Jornalismo

Funpec pagou R$ 4 milhões por 10 vídeos com audiência média de 700 pessoas

A Tribuna do Norte desta sexta-feira destaca o Inquérito Civil Público que o MP instaurou para investigar o contrato da Fundação Norte-Rio-Grandense de Pesquisa e Cultura (Funpec) com o Grupo Fields 360, empresa de comunicação integrada que gere a campanha publicitária ‘Sífilis Não’, orçada em R$ 50 milhões. O  contrato previu a elaboração de vídeos para TV e internet, gerenciamento de redes sociais e impressão de material gráfico.

A websérie, dividida em 10 episódios, custou R$ 4,1 milhões. Cada episódio foi assistido, em média, por 699 pessoas (de acordo com audiência medida no início da noite desta quinta-feira, 30, no site e no canal oficial da Campanha Sífilis Não na internet).

O contrato tem vigência de 12 meses com possibilidade de prorrogação do prazo e revisão de preços em até 25% do valor inicial atualizado. A empresa foi a única a apresentar propostas técnica e de preços de acordo documentos disponibilizados pela Funpec no seu próprio site (funpec.br) relativos aos Edital de Seleção Pública Presencial nº 001/2018-Funpec, lançado no dia 4 de junho do ano passado. O valor estimado do contrato em referência, R$ 50 milhões, é quase cinco vezes os orçamentos deste ano para a Comunicação/Publicidade oficiais  previstos pela Prefeitura do Natal e Governo do Estado.

A abertura do processo investigatório pelo MPF/RN ocorreu em 20 de agosto do ano passado, após o recebimento de uma denúncia anônima pelo setor extrajudicial do órgão, e é analisada pelo procurador da República Kleber Martins de Araújo. Até a noite desta quinta-feira, 30 de maio, não havia nenhuma movimentação processual além do registro de abertura e distribuição ao gabinete do procurador. A expectativa é que nesta sexta-feira, 31 de maio, o procurador disponibilize o conteúdo que estava sob análise. Na consulta ao processo, consta que ele está no ‘Grupo Temático de Combate à Corrupção’, que investiga ‘crimes de responsabilidade e improbidade administrativa’.

Para acessar a reportagem completa click aqui: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/funpec-paga-r-4-milha-es-por-va-deos-com-audia-ncia-ma-dia-de-699-pessoas/449629

TRIBUNA DO NORTE

Abaixo segue um dos videos produzidos:

Opinião dos leitores

  1. Se a petrobras deu no Petrolao que prendeu lula, o ladrao corrupto. A Funpec vai dar no FUNPECÃO e vai prender quem? quem será? Bom perguntar aos estudantes uteis.. eles sao muito uteis a quem interessa…

  2. Precisamos instaurar uma "Lava-Jato das Universidades", começando por aqui, com a FUNPEC…Depois espalhando-se pelo país…Recuperaremos bilhões (vejam q apenas 1 contrato, em 1 universidade, gerou R$ 50.000.000,00)!!!

  3. Está mais que explicado o ódio de professores e "alguns" funcionários da UFRN para com o governo Bolsonaro, estão perto de perderem a boquinha de dinheiro desviado pela Funpec. Dá-lhe Bozo!!!??

  4. A Funpec já nasceu malhada, e agora acabaram de queimar seu filme noir, rodado em subterrâneo de luxo. Nem com uma campanha de duzentos milhões de reais (sem licitação, óbvio) ela recupera mais a imagem que nunca teve.

  5. Essa FUNPEC pode ser outro escândalo nacional promovido pelo PT. Será que estamos diante de uma nova lava jato?

  6. Essa dinheirama foi bancada pelo Ministério da Saúde através de Termo de Execução Descentralizada (uma espécie de convênio), em favor da UFRN. Por sinal, a União tem derramado milhões de reais, quase bilhões, para UFRN por intermédio dessa manobra… não há qualquer prestação de contas e nem é permitido.

  7. É bom demais torrar dinheiro público é igual a atirar com pólvora alheia, a pessoa nem liga. Gastaram um bocado enbolçaram outro tanto e o resto dividiram, pronto resolvido o problema, o dinheiro nao volta. Foi todo usado, em causa própria, mas isso é só um detalhe. Kkkkkkk

  8. Os que comandam são professores?
    Tá indo bem essa fundação.
    Agora, se for atrás, a esquerda que dá o tom da cantiga.

  9. Eita que tem virigente que está perdendo o sono.
    Essa funpec é literalmente uma RIQUEZA!
    Deve ser por isso que muitos deles andam com adesivos "Lula Livre" em seus carros…kkkkkkkkkkk

  10. Será que tem gente que ganhou dinheiro ilicitamente por essas contratações? Acho que não, pois são professores universitários.

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Jornalismo

FOI TARDE: Justiça autoriza demolição do Hotel Reis Magos

HOTEL REIS MAGO. FOTO: WELLINGTON ROCHA/ARQUIVO/PORTAL NOAR

 

Por PORTAL NO AR / Claudio Oliveira

O prédio do antigo Hotel Reis Magos, na Praia do Meio, em Natal, recebeu o aval do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, no Recife, para que o grupo proprietário Hotéis Pernambuco S/A, possa demolir o imóvel que encontra-se abandonado e em estado de deterioração.

Por maioria, os desembargadores do TRT5 negou provimento à apelação do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, que desejava impedir que os proprietários realizassem qualquer atividade para demolição. O objetivo era fazer com que o prédio fosse tombado como patrimônio histórico e arquitetônico. A Procuradora do Estado, Marjorie Madruga fez a sustentação oral no TRF5, mas não conseguiu convencer a justiça a barrar a vontade dos donos do imóvel.

