Finanças

Fátima anuncia que vai pagar folhas em atraso dos servidores até dezembro

O Portal AGORA RN destaca que a governadora Fátima Bezerra revelou na sexta-feira, 28, que definiu um prazo para pagar os salários atrasados dos servidores da rede estadual. Durante agenda em Mossoró, ela prometeu colocar em dia os salários em atraso até dezembro deste ano.

A atual dívida do Estado com os funcionários estaduais é de R$ 900 milhões. Estão em atraso as folhas somadas de novembro, dezembro e o 13º salário de 2018.

Para saldar este valor, o Governo espera que, nos próximos meses, ocorra a venda da conta única da folha de pagamento dos servidores, avaliada em
R$ 250 milhões, além de obter os R$ 1,3 bilhão previstos com o plano de recuperação fiscal dos Estados do governo federal.

“Estamos em buscar de receitas extras para quitar o passivo até dezembro. A venda da folha está em processo avançado, mas não é só isso. As receitas extras de maior volume deverão vir da cessão onerosa do Pré-Sal, bônus de assinatura e da inclusão do RN no programa de ajuda fiscal aos estados”, explicou.

Opinião dos leitores

  1. Até lá vamos comendo pipoca kkkkkkk
    Promessas p ganhar foram muitas
    …eu já sabia

  2. Por enquanto, esse governo é só papo furado, lorotas, promessas vazias, conversa mole. NADA de concreto. Nenhuma proposta plausível, factível. Continuamos torcendo para dar certo. Não há outro caminho.

  3. Com essa noticia ela quer ficar em paz ate dezembro
    E ai quando dezembro vier kkkk vai ser outro
    GOPI

  4. Parlatorio para dormitar bovinos inocentes. O plano mansueto preve 1,3 bilhoes em quatro parcelas anuais. Ainda esta no congresso para aprovacao. Para se enquadrar Estado precisara aprovar medidas impopulares na assembleia legislativa. O proprio governo ja disse no comeco do mes que esse valor seria para pagar fornecedores, onde governo deve 2,4 bilhoes. Quanto a venda da folha sera usada para pagar o decimo terceiro de 2019 e nao para pagar atrasados. Ja que governo nao vem provisionando nada para o decimo 2019.

  5. O JUDICIÁRIO TEM DINHEIRO. PEÇA EMPRESTADO AO JUDICIÁRIO OS R$ 900 MILHÕES EMPRESTADOS DO DUODÉCIMO.

  6. Interessante é ver o governo de Fátima ser salvo por um dinheiro que vem da venda do pré-sal, e que a própria governadora é contra a venda do pré-sal. Pimenta no dos outros é refresco, quanta demagogia.

  7. Notícia ótima para o funcionalismo, mas para o estado não é tão boa, pois se perde 900 milhões em recursos que poderiam ser utilizados para obras. Por isso é necessário ser feita uma reforma no funcionalismo.

    1. Como assim perde? O pessoal não trabalhou? Ela vai apenas pagar o atrasado.
      Não estou defendendo o governo, mas ela está apenas pagando o que é devido aos servidores e não está dando nenhum bônus.

  8. A muie do GOPI só fala EM LADRAO LULA LIVRE, estado quebrado e à muie do Grelo duro falando ladrao Lula livre, vá trabalhar, esqueci que os PTralhas são do time dos que ;

    Trabalhador que: NÃO TRABALHA
    ESTUDANTES QUE NÃO ESTUDAM
    Professores que não lecionam

  9. Não acredito em Papai Noel.
    Cadê os sindicatos que na época de Robinson faziam greve geral e iam para as ruas queimar pneu. Agora e todo caladinho. Isso e golpe. Acorda RN

  10. Mulher mentirosa dinheiro tem não paga porque não.quer vc deu aumento a muitos se toque e pague o que vc deve logo

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Esporte

Fifa descarta ranking unificado em Copas e não vê Marta à frente de Klose

Autora de 17 gols na história da Copa do Mundo feminina, a brasileira Marta, 33, não superou o recorde do alemão Miroslav Klosede gols em Mundiais. Pelo menos é o que diz a Fifa, sob a justificativa de que os dois disputam eventos distintos.

“A Fifa classifica a Copa do Mundo masculina e a Copa do Mundo feminina como duas competições separadas. Ainda assim, Marta é considerada a maior artilheira do Mundial feminino, e Klose, o maior artilheiro do Mundial masculino”, afirmou a Fifa em email enviado à reportagem.

Folha havia questionado a entidade sobre a possibilidade de a atacante brasileira ser considerada por ela a maior goleadora de todos os tempos da Copa do Mundo, entre homens e mulheres.

Marta anotou seu 17º gol em Copas no dia 18 de junho, na vitória por 1 a 0 sobre a Itália. Foi último jogo da fase de grupos, e o resultado classificou a seleção brasileira para as oitavas de final do torneio.

Na fase de mata-mata, a equipe comandada pelo técnico Vadão foi eliminada na prorrogação pela anfitriã França, por 2 a 1.

Eleita seis vezes a melhor jogadora do mundo, a camisa 10 comemorou bastante a marca alcançada contra as italianas e destacou a representatividade de uma mulher ocupar o topo da lista de goleadores em Copas.

“Quebrar recordes é algo que acontece naturalmente quando se dedica, faz trabalho com amor. Estava esperando esse momento. Estou feliz demais. Digo que a gente está quebrando muitas barreiras, e esse recorde representa bastante, porque não é só a jogadora Marta, mas as mulheres. Num esporte que ainda é masculino para muitos, temos uma mulher como a maior artilheira das Copas. É para todas elas”, disse Marta.

Ela também brincou com o atacante alemão: “Será que ele [Klose] vai voltar atrás e querer jogar a próxima Copa?”.

Miroslav Klose disputou quatro Copas do Mundo e marcou 16 gols: cinco em 2002, outros cinco em 2006, quatro em 2010 e dois em 2014.

No Mundial realizado no Brasil, há cinco anos, Klose igualou o recorde de Ronaldo, com 15, ao anotar no empate em 2 a 2 contra Gana, ainda na fase de grupos. O gol que o colocou como o grande goleador da história do evento veio justamente na goleada por 7 a 1 da Alemanha sobre a seleção brasileira, na semifinal, no Mineirão.

O alemão se aposentou dos gramados em 2016. Hoje, ele é técnico das categorias de base do Bayern de Munique.

Já Marta registrou gols em cinco Copas. Foram três em sua primeira participação, no ano de 2003, sete na edição de 2007, quatro em 2011, um único gol em 2015 e dois na competição deste ano, na França.

