Economia

Crise no Brasil frustra efeitos da reforma trabalhista dizem especialistas

A geração robusta de empregos prometida pela reforma trabalhista esbarra na frustração com o crescimento econômico do Brasil.

Pouco antes de as mudanças na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) entrarem em vigor, em novembro de 2017, a equipe do então presidente Michel Temer chegou a falar na geração de 6 milhões de vagas.

Até agora, considerando trimestres cheios, o total de brasileiros ocupados passou de 90,3 milhões nos três primeiros meses de 2018 para 91,9 milhões neste ano, segundo dados do IBGE. Ou seja, em um ano, mais 1,6 milhão de pessoas estavam trabalhando.

Enquanto isso, o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, que na largada de 2018 era projetado por analistas no Boletim Focus em 2,69%, fechou o ano passado em 1,1%. Para 2019, as expectativas já caíram de 2,53% para 1,7%.

“A reforma [trabalhista] não veio para gerar emprego, veio para facilitar a sua retomada e trazer algum alívio às empresas na crise. O que vai determinar a queda na taxa de desemprego é o crescimento econômico”, diz Renato da Fonseca, gerente-executivo de pesquisa e competitividade da CNI (Confederação Nacional da Indústria).

Com as famílias endividadas, diz Fonseca, a retomada econômica não virá pelo consumo. Nesses momentos, segundo ele, o governo poderia, inicialmente, aumentar seus gastos, estimulando o setor privado a entrar em um novo ciclo de investimentos. “Mas o governo está quebrado e não tem força para puxar a economia”, afirma.

E a reforma trabalhista sozinha não seria capaz de oferecer esse “choque de demanda”.

“Quando o governo gasta, o empresário fatura na hora. Quando o efeito vem pela reforma, não gera demanda no ‘tempo zero’, no momento inicial. Isso passa pelo filtro do empresário: ‘Legal, está mais barato contratar, mas eu preciso produzir mais?'”, diz Rafael Cardoso, economista da Daycoval Asset Management.

“Ele olha para a ociosidade da fábrica e pensa que não precisa produzir mais, o nível atual é suficiente: ‘Se eu não vou vender mais amanhã, por que vou contratar hoje?'”

A persistência do desemprego em níveis altos, combinada ao avanço de vagas informais e da subutilização (que inclui trabalhadores que gostariam de trabalhar mais horas), também pode afetar outros indicadores, como a produtividade.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. A reforma trabalhista criaria 6 milhões de empregos, segundo o relator Rogério Marinho. O resultado foi nenhum emprego criado e a precarização dos q restaram. Ele promete mundos e fundos com a reforma da previdência, mas especialistas apontam q trará muita pobreza, notadamente para os pequenos municípios q sobrevivem da renda de aposentados e pensionistas.

  2. A reforma trabalhista criaria 6 milhões de empregos, segundo o relator Rogério Marinho. O resultado foi nenhum emprego criado e a precarização dos q restaram. Ele promete mundos e fundos com a reforma da previdência, mas especialistas apontam q trará muita pobreza, notadamente para os pequenos municípios q sobrevivem da renda de aposentados e pensionistas.

  3. Assim como a trabalhista, a tal reforma da presidência é um blefe. Enrica banqueiros e empobrece o trabalhador.

  4. Pois é! As reformas propostas sempre defendem a retomada do crescimento econômico porque são alicerçadas apenas nos interesses empresariais. Rogério Marinho prometeu com a reforma trabalhista a geração de milhões de empregos. Cadê? Em países como a Espanha, o efeito foi desastroso e jovens buscam vagas no Reino Unido e noutros países que garantem mais estabilidade e direitos. Aqui, em um país do outro lado do muro, a saída é a informalidade, o que não é muito diferente em termos de garantia de direitos trabalhistas do que prega as terceirizadas laranjas que proliferam no setor público.
    Como o problema persiste, que venha uma reforma previdenciária para gerar emprego. Peraí! Esse é o seu verdadeiro propósito? Não é! E todo mundo sabe quem vai pagar o "pato"…
    Para gerar crescimento econômico e emprego, REFORMA TRIBUTÁRIA.
    Para atrair investidores e devolver a confiabilidade do país, REFORMA POLÍTICA.

    1. 1- Reformas políticas e tributárias são necessárias, sem dúvidas; 2- O Reino Unido tem leis trabalhistas muito mais flexíveis do que a Espanha (veja o ranking da Heritage Foundation, no critério 'Labor Freedom'; 3- Empresas se dão melhor se mais venderem e a as pessoas querem comprar (jogue esse papo de luta de classes no lixo); 4- Essa reforma trabalhista só fez reduzir o número de demandas irresponsáveis e gerar meia-dúzia de intermitentes. Não mudou praticamente nada; 5- O desemprego ainda está alto, pq não nos recuperamos da devastação que o PT fez na economia (dois anos caindo mais de 3%, coisa de país em guerra); 6- Para que o Brasil pare de destinar quase todo o seu dinheiro com aposentados, há que se fazer essa maldita reforma previdenciária.

  5. Ué!! Mas a reforma trabalhista não veio pra tirar o Brasil da crise?? Agora a responsabilidade está com a previdenciária…que também foi promovida pelo mesmo Rogério Marinho!! Foi como construir uma casa pelo telhado!! A reforma tributária era pra vir primeiro…é tudo mais fácil a pleno emprego e igualdade no desenvolvimento das regiões!!

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Esporte

Neymar continua mal-educado, e saída do Barcelona foi desastrosa

Neymar, depois de ser suspenso por três jogos da Liga dos Campeões da Europa, mesmo sem jogar, por ter ofendido o árbitro do jogo entre PSG e Manchester United, deu um soco em um torcedor que o provocava, após a perda do título da Copa da França. Deve levar outra suspensão. O “monstro” é maior do que Renê Simões imaginara.Neymar continua mal-educado.

saída de Neymar do Barcelona, compreensível, pela ambição humana de ser o melhor de todos, foi desastrosa. No Barcelona, Neymar foi campeão da Liga dos Campeões, artilheiro da competição e brilhou intensamente. Não era um coadjuvante. Era também protagonista, evidentemente, abaixo de Messi.

