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TSE divulga limites de gastos de campanha e contratação de pessoal nas Eleições 2016; veja como cada candidato poderá gastar no RN

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Foram publicadas no Diário de Justiça Eletrônico do Tribunal Superior Eleitoral (DJe/TSE) as tabelas atualizadas com os limites de gastos de campanha e de contratação de pessoal nas Eleições Municipais de 2016, conforme previsto na Lei das Eleições (Lei nº 9.504/97).
 

Em Natal, maior colégio eleitoral do Rio Grande do Norte, com 534.532 eleitores, os candidatos a prefeito poderão gastar até R$ 5.490.293,93 no primeiro turno e 1.647.088,18 no segundo turno. Os concorrentes às vagas na Câmara Municipal terão teto de gastos fixado em R$ 339.352,08. Na segunda maior cidade do Estado, Mossoró, que tem 167.120 eleitores, os candidatos a prefeito terão teto de despesas em R$ 2.953.615,39. Já os concorrentes às cadeiras do legislativo, poderão gastar até R$ 195.138,56. Parnamirim, a terceira maior cidade, o teto para prefeito é de R$ R$ 1.193.747,37 e para vereador de R$ 184.353,09. Os dados podem ser consultados aqui.

Após a publicação dos valores preliminares de gastos de campanha, o TSE atualizou os valores de acordo com a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de acordo com o parágrafo 2º, art. 2º, da Resolução TSE nº 23.459/2015.

O índice de atualização dos limites máximos de gastos foi de 33,7612367688657%, que corresponde ao INPC acumulado de outubro de 2012 a junho de 2016. Para os municípios de até 10 mil eleitores e com valores fixos de gastos de R$ 100 mil para prefeito e R$ 10 mil para vereador, o índice de atualização aplicado foi de 8,03905753097063%, que corresponde ao INPC acumulado de outubro de 2015 a junho de 2016, visto que esses valores fixos foram criados com a promulgação da Lei nº 13.165/2015 (Reforma Eleitoral 2015).

De acordo com a tabela, o maior limite de gastos para campanha para o cargo de prefeito está previsto para o município de São Paulo (SP), que tem hoje 8.886.324 eleitores. No primeiro turno eleitoral, os candidatos à Prefeitura da cidade poderão gastar até R$ 45.470.214,12. Já no segundo turno, o teto de gastos será de R$ 13.641.064,24. De outro lado, os candidatos a prefeito em 3.794 municípios somente poderão gastar até R$ 108.039,00.

Para o cargo de vereador, o maior limite de gastos foi estipulado para o município de Manaus (AM), que possui 1.257.129 eleitores. Os candidatos a uma cadeira na Câmara Municipal da capital do Amazonas poderão gastar, no máximo, R$ 26.689.399,64. O menor teto de gastos para as campanhas para o cargo de vereador ficou em R$ 10.803,91, alcançando 3.794 municípios.

A respeito da fixação dos limites de gastos, o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, destaca que a Justiça Eleitoral e a sociedade terão importante papel na fiscalização da aplicação dos recursos eleitorais. “Nós não dispomos de fiscais na Justiça Eleitoral para dar atenção a todos eles [gastos]. A própria sociedade terá que fiscalizar. E como a disputa é muito acirrada, já que as disputas em municípios são, às vezes, mais acirradas que as nacionais, então é provável que haja ânimo de violar a legislação, especialmente na ausência de uma fiscalização mais visível. Por isso, a própria comunidade terá que se incumbir dessa tarefa”, afirma.

O presidente do TSE também faz um alerta sobre a possibilidade de crescimento no número de casos de caixa 2 nas Eleições 2016, uma vez que, em muitos municípios, os valores que poderão ser gastos serão bem menores do que no último pleito. “Se de fato houver apropriação de recursos ilícitos em montantes significativos, pode ser que esses recursos venham para a eleição na forma de caixa 2, ou mesmo disfarçada na forma de caixa 1, porque o que vamos ter? Vamos ter doações de pessoas físicas. Pode ser que recursos sejam dados a essas pessoas para que elas façam doações aos partidos políticos, ou aos candidatos. Isso precisa ser olhado com muita cautela”, pontua o ministro Gilmar Mendes.