FOLHAPRESS

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Comportamento

Divórcio do dono da Amazon vai custar R$ 146 bilhões

MacKenzie se divorciou de Jeff Bezos no início do ano
Foto: Bloomberg
MacKenzie se divorciou de Jeff Bezos no início do ano Foto: Bloomberg

 

Uma das maiores transferência de patrimônio da história deve se concretizar nos próximos dias. Com a assinatura de um juiz, US$ 38 bilhões (cerca de R$ 146 bilhões) em ações daAmazon vão passar paraMacKenzie Bezos como parte de seu acordo de separação do fundador da empresa, Jeff Bezos .

– Esse é o Godzilla dos divórcios – disse Peter Walzer, presidente da Academia Americana de Advogados Matrimoniais e sócio do escritório Walzer Melcher. – Nada se compara por conta do volume de patrimônio a ser dividido.

Jeff Bezos, de 55 anos, continuará a ser a pessoa mais rica do mundo, com uma fatia de 12% da Amazon, equivalente a U$ 112 bilhões (R$ 429 bilhões), de acordo com o Índice de Bilionários da Bloomberg. Em abril, via Twitter, a própria MacKenzie, de 49 anos, disse que o futuro ex-marido vai ficar também com outras propriedades, como o jornal Washington Post e a empresa de exploração espacial Blue Origin.

Os valores envolvidos não têm precedentes. Embora tenha passado por vários divórcios, Larry Ellison, dono da Oracle, jamais perdeu neles parte de suas ações na fabricante de software. Da mesma forma, o cofundador do Google Sergey Brin manteve sua participação após seu discreto divórcio Anne Wojcicki em 2015.

MacKenzie Bezos declarou que pretende doar boa parte do patrimônio. Em maio, ela assinou umk compromisso de doação, prometendo usar mais da metade de sua fortuna em filantropia.

– Não vou esperar. E vou continuar até o cofre estar vazio – disse ela.

O GLOBO

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Economia

Produto nacional enfrentará imposto zero em importados de informática e telecomunicações

A Camex (Câmara de Comércio Exterior) só aguarda aval do ministro da Economia, Paulo Guedes, para baixar uma resolução que está pronta e prevê zerar as alíquotas de importação de bens de capital, informática e telecomunicações que têm produtos nacionais similares.

A medida, se for implementada, dará a largada para a abertura comercial prometida por Guedes desde a campanha eleitoral do presidente Jair Bolsonaro.

Pessoas que participaram das discussões afirmam que a resolução ainda não entrou em vigor porque o ministério aguarda a aprovação da reforma da Previdência.

A medida ainda poderia levar a um revés na votação capitaneada pela bancada que hoje defende a indústria local.

A resolução da Camex alterará o atual regime de ex-tarifário, que vale para os países do Mercosul e é um modelo que zera, temporariamente, as alíquotas para importação de máquinas, equipamentos e insumos de tecnologia sem similares na indústria local.

Hoje essa isenção tem validade de dois anos para cada pedido de importação.

Segundo técnicos, que falaram sob a condição de anonimato, a Camex pretende modificar o regime ao permitir que importados com equivalentes na indústria nacional não sejam taxados.

Quem participa das discussões afirma que essa mudança é possível graças a um “waiver” (regras de exceção) válido até o fim de 2021 para que cada país do Mercosul possa modificar as regras do bloco sem consultar seus integrantes.

Depois desse processo, seria preciso abrir negociação para convencê-los a encampar a nova política.
Ainda segundo esses técnicos, as conversas estão avançadas. Uruguai e Paraguai sinalizaram favoravelmente à adesão ao novo regime. A Argentina ainda resiste.

A notícia de que importados similares aos da indústria nacional não serão taxados fez representantes da indústria pesada baterem à porta de Guedes e das secretarias especiais do ministério.

Guedes sempre defendeu que jogar o empresariado nacional na “cova dos leões” seria a única forma de despertar seu instinto de sobrevivência para forçar a competição e o aumento da produtividade.

Desde a transição, o ministro se baseia em um estudo feito pela SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos) da Presidência da República que mostrou as vantagens da abertura comercial para a economia.

O atual presidente da Camex, Carlos Pio, foi um dos responsáveis pelo estudo.

Naquele momento, diversos setores reagiram contrariamente ao plano de Guedes e encontraram respaldo no secretário de Comércio Exterior, Marcos Troyjo, que defende reduções gradativas das alíquotas a exemplo do que ocorreu no programa voltado para a indústria automotiva.

A transição para reduções gradativas de alíquotas, nesse caso, será de 15 anos.

Na sexta-feira (29), Troyjo estava em Bruxelas, com a comitiva brasileira, à frente do fechamento do acordo de livre-comércio Mercosul-União Europeia.

O discurso de tarifas gradativas acabou, aos poucos, sendo adotado por Guedes.

O ministro, publicamente, anunciou a intenção da equipe econômica de reduzir as alíquotas de bens de capital e insumos de tecnologia ao longo de quatro anos para que chegassem, no último ano do mandato do presidente Bolsonaro, a cerca de 4%.

No entanto, a taxa de investimento voltou ao patamar de 50 anos atrás, e uma política mais radical neste momento ajudaria a atrair os investimentos via importação de máquinas e equipamentos.

Em outra frente, o governo ampliou, na semana passada, o ex-tarifário, criando condições mais vantajosas para a concessão do benefício.

Em vez de três meses, o processo deve durar cerca de 20 dias e permitir que mais insumos sejam enquadrados pelo regime de ex-tarifário.

Todo produto nacional que tiver condições equivalentes ao de similares importados poderá ficar livre de imposto.

A burocracia vigente acaba dificultando o fornecedor nacional neste processo e, muitas vezes, prejudica a indústria, que demora demais a receber as máquinas ou os insumos (como peças).

A medida que está na Camex é mais drástica, e uma das preocupações da indústria é o efeito que a entrada desenfreada de importados pode causar ao setor.

Representantes das entidades dizem que a indústria foi duramente prejudicada por décadas de juros e impostos elevados e câmbio valorizado (dólar barato).

Essa combinação restringiu a capacidade de competição da indústria local. Por isso, não seria possível implementar uma abertura fulminante.

No estudo da SAE, feito na gestão Michel Temer, porém, os efeitos de uma abertura mais drástica seriam benéficos. Na simulação feita com 57 setores da economia, a abertura comercial reduziria preços para o consumidor e tornaria as empresas mais competitivas para exportações.

