Economia

Dados do IR mostram que super-ricos têm mais isenções e pagam menos imposto no Brasil

Os brasileiros mais ricos possuem mais isenções e pagam proporcionalmente menos Imposto de Renda (IR) do que os menos ricos e aqueles posicionados nas faixas intermediárias de renda. É o que mostra a “Pirâmide do IR”, calculadora elaborada pelo G1 a partir dos dados disponibilizados anualmente pela Receita Federal sobre o detalhamento das declarações de IR.

Os dados referem-se ao universo de 29,1 milhões de declarantes do Imposto de Renda Pessoa Física no ano passado e constam do relatório “Grandes Números das Declarações do Imposto de Renda das Pessoas Físicas – Ano Calendário 2017”, divulgado recentemente pela Receita.

Como já apontado pela “Pirâmide do IR” publicada pelo G1 em 2018, os números apontam distorções na tributação das pessoas físicas no Brasil. A ferramenta permite não só observar a dimensão da concentração de renda no país como também as diferenças entre as alíquotas de imposto pagas pelos mais ricos e mais pobres.

A Receita distribui a base de declarantes do IR em 17 faixas de renda. As 5 faixas do topo, com rendimentos acima de 60 salários mínimos, reuniram no ano passado 320 mil brasileiros, ou 1,1% do total. Essa elite concentrou 22% de todos os rendimentos declarados ao Fisco.

Já as 5 faixas da base da pirâmide, com renda mensal de até 5 salários mínimo, reuniram 15,9 milhões de brasileiros, ou 54,8% do total de contribuintes, que receberam, juntos, um valor inferior: 17,3% do total de rendimentos declarados.

Na faixa mais alta, com renda mensal acima de 320 salários mínimos por mês (mais de R$ 299,8 mil em valores de 2017), estão apenas 25.177 ‘super-ricos’, 608 a menos que o registrado no ano anterior (25.785).

Isenção maior para os mais ricos
Os números da “Pirâmide do IR” mostram não só uma alta concentração de renda como também uma concentração das isenções entre os mais ricos. Isso acontece porque a tabela progressiva do IR (de até 27,5% de imposto) só incide sobre os chamados rendimentos tributáveis.

Do total de R$ 2,94 trilhões de rendimentos declarados ao Fisco em 2018, R$ 295,7 bilhões, ou 10%, compreenderam rendimentos submetidos à tributação exclusiva na fonte (décimo terceiro salário, aplicações financeiras, participação nos lucros, entre outros).

Outros R$ 908 bilhões, ou 31%, corresponderam a rendimentos isentos de IR como lucros, dividendos, rendimentos de donos de microempresas, doações e heranças e aplicações como LCI e LCA. Desse montante total de isenções, quase metade (R$ 414,7 bilhões) ficou concentrada nas últimas 5 faixas da pirâmide.

Na última faixa do topo, o percentual de renda isenta e não tributada sobre o total de rendimentos chegou a 70%, ante 67% no ano anterior. Nas faixas intermediárias, esse percentual não chega a 30%.

“O quadro geral permanece o mesmo: uma concentração de renda altíssima e um diagnóstico de iniquidade. O ponto central é que a maior parte da renda isenta está concentrada no topo”, afirma Rodrigo Orair, especialista em tributação e diretor da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado.

G1

Opinião dos leitores

  1. Algumas mentiras e distorções.Exemplo:ele fala que herança não é tributada, no RN é de 6% do valor do patrimônio

  2. Além do que, os mais ricos têm muitas maneiras de sonegar impostos e isso não acontece com os assalariados, que recebem os salários com impostos já descontados.

    1. Comentário de quem sabe o que fala . Porque “rico” pode sonegar mais ? Só se for rico que não declara, pois se declarou é porque pagou imposto. Rendimentos tributáveis são nesse caso os lucros das empresas que foram distribuídos para os sócios e as empresas não pagaram os devidos impostos , e se gerou renda é porque gerou com isso empregos. Se fossem tributados novamente na pessoa física aí seria bi-tributação.

