Economia

FMI melhora previsão de crescimento do Brasil para 5,3% em 2021

Foto: Ricardo Botelho/Minfra

O Fundo Monetário Internacional (FMI) melhorou a perspectiva de crescimento do Brasil neste ano, citando a melhora nos termos das trocas comerciais do país, mas ao mesmo tempo reduziu a alta estimada para 2022.

O relatório Perspectiva Econômica Global do FMI, divulgado nesta terça-feira (27), mostrou que o fundo estima um crescimento do Produto Interno Bruto brasileiro de 5,3% em 2021, 1,6 ponto percentual a mais do que era previsto em abril.

Entretanto, para 2022 a projeção de crescimento foi reduzida em 0,7 ponto, para 1,9%.

A melhora do cenário do país para este ano ajudou a elevar a perspectiva de crescimento econômico da América Latina e Caribe para 5,8% em 2021, 1,2 ponto a mais do que em abril. A previsão para a região no ano que vem, por sua vez, melhorou em apenas 0,1 ponto, e ficou em 3,2%.

“A melhora da projeção para a América Latina e Caribe resulta principalmente de revisões para cima no Brasil e México, refletindo resultados melhores do que o esperado no primeiro trimestre”, disse o FMI no relatório.

Além disso, o Fundo citou repercussões positivas para o México da melhora do cenário para os Estados Unidos e termos comerciais em alta expressiva no Brasil, que tem sido favorecido pela alta dos preços das commodities.

Já a perspectiva para o grupo de Mercados Emergentes e em Desenvolvimento, do qual o Brasil faz parte, passou para 6,3% em 2021 e 5,2% em 2022, ante 6,7% e 5,%, respectivamente, previsto em abril.

A projeção do FMI para a expansão do PIB brasileiro este ano ficou em linha com a do Ministério da Economia feita em meados deste mês. Mas para 2022 a expectativa do ministério é melhor, para 2,51%.

Já a estimativa de crescimento do PIB na pesquisa Focus realizada semanalmente pelo Banco Central junto a uma centena de analistas de mercado está em 5,29% para 2021 e 2,1% para 2022.

O FMI chamou a atenção para a possibilidade de piora da pandemia e de condições financeiras externas mais apertadas, o que seria um revés grave para a recuperação dos mercados emergentes e em desenvolvimento, levando o crescimento global para abaixo do cenário básico previsto no relatório.

O relatório destacou ainda a inflação elevada esperada para esse grupo de países, relacionada em parte à alta de preços dos alimentos.

“A comunicação clara de bancos centrais sobre o cenário para a política monetária será importante para moldar as expectativas de inflação e proteger contra aperto prematuro das condições financeiras”, disse o FMI.

“Existe, entretanto, o risco de que as pressões transitórias possam se tornar mais persistentes e que os bancos centrais possam precisar adotar ações preventivas”, completou.

Agência Brasil, com Reuters

Opinião dos leitores

  1. Esse FMI erra mais do que acerta ! Ano passado, no transcorrer do ano errou em nada mais nada menos que 6% do nosso PIB. Afirmou que a economia do Brasil iria cair mais de 10% em 2020, isso já em junho daquele ano, e em dezembro fechamos com -4%. Pior que o datafolha!

  2. Sob o neoliberalismo de Bolsonaro e Guedes, Brasil recebe o menor fluxo de investimento direto em cinco anos
    De acordo com dados do Banco Central, o ingresso líquido de investimentos diretos no Brasil (IDP) despencou a US$ 174 milhões em junho, nível mensal mais baixo em cinco anos.

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Saúde

Estado informa que está mudando leitos UTI Covid para outras especialidades devido melhora no cenário epidemiológico

Com a diminuição de solicitação por leitos de UTI Covid em todo o estado do Rio Grande do Norte, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) iniciou processo de reversão dos leitos Covid para UTI geral de atendimento a outras patologias. No Hospital João Machado, 20 leitos hoje são de UTI geral, sendo cinco revertidos e 15 abertos recentemente. Foram revertidos outros dez leitos Covid no Hospital Central Coronel Pedro Germano (Hospital da Polícia) e mais cinco semi-intensivos no Hospital RegionalTarcísio Maia em Mossoró.

No Hospital Regional Telecila Freitas Fontes, em Caicó, terá dez leitos de UTI Covid transformados em leitos gerais ainda esta semana. A programação para os próximos dias é que leitos clínicos do Hospital Rafael Fernandes, em Mossoró, sejam transformados em leitos para doenças infectocontagiosas.

“O cenário hoje permite que possamos pensar, com toda cautela, a reversão dos leitos de maneira gradativa e estudada. Reunimos com toda a equipe de regulação e estruturação dos leitos para pensarmos juntos a proporção de leitos de UTI Covid que podem ser transformados em UTI geral. Esse é um passo muito importante para a saúde do estado, visto que a pandemia não acabou e ao mesmo tempo existe uma demanda por leitos não-Covid“, reflete Maura Sobreira, secretária-adjunta da Sesap.

A ocupação dos leitos de UTI Covid no RN, até meados da tarde desta segunda-feira (12), era de 55,4% e, de acordo com o Regula RN, existe uma diminuição na solicitação por leitos há algumas semanas. O estado tem hoje 350.868 casos confirmados de Covid e 6.902 óbitos, com registro diários que diminuem aos poucos, acompanhando a queda dos números de internações pela doença.

A melhora no cenário epidemiológico tem alguns fatores importantes como o avanço da vacinação no estado, os decretos implementados pelo governo, como as medidas de restrição regionalizadas, e sobretudo as ações de vigilância no território em todas as regiões de saúde, proporcionando conhecimento, alerta e suporte para a população.

 

Opinião dos leitores

  1. Na verdade, o RN nunca deixou de fazer o que Bolsonaro sempre apregoou, ou seja, sempre foi isolamento vertical. Tentaram “engabelar” a população, com umas supostas medidas restritivas, mas o que se via era a fiscalização todo o fim de semana tendo trabalho com aglomerações e restaurantes funcionando mais do que o tempo permitido. Mesmo que houvesse multas ou fechamentos de estabelecimentos, depois da aglomeração o vírus já passou a circular. Nunca teve Lockdown! Nunca foi Bolsonaro! O STF nem sequer permitiu que ele praticasse os tais atos genocidas! Portanto, se existem culpados diretos por essa situação desastrosa, respondem pelos nomes de: STE, que permitiu as campanhas e a eleição, quando poderiam simplesmente terem adiado, e STF, que deu o “livre arbítrio” para que Estados e Municípios tomassem as suas próprias decisões. Essa é a grande realidade!

    1. Vc está completamente ERRADO! Primeiramente Não foi o TSE que decidiu realizar a eleições em 2020 e sim o Congresso Nacional. Segundo, o STF apenas reconheceu a responsabilidade concorrente de Estados, municípios e União no combate à pandemia e o fez baseado na Constituição e na Lei n.o 13.979/2020 (sancionada pelo próprio MINTOmaníaco das rachadinhas) que previu que as autoridades de saúde locais poderiam tomar medidas pra mitigar a pandemia…

  2. e o FAZ DE CONTA, volta com força Total. Desativam leitos criticos para covid, flexibilizam TUDO e depois o povo morrem por FALTA de leitos de UTI, sempre assim, melhora um pouco e já abrem as portas para as aglomerações e ajuntamento de contaminados, pois NUNCA fizeram e NUNCA fazem uma FISCALIZAÇÃO RIGOROSA E EFETIVA para o combate a disseminação do virus. Que DEUS TENHA MISERICORDIA DE NÓS, quanto mais flexibilizam, MAIS IMPOSTOS ARRECARDAM e Enchem os cofres e o povo MORREM MAIS.

  3. O Véio Bolsonaro abriu várias UTIs no Rio Grande do Norte, desafiando o Estado.
    Hô Presidente bom É Bolsonaro.

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Saúde

Fiocruz: Brasil mantém tendência de melhora nas taxas de ocupação de leitos de UTI para Covid-19

Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

O Brasil continua apresentando tendência de melhora nas taxas de ocupação de leitos de UTI Covid-19 para adultos na rede pública. O país também sinaliza queda nos índices de mortalidade pela doença, mas apresenta um alto platô de transmissão, em níveis superiores aos observados em meados de 2020, segundo novo boletim do Observatório Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

De acordo com o documento, entre 20 e 26 de junho foi observada estabilidade da incidência da Covid-19, com média de 72 mil casos diários. O número de novas infecções oscilou “ligeiramente”, com queda de 0,2% ao dia.

