Judiciário

PAÍS ESTÁ SANGRANDO: Ministro do STF teme conflitos de rua e necessidade de intervenção das Forças Armadas

mi_15906712645194452Jus Esperniandi é uma expressão muito usada no meio jurídico, mas inexistente no latim. O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, recorreu ao seu significado para comentar a conversa grampeada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que desqualificam o Supremo como “Corte acovardada”. Indagado sobre a gravação, Marco Aurélio resumiu: “É o direito de espernear”.

Para o ministro, o País está sangrando e os acontecimentos em série expõem este cenário agudo. Nesta sexta-feira 18, dia marcado para as manifestações pró-governo, ele teme pela manutenção da paz social e pela necessidade de intervenção das Forças Armadas nos conflitos de rua. “Eu não quero que este último recurso seja acionado”, diz Marco Aurélio.

O ministro do STF afirma que o juiz Sergio Moro não seguiu a lei ao divulgar os grampos com gravações de Lula e da presidente Dilma Rousseff. Marco Aurélio também repudia o pensamento de que o Supremo seja uma redoma de proteção a Lula.

O STF foi inundado por ações contra a posse do ex-presidente como ministro-chefe da Casa Civil, ainda suspensa. Até agora, 10 processos, seis dos quais estão sob a relatoria do ministro Gilmar Mendes — considerado o mais crítico ao governo na Suprema Corte. O décimo processo, uma ação cautelar ajuizada por um advogado de Santa Catarina, ficou com Marco Aurélio. A ação foi a primeira a ser protocolada, ainda ontem, e teve o seguimento negado pelo ministro.

Marco Aurélio diz que é hora de paz social e pede que se tire o pé do acelerador. “Vamos acreditar nas nossas instituições, na equidistância dos juízes e aguardar que as coisas aconteçam, mas não de cambulhada, como vem ocorrendo”, diz Marco Aurélio. A seguir, sua entrevista a IstoÉ:

ISTOÉ – O clima é por renúncia já. O sr. permanece defendendo a renúncia coletiva?

Marco Aurélio Mello – Isso seria em qualquer país com uma compenetração maior e que revele avanço cultural. Sendo assim, nós já teríamos tido renúncias. Mas não ocorre no Brasil, onde os ocupantes se apegam aos cargos. Mas vamos deixar que as instituições funcionem. Não incendiemos o Brasil. Não interessa a quem quer que seja.

ISTOÉ – Mas esta é a temperatura…

Marco Aurélio – A temperatura está alta e é hora de tirar o pé do acelerador. Quando se afunda muito o pé, se atropela a ordem jurídica e isso é péssimo. Isso só revela insegurança para todos.

ISTOÉ – O sr. já falou sobre a preocupação das manifestações se radicalizarem, com o surgimento de um cadáver. Nesta sexta-feira, 18, está marcada manifestação pró-governo. Nesta temperatura em que o País está, o que o sr. espera?

Marco Aurélio- Continuo muito preocupado com conflitos de rua, o que será péssimo. Não sabemos os desdobramentos. Não sabemos se a polícia militar conseguirá segurar as ruas. A minha expectativa é que seja mantida a paz social. De qualquer forma, nós sabemos que há um último recurso. E eu não quero que esse último recurso seja acionado, ou seja, uma intervenção das Forças Armadas.

ISTOÉ – O sr. acha que estamos sob este risco?

Marco Aurélio – O risco é sempre latente. É só não se ter o controle a que me referi pelas forças normais repressivas pela Polícia Militar e aí, evidentemente, todos nós, cidadãos brasileiros corrermos riscos. Nessa hora, evidentemente, se vê emblemática a importância, mesmo sem interferência, o baluarte das Forças Armadas.

ISTOÉ – Como o sr. avalia os conteúdos da gravação do ex-presidente Lula e da presidente Dilma?

