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Crise: Correios suspendem patrocínio de projetos culturais em todo o país

CvsMnoUW8AADUHwA crise não poupa ninguém e, por causa dela, os Correios vão suspender patrocínios de projetos culturais em todo o país. Procurada pela coluna, a empresa confirma que, só no Rio, deixará de investir em 12 projetos previstos para serem realizados até janeiro de 2018. “Em razão do delicado cenário econômico-financeiro em que a empresa se encontra, os Correios adotaram medidas de implementação imediata com vistas a recuperar sua saúde financeira.” Traduzindo: corte de custos.

Gente Boa, O Globo

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  1. SALGADO VIEIRA disse:

    TUDO, TUDO MESMO, SEM EXCEÇÂO QUE FOI ADMINISTRADO PELO PT QUEBROU!!
    O PT QUEBROU A PETROBRÁS, A CEF, OS CORREIOS E DESCONFIGUROU OS FUNDOS DE PENSÕES.
    SEM FALAR NO QUE DEVE SER REVELADO NOS EMPRÉSTIMOS DO BNDES.
    DE TANTO DESMANTÊ-LOS E MANIPULAÇÕES, DILMA SOFREU O IMPEACHMENT

    • paulo disse:

      BG
      Verdadeiros marginais destroçaram a Nação Brasileira e são tão Safados que ficam se fazendo de vitimas e o "chefão mestre da roubalheira" se considera o homem mais "honesto" do mundo, apesar de confessar que politico rouba. É muita sem-vergonhice e CINISMOS.

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Ministério da Fazenda culpa gastos com pessoal pela crise fiscal dos estados

Ministério-da-Fazenda-Saíram-os-gabaritos-preliminaresNa tentativa de reunir argumentos para derrubar a tese dos estados que querem corrigir as dívidas com a União por juros simples no Supremo Tribunal Federal, o Ministério da Fazenda publicou uma nota nesta quarta-feira mostrando que o principal fator de comprometimento do caixa dos governos regionais são as despesas com pessoal e não o serviço da dívida. Segundo os números divulgados pela equipe econômica, os gastos com a folha subiram de 4,85% para 5,38% do Produto Interno Bruto (PIB) entre 2009 e 2015, enquanto o serviço das dívidas ficou estável: foi de 0,95% do PIB para 0,91% no mesmo período.

“A análise da evolução das despesas dos Estados mostra forte aceleração dos gastos com folha de pagamento que se contrapõe à estabilidade da despesa com o serviço das dívidas, demonstrando que é a despesa com pessoal que contribui significativamente para a deterioração das contas públicas estaduais”, diz o texto.

Conforme a nota da Fazenda, o Rio de Janeiro é o estado que tem a folha mais pesada. Os gastos nominais com pessoal e encargos sociais saltaram 146,62% entre 2009 e 2015, um crescimento médio de 16,24% por ano. Em seguida está o estado de Santa Catarina, com um aumento de 139,56% nessas despesas no mesmo período. Nesses estados, o serviço da dívida neste mesmo recorte temporal foi de 107,11% e 46,63%, respectivamente.

“Esse dado demonstra que a difícil situação fiscal dos Estados não pode ser atribuída única e exclusivamente à dívida com a União. O descontrole nas despesas com pessoal representa, como se viu, o principal fator de estrangulamento dos Estados”, diz a nota.

O estado de Santa Catarina foi o responsável pelo início do questionamento, no STF, da correção dos débitos com a União por juros compostos como determina o Tesouro Nacional. Segundo o estado, o cálculo deveria ser feito com base em juros simples. Santa Catarina, Rio de Janeiro e mais outros nove estados conseguiram liminares no Supremo garantindo a correção por juros simples até que se julgue o mérito da questão. O julgamento ocorre nesta quarta-feira.