Já os óbitos pelo coronavírus apresentaram queda de 2,5% ao dia, com média de cerca de 1.700 mortes diárias. “Esse valor ainda é considerado muito alto, o que não permite afirmar que haja qualquer controle da pandemia no Brasil”, afirmam os autores.

Segundo os pesquisadores, a diferença entre as tendências observadas nos registros de casos e mortes pode ser reflexo da campanha de vacinação contra a Covid-19, que atualmente abrange uma grande parcela da população idosa e grupos com maior risco de apresentar formas graves da doença.

“Com a vacinação, a circulação de novas variantes do vírus pode aumentar a sua transmissibilidade, sem que isso represente um aumento no número de casos graves que necessitem internação”, informa o boletim.

Os autores apontam que a redução da ocupação de leitos de UTI em alguns estados pode ser resultado dessa “nova fase da pandemia no país”. Como a transmissão permanece intensa, alertam que podem ocorrer casos mais graves entre grupos populacionais não vacinados ou “‘potencializados pela vulnerabilidade individual e social”.

Ocupação nas UTIs para Covid-19

Segundo a Fiocruz, dados do dia 28 de junho ratificaram a tendência de melhora nas taxas de ocupação dos leitos de UTI Covid-19 para adultos no Sistema Único de Saúde (SUS), que já havia começado a ser observada na semana passada. Dez estados apresentaram quedas de pelo menos cinco pontos percentuais no índice.

Sete estados e o Distrito Federal (81%) apresentam taxas de ocupação iguais ou superiores a 80%. Os piores índices foram observados no Tocantins (90%), Paraná (94%) e Santa Catarina (92%). Em seguida estão Sergipe (88%), Mato Grosso do Sul (88%), Roraima (87%) e Goiás (85%).

Na região Nordeste, (Rio Grande do Norte), Maranhão, Ceará, Pernambuco, Alagoas e Bahia saíram da zona de alerta crítico para a de alerta intermediário, entre 60% e 80%, e Paraíba saiu da zona de alerta. Rio Grande do Sul e Mato Grosso também deixaram a zona crítica e entraram na intermediária.

Já o Amazonas apresentou alguma piora nas taxas, passando de 54% para 63% e voltando para o alerta intermediário. Piauí também teve piora, passando de 71% para 76%, pois tem sido muito afetado no interior, segundo os pesquisadores.

Medidas coordenadas

A Fiocruz ainda recomenda que, “até que seja decretado o fim da pandemia”, estados e municípios, com apoio do governo federal, combinem um conjunto de ações nas próximas semanas.

Elas incluem medidas não-farmacológicas, com objetivo de reduzir a propagação do coronavírus; relacionadas ao sistema de saúde, para aliviar a sobrecarga dos serviços e reduzir a mortalidade hospitalar; e políticas e ações sociais para mitigar os impactos da pandemia, principalmente para as populações e grupos mais vulneráveis.

O Globo

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Diversos

FMI melhora projeções para a economia global, mas condiciona otimismo ao ritmo de vacinação

Foto: Mandel Ngan/AFP

A economia global poderia ter queda três vezes maior, não fossem os estímulos monetários injetados pelos bancos centrais durante a pandemia do coronavírus, mas a persistência de números surpreendentes depende da vacinação em massa. A conclusão está na nova edição do relatório “World Economic Outlook”, do Fundo Monetário Internacional (FMI), divulgado nesta terça-feira (6).

Com esses estímulos monetários ainda irrigando as economias, o FMI revisou para cima as projeções de crescimento global para 2021 e 2022. A alta deve ser de 6% neste ano e 4,4% no próximo. O aumento é de 0,8 e 0,2 ponto percentual em relação ao relatório de outubro, respectivamente.

O Brasil está abaixo da média, com crescimento previsto de 3,7% neste ano e 2,6% no próximo. Comparado à edição de outubro, houve alta de 0,9 e 0,3 ponto percentual para a projeção do país em cada ano, respectivamente.

Por outro lado, o país tem desempenho melhor que a região onde está inserido, da América Latina e Caribe. Com queda de 4,1% em 2020, o país sofreu menos que os 7% da zona a que pertence. As altas de 4,6% e 3,1% previstas para a região, portanto, vem de uma base de queda mais intensa.

Em carta publicada no relatório, a economista-chefe do FMI, Gita Gopinath, reforça que as incertezas continuam no ambiente econômico global, mas uma saída passa a ser “cada vez mais visível”.

O FMI ressalta, entretanto, que a vacinação contra a Covid-19 é fator primordial para que os números se tornem realidade. A variável é tão importante que o fundo avisa que um desempenho melhor que o esperado pode dar vigor à recuperação em todo mundo, mas novas variantes que coloquem em xeque a efetividade das vacinas causariam uma severa revisão para baixo.

Foto: G1 Economia

O FMI fez uma série de revisões para cima ao longo de 2020, conforme as economias reagiram à pandemia do coronavírus. O maior otimismo do órgão um ano adentro da pandemia tem como plano de fundo, além da ação monetária e das vacinas, uma certa adaptação à “vida em pandemia”.

O tombo previsto para a economia global em 2020 é de 3,3%, com impacto desigual a depender do perfil de cada país e de sua força de trabalho. As consequências serão particularmente agudas em países dependentes do turismo, com dívida pública mais alta e menor capacidade de vasto atendimento de saúde.

“Jovens, mulheres, trabalhadores com nível de escolaridade relativamente baixo e os empregados informais foram atingidos com mais força”, diz o órgão.

Desigualdade em pauta

No relatório, Gita Gopinath reconhece que o vigor de retomada é mais claro em economias desenvolvidas. Exceto a China, que já recuperou seus níveis de PIB pré-pandemia ainda em 2020, a economista lembra que os Estados Unidos estão em estágio avançado de recuperação e devem atingir o marco ainda em 2021.

Além de pacotes de estímulos históricos, que despejaram mais de US$ 5 trilhões na economia, os americanos têm a mais abrangente e veloz vacinação do mundo.

Outras economias importantes, como as europeias, que têm vacinação em atraso, só retomarão o patamar em 2022, diz o FMI. Emergentes só devem chegar nesse marco em 2023.

Gopinath lembra que a renda per capita é outro fator de preocupação do FMI, com impacto em toda a cadeia global. No biênio 2020-2022, a expectativa é de perda de 20% do PIB per capita em países emergentes – excluída novamente a China – e de 11% nas economias desenvolvidas.

“Isso reverteu os ganhos na redução da pobreza, com mais 95 milhões de pessoas previstas para entrar nas categorias de extrema pobreza em 2020, e 80 milhões a mais subnutridos do que antes”, diz ela.

O quadro é ainda mais grave, pois o mercado de trabalho está punindo mais o trabalhador sem experiência prévia ou com baixa capacitação, grupos que já têm como característica uma renda menor.

“As políticas, portanto, terão que se tornar mais direcionadas para manter a capacidade de sustentar a atividade econômica durante este período incerto à medida que a corrida entre o vírus e as vacinas se desenrola”, afirma a economista.

A cooperação internacional, diz o FMI, também será vital para garantir que as economias emergentes e países em desenvolvimento possam diminuir a distância entre seus padrões de vida comparados aos de alta renda.

Prudência

Com os olhos atentos ao caminhar das vacinações ao redor do mundo, o FMI sugere que os governantes tenham prudência nos próximos passos. A entidade, inclusive, indica alguns pontos de atenção para que a tomada de decisão seja certeira enquanto persistem os efeitos da pandemia mundo afora.