Por outro lado, mesmo com as bobices e a má educação de Neymar, não vou deixar de reconhecer seu espetacular talento. Em campo, sempre atua com muita vontade e em boas condições, mesmo após longas ausências.

O gol contra o Rennes, pela Copa da França, foi mais um recital do craque.

Se Neymar estivesse no Barcelona, enfrentaria o Liverpool nesta quarta (1º). O time catalão seria mais forte, e Neymar teria mais uma grande chance de brilhar.

TOSTÃO / FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. O problema desse rapaz q não é ídolo é que ele é um delinquente que a sorte olhou pra ele mas o seu instinto de gente ruim não deixa ele se transformar em um exemplo. MOLEQUE DE SANGUE SERÁ SEMPRE MOLEQUE .

    1. Vc nunca exigiu a verdade sobre a morte de Celso Daniel e Toninho do pt? Porquê criatura?

  2. Comportamento digno de delinquente. Pena que, quem é temático por futebol não veja isto. Esse cara merece, há tempo, receber um "chega prá lá".

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Denúncia

Lula pressionou OAS para ajudar a ex-assessora Rosemary Noronha, afirma delator

O ex-presidente da OAS Léo Pinheiro disse em seu acordo de delação premiada que foi pressionado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que a construtora baiana contratasse a empresa do marido de Rosemary Noronha, que foi assessora especial do petista e trabalhou com ele durante décadas.

Rosemary Noronha é próxima de Lula desde o fim dos anos 1980. Ela cuidava da conta bancária do petista quando ele era sindicalista e foi chamada por ele para assessorá-lo no PT e no governo federal. Em 2012, ela foi alvo da Operação Porto Seguro, que investigou um esquema de venda de pareceres de órgãos públicos a empresas privadas. Na ocasião, Rosemary era chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo.

Léo Pinheiro afirmou em sua delação que, em 2012, o executivo Ricardo Flores, então presidente da Previ (fundo de pensão do Banco do Brasil), lhe pediu para que a OAS contratasse a New Talent Construtora, empresa de João Vasconcelos, marido de Rosemary Noronha, para obras da Invepar, empresa controlada pela construtora baiana. A Previ era sócia da OAS na Invepar.

O ex-presidente da OAS disse que repassou a orientação para Carlos Henrique Lemos, então superintendente da empreiteira em São Paulo. A New Talent Construtora foi contratada para as obras de duplicação da rodovia Raposo Tavares, feitas pela Cart (Concessionária Autoestrada Raposo Tavares). A Cart pertence à Invepar, que reúne os investimentos da OAS na área de transportes. Os serviços realmente foram prestados pela New Talent Construtora.

Em 2014, segundo Léo Pinheiro, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto, disse a ele que a New Talent havia tido prejuízo no contrato com a OAS e por isso pediu que a construtora desse uma nova oportunidade para a empresa do marido de Rosemary Noronha.

Léo Pinheiro disse, em depoimento, que novamente conversou com o diretor Carlos Henrique Lemos para que a New Talent fosse mais uma vez contratada pela OAS. Mas a contratação demorou.

O ex-presidente da OAS disse que em outubro de 2014, num encontro com Lula e Okamoto no Instituto Lula, ele foi pressionado pelo ex-presidente da República, que teria se mostrado profundamente irritado com a demora na contratação e disse para que esquecessem o pleito.

Carlos Henrique Lemos foi cobrado novamente por Léo Pinheiro, segundo a delação, sobre a nova contratação da New Talent. Em 5 de novembro de 2014, o então presidente da OAS reuniu-se com Rosemary Noronha e João Vasconcelos para garantir que as pendências seriam resolvidas.

Antes do ano chegar ao fim, a New Talent assinou contratos com a companhia baiana para realizar obras num empreendimento de revitalização da favela do Real Parque, na zona sul da capital paulista. A Folha apurou que a New Talent recebeu da OAS mais de R$ 1,8 milhão pelos contratos.

Léo Pinheiro foi preso pela primeira vez em 14 de novembro de 2014, pela Operação Lava Jato. Em abril de 2015, a Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) concedeu a ele prisão domiciliar. O ex-juiz Sergio Moro, no entanto, voltou determinar sua prisão em setembro de 2016, acusando-o de obstrução de Justiça.

Em dezembro de 2018, Léo Pinheiro assinou acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República. O acordo espera a homologação do ministro Edson Fachin, responsável pelos processos da Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal).

O ex-presidente Lula está preso desde abril de 2018 em Curitiba, após ser condenado em segunda instância pelo caso do tríplex de Guarujá (SP).

Na semana passada, em sua primeira na prisão, concedida à Folha e ao El País, o ex-presidente falou sobre Léo Pinheiro, que também o delatou no caso do tríplex.

“O Léo [Pinheiro] passou três anos dizendo uma coisa [que o ex-presidente não estava envolvido em irregularidades]. Depois mudou o discurso. Meu advogado perguntou por que ele tinha mudado e ele disse que era orientação do advogado dele. Ele falou que o Lula sabia [da reforma no apartamento paga pela construtora]. Agora, o que está provado? A OAS gastou R$ 6 milhões para pagar funcionários dela para uniformizar o discurso dos funcionários na delação. Como eu posso levar a sério isso?”, afirmou.

OUTRO LADO

A defesa de Lula afirmou que não conhece o teor do depoimento e que o petista “não praticou qualquer ato ilícito antes, durante ou após ter deixado o cargo de presidente”.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Só o q tem são provas ! Crime de lavagem de dinheiro é assim mesmo , o marginal não compra e registra em seu nome …

  2. Só falácias. E numa época que Lula não tinha nem cargo público. O dia que mostrarem uma prova de algum crime de LULA eu não serei IMBECIL em defendê-lo, pois me igualaria aos que hoje o acusam sem PROVAS.

  3. Os futuros doutores das universidades públicas analisaram através dos estudos científicos desenvolvidos com verbas públicas, que isso foi uma invencionisse americana e faz parte do gopi. Pense num dinheiro bem gasto.

