Um vídeo divulgado no site Metro está dando o que falar. Nas imagens um casamento acabou em uma grande briga. ASSISTA AQUI
O fato aconteceu em Toronto, no Canadá, e a recepção é cenário de vidros quebrados, muitos gritos, confusão e uma grande luta.
Segundo o site, a luta começou por causa do ex da noiva que chegou e espalhou fotos dela sem roupa em cima das mesas. É possível ver no final do vídeo um homem ao fundo jogando objetos em direção a multidão da briga
Lamentável o Blog do BG ter que divulgar esse tipo de notícia. Poderia divulgar notícias que de alguma forma possa contribuir para o crescimento e desenvolvimento da população.
Mulher usa plataforma de apostas online, conhecidas como bets, dentro de metrô, em São Paulo – Laryssa Toratti / Folhapress
A reforma tributária criou um regime específico para as bets. Também determinou que o Imposto Seletivo, tributo criado para incidir sobre bens e serviços considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, faça parte da base de cálculo do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), que serão cobrados a partir de 2027.
A nova tributação foi tema do Curso Reforma Tributária do Consumo, realizado pela Receita Federal em parceria com o CFC (Conselho Federal de Contabilidade), em um momento de expansão do mercado de apostas no país.
Estudo divulgado pelo Comsefaz (Comitê Nacional de Secretários de Fazenda) aponta que as bets movimentaram R$ 350,97 bilhões em transferências via Pix em 2025, ano em que foram regulamentadas, enquanto as famílias brasileiras perderam R$ 62,5 bilhões líquidos para as plataformas de apostas esportivas no mesmo período.
Com a cobrança efetiva dos novos tributos criados pela reforma (IBS e CBS) no próximo ano, as casas de apostas passarão a seguir o regime específico dos chamados concursos de prognósticos, categoria que inclui apostas de quota fixa —como as bets—, loterias, sorteios, corridas de cavalo, fantasy sports (jogos baseados na escalação de times virtuais com jogadores reais) e outras modalidades de aposta, realizadas tanto em meio físico quanto virtual.
A tributação sobre o consumo dessas empresas não terá como base todo o volume movimentado pelos apostadores, mas a chamada receita própria. Seu cálculo considera o total arrecadado nas apostas com a exclusão dos valores pagos em prêmios e das destinações legais obrigatórias (previstas para órgãos, fundos públicos e outros beneficiários), e acréscimo do Imposto Seletivo.
Na prática, portanto, a tributação segue esta ordem: primeiro são consideradas as receitas da operação; depois são aplicadas as deduções previstas; em seguida é calculado o Imposto Seletivo; por fim, IBS e CBS incidem sobre a base já acrescida desse tributo.
Segundo a Receita, o ponto principal a ser observado no regime é que o Imposto Seletivo, cuja alíquota ainda não foi definida, não será apenas um tributo adicional sobre as bets, mas um componente do cálculo dos novos tributos sobre consumo. Isso significa que IBS e CBS incidirão sobre um valor que já inclui o próprio Imposto Seletivo, aumentando o montante sobre o qual serão calculados.
Em uma situação hipotética, há R$ 100 mil de receita total da venda de apostas, R$ 40 mil de premiações pagas, R$ 10 mil de destinações legais e R$ 2 mil de PIS, Cofins e ISS. Após os descontos das premiações, das destinações legais e de PIS, Cofins e ISS, que são dedutíveis, a base de cálculo do Imposto Seletivo seria de R$ 48 mil (R$ 100 mil – R$ 62 mil).
Imaginando uma alíquota de 15%, o Imposto Seletivo seria de R$ 7,2 mil (15% de R$ 48 mil). Esse valor seria então incorporado à base do IBS e da CBS (R$ 48 mil), elevando-a para R$ 55,2 mil (R$ 48 mil + R$ 7,2 mil). Supondo a alíquota de referência de 28% para CBS e IBS, estimada pelo Comitê Gestor do IBS no fim de julho deste ano, a tributação total seria de R$ 15.456 (28% de R$ 55,2 mil).
Durante o curso, a Receita esclareceu que, no que se refere aos prêmios, a dedução somente é possível quando eles forem efetivamente pagos ao apostador. Um prêmio concedido, mas não retirado pelo ganhador, portanto, permanecerá na receita da empresa e não poderá ser utilizado como dedução para reduzir a tributação.