A procuradora tinha, inclusive, tentado fazer com que o grupo consertasse a laje da recepção da extinta boate Royal Salute, que ficava dentro do hotel e desabou no mês passado, contudo, o advogado do grupo João Vicente de Golveia, disse ao Portal NoAr que não havia nenhum fundamento legal para essa exigência e que o prédio não tem mais conserto porque acabou se deteriorando sozinho, devido a ação natural do vento, chuva, sol e maresia, bem como a depredação de vândalos. O hotel parou de funcionar em meados da década de 90 e, desde então, está em ruínas.

Segundo o advogado, o grupo aguardava decisão da justiça para poder fazer um estudo e definir um novo projeto para o local. “Mesmo que houvesse chances de recuperação, o proprietário não tem qualquer interesse em revitalizá-lo. A ideia é enfrentar a questão do tombamento que está na justiça e, se o prédio deixar de existir, empreender no terreno um novo projeto, demolindo o que está lá e fazendo aquecer a economia e valorização daquela área da cidade”, revelou ao Portal NoAr.

Opinião dos leitores

  1. Tomara que seja demolido mesmo e seja construído no local um outro hotel pela inciativa privada. Dará emprego para muitas pessoas e reavivará aquela praia. Natal não merece ter a desurbanização que tem em sua orla. Chega de pobreza exibida. Isto aqui é uma cidade turistica.

  2. Uma BOSTA DESSA de patrimônio histórico???RN é um atraso , a pior orla de arquitetura do país , e vem esses chatos defender um ponto de droga desses , so gente que tem salário de R$ 40.000,00 por mês para brigar para afungentar os empresários investidores, mulher sem noção ?

  3. Até que enfim este cadáver insepulto vai deixar de assombrar Natal. Já não era sem tempo.

  4. Me parece que o grupo tem condições, pois incorporou esse prejuízo todo imposto pela sociedade e justiça potiguar… Eu deixaria assim, só para sacanear e deixar a praia mais linda.

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Política

Atos foram menores e a educação foi a ponta do iceberg para protestos anti-Bolsonaro

O último dia 15 foi marcado pela surpresa. Antes mesmo de o governo Jair Bolsonaro completar cinco meses, centenas de milhares de pessoas foram às ruas contra os cortes de verba na Educação. A manifestação marcou o fim simbólico do período de apatia pós-eleitoral. Os protestos, com forte caráter espontâneo, emergiram após o ministro da Educação, Abraham Weintraub, provocar a sociedade dizendo que o contingenciamento de 30% seria focado nas universidades em que houvesse “balbúrdia” ou “gente pelada dentro do campus”.

O sucesso da primeira manifestação parece ter inebriado os núcleos mais organizados, UNE à frente, que prontamente convocou outro protesto para duas semanas depois. A movimentação seguiu o slogan #amanhãvaisermaior, que reinou nos protestos brasileiros desde 2013. A presidente da organização estudantil chegou a afirmar no Congresso que os estudantes iam seguir nas ruas e Bolsonaro e Weintraub não dormiriam mais “em paz”. Só que a tarefa de manter a sociedade em permanente mobilização, especialmente em relação a um governo recém-eleito, não é simples.

As manifestações desta quinta-feira, embora relevantes e espalhadas pelo país, acabaram sendo menores que as de duas semanas atrás — e ocorreram apenas quatro dias após o bolsonarismo mostrar nas ruas que ainda tem vigor popular.

Após a grande manifestação de 15 de maio, o governo se esforçou para conter a insatisfação. Bolsonaro chegou a reconhecer ter exagerado ao atacar os manifestantes, e Weintraub foi ao Congresso explicar o que pretende fazer à frente do ministério. Mais importante: o governo se esforçou para fazer prevalecer a narrativa de que não havia corte, e sim contingenciamento, e que o montante não era de 30%, mas sim de 3%. São duas formas de ver os mesmos dados, mas o discurso diversionista pode ter surtido algum efeito.

Independentemente da guerra ideológica que se vê nas ruas, a vida real dos estudantes começou a ser efetivamente afetada nos últimos dias. Várias universidades públicas já estão informando a seus estudantes que não haverá verbas para congressos e pesquisas. A tendência é que o quadro siga piorando.

E é na piora da vida da sociedade que está a ameaça a qualquer governo. A educação é um desses aspectos, mas há outro mais importante: a situação financeira das famílias. Ontem, o IBGE divulgou que o PIB ficou negativo no primeiro trimestre deste ano. É palpável a frustração dos empresários, que apoiaram massivamente Bolsonaro nas eleições, ante a incapacidade do governo em montar uma coalizão que gere confiança em relação ao futuro econômico do país.

Os protestos pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff estenderam-se por mais de um ano, e não seguiram uma trajetória crescente todo o tempo. Mas sua resiliência, que acabou contaminando o Congresso, se deu por uma razão simples: na vida real, as pessoas viram sua renda cair e seus empregos desaparecerem. A educação é a ponta do iceberg anti-Bolsonaro, mas há muito mais abaixo da linha d’água.