  4. Pois é, ao invés de perguntar por Queiroz, os petralhas deveriam perguntar por Rose.
    Cadê Rose?

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Finanças

Secretaria de Administração do Estado anuncia cortes de R$ 4 milhões por ano em seu custeio

Com o objetivo de reduzir despesas, tendo em vista o esforço do Governo do Estado para equilibrar as contas e em atendimento ao Decreto governamental Nº 28.693, que estabelece as providências para a revisão das despesas de custeio no âmbito do Poder Executivo do Estado do Rio Grande do Norte, a Secretaria da Administração e dos Recursos Humanos – Searh – adotou várias medidas como a revisão e cancelamento de contratos que representarão uma economia anual de mais de R$ 4 milhões em cortes realizados apenas em sete contratos da pasta.

A secretária da Administração e dos Recursos Humanos, Virgínia Ferreira, ressalta que essa economia pode ser ainda maior com a revisão de outros contratos. “A meta é reduzir mais com a renegociação de outros contratos.  A Searh está reunindo todos os esforços no sentido de contribuir para equilibrar as contas e minimizar os efeitos da crise”, apontou.

Foram revisadas ou reduzidas contratações de serviços de outsourcing em TI (estações de trabalho) e impressão (reprografia), de transmissão de dados (link de internet), de locação de veículos, do número de linhas de telefones celulares em uso e locação de imóveis, além da redução de 7,92% no consumo de combustível pela frota de veículos do Estado, resultado da gestão compartilhada da frota realizada em parceria com a Secretaria de Segurança Pública e da Defesa Social – Sesed.

Nos serviços de outsourcing de TI a redução foi de 5% no valor anual do contrato;  já nos serviços de outsourcing de impressão a redução  foi de 56,43% do valor anual do contrato; com serviços de transmissão de dados a redução foi de 75,36% do valor anual do contrato;  em serviços de telefonia móvel a redução foi de 16,66% do valor anual do contrato; locação de veículos – com a diminuição do número de veículos utilizados pela Searh – a redução foi de 75,83% ao ano; já com relação às despesas com aluguel de imóvel para o Arquivo Público, a economia foi de 100%, uma vez que o imóvel foi devolvido.

No primeiro trimestre de 2019 a Secretaria da Administração realizou importante parceria com o Ministério Público do Rio Grande do Norte para ampliar o trabalho de auditoria da folha de pagamento; finalizou a transferência do Arquivo Público para nova sede; manteve negociação permanente com o movimento sindical; iniciou a publicação do Boletim de Informações da Administração, com o objetivo de dar transparência aos dados referentes ao quadro de pessoal do Governo do Estado e publicou os decretos Nº 28.696/2019, que impõe o uso racional e maior controle da frota de veículos oficiais no âmbito do Executivo estadual, e Nº 28.766/2019, que normatiza o uso da Escola de Governo Cardeal Dom Eugênio de Araújo Sales (EGRN).

De acordo com a titular da Searh, além das providências imediatas já adotadas para a melhoria da gestão e a diminuição dos gastos, a equipe está realizando outras ações para prosseguir com o trabalho de contenção e controle de despesas: redefinição dos espaços para as secretarias/órgãos do Executivo, com vistas a reduzir custos com aluguéis de imóveis, e desenvolvimento de sistema próprio de consignados para o Estado do Rio Grande do Norte.

GRANDE PONTO

Opinião dos leitores

  1. Enquanto a prefeitura de Natal, discretamente, anuncia a economia de R$ 1 milhão por mês (ou seja, cerca de R$ 12 milhões/ano), a (biodi)gestão petista alardeia a "economia de guerra" de R$ 4 milhões ao longo de 2019…. Isso é o que se pode chamar de "proeza invertida".

  2. Em Mossoró o governo do estado tem inúmeros prédios desocupados e ociosos enquanto paga aluguel de diversos prédios , só procurar saber; tem muitos ociosos: IPÊ, DER, escolas Jerónimo Rosado mais da metade ociosa, auditório de primeira; falta gestai.

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Finanças

Álvaro Dias anuncia cortes e economia de R$ 1 milhão por mês

O Prefeito Alvaro Dias anunicou redução de contratos de locação de veículos, gastos com energia, telefonia, internet, compras e renegociação dos alugueis de imóveis onde estão instalados órgãos do município.

Segundo ele, estas medidas fazem parte do conjunto de 233 iniciativas que a administração municipal vai tomar com o objetivo de reduzir gastos da máquina pública. O anúncio dessas ações foi feito nesta terça-feira (30) e fazem parte da primeira etapa do estudo de consultoria elaborado pela Fundação Dom Cabral que está fazendo um minucioso trabalho de auditoria da gestão. A estimativa é que com esses cortes haja uma economia mensal de R$ 1 milhão dos cofres do tesouro municipal.

Opinião dos leitores

  1. Espero que com essa economia agora tenha dinheiro pra comprar copo descartável e papel higiênico que estão faltando na Secretária de Educação. Os servidores estão trazendo de casa estes e outros itens.

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Jornalismo

Militares veem Guaidó enfraquecido, mas não descartam escalada da crise

A cúpula militar brasileira avalia que o movimento do opositor Juan Guaidó sofreu um forte revés ao longo da terça-feira (30), mas não descarta uma nova escalada na crise da Venezuela, inclusive considerando a hipótese de uma guerra civil no país vizinho.

A Folha apurou com membros dos Altos Comandos das Forças a avaliação de que a adesão de militares de patentes baixas e intermediárias gerou a expectativa de que a cúpula chavista se virasse contra o ditador Nicolás Maduro.

Coube ao general Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional, externar a análise parcial.

“No início da manhã, não se percebeu movimentação militar, mas foi anunciado pelo Guaidó um maciço apoio das Forças Armadas. Logo depois isso foi colocado na dimensão correta: havia um certo apoio das Forças Armadas, mas isso não chegava a atingir os altos escalões, ficava ali no escalão mais baixo”, disse.

