Economia

Vendas de supermercados crescem 3,39% de janeiro a agosto; maior resultado acumulado no período desde 2014

FOTO: EBC

As vendas nos supermercados registraram, de janeiro a agosto, 3,39% de crescimento real – deflacionado pelo IPCA/IBGE, de acordo com o índice Nacional de Vendas da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), divulgado nesta sexta-feira (4). Segundo a entidade, este é o maior resultado acumulado no período desde 2014. Em agosto, as vendas reais registraram alta de 4,25% na comparação com o mês de julho e crescimento de 7,10% em relação ao mesmo mês de 2018.

“Em agosto, foram criadas 121,4 mil vagas de empregos formais, e o acumulado chegou a 593.4 mil postos, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), o melhor desempenho para o período desde 2014. Além disso, outros fatores impactaram nossos números: o crédito à pessoa física aumentou, a inflação segue estável, e os juros caindo. Parece que o Brasil voltou ‘a respirar’, disse o presidente da Abras, João Sanzovo Neto.

Mesmo com o acumulado ultrapassando os 3% de crescimento previstos pela Abras para o setor em 2019, Sanvozo destacou que ainda é preciso cautela em relação a uma nova projeção de vendas.

“Após uma recessão prolongada, indicadores econômicos positivos são sempre um motivo para comemorar. Embora as contratações formais tenham apresentado crescimento, infelizmente, a taxa de desemprego continua elevada, uma parte da população segue endividada, e a recuperação ainda está aquém do ideal, o que faz o consumidor ponderar seus gastos. Mas as nossas expectativas são boas para o final do ano, e os próximos meses serão decisivos para o setor supermercadista”, afirmou.

Índice de Confiança

De acordo com o Índice de Confiança do Supermercadista, elaborado pela Abras em parceria com a GfK, os empresários do setor estão mais otimistas. Depois de uma queda, o indicador voltou a apresentar crescimento. A pesquisa registrou 55,6 pontos (numa escala de 0 a 100), na última avaliação, divulgada em junho, o índice estava em 54,9 pontos.

Segundo a Abras, entre os principais motivos para o desempenho dos supermercadistos, está a economia do país, que, aos poucos, tem mostrado sinais de recuperação.

Agência Brasil

 

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Economia

Quase um quarto das famílias brasileiras vive com menos de dois salários mínimos

Foto: Arte R7

Quase um quarto das famílias brasileiras (23,9%) viviam entre 2017 e 2018 com renda total de até R$ 1.908. O valor equivale a menos de dois salários mínimos (R$ 998) e é mais de R$ 3.500 inferior à média dos lares nacionais, de R$ 5.426,70.

O percentual das famílias que faturam até R$ 1.908 corresponde a cerca de 44,8 milhões de pessoas e 16,5 milhões de lares, segundo dados revelados nesta sexta-feira (4), pela POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), divulgada, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Apesar da elevada quantidade de famílias que vivem com a faixa mais baixa de renda do relatório, o maior percentual do estudo é apresentado pelos lares com rendimentos médios entre R$ 2.862 e R$ 9.540 e corresponde a 30,5% do total de famílias. Para 18,6%, as remunerações mensais da casa variam entre R$ 1.908 e R$ 2.862.

Com os dados, é possível afirmar que três de cada quatro famílias contam com até seis salários mínimos (R$ 5.724) para passar o mês — isso equivale a 147,8 milhões de pessoas, de 50,4 milhões de famílias brasileiras.

Na ponta mais rica do levantamento, aparecem 2,7% das residências do país com renda média acima de R$ 23.850. Há ainda 3,9% com remuneração entre R$ 14.310 e 23.850 e R$ 6,4% ganhando de R$ 9.540 a R$ 14.310.

Regiões

De acordo com o levantamento, o rendimento médio mensal das famílias varia significativamente conforme a localidade em que o grupo vive.

Para os lares da área urbanas, a renda média foi de R$ 5.806,24. Já os grupos que vivem em regiões rurais acumulam rendimento de cerca de R$ 3.050,49, o que representa pouco mais da metade (52,3%) dos ganhos das famílias da zona urbana.

Quando o assunto são as regiões do país, a diferença também é considerável, com o salário médio das famílias moradoras do Centro-Oeste (R$ 6.772,86) mais de 90% superior em relação às do Nordeste (R$ 3.557,98).