Limites para contratação de pessoal

A Reforma Eleitoral 2015 também estipulou limites quantitativos para a contratação direta ou terceirizada de pessoal para prestação de serviços referentes a atividades de militância e mobilização de rua nas campanhas eleitorais, em consonância com o art. 36 da Resolução TSE nº 23.463/1995.

Segundo a Lei das Eleições (Lei n° 9.504/1997), em seu art. 100-A, parágrafo 6º, para fins de verificação dos limites quantitativos de contratação de pessoal não são incluídos: a militância não remunerada; pessoal contratado para apoio administrativo e operacional; fiscais e delegados credenciados para trabalhar nas eleições; e advogados dos candidatos ou dos partidos e das coligações.

O maior número de contratações poderá ser feito pelos candidatos da cidade de São Paulo. Para o cargo de prefeito, poderão ser feitas até 97.719 contratações. Já para o cargo de vereador, o número máximo será de 27.361. O município do Rio de Janeiro vem logo atrás, podendo seus candidatos contratar até 53.848 pessoas para as campanhas de prefeito e até 15.077 para as de vereador.

Os candidatos das cidades de Serra da Saudade (MG) e Araguainha (MT), que possuem 959 e 954 eleitores, respectivamente, somente poderão contratar até 10 pessoas para as campanhas ao cargo de prefeito e até 5 para as de vereador.

Consulte aqui os dados.

LC/TC

TSE

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Petrobras aumenta preço do querosene de aviação em 18% a partir desta sexta (1º)

Foto: Marcelo Fonseca / Agência O Globo

A Petrobras eleva o preço médio de venda de querosene de Aviação (QAV) a distribuidoras em 18% a partir desta sexta-feira (1º), informou a companhia em nota, citando um “contexto excepcional causado por questões geopolíticas”.

O aumento da Petrobras corresponde a um acréscimo de R$ 1 por litro em relação ao preço do mês anterior.

O comunicado aponta ainda que a Petrobras seguirá disponibilizando ao mercado uma opção de parcelamento de parte do reajuste em seis vezes, com a primeira parcela a ser paga em julho de 2026.

“Essa medida visa preservar a demanda pelo produto e mitigar os efeitos do reajuste no setor de aviação brasileiro, assegurando o bom funcionamento do mercado”, completou.

Os preços do petróleo vêm subindo desde que os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã no fim de fevereiro, o que resultou no fechamento do Estreito de Ormuz e na interrupção do transporte de cerca de um quinto do fornecimento mundial de petróleo e gás natural liquefeito.

Os ajustes do QAV da Petrobras ocorrem todo começo de mês, conforme previsto em contratos.

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Litoral do RN registra maiores chuvas e acumulado passa de 80 mm em 24h


Foto: Divulgação/Emparn

AEmpresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) registrou chuvas em 41 estações entre às 7h de quinta-feira (30) e às 7h desta sexta-feira (1º), com maior concentração no litoral do estado.

Os acumulados passaram de 80 mm em 24 horas.

Maiores volumes por região:

Região Leste

  • Pureza: 86,8 mm
  • Tibau do Sul: 80,4 mm
  • Nísia Floresta: 53,4 mm
  • Parnamirim: 52,4 mm
  • Natal: 50,9 mm
  • Macaíba / Taipu: 49 mm
  • São Gonçalo do Amarante: 43,4 mm
  • Goianinha: 40 mm

Agreste

  • João Câmara: 43,4 mm
  • Santo Antônio: 39,2 mm
  • São Pedro: 35 mm
  • Parazinho: 34,8 mm
  • Santa Maria: 34,4 mm
  • Nova Cruz: 32,4 mm

