Finanças

Petrobras deve chegar a 2016 quase sem caixa

Se tudo correr como o planejado pela Petrobras, a empresa passará por este ano com caixa suficiente para fazer frente a tudo o que vai gastar. Não precisará de nenhuma injeção nova de capital. Tampouco seu fluxo de recursos será afetado pela reavaliação de ativos em função das investigações de corrupção. Mas, mesmo neste cenário, a trégua durará pouco: a empresa começará 2016 à míngua, sem recursos para bancar seus compromissos.

Os dados apresentados pela companhia na quinta-feira mostram que a empresa começou 2015 com um caixa de US$ 25 bilhões. Durante o ano, vendendo gasolina, diesel e todos os produtos da sua atividade, outros tantos bilhões devem entrar na companhia. Para fechar a conta, a empresa cortou parte dos investimentos de 2015. Assim, com todo o caixa que vai gerar, ela paga seus juros e dívidas, investe o que se comprometeu a investir e, no fim das contas, ainda sobram uns US$ 8 bilhões a US$ 12 bilhões, segundo dados da própria Petrobras.

O problema é que o que vai sobrar para 2016 é menos da metade do caixa da empresa no início deste ano. Isso significa que, sem fazer drásticas reduções de gastos e de investimentos, a empresa dependerá dos bancos e dos investidores internacionais para fechar a conta do próximo ano. Ou então, terá de apelar para um aporte de capital do governo federal, o que significaria, na prática, uma reestatização da empresa. Uma fonte próxima à estatal diz que a Petrobras precisa de pelo menos US$ 15 bilhões em caixa para manter suas atividades.

“Neste ano, a empresa não precisará de financiamento externo. Mas isso vai significar também que não terá nenhum colchão para 2016”, resumiram em relatório os analistas do banco Credit Suisse.

A situação da Petrobras poderia ser comparada à do setor elétrico, que no ano passado confiou que a chuva viria, enchendo reservatórios das hidrelétricas (o caixa do setor) e evitando assim um racionamento. No setor elétrico, a situação se complicou, pois a chuva não veio e o caixa do setor está nos menores níveis de todos os tempos.

Para a petrolífera, a situação de seca aguda pode se configurar se ela não conseguir publicar seu balanço auditado. Mas, mesmo que consiga honrar com esse compromisso, a tarefa da empresa é ainda manter suas notas de classificação de risco para que bancos e investidores financiem a empresa no próximo ano.

Antecipação

A sobrevivência da companhia neste ano está hoje diretamente relacionada à sua capacidade de publicar seu balanço anual, até junho, com o aval dos auditores externos, no caso a PriceWaterhouseCoopers. Sem esse aval, até a data estipulada, cerca de US$ 60 bilhões, segundo cálculos estimados pelo banco Morgan Stanley, poderão ser cobrados antecipadamente pelos credores da companhia. E aí caixa nenhum iria resistir. Para lembrar, a Price deixou de dar seu aval em função das investigações da Operação Lava Jato e exigiu que a companhia fizesse sua própria varredura para identificar o que precisa reconhecer de perdas ou superfaturamento. A empresa chegou a publicar suas informações do terceiro trimestre com dois meses de atraso para tentar fazer essa conta, mas não conseguiu colocar esses números na contabilidade.

A situação é tão urgente que, como destaca o banco UBS em seu relatório mais recente, a presidente da Petrobras, Graça Foster, comprometeu-se em publicar os números de 2014 antes do prazo estimado nas cláusulas de seus empréstimos, nem que isso signifique fazer uma reavaliação de ativos “politicamente hostil”. Ou seja, a diretoria será conservadora e está disposta a reconhecer, entre as diferentes opções de metodologia de cálculos, aquela que apontar o maior valor de reavaliação de ativos, independentemente se isso desagrade este ou aquele setor do governo, esta ou aquela vertente política.

Na semana passada, a empresa divulgou que cerca de R$ 88 bilhões de ativos da companhia estão superavaliados, mas que nem tudo está ligado à corrupção. Outros R$ 27 bilhões estariam subavaliados, dando um ajuste líquido de R$ 61 bilhões. Esses números foram obtidos em uma análise de 31% dos ativos da Petrobras, que estão sob a mira da Lava Jato. O outro número que poderia ser usado é o de R$ 4 bilhões, referentes aos 3% mencionados pelos delatores como pagamento de propina.

