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Produtor cultural faz greve de fome para Prefeitura lhe pagar o que deve

O produtor cultural Nelson Rebouças iniciou por volta das 11h desta terça-feira (21), uma greve de fome na sede da Fundação Cultural Capitania das Artes (Funcarte), visando reivindicar o pagamento dos artistas e músicos que se apresentaram no Dia da Poesia de 2010. A soma dos cachês referentes as apresentação do músico Geraldo Carvalho, da banda Rosa de Pedra, do Poeta Paulo Varela e da companhia Tropa Trupe de Teatro correspondem a R$ 10 mil e 80 reais, porém desde março do ano passado, o pagamento não foi realizado

Idealizador de projetos musicais como “Poticanto” e “Cantando e Conversando”, Nelson afirma que conversou com o presidente da Funcarte Roberto Lima, e ele assegurou que o depósito do pagamento seria realizado, fato que não ocorreu. Com a nota fiscal em mãos, emitida em 13 de abril de 2010 pela empresa C.B. de Alencar ME, o produtor pretende permanecer no local por tempo indeterminado.

“Estou nessa mobilização sozinho, mas quem se sentir prejudicado e quiser contribuir, pode participar”, assegurou. Nelson Rebouças pretende ficar instalado no Hall de entrada do prédio da Funcarte, até que o pagamento seja realizado.

Informações do Diario de Natal

 

Comentário (1) enviar comentário
  1. Alexandre Magno disse:

    É lastimável o tratamento dado aos artistas locais.
    Muitas vezes, e isso não é novidade alguma, tem-se a prática ERRADA de querer confundir o procedimento de inexigibilidade de licitação para a contratação de artistas, com a não necessidade de ter o procedimento de contratação. É uma pratica irregular muito comum a do : " faz aí que depois fazemos o processo e empenho".

    Muitos artistas caem nessa!

    É bom que saibam que este procedimento além de irregular, é ilegal. É o famoso " Show fiado" e não dá amparo para cobranças sem que tenha a boa vontade do contratante.

    Digo isso pensando assim: se vou dispensar de licitação, mesmo assim preciso da dotação orçamentaria, da alocação do recurso, do empenho,etc. E isso tudo ANTES do ato da contratação ou execução do bem ou serviço.
    Se não foi feito, como posso pagar?

    Uma pergunta básica: realmente é calote da prefeitura ( não estou defendendo-os), ou faz parte do famoso show fiado?

    Amigo, prefiro que seja calote a acreditar que vocês ou quem seja, esteja ainda em outra prática.

    Boa sorte no seu pleito.

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