Em contrapartida, seria preciso incentivar a migração de 3 milhões de desempregados desses setores para outros.

O estudo já propunha uma redução para 4% nas tarifas de bens de capital e de insumos de tecnologia.

Desde então, nada ocorreu porque, dentre outros fatores, o governo acreditava que poderia comprometer as negociações do Mercosul com a União Europeia, cujo acordo já foi fechado.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

    1. Reserva de mercado só trás atraso. As empresas se "acomoda" com a proteção e se tornam ineficientes. Só o livre mercado conduz ao progresso. Com mínima ingerência governamental.

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Judiciário

Ministros do STF receiam que vazamentos da Lava Jato façam delatores mudarem versões

Integrantes do STF começam a manifestar receio de que, com o avanço de revelações sobre bastidores de delações, colaboradores digam à Justiça que foram obrigados a assumir crimes que não cometeram.

O assunto surgiu após reportagem da Folha em parceria com o The Intercept, neste domingo (30), revelar debates internos sobre o trato —ainda inconcluso— de Leo Pinheiro, da OAS.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Quem tem que ter receio é o Ministério Público. Ministro do STF ter receio? Mais um embuste da FolhaFalida tentando dar argumentos para inviabilizar a LavaJato e, por consequência, livrar o ladrão mor.

  2. Se existisse o mínimo, alguma fagulha de decência nesses relatores (O que não acredito), deveriam dizer mesmo. Está claro que a pessoa condenada a 30 anos, 20 anos,15 anos de prisão tem uma proposta de dizer o que o juiz e o MP querem ouvir e ir para casa com grande parte do dinheiro roubado legalizado, não tem como recusar. O Leo Pinheiro mudou o depoimento várias vezes até enquadrar-Se no que o moro precisava para condenar o Lula. Foi para casa. Quantos ladrões pegos pela lava jato não está em casa? O moro e o dalagnol estão desmoralizados e a operação lava jato que tinha tudo para ser um verdadeiro instrumento de combate à corrupção, virou um instrumento de perseguição a adversários e de interferir no processo eleitoral . Somente os bolsominions desprovidos de qualquer capacidade de raciocínio podem apoiar a farsa a jato. Foram criminosos ao agirem como agiram.

    1. Inimigo do país decente, não distorça a verdade do fatos, vcs como adoradores de bandidos nunca aprovaram a lava jato, isso porquê foi a operação que desmascarou por completo a corrupção sistêmica do governo petralhas e da oposição, e o Brasil sabe, só não exterminou essa praga, porque no STF, os representantes dos delinquentes petralhas se juntaram com Gilmar Mendes e outros, costumazes apoiadores de ladrões de colarinho branco, minaram e continuam minando as ações dos verdadeiros heróis brasileiros que comandam a lava-jato. Mas o povo está vigilante, e qualquer passo que cometerem a favor de bandidos, o povo irá em massa pras ruas. Aguarde e verá.

    2. Lula ta preso babaca.
      O Juiz Moro sentenciou mais de 140 bandidos, não foi só o molusco de 19 dedos, portanto não distorce a verdade, lula ta preso porque roubou, lavou dinheiro, é um bandido igual aos outros tá??

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Política

Veja as conclusões sobre os atos deste domingo

O pedaço da sociedade leal a Jair Bolsonaro voltou às ruas neste domingo. O país vai se habituando a um fenômeno novo: o protesto a favor. Dessa vez, a favor de Sergio Moro, da Lava Jato e de pautas que interessam ao governo no Legislativo —sobretudo a reforma da Previdência e o pacote anti-crime.

Foi o segundo ato organizado por simpatizantes do governo em 35 dias. O primeiro, em 26 de maio, veio em resposta a um protesto de estudantes e opositores do governo contra o congelamento de verbas para a Educação. Agora, a mola propulsora foi a divulgação de mensagens tóxicas atribuídas a Moro e aos procuradores da Lava Jato. O temor da anulação da condenação de Lula enviou ao asfalto os defensores do combate à corrupção. Vão abaixo quatro conclusões que ajudam a compreender as consequências da nova manifestação:

1) A base social de Bolsonaro: Em termos nacionais, a manifestação deste domingo foi equiparável à de 26 de maio, talvez ligeiramente menor. Nenhuma das duas foi monumental. Nada comparável aos atos pró-impeachment de Dilma Rousseff. Mas ambas estão longe de ser inexpressivas. Ao contrário, revelam que Bolsonaro mantém uma base social sólida e fiel, a despeito da queda dos seus índices de popularidade.

2) As instituições sob pressão: Os refrões, os figurinos e as alegorias do ato não deixam dúvida. O Congresso e o Supremo Tribunal Federal continuarão enfrentando uma pressão de fora para dentro. Hostilizaram-se congressistas, entre eles o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Foram atacados também ministros do Supremo. Gilmar Mendes foi o alvo mais evidente.

Embora congressistas e magistrados digam neguem a influência do asfalto nas suas decisões, é improvável que Brasília ignore o tamanho do meio-fio ao programar os seus passos. Isso já está acontecendo. O fenômeno ajuda a explicar a disposição do Congresso para entregar uma reforma da Previdência tão indispensável quanto impopular. Deputados e senadores não querem ser responsabilizados pela crise.

Compreende-se melhor também por que a Segunda Turma do Supremo adiou para depois das férias o julgamento do pedido de suspeição de Moro, indeferindo por 3 a 2 a abertura antecipada da cela do presidiário petista. Uma das bandeiras do asfalto é justamente a ressurreição da CPI da Lava Toga, arquivada no Senado apesar de dispor de apoiadores na quantidade exigida pelo regimento.

3) O presidencialismo de trincheira: Bolsonaro enxerga nas ruas respaldo para manter a corda esticada nas suas relações com o Legislativo. No Twitter, o capitão anotou neste domingo: “A população brasileira mostrou novamente que tem legitimidade, consciência e responsabilidade para estar incluída cada vez mais nas decisões políticas do nosso Brasil.”.

Há na ótica do presidente uma distorção e um quê de miopia. Não foi a “população brasileira” que saiu às ruas, mas um pedaço dela, eis a distorção. Bolsonaro foi eleito porque os votos das pessoas que pensam como ele foram reforçados pelo apoio dos eleitores que não queriam de jeito nenhum a volta do PT ao poder. Esse pedaço do eleitorado antipetista mudou de faixa. Está no acostamento. Já não existe unidade nem mesmo no bloco bolsonarista.