Marco Aurélio – Eu continuo convencido de que a ida de Lula para o ministério implica uma tentativa de tábua de salvação do governo. E de resgate de algo ligado ao partido. Eu não posso presumir o excepcional: que um ex-presidente da República apenas vá auxiliar a titular atual para ter essa prerrogativa de foro privilegiado, se é que é prerrogativa de ser julgado pelo Supremo. O objetivo seria realmente reverter o quadro. Porque, não há a menor dúvida, o quadro se encaminha a cada dia para o impeachment. Nós não podemos permanecer como estamos, sem governabilidade há vários meses, para não falar em ano. O Brasil está sangrando. A crise econômica e financeira se aprofundando.

ISTOÉ – Como o sr. avalia a sequência de fatos desta semana?

Marco Aurélio – Não compreendo certas coisas. Primeiro, a divulgação do objeto da colaboração do senador Delcídio Amaral. Agora, esse problema do grampo e a divulgação do grampo determinado pelo juiz Sergio Moro. Surge o nome e a fala da presidente da República na conversa. Aí teria que haver o deslocamento, guardado em segredo, dessa interceptação para o Supremo. O Supremo não tinha que autorizar a gravação, porque se autorizou um grampo em um telefone que não era da presidente da República. Mas a divulgação não poderia ocorrer. Isso é ruim e acaba incendiando o País.

ISTOÉ – O senhor acredita que o juiz Sergio Moro cometeu uma ilegalidade?

Marco Aurélio – Não estou julgando colegas. Estou dizendo o que é a lei. Você tem que guardar o objeto da interceptação. Porque o sigilo é afastado, mas é afastado, em termos, para instrução criminal. Quando você quebra, por exemplo, o sigilo financeiro, os dados ficam envelopados. Eu não sei o que está havendo que, ao invés de se utilizar as peças no processo, está se utilizando em público. E isso deixa a sociedade em polvorosa.

ISTOÉ – O juiz Sergio Moro argumentou que os governados tinham o direito de saber o que os governantes pensam.

Marco Aurélio – Acima dos governados e do interesse dos governados, está a lei. Fora da lei, não há salvação. Não há justificativa para se deixar de cumprir a lei.

ISTOÉ – O sr. entende que houve tentativa de obstrução à Justiça pela presidente Dilma e do ex-presidente Lula?

Marco Aurélio – Não vejo por aí. Penso que já estava escolhido, com posse marcada. Se diz que o diálogo gravado da remessa com o termo de posse sugere que seria para evitar o surgimento de uma prisão e um obstáculo. Mas isso não é obstrução da Justiça.

ISTOÉ – O que significa, a essa altura, o ex-presidente ter foro privilegiado?

Marco Aurélio – O foro por prerrogativa, ele será julgado pelo Supremo. Mas será que ele aceitou o cargo apenas para isso? Entendo que não. Ele aceitou o cargo para tentar salvar o governo da titular que ele próprio indicou. Penso que a ideia é a de que ele dê uma interlocução política com o Congresso Nacional, que é o que falta.

ISTOÉ – O senhor declarou que a observância da lei não se dá só na Justiça do Paraná. Passa a sensação de que, com o caso no Supremo, Lula está protegido.

Marco Aurélio – Isso é de um absurdo incrível. Entender que só vai haver percepção criminal séria se permanecer no Paraná, que vindo para o Supremo não se terá essa percepção. Isso é uma inversão da ordem natural das coisas. O Supremo é o guardião maior da Constituição e ele atua sem perceber capa de processo. Eu tenho o juiz Sergio Moro como um juiz, não um justiceiro. Por que você imagina que, se o caso fica no Paraná, então haverá realmente seriedade? Vindo para o Supremo, não teremos essa seriedade? É algo terrível. É um enfoque que não se pode agasalhar.

ISTOÉ – Numa outra gravação, o ex-presidente Lula desqualifica a Corte, chamando-a de acovardada, entre outras coisas. Como o sr. percebe isso?

