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FOTO: 'Termômetro' para Copa, protestos mobilizam menos que o esperado

2014-714468311-2014051506451.jpg_20140515A quinta-feira foi marcada por protestos em diversas cidades do Brasil. A maioria das manifestações criticava os gastos do governo com a Copa do Mundo, mas também houve protestos de grupos como profissionais em greve e associações de sem-teto.

Apesar das mobilizações em 14 capitais do país e algumas ações de impacto, a mobilização ficou aquém do esperado pelos grupos envolvidos na convocação dos protestos, que anunciavam a volta das grandes multidões de manifestantes às ruas, como em junho do ano passado.

Os protestos simultâneos, batizados de “15M” pelos organizadores, eram considerados por analistas e membros do governo como um “termômetro” de como poderiam ser as manifestações populares durante a Copa do Mundo.

Coordenados pelo Comitê Popular da Copa de São Paulo e com participação de dezenas de movimentos sociais, grupos de estudantes, sindicatos e diferentes entidades, os protestos desta quinta-feira reuniram poucos milhares de pessoas, concentrados em menos cidades do que o anunciado inicialmente.

Os organizadores também haviam anunciado a realização de protestos internacionais, em várias cidades do mundo, mas não houve nenhuma mobilização significativa contra a Copa do Mundo fora do Brasil.

Movimentos organizados

O que se viu nas ruas do Brasil nesta quinta-feira foi, de fato, um número menor de manifestantes exclusivamente ligados aos grupos anti-Copa ou até sem afiliação alguma, como em junho do ano passado, e um contingente muito mais expressivo de diferentes movimentos sociais organizados e setores já em greve ou ameaçando paralisações.

As maiores mobilizações ocorreram em São Paulo, onde um protesto de sem-teto pela manhã reuniu cerca de 2 mil pessoas em frente ao Itaquerão, estádio que sediará a abertura da Copa, 5 mil professores da rede municipal em greve fizeram passeata em vias do centro expandido e cerca de 1.500 protestaram à noite contra os gastos para a Copa na avenida Paulista.

No centro do Rio, professores que marchavam por melhores condições de trabalho se uniram a manifestantes que protestavam contra a Copa. Houve alguns confrontos e a polícia usou spray de pimenta para dispersar manifestantes.

Em Recife, o dia foi caótico, com o envio da Força Nacional e do Exército para tentar conter saques e distúrbios após três dias de greve da Polícia Militar – que já cruzou os braços no mês passado em Salvador, e, segundo analistas, ameaça parar também no Rio Grande do Norte. Os policiais pernambucanos decidiram encerrar a greve por volta de 20h, depois de serem vistas cenas como a de um grupo dando tiros para o alto e dando início a um saque a um supermercado.

Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre também tiveram protestos, e na capital mineira houve mais confrontos do que no Rio, por exemplo, mas nada comparável às cenas registradas na capital paulista.

Outra diferença são as demandas atuais. Em junho de 2013, os manifestantes tinham como demandas mais concretas as exigidas pelo Movimento do Passe Livre (MPL) – redução das tarifas e adoção do passe livre – em meio a uma série de outras queixas bastante amplas, como corrupção, falta de investimentos em saúde e educação, e gastos com a Copa.

Agora, há grupos com demandas muito específicas, como moradia. Em São Paulo, não só o problema é palpável e diário, como os movimentos tomam ação concreta (vide as mais de 20 ocupações em curso, inclusive a que ocorre a poucos metros do estádio que sediará a abertura da Copa).

“O momento é extremamente difícil. Nós estamos há três anos tentando contato com o governo. Temos reintegrações de posse marcadas, remoções forçadas. Aumento dos aluguéis, pessoas perdendo moradia. Em abril os movimentos realizaram mais de 20 ocupações só em São Paulo”, explica à BBC Brasil Benedito Roberto Barbosa, de 53 anos, advogado e membro da coordenação da UMM (União dos Movimentos de Moradia).

Ele diz que duas reintegrações de posse estão marcadas na capital paulista para os dias 25 e 30 de junho, já durante o Mundial, e que certamente haverá resistência. “A questão da moradia mostra duas das faces mais perversas dos efeitos do megaevento para o país. De um lado as remoções forçadas para as obras, e do outro a especulação que faz com que os preços dos aluguéis se tornem impagáveis”, diz.

Planalto e protestos na Copa

Diante deste cenário, é difícil prever o que está por vir nestes 26 dias que antecedem o Mundial e também durante o torneio.

Relatos apontam que na visão do Planalto houve”baixa adesão” e que tanto a presidente Dilma Rousseff quanto seus principais assessores comemoraram como positivo o saldo desta quinta-feira, que poderia ter sido uma reedição de junho de 2013 caso as mobilizações tivessem tomado as proporções que seus organizadores esperavam.