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Política

Ex-ministro Floriano Peixoto não vê ‘rebaixamento’ ao assumir os Correios

Escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para comandar os Correios, o general Floriano Peixoto afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo que recebeu a missão de “fortalecer” a empresa, mas disse que a ideia de privatizá-la ainda está sendo estudada. Para ele, deixar o cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República para assumir a estatal não representou um “rebaixamento”.

Como o sr. recebeu a notícia de que deixaria de ser de ministro para assumir os Correios?

Minha saída foi absolutamente consensual, pacífica, atendendo a uma solicitação do presidente. Eu, como soldado que sou, atendi à determinação do presidente, que tem demonstrado uma enorme confiança em mim, que diz que sou seu curinga.

Mas o sr. se sentiu rebaixado?

Não considero rebaixamento. Correios é uma empresa tradicional, histórica, com um patrimônio humano enorme e que precisa de pessoas que somem para recuperar sua saúde financeira. Não vejo a mudança como rebaixamento e isso não passa pela cabeça de ninguém, nem na minha, nem do presidente.

O presidente lhe deu a missão de preparar a empresa para privatizá-la?

Não tenho uma diretriz específica em relação a isso. O que o presidente pede é que haja um contínuo esforço no sentido de fortalecer a empresa. Esta questão de privatização é algo de maior complexidade, que deverá ser estudada à frente, em melhores condições pelo presidente e até pelo Congresso. Eu não ouso dizer nada disso.

Seu antecessor caiu porque, segundo o presidente, atuava como sindicalista, contra a privatização.

O presidente não comentou isso e não me prendo a questões do passado. Estou trabalhando para o futuro.

A saída de outro general do Planalto significa redução do poder dos militares no governo?

Não tem isso. O cargo que ocupava não é de natureza militar e aqui não é quartel. O presidente coloca quem ele quiser onde ele acha que pode render mais, de acordo com o seu preparo.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Eita, é desta vez que as ações dos Correios batem as da Amazon, Apple e Microsoft na Bolsa de Nova York.

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Educação

Potiguar é aprovada para programa que busca jovens promissores do Brasil e vai para Stanford

A potiguar Beatriz Cunha Freire, mais conhecida como “Bia”, foi aprovada para o Programa Líderes da Fundação Estudar (criada pelo empresário Jorge Paulo Lemann) e irá seguir a vida acadêmica em Stanford, em Palo Alto, na Califórnia, Estados Unidos.

Este ano, concorreram cerca de 78 mil jovens. Foram várias fases seletivas e 232 candidatos participaram da última fase e ela foi aprovada. Ainda não foi divulgado quantos passaram.

Desde 1991, o programa Líderes Estudar busca despertar o potencial de jovens promissores do Brasil. Esses brasileiros recebem uma bolsa de estudos para cursar uma universidade de excelência, além de todo suporte necessário para acelerarem seu desenvolvimento pessoal e profissional.

Em setembro, Bia deixará a Unicamp e iniciará sua vida acadêmica em Stanford. Agora com o apoio da Fundação Estudar.

Opinião dos leitores

  1. Senhora Lurdes Siqueira, acredito ter sido um lapso da sua parte em não observar o nome de BEATRIZ CUNHA FREIRE, que por sinal, pela grandeza desse feito, deveria ter sido realmente escrito em LETRAS MAIÚSCULAS E GARRAFAIS.
    Não a conheço mas para você BIA, lhe desejo parabéns, sucesso e que DEUS a ilumine sempre.

  2. Essa jovem não tem nome nem sobrenome?
    Bia, apenas…. Falta de consideração com a menina.

    1. Dedé,
      Quando o comentário foi feito, a matéria só falava em Bia.
      O nome completo foi colocado depois.

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Economia

Repasse total de corte de juros tira R$ 40 bilhões do comércio


O comércio varejista poderia ter vendido R$ 41 bilhões a mais nos últimos 12 meses até abril deste ano e acelerado o consumo das famílias, o emprego e a renda, se o corte da taxa básica de juros tivesse sido repassado integralmente para o juros cobrados do consumidor, aponta um estudo da Confederação Nacional do Comércio (CNC).

