Vinte e oito pessoas morreram nessa quarta-feira (17) em um acidente com um ônibus turístico em Santa Cruz, na Ilha da Madeira, em Portugal. O veículo saiu da estrada e tombou sobre uma casa.
De acordo com o prefeito de Santa Cruz, Filipe Souza, 11 homens e 17 mulheres morreram no acidente. Todas os 28 mortos são turistas de nacionalidade alemã que estavam no ônibus. O Ministério das Relações Exteriores da Alemanha já confirmou que há cidadãos do país entre os mortos. Mais 27 pessoas ficaram feridas.
De acordo com o Jornal de Notícias, o acidente ocorreu por volta das 18h30 (horário local, 14h30 em Brasília). O veículo, que transportava 56 pessoas, havia deixado um hotel na cidade de Caniço, no leste da Ilha da Madeira, com destino a Funchal, a capital da região autônoma portuguesa, quando se acidentou.
Ainda de acordo com o jornal, o motorista e o guia turístico, ambos de nacionalidade portuguesa, sobreviveram ao acidente. Os feridos foram levados para um hospital em Funchal.
O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, chegou a pensar em viajar até a ilha para acompanhar o resgate, mas mudou de ideia. Segundo ele, com o adiamento da viagem, a aeronave da Força Aérea que seria usada em seu deslocamento será disponibilizada para o transporte de feridos.
“Irei, mas não irei imediatamente, porque há essa prioridade”, disse o presidente.
O primeiro-ministro de Portugal, o socialista António Costa, falou com a chanceler alemã, Angela Merkel, para expressar seus pêsames pela morte dos compatriotas.
“Já tive oportunidade de transmitir meus pêsames à chanceler Angela Merkel nesta hora difícil”, escreveu Costa em sua conta do Twitter, onde também enviou apoio aos madeirenses por um dos piores acidentes da história do arquipélago.
Agência Brasil, com informações da Deutsche Welle (agência pública da Alemanha)
Brasil registra redução no número de mortes violentas no 1º bimestre — Foto: Rodrigo Sanches/G1
O Brasil teve uma queda de 25% no número de assassinatos nos dois primeiros meses deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. É o que mostra o índice nacional de homicídios criado pelo G1, com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal. Essa é a primeira parcial divulgada no ano.
De acordo com a ferramenta, houve 6.856 mortes violentas no primeiro bimestre de 2019. O dado só não comporta o Paraná. O governo do estado informa que os números de janeiro e fevereiro ainda estão sendo tabulados para posterior divulgação. Tirando o Paraná, houve 9.094 assassinatos no mesmo período de 2018. Ou seja, uma queda de 25%.
A queda é puxada principalmente pelos estados do Nordeste, que, juntos, registram a redução mais significativa do número de mortes (34%) – somente no Ceará o índice diminuiu 58%.
O levantamento faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
O levantamento revela que:
houve uma redução de 2.238 vítimas no período
quatro estados apresentaram uma redução superior a 30%
o Ceará teve a maior queda no país: 58%
apenas dois estados (Amazonas e Rondônia) tiveram aumento no número de mortes violentas
A ferramenta criada pelo G1 permite o acompanhamento dos dados de vítimas de crimes violentos mês a mês no país. Estão contabilizadas as vítimas de homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte. Juntos, estes casos compõem os chamados crimes violentos letais e intencionais.
Jornalistas do G1 espalhados pelo país solicitam os dados, via assessoria de imprensa e via Lei de Acesso à Informação, seguindo o padrão metodológico utilizado pelo fórum no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.
Em março, o governo federal anunciou a criação de um sistema similar. Os dados, no entanto, não estão atualizados como os da ferramenta do G1. O último mês disponível é dezembro de 2018.
Os dados coletados mês a mês pelo G1 não incluem as mortes em decorrência de intervenção policial. Isso porque há uma dificuldade maior em obter esses dados em tempo real e de forma sistemática com os governos estaduais. O balanço ainda será realizado dentro do Monitor da Violência, separadamente, como em 2018.
Tendência de queda
Nem todos os estados possuem os dados de março. Até agora, só 16 têm a estatística. Com a exceção do DF, todos registraram queda em comparação com o mesmo mês do ano passado. Foram 2.190 mortes violentas, ante 2.969 de 2018, se forem contabilizadas apenas essas unidades da federação – uma queda de 26%.
Levando em conta esses dados, a queda no trimestre continua sendo de 25% no Brasil.
Os números mostram um declínio dos assassinatos. Em 2018, a queda foi a maior em 11 anos se for levada em conta a série histórica do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Para Bruno Paes Manso, do Núcleo de Estudos da Violência da USP, apesar da tendência de queda, “os dados estão longe de apontarem para um quadro de redução ao longo do ano e apenas aumentam a responsabilidade dos novos governos estaduais e federal para a manutenção ou melhoria dos resultados”.
Samira Bueno e Renato Sérgio de Lima, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, dizem que o país está diante de um “bom enigma”. “É preciso identificar com precisão o que provocou esta inflexão para que políticas públicas possam ser mais bem efetivas. E isso só será possível com o investimento contínuo em monitoramento e avaliação de programas e ações.”
Causas da redução
Bruno Paes Manso diz que é preciso lembrar que 2017 foi um ano atípico, em que o Brasil atingiu o ápice de mortes.
“A crise nos presídios acabou se desdobrando do lado de fora, criando problemas em vários estados. E ela produziu um tipo de intervenção mais concentrada e urgente, no centro nevrálgico desses conflitos. Uma intervenção decorrente de dez anos de discussões de uma rede de instituições criminais e da sociedade civil. Ou seja, não era necessário tirar medidas da cartola. Esse debate vinha sendo feito há muito tempo. E essas medidas acabaram cessando de algum modo a febre, fazendo com que a temperatura voltasse gradualmente a um patamar mais baixo”, afirma Bruno Paes Manso.
Samira Bueno acredita que alguns fatores, como a criação do Ministério da Segurança Pública na gestão passada, ajudam a explicar essa queda. “Por mais que dinâmicas do crime organizado ajudem a explicar parte da redução, há outros fatores que precisam ser levados em conta. Pode existir, claro, uma relação com o Susp (Sistema Único de Segurança Pública), já que sua implementação ocorreu num contexto de muita mobilização dos estados, pressionados pelos índices de criminalidade e pelo período eleitoral”, diz.
“Também houve a aplicação de mais dinheiro federal, apesar da crise fiscal. Houve o descontingenciamento de R$ 2,8 bilhões do Funpen (Fundo Penitenciário Nacional) e uma mudança na lei pra que parte do recurso do fundo fosse utilizado em ações na área segurança. Foi criado também na gestão Temer o Ministério da Segurança Pública, que teve um papel muito importante nisso tudo. Ou seja, houve uma tentativa do governo federal de liderar o processo e coordená-lo minimamente”, diz Samira Bueno.