Mas seja com o retorno do público que saiu às ruas no ano passado ou com a nova configuração que mescla sindicalistas, movimentos sociais e estudantes, uma eventual intensificação dos protestos durante a Copa pode forçar o governo a colocar em prática sua estratégia de segurança de quase R$ 2 bilhões e fazer uso das milhares de armas não letais (como balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo) compradas nos últimos meses – o que certamente deve ter um impacto internacional, como afirmou recentemente à BBC Brasil o especialista americano Christopher Gaffney.

“Para os executivos e grandes corporações internacionais, agrada ver que o Estado brasileiro está disposto a usar a força para defender seus interesses. Para o turismo e para mostrar que aqui se vive um estado democrático de direito, no entanto, será péssimo se as cenas de violência de junho do ano passado se repetirem agora”, avalia o geógrafo, que é professor-visitante de pós-graduação na Universidade Federal Fluminense (UFF) e vem analisando as mudanças em curso no Brasil devido aos grandes eventos.

UOL via BBC Brasil

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  1. Afra Andrade disse:

    Temos em nosso país, uma saúde que mutila e mata a míngua seus patriotas, uma segurança pública ineficaz que expõe o cidadão as piores aberrações já vistas neste planeta, uma educação que é de dar vergonha, temos uma corja de políticos farsantes que vivem da miséria do povo, somos a sétima potência econômica do mundo e também uma das primeiras em corrupção. É esse mesmo (Brasil) o país “da copa”, da pouca vergonha, dos altos impostos, da roubalheira e da impunidade!

  2. Júlio Dalcin disse:

    Tá minguando. " Nós podemos falar de futuro."

  3. TITICO disse:

    SÓ TAVA A IMPRENSA BOTANDO PILHA. VERGONHA, VAMOS TRABALHAR PARA CONTINUAR MUDANDO NOSSO PAÍS. O MUNDO ESTÁ NO BRASIL E DEVEMOS FAZER O MELHOR.

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Justiça nega pedido de liminar para proibir "tropa de braço" da PM em protesto

A Justiça de São Paulo negou hoje (13) pedido de liminar em mandado de segurança apresentado pelo grupo Advogados Ativistas que pedia a proibição da chamada “tropa de braço” da Polícia Militar (PM) na manifestação contra a Copa do Mundo programado para hoje. A decisão é provisória e cabe recurso.

Em seu pedido, os Advogados Ativistas, grupo formado por voluntários da área jurídica que acompanham as manifestações de rua em São Paulo, solicitaram o fim do cordão de isolamento e das revistas sem fundamento e ainda para que não houvesse ação policial contra os manifestantes. Os advogados pediram também que os policiais que atuarem na manifestação utilizem “de forma visível” a tarjeta de identificação, que não utilizem táticas de cercar e isolar participantes das marchas e que não sejam feitas prisões para averiguação.

No documento que foi encaminhado à Justiça, os advogados lembraram da última manifestação contra a Copa, ocorrida no dia 22 de fevereiro, quando 262 pessoas foram detidas, entre elas diversos jornalistas. “Enquanto a manifestação percorria pacificamente as ruas do centro de São Paulo, a Polícia Militar interrompeu, sem legítima causa, utilizando-se da tática denominada Panela de Hamburgo ou kettling, nome derivado do termo em inglês kettle para chaleira e do alemão kessel para caldeirão, técnica que consiste em cercar e isolar as pessoas dentro de um cordão policial para posteriormente encaminhá-las ao Distrito Policial. Feita a Panela de Hamburgo, os policiais fecharam a rua com dois cordões de isolamento, de forma a manter, nos limites dos mesmos, isolados, os manifestantes que, repita-se, permaneciam em atitude claramente passiva”, diz o pedido dos advogados.

O protesto Não Vai Ter Copa, feito em fevereiro, reuniu aproximadamente 1,5 mil pessoas. Os 262 detidos foram encaminhados para sete distritos policiais da região central da capital paulista. Todos foram liberados após prestarem depoimento. Durante o ato, agências bancárias foram depredadas e houve confronto entre manifestantes e policiais. De acordo com a PM, 2,3 mil homens participaram da operação, sendo 200 com treinamento em artes marciais.

Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) apontou que 19 jornalistas foram detidos ou agredidos durante esse protesto. Segundo o levantamento, em todos os casos os jornalistas apontaram a Polícia Militar como agressora.

O terceiro ato contra a Copa foi convocado pelo Facebook e, até o início da tarde de hoje, contava com a confirmação de quase 14 mil pessoas. O protesto está marcado para hoje, a partir das 18h, com saída prevista do Largo da Batata. “O Brasil receberá a Copa do Mundo de 2014, porém a população que não foi consultada é quem vai pagar o preço. Tudo não passa de um grande espetáculo com o dinheiro do contribuinte”, diz a mensagem no Facebook, que convida os internautas a participarem do protesto.