Fonte: O Globo

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  1. Romero disse:

    Só o tal da imoral regalia chamada "auxílio-moradia" pra ajudar os pobrezinhos dos juízes e promotores dar um rombo nas contas e cadê que essas figuras cara d pau abrem orbito pra defender? Sustentam na base do poder meu amigo, ja se viu uma regalia ser considerada em liminar? Pois é essa regalia está sob liminar porque senão os coitados que ganham 35mil não teriam onde dormir. Kkkkk,k
    Eita bagaceira…

  2. Neto disse:

    Ele não olha o próprio rabo

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SE PREPAREM: Meirelles diz que Brasil vai precisar de aumento de impostos

Henrique-Meirelles-2O ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles avaliou que o Brasil vai precisar de um aumento de impostos no curto prazo para solucionar as dificuldades nas contas públicas.

“Acredito que, talvez, seja necessário, mas claramente temporário”, disse ele após participar de evento organizado pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos com especialistas, no Harvard Club, em Nova York.

Fonte: Valor Econômico

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  1. Maracujina disse:

    Isso é conversa . TEMER E A OPOSIÇÃO VÃO FAZER O CONTRÁRIO . Baixar combustível , sepultar CPMF , continuar com os programas sociais . Tenho esperança nesse novo Brasil que surge . No RN TEREMOS O GRANDE LÍDER Henrique Eduardo Alves , trabalhando para ajudar o governador Robison Farias . Teremos muitas alegrias . Estou deveras otimista .

    • Dennis disse:

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Rindo ate o final do processo de impeachment!!!

  2. Rosaldo disse:

    Desta vez, deveria poupar a sofrida "classe média", no caso de um possível aumento do imposto de renda. Deveria aumentar a alíquota, SOMENTE, de quem ganha, por exemplo, acima de R$ 20.000, 00, por mês, criando alíquota de 30%, 35% acima de 40.000,00, 40% acima de 50.000,00. Minha opinião.

  3. José Cresio disse:

    Comecei a gostar da aprovação do impeachment. Nunca vi a oposição baixar impostos no Brasil, só quando lhe interessa, como a CPMF que eles criaram e só tiraram no governo alheio.

  4. Alfredo disse:

    Porque não falam em cortar gastos e sim aumentar impostos? Gerenciar assim não precisa de Meireles.

  5. rnatal disse:

    Se presente no momento da fala dele eu teria indagado o seguinte:
    Caro Senhor Henrique Meirelles, o Senhor não acha que já chega desse negócio dos outros fazerem uma péssima gestão, se locupletarem do dinheiro público e depois mandarem a conta pra gente pagar?

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Ex-ministro da Fazenda afirma que crise é “made in Brazil” e alerta para a necessidade de reorganização política

Gustavo Krause_Brasil em Foco_Fecomércio RN (1)“Eu diria que estamos aqui para tentar apontar um túnel no fim da luz”. Com esta frase e traçando um panorama das ações políticas e seus efeitos na economia brasileira o ex-ministro da Fazenda, Gustavo Krause, deu início à primeira edição do Brasil em Foco de 2016. O projeto da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN aconteceu nesta quarta-feira (13), no Holliday Inn Arena. Essa edição teve a parceria do grupo Icatu Seguros e da Tirol Corretora de Seguros.

Krause, que também já ocupou o Ministério do Desenvolvimento Urbano e do Meio Ambiente e foi governador de Pernambuco, apresentou o cenário de crise que o país enfrenta, os diagnósticos e as perspectivas ao empresariado potiguar que esteve presente. O palestrante comentou que a crise é “made in Brazil”, mas que o país já superou outras crises no passado.

“Há uma estreita relação entre as decisões políticas e econômicas. Política e Economia são elementos constitutivos de grande sistema social, no qual o cálculo econômico depende muito de como a política se comporta e qual a direção que se dá as políticas públicas. Atualmente estamos vivendo momentos decisivos para o Brasil”, analisou Gustavo Krause.

O palestrante acrescentou que “o empresário hoje está paralisado, por causa da incerteza política. A relação entre os setores é necessária, com as ações políticas direcionadas, os agentes econômicos podem tomar uma direção e fazer investimentos”.

O presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, arrematou que a alta carga tributária brasileira atrapalha a competitividade das empresas, comprometendo o seu crescimento e os empregos e a renda gerada. Para embasar, Queiroz apresentou que quase 50% do PIB brasileiro é comprometido em impostos ou taxas.