‘Regime de não conflito’ no Ceará
O Ceará teve a maior queda no número de mortes violentas do país: 58%. O estado, que teve 844 assassinatos no primeiro bimestre de 2018, registrou 355 nos primeiros dois meses deste ano. A redução é significativa. Em janeiro, o Ceará teve centenas de ataques coordenados por facções criminosas por conta de medidas anunciadas no governo para tornar a fiscalização nos presídios mais rígidas.
Para o pesquisador Luiz Fábio Paiva, do Laboratório de Violência da Universidade Federal do Ceará (UFC), o que houve no Ceará foi o estabelecimento de “um regime de não conflito” entre as facções criminosas.
“Os eventos de janeiro, quando Fortaleza ficou sob ataques de grupos armados, demonstram que esses grupos continuam existindo e atuando, e exercendo o domínio territorial nas periferias urbanas. O que nós estamos experimentando agora é a reacomodação das forças”, diz Luiz Fábio Paiva, da Universidade Federal do Ceará.
Por isso, Paiva não considera a situação como “uma pacificação, mas sim uma acomodação”.
“Quando o Ceará estava sob forte ataque, era observado que havia situações que demonstravam um certo nível de cooperação desses grupos, sobretudo permitindo que determinados membros de uma facção passassem pelo território do outro sem sofrer alguma ação violenta”, diz Paiva.
Ainda segundo o especialista, “dizer isso não é desqualificar os serviços de segurança pública, as forças policiais e o sistema de Justiça, mas reconhecer que eles não têm como serem os responsáveis por um processo que é muito maior”.
De acordo com o secretário da Segurança Pública do estado, André Costa, a redução do número de homicídios ocorre desde o ano passado devido a um “conjunto de ações” elaboradas em 2017. Entre as estratégias, segundo Costa, estão o combate à “mobilidade do crime”, evitando furto e roubo de veículos e recuperando automóveis roubados; investimento em ciência e tecnologia para estudar a atuação de criminosos; e ações da Secretaria da Administração Penitenciária, que dificultam a comunicação de presidiários que comandam facções criminosos e ordenam crimes de dentro das prisões.
“Os resultados vão acontecendo porque, à medida que o tempo passa, [com] as inovações que a gente trouxe, os policiais passam a confiar, acreditar, e leva tempo também para ter todo o aprendizado cultural de trabalhar com novas ferramentas”, afirma.
Embora os números deste ano sejam menores que os de 2018, ainda há casos de repercussão no estado. A vendedora Lidiane Gomes da Silva, de 22 anos, por exemplo, foi assassinada pelo ex-companheiro dentro de um shopping em Maracanaú. Antes do assassinato, ela relatou a um amigo, em conversa pelo WhatsApp, que sofria ameaças após a separação. O homem se matou após o crime.
Nordeste em queda
Assim como o Ceará, todos os outros estados do Nordeste registraram uma queda no período analisado. Rio Grande do Norte e Pernambuco também tiveram quedas expressivas, de 42% e de 33%, respectivamente.
Segundo o coronel Francisco Canindé de Araújo Silva, secretário de Segurança Pública e da Defesa Social do Rio Grande do Norte, uma maior integração entre os órgãos públicos é um dos fatores por trás da queda.
“A redução dos índices de criminalidade (…) deve-se a um melhor planejamento das ações das instituições de segurança pública, uma maior integração – tanto das instituições do estado, como das instituições federais que estão aqui no Rio Grande do Norte, como a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e as próprias Forças Armadas –, o apoio do Ministério Público e do Poder Judiciário, a abnegação dos policiais nessas ações, um maior controle do sistema prisional e, também, o apoio inconteste do governo do estado a todas essas ações de nossas instituições”.
Em Pernambuco, segundo o secretário de Defesa Social do Estado, Antônio de Pádua, uma série de investimentos foi feita no estado nos últimos anos, principalmente na área de pessoal. Segundo ele, novas contratações possibilitaram aumentar a presença da polícia no interior e criar cinco novas unidades da Polícia Científica.
“[O investimento em pessoal] também possibilitou uma melhora na qualidade de resolução do inquérito policial. Tivemos um índice de mais de 50% de resolução em 2018. No primeiro bimestre de 2019, estamos chegando a quase 60% dos inquéritos. (…) Isso significa que a polícia está encontrando os autores dos crimes e representando pela prisão”, diz Antônio de Pádua, do governo de Pernambuco.
José Nóbrega, doutor em ciência política pela UFPE e coordenador do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade Federal de Campina Grande, destaca que os dados do primeiro bimestre deste ano ainda são provisórios e podem ser ajustados, mas que há uma tendência de queda desde 2018. Determinar o que está por trás dos números e da queda, porém, é difícil por conta da falta de informações.
“Não temos informação de qualidade para atribuir a redução a algum fator, seja ele referente às tomadas de decisão do estado ou a fatores socioeconômicos. Precisamos analisar o nível do impacto do governo na redução de crimes e, por exemplo, o quanto o Produto Interno Bruto influenciou nisso, qual a taxa de desocupação das pessoas. Sem isso, fica tudo muito lacunar”, diz.
Já no Amapá, que também teve uma queda superior a 30% no número de mortes, a Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública atribui o fato a políticas de segurança pública implementadas pelo governo, “como a contratação de novos policiais, aquisição de novas viaturas, operações policiais rotineiras, treinamento das forças de segurança e o serviço de inteligência das polícias”.
Leve aumento
Apenas dois estados tiveram aumento no número de mortes violentas nos primeiros dois meses deste ano: Rondônia (3,9%) e Amazonas (3,3%). Os aumentos foram leves e não chegaram a dois dígitos em nenhum dos casos, mas, mesmo assim, mostram um movimento contrário ao resto do país.
Apesar de estar entre os estados que apresentaram alta, o governo do Amazonas destaca que, considerando os dados do trimestre e não do bimestre, os números de morte violenta caíram em comparação com o mesmo período do ano passado.
“O número de homicídios registrado em janeiro, período de transição, quando a nova administração estava começando a implantar as novas diretrizes de segurança, influenciaram nesse resultado [de queda no bimestre]. Contudo, a partir de fevereiro, houve redução da criminalidade, tanto em casos de homicídio, latrocínio, como nos casos de roubos”, afirma a Secretaria de Segurança Pública do estado. “Vale destacar que, somente em março, o número de homicídios na capital amazonense (58) foi o menor desde 2011.”
Entre as medidas adotadas pela gestão, a secretaria destaca a realização de nove operações policiais. Em fevereiro, também foi feita uma operação específica para combater homicídios, chamada de “Pronta Resposta”. Na ocasião, foram presos 52 suspeitos de envolvimento em homicídios, latrocínios, roubos e tráfico de drogas.