Procurada pela Agência Brasil, a Polícia Militar ainda não confirmou a intenção de utilizar a “tropa de braço” na manifestação de hoje.

Agência Brasil

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  1. neto disse:

    Esses profissional que esta defendendo esses vandalos por quer esses advogados nao leva eles para morar na casa deles ja que sao tam bonzinho esses bando de vagabundo isso e uma vergonha para agente nao adianta ja estao feitos todos os estadios entao fiquen calados

  2. Sergio Nogueira disse:

    Eu sinceramente me recuso a acreditar que com mais esse tipo de ação não exista um Advogado sequer que não se enoje com a lama que outros profissionais fazem questão de lançar à sociedade.
    Proibir a ação da PM contra essa corja de maconheiros, essa horda de vândalos? Como alguém se presta a isso? Talvez isso explique bem o conceito que essa outrora respeitada classe tem hoje nos mais variados meios de nossa população. Uma pena que não faz muito tempo usar o anel de rubi era motivo de orgulho, hoje de vergonha.

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Projeto federal veda anonimato em protestos

O projeto de lei que o governo enviará ao Congresso para conter a violência em manifestações aumenta as punições em caso de dano ao patrimônio público e proíbe mascarados de circularem sem identificação pelas ruas. Prevista para ser apresentada nesta semana, em regime de urgência, a proposta também prevê o agravamento da pena para quem cometer atos de lesão corporal.

“Quem quiser pintar o rosto pode pintar, mas o projeto veda o anonimato. É permitido o uso de máscara desde que as pessoas se identifiquem à autoridade policial”, disse ao Estado o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. “As pessoas têm de arcar com as consequências do que fazem, não podem se esconder atrás de uma camisa cobrindo o rosto. Ninguém pode se infiltrar em manifestações para depredar o patrimônio, agredir, matar e não ser punido.”

Pelo projeto de lei, os manifestantes mascarados que se recusarem a apresentar a identificação incorrerão em crime de desobediência. “E casos de reincidência configuram sanção penal mais elevada”, afirmou Cardozo.

A pena existente hoje para danos ao patrimônio público é de seis meses a um ano de reclusão. Na avaliação do governo, trata-se de penalidade “muito baixa”, que precisa ser reforçada. “Em vários países, como a França e o Canadá, existem leis mais duras, que garantem a liberdade de expressão, mas coíbem com rigor a prática de crimes, os atos de vandalismo. É isso que estamos fazendo”, insistiu o ministro.

O governo está preocupado com o clima de insegurança provocado no País perto da Copa do Mundo, num ano em que a presidente Dilma Rousseff disputará a reeleição. Além disso, na avaliação do Palácio do Planalto, a participação dos black blocs e mascarados em protestos provoca medo generalizado, sensação de descontrole e acaba diminuindo a adesão de pessoas que só querem se manifestar livremente.

Apesar desse diagnóstico, o governo não aprovou a ideia do secretário da Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, que dá nova configuração ao crime de formação de quadrilha. Para Beltrame, a quadrilha já poderia ser caracterizada quando duas pessoas – e não três, como é hoje – se reunissem para cometer atos ilícitos. Na semana passada, um cinegrafista da TV Bandeirantes foi morto após ser atingido por um rojão durante manifestação no Rio.

Crítica. A proposta de Cardozo, no entanto, já provoca polêmica. Na opinião do presidente da Força Sindical, Miguel Torres, o Palácio do Planalto quer restringir a liberdade de expressão. “Esse projeto é antidemocrático e chavista. Parece que estamos na Venezuela”, criticou Torres. “O que nos causa estranheza é ver integrantes do governo Dilma, que sofreram a repressão do Estado na época da ditadura, quererem agora criminalizar as manifestações com uma espécie de A-I 5 social.”

Cardozo negou que o projeto de lei tenha o objetivo de coibir atos públicos e protestos contra o governo. “Queremos garantir a liberdade de manifestação, mas vamos atuar com rigor contra a violência e a prática de crimes”, insistiu o ministro.

Estadão

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FOTOS: Por segurança, moradores interditam rodovia em Baraúna-RN

82f9e6c4fcf79375b91482bbe18b0a7c d50b82752a64da7c02acce3fb8978ea5Fotos: Marcos Jacinto – Extraídas de O Câmera

Moradores de Baraúna, município situado na região Oeste do RN, e das comunidades vizinhas, interditaram a RN 015 na manhã desta segunda-feira (3) cobrando por segurança. O protesto está sendo realizado na comunidade de Juremal.  Segundo informações preliminares, muitos pneus e troncos de arvores estão sendo queimados no meio da via, que se encontra fechada para o trânsito. Apesar da fúria dos moradores, o movimento é considerado até o momento pacífico.