De resto, o déficit de interlocução política empurra o Legislativo para uma pauta própria, nem sempre coincidente com a do Executivo. A queda de braço já começou e será intensificada depois da aprovação da reforma previdenciária. Nessa briga, o interesse público só está presente até certo ponto. O ponto de interrogação.

4) Os limites da tática do confronto: Quando os partidários de Bolsonaro foram às ruas em 26 de maio, a previsão de crescimento da economia captada no mercado pela pesquisa Focus, do Banco Central, era de 1,24% para o ano de 2019. Na última segunda-feira, a mesma enquete resultou numa estimativa de evolução do PIB de ridículos 0,87%.

O flerte com a volta da recessão e a presença de 13 milhões de desempregados no olho da rua intima o governo de Bolsonaro a apresentar resultados. Sob pena de levar às ruas não os apologistas do governo, mas os brasileiros que estão de saco cheio da polarização eterna.

Ou seja: num ponto o governo de Bolsonaro é igualzinho às administrações anteriores: seu futuro depende do desempenho. Sem prosperidade não há popularidade.

JOSIAS DE SOUZA

Opinião dos leitores

  1. Se o presidente pedir a população, pra depositar 10 reais cada, todo mundo ajuda Na conta do governo.

  2. BG, fale da mega manifestação em Natal, deve ter ocorrido depois da matéria da TV, pois durante a matéria nem a calçada do Mydway estava lotada, a boiada ?????, está diminuindo…???????

  3. Quando os partidários de Bolsonaro foram às ruas em 26 de maio, a previsão de crescimento da economia captada no mercado pela pesquisa Focus, do Banco Central, era de 1,24% para o ano de 2019. Na última segunda-feira, a mesma enquete resultou numa estimativa de evolução do PIB de ridículos 0,87%.

    O flerte com a volta da recessão e a presença de 13 milhões de desempregados no olho da rua intima o governo de Bolsonaro a apresentar resultados. Sob pena de levar às ruas não os apologistas do governo, mas os brasileiros que estão de saco cheio da polarização eterna.

    Ou seja: num ponto o governo de Bolsonaro é igualzinho às administrações anteriores: seu futuro depende do desempenho. Sem prosperidade não há popularidade.

  4. Há na ótica do presidente uma distorção e um quê de miopia. Não foi a “população brasileira” que saiu às ruas, mas um pedaço dela, eis a distorção. Bolsonaro foi eleito porque os votos das pessoas que pensam como ele foram reforçados pelo apoio dos eleitores que não queriam de jeito nenhum a volta do PT ao poder. Esse pedaço do eleitorado antipetista mudou de faixa. Está no acostamento. Já não existe unidade nem mesmo no bloco bolsonarista.

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Política

Atos pró-Moro e governo Bolsonaro reúnem manifestantes em ao menos 70 cidades

Atos a favor principalmente da Operação Lava Jato, do governo do presidente Jair Bolsonaro, do pacote anticrime apresentado pelo ministro Sergio Moro e em defesa da reforma da Previdência ocorreram neste domingo (30) em ao menos 24 estados e no Distrito Federal.

Desde o início da manhã, protestos já eram registrados nas capitais e principais cidades do interior do país, que invariavelmente contaram com o hino nacional e, em alguns casos, com orações antes ou após as manifestações.

Com roupas principalmente nas cores verde e amarela, os manifestantes portavam cartazes e faixas de apoio ao governo e ao combate à corrupção, mas também defendiam outras bandeiras.

Em Salvador, por exemplo, cartazes expostos no Farol da Barra criticavam o MBL (Movimento Brasil Livre) e propostas como a liberação do aborto.

Outro alvo presente nas manifestações foi o jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil, que vem publicando desde o último dia 9 mensagens trocadas pelos procuradores da força-tarefa da Lava Jato nos últimos anos.

Além de São Paulo e Rio de Janeiro, no Sudeste as manifestações ocorreram em Minas Gerais e no Espírito Santo.

Em Belo Horizonte, a praça da Liberdade, tradicional reduto de manifestações, teve ato durante a manhã, assim como outras cidades do estado —Uberlândia, Uberaba e Juiz de Fora entre elas.

Já no Espírito Santo, a manifestação de mais de duas horas em Vitória contou com passeata e participação de caminhoneiros numa carreata.

No interior paulista, Campinas, Santos, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, São José dos Campos e São Carlos são algumas das cidades que registraram manifestações.

Até o fim da tarde deste domingo (30), ao menos 70 municípios brasileiros tinham registrado atos.

Em Curitiba (PR), cidade-sede da Lava Jato e onde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva cumpre pena na PF (Polícia Federal), a manifestação teve início na Boca Maldita na tarde deste domingo. Além da defesa de Moro, sobraram críticas ao STF (Supremo Tribunal Federal) durante o ato.

Também no Sul, cidades de Santa Catarina registraram manifestações, assim como Porto Alegre (RS), que teve ato na avenida Goethe.

Já no Nordeste, uma carreata em São Luís (MA) ocorreu em entre a praça do Pescador e o palácio do governo estadual.

Em Alagoas, a manifestação em Maceió teve início de manhã e durou cerca de cinco horas, de acordo com os manifestantes e a polícia.

O ato em Natal (RN) durou três horas, só terminando às 18h, e contou com a interdição no trânsito numa avenida.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Petralhas eles foram de livre e espontânea vontade não foi por 30 reais e um pão com mortadela não.

  2. Segunda manifestação dos direitistas em 35 dias. Mesmo assim, ocorreu no mesmo nível da anterior. Sacrificando seu domingo de lazer, sem ninguém recebendo dinheiro nem "sanduba" de mortadela nem sendo ameaçado, como os professores esquerdopatas fazem com os seus alunos. Os canalhas vermelhos utilizam tais expedientes e ainda em dia útil, faltando ao trabalho (eles adoram essa parte de não trabalhar), e só conseguem levar às manifestações alguns poucos fanáticos.

    1. Acho q o amigo Ceará Mundão tá com problemas sérios de visão. O nome da doença é diplopia binocular. Aconselho procurar urgente um oftalmologista. Vi, em Natal, meia duzia de "gatos pingados" q cabiam dentro de um ônibus. Se insistirem num próximo, deve caber dentro de uma kombi.

  3. Interessante é quando vc assiste as manifestações pela Globo, que mesmo de helicóptero, não mostra as imagens em sua totalidade. Por exemplo, falou que em S. Paulo na Paulista foram ocupados quatro quarteirões, entretanto as imagens mostravam apenas dois. Fuleragem total.

  4. Os "meia dúzia de gatos pingados" q ainda se aventuraram a ir pra ruas nst domingo, cabiam dentro de um ônibus. Pelo visto, o px caberá numa Kombi. Kkkkk.
    Os Bolsominion's estão sumindo.