Prioridade aos gastos com saúde, incluindo atendimento hospitalar, tratamento para a Covid-19, produção e aplicação de vacinas;

Fortalecer políticas de proteção social, desde trabalhadores informais até ampliação dos critérios para acesso ao seguro-desemprego;

Com normalização do mercado de trabalho, arrefecer possíveis impactos nas empresas, investir em capacitação da mão de obra, dar subsídios para contratação e criação de vagas de emprego;

Políticas de facilitação de falências, com objetivo de acelerar a alocação eficiente de capital;

Investimento em educação para compensar as perdas da formação de crianças durante a pandemia.

Resolvida a crise de saúde, o FMI recomenda ainda um foco especial em um direcionamento para o desenvolvimento sustentável.

“As prioridades devem incluir o investimento em infraestrutura verde para ajudar a mitigar as mudanças climáticas, o fortalecimento da assistência social e da seguridade social para conter o aumento da desigualdade, a introdução de iniciativas para aumentar a capacidade produtiva e se adaptar a uma economia mais digitalizada e resolver os excessos da dívida”, diz a carta de Gita Gopinath.

G1

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Saúde

Novo ministro da Saúde fala em ‘início de maior programa de imunização contra Covid-19’, e diz que mortes por Covid-19 serão reduzidas com distanciamento social e melhora no atendimento hospitalar

Foto: Reprodução

O novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse, no início da tarde desta quarta-feira (17), que os impactos das mortes que ocorrem no Brasil vão diminuir com distanciamento social e melhora no atendimento hospitalar.

“Esses óbitos que estão aí nós conseguiremos reduzir com dois pontos principais. Primeiro com políticas de distanciamento social própria que permitam diminuir a circulação do vírus, segundo com uma melhora na capacidade assistencial dos nossos serviços hospitalares”, destacou Queiroga.

A afirmação foi feita durante a entrega das primeiras 500 mil doses da vacina contra Covid-19 produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.

Queiroga voltou a dizer que a política pública do Ministério da Saúde é “a política pública do presidente Bolsonaro” – que é contrário a medidas adotadas pelos governadores e prefeitos para garantir o distanciamento social.

Em maio, Pazuello contrariou uma recomendação favorável ao isolamento social feita por um comitê técnico do Ministério da Saúde e recomendou a abertura de atividades.

Na terça (17), Queiroga afirmou que foi convocado para ‘dar continuidade’ ao trabalho que vem sendo executado pelo Ministério da Saúde. Nesta quarta, afirmou que “o presidente nos deu autonomia e nós faremos os ajustes que couber no momento adequado.”

Durante a manhã, Pazuello disse que seu sucessor “reza pela mesma cartilha”. “Posso afiançar aos senhores, estamos muito bem alinhados [com a Fiocruz]. Temos pela frente uma transição do cargo de ministro que é apenas uma continuidade do trabalho. O doutor Marcelo Queiroga reza pela mesma cartilha”, disse o ainda ministro.

O novo ministro também fez um apelo à população. “Não adianta só o governo ficar recomendando o uso de máscaras se as pessoas não são capazes de aderir a esse tipo de medida, que é uma medida simples, que é um tipo de medida que não demanda grandes custos. É preciso uma corrente nacional para que consigamos êxito nesse grande desafio”, enfatizou.

Há três dias, no domingo (14), o presidente Bolsonaro participou de uma missa e foi visto sem máscara, apesar da recomendação do ministro.

Na manhã desta quarta (17), o ainda ministro da Saúde Eduardo Pazuello, garantiu que vai entregar ao sucessor um ministério estruturado.

“Só tem um detalhe: vou entregar a ele um ministério estruturado, organizado, funcionando e com tudo pronto. Ele, como médico-cardiologista e com todo seu conhecimento técnico, vai poder navegar por essa ferramenta em prol da Saúde do Brasil”.

‘Tropa de choque’ para conter pandemia

Já o novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que conta com uma “tropa de choque” para dar continuidade ao trabalho.

“General Pazuello, nós temos 5574 secretários de Saúde. Nós temos os estados, o Distrito Federal, e esse é o nosso exército, a nossa tropa de choque que está muito unida para, através do diálogo e da ciência, encontrar as soluções que o Brasil precisa”.

O futuro ministro falou afirmou que dará início nesta quarta ao “maior programa de imunização contra Covid-19”.

“A partir de hoje vamos dar inicio ao maior programa de imunização contra Covid-19 desse país. Na segunda-feira, como os senhores sabem, recebi o honroso convite do senhor excelentíssimo presidente da República para assumir a condução do Ministério da Saúde. É uma missão de grande relevância que eu, sozinho, não tenho como construir todas as soluções. Somente com a união de todos os brasileiros, nós, gestores do sistema público de Saúde, teremos condições de dar as respostas que a sociedade brasileira quer ouvir”, afirmou.

G1

Opinião dos leitores

  1. Zezinho do Gado, homem sem fé, pode acreditar, mesmo não concordando com muitas das ações do atual presidente, eu e a maioria ( MAIORIA) da populaçao ainda preferimos ele a um certo larapio fedorento, cachaceiro, ladrao e mentiroso, que levou o Brasil a falência. Isto é tão verdade, que foi dito pelo seu braço direito António Palloci, e confirmado por uma centena de ex sócios, tais como, Bunlai, Marcelo e Emílio Odebrecht, Pedro Barusco, Leo Pinheiro, Nestor cervero e outros menos cotados.

  2. Meu Deus abençoe o dr Queiroga, um profissional competente, mais como ministro estar a mostrar incompetência total. Desde ontem que o homem se fala p que o mundo e seu raimundo já conhecem a séculos.
    Será que vai ser realmente a caixa de som com etiqueta bolsonaro.
    Não merecemos, e o Brasil também não!!

  3. Imunização em massa, só se faz com vacinas, o que o Brasil infelizmente não tem. Deixou passar o cavalo selado, estar correndo atrás do prejuízo, por isso mesmo, só vamos ter vacinas para imunização em massa , a partir de setembro.
    Se qualquer um dos fornecedores falhar em seu cronograma de entregas, o projeto de vacinação desmorona..
    Esse vírus, que já derrubou um Presidente dos Estados Unidos, ainda vai derrubar muitos políticos, . Assim penso.
    ,

    1. Concordo. E vários governadores, prefeitos assim como os deputados e o presidente serão avaliados nas eleições 2022 quanto ao desempenho durante a pandemia…

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Trânsito

Estudo da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) revela melhora significativa na sinalização das rodovias brasileiras

Foto: Agência Brasil

Um estudo da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), divulgado nesta terça-feira (24), mostra que houve uma melhoria significativa na avaliação da sinalização das rodovias brasileiras entre 2013 e 2019. Segundo a entidade, houve em média uma melhora de 17,8 pontos percentuais nos trechos rodoviários federais sob jurisdição do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

A pesquisa avaliou o Programa Nacional de Segurança e Sinalização Rodoviária (BR-Legal), criado em 2013 visando padronizar a sinalização rodoviária na malha federal.

Dividido em quatro etapas, o projeto previa a realização de melhorias na sinalização em 55 mil quilômetros (km) de rodovias em todo o país. Essa extensão representava, em 2012, 87% da malha total das rodovias federais pavimentadas sob gestão pública. Cada etapa levava em consideração a logística de execução das obras e o nível de relevância de cada trecho.

“Em sete anos de vigência do BR-Legal, houve nítidos avanços na avaliação geral da sinalização nas rodovias federais públicas. Considerado o período entre o início do programa e o ano de 2019, houve em média uma melhora de 17,8 pontos percentuais nos trechos rodoviários onde houve intervenções do BR-Legal, passando de 39,7% para 57,5% de avaliação positiva”, revela o estudo.

Acrescenta que o programa inovou na forma de licitação, na atribuição de responsabilidades às contratadas e na metodologia das soluções empregadas. Pela metodologia, a empresa encarregada pelo projeto de sinalização é também a executora dos serviços e responsável pela manutenção da rodovia durante cinco anos.

“Dessa forma, evita-se que problemas na implementação da sinalização e dos dispositivos de segurança sejam justificados por erros de projeto, dado que a empresa – ou consórcio – responsável pelas duas etapas é a mesma”, indica a CNT.