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Dilma convoca ministros para reunião de emergência sobre protestos anticopa

DilmaBicoAMar300Em viagem ao exterior, Dilma Rousseff convocou uma reunião de emergência para quando retornar ao Brasil. Chamou para o encontro três ministros: José Eduardo Cardozo (Justiça), Celso Amorim (Defesa) e Aldo Rebelo (Esportes). Pretende esboçar uma estratégia para lidar com os protestos contra a realização da Copa do Mundo.

Dilma tomou essa decisão após ouvir relato sobre as manifestações de rua ocorridas no final de semana, informa o Estadão. Num desses protestos, em São Paulo, a PM perseguiu um jovem de 22 anos. Baleado por um policial, o manifestante foi levado para o hospital, onde se encontra em estado grave.

Surpreendida pelo ronco de junho do ano passado, uma espécie de sorvo de gigante que levou embora quase metade de sua popularidade, a presidente agora se esforça para antever os fatos, esvaziando-os. Tenta evitar que as ruas voltem a ferver durante a Copa. Parece intuir que o prejuízo eleitoral pode ser grande.

Josias de Souza – UOL

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  1. Luciano disse:

    É só compara o que foi feito no RN pelo governo federal na época de Lula/Dilma com tudo que foi feito na época de FHC e cia. O grande problema do Brasil é gestão municipal e estadual….no RN a governadora do DEMO é exemplo de incompetência. Infelizmente para o menos esclarecidos, tudo de problema é colocado na conta do governo federal. Errado! Saúde e educação de base é dever do estado e múnicípio!!!! Para mim federalizava tudo!
    Será q a polícia federal é ruim? E o presídio federal de Mossoró? Já fugiu algum preso de lá? E as escolas técnicas federais? O ensino é bom nessas escola ou se assemelha as escolas de dona Rosa? E as UPAS com ajuda do governo Federal? E as BRs têm os mesmo padrões das RNs da dona Rosa?
    A gerência estadual é que é um desastre! A do município melhorou um pouco com a gestão do sr Carlos Eduardo.
    Para os mais novos que nao viveram os desastrososs anos 80 e 90, sugiro ao governo federal começãr a passar uns filmes mostrado o desespero da época…..

  2. Rômulo Sartoretto disse:

    Quando o país foi escolhido para sediar a copa, ninguém protestou. Quando a construção das arenas e seus respectivos valores foram exposto a público, ninguém protestou. Agora que a estrutura da Copa está praticamente pronta, querem protestar? Eu acho que os protestos estão totalmente fora de tempo. De que adianta, depois de todo o dinheiro público gasto, quererem sabotar o evento? A quem o fracasso da Copa do Mundo interessa? Quem está por trás desses pseudo-anarquistas que protestam querendo destruir tudo o que encontram pela frente? São perguntas que nos levam à reflexão…

  3. Carlos Alexandre disse:

    Isso é sério mesmo?
    O PT preparando uma operação ABAFA?
    Direito a liberdade de expressão e comunicação só vale para o PT quando não está no poder???
    Dizem que foi o PT que desvirtuou o foco dos protestos ano passado dando corda e visibilidade aos baderneiros , será??
    Vou repetir a pergunta que está na moda, Que país é esse?? Onde vamos chegar??

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Patrocinadores da Copa temem fazer promoções na rua por protestos

No início de seu planejamento para 2014, alguns patrocinadores da Copa do Mundo temem realizar promoções na rua durante o evento por temor de protestos como os que ocorreram na Copa das Confederações. Isso tem sido manifestado a empresas que organizam eventos de ativação dos patrocinícios, segundo apurou o blog.

No meio do ano passado, patrocinadores do Mundial tiveram prejudicadas suas atividades por conta das manifestações. A Coca-Cola, por exemplo, chegou a tampar outdoors próximos do Maracanã para evitar depredações.

Com temor de que isso se repita, alguns patrocinadores da Copa têm retardado o seu planejamento para aproveitar a exposição do evento pelo qual pagaram caro.  Há um temor de que eventos na rua, pelo menos mais próximo do Mundial, sejam alvo de protestos.

Atividades como cessão de ingressos estão em pleno curso porque não envolvem exposição na rua. Ou seja, são vistas como de baixo risco. Os bilhetes, aliás, são vistos como pontos-chave da promoção dos parceiros da Fifa, afinal, ingressos são um bem que poucos podem disponibilizar.

Já o planejamento para usar painéis, estandes e outdoors tendem a gerar mais cautela. Estão presentes na memória das empresas parceiras da Fifa as depredações feitas no terreirão do samba, no Rio de Janeiro, em um ônibus da entidade em Salvador e a lojas dos patrocinadores.