Os dados
Quatro estados registraram uma redução superior a 30% no número de mortes violentas. Veja a relação completa (a ordem está da maior redução para a menor; os dois estados com alta, assim como o Paraná, que não enviou os dados, estão no fim da tabela):
Mas a queda na taxa de homicídios eh mérito somente do governo Fátima do PT… No mínimo, foi por causa do governo dela que o Brasil está reduzindo essa taxa, certeza! (Ironia)
Os sintomas iniciais de febre amarela, dengue, gripe, zika e chikungunya são comuns a várias doenças infecciosas causadas por vírus, como dor no corpo, dor de cabeça e dor nas juntas. Mas a partir do segundo ou terceiro dia, o vírus procura os órgãos pelos quais tem afinidade e então os sintomas de cada doença se tornam mais característicos.
A febre amarela, provocada pela picada dos mosquitos Haemagogus ou Sabethes (foto), que habitam região de mata, causa sintomas como febre com calafrio, dor de cabeça, dores musculares, mal estar e cansaço. A partir do terceiro dia, a maioria das pessoas já começa a apresentar melhora. No entanto, 15% desenvolvem complicações, entre elas hepatite e alteração do funcionamento dos rins e do coração, que podem levar à morte.
Dengue, zika e chikungunya são doenças transmitidas pelo mesmo vetor, o mosquito Aedes aegypti. Diferentemente dos mosquitos Haemagogus ou Sabethes, o Aedes aegypti vive no meio urbano e se prolifera em locais com água parada, como base de vasos (foto). Exames de sangue já são capazes de fornecer diagnósticos precisos de cada doença. Entre essas doenças, já existe vacina apenas para dengue, mas de eficácia ainda não totalmente comprovada.
Existem dois tipos mais comuns de dengue: a dengue clássica e a hemorrágica. A clássica tem sintomas similares à gripe como febre alta (em torno de 40 graus), dor de cabeça, dor nas articulações, dor atrás dos olhos, dores musculares, prostração, vermelhidão no corpo e coceira. Os sintomas regridem a partir do sétimo dia, mas a fraqueza perdura por algumas semanas. Já a hemorrágica apresenta, inicialmente, os mesmos sintomas da clássica, porém, após o terceiro dia, surgem os sinais de hemorragia, como sangramento da gengiva, do nariz e rompimentos superficiais da pele.
Em 80% dos casos, a zika não tem sintomas. Os sinais da doença geralmente são semelhantes ao de uma virose ou da dengue, porém menos agressivos. São eles: febre em torno de 38 graus, aumento dos gânglios linfáticos, dor de cabeça, dor nas articulações, erupção cutânea com coceira, fotofobia, conjuntivite, diarreia, náuseas e cansaço, que desaparecem em sete dias. Estudos comprovaram a relação da zika com a microcefalia em bebês gerados por mães que contraíram a doença na gravidez. A zika também está relacionada à Síndrome de Guillain-Barré, inflamação dos nervos periféricos que resulta em fraqueza muscular e paralisia, em geral, de forma temporária .
Assim como a dengue e a zika, a chikungunya causa febre alta, dor de cabeça, dores musculares, conjuntivite, náuseas, vômitos e vermelhidão pelo corpo. O predominante são as dores articulares, que afetam simetricamente diversas juntas e são debilitantes. O quadro evolui para cura em dez dias. A doença, em geral, não mata, mas provoca dores articulares crônicas – para a vida toda.
Já a gripe não é transmitida por mosquito, mas sim pelo contato entre uma pessoa gripada e outra saudável por meio de gotículas no ar ou pelo aperto de mão, por exemplo. A principal característica que difere a gripe da febre amarela, dengue, zika e chikungunya é a presença de secreção (catarro). Sintomas como dor de garganta e tosse são típicos da gripe e não das demais doença.
O número de casos de dengue no país subiu 29% em duas semanas, de acordo com boletim divulgado pelo Ministério da Saúde. Até 30 de março, foram contabilizadas 322.199 infecções, com 86 mortes. Em 16 de março, eram 229.064. Em relação ao ano passado, a elevação é bastante expressiva: 303%. No mesmo período do ano passado, haviam sido registrados 51 óbitos.
O maior número de casos da doença está na região Sudeste, com 66,3% do total do País. Em seguida, vem o Centro-Oeste (17,4%), o Nordeste (7,5%), Norte ( 5,4 %) e Sul (3,4%). A maior relação de casos por habitantes foi registrada em Tocantins (687,4 casos/100 mil hab.), Mato Grosso do Sul (518,6 casos/100 mil hab.), Goiás (479,0 casos/100 mil hab.), Acre (467,9 casos/100 mil hab.), Minas Gerais (387,8 casos/100 mil hab.) e Espírito Santo (303,9 casos/100 mil hab.).
O Estado mostrou que pelo menos 94% dos municípios paulistas já foram notificados sobre casos de dengue este ano. Do total de 645 cidades, em 606 ao menos uma pessoa apresentou os sintomas da doença de janeiro a março, conforme dados do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria da Saúde do Estado. No mesmo período do ano passado, 545 cidades (84,5%) haviam tido dengue.
Campinas confirma 3,5 mil casos e morte de bebê de 5 meses por dengue
Um bebê de cinco meses morreu após contrair a dengue, em Campinas, interior de São Paulo. A morte, confirmada na segunda-feira (15), é a primeira pela doença na maior cidade do interior paulista, mas há outro óbito em investigação. A Secretaria de Saúde divulgou novo balanço da dengue, que já infectou 3.578 pessoas no município. Em uma semana, foram confirmados 1.530 casos, o que mostra o avanço da doença. Há ainda 2.151 casos suspeitos.
O bebê que faleceu, do sexo feminino, morava com a família na região sul da cidade e foi atendido em unidade da rede particular. Já o óbito investigado é de uma universitária de 19 anos. A Vigilância Epidemiológica informou ter intensificado as ações de prevenção, como a nebulização, nas áreas mais atingidas. Desde julho de 2018, segundo o órgão, 410 mil imóveis foram visitados pelas equipes que atuam no combate à dengue. Ao menos 40 mil criadouros foram removidos.
Em Araraquara, região norte do Estado, o número de casos de dengue confirmados este ano subiu para 7.493, conforme boletim divulgado pela prefeitura. Em uma semana, ouve mais de mil infectados. Cinco mortes já foram confirmadas. De acordo com a Vigilância Epidemiológica, os números indicam que o pico da epidemia já passou. Foram contabilizados 2,7 mil casos em janeiro, outros 3,8 mil em fevereiro, ponto alto da doença, caindo para 1,4 mil em março. A prefeitura informou ter reforçado as ações preventivas.