    1. A governadora sentiu o peso da manifestação, até promessa de pagar ela fez, pior que é só promessas.

  5. Micareta fascista a céu aberto. Defender o fechamento de instituições como o Cogresso Nacional e o STF são crimes cometidos a luz do dia sem que ninguém dê um pio.
    Alguma coisa está completamente fora da ordem quando se usa a Democracia para se fazer apologia ao crime. E ninguém é responsabilizado e preso?

  6. Seria bom Gilmar Mendes e seu STF, pt, centrão, Rodrigo Maia e alcolumbre mostrar nas ruas de domingo quem os apóie, na sexta , atrapalhando as pessoas no horário de pico, não!…Verão que, mesmo pagos pra trabalharem pelo povo brasileiro, não estão cumprindo seus papéis.

  7. Vamos combinar, o problema não é a reforma da previdência em si, a questão é não será de uma forma igualitária, será vários pesoa e várias medidas, pra variar quem vai o rombo é a população carente. Os militares, magistrados, PF, PRF e várias outras categorias vão permanecer com suas regálias. Portanto, o problema é a forma a ser conduzida e não a reforma em si.

  8. Os gattos pingados estão diminuindo?
    Ainda me lembro do dia em que Jair Bolsonaro pediu fuzilamento de brasileiro preso no exterior por tráfico.
    Quem te viu, quem te vê!

    1. Seus bandidos de estimação, estão presos babaca, e assim permanecerão!

    2. Bolsonaro afirmou que desejava que o traficante que se passava por sargento tivesse sido pego na Indonésia. Portanto, ou sua memória é MUITO fraca ou muito seletiva ou vc se manifesta por má fé. Todos no governo querem ver esse bandido (na verdade, TODOS os bandidos) severamente punido. E vc não verá nenhum simpatizante da direita defendendo criminoso. Faça o mesmo.

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Política

Aparelhamento do Estado não é ‘só de gente, mas de legislação’, afirma Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou neste domingo, 30, que o “aparelhamento” do Estado brasileiro não é “só de gente, mas também de legislação”. As críticas de Bolsonaro ocorrem no momento em que a população volta às ruas neste domingo em defesa da Operação Lava Jato e das pautas do governo, e fazendo críticas a decisões do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).

Na semana passada, o governo foi obrigado a recuar na intenção de afrouxar as regras para a compra, posse e porte de armas no País após após o Senado derrubar dois decretos que versavam sobre as medidas. Ao mesmo tempo, o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou uma das medidas do governo e manteve ativo os conselhos criados por lei.

“O aparelhamento no Brasil não é só de gente, (mas também) é de legislação, que foram amarrando. (Há uma) Quantidade enorme de conselhos. Tem ministério que tem 200 pessoas em um conselho, o que é equivalente a um terço do parlamento. Não tem como você resolver. É muito difícil lutar contra isso”, afirmou o presidente assim que chegou ao Palácio do Alvorada após participar de reunião do G-20 no Japão.

Bolsonaro voltou a criticar o uso de indicações políticas para construir apoio ao governo.

“Se fosse um ministro indicado por um partido, um secretário indicado por outro partido, não ia chegar a lugar nenhum porque faltava para eles o compromisso de fazer algo pelo Brasil”, afirmou.

Bolsonaro não tem agenda oficial neste domingo em Brasília. O presidente anunciou a intenção de ir a Belo Horizonte na terça-feira acompanhar o jogo entre Brasil e Argentina.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Começa a cair a ficha para os veículos alinhados com o mercado financeiro e com os segmentos industriais e comerciais do País.

    Governos fanfarrões, mentirosos, metidos a justiceiros e comprometidos com grupos seletivos e exclusivistas da sociedade resultam em recessões muito piores e mais longas do que os alegados efeitos deficitários de investimentos em infraestrutura e programas sociais.

    A “desregulação” e o “desinvestimento”, que provocam a ausência de estímulos estatais à atividade econômica são muito mais deletérios do que atos isolados de corrupção ou má gestão, facilmente combatidos com penalidades proporcionais, sem quebrar empresas e causar desemprego em massa.

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Judiciário

Decisão que autoriza trans em prisões femininas divide juristas

O Supremo Tribunal Federal (STF) volta a julgar a restrição ao foro privilegiado para parlamentares e ministros. A discussão sobre o caso foi interrompida em junho por um pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes. O placar do julgamento está em quatro votos pela restrição. Brasilia, 23-11-2017. Foto: Sérgio Lima/PODER 360

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, decidiu que presidiárias transgêneros identificadas com o sexo feminino poderão cumprir pena em prisões destinadas a mulheres. Advogados especialistas no assunto consideram que a decisão ‘é um avanço’. Outros classificam a medida como ‘equívoco gravíssimo’.

“Acertou o ministro Barroso. Vale lembrar que o Estado brasileiro tem um processo para garantir que as pessoas mudem civilmente de sexo”, avalia Mônica Sapucaia Machado, professora da Escola de Direito do Brasil (EDB), coordenadora e autora das obras Women’s Rights International e especialista em compliance de gênero. “Logo, uma vez que essa mudança foi autorizada, não é possível que a lei a trate de forma desigual.”

Para Sapucaia, ‘ser trans não é uma condição permanente, só tem sentido durante o processo’.

“Terminado o processo, a pessoa é civilmente mulher ou homem. Isso até porque o conceito não-binário ainda não está incorporado na condição civil, e a partir da nova identidade civil deve a pessoa ter todos os direitos e obrigações do seu sexo”, ela diz.

A professora da EDB entende que esse debate é igual ao da adoção. “Não existe filho adotivo. Essa denominação diz respeito ao caminho até a filiação, que pode ser por adoção ou gestação. Uma vez finalizado o processo, é filho e pronto, sem adjetivos”, compara Sapucaia.

Daniel Gerber, advogado especializado em Direito Penal e Processual Penal, discorda da decisão.

Para ele, é ‘gravíssimo o equívoco’ de se colocar o cidadão transgênero em presídios femininos.

“A superioridade física do transgênero é inequívoca, inclusive sendo questionada mundialmente na esfera esportiva”, argumenta Gerber.

Para o advogado, ‘ignorar tal elemento objetivo em prol de um bem estar psicológico significa desprezar regras básicas de segurança em relação às mulheres que ali estarão’.

“Sem dúvida, o transgênero, em presídio masculino, não é o ideal. Mas resolver um problema criando outro ainda maior e afirmar Direitos de um gênero em claro detrimento de outro que também demanda proteção especial, em nada auxilia uma solução futura”, pondera.

