Um homem sem a perna esquerda, que é chamado pelos policiais de “Saci do Crime”, foi preso nesta sexta (5) após trocar tiros com um PM de folga do 15º Batalhão (Duque de Caxias) em Anchieta, Zona Norte do Rio de Janeiro.
Segundo o G1, o homem foi baleado e levado para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, onde está sob custódia.
A notícia está atrasada…. foi preso na sexta, foi solto , provavelmente por ser "dimenor" ou pela adorada audiência de custódia. Porém não durou muito, já teve o CPF cancelado hehehe. Ê Brasil vei!
Quem são os principais influenciadores digitais da direita hoje? Desde a campanha presidencial que elegeu Jair Bolsonaro, essa pergunta tem implicações profundas.
Empossado, Bolsonaro e seu entorno não descuidam da base digital. Cultivam um séquito de tuiteiros que reverberam e reforçam o discurso presidencial. Algumas vezes, reproduzem projetos de governo e o discurso oficial. Outras, servem de instrumento para ataques a adversários.
Pedi à Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (DAPP/FGV), especialista em acompanhamento de mídias sociais, que levantasse quem são os mais influentes. A métrica usada foi o número de retuítes entre 1 de janeiro e 24 de março.
O estudo considerou “direita” quem apoia as pautas econômicas, identitárias e de governo. Ou seja, os que em regra não criticam (ou criticam muito pouco) Bolsonaro. Esse grupo se diferencia da “centro-direita”, cujo apoio se dá sobretudo nas pautas econômicas e algumas da segurança pública.
O MBL (Movimento Brasil Livre), por exemplo, cada vez mais crítico ao governo, entrou na categoria “centro-direita”.
“No Brasil, a direita sempre foi subsidiária do centro. Agora, está ocorrendo o oposto, ou seja, o centro perdeu protagonismo. Mas isso tende a mudar”, diz o professor Marco Aurélio Ruediger, diretor do DAPP. Para ele, houve uma fissura entre a direita e a centro-direita, que está mais ou menos controlada até que se vote a reforma da Previdência.
Depois, a tendência é o centro procurar outro caminho e Bolsonaro se refugiar em sua base de seguidores fiéis. “A velocidade em que isso se dará vai depender da realidade política no Congresso Nacional”, afirma Ruediger.
Aqui o ranking da direita, e depois a lista de temas tratados por eles
1-) Eduardo Bolsonaro: 130.971
Deputado federal pelo PSL-SP, filho de Bolsonaro
2-) Carlos Bolsonaro: 94.649
Vereador pelo PSC do Rio, filho de Bolsonaro
3-) Damares Alves: 51.532
Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos
4-) Alexandre Mega: 48.865
Influenciador digital
5-) Renova Mídia: 47.489
Portal de conteúdo pró-Bolsonaro
6-) Carla Zambelli: 45.071
Deputada federal pelo PSL-SP
7-) Presidente (JoelAlexandreM): 41.962
Canal extraoficial que reproduz conteúdo pró-Bolsonaro
Neste domingo (7) em que completa um ano de prisão, Luiz Inácio Lula da Silva teve um artigo escrito por ele publicado pelo jornal “Folha de S.Paulo”. O ex-presidente da República começa o texto reafirmando que está “preso injustamente, acusado e condenado por um crime que nunca existiu”.
Lula também se diz “indignado” com “cada dia” em que passou detido na sede da Polícia Federal em Curitiba após ter sua condenação confirmada pelo TRF4, que impôs pena de 12 anos e um mês de prisão a ele pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, no processo do tríplex do Guarujá (SP).
“Cada dia que passei aqui fez aumentar minha indignação, mas mantenho a fé num julgamento justo em que a verdade vai prevalecer. Posso dormir com a consciência tranquila de minha inocência. Duvido que tenham sono leve os que me condenaram numa farsa judicial”, escreveu o petista.
Lula também se disse “angustiado” com “o que se passa com o Brasil”.
“Os direitos do povo e da cidadania vêm sendo revogados, enquanto impõem o arrocho dos salários, a precarização do emprego e a alta do custo de vida. Entregam a soberania nacional, nossas riquezas, nossas empresas e até o nosso território para satisfazer interesses estrangeiros. Era preciso impedir minha candidatura a qualquer custo”, afirmou o ex-presidente, que chegou a ser candidato ao Planalto no pleito de 2018.
No mesmo artigo, Lula contesta ainda a maneira como foi tratado pela Justiça durante o processo de investigação contra ele, quando Dilma Rousseff ainda estava na Presidência.
“Haviam grampeado ilegalmente minhas conversas, os telefones de meus advogados e até a presidenta da República. Fui alvo de uma condução coercitiva ilegal, verdadeiro sequestro. Vasculharam minha casa, reviraram meu colchão, tomaram celulares e até tablets de meus netos”, disse o ex-presidente.
“Nada encontraram para me incriminar: nem conversas de bandidos, nem malas de dinheiro, nem contas no exterior. Mesmo assim fui condenado em prazo recorde, por Sergio Moro e pelo TRF-4, por “atos indeterminados” sem que achassem qualquer conexão entre o apartamento que nunca foi meu e supostos desvios da Petrobras. O Supremo negou-me um justo pedido de habeas corpus, sob pressão da mídia, do mercado e até das Forças Armadas, como confirmou recentemente Jair Bolsonaro, o maior beneficiário daquela perseguição”, acrescentou.
Depois, o líder do Partido dos Trabalhadores reforça que é inocente e reafirma que foi condenado pelo ex-juiz Sergio Moro sem provas. “Os mais renomados juristas do Brasil e de outros países consideram absurda minha condenação e apontam a parcialidade de Sergio Moro, confirmada na prática quando aceitou ser ministro da Justiça do presidente que ele ajudou a eleger com minha condenação. Tudo o que quero é que apontem uma prova sequer contra mim”, cobra o ex-presidente.
Por fim, Lula diz que aqueles que querem ele preso têm medo da “organização do povo que se identifica” com o projeto que ele tem para o país. O petista também ataca o atual presidente, Jair Bolsonaro.
“Temem ter de reconhecer as arbitrariedades que cometeram para eleger um presidente incapaz e que nos enche de vergonha”, afirma.
Se tudo isso foi pensado e falado por Lula,é sinal de que ele n está nada bem,sua saúde mental está grave.
Como que uma pessoa que se deixou corromper pelo dinheiro e pelo poder,depois de tantas provas de acusações,pode falar de um governo que pode não ser o melhor mas,bem.superior aos doa últimos 12 anos,está sendo.exemplar nos quesitos honestidade,civilismo e tentando mudar o país,pondo fim ao vicioso esquema corrupto deasa nossa política vergonhosa.
Bandido, lixo , hipócrita , corrupto, infeliz das costas oca, fedido, podre limpe a boca pra falar de Bolsonaro seu verme!!! Voce e sua corja estão indignados pois não conseguem chamar nosso presidente de corrupto!!! Bando de mal caráter!!