Avaliações

As avaliações da pesquisa se debruçaram tanto sobre a sinalização horizontal, a exemplo das faixas, como a vertical, placas de advertência e regulamentação, em aspectos como visibilidade, padronização e legibilidade das sinalizações.

O levantamento também levantou o percentual de execução das intervenções realizadas dentro do programa BR-Legal, com destaque para a sinalização vertical que alcançou o maior percentual (70,0%). Na sequência, estão as intervenções de sinalização horizontal (58,1% de execução) e de dispositivos de segurança (45,0%).

Segundo a CNT, atrasos na execução do programa empurraram o encerramento da maioria dos contratos para 2021 (a previsão inicial era 2018). De acordo com a CNT, dos R$ 4,47 bilhões de orçamento previstos, foram investidos, entre 2014 e 2019, apenas R$ 2,82 bilhões em valores nominais, o equivalente a R$ 3,12 bilhões em valores corrigidos, o que representa 63% do previsto.

Além disso, a pesquisa também traz observações de auditorias ao programa BR-Legal realizadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pela Controladoria-Geral da União (CGU), que apontaram problemas de fiscalização, superposição do programa com outras ações, execução insuficiente e/ou inadequada, atrasos, priorização de trechos críticos e inconformidade de projetos.

“Os relatórios desses órgãos indicam que, em alguns casos, não foram contratadas empresas para realizar serviços de supervisão e gerenciamento do programa e que houve carência de pessoal e de equipamentos para realizar os serviços de fiscalização”, revela o trabalho.

Em alguns trechos rodoviários do BR-Legal em superposição com outras ações e programas de melhoria, houve casos de duplicidade na contratação de serviços e ainda de ausência ou insuficiência de execução da sinalização horizontal por causa da má condição do pavimento (sob responsabilidade de outro programa).

O estudo também comparou o BR legal com programas anteriores de sinalização, como o Programa de Sinalização nas Rodovias Federais (Prosinal) e o Programa de Defensas Metálicas nas Rodovias Federais (Prodefensas), este último lançado em 2009 e voltado para diminuir a severidade dos acidentes nas rodovias federais pavimentadas.

Sinalização horizontal

Criado em 2006 e previsto para durar dois anos, o Prosinal previa a execução dos serviços de engenharia de tráfego, de sinalização horizontal, vertical e suspensa e de dispositivos de segurança em cerca de 48 mil km de rodovias. Entretanto, diversas prorrogações o estenderam por mais quatro anos, e sua conclusão deu-se apenas em outubro de 2012.

No total, o programa abrangeu 46 mil km de rodovias sinalizadas. Já o Prodefensas, que funcionou até 2012, realizou intervenções em 734,2 km de defensas ao custo de R$ 76,9 milhões em valores da época.

Segundo a CNT, ainda que os dois programas tenham promovido melhorias na sinalização, eles não foram capazes de alterar, de maneira significativa, as condições da sinalização das rodovias federais. A entidade diz que eles contribuíram para que se adquirisse experiência para a formulação do BR-Legal, que os substituiu.

“As inovações trazidas por este programa [BR-Legal] na forma de licitação, na atribuição de responsabilidades à contratada e na metodologia das soluções a serem empregadas puseram as intervenções na sinalização viária, no país, em um novo patamar, superior aos anteriores. Houve, durante o período de vigência do BR-Legal, uma nítida melhoria da avaliação geral da sinalização nas rodovias federais públicas, assim como na de suas variáveis, individualmente”, finaliza a CNT.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Cadê os esquerdopatas de plantão? Aliais, até os que idolatram FHC, que de esquerda nada tinha.
    Nosso Presidente é o melhor de todos os tempos.
    #bolsonaro2022

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Economia

FMI melhora previsão do PIB do Brasil e da economia mundial em 2020

Foto: Yuri Gripas / Reuters

A recessão causada pela pandemia será menos severa do que o esperado em 2020 graças à abertura de algumas economias avançadas, embora a reativação perca força, alertou o Fundo Monetário Internacional nesta terça-feira. Ao revisar seu “Panorama Econômico Mundial” o FMI espera agora uma contração do PIB mundial de 4,4% neste ano, abaixo da estimativa de junho, de 5,2%.

Para o Brasil e México, as duas principais economias da América Latina e ambos entre os cinco países com mais óbitos pelo novo coronavírus, o relatório estima quedas do PIB menores do que o esperado em meados do ano, de 5,8% e 9%, respectivamente.

Em junho, a estimativa era de queda de 9,1% para o Brasil. O FMI já havia divulgado esses números na semana passada em seu relatório periódico sobre a economia de seus membros, conhecido como Artigo IV. Em ambos os casos alertou sobre os riscos para o crescimento.

O novo coronavírus deixa mais de 1,07 milhão de mortes no mundo. Na Europa, França, Espanha e Inglaterra, diante de uma nova onda de infecções, multiplicam-se as medidas para evitar um confinamento generalizado, que pode ser devastador para a economia.

“Viver com o novo coronavírus é um desafio diferente, mas o mundo se adapta”, considerou a economista-chefe da agência, Gita Gopinath, em um blog que acompanha o último relatório de previsão econômica global (WEO) do FMI.

A revisão em alta reflete dados econômicos melhores do que o esperado no segundo trimestre, particularmente em economias desenvolvidas da Europa, nos Estados Unidos e na China, o berço do vírus.

Todas as regiões do mundo parecem ter um desempenho melhor do que o esperado, mas as economias emergentes e em desenvolvimento como um todo caem na exceção: para elas, a previsão piorou para um declínio coletivo de 3,3% em 2020.

O PIB dos Estados Unidos, maior economia mundial, cairá 4,3%, abaixo dos 8% estimados anteriormente, enquanto a economia da zona do euro recuará 8,3%.

“No entanto, esta crise está longe de terminar”, advertiu Gopinath.

Diante da imensa incerteza, o FMI mais uma vez revisou para baixo a expectativa de recuperação para 2021 (+5,2%, -0,2 ponto).

“A recuperação provavelmente será longa, desigual e incerta”, resumiu a economista, retomando termos já usados pelo organismo internacional.

Em relação à previsão anterior de junho, “a perspectiva piorou consideravelmente em alguns países emergentes e em desenvolvimento, onde as infecções estão aumentando rapidamente”.

Após a contração histórica de 2020 e a esperada reativação em 2021, o nível do PIB mundial deve ser um pouco superior ao de 2019, detalhou o Fundo.

A agência estima que, no médio prazo, as perspectivas serão medíocres, pois o distanciamento social provavelmente persistirá até o final de 2022, o que impede uma verdadeira recuperação.

Além disso, não se pode excluir um cenário pior, com a intensificação das infecções combinada com a desaceleração dos avanços na busca por tratamentos e vacinas, obrigando as autoridades a tomarem medidas mais duras.

Na Ásia, destaque para a China

A China, que teve uma forte e rápida reabertura e recuperação diante da pandemia, será a única economia a apresentar crescimento positivo em 2020, de 1,9% – quase o dobro da taxa prevista em junho -, e deve atingir crescimento de 8,2% em 2021, maior ritmo em quase uma década, disse o FMI.

Mas os mercados emergentes, exceto a China, terão uma contração de 5,7% em 2020, pior do que os 5,0% previstos em junho. O FMI disse que o vírus continua a se espalhar em grandes países, incluindo Índia e Indonésia, e essas economias são muito mais dependentes de setores duramente atingidos – incluindo turismo e commodities- bem como de remessas e de outras fontes de financiamento externo.

A economia indiana deve registrar retração de 10,3% neste ano, mas em 2021 a previsão é de avanço de 8,8%.

Na zona do euro, recuperação mais fraca

O Fundo prevê um crescimento de 5,2% para a zona do euro em 2021, um resultado menor do que o anunciado em junho, de 4,4%, sinal de que a recuperação econômica será trabalhosa.

Mas também suavizou sua previsão de recessão para este ano a -8,3%, contra -10,2%.

De acordo com o FMI, a Espanha seria o país europeu em situação mais difícil, com uma queda do PIB estimada em 12,8% este ano. Enquanto isso, a Itália registraria queda de 10,6% e a França de 8,3%.