Para Adib Abdouni, criminalista e constitucionalista, apesar de parecer polêmica e de complexa implementação prática, a decisão de Barroso ‘se harmoniza com a recente jurisprudência do STF que vem se consolidando no tempo, com apoio nos princípios da dignidade da pessoa humana, da igualdade, da liberdade e da não discriminação em razão de orientação sexual ou identificação de gênero’.

Abdouni lembra que o STF tem conferido ‘especial proteção às minorias historicamente discriminadas pela condição transexual, cuja vulnerabilidade, no caso em questão, as torna mais expostas à potencial violência da integridade física, decorrente da segregação carcerária em ambiente predominantemente masculino’.

Estadão Conteúdo

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Saúde

Vacina pneumocócica completa 10 anos no Brasil

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Há dez anos, a primeira versão de uma vacina pneumocócica conjugada era aprovada no Brasil. No ano seguinte, a dose, que protege contra quadros que variam de simples dores de ouvido até casos graves de meningite e septicemia, passou a ser distribuída na rede pública e particular de saúde.

Dados da Sociedade Brasileira de Imunizações apontam uma redução de até 40% no número de internações por pneumonia no país e de 70% dos casos de meningite pneumocócica.

“A gente tem um tremendo impacto desde a introdução da vacina”, disse o infectologista pediátrico Renato Kfouri, membro do Comitê Técnico Assessor do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde.

Em entrevista à Agência Brasil, ele explicou que a bactéria pneumococo é responsável por doenças não invasivas, como sinusites e conjuntivites, mas, quando invade a corrente sanguínea, pode causar quadros graves de pneumonia, pericardite e até septicemia.

“Quando falamos da vacina pneumocócica, não se trata de proteção contra uma única doença, como catapora ou gripe, mas contra uma série de doenças”, disse. Kfouri destacou que existem mais de 90 sorotipos da bactéria e que a vacina é feita contemplando alguns deles.

A primeira dose no Brasil, aprovada em 2009, protegia contra sete sorotipos. Atualmente, a rede pública oferece proteção contra 10 sorotipos e a rede particular, contra 13. Doses que contemplam 15 e 20 sorotipos estão em fase de desenvolvimento.

Na prática, quanto maior o número de sorotipos contidos na vacina, maior o espectro de proteção da dose. Segundo o pediatra, a seleção de sorotipos, nesse caso específico, utiliza critérios como a frequência da infecção, a gravidade dos casos associados a ela e a resistência a antibióticos.

As vacinas pneumocócicas normalmente incluem os sorotipos mais frequentes, que mais causam gravidade e os mais resistentes a tratamento. As doses são aplicadas aos 2, 4 e 12 meses de vida.

“As crianças, além de adoecerem com mais frequência, são as que mais transportam o pneumococo e transmitem para outras faixas etárias. Com a vacina, além de ficarem protegidas, elas deixam de portar a bactéria na garganta ou no nariz e deixam de ser transmissoras, diminuindo os casos da bactéria em adultos e idosos. Há, comprovadamente, esse efeito indireto, que chamamos de proteção rebanho”, explicou.

Agência Brasil

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Economia

Ernesto Araújo alfineta governos petistas e diz que Brasil, agora, fala e atua com identidade própria

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, voltou a falar na manhã deste domingo, 30, sobre a estratégia comercial adotada pelo Brasil, tanto na atual gestão, como en anteriores. “Durante 20 anos o Brasil tentou chegar lá sendo um aluno aplicado na escola do globalismo. Não deu. O Brasil que agora fala e atua a partir da sua própria identidade e seus ideais está conseguindo. O Acordo Mercosul-UE o comprova!”, escreveu o ministro em sua conta oficial do Twitter.

Na última sexta-feira, 28, União Europeia (UE) e Mercosul anunciaram a assinatura de acordo comercial histórico, após 20 anos de negociações. Em nota conjunta dos ministérios das Relações Exteriores, Agricultura e Economia, o governo afirmou que o acordo é o “mais amplo” do tipo já negociado pelo bloco de países sul-americanos e constituirá “uma das maiores áreas de livre-comércio do mundo.

O ministro voltou no sábado, 29, da viagem à Bruxelas, onde a cúpula entre os dois blocos foi realizada. A agenda oficial de Ernesto Araújo não prevê eventos ou reuniões para este domingo.

Opinião dos leitores

  1. esse acordo da União Europeia e Mercusul foram ao longo do tempo sendo discutido e agora chegou-se a um acerto entre ambos os mercados, so que ainda vai levar em media uns 3 anos para as câmaras dos países envolvidos aprovarem esse acordo

  2. Não é esse o Ministro indicado pelo desbocado porra louca do Olavo de Carvalho, que diz que a terra é plana?
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  3. Segundo estudiosos, a aprovação veio em um momento totalmente desfavorável para os sul-americanos.

    1. Walsul, segundo estudiosos, o encontro do G20 foi com Hillary Clinton e Haddad, talkei??

    2. Se fosse de uma certa corja de bandidos seria o melhor acordo comercial de todos os tempos.

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Economia

Plano Real, que segurou inflação, completa 25 anos

Brazilian money background. Bills called Reais (Real).

Os brasileiros com mais de 40 anos têm fácil memória das estratégias das famílias para mitigar os efeitos da hiperinflação sobre a renda nos anos 1980 e 1990. “Era uma ginástica danada. Tinha que ir atrás de promoções e nem sempre eram suficientes”, conta Rute Maria de Souza, dona de um restaurante self-service há quase 30 anos na zona central de Brasília.

Tendo que repor constantemente a dispensa da cozinha do estabelecimento, a empresária ia mais de uma vez ao dia em supermercados e sempre via a mesma cena: “Eu me lembro das remarcações no mercado. Quando chegava, lá estava a maquininha trabalhando”.

Para fugir das intermináveis remarcações, a então professora de ensino fundamental Cléia Gerin, mãe de quatro filhos, estocava alimentos, material de limpeza e sabão para lavar roupa. “O feijão ficava velho, e assim era mais difícil de cozinhar. Acabava que gastava mais gás”, comenta, ao citar a necessidade de sempre comprar mais do que efetivamente precisava no mês para fugir da imparável subida de preços.

“A partir do momento em que recebia, era aquela loucura de ir ao mercado para comprar o máximo que pudesse, para durar o mês todo, e para não ter que voltar porque no dia seguinte o preço seria diferente”, descreve ao recordar os tempos de inflação galopante.