“O que tem parecido é que esse apoio [dos militares a Guaidó] talvez tenha algum valor quantitativo, mas qualitativo ele ainda não foi expressado. Não teve nenhum chefe militar a que a gente tenha assistido ou ouvido dando um apoio explícito ao presidente Guaidó”, afirmou.

Para ele, “a gente tem a sensação de que o lado do Guaidó é fraco militarmente”.

A libertação do opositor Leopoldo López pegou de surpresa os militares e diplomatas especializados na região. Segundo um general, ao fim do dia a aparência foi a de um golpe malsucedido, mas a situação permanecia fluida.

Isso não significa que o risco de um conflito entre apoiadores e opositores de Maduro não continue no radar. O general disse que o embate direto entre militares elevou o patamar da crise.

FOLHAPRESS

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Tecnologia

Instagram anuncia três novidades, incluindo o fim do número de curtidas em fotos e vídeos

Depois de alguns rumores e testes vazados, o Instagram anunciou oficialmente nesta terça-feira, 30/04, três novidades em sua plataforma: um adesivo de doação no Stories, uma atualização na aparência de sua câmera, e a remoção da contagem de curtidas em fotos e vídeos do feed.

O adesivo de doação foi mencionado pela primeira vez no Facebook Communities Summit, em fevereiro, mas só agora passa a estar disponível nos Estados Unidos. Com isso, os usuários poderão usar o novo adesivo para angariar fundos apenas para organizações sem fins lucrativos, como a Black Girls Code e a Malala Fund, apenas algumas das ONGs citadas como exemplos pelo Instagram.

O sticker pode ser acessado como qualquer outro que já estamos acostumados, através do Stories e selecionando o ícone. Num exemplo prático, você poderá postar uma foto ou vídeo, e colocar um sticker de uma ONG para a qual deseja chamar a atenção dos seus seguidores e dar um suporte.

Segundo o Instagram, 100% do dinheiro arrecadado via adesivos no Stories irá para as organizações sem fins lucrativos.

Outra novidade é o novo visual da câmera da plataforma, também dentro do Stories. O chamado Create Mode agora traz um espaço com mais ferramentas de edição e, consequentemente, mais alternativas na hora de compartilhar fotos e vídeos.

Por fim, o Instagram confirmou que a partir do próximo fim de semana, a plataforma começará um teste no qual removerá o número total de curtidas de fotos e vídeos no feed em todos os tipos de perfis.

O teste será feito primeiramente no Canadá. Segundo a empresa, a mudança tem como foco promover a conexão através do conteúdo, e não dos números: “Estamos testando isso porque queremos que seus seguidores se concentrem nas fotos e nos vídeos que você compartilha, e não em quantos likes eles têm”.

A empresa, porém, não informou quanto tempo o teste deve durar antes de ser lançado para o público geral.

B9

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Política

Crise na Venezuela está longe da solução, diz ministro do GSI

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, disse hoje (30) que a situação política da Venezuela continua indefinida e que não há expectativa de solução no curto prazo. De acordo com Heleno, também ainda é uma incógnita o tamanho do apoio militar ao autodeclarado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, que tenta derrubar o presidente Nicolás Maduro.

“A gente está vendo que continuamos longe de uma solução”, disse Heleno, após reunião com o presidente Jair Bolsonaro. Os dois, acompanhados do vice-presidente Hamilton Mourão e dos ministros das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Defesa, Fernando Azevedo estiveram reunidos para avaliar a situação da crise venezuelana.

Há relatos de confrontos entre manifestantes e forças de segurança nas ruas da capital do país, Caracas, após Guaidó afirmar que tem o apoio dos militares para, segundo ele, conseguir “o fim definitivo da usurpação” do governo de Nicolás Maduro. A partir da divulgação do anúncio de Guaidó pelas redes sociais, venezuelanos contrários e favoráveis a Maduro tomaram as ruas da capital venezuelana.

De acordo com Heleno, apesar de não se verificar uma movimentação militar na Venezuela, Guaidó anunciou um maciço apoio das forças militares, mas ainda é incerto a qualidade e a quantidade desse apoio. “Logo depois, isso foi colocado na dimensão correta, havia um certo apoio das forças armadas, mas não chegava a atingir os altos escalões, isso ficava num escalão mais baixo”, disse o general do GSI. “O que tem parecido é que esse apoio tenha algum valor quantitativo, mas qualitativo ele ainda não foi expressado. Não teve nenhum chefe militar que a gente tivesse assistido ou ouvido em um apoio explícito ao presidente Guaidó”.

Para o ministro, após relatos de confrontos leves entre a população civil, “estilo briga de torcida, de jogar pedra um no outro”, houve um agravamento da situação quando carros blindados se lançaram contra a população a pé. Um ato de covardia, segundo Heleno. “É o tipo da coisa surpreendente. Pode ser uma demonstração de desespero ou pode ter sido decisão daquele comandante”, disse.

Apesar de contar com apoio das forças armadas, para o general do GSI, Maduro está “evidentemente” mais enfraquecido do ponto de vista de apoio popular. Também é incerto, segundo ele, como está o movimento no interior do país ou na fronteira com a Colômbia.

Posição brasileira

De acordo com o ministro do GSI, o Brasil mantém a sua posição de apoiar Juan Guaidó, condenando o governo de Maduro, “por ser uma ditadura”, e “esperando que o povo venezuelano tome alguma providência ou que as forças armadas mudem de posição e venham adotar uma postura anti-Maduro”. “Não vamos intervir militarmente”, ressaltou Heleno, “É um preceito constitucional que o Brasil vai manter, de não interferir em assuntos internos”.

A fronteira do Brasil com a Venezuela continua em estado de alerta, segundo o ministro, e a Operação Acolhida do governo brasileiro continuará atendendo refugiados venezuelanos.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Esses generais e nada são a mesma coisa. Não entendem de estratégia e menos ainda de política. Agem como canastrões na ribalta. Guerra e estratégia são coisas muito sérias para ser entregues a esses "especialistas em generalidades".