“Trata-se de uma realidade cruel e grave. Como contribuinte somos obrigados a alimentar uma estrutura perdulária que consome com avidez impressionante e revoltante. O clima inóspito aos negócios agravado por este arcabouço tributário tem impactado fortemente no setor de comércio”, disparou Queiroz.

O ex-ministro comentou sobre o “calo” dos empresários: a tributação. Ele afirmou que uma reforma tributária é difícil de ser executada e ressaltou que o assunto é debatido há 30 anos, e os impostos só aumentam. Para o advogado tributarista, é necessário definir o tamanho do Estado que se quer alcançar para que as mudanças tributárias aconteçam.

“O Estado não cabe no bolso do contribuinte. Nos últimos tempos, a carga tributária só fez crescer, não sendo progressiva e não dando retorno ao contribuinte. Nós temos uma tributação de país de primeiro mundo que oferece serviços de terceiro mundo”, disse.

O diretor territorial da Icatu Seguros, Henrique Jenkins, ressaltou a importância de trazer Gustavo Krause à Natal para falar com o empresariado potiguar. Segundo ele, a experiência dele em gestão pode ajudar os potiguares a sobreviverem a crise.

“Gustavo Krause é nosso consultor em assuntos de economia há mais de 10 anos e nossa empresa, com abrangência nacional, teve receita de R$ 3 bilhões em 2015, mesmo diante do caos. Um evento como esse é muito importante e estamos felizes em fazê-lo junto com a Fecomércio, pela representatividade da instituição na região”, disse.

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern), Amaro Sales, acredita que a presença de Krause traz um alento aos empresários, diante do momento que o Brasil enfrenta. “Há a esperança de novos modelos, novas ações para o futuro, que são apresentados pelo ex-ministro, mas temos uma questão econômica e política que precisam ser sanadas”, encerrou.

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  1. Gervasio Mila disse:

    Gustavo Krause , quando estudante de Direito ,foi meu professor no Colégio Salesiano em Recife, é uma pessoa extremamente inteligente e um político que faz falta ao nosso meio neste momento de incertezas que vive o nosso país.

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Mineiro cobra revisão de contrato de R$ 11 milhões do Governo do RN com Arena das Dunas

MineiroO deputado estadual Fernando Mineiro (PT) apresentou requerimento, na sessão desta quarta-feira (9) da Assembleia Legislativa, para que seja analisada a possibilidade de suspensão do contrato de R$ 11 milhões do Governo do Estado com a concessionária que administra o Estádio Arena das Dunas, que sediou a Copa do Mundo de 2014 em Natal.

No requerimento, Mineiro pede que “sejam observadas as questões relacionadas ao reequilíbrio econômico e financeiro do contrato”. “Quando a Arena foi construída, o país e o estado passavam por outra situação financeira. Além disso, há a questão de que na época da construção foi dito que o empreendimento seria superavitário. O governo precisa estudar a possibilidade de suspensão desse contrato. Além de saber se todos os itens do documento estão sendo cumpridos”, ponderou.

O Governo do RN repassa mensalmente R$ 11,7 milhões à concessionária Arena das Dunas. A decisão de cobrar a revisão do contrato se deu após o anúncio do Governo de Pernambuco da suspensão do contrato com a Arena Pernambuco.

“Aqui no RN, há um estudo sendo feito pelo Tribunal de Contas do Estado neste sentido”, observou Mineiro. Ele disse que irá apresentar, ainda, novo requerimento solicitando informações sobre o andamento do processo.

Para Mineiro, o governo deve fazer sua própria análise em paralelo ao TCE. “É preciso questionar se os itens do contrato estão sendo cumpridos, se é possível modificar o valor de R$ 11 milhões repassado mensalmente e repactuar novas bases”, completou.

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  1. Rodrigo disse:

    Vc deveria ter visto isso antes de assinar o contrato, agora que rasgar? Impossível é muito ruim para o RN, não cumprir contrato significa espantar novas PPP. Arranje outro discurso, isso que vc tá propondo o governador jamais vai fazer.

  2. Paulo disse:

    FORA MINEIRO!!!!!!