A taxa básica de juros, a Selic, mantida pela décima vez consecutiva em 6,5% ao ano, segundo decisão tomada esta semana pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), está no menor nível da série histórica. No entanto, antes do início do ciclo de afrouxamento monetário, em outubro de 2016, a Selic era de 14,25% ao ano. De lá para cá, ela foi reduzida em 54,4% pelo Copom por causa das condições favoráveis da inflação e na tentativa de acelerar o ritmo de atividade. Mas esse estímulo não chegou com a mesma intensidade no consumidor, que viu os juros cair menos da metade (26%) do que a taxa básica no período. Em outubro de 2016, os juros do crédito livre e direcionado das pessoas físicas custava 43% ao ano e recuaram para 31,7% ao ano em abril último, segundo BC.

Nas contas do economista-chefe da CNC, Fabio Bentes, autor do estudo, se o repasse do corte da Selic tivesse sido integral, o consumidor estaria pagando hoje uma taxa de juros bem menor, de 26,1% ao ano. “Não é um juro para soltar foguete, mas seguramente uma situação melhor do que a atual.”

O juro menor poderia baratear as compras de itens muito dependentes de crédito, como veículos, materiais de construção, móveis e eletrodomésticos Esses segmentos têm uma cadeia longa de produção e poderiam fazer girar mais rapidamente a roda da economia. O estudo mostra que as revendas de veículos foram as mais afetadas e deixaram de vender R$ 23 bilhões nos últimos 12 meses.

Do ponto de vista de reativação da atividade, o fato de os bancos não terem transferido integralmente o corte dos juros básicos para o consumidor é ruim, diz Bentes. “Vazou uma receita do comércio, que é um grande gerador de emprego, para o setor financeiro, que não tem o mesmo impacto na ocupação.”

“Equívoco”

Segundo a Febraban, que representa os bancos, “a ideia de que a queda dos juros básicos deveria ser proporcional à Selic é equivocada”. Segundo a entidade, além do custo de captação do recurso emprestado, que é afetado diretamente pelo juro básico, há outros componentes que entram na taxa ao consumidor. Entre eles estão a inadimplência, despesas administrativas, tributos e a margem financeira dos bancos. A Febraban alega também que, por outra métrica, a de pontos porcentuais, os juros dos empréstimos com recursos livres (sem destinação específica), caíram mais que a Selic no mesmo período. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Todos os custos são repassados para os consumidores. Todo negócio envolve riscos, mas a rede bancária acaba repassando tudo, ou seja, trabalha com risco zero. Há um grande desequilíbrio na relação de consumo, no caso dos bancos, basta analisar balanço e vejam o que sobra na última linha. Lembrado que todos esses custos são repassados em cadeia, mais uma vez, quem paga a conta é o consumidor final.

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Política

Líder não acredita que Governo tenha 308 votos para a reforma original e tira onda: “Não adianta Paulo Guedes fazer beicinho”

“Não adianta o Paulo Guedes fazer beicinho. O que adianta é aprovar uma reforma realista, mesmo que mais modesta”, disse ao jornal O Estado de S. Paulo o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) durante entrevista no dia 11, em seu gabinete de líder da Maioria na Câmara Federal.

“A reforma da Previdência que pode ser aprovada não será a do governo”, afirmou. “Será uma outra, que estamos construindo, com um impacto fiscal, em dez anos, entre R$ 600 milhões e R$ 800 milhões.” Conseguir 308 votos “é uma difícil construção cirúrgica”, avaliou. “O governo não ajuda muito, porque o presidente Bolsonaro tem boa intenção, mas não tem projeto e não tem foco.”