Uma das lembranças é que promotores das marcas da Copa não puderam vender as marcas nos arredores dos estádios da Copa das Confederações por conta das manifestações. Quando começaram a ocorrer conflitos, vários dos promotores tiveram de correr para dentro do estádio e desistir do contato com torcedores. O temor é de que isso volte a acontecer no Mundial, por isso, o planejamento de marketing está em suspenso.

Na verdade, já existe uma preocupação de que empresas que pagaram caro pela Copa não possam aproveitar todo o seu potencial. Claro que isso ainda depende do ambiente das ruas até junho quando começará, de fato, a Copa.

Rodrigo Mattos – UOL

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MPRN e demais órgãos atuarão de forma contundente contra protestos

O Ministério Público do Rio Grande do Norte participará dos esforços do Município de Natal e das polícias civil, militar e rodoviária federal, que atuarão integrados com planos emergenciais de pronta resposta para evitar que se repitam novos protestos com obstrução de vias públicas que causem danos à coletividade e ao regular fluxo de pessoas e veículos, como o registrado na última quarta-feira, dia 04/12, promovido por um pequeno grupo de permissionários do sistema de transporte alternativo.

Em reunião articulada pelo MP e realizada na manhã desta sexta-feira, dia 06/12, na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, foi deliberado pelo esforço conjunto para uma resposta contundente de todos os órgãos participantes, contra manifestações consideradas abusivas, irresponsáveis e criminosas.

Ficou certo que serão instaurados inquéritos policiais para apurar a responsabilidade de todos os autores dos fatos ocorridos no meio da semana, identificando supostamente àqueles que são permissionários do município, e que em se tratando do cometimento de novas manifestações semelhantes, a polícia deverá promover a apreensão e retirada imediata de qualquer instrumento utilizado para a obstrução das vias públicas, empregando progressivamente o uso da força necessária.

A mesma orientação para o desbloqueio das ruas e avenidas da cidade foi direcionada à autoridade municipal de trânsito que deverá usar seu poder de polícia para remoção de veículos, solicitando, caso preciso, o apoio policial.

Os representantes ministeriais reforçaram ao Procurador-Geral do Município a importância de se excluir da licitação do transporte qualquer cláusula imposta por grupos de pressão e comemoraram a decisão do desembargador Amaury Moura Sobrinho, que deferiu liminar em Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) proposta pelo MP, dispensando de aprovação da Câmara Municipal de Natal ato de concessão ou permissão do serviço público como o do transporte coletivo ou do lixo  urbano.

Entre as medidas para evitar abusos como o vivenciado na última quarta-feira e antecipar eventuais respostas, o Ministério Público Estadual e os demais órgãos envolvidos, alvos de Recomendação da Instituição, compartilharão informações estratégicas para o melhor cumprimento de suas atribuições.

MPRN

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  1. Luciana Morais Gama disse:

    No caso dos alternativos o Ministerio Publico deveria observar os seguintes topicos; 1) Quanto eh pago por ano de ISS pelos alternativos e se nao pagam, porque. 2) Verificar atraves de BLITZ ou pelo sindicato da categoria a documentaçao de todos os micros que circulam, se estao em dia com o pagamento de IPVA, seguro obrigatorio, seguro de passageiros, taxas do detran e quantidades de multas de transito que os mesmos tem e porque. 3) Solicitar as carteiras de motoristas de todos os condutores para saber se sao habilitados para a funçao. 4)Verificar se as carteiras de trabalhos dos motoristas e cobradores estao assinadas e se os salarios sao os das categorias. 5) Inspecionar o estado de manutençao dos micros, como estado dos pneus, freios, vidros, bancos etc. Fica aqui a minha simples ajuda, para que a populaçao tenha um transporte alternativo de QUALIDADE.

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PROTESTOS: MP discute medidas para evitar novos bloqueios de ruas de Natal

O Ministério Público Estadual realiza reunião na manhã desta quinta-feira, dia 05/12, às 10h, na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, em Candelária, para discutir sobre o protesto que parou a cidade em boa parte do dia de ontem, promovido por permissionários do sistema de transporte opcional de passageiros.

O MP vai definir medidas a serem adotadas nas áreas de atuação do Procurador-Geral de Justiça, das Promotorias de Justiça de Defesa do Patrimônio Público, Investigação Criminal e Cidadania, além do Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial, em face dos acontecimentos, para evitar que bloqueios de ruas como os que tem se registrado em Natal prejudiquem à população.

MPRN

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  1. Rosaldo disse:

    Volto a dizer: Bastaria o prefeito CASSAR A PERMISSÃO DO VEÍCULO que participar destas manifestações irresponsáveis, que acabaria esta bagunça. Esta classe está ficando cada vez mais atrevida. O mal se corta pela raiz.

  2. Martha Benevides disse:

    Há coisas muito mais importantes para o MP/RN se preocupar, como por exemplo: a falta de cumprimento das leis por parte do prefeito de Natal. Não entendo o porquê de tanto omissão do MP/RN com relação as coisas da prefeitura.