  3. Thales disse:

    Corrupção é arte, tentar desviar a atenção faz parte.

  4. Guto disse:

    Deputado atrasado e oportunista, faz 6 meses que o Governo vem estudando isso, inclusive já foi notícia na mídia e agora vem se manifestar. #FORAMINEIRO

  5. Verdade seja dita disse:

    Já que tão correto porque nunca falou ou cobrou dos excessos de colaboradores na Câmara. Primeiro consertem a Casa dos Senhores para depois cobras dos outros e com moral é claro, sem moral não dá.

  6. Verys disse:

    Mineiro. Pq vc não inicia uma investigação junto com o Ministério Público apurando o contrato de transporte de querosene de aviação junto a Petrobras que fazem mais de vinte anos sem concorrência e pertence a um político raposa velha de nosso estado?

  7. Sergio Nogueira disse:

    Sobre os fantasmas da ALRN ele não faz muito mais que gastar saliva. Petista vive de cortina de fumaça. Petistas do RN: aproveitem seus dias porque em outubro e em 18 vocês só serão vistos na fila do SINE.

  8. Bismarck P. Sátiro disse:

    Deveria questionar o valor da obra, que na época acho que dobrou o valor, isso sim tem que ser revisto.

  9. Flavio Andrade disse:

    Tão zeloso e inteligente nosso Deputado. Se agisse assim com tanto afinco em outras esferas o Brasil estaria melhor,com certeza!

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Servidores preparam ato durante leitura da mensagem do governador na Assembleia

assembleia-legislativa-rnO Fórum Estadual dos Servidores do RN irá realizar um ato público nesta terça-feira (2), a partir das 09h, na reabertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa do RN. Na ocasião o governador Robinson Faria fará um pronunciamento aos deputados. Os servidores irão protestar contra salários atrasados, férias não pagas, direitos retirados, atrasos nos concursos públicos, desabastecimento de medicamentos e materiais e crise nos serviços públicos, em especial na segurança e saúde.
O ato é convocado pelas seguintes entidades do Fórum: Sindsaúde-RN, Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis do Rio Grande do Norte), Sinai (Sindicato dos Servidores Públicos da Administração Indireta do Rio Grande do Norte), Sinsp (Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público da Administração Direta do Estado do Rio Grande do Norte), Sindasp (Sindicato dos Agentes Penitenciários), além das centrais CSP-Conlutas e Intersindical. Servidores terceirizados da saúde, em greve há 17 dias pelo pagamento de férias e de parcela do 13º, também irão participar do ato.

“Depois de passar um ano utilizando o recurso do Fundo Previdenciário, o governo Robinson agora passa a atrasar salários e direitos. O estado vive uma crise profunda, e hospitais, escolas e presídios passam por seus piores momentos. Os servidores já estão há anos com salários congelados. Não dá pra continuar pagando pela crise”, afirmou Rosália Fernandes, do Sindsaúde-RN. Os sindicatos também irão denunciar medidas como a venda de empresas públicas, concessões, aumento de impostos e as parcerias público-privadas (PPPs) na segurança e saúde.

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Marcha dos Municípios protestará contra perdas e pedirá socorro aos governos estadual e federal

A crise financeira, a redução constante de receitas e a incapacidade dos municípios de honrar compromissos constitucionais foram temas de reunião emergencial realizada na manhã de hoje (13) por prefeitos e prefeitas do Rio Grande do Norte, na sede da FEMURN – Federação dos Municípios do RN. É consenso entre gestores a opinião de que os municípios estão sendo prejudicados, nesse sentido, algumas medidas emergenciais necessárias foram sugeridas, entre elas a contratação de um estudo para avaliação da queda das receitas e a realização de uma Marcha de Protesto dos Municípios do RN, no próximo dia 27 de janeiro, para chamar atenção dos governos estadual, federal e bancada federal para o grito de socorro das cidades.