É bem você ladräo de 19 dedos que vai nos orgulhar. Você é um condenado e preso por desviar recursos públicos. Entrou para a história como o maior ladräo de todos os tempos.
Esse meliante deveria era devolver tudo que roubou do Brasil,para entidades beneficentes e instituições de saúde,para quando desencarnar passar menos tempo no INFERNO!!!
Essa questão da inocência de Lula já foi negado por todos as instâncias e tribunais, inclusiva pela ONU.
O povo brasileiro, realmente tem Deus com O seu conterrâneo, só uma com ajuda divino, foi que o Brasil se livrou de ser a Venezuela de hoje. Lula tá completando hoje 1 ano de prisão.
Só posso repetir a frase do filósofo e políticos Ciro Gomes. LULA TA PRESO BABACAS.
Falou um que nos enche de orgulho.
Corrupto, preso, responde a meia dezena de processos…
Ele esquece que apenas para esquerda e a manada, esse tipo de adjetivo é algo positivo.
Bandido vergonhoso. Só numa previdência privada tinha mais de 9 milhões. Isso era o que não conseguiu esconder. Imagine o que tem por aí esse criminoso e sua família…
Sérgio Cabral tb fala que é um erro e um absurdo os mais de 200 anos de pena que já tem nas costas, e é um m3nino na frente de lula em termos de malandragem e corrupção, portanto LULADRAO tire sua pena e se não dizer acordo de delação, vai ser bem difícil sair daí.
Esse verme preso…é ladrao profissional, todo o mentiroso acredita na sua própria mentira, calma virão outras condenações , a hora que Sérgio Cabral abrir a boca da farsa de trazer a COPA DO MUNDO e as OLIMPÍADAS irá ladrao sem dedos irá morar na cadeia
Aí fala o chefe da maior história de corrupção descoberta até hoje. Ótima referência…
Ele é seus comparsas quebraram o Brasil!
Que moral una pessoa dessas tem?
Ops… Moral ele até tem, mas com os acéfalos que o idolatram.
Amigo um ex presidente lixo pode escrever só em um jornal lixo e bandido. Bolsonaro está fazendo bem quem diz que não é assim e do os mídia petistas
NUNCA ANTES VISTO NA HISTÓRIA
Eis os fatos: Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (7) mostra que Jair Bolsonaro (PSL) registra a pior avaliação após três meses de governo entre os presidentes eleitos para um primeiro mandato desde a redemocratização de 1985. Nas regiões que alavancaram sua candidatura, a maioria dos eleitores já está arrependido do voto.
No Sudeste, onde conquistou 65,4% dos votos válidos, o percentual de frustrados chega a 59%, segundo o Datafolha.
DEUS ACIMA DE TUDO NOS LIVRE O BRASIL DO DOIDO BOLSONARO
Capaz foi esse o senhor é sua corja do PT que faliram o Brasil é nos colocaram aonde estamos hoje!!
Oh, saudades do PT ladrão aonde se trocava de carro todo ano; qd o Brasil tinha pleno emprego e falou mão de obra; qd o Brasil tinha respeitado lá fora e o presidente ñ era considerado "pernona non grata "; os salários eram aumentados acima da inflação; qd os EUA era considerado, apenas, um parceiro econômico e ñ éramos vassalos como agora.
Q saudades do PT ladrão.
A bancada federal do Rio Grande do Rio Grande do Norte revisou o processo de escolha do contingenciamento de 21,6% em parte das emendas impositivas, imposto pelo Governo Federal. A principal mudança foi no valor para o projeto do terminal turístico da Redinha, na zona Norte de Natal, que passa a ter R$ 8,5 milhões, e não mais R$ 1 milhão como previsto anteriormente. A retificação está em ata de deliberação assinada pela bancada nesta quarta-feira (3). O valor original destinado era de R$ 24,628 milhões.
Em nota distribuída pela assessoria de imprensa do coordenador da bancada, deputado Rafael Motta (PSB), foi informado que “esse valor foi obtido a partir da readequação em 15% das emendas indicadas para as áreas da Saúde e da Educação”. As decisões sobre as demais emendas foram mantidas, inclusive a de não contingenciar 21,6% sobre a emenda da Barragem de Oiticica, que perdeu cerca de R$ 10 milhões (menos de 20% do valor total, R$ 50 milhões), ficando disponível para as obras o montante de R$ 40.937.872.
O contingenciamento em 21,6%, afirma a bancada, não foi aplicado no caso de Oiticica “pois não se pode comprometer o cronograma atual da obra, que está em fase de conclusão”.
Segundo a bancada, o contingenciamento dos recursos foi imposto pelo Governo Federal e não significa corte, tendo acontecido o mesmo em anos anteriores, incluindo a reposição dos valores contingenciados ao longo do ano.
A decisão da bancada, segundo a nota, portanto, não é sobre o que é mais importante, e sim sobre o que é mais urgente. A decisão de não contingenciar recursos previstos para a Segurança Pública também será mantida, já que essa área é a que demanda, com mais urgência, investimentos no Rio Grande do Norte, principalmente em Natal. A bancada reiterou que atuará fortemente junto ao Governo Federal para que haja o cumprimento da legislação e o pagamento integral dos recursos previstos para 2019 para o RN.
Rafael Motta diz que a bancada vai trabalhar agora em favor do descontingenciamento, para que todos os recursos programados para 2019 possam de fato chegar ao RN. Ele acredita que a Emenda à Constituição (PEC) que torna obrigatório o pagamento das emendas parlamentares de bancada vai pôr fim à quebra de expectativas oriunda dos contingenciamentos do Governo Federal.
A retomada da discussão sobre a reforma tributária provocou um novo mal-estar nos bastidores do poder. Integrantes do governo se queixaram ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), sobre o que chamaram de “atropelo” no debate.
Maia respondeu a eles que a Câmara já trabalhar com uma proposta de reforma. Acrescentou que os deputados não aceitam o secretário da Receita, Marcos Cintra, como interlocutor. Isso porque Cintra usou redes sociais para criticar parlamentares.
No último dia 2, Rodrigo Maia, se reuniu com o economista Bernard Appy para montar um projeto de reforma tributária e apresentar à Câmara.
Um dia depois, integrantes da equipe econômica divulgaram que o governo quer mandar em maio uma reforma tributária à Câmara, capitaneada justamente por Marcos Cintra.
Ao blog, Maia disse na semana passada que o texto-base a ser discutido não será o proposto por Cintra, mas o que foi elaborado por Appy e articulado com parlamentares. O texto foi protocolado na semana passada.
Segundo apurou o blog, a apresentação da proposta, apadrinhada pelo deputado Baleia Rossi (MDB-SP), foi articulada nos bastidores com Rodrigo Maia.