A Alemanha, a maior potência exportadora do continente, veria um retrocesso de 6% este ano, apontou o FMI, já que a demanda da Ásia permaneceu sustentada.

O FMI também indicou que as coisas poderiam ter sido piores e elogiou os países europeus pelo ambicioso programa de gastos para atenuar os impactos econômicos da pandemia, especialmente o pacote de recuperação de 750 bilhões de euros da UE, que considerou um bom sinal.

Também destacou as históricas medidas adotadas pelo Banco Central Europeu, que impulsionaram os mercados de valores e mantiveram decididamente os preços dos empréstimos de países altamente endividados, como a Itália, em níveis mínimos históricos.

“Essas medidas agressivas desempenharam um papel crucial no apoio à confiança e prevenção de uma maior amplificação do impacto da covid-19 através do sistema financeiro”, destacou o FMI.

Além disso, destacou a força do euro, principalmente em relação ao dólar americano. No período de abril a setembro, disse a instituição, “o euro se valorizou cerca de 4% devido às melhorias das perspectivas econômicas e ao aumento mais lento dos casos de Covid-19”.

Recessões profundas na América Latina

Para as economias da América Latina e do Caribe, o Fundo melhorou as estimativas para 2020, embora tenha alertado sobre “recessões profundas” em alguns países duramente atingidos pela pandemia de Covid-19.

O Produto Interno Bruto (PIB) regional vai recuar 8,1% neste ano, menos que os 9,4% previstos em junho, informou o organismo multilateral, acrescentando que panorama continua “precário” nas economias emergentes, “com muitos países latino-americanos gravemente afetados pela pandemia enfrentando recessões muito profundas”.

Entre os fatores para essa situação, o FMI menciona a disseminação contínua da Covid-19, o impacto da crise da saúde em setores-chave, como o turismo, e uma maior dependência de financiamento externo, incluindo as remessas.

Para 2021, o FMI projetou uma recuperação do PIB regional de 3,6%.

América Latina e Caribe é a região do mundo mais afetada pela pandemia declarada em março. Com mais de 10,1 milhões de casos e quase 370.000 mortes, é responsável por mais de um quarto das infecções e mais de um terço de todas as mortes por Covid-19 do planeta.

As projeções do Fundo também são ligeiramente melhores para o Chile (-6,0% em comparação aos -7,5% em junho). No entanto, pioraram para Argentina (-11,8% em comparação aos -9,9%) e Colômbia (-8,2% em comparação aos -7,8%).

A Argentina, em recessão desde 2018, enfrenta uma profunda crise econômica e social agravada especialmente pela pandemia. O país planeja negociar com o FMI um novo contrato de crédito em meados de novembro, depois que a agência lhe concedeu o maior empréstimo de sua história: US$ 57 bilhões, com desembolso de US$ 44 bilhões.

A Colômbia, em sua primeira recessão em duas décadas, aumentou no mês passado em US$ 6,5 bilhões sua linha de crédito flexível com o FMI que havia contratado em maio.

Para o Peru, o FMI manteve sua projeção de contração de 13,9% do PIB em 2020 em relação a 2019.

De longe, o maior colapso da América Latina ainda é o da Venezuela, mergulhada em um desastre econômico desde 2013. Para este país caribenho, o Fundo prevê uma contração de 25% do PIB, acima dos 20% estimados em junho.

Perdas de US$ 28 trilhões

Nesse contexto, é difícil para a economia mundial retornar à trajetória esperada antes da pandemia.

O FMI estima que a perda cumulativa do PIB para 2020-2025 será de cerca de US$ 28 trilhões, US$11 trilhões somente em 2020-2021.

“É um sério revés para a melhoria do padrão de vida” da população, alertou Gopinath.

Assim como o Banco Mundial, o FMI teme que essa crise encerre o progresso feito desde a década de 1990 na redução da pobreza no mundo e que a desigualdade esteja crescendo.

O fechamento das escolas, um sacrifício para gerações inteiras, acrescenta “mais um desafio”.

O volume de comércio de bens e serviços no mundo vai cair, e embora a queda seja menor que a esperada em 2020 e haja uma retomada em 2021, o número também é significativo para esse motor de crescimento: uma redução de 10,4% neste ano nos intercâmbios comerciais.

“Estes são tempos difíceis, mas há espaço para esperança”, acrescentou a economista do FMI.

“Os testes se intensificaram, os tratamentos estão melhorando e os testes de vacinas estão se desenvolvendo em um ritmo sem precedentes, alguns já no estágio final”.

A diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, vem insistindo há várias semanas que é fundamental que todas as inovações sejam produzidas em grande escala para o benefício de todos os países.

“Este esforço deve incluir ajuda multilateral para distribuir doses (de vacinas) a todos os países a preços acessíveis”, acrescentou Gopinath.

Enquanto se espera por uma vacina, o FMI mais uma vez recomenda aos governos que mantenham a ajuda para os mais pobres e aumentem os gastos públicos com foco em projetos “verdes” geradores de mais empregos.

As reuniões do FMI e do BM são realizadas em formato virtual de 12 a 18 de outubro de 2020.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. PedrÓDIO, ataca mais uma vez. Se tiver a notícia de uma topada fatal na Gentil Ferreira, é capaz dele citar Lula, Venezuela e Maduro.

  2. Essas notícias matam mais ratos que chumbinho, o rato mor de nove dedos e a anta ficam chiando com ratos na ponta de uma vassoura. O Brasil tem tudo para dar certo, agronegócio pujante, sub solo rico em minérios, muita terra rica em opções turísticas e por aí vai, pena que a nossa classe política não ajude, assim como adoramos com gestores incompetentes e ladrões do património público. O bêbado e a anta , escancararam as nossas fronteiras para as drogas, principalmente para vizinhos ruins e ditatoriais como Venezuela e Bolívia, isso foi triste.

    1. As aulas de português com Ana, como estão?

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Saúde

Mais duas drogas aceleram recuperação de pacientes com Covid-19; medicamentos promoveram rápida melhora das funções respiratórias

Foto: Wikimedia Commons

Dois estudos clínicos independentes – um conduzido por pesquisadores do Centro de Terapia Celular (CTC), em Ribeirão Preto, com o anticorpo monoclonal eculizumabe e outro por cientistas da Universidade da Pensilvânia (Estados Unidos) com uma droga experimental chamada AMY-101 – observaram um efeito anti-inflamatório importante, capaz de acelerar a recuperação de pacientes com Covid-19 em estado grave. Os resultados das duas pesquisas – que tinham como objetivo comparar o potencial terapêutico dos compostos – foram divulgados em artigo publicado na revista Clinical Immunology.

Os dois medicamentos foram administrados separadamente. O anticorpo monoclonal, que já é usado no tratamento de doenças hematológicas, foi testado em pacientes do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP). Já o candidato a fármaco desenvolvido pela farmacêutica norte-americana Amynda foi administrado a pacientes de um hospital em Milão, na Itália. Ambos apresentaram resultados promissores, mas como a molécula AMY-101 é mais barata e teve um desempenho ainda melhor no teste clínico, os dois grupos de pesquisa consideram testá-la em um grupo maior de pacientes no Brasil.

“Os dois compostos causaram uma resposta anti-inflamatória robusta que culminou em uma recuperação bastante rápida da função respiratória dos pacientes”, diz à Agência Fapesp Rodrigo Calado, coordenador do estudo no Hospital das Clínicas da FMRP-USP e integrante do CTC – um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) financiado pela Fapesp.

Os pesquisadores constataram que os benefícios terapêuticos do eculizumabe e da molécula AMY-101 foram proporcionados pela inibição de uma cadeia de proteínas do sangue responsáveis pela resposta imunológica, chamada sistema complemento.

A ativação persistente e descontrolada do sistema complemento é responsável pela resposta inflamatória exacerbada à infecção pelo Sars-CoV-2, caracterizada por um aumento sistêmico de citocinas pró-inflamatórias – conhecido como “tempestade de citocinas”.

Incapaz de impedir a infecção das células pelo vírus, o sistema complemento entra em uma espiral de ativação descontrolada e contínua que leva a uma infiltração maciça de monócitos e neutrófilos nos tecidos infectados. Esse quadro leva a danos inflamatórios persistentes das paredes dos vasos que circundam múltiplos órgãos vitais, à lesão microvascular disseminada e à trombose, culminando na falência de múltiplos órgãos.