A Tribuna do Norte publica na edição de hoje que o governo do Estado vai abrir mão de R$ 29 milhões referentes a débitos do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) até 2018, dos proprietários de motocicletas com até 150 cilindradas. O perdão da dívida está proposto no projeto de lei encaminhado à Assembleia Legislativa na última segunda-feira e que deve ser votado na próxima semana.
De acordo com o secretário Estadual de Tributação, Carlos Eduardo Xavier, somente com a liberação desta dívida é que será possível a arrecadação em torno de R$ 14 milhões para o IPVA 2019 com esse tipo de veículo. Segundo o projeto, estão passíveis do perdão as motocicletas de até 150 cilindradas, mas com a limitação de um veículo por pessoa e que tenham quitado o imposto de 2019.
O secretário afirma ainda que o projeto não trata de renúncia fiscal. “É remissão”, diferencia. “Ao mesmo tempo que (o governo) está remindo os débitos que hoje já se encontram na dívida ativa, de R$ 29 milhões. A remissão desses débitos só será feita se houver o pagamento (do IPVA) de 2019”. O valor previsto para a arrecadação corresponde a 48,27% do débito geral das motocicletas com até 150 cilindradas.
Condicionar a regularização desses veículos ao pagamento do IPVA e outras taxas do Detran, na opinião do secretário, é que parte dos valores em atraso é de difícil recuperação devido às taxas de juros que terminam sendo maior que o valor dos veículos.
E os otários que pagaram em dia e cumpriram com sua obrigação, algo a dizer a eles?
Alguma coisa como: continuem sendo otários que no governo PT valorizamos os velhacos.
Belo exemplo esse governo esta dando…chamando tambem de idiota os que pagam em dia …. e viva o PT. e vamos que vamos !! nosso estado está uma maravilha, sobrando dinheiro para perdoar divida. hoje por exemplo é um dia comum para o trabalhador de verdade não tem essa historia de ponto facultativo .
O governo foi inteligente. A gente sabe que quem tem moto atrasada há muito tempo não tem a pretensão de pagar esses débitos e fazendo isso, o governo faz com que eles paguem o IPVA de 2019. Agora, precisa dar um desconto pra quem paga em dia.
Para Vcs que são CONTRA
Minha moto está atrasada a 5anos e vale 3,500 pra colocar em dia 3,000 $$$ se eu vender peça por peça livrarei mais esta vindo uma oportunidade melhor.
Sem falar que muitas dessas motos estão nas mãos de bandidos para assaltos… e a fiscalização de blitzen poderia recolher para depósitos e tirar de circulação
Esse governo tem muito dinheiro. Perdoa também quem tem carros em atraso. Quando se compra uma moto, carro , etc ; já se sabe que tem impostos, manutenção , combustível , etc; a pagar. Sou contra a esse perdão.
tá certo, tem que perdoar mesmo, afinal os TROUXAS que pagam IPVA em dia é que estão errados… não tem jeito pra esses eleitores do RN, só votam nessa esquerda maldita amiga de bandido
Devia no máximo retirar os juros e multas pra ver se arrecadava mais alguma coisa. Também é necessário mais fiscalização, bastava uma blitz nas entradas e saídas das cidades q já começariam os recolhimentos
Quase 3,6 milhões de brasileiros tiveram os cartões de crédito clonados nos últimos 12 meses até março, segundo o SPC Brasil e a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas). Foi o tipo mais comum de golpe entre as 8,9 milhões de pessoas que enfrentaram alguma fraude.
A faixa etária mais atingida por problemas com cartão de crédito foi a dos brasileiros de 50 anos ou mais. Entre os jovens de 18 a 34 anos, um dos destaques foi o pagamento de boletos fraudados.
Quase metade (47,8%) de todas as fraudes ocorreram após compras online, segundo o levantamento.
A principal consequência sofrida pelas vítimas foi o uso dos dados ou do cartão pelos fraudadores para fazer compras indevidas (37%).
O governo da Argentina anunciou nesta quarta-feira, 17, uma série de medidas com o objetivo de conter a inflação elevada do país e reativar o consumo no país. O presidente da Argentina, Mauricio Macri, que tenta a reeleição em outubro, decidiu congelar os preços de cerca de 60 produtos básicos e conter os aumentos das tarifas dos serviços públicos, em uma tentativa de frear a inflação que acumula aumento de 54,7% nos últimos 12 meses.
As medidas fazem parte de plano acordado com o Fundo Monetário Internacional (FMI). Elas complementam a decisão da terça-feira, 16, do Banco Central da Argentina (BCRA), de congelar a banda cambial para o peso até o fim de 2019.
Conforme documento publicado nesta quarta pelo governo argentino, a medida se trata de um acordo entre o governo e as empresas com o objetivo de “aprofundar a luta contra a inflação e ajudar a reativar a economia”.
Entre os produtos que manterão seus preços sem aumentos durante seis meses estão azeite, arroz, farinhas, leite, iogurte e açúcar, entre outros. Também foram incluídos alguns cortes de carne bovina.
Já entre os serviços públicos que não sofrerão aumentos estão eletricidade, gás, transporte público e telefonia móvel. O governo argentino anunciou que não haverá aumento nesses serviços e que assumirá a diferença com algumas das empresas que os fornecem. Além disso, famílias que já recebem ajuda social terão acesso facilitado a crédito.
As medidas foram anunciadas semanas depois de ter sido registrado um aumento na pobreza no país no último ano como resultado da alta inflação – que só em março foi de 4,7% – e da queda da atividade econômica
Não é esse o mesmo caminho que estamos seguindo desde a tal ponte para o futuro de Temer até o dirigido por Paulo Guedes, o guru econômico de Bolsonaro (que já confessou publicamente várias vezes que não entende nada)?
Se o congresso daqui botar areia em todas as iniciativas liberalizante e de responsabilidade fiscal, como fizeram os peronistas, certamente veremos uma reedição do Efeito-Orloff.
A exemplo do Museu Nacional de História Natural em Nova York, o Cipriani Hall, em Wall Street, também se recusou a sediar o evento Personal of the Year, premiação da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos que vai homenagear o presidente Jair Bolsonaro.
Por trás dessas decisões de recuo está, além da comunidade ambiental, a pressão forte do prefeito da cidade, Bill de Blasio. Ele tem dificultado a realização da festa valendo-se do argumento de que não seria possível garantir a segurança do evento, visto que muitos movimentos sociais se articulam contra sua realização.
A Câmara de Comércio havia decidido, na terça-feira, fazer o evento no Cipriani Hall, após da recusa do Museu Nacional – negativa celebrada por Bill de Blasio nas redes sociais. Na sexta, o prefeito democrata de Nova York chegou a pedir que a homenagem, prevista para 14 de maio, fosse cancelada.