Marco Aurélio – É o direito de espernear. São declarações feitas para uma pessoa determinada. Agora, ele extravasa e aí isso se potencializa e se dá um crédito enorme a essas falas, o que não é bom. Vamos deixar as instituições funcionarem com serenidade. Não interessa a quem quer que seja incendiar o país.

ISTOÉ – O governo justifica a gravação, mostra o termo de posse não assinado pela presidente, e que a conversa teria se dado no contexto que o ex-presidente Lula talvez não pudesse estar presente por conta de Dona Marisa estar doente.

Marco Aurélio – Se ele já havia sido escolhido, e se remeteu o termo de posse para ele assinar possivelmente, é uma consequência. É natural. O que nós precisamos em época de crise, é guardar princípios e valores. Em direito, o meio justifica um fim. Não o fim justifica o meio. A legislação em vigor tem que ser observada. Ela submete a todos. Eu não posso criar o critério de plantão. Ninguém tem esse direito. Nem mesmo integrantes do Supremo. Muito menos um juiz de primeira instância.

ISTOÉ – O resumo nesses episódios na sua avaliação…

Marco Aurélio – Eu penso que estamos abandonando parâmetros. Isso é péssimo.

ISTOÉ – Como o sr. observa a fala do ex-presidente Lula na gravação grampeada, em relação a ministra Rosa Weber?

Marco Aurélio – Ele pode ter falado numa tentativa de se conversar para convencer. Mas nós ocupamos uma cadeira vitalícia, e só atuamos segundo a nossa ciência e consciência. Não se consegue suplantar o convencimento, mediante uma pressão qualquer, de um juiz, muito menos de um integrante do Supremo. Nós não estamos sujeitos à pressões. Nem à pressão da rua. Vamos acreditar nas nossas instituições, na equidistância dos juízes e aguardar que as coisas aconteçam, mas não de cambulhada, como vem ocorrendo.Não vejo como obstrução da Justiça. Penso que o que ele queria era um exame favorável para definir-se o ministério público competente, matéria que em termos ficou prejudicada. Tanto que eu propus o sobrestamento do agravo para aguardar agora a manifestação do ministério público do Paraná e do juiz Sergio Moro, porque a juiza de São Paulo declinou para o Paraná.

ISTOÉ – Como o senhor vê a sensação passada de que o STF é uma redoma protetora do ex-presidente Lula?

Marco Aurélio – Eu repudio essa assertiva. Eu me sinto indignado quando dizem que podemos ser benevolentes. A que ponto nós chegamos? Isso é inimaginável. É uma ofensa a quem hoje ocupa a cadeira no Supremo. Não temos no País apenas um único juiz sério. Temos milhares de juízes.

