Na última semana, compreendida entre os dias 14 e 20 de outubro, a Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte contabilizou a apreensão de 17 armas de fogo de diversos calibres, além de dois simulacros de armas utilizados para intimidar as vítimas durante os crimes.
Ainda no combate à criminalidade, em especial ao porte e posse ilegal de armas e munições, a Polícia Militar do RN apreendeu 150 munições de diversos calibres, das quais 132 munições foram retiradas de circulação da Região Metropolitana.
Em relação aos veículos recuperados, a PMRN conseguiu devolver aos seus respectivos proprietários 27 veículos somente na última semana, dos quais 15 veículos foram recuperados em municípios do interior do Estado.
Por fim, a Polícia Militar do RN reconduziu aos estabelecimentos prisionais do Estado oito foragidos da Justiça, os quais retornarão aos seus respectivos regimes prisionais para cumprimentos das penas privativas de liberdade.
Um vídeo publicado nas redes sociais mostra uma mulher criticando o baixo movimento no comércio e relatando dificuldades enfrentadas por vendedores. Nas imagens, ela percorre corredores de lojas com poucos clientes e afirma que a situação tem prejudicado os comerciantes.
Durante o desabafo, a mulher diz que vendedores estariam retornando para casa com mercadorias sem conseguir realizar vendas.
“Querem continuar sofrendo em 2027, faz o L novamente”, declarou, ao associar a situação do comércio a uma crítica política.
Ao final do vídeo, ela volta a questionar o cenário encontrado no local e pergunta: “Isso é Brasil?”.
O governo Lula colocou em consulta pública uma proposta para contratar, por 15 anos, a energia da usina termelétrica de Candiota (RS), controlada pela Âmbar Energia, empresa do grupo J&F, dos empresários Joesley e Wesley Batista.
Pelos cálculos apresentados, o contrato prevê pagamentos de R$ 859,7 milhões por ano, podendo ultrapassar R$ 12 bilhões até 2040, conforme informações do Diário360.
Segundo a minuta divulgada pelo Ministério de Minas e Energia (MME), a energia seria contratada ao valor de R$ 540,27 por megawatt-hora (MWh), cerca de 50,2% acima da média registrada em leilões recentes para usinas movidas a carvão.
Representantes do setor elétrico avaliam que a diferença poderá ser incorporada aos encargos do sistema e, posteriormente, refletir nas tarifas pagas pelos consumidores.
A contratação ocorre após uma mudança na legislação aprovada pelo Congresso Nacional que permitiu a continuidade de determinadas usinas a carvão com contratos até 2040.
Embora a norma não cite diretamente a J&F, a usina de Candiota se enquadra nos critérios estabelecidos pela lei. O MME afirma que a medida segue uma determinação legal aprovada pelo Legislativo.
A proposta também recebeu críticas de especialistas e ambientalistas, que questionam a manutenção de uma fonte de energia considerada mais cara e mais poluente em meio aos compromissos de redução do uso de combustíveis fósseis.
O ministério, por outro lado, afirma que a usina tem papel estratégico para garantir segurança energética e estabilidade no fornecimento de eletricidade.
Até a publicação desta matéria, o governo não havia divulgado uma estimativa oficial sobre o possível impacto da contratação na conta de luz dos consumidores.
A J&F também não havia apresentado posicionamento oficial sobre a proposta.
A Polícia Federal afirma que parte dos mais de R$ 708 milhões desviados do INSS por meio da Confederação Nacional dos Agricultores e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer) foi usada para comprar uma frota de carros de luxo, conforme o Metrópoles.
Segundo o inquérito, o dinheiro retirado indevidamente de benefícios de aposentados, idosos e indígenas vulneráveis abasteceu a aquisição de veículos como Porsche, Camaro, BMW, Mustang e Land Rover.
De acordo com a investigação, os recursos passavam por empresas de fachada no Distrito Federal e em São Paulo antes de serem usados na compra dos automóveis.
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A PF afirma que essas empresas, mesmo funcionando em estruturas simples, movimentaram mais de R$ 304 milhões do total desviado pela Conafer.
Os investigadores apontam que um galpão em Presidente Prudente (SP) servia para guardar parte da frota. No local, foram encontrados cerca de 40 veículos.
A investigação também afirma que alguns carros teriam sido usados como pagamento de vantagens indevidas a ex-integrantes do INSS.
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Segundo a PF, o ex-procurador-geral do INSS, Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho, recebeu uma Toyota Hilux SW4 avaliada em R$ 464 mil.
Já o ex-diretor de Benefícios, André Paulo Félix Fidelis, teria recebido um VW T-Cross, registrado inicialmente em nome de um terceiro para ocultar a origem do veículo.