Ribeiro disse, ainda, que “a aprovação da reforma da Previdência não será a salvação da lavoura, como o governo está anunciando”. Sobre o “beicinho” do ministro da Economia, arrematou: “Se o Paulo Guedes quiser sair não tem problema, o presidente mesmo já disse que a porta está aberta”.

Um dos expoentes do chamado Centrão – que prefere chamar de “Centro” para driblar “o sentido pejorativo” -, Ribeiro, de 50 anos, é ministro de louvor da Igreja Batista do Lago Norte, área nobre de Brasília, onde mora numa casa de 400 metros quadrados, R$ 13 mil mensais de aluguel, com a mulher e as duas filhas (Gabriela, de 10 anos, e Luiza, de 8). É um pai chato? “Eu procuro ensinar desde cedo o caminho que elas têm que andar, para que mais tarde não se desviem”, respondeu, biblicamente.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Pela expressão da foto, dá para desconfiar que é irmão gêmeo do senador Randolfe Rodrigues.

    1. Líder da maioria (sanguessugas), jumen..
      Aprenda a ler!!!

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Polícia

Disque 100 registrou 11.752 casos contra pessoas com deficiência em 2018

Os maiores violadores dessa população são os próprios irmãos (19,6%), seguidos por mães e pais (12,7%), filhos (10%), vizinhos (4,2%) e outros familiares (20,7%) e pessoas que têm vínculo pela convivência comunitária.

O canal, disponibilizado pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, registra que o número representa um aumento de 0,6% quando comparado a 2017.

A ministra da pasta, Damares Alves, afirma que a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência foi regulamentada nos primeiros cem dias do governo de Jair Bolsonaro e que o grupo tem prioridade nas políticas públicas.

E o Disque 100 terá, a partir de meados de setembro, um módulo para atender pessoas com pensamentos suicidas ou que se automutilem.

Os profissionais do atendimento serão treinados pela Associação Brasileira de Psiquiatria. A entidade não cobrará nada pelo serviço.

Mônica Bergamo/Folha de S.Paulo

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Política

Ascensão do novo ministro de Bolsonaro é vista como triunfo da ala familiar no Planalto

A queda do general Santos Cruz e a ascensão de Jorge Antonio de Oliveira Francisco à Secretaria-Geral da Presidência foi vista por antigos aliados de Jair Bolsonaro como o triunfo do núcleo familiar sobre o grupo militar no Planalto.

O novo ministro não é apenas filho do ex-chefe de gabinete do presidente, Jorge Francisco, como também amigo de infância de seus dois rebentos mais ressonantes, Carlos e Eduardo –o primeiro, inclusive, quando ia visitar o pai em Brasília, se hospedava com os Francisco.

O pai do novo ministro, Jorge Francisco, apoiou campanhas de Flávio, Carlos e Eduardo. Ele, que trabalhou por 20 anos com Bolsonaro, doou R$ 15 mil para Carlos em 2012, e outros R$ 2,5 mil em 2016, segundo o TSE.

Eduardo recebeu, de acordo com a prestação de contas,R$ 11 mil do ex-chefe de gabinete do pai. Flávio também contou com recursos dele em 2002. Jorge Francisco morreu de infarto em abril de 2018. Na época, o então candidato cancelou agenda para velar o amigo.

As recentes mudanças promovidas pelo presidente em sua equipe preocupam aliados que embarcaram no início de seu projeto mas, hoje, observam de longe o desenrolar da gestão.

O fortalecimento de nomes pessoalmente ligados a Bolsonaro –e o afastamento dos que tentavam exercer certo poder moderador– seria um indicativo da rota que o governo seguirá. A esses fatores, salientam ex-aliados, é preciso acrescentar o alinhamento crescente do presidente com evangélicos.

Quem conhece Bolsonaro acredita que, pela nova composição, ele tende a dobrar a aposta na comunicação direta com os nichos que são o núcleo de seu eleitorado.