Fio da navalha

Todo este cenário de caixa traçado pela Petrobras pode ser afetado por inúmeras variáveis ao longo do ano. A empresa responde a processos judiciais promovidos por acionistas minoritários nos Estados Unidos que cobram indenizações pela deterioração do preço de suas ações, e não se sabe o custo que isso terá. Também terá de se acertar com as autoridades americanas, que enquadraram a empresa na lei anticorrupção, e multas pesadas podem estar no caminho da companhia. Advogados preveem que o caso Petrobras será o mais caro da história. Até então, tinha sido o da Siemens, em que a empresa pagou multas de US$ 2 bilhões, além dos cerca de US$ 3 bilhões que gastou para fazer sua própria investigação.

No mercado internacional, o preço do petróleo tem ajudado o caixa da companhia, que ainda é grande importadora do combustível para poder fornecer gasolina e diesel. Se o preço fosse repassado ao consumidor, o custo da gasolina cairia e a Petrobras teria menos receita. Mas de 2011 até o ano passado, a empresa também poderia ter repassado os altos custos do petróleo e não o fez, o que lhe tomou US$ 30 bilhões em caixa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

fonte: Estadão Conteudo

 

Opinião dos leitores

  1. Brasil indo na contramão de tudo…enquanto o valor do petróleo só faz cair no mercado internacional, causando crise aos grandes exportadores do petróleo e consequentemente diminuindo o preço para os que importam, diminuição esta repassada para os consumidores…aqui no BR mais uma vez aumento nos derivados do petróleo.
    Esse é o governo que nós temos. Pelo menos tenho consciência que não fiz parte disto.

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Política

“INTERFERÊNCIA INDIRETA”: Ex-embaixador vê ação política dos EUA em suspensão de consulados no Brasil

Ex-embaixador do Brasil em Washington Rubens Barbosa | Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

O ex-embaixador do Brasil em Washington Rubens Barbosa afirmou que a suspensão dos atendimentos presenciais da embaixada e dos consulados dos Estados Unidos pode ser uma forma indireta de interferência na eleição brasileira.

Para o diplomata, a medida adotada a dois dias do primeiro turno passa uma imagem de insegurança e alimenta um clima de desconfiança no país.

“Desde o começo eu falei que acreditava que iria haver uma interferência direta ou indireta dos Estados Unidos na eleição aqui no Brasil. Acho que isso talvez seja uma maneira indireta de interferir nas eleições”, declarou ao UOL News.

O governo americano alegou “preocupações com a segurança”, mas não divulgou detalhes sobre possíveis ameaças. A Austrália também fechou sua embaixada em Brasília nesta sexta-feira (2).

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Política

Quem é de direita e vota em Flávio Bolsonaro sabe e reconhece o trabalho de General Girão

Divulgação

Candidato à reeleição pelo PL, Girão aparece com 3,5% na pesquisa Seta e soma mais de R$ 542 milhões em emendas para o Rio Grande do Norte

O eleitor potiguar que vai digitar o número de Flávio Bolsonaro no próximo domingo conhece a história de General Girão. Sabe que ele subiu no palanque de Jair Bolsonaro em 2018, quando poucos políticos do estado tinham disposição para isso, e que nunca mudou de lado desde então.

A relação entre os dois vem de muito antes da política. Girão e Bolsonaro se conheceram como cadetes na Academia Militar das Agulhas Negras. Girão seguiu carreira no Exército até chegar a general de brigada e, na reserva, comandou a Segurança Pública em Roraima, no Rio Grande do Norte e em Mossoró.

Na primeira eleição, pelo PSL, teve 81.640 votos. Quatro anos depois, já no PL, foi reeleito com 76.698. Em Brasília, acompanhou a orientação do partido em mais de 91% das votações. Agora, em busca do terceiro mandato com o 2210, conta com pedidos de voto de Flávio Bolsonaro, Michelle Bolsonaro, Nikolas Ferreira e Hélio Negão.

Divulgada nos últimos dias, a pesquisa do Instituto Seta mostra Girão com 3,5% das intenções de voto para deputado federal. No levantamento Exatus, encomendado pelo Grupo Agora RN, ele figura entre os nomes mais citados espontaneamente pelos eleitores.

“O povo de direita do Rio Grande do Norte me conhece. Sabe que eu estava com Bolsonaro antes de virar moda e que continuo com a mesma posição. E sabe também que o mandato trouxe resultado para os municípios”, disse Girão.