Além do Centro-Oeste, as regiões Sul (R$ 5.995,55) e Sudeste (R$ 6.391,29) têm remuneração média familiar acima da média nacional. Na Norte, os grupos de moradores somam renda na casa de R$ 3.647,70.

Em todas as regiões, o componente com a maior participação nos valores recebidos pelas famílias foi o rendimento do trabalho. As maiores participações do rendimento do trabalho foram registradas no Centro-Oeste (61,5%) e no Norte (61,0%).

Arte/R7

R7

 

Opinião dos leitores

  1. Muito bom esse texto, 2019. Estamos em 2021 no meio dessa pandemia infernal que já tirou 6 milhoes das classes media e media alta empurrando para as classe C e D e E e temos uma perspectiva de menos emprego, renda e consumo para 2022. O governo precisa aliar estrategias com a classe dos parlamentares e empresarios e investir em obras reformas, estradas e apoiar o agronegocio para trazer DIVISAS, deixar de tantas DIVISÕES.

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Esporte

Parnamirim é destaque internacional em evento na Rússia

Foto: Reprodução

O atleta de MMA Wendres Godzila, de Parnamirim, ganhou na manhã desta sexta (4) (à noite no horário local) uma etapa do evento ACA 100, da Rússia. Godzila é um dos vários atletas que recebem o apoio do Prefeito Taveira em nível nacional e internacional, o que vem fazendo Parnamirim se destacar em diversas competições.

“Ver um atleta levantar a bandeira de Parnamirim num evento internacional importante demonstra que nossa política de apoio e incentivo ao esporte, nas mais diversas modalidades, está no caminho certo” disse o Prefeito Taveira.

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Saúde

Doente com sarampo em teatro em Florianópolis leva à busca por 529 espectadores

Foto: Reprodução/Facebook Fundação Catarinense de Cultura

Uma pessoa com sarampo na plateia do teatro Ademir Rosa (CIC), em Florianópolis, Santa Catarina, deflagrou a busca por 529 espectadores pela Secretaria Municipal de Saúde. A doença é altamente contagiosa.

Segundo a assessoria de imprensa da pasta, o paciente, que estava no show de stand up comedy Meu nome não é Jorge, do artista Cris Pereira, realizado em 22 de setembro, às 19h, apresentou resultado preliminar positivo para a doença, de acordo com a Vigilância Epidemiológica. O diagnóstico final leva 15 dias.

“Como procedimento padrão, neste tipo de caso, é realizado o levantamento de todas as pessoas que estiveram em contato com o doente, para que as devidas medidas para barrar a transmissão do sarampo sejam tomadas”, afirmou a secretaria por meio de nota.

A orientação é que as pessoas que estavam na plateia nessa edição do espetáculo entrem em contato com a Vigilância Epidemiológica pelos telefones (48) 3212-3910 e (48) 3212-3907.

O sarampo é transmitido quatro dias antes e quatro dias depois da manifestação dos sintomas, que duram em média 10 dias, segundo o Ministério da Saúde. Uma única pessoa contaminada infecta 18 em média. Diferentemente da gripe, o sarampo não é transmitido por gotículas de saliva, mas pelo chamado aerossol, que são partículas ainda menores e com maior alcance. A doença fica incubada nas pessoas, e não no ambiente, daí seu grande potencial de proliferação.

Até o momento, apenas uma pequena porcentagem de pessoas que estiveram no teatro na mesma ocasião que o paciente se apresentou em postos de saúde da prefeitura, segundo a assessoria.

A pasta afirma que não se trata da primeira ocorrência de sarampo em local fechado com grande número de pessoas. Recentemente, houve caso semelhante registrado em casa noturna e dois voos da TAM.

Arte/R7

R7

 

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Política

Governo prefere manter ministro do Turismo no cargo até posicionamento do Ministério Público

Foto: Jake Spring – 16.jan.2019/Reuters

Mesmo com o indiciamento pela Polícia Federal do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, o presidente Jair Bolsonaro, por enquanto, vai mantê-lo no cargo. A informação foi passada ao blog pelo porta-voz da Presidência da República, general Otávio Rêgo Barros.

“O presidente da República aguardará o desenrolar do processo. O ministro permanece no cargo”, respondeu Rêgo Barros ao ser questionado como ficava a situação do ministro do Turismo no governo após o seu indiciamento pela PF de Minas Gerais. Marcelo Álvaro Antônio é deputado eleito pelo PSL, partido do presidente.