  3. Renato disse:

    Uma coisa é certa: Com a irresponsável atitude de ontem os permissionários ganharam a antipatia de grande parte da população natalense. Em face disso, qualquer atitude tomada pela gestão municipal em sentido contrário aos interesses desta classe, dificilmente contará com o repúdio dos natalenses. O Prefeito mesmo ganharia mais crédito com a população se desmarcasse esta reunião com estes irresponsáveis, do que se resolva mantê-la. Acredito que "o tiro saiu pela culatra" para estes insensatos permissionários.

  4. fernando fernandes disse:

    Caro blogueiro, com relação a ontem tenho um relato a fazer: minha mão que tem efisemar pulmonar e recentemente fez uma cirurgia para colocação de uma prótese, foi se consultar numa e foi liberada para voltar pra casa às 10:40, porem devido a essa bagunça ficou presa no trânsito só chegando em casa às 13,20hrs, perdendo horário de almoço, de tomar remédios e fazer sua necessidades e ressaltando que ela tem 78 anos de idade. A pergunta que se faz: quantos pessoas não passaram por essa mesma situação no dia de ontem, cadê as autoridades que não coíbem esse abusos, esse permissionários não tem pai e nem mãe, até quando iremos conviver com isso? Finalizando estou entrando com uma ação na justiça contra esses vândalos por tudo que minha mãe passou.

    • primo das primas disse:

      Acho que o responsavel legal é o sindicato. E voce tem toda a razão como cidadão em fazer isso, inclusive quando se sentir prejudicado e alguem correr risco de saude. Esse transtorno foi muito mais serio que os últimos, o quebra-quebra na câmara de vereadores. O passe-livre a população tambem nao apoiou os movimentos, mas poderia ter evoluido para uma situação como essa, caso houvesse meios deles causarem mais prejuizos a sociedade. Aqui fui muito criticado quando tratei dos riscos desse tipo de manifestação.

  5. Renato disse:

    Levando em consideração que o MPRN não tem poder para alterar o texto constitucional, então significa que eles não farão nada a respeito e esse release tem o simples objetivo de dar a falsa impressão que o MPRN está trabalhando no assunto. Qualquer um pode fazer protesto aonde quiser, basta avisar as autoridades previamente. Avisar não é pedir autorização. O mais ridículo é que quando a população é prejudicada no seu direito de ir e vir por causa de uma manifestação ela deveria, pelo menos em sua minoria, se envolver na solicitação daquela classe, pois muitas das vezes o benefício é coletivo. Mas não. O povo só quer saber de chegar logo em casa e a cidade que se exploda.

    • O roteirista disse:

      ??????
      "Qualquer um pode fazer protesto aonde quiser, basta avisar as autoridades previamente. Avisar não é pedir autorização. "
      ??????
      Desculpe caro Renato, mas seu raciocínio está completamente equivocado.
      Outra coisa, esse tipo de manifestação que procura causar o caos perde o apoio popular e consequentemente se enfraquece. Caos o povo só gosta de ver no cinema.

    • fernando fernandes disse:

      Renato, infelizmente você não tem mãe na condição que eu tenho para passar o que ela passou, pois se tivesse com certeza seu comentário seria outro.

    • Raimundo Nonato disse:

      Renato.
      Eu presenciei parte da "BADERNA" e o que ví foi o sofrimento da população em detrimento de interesses particulares, "BAGUNCEIROS" querendo apenas alguns minutos de fama, diante de policiais, que deveriam ser mais enérgicos, pois é de obrigação deles manter a paz públicas e assegurar ao povo o preceito constitucional garantindo o direito de ir e vir. Vi também quando um ocupante de uma VAN, quebrou o vidro da janela, simulando assim, uma depredação de um patrimônio, vi ainda, algumas crianças aflitas, gestantes sofrendo, deficientes visuais em apuros. Tudo isso por um problema que as autoridades tem o poder de resolver e espera que aconteça tudo isso, e mais a população é quem paga o "PATO" como sempre. E eu mais uma vez indignado vendo um babaca com um microfone na mão se achando o tal e pedindo dinheiro para pagar o carro de som. Como diz o Boris. "ISSO É UMA VERGONHA"

    • Paulo disse:

      Renato esqueceu que não existe direito fundamental absoluto na CF/88.
      Mesmo o direito de reunião não pode ser exercido de modo a impedir a realização dos direitos das outras pessoas. Todos tem direito à livre locomoção, à saúde etc… e não podem ter seus direitos esvaziados porque alguns tem direito de se reunir em local aberto.
      Os direitos tem de conviver em harmonia. As pessoas podem fazer passeatas ou reivindicações em locais públicos, mas devem fazê-lo de modo previamente organizado para que, por exemplo, uma ambulância que leva alguém acidentado não seja impedida de chegar ao serviço de urgência.