Atualmente, sobre as bets autorizadas a operar no Brasil incidem os tributos corporativos tradicionais (IRPJ, CSLL), PIS, Cofins, ISS e a contribuição de 13% sobre GGR (Receita Bruta dos Jogos), destinada à seguridade Social, educação, segurança e outras finalidades.
Em 2027, à carga tributária atual das casas de apostas serão somados IBS e CBS (que substituirão PIS e Cofins), Imposto Seletivo e haverá majoração da contribuição sobre o GGR para 14% —a partir de 2028, o percentual será de 15%.
Segundo o estudo do Comsefaz, até meados de 2024, os pagamentos de pessoas físicas para empresas do setor de artes, cultura, esporte e recreação e os valores transferidos de volta por essas empresas permaneciam em níveis relativamente próximos. A partir de 2025, porém, os pagamentos destinados ao setor cresceram de forma expressiva, enquanto as transferências no sentido contrário aumentaram em ritmo muito mais moderado.
“Esse comportamento indica que o setor passou a absorver um volume substancial de recursos das famílias sem devolução proporcional, característica típica dos mercados de apostas, nos quais apenas uma parcela dos valores apostados retorna aos jogadores na forma de premiações”, diz o documento.
Centro de pesquisa espacial iraniano, um dos locais atingidos durante a guerra, em Teerã, em 6 de julho de 2026 – Foto: Emile Ducke /NYT
A guerra do presidente Donald Trump contra o Irã esgotou os estoques de armamentos dos EUA a níveis preocupantes, desviando suprimentos da Ásia e da Europa, segundo autoridades.
O suprimento em rápido declínio de mísseis de defesa aérea e outros armamentos na Europa e na Ásia não apenas deixa o Exército americano menos equipado, mas também poderia deixar Rússia e China mais confiantes caso considerem um potencial conflito com os Estados Unidos, disseram especialistas.
Bombardear o Irã consumiu milhares de mísseis que contêm peças de precisão vindas de uma rede global de fornecedores —e que podem levar anos para serem produzidos. Defender-se das barragens de retaliação do Irã desgastou os estoques americanos de mísseis de defesa aérea a um ponto que alarmou, em particular, autoridades de alto escalão do governo Trump, e levou os EUA a atrasar entregas a clientes europeus e asiáticos.
A campanha contra o Irã forçou o Pentágono a deslocar às pressas navios, aeronaves e unidades de defesa aérea de toda a Europa e Ásia para o Oriente Médio, um esforço com consequências em cascata para a manutenção de equipamentos e o moral das tropas, disseram autoridades americanas.
O resultado é uma erosão significativa do poder de fogo dos EUA nessas regiões, uma mudança com implicações de longo prazo que é uma preocupação crescente nas comunidades militar e de inteligência, disseram autoridades dos EUA e do Ocidente.
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse que os EUA têm “poder de fogo mais do que suficiente para realizar qualquer operação que o presidente ordenar, a qualquer momento e lugar”. Mas especialistas dizem que é quase certo que a crise de munições —parte da qual Trump herdou do presidente Joe Biden — vai perdurar além de sua Presidência.
Tom Karako, membro sênior do Center for Strategic and International Studies, em Washington, disse que o esgotamento de munições representa uma “aniquilação geracional dos meios de dissuasão convencional”. O impacto sobre como as decisões são tomadas em Pequim e Moscou, segundo ele, pode ressoar por anos.
“É impossível que isso não tenha um efeito significativo no cálculo decisório da Rússia e da China”, disse Karako, que vem acompanhando os estoques de armamentos dos EUA. “Eles podem fazer algo bastante deliberado, no momento que escolherem, porque não se esqueçam, vamos levar anos para reconstituir os estoques.”
Em reuniões que antecederam a guerra contra o Irã, o general Dan Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto, informou o presidente sobre os riscos de recorrer ainda mais aos estoques já reduzidos, segundo duas autoridades com conhecimento das conversas. Ainda assim, Trump decidiu seguir em frente, acreditando que a guerra terminaria rapidamente. Um porta-voz de Caine se recusou a comentar suas conversas privadas com o presidente.