São muitas as perdas e injustiças cometidas contra os municípios, apontaram os gestores associados à FEMURN. A redução sequencial de FPM – Fundo de Participação Municípios, perda nos repasses do Fundeb – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação, – piso dos professores, parcelamento INSS, precatórios, necessidade de flexibilização da LRF, atrasos nos repasses da farmácia básica e ICMS. Além disso, o já tão cobrado novo pacto federativo com a redistribuição das receitas entre Governos Federal, Estadual e Municipal. De imediato, os prefeitos e prefeitas também vão assinar um documento que será enviado para Brasília ameaçando a desfiliação da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), caso não haja uma reação imediata e emergencial da entidade nacional que representa as cidades brasileiras.

Uma das reclamações dos gestores municipais era de que o Estado estaria atrasando repasses constitucionais de ICMS e Fundeb. Este problema foi prontamente resolvido. O presidente da Femurn, Francisco José Júnior, participou de reunião na Secretaria de Estado do Planejamento e das Finanças (Seplan) e levou aos prefeitos o compromisso assumido pelo governo do RN de não mais atrasar repasses referentes a estas duas rubricas. Francisco José informou ainda aos colegas a justificativa do Estado de que os atrasos ocorreram por conta de algumas orientações dos órgãos de contas seguidas pela Seplan. “Este impasse do ICMS foi justificado e solucionado. Agora vamos avançar nas outras questões importantes que tanto tem angustiado os prefeitos do Estado e do Brasil”, destacou Francisco José.

Os problemas são inúmeros, mas a grande preocupação dos municípios tem sido a constante redução nos repasses de FPM. As últimas quedas de dezembro e a mais recente de janeiro pegaram os prefeitos novamente de surpresa. E as previsões para os próximos repasses não são tão boas. O prefeito Fabiano Teixeira, de Serrinha, sugeriu a indicação de um auditor experiente para avaliar as constantes perdas de FPM e outras receitas. E ainda ressaltou a necessidade de se fazer uma maior pressão junto a CMN, inclusive ameaçando a desfiliação dos municípios do RN, já que a entidade não está colaborando com os municípios apresentando os números de maneira coerente das reduções do FPM.

“Há uma manipulação explícita dos números. Queremos transparência e temos direitos ao FPM. É um absurdo. Diferença na receita de novembro e dezembro de milhões. Falta de respeito com o povo brasileiro. São os municípios que dão assistência à população. Esta é a maior dificuldade da história da nossa cidade. Nunca houve crise semelhante. Assistimos o tesouro nacional manipular o dinheiro dos municípios. Somos contra a manipulação do fundo de participação. Queremos mais transparência”, afirmou José Júlio, prefeito de Antônio Martins.

Como resultado da reunião desta manhã, os prefeitos decidiram formar duas comissões, uma para tratar dos temas da educação e outra para organizar a Marcha dos Municípios. Além disso, ficou agendada reunião na próxima semana com o Sindicato dos Trabalhadores na Educação. Algumas medidas jurídicas estão sendo avaliadas pela assessoria da Femurn, entre as quais, principalmente em relação às complementações de Fundeb, possibilidade suspensão do parcelamento do INSS e flexibilização de precatórios e da LRF – Lei de Responsabilidade Fiscal quanto aos limites prudenciais.

No âmbito estadual, os prefeitos vão pedir novamente audiência com o Governo do Estado para debater questões como a rede de urgência e emergência, a limpeza açudes estaduais, o Programa do Leite que saiu do controle das Prefeituras para as Associações e os repasses da Farmácia básica. Do Governo Federal, os gestores querem propor a instituição de um auxilio emergencial para compensar as perdas e mostraram-se favoráveis a recriação da CPMF, temas que serão levados à bancada federal.

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  1. FRASQUEIRINO disse:

    VAO CANSAR DE MARCHAR. O MODELO ECONOMICO BRASILEIRO FALIU OS MUNICIPIOS E JA COMEÇA A ATINGIR OS ESTADOS.

  2. Oswaldo disse:

    Acho é pouco! Administradores incompetentes, que vivem da mamata da máquina estadual e federal, que não estimulam o crescimento dos municípios e na hora que aparece um governador ou presidente, passam o dia bajulando e tirando fotos!

  3. Jorge disse:

    Coisa de brasileiro ,tem município que pra mim não precisava existir ,só pra sustentar sangue suga,cabide de emprego…..