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Política

Bolsonaro diz que é ‘próxima de zero’ possibilidade de Brasil participar de ação armada na Venezuela

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (30) que é “próxima de zero” a possibilidade de o Brasil participar, ainda que de forma indireta, de uma intervenção militar na Venezuela.

“A hipótese de nós participarmos de forma mesmo indireta de uma intervenção armada é muito difícil, não vou dizer que é zero, mas é próxima de zero”, afirmou em entrevista ao programa Brasil Urgente, da TV Bandeirantes.

Bolsonaro lembrou que uma ação militar não é descartada pelo presidente americano, Donald Trump, e que se os EUA solicitassem uso de território brasileiro ele analisaria o caso.

“Eu entendo que isso não é uma figura de retórica por parte dele [Trump], é uma possibilidade, sim. Em ele, por ventura, querendo usar o território brasileiro, eu digo o seguinte: eu convocaria o conselho nacional de Defesa, ouviria todas as autoridades do conselho nacional de defesa e tomaria uma decisão”, afirmou.

Nas redes sociais, o presidente disse que uma decisão sobre ação militar do Brasil no país vizinho é de exclusividade do chefe do Executivo.

“A situação da Venezuela preocupa a todos. Qualquer hipótese será decidida exclusivamente pelo presidente da República, ouvindo o Conselho de Defesa Nacional. O governo segue unido, juntamente com outras nações, na busca da melhor solução que restabeleça a democracia naquele país”, escreveu.

Logos depois, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), retrucou Bolsonaro e afirmou que uma declaração de guerra contra a Venezuela precisaria de aprovação do Congresso.

“Em relação ao tuite do presidente Jair Bolsonaro sobre a situação da Venezuela, é importante lembrar que os artigos 49, II c/c art 84, XIX; c/c art. 137, II da Constituição Federal precisam ser respeitados”, escreveu o deputado nas redes sociais.

“E eles determinam que é competência exclusiva do Congresso Nacional autorizar uma declaração de guerra pelo Presidente da República.”

A resposta pública de Maia mostra que a relação entre os presidentes dos Poderes continua tensa, apesar dos gestos de aproximação da semana passada, em que Bolsonaro agradeceu a Maia em pronunciamento.

Ainda durante a entrevista, Bolsonaro falou que não é tradição do Brasil o envolvimento em conflitos de outros países e que, na sua visão, isso seria uma aventura nesse momento.

“Nós não queremos falar em invasão da Venezuela, teria que analisar muita coisa. Até que tipo de guerra seria isso dai. Isso seria uma aventura no meu entender. Agora, em última análise, em última hipótese existe essa questão, mas não nós invadirmos, não é a nossa vocação”, afirmou.

Questionado sobre se o governo brasileiro está em contato com os EUA, Bolsonaro não deu detalhes, mas informou que isso passa pela área de inteligência de seu governo e que ele é informado de todos os dados.

“Nós trabalhamos de forma bastante unida buscando a solução para o problema de forma pacifica. Esse é o nosso objetivo número um, mas como todo bom militar você tem que analisar todas as hipóteses, mas não passa pela nossa cabeça ainda qualquer ação militar na Venezuela.

Ele repetiu mais de uma vez que Trump —a quem se referiu ser uma pessoa que “admira, respeita e por quem torce muito”— conta com todas as possibilidades à mesa sobre a Venezuela.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. A palavra desse cidadão é igual um risco n'agua. De manhã diz uma coisa e de tarde diz outra.
    E isso se não for desautorizado por seus filhos, gurus ou auxiliares, que mandam mais do que ele.
    É um samba de veículo doido.
    Onde vamos parar?

  2. Lembrem-se de colocar a frente para defender o país os políticos, magistrados e todos os corruptos. Se estão pensando no povo para tal feito é melhor repensar, acho pouco provável alguém lutar por essa bost…..

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Tecnologia

5G: no futuro, tecnologia será tão necessária quanto a eletricidade

O vice-presidente da Comissão Europeia Andrus Ansip previu hoje (5) que, no futuro, a infraestrutura móvel de quinta geração (5G) seja tão necessária como a eletricidade, já que esta rede, mais rápida e potente, abrangerá toda “a vida real”.

“Quando não há eletricidade, enfrentamos sérios problemas. Se, no futuro, não houver 5G, não haverá eletricidade, não haverá gás, não haverá vida, estaremos a voltar atrás na história”, salientou o responsável pelo executivo comunitário para a área do Mercado Único Digital em entrevista à agência Lusa, em Bruxelas.

Assumido como uma aposta da Comissão Europeia em 2016, altura em que foi criado um plano de ação, o 5G será, segundo Andrus Ansip, “necessário para tudo e todos”.

“Não só a indústria europeia vai precisar de 5G […], como todas as partes da vida real. Os hospitais, os bancos, toda a vida vai depender do 5G”, precisou.

O 5G é a quinta geração de rede móvel e vem suceder ao 4G. Nesta nova tecnologia móvel haverá mais velocidade, maior cobertura e mais recursos.

Além de ser aplicado às comunicações móveis, o 5G será ainda crucial para áreas do cotidiano, mas também para potencializar outros avanços tecnológicos, nomeadamente nos carros autônomos.

Isto porque a potência desta rede de quinta geração vai além da rapidez nos ‘uploads’ e ‘downloads’ e assenta, sobretudo, na redução da latência, ou seja, do tempo de resposta de um aparelho a partir do momento em que recebe a ordem até a executar.

Quanto menor for a latência, mais rápida é a reação de um aparelho acionado à distância.

Isto aplica-se aos eletrodomésticos e a outros aparelhos, incluindo os que estão ligados à internet, que passarão a ser mais eficientes, nas áreas do entretenimento, agricultura, indústria, saúde, energia e na realidade virtual.

“O 5G não se centra só numa velocidade 10 vezes superior e num consumo 10 vezes inferior, mas sim no aumento exponencial da informação. O 5G significa também o fim da latência e isso é muito melhor [porque] permite usar o 5G em qualquer área, como nas dos carros autônomos”, adiantou Andrus Ansip.