Região Central e Seridó

  • Caiçara do Rio do Vento: 43,2 mm
  • Caiçara do Norte: 20,2 mm

Oeste

Chuvas fracas e isoladas:

  • Triunfo Potiguar: 9,8 mm
  • Ipanguaçu: 6,2 mm
  • Serra do Mel: 5,6 mm
  • Mossoró: 1 mm

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CALOTE: Cuba e Venezuela somam dívidas bilionárias com o Brasil após inadimplência em obras

Foto: Telesur

O Brasil enfrenta uma dualidade delicada: ao mesmo tempo em que o governo retoma o financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para obras no exterior, o país ainda tenta recuperar bilhões de reais em dívidas deixadas por Cuba e Venezuela, que deram calote em operações realizadas no passado.

O presidente Lula (PT) sancionou uma lei que viabiliza novos empréstimos do BNDES para a exportação de serviços de engenharia, permitindo a retomada da atuação de construtoras brasileiras em grandes projetos de infraestrutura no exterior. A medida reacende o debate sobre os riscos desse modelo de financiamento.

O BNDES empresta recursos para levar serviços de empresas privadas brasileiras ao exterior. Após a execução das obras, quando o país contratante não honra o pagamento, o banco aciona um seguro e o prejuízo é coberto pelo Fundo de Garantia à Exportação, uma ferramenta da União criada para cobrir esse tipo de risco. Na prática, é o contribuinte brasileiro quem arca com o rombo.

Valores das dívidas de Venezuela e Cuba

No caso da Venezuela, a dívida já coberta pelo fundo soma mais de 1,2 bilhão de dólares. Entre as obras financiadas no país estão os metrôs de Caracas e Los Teques, além da Siderúrgica Nacional.

Cuba acumula 676 milhões de dólares em atraso com o Brasil, sendo o Porto de Mariel a principal obra de infraestrutura contratada. Para essa obra, o BNDES exigiu como garantia as receitas geradas pela indústria cubana de charutos — iniciativa que, posteriormente, o TCU (Tribunal de Contas da União) classificou como frágil.

Governo diz que negocia, mas sem previsão de pagamento

O Ministério da Fazenda informou que não há previsão de regularização dos pagamentos. A pasta afirmou que o governo segue cobrando os créditos por meio de tratativas bilaterais e articulação em fóruns internacionais, e que os valores em atraso estão sujeitos à incidência de juros.

Para especialistas, contudo, dificilmente os países cumprirão com a obrigação. “Não é bom fazer obra em países que não têm capacidade de pagar esses créditos de volta”, afirmou Tony Volpon, colunista do CNN Money, questionando se o uso da capacidade de financiamento do BNDES em outros países seria o mais adequado.

Nova lei traz mudanças para tentar evitar novos calotes

A nova lei sancionada pelo governo federal adota uma série de mudanças para reduzir os riscos de novas inadimplências. A norma aperfeiçoa a transparência e obriga o BNDES a manter públicas as informações sobre os empréstimos. Além disso, fica proibido realizar novas operações com países que já estejam inadimplentes.

No auge da atuação das empreiteiras brasileiras no exterior, elas chegaram a deter quase 2,5% do mercado global de serviços de engenharia, mas perderam espaço após a interrupção do financiamento pelo BNDES na esteira da Operação Lava Jato. Ainda assim, a dívida de Cuba e Venezuela segue pesando sobre o Brasil, somando dezenas de bilhões de reais em calotes.

CNN Brasil

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Oposição vai buscar anistia para envolvidos no ‘8 de janeiro’ mesmo após derrubada do veto da dosimetria

Foto: Ton Molina/Agência Senado

A oposição ao governo Lula prepara um novo projeto para anistiar os envolvidos nos atos de 8 de janeiro, mesmo após a aprovação da dosimetria, que reduz penas.