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Crise já rebaixou quase 4 milhões às classes D e E

Pelo menos 3,7 milhões de brasileiros deixaram a classe C e voltaram para as classes D e E entre janeiro e novembro do ano passado, apontou estudo da economista Ana Maria Barufi, do Bradesco, publicado pelo jornal Valor Econômico, nesta segunda-feira. A pesquisa foi feita com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) e da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No mesmo período, a participação da classe C na pirâmide social do país caiu dois pontos porcentuais, de 56,6% para 54,6%. Uma parcela dessa queda alimentou as classes D e E, cuja participação avançou de 16,1% para 18,9% e de 15,5% para 16,1%, respectivamente. O aumento do desemprego e a queda da renda são alguns dos principais fatores que afetam a mobilidade social no país.

Na classe C, que concentra o maior contingente de brasileiros, estão 103,6 milhões de pessoas , com renda mensal entre 1.646 e 6.585 reais. Na classe D estão famílias com renda de 995 a 1.646 e na E, de até 995 reais.

“O problema é que não se vê reversão dessa tendência [no curto prazo]”, disse ao jornal a economista responsável pelo estudo, tendo em conta o cenário de aprofundamento do desemprego.

Ana Maria acrescenta que as recessões afetaram mais rapidamente e de forma mais intensa as classes mais baixas, já que as vagas que demandam menor qualificação são as primeiras a serem cortadas em períodos de ajuste.

A inflação, que acumulou 10,67% em 2015, é um agravante, pois compromete o orçamento doméstico com gastos básicos dessa parcela da população, como alimentação e transporte.

Com isso, a economista prevê que a desigualdade de renda aumente no país nos próximos meses, o que pode levar a classe C a voltar a responder por menos de 50% do total da população do país.

Fonte: Veja

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  1. Val Lima disse:

    Se continuar essa política recessiva do Governo Dilma/PT…o povo vai parar na classe "Z" ou seja,na bst….

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Wagner diz que governo não tem ‘coelho na cartola’ para melhorar a economia

wagnerApós uma reunião de quase duas horas com o vice Michel Temer, o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, disse que a população não deve esperar uma grande notícia que irá salvar a economia, porque a retomada do crescimento será gradual. Segundo ele, o governo não tem um “coelho na cartola”. Os tempos de pacotes econômicos passaram e agora as medidas serão tomadas dia após dia.

— Nós não estamos mais em tempo de pacotes. Acho que não tem nada bombástico. Na verdade a gente tem a consciência de que as coisas vão ser passo a passo retomando a confiança do empresariado, interna e externamente, recuperando a esperança das pessoas em mais emprego. É uma coisa paulatina.Parece que as pessoas estão esperando qual é a grande notícia, o coelho da cartola. Não tem coelho na cartola — afirmou Wagner ao sair do gabinete de Temer, no anexo do Palácio do Planalto.

A conversa, uma tentativa de reaproximação com o vice, foi solicitada por Wagner e ocorreu no gabinete do peemedebista. Para o ministro, diminuiu a possibilidade de a presidente Dilma Rousseff sofrer um impeachment. O governo, disse, tem o interesse de resolver esse assunto no Congresso o mais rapidamente possível. Ele voltou a afirmar que o governo deverá conseguir votos suficientes para derrubar o processo de impeachment ainda na Câmara, antes mesmo de o Senado ter de julgá-lo.

— Nós não temos nenhum interesse de manter esta pauta ou esta agenda. Se depender da presidenta e do nosso juízo de valor, quanto mais rápido melhor. Eu reconheço que perdeu força, mas o bom é que ele termine definitivamente e só termina com a votação na Câmara, que eu acho que a gente vai derrotá-lo já na Câmara — afirmou.

Jaques Wagner contou que pediu o encontro com Temer para desejar um feliz ano novo e que não tinha uma pauta específica para tratar com ele. O ministro, que participou do jantar que a presidente Dilma Rousseff ofereceu na noite de ontem para o ex-presidente Lula e para o presidente do PT, Rui Falcão, disse que a avaliação feita pelo grupo é que 2015 terminou melhor do que o esperado e que agora é trabalhar “sem ilusão”.