Isto É

Opinião dos leitores

  1. É meus amigos, na época que o governo era militar, nós nunca ouvimos falar em corrupção nem máfia, até mesmo bandidos dominando os subúrbios do nosso país, mas agora nós estamos nas mãos dos bandidos nos subúrbios e no comando do nosso país. Essa é a prova que o Brasil não tem condições de ser governado, ainda por civis. Já faz bastante tempo que o Brasil é governado por civis! Mas será que já não tá na hora dos militares tomarem as rédeas desse país? A que ponto mais, nós temos que aguentar? E o que mais tem que provar, que, os civis " políticos do Brasil " é verdadeiramente mafiosos, e o povo está cada vez mais oprimido com esses bandidos que dominaram e prosperaram a um custo muito alto do povo Brasileiro Os militares estão inertes por enquanto mas eu tenho a certeza que isso ainda vai mudar.
    Veja os presidentes militares que se foram, todos morreram pobres ninguém nunca ouvira falar que eles tinham dinheiro em paraísos fiscais e eram estritamente honesto. Agente andava nas ruas do país sem medo de ser morto por assaltantes ficávamos na frente de nossas casas conversando era um mar da tranquilidade, e agora podemos fazer mais isso?
    Foi uma época que o Brasil era um verdadeiro canteiro de obras sem superfaturamento e sem corrupção, mas só porque os militares combatiam com veemência esses mesmos políticos que aí estão hoje massacrando o país. Eles foram muito criticados pela imprensa, só porque tinha censura fizeram a caveira do governo militar até que conseguiram que os militares sassem do governo do país.
    A imprensa vivia falando sobre o golpe de 64 porque os militares descobriu que presidente da época era comunista igual a Lula aí os USA já estava com a esquadra de navios na costa brasileira prontas para tomar o Brasil. Por isso os militares tiveram que assumir o país. Mas isso eles não falam.
    Só falam nos 400 e poucos mortos que os militares mataram, eles esquecem que na União Soviética e Cuba, o comunismo matou milhões de pessoas. Foram mortos por discordarem do governo!
    Na época dos militares esses mesmos políticos bandidos que estão aí no congresso e no comando do país, tinham sido expulsos do país e viviam escondidos em Cuba etc..
    Mas aí quando a imprensa junto com eles persuadiram o povo brasileiro por ser a maioria analfabetos funcionais, conseguiram derrubar um governo limpo e legítimo. Agora o mesmo povo está sofrendo as consequências!
    Como última análise dessa minha síntese; O Brasil será muito melhor se os militares tomarem as rédeas do nosso BRASIL!!

    1. Nunca ouvi tanta asneira! Nesse tempo não ouvíamos falar porque ninguém tinha coragem de denunciar, com medo de represálias. Ainda bem que hoje temos instituições fortes como Polícia Federal e Ministério Público para investigar e denunciar de forma independente.

    2. Desculpe-me, mas o Sr. precisa estudar história do Brasil. Como assim não havia corrupção sob a égide do regime Militar? Era também só o que havia: corrupção, desvios (membros do governo militar com imóveis faraônicos, cheios de regalias para pintar e bordar com o dinheiro público…isso soa familiar?!), crimes de contrabando, tráfico de drogas realizado por Militares… isso sem falar, é claro, da tortura, repressão, restrições à liberdade… Por favor, vamos ler, estudar e pesquisar melhor antes de falarmos e publicarmos qualquer coisa!

      Quanto à entrevista em si, dou parabéns ao Ministro Marco Aurélio pela sensatez! Em tempos como estes, fico aliviada em ver essa atitude e posicionamento dentro da Suprema Corte.

    3. Foi o tempo em que País mais se desenvolveu nunca ouve corrupção e Ladrão nunca teve vez agora depois do Regime Militar estamos vendo a bandalheira que esta avendo em Brasília

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Política

[VÍDEO] “EM BREVE FALAREI”: Augusto Cury faz mistério, diz que optou pelo silêncio, mas promete se pronunciar sobre segundo turno

O candidato derrotado a Presidência da República, Augusto Cury (Avante), publicou um vídeo nas redes sociais dizendo que operou “pelo silêncio”, mas prometeu que em breve revelará seu posicionamento sobre o segundo turno.

“Desde o primeiro turno, eu optei pela oração dos sábios, o silêncio. Quem não sabe se silenciar, não sabe se ouvir. (Quem não sabe se ouvir, não entende que as principais decisões humanas são solitárias”, divagou.

Na gravação, ele diz que conversará “olho no olho” com as pessoas “sobre pautas importantes, inclusive para pacificar esse país tão dividido, tão dilacerado”. “Essa guerra de ódios tem de terminar”, pregou, sem dar pistas se seu apoio irá para Lula (PT) ou Flávio Bolsonaro (PL).

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Política

[VÍDEO] “FOI A CEREJA DO BOLO”: Níkolas ironiza Janja por agressão chamando ele de “piá de bosta”

O deputado federal Nikolas Ferreira reagiu ao ataque da primeira-dama Janja Lula da Silva, que o chamou de “piá de bosta”, e tratou a declaração com ironia.