Mensagens interceptadas pela Polícia Federal também mostram, segundo o relatório, conversas sobre a compra de carros cada vez mais caros para o presidente da Conafer, Carlos Roberto Ferreira Lopes.
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A Operação Sem Desconto levou ao bloqueio judicial de dezenas de veículos, além da apreensão de caminhões e da identificação de uma tentativa de transferir aeronaves executivas para evitar o confisco.
O relatório foi enviado ao ministro do STF André Mendonça e caberá à Procuradoria-Geral da República decidir se apresentará denúncia contra os investigados.
Criado pelo médico anestesiologista Dr. Max Breno Dutra Alves, CEO sa @clevermed.com,br, o SAVeM – Sedação, Vias Aéreas e Ventilação Mecânica vem se consolidando como uma das principais capacitações práticas para médicos que atuam na urgência e emergência.
A metodologia, desenvolvida no Rio Grande do Norte e inspirada em treinamentos internacionais como ACLS e ATLS, já chegou a diversas cidades do Nordeste e também é oferecida na modalidade online para médicos de todo o Brasil.
Segundo o Dr. Max, o objetivo é preencher uma lacuna da formação médica: a falta de treinamento prático e sistematizado para procedimentos críticos.
“O médico recém-formado frequentemente inicia plantões na urgência sem ter recebido treinamento prático suficiente em sedação, manejo de vias aéreas e ventilação mecânica. A proposta do SAVeM é oferecer uma metodologia padronizada, baseada em evidências e voltada para a segurança do paciente e do profissional.”
A imersão reúne treinamento intensivo em sedação, manejo da via aérea, intubação e ventilação mecânica, utilizando simulações realísticas e protocolos padronizados.
Para muitos profissionais, o curso já é considerado um diferencial importante para quem atua em pronto-socorro, UPA, SAMU, UTI e centro cirúrgico. Para o idealizador, a proposta é ainda mais ampla.
“Quem trabalha na urgência deveria passar por um treinamento desse tipo antes de assumir um plantão. Assim como ACLS e ATLS se tornaram referências internacionais, acredito que uma formação prática em vias aéreas e ventilação deveria ser parte obrigatória da preparação de todo médico que atua na emergência.”
Uma análise da coluna de Cláudio Humberto, do Diário do Poder, com base em números do próprio STF, aponta que 81,9% das decisões da Corte foram tomadas de forma monocrática, ou seja, por apenas um ministro. As decisões colegiadas, tomadas por pelo menos três ministros, representam 18,1% do total.
Segundo o levantamento, o STF proferiu 65.613 decisões no período analisado. Os dados são do início do ano e foram atualizados até a última sexta-feira (24), podendo sofrer alterações com novas decisões.
O levantamento mostra ainda que o chamado “ministro presidente” — responsável por decisões enquanto ocupa a presidência da Corte — responde pelo maior volume, com 25.912 decisões.
Entre os ministros relatores, Alexandre de Moraes aparece na liderança, com 6.247 decisões, impulsionado por processos como o das chamadas “fake news”.
Em seguida vem Flávio Dino, indicado ao STF pelo presidente Lula, com 4.786 decisões, de acordo com a análise.
O ranking divulgado pela coluna fica assim: decisões monocráticas (53.719), 2ª Turma (4.416), 1ª Turma (3.957), Tribunal Pleno (3.487) e Plenário Virtual (34).
O presidente Lula afirmou que o Brasil recorrerá à Organização Mundial do Comércio (OMC) para contestar o novo tarifaço imposto pelos Estados Unidos, desta vez de 12,5%. O governo também anunciou que poderá usar a Lei de Reciprocidade como resposta às medidas adotadas pelos americanos.
O problema é que o principal mecanismo da OMC para solucionar disputas comerciais está paralisado há quase sete anos. O Órgão de Apelação da entidade deixou de funcionar em dezembro de 2019 por falta de integrantes.
A paralisação ocorreu porque os Estados Unidos passaram a bloquear a indicação de novos membros para o colegiado, sob o argumento de que o órgão extrapolava suas competências. Com isso, os processos deixaram de ter uma instância final para julgamento.
Na prática, países ainda podem abrir disputas na OMC e os casos continuam sendo analisados em primeira instância. No entanto, se houver recurso de uma das partes, o processo fica sem decisão definitiva devido à paralisação do órgão de apelação.
As informações sobre o funcionamento do mecanismo de solução de controvérsias da OMC explicam o impasse enfrentado pelo governo brasileiro ao anunciar que pretende levar o caso à organização.
O presídio federal de Mossoró integra o Sistema Penitenciário Federal, que atualmente abriga integrantes de 40 facções criminosas, segundo levantamento obtido pela coluna por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI).
De acordo com a Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), o sistema reúne 461 presos com vínculo com organizações criminosas, dos quais 159 são apontados como lideranças de facções de atuação regional ou nacional.