“Estudos anteriores já apontavam o uso de inibidores do complemento como uma estratégia terapêutica promissora para melhorar a tromboinflamação em pacientes com Covid-19 e existiam relatos de casos com resultados positivos. Porém, não tinha sido elucidada a ação e avaliada a eficácia de medicamentos já usados no tratamento de doenças hematológicas causadas por alterações no complemento, como o eculizumabe, e candidatos a fármacos com essa função, a exemplo da AMY-101”, afirma Calado.

A fim de avançar nesse sentido, os pesquisadores fizeram dois estudos clínicos para comparar a eficácia biológica da eculizumabe com o peptídeo sintético AMY-101 em pequenas grupos independentes de pacientes com Covid-19 em estado grave.

Um grupo de dez pacientes internados no Hospital das Clínicas da FMRP-USP, com idade entre 18 e 80 anos, recebeu uma vez por semana durante o período de internação uma dose de 900 mg de eculizumabe – que inibe a proteína C5 do sistema complemento. Outros três pacientes internados em um hospital em Milão, na Itália, receberam durante a internação uma dose por semana de 5 mg de AMY-101, desenvolvida para inibir a proteína C3 do sistema complemento. Juntas, as proteínas C3 e C5 desempenham as atividades mais importantes no sistema complemento.

Os resultados das análises das respostas clínicas indicaram que o eculizumabe e a AMY-101 provocaram uma resposta anti-inflamatória robusta, refletida em um declínio acentuado nos níveis de proteína C reativa (CRP) e interleucina 6 (IL-6), que foi associado a uma melhora acentuada da função pulmonar dos pacientes.

A inibição da proteína C3 pela molécula AMY-101 proporcionou um controle terapêutico mais amplo, caracterizado pela recuperação mais rápida de linfócitos, declínio acentuado do número de neutrófilos e maior atenuação da tromboinflamação induzida pela resposta inflamatória exacerbada à infecção pelo Sars-CoV-2.

“Os resultados dos ensaios clínicos mostram que a inibição de componentes do sistema complemento causa uma diminuição bastante intensa da inflamação”, afirma Calado.

Novo estudo clínico

Em razão dos resultados promissores dos dois ensaios clínicos, os pesquisadores do CTC e da Universidade da Pensilvânia estão planejando realizar um estudo clínico de fase 3, com a participação de mais de 100 pacientes com Covid-19 em estado grave. Os pacientes serão tratados apenas com AMY-101, a fim de avaliar a eficácia da molécula de modo mais amplo.

O estudo será conduzido no Hospital das Clínicas da FMRP-USP e envolverá, provavelmente, outras instituições de pesquisa no país.“Uma das vantagens da AMY-101 é que o custo é muito menor do que o eculizumabe, que é um medicamentos mais caros”, compara Calado.

O artigo Complement C3 vs C5 inhibition in severe COVID-19: early clinical findings reveal differential biological efficacy (DOI: 10.1016/j.clim.2020.108598), de Dimitrios C. Mastellos, Bruno G. P. Pires da Silva, Benedito A. L. Fonseca, Natasha P. Fonseca, Maria A. Martins, Sara Mastaglio, Annalisa Ruggeri, Marina Sironi, Peter Rader macher, Akrivi Chrysanthopoulou, Panagiotis Skendros, Konstantinos Ritis, Ilenia Manfra, Simona Iacobelli, Markus Huber-Lang, Bo Nilsson, Despina Yancopoulou, E. Sander Connolly, Cecilia Garlanda, Fabio Ciceri, Antonio M. Risitano, Rodrigo T. Calado e John D. Lambris, pode ser lido na revista Clinical Immunology em www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1521661620307580.

Galileu via AGÊNCIA FAPESP

Opinião dos leitores

  1. Se for um medicamento barato podem ter certeza que a oms não vai aprovar.
    Alguém tem dúvida?

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Economia

Mercado melhora previsão e passa a prever tombo de 5,11% no PIB de 2020

Os economistas do mercado financeiro melhoraram sua estimativa para a queda do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, que passou de 5,31% para 5,11%.

A expectativa faz parte do boletim de mercado, conhecido como relatório “Focus”, divulgado nesta segunda-feira (14) pelo Banco Central (BC). Os dados foram levantados na semana passada em pesquisa com mais de 100 instituições financeiras.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

A expectativa para o nível de atividade foi feita em meio à pandemia do novo coronavírus, que tem derrubado a economia mundial e colocado o mundo no caminho de uma recessão. Nas últimas semanas, porém, indicadores têm mostrado o início de uma retomada da economia brasileira.

No mês passado, o governo brasileiro manteve a expectativa de queda de 4,7% para o PIB de 2020.

O Banco Mundial prevê uma queda de 8% no PIB brasileiro e o Fundo Monetário Internacional (FMI) estima um tombo de 9,1% em 2020.

Em 2019, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB cresceu 1,1%. Foi o desempenho mais fraco em três anos. Nos três primeiros meses de 2020, foi registrada uma retração de 1,5% na economia brasileira.

Para 2021, a expectativa do mercado financeiro de crescimento do PIB foi mantida em 3,50%.

Inflação abaixo de 2%

Segundo o relatório divulgado pelo BC nesta segunda-feira, os analistas do mercado financeiro elevaram a estimativa de inflação para 2020 de 1,78% para 1,94%. Foi a quinta alta seguida do indicador.

A expectativa de inflação do mercado para este ano segue abaixo da meta central, de 4%, e também do piso do sistema de metas, que é de 2,5% em 2020.

Pela regra vigente, o IPCA pode oscilar de 2,5% a 5,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Quando a meta não é cumprida, o BC tem de escrever uma carta pública explicando as razões.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2021, o mercado financeiro subiu de 3% para 3,01% sua previsão de inflação. No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,25% a 5,25%.

Taxa básica de juros

Após a queda para a mínima histórica de 2% ao ano no começo de agosto, o mercado segue prevendo manutenção da taxa básica de juros da economia, a Selic, neste patamar até o fim deste ano.

Para o fim de 2021, a expectativa do mercado passou de 2,88% para 2,50% ao ano. Isso quer dizer que os analistas seguem estimando alta dos juros no ano que vem, embora em menor intensidade.

Outras estimativas

Dólar: a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 permaneceu em R$ 5,25. Para o fechamento de 2021, ficou estável em R$ 5 por dólar.

Balança comercial: para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2020 subiu de US$ 55 bilhões para US$ 55,15 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado avançou de US$ 53,35 bilhões para US$ 53,40 bilhões de superávit.

Investimento estrangeiro: a previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2020, continuou em US$ 55 bilhões. Para 2021, a estimativa subiu de US$ 65,48 bilhões para US$ 66,48 bilhões.

G1

 

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Economia

Índices da FGV revelam melhora no mercado de trabalho no país em fevereiro

Foto: Olimpíada do Conhecimento 2019/Vinicius Magalhaes/Direitos Reservados

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp), medido pela Fundação Getulio Vargas, caiu 0,3 ponto em fevereiro, ficando em 92,0 pontos no mês. A ligeira queda ocorre após três meses consecutivos de alta. Já nas médias móveis trimestrais, o indicador mantém trajetória ascendente pelo quarto mês seguido, com alta de 1,2 ponto em relação ao mês anterior.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (6) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Varas (FGV-Ibre). De acordo com o economista da instituição Rodolpho Tobler, o resultado mostra que a recuperação do mercado de trabalho não é consistente e exige cautela.

“Apesar da trajetória positiva do mercado de trabalho nos últimos meses, a ligeira queda pode sugerir cautela com a continuidade da recuperação considerando o cenário de alta incerteza econômica”.

Já o Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) caiu 0,6 ponto e ficou em 91,9 pontos em fevereiro, o menor nível desde agosto de 2015, quando o indicador somou 89,5 pontos. Assim como a taxa de desemprego, quanto menor o número do ICD, melhor o resultado.