Integrantes da equipe econômica que trabalham para pacificar a relação entre Maia e Bolsonaro procuraram o presidente da Câmara nos últimos dias. A argumentação foi a de que Maia havia “atropelado” a reforma a ser proposta por Marcos Cintra.
O presidente da Câmara, então, respondeu com a ordem cronológica dos fatos e avisou que deputados estão incomodados com as críticas de Cintra.
Um dos exemplos: Cintra foi às redes sociais dizer que o ministro da Economia, Paulo Guedes, “peitou a oposição” e “mostrou que não precisa ter apoio de ninguém para aprovar seus projetos no Legislativo”.
Colegas de Cintra no Ministério da Economia disseram ao blog neste sábado (6), de forma reservada, que o secretário errou ao publicar as mensagens.
Após as conversas entre Maia e integrantes da equipe econômica, Cintra mudou o tom. Nesta sexta-feira, o secretário relatou nas redes sociais que se encontrou com Appy para “alinhar a estratégia”” da reforma tributária. E disse que um “acordo entre Paulo Guedes e Rodrigo Maia para fazer a reforma tributária começou a dar frutos”.
Nos bastidores, para Maia e os aliados, a mudança no tom ocorreu para que o governo não perca o protagonismo da reforma.
G1
Uma advogada com atuação em 16 processos e em quase 50 recursos que buscam de alguma forma impedir novas demarcações de terras indígenas ganhou, há dois meses, cargo no governo de Jair Bolsonaro para atuar como uma das principais responsáveis por por essa atribuição. Luana Ruiz Silva de Figueiredo é, desde 25 de janeiro, secretária-adjunta da Secretaria Especial de Assuntos Fundiários do Ministério da Agricultura.
Ela é a número dois da secretaria, que passou a ser responsável por novas delimitações de áreas para populações indígenas — atribuição que antes cabia à Fundação Nacional do Índio (Funai) . Na ausência do secretário, o líder ruralista Luiz Nabhan Garcia, cabe a Luana comandar a secretaria.
O nome de Luana aparece como advogada de produtores rurais em Mato Grosso do Sul que buscaram a Justiça Federal para pedir a retirada de indígenas de terras que consideram privadas, para tentar se manter em territórios demarcados e para contestar atos de demarcação, além de outras demandas que buscam evitar a destinação de áreas a comunidades tradicionais. Entre os clientes está a Federação da Agricultura e Pecuária do estado (Famasul). Parte das ações contesta atos da Funai.
Além disso, os pais da secretária-adjunta são produtores em Mato Grosso do Sul e estão em situação de conflito com comunidades indígenas da região.
Transferência da defesa
A advogada diz que, assim que assumiu o cargo, protocolou nos processos em curso na Justiça Federal a transferência das defesas para outros advogados, ligados a escritórios de advocacia que não o seu. Segundo Luana, seu nome ainda aparece nos processos porque as varas responsáveis ainda não processaram a atualização. A secretária-adjunta afirma também que comunicou o caso da família – que tem “terras invadidas por índios ”, segundo ela — à Comissão de Ética Pública da Presidência da República.
Antes de chegar ao cargo, porém, Luana teve forte atuação na fase de transição do governo. Ela participou das discussões sobre a transferência da atribuição de novas demarcações da Funai para o Ministério da Agricultura . Ao mesmo tempo, advogava para produtores rurais contra iniciativas que pudessem ser benéficas aos índios.
Tanto Luana quanto Nabhan têm um histórico de atuação em defesa dos interesses de grandes produtores rurais. Ela, em varas federais em Mato Grosso do Sul e em recursos junto ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região, ao Superior Tribunal de Justiça e ao Supremo Tribunal Federal. Ele, como principal liderança da União Democrática Ruralista (UDR).
Luana, Nabhan e Bolsonaro já deram diversas declarações contra novas demarcações de terras indígenas. O presidente já afirmou que, se depender dele, “nem um centímetro” a mais será demarcado. A Secretaria Especial de Assuntos Fundiários prepara, inclusive, uma revisão de antigos atos de delimitação de terras indígenas.
Os principais processos tocados por Luana dizem respeito ao que seus clientes consideram como invasões de propriedades privadas. Numa audiência na Câmara dos Deputados no fim de 2017, a advogada afirmou que Mato Grosso do Sul tinha 123 “propriedades privadas invadidas”. Ela foi convidada à audiência para falar “em nome dos produtores rurais de Mato Grosso do Sul”.
“Em um processo judicial, estamos eu e o meu cliente de um lado. Do outro, estão os indígenas, o advogado dos indígenas, normalmente franqueado pelo Cimi (Conselho Indigenista Missionário), um procurador federal representando os índios, um procurador federal representando a União, um advogado da União representando a União Federal e um procurador da República, porque lá o MPF (Ministério Público Federal) representa o índio, e não fiscaliza a lei. Que falta de balanço temos nos processos”, disse Luana na audiência.
Para o Ministério da Agricultura, o fato de ser produtora rural e defender que invasão é crime não configura conflito de competência na atuação como secretária-adjunta. A pasta sustenta que Luana está apta para o exercício do cargo, a partir do momento em que deixou as defesas nos processos na Justiça contra indígenas , licenciou-se do exercício da advocacia e comunicou a Comissão de Ética Pública da Presidência sobre a situação da família.
O Globo
Uma facção pior.
Que vai deixar o nordeste a míngua, p tampo vai mostrar.
A velha política pura , tudo por e para São Paulo, eles a locomotiva e nós o vagão de merda
Envolto em contínua crise política e sem assistir a uma melhora na economia, Jair Bolsonaro (PSL) registra a pior avaliação após três meses de governo entre os presidentes eleitos para um primeiro mandato desde a redemocratização de 1985.
Mas 59%, segundo o Datafolha, ainda acreditam que ele fará uma gestão ótima ou boa. O presidente completa cem dias de mandato na próxima quarta-feira (10).
Segundo o instituto, 30% dos brasileiros consideram o governo de Bolsonaro ruim ou péssimo, índice semelhante ao daqueles que consideram ótimo ou bom (32%) ou regular (33%). Não souberam opinar 4% dos entrevistados.
O instituto ouviu 2.086 pessoas com mais de 16 anos em 130 municípios nos dias 2 e 3 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Antecessores de Bolsonaro nas mesmas condições tiveram melhor desempenho. Fernando Collor (então no PRN) era reprovado por 19% em 1990, enquanto Fernando Henrique Cardoso (PSDB) marcava 16% de índices ruim ou péssimo em 1995.
Os petistas Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, alvos frequentes de críticas do atual presidente, eram mal avaliados apenas por 10% e 7% da população ao fim dos primeiros três meses do governo.
Na série histórica, Dilma é quem teve numericamente a melhor avaliação a esta altura do mandato, com 47% de ótimo/bom em 2011.
Não se comparam aqui os primeiros trimestres de presidentes reeleitos, pois suas imagens já passaram pela exposição de todo um governo além dos três meses: Lula se mantinha com uma rejeição confortável (14%), FHC amargava 36% e Dilma já começava a viver o inferno político que a derrubaria do cargo em 2016, com 60% de ruim e péssimo.