Entre os grupos citados no levantamento estão o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV), além de organizações como Família do Norte, Guardiões do Estado, Bonde do Maluco, Sindicato do Crime e até a máfia italiana ‘Ndrangheta.
Além de Mossoró, o Sistema Penitenciário Federal conta com unidades em Brasília (DF), Catanduvas (PR), Campo Grande (MS) e Porto Velho (RO).
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Segundo a Polícia Penal Federal, os presos são separados por facção, conforme critérios previstos na Lei de Execução Penal.
A Senappen informou que esse modelo de segregação evitou, até o momento, registros de homicídios ou rebeliões motivados por disputas entre facções nas penitenciárias federais.
O órgão também informou que o mapeamento das organizações criminosas foi criado em 2022 para apoiar as ações de inteligência e o combate ao crime organizado.
A Polícia Federal deflagrou a Operação Infiltrados para investigar um esquema de desvio eletrônico de cerca de R$ 45 milhões da Caixa Econômica Federal. As informações são do Diário 360.
Segundo a investigação, o grupo teria usado informações sigilosas e contado com a participação de agentes públicos para aplicar as fraudes.
De acordo com a PF, o caso expõe possíveis falhas nos mecanismos de proteção de dados e de segurança da Caixa, uma das principais instituições financeiras do país e responsável pelo pagamento de benefícios sociais e outros programas federais.
As investigações apontam que a organização criminosa conseguiu acessar informações restritas para executar os desvios. A Polícia Federal busca identificar todos os envolvidos, rastrear o destino do dinheiro e apurar o grau de participação de cada investigado.
O episódio ocorre enquanto o governo Lula ainda enfrenta o desgaste provocado por outras investigações envolvendo órgãos e instituições federais. O novo caso amplia a pressão por reforço nos mecanismos de controle, fiscalização e segurança das estatais.
Até o momento, a Polícia Federal segue com as diligências para reunir provas e responsabilizar os envolvidos. A Caixa ainda poderá adotar medidas administrativas e de segurança a partir do avanço das investigações.
O presidente da Argentina, Javier Milei, afirmou neste domingo (26) que o governo Lula participou de uma “campanha anti-argentina” e disse que o Brasil teria financiado parte das ações contra o país após a final da Copa do Mundo de 2026.
Milei, no entanto, não apresentou provas para sustentar a acusação, conforme informações do Poder360.
Em entrevista à rádio Mitre, Milei declarou que 25% dos recursos da suposta campanha teriam saído do governo brasileiro.
Ele também afirmou que assessores enviados por Lula participaram da campanha presidencial de Sergio Massa, adversário dele na eleição argentina de 2023.
Milei ainda criticou a decisão da Justiça brasileira que negou seu pedido para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo o argentino, Bolsonaro estaria preso “injustamente”.
Na mesma entrevista, ele comparou o caso à visita feita por Lula à ex-presidente argentina Cristina Kirchner, que cumpre prisão domiciliar.
No sábado (25), durante convenção do PL em São Paulo que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência, Milei voltou a atacar Lula e o ministro Alexandre de Moraes.
As declarações provocaram reação do Palácio do Planalto, que convocou para consultas o embaixador brasileiro em Buenos Aires, Julio Bitelli.
Também no domingo, o partido de Milei, La Libertad Avanza, publicou nas redes sociais imagens do evento do PL com a mensagem: “Que a direita se una. A onda azul está chegando ao Brasil, liderada por Flávio Bolsonaro”.
O ex-presidente do STF Octavio Gallotti morreu neste domingo (26), aos 95 anos. ministro da Corte entre 1984 e 2000, ele presidiu o STF de 1993 a 1995 e, durante esse período, chegou a assumir interinamente a Presidência da República em duas ocasiões, em 1994.
Natural do Rio de Janeiro, Gallotti nasceu em 27 de outubro de 1930 e se formou em Direito pela então Universidade do Brasil, atual UFRJ. Antes de chegar ao STF, atuou no Ministério Público, foi procurador junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) e presidiu a Corte de Contas.
Nomeado para o Supremo em novembro de 1984 pelo então presidente João Figueiredo, Gallotti permaneceu no tribunal por 16 anos. Também presidiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entre 1994 e 1996 e participou de julgamentos importantes após a promulgação da Constituição de 1988.
O velório será realizado nesta segunda-feira (27), das 10h às 16h, no Salão Branco do STF, em Brasília, com acesso aberto ao público. O sepultamento está previsto para terça-feira (28), no Rio de Janeiro.
Em notas de pesar, o presidente do STF, Edson Fachin, o vice-presidente da Corte, Alexandre de Moraes, e o Ministério Público Federal destacaram a trajetória de Gallotti, ressaltando sua atuação no fortalecimento das instituições e sua contribuição para a jurisprudência do país.
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