O presidente Jair Bolsonaro já havia dito que aguardaria o relatório da Polícia Federal para tomar uma decisão sobre a permanência de Marcelo Álvaro Antônio no cargo, investigado pela PF de comandar um esquema de desvio de recursos públicos por meio de candidaturas femininas de fachada nas últimas eleições.

O líder do PSL na Câmara, delegado Waldir (GO), disse ao blog também ser favorável à permanência do ministro no cargo até uma decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o caso.

“Primeiro, precisamos esperar para verificar se o Ministério Público fará a denúncia. Depois, se ela será acatada pela Justiça. Até lá, ele não pode ser considerado culpado. Já vi muitos casos de indiciamento e, depois, a pessoa é considerada inocente”, afirmou o deputado ao blog.

Blog do Valdo Cruz – G1

Opinião dos leitores

  1. O MP acabou de denuncia-lo, vamos ver se o presidente irá substitui-lo, na realidade pelo discurso de Bolsonaro, os investigados não deveriam fazer parte do governo até que se comprovasse a sua inocência.

    1. Não é assim com o mito, quem manda no cabaré é o Messias

    2. Investigado não é condenado. O STF tá liberando os condenados.
      O governo tá certo , calma. Muitos interesses em jogo.

    3. Primeiro ele disse que ia aguardar o inquérito da PF.
      Agora vai esperar o MP.
      Depois vai dizer que é melhor esperar a sentença judicial.
      Depois a segunda instância e por aí vai…
      Seu lema é: Combater a corrupção dos outros

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Judiciário

Moro: “Não seremos mais um paraíso para a prática de crimes”

Ao divulgar no Twitter a campanha do pacote anticrime, Sergio Moro afirmou que “os tempos do Brasil sem lei e sem Justiça chegaram ao final”.

“Precisamos mandar uma mensagem clara à sociedade. O crime não compensa e não seremos mais um paraíso para a prática de crimes ou para criminoso.”

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Finanças

Caixa dará desconto de até 90% para cliente que quitar dívida à vista; possibilidade de negociação de débitos pelo WhatsApp

FOTO: A8SE

Na semana da conciliação, a Caixa vai chamar 120 mil clientes das cinco regiões do país para regularizar suas dívidas com o banco que já estão na Justiça.

Ao todo, o valor dos débitos soma R$ 6,6 bilhões, mas o banco estatal vai dar desconto de até 90% caso o cliente pague à vista.

Com a ação, pretende recuperar R$ 1,2 bilhão. O mutirão de conciliação da Caixa vai ocorrer de 7 a 11 de outubro.

Do total dos devedores, 71 mil são pessoas físicas, que juntos devem R$ 2,3 bilhões.

Outros 50 mil empresas têm débitos de R$ 4,2 bilhões, sendo que 232 companhias estão em recuperação judicial. A conciliação é a forma mais rápida, barata e eficiente de encerrar um processo judicial.

Os clientes serão informados sobre a data e o local por meio de correspondência e SMS.

A caixa também vai negociar esses débitos pelo WhatsApp, inclusive com o envio do boleto de forma antecipada para que o cliente nem precise sair de casa.

Os clientes que receberem as comunicações do banco serão atendidos nas agências da Caixa ou em algumas Varas da Justiça Federal.

Estadão

 

Opinião dos leitores

  1. Minion, os juros e multas dos bancos são ABUSIVOS, por isso que estão dando esse desconto. Quanto ao caso das motos a GOVERNADORA deu ISENÇÃO TOTAL DOS IPVA’s atrasados, só que esse tributo não pertence 100% ao estado, a metade, ou seja 50% é do município que foi emplacada a motocicleta, melhor dizendo, ela deu aquilo que não lhe pertence. Cabe uma AÇÃO DA FEMURN para reaver a parte dos municípios.

  2. A Caixa não perderá dinheiro e ainda colocará em restrições eternas os consumidores que optarem pagar suas dívidas com desconto. Eles nunca mais poderão fazer qualquer transação de crédito com a Caixa.

  3. O banco vai perder dinheiro? Quando a governadora propôs algo parecido com as motos disseram que era para jogar dinheiro fora.

    1. Banco e perder dinheiro na mesma frase, hahaha. Os juros cobrados previamente, o deixar de gastar com o jurídico somado com o fato que receber 1/10 agora ou lutar para talvez um dia receber a totalidade parcelada a perder de vista…

      Com os bancos, você perde.

