditoria especial que é conduzida pelo TCE-RN. “A equipe do Tribunal é especializada e muito competente, contribuindo bastante para os ajustes de processos e correção de erros como já estamos fazendo no caso do Hospital da Mulher, em Mossoró”, disse Mineiro. O secretário ainda afirmou que o resultado da auditoria deverá ser tema de um encontro acadêmico.

Para o presidente do Tribunal de Contas, a renovação da parceria é mais um passo importante para o desenvolvimento do RN. “O TCE é um parceiro do projeto Governo Cidadão porque acredita que é uma obrigação ajudar nesse processo de desenvolvimento do estado e sabemos da seriedade com que o projeto é conduzido pela gestão”, completou o conselheiro Poti Júnior.

A reunião ainda contou com a presença dos secretários Aldemir Freire (Planejamento e Finanças), Virgínia Ferreira (Administração) e Jaime Calado (Desenvolvimento Econômico), a subsecretária do Gabinete Civil Laíssa Costa, a gerente executiva do Governo Cidadão Ana Guedes, além do inspetor de controle externo Márcio Roberto Loiola e o consultor jurídico Vinícius Araújo, ambos do TCE-RN.

Opinião dos leitores

  1. Toda foto de fatao, esse papagaio de pirata está de lado, minero, é o novo baba ovo da governanta.

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Trânsito

Novas regras para tirar CNH começam a valer; veja mudanças

O uso facultativo do simulador nas aulas de direção e a obrigatoriedade de apenas uma hora noturna de aula prática são mudanças que começam a ser implementadas em setembro no Brasil. Segundo texto publicado no DOU (Diário Oficial da União) em 17 de junho deste ano, as novas regras entram em vigor meados do mês, 90 dias após a publicação da decisão.

Simulador

A partir da mudança, os candidatos a condutores vão poder escolher se querem ou não utilizar o simulador durante as aulas. A nova regra determina que, ao optar pelo uso do equipamento, o aluno deve realizar aulas de, no máximo, 50 minutos, antes das aulas práticas em veículo.

Alguns dos temas que devem ser abordados durante o uso do simulador são ligar o motor e controle de faróis. No caso dos alunos que desejam tirar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) na categoria B, usada na direção de carros de passeio, é possível optar pela realização de até cinco horas/ aula em simulador, desde que disponível no CFC (Centro de Formação de Condutores).

O texto também determina que o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) implemente o “procedimento de acompanhamento do uso de simulador no país, a fim de avaliar sua eficácia no processo de formação do condutor”.

O advogado João Paulo Martinelli afirma que as mudanças nos simuladores não serão tão impactantes, já que considera que a prática na rua é a que traz a experiência necessária. “O simulador poderia ser um complemento, as aulas práticas que são o verdadeiro teste”, afirma.

Em junho, depois do anúncio do governo sobre as mudanças, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, disse que o equipamento não tem eficácia comprovada.

“O simulador não tem eficácia comprovada, ninguém conseguiu demonstrar que isso tem importância para formação do condutor. Nos países ao redor do mundo, ele não é obrigatório, em países com excelentes níveis de segurança no trânsito também não há essa obrigatoriedade. Então, não há prejuízo para a formação do condutor”, disse.

Aulas noturnas

Segundo a regra atual, os condutores precisam fazer pelo menos 25 horas/aula, sendo pelo menos duas noturnas. A partir de setembro, os brasileiros que vão tirar a CNH pela primeira vez para as categorias A (motos e triciclos) e B precisam fazer, no mínimo, 20 horas/aula, sendo pelo menos uma delas no período noturno.

Para a obtenção de ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotor), serão necessárias cinco horas/aula, das quais pelo menos uma deve ser noturna.

Já os condutores que querem adicionar uma categoria na CNH precisam fazer, no mínimo, 15 horas/aula, também sendo uma noturna.

Martinelli considera a redução das aulas noturnas preocupante. “Deveria aumentar o período mínimo noturno, porque a condução a noite é bem diferente [da diurna]”, afirma.

Educação no trânsito

Martinelli diz que a maior parte dos crimes envolvendo trânsito acontecem por falha humana. “É fundamental ter a educação de trânsito. Não só para quem vai tirar a habilitação, mas desde criança, porque o pedestre tem que ter esse cuidado também”, diz.

O especialista diz que “não adianta só naquele curto período que o candidato a condutor frequenta a escola. Ali é um ensino mais focado para conhecer as regras para ser aprovado no teste”, afirma.

Decisão do TRF4

O TRF4 (Tribunal Regional da 4ª Região) determinou no dia 26 de agosto deste ano, em decisão liminar, que o simulador de trânsito deve continuar como obrigatório para as autoescolas do Rio Grande do Sul.

A liminar atende a um recurso do SindiCFC-RS (Sindicato dos Centros de Formação de Condutores do Estado do Rio Grande do Sul) e vale apenas para os CFCs filiados.

R7

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Segurança

Com número de ocorrências elevadas em Natal e região, Corpo de Bombeiros orienta população sobre capturas de insetos

FOTO: CBMRN/ASSECOM/RN

O Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte (CBMRN) já atendeu de janeiro à agosto de 2019, mais de 860 ocorrências de capturas de insetos somente em Natal e região. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (2) pela Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análises Criminais (COINE) da Secretaria Estadual da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed).

De acordo com os dados, somente em agosto foram atendidas 144 ocorrências. “É comum o número alto diante do aumento da temperatura associado aos desmatamentos e à ocorrência de queimadas. Isto tudo influencia o deslocamento dos enxames e até no número de insetos nas colmeias”, disse o major João Eduardo.

Ainda segundo ele, é importante que a população chame sempre os bombeiros para evitar ataques. “Todo bombeiro recebe treinamento de salvamentos terrestres, incluindo a capacitação na captura de insetos; alguns treinamentos são específicos para a capacitação da técnica”, explica.

Cuidados

O CBMRN orienta à população para evitar movimentos bruscos e excessivos ao perceber a presença de enxames. É preciso fazer silêncio, porque as abelhas são atraídas por ruídos, principalmente os agudos. Examinar a área de trabalho antes de usar equipamentos motorizados ajuda na prevenção de acidentes com os insetos. Caso ocorra o ataque, a vítima tem de proteger o pescoço e o rosto das picadas. As pessoas alérgicas à picada devem evitar caminhadas em áreas de mata e procurar orientações médicas.

Opinião dos leitores

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Política

Após sucesso, prefeito Paulinho confirma edição 2020 da Agrofest São Gonçalo

Fotos: Ariel Dantas

Com acesso à linha de crédito, rodadas de negócios, capacitação, palestras com temas ligados à pecuária, exposição de animais e implementos agrícolas, concurso de leiteiro, corrida de jegue, feira de artesanato e atrações culturais, a primeira feira agropecuária de São Gonçalo do Amarante/RN, a Agrofest, realizada nos dias 29,30 e 31 de agosto, movimentou o setor agropecuário da região.

Realizado pela Prefeitura Municipal, o evento gerou aproximadamente 400 empregos diretos e indiretos. “Estamos felizes em realizar essa grande feira, que gerou oportunidade, renda e muito lazer ao nosso povo. Tratores, gados, piscinas, plantas, tudo foi vendido. Superou nossas expectativas. Próximo ano será ainda maior”, disse prefeito Paulo Emídio.

A feira, que teve apoio do Governo do Estado, Emparn, Anorc, Faern, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, AGN e Santander, foi encerrada com show de Giannini Alencar que atraiu multidão à zona rural.

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