Paulo Celso Pereira / O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Uma coisa digna de ser divulgada e exposta como um abuso e um partidarismo sem precedentes foi o cancelamento das aulas da UnP Roberto Freire quando a manifestação foi no Midway com caminhada até a árvore de Mirassol.
    Politização de Universidade Particular? Engajamento dos dirigentes da referida Universidade no lulo-Petismo? seria bom perguntar aos dirigentes da instituição as razões pelas suspensões das aulas em unidade tão distante do foco. Indignado faço aqui meu protesto e espero ter ressonância e a devida divulgação dessa mistura de partidarismo e falta de seriedade na gestão de uma carissima(para os coitados dos alunos) Universidade.
    Nem argumentar sobre onibus principalmente por existirem linhas alternativas para aquela região sem passar pela manifestação.

  2. "Educação" no Brasil não passa de força de expressão. Os números do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) não mentem, apenas envergonham os brasileiros de vergonha.

  3. Parabéns pelo Artigo. Muito bem escrito e com isenção. Jornalismo sério se faz com opinião em cima de fatos ou Hipóteses robustas. Sempre com isenção ou tendências ideológicas.

  4. Os milhões de desempregados que teriam suas vidas resolvidas pela reforma trabalhista deveriam ter a sua manifestação também. Aliás todo mundo que se sentir prejudicado ou lesado, por quem quer que seja, tem que botar a boca no mundo e reclamar.

  5. PARA PENSAR UM POUCO!
    Veja essa declaração contida no texto acima:
    "É palpável a frustração dos empresários, que apoiaram massivamente Bolsonaro nas eleições, ante a incapacidade do governo em montar uma coalizão que gere confiança em relação ao futuro econômico do país."
    "EMPRESARIOS APOIARAM MASSIVAMENTE…"
    Pois é. Sabendo que os interesses dos empresários e dos trabalhadores em geral são completamente opostos, e que a maioria dos brasileiros é pobre, para quem o governo Bolsonaro com Guedes (representante dos banqueiros) está governando?
    Deu pra perceber que quem mais defende esse governo são os ricos e milionários empresários?
    Entendeu porque a defesa da reforma trabalhista e previdenciária do jeito que está?
    Entendeu que o objetivo é vender a Embraer, Eletrobrás e Petrobras (empresas estrategicas no campo de tecnologia e energia), destruir o código de defesa do meio ambiente liberando agrotóxicos e queimadas, é privatizar as Universidades e Escolas Técnicas do país?
    É isso que queremos?

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Economia

Queda de 0,2% do PIB retoma debate sobre corte da taxa de juros para sair da estagnação

A contração de 0,2% do PIB (Produto Interno Bruto) no primeiro trimestre de 2019 intensificou a pressão para que o governo adote medidas de estímulo à economia, além dos esforços para aprovar a reforma da Previdência, incluindo a retomada da política de cortes de juros.

Embora o presidente Jair Bolsonaro (PSL) não tenha comentado os dados divulgados nesta quinta-feira (30), o ministro Paulo Guedes reagiu ao resultado, anunciando que o governo estuda liberar recursos de fundos como FGTS para animar o consumo.

O diagnóstico de analistas é que a medida vai na direção correta, mas que a piora do ritmo da atividade —que nunca chegou a engatar uma recuperação vigorosa após o fim da recessão em 2016— exige outras ações.

“[O resultado do PIB] é mais uma evidência de que o Banco Central pode cortar os juros. É o único instrumento de curtíssimo prazo para ajudar a economia a voltar a crescer”, diz Sérgio Werlang, ex-diretor de Política Econômica do BC.

Desde maio de 2018, a Selic, taxa básica de juros da economia, permanece em 6,5%.

A estabilidade sucedeu um período de repetidos cortes que levaram a taxa a cair a menos da metade (em outubro de 2016, a Selic era 14,25%).

A suspensão da política de afrouxamento monetário ocorreu na esteira da percepção de que a recuperação da economia poderia levar à volta das pressões inflacionárias.

O IPCA, índice oficial de inflação, ficou em 4,94% em abril, acima do centro da meta de 4,25%, mas dentro do intervalo de variação aceitável, que é de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

Apesar do resultado, com o diagnóstico de que a economia brasileira pode estar caminhando para uma nova recessão, o rumo da política monetária voltou ao centro do debate entre economistas.

A defesa de corte de juros não é consensual, mas o tema ganha espaço crescente em discussões e relatórios.

Para Alberto Ramos, diretor de pesquisa para América Latina do Goldman Sachs, por exemplo, não é tão claro que o BC deve reduzir os juros.

“Ninguém hoje não investe pelo custo do capital. A razão para não investir é a incerteza e o risco de insolvência fiscal no médio e longo prazo. Se eles continuarem, quem não investia por 6,5% não vai investir por 5,5%”, afirma.

(mais…)

Opinião dos leitores

  1. São taxas e corrupção demais. alvará Semurb(vixe!!!), Itiv, cartório, MP,TJ, Ibama, ISS, INSS, JT… meu amigo prefiro ficar com minha grana sossegada.

  2. Já está mais do que na hora de fazer alguma coisa, governo e congresso já tem que investir parte desse trilhão que vai entrar, via RP. Sob pena do país não consegui sair da UTI. Os poderes tem que se unir e tomar medidas pró crescimento

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Cultura

Cantor sertanejo morre em acidente de moto

O cantor sertanejo Guilherme Palaia Juliari

O cantor sertanejo Guilherme Palaia Juliari, de 26 anos, morreu na manhã de quinta-feira, 30, em um acidente de moto na Rodovia Vereador Rubens Leme Asprino (SP-344), entre Aguaí e São João da Boa Vista, em São Paulo.