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Meio Dia RN

VÍDEO MEIO-DIA RN: programa desta sexta em PAPO DE CANTINA com Júnior Bass Groovador

Confira programa desta sexta-feira(04). O Meio-Dia RN, em PAPO DE CANTINA com Júnior Bass Groovador. Clique abaixo e assista via Youtube (CLICANDO AQUI).

Opinião dos leitores

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Política

Governadores do Nordeste não terão moleza com falta de apoio na reforma da previdência e cobrança de fatia de recursos

Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Os governadores do Nordeste que não decidiram não apoiar a reforma da Previdência não terão moleza.

Em conversa com jornalistas ontem, Rodrigo Maia deu a deixa: disse que esses governadores não sofreram o desgaste político de defender a reforma e, mesmo assim, cobram do governo federal uma fatia grande de recursos.

“Aqueles que mais querem o pacto federativo são aqueles que estão votando contra a reforma da Previdência. Ao mesmo tempo que eles querem exigir mais recursos do governo federal, que só pode dar mais recursos se tiver mais economia. É uma conta que não fecha.”

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Só descordou um pouco do comentário anterior, não só os marginais PTralhas vão se lascar, todos nós vamos juntos, o RN todo

  2. Muita gente avisou aqui mesmo no blog do BG.
    Não é novidade pra ninguém. Olhem ! Se Fátima Lula for eleita, o RN acaba de se lascar. Taí!
    É o que vai acontecer, quem for vivo virá.

  3. Eh goipi! Eu não acredito que ele esteja se referindo ao RN! O RN, segundo alguns, não precisa de reforma da previdência…

    1. Nem de dinheiro para escolas militares, eu acho é pouco esses ptRALHAS tem que se ferrarem.

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Diversos

Uber lança aplicativo de empregos temporários; veja como funciona

Foto: Leon Neal/Getty Images

A Uber anunciou, na noite dessa quarta-feira (2), o lançamento oficial do aplicativo ‘Uber Works’. A plataforma começa a operar em Chicago e vai, aos poucos, expandir sua área de atuação. O ‘Works’ conectará candidatos a vagas de emprego temporárias e recrutadores, possibilitando pagamento pelo próprio aplicativo.

Alguns aplicativos com a mesma proposta já atuam nos Estados Unidos, como o Workpop e o Shiftgig. O Uber Works permitirá que o usuário procure por empregos que não tenham vínculo empregatício. Para isso, a empresa americana firmou parcerias com companhias de recrutamento, que conectarão contratantes e candidatos.

A ideia da plataforma é oferecer a experiência de ponta a ponta. No cadastro, o usuário registra seu currículo, a disponibilidade de turnos para trabalho e pretensão salarial. Dentro do aplicativo, o trabalhador pode gerir as horas extras, informar que não poderá trabalhar em determinado dia e receber seus pagamentos.

Segundo a Uber, a ideia do aplicativo é que o trabalho não é uma atividade em si. A empresa aponta que funções como cozinheiro, trabalhadores de depósitos, faxineiros e staff de eventos têm características que usam prioritariamente o trabalho temporário, facilitando para contratantes e candidatos.

A empresa americana enfrenta crise em suas atividades tradicionais, de aplicativo de mobilidade urbana. O capital da companhia foi aberto em maio e, por várias vezes, o valor dos papeis da Uber nas bolsas de valores atingiu números próximos aos do lançamento, zerando os ganhos dos investidores.

Os problemas de regulação, que causaram inúmeras polêmicas com o aplicativo original, Uber, Uber Eats e Uber Pool, também podem ser um problema para o Uber Works. As legislações trabalhistas variam de acordo com o local de atuação, até mesmo dentro do mesmo país, prometendo grandes disputas jurídicas para a ampliação do novo serviço.

Lançado primeiramente em Chicago, o aplicativo tem a proposta de atingir a excelência na cidade, localizada no estado americano de Illinois. A empresa não fixou datas de lançamento para outras cidades dos Estados Unidos e nem em outros países.

Estado de Minas

Opinião dos leitores

  1. Eu digo que o SINDICATO é bom no dia que um TRABALHADOR SINDICALIZADO estiver desempregado e o seu sindicato mandar uma feira pra ele e pagar suas contas de água, luz e aluguel. Aí sim vale a pena ser SINDICALIZADO. Sindicado só quer o venha a nós!!