Os vices que assumiram desde a redemocratização também não são comparáveis —a aferição de Michel Temer (MDB) não foi feita, enquanto Itamar Franco tinha 11% de ruim/péssimo nesse intervalo.
Antes da posse, 65% esperavam que Bolsonaro fizesse um governo ótimo ou bom, 17%, regular, e 12%, ruim ou péssimo.
Os índices já eram os piores entre os presidentes eleitos para primeiro mandato desde a redemocratização.
Agora, a expectativa é positiva para 59%, mediana para 16% e negativa para 23%.
Nesses primeiros meses, Bolsonaro viveu diversos episódios de desgaste político: a investigação sobre milícias envolvendo o gabinete de seu filho Flávio na Assembleia do Rio, as candidaturas de laranjas de seu partido, os entrechoques entre militares e a ala do governo sob influência do escritor Olavo de Carvalho, a crise no MEC, a troca de farpas com o Congresso e a dificuldade no encaminhamento da reforma da Previdência.
A economia segue em ritmo lento, e a taxa de desemprego subiu em relação ao trimestre passado —está em 12,4%.
Assim, para 61% dos ouvidos, Bolsonaro fez menos do que se esperava no exercício do cargo. Já 13% consideram que ele fez mais, enquanto 22% avaliam que ele fez o que era esperado. Entre os descontentes, a predominam pessoas mais pobres e menos escolarizadas.
Nessa comparação, ele também perde para os primeiros mandatos de Lula e de Dilma, que tiveram o mesmo tipo de mensuração pelo Datafolha. Em 2003, o petista fez menos do que poderia para 45%, e em 2011 a ex-presidente pontuou 39% no quesito.
A aprovação de Bolsonaro é maior entre os homens (38%) do que entre as mulheres (28%).
O comportamento do presidente, que se envolveu em polêmicas como a divulgação de um vídeo pornográfico para criticar o que seriam abusos nas ruas durante o Carnaval, é avaliado como correto por 27% dos ouvidos.
Já outros 27% acham que Bolsonaro na maioria das vezes se posiciona de forma adequada, mas às vezes não. No lado negativo, 20% pensam que na maioria das vezes o presidente é inadequado, e 23% dizem que ele nunca se comporta como o cargo exige.
Há sinais de alerta para o bolsonarismo em dois grupos que apoiaram consistentemente o então candidato durante a campanha de 2018.
Os que ganham mais de 10 salários mínimos e os que têm curso superior registram numericamente também a maior rejeição ao governo até aqui: 37% e 35%, respectivamente, avaliam a gestão como ruim ou péssima.
Esses grupos também registram a maior aprovação, 41% (empatada tecnicamente com os 43% dos que ganham de 5 a 10 salários mínimos) e 36% de ótimo/bom (empatada tecnicamente com os 33% de quem tem ensino médio), indicando assim uma polarização entre o eleitor mais elitizado.
Os mais pobres (até 2 salários mínimos) são os menos contentes, com 26% de ótimo e bom.
Já o eleitorado evangélico (34% da população) segue mais entusiasmado com o presidente, que é católico, mas foi batizado por um pastor e é fortemente associado ao setor. Acham o governo até aqui ótimo ou bom 42% desse segmento, índice que cai a 27% entre católicos (50% dos brasileiros).
Brancos são os que mais aprovam Bolsonaro (39%), enquanto pretos e pardos são os que mais desaprovam (29% para cada um dois grupos).
Ainda não há uma reversão na divisão geográfica do apoio ao presidente. O Sul, sua principal fortaleza em 2018, deu a maior aprovação a ele neste levantamento: 39% (empatado com os 38% do Centro-Oeste/Norte), contra 22% de desaprovação.
O Nordeste é a região que mais rejeita o governo, com 39% de ruim/péssimo e 24% de ótimo/bom. Também lá existe a menor expectativa positiva: 50%.
Folhapress
Tão excluindo meus comentários pq?
Tô achando que não se pode dizer arrependido de ter votado no presidente…
Votei, confiei e esperava mais. Por enquanto só tô vendo birra de um adolescente brincando de governar pelas redes sociais
Me decepcionei com o capitão. Confiei meu voto e esperava mais ação efetiva, determinação e comprometimento acerca dos problemas centrais que enfrentamos… por enquanto só vejo um adolescente brincando de ser presidente pelas redes sociais. Lamentável
Obs.: vai cair cedo se continuar sendo manipulado pelo filhos paspalhões
Avaliação adianta pra quê, estamos no inicio do governo, temos tempo para consertar a esculhambação com que deixaram este País.
UMA PERGUNTA COMO TERMINARAM ESTES OUTROS GOVERNOS TÃO BEM AVALIADOS POR ESTES INSTITUTOS SEM CREDIBILIDADE.
Hahahaha
Acho pouco. Só tenho pena dos pobres de direita q cairam na armadilha e foram iludidos durante a eleição chegando ao ponto de brigarem com seus amigos e familiares. Espero q aprendam a lição.
Antes tarde do que nunca.
Culpa disso tudo é essa esquerda sebosa que bota mal gosto em tudo. Maior desafio do Bolsonaro é reforma da previdência, mas essa esquerda sebosa, não quer aceitar, gerando essas notícias que uma mídia cópia da outra.
Os constantes contrapontos feitos pelo vice Hamilton Mourão (PRTB) ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) atenuaram sua imagem perante o eleitorado. A reprovação do vice é menor que a do titular, em parte porque ele é também mais desconhecido.
Após quase cem dias de governo, pesquisa Datafolha mostra que 18% do eleitorado considera o desempenho de Mourão ruim ou péssimo, ante 30% da taxa de Bolsonaro.
Quando se separa o eleitorado por faixa de renda e escolaridade, a diferença se mantém. De modo geral, a avaliação do vice é melhor que a de Bolsonaro, e isso se deve também ao fato de o seu trabalho ser acompanhado menos de perto que o do presidente.
A maioria dos entrevistados (59%) não soube dizer quem era o vice-presidente da República, 37% acertaram o nome de Mourão e 4% erraram.
É por isso que, quando questionados, apenas 4% dos entrevistados não souberam avaliar o desempenho de Bolsonaro —e 18% se abstiveram em relação ao vice.
Folhapress
Uma operação realizada pela Polícia Militar, na tarde deste sábado (11), resultou na prisão de dois homens e na apreensão de dois adolescentes, um deles suspeito de ter assassinado um Cabo e um Sargento da PMRN. As prisões e apreensões foram resultado de um trabalho conduzido pela equipe da Rocam (Rondas oestensicas com apoio de motocicletas)
O adolescente confessou ter assassinado o Cabo da Polícia Militar João Maria Figueiredo em Dezembro do ano passado, mas negou o outro crime contra o Sargento Elton Cabral da Silva, em Abril também de 2018. A polícia acredita que a quadrilha é responsável por vários assaltos a residências e a pessoas da região. Uma arma artesanal, um simulacro e um colete balistico foram apreendidos com o bando.