“Eu acho que a Janja ter me chamado de piá de bosta foi a cereja do bolo. Inclusive, eu agradeço publicamente à primeira-dama por fazer esse xingamento”, afirmou.

Nikolas disse ainda que a declaração “fala muito mais sobre ela” do que sobre ele e afirmou que o episódio acabou ampliando a repercussão de sua atuação política.

“Quando o presidente da República e a primeira-dama brigam com um mero deputado, realmente ela me ajudou bastante a reverberar ainda a minha voz”, ironizou.

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Política

Alunos do IFRN de Currais Novos são alvo de ataques políticos e pressão em grupo de WhatsApp

 

 

 

 

Mensagens mostram estudantes sendo chamados a deixar grupo por serem bolsonaristas e aluno sendo chamado de “pedófilo” durante discussão política.

Mensagens compartilhadas em um grupo de WhatsApp de alunos do IFRN de Currais Novos estão causando repercussão após estudantes serem alvo de ataques e pressão por suas posições políticas.

Em uma das mensagens, uma participante afirma que quem está incomodado com as discussões deveria “sair do grupo juntamente com os outros bolsonaristas”. Em outra, um estudante é chamado de “hipócrita” por votar na direita e recebe a orientação: “se não se contenta com o que o governo fez, é só sair”.

As mensagens também fazem referência ao fato de os estudantes estudarem em uma instituição federal, em uma tentativa de associar o direito de frequentar o IFRN às posições políticas defendidas por determinados governos.

Ataques que ultrapassam o debate político.

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Política

Ato de Lula no sábado em Natal muda de local da Zona Norte para o Alecrim

Reprodução

O ato de campanha de Lula (PT) em Natal mudou de local e horário. A programação deste sábado (10), antes anunciada para a Área de Lazer do Panatis, na Zona Norte, agora será uma passeata no Alecrim, às 10h, com concentração a partir das 8h no centro comercial do bairro.

A mudança foi anunciada pelo próprio presidente em um vídeo publicado nas redes sociais da deputada federal Natália Bonavides (PT).

Lula estará acompanhado de Cadu Xavier (PT), que disputa o segundo turno para o Governo do Rio Grande do Norte contra Allyson Bezerra (União Brasil). A visita integra a mobilização pelas candidaturas petistas ao governo estadual e à Presidência da República.

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Política

[VÍDEO] Procurada por Lula e Flávio, Raquel Lyra sinaliza neutralidade no segundo turno


A governadora reeleita de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), afirmou nesta quarta-feira (7) que foi procurada pelas campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), mas sinalizou que continuará neutra no segundo turno da eleição presidencial.

Raquel disse que recebeu cumprimentos das duas campanhas pela reeleição e agradeceu o apoio de servidores, prefeitos, parlamentares e da população pernambucana. Apesar dos contatos, não anunciou apoio a nenhum dos presidenciáveis.

“Me manterei com coerência, que sempre tive desde 2022, de buscar unir o estado de Pernambuco”, declarou à imprensa.

A governadora também criticou as tentativas de rotular sua posição política. “Não é sobre isso, é sobre como a gente chega mais na vida do povo, e é isso que eu estou demonstrando aqui com trabalho e com respeito a todos e a cada um”, afirmou.

Com informações do Diário de Pernambuco

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Política

A nova fake news de Janja contra Flávio Bolsonaro

Reprodução

A primeira-dama Janja Lula da Silva publicou um vídeo nas redes sociais com uma série de acusações contra Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência no segundo turno. As declarações foram rebatidas pelo PL.

Janja afirmou que Flávio acabaria com o Farmácia Popular, “enterraria” a proposta de fim da escala 6×1 e “destruiria” direitos das mulheres. Também disse que, em um eventual governo do senador, o crime organizado “vai dominar o Brasil”.