Painel/Folha de S.Paulo

Opinião dos leitores

  1. Se comunica com nichos KKKKK

    O cara teve 57 MILHÕES de votos e se comunica com nichos. Essa Folha não presta!!

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Polícia

[VÍDEO] Três suspeitos de matarem PM ganham liberdade após audiência de custódia e são recebidos a tapa na saída por família do policial

Esse caso vem de Manaus e foi publicado no blog do jornalista Dinarte ASsunção. Vejam só a confusão que deu…

Três dos quatro homens presos por suspeita de matarem um sargento da Polícia Militar nesta quarta-feira (19) tiveram liberdade provisória decretada após audiência de custódia nesta sexta-feira (21), em Manaus.

O vídeo em que eles deixam a audiência e que registra familiares do policial indignados viralizou no Brasil.

O sargento foi assassinado com dez tiros pelo corpo: um atingiu o queixo do PM, oito nas costas e um no tórax. Os suspeitos fugiram e levaram a arma do policial.

Segundo a Justiça do Amazonas, a audiência de custódia avalia a prisão dos suspeitos e é realizada no momento em que a polícia apresenta o inquérito.

Em seguida, o inquérito vira um processo que será distribuído no TJAM e vai ser direcionado a uma das varas penais na próxima segunda-feira (24).

Segundo o Tribunal, caso o Ministério Público solicite a prisão dos suspeitos novamente, eles podem voltar a serem presos.

Blog do Dina

Opinião dos leitores

  1. Juiz para soltar bandido e criminoso no Brasil é o que não falta, pois se fosse um pobre de um trabalhador que tivesse furtado una sacola de pão para matar a fome dos filhos, com certeza ficaria atrás das grades por um bom tempo.

  2. Quem tinha que levar umas tapas boas era esse sem vergonha desse juiz. Queria que fosse um familiar dele, pra vê se ele não tinha deixado esses três vagabundos mofando na cadeia por mais de 30 anos.

  3. BRASIL, PARAISO DA IMPUNIDADE E IMUNDICE, CHEGA A DAR ÂNSIA DE VOMITO ESTA NOSSA LEI VAGABUNDA

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Gastronomia

No Papo de Fogão deste sábado teve forró, canjica e bolo preto. Confira as receitas

Canjica

Ingredientes:
20 espigas de milho verde
500 gramas de açúcar
1 colher de sopa rasa de sal
3 litros de leite
1/2 concha de manteiga da terra

Modo de preparo:
Debulhar o milho e processar no liquidificador junto com o leite.
Após bater, passar na peneira e descartar o bagaço.
Colocar a mistura do milho na panela e temperar com o sal e o açúcar.
Levar ao fogo médio e mexer até ganhar consistência de purê mole.
Baixar o fogo e deixar cozinhar até ficar bem cremoso.
Colocar a manteiga da terra para finalizar e deixar cozinhar por mais 3 minutos.
Servir em travessa ou em recipientes para porção individual.
Preparo: 25 min
Cozimento: 40 minutos

Dica rápida – Bolo Preto

Ingredientes:
300g de farinha de mandioca
100g de coco ralado
120g de manteiga
100ml de leite de coco
300g rapadura escura
600ml água
2 unid de pau de canela
10 Cravos
1 colher de chá de erva doce
10 castanhas de caju para decorar

MODO DE PREPARO
Em uma panela colocar a rapadura, a água, a canela, o cravo, a erva doce e deixar ferver até fazer uma calda grossa, tipo mel. Passar numa peneira e deixar esfriar.
Em uma tigela misturar a farinha, o coco, a manteiga, o leite de coco e por último a calda.
Colocar em forma untada e decorar com as castanhas.
Assar por aproximadamente 60 minutos.

Preparo: 20 min
Cozimento: 1h

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Política

Bolsonaro diz que Congresso quer transformá-lo em uma rainha da Inglaterra

Foto: Agência Brasil

Envolto em uma turbulenta relação com o Congresso, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse neste sábado (22) que o Legislativo passa a ter cada vez mais “superpoderes” e que quer deixá-lo como “rainha da Inglaterra”, que reina, mas não governa.