A premiação é concedida há 49 anos e tem objetivo de reconhecer sempre dois líderes, um brasileiro e um americano, que trabalham pela aproximação e relação entre os dois países.
A Câmara de Comércio, conforme adiantado pelo blog da coluna, escolheu, também na segunda-feira, que o par de Bolsonaro no evento será Mike Pompeo, secretário de Estado de Donald Trump.
Devia fazer lá na conveniência Am/Pm do posto Ipiranga (Paulo Guedes).
Né ele que resolve tudo…pois então!!!
Resolva isso aí!!!!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
#faznapqp
Podem dizer o que quiser. Tentar atrapalhar, dificultar o que for necessário. Mas Bolsonaro tá fazendo um excelente governo. Iremos ter um ótimo ano, aliás já estamos tendo. Que a esquerda suma do Brasil e do mundo.
Saúde a Bolsonaro e sua equipe pra tirar esta cor vermelha da nossa pátria.
Esse prefeito , STF e as relações do pt com ditaduras fizeram cair por terra a tese de que a direita era intolerante, a favor de censura e ditaduras. A máscara caiu, babacas
Até tu Wall Street? Só podia ser comunista, um braço do pt no estado americano. O pt domina todo mundo essa praga não vai acabar nunca! O minto muito acima de tudo, golden aumento diesel acima de todos. Os caminhoneiros esquerdistas vão parar o país, porque na venezuela o diesel é mais barato.
O conselho da entidade, uma das que compõem o chamado Sistema S, aprovou a destituição do então presidente, João Henrique Sousa e elegeu o ex-deputado Carlos Melles.
A troca foi patrocinada pelo ministro Paulo Guedes (Economia), que trava uma disputa com líderes das principais entidades do Sistema S para assumir o comando de um orçamento de quase R$ 18 bilhões.
Por meio de mecanismos de controle, o governo pretende usar esse dinheiro no custeio de projetos que tenham a chancela do governo.
Melles obteve 14 votos do conselho, dos quais 11 membros são de órgãos ligados ao governo federal, como Banco do Brasil, BNDES e Caixa.
O ex-parlamentar já tinha um cargo no Sebrae, como diretor de administração e finanças, e contava com o apoio da bancada da micro e pequena empresa, do Congresso.
Guedes apoiou seu nome e as entidades do Sistema S que fazem parte do conselho decidiram seguir o governo para evitar a derrota.
CNI, CNA e CNC – confederações da indústria, da agropecuária e do comércio, respectivamente – têm assentos no conselho, que controla a administração dos recursos do Sebrae, cerca de R$ 3,3 bilhões por ano.
A disputa pela presidência do Sebrae foi um dos motivos que despertaram a insatisfação de Guedes com o Sistema S.
O então presidente do Sebrae, João Henrique Sousa, foi eleito em novembro, logo após a vitória de Bolsonaro. Mas isso ocorreu à revelia do agora ministro, que havia indicado o nome de Antônio Alvarenga para o posto.
João Henrique recebeu o apoio do ex-presidente Michel Temer e de Robson Andrade, presidente afastado da CNI (Confederação Nacional da Indústria), para chegar ao comando do Sebrae.
Pessoas que acompanham o caso afirmam que o intuito era alocar o aliado no posto antes da chegada da equipe de Bolsonaro ao poder.
João Henrique foi presidente dos Correios em 2003 e 2004 e, com a saída do Sebrae nacional, está cotado para assumir a direção do Sebrae do Distrito Federal, que por sua vez é governado por Ibaneis Rocha (MDB).
Guedes não aceitou a derrota e trabalhava, nos últimos meses, para destituir o presidente e indicar um nome.
O governo considera que o Sistema S é uma caixa-preta, sem transparência na prestação de contas. Também vê desvio de finalidade no uso desses recursos, que deveriam ser mais bem empregados em educação profissional.
Por isso, a equipe de Guedes cogita reduzir entre 30% e 50% as contribuições ao Sistema S.
As entidades, que administram as redes Sesc, Sesi, Senai e Senac, são abastecidas com recursos recolhidos pelo governo, de maneira compulsória, de acordo com o tamanho da folha de pagamentos de cada empresa.
As micro e pequenas são isentas da cobrança e, por isso, o Sebrae é abastecido com uma parte dos recursos que são divididos com as demais entidades.
Por isso, a administração do Sebrae tem uma composição própria, tradicionalmente sob maior influência do governo e do Congresso.
Melles tomou posse, junto com a nova diretoria, no fim da tarde desta quarta-feira. O novo diretor técnico é Bruno Quick e o novo diretor de administração e finanças, Eduardo Diogo.
O escritor Olavo de Carvalho, guru de Jair Bolsonaro, incentivou o deputado Marco Feliciano (Pode-SP) a apresentar um pedido de impeachment contra o vice-presidente, Hamilton Mourão.
Os dois estiveram juntos há pouco tempo nos EUA. “Eu disse que estava pensando em apresentar o pedido e ele falou: ‘Faça o que for possível para blindar o presidente. Ele não está conseguindo governar’”.
Feliciano diz que pediu um impeachment porque, no entendimento dele, Mourão está conspirando contra Bolsonaro. Ele diz que a iniciativa é apenas um recado: “Não é um tiro para matar. É um tiro para o alto”.
Olavo de Carvalho é o maior pensador brasileiro: pensa que é intelectual, pensa que é jornalista, pensa que é influente, pensa que sabe de tudo…pensa…pensa…
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, gastou R$ 1 milhão da verba de gabinete para contratar os serviços de três pequenas gráficas em Brasília. O caso tornou-se um mistério na Casa. Os negócios realizados entre 2014 e 2018, permanecem em sigilo porque o setor de Transparência do Senado, há três meses, se recusa a fornecer ao GLOBO as notas fiscais apresentadas pelo senador.
O Senado conta com um moderno parque gráfico justamente para atender a demandas dos senadores. O maquinário imprime com sistemas de última geração inclusive em braile. O parque se mantém ativo há 47 anos, sendo responsável publicações oficiais, técnicas e da atividade legislativa, como registra o site da Casa. O que levou o senador Alcolumbre a dispensar a megaestrutura oficial para gastar o dinheiro da verba de gabinete nesses comércios de pequeno porte em Brasília é outro ponto sem resposta.
Um dos servidores da área de Transparência do Senado disse ao GLOBO ter recebido ordens superiores para não revelar o conteúdo de três notas fiscais que resumem os gastos. Por meio do Portal da Transparência da Casa, é possível apenas obter um resumo das despesas. Como o Senado se recusa a revelar a íntegra das notas, não é possível saber, por exemplo, quais serviços foram prestados pelas gráficas que justifiquem o gasto de R$ 1 milhão.