Em publicação nas redes sociais, o PL afirmou que o Farmácia Popular continuará distribuindo medicamentos gratuitos e classificou as afirmações de Janja como “fake news”.

Sobre a escala 6×1, Flávio de fato já se posicionou contra a proposta nos moldes atualmente discutidos no Senado, classificando a discussão como oportunista, e defende uma alternativa baseada na negociação da jornada entre trabalhadores e empregadores.

O vídeo de Janja ocorre dias após outra controvérsia envolvendo uma informação falsa relacionada a Nossa Senhora Aparecida, que também repercutiu durante a campanha.

Com informações de O Antagonista 

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Política

DESESPERO TOTAL: Apoiadores de Lula espalham panfletos apócrifos contra Flávio em paradas de ônibus do campus da UFRN

Os apoiadores do presidente Lula estão mesmo desesperados para reverter o resultado das urnas no primeiro turno e das pesquisas de intenção de voto que continuam colocando o candidato Flávio Bolsonaro na frente da corrida presidencial.

O Blog do BG recebeu imagens das paradas de ônibus do Campus Universitário com panfletos fixados contendo fake News, dizendo que Flávio vai acabar com direitos trabalhistas, como o décimo terceiro salário e as férias.

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Política

[VÍDEO] ACM Neto afirma que fará um “grande empenho na Bahia” para eleger Flávio


O candidato derrotado na eleição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), afirmou nesta quarta-feira (7) que fará um grande empenho na Bahia para eleger Flávio Bolsonaro (PL) para a Presidência da República no segundo turno.

“Eu disse a ele que nós faremos todo o empenho na Bahia, eu e todo o meu grupo político, os prefeitos que me acompanharam, os deputados federais eleitos, os candidatos que disputaram o primeiro turno. Todos nós estaremos motivados, mobilizados e trabalhando a partir de hoje pela campanha de Flávio Bolsonaro para presidente”, disse ACM Neto durante a oficialização do apoio da Federação União Progressista a Flávio.

Com informações do BNews

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Política

“ESCONDAM JANJA”: Coordenadora de Lula critica espaço da primeira-dama na campanha do PT

Primeira-dama, Janja da Silva, e ex-senadora Kátia Abreu (Fotos: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil e Agência Senado | Montagem: CCT)

A ex-senadora Kátia Abreu (PT), coordenadora da campanha de Lula no Tocantins, cobrou mais espaço para o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e criticou o protagonismo de Janja. A declaração foi feita em uma reunião fechada com coordenadores estaduais, nesta terça-feira (6), em Brasília. Ela confirmou a informação nesta quarta-feira (7).

“Janja está maior que o Alckmin na campanha. Isso está errado”, afirmou ela à GloboNews. De acordo com a coluna de Bela Megale, do jornal O Globo, o pedido por menos participação da primeira-dama e mais presença do vice foi aplaudido na reunião.

A ex-senadora também criticou a concentração de paulistas no comando nacional da campanha. Para ela, faltou diversidade e participação de lideranças regionais nas decisões.

Com informações do UOL

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Eleições 2026

PF arquiva apuração sobre suposta interferência dos EUA nas eleições

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A Polícia Federal arquivou a apuração preliminar aberta para investigar uma suposta interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras de 2026. A análise foi encerrada por falta de elementos mínimos que justificassem a abertura de um inquérito formal.

O procedimento havia sido solicitado pela Advocacia-Geral da União (AGU) após reportagem do jornal britânico The Guardian sobre um projeto do governo americano que previa US$ 1 milhão para iniciativas relacionadas a críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF).

A apuração foi anunciada pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, no dia do primeiro turno. Na ocasião, ele ressaltou que ainda se tratava de um procedimento preliminar. Com o arquivamento, a PF concluiu que as informações apresentadas não eram suficientes para comprovar uma interferência estrangeira no processo eleitoral.

Com informações da CNN

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