“Pô, querem me deixar como rainha da Inglaterra? Este é o caminho certo?”, indagou Bolsonaro.

O presidente fez o questionamento ao dizer que tomou conhecimento de um projeto na Câmara que transferiria a parlamentares o poder de fazer indicações para agências reguladoras.

“Se isso aí se transformar em lei, todas as agências serão indicadas por parlamentares. Imagina qual o critério que vão adotar. Acho que eu não preciso complementar”, afirmou Bolsonaro.

O presidente disse que “o Legislativo, cada vez mais, passa a ter superpoderes” e disse que o pacto entre Executivo, Legislativo e Judiciário deveria ser algo vindo “do coração”.

“Com todo respeito, nem precisava ter um pacto. Isso precisava ser do coração, do teu sentimento, da tua alma”, disse o presidente, na saída do centro médico do Palácio do Planalto, onde foi nesta manhã para fazer exames antes de embarcar para o Japão, na terça-feira (25) para participar da reunião do G-20.

Após a entrevista, o presidente iniciou um giro pela capital federal. Entrou em um supermercado, conversou com moradores, e depois seguiu para um clube militar.

Nesta sexta-feira (21), ao anunciar mudanças em sua equipe ministerial, Bolsonaro reconheceu que seu governo tinha problemas na articulação política.

Por meio de medida provisória publicada na quarta-feira (19), ele transferiu a articulação política de Onyx Lorenzoni (Casa Civil) para o general Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo).

O diálogo do governo com o Congresso é alvo de constantes reclamações de parlamentares nesses quase seis meses de gestão Bolsonaro e já impôs uma série de derrotas ao Planalto.

Exemplo mais recente é a aprovação de um texto pelo Senado esta semana que tira a validade de dois decretos presidenciais sobre porte e posse de armas.

As queixas eram direcionadas, sobretudo, a Onyx, a quem cabia a tarefa de atender as demandas do Legislativo.

Reportagem da Folha deste sábado (22) mostrou que, na véspera de completar seis meses no cargo, Bolsonaro dá sinais de que busca uma nova maneira de governar e deixar para trás a difícil relação com o Congresso até aqui.

Na última semana, demitiu dois ministros, modificou as funções de 3 das 4 pastas que ficam no Palácio do Planalto e anunciou pessoalmente troca de comando em duas estatais: o BNDES e os Correios.

No primeiro semestre como presidente, Bolsonaro adotou um modo oscilante na maneira de governar. Agora, tem demonstrado maior descontração nas aparições públicas.

A mudança de humor, na avaliação de aliados, foi influenciada pelas manifestações pró-governo no fim de maio.

Desde então, o presidente tem parado com frequência para cumprimentar e conversar com apoiadores ao entrar e sair da residência oficial, o Palácio da Alvorada. Aproveita a ocasião para dar entrevistas aos repórteres que fazem plantão no local.

Apesar de uma melhora de clima, assessores presidenciais não acreditam que ele vá adotar de forma constante uma versão “paz e amor”, mantendo o método de “fritura pública” de seus auxiliares antes de demiti-los.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. A propósito, o que seria melhor: ser rainha da Inglaterra ou governadora do Rio Grannnnde do Norte?

  2. E o que devemos dizer de quem apoia quadrilha de corruptos, ladrões. vagabundos, desmoralizados, sem caráter e que estão presos.
    Esse é mais um filho da estocadora de ventos e do encantador de asnos.

  3. A sociedade esclarecida já entendeu que o problema do presidente não é político. Ele é um doente mental, como boa parte do eleitorado que o elegeu.

  4. O centrão é o câncer do Brasil.
    Cambada de ladrões e enganadores.
    Passam dia e noite tramando CONTRA O BRASIL.