Na Arte e imagem Gráfica e Editora, um estabelecimento do tamanho de uma sala de reuniões localizado no Plano Piloto de Brasília, o senador deixou R$ 256.980,00 em 2017. O dono da gráfica, Daniel Ribeiro Soares, disse ao GLOBO que não se lembrava de ter prestado qualquer serviço e que não sabia nem mesmo o nome do senador.
– Foi feito um trabalho, lá, mas não me recordo o nome do senador, não – disse Soares, por telefone.
Questionado se era normal não se lembrar de um negócio avaliado em R$ 256 mil, o dono da gráfica tentou fazer um esforço de memória.
– Qual que é o ano (da impressão)? Eu vou confirmar para você. Pode me ligar na segunda-feira? Não estou em Brasília – justificou.
O GLOBO retornou o contato. O dono da gráfica continuava sem saber especificar qual serviço havia prestado, sugerindo apenas que poderia ter sido a impressão de 30 mil exemplares de uma revista.
– Foi uma revista. Eu não lembro o título. Não sei se foi material do partido dele, lá. É alguma coisa do trabalho dele, que ele exerceu.
O dono da gráfica também não soube explicar como fez a entrega dos 30 mil exemplares em Macapá, reduto eleitoral de Alcolumbre, que fica a mais de 2,5 mil quilômetros de Brasília.
Outras duas gráficas de Brasília emitiram notas de serviços em nome de Alcolumbre. A Gráfica e Editora Paranaíba e a Start print Comunicação Visual estão registradas no mesmo endereço em Brasília. A Start print está no nome de Luiz Flavio Armondes Moreira, enquanto a Paranaíba consta como sendo de propriedade de sua mãe, Maria Flavia Armondes Moreira, de 62 anos. Na primeira empresa, os serviços totalizam R$ 492 mil. Na segunda, o gasto pago pelo Senado foi de R$ 279.580,00.
Ordem da direção do Senado para dar baixa nos pedidos
Há três meses, O GLOBO tenta, por meio da Lei de Acesso a Informação, obter cópia das notas fiscais apresentadas por Alcolumbre ao Senado. A reportagem entrou com três pedidos e dois recursos na Casa solicitando acesso aos comprovantes. A LAI regulamenta o direito constitucional de acesso às informações públicas, o que é o caso de notas fiscais, que revelam qual destino os parlamentares têm dado ao dinheiro público.
Diante das negativas, a reportagem foi ao setor de Transparência do Senado. Lá, um dos funcionários disse que “uma ordem da direção do Senado os obrigava a dar baixa” nos pedidos do GLOBO.
Procurado, o presidente do Senado respondeu, por meio de assessoria, que os serviços gráficos são publicações para a divulgação “dos atos praticados no exercício do mandato, em atenção ao seu dever constitucional de prestação de contas ao eleitor, observando-se estritamente os atos normativos internos que disciplinam a matéria”.
A reportagem havia encaminhado diversas perguntas ao senador, tais como: ‘Qual serviço foi prestado por cada uma dessas gráficas? Qual material foi impresso? Com qual finalidade? Qual a tiragem? Quais são as especificações do material que foi impresso?’. Para nenhum desses questionamentos obteve resposta.
Começaram as farras com o dinheiro do contribuinte. Esses pilantras da política partidária brasileira, fazem de tudo para surrupiarem o bolso do contribuinte.
Brasília(DF), 4/1/2018 – Presidente Jair Bolsonaro na passagem de comando da aeronáutica. Local: base aérea. Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles
Ao receber cinco indígenas no Palácio do Planalto na noite desta quarta-feira para ouvir reivindicações do grupo, o presidente Jair Bolsonaro aproveitou para disparar ataques contra fiscais do Ibama, a Fundação Nacional do Índio (Funai) e ONGs nacionais e internacionais.
De etnias diferentes, eles foram levados ao local pelo pecuarista Nabhan Garcia, secretário de assuntos fundiários do Ministério da Agricultura, que é o responsável do governo por executar a reforma agrária. O encontro foi transmitido ao vivo pela página de Bolsonaro no Facebook, durante mais de 37 minutos.
Ao longo do encontro, o presidente defendeu que os povos tenham autonomia sobre as terras e direito de explorá-la tanto em atividades agrícolas quanto em mineração. Ele prometeu apresentar ao Congresso mudanças na legislação para para a exploração econômica das terras.
— Com todo o respeito, alguns querem que vocês fiquem na terra indígena como se fossem um animal pré-histórico. Não é pré-histórico não, vocês são seres humanos — declarou o presidente. — O índio não pode continuar sendo pobre em cima de terra rica. Todas as ONGs que trabalham contra vocês são nossas inimigas.
Na opinião de Bolsonaro, “o índio tem que dizer o que a Funai vai fazer”, assim como o povo brasileiro tem que dizer o que ele deve fazer como presidente.
— Se não for assim, eu corto toda a diretoria da Funai — disse Bolsonaro.
O presidente chamou de “picaretas” ONGs internacionais e nacionais e até mesmo funcionários do governo que atuam na causa indígena, afirmando que o interesse está relacionado ao valor das terras.
O que foi dito demais? Nada.
Só falou verdades.
E tem mesmo é que agir. Cortar funcionarios corruptos, se livrar de gente que fica de mimimi emperrando a porra da maquina.
Certíssimo presidente…enfia o pé na bunda desses índios malandros e coloque o povo para trabalhar, veja se alguém ganha terra de graça , só nessa bosta de país , esse pessoalzinho do IBAMA TROPA DE VADIOS
O governo anunciou, nesta quarta-feira, que espera arrecadar R$ 106 bilhões em um megaleilão de petróleo no pré-sal. O número foi fechado oficialmente durante reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que também aprovou a realização do leilão em 28 de outubro.
Será o maior leilão de petróleo da História do Brasil. Do total arrecadado pelo governo, a Petrobras vai receber R$ 33,69 bilhões como compensação por um acordo sobre os campos do pré-sal que serão leiloados. O ministro da Economia, Paulo Guedes, prometeu dividir com estados e municípios o restante do dinheiro.
Nesta quarta-feira, Guedes disse que estuda antecipar para estados e municípios até R$ 6 bilhões do dinheiro que deve ser arrecadado com o leilão. Para dividir o dinheiro com governos regionais, o governo terá de enviar ao Congresso proposta de emenda à Constituição para permitir que os repasses aos governos regionais sejam feitos fora do teto de gastos — regra que limita as despesas da União ao crescimento da inflação no ano anterior.
O leilão e o acordo com a Petrobras — anunciado na semana passada — envolve a revisão do contrato da cessão onerosa. Por ele, a Petrobras recebeu do governo o direito de produzir até cinco bilhões de barris em uma área da Bacia de Santos em 2010. Foi descoberto posteriormente que havia muito mais petróleo na região. É justamente este excedente de óleo que será leiloado.