Portal BO
Na última década, o Brasil viu o número de escolas de educação básica aumentar 12%, de 255.445 para 286.014. No mesmo período, porém, o número dessas escolas que oferecem o ensino de jovens e adultos (EJA) do ensino fundamental recuou 34%, segundo um levantamento feito pelo G1 na série “Adultos sem diploma”.
Em 2009, 37.334 escolas tinham turmas do EJA fundamental. Já no ano passado, essa oferta só existia em 24.658 escolas, segundo os dados do Censo que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou no mês passado.
Especialistas ouvidos pelo G1 explicam que a queda na oferta não está apenas relacionada ao aumento da escolarização dos adultos, que provocaria menor demanda. Apesar dos avanços, eles estimam que o número de brasileiros sem diploma varia entre 30 e 40 milhões. O país tem hoje 3,5 milhões de alunos matriculados no EJA, sendo que 59% deles estão no nível fundamental.
Houve queda em todos os estados, e apenas o Distrito Federal registrou aumento no número de escolas com a oferta. No Ceará e em Rondônia, a redução chegou a mais da metade do total de escolas em 2009. No Rio Grande do Norte, o total foi de 39,4%.
Esse é o grande legado do projeto petista "Pátria Educadora", drenou recursos dos ensinos básico e fundamental para as Universidades Que também passou à fornar, em grande escala, Drs. Analfabetos funcionais
o amigo é da área de educação?? gostaria de saber como chegou a tais conclusões? tem dados oficiais que justifiquem a sua análise? participou de algum congresso Nacional ou pesquisa relacionada à EJA ou algo ligado ao tema educação?? compartilhe conosco seus ensinamentos para que possamos juntos construir um panorama melhor….espero ansiosamente suas contribuições já que parece ser bastante entendido nessa área…
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, Felipe Francischini (PSL-PR), afirmou ao Estadão/Broadcast neste sábado, 6, que pretende antecipar para o dia 15 de abril a discussão sobre a admissibilidade da reforma da Previdência. Segundo ele, como a discussão promete ser longa, essa seria uma forma de garantir o prazo inicial, de votação no dia 17 de abril.
O deputado emendou que está confiante de que a votação ocorrerá no prazo. “Se não votar no dia 17 é porque houve erro de percurso”, disse. Ele explicou que a ideia de antecipar para o dia 15 é garantir que todos possam falar, “mesmo que a oposição inscreva 100 pessoas”. Mas afirmou que pedirá, em contrapartida, “que eles ajam de maneira mais lúcida em algumas questões”. Se não houver o consenso, no entanto, afirmou que seguirá o regimento interno, que permite encerrar a discussão após a fala de 10 oradores.
Francischini afirmou que não acredita que os parlamentares farão qualquer compensação, dentro do texto da reforma da Previdência, à retirada das mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e na aposentadoria rural.
“Eles não vão fazer isso (compensar). Eles vão retirar BPC e rural e não vão acrescentar em nenhuma outra camada”, disse. O deputado emendou que acha que a oposição está muito mobilizada contra a reforma, mas são em número limitado dentro da Câmara, “cerca de 140”. O que preocupa, disse, são as mudanças que os partidos do centro querem fazer na reforma. “Problema não é aprovar a reforma, é aprovar ela fraca e ter que fazer outra em 4 ou 5 anos”, disse.
Articulação
Felipe Francischini disse ainda que falta “corpo” na articulação política do governo pela reforma da Previdência. “Vejo lideranças correndo de um lado para o outro tentando cobrir várias frentes e posições. Falta espírito de corpo mais organizado que possa auxiliar os líderes”, disse.
No entanto, avalia que esse processo é natural para um governo que foi eleito com base no apoio popular, mas com poucos partidos, e será revertido. “Geralmente (presidentes) se elegiam com 10 a 15 partidos, então quando entrava era fácil fazer essa composição partidária. É um processo natural que vai ser construído”, disse.
Francischini fez ainda um “mea culpa” em relação à confusão que ocorreu entre o ministro Paulo Guedes na CCJ essa semana, que reagiu a provocações da oposição. “O que aconteceu foi lamentável, mas não posso coibir a palavra a nenhuma parlamentar. O parlamentar tem imunidade material das suas opiniões e votos. Ele pode estar falando a coisa mais desnecessária e insignificante, mas não posso tolhê-lo”, disse.
Segundo ele, a participação do ministro na CCJ foi proveitosa e disse acreditar que Guedes respondeu de maneira eficiente aos argumentos contra a reforma. Emendou ainda que a oposição “esgotou sua fala e não tem novos argumentos”. Francischini garantiu ainda que o ministro será defendido pela sua base.
Estadão Conteúdo
O varejo em shopping center prevê aumento de 12,13% no número de lojas em 2019. Segundo dados da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) a expectativa é de que serão 2.669 novas unidades neste ano. Os dados foram obtidos com exclusividade pelo Broadcast, plataforma de notícias em tempo real do Grupo Estado.
Segundo o levantamento, o avanço no setor possibilitará a contratação de 27.367 novos funcionários, um aumento de 9,61%. Com isso, o ramo de varejo em shoppings alcançaria no fim do ano 311,9 mil empregados.
O diretor institucional da Alshop, Luiz Augusto Ildefonso da Silva, destacou que o varejo continua empregando mesmo com a economia em crise. “A realidade brasileira infelizmente não está decolando, esperamos que isso mude com a reforma da Previdência. O varejo é um ótimo empregador, principalmente em épocas de crise”, disse.
Estadão Conteúdo
Rio Grande do Norte não pode ser usado como parâmetro , pois no momento esta quebrado.
Quando falam em prosperidade com certeza n]ao estão incluindo o RN.
Caramba ! Estou realmente confuso com essa . Vai ser uma reviravolta sem precedentes . Baixa uma volta nos nossos Shoppings para ver a quantidade de lojas fechadas , basta uma conversa com os vendedores para ver a situação catastrófica . Nas que bom . Tomara que essa informação se concretize .
Pelo visto, Natal Shopping e Midway contrariam firmemente essa projeção. Os dois centros comerciais se tornaram cemitérios de lojas. A cada visita, mais uma loja fechada.
A economia do Nordeste passa por uma crise pior que a do Brasil. O Produto Interno Bruto (PIB) da região cresceu no ano passado praticamente a metade da média do Brasil. Em 2018, o PIB nordestino cresceu apenas 0,6%, enquanto o do Brasil subiu 1,1%. Em 2017, a região também ficou abaixo: 0,8% (no país todo, também foi de 1,1%). Especialistas esperam que isso tenha uma pequena melhora neste ano, mas uma evolução maior só a partir de 2023.