O líder da oposição na Câmara, Cabo Gilberto Silva (PL-PB), afirmou que a proposta deve prever “anistia ampla, geral e irrestrita” e será apresentada em um momento mais favorável.

A medida, prevista no Código Penal, extingue punições e processos. O texto original com esse alcance acabou substituído pela dosimetria durante a tramitação no Congresso.

Parlamentares como Marcel van Hattem (Novo-RS) avaliam que a derrubada do veto abre caminho para retomar a pauta. Já Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu “justiça integral” aos condenados, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Para o senador Esperidião Amin (PP-SC), a dosimetria é o primeiro passo, e a anistia pode ser a próxima etapa, com possível revisão de processos ligados ao caso.

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Grande Natal tem seis trechos impróprios para banho, aponta boletim do Idema; veja quais

Foto: Sandro Menezes/Governo do RN

O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente divulgou o Boletim de Balneabilidade nº 18/2026 com a situação das praias do Rio Grande do Norte para o feriado do Dia do Trabalho.

Seis pontos foram considerados impróprios para banho.

Em Natal, os trechos impróprios são:

  • Praia de Ponta Negra (Morro do Careca)
  • Areia Preta (escadaria de Mãe Luíza)
  • Praia do Forte
  • Redinha (Rio Potengi)

Na região metropolitana, também estão impróprios:

  • Foz do Rio Pirangi (Nísia Floresta)
  • Rio Pirangi-Pium (Parnamirim)

Os demais pontos analisados, incluindo praias da Via Costeira, Miami, Artistas, Meio, além de áreas de Extremoz (Genipabu, Pitangui e Graçandu), foram classificados como próprios.

O levantamento segue critérios da Resolução nº 274/2000 do Conama e analisa a presença de coliformes na água. As amostras foram coletadas ao longo de abril, com a última no dia 29. O monitoramento é semanal e orienta a população sobre as condições de banho.

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Por que marcas inteligentes estão demitindo o ‘feeling’ e contratando algoritmos

O feeling publicitário construiu marcas icônicas. Isso é fato. Mas confiar exclusivamente nele em 2026 é como navegar por GPS desligado só porque você conhece o caminho. Até funciona — até o dia em que não funciona.

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Um dos nossos processos mais potentes é o teste preditivo de peças. Antes de colocar um anúncio no ar, rodamos simulações que estimam taxa de clique, tempo de atenção e probabilidade de conversão. Isso reduz drasticamente o custo de aprendizado — aquele período em que a campanha está no ar gastando verba enquanto você descobre o que funciona.

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Algoritmos não têm ego. Não se apegam a ideias. Entregam dados limpos que permitem decisões objetivas. Isso não mata a criatividade — liberta ela das armadilhas do viés.

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Messias diz a Lula que deixará AGU após ter indicação ao STF rejeitada no Senado

Foto: Brenno Carvalho/O Globo

O ministro Jorge Messias informou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que pretende deixar o comando da Advocacia-Geral da União após o Senado rejeitar sua indicação ao Supremo Tribunal Federal. A informação é do blog da jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo. A conversa ocorreu no Palácio da Alvorada, poucas horas depois da votação que barrou seu nome por 42 votos a 34.

Segundo a publicação, Messias avalia que não terá condições de manter interlocução com integrantes do Congresso e do STF que atuaram contra sua indicação — uma das funções centrais do cargo. Lula pediu que ele reavaliasse a decisão nos próximos dias, mas aliados afirmam que o ministro está decidido.

Nos bastidores, circulou a possibilidade de Messias assumir o Ministério da Justiça, hoje ocupado por Wellington César Lima e Silva, mas o próprio ministro negou ter sido convidado.

A derrota expôs desgaste político e ampliou tensões com lideranças importantes, como o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, e ministros do STF, entre eles Alexandre de Moraes e Flávio Dino.

Moraes teria atuado nos bastidores contra a indicação, enquanto Dino mantém divergências antigas com Messias desde disputas por vagas no Supremo. O episódio também envolveu articulações políticas relacionadas ao inquérito do Banco Master.