— Ele (Lula) veio com o presidente Rui Falcão, eu e a presidente. Foi uma conversa óbvia, de vamos aproveitar esse momento em que fechamos o ano melhor e portanto continuar cuidando sem nenhuma ilusão — afirmou.

Ao deixar seu gabinete, Temer disse que ele e Wagner fizeram uma avaliação da conjuntura política prevista para este ano e que estabeleceram “a ideia de harmonia absoluta”. O vice afirmou que tem pregado a unidade dentro do partido e que a escolha do novo líder do PMDB na Câmara é um assunto que deve ser resolvido dentro da bancada. Segundo ele, a bancada do partido não pode ser dividida entre os que apoiam o governo e os que se opõem a ele.

— O partido, evidentemente, não vai interferir nessa matéria porque é uma matéria da bancada da Câmara. Mas não se pode dividir a bancada entre governistas e não-governistas. O que deve haver é uma conjugação da própria bancada para que haja unidade dela. Essas questões de quem é a favor disso, a favor daquilo devem ficar fora dessa discussão — afirmou.

Fonte: O Globo

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  1. Elves Alves disse:

    A afirmação de Wagner não resiste aos fatos. Ainda está muito vivo na memória de todos que Lula gabava-se de possuir sim "coelhos na cartola" quando pegou de FHC um país equilibrado economicamente. Voando em céu debrigadeiro, em 2003, implantou seu desastroso populismo eleitoreiro, sob a alcunha de "políticas sociais". Mas, paralelamente, deflagrou o assalto sistemático às arcas da viúva. Com o governo tomado de selvagens petralhas amestrados, começou a raspagem ("como nunca ântef na iftória dêfit paíf") das finanças da Petrobras, dos Correios, da Eletrobras, do BNDES, e dos fundos de pensão dessas estatais. Com dinheiro roubado à farta, e navegando em mares de absoluta impunidade, pagou sua promessa de eleger "um poste" para a Presidência. Com um STF vergonhosamente ilegítimo, porque também aparelhado, está aí gargalhando dos imbecis e mandando recado por seus utilitários ventríloquos: "Não há coelho na cartola". Nem nunca houve, a não ser incompetência e roubalheira descarada e generalizada.

  2. Junior pinheiro disse:

    ENTAO SAIA, PEGUE O BECO, OU TRABALHEM PAREM DE USURPAR O PAIS!!!

    • SURPRESO disse:

      O Brasil é um país dirigido por uma Anta, sob a tutela de um marginal barbudo!

  3. E pra acabar mesmo disse:

    Tem sim "A renúncia da Sua Presidanta-

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Quatro governos do PMDB atrasam pagamentos em dezembro

13ºsalárioA crise está aí e isso não é novidade. Tem atingido municípios e estados, além da própria União, mas um levantamento feito pelo blog chama a atenção: os quatro governos que já anunciaram atrasos em pagamentos no mês de dezembro são do PMDB.

Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Sergipe e Tocantins, todos governados pelo PMDB já anunciaram atrasos. No RJ, o governador Fernando Pezão argumentou o recuo na arrecadação. No RS, o governador José Ivo Sartoni disse que não tem dinheiro em caixa pra pagar tudo e que algo deve sobrar pra 2016. No SE, o governador Jackson Barreto anunciou o pagamento do 13º de forma parcelada a partir de janeiro. No TO, o governador Marcelo Miranda anunciou que vai pagar uma parte esse ano e a outra só em janeiro.

A crise atingiu em cheio praticamente todos os governos estaduais do Brasil, mas em especial os governos que são geridos pelo PMDB.

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  1. joel Avelino de lima disse:

    Bg, essa notícia desses Estados que não tem condições de honrar com a Folha é antiga. Valor econômico já tinha anunciado isso faz tempo.

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Dilma e Temer têm primeiro encontro após carta gerar mal-estar no Planalto

dilma e temerDois dias após o vice-presidente Michel Temer enviar à presidente Dilma Rousseff carta na qual abordou suposta desconfiança dela em relação a ele e ao PMDB, os dois tiveram na noite desta quarta-feira (9), no Palácio do Planalto, seu primeiro encontro.