A crise afastou investimentos, que ficaram concentrados no centro-sul. “O comportamento do PIB da região se assemelha ao do que ocorreu na crise econômica de 2009, sob reflexos da crise financeira mundial. Os principais atores econômicos buscaram maior segurança para seus investimentos, privilegiando mercados consolidados, como os do centro-sul do país”, disse Guilherme Muchale, gerente de Economia e Estratégia do Sistema Fiec (Federação das Indústrias do Estado do Ceará).
Aeroportos e energia do vento podem ajudar região
Analistas dizem que o Nordeste deve retomar neste ano pequena parte do dinamismo do início da década e crescer 1,9%, patamar próximo à expansão de 2% estimada para o PIB do país. As projeções são da Tendências Consultoria.
Alguns fatores que fizeram o Nordeste perder fôlego em 2017 e 2018:
– Exposição reduzida da economia regional ao mercado externo;
– Cancelamento ou adiamento de grandes projetos de investimentos previstos para entrarem em operação no curto prazo;
– Forte dependência de programas de transferência de renda (Bolsa Família e aposentadoria);
Nordeste depende de dinheiro do setor público
Para a economista da Tendências, a retomada da atividade econômica no Nordeste vem sendo mais desfavorável do que na média no Brasil por conta do peso relativamente modesto de setores mais sensíveis ao ciclo econômico. Entre eles, o automotivo, o de máquinas e equipamentos e o de materiais de construção.
“O Nordeste ainda conta com um peso significativo do setor público federal na massa de renda, o que faz com que sofra mais do que o restante do país com restrições fiscais impostas por Brasília”, disse Camila.
Massa de renda é a transferência de renda que inclui aposentadorias e benefícios assistenciais. São recursos importantes para sustentar o consumo das famílias em tempos de crise, mas mostram o grau de dependência em relação ao dinheiro bancado pelo governo.
Menos obras de infraestrutura na região
Camila afirmou ainda que, entre 2015 e 2016, período em que houve forte ressaca do programa desenvolvimentista dos governos do PT, com cancelamento de investimentos em estaleiros, refinarias e ferrovias, a economia do Nordeste sofreu consideravelmente. Ainda somou-se a isso uma quebra na safra agrícola.
“A crise fiscal do país tem dificultado investimentos na região, sobretudo pela maior participação dos estados mais ricos da federação nas concessões públicas realizadas, elevando a disparidade entre as regiões no que se refere à qualidade da infraestrutura”, disse Muchale.
Segundo ele, isso ocorre também em outras áreas, como o de capital humano, em que o Nordeste conta com menos de 19% dos cursos de graduação e pós-graduação em áreas estratégicas, como tecnologia, ciências e engenharia, mesmo com a região respondendo por mais de 27% da população brasileira.
Evolução deve vir a partir de 2023
Camila, da Tendência, avalia que a partir de 2023 o Nordeste deve mostrar melhor evolução por conta de investimentos importantes previstos para a região, como exploração de gás natural no Maranhão e petróleo em Sergipe. Não citou números.
Ela disse também que melhorias importantes em capital humano (escolaridade e qualidade do ensino) serão fundamentais para diminuir o “gap” (algo como ruptura na continuidade) do desenvolvimento da região com o Brasil. Para ela, a redução desse “gap” ainda não foi possível em razão de:
– Baixos ganhos de produtividade, justificado pelo nível de qualificação da mão de obra ainda precário;
– Disponibilidade e qualidade de infraestruturas ainda deficitárias
Ambiente de negócios (segurança pública, educação, saúde e eficiência da máquina pública) ainda deficientes;
– “Nos últimos anos, se observaram avanços relevantes nesses três condicionantes fundamentais para o crescimento de longo prazo na região, mas que ficaram obscurecidos pelos efeitos da crise econômica”, declarou Camila.
Informalidade: problema ainda persistente
A informalidade -presente nos estados mais pobres, uma vez que a população menos escolarizada e setores menos produtivos impedem uma maior formalização da mão de obra- é outro problema no Nordeste, que gera não só o aumento de taxas de inadimplência como retração no consumo.
Os números estão aí. O Nordeste sob a gestão Lula foi a locomotiva do país. Depois do golpe tudo voltou a ser como antes, a mendicância pelos restos do Sul e sudeste. Agora com o presidente arrependido, que não serve para ser presidente, sem futuro para o país e para o Nordeste. O B171 foi o primeiro a se arrepender. Quando será que a bolsomiada irá se arrepender da cagada que deram?
Ôxi, o nordeste não é a Suíça petralha não? estádio construído com prestações mensais de 10 milhões de reais, obras de mobilidade que acabou com engarrafamentos, aeroporto luxuoso e de menor custo onde o estado dará o salto para o desenvolvimento. Tudo aprovado por esse nordestinos hipnotizados pelo luladrão! Acho que tem alguma informação errada aí.
Brasil não encara a China como uma ameaça estratégica e considera que o país é um parceiro importante, diz em entrevista à Folha o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB).
Por isso, segundo o general, o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) não vai vetar investimentos da empresa chinesa de telecomunicações Huawei, a despeito das pressões dos Estados Unidos para isso.
Mourão está em Boston para participar da Brazil Conference, evento organizada pelas Universidade Harvard e pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT).
Tanto Bolsonaro quanto seu ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, já fizeram críticas ao regime de Pequim e defendem uma aproximação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump —que trava atualmente uma guerra comercial contra os chineses.
Os EUA vêm pedindo que o Brasil e outros países bloqueiem investimentos da Huawei, porque ela representaria uma ameaça à segurança nacional e seria usada para espionagem para o governo chinês. “Nós não temos essa visão por enquanto. A segurança é o argumento da guerra comercial (entre EUA e China)”, disse.
O vice-presidente também comemorou a iniciativa de Bolsonaro de se reunir com representantes do que o presidente chama de “velha política” para negociar a reforma da previdência. “Acho fundamental que (Bolsonaro) lidere esse jogo”, diz.
O governo encara a China como uma ameaça estratégica?
Não, a China não é uma ameaça estratégica para o Brasil, é um parceiro estratégico para o Brasil. A China importa 32%, 33% do que exportamos. É um parceiro comercial forte, e tem uma capacidade de investimento grande que temos que utilizar melhor. Nós temos é que melhorar o que a gente está mandando para a China, mandar mais coisa com valor agregado. A China está voltando a ser o principal motor econômico do mundo.
Que tipo de investimentos chineses o governo quer ter no Brasil?
Infraestrutura. É benefício mútuo: a China quer os nossos produtos, nós precisamos de ferrovias, portos, e rodovias que facilitem o transporte desses produtos em melhores condições. Essa é a grande troca que nós temos que fazer com eles.
O governo americano vem pressionando diversos países, quer que vetem investimentos da gigante chinesa de telecomunicações Huawei. A Austrália já cedeu. O assunto tem sido abordado com o governo brasileiro. O Brasil tem alguma restrição aos investimentos da Huawei?