A rejeição marca a primeira vez desde 1894 que o Senado derruba uma indicação presidencial ao STF, representando uma derrota significativa para o governo.

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Política

Lula falta ao 1º de Maio de novo após derrotas e evita desgaste

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Lula (PT) não participará das manifestações do Dia do Trabalhador nesta quinta-feira (1º), repetindo a ausência de 2025. A decisão ocorre após uma semana de desgaste político para o governo, incluindo derrota no Congresso envolvendo a indicação de Jorge Messias. Em vez de comparecer aos atos, o presidente optou por um pronunciamento em cadeia nacional exibido na véspera.

De acordo com informações do Palácio do Planalto, a ausência não tem relação com problemas de saúde. Na semana passada, Lula passou por um procedimento no Hospital Sírio-Libanês para retirada de uma lesão no couro cabeludo, considerada de baixo risco.

Segundo fontes do governo, a estratégia de evitar participação em atos públicos já havia sido adotada em 2025, quando o presidente também não compareceu às manifestações do 1º de Maio após desgastes políticos relacionados a investigações sobre fraudes no INSS.

A representação do Executivo nos eventos foi feita por ministros. O titular do Trabalho, Luiz Marinho, participou de ato em São Bernardo do Campo. Já o ministro da Educação, Leonardo Barchini, também esteve presente em agendas ligadas à data.

Em pronunciamento, Lula defendeu a redução da jornada de trabalho e criticou a escala 6×1, associando a proposta ao bem-estar dos trabalhadores, especialmente das mulheres. O governo também confirmou o lançamento de uma nova fase do programa de renegociação de dívidas, com previsão para os próximos dias.

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Saúde

Bolsonaro deixa prisão domiciliar e é internado para cirurgia no ombro em Brasília

Foto: Fábio Vieira/Metrópoles

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi internado na manhã desta sexta-feira (1º) no hospital DF Star, em Brasília, para realizar uma cirurgia no ombro direito. O procedimento foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, já que Bolsonaro cumpre prisão domiciliar na capital federal.

Bolsonaro deixou o condomínio onde cumpre a medida por volta das primeiras horas do dia e seguiu para a unidade hospitalar acompanhado do ortopedista Alexandre Firmino, especialista em cirurgias de ombro. Segundo informações médicas, ele passou por exames pré-operatórios antes do procedimento.

A cirurgia será realizada ainda nesta sexta e envolve o manguito rotador, além de lesões associadas. Os problemas teriam sido agravados após uma queda em janeiro, quando o ex-presidente estava na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro informou nas redes sociais que acompanharia o procedimento. Segundo publicação, ela se deslocou ao hospital nas primeiras horas da manhã.

 

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Política

Nem após liberar quase R$ 12 bilhões, governo Lula evita sequência de derrotas

Foto: Divulgação

O governo Lula (PT) enfrentou uma sequência de derrotas no Congresso Nacional mesmo após liberar quase R$ 12 bilhões em emendas parlamentares nas últimas semanas. Em um curto intervalo, o Senado rejeitou uma indicação ao STF e o Congresso derrubou o veto presidencial ao PL da Dosimetria, ampliando o desgaste político.

Conforme informações de bastidores, a estratégia do Palácio do Planalto foi intensificar a liberação de recursos para parlamentares como forma de reforçar a articulação política. Desde o início de abril, os valores empenhados foram de R$ 11,7 bilhões, representando a maior parte do total autorizado no ano até então.

Parte desses recursos foi direcionada ao Senado e, segundo dados oficiais, foram destinados a parlamentares da Casa, mas o movimento não foi suficiente para garantir apoio, e a indicação acabou rejeitada em plenário.

No Congresso, também houve a derrubada de um veto presidencial relacionado a mudanças nas regras de dosimetria de penas. A decisão contou com apoio de deputados e senadores, impondo mais um revés ao governo no mesmo período.

 

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