Recursos em todas as regiões

São mais de R$ 542 milhões em emendas destinadas ao estado ao longo de dois mandatos, com a saúde em primeiro lugar e a infraestrutura logo atrás. Boa parte dessa verba virou pavimentação e drenagem em cidades do interior e da capital.

Com R$ 80 milhões, o Seridó foi a região que mais recebeu. Caicó ficou com R$ 11 milhões e Parelhas, com mais de R$ 6,8 milhões. Para o Alto Oeste foram cerca de R$ 20 milhões. Maxaranguape teve mais de R$ 5,3 milhões em pavimentação, e o bairro de Neópolis, em Natal, recebeu mais de R$ 4,7 milhões para as obras do Projeto Minas Novas.

Girão também se dedica à causa autista e à inclusão de pessoas com deficiência. Na causa animal, articulou o segundo hospital público veterinário de Natal, que será instalado na Zona Norte. Agricultores receberam tratores e equipamentos por meio de suas emendas, e o esporte, área esquecida por boa parte da bancada, tem recebido recursos do mandato com frequência. Na segurança, destinou verba para guardas municipais e para a construção do 12º Batalhão de Polícia Militar, em Mossoró.

Para quem acompanha a direita potiguar desde o começo, Girão não precisa de apresentação.

Dados das pesquisas

Instituto Seta: 1.500 eleitores ouvidos no Rio Grande do Norte entre 21 e 24 de setembro de 2026. Margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. Registro RN-06302/2026.

Exatus/Grupo Agora RN: 1.500 eleitores ouvidos em 55 municípios, distribuídos pelas 11 regiões geográficas imediatas do estado, entre 31 de agosto e 2 de setembro de 2026. Margem de erro de 2,53 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. Registros RN-03924/2026 e BR-03775/2026.

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Brasil

“DOENÇA AVASSALADORA”: Viúva de Lito Sousa revela vídeos deixados para o filho assistir no futuro

Mila Seidl, viúva de Lito Sousa, após o velório — Foto: Maria Isabel Oliveira

Mila Seidl, viúva do influenciador Lito Sousa, revelou nesta sexta-feira (2) que o marido deixou vídeos gravados para o filho de sete anos assistir em aniversários futuros. Lito morreu na quinta-feira (1º), aos 59 anos, vítima da doença de Creutzfeldt-Jakob.

“Foram dias muito difíceis. É uma doença avassaladora, que em dias muda todo o cenário”, declarou Mila após o velório. Segundo ela, as mensagens deixadas pelo influenciador trazem lições que ele considerava importantes para o filho.

A cerimônia foi realizada no Campo de Marte, em São Paulo. Mila explicou que Lito desejava uma despedida perto da aviação, área que marcou sua vida profissional e o tornou conhecido por meio do canal “Aviões e Músicas”.

Sócia do marido, Mila afirmou que os sites e cursos criados por ele terão continuidade. “Esse legado não acaba”, declarou.

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Mundo

Trump não declara apoio a Flávio, mas diz que “observa a eleição de perto”

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, evitou declarar apoio a Flávio Bolsonaro (PL) na eleição presidencial brasileira. Questionado diretamente sobre o candidato, respondeu apenas: “Observamos a eleição muito de perto”.

Foi a segunda vez nesta semana que Trump comentou o pleito sem manifestar preferência entre Flávio e o presidente Lula (PT). Na quinta-feira (1º), ele classificou a eleição como “muito importante” e elogiou o Brasil e o povo brasileiro.

A declaração ocorreu a dois dias do primeiro turno, marcado para domingo (4). Apesar da proximidade política com a família Bolsonaro, Trump ainda não anunciou apoio formal a nenhum candidato na disputa brasileira.

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Brasil

BOMBA OU BLEFE? Vorcaro e Zettel dizem ter “bala de prata” que pode atingir Lula ou Flávio

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Advogados que estiveram com Daniel Vorcaro e Fabiano Zettel afirmam que os dois dizem possuir uma “bala de prata” capaz de pesar na eleição presidencial. A dúvida é quem seria atingido pelo material: Flávio Bolsonaro (PL) ou o presidente Lula (PT).

De acordo com a coluna de Bela Megale (O Globo), novos integrantes da equipe passaram a rever a estratégia adotada até agora. O conteúdo e as provas que formariam essa suposta “bala de prata”, porém, não foram revelados.

Vorcaro está preso na Papuda, em Brasília, enquanto Zettel permanece detido em Potim, no interior de São Paulo.