Por enquanto, não, não há restrição nenhuma. Isso é a disputa do 5G, o avanço tecnológico da China. Eles ultrapassaram o que estamos vivendo aqui [nos EUA]; lá você nem usa mais dinheiro, só usa o celular.
Mas os EUA argumentam que se trata de um problema de segurança nacional, que a Huawei poderia extrair informações estratégicas dos países e passar para o governo chinês…
Nós não temos essa visão por enquanto. A segurança é o argumento da guerra comercial.
E a gente nessa guerra comercial tem lado?
Tem, o nosso lado.
Existe uma insatisfação do setor produtivo, principalmente do agronegócio, com o que eles veem como uma sinofobia em alguns ministérios, principalmente Itamaraty.
O pessoal do agro tem toda a capacidade produtiva voltada não só para atender o mercado chinês, mas também o árabe, e o pessoal fica angustiado com qualquer sacudida. Mas ontem ou anteontem o próprio chanceler, o Ernesto (Araújo), no Senado, deixou clara a nossa parceria estratégica com a China. Não há como fugir disso, é nosso maior cliente e a China vai ultrapassar todo mundo, em alguns anos mais de metade do PIB mundial será da China….
O que nós ganhamos ao abrir um escritório comercial em Jerusalém? Pouquíssimos países fizeram isso, EUA e Guatemala transferiram a embaixada, e Honduras abriu escritório. A medida foi muito criticada por países árabes, que são grandes compradores de proteína animal do Brasil.
O presidente agora vai fazer uma viagem aos países árabes. Já que ele tinha uma promessa de campanha de levar a embaixada para Jerusalém, ele obteve uma solução mais amena para isso aí. Marcou o compromisso dele com Israel, e não acho que seja algo que seja extremamente ofensivo aos países árabes. E quando ele fizer uma visita à Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, talvez à própria Autoridade Palestina, as coisas se organizam.
Mas o que a gente ganha com esse escritório comercial em termos de estratégia de política externa?
Eu acho que ali o presidente marca o compromisso dele com o eleitorado que ele tem no Brasil, o eleitorado da ala evangélica, que são aqueles que estavam pressionando por essa mudança da embaixada. Em política externa, marca o compromisso dele com Israel, é um passo à frente no relacionamento que tínhamos com Israel.
Em relação ao Mercosul, o governo continua pensando em flexibilizar o Mercosul para podermos fazer acordos bilaterais sem os outros sócios do Mercosul?
Isso ainda está em estudos. O Mercosul tem um erro original: antes de fazer a abertura comercial, houve a união aduaneira. E é uma união aduaneira que é só pro forma, a tarifa externa comum (TEC) nunca vigorou. Na realidade, o Mercosul vem patinando desde o seu início. Mas (a flexibilização) ainda está em estudos. Nosso principal parceiro comercial ali é a Argentina, que vive uma situação difícil, tem uma eleição pela frente. Precisamos ter uma aproximação grande com o nosso entorno na América do Sul, principalmente a região do Prata.
Existe uma crítica em relação à visita (do presidente Bolsonaro) aos EUA de que o governo brasileiro teria feito concessões demais e recebido pouco em troca. O que o senhor acha?
Eu não vi concessões demais. O ponto principal da visita foi a empatia criada pelos dois líderes, isso é importante, em segundo lugar a base de Alcântara (assinatura de acordo de salvaguardas tecnológicas que permite ‘alugar’ a base). Temos uma base parada, e temos de ganhar algum dinheiro com aquilo. A OCDE…
A OCDE, se o Brasil realmente entrar, vai demorar anos…
Vai. E a questão dos vistos é inócua. Se vierem mais americanos gastar dinheiro no Brasil, para nós é bom. A reciprocidade, na situação que se vive aqui neste país (EUA), é um pouco difícil. Talvez com o tempo, vi outro dia que poderia começar uma flexibilização (Global Entry). Uma vez que nós avançamos nesse relacionamento, pode ser que abram.
Como o senhor vê a influência do Olavo de Carvalho no governo?
Eu acho que o Olavo de Carvalho não tem essa influência…criou-se uma fantasia sobre esse papel do Olavo de Carvalho.
Mas ele tem influência, ele consegue, por meio das redes sociais, demitir funcionários de ministérios…
Especificamente o caso do ministério da Educação é um problema de gestão do ministro (Ricardo) Vélez, ele tem que resolver aquilo lá, ou então o presidente vai trocá-lo em algum momento. Não vejo essas influência, eles pilham muito. É como a história do grupo militar: não existe grupo militar, tem militares que trabalham no governo. Já falei antes, até parece que todo dia, no final da tarde, eu, o (general Augusto Heleno, do GSI) Heleno, o Santos Cruz, Floriano Peixoto, nos sentamos numa mesa e falamos: e aí, pessoal, o que nós vamos fazer agora? Isso não existe.
Mas no Itamaraty existe uma influência grande, o chanceler já disse várias vezes…
Eu prefiro achar que isso é mais retórica do que realidade.
O presidente Bolsonaro se encontrou com representantes do que ele chama de “velha política” na semana passada. O senhor acha que essas reuniões são bem-vindas?
A gente tem que fazer política, né. Como se faz política? Conversando, mostrando seus programas, suas ideias, procurando convencer os partidos e seus representantes das necessidades daquilo ali. Não tem outra forma de fazer política. Eu acho que o presidente deu um passo importante . Na quinta-feira, se reuniu com número grande de representantes de partidos, na terça-feira ele tem outro dia de reuniões. Acho fundamental que ele lidere esse jogo, pela própria capacidade dele, por ter sido político por 30 anos.
Estava faltando isso?
Estava. Estava.
É por isso que algumas iniciativas não estavam andando?
A ação com o Congresso é difícil, nós não construímos base. O presidente é do PSL e eu do PRTB. PRTB não elegeu nenhum deputado, então nós não tínhamos base…
O general Santos Cruz ontem falou que o PSL era pequeno, quase um grupo de WhatsApp, e ai virou um partido com mais de 50 deputados…
É isso aí. Agora que as pessoas estão se conhecendo, aprendendo a viver umas com as outras. Existe aquela busca natural pelo protagonismo, fui eleito deputado, agora chego na Câmara e vou fazer e acontecer, e não é assim. As pessoas vão ter um choque de realidade, ver que tudo tem limite.
Folhapress
A deputada federal Norma Ayub (DEM-ES) informou neste sábado (6) que solicitará uma audiência com o ministro da Justiça, Sergio Moro, para esclarecer o acesso de funcionário da Receita Federal a dados pessoais do presidnete Jair Bolsonaro.
A Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão para apurar a motivação da consulta às informações sigilosas da família do presidente. A Receita Federal, que não informou os nomes dos investigados, disse que “não havia motivação legal” para o acesso.