Depois de atacar o Irã ao lado de Israel em 28 de fevereiro, Trump prometeu várias vezes a vitória em poucas semanas. Mais de cinco meses depois, ele continua incapaz de dobrar Teerã à sua vontade, ou de encontrar uma forma de encerrar a guerra.
Diz-se que a escassez de munições teve um papel em convencer Trump a adiar uma grande campanha de bombardeios no fim do mês passado. Mas isso também mostra como a decisão do presidente de atacar o Irã deixou os EUA e seus aliados mais vulneráveis a outras ameaças.
O governo Trump tem trabalhado com fornecedores militares para tentar acelerar e expandir a produção. Mas mesmo levando em conta esses esforços, pode levar mais de dois anos para os EUA reporem os mais de 1.500 mísseis interceptadores de defesa aérea Patriot usados na guerra contra o Irã. O estoque atual desses mísseis é de menos de 1.700, segundo duas pessoas informadas sobre o aasunto que falaram sob condição de anonimato para discutir detalhes militares sensíveis.
Trump ficou enfurecido com as reportagens sobre a escassez de munições. Ele ordenou uma ampla caçada a vazamentos em todo o governo e está exigindo processos criminais. Ele disse a assessores, em privado, que qualquer discussão sobre a crise de munições sinaliza fraqueza aos inimigos do país, e continua, em público, a minimizar o problema, negar que ele exista ou culpar seu antecessor.
“Nossas empresas de defesa estão fabricando mais munições do que nunca, ao mesmo tempo em que expandem rapidamente suas fábricas e equipamentos em níveis recordes”, escreveu Leavitt em comunicado. “Qualquer pessoa que tenha acesso a informações militares sigilosas e as vaze para a imprensa está traindo essa confiança e violando a lei federal, e deve ser processada com todo o rigor.”
Sean Parnell, principal porta-voz do Pentágono, disse que as reportagens sobre escassez de armamentos são falsas, acrescentando que os EUA têm “tudo o que é necessário para atacar no momento e no lugar escolhidos pelo presidente”.
Montagem com fotos de Stuckert, Luis Nova e Kebec Nogueira
Nova rodada da pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (10) aponta vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) nas intenções de voto no primeiro turno e um empate técnico entre ambos os candidatos no segundo turno, na disputa pela Presidência da República. O petista também empata tecnicamente em projeção de 2° turno com o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado.
No primeiro turno, Lula aparece com 40% das intenções de voto, enquanto Flávio tem 35%. A diferença entre os dois está fora da margem de erro da pesquisa, de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Em uma eventual disputa de segundo turno, o petista registra 47% das intenções de voto, contra 44% do candidato do PL – empate técnico. Lula também empata tecnicamente com o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD): 46% x 42%.
Secretário-executivo do Ministério da Saúde, Swedenberger Barbosa, o Berge era o 2° na hierarquia da pasta. Franklin Paz/Ministério da Saúde
Um episódio do começo de 2025 mostra como atuava no Ministério da Saúde a lobista Roberta Luchsinger, amiga do empresário e biólogo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho primogênito do presidente Lula (PT). Segundo pessoas que conviveram com ela na pasta, Roberta se reunia com frequência com o então secretário-executivo do ministério, Swedenberger Barbosa, o Berge, e alegava ter influência sobre a liberação de recursos da saúde para Estados e municípios.
Berge foi o nº 2 na hierarquia do Ministério da Saúde de janeiro de 2023, no começo do terceiro mandato de Lula, até março de 2025, quando se tornou assessor da Presidência da República, despachando dentro do Palácio do Planalto.
Em março de 2025, pouco depois da posse de Alexandre Padilha como ministro da Saúde, um assessor dele foi procurado por um aliado do governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), a respeito de uma verba de R$ 40 milhões destinada ao Fundo Estadual de Saúde local.
O dinheiro estava retido porque a Comissão Intergestores Bipartite (CIB) local não tinha emitido a resolução necessária à liberação. Esse tipo de resolução é um acordo entre gestores estaduais e municipais sobre como será usado o dinheiro.