Apesar das dificuldades, Cléia era professora da rede pública do Distrito Federal e tinha a segurança do pagamento todo mês. Em alguns momentos, era acrescido em sua remuneração um “gatilho” para repor as perdas inflacionárias.

Essa hipótese não existia para todos os brasileiros, como João Batista, engraxate há 45 anos em um ponto no Setor Comercial Sul de Brasília. Ele não podia majorar o preço do serviço quando precisava atualizar sua remuneração. “Só podia aumentar quando a passagem [do ônibus] aumentava”, revelando um incidental indexador da renda para trabalhadores autônomos.

A vida de João Batista foi positivamente marcada pela estabilidade monetária após o Plano Real. “Eu não tinha nada. Hoje, graças a Deus e de tanto eu trabalhar, consegui minha casa, consegui formar meus filhos”, orgulha-se.

Comunicação e convencimento

Pessoas como a pequena empresária Rute, a assalariada Cléia e o autônomo João tiveram ser convencidas que a moeda que entrou em circulação em 1º de julho de 1994, o real, não era mais uma tentativa fadada ao fracasso para estabilizar a economia, como ocorreu em seis planos emergenciais anteriores: Cruzado 1 (fevereiro de 1986); Cruzado 2 (novembro de 1986); Bresser (junho de 1987); Verão (janeiro de 1989); Collor 1 (março de 1990) e Collor 2 (janeiro de 1991).

A comunicação foi um ponto chave para que o Plano Real, implementado em etapas, fosse assimilado e tivesse engajamento. “Sem muita explicação, verbo, liderança e apoio da mídia não se consegue o principal, que é convencer, ou seja, vencer junto tanto com as cúpulas político-tecnocráticas como, principalmente, junto com o povo”, assinala o presidente Fernando Henrique Cardoso, em nota à imprensa sobre os 25 anos da iniciativa.

O jornalista Thomas Traumann, autor do livro O Pior Emprego do Mundo, que narra a trajetória de 14 ministros da Fazenda desde 1967, também aponta para o cuidado com a disseminação das medidas econômicas no lançamento do real.

Segundo Traumann, o Plano Real contou com “apoio didático preponderante da mídia”. “Os telejornais foram favoráveis ao plano desde o seu dia zero”, destaca. A informação sem sustos evitou comportamentos que em outros planos criam corrida a bancos, supermercados e postos de combustível. “Não houve surpresa. Isso foi fundamental”, acrescenta.

A transparência é elogiada até pelo ex-ministro da Fazenda Delfim Netto, crítico de alguns resultados da medida. “O Plano Real foi uma pequena joia que fará a glória dos competentes economistas que o conceberam. Mostrou que mesmo projetos complexos, quando expostos na sua integridade (começo, meio e fim), podem ser compreendidos e contar com suporte da sociedade”, escreveu à Agência Brasil. Ele admitiu que quando viu “o povo comprando berinjela em URV”, Unidade Real de Valor, ficou “na maior alegria” e viu “que o controle da inflação seria bem-sucedido”.

Ajuste fiscal e troca da moeda

De acordo com o site do Banco Central, o plano desenvolveu-se em três fases a partir do segundo semestre de 1993. Antes de a moeda entrar em circulação, houve um “esforço de ajuste fiscal, com destaque para a criação do Fundo Social de Emergência (FSE), concebido para aumentar a arrecadação tributária e a flexibilidade da gestão orçamentária em 1994 e 1995”.

O FSE desvinculou despesas e receitas orçamentárias. “De social, [o FSE] não tinha nada, mas foi a primeira vez em que se fez um ajuste nas entranhas das contas do governo”, aponta Thomas Traumann. Segundo ele, ali começou a haver uma preocupação sobre os limites até onde poderia ir o déficit público.

O economista José Ronaldo Souza Júnior, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), assinala que a inflação produzia desequilíbrios nas contas públicas e dificultava a percepção do rombo. “Nem sequer tínhamos uma contabilidade pública na época. A clareza a respeito era muito pouco. Com inflação muitíssimo elevada e o déficit sendo coberto com emissão de moeda, havia uma nuvem que dificultava enxergar o problema”, disse.

Além do FSE, Souza Júnior pondera que “uma série de medidas foram tomadas com o objetivo de organizar o setor público porque se sabia que haveria uma redução de arrecadação do que se chama imposto inflacionário [quando a arrecadação sobe mais por causa do aumento de preços]”.

A gestão fiscal exigiu limitação da emissão de moeda e beneficiou-se da compra de títulos da dívida externa no mercado financeiro internacional antes do lançamento do plano. Mais adiante, o ajuste levou à renegociação das dívidas dos estados com a União e à imposição de controles das contas pelos entes federativos.

“Compreendemos que a ‘mágica’ de cortar zeros, mudar o nome da moeda ou mesmo da URV precisava de apoio em um processo de controle dos gastos públicos, renegociação das dívidas externas, privatização de bancos estaduais, enfim de uma reforma do estado. Lembre-se que a Lei de Responsabilidade Fiscal só foi aprovada em 2000 e as privatizações tomaram anos (vide telefônicas) para que seus efeitos positivos fossem sentidos”, descreve em nota o presidente e ex-ministro da Fazenda FHC.

A segunda etapa, iniciada com Medida Provisória nº 434, assinada pelo então presidente Itamar Franco em 27 de fevereiro de 1994, estabeleceu a utilização de uma moeda escritural, a citada Unidade Real de Valor (URV), que serviu como uma ponte para conversão monetária entre o cruzeiro que deixaria de existir para o real que entraria em circulação quatro meses depois.

Na última fase, iniciada há exatos 25 anos, finalmente se introduziu o real. O novo padrão monetário “implicou a necessidade de rápida e abrangente disponibilização do novo meio circulante a partir de 1º. julho de 1994”, registra página eletrônica do BC.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

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Política

‘Acontece em qualquer instituição’, diz presidente sobre sargento com drogas

O presidente Jair Bolsonaro voltou a lamentar a prisão do segundo-sargento da Aeronáutica detido com cocaína na Espanha após desembarcar do avião reserva da Presidência. Segundo ele, o sargento jogou “na lama” o nome das instituições brasileiras, mas disse que situações como essa podem “ocorrer em qualquer lugar do mundo”.

“Isso está sendo investigado. Ele jogou fora a vida dele, jogou na lama o nome de instituições e prejudicou o Brasil um pouco. Mas acontece em qualquer lugar do mundo, em qualquer instituição”, afirmou o presidente.