O leilão será feito no regime de partilha de produção, que rege os contratos do pré-sal. Por ele, a arrecadação do governo é fixa, definida previamente, e vence a disputa a empresa ou consórcio que oferecer maior percentual para a União do petróleo produzido. Além disso, a Petrobras tem direito de preferência e poderá atuar como operadora e com percentual de 30% nos consórcios do leilão.
Serão leiloadas quatro áreas: Atapu, Búzios, Itapu e Sépia. Como a Petrobras já explora esses blocos, o vencedor terá de pagar à estatal pelos investimentos feitos nos locais e, como contrapartida, vai adquirir parte dos ativos e da produção.
A previsão é que o pré-edital seja publicado em junho. O governo agendou para 13 de dezembro a assinatura dos contratos. É quando o dinheiro vai entrar nos cofres do governo federal.
O contrato da cessão onerosa, assinado entre a Petrobras e o governo federal em 2010, fez parte da capitalização da empresa para fazer frente aos investimentos necessários para a exploração do pré-sal. A União cedeu à Petrobras, sem licitação, o direito de explorar cinco bilhões de barris de óleo em seis blocos do pré-sal na Bacia de Santos, em 2010.
O contrato previa uma revisão quando os campos já contassem com a declaração de comercialidade, ou seja, quando houvesse mais segurança a respeito do volume de petróleo. Isso ocorreu em 2013, quando começaram as primeiras negociações entre Petrobras e União. A Petrobras saiu credora da disputa porque, entre outros fatores, o preço do barril de petróleo caiu desde que foi firmado o acordo.
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, disse nesta quarta-feira (17) que os limites da liberdade de expressão estão estabelecidos na própria Constituição e que não se pode deixar o ódio entrar na sociedade.
“A liberdade de expressão não pode servir à alimentação do ódio, da intolerância, da desinformação. Essas situações representam a utilização abusiva desse direito. Se permitimos que isso aconteça, estaremos colocando em risco as próprias conquistas obtidas em 1988”, afirmou, citando o ano da Constituição.
Ele deu as declarações durante palestra promovida pela Congregação Israelita Paulista, na região central da cidade de São Paulo.
Sem falar especificamente da censura aos sites O Antagonista e da revista Crusoé, determinada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, Toffoli disse que existe um uso abusivo do direito, que é preciso ser praticado “em harmonia com os demais direitos”.
Ele citou como exemplo decisão do próprio Supremo contra a publicação de um livro de teor antissemita, em 2004. “O poder no Brasil é plural. O poder que não é plural é violento”, disse, acrescentando que falou a mesma coisa em seu discurso de posse.
O presidente do Supremo também citou frase da escritora alemã Hannah Arendt, que disse que tentações totalitárias podem sobreviver ao fim de regimes totalitários.
Chamou a pregação de ódio de “ovo da serpente”.
Antes do evento, houve confusão na rua em frente por causa de uma manifestação. Um grupo contrário a Toffoli espalhou tomates na rua e bateu boca com sindicalistas que foram ao local com cartazes contra a ditadura e fake news. Tomates foram atirados entre os grupos, e a Polícia Militar bloqueou a via.
O presidente do Supremo determinou há um mês a abertura de um inquérito sobre ameaças, ofensas e notícias falsas contra membros da corte. A iniciativa inicialmente foi criticada por procuradores da Lava Jato, que vinham manifestando em redes sociais oposição a decisões do Supremo, e provocou atritos institucionais nesta semana.
Na sexta (12), o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, determinou que fosse retirada do ar reportagem da revista Crusoé sobre um documento no qual o delator Marcelo Odebrecht diz que o atual presidente da corte foi chamado de “amigo do amigo de meu pai” em uma troca de emails da empreiteira, em 2007 —a notificação chegou na segunda (15).
Na terça (16), a Polícia Federal cumpriu novos mandados de busca contra sete pessoas suspeitas de publicar ofensas contra os ministros do STF. Entre eles, estão dois ex-candidatos na eleição de 2018, como o general da reserva Paulo Chagas (PRP-DF).
Também na terça, a procuradora-geral, Raquel Dodge, informou que suspendeu o inquérito por entender que o Ministério Público, e não o próprio Supremo, é quem deveria decidir se dá continuidade no caso. Moraes entendeu que a manifestação de Dodge não tinha amparo legal, e o inquérito foi prorrogado por 90 dias.
Folhapress
A Avianca Brasil, que está em recuperação judicial, devolverá oito aviões a partir da próxima segunda-feira (22).
Segundo a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), uma aeronave percente à PK e outra à GE Capital Aviation Services, ambas do grupo General Electric.
A companhia aérea tem perdido aviões de sua frota ser derrotada em ações judiciais movidas por empresas de leasing que buscam rever aeronaves e peças devido à inadimplência nos arrendamentos. Os atrasos se arrastam ao menos desde o segundo semestre do ano passado.
A companhia aérea tem perdido aviões de sua frota ser derrotada em ações judiciais movidas por empresas de leasing que buscam rever aeronaves e peças devido à inadimplência nos arrendamentos. Os atrasos se arrastam ao menos desde o segundo semestre do ano passado.
Folhapress
A governadora Fátima Bezerra recebeu hoje um grupo seleto de dirigentes do Movimento dos Sem-Terra (MST). Essa é a segunda vez que a chefe do Executivo recebe o grupo que se notabilizou invadindo terras.
A primeira vez que Fátima recebeu a cúpula do MST na Governadoria foi no dia 20 de março e a pauta do encontro sequer foi divulgada. Serviu para mostrar que estava com o grupo traçando as prioridades do governo.
A segunda aconteceu hoje teve a pauta divulgada: liberação de terras que dependem do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, o Incra. O grupo saiu feliz com a promessa de que o Governo do Estado vai estudar a doação do prédio de uma antiga cresche para famílias de integrantes do MST.
Atualmente 48 famílias que estão ocupando o prédio onde funcionou a creche Santo Antônio, em Mossoró.
Tava demorando para as cagadas começarem. Só tá faltando agora ela chamar Dilma para fazer parte do seu secretariado. Vamos aplaudi-la pelo gesto tão nobre em ajudar a quem nunca trabalhou – M S T. Parabéns!!!
Essa governadora é a criadora do vocábulo "GÓPI".
É muito fácil doar, para esses vagabundos, o que nao lhe pertence. Os salários continuam atrasados e ela fazendo continência com o chapéu alheio.