  2. Se isso chega no Brasil em menos de 5 dias já aparecem uns 10 sindicatos para "lutar pelos direitos" dos envolvidos.

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Educação

Ranking do Ideb gera “guerra virtual” entre escolas de Natal

Foto: Ilustrativa

O ranking com os números do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) divulgado pelo Ministério da Educação com a avaliação das escolas públicas e algumas escolas privadas tem gerado repercussão e guerra de provocações entre diretores de escolas em Natal. Para quem defendia o antigo ranking do Enem, que muitas vezes foi questionado por conta de escolas que manipulavam os números, chegando inclusive a criar dois CNPJ para figurar bem na avaliação, e foi extinto pelo Ministério da Educação, agora está querendo por em xeque os números do Ideb que continuaram ser divulgados como avaliação das escolas.

Alexandre Pinto, diretor do Colégio Ciências Aplicadas, lançou uma campanha pesada para derrubar a credibilidade do Ideb como comparativo entre as escolas. Ele reforça que o ranking do Ideb contou com 11 escolas particulares de Natal que teriam sido escolhidas por sorteio, enquanto que o ranking do Enem, o qual a escola liderou durante alguns anos congrega todas as instituições de ensino, mas deixou de existir em 2017 sem ser mais utilizado pelo próprio MEC.

O ranking atual do Ideb apontou a escola Over como o primeiro lugar pelo segundo ano seguido e lista as demais escolas particulares participantes. O diretor do Over, Carlos André defende a avaliação que foi criada e referendada pela ex-diretora do Inep e uma das criadoras do Enem, Maria Inês Fini, que afirmou que “o verdadeiro índice das escolas é o Ideb”, diz ela em vídeo que circula nas redes sociais.

Ainda segundo a versão do Over, o Ideb foi aberto a todas as escolas particulares que desejassem fazer e não apenas por sorteio e é o único método de avaliação referendado pelo MEC em utilização para medir os níveis de educação. Ainda segundo Carlos André, o MEC deixou de divulgar os dados do ranking do Enem por conta de denúncias que algumas escolas manipulavam os números para obterem resultados que não eram reais.

Resta saber agora se por que quem defendia o ranking do Enem, não aceita os índices do Ideb que tem a chancela oficial do MEC?

Veja vídeos abaixo: 

Over (aqui)

Ciências Aplicadas (aqui)

Opinião dos leitores

  1. Fizemos o q foi sugerido pelo "companheiro " minion arrependido, mas a roubalheira foi tão grande nos últimos anos que fica difícil encontrar escolas em nosso estado, com o mínimo de infraestrutura e ensino de qualidade.

  2. Ranking do Enem, não levava em conta escolas que formavam turmas de "feras" para ter aprovação alta. É muito fácil fazer 40 tirar nota boa, agora 400 ou mais é mais ralado.

    1. Pena que a governadora bloqueou a vinda de escolas militares. Ía deixar essas escolas que são as top de Natal no desespero, pela qualidade de ensino que traria. Infelizmente os jovens do RN foram tolhidos de um privilégio que seria um passo enorme pra seu sucesso na vida. Infelizmente!

    2. Homi, se a educação militar fosse tão boa teríamos um presidente que ao menos soubesse ler e falar em público. Outro detalhe, quer modelo bom? Tire teu filho da escola privada e coloque na escola pública de um bairro pobre, participe do conselho escolar e cobre educação de qualidade.

    3. Minion arrependido é igual ao sem dedo, burro. O cara ser contra escolas militares de Excelência deve comer capim

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Política

Bolsonaro sanciona sem vetos novo marco das telecomunicações

Foto: Divulgação/Oi

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, sem vetos, a lei que cria um novo marco legal para o setor de telecomunicações . O texto, que muda a Lei Geral de Telecomunicações (LGT), de julho de 1997, foi publicado nesta sexta-feira no Diário Oficial da União. Ele foi aprovado pelo Senado no início de setembro.

Pauta prioritária do setor, o projeto estava em discussão há quase quatro anos no Congresso. A lei muda o regime para a operação de telefonia fixa, permitindo que seja feita por autorização à iniciativa privada, e não mais por meio de concessão.

As antigas estatais de telefonia, na privatização, foram transferidas para a iniciativa privada sob o regime de concessão. O modelo de exploração do serviço de telefonia via autorização foi implantado depois. Assim, a partir de agora, mesmo as ex-estatais de telefonia fixa vão atuar sob o regime de autorização.

O texto ainda transfere a infraestrutura de telecomunicações da União para as concessionárias que exploram o serviço desde a privatização do setor, em 1998.