Segundo informações da Polícia Rodoviária, por volta das 11h30, Juliari dirigia a moto pela rodovia quando, no km 215, bateu na traseira de um caminhão, que estava parado na pista por causa de problemas mecânicos.

Juliari, nascido em São João da Boa Vista, morreu no local do acidente. Ele era casado, desde o final de 2018, com Jovana Balbino. Ainda não há informações sobre velório e enterro do cantor.

Redes sociais. A morte do cantor causou comoção nas redes sociais. Dezenas de mensagens de amigos e parentes foram postadas no Facebook de Juliari.

“Outro dia, postei essa foto tomado de imensa alegria por esses dois amigos. Hoje, chocado e com profunda tristeza, ao saber da morte do Guilherme. Só a graça de Deus é que pode permitir consolação diante desse triste acontecimento. Que o Senhor lhe dê a paz e console sua jovem esposa e seus familiares”, postou o padre Ricardo Ramos.

“Hoje o dia é de luto aqui na Terra. Mais é de festa lá no céu. Mais um irmãozão vai morar junto de Deus. Sem palavras para descrever sua humildade irmão. Vai com Deus irmãozão”, postou um amigo.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

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Televisão

José Roha está Cara a Cara com BG neste sábado (1)

Ex-presidente do América-RN, ex-presidente do Tribunal Regional do Trabalho RN e ex-deputado por duas vezes, José Vasconcelos da Rocha é o convidado deste sábado do programa Cara a Cara com BG.

Cara a Cara com BG, sábado, às 8h30, na TV Ponta Negra.

Acompanhe o programa através dos canais: Cabo Telecom 120 (sinal digital) e 805 (HD); NET 13 (sinal digital) e 513 (HD); Sky HD 313.1.

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Política

Sob ataques e desgastes, DEM tenta se ‘desligar’ do Centrão

O DEM iniciou uma ofensiva para deixar de ser rotulado como Centrão. A estratégia do partido, que fará, nesta quinta-feira, (30/5), uma convenção nacional, foi montada para reagir ao desgaste cada vez maior da imagem de fisiologismo grudada no Centrão desde a época em que o então deputado Eduardo Cunha (MDB-RJ), hoje preso, comandava o bloco na Câmara.

Sob o mote “O Brasil não pode parar”, a convenção do DEM, em Brasília, defenderá a agenda econômica com foco nas reformas da Previdência e tributária, mas, nos discursos, dirigentes do partido manterão uma distância regulamentar do Centrão. A campanha para “desligar” a sigla do grupo também terá destaque nas redes sociais.

Classificado pelo presidente Jair Bolsonaro como “velha política”, o Centrão foi alvo, no domingo, das manifestações de rua em defesa do governo. O bloco informal reúne partidos como DEM, PP, PL (ex-PR), PRB, MDB e Solidariedade e é formado por cerca de 230 dos 513 deputados.

O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), é visto como articulador político do grupo, que já impôs uma série de derrotas ao Palácio do Planalto, como a retirada do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) das mãos do ministro da Justiça, Sérgio Moro, e a aprovação do Orçamento impositivo.

“O Democratas nunca será Centrão”, disse o presidente do DEM, ACM Neto, logo após as mobilizações, há quatro dias, dando a senha para a reação do partido. Prefeito de Salvador, ACM Neto saiu em defesa de Maia, que foi criticado nas ruas. No Rio, manifestantes carregaram até mesmo um boneco pixuleco com o rosto do deputado.

“Fiquei triste com os ataques a Maia. Houve exageros nas críticas”, afirmou ACM Neto, que será reeleito nesta quinta para um mandato de mais três anos na presidência do DEM.

Eleições

Com três ministérios no governo (Casa Civil, Saúde e Agricultura) e o comando da Câmara e do Senado, o DEM tem pesquisas mostrando que, quando a sigla é vinculada ao Centrão, perde apoio. O desgaste preocupa a cúpula do DEM em um ano pré-eleitoral. Em 2020, o partido quer apresentar candidatos às prefeituras das principais capitais e, dois anos depois, ACM deve concorrer ao governo da Bahia. Atualmente, o DEM administra Goiás e Mato Grosso.

“Quem quebrou o Centrão fomos nós, mas isso não é dito. E agora Kassab não é Centrão e eu sou?”, perguntou o líder do DEM na Câmara, Elmar Nascimento (BA), em referência ao ex-ministro Gilberto Kassab, presidente do PSD, partido que foi formado a partir de uma dissidência do DEM. “Não dá para aceitar isso porque é injusto”, completou Elmar.

Na tentativa de se desvincular do Centrão, dirigentes do DEM lembram que, em julho de 2016, após Cunha renunciar à presidência da Câmara – alvejado pela Lava Lato -, Maia venceu o então deputado Rogério Rosso, do PSD de Kassab, na disputa pelo comando da Casa. À época, a vitória de Maia foi considerada uma derrota do Centrão e de Cunha, que apoiavam Rosso.

“Somos o partido moderador, que tem se alinhado com o governo na agenda econômica, mas não na pauta de costumes”, observou o deputado Efraim Filho (DEM-PB). “Então, não vamos deixar de apoiar propostas do governo, se tivermos identidade com elas, porque o Centrão é contra, e vice-versa. Não temos alinhamento automático.”

Apesar de ocupar três ministérios na equipe de Bolsonaro, o DEM não integra a base aliada do Planalto, sob o argumento de que tem “autonomia e independência”. A cúpula do partido alega, ainda, que os ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Luiz Mandetta (Saúde) e Tereza Cristina (Agricultura), embora filiados, são da “cota pessoal” de Bolsonaro.