A verba tinha sido pedida a Padilha ainda em 2024, quando ele estava na Secretaria de Relações Institucionais (SRI) da Presidência. O dinheiro foi empenhado (isto é, reservado), mas não tinha sido pago por conta da pendência. O empenho estava prestes a ser cancelado, pondo a verba a perder.
Ainda em março, o problema na CIB foi resolvido. A verba — uma parcela única destinada a procedimentos de média e alta complexidade — foi salva. O pagamento caiu na conta do Fundo Estadual maranhense no dia 4 de agosto de 2025.
Swedenberger Barbosa entra na história pouco depois disso. Segundo duas fontes ouvidas pela coluna, ele ligou para o governador Carlos Brandão — de dentro do gabinete da Presidência da República, onde já atuava — para informar que foi ele quem “liberou” os R$ 40 milhões. Segundo ele, a verba só saiu por causa dele e de Roberta Luchsinger. Procurado pela coluna, Carlos Brandão foi evasivo. Disse não ter “conhecimento sobre esse assunto”.
Enquanto esteve no Ministério da Saúde, Swedenberger Barbosa atuou para favorecer cidades governadas por prefeitos do PT ou de partidos aliados na distribuição de verbas da saúde.
Além de Swedenberger Barbosa, outro ex-assessor próximo de Lula que atuou na liberação das verbas foi Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola. Ex-chefe de gabinete de Lula, Marcola teve despesas pessoais suas pagas por Roberta Luchsinger. Ele nega irregularidades e diz que o dinheiro era parte de um empréstimo pessoal da lobista.
A arena dos debates na TV começou neste domingo com os embates nos estados. Já na corrida presidencial, a largada será no próximo dia 23. No entanto, o confronto direto entre os dois principais adversários da disputa presidencial, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), não deve ocorrer no primeiro turno.
Teoricamente, o maior interesse em comparecer aos estúdios é da oposição, que necessita de espaço na mídia para desgastar a gestão atual. Mas, por ora, o PL veta, nos bastidores, a participação do filho “zero um” do ex-presidente Jair Bolsonaro se o petista não estiver presente.
A ausência do rival cria pontos de tensão para o grupo conservador. A análise é a seguinte: Com o presidente Lula presente, os holofotes se voltam contra a gestão atual, restando a Flávio Bolsonaro apenas alguns confrontos diretos com os outros postulantes ao cargo.
Sem Lula na bancada, o parlamentar fluminense pode atacar o governo livremente. Por outro lado, porém, passa a ser a principal vitrine do programa.
Concorrentes na corrida ao Planalto como Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão) podem mirar suas baterias contra o congressista do PL, cobrando inclusive o legado do governo de seu pai.
Outra observação levantada é que os outros opositores estão com pontuação baixa na pesquisa, sem chegar aos dois dígitos. Não haveria, portanto, uma necessidade de entrar neste confronto, até porque Flávio pode precisar de todos no segundo turno.
Até chegar o momento de Lula participar de debates, a expectativa é de que Flávio também já esteja mais treinado. Há uma preocupação sobre o preparo físico e emocional do candidato do PL para suportar a pressão do embate ao vivo.
Em 2016, Flávio passou mal e quase desmaiou durante um debate pela Prefeitura do Rio de Janeiro. Dez anos depois, ele está mais calejado na política. No entanto, ainda não foi submetido a um teste de tamanha tensão nacional.
Passar mal novamente na televisão seria um vexame para a campanha. Sua ausência, contudo, geraria risco de transmitir sinal de fraqueza.
Para a candidatura de Lula, a ausência gera menor desgaste político. Embora a falta continue sendo um desrespeito ao eleitor, que merece o confronto de ideias para decidir seu voto.
Além disso, há um histórico consolidado de ausências. O próprio ex-presidente Jair Bolsonaro faltou a encontros no primeiro turno de 2022, o que limita a margem para que o filho “Zero Um” explore a ausência do petista.
A pragmática história do boicote ao 1º turno
A recusa de candidatos à reeleição em participar de confrontos na TV no primeiro turno é uma tática consolidada no País desde a aprovação da emenda da reeleição, em 1997. O objetivo é sempre o mesmo: preservar a vantagem nas pesquisas e evitar servir de escada para os concorrentes.
Fernando Henrique Cardoso (1998): Ausentou-se de todos os debates no primeiro turno. A eleição foi liquidada sem a necessidade de um segundo turno.