    JOGUE UM OVO EM UM PARLAMENTAR DO CENTRÃO!!!!

    aqui no RN há vários: Beto petrolao rosado, Rafael idema Motta, Fabio jbs Faria, benes solta-bandido leocadio, João dnit maia e por aí vai….

  5. Bolsonaro conhece muito bem o Congresso. Afinal, passou décadas por lá. Qualquer cidadão minimamente informado sabe que, se depender do Senado e da Câmara do Deputados, não teremos avanços. Essa turma não quer mudar coisa nenhuma. Querem se valorizar, mostrar poder. Estão "se lixando" para a plebe ignara, que, a rigor, sem saber votar, elege um conjunto de gente sem futuro. O Rei Pelé estava certo quando disse que "brasileiro não sabe votar". Acertamos elegendo Bolsonaro, mas o Congresso continua muito ruim. Poucas exceções à parte.

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Esporte

Brasil disputa, hoje, com Peru 1º lugar do grupo A pela Copa América

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

O Brasil defende hoje (22) contra o Peru a liderança do grupo A na última rodada da primeira fase da Copa América. A partida será às 16h, na Arena Corinthians, em São Paulo.

Os brasileiros têm o mesmo número de pontos (4) que os peruanos, mas estão à frente devido ao saldo de gols: três, um a mais que o Peru.

A seleção canarinho precisa vencer para terminar na primeira colocação sem depender do resultado do outro jogo do grupo – Bolívia x Venezuela – também às 16h, mas no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte. Isso porque os venezuelanos têm 2 pontos e podem chegar a 5 se vencerem os bolivianos.

Por isso, o Brasil pode tanto terminar em primeiro como em terceiro do grupo. Se o Brasil vencer, termina em primeiro. Se empatar o jogo, pode ainda assim terminar em primeiro, desde que a Venezuela não ganhe da Bolívia com uma diferença de quatro gols ou mais.

Combinação de resultados

Se perder o jogo, o Brasil pode ficar em segundo ou em terceiro lugar, dependendo da combinação de resultados dos dois jogos.

Para garantir sua classificação ainda hoje, o Brasil precisa ficar na primeira ou na segunda colocação.

Se chegar em terceiro lugar, a seleção brasileira ainda dependerá dos resultados dos outros grupos, que serão decididos amanhã (23, grupo B) e na segunda-feira (24, grupo C).

Pelo regulamento da Copa América, classificam-se para as quartas de final os dois primeiros colocados de cada um dos três grupos, além dos dois mais bem classificados entre os terceiros colocados.

Agência Brasil

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Polícia

Receita faz apreensão recorde de cocaína em carga de banana no Porto de Pernambuco

A Receita Federal apreendeu nesta sexta-feira (21) 808,2 kg de cocaína escondidos em uma carga de bananas no porto de Suape, no município de Cabo de Santo Agostinho, na região metropolitana de Recife. Esta é a maior apreensão de drogas realizada na história do porto. A cocaína apreendida foi avaliada em R$ 32 milhões.

A droga estava escondida em carregamento de bananas, e os tabletes, envolvidos em pó de café. O carregamento foi distribuído em três contêineres que iam para a Bélgica, na Europa.

“Observamos que o material estava bem embalado em sacos plásticos e revestidos com pó de café para dificultar o trabalho de cães farejadores. Não havia droga em todas as caixas dos contêineres também para despistar”, contou o delegado da Alfândega da Receita Federal, Carlos Eduardo Oliveira, destacando que os fiscais se surpreenderam com a quantidade de cocaína apreendida.

“Esta foi a maior apreensão desde o funcionamento de Suape”, completou.

A carga ilegal foi descoberta durante fiscalização de rotina da Receita Federal. Um dos contêineres passou por um scanner de raio-x, que analisa cargas por amostragem, e a droga foi detectada. Depois disso, fiscais abriram os demais contêineres.

A Receita não informou a quem pertence o carregamento de drogas e nem a origem da carga. Até agora, ninguém foi preso. A Polícia Federal foi informada da apreensão e ficará responsável pelas investigações sobre a origem da droga.