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O MAIS HUMILDE: Morador de rua é o 1º condenado após onda de protestos no país

 Um morador de rua é o primeiro condenado após participação em manifestação ocorrida no Rio neste ano –provavelmente, também o primeiro no país.

Acusado de porte de artefato explosivo, ele terá de cumprir cinco anos e dez meses de prisão em regime fechado, segundo decisão de primeira instância da Justiça estadual. Cabe recurso.

Rafael Braga Vieira, 26, foi detido em 20 de junho, dia da maior manifestação ocorrida na cidade, com participação de 300 mil pessoas, segundo especialistas da Coppe/UFRJ.

O protesto terminou com um rastro de destruição no centro. Naquele dia, cinco pessoas foram presas e três menores de idade foram apreendidos por policiais.

De acordo com a polícia e o Ministério Público, Vieira foi detido com dois coquetéis molotov saindo de uma loja abandonada na avenida Presidente Vargas.

‘PINHO SOL’

Na delegacia, ele afirmou ser morador de rua e catador de latinhas. A defesa alegou que nas garrafas havia desinfetante da marca “Pinho Sol” e água sanitária.

O caso ganhou as redes sociais. Em uma delas, o grupo Anonymous lançou uma campanha por sua liberdade.

O nome de Vieira e de outros presos durante manifestações consta do relatório encaminhado pela ONG Justiça Global à comissão de direitos humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos).

Em sua sentença, o juiz Guilherme Schilling Pollo Duarte, da 32ª Vara Criminal, considerou a versão da defesa “pueril” e “inverossímil”. De acordo com o magistrado, laudo pericial “atesta que uma das garrafas tinha mínima aptidão para funcionar como coquetel molotov”.

“O etanol encontrado dentro de uma das garrafas pode ser utilizado como combustível em incêndios, com capacidade para causar danos materiais, lesões corporais e o evento morte”, diz o juiz.

Duarte definiu a pena em regime fechado considerando a reincidência de Vieira. Ele já foi condenado e cumpriu pena duas vezes por roubo. Vieira já está preso preventivamente em Japeri.

A Defensoria Pública, responsável pela defesa dele, disse que não foi notificada.

Folha

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  1. Sergio Nogueira disse:

    Independente da condição social de quem participa destes atos de terrorismo urbano, as penas devem ser deveras. A sociedade não pode ficar refém de um grupelho de arruaceiros.

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Um Sete de Setembro único em 190 celebrados

Manifestações públicas de insatisfação houve muitas desde 1823, incontáveis em tantas cidades, fossem de sentido mais político ou mais social. Mas as referências oficiais a manifestações prometidas para este Sete de Setembro encobriram a verdadeira razão das medidas preventivas extraordinárias. Não foram manifestações que as motivaram.

Foi o temor, ou a convicção mesmo, de ataques depredadores indiscriminados, de grandes proporções e com ameaças pessoais implícitas, em várias capitais e cidades de porte maior. Uma ação de violência pública que nenhum Sete de Setembro pretextou jamais.

Mesmo as celebrações da dita Independência durante a paranoica ditadura militar não precisaram prevenir além de manifestações individuais e grupais com cartazes e coros, não ataques físicos. Prevenção, aliás, que nunca funcionou, levando às habituais reações de pancadaria e prisão.

Curiosa também, neste ano, é a completa desconexão entre os simbolismos pespegados no Sete de Setembro e as convocações para ocupá-lo sem nelas incluir, sequer remotamente, algo da ideia de nacionalidade, ou de soberania, de independência mesmo.

Pelo visto, não faria diferença se, em vez do Sete de Setembro, a celebração mais próxima fosse o Natal. Ou Finados.

Folha

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  1. Sergio Nogueira disse:

    Defendo que essas manifestações só tem servido para que um grupelho, em sua maioria formada por estudantes das federais em cursos de baixíssima expressão e importância, promovam arruaças. Eles não querem mudar nada, eles querem apenas quebrar e assustar.
    Como não recebem resposta a altura e quando recebem a imprensa lança a versão que eles são singelos e inocentes estudantes, eles ganham força para a próxima ação.
    Entreguem a solução aos Militares com carta branca e duvido que isso continue.

  2. francisco das c a costa disse:

    O POVO TÁ CONFUSO. O POVO TÁ COM MÊDO. O POVO NÃO SABE O QUE FAZER DIANTE DA DESGOVERNABILIDADE DESTE PAÍS. E PIOR AINDA A CAMARA FEDERAL TEM QUE VÊ SEU VALORES. O NEGOCIO É MUITO SÉRIO. OU FAZ OU DEIXA COMO ESTÁ.