O responsável notou que, tal como estava previsto em 2016, um dos objetivos de Bruxelas continua a ser o de “as redes 5G atingirem, pelo menos, 100 Mbps [megabyte] por segundo, quer sejam zonas rurais ou urbanas” da União Europeia (UE).

“Os operadores têm de comercializar redes 5G em pelo menos uma grande cidade por país até 2020 e fazê-lo de forma abrangente até 2025”, referiu o vice-presidente da Comissão Europeia.

Ao todo, será necessário “um investimento de cinco mil milhões de euros” nesta tecnologia nos próximos anos, estimou Andrus Ansip, tendo em conta a aposta do setor privado, como também as verbas comunitárias alocadas.

Sobre estes últimos fundos, o responsável admitiu ser difícil quantificar, já que são aplicados em várias áreas, como a investigação, a inovação e, sobretudo, a cibersegurança, setor sobre o qual a UE tem estado em alerta devido às suspeitas de espionagem que recaem sobre os dispositivos da fabricante chinesa Huawei.

O programa digital europeu, lançado em meados do ano passado, apontava uma verba de cerca de dois mil milhões de euros para a cibersegurança nos Estados-membros.

Andrus Ansip adiantou à Lusa que o 5G é, “definitivamente, uma prioridade” de Bruxelas, razão pela qual o executivo comunitário tem feito e vai continuar a fazer “investimentos em quantias notáveis”.

Notícias ao Minuto

Opinião dos leitores

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Política

Defesa de Temer sobre acusação de corrupção: “Absurda”

Após a Justiça Federal de Brasília aceitar a denúncia que a força-tarefa Greenfield ratificou contra o ex-presidente Michel Temer (MDB) no caso do Decreto dos Portos, o criminalista Eduardo Carnelós, que defende Temer, afirmou que “trata-se de mais uma acusação absurda, sem amparo na prova dos autos”.

O emedebista já havia sido acusado formalmente pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em dezembro, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no âmbito do inquérito dos Portos, que apura se houve favorecimento a empresas do setor portuário na edição de um decreto de 2017.

“Trata-se de mais uma acusação absurda, sem amparo na prova dos autos. Ao contrário: a Rodrimar, que teria sido beneficiada pelo Decreto dos Portos, não o foi! E isso, repita-se, está provado no inquérito”, afirma Carnelós em nota.

“Infelizmente, ainda será necessário tempo para pôr fim aos danos causados a Temer pelas acusações infundadas que tiveram início numa negociata efetuada com confessos criminosos. Mas dia chegará em que a mentira não produzirá mais notícia, a não ser a de que ela foi desmascarada”, conclui o criminalista.

Estadão Conteúdo

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Polícia

Caso Queiroz e do filho do presidente completa 482 dias sem conclusão

Foto: Reprodução / SBT

A apuração criminal sobre a movimentação atípica de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), completa nesta terça-feira (30) um total de 482 dias sem uma conclusão.

Policial militar aposentado, Queiroz era uma espécie de chefe de gabinete do filho do presidente Jair Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio, e o relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) que o menciona junto com outras dezenas de assessores de políticos chegou no dia 3 de janeiro ao Ministério Público do estado.Inicialmente, houve a produção de uma série de relatórios, e a investigação formal foi instaurada em 30 de julho do ano passado. Ela tramitou até janeiro no gabinete de procurador-geral de Justiça, Eduardo Gussem, em razão do foro especial a que Flávio tinha direito como deputado estadual.

O caso depois foi remetido à primeira instância da investigação porque, ao ser eleito senador, ele perdeu o foro em casos que envolvem seu mandato anterior na Assembleia Legislativa, isso baseado em uma decisão tomada pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

A Folha de S.Paulo mostrou em fevereiro que a apuração sobre o caso Queiroz perdeu velocidade durante a campanha eleitoral. O procurador-geral de Justiça afirmou à época que um dos motivos para isso foi a preparação de operações que prenderam prefeitos e vereadores em cidades do Rio de Janeiro.A investigação atualmente é tocada pela Promotoria de Justiça, com apoio no âmbito criminal do Gaecc (Grupo de Atuação Especializada em Combate à Corrupção).

Há também investigação na área cível para analisar eventual improbidade administrativa.A investigação está sob sigilo, motivo pelo qual não é possível saber o estágio em que se encontra nem que medidas foram tomadas até agora.Em fevereiro, Queiroz admitiu que recebia parte dos valores dos salários dos colegas de gabinete. Ele diz que usava esse dinheiro para remunerar assessores informais de Flávio, sem o conhecimento do deputado e filho do presidente da República.Há outros 22 procedimentos criminais e cíveis abertos envolvendo outros políticos e seus assessores, como o presidente da Assembleia, André Ceciliano (PT).

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Nos não temos bandido de estimação!
    Nos defendemos que todos sejam investigados. Se há denúncias e principalmente provas…
    Bandido bom não é bandido morto?
    Não estou entendendo a mudança dos nossos eleitores do Bolsonaro.
    Alguém pode explicar?

  2. Uma vergonha isso. Bolsonaristas adotando o mesmo padrão que adotavam o PT e o PSDB: lentidão nos processos, engavetamento, proteção aos amigos e parentes do Rei… Nada de novo no front!

  3. Se fosse do PT? O problema é que os cargos de relevância tipo MP, magistratura…estão ocupados por brancos, ricos, ou seja, pessoas que odeiam pobres nos aeroportos, perderam as empregadas domésticas que dormiam no trabalho, bem como passaram a disputar com os pobres as vagas nas universidades. Esse pessoal nutre ódio ao PT e veem o mito com bons olhos.

    1. Será por isso que não desvendaram a morte de Celso Daniel e Toninho do pt? nem o pt cobra, por sinal, nem fala?

    2. Tás fumando maconha estragada, imundo. Quando a população através de dados estatísticos manipulados mostrava euforia na qualidade de vida, todos estavam aprovando, empresários, assalariado, bolsa famílias, executivos, corruptos de dinheiro do povo, pseudo oposição.
      quando a farsa desmoronou, e o país desceu o barranco com as práticas econômica equivocadas e insustentáveis dos ladrões petralhas, aí o povo caiu na real, e repugnou ou petralhas, derrotando-os 2 vezes após 16 anos de enganação.

