
Nesta quinta-feira, 17, foi o terceiro dia de depoimentos na 2ª vara da Justiça Federal referente a operação Pecado Capital, operação esse deflagrada no IPEM.
O empresário Richardson Macedo, disse ao juiz federal Walter Nunes através de videoconferência, que ele e o então deputado recém eleito, Gilson Moura, receberam R$ 400 mil em uma reunião com a presença do então senador e candidato ao governo, Garibaldi Alves Filho, do Deputado Henrique Alves e o empresário Lulu Flor numa garagem de empresa de ônibus próximo onde hoje funciona o Sam´s Clube.
“Recebemos R$200.000(em dinheiro vivo) e mais R$ 200 mil em cheques. Inclusive fui para um canto da sala contar o dinheiro” disse o depoente.
O motivo do encontro tinha um único objetivo: Gilson Moura mudar seu apoio na eleição. Na época –ano de 2006, o deputado já estava eleito e no 1º turno havia apoiado Wilma. Repentinamente, passou apoiar Garibaldi no 2º turno das eleições de 2006.
Na hora do depoimento de Richardson na tarde desta quinta, o ex-deputado Gilson Moura e outros 10 réus e seus respectivos advogados estavam na sala. Gilson negou ao Juiz Walter Nunes a versão de Richardson Macedo.
Ótimo! Aprofundem as investigações e caso comprovado, que sejam cassado os direitos políticos desses dois senhores que nunca fizeram outra coisa na vida, a não ser mamar na viúva.
Aproveitando o assunto, Paulo Wagner vao sair ileso de tudo? É outro q nao tinha um pau pra dar num gato e o seu patrimonio aumentou absurdamente de uma hora para outra. Muito estranho.
Seria muito fácil constatar se o ex Deputado Gilson Moura está falando a verdade, basta aprofundar a investigação da evolução patrimonial dele e os gastos durante as campanhas para prefeito de parnamirim e a reeleição em 2010….?
Vdd. Para quem era reporter e acadêmico de direito, o patrimonio era bem superior ao seu trabalho. Estilo Paulo Wagner.