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Cobertura negativa sobre o Brasil na mídia internacional bate recorde após protestos de junho

O número de reportagens com teor negativo sobre o Brasil veiculadas na imprensa internacional atingiu 36% do total no 2º trimestre do ano, um recorde desde que a pesquisa começou a ser feita, em 2009.

Foram 425 reportagens negativas nos meses de abril, maio e junho, de um total de 1.167, segundo levantamento da agência Imagem Corporativa em 15 veículos internacionais. O principal motivo da alta é a cobertura dos protestos de rua de junho. Também contribuiu para o índice o estupro de uma turista americana em uma van do Rio de Janeiro, em abril.

Para efeito de comparação, no trimestre anterior apenas 24% dos artigos monitorados apresentaram viés negativo sobre o país (gráfico abaixo).

teor-das-reportagens-evolucao-no-tempoEm números absolutos, o 2º trimestre registrou um crescimento de 64% de reportagens negativas em relação ao período anterior. No 1º trimestre, a pesquisa havia captado 259 textos com esse teor, de um total de 1.069 artigos.

O levantamento aponta crescimento de 9,16% do número de reportagens citando o Brasil no 2º trimestre, tanto negativas quanto positivas. Além dos protestos, contribuíram para a alta a Copa das Confederações e a eleição do embaixador brasileiro Roberto Azevêdo para a direção da Organização Mundial do Comércio.

Veículos. O meio de comunicação que mais publicou reportagens sobre o Brasil no 2º trimestre foi o chileno El Mercurio, com 18,77% dos textos monitorados. Em seguida vem o britânico Financial Times, com 15,08% das reportagens, seguido pelo argentino Clarín, com 14,57% (gráfico abaixo).
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Uso de máscaras em manifestações é proibido em Pernambuco

Diante das últimas ocorrências registradas na manifestação realizada em Pernambuco na tarde da última quarta-feira, a Secretaria de Defesa Social (SDS) adotou uma nova postura para coibir as manifestações. Segundo a Secretaria, não irá tolerar “qualquer ato de vandalismo e presença de pessoas mascaradas e as mochilas serão revistadas”.

“A Constituição Federal no seu Artigo 5° garante a livre manifestação, porém veda o anonimato”, lembrou o secretário Wilson Damázio durante coletiva de Imprensa. A presença do Batalhão de Choque que em outros atos permanecia apenas na retaguarda, passará a atuar em todas as manifestações.

“A polícia estava retraída, apenas acompanhando e oferecendo seguranças aos manifestações, desde o dia 20 de junho, mas agora foi surpreendida com esse ato de vandalismo que não será permito em hipótese alguma” contou Damázio. Segundo o secretário, a ação desta quinta-feira pegou a polícia de surpresa. “Nossos movimentos sempre foram considerados os mais pacíficos em relação aos outros estados e não esperávamos que o movimento fosse radicalizado como aconteceu”, revelou.

À caça dos Black Bloc

De acordo com o Chefe Geral da Polícia Civil, Osvaldo Morais um inquérito policial foi instaurado para investigar as ações praticadas nesta quinta, quando três pessoas chegaram a ser detidas, mas liberadas por falta de provas. “O delegado Darlison Macedo, foi designado para ficar à frente das investigações e tem um prazo de 30 dias para concluir os trabalhos”, informou.

“O serviço de inteligência da polícia está atuando com a troca de informações entre as policiais de São Paulo e Rio de Janeiro, para tentar identificar os integrantes de grupos conhecidos como Black Bloc”, contou Osvaldo.

Durante a coletiva foram mostradas as imagens captadas pelas câmaras do Centro Integrado de Operações de Defesa Social (Ciods) e ainda pedras que teriam sido jogadas pelos manifestantes e bexigas cheias de material inflamável.

O Comandante Geral da Polícia Militar, Coronel Carlos Pereira também participou da coletiva e garantiu que o efetivo foi orientado não apenas no Recife, mas também em Petrolina e demais cidades para endurecer com os as de protestos.

O Dia

Comentários (4) enviar comentário
  1. Luciana Morais Gama disse:

    O uso de mascaras nas manifestaçoes deveria ser proibido em todo Brasil, quem nao quer mostrar a cara ta mal intencionado.

    • Manuel Sabino disse:

      Tem razão!!! É como no carnaval!!! Todos mal-intencionados!!! Céus!!!

    • Sergio Nogueira disse:

      Manuel, comparar uma festa popular com as depredações travestidas de movimento popular foi o cúmulo. Se seu carnaval é quebrando vidraça, queimando ônibus e pichando muros, vê-se a razão de sua opinião: você não é um carnavalesco. É um vândalo.

    • João disse:

      Não, Luciana… alguns apenas querem poder protestar de foram legítima mas com segurança… ou tu acha que a polícia poupa os "bons manifestantes" que não estão mascarados?

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