Bolsonaro voltou a usar a Indonésia como exemplo para insinuar a punição que o segundo-sargento Manuel Silva Rodrigues. No país do sudoeste asiática, casos de tráfico de drogas são punidos com a pena de morte, que não existe no direito brasileiro.

“Eu lamento todo o ocorrido. Meu grande lamento é que não foi na Indonésia que seria mais um exemplo”, afirmou o presidente que voltou a fazer referência ao brasileiro Marcio Archer que foi preso no país asiático por tráfico de drogas e executado após ser condenado a pena de morte.

Bolsonaro não tem agenda oficial neste domingo em Brasília. O presidente anunciou a intenção de ir a Belo Horizonte (MG) na terça-feira acompanhar o jogo entre Brasil e Argentina.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Em um avião de uma comitiva presidencial?? Além de burro, é cínico! E o dono da droga? É o sargento? Com um salário de 5 k….levando uma carga de 5 milhões, cadê o superJuizMinistroTop das galáxias para investigar?

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Política

[FOTO] Manifestantes fazem ato em defesa de Moro e da Lava Jato no Midway

Foto: Pedro Vitorino
Foto: Pedro Vitorino
Foto: Pedro Vitorino

Alguns movimentos sociais ligados à direita foram às ruas de algumas capitais em defesa da Operação Lava Jato e do ministro Sérgio Moro.

Em Natal, o ato acontece em frente ao shopping Midway Mall, tradicional local de concentração de manifestações.

Opinião dos leitores

  1. PAREM DE CHORAR ESQUERDINHAS DERROTADOS KKKKKKK É BOM DEMAIS VER ESQUERDINHA SOFRENDO KKKKKKK LULA TÁ PRESO BABACA KKKKKKKKK ACABA NÃO MUNDÃO!!! KKKKK

  2. Um povo que elege a "É gopi" como vai pra rua apoiar a luta contra a corrupção???
    Eu achei foi muita gente….o Crucificado aqui do RN é Lula.

  3. Kkkkkk, deve realmente ter dado muito trabalho encontrar um ângulo que fizesse parecer ter gente nesse engodo. Era protesto pelo que mesmo? 39Kg de coca? Juiz inquisitor, colar de nióbio? Já sei… era em apoio ao Queiroz! Acertei?

  4. É fiasco que chama, é? Tem mais quilo de cocaína no avião do Bozo do que pessoas nessa esquina. kkkkkkkkk

    1. Que bom, então, que vc é contra as FARC's, as narcoditaduras bolivarianas e os chsmados "direitos dos manos", que o PT tanto defende. Dessa forma, repita conosco, "cumpanheto", bandido bom, é bandido … Lembre-se do monte de petistas e aliados presos, tá ok?

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Economia

General Heleno diz que acordo com União Europeia significará ‘renascer econômico do Brasil’

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Presente ao ato deste domingo (30) em defesa do ministro Sergio Moro (Justiça), o ministro Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) afirmou que o acordo de livre-comércio entre o Mercosul e a União Europeia, anunciado na reunião do G20, no Japão, representará o “renascer econômico do Brasil”.

“Hoje é um dia histórico para esse país. Acabamos de chegar, o presidente e sua comitiva, da reunião do G20. Mais uma uma vez a visão dos esquerdopatas e dos derrotistas fracassou. (…) Isso [o acordo] significa o renascer econômico do Brasil”, afirmou o general, que estava de camisa amarela, boné e óculos escuros.

O acordo anunciado no G20 tem que passar pela aprovação do parlamento dos países envolvidos para entrar em vigor. Também neste domingo, o presidente Jair Bolsonaro disse esperar que o Congresso brasileiro seja o primeiro a ratificar a medida.

Durante a viagem ao Japão, Heleno chegou a mandar procurarem “sua turma” líderes europeus —como o presidente francês, Emmanuel Macron, e a chanceler alemã, Angela Merkel— que questionaram posicionamentos do Brasil na área ambiental.

Bastante exaltado pelo público presente no protesto deste domingo, Heleno também falou sobre a reforma da Previdência e fez um apelo aos congressistas que, em suas palavras, não se vendem por cargos e estatais.

“Vim aqui falar, apelar aos nossos brilhantes parlamentares, aqueles que têm a pátria acima de tudo, aqueles que não têm ideais de troca-troca, de ganhar cargos, de ganhar estatais. Parem para pensar, esqueçam ideologia, esqueçam partidos políticos, e votem na reforma da Previdência. Aprovem essa reforma e essa nova previdência com o menor desgaste possível”, discursou o ministro, em cima de um carro de som.

Folhapress

Opinião dos leitores

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Política

‘Eu vejo, eu ouço’, diz Moro sobre manifestações em seu apoio

O ex-juiz e ministro da Justiça, Sergio Moro, se manifestou no Twitter em relação aos atos de apoio a ele e à operação Lava Jato que acontecem neste domingo (30) em diferentes cidades do país.

Ao compartilhar um vídeo do protesto na orla da praia de Copacabana, no Rio, ele comentou: “Eu vejo, eu ouço”.

Os atos deste domingo foram convocados após a divulgação de conversas atribuídas a Moro e integrantes da Lava Jato levantando a suspeita de que o ex-juiz tenha sido parcial no julgamento de Lula, condenado em segunda instância no caso do tríplex do Guarujá (SP).

A revelação dos diálogos, iniciada pelo site The Intercept Brasil em 9 de junho, deixou o titular da Justiça sob ataque.

Movimentos como VPR (Vem pra Rua), MBL (Movimento Brasil Livre) e Nas Ruas, que foram indutores de protestos pelo impeachment de Dilma Rousseff (PT), capitaneiam a organização, ao lado de grupos de menor capilaridade, que mantêm páginas em redes sociais.

O VPR contabilizava até a manhã deste domingo concentrações marcadas em 203 cidades e mais de 318 mil pessoas convidadas. A lista incluía atos fora do Brasil, em lugares como Nova York, Lisboa, Genebra e Buenos Aires.

Em São Paulo, a manifestação está marcada para as 14h, na avenida Paulista.

Folhapress

Opinião dos leitores

    1. Sérgio Moro, único juiz no Brasil que os corruptos não queriam ser julgados por ele, deixo bem claro, tanto de esquerda como de direita. Obrigado meu herói Moro!

  1. Esse é o cara!!! Não tem pra ninguém, é o cara e pronto

    Meu futuro presidente do Brasil.
    Só não voto se ele não for candidato, sendo, não tem o que pensar.

    Moro na cabeça.
    Tchau queridos, PT ladrão nunca mais.

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