A defesa de Vorcaro negou qualquer intenção de interferir nas eleições. Disse ainda esperar que o caso seja analisado juridicamente e que o ex-banqueiro possa responder em liberdade e colaborar com as investigações.

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Brasil

[VÍDEO] “Se a gente não ganhar, Bolsonaro vai morrer na cadeia”, diz Damares Alves após ex-presidente passar mal em casa


A senadora Damares Alves (PL-DF) afirmou nesta sexta-feira (2) que o ex-presidente Jair Bolsonaro passou mal em casa. Segundo ela, o episódio fez Michelle Bolsonaro cancelar a participação em um dos últimos atos da campanha em Brasília.

Michelle participou do evento por chamada de vídeo. Damares disse que a ex-primeira-dama estava muito abatida e que aquele foi “um dos momentos mais tristes” em que já a viu.

Na sequência, a senadora fez um apelo aos eleitores: “Se a gente não ganhar essa eleição, o presidente Bolsonaro vai morrer na cadeia”. Damares voltou a classificar Bolsonaro como preso político e criticou as decisões do ministro Alexandre de Moraes.

Vídeo e informações: Metrópoles 

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Judiciário

FALOU GROSSO: Fachin diz que fatos envolvendo ministros no caso Master devem ser apurados “sem exceção”

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, afirmou que fatos envolvendo ministros da instituição nas investigações do Banco Master devem ser apurados “sem exceção de pessoa”. A manifestação foi enviada nesta sexta-feira (2) ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

No ofício, Fachin disse que todas as comunicações encaminhadas ao Supremo, desde que apresentadas de forma integral, receberão os “encaminhamentos devidos”.

O ministro também defendeu que as apurações respeitem as regras constitucionais e processuais, preservando tanto a autonomia da PF quanto as competências do STF.

Fachin deverá se reunir com representantes da Polícia Federal na segunda semana de outubro para tratar das menções a integrantes da Corte encontradas no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

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Brasil

REFORÇO: Tarcísio promete entrar de vez na campanha de Flávio no 2º turno e ajudar até fora de SP

Reprodução

O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta sexta-feira (2) que pretende reforçar a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno presidencial, inclusive com agendas fora do estado.

“Se acontecer de realmente encerrar a disputa em São Paulo no domingo, eu já estaria também, de qualquer forma, mesmo que não encerrasse, à disposição do Flávio para ajudá-lo muito no segundo turno aqui em São Paulo e até fora do estado”, declarou.

Pesquisas apontam a possibilidade de Tarcísio derrotar Fernando Haddad (PT) ainda no primeiro turno. Já Lula (PT) e Flávio aparecem tecnicamente empatados nos principais cenários presidenciais.

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Política

NEM DISFARÇAM MAIS: Alcolumbre pauta fim da escala 6×1 para dois dias após o 1º turno para ajudar Lula

Crédito: José Cruz/Agência Brasil

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), marcou para terça-feira (6), apenas dois dias depois do primeiro turno das eleições, a discussão da PEC que acaba com a escala de trabalho 6×1.

A proposta é uma das principais bandeiras do governo Lula (PT) na campanha pela reeleição. O presidente já havia fechado um acordo com Alcolumbre para destravar o texto no Congresso e afirmou que a medida será aprovada ainda neste ano.

A PEC reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas, sem corte de salário, e garante dois dias de descanso por semana. O texto já passou pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

Para ser aprovada, a proposta ainda precisa receber pelo menos 49 votos, em dois turnos no plenário. Depois disso, poderá ser promulgada caso não sofra alterações.

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Geral

TENSÃO: Canadá e Reino Unido emitem alertas de segurança para o Brasil

Reprodução

Canadá e Reino Unido emitiram nesta sexta-feira (2) alertas de segurança para cidadãos que estão ou pretendem viajar ao Brasil durante o período eleitoral. As orientações foram divulgadas após Estados Unidos e Austrália suspenderem atendimentos em suas representações diplomáticas no país.

O governo canadense recomendou que seus cidadãos evitem grandes aglomerações e possíveis manifestações, acompanhem o noticiário e sigam as determinações das autoridades brasileiras.

O Reino Unido alertou que protestos podem ocorrer em qualquer região do Brasil “sem aviso prévio” e que a situação pode mudar rapidamente antes, durante e depois das eleições.

Diferentemente de Estados Unidos e Austrália, Canadá e Reino Unido não anunciaram o fechamento de embaixadas ou consulados. Os comunicados são orientações preventivas para o primeiro turno, marcado para domingo (4).

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