No fim da noite da última segunda, vazou o conteúdo da carta (leia aqui a íntegra). No documento, Temer elencou 11 razões para acreditar que a presidente não confia nele. O vazamento do conteúdo gerou mal-estar e houve repercussão política.

Ao longo dos últimos dois dias, houve muita discussão no meio político sobre a carta. A oposição, por exemplo, apontou “rompimento” entre Dilma e Temer.

Já o presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), por outro lado, disse que a mensagem tinha cunho “pessoal de desabafo”. Enquanto isso, o vice-líder do governo na Câmara, deputado Silvio Costa (PE), disse que a carta foi “inoportuna” e a classificou como “desserviço ao Brasil”.

Em um dos trechos do documento, Temer disse à presidente que sempre teve ciência da “absoluta desconfiança” dela e de seu entorno em relação a ele e ao PMDB, partido do qual ele é presidente nacional.

“Desconfiança incompatível com o que fizemos para manter o apoio pessoal e partidário ao seu governo”, escreveu.

“Sei que a senhora não tem confiança em mim e no PMDB, hoje, e não terá amanhã. Lamento, mas esta é a minha convicção”, disse o vice à presidente, em outro trecho da mensagem.

Nesta quarta, após participar de evento no Palácio do Planalto, o ministro-chefe da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, responsável pela articulação política do Planalto, comentou a carta de Temer a Dilma e afirmou que “não existe razão para se apostar em rompimento” entre a presidente e o vice em função da carta.

Conforme o Blog do Camarotti, contudo, o clima entre os interlocutores da presidente Dilma com a carta era de “grande indignação” e “contrariedade”. Ainda segundo o blog, a mensagem do vice foi tida como um sinal de rompimento entre os dois.

Fonte: G1

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O Globo demite ao menos 40 profissionais em novo passaralho

O início da semana está sendo conturbado para os profissionais de O Globo. Nesta segunda-feira, 7, fontes informaram ao Portal Comunique-se que ao menos 40 colaboradores teriam sido dispensados, entre baixas em Brasília e no Rio de Janeiro, tendo atingido as editorias de ‘Economia’ e ‘Rio’, além das áreas de fotografia, vídeos, online e comercial.

A apuração mostra que o jornalista Paulo Roberto Araújo, que foi chefe de reportagem do veículo, está entre os desligados. O repórter Alessandro Lo-Bianco, responsável por revelar a atuação da máfia que aliciava chineses para trabalho escravo e descobriu o esquema do uso de carne de cães na produção de pastéis no Rio de Janeiro, também foi demitido, ao lado dos colegas Matheus Carrera e Taís mendes.

A informação é de que o passaralho vai continuar e as equipes serão enxugadas em janeiro, fevereiro e março, quando novas demissões devem ser promovidas pelo diário, em um processo de integração com a Editora Globo. As baixas são esperadas também para outros departamentos da Infoglobo. Procurado, O Globo preferiu que não comentar os desligamentos.

Fonte: Portal Comunique-se

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  1. Carvalho disse:

    Parece que a situação não está muito boa para a Globo.
    Demitiu recentemente da GloboNews o Sidney Rezende e antes o Eduardo Grillo.

    • Val Lima disse:

      Tirou a Christiane Pelajo do Jornal da Globo….encurtou a estadia de Renata Ciribelle em Nova York…. a situação econômica do Brasil provocou escassez de anunciantes principalmente verbas federais (CE,BB,Correios,Petrobrás q por sinal demitiu vários jornalistas q prestavam assessoria) nos grandes veículos de comunicação o que infelizmente acarreta "efeito dominó" nas filiadas e afiliadas país afora….

  2. Val Lima disse:

    Infelizmente a crise afeta todos os setores…. a minha surpresa foi a saída de Paulo Roberto Araújo… profissional da mais alta competência ,com uma história dentro do veículo….agora imagine o que não deve estar passando na cabeça dos demais funcionários neste instante ,ao saber que novos cortes (desligamentos) ocorrerão no início do próximo ano….aja angústia…uma pena….

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