Os bens seriam devolvidos ao governo em 2025, quando se encerram os atuais contratos. Em troca da infraestrutura, as empresas terão de investir valor equivalente aos bens na expansão da banda larga, inclusive em locais que hoje têm pouca atratividade econômica.

O montante do investimento será calculado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A definição das localidades que receberão os investimentos também será feito pela agência reguladora. Agora, a Anatel vai criar um regulamento para decidir como os bens serão calculados e como o dinheiro será investido. A expectativa do governo é que esse processo dure um ano e meio.

— A nossa expectativa é a melhor possível. O projeto é uma ótima oportunidade para atrair investimento. Mas ainda tem uma série de etapas a serem vencidas. Tudo isso vai levar uns três semestres — disse o secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Vitor Menezes.

Atualmente, Oi, Vivo, Sercomtel e Algar operam a telefonia fixa sob regime de concessão. Por esse modelo, as companhias têm obrigações específicas — como investir para manter orelhões —, e a tarifa é regulada pela Anatel.

A alteração na legislação beneficiaria, principalmente, a Oi. Maior concessionária de telefonia fixa do país, em recuperação judicial, a companhia tenta levantar recursos para manter suas operações. Das concessionárias nacionais, a Oi tem o maior número de domicílios com linhas fixas, 10,92 milhões (55% do total), seguida da Vivo, com 7,82 milhões (39%), segundo dados da Anatel.

O texto determina que a Anatel analise os pedidos para migração do regime de operação de concessão para o de autorização, com o objetivo de garantir que as empresas se comprometam, por exemplo, a operar telefonia fixa em áreas sem concorrência.

A nova lei ainda desobriga as emissoras de rádio e TV de contribuírem para o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), correspondente a 1% da receita operacional bruta.

As novas regras para o setor também autorizam a transferência da autorização de uso de radiofrequências entre prestadores de serviço. Esta dependerá de anuência da Anatel, que poderá estabelecer condições de caráter concorrencial, como limitações à quantidade de espectro que poderia ser transferida.

Assim, uma empresa que adquiriu, em licitação, o direito de uso de determinada faixa de frequência poderá transferi-la, com aval da agência, diretamente a outra operadora. Essa mudança leva à criação de um mercado privado de revenda dessas autorizações.

A lei trata ainda do uso de satélites. O texto permite que o atual prazo de exploração, de 15 anos, seja renovado várias vezes. E elimina a necessidade de licitação para obter o direito de exploração de satélite, que passará a ser conferido mediante processo administrativo da Anatel.

Em nota, SindiTelebrasil, entidade que representa as empresas do setor, considerou que a lei coloca o Brasil “no caminho da economia digital” e vão garantir mais internet à população, mais localidades com telefonia móvel e banda larga, mais empregos e mais investimentos no país.

“O setor de telecomunicações aguarda, agora, a regulamentação da lei, com a definição das áreas em que os investimentos serão aplicados, especialmente aquelas sem infraestrutura adequada. Essa mudança, certamente, beneficiará toda a sociedade, gerando o reaquecimento da economia e mais qualidade de vida para população”, diz o texto.

Segundo a nota, o setor já investe R$ 30 bilhões ao ano. “Com a alteração na lei, os recursos que antes eram aplicados obrigatoriamente em soluções obsoletas, como os orelhões, passarão a ser destinados à ampliação ainda maior do acesso à internet”, completou.

O Globo

 

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Diversos

BOMBA DESCARTADA – (FOTOS): Objeto encontrado próximo ao prédio sede do TJRN é um sinalizador de embarcação

Fotos: cedidas

O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do TJRN identificou como um sinalizador de embarcação, um objeto encontrado no cruzamento da avenida Ulisses Caldas com a Câmara Cascudo (antiga Junqueira Aires), próximo ao prédio sede do Tribunal. Por medida de segurança, o Batalhão de Operações Especiais (Bope) da PM foi chamado para retirar o objeto do local. O prédio sede não foi esvaziado e as atividades seguem normais no TJ.

Opinião dos leitores

  1. Enquanto isso! Fatão nem fala no pagamento de dezembro de 2018 e o décimo terceiro 2018.

    E a pipoca Boku's comendo no centro.

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Diversos

Brasileiros estão comendo mais fora de casa e consumindo mais alimentos prontos, diz IBGE

Distribuição das despesas com alimentação — Foto: Economia G1

Os hábitos de consumo alimentar das famílias brasileiras vêm mudando ao longo dos anos. Como mostra a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) divulgada nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as famílias têm comido mais fora de casa e a comprado mais alimentos prontos, ao invés de preparar os alimentos para consumo dentro de casa.