O incômodo com o rótulo “Centrão” aumenta à medida que o “bombardeio” nas redes é ampliado. Nos bastidores, deputados têm certeza de que essas críticas são puxadas pelo presidente e por seu filho “02”, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ).

O grupo que dá as cartas do poder na Câmara costuma ser associado, desde a era Cunha, a práticas que ficaram conhecidas como “toma lá, dá cá”. “Não existe Centrão. Isso é uma invenção sem sentido”, afirmou o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), líder da Maioria.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Nas próximas eleições temos que balizar os componentes do centrão, a direção que o país está tomando está diretamente ligado às posições do centrão e pt, que a cada movimento da equipe do governo, eles bloqueiam de uma forma insana , levando o caos e a inércia pra nação, aumentando o desemprego, miséria e violência.

  2. Conversa pra boi dormir, não tem essa de rotular não, o DEM é centrão sim de cabo a rabo, comandado por Rodrigo Maia, foi assim que ele se reelegeu presidente da casa e certamente o seu substituto já está acordado, outro membro do Centrão ladrão, vergonha nacional. Não adianta querer enganar.

  3. Seus componentes já roubaram, deixaram roubar, ajudaram a roubar, desviaram dinheiro público, forjaram. Enfim, já fizeram maldades de mais com o país. Dê-em uma trégua com essas maldades demônios!

  4. Cada um fala o que quer, aceitam suas próprias mentiras….!!! É assim mesmo na política!!! Mas a grande verdade é que todos, todos sem excesso são ou ainda praticam a velha, podre e miserável política….!!! Está nas entranhas de Brasília!!!! Lamentavelmente!!!

    1. Concordo com esse pensamento, infelizmente. E o que me deixa mais estarrecido é ver pessoas defendendo políticos como quem briga por times de futebol, deixando de lado a razão e o pragmatismo, enquanto eles, os políticos, riem das nossas caras de idiotas.

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Educação

MEC diz que professores, alunos e pais não podem divulgar protestos; confira nota na íntegra

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

O Ministério da Educação divulgou uma nota na tarde desta quinta-feira (30) em que afirma que professores, servidores, funcionários, alunos e até mesmo pais e responsáveis “não são autorizados a divulgar e estimular protestos durante o horário escolar”.

Em seguida, orienta que sejam feitas denúncias por meio do site ouvidoria do MEC.

A medida representa mais uma ofensiva da pasta em meio a um novo dia de manifestações pelo país contra o bloqueio de verbas do setor. O primeiro dia de protestos ocorreu em 15 de maio.

Na nota, a pasta justifica a medida dizendo que “nenhuma instituição de ensino pública tem prerrogativa legal para incentivar movimentos políticos partidários e promover a participação de alunos em manifestações”.

Questionado pela Folha a respeito do amparo legal das medidas e sobre o que levou a pasta a citar que até mesmo pais não estão autorizados a divulgar os protestos, o ministério ainda não respondeu.

Além de vetar a divulgação das manifestações em horário escolar, o ministério também diz em nota que servidores públicos que participarem dos eventos podem ter o ponto cortado.

“Vale ressaltar que os servidores públicos têm a obrigatoriedade de cumprir a carga horária de trabalho e podem ter o ponto cortado em caso de falta injustificada. Ou seja, os servidores não podem deixar de desempenhar suas atividades nas instituições de ensino para participarem desses movimentos”, diz o comunicado.

Na véspera dos protestos, em vídeo divulgado em suas redes sociais, o ministro Abraham Weintraub havia dito que há “coação” por parte de professores pela participação dos estudantes nos atos.

“Estamos recebendo aqui no MEC [Ministério da Educação] cartas e mensagens de muitos pais de alunos citando explicitamente que alguns professores, funcionários públicos, estão coagindo os alunos e que serão punidos de alguma forma caso eles não participem das manifestações”, disse o ministro.

“O MEC está fazendo um esforço muito grande para que o ambiente escolar não seja prejudicado por uma guerra ideológica que prejudica o aprendizado dos alunos”, afirmou Weintraub.

No dia do primeiro ato contra os bloqueios na educação, em 15 de maio, o presidente Jair Bolsonaro chamou quem foi às ruas de imbecis e “idiotas úteis” usados como “massa de manobra”. No entanto, uma semana após a mobilização o governo repôs parte da verba contingenciada da área.

Com o uso de recursos de uma reserva, destinou ao Ministério da Educação um total de R$ 1,6 bilhão —21% do valor que havia sido contingenciado (R$ 7,4 bilhões). Nas universidades federais, o corte chega a R$ 2 bilhões, o que representa 30% da verba discricionária (que não inclui gastos obrigatórios como salários, por exemplo).

O principal objetivo das manifestações, segundo os organizadores, é mostrar à população que os cortes no orçamento da educação prejudicam o ensino, a pesquisa e os serviços prestados pelas instituições do setor à sociedade.

Também nesta quinta, o Ministério Público Federal ingressou com uma ação civil pública na Justiça Federal do Rio Grande do Norte contra Weintraub e a União por danos morais coletivos.

Segundo o MPF, a ação busca responsabilizar as falas consideradas ofensivas do chefe do MEC desde que ele assumiu a pasta, em abril. A ação pede R$ 5 milhões em caso de condenação e será analisada pela 10ª Vara Federal de Mossoró.