    3. Olhe o comentário do Fernando Bolsomimion, apenas agride o debatedor. Deveria tentar explicar por que o processo contra o Queiroz não anda. Proteção? Lado outro, no gozo das férias, Moro impediu a soltura do lula. Ei Rick Martin, o MP conseguiu comprovar a culpa do lula por "atos indeterminados", imagine se houvesse alguma (minima) ligação com esses homicídios que vc mencionou.

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Polícia

Ex-diretor do Detran solta nota referente operação do MP

O ex-diretor do DETRAN RN, Luiz Eduardo Machado, o Dudu Machado, emitiu uma nota sobre a Operação Chapa Fria, deflagrada pelo Ministério Público do RN, com o objetivo de apurar suposta prática de crimes ocorridos durante o processo de credenciamento para fabricantes e estampadores das placas Mercosul realizado no âmbito do Departamento Estadual de Trânsito do RN (Detran). Ele é um dos alvos.

A nota é assinada pelo advogado Marcos Braga, que destaca ser Luiz Eduardo Machado dono de conduta ilibada, e que confia na justiça e no discernimento do Mistério Público do Rio Grande do Norte.
Veja a nota:

Nota de esclarecimento à opinião pública

O publicitário Luiz Eduardo Machado Pereira, ex-diretor do Detran RN, foi surpreendido na manhã desta terça-feira, 30, com o cumprimento de um mandado de busca e apreensão em seu domicílio, fato este decorrente de uma operação deflagrada pelo Ministério Público Estadual.

Recentemente, mesmo sem ter tido acesso ao conteúdo da investigação, Luiz Eduardo Machado respondeu a todos os questionamentos do órgão ministerial quando convocado a prestar depoimento.

É fato público e notório, no âmbito da sociedade potiguar, que Luiz Eduardo Machado é dono de conduta ilibada e que ao longo de sua vida profissional nunca foi processado, cível ou criminalmente, nem sequer respondeu a uma investigação, embora nos últimos 10 anos tenha ocupado diversos cargos na gestão pública, inclusive como ordenador de despesa.
Por fim, ressalto que o meu cliente confia na justiça, no discernimento do Mistério Público do Rio Grande do Norte, e desde já coloca-se à disposição da Corte Ministerial, com o objetivo de colaborar com as investigações, imbuído no mais profundo desejo de que a verdade e o bom senso prevaleçam.

Marcos Braga
Advogado

Opinião dos leitores

  1. Esse rapaz tem muita coisa haver com o fato de só ter 2 empresas fazendo essas placas caríssimas aqui em Natal.

  2. LADRÃO. A sociedade está pagando um absurdo por seu egoísmo e bem estar financeiro. Placas q custavam R$ 70,00 hjcustam R$ 200,00. A livre concorrência entre as diversas emplacadora, foi usurpada. E outra… pra que o Brasil se enquadrar ao padrão MERCOSUL, por orientação do Uruguai, se somos donos de 70% da frota de automóveis da América do Sul?? ISSO E UMA VERGONHA!!

  3. Como pupilo do ex-deputado Wober Júnior, claro que na sua meninice Dudu Machado um dia lhe disse que chegava lá. Demorou, mas chegou.
    Sinceramente. Eu não entendo essa gente, seu moço, fazendo alvoroço demais

  4. Todo investigado, tá à disposição da JUSTIÇA quer queira, que não. Faltou somente à celebre FRASE, SOU INOCENTE!!!

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Economia

Bolsonaro garante que não interfere em bancos públicos e apenas dá sugestões

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira, 30, considerar que não interfere nos bancos públicos, apenas dá sugestões que podem ou não ser cumpridas. “Eu não tenho o poder de interferir em muita coisa e nem quero. Apenas dou sugestões. E sugestões são como conselho, cada um cumpre se achar que deve cumprir”, disse o presidente durante evento de assinatura da Medida Provisória da Liberdade Econômica, no Palácio do Planalto. “Ontem (segunda), lá na Agrishow, eu apelei para o presidente do Banco do Brasil, para seu espírito patriótico, conservador, cristão, que atenda os ruralistas no tocante à taxa de juros. Faltou complementar, e sem a complementação fui massacrado por grande parte mídia. Não posso esquecer nada, tenho que ser mais do que perfeito, tenho que ser sublime, se não tudo dá errado.”

Bolsonaro afirmou que a taxa de juros praticadas por bancos públicos são muito altas. Dirigindo-se ao presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, Bolsonaro afirmou que ele deveria concordar que aplicar no mercado seria menos arriscado.

O presidente também fez uma piada com o ministro da Economia, Paulo Guedes, a quem apelidou de Posto Ipiranga. “Quisera nós termos um posto Ipiranga à tua disposição, até porque o preço da gasolina é você que ia colocar nele”, disse Bolsonaro, que chegou a barrar um reajuste no combustível promovido pela Petrobras.

Desemprego

Citando tema que deve abordar no pronunciamento em cadeia nacional de TV por ocasião do Dia do Trabalho, nesta quarta, Bolsonaro questionou novamente dados de desemprego do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e falou sobre a preparação para garantia de empregos na quarta revolução industrial.

“Se fala em 12 milhões de desempregados. Sim, eu acho que é muito mais do que isso. Desculpa o IBGE, mas é muito mais do que isso. E não vou polemizar novamente”, afirmou o presidente. “Estamos na quarta revolução industrial, com inteligência artificial. Como está a formação do homem e da mulher do futuro? O que escolas técnicas e faculdades têm feito para que realmente nós possamos ter mercado de trabalho para essa quantidade enorme de pessoas que temos no Brasil?”.