Nas redes sociais, na sexta-feira (5), Bolsonaro disse que dois funcionários “acessaram ilegalmente” dados sigilosos sobre a sua família. “Procuravam algo para vazar e me incriminar por ocasião da eleição”, escreveu.
Um dos servidores investigados por consultar dado do presidente é Odilon Alves, irmão da parlamentar, que prestou depoimento à Polícia Federal na quinta-feira (4). Segundo ela, houve um “mal-entendido”, já que o agente administrativo é eleitor de Bolsonaro.
“Eu estou pedindo uma audiência com o ministro Sergio Moro para explicar o ocorrido. Houve um mal-entendido. Ele é Bolsonaro, minha família é Bolsonaro. Eu fiz campanha para o presidente”, disse à Folha.
De acordo com ela, o servidor fez a consulta por curiosidade, uma vez que queria saber a idade do presidente. Ela ressaltou que o depoimento prestado por ele à Polícia Federal foi tranquilo.
“Ele é uma pessoa tranquila e ingênua. É um homem infantil que gosta do presidente e consultou por curiosidade”, disse.
O advogado do servidor, Yamato Ayub, que também é irmão dele, disse que ele acessou apenas informações gerais sobre o presidente, como nome, idade e endereço, não pesquisando dados como despesas ou receitas.
“Foi sem maldade. Não teve quebra de sigilo ou vazamento de informações”, afirmou, ressaltando que o acesso ocorreu em 30 de outubro, após o segundo turno.
Em fevereiro deste ano, a Receita Federal também notificou a Polícia Federal após o vazamento de ações de fiscalização sobre autoridades.
O pedido foi feito após vir a público a informação de que teria sido aberta investigação sobre o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes e sua esposa, Guiomar Mendes.
Estão escondendo o verdadeiro motivo da pesquisa. São funcionários que estão lá para descobrir motivos para prejudicar o presidente. A irmã, vem dizer que um auditor fiscal federal é ingênuo. Kkkkkkkkkkkk
Curiosidade – enquanto patologia – mata, diz a sabedoria popular. Nesse diapasão, a curiosidade frívola pode também custar o emprego do curioso. A menos que ele tenha parente embrenhado na baixa política e "votado no presidente".
Quem não deve, não teme!
Não é esse o ditado?
Estão com medo de quê?
Há algo a ser escondido pelo candidatos defendia transparência e criticava os políticos que não divulgaram sua vida?
Se fosse contra alguém do PT podia.
Um dessalinizador solar de baixo custo de implantação e manutenção, com capacidade para produzir água potável sem uso de eletricidade e livre de produtos químicos, é alternativa para famílias do semiárido da Paraíba, que enfrentam longas estiagens e sofrem com escassez de água de boa qualidade.
O modelo já atendeu a cerca de 300 famílias e está disponível em um banco de tecnologias online para ser replicado em qualquer parte do país e ajudar a solucionar a falta de acesso à água potável.
Resultado da parceria da Cooperativa de Trabalho Múltiplo de Apoio às Organizações de Autopromoção e da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), o dessalinizador aproveita o potencial solar da região e atende a assentamentos de agricultores familiares desde 2015. O modelo foi reconhecido como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil (FBB), chegando a ser premiado pela entidade em 2017.
“A ideia [do dessalinizador] parte do princípio de que vivemos no semiárido. Os poços que a gente perfura, quase em sua totalidade, têm água salobra, água salgada, o que não serve para o consumo humano. Então, desenvolvemos junto com a UEPB essa tecnologia para exatamente fazer com que essa água salgada se tornasse uma água ideal para o consumo humano”, contou Jonas Marques de Araújo Neto, presidente da cooperativa.
“O primeiro impacto que o dessalinizador gerou foi maior solidariedade ainda entre eles [agricultores], porque um dessalinizador desse serve para quatro ou cinco famílias, não é uma questão individual. Dá uma média de 80 litros de água por dia, que é distribuída entre eles. Nós [da cooperativa] não temos o menor poder sobre isso, eles é que têm o verdadeiro poder e eles é quem dizem como vai ser dividida essa água”, disse, ao acrescentar que esse modelo fortalece a comunidade.
Além disso, ele destacou a importância do consumo de água potável para a saúde. “Você chega em um hospital público e pergunta: ‘depois dessa história do dessalinizador, quantas crianças apareceram aqui com dor de barriga, com subnutrição?’. Eles vão dizer para você, sem sombra de dúvida, que diminuiu muito”.
Outro benefício da implementação dessa tecnologia é que as pessoas conseguem manter seu modo de vida no semiárido, desenvolver as atividades e sustentar as famílias sem precisar migrar para conseguir oferta de água potável, nem recorrer a subempregos nos centros urbanos. “Isso faz com que as pessoas consigam ficar nas suas terras, consigam habitar o semiárido”.
O dessalinizador consiste em uma caixa construída com placas pré-moldadas de concreto e cobertura de vidro que deixa passar a radiação solar. Dessa forma, a construção possibilita o aumento da temperatura dentro da caixa e a evaporação da água armazenada em uma lona encerada, conhecida como lona de caminhão.
Tecnologias sociais
Responsável por um Banco de Tecnologias Sociais – uma base de dados com mais de 900 soluções para problemas sociais nascidas da sabedoria popular e do conhecimento científico – a fundação já beneficiou cerca de 130 mil pessoas no país, em 444 municípios, por meio de um total de 389 projetos, de acordo com relatório divulgado pela instituição na última semana. Os projetos tiveram investimento total de R$ 156,3 milhões.
Todas as tecnologias sociais do banco fazem referência aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU). As inscrições estão abertas para certificação de novas tecnologias sociais até o dia 21 deste mês, com a possibilidade de concorrerem a prêmios em dinheiro. Podem participar entidades sem fins lucrativos, do Brasil ou de outros países da América Latina ou do Caribe.
Agência Brasil
Quem é ligado ao setor rural, ao meio-ambiente, os programas de inclusão social e a outras áreas de interesse e conhecimento sabem que há INÚMERAS pesquisas e iniciativas voltadas à questão da dessalinização de águas no nordeste.
Há incontáveis esforços de "humildes porém sérios" pesquisadores nesta área, principalmente a partir de dedicação e entrega de pesquisadores nordestinos.
Parece que só o "iluminado e confuso" Bolsonaro parece acreditar que tirar sal da água é uma novidade e só quem sabe fazer isto são os "iluminados de Israel".
O melhor do Brasil são os brasileiros e o pior são são os políticos. Ou não?
A notícia está atrasada…. foi preso na sexta, foi solto , provavelmente por ser "dimenor" ou pela adorada audiência de custódia. Porém não durou muito, já teve o CPF cancelado hehehe. Ê Brasil vei!
so te um jeito
cortar a outra perna, talvez ele diminua um pouco os toubos
Muito triste a situação da criminalidade no Brasil!!! Até o Saci entrou p o crime!!! Chegou ao fim nosso folclore?