Os procuradores que assinam a ação ressaltaram entre as muitas declarações de Weintraub, uma dada em entrevista no dia 30 de abril, quando ele disse que “universidades que, em vez de procurar melhorar o desempenho acadêmico, estiverem fazendo balbúrdia terão verbas reduzidas”.

Sobre a ação do MPF, o Ministério da Educação disse em nota que não foi comunicado oficialmente sobre a ação. “Até porque ela está com data de hoje. Portanto, sequer foi distribuída a uma das varas da Justiça Federal de Natal (RN). Em pesquisa no site da Justiça Federal do Rio Grande do Norte, não consta nenhuma ação judicial ainda contra o ministro da Educação”, disse a pasta.

Para o MEC, a ação não foi sequer despachada pela Justiça. “Isso surpreende e quiçá denota o caráter político da medida, já que os veículos de comunicação dela tiveram conhecimento antes mesmo do suposto demandado e da ação ter sido formalmente protocolizada perante a instância judicial competente”.

Leia a íntegra da nota do MEC

“O Ministério da Educação (MEC) esclarece que nenhuma instituição de ensino pública tem prerrogativa legal para incentivar movimentos político-partidários e promover a participação de alunos em manifestações.

Com isso, professores, servidores, funcionários, alunos, pais e responsáveis não são autorizados a divulgar e estimular protestos durante o horário escolar. Caso a população identifique a promoção de eventos desse cunho, basta fazer a denúncia pela ouvidoria do MEC por meio do sistema e-Ouv.

Vale ressaltar que os servidores públicos têm a obrigatoriedade de cumprir a carga horária de trabalho, conforme os regimes jurídicos federais e estaduais e podem ter o ponto cortado em caso de falta injustificada. Ou seja, os servidores não podem deixar de desempenhar suas atividades nas instituições de ensino para participarem desses movimentos.

Cabe destacar também que a saída de estudantes, menores de idade, no período letivo precisa de permissão prévia de pais e/ou responsáveis e que estes devem estar de acordo com a atividade a ser realizada fora do ambiente escolar.”

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Aptralharam a manifestação, e afundaram o movimento e a pauta. Na próxima vão só os presidentes dos DCEs e alguns representantes segundaristas, segue o caminho do lula livre. FRACASSO TOTAL!

  2. O bozo não é o rei do Brasil! Qdo o mp do rio fizer a denuncia o clã miliciano vai por água abaixo. A economia está parada e a culpa é do neofascista e neoliberal bozo. O cara como deputado é um péssimo presidente. E tem mais o cara tem todos os indicios q é um homossexual enrustido.

    1. Calma, não se esqueça, tá?
      Quem quebrou o Brasil, não foi Bolsonaro. Foi os aloprados, mensaleiros assaltantes do PT que governaram o País nos últimos 13 anos. O presidente Jair Bolsonaro é o presidente eleito com uma surra de votos, de Janeiro pra cá. Conte nos dedos, são apenad CINCO meses governo, e tu já quer que o Brasil seja uma Suíça?? Não pode, não existe mágica, o estrago foi grande e vai demorar pra recuperar. Tchau queridos, PT ladrão nunca mais.
      Há!!
      Já ia esquecendo, LULA tá preso babacas

  3. Mas isso excede limites….!!! Censurar alunos e pais???? Até pouco acreditei que esse Sr era inteligente….mas….!!!!

  4. Esse militontos idolatram um bandido Lula. Também idolatram outros bandidos de estimação.

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Política

RACHA DECLARADO? Onyx insinua que Bolsonaro pode deixar o PSL e voltar para o DEM

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Em discurso convenção nacional do DEM, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, insinuou nesta quinta-feira, 30, que o presidente Jair Bolsonaro pode voltar para o partido. Bolsonaro se filiou ao PSL no ano passado para disputar a eleição ao Palácio do Planalto, mas em 2005 chegou a integrar as fileiras do PFL, hoje DEM.

“Temos um ex-filiado do PFL, do DEM, que olha para o nosso partido com imenso respeito e com olho de, quem sabe, querer voltar para casa”, afirmou Onyx. Em conversas reservadas, Bolsonaro já reclamou mais de uma vez dos problemas enfrentados no PSL, que tem uma bancada de novatos no Congresso e muitas vezes atua como oposição ao Palácio do Planalto. Interlocutores do presidente já disseram, em outras ocasiões, que ele avalia a possibilidade de deixar o PSL.

Questionado se havia conversado com Bolsonaro sobre o retorno ao DEM, Onyx abriu um sorriso. “Não. É um sonho meu”, respondeu ele. O presidente já trocou várias vezes de partido, desde o início de sua carreira política, nos anos 80.

Em vários momentos da convenção, que ocorreu em Brasília, Onyx ficou com a voz embargada ao discorrer sobre a trajetória do DEM e disse que Bolsonaro – chamado por ele de “capitão” – foi “o escolhido” por Deus para fazer a “transformação” do País e ser o alicerce de uma aliança “liberal-conservadora”.

“A esperança, na época deles, era vermelha. A nossa é apaixonadamente verde-amarela”, discursou o ministro, em uma referência aos governos do PT. Alvo de críticas por causa da fragilidade da articulação política do governo com o Congresso, o titular da Casa Civil também definiu os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), como “duas bênção que Deus trouxe para ajudar o capitão Bolsonaro”.

Estadão Conteúdo

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Política

“Não dá para fazer transição suave sem perda de impacto”, diz secretário

O secretário da Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, afirmou nesta quinta-feira, 30, ao Estadão que não é possível promover uma transição suave na reforma da Previdência sem que haja uma perda de impacto fiscal “muito grande”.