Foi a segunda queda seguida em médias móveis trimestrais, com recuo de 1,4 ponto, e a terceira mensal. Para Tobler, isso indica continuidade da queda da taxa de desemprego no início de 2020. “O indicador se aproxima dos níveis do início da última recessão, mas se encontra em patamar elevado, mostrando que ainda há um longo caminho de recuperação”, diz ele.

Segundo o FGV-Ibre, quatro dos sete componentes do IAEmp contribuíram para o recuo de fevereiro, com destaque para a queda de 4,6 pontos, na margem, do indicador que mede o grau de otimismo em relação ao emprego para consumidores nos próximos seis meses. O indicador de Tendência dos Negócios caiu 2,6 e o do Emprego Previsto no setor de Serviços recuou 2,2 pontos.

No ICD, a maior influência foi da classe familiar com renda superior a R$ 9.600.00, que teve o Emprego Local Atual (invertido) variando 2,6 pontos na margem. Em seguida vem a classe familiar com renda entre R$ 2.100.00 e R$ 4.800.00, que teve variação de 1,4 ponto no indicador de emprego (invertido).

O IAEmp combina séries de dados extraídas das Sondagens da Indústria, de Serviços e do Consumidor, para antecipar os rumos do mercado de trabalho no país. O ICD reúne dados desagregados em quatro classes de renda familiar da Sondagem do Consumidor e capta a percepção do entrevistado sobre as condições atuais do mercado de trabalho.

Agência Brasil

 

Opinião dos leitores

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Economia

Dólar reduz alta e se afasta de R$4,50 com melhora no Ibovespa e mercados externos

Foto: REUTERS/Ricardo Moraes

O dólar desacelerava a alta ante o real na tarde desta quinta-feira, operando na casa de 4,47 reais depois de superar 4,50 reais na máxima do pregão, no fim da manhã, conforme o Ibovespa se recuperava e os mercados externos de forma geral melhoravam o sinal depois da liquidação dos últimos dias.

Às 15:43, o dólar avançava 0,64%, a 4,4726 reais na venda. Às 11h39, a cotação bateu 4,5030 reais, pico histórico intradia.

Na B3, o dólar futuro de maior liquidez tinha alta de 0,25%, a 4,4620 reais, após máxima de mais cedo de 4,5020 reais.

O Ibovespa <.BVSP> subia 0,25% após cair 2,36% na mínima do dia. Moedas emergentes reduziam as perdas ante o dólar, que também diminuía as quedas frente a iene e franco suíço , ativos demandados em momentos de turbulência.

Veja gráfico das cotações do dólar/real e dólar/iene a partir de 12h desta quinta. À medida que o dólar desacelerava a queda frente ao iene, o real reduzia as perdas ante a moeda dos EUA:

Os mercados operaram em forte queda mais cedo diante dos temores de que a propagação do coronavírus pelo mundo possa afetar a economia global. Um porta-voz do FMI dissera mais cedo que o coronavírus claramente terá um impacto no crescimento econômico global e o Fundo Monetário Internacional provavelmente reduzirá sua previsão de crescimento como resultado.

Mas a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, minimizou o impacto econômico da epidemia de coronavírus em uma entrevista publicada nesta quinta-feira, dizendo que ainda não estava causando danos econômicos duradouros.

Mais cedo, em ação de apoio ao real, o BC vendeu 1 bilhão de dólares em contratos de swap cambial tradicional para conter a volatilidade. Na véspera, a autoridade monetária havia colocado 500 milhões de dólares nesses ativos, em oferta líquida.

Terra, com Reuters

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Economia

Indicadores de mercado de trabalho iniciam 2020 com melhora e sugerem perspectivas mais favoráveis

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Os dois indicadores do mercado de trabalho da Fundação Getulio Vargas (FGV) registraram melhora em janeiro deste ano, em relação ao mês anterior. O Indicador Antecedente de Emprego, por exemplo, subiu 2,4 pontos e atingiu 92,3 pontos em uma escala de zero a 200 pontos, o melhor nível desde abril de 2019 (92,5 pontos).

O Indicador Antecedente de Emprego busca antecipar tendências do mercado de trabalho para os próximos meses, com base na avaliação de consumidores e de empresários da indústria e dos serviços.

O outro índice, chamado de Indicador Coincidente de Desemprego, recuou 2,8 pontos e atingiu 92,5 pontos, o menor nível desde fevereiro do ano passado (92,1 pontos). Este indicador medido com base na avaliação dos consumidores sobre o desemprego atual, no entanto, tem a escala invertida, em que a pontuação menor significa um resultado mais favorável.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Esse povo precisa ser estudado. Quando o Brasil crescia 7% ao ano, com taxa de desemprego pouco acima de 4%, diziam que o país estava na merda. Agora, em recessão, desemprego em 12 milhões de pessoas (apesar da maquiagem que é contabilizar bico como emprego) acham que o país está "prosperando". E o pior, quando denunciamos isso acham que tudo se resume a uma questão de "esquerda" ou "direita". Não há narrativa falaciosa que se sobreponha a realidade dos fatos. Vamos ver por quanto tempo ainda vão sustentar essa falácia da "economia bombando."

  2. Enquanto os cães ladram, a caravana passa. Ou seja, enquanto os esquerdopatas e seus aliados corruptos (corrupção não tem ideologia, embora tenha LADO) continuam fazendo oposição cerrada e irresponsável ao governo federal (consequentemente ao Brasil), nosso país continua melhorando, saindo do buraco em que os governos do PT nos enfiaram. E o RN, como está? E o futuro do estado?

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Diversos

Atividade física melhora a qualidade do esperma, mostra estudo

Foto: (Érika Lourenço/Superinteressante)

Se você precisava de um motivo para voltar à academia, aqui está: exercício faz bem até para os seus descendentes.

Um estudo feito na China analisou a qualidade do esperma de mais de 700 candidatos a doar sêmen. Foram examinados a concentração de espermatozoides por ejaculação, seu formato e mobilidade dentro do aparelho reprodutor feminino.

Junto das amostras, participantes faziam relatório de atividade física semanal. Valia de tudo, de exercícios mais intensos até tarefas domésticas simples. Os homens mais ativos apresentaram espermatozoides mais ágeis em comparação aos sedentários – o que obviamente melhora a taxa de fecundidade. A concentração e formato dos espermatozoides, no entanto, não mudaram.

Mas isso não significa que você deva se matar de malhar em prol dos seus gametas sexuais. Estudos anteriores também mostraram uma associação entre exercícios em demasia e a infertilidade.

Super Interessante

Opinião dos leitores

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Economia

FMI melhora previsão de crescimento do Brasil em 2020 e vê recuperação da economia global em ritmo mais lento

Foto: Reprodução/G1

O Fundo Monetário Internacional (FMI) melhorou a previsão para o crescimento da economia brasileira em 2020. No relatório “World Economic Outlook”, divulgado nessa segunda-feira (19), o órgão estima que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deve avançar 2,2% neste ano, uma alta de 0,2 ponto percentual em relação ao cenário traçado em outubro.

Para 2021, a projeção é de alta de 2,3%, uma redução de 0,1 ponto percentual em relação ao relatório anterior.

O Fundo também elevou a estimativa do crescimento do PIB do Brasil em 2019, de uma alta de 0,9% para um avanço de 1,2% – acima da previsão do governo federal, que projeta uma alta de 1,12%. O resultado oficial do PIB do ano passado será divulgado em março pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Ao melhorar as projeções para o Brasil, o FMI citou no relatório um “sentimento de melhora” após a aprovação da reforma da Previdência e a recuperação da produção do setor de mineração, que no ano passado teve forte retração após o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG).

FMI reduz estimativas de crescimento global

No relatório, o FMI revisou também para baixo as estimativas para o desempenho da economia global, apontando para um ritmo de recuperação em 2020 mais lento do que o estimado no último relatório.

Segundo o Fundo, o PIB mundial deve crescer 3,3% neste ano, após avanço de 3,6% em 2018 e desaceleração para 2,9% em 2019. Em relação ao relatório de outubro, a projeção para 2020 representa uma queda de 0,1 ponto percentual. Já a estimativa para a alta em 2021 foi reduzida em 0,2 pontos percentuais, para 3,4%.