Uma das hipóteses é de que a droga tenha vindo da Colômbia, Equador ou Peru pelo corredor Solimões, que atravessa a região Norte até portos do Nordeste. O corredor é uma das rotas pluviais de entrada de drogas no Brasil com destino a Europa.

Os contêineres estavam prontos para transporte internacional. A Receita no Recife diz acreditar que narcotraficantes escolheram a data para esconder a droga nos contêineres imaginando que a fiscalização fosse reduzida devido ao feriadão de Corpus Christi.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Até onde sabemos PE não tem fabrica de cocaína, como danado ela foi parar dentro dessas caixas de bananas?????
    Com a palavra a PRF.

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Diversos

Mega-Sena paga neste sábado prêmio de R$ 2,5 milhões

Quem acertar as seis dezenas da Mega-Sena deste sábado deverá receber R$ 2.500.000,00. As informações são do site da Caixa Econômica Federal.

Também serão contemplados neste concurso 2.162 quem acertar a quina (5 números) e a quadra (4 números).

A aposta mínima, de seis números, custa R$ 3,50.

Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances de faturar o prêmio maior.

Os números serão sorteados às 20 horas (horário de Brasília).

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Trânsito

Pista principal da BR-101 será interditada nos dois sentidos neste sábado em Parnamirim

A pista principal da BR-101 será interditada nos dois sentidos neste sábado (22), na altura do bairro Emaús, em Parnamirim, Grande Natal. O Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit) informou sobre a interdição através de nota nesta sexta (21).

De acordo com o Dnit, o fluxo de veículos será interrompido entre as 7h30 e as 12h para a instalação de uma passarela de pedestres. O Departamento comunicou que o trânsito será desviado pelas marginais da rodovia.

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Política

Major Olímpio diz que Onyx nunca fez articulação política

Para Major Olímpio, a retirada da articulação política das mãos de Onyx Lorenzoni vai melhorar a relação do Palácio do Planalto com o Congresso.

“Tenho convicção de que melhora. Sempre afirmei que até então não existia articulação política. O que vier vai ser bom”, disse o senador ao Congresso em Foco.

“Eu não conseguia sentir efeito algum de articulação política, principalmente dentro do Senado, onde convivo com todos os senadores muito bem, com eventuais apoiadores e a oposição.”

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Onix é um grande articulador, conhece como ninguém aquela casa. O grande problema é que fazer articulação política naquela ca$a tem que $er com dinhero, $ão viciados, I$$O o MITO não quer. Aí trava tudo, $imples A$$IM. Solte o dinheiro do povo que qualquer um vira grande articulador.

    1. Esta afirmação espanta o homem sério e o eleitor desses negociadores da coisa pública.

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Economia

PIB da Copa América não chega a 10% da economia mundial

Se a Copa América reúne algumas das melhores seleções do mundo, a realidade não é a mesma quando se faz uma análise econômica dos participantes do torneio. Somado, o peso econômico dos países que estão na competição é de apenas 9,5% do Produto Interno Bruto (PIB) global.

Das equipes que jogam a Copa América, a seleção da japonesa é que tem maior relevância. É a terceira maior economia – atrás apenas dos Estados Unidos e da China – e responde por 4,14% da atividade mundial, mostra um estudo conduzido pelo pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), Marcelo Balassiano.

O Brasil é segundo país com maior peso econômico entre as seleções que disputam a competição. Nona maior economia global, o país é dono de uma participação de 2,49% no PIB mundial. Os demais países não chegam a 1% de relevância e não figuram entre as 20 maiores economias do globo.

“Nem sempre uma economia com grande peso vai se traduzir no melhor país”, afirma Balassiano. “É só pegar o caso do Brasil. É a nona maior economia do mundo, mas está cheio de problemas.”

Sem os países convidados – Japão e Catar –, o quadro seria ainda de mais fraqueza: os dez países restantes da competição representariam apenas 5% da economia global.

G1

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