“Nós perdemos muito tempo, perdemos o bônus demográfico. Não dá pra fazer uma transição suave sem ter uma perda muito grande de impacto fiscal”, disse.

“Se tivéssemos feito uma reforma em 2011, poderíamos ter uma transição suave, mas perdemos oito anos e a situação só piora”, acrescentou, antes de participar de evento em São Paulo.

Rolim ressaltou que, se o relator da reforma na comissão especial da Câmara, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), quiser manter o impacto fiscal de R$ 1,2 trilhão em 10 anos mesmo cedendo em pontos sensíveis aos parlamentares, compensações terão de ser feitas na proposta.

A transição é um dos pontos que estão sendo analisados pelo relator. O secretário disse que o governo não tem participado da discussão para o fechamento do relatório.

Estadão Conteúdo

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Judiciário

STF adia para 4ª-feira decisão sobre aval do Congresso para privatizações

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) adiou para a próxima quarta-feira (5) a decisão sobre a necessidade de aval do Congresso para a realização de privatizações de empresas estatais. O julgamento foi iniciado na tarde desta quinta-feira (30) pelo presidente do STF, ministro Dias Toffoli, que informou na abertura da sessão que os votos de cada um dos ministros só serão lidos na próxima semana, uma vez que as sustentações orais das partes envolvidas tomariam todo o tempo desta quinta-feira, 30.

Segundo apurou o Estadão/Broadcast Político, o julgamento deve ter placar apertado, com tendência de “ajustes” na decisão do ministro Ricardo Lewandowski, que, em junho do ano passado, determinou que a venda de empresas públicas, sociedades de economia mista e de suas subsidiárias ou controladas exige prévia autorização legislativa, sempre que se trate de perda do controle acionário.

Com a continuidade do julgamento programada para a semana que vem, a decisão final do STF em torno da venda de 90% da Transportadora Associada de Gás (TAG) pela Petrobras por US$ 8,6 bilhões também fica para depois. Como a decisão do ministro Edson Fachin, que suspendeu a venda, está amparada na liminar de Lewandowski, o julgamento da primeira ação tende a afetar automaticamente a situação da TAG.

Insegurança

Para o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, as liminares concedidas por Lewandowski e Fachin causaram insegurança não só para a Petrobras, mas para o Brasil e a economia brasileira. Mesmo assim, Castello Branco afirmou estar confiante na “racionalidade e no senso de Justiça” dos ministros do STF ao analisarem o tema de forma colegiada.

Na avaliação de Castello Branco, o petróleo é uma “uma grande fonte de geração de riqueza” e a não concretização dos planos de desinvestimento da Petrobras “limita significativamente a exploração dessa riqueza natural em prol da sociedade brasileira”.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. O Brasil nunca foi um país sério. E tem tudo para não sê-lo jamais. Esta brisa aqui é de uma frescura inigualável.

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Diversos

[VÍDEO] Manifestantes picham “Lula livre” em ônibus durante ato contra Bolsonaro

Durante a manifestação contra Bolsonaro, organizada por entidades estudantis, centrais sindicais, partidos políticos e movimentos sociais, nesta quinta-feira (30), em Fortaleza mais uma vez cenas de vandalismo foram registradas.

Jovens foram flagrados com latas de spray pichando muros e ônibus com os dizeres “Lula livre”. Um motorista que passava na localidade flagrou o momento em que um dos manifestantes trajando uma camisa vermelha picha a frase política em um ônicus da Santa Cecília Transportes.

Opinião dos leitores

  1. Esses militontos idolatram um bandido Lula. Também idolatram outros bandidos de estimação.

  2. É só ler o que está escrito no ônibus que se percebe que não foi em Natal. Provavelmente foi em Fortaleza.

    1. Interessa mesmo é o "jornalismo desejoso". Né não, Cidadão?

  3. Esses vagabundos só aprendem a depredar o patrimônio público e privado, é o legado da Petralhada, bandidos!!!

  4. Chupeta p esses jovens promissores. Segundo o esquerdista Ciro Gomes quem defende "lula livre é doente do juízo".

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Diversos

[VÍDEO] Em Natal, manifestação de estudantes, partidos e sindicatos e movimentos é novamente marcada por confusão em frente à sede do PSL

Mais uma vez a manifestação de sindicatos, partidos políticos, movimentos sociais, estudantes e professores da UFRN foi marcada por confusão em frente a sede do PSL em Natal.

Na primeira movimentação ocorrida no 15 dia, dois estudantes foram detidos e levados para a delegacia após picharem a sede do PSL, que fica na avenida Senador Salgado Filho, no meio do percurso previsto para o ato.

Na movimentação de hoje, a confusão começou após bate-boca entre manifestantes e partidários do presidente Jair Bolsonaro, em frente à sede. Após o tumulto, a Polícia Militar interveio para separar os grupos. Um policial acabou sendo atingido por uma pedra durante a tentativa de separação dos grupos.

Opinião dos leitores

  1. Desocupados, se perguntar a 90% desses aí não sabem o valor total do contingenciamento, e nem quanto fica o das universidades.

    1. Bozo ja morreu de overdose.. mas lula ta preso viu?! Entendeu? E tomara que apurem e julguem quem dever a justiça. E nao fiquem gastando milhoes protelando a cadeia, como o pilantra do lula e seus amigos corruptos fizeram.