A alimentação é a terceira despesa que mais pesa no orçamento familiar no país – foi superada pelos gastos com transporte pela primeira vez, segundo o IBGE. Em média, ela representa 17,5% dos gastos de consumo das famílias. Este peso é menor nas áreas urbanas, onde representa 16,9% do total de despesas com consumo, enquanto é maior nas áreas rurais, onde chega a 23,8%.

Em valores, a despesa média com alimentação em 2018 foi de R$ 658,23 mensais por família. Apesar do crescimento da alimentação fora de casa, a maior parte deste valor (R$ 442,27) foi empregado para alimentação dentro das residências. Para alimentação fora do domicílio, a despesa média foi de R$ 215,96.

Esses valores também variam entre as áreas urbana e rural. Na primeira, o gasto médio foi de R$ 681,13, sendo R$ 450,37 para alimentação dentro de casa, e R$ 230,76 fora de casa. Já na rural, o gasto médio mensal foi de R$ 514,84, dos quais R$ 391,52 para consumo no domicílio e R$ 123,32, fora do domicílio.

Segundo o IBGE, a alimentação no domicílio sempre demandou gasto maior que comer fora de casa. Porém, vem aumentando o consumo de alimentos fora. Em 2003, na média geral, 75,9% dos gastos com alimentação era para consumo no domicílio. Em 2018, este percentual caiu para 67,2%. Ou seja, comer fora de casa consome atualmente um terço das despesas das famílias com alimentação.

Rural X urbano

O hábito de comer fora cresceu em quase todo o Brasil, sendo mais expressivo nas zonas rurais, onde o percentual dos gastos com alimentação fora do domicílio saltou de 13,1% e, 2003 para 24% em 2018 – uma alta de 10,9 pontos percentuais (p.p.). Para as famílias que vivem em áreas urbanas, este percentual passou de 25,7% para 33,9% no mesmo período, o que corresponde a um aumento de 8,2 p.p.

As famílias com rendimentos mais baixos, de até dois salários mínimos (R$ 1.908) gastam menos para comer fora de casa que aquelas que ganham 25 salários mínimos (R$ 23.850). Para as mais pobres, 20,6% dos gastos com alimentação é fora do domicílio, enquanto para os mais ricos este percentual chega a 50,3%.

Menos arroz e feijão, mais comida pronta

A pesquisa revela, ainda, que diminuiu o gasto das famílias brasileiras para compra de arroz e feijão, prato básico da alimentação no país, enquanto aumentou a despesa com alimentos já preparados.

Em 2003, a compra de cereais, leguminosas e oleaginosas representava 10,4% do total de despesas com a alimentação. Em 2018, esse percentual caiu em mais da metade, chegando a apenas 5%. Também caíram de 3,4% para 1,7% os gastos com a compra de óleos e gorduras; de 5,7% para 3,6% com a compra de farinhas, féculas e massas; de 11,9% para 10,6% com a compra de leite e derivados; e de 10,9% para 10,3% com o consumo de pães.

Em contrapartida, aumentaram no mesmo período, de 2,3% para 3,4%, os gastos com alimentos já preparados e de 8,3% para 13,7% as despesas com outros tipos de alimentos.

De acordo com o gerente da pesquisa, André Martins, esses dados apontam que as famílias brasileiras estão priorizando mais o consumo de comida pronta, seja dentro ou fora de casa. “Os alimentos preparados estão associados à comida rápida, o fast food, que pode ser consumido fora do domicílio ou mesmo dentro de casa, por meio dos serviços de delivery”, disse.

O analista da POF Leonardo Oliveira enfatizou que não se pode afirmar que o brasileiro passou a comer menos arroz e feijão analisando somente a queda da participação destes alimentos nas despesas com alimentação em geral. “É importante lembrar que o gasto não reflete o consumo”, apontou.

O pesquisador ponderou que a queda dessa participação do gasto com cereais e oleaginosas poderia ter sido provocado, por exemplo, por uma queda significativa dos preços dos produtos – o que não ocorreu no período.

“As famílias podem estar comprando menos arroz e feijão para cozinhar em casa, priorizando comer o mesmo prato em restaurantes, ou comprando ele já pronto”, ressaltou.