“A revisão reflete principalmente surpresas negativas à atividade econômica em alguns mercados emergentes economias, principalmente a Índia, o que levou a uma reavaliação das perspectivas de crescimento nos próximos dois anos. Em alguns casos, essa reavaliação também reflete o impacto do aumento da agitação social”, destaca o FMI.

No relatório, que trouxe o título “Estabilização provisória, recuperação lenta?”, o Fundo afirma que, apesar de notícias mais favoráveis para a economia global nos últimos meses, como o acordo comercial inicial entre Estados Unidos e China e a diminuição das preocupações de um Brexit sem acordo, ainda são poucos os sinais de viradas nos dados macroeconômicos.

“Os riscos negativos, no entanto, permanecem proeminentes, incluindo o aumento das tensões geopolíticas, principalmente entre os Estados Unidos e o Irã”, avalia o órgão.

Para os mercados emergentes e em desenvolvimento, o FMI prevê expansão de 4,4% em 2020 e 4,6% em 2021, ante os 3,7% estimados para 2019. Entre os países emergentes com previsão de crescimento abaixo da médio global em 2020, além do Brasil, estão México (1%), Rússia (1,9%) e África do Sul (0,8%).

EUA e China

Para o PIB dos Estados Unidos, a projeção é de crescimento de 2% neste ano e de 1,7% em 2021, após um avanço estimado em 2,3% em 2019. No relatório anterior, a previsão era de alta de 2,1% em 2020.

Para a China, a projeção é de avanço de 6% em 2020 (aumento de 0,2 pontos percentuais em relação a outubro) e de 5,8% em 2021 (redução de 0,1 ponto percentual).

América Latina

Para a região da América Latina e Caribe, as projeções de crescimento foram reduzidas para taxas de 1,6% em 2020 e de 2,3% em 2021, após uma estimativa de alta de apenas 0,1% em 2019.

Segundo o FMI, as revisões para baixo se devem principalmente a uma piora das perspectivas para o México e também à redução das previsões para o crescimento do Chile, que tem sido “afetado por distúrbios sociais”.

“Estas revisões são parcialmente compensadas por um aumento previsão para o Brasil em 2020, que se deve ao sentimento de melhora após a aprovação da reforma previdenciária e o declínio das interrupções no fornecimento no setor de mineração”, destacou.

G1

Opinião dos leitores

  1. Com gente honesta e capacitada cuidando do Brasil o resultado só poderia ser esse.
    O Brasil hoje tem uma família cuidando dele com seriedade.
    Tiramos um lixo do poder que nem pra reciclar presta.
    O passado foi ruim, nebuloso
    Hoje só alegria vemos rostos alegres tamanha é a confiança no Brasil

    1. Com tamanha cara de pau! O triste disso tudo é ver pessoas como você se identificar com o tirano o ¨Bolzossauro¨.

    2. Pq tirano? Cite aí as medidas autoritárias dele. É só histeria dos derrotados.

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Economia

Indicadores de mercado de trabalho apresentam melhora em dezembro, informa FGV

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Os dois indicadores do mercado de trabalho da Fundação Getulio Vargas (FGV) apresentaram melhora em dezembro de 2019, em relação ao mês anterior. O Indicador Antecedente de Emprego (Iaemp), que busca antecipar tendências do mercado de trabalho com base na opinião de consumidores e de empresários da indústria e dos serviços, cresceu 1,5 ponto.

Com isso, o Iaemp atingiu 89,9 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Esse é o maior patamar do indicador desde abril de 2019 (92,5 pontos).

Segundo o pesquisador da FGV Rodolpho Tobler, as expectativas para o mercado de trabalho se tornaram mais favoráveis no último trimestre, mas seguem em um patamar ainda baixo, o que mostra que “há um longo caminho pela frente”.

Outro índice da FGV é o Indicador Coincidente de Desemprego (ICD), que busca mostrar a opinião dos consumidores sobre a situação atual do desemprego. O ICD, que é medido em uma escala invertida de zero a 200 pontos (em que a pontuação maior é mais negativa), caiu 0,8 ponto, para 95,3 pontos. Segundo Tobler, apesar da melhora, o ICD não se recuperou da alta do mês anterior.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Se a governadora tivesse pago o salário de novembro de 2018 como ela garantiu e não cumpriu, as coisas estariam um pouco melhor aqui em casa. Não aguento mais pagar tanto juro!

    1. ue? mas isso ai vem de longe. se robinson tivesse pago. nao votei na governadora, mas o q se vê é querer jofgar tudo na conta dela. o q não é vdd. desde rosalba q atrasa.

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Política

Bolsonaro tem melhora e deve reassumir Presidência nesta sexta

Foto: REUTERS/Rahel Patrasso/Direitos reservados

O presidente Jair Bolsonaro apresentou melhora do quadro de saúde e manteve a previsão de reassumir a Presidência da República nesta sexta-feira (13). Bolsonaro licenciou-se do cargo domingo (8), para submeter-se a uma cirurgia de tratamento de uma hérnia incisional na região do abdome. Foi a quarta operação pela qual o presidente passou desde que sofreu uma facada em setembro do ano passado, durante a campanha eleitoral. O vice-presidente, Hamilton Mourão, está no exercício da Presidência.

“O presidente assumirá, a partir de amanhã, a Presidência da República”, informou o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, durante a entrevista coletiva para comentar o estado de saúde do presidente, que está internado no Hospital Vila Nova Star, na zona sul paulistana. De acordo com Rêgo Barros, está mantida a viagem de Bolsonaro para partiripar da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) em Nova York, no dia 24 deste mês.

Segundo o boletim médico, Bolsonaro apresentou “evolução clínica favorável” e tem “recuperação progressiva dos movimentos intestinais”. O presidente também não tem dores, febre ou sinais de infecção. “Nós fizemos avaliação do fígado, dos rins e a hematológica, mostrando que os glóbulos brancos estão em número adequado, sem nenhum sinal de infecção ou de complicação”, acrescentou o cirurgião-chefe da equipe que acompanha o presidente, Antônio Luiz Macedo.

Alimentação

Bolsonaro continua recebendo alimentação endovenosa (pelas veias). Na segunda-feira (9), o presidente chegou a começar uma dieta líquida, com gelatina, chás e caldo ralo. No entanto, essa etapa teve de ser suspensa após dificuldades no funcionamento dos intestinos do presidente. Segundo Macedo, a quase paralisia dos movimentos do órgão está ligada à presença de gases e ao próprio trauma.

Para contornar o problema, foi introduzida, pelo nariz, uma sonda que vai até o sistema digestivo. O aparelho retira o excesso de gás e líquido. De acordo com o cirurgião, a sonda deve ser retirada em breve. “A sonda gástrica drenou bastante ar e líquido ontem [11]. Da noite para agora, parou a drenagem. Então, provavelmente, o intestino está retomando a função, pegando o material hidroaéreo [ar e líquido] e está jogando para baixo em direção ao intestino, explicou Macedo.

Com a recuperação dos movimentos intestinais, Bolsonaro deve passar a receber novamente a dieta líquida por “um ou dois dias”, informou o médico. Depois desse período, o presidente passa para a alimentação cremosa. De acordo com Macedo, nesse estágio, o presidente está apto para retomar as atividades e até viajar. “A cremosa já permite que ele possa trabalhar. Já tem calorias suficientes para ele poder até viajar”, acrescentou.

Visitas

Por recomendação médica, o presidente tem evitado receber visitas. Rêgo Barros disse, no entanto, que, caso os encontros sejam necessários, especialmente a partir de amanhã, com Bolsonaro de volta ao cargo, o presidente receberá autoridades. “As visitas continuam restritas, mas não impeditivas. Eventualmente, se for necessário, o senhor presidente da República receber alguma autoridade, ele o fará”, ressaltou o porta-voz.

Bolsonaro está acompanhado da esposa, Michele, e do filho Carlos, que é vereador na cidade do Rio de Janeiro pelo PSC. Uma ala do hospital foi disponibilizada para a equipe da Presidência e para a família de Bolsonaro.

Agência Brasil

 

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