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Judiciário

SINAL FECHADO: Investigações sobre propinas de R$ 1,1 milhão para Agripino podem ir para a Justiça Federal

As investigações envolvendo um suposto pagamento de propina que ultrapassa R$ 1,1 milhão para o ex-senador José Agripino Maia devem ficar a cargo da Justiça Federal do Rio Grande do Norte (JFRN). Pelo menos, esse é o entendimento e recomendação da procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

Dodge defendeu que as investigações sigam com a Justiça Federal durante a sustentação contra a decisão do Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que decidiu que o caso fosse encaminhado para a Justiça Estadual, mais especificamente para a 5ª Vara Criminal da Comarca de Natal (RN).

Agripino responde a processos pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e uso de documentos falsos. Ele foi denunciado por ser beneficário de mais de R$ 1,1 milhão na implantação do serviço de inspeção veicular obrigatório com a Inspar, apontado na Operação Sinal Fechado.

A denúncia

Segundo o MPF, em 2010, Agripino, juntamente com o então ex-deputado Carlos Augusto Rosado e a esposa e então senadora, Rosalba Ciarlini (à época candidata ao governo) teriam recebido R$ 1,15 milhão de George Olímpio para assegurar a manutenção do contrato de inspeção veicular celebrado entre o Consórcio Inspar e o Estado. A maior parte do dinheiro se destinou a pagar despesas da campanha de reeleição do senador Agripino e de Rosalba a governadora, e nunca foi declarado na prestação de contas de ambos.

De acordo com a denúncia, uma parcela menor foi depositada “de forma fracionada, sem identificação de origem” nas contas de José Agripino (R$ 105.500), Carlos Augusto (R$ 86.365) e Rosalba (R$ 69.950).

Opinião dos leitores

  1. Tem que prender Agripino e o filho dele, são dois artistas muito conhecidos no meio político.

  2. Vemos a intenção de um processo pela velocidade que ele anda.
    Esse, por exemplo, anda a passos de tartaruga e vai terminar como terminam praticamente todos cometidos por membros da elite branca pertencente a casa grande, na prescrição.
    Se fosse contra o …

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Política

Miliciano preso por grilagem de terras é tio de Michelle Bolsonaro

Nesta quarta-feira (29) sete policiais militares foram presos por integrarem uma milícia com atuação na região do Sol Nascente, em Brasília. O 1º sargento João Batista Firmo Ferreira, tio da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, foi um dos alvos da Operação Horus, que investiga agentes por crimes de loteamento irregular do solo, extorsão e até homicídio, relacionados à grilagem de terras.

Segundo informações divulgadas pelo ‘Correio Braziliense’, a operação foi realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Distrito Federal e as investigações começaram em 2011.

Com autorização judicial, as ligações telefônicas dos suspeitos foram interceptadas e as conversas revelaram a forma de atuação dos policiais militares. A denúncia destaca que os dados obtidos com a quebra do sigilo bancário de João Firmo, autorizada pela Justiça, reforçam a ligação do PM com a organização criminosa.

Ainda segundo a publicação, a Polícia Militar alegou ter colaborado com as investigações por meio da Corregedoria. A corporação acrescentou que instaurou procedimentos internos para apurar a conduta dos policiais. “Mas todos correm sob segredo de Justiça. Portanto, não podemos dar mais detalhes”, informou.

O Palácio do Planalto informou que não se pronunciará sobre o assunto.

Vale lembrar que João Batista Firmo Ferreira é irmão de Maria das Graças, mãe de Michelle. A família da primeira-dama mora na região do Sol Nascente.

NOtícias ao Minuto

Opinião dos leitores

  1. Imaginem se fosse tio de Marina Letícia e tivesse acontecido em 2008.
    Seria o fim do mundo

  2. Teoria da conspiração tupiniquim, Procedimento picanhao e muito utilizado pela esquerda. Nada tem haver o grau de parentesco com o crime que está sendo investigado.

  3. É A FAMÍLIA BARRA PESADA, AINDA QUEREM DISSIMULAR QUE ELES NÃO SÃO MILICIANOS E, AO CONTRÁRIO, SÃO OS BALUARTES DA HONESTIDADE !!!!

  4. Que estranho.
    Como um povo tão honesto vive cercado de bandidos e milicianos?
    Já pensou se fosse o…

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Judiciário

Fachin rejeita recurso em que Lula questionava imparcialidade de Moro

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luiz Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato na Corte, rejeitou recurso feito pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que questionava a imparcialidade de Sergio Moro como juiz nos processos contra ele.

Ao negar o pedido, no último dia 20, Fachin diz que não foi comprovada “relação de inimizade capital entre o recorrente e o juiz”. A defesa havia citado eventuais manifestações do magistrado em textos jurídicos ou palestras de natureza acadêmica, informativa ou cerimonial a respeito de crimes de corrupção poderia ter comprometido a parcialidade de Moro.

O TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) já havia negado pedidos de suspeição de Lula contra Moro no ano passado nos processos de recebimento de propina através de obras em um sítio em Atibaia e desvio de recursos através da compra de terreno para a construção do Instituto Lula.

Fachin alegou que o recurso não merecia prosperar. “Sob a óptica do devido processo legal, cláusula que compreende a imposição de observância do juiz natural, a verificação da efetiva parcialidade do julgador imprescindiria, no caso concreto, da prévia análise do Código de Processo Penal, circunstância a revelar que a ofensa à Constituição, se existente, seria meramente reflexa, o que impede o conhecimento do recurso extraordinário”, decidiu.

Folhapress

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