Do mesmo modo, não se pode afirmar que as famílias passaram a comer se alimentar melhor ao se observar, por exemplo, que saltou de 4,2% para 5,2% a despesa com frutas. Tal alta, ponderaram os pesquisadores, pode ter sido influenciada somente pelo aumento de preços destes produtos, e não pelo maior consumo deles.

Na comparação com 2003, também aumentou a despesa das famílias com o consumo de carne, cuja participação nas despesas com alimentação saltou de 18,3% para 20,2% no período.

G1

 

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Polícia

Palocci detalha as altas cifras de propina de Lula e ainda “vantagens indevidas”

Foto: Theo Marques – 14.ago.19/Framephoto/Estadão Conteúdo

A Crusoé resumiu um dos anexos de Antonio Palocci:

“O ex-ministro relata que Lula recebia altas cifras de propina através da empresa de palestras LILS e do Instituto Lula e que, além disso, operava uma espécie de mesada em espécie de até 100 mil reais a Lula com dinheiro repassado pela Odebrecht e pelo Banco Safra.

Os pagamentos eram feitos ao ex-presidente por ele ou por seu assessor Branislav Kontic. Palocci também lista as vantagens indevidas que Lula teria recebido da Odebrecht e da OAS por meio do triplex no Guarujá, da reforma do sítio de Atibaia, da aquisição da sede do Instituto Lula em São Paulo e de um apartamento em São Bernardo. Menciona a conta de 300 milhões de reais que a Odebrecht teria disponibilizado ao ex-presidente.”

E ainda há quem diga que a Lava Jato não encontrou a conta de Lula (que foi revelada por O Antagonista, aliás).

Leia aqui a reportagem completa da Crusoé.

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  1. O omi tá preso!! O que as pessoas queriam?Ele vai dizer e afirmar aquilo que poderia prende o objeto de desejo da quadrilha de toga. Agora vamos ver se eles conseguem provas reais e não ficam no achismo

  2. E gópi!! Lulalivre…péra, apaga…Lula Presoooo!!! Ufa, me confundi, foi mal…ainda ganho pão com mortadela? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  3. Palocci só nao relata as propinas recebidas por ele e muito menos o que vem recebendo para incriminar Lula e deixar o santo do pau OCO SERGIO DESMORONOU INOCENTE DAS INVESTIDAS A LULA…LULA LIVRE SIM. CADEIA PARA BOLSTANARO E MORONOU..ok

    1. Meu amigo, você está desatualizado: o novo mantra na seita petista eh LULA PRESO! A alma mais honesta só quer ser solto quando provar que eh inocente… Ou seja, NUNCA!

    2. ESQUIZOFRENIA pura, querer idolatrar um criminosos só sendo tonto mesmo.

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Educação

Aumenta número de cursos da UERN com conceito máximo

Foi divulgado nessa quinta-feira (3) o resultado do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE) referente ao ano de 2018, dos cursos da área de Ciências Sociais Aplicadas, de acordo com os ciclos avaliativos do Exame.

A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) teve um aumento significativo no número de cursos com conceito máximo, passando de 1 curso no Enade 2015 com conceito 5, para 4 cursos em 2018. Além de Serviço Social, que manteve o conceito máximo, agora os cursos de Direito Mossoró, Direito Natal e Publicidade e Propaganda também atingiram conceito 5 no Exame.

Outros cursos também melhoraram o desempenho, como Jornalismo, que recebeu conceito 4, contra conceito 3 em 2015, e Administração do Campus de Pau dos Ferros, que também recebeu conceito 4, contra o conceito 2 recebido em 2015.

De acordo com a assessora de avaliação institucional da UERN, Prof. Mayra Ribeiro, houve uma melhora significativa no desempenho dos estudantes avaliados. Esse aumento deve-se ao empenho e compromisso de estudantes, professores, técnicos administrativos, coordenadores de cursos e chefes de departamentos, somado à reitoria da instituição. “Em função de um trabalho conjunto entre a Universidade, coordenadores de cursos e estudantes, obtivemos esse ótimo resultado. Parabéns a todos que se envolveram neste processo”.

Ainda segundo a avaliadora, esses resultados serão discutidos com os departamentos envolvidos, para que possam manter ou melhorar o desempenho no Exame na próxima avaliação desses cursos, prevista para 2021.

O Enade avalia o rendimento dos concluintes dos cursos de graduação em relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares dos cursos, o desenvolvimento de competências e habilidades necessárias ao aprofundamento da formação geral e profissional, e o nível de atualização dos estudantes com relação à realidade brasileira e mundial.

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