Bolsonaro elogiou a Medida Provisória da Liberdade Econômica e disse ter dado liberdade para Casa Civil e a equipe econômica trabalharem. Segundo ele, a MP vai ajudar empreendedores no Brasil. O presidente disse acreditar que tem mais do que a maioria na Câmara e no Senado de apoio de parlamentares “com espírito patriótico para salvar o Brasil”.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Interessante, toda a mídia, população e investidores sempre reclamaram de juros abusivos dos bancos, quando o presidente endossa essa demanda social, aí é intervencionista… Ora, como pode um presidente atender um clamor social e ser repreendido por isso. Mas um desserviço da mídia caôlha de esquerda. Uma opinião enviesada e distorcida de políticas de governo.

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Economia

Dólar cai para R$ 3,92 no dia, mas tem em abril terceiro mês seguido de alta

O dólar encerrou a sessão antes do feriado em queda de 0,50%, a R$ 3,9212, no segmento à vista, o menor valor desde o último dia 16. Operadores destacam que o câmbio nesta terça-feira, 30, acompanhou de perto, principalmente na parte da tarde, os movimentos do mercado externo, onde a moeda americana teve novo dia de queda, ante divisas fortes e de emergentes, com a crescente expectativa de que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) possa sinalizar ao final de sua reunião de política monetária nesta quarta (01) um possível corte dos juros. Em abril, o dólar acumulou valorização de 0,13% ante o real, o terceiro mês consecutivo de elevação, embora em menor ritmo que nos dois anteriores – alta de 2,58% em fevereiro e 4,33% em março. No ano, a moeda americana sobe 1,18%.

Pela manhã, fatores técnicos influenciaram o comportamento do dólar aqui, por conta da definição do referencial Ptax de abril. A Ptax desta terça vai ser usada para a liquidação do dólar futuro e ajustes dos contratos cambiais e de swap com vencimentos em meses subsequentes. Passada a disputa entre comprados (que apostam na alta do dólar) e vendidos (na queda), o dólar à vista engatou queda e renovou mínimas na parte da tarde, caindo a R$ 3,9137 na mínima do dia. Na máxima, ainda pela manhã, foi a R$ 3,9575.

O diretor de câmbio da Ourominas, Mauriciano Cavalcante, destaca que, como o mercado estará fechado no Brasil nesta quarta por causa do feriado do Dia do Trabalho, enquanto nos EUA estará aberto, as mesas de câmbio aqui anteciparam um pouco a possível sinalização de corte de juros pelo Fed. Por isso, o real foi a moeda que mais ganhou valor ante o dólar nesta terça no mercado financeiro internacional. Os recentes números da inflação americana mostraram fraqueza e reforçaram esta aposta, destaca ele.

Se o Fed sinalizar corte de juros, Cavalcante acredita que a moeda americana pode testar na quinta-feira patamares abaixo de R$ 3,90. Já se o BC americano não trouxer maiores novidades, o dólar continua na casa dos R$ 3,92, aguardando novidades sobre a reforma da Previdência. Nesta terça, o presidente da comissão especial, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), afirmou que foi definido um cronograma prévio do colegiado. A ideia é que a comissão realize 13 audiências públicas, que começaram a ser contadas a partir desta terça, e que o relatório seja apresentado no começo de junho. Já o governo procurou reforçar a possibilidade de o texto passar ainda neste semestre. “Estamos muito entusiasmados com perspectiva de ainda dentro do primeiro semestre ver o Brasil equilibrado, com a Nova Previdência aprovada”, disse o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

Para o Fed, o economista do Deutsche Bank, Brett Ryan, destaca que cresceu no mercado a visão de que, pelo fato de a inflação estar abaixo da meta da instituição, cortes de juros “são iminentes”.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

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Esporte

Pela 2ª vez, concorrência da CBF de direito internacional de TV é cancelada

A concorrência pelos direitos internacionais de transmissão do Campeonato Brasileiro será realizada pela terceira vez pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol), que recomendou aos clubes nesta terça-feira (30) o cancelamento do último processo, vencido pela empresa Sport Promotion.

Na semana passada, a CBF pressionou os clubes a ampliar o escopo do contrato e incluir a cessão de imagens do Brasileiro para sites de apostas a pedido da empresa, parceira da confederação desde que Marco Polo Del Nero entrou na entidade como vice-presidente, em 2012.

Nesta terça, em reunião com os clubes, a entidade afirmou que a Ernst & Young, auditoria à frente da concorrência, aconselhou a não acatar a mudança.

Dessa forma, os clubes desfizeram o acordo por unanimidade, e um novo processo de concorrência será convocado já com o torneio em andamento –a primeira rodada foi realizada no último fim de semana.

A primeira concorrência foi vencida pela BR Newmedia. Quem assinou o acordo, porém, foi a BR Foot Midia, uma empresa que não existia na época da licitação e com sede em paraíso fiscal. O processo foi cancelado após a empresa atrasar pagamento da primeira parcela do acordo e desistir do negócio.

Em uma segunda concorrência, a Sport Promotion saiu vencedora. A empresa também conquistou o contrato de exploração de placas de publicidade em processo que teve seu resultado revelado pela Folha com mais de um mês de antecipação.

A Sport Promotion possui longo histórico de proximidade com Marco Polo Del Nero, ex-presidente da CBF banido do futebol pela Fifa no ano passado por corrupção. A empresa faturou cerca de R$ 75 milhões em negócios com o governo federal que envolveram a CBF desde 2012.

O primeiro negócio foi a exploração da publicidade estática da Série B do Brasileiro, por indicação do próprio Del Nero, que tinha relações com a empresa na Federação Paulista de Futebol, entidade que comandou.

Quando Del Nero estava na CBF, o grupo dos empresários José Francisco Coelho Leal e João José Bastos (sócio minoritário na Sport Promotion) também fechou acordos com o governo federal, que incluíam o licenciamento nacional para TV aberta e até internacional em caráter de exclusividade dos campeonatos brasileiros das séries B, C e D, e feminino.

Em nota, a Sport Promotion disse que a relação com a CBF é “a que se espera entre uma empresa dedicada ao marketing esportivo com a maior entidade do futebol brasileiro”. A empresa também afirmou que sua relação com Del Nero sempre foi profissional.

Folhapress

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