Nunca vi essa gente procurar emprego…, o problema de quem defende o socialismo, é que no capitalismo, você precisa lutar, trabalhar duro, estudar, batalhar e conquistar. Isso é trabalhoso demais, requer persistência, determinação.. Invadir propriedade alheia, que outros lutaram com sacrifício pra conseguir, é a fórmula mais simples de obter algo sem sacrifício, a tal lei da vantagem, do tão famoso Gerson, que quer levar vantagem em tudo, é ser "esperto". Quanto a falta de emprego, eu tenho a resposta: aprendam a votar. Esses esquerdistas, infelizmente colocaram nosso país nesse caos, não apenas os governantes, pq eles só estiveram lá e roubaram tudo o que puderam, pq esses eleitores ignorantes, votaram neles, e não vêem a hora dos bandidos serem soltos pra poderem votar neles novamente. Pensam que a Venezuela chegou onde chegou, como? Pesquisem!!!! Maduro chegou na presidência pela primeira vez, da mesma forma que Lula e Dilma chegaram aqui, pelo voto. O Brasil, estava prestes a se tornar uma Venezuela. Essa gente, deveria agradecer, quem livrou o país do comunismo Bolivariano, ditador e assassino. Ao contrário, pessoas ainda gritam "Lula Livre", sem imaginar o que isso significa para o Brasil. Nós que votamos em Bolsonaro, quer seja pelo motivo sermos de direita, ou por sermos anti petismo, estamos esperançosos. Não fosse essa maldita "resistência" , sem compromisso nenhum com o país, em 3 meses teríamos conquistado muito mais. O Presidente Bolsonaro tenta permanecer vivo, "tenta governar", em meio às tempestades que lhe são impostas , de maneira propositada, na tentativa de frustrar e derrubar qualquer projeto, seja bom ou ruim, pouco importa. A nítida percepção que temos, é que este governo, na tentativa de fazer este país alavancar, fatos nunca vistos antes, começam aparecer de forma transparente, políticos arrancaram suas máscaras e todos estão mostrando quem realmente são, sem medo e sem constrangimento algum. Não precisamos entender muito de política pra saber quem são, e o que pretendem. Tenho a consciência que não temos um governo perfeito, mas não se pode negar, que um Presidente não governa sozinho, temos deputados que foram eleitos para legislarem em causa própria, que vêem na política, uma oportunidade de negócios, "algo em troca de voto", e isso era comum e corriqueiro em governos anteriores, por isso a resistência à nova política que o atual governo quer implementar. Temos Senadores, que foram eleitos para defenderem ministros a todo custo, mesmo que estes, rasguem a Constituição, e tentem intimidar aqueles que divulgarem notícias de possíveis envolvimento, de membros da instituição, com corrupção. Temos integrantes da oposição em ministérios, da saúde, educação, economia, meio ambiente, etc, lutando contra tudo o que o governo pretende fazer para o bem desta nação. Creio que se todos fossem mesmo defensores da democracia, entenderiam que um Presidente eleito democraticamente, deveria ter o direito de governar em paz, como os governos de esquerda tiveram. Nunca houve uma perseguição desta, em outros governos. Em 3 meses desse governo, criticam e cobram resultados, como se estivessem em final de mandato. Por favor!!!! Onde está a paciência que tivemos em 16 anos? Estão querendo um milagreiro, capaz de concertar o caos que ele herdou dos governos anteriores,? Pior que isso, atribuem todas as consequências desse desastroso governo de esquerda, ao atual governo, como se ele fosse o responsável pelo aumento do diesel, dos combustíveis, do gás de cozinha, do desemprego, do caos na saúde, na falência dos estados, enfim, tudo é culpa do "Bozo", eles dizem. Isso me causa indignação. Essas mesmas pessoas, vão em manifestações promovidas pela esquerda, e questionadas por entrevistadores, nem sabem porque estão lá. Dizem que foram convidadas a troco de cesta básica!!!!, Pessoas que defendem causas que desconhecem, ignorantes, como papagaios, repetem frases prontas, chavões. Não possuem argumentos, não pesquisam notícias, propagam Fake News. É lamentável o nível de educação no Brasil. E aí se queixam de falta de emprego, de falta de oportunidades. Pensem: até na natureza, vence o mais forte. O mundo é cruel sim, os que se esforçam, os que lutam, os que se empenham, esses se destacam. Os mais preguiçosos, que não querem estudar, não se especializam, aqueles que se acomodam, não tem do que reclamar, porque no mercado mundial, não há lugar pra vagabundo.
Eu não sou petista, mas o PT nunca tinha governado o RN e como os belos governantes anteriores deixaram o RN? Taí um rombo bilionário nas contas públicas e salários do executivo atrasados 4 meses. São os bons! Fatima que entrou agora não. presta. Deixe pelo menos a miserável começar a atrasar salário também pra metem o pau.
Tem gente aqui ainda inconformada com a falta de camarão farto na mesa no esquema 0800 ……. deixem a governadora trabalhar e quem sabe na próxima vocês voltam a mamar….
Vocês moram em pequenos apartamentos, abarrotados com seus filhos mimados, têm carro financiado, não tem nem um sitiozinho pra passar o FDS e reclamam de Sem Terra, kkkkkkkkkk.
Isso é para bajular seus patrões, né? Mas se liguem: o fato de vocês imitarem o comportamento deles não fará nem com que vocês sejam confundidos com eles. Kkkkkkkkkk.
Manda essa tropa de vagabundos trabalhar…esses malandros querem terror de graça , essa merda de socialismo NÃO DEU CERTO EM PARTE NENHUMA DO MUNDO , só serve para os REIS e amigos do REI se perpetuar enriquecer as custa de dar migalhas/ restos ao povo BURRO, veja o exemplo da Venezuela, país rico é petróleo e miserável
ela deveria DOAR, o SALÁRIO DELA, DOAR ORGÃO DO ESTADO OU SEJA DO POVO É INADMISSIVEL. ESPERO QUE O POVO NÃO PERMITA, NEM TAMPOUCO OS DEPUTADOS E SENADORES. ACORDA POVO.
Por que não conseguir um trabalho bem remunerado para os sem terras, sem teto, sem emprego, etc, ao invés de ficar doando bens do Estado?
Outra saída inteligente seria implantar na área a ser doada uma indústria e colocasse esse povo para produzir alguma coisa útil a sociedade.
Por que não procuram algo assim ou similar?
Fátima marca um encontro com Flávio Rocha, com o rapaz da água mineral e outros empreendedores, estes são águias que geram empregos e desenvolvimento. Sem terra não gera riqueza pela simples incapacidade técnica e falta de arrojo. Dê apoio ao pessoal das facções, deixe o atraso de lado.
Fátima marca um encontro com Flávio Rocha, com o rapaz da água mineral e outros empreendedores, estes são águias que geram empregos e desenvolvimento. Sem terra não gera riqueza pela simples incapacidade técnica e falta de arrojo. Dê apoio ao pessoal das facções, deixe o atraso de lado.
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