Luiz Inácio Lula da Silva (2006): Faltou a todos os confrontos da primeira fase da campanha, inclusive aos promovidos por grandes redes como Band e TV Globo, retornando aos estúdios apenas no segundo turno.
Dilma Rousseff (2014): Quebrou o padrão dos antecessores e participou dos principais debates no primeiro e no segundo turno.
Jair Bolsonaro (2022): Adotou um modelo híbrido. Esteve presente nos debates da TV Bandeirantes e da TV Globo no primeiro turno, mas faltou aos confrontos organizados por pools de imprensa (como Veja/SBT/CNN e TV Aparecida). No segundo turno, compareceu a todos os embates.
A alfinetada do professor Robério Paulino (PSol) dizendo que Allyson Bezerra (União Brasil) quer governar o Rio Grande do Norte “farmando aura” e fazendo “pirotecnia”, durante o debate na Band RN, neste domingo (9), foi destaque na imprensa nacional.
O portal Metrópoles destacou o embate entre os dois candidatos. Robério Paulino também disse que Allyson Bezerra “é uma fantasia, um personagem e um ator sem propostas reais”.
No debate entre os candidatos a governador na Band RN, neste domingo (9), Álvaro Dias criticou Allyson Bezerra afirmando que o adversário deixou a maioria das perguntas sem resposta, principalmente quando questionado por que não forneceu as senhas dos celulares apreendidos pela Polícia Federal na casa dele em Mossoró durante a deflagração da Operação Mederi.
“Lamentar aqui o candidato Allyson não ter respondido às perguntas que nós fizemos e mais uma vez ter tergiversado, fugido das perguntas que nós fizemos. Quando perguntamos a ele sobre a senha do celular que ele negou à Polícia Federal, dentro da investigação da Operação Mederi, que é um dos maiores escândalos de corrupção da história do Rio Grande do Norte. Então, infelizmente, ele vai ficar conhecido como candidato da ilegalidade, porque recentemente cinco perfis foram derrubados porque faziam a propaganda antecipada do candidato”, criticou.
Durante o debate entre os candidatos a governador na Band RN, neste domingo (9), Álvaro Dias perguntou a Allyson Bezerra por que ele não forneceu a senha dos celulares apreendidos pela Polícia Federal durante a Operação Mederi, que investiga um esquema de desvio de recursos da saúda na Prefeitura de Mossoró.
“Você mora no condomínio mais luxuoso de Mossoró. Eu moro no mesmo apartamento há 26 anos. Você não respondeu à pergunta que eu fiz sobre por que ele não entregou o segredo do celular à Polícia Federal. Desse jeito, vou começar a lhe chamar de ‘o candidato dos segredos inacabados ou dos segredos inconfessáveis’”, ironizou Álvaro Dias.
No primeiro debate entre os candidatos a governador, promovido pela Band RN, neste domingo (9), Álvaro Dias (PL) rebateu a falácia do candidato Robério Paulinho (PSOL), que disse que a obra da engorda “destruiu Ponta Negra”.
Álvaro Dias rebateu mostrando imagens da praia antes da obra da engorda. “Robério falou que a gente destruiu Ponta Negra. Desinformado. O professor não mora aqui em Nata. Eu vou mostrar aqui como era Ponta Negra antes da engorda. Era assim que o professor Robério queria a praia de Ponta Negra”, disse o candidato do PL, exibindo imagens antigas de Ponta Negra.
O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte pelo PSOL, Robério Paulino, elevou o tom contra o adversário Allyson Bezerra (União Brasil) durante o primeiro debate da campanha eleitoral promovido pela Band RN, neste domingo (9).
Em um dos momentos mais incisivos do confronto, Paulino afirmou que o ex-prefeito de Mossoró passa o tempo “andando de cidade em cidade farmando aura” e fazendo “pirotecnia”, em referência à estratégia política adotada pelo candidato do União Brasil.
Lamentável o Blog do BG ter que divulgar esse tipo de notícia. Poderia divulgar notícias que de alguma forma possa contribuir para o crescimento e desenvolvimento da população.
Povo mais besta esses brigões…
Quem não sabe que quenga é quenga em qualquer lugar…??? inclusive no altar…